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1
~
2
Prefeitura Municipal de Dourados
Secretaria Municipal de Educação
Núcleo de Educação Infantil - NEI
Organização e edição
Profª. Ma. Claudia Marinho Carneiro Noda
Profª. Esp. Sabrina Vieira da Silva Santos
Pesquisa, elaboração e revisão
Profª. Ma. Claudia Marinho Carneiro Noda
Profª. Ma. Cristina Fátima Pires Ávila Santana
Profª. Esp. Dilene Dutra Paulon
Prof. Esp. Douglas Rodrigues Sauda
Profª. Ma. Elis Regina Dos Santos Viegas
Profª. Esp. Naura Rosa Pissini Battaglin Merey
Profª. Esp. Sabrina Vieira da Silva Santos
Arte gráfica
Douglas de Lima
Ficha catalográfica
DOURADOS (Município). Secretaria Municipal de Educação.
Núcleo de Educação Infantil. Currículo na prática: instrumentos
de registro de planejamento / Organização Claudia Marinho
Carneiro Noda. Sabrina Vieira da Silva Santos. Secretaria
Municipal de Educação. Núcleo de Educação Infantil.
Dourados: SEMED, NEI, 2020.
71p.
ISBN:
Educação Infantil. Orientações. Textos norteadores.
Planejamento. Projeto de Trabalho. Instrumentos de Registro.
3
PLANEJAMENTO .............................................................................5
Eixos estruturantes: Interações e brincadeiras ..........................................5
Orientação a ser repassada aos professores ................................................5
Tema/projeto .........................................................................................................5
Vivências e experiências pretendidas (interações propostas e advindas
do projeto de trabalho) ........................................................................................6
Vivências e experiências realizadas (interações construídas e
concretizadas na prática) ....................................................................................6
Metodologia / desenvolvimento / execução ..................................................6
Quadros das fases do Desenvolvimento Infantil ...........................................7
Campos de experiências ......................................................................................5
Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento ...........................................5
Ações didáticas ......................................................................................................6
Quadros do Grupo 1: Etapa Creche – Bebês I e II............................................6
Quadros do Grupo 2: Etapa Creche – Maternal I e II......................................6
Quadros do Grupo 3: Etapa Pré-Escolar – Jardim I e II.................................6
Direitos de aprendizagem .................................................................................111
Parte diversificada, Patrimônios e manifestações culturais ..................130
Temas contemporâneos ...................................................................................131
Referências obrigatórias .................................................................................132
Referências complementares ........................................................................133
ROTINAS / ATIVIDADES PERMANENTES.......................................136
Chamada ..............................................................................................................136
Calendário ...........................................................................................................136
Contação de histórias .......................................................................................137
Roda de conversa/espaço de escuta ...........................................................137
Tempo/clima .......................................................................................................137
4
Higienização ........................................................................................................137
Alimentação ........................................................................................................137
Musicalização ......................................................................................................137
Passeios/Brincadeiras ao ar livre ..................................................................138
PROJETOS DE TRABALHO ............................................................139
AVALIAÇÃO ..................................................................................145
Quem faz o relatório da criança? ..................................................................145
Avaliação diagnóstica .......................................................................................145
Avaliação formativa ..........................................................................................146
Apreciação final .................................................................................................146
RELATÓRIOS INDIVIDUAIS ...........................................................148
DIÁRIO DE BORDO........................................................................148
GALERIA - REGISTRO PEDAGÓGICO .............................................151
5
EIXOS ESTRUTURAIS
Interações e Brincadeiras
Os eixos estruturais, interagir e brincar, são importantes para que a criança
consolide sua aprendizagem. É a partir da brincadeira e da interação que ela
desenvolve, nesta etapa, as estruturas, habilidades e competências que serão
importantes ao longo de toda a vida. Para que se cumpram as diretrizes, os
aspectos relacionados ao cuidar e educar devem estar sempre vinculados
como ações para que se efetive com qualidade o atendimento na Educação
Infantil, considerando a criança que atende e levando em consideração que as
interações e as brincadeiras devem ser os eixos condutores das práticas
pedagógicas na Educação Infantil.
ORIENTAÇÃO A SER REPASSADA AOS PROFESSORES
PREENCHIMENTO DO PLANEJAMENTO – Em caso da falta de preenchimento do
planejamento a coordenação da Unidade Escolar apoiadas pela Direção
devem registrar em ata a situação. Na primeira vez de ocorrência registar e
advertir verbalmente, na segunda vez, registrar e advertir por escrito em duas
vias e encaminhar por meio de Comunicação Interna à Secretaria Municipal de
Educação – SEMED, Núcleo de Educação Infantil - NEI e Comissão de
Valorização Profissional – CVP que tomará conhecimento do desconto de
pontuação na avaliação profissional, na terceira vez registrar, advertir por
escrito e encaminhar desde o primeiro registro em duas vias por meio de
Comunicação Interna à Secretaria Municipal de Educação – SEMED, Núcleo de
Educação Infantil - NEI e Comissão de Valorização Profissional – CVP para
devidas providências; Ressalta-se a importância de avaliar a situação a ser
considerada na avaliação profissional.
TEMA/PROJETO
Possibilita alcançar uma aprendizagem significativa, contribuem para a
ampliação as competências infantis. Permite que a criança vivencie e
experiencie conhecimentos através das interações e brincadeiras. O Projeto na
educação infantil, permite a criança: argumentar, socializar, solucionar,
compreender, se posicionar estimulando a autonomia.
6
VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS
PRETENDIDAS
(INTERAÇÕES PROPOSTAS E ADVINDAS DO PROJETO DE TRABALHO)
Considerando que muitas vezes o educador (mediador/pesquisador) planeja
uma determinada ação e que o centro do planejamento que são as crianças
podem perder o interesse, solicitar ou questionar outro aprendizado. Torne-se
necessário uma mudança de sua ação diária esperada. Lembre-se de
considerar o protagonismo, as aprendizagens significativas e as fases do
desenvolvimento infantil no planejamento, garantindo sempre os direitos de
aprendizagens.
VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS
REALIZADAS
(INTERAÇÕES CONSTRUÍDAS E CONCRETIZADAS NA PRÁTICA)
Considerando que fez necessária realizar uma nova ação, pois os educadores
planejam a ação, mas por indagação da criança, necessidade de ausência do
educador, interrupção das aulas, ente outros. Torne-se necessário uma
mudança de sua ação diária pretendida. Esta é uma maneira de valorizar a
ação que o profissionalrealizou de fato. A insistência de práticas tradicionais,
não inovadoras, sem metodologias ativas e sem promover aprendizagens
significativas e sem verdadeira compreensão dos documentos oficiais e
referências da Educação Infantil estará ainda mais suscetível a ter que estar
refazer com maior frequência seus planejamentos. É sempre bom ser
investigador e pesquisador para propor sempre ações significativas para a sua
comunidade escolar. Estudem!
METODOLOGIA / DESENVOLVIMENTO / EXECUÇÃO
A execução do planejamento didático. É a ação, o fazer pedagógico.
Destinados a colocar em prática as diretrizes da teoria pedagógica.
Os elementos da ação didática são: o professor, a criança, os espaços, campos
de experiências, contexto e estratégias metodológicas. Aprendizagem
significativa é o processo por meio do qual uma nova informação relaciona-se, de
maneira substantiva, quer dizer, não-literal, não ao pé-da-letra, e não-arbitrária
significa que a interação não é com qualquer ideia prévia, mas sim com algum
conhecimento especificamente relevante já existente na estrutura cognitiva do
sujeito que aprende (MOREIRA, 2010). O processo ideal ocorre quando uma nova
ideia se relaciona aos conhecimentos prévios do indivíduo. Motivado por uma
situação que faça sentido, proposta pelo professor, o aluno amplia, avalia,
atualiza e reconfigura a informação anterior, transformando-a em nova.
Proporcionando experiências por meio de aprendizagem significativa os
Professores devem preencher neste campo o nome da atividade, ou sequência, ou
momento, e/ou roteiro e descrever detalhadamente a metodologia.
7
FASES DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
Estas é são tabelas de consulta. Não deve ser utilizado com rigidez, haja vista que cada criança é única em seu
desenvolvimento e aprendizagem, portanto, há a necessidade de considerar o contexto em que a criança vive e interage
(influências biológicas, ambientais e culturais). Todas as áreas do desenvolvimento devem ser consideradas em conjunto,
haja vista que o desenvolvimento de uma criança não ocorre de forma linear, pois em cada idade há um jeito próprio de
se manifestar sua personalidade, atitude, desejos e necessidades. Por exemplo, uma intervenção focada apenas no
desenvolvimento cognitivo provavelmente não será eficaz se forem ignorados os fatores social e emocional. Sendo assim,
vale ressaltar que um ambiente acolhedor e enriquecedor é fundamental para um desenvolvimento linguístico,
perceptual, emocional e escolar profícuos. A criança precisa de uma relação de apego com um adulto dedicado e
confiável. O ideal é que esse relacionamento ocorra no lar, mas serviços que oferecem esse tipo de relação fora de casa,
como por exemplo, no CEIM ou na escola, também são benéficos para o desenvolvimento saudável e de qualidade da
criança (PAPALIA e FELDMAM, 2013). As mudanças que vão se produzindo na etapa creche (0 a 3 anos) e na etapa pré-
escolar (4 a 5 anos) dependem, em grande medida, das mediações e intervenções que se estabelecem no ambiente
educativo. Neste sentido, tanto antecipar etapas, quanto a não estimulação correta e efetiva, podem gerar futuros
problemas. Sendo assim, cabe também a nós, educadores e educadoras da Educação Infantil, conhecer e respeitar as
características do desenvolvimento infantil.
CARACTERÍSTICAS DA FAIXA ETÁRIA DOS 0 A 01 ANO
Desenvolvimento
Motor
Por volta dos 4 meses de idade quase todos os bebes
conseguem manter a cabeça ereta quando alguém os
segura ou os apoia em posição sentada;
Bebês que engatinham tornam-se mais
sensíveis ao lugar onde os objetos estão, seu
tamanho, se eles (objetos) podem ser
deslocados e como se parecem. O ato de
engatinhar ajuda a avaliar distância e a
perceber profundidade. Os bebês
aprendem a olhar para os cuidadores para
saber se uma situação é segura ou
perigosa – uma habilidade conhecida como
referência social. (PAPALIA e FELDMAM,
Por volta dos 4 meses a criança consegue agarrar um objeto
de tamanho moderado, como um chocalho, mas tem
dificuldade de segurar um objeto pequeno;
Por volta dos 7/8 meses a criança consegue sentar-se sem
apoio
Por volta dos 8 meses consegue ficar em pé apoiando-se em
algo;
8
2013).Por volta dos 10 meses consegue pegar com o indicador e
com o polegar;
Por volta dos 8 e 10 meses começa a se deslocar por conta
própria arrastando-se ou engatinhando.
Desenvolvimento
Psicossocial
(em meses)
Os bebês estão abertos à estimulação. Eles começam a
demonstrar interesse e curiosidade e sorriem prontamente
para as pessoas.
0-3 meses
Os bebês podem antecipar o que está prestes a acontecer e
se decepcionam em caso contrário. Demonstram isso ficando
zangados ou agindo de modo cauteloso. Sorriem, arrulham e
riem com frequência. Essa é uma fase de despertar social e
de trocas recíprocas entre o bebê e o cuidador.
3-6 meses
Os bebês jogam "jogos sociais" e tentam obter respostas das
pessoas. Eles "conversam", tocam e agradam outros bebês
para fazê-los responder. Expressam emoções mais
diferenciadas, demonstrando alegria, medo, raiva e surpresa.
6-9 meses
Os bebês preocupam-se muito com seu principal cuidador,
podem ter medo de estranhos e agem de modo submisso em
situações novas. Por volta de um ano, comunicam suas
emoções de maneira mais clara, demonstrando variações de
humor, ambivalência e gradação de sentimentos.
9-12 meses
CARACTERÍSTICAS DA FAIXA ETÁRIA DOS 0 A 01 ANO
Desenvolvimento
Motor
Por volta de 12- 13 meses é capaz de ficar em pé sozinha e com firmeza;
É capaz de caminhar e de se manter de pé em segurança, com movimentos muito mais controlados;
É capaz de segurar um objeto, o manipula, passa de uma mão para a outra e o larga deliberadamente;
9
Por volta dos 20 meses, será capaz de transportar objetos na mão enquanto caminha;
Desenvolvimento
Intelectual
É capaz de segurar um objeto, o manipula, passa de uma mão para a outra e o larga deliberadamente;
Por volta dos 20 meses, será capaz de transportar objetos na mão enquanto caminha;
Consegue montar uma torre com dois cubos.
Apresenta maior desenvolvimento da memória, através da repetição das atividades;
Antecipa os acontecimentos e retoma uma atividade momentaneamente interrompida, à qual dedica um
maior tempo de concentração. Da mesma forma, através da sua rotina diária, o bebê desenvolve um
entendimento das seqüências de acontecimentos que constituem os seus dias e dos seus pais;
Exibe maior curiosidade: gosta de explorar o que o rodeia;
Compreende ordens simples, inicialmente acompanhadas de gestos e, a partir dos 15 meses, sem necessidade
de recorrer aos gestos;
Embora possa estar ainda limitada a uma palavra de cada vez, a linguagem do bebê começa a adquirir tons
de voz diferentes para transmitir significados diferentes.
É capaz de combinar palavras soltas em frases de 2 palavras;
É capaz de acompanhar pedidos simples, como por ex. "dá-me a caneca";
Sabe que um martelo de brincar serve para bater e já o deve utilizar;
Consegue estabelecer a relação entre um carrinho de brincar e o carro da família;
É também capaz de brincar de faz-de-conta (por ex., finge que coloca chá de um bule para uma xícara, põe
açúcar e bebe - recorda uma sequência de acontecimentos e faz de conta que os realiza como parte de um
10
jogo). A capacidade de fazer este tipo de jogos indica que está a começar a compreender a diferença entre o
que é real e o que não é;
Aos 18 meses o bebê começa a dominar novas ferramentas de interação, melhora a habilidade com a
linguagem, o foco na ação, começa a se interessar por montar e desmontar, testar, procurar, investigar, entrar
e sair, acender e apagar, abrir e fechar;
Começam a formular os “por quê”?, “O quê?” e “Para quê?” e conseguem administrar a espera pelas
respostas.
Desenvolvimento
Social
Aprecia a interação com adultos que lhes sejam familiares, imitando e copiando os comportamentos que
observa;
Sente satisfação por estar independente dos pais quando inserida num grupo de crianças, necessitando
apenas de confirmar ocasionalmente a sua presença e disponibilidade;
As suasinterações com outras crianças são ainda limitadas: as suas brincadeiras decorrem sobretudo em
paralelo e não em interação com elas;
Imitam e conseguem pegar os objetos que despertam seu interesse, mesmo que estejam com outras crianças;
Desenvolvimento
Emocional
Tem maior consciência de si própria, física e psicologicamente, começa a alargar os seus sentimentos sobre si
próprio e sobre os outros - desenvolvimento da empatia (começa a ser capaz de pensar sobre o que os outros
sentem);
Apercebe-se dos estados emocionais de quem está próximo dela, sobretudo os pais;
Sabe que alguém cuida dela e vai de encontro às suas necessidades;
Desenvolve o sentimento de posse relativamente às suas coisas, sendo difícil partilhá-las;
Embora esteja normalmente bem disposta, exibe por vezes alterações de humor (“birras”);
11
É bastante sensível à aprovação/desaprovação dos adultos;
As crianças exploram seu ambiente utilizando as pessoas que estão mais ligadas como base segura. À medida
que vão dominando o ambiente, tornam-se mais confiantes e mais ansiosas por se autoafirmar.
CARACTERÍSTICAS DA FAIXA ETÁRIA DOS 02 A 03 ANO
Desenvolvimento
Motor
À medida que o seu equilíbrio e coordenação aumentam, a criança é capaz de saltar ou saltar de um pé para
o outro quando está a correr ou a andar;
Subir escadas (um degrau de cada vez);
É mais fácil manipular e utilizar objetos com as mãos, como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para
comer sozinha;
Começa gradualmente a controlar os esfíncteres (primeiro os intestinos e depois a bexiga).
Desenvolvimento
Intelectual
Fase de grande curiosidade, sendo muito frequente a pergunta "Por quê?";
À medida que se desenvolvem as suas competências linguísticas, a criança começa a exprimir-se de outras
formas, que não apenas a exploração física - trata-se de juntar as competências físicas e de linguagem (por ex.,
quando faço isto, acontece aquilo), o que ajuda ao seu desenvolvimento cognitivo;
É capaz de produzir regularmente frases de 3 e 4 palavras. A partir dos 32 meses, já capaz de conversar com um
adulto usando frases curtas e de continuar a falar sobre um assunto por um breve período;
Desenvolvimento da consciência de si: a criança pode referir-se a si própria como "eu" e pode conseguir
descrever-se por frases simples, como “tenho fome”;
A memória e a capacidade de concentração aumentaram (a criança é capaz de voltar a uma atividade que
tinha interrompido, mantendo-se concentrada nela por períodos de tempo mais longos);
A criança está a começar a formar imagens mentais das coisas, o que a leva à compreensão dos conceitos -
progressivamente, e com a ajuda dos pais, vai sendo capaz de compreender conceitos como dentro e fora,
cima e baixo;
Por volta dos 32 meses, começa a apreender o conceito de sequências numéricas simples e de diferentes
categorias (por ex., é capaz de contar até 10 e de formar grupos de objetos - 10 animais de plástico podem ser
3 vacas, 5 porcos e 3 cavalos);
12
Desenvolvimento
Social
A mãe é ainda uma figura muito importante para a segurança da criança, não gostando de estranhos. A partir
dos 32 meses, a criança já deve reagir melhor quando é separada da mãe, para ficar à guarda de outra
pessoa, embora algumas crianças consigam este progresso com menos ansiedade do que outras;
Imita e tenta participar nos comportamentos dos adultos: por ex., lavar a louça, maquiar-se, etc.;
É capaz de participar em atividades com outras crianças, como por exemplo, ouvir histórias;
Brinca junto a outras crianças, mas ainda não compartilha de objetos comuns e não atuam coordenamente no
desenvolvimento da brincadeira (planejamento e negociação de ideias);
Crianças pequenas às vezes ficam ansiosas porque agora percebem o quanto estão se separando do
cuidador. Elaboram a consciência de suas limitações na fantasia, nas brincadeiras e identificando-se com os
adultos.
Desenvolvimento
Emocional
Inicialmente, o leque de emoções é vasto, desde o puro prazer até a raiva frustrada. Embora a capacidade de
exprimir livremente as emoções seja considerada saudável, a criança necessitará de aprender a lidar com as
suas emoções e de saber que sentimentos são adequados, o que requer prática e ajuda dos pais e dos
profissionais da instituição;
Nesta fase, as birras são uma das formas mais comuns da criança chamar a atenção – geralmente deve-se a
mudanças ou a acontecimentos, ou ainda a uma resposta aprendida (as birras costumam estar relacionadas
com a frustração da criança e com a sua incapacidade de comunicar de forma eficaz);
CARACTERÍSTICAS DA FAIXA ETÁRIA DOS 02 A 03 ANO
Desenvolvimento
Motor
À medida que o seu equilíbrio e coordenação aumentam, a criança é capaz de saltar ou saltar de um pé para
o outro quando está a correr ou a andar;
Subir escadas (um degrau de cada vez);
É mais fácil manipular e utilizar objetos com as mãos, como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para
comer sozinha;
Começa gradualmente a controlar os esfíncteres (primeiro os intestinos e depois a bexiga).
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Desenvolvimento
Intelectual
Fase de grande curiosidade, sendo muito frequente a pergunta "Por quê?";
À medida que se desenvolvem as suas competências linguísticas, a criança começa a exprimir-se de outras
formas, que não apenas a exploração física - trata-se de juntar as competências físicas e de linguagem (por ex.,
quando faço isto, acontece aquilo), o que ajuda ao seu desenvolvimento cognitivo;
É capaz de produzir regularmente frases de 3 e 4 palavras. A partir dos 32 meses, já capaz de conversar com um
adulto usando frases curtas e de continuar a falar sobre um assunto por um breve período;
Desenvolvimento da consciência de si: a criança pode referir-se a si própria como "eu" e pode conseguir
descrever-se por frases simples, como “tenho fome”;
A memória e a capacidade de concentração aumentaram (a criança é capaz de voltar a uma atividade que
tinha interrompido, mantendo-se concentrada nela por períodos de tempo mais longos);
A criança está a começar a formar imagens mentais das coisas, o que a leva à compreensão dos conceitos -
progressivamente, e com a ajuda dos pais, vai sendo capaz de compreender conceitos como dentro e fora,
cima e baixo;
Por volta dos 32 meses, começa a apreender o conceito de sequências numéricas simples e de diferentes
categorias (por ex., é capaz de contar até 10 e de formar grupos de objetos - 10 animais de plástico podem ser
3 vacas, 5 porcos e 3 cavalos);
Desenvolvimento
Social
A mãe é ainda uma figura muito importante para a segurança da criança, não gostando de estranhos. A partir
dos 32 meses, a criança já deve reagir melhor quando é separada da mãe, para ficar à guarda de outra
pessoa, embora algumas crianças consigam este progresso com menos ansiedade do que outras;
Imita e tenta participar nos comportamentos dos adultos: por ex., lavar a louça, maquiar-se, etc.;
É capaz de participar em atividades com outras crianças, como por exemplo, ouvir histórias;
Brinca junto a outras crianças, mas ainda não compartilha de objetos comuns e não atuam coordenamente no
desenvolvimento da brincadeira (planejamento e negociação de ideias);
Crianças pequenas às vezes ficam ansiosas porque agora percebem o quanto estão se separando do
cuidador. Elaboram a consciência de suas limitações na fantasia, nas brincadeiras e identificando-se com os
adultos.
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Desenvolvimento
Emocional
Inicialmente, o leque de emoções é vasto, desde o puro prazer até a raiva frustrada. Embora a capacidade de
exprimir livremente as emoções seja considerada saudável, a criança necessitará de aprender a lidar com as
suas emoções e de saber que sentimentos são adequados, o que requer prática e ajuda dos pais e dos
profissionais da instituição;
Nesta fase, as birras são uma das formas mais comuns da criança chamar a atenção – geralmente deve-se a
mudanças ou a acontecimentos, ou ainda a uma resposta aprendida (as birras costumam estar relacionadas
com a frustração da criança e com a sua incapacidade de comunicar de forma eficaz);
MARCOS DO DESENVOLVIMENTO DALINGUAGEM - 3 MESES A 03 ANOS (em meses)
3 meses Brinca com os sons da fala
5 a 6 meses Frequentemente reconhece os padrões sonoros ouvidos
6 a 7 meses Reconhece todos os fonemas da língua materna
6 a 10 meses
Balbucia sequências de consoantes e vogais
Utiliza gestos para se comunicar e brincar
9 a 10 meses Imita sons intencionalmente
9 a 12 meses Utiliza alguns gestos sociais
10 a 14 meses Fala a primeira palavra (geralmente nome de algo)
10 a 18 meses Fala palavras simples
12 a 13 meses Cresce o vocabulário
13 meses Faz gestos mais elaborados
14 meses Faz gesticulação simbólica Embora a fala pré-
15
linguística esteja, até certo ponto, intimamente ligada à idade c
ronológica, a fala linguística não está. A maioria das crianças q
ue começa a falar tardiamente acaba alcançando as outras -
e muitas compensam o tempo perdido falando sem parar com
quem se disponha a ouvir! (PAPALIA e FELDMAM, 2013)
18 a 24 meses
Aprende muitas palavras novas, expandindo rapidamente o voc
abulário expressivo, passando de cerca de 50 palavras para 400;
Utiliza verbos e adjetivos; fala a primeira sentença, duas palavr
as.
24 meses Utiliza muitas frase de duas palavras; quer conversas
30 meses
Aprende palavras novas quase todos os dias;
Fala em combinações de três ou mais palavras; comete erros gr
amaticais.
36 meses Sabe dizer até 1000 palavras; 80% inteligíveis; comete erros de
sintaxe.
16
CAMPOS DE EXPERIÊNCIAS
Os campos de experiências constituem um arranjo curricular que acolhe as situações e as experiências concretas da vida
cotidiana das crianças e seus saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural. A
definição e a denominação dos campos de experiências também se baseiam no que dispõem as DCNEI em relação aos
saberes e conhecimentos fundamentais a ser propiciados às crianças e associados às suas experiências. (BNCC, 2017).
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
Constituem-se as aprendizagens essenciais as quais compreendem tanto comportamentos, habilidades e conhecimentos
quanto vivências que promovem aprendizagem e desenvolvimento nos diversos campos de experiências, sempre
tomando as interações e a brincadeira como eixos estruturantes. Compreendem, portanto, os direitos fundamentais de
participação na vida social e cultural, de ser respeitada e de ter liberdade para expressar-se individualmente, de brincar e
conviver. (BRASIL, 2017).
AÇÕES DIDÁTICAS
As ações didáticas aqui propostas são possibilidades que poderão ser ampliadas nas instituições a partir de concepções
comuns de educação, criança, ensino, aprendizagem e avaliação, definidas em cada Proposta Pedagógica. Nessas
escolhas coletivas o professor terá como imprimir a intencionalidade pedagógica, planejando de forma sistemática, porém
de maneira contextualizada visando à garantia do direito das crianças de ampliar seus conhecimentos e de frequentar
uma instituição educativa de qualidade. (MATO GROSSO DO SUL, 2019, p. 74)
17
QUADRO 1: ETAPA CRECHE – BEBÊS I E II
Bebês (Zero a 1 ano e 6 meses)
→O Eu, o Outro e Nós
Nessas experiências, elas podem ampliar o modo de perceber a si mesmas e ao outro, valorizar sua identidade, respeitar os outros e
reconhecer as diferenças que nos constituem como seres humanos.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
→ (MS.EI01EO01.s.01) Perceber que suas
ações têm efeito nas outras crianças e
nos adultos.
Atividades de arremessar bolas com a criança
na roda citando o nome em voz alta de cada
uma. (B1&B2)
Melodias infantis utilizando os nomes das
crianças. (B1&B2)
Dirigir-se a criança pelo seu nome
correto. .(B1&B2)
Destacar os objetos pessoais de cada criança
com a identificação do nome próprio. (B2)
Realizar brincadeira, brinquedos cantados
onde os nomes das crianças são
pronunciados. (B1&B2)
→ Observar as manifestações dos bebês
e suas escolhas compreendendo seus
gestos, balbucios, olhares e expressões
como comunicação de suas
preferências e/ou rejeições garantindo
que suas necessidades sejam atendidas.
→ Proporcionar aos bebês momentos de
ajuda, atenção, aconchego e colo de
acordo com suas necessidades,
garantindo o cuidado, a interação e o
acolhimento.
→ Comunicar sua presença e intenção
antes de tocar o bebê, interagindo e
dialogando com ele nos momentos de
cuidado, alimentação, sono,
brincadeiras, possibilitando sua
→ (MS.EI01EO02.s.02) Perceber as
possibilidades e os limites de seu corpo
nas brincadeiras e interações das quais
participa.
→ (MS.EI01EO03.s.03) Interagir com
crianças da mesma faixa etária e
adultos ao explorar espaços, materiais,
objetos, brinquedos.
18
Chamada pela foto/ nome das crianças em
fichas a serem fixadas em locais da sala.
.(B1&B2)
Criar situações para que prestem ajuda umas
às outras. Para calçar o sapato, alcançar
algo. (B1&B2)
Situações em que as crianças sejam
solicitadas a colaborar com o bom
andamento das atividades(B2)
Interagir com o bebê comunicando todas as
ações realizadas. .(B1&B2)
Realizar em círculo com os bebes e chamar
cada um pelo nome, mostrar a foto ao
mesmo tempo
(B2)
Chamada pela foto/ nome das crianças em
fichas a serem fixadas em locais da
sala.(B1&B2)
Criar situações para que prestem ajuda umas
às outras. Para calçar o sapato, alcançar
expressão.
→ Organizar tempos e espaços com
materiais que promovam oportunidades
de interação entre os bebês e
profissionais da instituição.
→ Interagir com os bebês para ajudá-los
a perceber gradativamente a
necessidade da troca de fraldas.
→ Proporcionar a vivência de diversas
brincadeiras como: esconder e
aparecer, lançar objetos e resgatar,
empilhar e desempilhar, dentre outras,
possibilitando a interação e
espontaneidade entre bebês e adultos.
→ Oferecer aos bebês brinquedos e
objetos variados em quantidade
suficiente, para que possam fazer
escolhas e explorá-los de diferentes
formas.
→ Incentivar os bebês a alimentarem-se
com autonomia, oferecendo diversos
alimentos e valorizando suas conquistas.
→ Conversar, cantar, ler e contar
histórias diariamente para os bebês
→ (MS.EI01EO04.s.04) Comunicar
necessidades, desejos e emoções,
utilizando gestos, balbucios, palavras.
→ (MS.EI01EO05.s.05) Reconhecer seu
corpo e expressar suas sensações em
momentos de alimentação, higiene,
brincadeira e descanso.
→ (MS.EI01EO06.s.06) Interagir com
outras crianças da mesma faixa etária e
adultos, adaptando-se ao convívio
social.
→ (MS.EI01EO00.n.07) Expressar a
necessidade da atenção do adulto,
aconchego e acolhimento.
→ (MS.EI01EO00.n.08) Manifestar
emoções diante das situações
vivenciadas.
19
algo. (B1&B2)
Situações em que as crianças sejam
solicitadas a colaborar com o bom
andamento das atividades(B2)
Interagir com o bebê comunicando todas as
ações realizadas. .(B1&B2)
Realizar em círculo com os bebes e chamar
cada um pelo nome, mostrar a foto ao
mesmo tempo. (B2)
Atividades com a imagem/corpo das
crianças.(B1&B2) .
Brincadeiras no espelho para a construção e
na afirmação da autoimagem, caretas, sorriso
e choros, movimentos do corpo, braços
pernas cabeça. (B1&B2)
Brincadeira de arrastar cobertor coma
criança dentro.(B1&B2)
Fantasiar assumir papéis, e olhar-se,
experimentando todas possibilidades(B2)
Realizar montagem de brinquedos em
favorecendo uma relação afetiva e
social na construção da linguagem.
→ Organizar espaços diversificados e
seguros para que os bebês possam
movimentar-se livremente, favorecendo
a autonomia, a imaginação, o equilíbrio
e a flexibilidade.
→ Planejar situações em que seja
possível os bebês terem contato com
crianças de outras turmas e de faixas
etárias diferentes.
→ Propiciar ações que promovam
oportunidades de interação entre os
bebês, familiares, crianças, professores e
outros profissionais, possibilitando o
convívio social nos eventos culturais
promovidos pela instituição.
→ Acolher e auxiliar o bebê a superar
momentos de frustração, medo, raiva,
tristeza e fortalecer sentimentos de
alegria, prazer e interação.
→ Participardas brincadeiras com os
bebês interagindo com eles na
exploração dos espaços, materiais e
brinquedos: objetos com cores, formas,
tamanhos e texturas diversificadas;
→ (MS.EI01EO00.n.09) Identificar e
reconhecer os adultos que atuam nele e
sentir-se seguro, construindo vínculos
afetivos com os adultos e outros bebês.
→ (MS.EI01EO00.n.10) Movimentar-se
sozinho de acordo com a sua vontade e
necessidade.
20
grupo(B2)
Brincadeiras musicadas de passar objetos de
mão em mão em fila indiana para chegar
em um determinado destino (cestas, caixas
etc.) (B2)
Brincadeira de passa e repassa um objeto ou
uma bola com a professora.(B1&B2)
Acomodá-las em colchões ou almofadas
espalhadas pelo chão, onde possam
enxergar-se facilmente. .(B1&B2)
Arrastar-se em direção ao parceiro, emitir
balbucios ou sorrisos. (B2)
Deixar à disposição das crianças objetos
atraentes que possam manusear tocar,
morder. (B1)
Criar espaços que simule uma casa para as
crianças brincarem livremente. .(B1&B2)
Brincar de pique esconde com
lençol. .(B1&B2)
Brincar de localizar as partes do
retalhos de tecido, argolas, bolas, bacias
de metal, blocos de espuma, pequenas
almofadas, espelho, dentre outros.
→ Oportunizar momentos para que
sejam capazes de experimentar e utilizar
os recursos que dispõem, para a
satisfação de suas necessidades,
expressando seus desejos e sentimentos.
→ Acolher os bebês e solicitar às famílias
objetos de apego e fotos a fim de
favorecer o reconhecimento de si e de
seus familiares.
→ Proporcionar atividades para a
interação dos bebês com seus familiares
e profissionais da instituição no período
de adaptação.
→ Promover horário diferenciado para
acolhimento e adaptação dos bebês.
→ Aconchegar os bebês quando
demandarem ajuda: pelo choro, pedido
de colo, silêncio prolongado, birra,
favorecendo o fortalecimento de
vínculos afetivos.
21
corpo. .(B1&B2)
Música com ritmos de bate palminhas. Bate
pezinhos. (B1&B2)
Estimular a criança sobre o prazer do banho
com diálogos prévios brincadeiras de faz de
conta com bonecas(B2) tomando banho,
comendo papinha, dormindo. .(B1&B2)
Apresentar a criança imagens, vídeos de
crianças realizando higiene, alimentação. (B2)
Brincadeiras de faz de conta, encenando
rotinas. Os momentos da alimentação,
higiene. Sono.(B2)
Cantar música com gestos (boneca de lata,
cabeça ombro) .(B1&B2)
Articular momentos no pátio no parque ou em
passeios para interagirem com os diferentes
pares. .(B1&B2)
Participar das gincanas, jogos, como torcida
com chocalhos, pompons coloridos. .(B1&B2)
Propiciar momentos durante refeição de
22
conversa e socialização entre as
crianças. .(B1&B2)
Realizar momentos musicais com gestos,
abraços apertos de mão.(B1&B2)
Brincadeira de faz de conta papeis diferentes
que representam o cotidiano. (B2)
Jogo dos sentimentos. Com figuras( Emogis)
demonstrando as emoções (B2)
Brincadeiras de estourar bolinhas sabão como
os colegas e a professora.(B1&B2)
Lançar uma bolinha em direção a objetos
com o objetivo de derrubá-los.(B2)
Brincadeiras de rodas. .(B1&B2)
Bonecas, casinha com jogos de faz de conta
com os colegas.(B2)
Músicas com gestos e palmas e brincadeiras
de interpretar papéis. (B2)
→ Corpo, Gesto e Movimentos
Sobre o universo social e cultural, tornando-se, progressivamente, conscientes dessa corporeidade. Por meio das diferentes
linguagens, como a música, a dança, o teatro, as brincadeiras de faz de conta, elas se comunicam e se expressam no
entrelaçamento entre corpo, emoção e linguagem.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
23
DESENVOLVIMENTO
→ (MS.EI01CG01.s.01) Movimentar as
partes do corpo para exprimir
corporalmente emoções, necessidades
e desejos.
Disponibilizar para os bebes brinquedos e
objetos diversificados em sua forma. .(B1&B2)
Faça barulhos com brinquedos para que
possam manusear, trocando-os de mão,
batendo-os no chão.(B1&B2)
Brincar com blocos, jogos de montar de
diferentes tamanhos, empilhando,
derrubando, montando e
desmontando. .(B1&B2)
Organizar um ambiente propicio para o bebe
movimentar-se
livremente[ https://www.youtube.com/watch?
v=TStmECfvAAI].(B1&B2)
Brincar com os bebês de balançar um lençol,
cada criança pega uma ponta. .(B1&B2)
Movimentos com objetos coloridos e com o
corpo, dentro do campo visual. .(B1&B2)
Colocar os bebês para que se observem em
espelhos. .(B1&B2)
Propiciar ambientes que provoquem a
curiosidade e o movimento livre dos
bebês[ https://www.youtube.com/watch?v=7
_WXaAszwc0].(B1&B2)
Estimular movimentos sincrônicos
juntos. .(B1&B2)
Exploração de diferentes posturas, como
→ Apoiar os avanços motores dos
bebês, valorizando suas características
corporais.
→ Propiciar momentos de massagem
aos bebês durante as atividades de
cuidado.
→ Possibilitar aos bebês a participação
em jogos e brincadeiras que envolvam o
corpo, tais como: empurrar, empilhar,
arrastar-se, engatinhar, jogar, rolar,
andar, subir, descer, equilibrar-se etc.
→ Organizar espaços com situações
desafiadoras, de forma que os bebês
possam fazer descobertas com seus
pares, sob atenta observação do
professor e demais profissionais.
→ Disponibilizar objetos e brinquedos
para a livre escolha e exploração de
suas características pelos bebês.
→ Promover situações nas quais os
bebês participem de manifestações
→ (MS.EI01CG02.s.02) Experimentar as
possibilidades corporais nas brincadeiras
e interações em ambientes acolhedores
e desafiantes.
→ (MS.EI01CG03.s.03) Imitar gestos e
movimentos de outras crianças, adultos
e animais.
→ (MS.EI01CG04.s.04) Participar do
cuidado do seu corpo e da promoção
do seu bem-estar.
→ (MS.EI01CG05.s.05) Utilizar os
movimentos de preensão, encaixe e
lançamento, ampliando suas
possibilidades de manuseio de diferentes
materiais e objetos.
24
sentar- se em diferentes inclinações.(B1)
Criar espações para deixar os bebês livres em
distintas posições, rolar para os lados, virar de
costas, arrastar-se, engatinhar. .(B1)
Disponibilizar para os bebes brinquedos e
objetos diversificados em sua forma. .(B1&B2)
Faça barulhos com brinquedos para que
possam manusear, trocando-os de mão,
batendo-os no chão.(B1&B2) .
Brincar com blocos, jogos de montar de
diferentes tamanhos, empilhando,
derrubando, montando e
desmontando. .(B1&B2)
Organizar um ambiente propicio para o bebe
movimentar-se
livremente[ https://www.youtube.com/watch?
v=TStmECfvAAI].(B1&B2)
Brincar com os bebês de balançar um lençol,
cada criança pega uma ponta. .(B1&B2)
Movimentos com objetos coloridos e com o
corpo, dentro do campo visual. .(B1&B2)
Colocar os bebês para que se observem em
espelhos. .(B1&B2)
Propiciar ambientes que provoquem a
curiosidade e o movimento livre dos
bebês[ https://www.youtube.com/watch?v=7
_WXaAszwc0].(B1&B2)
Estimular movimentos sincrônicos
juntos. .(B1&B2)
Exploração de diferentes posturas, como
sentar- se em diferentes inclinações.(B1)
culturais e apresentem suas vivências de
forma livre e espontânea.
→ Apoiar as conquistas dos bebês nas
experiências pessoais e coletivas,
incentivando o desenvolvimento motor e
transmitindo segurança nas ações.
→ Organizar e oferecer cestos, baús e
caixas com diferentes objetos, texturas,
tamanhos e cores.
→ Realizar brincadeiras nos espaços
externos das instituições, usando diversos
materiais/brinquedos (bolas, latas,
garrafa, cordas, bambolês, pneus,
parque, circuito almofadado, minhocão
etc.).
→ Estimular a expressão corporal e facial
por meio de gestos, mímicas e ritmos
espontâneos ao som de músicas e
brincadeiras diversas.
→ Proporcionar brincadeiras que
contemplem a percepção de si mesmos
e dos outros, como a exploração da
imagem no espelho, brincadeiras de
cobrir e descobrir o rosto ou esconder
objetos.
→ (MS.EI01CG00.n.06) Ampliar e explorar
suas capacidades corporais,
desenvolvendo atitudes de confiança e
autonomia.
→ (MS.EI01CG00.n.07) Explorar os
ambientes, internos e externos,
orientando-se no espaço.
→ (MS.EI01CG00.n.08) Conhecer
progressivamente o próprio corpo,
familiarizando-se com a imagemcorporal.
→ (MS.EI01CG00.n.09) Adequar gestos e
movimentos nas diferentes situações das
quais participa (brincadeiras, atividades
cotidianas etc).
→ (MS.EI01CG00.n.10) Conhecer várias
manifestações culturais relacionadas ao
movimento do seu corpo, respeitando a
diversidade e ampliando seu repertório.
25
Criar espações para deixar os bebês livres em
distintas posições, rolar para os lados, virar de
costas, arrastar-se, engatinhar. .(B1)
→ Incentivar a imaginação a partir da
utilização de objetos, como brinquedos,
fantasias e lenços.
→ Propiciar momentos de brincadeiras
com areia e água, utilizando baldes,
potes, peneiras, bacias etc, organizando
momentos de interações e brincadeiras
nos quais os bebês possam ficar ao ar
livre.
→ Traços, Sons, Cores e Formas
Promover a participação das crianças em tempos e espaços para a produção, manifestação e apreciação artística, de modo a
favorecer o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade e da expressão pessoal das crianças, permitindo que se apropriem
e reconfigurem, permanentemente, a cultura e potencializem suas singularidades, ao ampliar repertórios e interpretar suas
experiências e vivências artísticas.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
→ (MS.EI01TS01.s.01) Explorar sons
produzidos com o próprio corpo e com
objetos do ambiente.
Músicas de repetir a voz do professor, sons
com a boca, com palmas.(B1&B2) .
Brincadeiras de repetir sons, fonemas e
vibratos. (B1)
Provocar ruídos, com guiso, chocalhos e
perceber se o bebê se movimenta
procurando o som. (B1)
Explorar os espaços apresentando tocando
cada objeto e nomeando oralmente. .(B1&B2)
Sempre que aparecer objetos ou moveis
novos no local nomear para os bebês. (B2)
Brinquedos de montar, seriar e classificar de
→ Criar diálogos musicais com os bebês,
cantando, brincando, combinando sons
em diferentes volumes, intensidades,
timbres e durações e disponibilizar
objetos e instrumentos com variadas
possibilidades sonoras para que possam
experimentar, explorar e imitar.
→ Organizar ambientes ricos em
possibilidades sonoras e ampliar o
repertório musical dos bebês por meio
das brincadeiras cantadas, acalantos,
→ (MS.EI01TS02.s.02) Traçar marcas
gráficas, em diferentes suportes, usando
instrumentos riscantes e tintas.
→ (MS.EI01TS03.s.03) Explorar diferentes
fontes sonoras e materiais para
acompanhar brincadeiras cantadas,
canções, músicas e melodias.
26
diversas cores e formas(B2)
Brincadeira de riscar chão com giz colorido:
linhas, zig zag , círculos. (B2)
Fazer bolinhas de sabão para o bebe
apreciar com shampoo ou sabonete
neutro. .(B1&B2)
Brincadeiras com bolas coloridas de tecido ou
borracha em roda ou livremente. .(B1&B2)
Brincadeiras de massa de modelar de trigo
colorida. .(B1&B2)
Manusear livremente massa de modelar de
diversas cores. (B1&B2)
Provocar ruídos, com palmas, assovios, sons
corporais e perceber se o bebê escuta o som.
(B1)
Realizar brincadeiras cantadas da cultura dos
bebês[ https://www.youtube.com/watch?v=8
EictxbiauQ].(B1&B2)
Propiciar momentos de música ambiente
calmo e repousante. (B1&B2)
Propiciar momentos alegres com
danças[ https://www.youtube.com/watch?v=
yqvIlrF4qaU](B1&B2)
Parque sonoro com colheres pratos, pedras.
Outros materiais que provoquem sons. (B1&B2)
Associe sempre a música ao movimento
corporal. (B1&B2)
Repetir trava línguas fácies com diferentes
parlendas, músicas instrumentais e
música brasileira de diferentes culturas.
→ Proporcionar espaços variados,
selecionar materiais e tempos para os
bebês explorarem tintas, areia, massas,
misturas e transformações destes
materiais.
→ Respeitar o tempo do bebê, não
forçando o contato, mas oferecendo
repetidas vezes a oportunidade de
explorar determinado objeto ou
material. Organizar espaços e superfícies
amplas, que possibilitem a mobilidade e
circulação dos bebês.
→ Organizar momentos para que,
inicialmente os bebês explorem
livremente os sons e, também,
momentos para que eles vivenciem o
ritmo com participação dos professores
e outros profissionais.
→ Colocar-se como referência no uso
dos materiais e chamar a atenção dos
bebês para a exploração, tendo como
base inicialmente a imitação e que
→ (MS.EI01TS04.n.04) Produzir suas
marcas e exploração em diferentes
posições: sentado, deitado, em pé.
→ (MS.EI01TS00.n.05) Explorar variados
materiais plásticos e gráficos, como os
meios (tinta, giz de cera, caneta
hidrocor), instrumentos (mãos, esponjas,
pincéis, rolinhos) e suportes (corpo,
papel, papelão, paredes, chão,
superfícies de mesas).
→ (MS.EI01TS00.n.06) Sentir-se segura
para arriscar-se na experimentação dos
diferentes meios (tintas, massas, misturas,
areia), familiarizando-se gradativamente
com as sensações produzidas.
→ (MS.EI01TS00.n.07) Experimentar e
observar a transformação dos materiais
(tintas, água, areia, terra, massas) a
partir da sua ação sobre eles.
→ (MS.EI01TS00.n.08) Escolher quais
materiais quer utilizar, o que deseja fazer
com eles com base em seus interesses
de investigação.
→ (MS.EI01TS00.n.09) Brincar com
elementos que constituem a linguagem
visual: imagens, cores, luzes, sombras
etc.
27
entonações de voz. (B2)
Realizar com os Bebês Movimentos suaves.
(B1&B2)
Rolar no tapete om as crianças nas diferentes
localizações. (B1&B2)
Brinquedos de montar Lego.
Realizar encaixes de materiais (caixas,
tampas, copos etc.) (B1&B2)
Empilhar materiais como caixas papelão, latas
e garrafas, pratos de plásticos. (B1&B2)
Provocar ruídos com objetos sonoros, observar
se o bebê se movimenta procurando o som.
(B1)
Propiciar momentos de música ambiente
calmo e repousante.. (B1&B2)
possam, posteriormente, experimentar
por si mesmos.
→ Selecionar e disponibilizar diferentes
objetos riscantes para que os bebês
possam explorar seus gestos, força,
traços e marcas. Organizar cesto de
tesouros com instrumentos e objetos
sonoros, materiais de diversas texturas,
espessuras, formas e cores.
→ Disponibilizar imagens interessantes,
móbiles coloridos, formas variadas, que
atraiam o olhar e possibilitem a
exploração pelos bebês.
→ Criar situações de exploração de
imagens diversas, luzes e sombras,
nomeando e conversando sobre o que
estão vendo, fixando-as em diferentes
planos (chão, livros, paredes, mesas, teto
etc.).
→ Organizar brincadeiras para serem
vivenciadas pelos bebês com música,
artes plásticas e gráficas, dança, leitura
e contação de histórias, fotografia,
oriundas dos diferentes grupos culturais.
→ Proporcionar situações de
apreciação de diferentes ritmos e
→ (MS.EI01TS00.n.10) Explorar imagens
diversas, ilustrações de livros, fotografias
e obras de arte.
28
gêneros musicais e experimentação
sonora nas suas diversas possibilidades.
→ Favorecer a experimentação das
múltiplas possibilidades no uso de tintas
naturais e exploração das diferentes
texturas presentes nas “melecas”.
Proporcionar a observação de
diferentes ambientes e paisagens
naturais.
→ Organizar situações para que os
bebês possam participar de eventos
sociais e culturais valorizando a cultura
local e regional: aniversários, saraus e
festas etc.
Selecionar obras de literatura que
favoreçam aos bebês experiências
estéticas e sensoriais.
→ Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação
Promover experiências nas quais as crianças possam falar e ouvir, potencializando sua participação na cultura oral, pois é na
escuta de histórias, na participação em conversas, nas descrições, nas narrativas elaboradas individualmente ou em grupo e nas
implicações com as múltiplas linguagens. A literatura infantil, propostas pelo educador, mediador entre os textos e as crianças,
contribuem para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imaginação e da ampliação do conhecimento de mundo.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
→ (MS.EI01EF01.s.01) Reconhecer
quando é chamado por seu nome e
reconhecer os nomes de pessoas com
Atividades de arremessar bolas na roda
citando o nome em voz alta de cada uma.
(B2)
→ Realizar práticaseducativas
contextualizadas que incentivem a
comunicação com os bebês.
29
quem convive. Música com o nome das crianças, exemplo:
casa do João, sapo não lava o pé (B2)
Dirigir-se a criança pelo seu nome correto.
(B1&B2)
Destacar o objetos pessoais com a
identificação do nome. (B2)
Realizar brincadeiras cantados onde os
nomes das crianças são pronunciados.
(B1&B2)
Chamada pela foto/imagem e nome das
crianças em fichas a serem fixadas na sala.
(B2)
Criar situações para que prestem ajuda umas
às outra. (B2)
Criar situações em que as crianças sejam
solicitadas a colaborar nas atividades(B2)
Interagir com o bebê comunicando todas as
ações realizadas. (B1&B2)
Realizar em círculo para a chamadinha com
fotos dos
bebes.[ https://www.youtube.com/watch?v=
ADAXjJ8RFXU] (B1&B2)
Entregar a foto plastificada para cada um
com o objetivo de identificar-se e identificar o
outro. (B1&B2)
Leitura de poemas pequenas . (B1&B2)
Leituras de pequenas trovas. (B2)
Ouvir músicas com letras infantis(B1&B2) .
Manusear livros com as crianças para localizar
título do livro, capa o começo meio e fim(B2)
→ Oportunizar espaço e tempo para as
manifestações dos bebês, mesmo as
não verbais e interagir com elas.
→ Valorizar, reconhecer e interpretar as
ideias, motivações, necessidades e
desejos nas tentativas de comunicação
dos bebês (gestos, expressões,
entonações, balbucios, dentre outros).
→ Auxiliar a comunicação dos bebês
emprestando sua fala para atribuir
significados às suas manifestações.
→ Ler e contar histórias para os bebês
com regularidade, preparando-se com
antecedência (ler várias vezes a história,
cuidar da entonação da voz, dar pausas
necessárias, variação nos diálogos,
dentre outros elementos interativos).
→ Selecionar recursos de apoio que
permitam intervir antes, durante e depois
da leitura e, ao escolher os textos e livros,
considerar a qualidade da narrativa e
das imagens e a faixa etária dos bebês.
→ Constituir rotina nos momentos de ler
e contar histórias: luminosidade da sala,
→ (MS.EI01EF02.s.02) Demonstrar
interesse ao ouvir a leitura de poemas e
a apresentação de músicas.
→ (MS.EI01EF03.s.03) Demonstrar
interesse ao ouvir histórias lidas ou
contadas, observando ilustrações e os
movimentos de leitura do adulto-leitor
(modo de segurar o portador e de virar
as páginas).
→ (MS.EI01EF04.s.04) Reconhecer
elementos das ilustrações de histórias,
apontando-os, a pedido do adulto-
leitor.
→ (MS.EI01EF05.s.05) Imitar as variações
de entonação e gestos realizados pelos
adultos, ao ler histórias e ao cantar.
→ (MS.EI01EF06.s.06) Comunicar-se com
outras pessoas usando movimentos,
gestos, balbucios, fala e outras formas
de expressão.
→ (MS.EI01EF07.s.07) Conhecer e
manipular materiais impressos e
audiovisuais em diferentes portadores
(livro, revista, gibi, jornal, cartaz, CD,
tablet etc.).
→ (MS.EI01EF08.s.08) Participar de
situações de escuta de textos em
diferentes gêneros textuais (poemas,
fábulas, contos, receitas, quadrinhos,
30
Folear o livro observando com as crianças as
gravuras e nomeando-as (B2)
Estimular expressões com clareza: ouvir e
escutar, sons da língua e sonoridade das
palavras. (B1&B2)
Trabalhar as brincadeiras de roda e músicas.
(B1&B2)
Elaborar atividades com músicas gestuais,
adivinhas, trava-línguas, ditados populares.
(B2)
Teatralizar a música a partir de sua letra.
(B1&B2)
Disponibilizar instrumentos sonoros deixando-os
livres para usar a imaginação. (B1&B2)
Utilizar recursos tecnológicos e fazê-los gravar
e ouvir a própria voz. (B2)
Mostrar gravuras das histórias que já fazem
parte do cotidiano dos bebes, gatos,
cachorros(B2)
Trabalhar as brincadeiras de roda e músicas
adivinhas, trava-línguas, ditados populares.
(B2)
Teatralizar a música a partir de sua letra. (B2) ;
Atividades que estimule a confecção dos
próprios instrumentos sonoros deixando-os
livres para usar a imaginação. (B2)
Cantar músicas gestuais. (B1&B2)
Promover a aprendizagem gradativa com
gestos, sinalização e linguagem corporal. (B2)
Cantar para as crianças músicas com
gestos(B2).
espaço agradável, caixa surpresa, baú
com objetos, dentre outros, favorecendo
o acesso e manuseio dos materiais pelos
bebês.
→ Planejar, organizar os espaços e o
tempo de forma que favoreçam a
brincadeira e as interações entre os
bebês de forma segura.
→ Oferecer com regularidade objetos e
brinquedos variados convencionais e
não convencionais com diferentes
texturas, formatos, cores para que os
bebês possam explorá-los de diversas
maneiras.
→ Escolher objetos, materiais,
brinquedos, livros, ilustrações, histórias
dentre outros, que contemplem uma
pluralidade e diversidade de
personagens e representações com
diferentes características e possiblidades
de inserção no mundo social e cultural.
→ Tratar os bebês e as pessoas que
convivem com eles sempre pelo nome
próprio.
→ Convidar outras pessoas para ler e/ou
contar histórias para os bebês (família,
anúncios etc.)
→ (MS.EI01EF09.s.09) Conhecer e
manipular diferentes instrumentos e
suportes de escrita.
→ (MS.EI01EF00.n.10) Manifestar, na
interação com os outros, suas
preferências por pessoas, brincadeiras,
espaços, animais, brinquedos, objetos e
histórias.
→ (MS.EI01EF00.n.11) Interessar-se pelos
livros, ver as ilustrações e indicar com o
olhar ou com o dedo as imagens de seu
interesse.
31
Distribuir várias imagens pela sala e deixá-los
observar e questionar. (B2)
Realizar narrativas precoces, aquelas a vida
cotidiana(Aquilo que irá ser realizado a
seguir ) (B2)
Imitar os sons que os bebês emitem. (B1)
Criar e recriar objetos e imagens usando
imaginação através do desenho livre. (B2)
Criar um álbum de fotografias, desenhos
coletivo ou individual para apreciação(B2)
Disponibilizar um espaço com cor,
luminosidade, textura, volume para um canto
da pintura. (B1&B2)
Criar e recriar objetos e imagens usando
imaginação através do desenho livre. (B2)
Criar um álbum de fotografias, desenhos
coletivo ou individual para apreciação. (B2)
Disponibilizar momentos para os bebês
manusearem livros de diferentes espessuras.
(B1&B2)
Ler para as crianças e voz alta pequenas
trovas modificando a entonação da voz.
(B1&B2)
Realizar leituras de músicas faladas e depois
cantada. (B2)
Disponibilizar para os bebes tapetes de
alfabetos para montar e desmontar. (B1&B2)
comunidade, profissionais e crianças da
instituição).
→ Oferecer com regularidade histórias e
rodas cantadas, músicas, leituras de
contos, dentre outros e contextualizando
a relação dos bebês com os textos.
→ Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações
Promover experiências nas quais as crianças possam fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar seu entorno,
32
levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas às suas curiosidades e indagações. Assim, a instituição
escolar está criando oportunidades para que as crianças ampliem seus conhecimentos do mundo físico e sociocultural e possam
utilizá-los em seu cotidiano
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
→ (MS.EI01ET01.s.01) Explorar e descobrir
as propriedades de objetos e materiais
(odor, cor, sabor, temperatura).
Brincadeiras de circuito sensorial com
diferentes texturas: sacos plásticos com
pedacinhos de macarrão. Areia. (B2)
Providenciar bucha de cozinha. Lixa e outras
texturas para os bebês pisarem e sentirem.
https://www.tempojunto.com/2018/01/04/as-
brincadeiras-sensoriais-para-bebes-
retrospectiva-2017 (B1&B2)
Disponibilizar para os bebês a cestas do
tesouro[ https://www.youtube.com/watch?v=
7Io6B1A5iGo (B1&B2)
Confecção de massinha de modelar com a
criança[ https://www.youtube.com/watch?v=
ZGjT7O0PjpI] (B1&B2)
Mistura das cores com tintas antialérgicas
para bebes Atividades com polvilho, trigo e
agua para as crianças manusearem e
sentirem.[ https://www.youtube.com/watch?v
=TbsKkL0qptI] (B1&B2)
Brincadeira no parque de areia. (B1&B2)
Criar uma receita com massa de trigo para os
bebês manipularem e
sentirem.[ https://www.youtube.com/watch?v
=XmF8EXG6PGA] (B1&B2)
Tatear pedaçosde espumas coloridas
→ Desenvolver propostas para contato
com madeira, tecidos, alumínio, papel e
papelão etc. de diferentes formas,
pesos, texturas e tamanhos.
→ Organizar experiências com água em
temperaturas diferentes.
→ Propiciar experimentação de
diferentes alimentos, respeitando o
tempo, aceitação e apetite.
→ Realizar experiências com substâncias
secas, aquosas para atividade de
encher e esvaziar, confecção de
massinhas e “melecas”, construção e
desconstrução de peças feitas com
potes e areia.
→ Estimular o exercício da atenção do
bebê para reconhecer pessoas e
objetos que o rodeia.
→ Mediar as relações do bebê com o
entorno físico e social, possibilitando a
→ (MS.EI01ET02.s.02) Explorar relações
de causa e efeito (transbordar, tingir,
misturar, mover e remover etc.) na
interação com o mundo físico.
→ (MS.EI01ET03.s.03) Explorar o ambiente
pela ação e observação, manipulando,
experimentando e fazendo descobertas.
→ (MS.EI01ET04.s.04) Manipular,
experimentar, arrumar e explorar o
espaço por meio de experiências de
deslocamentos de si e dos objetos.
→ (MS.EI01ET05.s.05) Manipular materiais
diversos e variados para comparar as
diferenças e semelhanças entre eles.
→ (MS.EI01ET06.s.06) Vivenciar diferentes
ritmos, velocidades e fluxos nas
interações e brincadeiras (em danças,
balanços, escorregadores etc.).
→ (MS.EI01ET00.n.07) Explorar
progressivamente o espaço ao seu
redor, ampliando possibilidades de
socialização.
33
grandes (B1&B2)
Passeio pelos espaços do CEIM para
conhecer e observar o ambiente. (B1&B2)
A professora deve apresentar nomeando
cada espaço para o bebe. (B2)
Disponibilizar para os bebês a cestas do
tesouro. (B1&B2)
Conhecer e explorar Ambiente(interno e
externo ) (B1&B2)
Explorar o ambiente da sala relatando e
nomeando cada espaço da sala ou cada
ambiente(B2).
exploração visual, auditiva e tátil dos
espaços e objetos.
→ Organizar situações e materiais para
que possa brincar de puxar objetos,
enfileirar, encaixar, empilhar, bater,
pegar, balançar e empurrar etc.
→ Usar a comunicação verbal com o
bebê para o conhecimento de objetos
do cotidiano, nominando-os, indicando
os usos sociais e as propriedades físicas
mais evidentes.
→ Planejar o uso dos brinquedos do
parque em que possam rodopiar,
balançar, escorregar, equilibrar-se, subir
e descer.
→ Possibilitar aos bebês momentos de
escolhas e movimentos livres, incentivar
a exploração e manifestação das suas
descobertas.
→ Oferecer brincadeiras com circuitos
motores com tábuas, bancos, pneus,
blocos de espuma, panos, caixas de
papelão, corda, cones, bambolês etc.
→ Realizar atividades com espelho para
que o bebê possa observar-se e
→ (MS.EI01ET00.n.08) Participar de
experiências que incentivem a
curiosidade, a exploração e o
encantamento.
→ (MS.EI01ET00.n.09) Familiarizar-se com
a imagem do próprio corpo, identificar
as partes e como funcionam,
colocando em jogo seus saberes e
descobrindo outros.
→ (MS.EI01ET00.n.10) Orientar-se em
relação à rotina diária (trocas, lanches,
descanso, refeições).
→ (MS.EI01ET00.n.11) Explorar diferentes
ambientes com elementos naturais
como água, terra, pedras e sementes
etc.
34
observar o outro fazendo movimentos,
caretas etc.
→ Incentivar as iniciativas em busca de
autonomia, por meio de diálogos e
movimento.
→ Interagir com o bebê comunicando
todas as ações realizadas.
→ Possibilitar a exploração e localização
de objetos e espaços.
→ Propiciar o conhecimento e
exploração dos espaços da sala, para
que o bebê possa deslocar-se
gradativamente com autonomia,
transpondo obstáculos em busca de
objetos ou em direção a alguém.
→ Produzir com os bebês massinha de
modelar e receitas que com segurança
as crianças possam fazer e explorar
(brincar/comer).
→ Participar de eventos sociais e
culturais valorizando a cultura local e
regional.
→ Promover visitas aos museus,
apresentações musicais, e outros
35
eventos culturais.
→ Proporcionar por meio de
brincadeiras o contato com objetos e
materiais em que o bebê possa explorar
as sensações corporais.
→ Garantir o respeito pelas
especificidades e singuralidades
orgânicas dos bebês no cotidiano:
descanso, sono, fome etc.
36
QUADROS DO GRUPO 2: ETAPA CRECHE – MATERNAL I E II
Maternal (Crianças bem pequenas:
1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses)
→O Eu, o Outro e Nós
Nessas experiências, elas podem ampliar o modo de perceber a si mesmas e ao outro, valorizar sua identidade, respeitar os outros e
reconhecer as diferenças que nos constituem como seres humanos.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
→ (MS.EI02EO01.s.01) Demonstrar atitudes
de cuidado e solidariedade na interação
com crianças e adultos.
→ Promover e envolver as crianças (da
mesma e de diferentes turmas) em
situações de tomada de decisões no
cotidiano da unidade escolar, para que
aprendam e exercitem o respeito as
diferenças, ritmos, posições e interesses do
outro(s), como exemplo: participação e
construção coletiva de combinados
(regras de convivência);
→ Estimular junto às crianças situações
(alimentação, higiene e repouso) de
educação e cuidado consigo, com o
→ Incentivar as crianças quanto a
organização e cuidado dos brinquedos,
objetos, livros, dentre outros, possibilitando
a independência e autonomia.
→ Propiciar momentos para que as
crianças realizem com progressiva
autonomia a higiene, calçar-se, alimentar-
se e vestir-se valorizando suas atitudes e
hábitos de autocuidado.
→ Estimular as crianças a resolver os
conflitos por meio do diálogo e ajudá-las
a buscar soluções.
→ (MS.EI02EO02.s.02) Demonstrar imagem
positiva de si e confiança em sua
capacidade para enfrentar dificuldades e
desafios.
→ (MS.EI02EO03.s.03) Compartilhar os
objetos e os espaços com crianças da
mesma faixa etária e adultos.
37
outro e com seus pertences individuais e
coletivos;
→ Experienciar e valorizar a
​ convivência, interação e brincadeira
com crianças da mesma e de outras faixa
etária, com adultos (professores,
administrativos, pais, comunidade
externa) para que estabeleçam relações
cotidianas afetivas e cooperativas;
→ Promover momentos (histórias,
brincadeiras, jogos e canções) de
conhecimento e reflexão sobre a criança
no que se refere suas experiências de
vida, considerando e respeitando sua
realidade local e cultural (da comunidade
e/ou grupos específicos);
→ Planejar e organizar experiências para
que a criança amplie seus conhecimentos
na compreensão do mundo no qual está
inserida;
→ Desenvolver na criança as
capacidades de relações interpessoal e
intrapessoal de ser e estar com os outros,
em que envolva atitudes de aceitação,
→ Promover brincadeiras e vivências
desafiadoras em que as crianças possam
interagir com crianças da mesma faixa
etária e de idades diferentes respeitando
os limites e movimentos.
→ Planejar momentos em que as crianças
possam fazer escolhas e decidir em qual
atividade irão participar.
→ Incentivá-los a esperar a sua vez para
dar opiniões e manifestar ideias.
→ Elaborar coletivamente com as
crianças os combinados e regras sociais
para um bom convívio.
→ Oportunizar momentos em que as
crianças percebam que as pessoas são
diferentes e que devemos respeitar uns
aos outros.
→ Incentivar a participação em pequenas
tarefas, a cooperação, solidariedade
entre as crianças e
professores/profissionais, compartilhando
objetos, brinquedos e oferecer auxílio
quando necessário.
→ Ajudar as crianças a lidar com as
→ (MS.EI02EO04.s.04) Comunicar-se com
os colegas e os adultos, buscando
compreendê-los e fazendo-se
compreender.
→ (MS.EI02EO05.s.05) Perceber que as
pessoas têm características físicas
diferentes, respeitando essas diferenças.
→ (MS.EI02EO06.s.06) Respeitar regras
básicas de convívio social nas interações
e brincadeiras.
→ (MS.EI02EO07.s.07) Resolver conflitos nas
interações e brincadeiras, com a
orientação de um adulto.
→ (MS.EI02EO00.n.08) Perceber e expressar
as necessidades do seu corpo tais como:
fome, frio, calor, sede, sono, desconforto
relativo a existência de urinae fezes na
fralda.
→ (MS.EI02EO00.n.09) Manifestar
preferências em relação às atividades
propostas, alimentação e brincadeiras.
38
respeito e confiança;
→ Envolver a criança em diferentes
brincadeiras e jogos de regras,
evidenciando e reconhecendo o sentido
do singular, do coletivo e da autonomia,
com intituito de desenvolver a
solidariedade;
→ Estimular por meio de brincadeiras
dirigidas e livres (de imaginação,
abastração, faz de conta, etc.) a
assunção de diferentes papéis, criando
cenários que permitam significar e
ressignificar o mundo social e cultural;
→ Proporcionar momentos de afetividade
e cuidado (escuta e fala) com as
crianças;
→ Respeitar e valorizar a organização
familiar (diferentes composições) por
intermédio de fotos/imagens/desenhos,
relatos orais/gestuais e escritos, momentos
coletivos com a família (projetos
institucionais e de turma);
emoções e incentivá-las a expressar seus
sentimentos, desejos e necessidades,
intervindo e acolhendo quando
necessário.
→ Propiciar às crianças atividades que
valorizem diferentes modos de vida,
costumes, alimentação sul-mato-grossense
e de outros povos, respeitando a
diversidade cultural.
→ Desenvolver um trabalho juntamente
com a família para a retirada da fralda e
controle do esfíncter.
→ Introduzir novos alimentos e incentivar a
degustação para que as crianças possam
manifestar preferências, alimentar-se
quando sentir necessidade com utensílios
adequados e dando-lhes a atenção
necessária.
→ Propiciar à criança o reconhecimento
da família como grupo social, bem como
dos hábitos, valores, crenças, composição
familiar como elementos que constituem a
história de vida de cada indivíduo.
→ Planejar ações, palestras em conjunto
com profissionais da saúde, envolvendo a
criança e a família com relação a hábitos
→ (MS.EI02EO00.n.10) Colaborar com a
organização da sala e ajudar nos
momentos necessários, identificando seus
objetos, roupas, calçados e brinquedos.
→ (MS.EI02EO00.n.11) Conhecer as
dependências da instituição e as funções
dos funcionários.
39
→ Promover a valorização do próprio
nome e das pessoas com as quais
convive;
→ Estimular encontros e momentos de
identificação e compreensão das origens
ancestrais, considerando a história geral e
local para construção de referências de
grupo e comunidade;
→ Organizar ações coletivas (reuniões,
assembleias, formação, roda de conversa,
etc.) com parceiros locais/regionais para
fins de esclarecimentos e conhecimentos
de temáticas que envolvam o bem estar,
proteção, saúde, educação da criança
pequena.
de higiene, doenças dermatológicas ou
causadas por parasitas, infecções, saúde
bucal, organização e limpeza do
vestuário, explicando a importância de
forma que não desmoralize ou crie
estereótipos direcionados as atitudes
relacionadas à falta de higiene.
→ Corpo, Gesto e Movimentos
Sobre o universo social e cultural, tornando-se, progressivamente, conscientes dessa corporeidade. Por meio das diferentes
linguagens, como a música, a dança, o teatro, as brincadeiras de faz de conta, elas se comunicam e se expressam no
entrelaçamento entre corpo, emoção e linguagem.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
40
→ (MS.EI02CG01.s.01) Apropriar-se de
gestos e movimentos de sua cultura no
cuidado de si e nos jogos e brincadeiras.
→ Propiciar o desenrolar do jogo
dramático/artístico, para além do espaço
da sala, prevendo junto com com as
crianças outros espaços;
→ Apoiar a criança na expressão de suas
opiniões sobre o que vê, ouve ou sente;
Desenvolver jogos/brincadeiras nos quais
podem ser praticadas noções de direção
e de distância;
→ Chamar a atenção da criança para
que perceba a posição/distância de
objetos e de outras pessoas em relação a
si própria;
→ Organizar movimentos desafiadores
com possibilidades constantes de rolar,
andar, correr, saltar, equilibrar entre outros,
desenvolvendo a orientação espacial e a
lateralidade, sempre com a supervisão
do(s) adulto(s);
→ Considerar brincadeiras tradicionais
que fazem parte da cultura local e
regional;
→ Apreciar, explorar e valorizar a escuta
de diferentes estilos de músicas, danças,
→ Proporcionar situações que estimulem
as crianças a movimentar o corpo a partir
de cantigas e brincadeiras cantadas.
→ Possibilitar brincadeiras que
desenvolvam a capacidade motora:
amassar, rasgar, pintar, folhear, recortar,
colar, encaixar entre outras.
→ Estimular as crianças a movimentarem-
se livremente (andar, correr, pular, rolar,
andar na ponta dos pés etc.) em
diferentes espaços.
→ Favorecer durante a brincadeira
contato das crianças com diferentes
materiais e objetos, como fitas, arcos,
bolas e lenços.
→ Promover vivências para que as
crianças explorem diferentes ambientes e
possibilidades de uso.
→ Possibilitar situações e brincadeiras em
que as crianças reconheçam as partes do
seu corpo e de seus colegas, respeitando
as diferenças corporais relativas ao
gênero, etnia e faixa etária.
→ Proporcionar jogos de imitação que
→ (MS.EI02CG02.s.02) Deslocar seu corpo
no espaço, orientando-se por noções
como em frente, atrás, no alto, embaixo,
dentro, fora etc., ao se envolver em
brincadeiras e atividades de diferentes
naturezas.
→ (MS.EI02CG03.s.03) Explorar formas de
deslocamento no espaço (pular, saltar,
dançar), combinando movimentos e
seguindo orientações.
→ (MS.EI02CG04.s.04) Demonstrar
progressiva independência no cuidado do
seu corpo.
→ (MS.EI02CG05.s.05) Desenvolver
progressivamente as habilidades manuais,
adquirindo controle para desenhar, pintar,
rasgar, folhear, dentre outros.
→ (MS.EI02CG06.n.06) Participar de
brincadeiras, expressar-se por meio da
dança e manifestações culturais
relacionadas ao movimento do seu corpo,
respeitando a diversidade.
→ (MS.EI02CG00.n.07) Apropriar-se
progressivamente da imagem do seu
corpo, desenvolvendo atitudes de
cuidado e interesse, reconhecendo e
respeitando as individualidades e
41
ritmos e outras expressões da cultura
corporal, criando assim novos movimentos
e gestos a partir de apresentações
artísticas;
→ Oportunizar o conhecimento da
diversidade cultural por meio da música,
danças e brincadeiras, utilizando seu
corpo para manifestar, produzir e ampliar
seu repertório cultural;
→ Utilizar canções que favoreçam a
imaginação, a criatividade e que
permitam à criança reconhecer e
identificar as partes do corpo;
→ Promover propostas diferenciadas com
circuitos, desafios e obstáculos;
→ Oportunizar a manipulação de objetos
com diferentes texturas, cores, formatos,
densidades, temperaturas, tamanhos,
elementos naturais, objetos que fazem
parte da cultura local e familiar;
→ Permitir à criança expressar
corporalmente emoções, ideias e
opiniões, tanto nas relações cotidianas
como nas brincadeiras, dramatizações,
danças, movimentações livres, contação
de histórias, dentre outras manifestações;
contemplem possibilidades para a
exploração da expressão facial, corporal,
com apoio de espelhos, fotografias,
canções etc.
→ Estimular a manipulação e o uso de
diferentes materiais na criação de formas
(argila, areia, massa de modelar, gesso),
dentre outros.
→ Favorecer vivências e experimentação
de diferentes sensações em situações
diversas.
→ Promover a ampliação do
conhecimento e do uso de materiais,
objetos, brinquedos diversos que
propiciem o desenvolvimento da
autonomia e identidade corporal.
→ Oportunizar que as crianças conheçam
por diferentes meios (vídeos,
documentários, apresentações culturais e
visitações em diversos espaços) outras
culturas com movimentos e formas de
brincar diferentes.
→ Realizar brincadeiras nos espaços
externos da instituição, utilizando diversos
materiais e brinquedos.
diferenças corporais relativas ao gênero,
etnia e faixa etária.
→ (MS.EI02CG00.n.08) Explorar o espaço
por meio de deslocamento de si mesmo e
dos objetos.
→ (MS.EI02CG00.n.09) Brincar utilizando a
capacidade de criar e imaginar: brincar
de faz de conta, confeccionar brinquedos
e jogos.
→ (MS.EI02CG00.n.10) Participar de
brincadeiras nas quaispossa perceber as
semelhanças e as diferenças entre si e o
outro.
→ (MS.EI02CG00.n.11) Desenvolver
progressivamente as possibilidades
corporais e a capacidade de controle do
corpo, no sentido de realizar
deslocamentos mais ágeis e seguros, com
ações mais precisas no espaço que
ocupam.
→ (MS.EI02CG00.n.12) Conhecer
manifestações culturais relacionadas ao
movimento do corpo, respeitando a
diversidade e ampliando seu repertório.
42
→ Oportunizar propostas à criança para
que manipule, manuseie, crie, construa,
reaproveite, utilizando diversos objetos e
materiais e desenvolva a percepção
visual, auditiva, tátil, gustativa e olfativa;
→ Realizar propostas de movimentos com
o corpo de sentar, arrastar, engatinhar,
rolar, ficar em pé com apoio, andar,
correr, pular, saltar, rodar, dançar,
marchar, subir escadas, ultrapassar
obstáculos, passar dentro, equilibrar-se,
abraçar, esconder, passar por circuitos,
túneis, trilhas, entre outros;
→ Favorecer o manuseio e exploração
sensorial de objetos e materiais diversos
(olhar, cheirar, ouvir, degustar, amassar,
rasgar, picar, embolar, enrolar, entre
outros);
→ Possibilitar o contato com diversos
materiais e objetos no espaço (pegar,
encaixar, empilhar, puxar, segurar,
enfileirar, agrupar, chutar, arremessar e
outros);
→ Oportunizar brincadeiras com a própria
imagem, criando gestos, movimentos em
frente do espelho, explorando caretas,
→ Promover brincadeiras explorando o
faz-de-conta, imaginação e fantasia.
→ Proporcionar leitura e contação de
histórias, possibilitando situações de
interações entre as crianças, por meio do
manuseio de livros, expressões faciais e
gestuais, modulação de voz, utilização de
fantoches e figurinos.
→ Organizar propostas que envolvam
histórias, brincadeiras, jogos, danças e
canções que digam respeito às tradições
de sua comunidade e de outras.
→ Promover experiências sensoriais,
expressivas, corporais que possibilitem
movimentação ampla, expressão da
individualidade e respeito pelos ritmos e
desejos da criança.
→ Favorecer a participação em
brincadeiras nas quais as crianças
escolham os parceiros, os objetos, os
temas, os espaços e os personagens,
agindo criativamente sobre eles.
→ Planejar vivências envolvendo a dança
com músicas de gêneros variados, para
que as crianças possam imitar, criar e
coordenar os movimentos.
43
mímicas, etc.;
→ Organizar propostas para reconhecer e
marcar ritmos das músicas/cantos e do
corpo;
→ Oportunizar o acesso à brincadeira em
espaços internos e externos com objetos,
materiais e brinquedos estruturados e não
estruturados, variando nas texturas, cores,
formas, pesos e tamanhos;
→ Possibilitar a exploração das sensações
pela manipulação de objetos como
bucha, escova de dente nova, pente de
madeira, argola de madeira ou de metal,
chaveiro com chaves, bolas de tecido,
madeira ou borracha, sino, entre outros;
→ Proporcionar experiências sonoras
(ruídos, sons de carro, sons com a boca e
língua, sons com o corpo, da natureza,
dos objetos, dos animais, entre outros);
→ Garantir a participação em
brincadeiras e movimentos livres de
arrastar, apoiar, segurar, puxar, jogar,
esconder, andar, correr, pular, sentar,
subir, descer, cair, rolar e levantar, em
espaços variados e em diferentes
tipos de solo (terra, grama, pedra,
→ Propor atividades que favoreçam a
exploração do espaço por meio de ações
que proporcionem o deslocamento de si e
dos objetos.
→ Possibilitar brincadeiras com obstáculos
que permitam arrastar, engatinhar,
levantar, subir, descer, passar por dentro,
por baixo, saltar, rolar, virar cambalhota
etc.
→ Proporcionar experiências de pesquisa
diante do espelho para reconhecimento
da imagem e do próprio corpo.
44
calçada, asfalto, areia, lama);
→ Oportunizar a construção e brincadeira
em espaços como cabanas, túneis,
barracas, cavernas, passagens estreitas,
rampas, buracos, abrigos, tocas, caixas,
pneus, desafiando os próprios
movimentos;
→ Valorizar brincadeiras com objetos que
provoquem movimentos como bexigas,
bolinhas de sabão, móbiles, cata-ventos,
aviões de papel, pipas, etc.;
→ Proporcionar à criança brincar e
explorar diferentes espaços da natureza,
subindo em árvores ou ficando à sua
sombra, sentindo-a e compreendendo a
interação que existe entre as árvores e a
vegetação que está ao redor, com os
animais que se alimentam de seus frutos,
com as nuvens que trazem
chuva, com a sensação gerada pela sua
presença;
→ Organizar experiências de dar banho
em bonecas e brinquedos, brincar dentro
das bacias, encher e esvaziar e em dias
de muito calor tomar banhos de chuva e
de mangueira; Explorar com a criança o
reconhecimento das partes, aspectos e
45
características do seu corpo, do corpo do
professor, dos colegas, construindo uma
autoimagem positiva de si mesmo e dos
outros;
→ Desenvolver com a criança a
participação em práticas de higiene
pessoal, autocuidado e auto-
organização, num movimento constante
de independência e autonomia;
→ Oportunizar o conhecimento e controle
sobre o corpo e o movimento,
percebendo, em situações de
brincadeiras, os sinais vitais do corpo e
algumas de suas alterações (respiração,
batimento cardíaco, etc.);
→ Desenvolver com a criança
brincadeiras de lateralidade,
deslocamento, percepção espacial (em
cima, embaixo, atrás, frente, alto, baixo,
direita, esquerda, etc.).
→ Traços, Sons, Cores e Formas
Promover a participação das crianças em tempos e espaços para a produção, manifestação e apreciação artística, de modo a
favorecer o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade e da expressão pessoal das crianças, permitindo que se apropriem
e reconfigurem, permanentemente, a cultura e potencializem suas singularidades, ao ampliar repertórios e interpretar suas
experiências e vivências artísticas.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
46
→ (MS.EI02TS01.s.01) Criar sons com
materiais, objetos e instrumentos musicais,
para acompanhar diversos ritmos de
música.
→ Promover encontros entre crianças e
artistas que desenvolvem as mais diversas
linguagens, para que possam interagir
com a arte (pintura, modelagem,
colagem, areia, fotografia, música);
→ Garantir que as crianças explorem
elementos naturais da região em que
vivem e percebam a natureza como fonte
de criação e inspiração;
→ Oportunizar à criança a exploração de
diferentes suportes para desenhar, pintar,
modelar, fazer colagens, utilizando tintas,
tintas naturais, sementes, elementos
naturais, pincéis e diversos tipos de lápis ou
giz, em variadas superfícies, suportes e
tipos de papéis;
→ Proporcionar experiências com
variação de luz (sombras, cores, reflexos,
formas, movimentos), para que a criança
perceba que sua ação provoca novos
efeitos;
→ Estimular a percepção dos sons, cores,
traços e formas;
→ Organizar situações e atividades que
possibilitem a criança perceber, escutar,
reconhecer e reproduzir sons presentes no
ambiente, nos objetos, no corpo, na
natureza e seu entorno.
→ Propiciar e explorar repertórios musicais
que sejam significativos e trazê-los para as
crianças como linguagem e arte,
possibilitando a expressão de preferências
musicais e sonoras diante dos diferentes
ritmos e gêneros musicais.
→ Oferecer às crianças a interação
permanente com o mundo sonoro por
meio da escuta musical, exploração de
sons, participação em eventos e
produções musicais dos diferentes grupos
culturais.
→ Planejar e organizar experiências de
fruição e apreciação de arte nas variadas
manifestações.
→ Propor oficinas de percursos de
produção e criação artística com
diferentes materiais, meios, suportes, em
diferentes planos, texturas e espaço.
→ Promover e compartilhar com as
→ (MS.EI02TS02.s.02) Utilizar materiais
variados com possibilidades de
manipulação (argila, massa de modelar),
explorando cores, texturas, superfícies,
planos, formas e volumes ao criar objetos
tridimensionais.
→ (MS.EI02TS03.s.03) Utilizar diferentes
fontes sonoras disponíveis no ambiente em
brincadeiras cantadas, canções, músicas
e melodias.
→ (MS.EI02TS00.n.04)Conhecer, ouvir,
cantar e dançar diversos ritmos musicais
de diferentes grupos culturais.
→ (MS.EI02TS00.n.05) Conhecer, utilizar e
explorar diversos suportes, materiais,
instrumentos, técnicas e procedimentos no
seu processo de criação e expressão.
→ (MS.EI02TS00.n.06) Conhecer e ter
acesso a obras de arte produzidas na sua
comunidade, cidade, país e dos
diferentes povos e civilizações.
→ (MS.EI02TS00.n.07) Ampliar seu
repertório de imagens, músicas,
movimentos, enredos, produções
artísticas, tendo-os como referências
culturais nas suas próprias criações.
47
→ Valorizar e garantir a participação das
crianças em ações e decisões relativas à
organização do ambiente (tanto no
cotidiano como na preparação de
eventos especiais), a definição de temas
e a escolha de materiais a serem usados
em atividades lúdicas e teatrais para a
apropriação de diferentes linguagens;
→ Oportunizar a participação em
experiências artísticas e culturais,
identificando e valorizando o seu
pertencimento étnico-racial, de gênero e
de crença religiosa, desenvolvendo sua
sensibilidade, criatividade, gosto
pessoal e modo particular de expressão
por meio do teatro, música, dança,
desenho e imagem;
→ Oportunizar à criança momentos para
a criação e confecção de brinquedos
rítmicos envolvendo som, cores e formas;
→ Possibilitar que as crianças interajam no
momento da produção de materiais por
meio de brincadeiras auto-organizadas
e/ou direcionadas pelo adulto;
crianças sessões de vídeo, apreciação
musical de gêneros musicais variados de
diferentes artistas.
→ Organizar mostras de desenho, pintura,
colagem, escultura etc. das produções
das crianças.
→ Realizar projetos de recitais de poesias
memorizadas pelas crianças, música e
dança, e apresentá-los para outras turmas
e para a comunidade.
→ Ampliar as experiências estéticas das
crianças por meio da pesquisa, busca,
seleção e oferta de variadas
manifestações artísticas e culturais da sua
comunidade e de outros grupos tais
como: brincadeiras, danças, culinária,
dentre outros.
→ Observar as manifestações das
crianças e preparar junto com elas
espaços privilegiados para se expressarem
ampliando suas experiências.
→ Organizar os espaços físicos e
transformá-los em ambientes propícios à
criação e manifestação dos jogos teatrais
com lenços de cores e tamanhos
variados, objetos sonoros, fantasias,
→ (MS.EI02TS00.n.08) Produzir e criar
diferentes imagens por meio do desenho,
pintura, colagem e fotografia, significando
suas ideias, pensamentos e percepções.
→ (MS.EI02TS00.n.09) Apreciar exposições
de artes plásticas e fotografia,
espetáculos de música, teatro e dança.
→ (MS.EI02TS00.n.10) Desenvolver
autoconfiança nas suas manifestações e
produções artísticas e de respeito e
valorização pela produção do outro.
48
→ Favorecer a descoberta de sensações
que o corpo experimenta na relação com
objetos e materiais como tintas, gelatina;
na relação com diferentes tipos de solo,
areia, grama; no contato com outras
crianças e adultos ​ ;Explorar com as
crianças brincadeiras com instrumentos
musicais e brinquedos sonoros, ouvir sons
da natureza, dos animais, ruídos do
entorno;
→ Promover a participação das crianças
em cantorias, ouvindo e aprendendo
canções de diversos estilos musicais e de
diversas culturas (acalantos, folclóricas,
infantis, clássicas, eruditas, instrumentais,
etc.);
→ Garantir que a criança possa explorar e
brincar com chocalhos, pandeiros, molhos
de chaves, guizos, apitos, reco-recos,
clavas, triângulos, castanholas e outros
instrumentos musicais;
→ Explorar os sons produzidos pelo próprio
corpo, envolvendo melodia e ritmo:
palmas, bater de pés, estalos de língua,
máscaras etc.
→ Valorizar as produções das crianças e
incentivá-las a reconhecer o valor das
suas produções e da produção do outro.
→ Organizar excursões em locais e
contextos culturais para que as crianças
aprendam com a experiência de ver “in
loco”. Convidar artesãos e artistas para
compartilhar conhecimentos referentes à
cultura local.
→ Possibilitar a exploração de materiais,
objetos e papéis que possibilitem
construções tridimensionais.
→ Investir na sua formação cultural para
frequentar cinemas, assistir filmes, ir ao
teatro, museus, ter acesso a vários gêneros
literários (contos, romances, poesias),
assistir a espetáculos de dança, seja nos
teatros ou outros espaços, para colaborar
com a criação para e com as crianças.
49
respiração, canto, entre outros;
→ Oportunizar o acesso à diversidade
musical: local, regional e mundial;
→ Selecionar espaços, objetos, materiais,
roupas e adereços para brincadeiras de
faz-de-conta, encenações, criações
musicais ou para festas tradicionais ​
→ Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação
Promover experiências nas quais as crianças possam falar e ouvir, potencializando sua participação na cultura oral, pois é na
escuta de histórias, na participação em conversas, nas descrições, nas narrativas elaboradas individualmente ou em grupo e nas
implicações com as múltiplas linguagens. A literatura infantil, propostas pelo educador, mediador entre os textos e as crianças,
contribuem para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imaginação e da ampliação do conhecimento de mundo.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
→ (MS.EI02EF01.s.01) Dialogar com
crianças e adultos, expressando seus
desejos, necessidades, sentimentos e
opiniões.
→ Organizar momentos nos quais a
criança possa contar e ouvir histórias,
cantigas, contos e lendas de sua região e
de outras regiões são estratégias
significativas de desenvolvimento da
oralidade e de escuta;
→ Garantir a leitura diária, oferecendo à
criança o acesso a diversos gêneros
textuais e literários;
→ Proporcionar a representação de
cConversar com as crianças em diferentes
contextos de comunicação sobre
variados assuntos, fazendo-lhes
solicitações verbais, considerando sua
capacidade de compreensão.
→ Possibilitar a expressão das crianças na
comunicação dos seus sentimentos,
desejos, compreensões e necessidades,
sem apressá-las.
→ Socializar as vozes das crianças,
possibilitando que todos possam falar e
→ (MS.EI02EF02.s.02) Identificar e criar
diferentes sons e reconhecer rimas e
aliterações em cantigas de roda e textos
poéticos.
→ (MS.EI02EF03.s.03) Demonstrar interesse
e atenção ao ouvir a leitura de histórias e
outros textos, diferenciando escrita de
ilustrações, e acompanhando, com
orientação do adulto-leitor, a direção da
50
culturas diversas por meio da interação
com brinquedos, narrativas e objetos
culturais;
→ Oportunizar a participação em
brincadeiras que envolvam jogos verbais,
como parlendas e outros textos de
tradição oral, como quadrinhas e
adivinhas;
→ Garantir às crianças vivências em um
ambiente letrado, com acesso a livros de
qualidade e em bom estado, revistas,
jornais, mídias tecnológicas, etc.;
→ Favorecer a compreensão da escrita
como função social por meio de situações
reais;
→ Oportunizar à criança a utilização e
manuseio de diversos recursos visuais e
tecnológicos para apreciar histórias,
textos, imagens, ilustrações;
→ Valorizar momentos de ouvir o outro,
inferir hipóteses, ampliar enredos, recriar
histórias, deleitar-se em narrativas são
experiências de extremo significado para
escutar.
→ Mediar a resolução dos conflitos que
surgem durante as interações no uso dos
brinquedos, dos objetos e das brincadeiras
compartilhadas.
→ Organizar e desenvolver atividades
ligadas à expressividade e à
comunicação, por meio de gestos e
linguagem verbal.
→ Escutar atentamente as crianças e
favorecer que elas pratiquem a conversa,
cantem, ouçam e contem histórias,
comentem acontecimentos vividos,
vídeos e filmes assistidos.
→ Realizar rodas de leitura diariamente,
selecionando bons textos para dar às
crianças referências narrativas e de
expressão escrita da língua, possibilitando-
as recontar histórias conhecidas,
memorizar canções, poemas, trava-língua
etc.
→ Explicitar os motivos ou preferências das
escolhas dos livros edas histórias antes de
lê-las ou contá-las, e permitir que as
crianças opinem sobre elas.
leitura (de cima para baixo, da esquerda
para a direita).
→ (MS.EI02EF04.s.04) Formular e responder
perguntas sobre fatos da história narrada,
identificando cenários, personagens e
principais acontecimentos.
→ (MS.EI02EF05.s.05) Relatar experiências
e fatos acontecidos, histórias ouvidas,
filmes ou peças teatrais assistidos etc.
→ (MS.EI02EF06.s.06) Criar e contar
histórias oralmente, com base em imagens
ou temas sugeridos.
→ (MS.EI02EF07.s.07) Manusear diferentes
portadores textuais, demonstrando
reconhecer seus usos sociais.
→ (MS.EI02EF08.s.08) Manipular textos e
participar de situações de escuta para
ampliar seu contato com diferentes
gêneros textuais (parlendas, histórias de
aventura, tirinhas, cartazes de sala,
cardápios, notícias etc.).
→ (MS.EI02EF09.s.09) Manusear diferentes
instrumentos e suportes de escrita para
desenhar, traçar letras e outros sinais
gráficos.
→ (MS.EI02EF00.n.10) Produzir escritas
autônomas arriscando-se e testando suas
hipóteses em diferentes contextos e
situações reais de comunicação.
→ (MS.EI02EF00.n.11) Reconhecer o
51
a criança e compõem a teia fundante
desse campo de experiência;
→ Ampliar e integrar a fala da criança em
contextos comunicativos, atribuir intenção
comunicativa à fala da criança,
prestando atenção ao que diz,
aprendendo sobre o jeito particular de se
expressar;
→ Organizar com as crianças espaços
para leitura, tais como: cantos com
almofadas, tapetes, estantes com revistas,
livros jornais, panfletos e outros (ao
alcance das crianças);
→ Promover propostas de contação de
histórias de contos de fadas, lendas,
fábulas e criar cenários, personagens,
tramas e enredos nas brincadeiras de faz
de conta, ​ das mais variadas, presentes
nos livros, nas tradições, nas suas histórias,
dos professores, pais, pessoas da
comunidade, com diferentes recursos
(fantoches, dedoches, caixa secreta,
fantasias, dramatizações, narrativas, etc.);
→ Oportunizar a participação no uso da
linguagem verbal em variadas situações
de seu cotidiano, nas conversas, nas
→ Possibilitar situações e oportunidades de
as crianças produzirem escritas e leituras à
sua maneira.
→ Favorecer que as crianças explorem
livros e outros suportes de textos, dando-
lhes oportunidades de acesso ao
repertório literário e às formas lúdicas de
utilização da linguagem oral e escrita.
→ Organizar materiais e objetos marcados
pela cultura nas brincadeiras de faz de
conta e os utilizados pelos adultos nas
situações reais (mobiliário de casinha e de
espaços variados, acessórios, bolsas,
brinquedos, fantasias, vestimentas,
embalagens, instrumentos de trabalho
etc).
→ Desenvolver atividades e projetos de
produção de coletâneas de diferentes
gêneros textuais: adivinhas, parlendas,
trava-línguas, brincadeiras cantadas etc.
→ Ler histórias, contos e poesias para que
as crianças se familiarizem com essa
linguagem com a finalidade de provocar
ricas criações infantis, do prazer pela
leitura, do enriquecimento da
imaginação, da fantasia e inventividade.
próprio nome do conjunto de nomes do
grupo nas situações em que isso se faz
necessário.
52
brincadeiras, nos relatos dos
acontecimentos, nas músicas, nas
histórias, entre outros;
→ Favorecer a exploração, produção e
realização de registros escritos por meio
de rabiscos, garatujas, desenhos,
utilizando diferentes suportes como papel,
papelão, tecido, plástico, terra, parede,
azulejos, quadros de giz, calçadas, com
diferentes elementos gráficos como tintas,
lápis, pincéis, aquarelas, folhas,
carvão, algodão, gravetos, canudinhos,
esponjas, entre outros;
→ Organizar junto às crianças a
participação em peças teatrais de
fantoche, de sombras, de bonecos, de
mímica, entre outros;
→ Fomentar a participação de diálogos e
contação de histórias, em rodas de
conversa, durante a alimentação a troca
de fraldas, tendo seu direito à
expressividade garantida, respeitada,
valorizada e potencializada;
Oportunizar o manuseio e exploração de
material gráfico impresso como: livros,
revistas, cartazes, jornais, embalagens de
brinquedos e alimentos, catálogos de
→ Pesquisar o repertório de histórias e
causos das pessoas da comunidade (pais,
avós, tios, amigos) e da instituição (os
profissionais da educação e crianças
maiores), e convidá-las para contar
alguma história especial que tenha
escolhido para compartilhar com as
crianças.
→ Assumir o papel de escriba e leitor(a) e
organizar situações em que as crianças
ditem textos produzidos por elas.
53
produtos, etc.;
→ Favorecer a participação da produção
de textos orais, tendo o professor como
mediador na organização do seu
pensamento e imaginação, tendo suas
histórias e narrativas registradas por meio
de escrita, vídeos, fotos, valorizando sua
linguagem, seus pensamentos, sua
imaginação;
→ Possibilitar à criança brincar com as
palavras, de modo que aprenda e
produza rimas, trava-línguas, parlendas,
trocadilhos, ditos populares construindo e
reconstruindo significados;
→ Garantir a acolhida, valorização,
respeito às suas curiosidades, dúvidas e
questionamentos sobre e linguagem oral
(como se fala, como se lê e como se
escreve), sua imaginação e sua forma de
organizar o pensamento, seu vocabulário,
a ponto de que essas capacidades, pela
mediação do(a) professor(a) e interação
com outras crianças e materiais e objetos
de leitura sejam potencializadas;
→ Promover a participação em situações
significativas em que falar e desenhar
sejam modos de brincar, porém um
54
brincar capaz de desafiar sua
capacidade imaginativa, conhecedora,
curiosa;
→ Organizar visitas a bibliotecas ou
espaços de leitura onde a criança possa
manusear, explorar e interagir com as
diferentes linguagens dos livros, revistas,
gibis, etc.;
→ Promover a participação de rodas de
conversa com escritores, ilustradores,
poetas, contadores de histórias, para
conhecer suas trajetórias de vida, suas
obras, seus sonhos e projetos, seu amor
pela literatura e suas escritas;
→ Favorecer à criança o manuseio,
exploração, leitura e conhecimento de
livros de histórias, de contos, nos quais
estejam presentes as diferentes culturas;
participação em momentos de contação
de histórias e contos da tradição oral de
pessoas de etnias diversas.
→ Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações
Promover experiências nas quais as crianças possam fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar seu entorno,
levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas às suas curiosidades e indagações. Assim, a instituição
escolar está criando oportunidades para que as crianças ampliem seus conhecimentos do mundo físico e sociocultural e possam
utilizá-los em seu cotidiano
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
55
DESENVOLVIMENTO
→ (MS.EI02ET01.s.01) Explorar e descrever
semelhanças e diferenças entre as
características e propriedades dos objetos
(textura, massa, tamanho).
→ Promover situações reais do cotidiano
para que a criança reconheça e
compreenda a função dos números nos
diversos contextos (relógio, calendário,
número de residências, telefones,
calculadora, fita métrica, trena, régua,
etc.);
→ Planejar experiências nas quais as
crianças possam observar fenômenos e
elementos da natureza, refletindo sobre
sua incidência na região em que vivem e
compreendendo suas causas e
características;
→ Organizar a participação em atividades
culinárias, de modo a acompanhar a
transformação dos alimentos (cor, forma,
textura, espessura, quantidade);
→ Incentivar o consumo de alimentos
saudáveis por meio de experiências reais,
quando houver possbilidade com plantio,
cultivo e colheita, mas também de
escolha (no mercado, na frutaria, na feira,
etc.) dos alimentos;
→ Oportunizar à criança a participação e
organização em diferentes espaços como
→ Propiciar o contato com diferentes
materiais para exploração de suas
características físicas e propriedades.
→ Oportunizar a observação dos
fenômenos naturais sempreque possível e
promover a exibição de vídeos e fotos
que tratam do tema.
→ Construir com as crianças, terrário,
aquário, sementeira, estufa e outros
espaços para observação, experiência e
cuidado de plantas e animais.
→ Promover visitas a locais onde as
crianças possam observar e levantar
hipóteses sobre plantas, animais e seus
modos de vida.
→ Incorporar à rotina escolar atividades
que possibilitem às crianças a percepção
dos cuidados necessários para a
preservação da vida e dos ambientes.
→ Aproveitar situações do cotidiano para
uso de vocabulário científico.
→ Selecionar diferentes objetos para que
a criança possa expressar suas
→ (MS.EI02ET02.s.02) Observar, relatar e
descrever incidentes do cotidiano e
fenômenos naturais (luz solar, vento,
chuva etc.).
→ (MS.EI02ET03.s.03) Compartilhar, com
outras crianças, situações de cuidado de
plantas e animais nos espaços da
instituição e fora dela.
→ (MS.EI02ET04.s.04) Identificar relações
espaciais (dentro e fora, em cima,
embaixo, acima, abaixo, entre e do lado)
e temporais (antes, durante e depois).
→ (MS.EI02ET05.s.05) Classificar objetos,
considerando determinado atributo
(tamanho, peso, cor, forma etc.).
→ (MS.EI02ET06.s.06) Utilizar conceitos
básicos de tempo (agora, antes, durante,
depois, ontem, hoje, amanhã, lento,
rápido, depressa, devagar).
→ (MS.EI02ET07.s.07) Contar oralmente
objetos, pessoas, livros etc., em contextos
diversos.
→ (MS.EI02ET08.s.08) Registrar com
números a quantidade de crianças
(meninas e meninos, presentes e ausentes)
56
ateliês, espaços, cantos ou áreas;
→ Promover situações de interações e
brincadeiras entre criança/criança,
adulto/criança, criança/objeto e
criança/ambiente;
Propiciar às crianças um ambiente em
que possam explorar diferentes ideias
matemáticas, para além da simples
explanação de números, mas sim
aspecto/fator presente no cotidiano da
vida;
→ Possibilitar o registro por meio das
diferentes linguagens (desenho, garatuja,
escrita espontânea, quantificação, etc.)
para conhecimento do mundo físico e
histórico-cultural;
Organizar espaços e materiais que
envolvam as crianças em situações reais
de contagem, ordenação, classificação,
relações, quantidades, medidas,
distâncias, comparação, comprimentos,
pesos, identificação e reconhecimento
de figuras geométricas;
Propor agrupamentos, utilizando dentre
outros critérios, a quantidade e/ou
intensidade, priorizando relações, como:
observações por meio da linguagem oral,
desenho ou escritas.
→ Definir marcadores temporais que
evidenciem a passagem do tempo e
organizam o cotidiano das crianças.
Narrar histórias com diferentes marcadores
de tempo.
→ Incentivar o uso do calendário e
utilizando as medidas dia, mês e ano para
marcar os acontecimentos.
→ Disponibilizar objetos diferenciados para
contagem e a resolução de problemas
numéricos com uso de registros
convencionais e não convencionais.
→ Propiciar momentos de resolução de
problemas não-numéricos por meio de
diferentes registros.
→ Solicitar registros variados a partir da
chamada diária assim como a contagem
de objetos em contextos significativos.
→ Favorecer o uso da contagem oral nas
brincadeiras, nos jogos e em práticas
sociais, comunicando quantidades,
utilizando a notação numérica e/ou
registros não convencionais.
e a quantidade de objetos da mesma
natureza (bonecas, bolas, livros etc.).
→ (MS.EI02ET00.n.09) Conhecer a história
familiar e pessoal, identificar algumas
singularidades próprias e das pessoas com
quem convive.
→ (MS.EI02ET00.n.10) Familiarizar-se com as
manifestações culturais de sua cidade, do
estado e com produções que fazem parte
do patrimônio cultural da humanidade.
57
muito/bastante, pouco, mais, menos,
mesma quantidade, um, nenhum;
Proporcionar experiências nas quais as
crianças criem misturas com diferentes
consistências/texturas, temperaturas e
pesos diversos;
Oportunizar à criança momentos para
expressar suas observações, hipóteses e
explicações sobre objetos, organismos
vivos, fenômenos da natureza,
características do ambiente, situações
sociais registrando em diferentes suportes
e utilizando diferentes linguagens;
Promover a participação em atividades
que favoreçam a utilização de
instrumentos de registro e ferramentas de
conhecimento, orientação e
comunicação (bússola, lanterna, lupa,
microscópio, máquina fotográfica,
gravador, celular, filmadora e
computador);
Organizar experiências nas quais as
crianças possam manipular, experimentar,
explorar o espaço por meio de
experiências de deslocamentos de si e
dos objetos;
→ Organizar situações em que as crianças
possam interagir com outras crianças da
mesma idade e de idades diferentes, em
situações coletivas e pequenos grupos.
→ Disponibilizar materiais e objetos que
favoreçam as brincadeiras de faz de
conta.
→ Planejar rodas de conversa com as
crianças, sobre a história familiar de cada
um, incentivando o respeito e valorização.
→ Promover a participação em
brincadeiras da cultura popular, contato
com músicas e histórias que fazem parte
do acervo de produção cultural.
→ Contribuir para que as crianças
desenvolvam atitudes de
reconhecimento, respeito, valorização às
contribuições histórico-culturais dos povos
indígenas, afrodescendentes, asiáticos,
europeus e de outros países da América,
bem como o combate ao racismo e à
discriminação.
→ Promover visitas a museus, pontos
turísticos e outros espaços culturais para
conhecimento e valorização da história.
58
Favorecer o reconhecimento do lugar
onde mora, identificando rua, bairro,
cidade, estado, país, planeta​ ;
Propiciar experiências em que a criança
possa resolver situações-problema,
formulando questões, levantando
hipóteses, organizando dados, testando
possibilidades físicas e/ou digitais
(quadros, tabelas, imagens, mapas,
gráficos, entre outros);
Garantir a utilização de números em
situações contextualizadas e significativas
(distribuição de materiais, divisão de
objetos, organização da sala, confecção
de quadro de registros, coleta de objetos,
etc.);
Desenvolver com as crianças a
estruturação de tempos, espaços e
posição (antes, depois, daqui a pouco,
hoje, amanhã, em cima, embaixo, ao
lado, atrás, em frente, dentro e fora).
→ Disponibilizar materiais e ambientes
adequados para a realização de
experiências com tintas, líquidos diversos,
substâncias secas etc.
59
QUADROS GRUPO 3: ETAPA PRÉ-ESCOLAR – JARDIM I E II
Jardim (Crianças pequenas:
4 anos a 5 anos e 11 meses)
→O Eu, o Outro e Nós
Nessas experiências, elas podem ampliar o modo de perceber a si mesmas e ao outro, valorizar sua identidade, respeitar os outros e
reconhecer as diferenças que nos constituem como seres humanos.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
→ (MS.EI03EO01.s.01) Demonstrar
empatia pelos outros, percebendo
que as pessoas têm diferentes
sentimentos, necessidades e
maneiras de pensar e agir.
 Realizar piquenique, distribuindo-os ao redor da
toalha, para interagir com outras crianças, com
os bichinhos de pelúcia como “amigos”,
incentivando-o a imaginar-se em um bosque ou
praia, descrevendo como é a paisagem ao
redor.
 Criar um desenho compartilhado com giz de
cera em papel Kraft colado na parede, no solo
ou mesmo em mesas grandes.
 Realizar a “Teia com os amigos”, utilizando o
barbante (Ver atividade no Livro Pé de
brincadeira, p. 49).
 Atividade - “Massageando uns aos outros”. Esta
atividade deve ser realizada após um momento
em que as crianças encontram-se mais agitadas,
→ Proporcionar nas vivências
atividades para que as crianças
ajam de forma autônoma e capazes
de entender a si mesmas e ao outro.
→ Organizar o espaço da sala de
maneira que as crianças possam
escolher as atividades que queiram
realizar e trabalhar em pequenos
grupos.
→ Incentivar a troca, a cooperação
e o respeito entre as crianças e entre
as crianças e os adultos.
→ Possibilitar situações em que as
crianças possam escolher e
→ (MS.EI03EO02.s.02) Agir de maneira
independente, com confiança em
suas capacidades, reconhecendosuas conquistas e limitações.
→ (MS.EI03EO03.s.03) Ampliar as
relações interpessoais,
desenvolvendo atitudes de
participação e cooperação.
→ (MS.EI03EO04.s.04) Comunicar suas
ideias e sentimentos a pessoas e
grupos diversos.
→ (MS.EI03EO05.s.05) Demonstrar
60
como após realizarem brincadeiras de expansão
corporal ou algum momento de parque. Veja o
vídeo Relaxamento Infantil que oferece algumas
sugestões de estratégias e materiais que podem
ser explorados. (Fonte:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/2834/massageando-uns-aos-outros).
 Trabalhar a coletividade, cooperação,
compreensão e seguimento de regras, através de
jogos pedagógicos e práticas esportivas. Propor
tarefas em grupo também é recomendado.
 Estimular a verbalização dos sentimentos e visão
de determinado fato da vida da criança por
meio, por exemplo, do compartilhamento sobre
como foram as férias com o restante da turma,
contar sobre um passeio, o aniversário...
 Desenhar no chão florestas, paisagens, pontes
estreitas, rios e simular a caminhada sobre estes
locais imaginários narrando com as crianças os
perigos, as travessias com emoção.
 Brincar de história narrativas simulando trotes de
cavalos, batendo mãos nas pernas e narrar os
locais onde passar interagindo com as crianças
em locais perigosos, locais bonitos as paisagens
tranquilas.
 Usar foto das crianças para comparar e
identificar semelhanças e diferenças físicas
comentar sobre as suas preferências
e desejos.
→ Orientar para o cuidado da
higiene pessoal, a fim de permitir as
crianças vivenciar situações de
forma autônoma e também de
perceber a necessidade e
importância em realizá-las.
→ Oportunizar momentos no grupo
para conversar sobre os conflitos
(individuais ou coletivos) no qual
cada criança manifeste seu ponto
de vista, sua opinião sobre o ocorrido
e respeite os posicionamentos do
outro.
→ Ajudar as crianças a entender e
controlar emoções, ansiedades,
necessidades e frustações.
→ Planejar brincadeiras e vivências
diversas em que as crianças possam
colaborar, respeitar e ser solidário
com o outro.
→ Promover situações para que as
crianças reconheçam a existência
do outro, respeitando as diferenças,
a diversidade e fortalecendo
valorização das características de
seu corpo e respeitar as
características dos outros (crianças e
adultos) com os quais convive.
→ (MS.EI03EO06.s.06) Manifestar
interesse e respeito por diferentes
culturas e modos de vida.
→ (MS.EI03EO07.s.07) Usar estratégias
pautadas no respeito mútuo para
lidar com conflitos nas interações
com crianças e adultos.
→ (MS.EI03EO00.n.08) Respeitar e
utilizar os combinados e regras de
convívio social elaborados pelo
grupo.
→ (MS.EI03EO00.n.09) Participar das
atividades e respeitar os interesses e
desejos das outras crianças,
colaborando também na realização
de pequenas tarefas.
→ (MS.EI03EO00.n.10) Perceber a
importância da conversa como
forma de resolver os conflitos e , se
necessário, solicitar ajuda do adulto.
→ (MS.EI03EO00.n.11) Participar de
brincadeiras de faz de conta,
assumindo diferentes papéis sociais.
→ (MS.EI03EO00.n.12) Comparar
características de colegas (tamanho,
altura, etnia, preferências etc.),
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2834/massageando-uns-aos-outros
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2834/massageando-uns-aos-outros
61
 Realizar brincadeiras para que as crianças
reconheçam o próprio nome e atenda quando
for chamado durante as diferentes interações das
quais participar.
 Realizar brincadeiras cantadas para nomear as
principais partes do corpo (Ex. olhos, ouvidos,
boca e nariz, cabeça, ombro, joelho e pé)
 Desenvolver as possibilidades de movimento e
ação e as limitações do próprio corpo (subir,
descer, andar em reta, zigue-zague, imitar
animais, acompanhar com gestos o som de uma
música, passar por baixo de cordas, pendurar-se,
balançar, rodar, correr em dupla, virar
cambalhotas...)
 Utilizar os órgãos sensoriais para explorar e
conhecer os objetos: texturas, cores, odores,
sabores e sons
 Brincar com diferentes parceiros (da própria sala,
das outras salas, com professores) e envolver-se
em variadas atividades em grupo, de modo a
construir o sentido do singular e do coletivo, da
autonomia e da solidariedade.
 Solidarizar-se com os parceiros, cuidar deles,
colaborar com eles e perceber como suas
escolhas os afetam.
 Conhecer os espaços do Ceim ou da escola ,
apresentar as pessoas dos outros espaços
vínculos.
→ Dialogar com as crianças sobre
situações de preconceitos e
discriminações que contemplem
noções de cooperação, tolerância,
solidariedade e respeito ao outro.
→ Oportunizar que as crianças
realizem atividades na instituição sem
o acompanhamento direto do
adulto.
→ Organizar situações variadas para
que as crianças possam ampliar e
diversificar o acesso a produções da
cultura regional, dos povos indígenas,
afrodescendentes, asiáticos,
europeus, outros países da América,
entre outras.
→ Possibilitar que as crianças
entendam e participem da
elaboração das regras,
compreendendo-as e
comprometendo-se com as mesmas.
→ Oportunizar situações em que as
crianças possam reconhecer sua
família como grupo social, bem
como os hábitos, valores, crenças e
identificando e respeitando
semelhanças e diferenças.
62
relatando a função de cada um, ( cozinheira,
faxineira, servente, secretaria, , direção,
coordenação)
 Solicitar que a criança recolha os brinquedos ou
jogos após as atividades simulando as caixas de
brinquedos como a casinha da formiga e as
crianças de formiguinhas (“Formiguinhas vamos
recolher as folhinhas e colocar no formigueiro
porque o inverno está chegando ”);
 Organizar rodas de conversa sobre assuntos
diversos utilizando fichas com imagens, caixas
com elementos relacionados aos assuntos,
histórias, contos...; apresentações de situações-
problemas; reproduções de obra de arte;
fotografia das crianças com familiares;
convidados especiais; panfletos de campanhas,
sacolas com objetos diversos para serem
descritos; itens ou objetos selecionados pelas
próprias crianças; abordagem e retomada das
propostas realizadas na última semana.
Importante: seja modelo para as crianças: mostre
que sabe ouvir; esteja atenta a todos que se
pronunciam, isto significa que os olhares precisam
se encontrar como sinal de respeito; responda às
perguntas das crianças; provoque o confronto de
ideias e mantenha-se como mediadora.
 Organizar os espaços e materiais com a
composição.
→ Incentivar as crianças a superarem
o medo e ajudá-las a ter atitude
diante das situações vivenciadas.
63
participação da criança, por exemplo:
organização coletiva dos materiais de leitura, de
embalagens para brincadeiras de mercado, dos
cartazes, das regras e combinados, exposição
dos desenhos e outras produções; decidir sobre
as brincadeiras...
 Roda da conversa onde as crianças possam
colocar as ideias como foi o seu dia em casa a
sua rotina, expor seus sentimentos. Dar
oportunidade para todos falarem na roda.
 Em passeio e visitas extraclasse a professora
deve dar oportunidade para as crianças
relatarem suas impressões sobre o evento.
 Organizar momentos e situações, nas
brincadeiras de faz-de-conta (casinha,
mercado, profissões...) para que as crianças se
expressem;
 Organizar roteiros de dramatizações;
 Ofertar a árvore da imaginação com diferentes
imagens para que possam expor o
entendimento, conhecimento e experiências
vivenciadas;
 Brincadeiras no cantinho de beleza. Nos espaços
de fantasia.
 Vídeos e brincadeiras sobre higienização das
mãos, dos dentes...
 Conversas com profissionais da área da saúde
64
 Tornar o momento de alimentação prazeroso
organizando espaço de interação na hora da
alimentação dialogando com as crianças.
 Organização do espaço, dos pertences pessoais
(canecas, toalhas, escova de dentes, pentes)
 Vivenciar junto as crianças a higienização das
mãos.
 Vivenciar com as crianças os momentos de
alimentação (café, almoço, jantar) como
momentos prazerosos de trocas e interações,
organizando junto com as criançasa mesa e a
disposição dos alimentos, garantido a
autonomia de escolhas.
Jogos de regras como:
JOGO DA MEMÓRIA Com o objetivo de levar os
pequenos a identificar figuras iguais, desenvolve a
localização espacial e a quantificação das cartas
tanto por meio da contagem como da
comparação do tamanho dos montes.
GATO E RATO O gato tem de furar o círculo que os
colegas fazem com as mãos dadas para proteger o
rato, que fica no centro. Trabalha tanto a
cooperação e regras
JOGOS DE PERCURSO Em um tabuleiro, os
65
participantes lançam dados que determinam
quantas casas o peão deve percorrer. As crianças
devem respeitar a sua vez
BOLICHE O número e a posição das garrafas é
indiferente. Nesse jogo, é preciso contar e registrar
os pontos e organizar respeitar a vez.
VARAL DE REGRAS- a sugestão e que a criança
registre com desenhos as regras da turma realizada
anteriormente por todos, realizada anteriormente
com o professor e pendure em um varal na sala de
aula. Após todas as brincadeiras com jogos e
brincadeiras a criança deve guardar os jogos nos
locais corretos.
BALÕES AO AR (Ver atividade no Livro do Professor
de Educação Infantil “Pé de Brincadeira”, p. 49).
 Contar histórias e vídeos com tema
discriminação
(https://www.youtube.com/watch?v=dpQeiFhxI3)
 Brinquedos para valorizar a imagem dos
indígenas e afro-descendentes (Bonecas,
instrumentos musicais)
 Exposição das diferentes culturas, indígenas e
https://www.youtube.com/watch?v=dpQeiFhxI3
66
negras
 Realizar trocas de experiências de culturas
passeio, apresentação de danças e exposição de
artesanato da cultura indígena.
 Contar as histórias de pessoas negras que
ganharam destaque nacional ou internacional ao
combater o preconceito racial e fortalecer a
população negra. Além disso, também pode-se
usar a literatura para mostrar a crueldade da
escravidão, mas, acima de tudo, evidenciar a
cultura e a capacidade dos negros de se organizar
e de sobreviver.
 Painel da diversidade, que propõe personalizar
bonecos de cartolina. O/A professor/a faz um
boneco de cartolina branca ou papel pardo para
cada criança, entrega tintas, canetinhas, revistas e
cola, e instrui-as a personalizá-lo de acordo com as
suas características ou vontade. Ao final da
atividade, todos vão ter um boneco único. Em
seguida, o educador cola os bonecos de mãos
dadas no painel da diversidade para simbolizar a
amizade e o respeito, e conversa com a turma
para esclarecer dúvidas sobre o tema.
 Promover o dia do cinema na sala de aula,
espalhando colchonetes e almofadas pelo chão
para que as crianças possam assistir ao conteúdo
confortavelmente. Um dos filmes mais indicados
https://educacaoinfantil.aix.com.br/10-dicas-para-incentivar-a-leitura-na-educacao-infantil/
67
para essa situação é o do “Shrek”, que é
composto por cenas que refletem sobre a
diversidade, o conceito de normalidade e os
lugares que a sociedade julga estarem destinados
para as pessoas que são consideradas diferentes,
levando em consideração padrões estéticos e
fúteis.
 Ao trabalhar valores como a amizade,
honestidade, o amor e o respeito ao próximo,
também se está valorizando a diversidade na sala
de aula. Para essa situação, o educador pode usar
a dinâmica do feitiço que vira contra o feiticeiro —
todos os alunos formam um círculo e se sentam no
chão, em seguida escrevem em uma folha o que
gostariam que o seu colega do lado direito fizesse
(A professora ou auxiliar da sala atuam como
escriba e leitor). Porém, são eles que vão realizar a
atividade proposta ao seu amigo. Assim, ensina-se
a não fazer ou desejar para o outro o que você
não quer para si.
 A literatura infantil tem diversos exemplos que
podem ser usados para ensinar as crianças a lidar
com as diferenças. O ideal é fugir dos livros
politicamente corretos e com raciocínios prontos,
dê preferência para as histórias que permitem
que os alunos façam uma reflexão. O professor
pode contar a clássica história do Patinho Feio e
68
depois pedir para que os alunos desenhem o seu
próprio patinho, passando a ideia de que não
existe um desenho mais correto do que o outro,
de que todos nós temos características únicas e
que devem ser respeitadas.
(Fonte:https://educacaoinfantil.aix.com.br/diversida
de-na-sala-de-aula/)
 SILUETA (Contorno) DO CORPO HUMANO: separar
as crianças em grupos, uma do grupo ficará
deitada no chão enquanto as outras contornam
seu corpo com giz, ao levantar verá o formado
de seu corpo no chão, podem contornar com
pecinhas de montar (lego), tampinhas de
garrafa, pedrinhas.
 O BRINQUEDO: Em duplas ao sinal do professor
uma das crianças será o brinquedo e não poderá
se movimentar deixando o colega realizar e
moldar o movimento que quiser com o seu corpo.
 Brincando com animais: brincadeiras com
animais despertam um sentimento de empatia.
Combinar em cada semana uma criança levar
seu animal de estimação para a turma conhecer,
contar a história do animal na família deles e etc;
 Piquenique: Realizar piquenique para que
sentem juntos e compartilhem os lanches, e
momentos de brincadeiras que exija o
compartilhamento de brinquedos.
https://educacaoinfantil.aix.com.br/diversidade-na-sala-de-aula/
https://educacaoinfantil.aix.com.br/diversidade-na-sala-de-aula/
69
 Brincadeira Cola-cola Americano: pega-pega,
quem for pego deve ficar estático até outro
colega poder encostar para descolar. Pode
variar o modo de descolar passando por baixo
das pernas ou passando por cima (pulando). Esta
brincadeira se enquadra no objetivo em questão,
devido a preocupação que a criança deve ter
com o outro, descolar o colega para retornar a
brincadeira.
 Brincadeiras de roda: a circularidade
proporciona o contato com o outro (pegar na
mão), percepção de quem está a frente e aos
lados.
 Rodas de conversas, proporcionar momentos
para que as crianças contem suas rotinas em
casa, e opinem nas atividades, nas contações de
histórias, músicas, sugestões de brincadeiras e
outros.
 Dança: dar preferência às músicas que não
sofrem influencias nas letras em relação ao
movimento, ex: musicas que pedem para bater
palma e pé, girar, pular e etc. Sugere-se músicas
que contenham mais instrumentos e ritmos ou
músicas que o conteúdo das letras não induzam
a criança realizar movimentos pré-determinados,
deixar a criança dançar livremente.
70
 Pedir para as crianças imitarem animais sem dar
referências, ex: todos imitando uma Borboleta,
cada um fará do seu jeito.
 Alongamentos
 Brincadeiras para desenvolver força e
resistência: carrinho de mão, deslocamento de
quatro apoios.
 Brincadeiras de estátuas para desenvolver o
equilíbrio.
 Orientar sobre a importância da alimentação
saudável; fazer salada de frutas, realizar receitas
nutritivas e saudáveis com as crianças.
 Através de brincadeiras as crianças já criam suas
próprias regras, em um jogo de faz de conta elas
escolhem quem será a mamãe o papai e o
filhinho, com isso cada personagem tem uma
postura que seguirá através de seu
conhecimento de mundo. O professor poderá
organizar espaços para que este tipo de brincar
aconteça, e interagir na brincadeira colocando
alguns elementos (problemas, perguntas e outros)
que façam com que a criança possa estar
resolvendo.
 Os jogos dirigidos também contribuem muito
para a compreensão de regras e convívio social:
pega-pega, esconde-esconde, amarelinha, pular
corda, jogos e brincadeiras de roda e outros.
 Realizar brincadeiras e jogos dos povos
71
indígenas e Afro-Brasileiros. Ex. de origem Afro:
amarelinha, capoeira, samba, jongo, Maculelê.
 Origem indígena: Danças, manuseio e
confecção de materiais indígenas; arco e flecha
e instrumentos musicais.
Ao desenvolvimento de cada atividade apontar a
originalidade da brincadeira, dança ou material,
focalizando as contribuições culturais que os
povos oportunizaram para a cultura brasileira.
Obs: Para manifestar a oposição a qualquer forma
de discriminação é importante o professor(a)
observar qual tipo de discriminação pode estar
ocorrendo com determinada turma, ex:
discriminação entre classessociais, gêneros,
biótipos, religiosas e outros. Para cada situação
organizar a atividade sobre o assunto.
→ Corpo, Gesto e Movimentos
Sobre o universo social e cultural, tornando-se, progressivamente, conscientes dessa corporeidade. Por meio das diferentes
linguagens, como a música, a dança, o teatro, as brincadeiras de faz de conta, elas se comunicam e se expressam no
entrelaçamento entre corpo, emoção e linguagem.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
→ (MS.EI03CG01.s.01) Criar com o
corpo formas diversificadas de
expressão de sentimentos, sensações
e emoções, tanto nas situações do
cotidiano quanto em brincadeiras,
dança, teatro e música.
 Colocar a criança para brincar com objetos
amarrados, para que possa agarrar, puxar e
esticar.
 Explorar e desenvolver gestos relacionados com
a preensão, encaixe, do lançamento, utilizando
→ Propor às crianças o brincar
cotidianamente, utilizando práticas
corporais criativas para realizar jogos
e brincadeiras, criar e representar
personagens no faz de conta.
72
de suas habilidades manuais no cotidiano e da
experimentação de acordo com a fase de
desenvolvimento.
 Caminhar em cima de pneus, linhas...
 Desenvolver brincadeiras com elástico...
 Passar embaixo de cadeiras; montar casinhas
com carteiras...
 Brincadeiras, como por ex. “serpente”
 Conhecer regras dos jogos e brincadeiras para
movimentar-se de forma adequada ao interagir
com colegas e adultos.
 O movimento corporal e a musicalidade:
brincar, dançar e cantar;
 Discriminação auditiva: de instrumentos diversos,
de vozes, de sons da natureza, Sons urbanos,
etc;
 Sonorização de histórias,
 Peças teatrais, etc;
 Convidar pessoas da comunidade, que cantem
e/ou toquem algum instrumento para visitar a
instituição.
 Sons e ritmos produzidos pelo e com o próprio
corpo (palmas, bochechos, bater os pés, estalar
os dedos...)
 Participação em brincadeira e jogos rítmicos,
brincadeiras cantadas.
→ Promover brincadeiras nas quais as
crianças tenham de superar desafios
motores como a amarelinha, caça
ao tesouro, circuitos etc.
→ Propiciar momentos em que as
crianças possam interagir e se
expressar por meio de gestos e
movimentos, jogos tradicionais, jogos
de construção, jogos motores, jogos
rítmicos, jogos de percepção e jogos
de faz de conta.
→ Proporcionar situações para as
crianças utilizarem equipamentos
midiáticos para gravar: microfone,
celular, gravadores e câmeras.
→ Estimular a criança a produzir
movimento, promovendo a
autoconfiança e atitudes de respeito
quanto à sua produção e a dos
outros.
→ Formular atividades em que as
crianças possam experimentar
diferentes formas de equilíbrio,
variando as superfícies e os apoios
de corpo.
→ (MS.EI03CG02.s.02) Demonstrar
controle e adequação do uso de seu
corpo em brincadeiras e jogos,
escuta e reconto de histórias,
atividades artísticas, dentre outras
possibilidades.
→ (MS.EI03CG03.s.03) Criar
movimentos, gestos, olhares e
mímicas em brincadeiras, jogos e
atividades artísticas, como dança,
teatro e música. Explorar com
confiança suas possibilidades de
ação e movimento.
→ (MS.EI03CG04.s.04) Adotar hábitos
de autocuidado relacionados a
higiene, alimentação, conforto e
aparência.
→ (MS.EI03CG05.s.05) Coordenar
suas habilidades manuais no
atendimento adequado a seus
interesses e necessidades, em
situações diversas.
→ (MS.EI03CG00.n.06) Explorar o
espaço, orientando-se
corporalmente: frente, atrás, em
cima, embaixo dentro, fora, perto,
longe, esquerda e direita.
→ (MS.EI03CG00.n.07) Participar de
práticas culturais que envolvam
atividades e brincadeiras tradicionais
73
 Brincadeira da estátua;
 Criar movimentos, gestos, olhares, mímicas,
expressões de sentimentos e sensações, jogos e
atividades artísticas como dança, teatro e
música.
 Desenvolver brincadeiras de imitação como
“Siga o Mestre” e “Seu Lobo” estimulando o
reconhecimento dos movimentos do outro e do
próprio corpo. Propor representações de
experiências vividas no dia a dia pelas crianças,
como “derreter como um sorvete”; “flutuar
como uma pena”, “balançar como as folhas de
uma árvore” ou “cair como um raio”. Além de
arrancar boas gargalhadas das crianças, a
atividade vai estimular a associação de
conhecimento e a criatividade.
 Montagem com diferentes objetos. A partir de
materiais como sucata, tecido ou caixa de
papelão, as crianças são convidadas a
experimentarem no corpo as diferentes texturas.
Elas podem ser desafiadas a montarem
brinquedos ou ambientes, como um barco, um
túnel ou um castelo. Na medida que montam
essas estruturas, elas também são estimuladas a
desenvolverem movimentos mais precisos, como
recortar, empilhar ou encaixar. A atividade
também é importante para o movimento em
→ Possibilitar situações e brincadeiras
em que as crianças reconheçam as
partes do seu corpo e de seus
colegas, respeitando as diferenças
corporais relativas ao gênero, etnia,
faixa etária como também expressar
seus sentimentos.
→ Favorecer a autonomia das
crianças em relação aos cuidados
com seu corpo.
→ Promover atividades em que as
crianças cantem e recriem diferentes
cantigas e parlendas (batendo
palmas, assoviando, sussurrando
etc.).
→ Propor situações em que as
crianças possam explorar elementos
da cultura corporal relacionadas às
brincadeiras, à mímica, à dança ou
arte circense e outros considerados
pertinentes para que as crianças se
expressem e se comuniquem.
→ Incentivar e orientar a construção
de brinquedos com o uso de material
reciclável.
relacionadas ao movimento do seu
corpo, respeitando a diversidade.
→ (MS.EI03CG00.n.08) Explorar com
confiança suas possibilidades de
ação criando seus próprios
movimentos.
→ (MS.EI03CG00.n.09) Expressar-se
por meio de dança e dramatizações,
bem como por outras formas de
expressão, sentimentos e emoções.
→ (MS.EI03CG00.n.10) Explorar de
forma global os movimentos
corporais, desenvolvendo as
capacidades de locomoção,
equilíbrio, coordenação e
lateralidade.
→ (MS.EI03CG00.n.11) Identificar
situações de risco no ambiente mais
próximo.
https://educacaoinfantil.aix.com.br/o-eu-o-outro-e-o-nos/
74
relação ao outro, uma vez que o trabalho
coletivo exige conversa, negociação e
estratégias de resolução de problemas.
Fonte: https://educacaoinfantil.aix.com.br/corpo-
gestos-e-movimentos/
 Caixa musical - (Ver atividade no Livro “Pé de
brincadeira”, p. 51)
 Boi da cara de qualquer cor - O líder ira cantar a
música citando a cor que ele cantar e para pegar
e quem estiver com a cor e tem q virar estatua.
 Brincadeira de trem da Natureza- As crianças
fazem trenzinho caminhando pelo pátio ou em roda
na sala de aula. O professor diz: “vamos passear na
floresta” as crianças respondem: ”vamos passear na
floresta”. “Olha o que tem na floresta “ Olha o que
tem na floresta “ Flores: “vamos passear na floresta”
as crianças respondem: ”-vamos passear na
floresta” “Olha o que tem na floresta “ “ -Arvores.
Olha o que tem na floresta: Onça. Pato, etc.. as
crianças devem confeccionar os animas da
floresta .
 Bola ao cesto – (Ver atividade no Livro “Pé de
brincadeira”, p. 51).
 Brincadeiras com o vento. Nesta atividade, as
crianças irão observar como diferentes materiais
leves se comportam na presença de vento. (Fonte:
→ Proporcionar situações em que as
crianças possam brincar de faz de
conta de diversas formas: sozinhas,
com o grupo, com outras turmas de
forma livre e orientada.
→ Permitir que as crianças possam
descobrir e expressar suas
capacidades, por meio da ação
criativa e da expressão da emoção.
→ Organizar propostas que envolvam
histórias, brincadeiras, jogos, danças
e canções que digam respeito às
tradições de sua comunidade e de
outras.
→ Possibilitar meios de
deslocamento, habilidades de força,
velocidade, resistência e flexibilidade
nos jogos e brincadeiras dos quais as
crianças participam.
→ Propor circuitos e brincadeiras em
que a criança seja encorajada a
superar seus medos, limites,
insegurança e favorecer a
cooperação entre as crianças.
→ Disponibilizar acervode fantasias,
roupas, acessórios e outros materiais
https://educacaoinfantil.aix.com.br/o-eu-o-outro-e-o-nos/
https://educacaoinfantil.aix.com.br/corpo-gestos-e-movimentos/
https://educacaoinfantil.aix.com.br/corpo-gestos-e-movimentos/
75
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/3385/brincadeiras-com-o-vento).
Brincar de andar como robô, como zumbis, como
gatinhos ou como maria-mole, dentre outras formas,
e que possam criar histórias e narrativas,
dramatizando-as com os colegas, apropriando-se
de diferentes gestualidades expressivas.
 Atividades no espelho observação dos cabelos,
cor da pele, altura, valorizando na criança cada
característica observada.
 Roda da conversa destacando e observando
cada característica de si e do outro, na perspectiva
de valorização.
 Brincadeiras dramatizadas, utilizando fantasias...
 Vivenciar junto às crianças as atividades de vida
diária (escovação, higiene das mãos...)
 Tornar o momento de alimentação prazeroso,
organizando espaço de interação na hora da
alimentação dialogando e organizando junto com
as crianças a mesa e a disposição dos alimentos,
garantido a autonomia de escolhas.
 Organização do espaço, dos pertences pessoais
(canecas, toalhas, escova de dentes, pentes)
 Brincando de cuidar dos cabelos (Com base na
leitura de uma história, as crianças brincam de
cabeleireiro como forma de valorizar a própria
para fomentar o faz de conta.
→ Orientar as crianças sobre as
situações de risco na instituição.
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3385/brincadeiras-com-o-vento
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3385/brincadeiras-com-o-vento
76
identidade e as diferenças na turma)
Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/2836/brincando-de-cuidar-dos-cabelos
 Disponibilizar para a criança o dado dos
sentimentos, para identificar as expressões
(raiva, dor, alegria, espanto...).
 Utilizar o espelho para a criança entender a
suas expressões e o que cada uma delas
significa
 Contar histórias que tenha situações do
cotidiano e, após, as crianças dramatizam a
histórica contada pela professora
 Brincadeiras de faz de conta, onde o professor
assume personagens juntamente com a
criança, de mamãe, papai, tia, professor ou
filha para vivenciar situações do cotidiano
Propiciar momentos de danças com a criança e
participar com elas.
 Brincadeira de coelhinho sai da toca
 Cada criança deve segurar as pontas do
lençol colorido e balançar ao som de músicas
(acompanhar o ritmo) rápido, lento de
acordo com a música
 Brincar de amarelinha das cores, do alfabeto
dos números, ou a amarelinha tradicional;
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2836/brincando-de-cuidar-dos-cabelos
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2836/brincando-de-cuidar-dos-cabelos
77
 Passar por debaixo e por cima de cordas,
elásticos
 Segue o mestre;
 Brincadeiras com cordas pequenas (para
pular sozinho), corda grande, petecas, bolas,
piões, giz de lousa (para desenhar a
amarelinha), bolinhas de gude (contagem),
bambolês, cataventos, aros, potes e
detergente para fazer bolinha de sabão. Não
é necessário ter todas as opções. Organize
algumas numa caixa a ser levada para o
parque.
 Registrar as brincadeiras, através de desenho
ou escrita, com a ajuda da professora como
escriba.
VER EM: (https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/3789/brinquedos-e-brincadeiras-tradicionais)
 MASSINHA: fazer pão, biscoito ou
simplesmente massinha. O uso de massinhas, além
de muito prazeroso para a criança, ajuda-a a criar
formas e abstrair imagens no concreto auxiliando no
auto-controle, na atenção e na coordenação
motora sequencial. Massinhas coloridas e
associação com espátulas dinamiza mais este
recurso ajudando-a a visualizar e materializar novas
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3789/brinquedos-e-brincadeiras-tradicionais
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3789/brinquedos-e-brincadeiras-tradicionais
78
formas e novos objetos que serão criados a partir de
uma massa sem forma definida.
 ENFIAGEM DE MACARRÃO EM FIOS OU COM
BARBANTES COLORIDOS - Esta atividade ajuda a
criança a “acertar o alvo” do buraco ao qual
deverá introduzir o barbante. Isto estimula a
atenção, a coordenação motora fina e prepara a
criança para o uso futuro do lápis, pois simula a
ação que envolve este instrumento. Este tipo de
brincadeira pode ser ampliado unindo objetos,
formando letras e números, aprendendo a dar nó,
pendurando coisas, unindo formas e ajudando a
criança a memorizar sequências de tarefas.
 Dedoches - Imagens e totens que podem ser
fixados nos dedos das crianças podem ser muito
úteis para coordenação motora, pois auxiliam no
uso dos dedos para teatralizar personagens numa
sequência de histórias. Isto permite à criança
aprender a associar palavras com ações
coordenadas, unindo processos de linguagem ao
processamento visual e decisão de movimentar
determinados dedos.
 Prendedores e pegadores – realizar atividades
como estender roupas e prendê-las; pegar objetos
de uma bacia, com pegadores de macarrão,
pinças; espremer espumas, utilizando água e sabão;
Disponibilizar um determinado material para
79
as crianças (balões, tecidos, papéis, brinquedos
etc.), no primeiro momento deixar que elas
explorem esse material, posteriormente colocar
músicas com ritmos diferentes, calmas e agitadas, é
importante observar como as crianças estão
reagindo durante a atividade se estão sorrindo, se
não estão gostando, a partir desta observação o
professor(a) poderá colocar desafios, ex: quando
tocar a música agitada (frevo) todos só poder tocar
os balões com os pés. Quando tocar a música mais
calma todos tocam os balões com a cabeça.
 Brincadeira do espelho: o professor(a) conta
uma história uma história que todos se
transformarão em seu espelho, cada movimento
que o professor fizer todos terão que imitar,
posteriormente o professor escolhe uma criança
para fazer os movimentos, e assim segue até que
todos tenham participados.
 Brincadeiras cantadas: Tomate e caqui,
baratas Alienígenas, A, E, I, O, U.
https://www.youtube.com/watch?v=Hew4CywaPgE
https://www.youtube.com/watch?v=IFm3SRDPZ60
https://www.youtube.com/watch?v=HYWCEjnmJKU
&t=141s
 Para esta atividade será preciso de diversas
caixas de papelão de tamanhos variados, pedir
para as famílias, colegas de trabalho da unidade e
https://www.youtube.com/watch?v=Hew4CywaPgE
https://www.youtube.com/watch?v=IFm3SRDPZ60
https://www.youtube.com/watch?v=HYWCEjnmJKU&t=141s
https://www.youtube.com/watch?v=HYWCEjnmJKU&t=141s
80
coordenação. Reúna as crianças no grande
grupo para a leitura do livro “O homem que amava
caixas”, de Stephen Michael King. Converse com
elas a respeito de como as caixas podem se
transformar em outros objetos, como que o
personagem da história utilizava as caixas que
encontrava. Neste momento, explore as falas das
crianças sobre a narrativa do livro. Dialogue com
elas que você organizou um espaço em área
externa com caixas de papelão para brincarem da
forma que desejarem. Converse que elas utilizarão
as caixas conforme sua imaginação, como
acontece com o homem da história, na qual ele usa
a caixa para fazer castelos, aviões etc. Observe o
que as crianças dialogam entre si a respeito de
como brincarão. Combine com elas o momento de
finalizar a brincadeira e onde irão guardar as caixas.
Link para livro:
https://www.youtube.com/watch?v=UJ1tnReCF74
Link para livro em PDF:
https://oespacoeducar.com.br/wp-
content/uploads/2019/05/Download-em-PDF-
aqui-do-Livro-O-homem-que-amava-caixas.pdf
Link da atividade completa:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/3333/brincar-com-caixas-de-papelao
 Proporcionar momentos no parquinho ou
caixa de areia para que possam brincar de cozinha,
https://www.youtube.com/watch?v=UJ1tnReCF74
https://oespacoeducar.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Download-em-PDF-aqui-do-Livro-O-homem-que-amava-caixas.pdf
https://oespacoeducar.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Download-em-PDF-aqui-do-Livro-O-homem-que-amava-caixas.pdf
https://oespacoeducar.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Download-em-PDF-aqui-do-Livro-O-homem-que-amava-caixas.pdfhttps://novaescola.org.br/plano-de-aula/3333/brincar-com-caixas-de-papelao
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3333/brincar-com-caixas-de-papelao
81
se possível disponibilizar panelas e outros objetos de
cozinha para incentivar a criação e representação
da criança no jogo de faz de conta.
→ Traços, Sons, Cores e Formas
Promover a participação das crianças em tempos e espaços para a produção, manifestação e apreciação artística, de modo
a favorecer o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade e da expressão pessoal das crianças, permitindo que se
apropriem e reconfigurem, permanentemente, a cultura e potencializem suas singularidades, ao ampliar repertórios e interpretar
suas experiências e vivências artísticas.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
→ (MS.EI03TS01.s.01) Utilizar sons
produzidos por materiais, objetos e
instrumentos musicais durante
brincadeiras de faz de conta,
encenações, criações musicais,
festas.
- Confeccionar um parque sonoro para a criança
conhecer as diferentes alturas e timbres de sons
graves e agudos
- Criar uma bandinha com as crianças sendo que
cada um poderá tocar um instrumento.
- Participar de brincadeiras onde a criança possa
cantar músicas acompanhada com instrumentos
musicais ou mesmo karaokê.
- Promover brincadeiras com música em que o
professor possa estimular as potencialidades
musicais das crianças
- BRINCAR COM SOMBRAS - Selecione em
quantidade suficiente para exploração livre das
crianças: brinquedos diversos, fantasias e adereços
(como pentes, fivelas diversificadas, laços), jogos de
encaixe, objetos como canudos, folhas de árvores,
recicláveis e outros materiais de largo alcance. Além
→ Promover o acesso das crianças a
um repertório musical diversificado e
de boa qualidade, favorecendo os
vários estilos musicais e culturais.
→ Possibilitar espaços, organizar o
tempo e disponibilizar materiais para
que as crianças possam apreciar
diferentes gêneros musicais,
interpretar e produzir musicais.
→ Criar com as crianças intervenções
sonoras ao longo de uma narrativa
com a própria voz, com o corpo,
com objetos e instrumentos musicais.
→ Disponibilizar instrumentos musicais
para que as crianças tenham acesso
a tipos diferentes de som, explorando
a intensidade, duração, altura e
→ (MS.EI03TS02.s.02) Expressar-se
livremente por meio de desenho,
pintura, colagem, dobradura e
escultura, criando produções
bidimensionais e tridimensionais.
→ (MS.EI03TS03.s.03) Reconhecer as
qualidades do som (intensidade,
duração, altura e timbre), utilizando-
as em suas produções sonoras e ao
ouvir músicas e sons.
→ (MS.EI03TS00.n.04) Aprender a
escutar e apreciar diferentes gêneros
musicais de artistas locais, regionais,
nacionais e internacionais, refinando
82
desses materiais, selecione também lençol branco,
barbante, lanternas, retroprojetor e/ou projetor data
show. Livro Brincadeira de sombra, de Ana Maria
Machado. Fonte: https://novaescola.org.br/plano-
de-aula/3388/brincar-com-sombras
SONORIZANDO UM CONTO INDÍGENA (Fonte:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/3227/sonorizando-um-conto-indigena)
- Usar a técnica da pintura a sopro, como por
exemplo, usar guache no papel, em cores variadas,
soprar e formar desenho. Perguntar as crianças
como e por que isso acontece? -
- Produzir objetos esteticamente e expor os trabalhos
de modo que vejam o que produziram; -
- Propor as crianças que façam desenhos a partir da
observação das mais diversas situações, cenas,
pessoas e objetos
- Criar e recriar objetos e imagens usando
imaginação através do desenho livre ou conduzido;
- Desenhar sombra de objetos e animais (miniaturas).
- Criar um álbum de fotografias ou um álbum de
desenhos coletivo ou individual para apreciação
- Disponibilizar suporte e apreciar espaço, cor,
luminosidade, textura, volume para um cantinho da
pintura;
timbre.
→ Organizar espaços, tempos,
materiais e intervenções para as
produções e criações das crianças:
desenho, pintura, colagem,
modelagem, escultura etc.
→ Possibilitar visitas às exposições de
artes visuais, espetáculos de música,
teatro e dança.
→ Organizar brincadeiras e espaços
para que as crianças possam assistir
a filmes, fotografar, dançar, recitar
poesias, cantar, ouvir histórias etc.
→ Planejar e encaminhar estudos do
trabalho de arte produzido por
artistas locais, regionais, nacionais e
internacionais, propiciando
momentos de conhecer e produzir a
partir dos referenciais conhecidos.
→ Selecionar obras de literatura
infantil que apoiem vivências para
conhecer autores e suas obras.
→ Organizar brincadeiras de faz de
o gosto e tornando-se mais sensível
em relação à linguagem musical.
→ (MS.EI03TS00.n.05) Dançar ao som
de músicas variadas, de diferentes
regiões e grupos culturais.
→ (MS.EI03TS00.n.06) Conhecer,
produzir e criar a partir de referências
artísticas locais, regionais, nacionais e
internacionais.
→ (MS.EI03TS00.n.07) Desenvolver e
avançar em seus percursos
expressivos e criativos por meio do
desenho, pintura, escultura, literatura,
cinema, teatro e dança.
→ (MS.EI03TS00.n.08) Vivenciar
recitais de poesias, saraus, teatro,
brincadeiras de improvisação
musical e dança, em diferentes
contextos e situações.
→ (MS.EI03TS00.n.09) Ampliar sua
experiência de sensibilidade artística
e apreciação estética por meio das
diferentes manifestações de arte.
→ (MS.EI03TS00.n.10) Conhecer e
apreciar as expressões artísticas de
diferentes povos, frequentando
ambientes em que as manifestações
culturais e artísticas estejam
presentes.
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3388/brincar-com-sombras
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3388/brincar-com-sombras
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3227/sonorizando-um-conto-indigena
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3227/sonorizando-um-conto-indigena
83
- Oferecer diversas atividades simultâneas de como
desenhar, pintar, modelar, colagens para que as
crianças possam fazer suas escolhas;
- Distribuir várias imagens pela sala e deixá-lo
observar e questionar (cores, formas, proporções,
contornos);
- DESENHO COM AREIA E COLA
(https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/2861/desenhos-com-areia-e-cola)
- TRIDIMENSIONALIDADE E FORMAS GEOMÉTRICAS
(https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/4826/tridimensionalidade-e-formas-
geometricas)
- Desenhar e construir produções bidimensionais e
tridimensionais ou usar materiais artísticos para
expressar suas ideias, sentimentos e experiências. O
currículo pode construir objetivos relacionados à sua
reflexão sobre o fazer artístico — por exemplo, usar
uma variedade de materiais artísticos para se
expressar ou utilizar a investigação que realiza sobre
o espaço, as imagens, as coisas ao seu redor para
significar e incrementar sua produção artística. O
currículo local pode, ainda, trazer objetivos
relacionados ao conhecimento e à apreciação de
produções artísticas de sua cultura ou de outras
culturas regionais, nacionais ou internacionais.
(Fonte:
http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=256
conta e construção de cenários
lúdicos com objetos variados que
possam ser utilizados e apropriados
pelas crianças em suas simbolizações
e representações.
→ Planejar e desenvolver projetos de
apresentações de teatro e dança
com as crianças e brincadeiras de
improvisação, incluindo pessoas da
comunidade.
→ Convidar pessoas da comunidade
e artistas locais para falar sobre
diferentes manifestações artísticas.
→ Propor ateliês de desenho como
atividade permanente de
constância diária.
→ Organizar momentos de produção
livre, tais como: construção com
diferentes materiais, pintura,
modelagem etc.
→ Disponibilizar diferentes materiais
às crianças para que possam decidir
quais utilizar, o que fazer com eles,
favorecendo o interesse pelos
processos de investigação e criação.
→ (MS.EI03TS00.n.11) Participar da
confecção de diferentes
instrumentos sonoros e/ou musicais.
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2861/desenhos-com-areia-e-cola
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2861/desenhos-com-areia-e-colahttps://novaescola.org.br/plano-de-aula/4826/tridimensionalidade-e-formas-geometricas
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4826/tridimensionalidade-e-formas-geometricas
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4826/tridimensionalidade-e-formas-geometricas
http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=256&section=9
84
&section=9)
- Pintura com guache - Usar pincéis para pintar é um
recurso valioso para a coordenação motora, pois
permite que as crianças controlem melhor a
preensão do pincel, sintam a consistência do
instrumento sendo pressionado no papel, compare
a necessidade de colocar mais tinta de acordo
com o que fica representado no plano do papel. O
guache seca rápido, não? Então, a criança deve
agilizar a pintura para que resulte numa imagem
homogênea estimulando-a a usar o tempo como
um modulador da prática motora. A pintura com
guache e aquarela –livre e em suportes variados.
- Pintura com rolinho de espuma (diversos tamanhos
e texturas). Usar rolinhos para pintar é um recurso
valioso para a coordenação motora, pois permite
que as crianças controlem melhor a preensão do
rolinho, sintam a consistência do instrumento sendo
pressionado no papel, compare a necessidade de
colocar mais tinta de acordo com o que fica
representado no plano do papel.
- Dobraduras simples - As dobraduras estimulam
noção de proporção, espaço, linearidade na ação
motora, criatividade, atenção seletiva e sustentada
e memorização de formas e sequências.
Dependendo do material que será dobrado, ajuda
a criança a usar sua força de acordo com a
→ Ampliar as experiências estéticas
das crianças, possibilitando o acesso
a livros, imagens diversas, filmes,
fotografias, cenários naturais, museus,
parques, galerias de arte etc.
→ Realizar oficinas de arte, jogos,
instrumentos sonoros e brincadeiras
de faz de conta, proporcionando a
aproximação e a experimentação
de diferentes expressões com
diversos tipos de materiais.
http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=256&section=9
85
resistência do material.
-Escultura com argila, massa de modelar ou terra
molhada. A escultura estimula a noção de
proporção, espaço, tamanho, linearidade na ação
motora, criatividade, atenção seletiva e sustentada
e memorização de formas e sequências. Com estas
atividades os pequenos vão entendendo
naturalmente o funcionamento do mundo físico e
sua relação com o que eles veem com os olhos e
sentem com as mãos.
- Participar de comemorações onde a criança
possa cantar músicas acompanhadas de
instrumentos musicais ou mesmo karaokê.
- Promover momentos de festivais de música em que
o professor possa estimular as potencialidades
musicais das crianças.
- Promover momentos literário com a família em que
a criança recite pequenas trovas, versos ou cante
músicas em corais, solo, trio ou duplas.
- Realizar pequenas apresentações de teatro para a
comunidade e familiares em dia de comemorações.
- Ateliê de artes: experiências sensoriais
(manipulação e exploração de materiais como lixas,
buchas, tecidos, papéis variados, tintas, areia, argila,
etc.).
- Complementação da figura humana.
86
- Modelagem com massinha e argila.
- Rasgadura e colagem (papéis de espessura
variadas)
- Observação das ilustrações dos livros de literatura e
de outras imagens.
- Apreciar o trabalho de artes visuais de outras
turmas que são expostos nos painéis e corredores.
-Confecção de instrumentos musicais com materiais
reutilizáveis
Confeccionar bandinhas com as crianças e
entender diferentes timbres sonoros
Reconhecer os diferentes instrumentos
Nos timbres de voz identificar os sons graves e
agudos.
Identificar os instrumentos assistindo vídeos de
bandas, orquestras, duplas e solos cantando e
tocando instrumentos;
Buscar sons em diferentes objetos
- O CANTO INDÍGENA
(https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2888/o-
canto-indigena)
- OS TRAÇOS MARCANTES DA DANÇA
(https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4111/os-
tracos-marcantes-da-danca);
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2888/o-canto-indigena
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2888/o-canto-indigena
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4111/os-tracos-marcantes-da-danca
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4111/os-tracos-marcantes-da-danca
87
- Jogos de imitação no espelho.
- Dançar em cima do tapete bolha, ou sapatear em
cima do tapete bolha
- Cantar músicas com fantoches
- Cantar e dançar músicas com gestos e palmas,
movimentando o corpo
- Bambolear ao som de músicas com ritmos alegres
ou ritmos suaves ou lentos. (Dependendo do
momento da turma ou do projeto a ser realizado)
- Utilizar sons produzidos por materiais, objetos, com
o próprio corpo e instrumentos musicais durante
brincadeiras de faz de conta, encenações, criações
musicais, festas.
- Conhecer gêneros e estilos musicais de diferentes
épocas e culturas, identificando suas características.
- Explorar diferentes tipos de materiais e utilizá-los na
composição de suas produções;
- Conhecer e explorar diversos materiais necessários
para o fazer artístico.
- Utilizar diferentes materiais artificiais (tampinhas,
botões...) e da natureza (folhas, cascas, pedras,
sementes...) em suas produções artísticas.
- Utilizar as diferentes modalidades da linguagem
visual e plástica – pintura, desenho, escultura,
colagem, construção –para realizar as próprias
88
produções, de acordo com escolhas pessoais de
temas, materiais, suportes, meios e instrumentos;
- Conhecer e dominar progressivamente os suportes
materiais, meios e instrumentos que apóiam e
viabilizam o fazer artístico;
- Brincadeira cantada o “Homem vinha pela
Estrada”
Link da música;
https://www.youtube.com/watch?v=A1aT_HUWpLU
Link da Brincadeira cantada:
https://www.youtube.com/watch?v=PKB2kXgmJEM
- Jogo Just Dance kids: com um data show/ TV ou
computador colocar os vídeos do jogo Just dance para as
crianças dançarem junto ao vídeo.
Link Just Dance: https://www.youtube.com/watch?v=zA5rnI-
zMaM&list=PLZpentKLMbg5ub7qwegboZbnU0ni7ZycE&index=2
https://www.youtube.com/watch?v=IlDM-MptmjQ
https://www.youtube.com/watch?v=ERbdjlvg6dg
O professor(a) poderá realizar um momento de
brincadeiras de faz de conta e posteriormente pedir
para as crianças desenharem o que brincaram e
como se sentiram durante a brincadeira.
Confeccionando o avião de papel: o professor
reúne o grupo de crianças e apresenta a
possibilidade de cada criança construir um avião de
https://www.youtube.com/watch?v=A1aT_HUWpLU
https://www.youtube.com/watch?v=PKB2kXgmJEM
https://www.youtube.com/watch?v=zA5rnI-zMaM&list=PLZpentKLMbg5ub7qwegboZbnU0ni7ZycE&index=2
https://www.youtube.com/watch?v=zA5rnI-zMaM&list=PLZpentKLMbg5ub7qwegboZbnU0ni7ZycE&index=2
https://www.youtube.com/watch?v=IlDM-MptmjQ
https://www.youtube.com/watch?v=ERbdjlvg6dg
89
papel. Apresenta para a turma a imagem com o
passo a passo da construção desse avião de papel.
Nesse momento o professor poderá também falar
do origami, que é uma arte tradicional japonesa de
dobrar papel. Após a confecção dos aviões levar as
crianças ao espaço externo para explorarem e
brincarem.
Realizar uma roda de conversa com as crianças e
pedir que escolham as músicas que gostam para se
expressarem, provavelmente cada criança trará a
música de seu contexto familiar, funk, gospel, infantis
e etc. É importante observar e respeitar se alguma
criança não quiser se expressar em determinado
tipo de música e intervir em qualquer manifestação
de discriminação por parte de algum grupo ou
criança.
→ Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação
Promover experiências nas quais as crianças possam falar e ouvir, potencializando sua participação na cultura oral, pois é na
escuta de histórias, na participação em conversas, nas descrições, nas narrativas elaboradas individualmente ou em grupo e nas
implicações com as múltiplas linguagens. A literatura infantil, propostas pelo educador, mediador entre os textos e as crianças,
contribuem para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imaginação e da ampliação do conhecimento de
mundo.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICASDE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
90
→ (MS.EI03EF01.s.01) Expressar ideias,
desejos e sentimentos sobre suas
vivências, por meio da linguagem
oral e escrita (escrita espontânea),
fotos, desenhos e outras formas de
expressão.
 Na roda da conversa a professora deve instigar a
conversa perguntando sobre a rotina das
crianças em casa, em outros espaços, suas
preferências de lazer, alimentação, animais, entre
outras preferências.
 Pedir para que registre desenhando suas
vivências e experiências, ou que recortem em
revistas.
 Pedir para as crianças relatar e registrar os
passeios, festas e/ou outras atividades
extracurriculares realizadas dentro e fora do
espaço da unidade escolar com o envolvimento
das mesmas.
 “Desenho coletivo” (Ver no Livro Pé de
Brincadeira, p. 41)
 “O que tem na minha escola?” (Ver no Livro Pé
de Brincadeira, p. 52).
 “Minha Identidade” (Ver no Livro Pé de
Brincadeira, p. 59).
 “Nossos direitos” (Ver no Livro Pé de Brincadeira,
p. 88)
 Escrita de um álbum de dicas para crianças
menores (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-
de-aula/4359/escrita-de-um-album-de-dicas-
para-criancas-menores).
 Apreciação e produção artística (Fonte:
https://novaescola.org.br/plano-de-
→ Pesquisar e compartilhar com as
crianças brincadeiras de diferentes
grupos culturais, possibilitando a
criação de cenários e adereços para
brincarem com as tradições
populares.
→ Compartilhar com as crianças
notícias, informações que circulam
socialmente e discutir pontos de vista
diferentes sobre o assunto, dando a
elas possibilidades de formular e
expressar suas opiniões.
→ Criar contextos para organizar a
vida em grupo, trocar ideias a
respeito dos estudos que serão
realizados, comentar as ações, trazer
temáticas que atendam os interesses
e curiosidades das crianças.
→ Ampliar o repertório literário do
grupo, selecionando bons livros e
diferentes gêneros textuais (poemas,
contos, histórias, parlendas,
quadrinhas, adivinhas, lendas e
canções) e disponibilizando-os para
manuseio e leitura.
→ Ler diariamente em voz alta para
as crianças atentando-se para:
→ (MS.EI03EF02.s.02) Inventar
brincadeiras cantadas, poemas e
canções, criando rimas, aliterações e
ritmos.
→ (MS.EI03EF03.s.03) Escolher e
folhear livros, procurando orientar-se
por temas e ilustrações e tentando
identificar palavras conhecidas.
→ (MS.EI03EF04.s.04) Recontar
histórias ouvidas e planejar
coletivamente roteiros de vídeos e
de encenações, definindo os
contextos, os personagens, a
estrutura da história.
→ (MS.EI03EF05.s.05) Recontar
histórias ouvidas para produção de
reconto escrito, tendo o professor
como escriba.
→ (MS.EI03EF06.s.06) Produzir suas
próprias histórias orais e escritas
(escrita espontânea), em situações
com função social significativa.
→ (MS.EI03EF07.s.07) Levantar
hipóteses sobre gêneros textuais
veiculados em portadores
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4359/escrita-de-um-album-de-dicas-para-criancas-menores
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4359/escrita-de-um-album-de-dicas-para-criancas-menores
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4359/escrita-de-um-album-de-dicas-para-criancas-menores
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2630/apreciacao-e-producao-artistica
91
aula/2630/apreciacao-e-producao-artistica)
 Desenvolver situações de conversa com os
colegas e professor, de forma a ampliar a
participação e a expressividade, tais como
contar histórias do dia a dia, relatar as atividades
desenvolvidas na escola (o que fizeram, como
fizeram, quem participou, o que aprenderam)
 Participar oralmente da construção de pequenos
textos coletivos que envolvam situações reais ou
situações de faz de conta.
 Recontar o que ouviu: histórias, casos, recados,
instruções, etc., com a ajuda do professor.
 Brincadeira da rima com as crianças, mostrar
oralmente para elas como acontece as rimas.
Exemplificando (coração com melão/ chão.
Amor com calor/ suor etc..) ou aliteração ( raio/
rádio rápido);
 “A Canoa Virou” (Ver no Livro Pé de Brincadeira,
p. 44)
 “Adivinha quem é?” (Ver no Livro Pé de
relatar as razões das escolhas dos
textos, dar entonação expressiva na
leitura, ajustar a voz às características
do personagem, enfatizar pausas,
criar suspenses, formular perguntas
sobre o que virá ou as impressões das
crianças.
→ Conversar sobre as histórias lidas e
ouvidas, favorecendo a troca de
opiniões entre o grupo, o
entendimento e interesse pela leitura.
→ Propiciar momentos para que as
crianças possam ler, contar e
recontar suas histórias, causos e
outras histórias.
→ Organizar suportes de escrita e
propor brincadeiras de faz de conta
nas quais as crianças precisem utilizar
estes materiais: bloco de anotações,
canetas, cardápios, talões de
conhecidos, recorrendo a estratégias
de observação gráfica e/ou de
leitura.
→ (MS.EI03EF08.s.08) Selecionar livros
e textos de gêneros conhecidos para
a leitura de um adulto e/ou para sua
própria leitura (partindo de seu
repertório sobre esses textos, como a
recuperação pela memória, pela
leitura das ilustrações etc.).
→ (MS.EI03EF09.s.09) Levantar
hipóteses em relação à linguagem
escrita, realizando registros de
palavras e textos, por meio de escrita
espontânea.
→ (MS.EI03EF00.n.10) Ouvir, narrar,
encenar, apreciar histórias e
diferentes textos literários para
desenvolver uma relação prazerosa
com a leitura e o texto e refletir sobre
a linguagem escrita em diferentes
situações de comunicação e
produção de escrita autônoma.
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2630/apreciacao-e-producao-artistica
92
Brincadeira, p. 110).
 Brincadeiras de Palmas - Dom Frederico (pode-se
adequar a uma brincadeira da realidade
regional/local) (https://novaescola.org.br/plano-
de-aula/4362/brincadeiras-de-palmas-dom-
frederico). Buscar sincronia entre movimentos e
canções.
 Disponibilizar às crianças livros, revistas e
enciclopédias procurando e identificando
palavras ou mesmo letras já conhecidas pelas
crianças.
 Recorte de letras que compõe o nome, identificar
letras do projeto ou tema que está sendo
trabalhado;
 Visitar a biblioteca e pedir para as crianças
identificarem as letras nos livros.
 Descobridores de poemas (Fonte:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/2895/descobridores-de-poemas).
 Escolher livros para ler.
 Fazer lista de livros (professora escriba). Manter
exposta na parede para que as crianças possam
ter contato. Solicitar que pintem, com cores
diferentes, as letras do nome.
 Lendo biografias (Fonte:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/4865/lendo-biografias). Vivenciar em seu
cheque, jornais e revistas, livros,
computadores etc.
→ Colocar-se no papel de escriba e
leitor para as crianças, propiciando
atividades de produção e
compreensão de textos.
→ Explorar a sonoridade dos textos e
palavras (rimas, aliterações, ritmos)
por meio de jogos e brincadeiras.
→ Criar oportunidades e aproveitar
todas as situações que ocorrem nas
turmas que são necessárias e úteis
para escrever e ler com as crianças.
→ Organizar situações na sala nas
quais seja justificado o uso dos textos
informativos diversos: notícias sobre
acontecimentos importantes,
informações relativas ao assunto que
se está trabalhando, elaboração de
murais, pesquisa sobre um tema;
notícias da cidade ou bairro etc.
→ Possibilitar o reconhecimento e a
escrita do próprio nome e de outras
escritas, utilizando os conhecimentos
de que dispõe sobre o sistema de
escrita alfabética.
→ (MS.EI03EF00.n.11) Elaborar
perguntas e respostas de acordo
com os diversos contextos de que
participam.
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4362/brincadeiras-de-palmas-dom-frederico
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4362/brincadeiras-de-palmas-dom-frederico
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4362/brincadeiras-de-palmas-dom-frederico
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2895/descobridores-de-poemas
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2895/descobridores-de-poemas
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4865/lendo-biografias
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4865/lendo-biografias93
cotidiano práticas de leituras como busca para
se aprender sobre algo ou alguém. Solicita-se
ainda que o professor selecione cinco títulos de
livros queridos pela turma. Também é necessário
planejar a impressão das informações sobre o
referido autor, logo após a pesquisa na internet
feita junto com o grupo.
 Propiciar oportunidades e momentos para que a
criança identifique e fale o nome de objetos,
animais, personagens que aparecem em
diferentes suportes oferecidos: revistas, livros,
fotografias, desenhos animados, etc.
 Promover diálogo, canções e histórias,
internalizando novas palavras e expressões de
forma a ampliar o vocabulário.
 Assistir vídeo infantil de curta metragem
(significativo) e após em roda de conversa
comentar sobre, com as crianças.
 Fazer encenação de histórias contadas ou
recontar as histórias para as crianças, cada um
sendo uma personagem (fantasiada ou não)
 “Conte outra vez” (Ver no Livro Pé de Brincadeira,
p. 44)
 “Lenda Africana” (Ver no Livro Pé de Brincadeira,
p. 63).
 Escrita de um roteiro de encenação - Nesta
→ Criar oportunidades para que as
crianças possam utilizar a linguagem
oral ou a Libras para conversar,
brincar, comunicar e expressar
desejos, necessidades, opiniões,
ideias, preferências e sentimentos e
relatar vivências nas diversas
situações de interação presentes no
cotidiano.
→ Oferecer atividades que estimulem
a produção escrita de listas, convites,
bilhetes, legendas, recontos etc.
→ Favorecer a exploração da
sonoridade dos textos e palavras por
meio de jogos e brincadeiras para
ampliação de repertório.
→ Propor rodas de conversa para as
crianças se expressarem sobre
questões da sala, da cidade, de
temas locais e outros, e convidar
pessoas da comunidade para
participar desses momentos.
94
atividade, as crianças transformam um conto
clássico já conhecido em uma peça de teatro.
(Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/3778/escrita-de-um-roteiro-de-encenacao).
 Identificar personagens, cenários, trama,
sequência cronológica, ação e intenção dos
personagens, ou objetivos relacionados à língua
escrita, como encontrar diálogos memorizados no
texto escrito ou ditar partes da história ao
participar da construção de roteiros de vídeos 1ou
encenações. O currículo local pode, ainda,
abordar atitudes a serem desenvolvidas, como
envolver-se em situações de pequenos grupos,
contribuindo para a construção de roteiros de
vídeos ou encenações coletivas. (Fonte:
http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=2
61&section=12).
 Contar histórias sobre a cidade, realizar passeio
pela cidade observando e comentado os
cenários das histórias contadas (Monumentos:
Colono, Ervateiro, Antônio João, Usina Velha
etc.…).
 Atividade - Exploração das ilustrações do livro -
1 Links: Como fazer fotos e vídeos durante as aulas <https://www.youtube.com/embed/SFEma3Xqlrk>
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3778/escrita-de-um-roteiro-de-encenacao
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3778/escrita-de-um-roteiro-de-encenacao
http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=261&section=12
http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=261&section=12
https://www.youtube.com/embed/SFEma3Xqlrk
95
As crianças vão explorar todos os elementos do
livro e mergulhar em uma nova história. (Fonte:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/2651/exploracao-das-ilustracoes-do-livro);
 Atividade - Atuando como personagens da
história - Após a leitura de uma história, a turma
irá reencená-la e criar novas possibilidades para
o enredo. (Fonte:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/4126/atuando-como-personagens-da-
historia
 “Festival de Estrelas” (Ver no Livro Pé de
Brincadeira, p. 76).
 “Prioridade em situação de risco” (Ver no Livro Pé
de Brincadeira, p. 94).
 Escrita de um novo final para uma história
conhecida. Nesta atividade, as crianças irão criar
um novo final para uma história escolhida por
elas. A professora atua como escriba nessa
atividade de escrita coletiva. (Fonte:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/3891/escrita-de-um-novo-final-para-uma-
historia-conhecida).
 Ditado para o professor: produção de texto oral
com destino escrito (Ao desempenhar o papel de
escriba e pedir que os estudantes criem
oralmente um texto, o docente trabalha o
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2651/exploracao-das-ilustracoes-do-livro
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2651/exploracao-das-ilustracoes-do-livro
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4126/atuando-como-personagens-da-historia
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4126/atuando-como-personagens-da-historia
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4126/atuando-como-personagens-da-historia
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3891/escrita-de-um-novo-final-para-uma-historia-conhecida
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3891/escrita-de-um-novo-final-para-uma-historia-conhecida
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3891/escrita-de-um-novo-final-para-uma-historia-conhecida
96
comportamento escritor, as diferenças entre a
linguagem oral e a escrita e a importância de
sempre revisar o que é produzido, individual ou
coletivamente).
 Compreender que a escrita representa a fala ou
perceber a diferença entre dizer e ditar. O
currículo local pode, ainda, abordar atitudes a
serem desenvolvidas, como, por exemplo,
interessar-se por participar de situações coletivas
de criação ou reconto de histórias. Fonte:
https://novaescola.org.br/conteudo/2506/ditado-para-o-
professor-producao-de-texto-oral-com-destino-escrito.
 Contando e recontando histórias com “João e
Maria” (Conhecer o clássico infantil João e Maria;
Saber ouvir e sentir prazer nas situações que
envolvam a leitura de histórias; Interpretar a
história apresentada em duas linguagens
diferentes: filme e teatro; Ampliar vocabulário e
expressar opinião; Recontar a história João e
Maria com os alunos utilizando
“dedoches”. (Fonte:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.ht
ml?aula=51360).
 Conto e Reconto de histórias (Os/As alunos/a
poderão se apropriar das estruturas estáveis do
gênero textual conto, a ponto de construírem
autonomia de escrita ao reescrevê-lo. Fonte:
https://novaescola.org.br/conteudo/2506/ditado-para-o-professor-producao-de-texto-oral-com-destino-escrito
https://novaescola.org.br/conteudo/2506/ditado-para-o-professor-producao-de-texto-oral-com-destino-escrito
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=51360
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=51360
97
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html
?aula=13144
Comentar resumidamente experiências e situações
vividas em brincadeiras, festas, passeios com a
mediação do adulto e de recursos visuais, como
ilustrações.
Reconhecer e recitar parlendas simples e outros
textos da tradição oral, como as quadrinhas,
adivinhas, canções, etc.
 Um novo final para uma história - Nesta atividade,
o professor serve como escriba para que as
crianças reescrevam uma história conhecida
alterando o seu final. (Fonte:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/4848/um-novo-final-para-uma-historia)
 Contar suas histórias, com o propósito de
expressar por meio da linguagem oral (diálogos)
e escrita (espontânea), ideias, desejos e
sentimentos sobre as suas vivências.
 Possibilitar ambientes (brincadeiras de faz de
conta, por exemplo) que permita a criança
formular perguntas, levantar hipóteses e
manifestar opiniões próprias sobre os
acontecimentos.
 Criar e recontar histórias oralmente, com base em
imagens ou temas sugeridos. Pela professora ou
pelos próprios alunos.
 Escrever coletivamente uma carta a uma seção
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13144
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13144
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4848/um-novo-final-para-uma-historia
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4848/um-novo-final-para-uma-historia
98
do jornal, posicionando-se sobre a leitura de
algum artigo lido em grupo;
 “Amor e compreensão” (Ver noLivro Pé de
Brincadeira, p. 93)
- “Meu alimento preferido” (Ver no Livro Pé de
Brincadeira, p. 102);
- “Em alerta!” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 104);
- “Dia de feirinha” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p.
130);
- “Confeiteiros Mirins” (Ver no Livro Pé de Brincadeira,
p. 132);
- Atividade - Lendo Ilustrações - Trabalhe estratégias
de leitura ao propor que as crianças tentem
antecipar a história com base nas imagens de um
livro. (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/3324/lendo-ilustracoes)
- Explorar gestos, expressões corporais, sons da
língua, rimas, além dos significados e dos sentidos
das palavras nas histórias dos livros e nas
canções, aumentando gradativamente sua
compreensão da linguagem verbal e
expressando-se cada vez mais com clareza e
fluência.
“Receitas de Família” (Ver no Livro Pé de
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3324/lendo-ilustracoes
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3324/lendo-ilustracoes
99
Brincadeira, p. 74).
- Promover brincadeiras cantadas, poemas e
canções, criando rimas, aliterações e ritmos;
- Utilizar-se da estratégia de escrita dos diferentes
gêneros (parlendas, poemas, contos, musicas,
receitas...) em cartazes que fiquem expostos à
altura da criança. Ilustrar coletivamente.
- Escolher livros de forma coletiva;
- Recontar histórias ouvidas, para produção de
reconto (professora escriba);
- Brincar com as palavras (cantigas, parlendas,
quadrinhas...)
- Identificar nos títulos de livros, as letras conhecidas.
- Gravar áudios das crianças lendo poemas,
quadrinhas e parlendas em voz alta;
- Selecionar poesias para produzir uma coletânea
ilustrada das favoritas do grupo para presentear a
biblioteca ou outra sala (Oliveira, 2014, p. 162).
- Produzir gravação de poesia recitadas pelo grupo
e preparar um encarte com as letras para quem
quiser acompanhar, podendo levar para casa
para ouvir nas férias (Oliveira, 2014, p. 162).
- Fazer um livro de receitas (regionais, favoritas do
100
grupo, sucos, vitaminas, sobremesas de chocolate,
etc) para levar para casa e pedir ajuda aos pais
para preparar algumas em casa, se possível
(Oliveira, 2014, p. 162).
“Memória dos nomes” (Ver no Livro Pé de
Brincadeira, p. 82);
“Nome e nacionalidade” (Ver no Livro Pé de
Brincadeira, p. 91);
- Atividade - Escrever uma indicação da nossa
história favorita - Nesta atividade, a professora
serve como escriba para a produção de um texto
coletivo;
- Recontando uma notícia de jornal;
- Novos personagens para a história;
- Mudando o cenário da história;
- Um novo final para uma história
VER COMO FAZER: https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/4365/escrever-uma-indicacao-da-nossa-historia-
favorita
- Atividade - Fazendo rimas a partir de uma
parlenda. Explore com as crianças pequenas o
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4363/recontando-uma-noticia-de-jornal
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4850/novos-personagens-para-a-historia
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4849/mudando-o-cenario-da-historia
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4848/um-novo-final-para-uma-historia
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4365/escrever-uma-indicacao-da-nossa-historia-favorita
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4365/escrever-uma-indicacao-da-nossa-historia-favorita
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4365/escrever-uma-indicacao-da-nossa-historia-favorita
101
texto de parlendas já conhecidas por elas.
VER COMO FAZER: https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/2637/fazendo-rimas-a-partir-de-uma-parlenda
Atividade - Criação de manuais de jogos - Nesta
atividade, as crianças irão elaborar um texto
explicando como jogar um jogo já conhecido por
elas.
VER COMO FAZER: https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/4836/criacao-de-manuais-de-jogos
 Faça uma roda com o grande grupo e
converse com as crianças a respeito das
observações que fazem da natureza, se já
observaram com atenção algumas partes das
plantas e o que encontram de interessante ao
observar árvores, flores, folhas, terra, raízes. Interaja
com as crianças ouvindo seus relatos e
experiências e compartilhe com elas as suas
também. Complemente que seria divertido
registrá-las em fotografias, para serem exibidas na
sala de atividades. Convide-as para fazer isso,
visitando uma área verde próxima, onde elas
possam apreciar os elementos da natureza e tirar
as fotos das partes que quiserem para mostrar aos
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2637/fazendo-rimas-a-partir-de-uma-parlenda
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2637/fazendo-rimas-a-partir-de-uma-parlenda
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4836/criacao-de-manuais-de-jogos
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4836/criacao-de-manuais-de-jogos
102
amigos e fazer desenhos depois. Proponha que
organizem uma exposição para a família e para a
comunidade escolar com os desenhos feitos a
partir das observações da natureza e das
fotografias que irão tirar. Converse sobre o
funcionamento de câmeras fotográficas ou
celulares, fazendo alguns testes e combinados
quanto ao uso dos aparelhos antes de saírem para
a área externa.Façam acordos também em
relação à visita à área externa, indicando que
realizem observações e registros fotográficos,
em duplas ou trios, para que escolham juntos os
elementos da natureza que desejam observar
melhor e registrar em foto.
Link da atividade completa: https://novaescola.org.br/plano-
de-aula/3490/desenho-de-observacao-da-
natureza#atividade
Convide o grupo para se reunir em roda com
você. Comente que, recentemente, assistiu a um
vídeo em que as crianças participavam de
brincadeiras que cantavam e faziam movimentos
corporais, como palmas. Você pode questionar se
as crianças conhecem alguma brincadeira desse
tipo. Caso receba uma resposta positiva, peça que
demonstrem a maneira de brincar. Depois de as
crianças compartilharem suas brincadeiras
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3490/desenho-de-observacao-da-natureza
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3490/desenho-de-observacao-da-natureza
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3490/desenho-de-observacao-da-natureza
103
conhecidas, convide-as para assistir ao vídeo.
Nesse momento, oriente-as para que se
acomodem de modo que permita que todas as
crianças do grupo consigam estabelecer uma boa
visualização da projeção. Confira se todas estão
confortáveis, e, então, iniciei a exibição do vídeo.
Aprecie junto às crianças. Quando chegar ao final
da apresentação, proponha uma conversa sobre
as brincadeiras representadas no vídeo.
Link da atividade completa disponível em :
https://www.youtube.com/watch?v=NtX-lOAdvRM
Organize as crianças em roda. Mostre a elas que
você colocou nas mesas textos diferentes e que
hoje elas terão um desafio de descobrir algo
específico que está escondido entre eles. Diga a
elas que serão “Caçadores de Poemas” e que o
desafio será encontrar poemas escondidos entre
os diversos textos. Converse com as crianças
perguntando sobre poemas que já vivenciaram.
Proponha que se dividam em pequenos grupos, de
5 componentes, organizados na mesa. Combine
que depois que encontrarem os poemas, voltarão
para o grande grupo e contarão para os colegas
como descobriram qual texto era o poema.
Combine que elas terão um tempo para realizar o
desafio e que depois vocês voltarão para a roda.
https://www.youtube.com/watch?v=NtX-lOAdvRM
104
Possíveis falas do professor: Pessoal, hoje vamos
fazer um desafio. Estão vendo aqueles textos que
coloquei nas mesas? Ali temos algo que está
escondido. O desafio será descobrirmos. O que
será?
Link de poemas infantis disponível em :
https://www.youtube.com/watch?v=mlOTfQMQQzs
 Jogos e brincadeiras de caça palavras: o
professor poderá enterrar algumas palavras no
parquinho e ou caixa de areia e pedir para as
crianças procurarem somente as letras de seu
nome se caso achar de outro colega pode ajudar
entregando para ele. Pode-se esconder as letras
nos espaços da instituição e deixar um lugar
reservado para colocarem as letras que forem
encontrando formando o nome.
→ Espaços, Tempos,Quantidades, Relações e Transformações
Promover experiências nas quais as crianças possam fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar seu entorno,
levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas às suas curiosidades e indagações. Assim, a instituição
escolar está criando oportunidades para que as crianças ampliem seus conhecimentos do mundo físico e sociocultural e possam
utilizá-los em seu cotidiano.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS
→ (MS.EI03ET01.s.01) Estabelecer
relações de comparação entre
objetos, observando suas
propriedades.
- Jogo de Construção (Ver atividade no Livro “Pé de
brincadeiras”, p. 84)
Alimentação, diversão e assistência médica (Ver
→ Selecionar objetos e materiais
variados para exploração de suas
características físicas e propriedades.
→ Realizar experimentos com→ (MS.EI03ET02.s.02) Observar e
https://www.youtube.com/watch?v=mlOTfQMQQzs
105
atividade no Livro “Pé de brincadeiras”, p. 91);
- Atividade - Classificando elementos das coleções -
Nesta atividade, as crianças irão agrupar objetos
colecionados por eles de acordo com
características em comum que eles possuam.
- Atividade - Marcas do tempo - Nesta atividade, as
crianças irão observar objetos antigos ou que se
transformaram ao longo do tempo, como relógios,
telefones e televisões.
Para realizar essa atividade é necessário que as
crianças já tenham tido conversas anteriores sobre o
tempo.
Este plano faz parte de uma sequência de cinco
momentos. São eles:
Quanto tempo o tempo tem?
Como o tempo pode ser medido?
Marcas do tempo
Planejando o tempo
Conhecendo outras formas de medidas.
Aprendendo com Blocos Lógicos são um conjunto
de pequenas peças geométricas divididas em
quadrados, retângulos, triângulos e círculos,
diferentes substâncias e elementos
da natureza, para que as crianças
possam expressar suas observações,
levantar hipóteses e explicações.
→ Propiciar momentos de iniciação à
pesquisa, utilizando ferramentas de
conhecimento e instrumentos de
registro e comunicação, como
lanterna, lupa, máquina fotográfica,
gravador, filmadora, projetor,
computador e celular.
→ Apresentar e utilizar diferentes
unidades de medidas convencionais
e não convencionais.
→ Propor a resolução de problemas
numéricos a partir de situações de
compra e venda.
→ Realizar atividades de estimativas,
em seguida a contagem para
conferência, por meio de diferentes
registros.
→ Organizar atividades nas quais as
crianças possam comparar fotos em
situações e épocas diversas.
descrever mudanças em diferentes
materiais, resultantes de ações sobre
eles, em experimentos envolvendo
fenômenos naturais e artificiais.
→ (MS.EI03ET03.s.03) Identificar e
selecionar fontes de informações,
para responder a questões sobre a
natureza, seus fenômenos, sua
conservação.
→ (MS.EI03ET04.s.04) Registrar
observações, manipulações e
medidas, usando múltiplas
linguagens (desenho, registro por
números ou escrita espontânea), em
diferentes suportes.
→ (MS.EI03ET05.s.05) Classificar
objetos e figuras de acordo com suas
semelhanças e diferenças.
→ (MS.EI03ET06.s.06) Relatar fatos
importantes sobre seu nascimento e
desenvolvimento, a história dos seus
familiares e da sua comunidade.
→ (MS.EI03ET07.s.07) Relacionar
números às suas respectivas
quantidades e identificar o antes, o
depois e o entre em uma sequência.
→ (MS.EI03ET08.s.08) Expressar
medidas (peso, altura etc.)
construindo gráficos básicos.
→ (MS.EI03ET00.n.09) Identificar os
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3500/quanto-tempo-o-tempo-tem
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3895/como-o-tempo-pode-ser-medido
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3777/marcas-do-tempo
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3776/planejando-o-tempo
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4100/conhecendo-outras-formas-e-instrumentos-de-medidas
106
eficientes para que as crianças exercitem a lógica e
evoluam no raciocínio abstrato.
Atividade: “Pintor de Jundiaí” (Ver atividade no Livro
“Pé de brincadeiras”, p. 125).
- Atividade - Exploração sensorial com Alimentos -
Organize os cantos com diversos tipos de alimentos
(massas, vegetais, frutas, grãos e ervas) e permita
que as crianças os explorem livremente.
(https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/3792/exploracao-sensorial-com-alimentos)
- Atividade - Brincadeiras com água - Divididos em
quatro estações, os pequenos exploram os
diferentes efeitos da água ao interagir com diversos
materiais.
- Atividade: “No pomar tem...” (Ver atividade no
Livro “Pé de brincadeiras”, p. 110);
- Atividade - Ler sobre o tempo - A turma será
apresentada a boletins meteorológicos e tentará
fazer a leitura deles se apoiando em imagens.
- Preservar a natureza - Inicie o trabalho com um
passeio com as crianças pelos arredores da escola
→ Realizar rodas de conversas sobre
relações de parentesco e
constituições familiares, valorizando e
respeitando a diversidade.
→ Propor jogos e brincadeiras nos
quais as crianças possam operar
com as quantidades e orientação
espacial: amarelinha, trilhas, mapa
do tesouro etc.
→ Construir com as crianças gráficos
e tabelas para comparação de
altura, pesos, tamanho e medidas.
→ Propor situações de desenhos
(ampliação e redução),
favorecendo o uso do espaço e
escala.
→ Proporcionar atividades com
diversos profissionais da instituição e
de outras profissões.
→ Propiciar momentos de
participação em atividades que
valorizem e respeitem a cultura do
seu grupo de origem e de outros
grupos: meios de vida, tradições,
folclore.
papéis sociais nos grupos de
convívio, dentro e fora da escola, e
construir sua identidade pessoal e
cultural.
→ (MS.EI03ET00.n.10) Familiarizar-se
com as diversas manifestações
culturais da sua cidade/região,
apropriando-se dos costumes,
crenças, tradições e com as
produções do patrimônio cultural da
humanidade.
→ (MS.EI03ET00.n.11) Observar as
transformações do ambiente,
identificando pontos de referências,
localizando-se no espaço.
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3792/exploracao-sensorial-com-alimentos
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3792/exploracao-sensorial-com-alimentos
107
(com devida ciência e autorização dos responsáveis
da criança), ou em uma praça da cidade, bosque
arborizado ou mesmo em uma fazenda ou sítio.
Oriente as crianças a observarem o meio ambiente
e vá orientando o olhar das crianças. Depois,
converse sobre as impressões das crianças e vá
explicando sobre a importância de preservarmos a
natureza para a nossa sobrevivência.
- Converse com as crianças sobre o que elas
conhecem sobre a natureza e o meio ambiente em
que vivem. Converse com elas incentivando-as a
comparar as cores, formas e texturas.
- Registre as falas das crianças em papel manilha
- Plante com as crianças. Pode ser no jardim da
escola, ou em uma horta ou até mesmo em um
vaso. Plantem árvores, flores, ervas, feijão, etc.
Plante o que for possível! O importante é plantar e ir
mostrando o processo para as crianças…como
fazer, como cuidar, como regar...
- REGISTRE O PROCESSO DE PLANTIO E
DESENVOLVIMENTO DA PLANTA, através de fotos e
diário de bordo.
-. Leia o registro para as crianças.
- Passe para os alunos o vídeo Amigo Planeta – A
turma do balão mágico , e converse sobre a letra
da música. Se as crianças gostarem, pode passar
→ Participar de eventos sociais e
culturais valorizando a cultura
regional e local: aniversários, saraus e
festas.
→ Propor atividades para
conhecimento, valorização das
contribuições histórico-culturais dos
povos indígenas, afrodescendentes,
asiáticos, europeus e de outros países
da América, bem como o combate
ao racismo e à discriminação.
→ Promover visitas aos museus,
pontos turísticos, bibliotecas, feiras,
patrimônio histórico da cidade,
apresentações musicais, e outros
eventos culturais.
→ Possibilitar aulas-passeio para
interação das crianças com a
natureza: jardins, praças, reservas,
parques, dentre outros.
→ Propiciar a utilização de imagens
ou outros registros para a
observaçãode mudanças ocorridas
nas paisagens ao longo do tempo,
identificando a ação do ser humano
sobre essas paisagens.
https://www.youtube.com/watch?v=0hNWjuNhdpg&list=RD0hNWjuNhdpg&start_radio=1
https://www.youtube.com/watch?v=0hNWjuNhdpg&list=RD0hNWjuNhdpg&start_radio=1
108
mais de uma vez...
- Reciclagem – Proporcionar vivencias de
reciclagem de papéis, separação de lixo,
brinquedos com sucatas...
Atividade - Percepção de cuidados das plantas do
entorno - As plantas da escola e ao redor são
motivo de curiosidade e interesse dos pequenos,
que vão experimentar cuidar delas. (Fonte:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/2627/percepcao-de-cuidados-das-plantas-do-
entorno)
- Atividade - Visita ao jardim - As crianças soltam a
imaginação ao imitarem formigas, grilos, borboletas
e outros pequenos animais. (Fonte:
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2655/visita-
ao-jardim)
Atividade: Pirâmide alimentar (Ver atividade no Livro
“Pé de brincadeiras”, p. 114);
- Explorar as notações numéricas em diferentes
contextos: registro de jogos, controle de materiais da
sala, quantidade de pessoas em diferentes
situações, etc.
- Ampliar noções sobre as regras numéricas
(sequência numérica, por exemplo), utilizando a
contagem oral em brincadeiras, jogos e situações
→ Vivenciar e estudar situações
sobre a preservação do planeta por
meio de atitude responsável com
relação a água, à redução e
separação do lixo, compreendendo
os processos de reutilização e
reciclagem dos materiais.
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2627/percepcao-de-cuidados-das-plantas-do-entorno
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2627/percepcao-de-cuidados-das-plantas-do-entorno
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2627/percepcao-de-cuidados-das-plantas-do-entorno
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2655/visita-ao-jardim
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2655/visita-ao-jardim
109
nas quais reconheça sua necessidade.
- Reconhecer, gradativamente, a diferença de
termos absolutos (por exemplo, “muitos” e “poucos”)
e termos que expressem relações (por exemplo,
“mais que” e “menos que”), passando a empregá-
los em atividades de comparação.
- Reconhecer a série numérica escrita, por meio da
interação com o ambiente social (quantidade de
crianças, quantidade de brinquedos, de objetos...).
- Representar quantidades com os dedos ou com
outros objetos físicos, para resolver situações-
problema (como comunicar a sua idade, contar
objetos, etc.).
- Igualdade (Ver atividade no Livro “Pé de
Brincadeiras”, p. 89)
- Doce ou salgado? (Ver atividade no Livro “Pé de
Brincadeiras”, p. 103)
• Identificar as diferenças entre os objetos,
distinguindo o significado de igual e diferente,
grande e pequeno, e adquirindo gradativamente
noções de classificação, por meio de brinquedos,
blocos, objetos (calcados, por exemplo).
• Constatar características e propriedades dos
objetos, realizando ações de empilhar, rolar,
110
transpassar e encaixar.
• Explorar e investigar os objetos, utilizando a
linguagem para descrever seus atributos: cor,
tamanho, forma, espessura, peso, textura, etc.
• Seriar objetos, posicionando-os do menor para o
maior, do mais alto para o mais baixo, ou vice-versa.
- Registrar com números a quantidade de crianças
(meninas e meninos, presentes e ausentes) e a
quantidade de objetos da mesma natureza
(bonecas, bolas, livros etc.).
- Experimentar situações de deslocamento do
próprio corpo (correr, andar devagar, mais rápido) e
de objetos no espaço (longe, perto), verbalizando
essas ações por meio da representação gestual e
de desenhos.
- Construir a noção de espaço manipulando e
comparando objetos tridimensionais (bolas, cubos,
bonecos, blocos retangulares, legos, etc.).
- Brincar com jogos de construção, observando que,
uma vez desmontados, podem ser reconstruídos.
- Rasgar, recortar, colar (diferentes tipos e texturas
de papeis), para perceber que um todo pode ser
dividido em partes menores que o todo inicial e que
os fragmentos têm formas diferentes.
111
- Utilizar gradativamente quantificadores básicos
(tudo, nada, mais, menos, muito, pouco, nenhum) e
série numérica para resolver situações da vida
cotidiana escolar nas quais se intervém.
Atividade: Minha Casa (Ver atividade no Livro “Pé
de brincadeira”, p. 72.)
Atividade: Baú de memórias - A proposta é que os
alunos tragam à escola um objeto que faça parte
da sua vida e tenha um significado importante para
compartilhar com os colegas em uma roda de
conversa
(https://novaescola.org.br/conteudo/11730/blog-
de-alfabetizacao-como-trabalhar-a-construcao-da-
identidade-na-educacao-infantil)
Minha família, meu tesouro - A prática envolve
atividades de expressão oral e escrita, além de
leituras, vídeos e rodas de conversa, tudo
explorando o tema da construção da identidade
pessoal.
(https://novaescola.org.br/conteudo/11730/blog-
de-alfabetizacao-como-trabalhar-a-construcao-da-
identidade-na-educacao-infantil)
Os tempos que a infância e toda criança têm - Essa
atividade colabora com o entendimento das
características da própria existência e das várias
https://novaescola.org.br/conteudo/11730/blog-de-alfabetizacao-como-trabalhar-a-construcao-da-identidade-na-educacao-infantil
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112
fases da vida e para a compreensão do que é
passado, presente e futuro.
(https://novaescola.org.br/conteudo/3494/os-
tempos-que-a-infancia-e-toda-crianca-tem)
- Atividade - Histórias das famílias das crianças -
Nesta atividade, as crianças compartilham
informações que pesquisaram suas famílias e iniciam
a elaboração de um livro sobre/com esses dados.
(Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/3882/historias-das-familias-das-criancas)
OBS: As propostas envolvem o desenvolvimento da
linguagem oral e escrita e exploram a história de
vida das crianças.
 Trilha do barulho ((Ver atividade no Livro “Pé
de brincadeiras”, p. 86)
 Colhendo frutas (Ver atividade no Livro “Pé de
brincadeiras”, p.104).
1. Iniciando coleções;
2. Classificando elementos das coleções;
3. Acompanhando o crescimento das coleções;
4. Estimativa de quantidade com coleções;
5. Montagem de acervo de coleções.
(https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/3894/estimativa-de-quantidades-com-
colecoes)
https://novaescola.org.br/conteudo/3494/os-tempos-que-a-infancia-e-toda-crianca-tem
https://novaescola.org.br/conteudo/3494/os-tempos-que-a-infancia-e-toda-crianca-tem
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3882/historias-das-familias-das-criancas
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3882/historias-das-familias-das-criancas
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3499/iniciando-colecoes
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3892/classificando-elementos-das-colecoes
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3893/acompanhando-o-crescimento-das-colecoes
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3894/estimativa-de-quantidades-com-colecoes
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4358/organizando-nosso-acervo-de-colecoes
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3894/estimativa-de-quantidades-com-colecoes
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3894/estimativa-de-quantidades-com-colecoes
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3894/estimativa-de-quantidades-com-colecoes
113
2 - Atividade – Explorando jogos de percurso
(https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/2896/explorando-jogos-de-percurso)
- Realizar contagem oral e controle de quantidades
em situações contextualizadas (objetos, pessoas,livros, etc.), em contextos diversos, com suporte do
professor, valendo-se de diversas estratégias e
materiais manipuláveis (tampinhas, palitos...).
- Relacionar números às suas respectivas
quantidades e identificar o antes, o depois e o entre
em uma sequência, através da contagem de
crianças na fila, de objetos e materiais da sala.
- Utilizar gradativamente quantificadores básicos
(tudo, nada, mais, menos, muito, pouco, nenhum) e
série numérica para resolver situações da vida
cotidiana escolar nas quais se intervém.
- Realizar atividades de medidas convencional ou
não convencional (peso, altura etc.), construindo
gráficos e tabelas em situações do cotidiano.
- Atividade - Jogo Volençol - As crianças
experimentam um jogo novo e exercitam o trabalho
em equipe. (https://novaescola.org.br/plano-de-
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2896/explorando-jogos-de-percurso
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2896/explorando-jogos-de-percurso
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2659/jogo-volencol
114
aula/2659/jogo-volencol
1. Para estimular que a criança se questione sobre
seu peso e altura pergunte se ela se acha grande
ou pequena; e se pudesse se medir com maçãs,
palitos, palmos quantos ela acha que precisaria
para corresponder à sua altura; pergunte também
quantos ela precisaria para corresponder ao seu
peso.
2. Se você estiver com um grupo de crianças
pergunte para elas quem é a mais alta da turma.
3. Agora vamos para a parte prática! Pegue um
pedaço de barbante e corte medindo a altura da
criança. Cole os barbantes em um papel manilha,
identificando o nome ao tamanho. Compare os
tamanhos de barbante e pergunte para as crianças
de quem é cada barbante e qual o maior.
4. Agora pegue uma fita métrica ou uma trena e
meça cada pedaço de barbante, anote em um
papel o nome da pessoa medida com aquele
barbante e, ao lado, sua altura.
5. Ao anotar, seja específico com metro e
centímetros, explique para a criança que 10
milímetros = 1 centímetro; que 100 centímetros
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2659/jogo-volencol
115
= 1 metro; e 1.000 metros = 1 quilômetro. Você pode
usar as marcações da fita métrica para ser ainda
mais lúdico.
6. Para o peso você vai precisar de uma balança.
Se não tiver uma em casa faça um passeio com a
criança e a leve até uma farmácia ou lugar com
balança. Não se esqueça de anotar o peso de
cada um também ao lado do nome
correspondente.
7. Compare os pesos de cada um, explique que
1.000 miligramas = 1 grama; que 1.000 gramas = 1
quilograma; e que 1.000 quilogramas = 1
tonelada. Seja lúdico ao falar sobre miligramas e
toneladas, medidas mais distantes da realidade da
criança. Explique que apenas algo muito leve,
como uma formiga, pesa miligramas e que coisas
bem pesadas, como elefantes pesam toneladas.
8. Depois dessa explicação e da tabela mostrando
a altura e o peso da criança façam juntos
comparações. Anote abaixo do nome da criança o
nome de outros membros da família e faça uma
brincadeira de medir e pesar a todos, comparando
quem são os mais altos e os mais baixos.
9. Aproveite a medida da maçã para perguntar
quanto que ela acha que uma maçã pesa e
116
quanto outras frutas e legumes pesam. Faça um
passeio até uma feira livre e procurem pelas frutas
mais leves e pelas mais pesadas, além de exercitar o
que aprendeu, a criança terá melhores noções
sobre coisas de seu dia a dia.
Fonte: https://leiturinha.com.br/blog/ensinando-
medidas-para-as-criancas/
Descobrindo lugares para brincar na região da
escola: Diga para as crianças sentarem em roda
com você. Aproveitando que elas vieram de uma
situação de brincadeira, convide-as a pensar em
lugares que brincam fora da escola. Conduza a
conversa de modo a promover uma troca de ideias
sobre lugares de brincar nos arredores da escola,
pois este é o foco da investigação. Caso o grupo
tenha dificuldades para identificar estes lugares,
compartilhe os materiais de referência que separou.
Instigue as crianças a pensarem sobre estes lugares,
se os conhecem ou não, se são adequados ou se
precisariam de alguma mudança para serem
melhores. É uma conversa introdutória, portanto,
não precisa ser explorada nos detalhes. A ideia é
que as crianças sintam-se provocadas a explorar
mais esta questão, pois a intenção é iniciar uma
investigação social sobre lugares para brincar nos
arredores da escola. À medida que as crianças se
sentirem envolvidas com a questão e mobilizadas
https://leiturinha.com.br/blog/ensinando-medidas-para-as-criancas/
https://leiturinha.com.br/blog/ensinando-medidas-para-as-criancas/
117
para realizar uma investigação mais profunda,
proponha que façam uma lista dos lugares e que,
para que não se esqueçam, você escreverá o
nome desses lugares em um cartaz ou quadro.
Possíveis falas do professor: Quando vocês não
estão na escola, onde costumam brincar? Quem
mora perto da escola? Tem lugares para brincar
aqui por perto? Alguém conhece? Quem mora
perto da escola já foi neste(s) lugar(es)? É
importante ter lugares para brincar perto da nossa
casa e da escola? Vocês já brincaram lá? Ah! Ele
não é um parque, mas dá para brincar? Brincar de
quê? Onde as crianças brincam na cidade? Caso
sinta que o grupo ainda necessite de apoio para a
ampliação de participação da proposta, busque
fazer referências de brincadeiras familiares às
crianças: Vocês sabem de algum lugar aqui perto
em que podemos jogar bola? E um lugar que dê
para fazer amarelinha no chão?
Atividade disponível em:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/2843/descobrindo-lugares-de-brincar-na-
regiao-da-escola
 Brincadeiras com água: A proposta oportuniza
às crianças experimentar os efeitos provocados
pela água em diferentes tipos de materiais, que
podem ser coletados junto à comunidade escolar.
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2843/descobrindo-lugares-de-brincar-na-regiao-da-escola
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2843/descobrindo-lugares-de-brincar-na-regiao-da-escola
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2843/descobrindo-lugares-de-brincar-na-regiao-da-escola
118
Para isso, é sugerido que você acorde com as
crianças previamente quais materiais utilizarão na
atividade e como eles serão coletados.
Busque um espaço livre para o contexto da
brincadeira, levando em consideração o número
de crianças, a organização das quatro estações de
exploração e a movimentação livre delas.
Considere a utilização de um espaço com chão
adequado para evitar acúmulo de água, como
grama, terra, areia ou um piso antiderrapante.
Preveja ainda, um espaço para realização roda,
que acontecerá no início e no fim da atividade.
Organize os materiais em quatro estações de
exploração. Estação 1: materiais que amolecem ou
se desfazem no contato com água; estação 2:
materiais para o faz de conta sobre lavar
roupa; estação 3: materiais capazes de tingir água
para exploração de cores; estação 4: materiais
flutuantes. Disponha-os de forma convidativa e
acolhedora para a exploração das crianças. Serão
necessários diferentes materiais para cada uma das
estações de exploração, levando em conta a
dimensão estética citada anteriormente:
Estação 1: recipiente grande e plano contendo
água, como uma bacia ou banheira de bebê, por
exemplo. Materiais que amoleçam ou se desfaçam
em contato com água, como papéis diversos,
119
jornais, papelão, algodão, sal, açúcar, jornal, entre
outros;
Estação 2: um recipiente grande e plano, como
uma bacia para todo o grupo ou um balde para
cada duas crianças, contendo água. Ao lado,
materiais para complementar o faz de conta como
roupas, varal e prendedores de roupa.
Estação 3: Torneira com altura acessível às crianças
ou balde contendo água, copos e materiais para
tingimento da água, como papel crepom, corante
alimentício ou suco em pó.
Estação 4: recipiente grande e plano contendo
água, como uma bacia ou banheira de bebê, para
todo o grupo, ou um recipiente plano menor, como
uma forma de bolo quadrada, para cada duas
crianças. Materiais leves que flutuem, como penas,
folhas, isopor, tampinhas de garrafas, entre outros.Convide as crianças para se acomodar em
uma grande roda e compartilhe o objetivo da
atividade e como as estações estão divididas.
Acorde com as crianças que elas poderão escolher
uma das quatro estações para brincar de forma
livre, porém, sem misturar os materiais das diferentes
estações. Delibere com elas a duração da
atividade, o grupo que você irá mediar e a
organização dos materiais. Ao fim da brincadeira,
volte para a grande roda.
Possíveis falas do professor neste momento:
120
Crianças, hoje exploraremos diversos materiais e ver
o que acontece ao entrarem em contato com
água. Os materiais estão divididos em quatro
estações, vocês podem escolher uma delas para
explorar. Vocês poderão trocar de espaço quando
quiserem, só precisamos ser cuidadosos para não
misturar os materiais de espaços diferentes e
verificar se tem espaço suficiente no local que você
quer utilizar. Quando estiverem faltando 20 minutos
para terminar a brincadeira, vou avisar para vocês
que é hora de organizarmos os materiais. Depois de
organizarmos tudo, voltaremos para a grande roda,
na qual cada um vai compartilhar o que descobriu
durante as explorações.
Atividade disponível em:
https://novaescola.org.br/plano-de-
aula/2631/brincadeiras-com-agua
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2631/brincadeiras-com-agua
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2631/brincadeiras-com-agua
121
DIREITOS DE APRENDIZAGEM EVIDENCIADOS
Promovem condições para que as crianças aprendam em situações nas quais
possam desempenhar um papel ativo em ambientes que as convidem a
vivenciar desafios e a sentirem-se provocadas a resolvê-los, nas quais possam
construir significados sobre si, os outros e o mundo social e natural.
• CONVIVER com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos,
utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o
respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas.
• BRINCAR cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e tempos,
com diferentes parceiros (crianças e adultos), ampliando e diversificando seu
acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, sua
criatividade, suas experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas,
cognitivas, sociais e relacionais.
• PARTICIPAR ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejamento
da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador quanto da
realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha das
brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes
linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando.
• EXPLORAR movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras,
emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da
natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em suas
diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia.
• EXPRESSAR, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades,
emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões,
questionamentos, por meio de diferentes linguagens.
• CONHECER-SE e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo
uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas
experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens vivenciadas na
instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário.
PARTE DIVERSIFICADA
Parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da
sociedade, da cultura, da economia e da comunidade escolar (parte da
Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013).
122
→ Inteligência emocional e múltiplas
→ Inteligência Emocional
Refere-se a capacidade de reconhecer os nossos próprios sentimentos, do
outro, de saber manejar as nossas emoções. Por este motivo é importante
ensinar as crianças a controlarem suas emoções, mas desde que isso não
ocorra com repressão. Auxiliar durante o processo de desenvolvimento da
criança o autoconhecimento e o aumento da autoestima que irão
impactar em uma melhor relação interpessoal e na resolução de conflitos.
Neste processo os pais precisam ter sua própria inteligência emocional
desenvolvida, pois servem de modelo aos filhos e para tanto é importante
que as Unidades Escolares da REME fiquem atentas as necessidades para
se preciso for desenvolveram um projeto de intervenção que possa
contribuir com que crianças e familiares desenvolvam suas inteligências.
→ Inteligências Múltiplas
A inteligências múltiplas contribuem para sustentar uma aprendizagem
significativa desde os primeiros anos escolares, permite que se faça
algumas sugestões para o efeito da mesma nos contextos da Educação
Infantil. A teoria das inteligências múltiplas foi desenvolvida pelo psicólogo
norte-americano Howard Gardner e depois de muitos anos de pesquisas
com a inteligência humana, o psicólogo concluiu que o cérebro do
homem possui 09 (nove) tipos de inteligência. Porém, a maioria das pessoas
possui uma ou duas inteligências desenvolvidas. Diante disso, os
profissionais da educação em especial o da Educação Infantil, precisam
estar atentos a todas essas informações para que possam promover os
estímulos necessários para o perfeito desenvolvimento cognitivo,
emocional, físico e motor de cada criança. Para concluir abaixo se
apresenta uma os tipos de inteligência por meio do pensamento de
Gardner Disponível em: https://bit.ly/2IsXMWD. Escrito por ARMSTRONG,
2001:
→ Inteligência linguística: a capacidade de usar as palavras de
forma efetiva quer oralmente, quer escrevendo. (Poetas, escritores,
oradores, jornalistas, publicitários e vendedores).
→ Inteligência interpessoal: a capacidade de perceber e fazer
distinções no humor, intenções, motivações e sentimentos de outras
pessoas. (Terapeutas, professores, líderes políticos, atores e
vendedores).
P. P. I - PEDAGOGIA | P.P. II - PEDAGOGIA | P. P. III - ARTE |
P. P. IV - EDUCAÇÃO FÍSICA | P. P. V - LITERATURA EM LIBRAS
123
→ Inteligência intrapessoal: o autoconhecimento e a capacidade
de agir adaptativamente com base nesse conhecimento.
(Terapeutas).
→ Inteligência lógico-matemática: a capacidade de usar os
números de forma efetiva e de raciocinar bem. (Cientistas,
advogados, físicos e matemáticos).
→ Inteligência musical: a capacidade de perceber, transformar e
expressar formas musicais. (Músicos).
→ Inteligência espacial: a capacidade de perceber com precisão
o mundo visoespacial (caçador, escoteiro ou guia) e de realizar
transformações sobre essas percepções (decorador de interiores,
arquiteto, artista ou inventor).
→ Inteligência corporal-cenestésica: perícia no uso do corpo todo
para expressar ideias e sentimentos (ator, mímico, atleta ou
dançarino) e facilidade no uso das mãos para produzir ou
transformar coisas (artesão, escultor, mecânico ou cirurgião).
→ Naturalista: traduzida na sensibilidade de organização dos
objetos relacionados à natureza, como classificar e reconhecer as
plantas, animais, minerais. (Geólogos e biólogos).
→ Existencial: traduzida na capacidade de refletir e ponderar sobre
questões relacionadas à existência humana. (Líderes espirituais).
→ Jogos simbólicos
Quando estamos falando sobre as crianças de 0 a 5 anos de uma forma
contemporânea e embasada em pesquisas consagradas (entre os pesquisadores
destacamos Piaget e Vygostsky) é imprescindível destacar as interações como
fonte de desenvolvimento, aprendizagem e construção da identidade. [...]
Quanto menores as crianças mais as interações estão imbricadas com o brincar,
com o desenvolvimento do jogo simbólico no qual ficam visíveis os aprendizados
sobre a vida social já construídos. É também pelo brincar que os pequenos podem
aprender ainda mais olhando os seus pares ou outras crianças e adultos, imitando-
os, construindo seus valores e sua identidade.
Brincar dá à criança oportunidade para imitar o conhecido e para
construir o novo, conforme ela reconstrói o cenário necessário para que
sua fantasia se aproxime ou se distancie da realidade vivida, assumindo
personagense transformando objetos pelo uso que deles faz. (Parecer
CNE/CEB no 20/2009:7).
O brincar e o jogo simbólico são diferentes de jogos de regras e brincadeiras
dirigidas, embora todas essas atividades devam estar presentes nos espaços de
124
Educação Infantil. O brincar de cuidar, de casinha, de posto de saúde, feira,
pescar etc. precisa ter lugar privilegiado nas creches e pré-escolas. (Diretrizes em
Ação, 2015, p.20)
→ Linguagens
Desde o nascimento a criança é inserida numa sociedade onde a linguagem
encontra-se por toda parte como meio de comunicação. A linguagem é vista
como objeto histórico‐cultural de conhecimento, assim Vygotsky (1987) confirmou
que “A linguagem do meio ambiente, como os seus significados estáveis,
permanentes, aponta o caminho que a generalização infantil seguirá”. Por meio
da linguagem o ser humano comunica-se, se interage, compreende e influencia o
próximo.
→ Linguagens artísticas
As linguagens artísticas dividem-se em: Artes Visuais, Teatro, Música, Dança
e suas práticas integradas. Criar e deixar criar talvez sejam caminhos ainda
não percorridos por muitos, mas necessários e urgentes quando falamos de
educação infantil e arte. [...] A criança é um campo fértil para a
criatividade e a imaginação e muitas vezes sem intenção, subestimamos
sua capacidade e impedimos o seu desenvolvimento estético cada vez
que interferimos demasiadamente e direcionamos sua expressão artística-
criativa, sufocando as possibilidades de novos saberes. A mente humana é
naturalmente investida de curiosidade, basta deixar a criação acontecer,
sem modelos estereotipados, seja na dança, nas artes visuais, no teatro ou
na música (CINTRA, 2018, https://bit.ly/38CO2E1). Contribui com ricas
oportunidades para o desenvolvimento dos bebês e das crianças, uma vez
que põem ao seu alcance diversos tipos de materiais para manipulação,
além da arte espontânea que surge em brincadeiras ou a partir de uma
proposta mais direcionada.. [...] Proporcionar atividades artísticas criando
símbolos que expressem sentimentos e pensamentos, faz com que a
criança desenvolva sentimentos, auto-estima, capacidade de representar
o simbólico, analisando, avaliando e fazendo interpretações,
desenvolvendo habilidades específicas da área das artes (SANTOS e
COSTA, 2016).
→ Linguagem corporal
A linguagem corporal como forma de expressão e desenvolvimento físico-
motor. É através dela que a criança se comunica refletindo suas
experiências vividas através dos sentidos. Significa dizer que os
pensamentos são expressados pelo corpo através de gestos, caras, bocas,
sorrisos, e outras expressões condizentes ao uso do corpo.
→ Linguagem dramática
As criações dramáticas infantis não têm como intenção conduzir a uma
produção teatral, a um espetáculo elaborado e organizado, as crianças
recriam sua realidade de forma espontânea através de sistemas simbólicos.
Ao utilizar a imaginação e a fantasia, elas se desprendem do tempo-
125
espaço em que se encontram para atribuir outros papéis a si, aos outros e
a objetos diversos. [...] A organização intencional deste espaço é
fundamental, uma vez que, a complexidade do tema extrapola as
questões da disposição de materiais, traduzindo-se como elementos
fomentadores das ações dramáticas das crianças e se apresentando
como um campo fértil de ação pedagógica associado com o universo
poético. [...] A linguagem dramática na pequena infância permite que as
crianças se apropriem progressivamente dos signos dramáticos de maneira
lúdica e brincante e ao serem planejadas e previamente organizadas,
acabam por privilegiar a interação, a intervenção e a criação de novos
repertórios artísticos do grupo. (RODRIGUES e ROSSETO, 2015)
→ Linguagens integradas
A criança aprender na sua integralidade é prevista no artigo 5º das DCNEI,
para tanto, deve estar relacionada às diferentes linguagens por elas
praticadas. O artigo 9º estabelece que a imersão das crianças nas
diferentes linguagens deve ser favorecida “Favoreçam a imersão das
crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de
vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e
musical”. Como estímulo do exercício das diferentes linguagens, aparecem
um contato como as: musicais, dramática, verbal e demais tantas
linguagens que a criança traz. A linguagem integrada da criança envolve
os vários aspectos trabalhados a partir de um determinado tema
favorecendo o estímulo das linguagens corporais, verbal, matemática,
artística, visual e musical. Para além desses aspectos a serem trabalhados,
os gestos se incluem na linguagem corporal como forma de expressão e
necessidade de se comunicar da mesma forma que a verbal. As formas de
expressão dramática e musical podem ser estimuladas nas diversas formas
de atividades inseridas no cotidiano do ambiente educador. Um ambiente
que favoreça em sua plenitude um diálogo com a música a partir da
linguagem visual.
→ Linguagem gestual/não-verbal
A linguagem não-verbal é do gesto e do toque é a primeira forma de
comunicação de que lançamos mão, quando nascemos e que nos
acompanha por um bom tempo de nossa primeira e segunda fase de vida.
Esse fato é uma das observações que correspondem às teorias de
linguagem e pensamento de Vygotsky (Portal Educação,
https://bit.ly/2VSdsuv). A comunicação não-verbal é composta de
gesticulações espontâneas expressivas, gestos automáticos, ou
intencionalmente produzida, tendo em vista uma melhor destreza social;
expressões faciais de emoções básicas, de alegria, medo, surpresa, nojo,
raiva e tristeza, sorriso, gestos elucidativos que acompanham a fala, com
as mãos e braços; gestos reguladores da fala (balaço de cabeça
expressando consentimento); movimentos do corpo; tocar o outro;
aclividade da cabeça (para trás, para frente e para o lado), virar a
cabeça para o lado do parceiro e para o outro lado, oposto ao do
parceiro. [...] Vê-se na criança uma representação de corpo – brinquedo,
126
com o qual explora suas próprias sensações e as constrói. Sendo assim, a
futura consciência de ser um corpo – objeto de relação com o mundo e,
sendo do mesmo jeito gestual apresenta suas interpretações sobre o
mesmo. (Site Turma da Almofada, https://bit.ly/2VTJNBd)
→ Linguagem matemática
A linguagem matemática está inserida a partir de diversos elementos do
cotidiano, em especial, pode ser feita através das brincadeiras e dos
objetos comuns. A contagem mental e imaginária de brincadeiras faz com
que os conhecimentos matemáticos sejam introduzidos com a maior
facilidade sem necessariamente introduzir os conceitos matemáticos
propriamente ditos.
→ Linguagem musical
A linguagem musical são alargadas não apenas pelos estímulos sonoros,
mas também pela harmonia, melodia e ritmo, e como resposta
pedagógica estimula-se o cognitivo, o afetivo e motor. Da atividade
lúdica – musical – podem-se construir aprendizagens de interesses
específicos, com vivências que oportunizam o prazer de ouvir, cantar e
tocar, liberando tensões, menciona a esse respeito, inspira ideias e imagens
e estimula a percepção. (Portal Educação, https://bit.ly/2Tuj0JX)
→ Linguagem visual
A linguagem visual possibilitam às crianças que, por meio do contato com
suas próprias obras, com a das outras crianças e as obras de artistas
reconhecidos, amplie seu conhecimento do mundo e de cultura. Oferece
para a criança, que ela ao produzir arte, na atividade de desconstruir e
construir peças, pintar, rabiscar, colar, descolar, sobrepor materiais,
desenvolva o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e
criação como forma de comunicação e expressão (Gonçalves e Antonio,
https://bit.ly/3cHVS22). É através dessa linguagem que a criança faz uma
leitura do mundo. O lado visual da criança é estimulado a partir do
momento que o bebê e passa a enxergar o mundo e as cores. As cores são
os primeiros elementos de contato com o mundo visual que ao passar do
tempo vai se desenhando na mentalidade infantil.
→ Linguagem verbal
“É importante lembrar que dentre os bens culturais que crianças têm o
direitode ter o acesso, está a linguagem verbal, que inclui a linguagem
oral e escrita, instrumentos básicos de expressão de ideia, sentimentos e
imaginação” (DCNEI, 2013,p. 15). Ela se desenvolve a partir de suas
experiências consegue expressar seus sentimentos, afetividade, emoções.
→ Literatura Infantil
Os professores como mediador da leitura podem e devem utilizar a literatura para
promover a inserção da criança, desde bebê, ao mundo letrado, de forma lúdica,
interdisciplinar propiciando que ela amplie seu vocabulário, tenha a criatividade
127
estimulada, compreenda a função social da escrita e desenvolva hipóteses em
relação a ela e as pessoas e coisas que a rodeiam, lide com seus próprios
sentimentos e desejos e adquira a autonomia.
A literatura na Educação Infantil exige um planejamento intencional do texto
escolhido, da preparação do ambiente, bem como do melhor momento para
realizar a leitura com os pequenos de modo a despertar neles o gosto pela leitura.
O professor/a deve ter um prévio conhecimento da literatura que irá usar, preparar
o ambiente, de modo que estimule ainda mais a criatividade, a imaginação e o
prazer da criança de modo a se estar preparando leitores apaixonados pelo
conhecimento. Para tanto, tendo como base o Programa Escola Leitora,
publicado em Diário Oficial do dia 23 de março de 2016, a Secretaria Municipal de
Educação de Dourados (SEMED), por intermédio do Departamento de Educação
Infantil, traz a proposta do Programa Infância Leitora com a intenção de estender
os objetivos de formação de sujeitos leitores desde o berçário, maternal e a pré-
escola, respeitando as especificidades educacionais condizentes com as idades e
fases das crianças matriculadas.
→ Literatura Estrangeira e Indígena
As crianças da Educação Infantil devem ser apresentadas para literaturas
diferenciadas do seu cotidiano e neste caso, literatura estrangeira tais como em
língua inglesa, espanhola e francesa podem ampliar o reportório. Os livros infantis e
suas narrativas, além de serem produções estéticas, também têm construído, ao
longo da história, diferentes noções sobre a criança, o adulto, o índio, o negro, o
bandeirante, o estrangeiro, a mulher e tantas outras personagens.
As narrativas indígenas reunidas apresentam crianças protagonistas de diferentes
contextos e cenários. Nos enredos constituídos, são adultos, crianças, seres
mitológicos e crenças que se aventuram pela mata, realizam tarefas cotidianas
(tal como caçar pequenos animais, pescar, preparar alimentos, recolher lenha,
buscar água, fabricar artesanatos e brinquedos), envolvem-se em acontecimentos
importantes para a dinâmica das aldeias (festas, rituais de passagem, relato de
mitos, por exemplo). As crianças protagonistas também observam os pais, escutam
conselhos dos velhos, dos sábios, dos seres na mata - aprendem na atividade, na
escuta, na observação, mas particularmente no fazer e no sentir. Não apenas
aprendem, mas também ensinam a outras crianças como buscar alimentos ou
seguir trilhas de animais. Tal como ocorre em muitos outros textos literários, nessas
narrativas as crianças são criativas, têm iniciativa, são aventureiras, curiosas,
corajosas, perspicazes. Além disso, são atentas à ancestralidade, gostam
especialmente de escutar histórias, conhecem o ambiente em que vivem, são
capazes de "decifrar" os sinais da natureza.
Por fim, vale ressaltar que algumas dessas obras são bilíngues, o que coloca, para
o leitor, a impossibilidade de assumir uma perspectiva monocultural. E esse modo
extraordinário de combinar mundos constitui uma das qualidades artísticas mais
destacadas em obras de autoria indígena, sendo muitas destas obras de autoria
dos povos indígenas douradenses e sul-mato-grossenses, e por este motivo a
valorização destas literaturas no Município de Dourados ganha força na parte
diversificada do currículo da Educação Infantil.
128
→ Cidadania
A inserção da criança no universo educacional visa um processo de construção
de sujeito e cidadania, de modo que, as crianças possam explorar o mundo
através não somente da observação e imaginação, mas pelo contato físico,
interagindo de forma contínua tanto no ambiente domiciliar de âmbito familiar, no
social de âmbito comunitário quanto no escolar. A função da educação infantil
nas sociedades contemporâneas é a de possibilitar a vivência em comunidade,
aprendendo a respeitar, a acolher e a celebrar a diversidade dos demais, a sair da
percepção exclusiva do seu universo pessoal, assim como a ver o mundo a partir
do olhar do outro e da compreensão de outros mundos sociais. (BRASIL UFGRS,
2009, p. 12).
ESPECÍFICO POR ÁREA
→ Características socioeconômicas e ambientais locais:
Sustentabilidade (ambiental, social e econômica)
No que diz respeito à natureza, sociedade e culturas, as DCNEI abordam em seu
artigo 9º: “VII - Possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e
grupos culturais, que alarguem seus padrões de referência e de identidades no
diálogo e reconhecimento da diversidade”.
Quanto à questão da natureza, conforme o supracitado documento em seu inciso
VIII deve-se incentivar “a curiosidade, a exploração, o encantamento, a
indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social,
ao tempo e à natureza” porque o objetivo é formar crianças questionadoras dos
diversos elementos que compõem o mundo à sua volta. Para tanto, precisam
manter contato efetivo a partir das práticas pedagógicas e, sobretudo, a
interação com esses elementos conforme destaca o inciso X “promovam a
interação, cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da
sustentabilidade da vida na terra, assim como o não desperdício dos recursos
naturais”.
Para melhor explicar aqui foi dividida as três dimensões em suas principais
características:
→ Sustentabilidade ambiental: refere-se à preservação do meio ambiente
de maneira que a sociedade encontre o equilíbrio entre o suprimento de
suas necessidades e o uso racional dos recursos naturais, sem prejudicar a
natureza.
→ Sustentabilidade social: refere-se à participação ativa da população no
que tange ao desenvolvimento social por meio da elaboração de
propostas que visem ao bem-estar e igualdade de todos em consonância
com a preservação do meio ambiente.
→ Sustentabilidade econômica: refere-se ao modelo de desenvolvimento
econômico que visa à exploração dos recursos naturais de maneira
sustentável, sem prejudicar o suprimento das necessidades da geração
futura (https://bit.ly/33aavap, 2020).
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS I - PEDAGOGIA
129
→ Culturas, tradições e identidades locais
Considerando os princípios estéticos e os Patrimônios culturais, temos que
proporcionar às nossas crianças acesso a espaços culturais diversificados: inserção
em práticas culturais da comunidade, participação em apresentações musicais,
teatrais, fotográficas e plásticas. Visitas a bibliotecas, brinquedotecas, museus,
monumentos, equipamentos públicos, parques, jardins (BRASIL. Parecer nº 20, 2009,
p. 15). Na realidade grande parte das Unidades Escolares não conseguem
viabilizar essas vivências, assim torna-se indispensável que o contexto educacional
possibilite a apropriação das culturas, tradições e identidades locais a partir de um
ambiente favorável por meio de práticas pedagógicas como: brincadeiras,
projetos, músicas, contação de histórias e celebrações de manifestações culturais
promovendo assim vivências e experiências que trazem a aproximação ao
patrimônio étnico-cultural da comunidade.
As DCNEI destacam que: na formação dos pequenos cidadãos compromissada
com uma visão plural de mundo, é necessário criar condições para o
estabelecimento de uma relação positiva e uma apropriação das contribuições
histórico-culturais dos povos indígenas, afro-brasileiros, asiáticos, europeus e de
outros países da América que de maneira geral compõem nosso povo local. Os
elementos culturais, da realidade vivida, devem ser conhecidos pelo professor
para que de fato, a aprendizagem torne-se potencialmente significativa.
É preciso que a cultura popularbrasileira faça parte do dia a dia das crianças,
deve ser vivenciada e não contemplada como algo de fora ou estereotipado. As
tradições têm uma essência e é esta essência que precisa ser valorizada e trazida
para o interior das Unidades Escolares e das famílias como objeto de reflexão e
formação. Temos que ter consciência que as tradições culturais impactam na vida
das crianças de diversos modos, contribuindo sobretudo, para o processo de
socialização. As tradições culturais da comunidade contribuem para que as
crianças se apropriem da cultura do seu grupo social, e dessa forma se percebam
parte de um coletivo e assim constituirá sua identidade empoderada.
→ Sociedade: os modos próprios de vida na cidade
As sociedades sempre viveram processos de mudanças, porém nunca tantas
transformações na amplitude e na velocidade daquelas que estamos vivendo. As
mudanças aconteciam de modo lento e eram incorporadas gradativamente
pelas populações através das gerações.
Viver na cidade tem múltiplos significados, não é apenas um fenômeno físico ou
um modo de se apropriar do espaço, mas também do lugar onde se produzem
inumeráveis interações e experiências. Para tanto é preciso refletir de como se
aproximar das diferentes experiências do habitar das crianças da cidade. Pois
essas, em grande parte, dividem sua realidade onde vivem com suas famílias com
a diversidade, as condições sociais, culturais e econômicas. Neste sentido, sugere-
se uma opção de trabalhar com a noção de bairro, das brincadeiras da cidade,
dos riscos, dos espaços públicos, do cotidiano diurno e noturno entre outras
opções que permitirão uma maior aproximação às experiências das crianças.
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS III - ARTE
130
→ Elementos das linguagens
Os elementos fundamentais das linguagens artísticas: Ator/Atriz, texto, encenação
e plateia: artes cênicas; Artista plástico(a, ponto, linha, forma,direção, tom (luz,
sombra), cor, textura, escala (plano, volume), dimensão (plano, surperfície,
espaço), direção (movimento): artes visuais; Dançarino(a), movimento corporal,
espaço, tempo: dança; Autor(a), tempo, espaço, personagem: literatura; Melodia,
harmonia e ritmo:música. (EducaMundo, https://bit.ly/2PUVy6A)
→Matrizes estéticas e culturais das infâncias
O conhecimento e a compreensão de diferentes matrizes estéticas e culturais das
infâncias, como população campestre, povos indígenas, quilombolas, orientais,
europeus, árabes e outras etnias, para que a criança aponte e registre a
diversidade da nossa formação local, regional e nacional. [...] Havendo uma
aproximação com as brincadeiras e sons próprios da infância, conheça e recorde
brincadeiras, jogos, danças, canções, histórias e expressões das diferentes matrizes
estéticas e culturais dos diferentes povos e etnias, ao longo da história,
principalmente as pertencentes à cultura brasileira. As manifestações culturais mais
amplas geralmente envolvem recursos das quatro linguagens da arte. (MATO
GROSSO DO SUL, 2019)
→Multissensorialidade e materialidade
Segundo a abordagem de José Alfonso Ballestero-Álvarez (2003) é possível
encontrar vários canais de aprendizagem para vivenciar uma experiência
estética, quando apelamos para os diversos sentidos do corpo, reconhecemos
que os estímulos são muitos. Se levarmos em conta os diferentes modos de
perceber e aprender e como podemos responder a um estímulo de formas
diversas, estaremos respeitando a singularidade de cada sujeito e reivindicando a
diversidade como valor. A abordagem multissensorial pode trazer benefícios não
somente as crianças com deficiência, mas a todos que puderam, ter um contato
mais íntimo com as obras artísticas, os patrimônios e as manifestações culturais.
Mala dos Sentidos:
 Materiais táteis e visuais, que podem ser reproduções das obras expostas
ou de seus elementos, ou apenas fazer referência a esses;
 Objetos que possam ser manipulados;
 Materiais que explorem os sentidos, apresentando texturas, cores,
temperaturas, sons ou odores da obra ou de elementos dessa;
 Reproduções ampliadas de elementos ou partes das obras;
 Objetos que tornem a aula mais lúdica e interativa, tais como lupas,
lunetas, dobraduras, fantasias etc.
Os materiais de forma que pudéssemos trabalhar de diversos modos com eles, sem
regras, ampliando as possibilidades de cada objeto como mediador da
experiência estética de cada público. Visto que não é a intenção criar regras de
uso, jogos, mas sim proposições educativas que possam acontecer de acordo
com cada mediação, partindo da necessidade do grupo de crianças. Mas os
recursos, para ampliarem suas possibilidades educativas, precisam ainda do
trabalho do professor-mediador na intenção de propor seus usos. É trabalho do
131
professor explorar a curiosidade, a ludicidade, a multissensorialidade, a sinestesia e
o desejo de contato com a arte. É ao professor que cabe propor o uso dos
recursos midiáticos, ou aqui chamados de objetos multissensoriais: “Oferecer meios
para que cada sujeito que participa de uma ação mediadora possa criar”
(MARTINS, 2014, p. 260). Não de forma a impor uma visão ou regras de usos desses,
mas em lançar dúvidas, questionamentos e propostas educativas/criativas que
favoreçam as percepções multissensoriais. (Adaptado da obra de Cruz, 2015,
https://bit.ly/3cBIfBE e Ballestero-Álvarez, 2003, https://bit.ly/2TNuEyp)
→ Processos de criação: contextos e práticas
Os processos de criação podem ser individuais ou coletivos. De qualquer forma, os
sujeitos criam regras e estratégias para que o processo se desenvolva, mesmo que
isso ocorra de maneira intuitiva. Aquele que produz um trabalho, escolhe os
materiais e circunstância em que vai produzi-lo. Ou, diante de circunstâncias
dadas, resolve o que vai fazer. [...] A produção das crianças, assim como as obras
dos artistas, possibilita trocas de percepções, ideias, informações e conhecimentos.
São verdadeiros momentos de experiências que podem ser compartilhados.
(BARBIERI, 2012, p. 42-43).
→ Diferentes experiências corporais
As diferentes experiências corporais são necessárias na infância para proporcionar
atividades necessárias ao desenvolvimento das crianças, que precisam vivenciar
os jogos e brincadeiras com regularidade, dentro da rotina pedagógica semanal
da educação infantil. Dessa maneira, será possível garantir que elas explorem seus
corpos em diferentes atividades motoras, com foco em alguns elementos
fundamentais a serem desenvolvidos, a saber: coordenação motora fina e grossa,
lateralidade, equilíbrio, manipulação de objetos. (SANTIGO, CARDOSO,
FIGUEIREDO e PINHEIRO, 2018, https://bit.ly/32Y2yVD).
→ Projeto Extracurricular Literatura em LIBRAS
Os professores de libras que atuam na educação infantil devem ter a
preocupação específica de como lidar com as crianças no dia-a-dia e em
situações especiais por meio da contação de histórias disponíveis na literatura
infantil. A maior parte das crianças são iniciantes no convívio escolar, e no contato
com a Língua de Sinais e para tanto por meio do letramento pode-se começar
desenvolvendo um diálogo com sinais chaves e palavras simples como, por
exemplo: “bom dia”, “boa tarde”, “olá”, “oi”, e assim ir aumentando o vocabulário
gradativamente, onde todos os envolvidos na educação estejam compartilhando
desse aprendizado como é feito com as demais línguas. Este contexto é novo e
exige de todos nós, educadores, pais e crianças, um sentimento de pertencimento
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS IV - EDUCAÇÃO FÍSICA
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS V - LIBRAS
132
e bem-estar demonstrando assim um acolhimento mais humanizado.
MODALIDADES
→ Características socioeconômicas e ambientais locais:
sustentabilidade no campo
No que diz respeito à natureza, sociedade e culturas, as DCNEI abordam em seu
artigo 9º: “VII - Possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e
grupos culturais, que alarguem seus padrões de referência e de identidades no
diálogo e reconhecimento da diversidade”. As dimensões econômica, social e
ambiental podem ser consideradas dimensões primárias da sustentabilidade. Elasestão presentes em qualquer formação social, desde as comunidades selvagens
até os dias de hoje, e estarão presentes em quaisquer comunidades futuras.
(LOPES e TENÓRIO, 2011, p. 93, https://bit.ly/3cIlgVL). Para melhor explicar aqui foi
dividida as três dimensões em suas principais características:
→ Sustentabilidade ambiental: necessário estimular os diferentes sentidos,
utilizar materiais que possibilitem múltiplas interações das crianças com o
ambiente, através das mais variadas texturas, materiais para movimento,
no fluir das interações com plantas, animais e materialidades. Ao realizar
passeios, excursões, aventuras, contar e ouvir histórias e estórias,
movimentar-se em diferentes espaços naturais e culturais, os bebês e as
crianças pequenas do campo reconhecerão a sensibilidade ético-estética
do professor, nas interações que promove entre os seus pares, as crianças e
as famílias. (BARBOSA [et al.], 2012, p. 126-127, https://bit.ly/3349EI8).
→ Sustentabilidade social: A sustentabilidade é um princípio de atuação
de uma sociedade que mantém as características necessárias para um
sistema social justo, ambientalmente equilibrado e economicamente
próspero, por um período de tempo longo e indefinido. Atende, assim, às
necessidades das gerações do presente sem comprometer a possibilidade
das gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades. (LOPES e
TENÓRIO, 2011, p. 76, https://bit.ly/3cIlgVL)
→ Sustentabilidade econômica: A pedagogia da alternância2 pode
constituir-se uma alternativa interessante a ser utilizada no processo de
escolarização do meio rural, pois utiliza uma metodologia de ensino-
apredizagem que oportuniza meios para que o agricultor torne-se, na
2 A pedagogia da alternância se constitui em um processo educativo em que o aluno alterna períodos de aprendizagem na família com
períodos na escola. Os ambientes e os tempos escolar e comunitário são interligados por meio de instrumentos pedagógicos específicos
capazes de constituir um conjunto harmonioso entre as comunidades e a ação pedagógica.
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS II - PEDAGOGIA
133
perspectiva da economia popular solidária, um agente comunitário, um
agente multiplicador de técnicas inovadoras para o desenvolvimento do
lugar onde ele ou ela está inserido, criando suas próprias condições de
trabalho, a partir da vivência que ele ou ela tem do conhecimento de que
é capaz de gerar. (MOLINA, 2010, p. 22, https://bit.ly/38Ixz0J)
→ Comunidades: os modos próprios de vida no campo e nos
pequenos povoados
 a presença da escola na comunidade é forte elemento na preservação
de valores que mantêm as populações rurais vinculadas aos seus modos de
vida e convivência;
 a escola é importante instrumento de mobilização para o diálogo com a
realidade e, na medida em que oferece educação – entendida em seu
sentido mais amplo – pode aglutinar as ações necessárias ao
desenvolvimento rural integrado, trabalhando por um projeto de ser
humano vinculado a um projeto de sociedade mais justa e equilibrada;
 o direito à educação somente estará garantido se articulado ao direito à
terra, à água, ao saneamento, ao alimento, à permanência no campo, ao
trabalho, às diferentes formas de reprodução social da vida, à cultura, aos
valores, às identidades e às diversidades das populações do campo;
 a educação, ao desenvolver o complexo processo de formação humana,
encontra nas práticas sociais o principal ambiente dos seus aprendizados;
ela é mantenedora das raízes e tradições culturais da comunidade; é o
lugar das reuniões comunitárias, do encontro dos sujeitos e espaço de
socialização pelas festas e comemorações que estimula; muitas pequenas
escolas rurais foram construídas com a participação das famílias e da
comunidade do seu entorno; e
 a manutenção das escolas no campo, com qualidade, sempre que
possível e desejável, é condição para se assegurar a educação como
direito de todos e, evidentemente, dever do Estado. (DCNEB, 2013, p. 292)
→ Culturas, tradições e identidades locais
Sabemos que não são nítidas as fronteiras entre cidade e campo. Existem entre
ambos relações de continuidade. Essa realidade, quando não considerada,
marca as formas de atendimento educacional às crianças do campo (por vezes
no próprio campo e por vezes nas instituições das cidades), acolhendo-as muitas
vezes com adaptações precárias, sem colocar no centro da ação pedagógica a
concretude da vida da criança do campo: seus espaços de convívio, seus ritmos
de viver o tempo, sua participação na produção coletiva de seus familiares e de
suas comunidades, seus brinquedos e brincadeiras organicamente vinculados aos
modos culturais de existir. (SILVA, PASUCH, SILVA, 2012, p.36).
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS II - PEDAGOGO
134
→ Características socioeconômicas e ambientais
No que diz respeito ao direito, a resolução CEB n. 03 de 10 de n0vembto de 1999,
em seu Art. 13 assegura que “A Educação Infantil será ofertada quando houver
demanda da comunidade indígena interessada”.
A Diretriz Nacional da Educação Infantil (BRASIL, 2012, p. 364), trás o seguinte: “é
um direito dos povos indígenas que deve ser garantido e realizado com o
compromisso de qualidade sociocultural e de respeito aos preceitos da educação
diferenciada e específica. Sendo um direito, ela pode ser também uma opção de
cada comunidade indígena que possui a prerrogativa de, ao avaliar suas funções
e objetivos a partir de suas referências culturais, decidir pelo ingresso ou não de
suas crianças na escola desde cedo”.
Considerando a Educação Infantil como um direito é importante destacar que a
população indígena do Estado de Mato grosso do Sul é de 61.737 (IBGE-2012)
entre os Povos Guarani Kaiowá, Guarani Nhandeva,Terena, Kadiwéu, Ofaié,
Guató, Kinikinaua. Conforme os dados do IBGE, Mato Grosso do Sul tem a segunda
maior população de indígenas no País. A primeira etnia mais populosa do estado
são os Guarani Kaiowá e Guarani Nhandeva com uma população de 43 mil
indígenas. Do total, 18% concentra-se nas aldeias indígenas de Dourados,
localizada ao norte e cerca de 05 km da cidade com 11.146 pessoas entre as
etnias Guarani Kaiowá, Guarani Nhendeva e Terena numa área territorial de
apenas 3. 500 hc. (de 02/08/2012; campograndenews.com.br.)
A população indígena das aldeias de Dourados conta com 60% da etnia Guarani
Kaiowá, 20% da etnia Terena e 20% da etnia Guarani Nhandeva, porém, com uma
diversidade linguística muito presente devido a miscigenação étnica e cultural
entre as etnias e também entre os não indígenas existente nas comunidades. As
crianças Guarani e Kaiova em sua maioria chegam à escola falando a Língua
Indígena da etnia. Há crianças monolíngues em sua Língua da etnia e
monolíngues na Língua Portuguesa e, ainda há crianças que fala a Língua
Portuguesa e entendem a Língua Indígena e há crianças que falam a Língua
Indígena da Etnia e entendem a Língua Portuguesa.
A superpopulação das aldeias de Dourados é provenientes de várias situações
como: proximidade da cidade, melhoria de acesso aos bens e serviços como
saúde e educação, condições de trabalho na cidade, acesso às políticas de
assistência social entre outros, bem como, a alta taxa de natalidade de crianças
indígenas, em média de 500 crianças nascida por ano, sendo que a metade da
população dos habitantes são jovens, adolescentes e crianças e a outra metade
são de adultos e idosos, o que aumenta a demanda e procura pelo atendimento
a Educação Infantil. Por isso, há vários anos a comunidade vem reivindicar junto
ao órgão público municipal a construção do Centro de Educação Infantil nas
aldeias Jaguapiru e Bororó. Até o momento, apenas as escolas municipais
indígenas existentes oferta a Educação Infantil na modalidade de Pré I e Pré II,
porém insuficiente para atender a demanda.
No que tange a questão pedagógica, as DCNEI abordam em seu artigo 9º: VII
que a Educação Infantil deve possibilitar “vivências éticas e estéticas com outras
crianças e grupos culturais, que alarguem seus padrões de referência e de
identidades no diálogo e reconhecimento da diversidade”.Sendo assim, a
135
educação infantil na escola e um espaço importante onde a criança indígena
tem possibilidade de vivenciar/socializar com demais crianças de seu grupo
cultural e de outros grupos étnicos e culturais que compõe as aldeias. De acordo
com as legislações, a escola também é um espaço de continuidade da
educação tradicional familiar de seu povo a qual pertence em que “os saberes e
práticas indígenas deve ancorar o acesso a outros conhecimentos, de modo a
valorizar os modos próprios de conhecer, investigar e sistematizar de cada povo
indígena, valorizando a oralidade e a História indígena ( Res. n. 05 de 22 de junho
de 2012. Art. 7º,& 2º).
Quanto à questão da natureza, conforme o supracitado documento em seu inciso
VIII deve-se incentivar “a curiosidade, a exploração, o encantamento, a
indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social,
ao tempo e à natureza” porque o objetivo é formar crianças questionadoras dos
diversos elementos que compõem o mundo à sua volta. Para tanto, precisam
manter contato efetivo a partir das práticas pedagógicas e, sobretudo, a
interação com esses elementos conforme destaca o inciso X “promovam a
interação, cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da
sustentabilidade da vida na terra, assim como o não desperdício dos recursos
naturais”.
Para melhor explicar aqui foi dividida as três dimensões em suas principais
características:
→ Sustentabilidade ambiental: refere-se à recuperação e preservação do meio
ambiente de maneira que a comunidade encontre o equilíbrio entre o suprimento
de suas necessidades e o uso racional dos recursos naturais, sem prejudicar a
natureza.
→ Sustentabilidade social: refere-se à participação ativa da população no que
tange ao desenvolvimento social e comunitário por meio da elaboração de
propostas que visem ao bem-estar e igualdade de todos em consonância com a
recuperação e preservação do meio ambiente.
→ Sustentabilidade econômica: refere-se ao modelo de desenvolvimento
econômico que visa à exploração dos recursos naturais de maneira sustentável,
de onde tiram a matéria prima para seu uso e fabricação de artesanato e outros
sem prejudicar o suprimento das necessidades da geração futura
(https://bit.ly/33aavap, 2020).
→ Comunidades: os modos próprios de vida indígena
Considerando o contexto intercultural na qual está inserida e a convivência com
as diferenças étnicas, culturais e linguísticas das crianças das comunidades é
importante observar e considerar que há presença de diversas práticas e tradições
vividas pelas crianças, nesse sentido, a escola, a educação escolar e
principalmente os educadores devem valorizar os modos próprios de cada povo e
também se atentar para os outros modos e práticas internalizadas na vivencias
interculturais das crianças para que o espaço escolar seja o palco de valorização
dos diferentes saberes e das diferenças étnicas culturais linguísticas buscando
colocar o ser e o poder identitário no mesmo patamar de importância.
No âmbito dos princípios estéticos e os Patrimônios culturais, temos que
proporcionar às nossas crianças acesso a espaços culturais diversificados existentes
136
na comunidade e outros espaços: inserção em práticas culturais dos povos que
compõem a comunidade, participação em apresentações musicais, teatrais,
fotográficas e plásticas, Jogos Escolares e Mostras Culturais. Proporcionar visitas a
bibliotecas, brinquedotecas, museus, monumentos, equipamentos públicos,
parques, jardins (BRASIL. Parecer nº 20, 2009, p. 15). Na realidade grande parte das
Unidades Escolares não conseguem viabilizar essas vivências, assim torna-se
indispensável que o contexto educacional possibilite a apropriação das culturas,
tradições e identidades locais a partir de um ambiente favorável por meio de
práticas pedagógicas como: brincadeiras, projetos, músicas, contação de histórias
e celebrações de manifestações culturais promovendo assim vivências e
experiências que trazem a aproximação ao patrimônio étnico-cultural da
comunidade.
As DCNEI destacam que: na formação dos pequenos cidadãos compromissada
com uma visão plural de mundo, é necessário criar condições para o
estabelecimento de uma relação positiva e uma apropriação das contribuições
histórico-culturais dos povos indígenas, afro-brasileiros, asiáticos, europeus e de
outros países da América que de maneira geral compõem nosso povo local. Os
elementos culturais, da realidade vivida, devem ser conhecidos pelo professor
para que de fato, a aprendizagem torne-se potencialmente significativa.
É preciso que a cultura própria de cada povo indígena local faça parte do dia a
dia das crianças, deve ser vivenciada e não contemplada como algo de fora ou
estereotipado. As tradições têm uma essência e é esta essência que precisa ser
valorizada e trazida para o interior das Unidades Escolares e das famílias como
objeto de reflexão e formação. Temos que ter consciência que as tradições
culturais impactam na vida das crianças de diversos modos, contribuindo
sobretudo, para o processo de socialização. As tradições culturais da comunidade
contribuem para que as crianças se apropriem da cultura do seu grupo social, e
dessa forma se percebam parte de um coletivo e assim constituirá sua identidade
empoderada.
É importante trazer demais cultura popular brasileira para o conhecimento das
crianças como parte do Patrimônio Cultural do Povo brasileiro.
→ Concepções de mundo, memórias do meu povo
O direito a uma educação diferenciada também encontra respaldo na Lei nº
9394/96 (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional), que estabelece uma
série de princípios gerais para o ensino, dentre eles o pluralismo de ideias e de
concepções pedagógicas;; a valorização do profissional de educação escolar; a
valorização da experiência extraescolar, a vinculação entre a educação escolar,
o trabalho e as práticas sociais, dentre outros.
No que diz respeito à Educação Escolar Indígena, isto, se estende também à
Educação Infantil, a atual LBD, rompendo com o silêncio da lei anterior,
regulamenta as formulações contidas na Constituição de 1988, determinado, em
seu art. 78, que a União, em colaboração com as agências de fomento à cultura e
de assistência aos índios, deverá desenvolver programas integrados de ensino e
pesquisa para a oferta de educação escolar bilingue e intercultural aos povos
indígenas, com os seguintes objetivos:
I - Proporcionar aos índios, suas comunidades e povos, a recuperação
de suas memórias históricas; a reafirmação de suas identidades
137
étnicas; a valorização de suas línguas e ciências;
II - Garantir aos índios, suas comunidades e povos, o acesso às
informações. conhecimentos técnicos e científicos da sociedade
nacional e demais sociedades indígenas e não-índias.
Isto requer que ao organizar o currículo da Educação Infantil é fundamental
“assegurar que os princípios da especificidade, do bilinguismo e multilinguismo, da
organização comunitária e da interculturalidade fundamentem os projetos
educativos das comunidades indígenas, valorizando suas línguas e conhecimentos
tradicionais. E que “leve em consideração as práticas socioculturais e econômicas
das respectivas comunidades, bem como suas formas de produção de
conhecimento, processos próprios de ensino e de aprendizagem e projetos
societários” (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena,
brasil, 2012, p. 356-357). Para que a criança indígena tenha o direito à educação
escolar diferenciada deve ser garantida às crianças indígenas uma educação
escolar com qualidade social e pertinência pedagógica, cultural, linguística,
ambiental e territorial, respeitando as lógicas, saberes e perspectivas de cada
povo indígena, como ponto de partida e como ponto de chegada, se apoiando
na metodologia de Ensino articulada com a Pesquisa, tendo em vista, que muitos
educadores e as crianças, já não conhecem ou não mantém mais as práticas
culturais por conta da anulação ou silenciamento de seus saberes no processo
educacional colonizadora, pautada namonocultura do saber e do poder. Nesse
sentido, os educadores indígenas tem um papel importante na intermediação e
proposição da pesquisa para recuperar e/ou fortalecer as memórias históricas do
seu povo para compreender que a criança indígena é um sujeito que ocupa
espaço no contexto territorial e espacial num determinado tempo e que tem sua
contribuição no processo histórico, linguístico, cultural na constituição da
sociedade local, regional e nacional.
Considerando estes princípios, a escola é sempre um espaço de fronteira entre os
modos próprios e outros modos ou práticas, fronteira entre os saberes próprios e
outros saberes, fronteiras entre as línguas, entre o ser e o estar da vida das crianças
indígenas. Essa realidade, quando não considerada, marca as formas de
atendimento educacional às crianças indígenas, acolhendo-as muitas vezes com
adaptações precárias, sem colocar no centro da ação pedagógica a concretude
da vida da criança das aldeias: seus espaços de convívio, seus ritmos de viver o
tempo, sua participação na produção coletiva de seus familiares e de suas
comunidades, seus brinquedos e brincadeiras organicamente vinculados aos
modos culturais de existir. (SILVA, PASUCH, SILVA, 2012, p.36).
→ Culturas, tradições e identidades locais
A Reserva Indígena de Dourados corresponde a uma área de 3.500 hetares com
uma superpopulação estimada, dez anos depois do levantamento do (IBGE –
2010), em aproximadamente 16 mil indígenas. Ela é constituída por três etnias:
Guarani Nhandeva, Guarani Kaiowá e Terena e a miscigenação dessas etnias.
Mais recentemente, há famílias não indígenas e a miscigenação étnica de
indígenas e não indígenas através de alianças e/ou casamentos convivendo no
mesmo espaço. A Reserva Indígena conta com a presença de várias
comunidades devido as várias famílias extensas existentes e que alguns chamam
também de “família nuclear”. Cada povo tem sua cultura, práticas, tradições,
138
identidades, porém, nenhuma cultura é “pura” por causa do hibridismo étnico e
cultural e da convivência intercultural.
De acordo com uma pesquisa 70% das comunidades se consideram evangélicas,
há alguns católicos e também há grupos tradicionais que praticam as danças, as
rezas, os cantos, A reserva tem muitas igrejas evangélicas, tem três casas de Reza,
uma da etnia Guarani Nhandeva e duas da etnia Guarani Kaiowá. Existe também
o grupo de Tradição Terena que mantém muito fortemente as suas danças
masculina e feminina. Pela primeira vez há dois anos atrás, realizou o primeiro
casamento tradicional terena, além do casamento civil e religioso.
Desde o ano de 2001, através do Núcleo de Educação Escolar Indígena-
NEEI/SEMED, as políticas educacionais municipais em Dourados, visa respeitar as
prerrogativas constitucionais no que tange ao direito dos povos indígenas terem
uma educação que respeite as diferenças com a valorização dos saberes
indígenas. Nesse sentido, a escola tem sido um instrumento importantíssimo em
desenvolver ações educacionais diferenciadas para garantir o que prevê as
legislações vigentes. O objetivo do NEEI/SEMED/CEAID é desenvolver junto as
escolas indígenas o programa de formação continuada na área de letramento,
numeramento e publicação de material didático específicos, primeiramente na
área de Literatura Indígena valorizando a cosmovisão de cada povo que gira em
torno da mitologia do povo. Esse programa de formação foi executada através de
Programa do MEC, chamada “Saberes Indígenas na Escola”, implementada
desde o ano de 2014, com recursos do MEC com recurso para custeio e bolsas nos
moldes do PENAIC. As bolsas se encerraram em 2018 e o recurso de custeio se
encerrou em 2019. Com o programa também foram realizadas 05 Mostras Culturais
com objetivo de socializar os trabalhos pedagógicos e resultados de pesquisas
realizadas pelos professores e alunos das escolas indígenas, além da produção de
material didático também produzidos por eles. O resultado das produções resultou
em publicação de 12 livros e 03 cds até o momento. Esses materiais de literatura
indígena são para ser utilizados desde a Educação Infantil até Anos Finais do
Ensino Fundamental. Todas as ações educacionais tem a finalidade de fortalecer
as identidades culturais dos povos locais existentes.
→ Fortalecimento do ser indígena
Nas sociedades, bem como nas instituições de ensino, em seus diferentes níveis e
modalidades, que vem se reproduzindo sentimentos de preconceito ao diferente
que se apresenta velado nas relações humanas.
Com vistas a combater tais sentimentos e posturas, a diversidade foi eleita como
princípio norteador desta proposta curricular, firmando o propósito de tomá-la
como desafio constante para o processo educativo, exercitando-a na produção
de práticas, saberes, valores, linguagens, técnicas artísticas, científicas, nas
representações de mundo, nas experiências de sociabilidade e aprendizagem
vivenciadas no âmbito escolar e fora dele.
Para que isso ocorra, faz-se necessário reconhecer que a base da diversidade
nasce da construção histórica, cultural e social das diferenças e que esta é forjada
por sujeitos sociais em processos de adaptação ao meio social e no contexto das
relações de poder.
Sob essa visão, a instituição escolar tem como premissa o desenvolvimento de
139
uma postura ética, consciente e coerente das marcas da diversidade nas
diferentes áreas do conhecimento e no currículo como um todo, nos processos de
produção e de seleção do conhecimento nele traduzido.
Com relação à autonomia dos povos indígenas na escolha dos modos de
educação de suas crianças, de acordo com o Parecer CNE/CEB nº 20/2009, em
seu art. 8º, § 2º, as propostas pedagógicas para os povos que optaram pela
Educação Infantil devem:
a) proporcionar uma relação viva com os conhecimentos, crenças, valores,
concepções de mundo e as memórias de seu povo;
b) reafirmar a identidade étnica e a língua materna como elementos de
constituição das crianças;
c) dar continuidade à educação tradicional oferecida na família e articular-se às
práticas socioculturais de educação e cuidado coletivos da comunidade;
d) adequar calendário, agrupamentos etários e organização de tempos,
atividades e ambientes de modo a atender às demandas de cada povo
indígena.
→ Literaturas Indígenas
Por vários anos o indígena foi descrito e apresentado como ficção pelo olhar do
colonizador, no entanto, na atualidade , o indígena começa a registrar a sua
própria historia e saberes divulgar o seus costumes os cânticos, contos e mitos,
começam a ser registrado pelo indígenas por meio de suporte físico como o livro,
instrumento de propagação das tradições e identidades. Para os indígenas as
narrativas representam a vida nas tribos contada pelo próprio índio, que utilizou da
escrita do colonizador para escrever a sua historia e essa literatura indígena é
produzida pelos próprios índios a partir das crenças e costumes dos povos.
Percebe se a diferença por criações de caráter oral ou escritas, coletivas ou
individuais, sendo estabelecida pensada e estruturada a partir dos conhecimentos
culturais que surgem de dentro da sua aldeia. Falar da literatura indígena significa
discorrer sobre temática ainda nova viajar no mundo que infelizmente muitos
desconhecem, a literatura proporciona o conhecimento da cultura indígena por
pessoas não indígenas e facilita a propagação da cultura e o respeito às
diferenças, como a literatura indígena “GUÃIGUINGU conhecido como URUTAU,
Trata-se de um mito que ensina a não ter preconceito contra a diferença.” A
cosmovisão dos grupos indígenas iniciou-se a elaboração de material especifico
para tal fim, que fosse adequado ao ensino para esses grupos, que foi incentivada
através da introdução das escritas alfabéticas a produção bibliográfica na
sociedades indígenas que em maioria faziam o uso apenas da tradição oral. A
literatura indígena na escola, tanto em livro ou por meio das narrativas orais pode
ser um instrumento de mediação de conhecimento.
140
PATRIMÔNIOS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS
Na educação Infantil considera-secomo patrimônio os conhecimentos
historicamente construídos e produzidos pela humanidade, numa perspectiva
pedagógica que visa ao processo de valorização, conhecimento e preservação
do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, articulados às
experiências e aos saberes das crianças, de modo a promover o desenvolvimento
integral das mesmas.
PATRIMÔNIO AMBIENTAL: por seu modo, é um bem que se encaixa na categoria de
patrimônio natural pelo IPHAN, os quais podemos citar praias, árvores, reservas
florestais, montanhas considerado pelo valor econômico e paisagístico. Na
Educação Infantil pode-se trabalhar e explorar os elementos contidos na natureza
como a fauna e flora onde o homem interage como forma de sobrevivência.
Conteúdos como a poluição de matas, rios e as queimadas, a falta d’água e a
conscientização são elementos que devem ser trabalhados quando se trata do
patrimônio ambiental para que sejam formadas crianças conscientes que cuidam
do ambiente em que vivem.
PATRIMÔNIO ARTÍSTICO: composto daqueles elementos artisticamente constituído
nas mais variadas formas de expressão do homem e a forma como interage e
comunica com o mundo por meio de pinturas, desenhos, obras de arte, esculturas,
peças, monumentos, artes plásticas que caracterizam determinada comunidade.
PATRIMÔNIO CULTURAL: por seu modo, é um bem que se encaixa na categoria de
patrimônio natural pelo IPHAN, os quais podemos citar praias, árvores, reservas
florestais, montanhas considerado pelo valor econômico e paisagístico. Na
Educação Infantil pode-se trabalhar e explorar os elementos contidos na natureza
como a fauna e flora onde o homem interage como forma de sobrevivência.
Conteúdos como a poluição de matas, rios e as queimadas, a falta d’água e a
conscientização são elementos que devem ser trabalhados quando se trata do
patrimônio ambiental para que sejam formadas crianças conscientes que cuidam
do ambiente em que vivem.
PATRIMÔNIO CIENTÍFICO: de cunho estritamente sistemático e racional do qual
podemos citar os elementos matemático abrange todo e qualquer conhecimento
que exigiu pesquisa e produção pelo homem nas diferentes ciências ao longo dos
séculos e é obtido a partir de experiências relacionamentos, leituras e, sobretudo,
interações.
PATRIMÔNIO TECNOLÓGICO: envolve os conhecimentos científicos da sociedade, o
qual se tornam elementos para se entender o corpo humano, a cura de doenças, o
descobrimento de elementos materiais, os meios de comunicação.
141
TEMAS CONTEMPORÂNEOS
Temas contemporâneos que afetam a vida humana em escala local, regional e
global, preferencialmente de forma transversal e integradora. Entre esses temas,
destacam-se: direitos da criança e do adolescente, educação para o trânsito ,
educação ambiental , educação alimentar e nutricional , processo de
envelhecimento, respeito e valorização do idoso , educação em direitos
humanos , educação das relações étnico-raciais e ensino de história e cultura
afro-brasileira, africana e indígena , bem como saúde, vida familiar e social,
educação para o consumo, educação financeira e fiscal, trabalho, ciência e
tecnologia e diversidade cultural essas temáticas são contempladas em
habilidades dos componentes curriculares, cabendo aos sistemas de ensino e
escolas, de acordo com suas especificidades, tratá-las de forma
contextualizada.
Para compreender a descrição de cada tema contemporâneo deverá ser
consultado o currículo do MS e de Dourados.
→ 2.1. O Estudo da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena
→ 2.2. Direitos das Crianças e dos Adolescentes
→ 2.3. Educação De Direitos Humanos
→ 2.4. Educação Ambiental
→ 2.5. Educação para o Trânsito
→ 2.6. Educação Alimentar e Nutricional
→ 2.7. Educação Fiscal
→ 2.8. Educação Financeira
→ 2.9. Saúde, Sexualidade e Gênero, Vida Familiar e Social
→ 2.10. Respeito, Valorização e Direitos dos Idosos
→ 2.11. Conscientização, Prevenção e Combate À Intimidação Sistemática (Bullying)
→ 2.12. Cultura Sul-Mato-Grossense E Diversidade Cultural
→ 2.13. Superação de Discriminações e Preconceitos, como racismo, sexismo,
homofobia e outros
→ 2.14. Cultura Digital
(DOURADOS, Currículo da Rede Municipal de Ensino de Dourados, 2020, p. 28)
142
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS
Os eixos estruturais, interagir e brincar, são importantes para que a criança
consolide sua aprendizagem. É a partir da brincadeira e da interação que ela
desenvolve, nesta etapa, as estruturas, habilidades e competências que serão
importantes ao longo de toda a vida. Para que se cumpram as diretrizes, os
aspectos relacionados ao cuidar e educar devem estar sempre vinculados
como ações para que se efetive com qualidade o atendimento na Educação
Infantil, considerando a criança que atende e levando em consideração que
as interações e as brincadeiras devem ser os eixos condutores das práticas
pedagógicas na Educação Infantil.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional
Comum Curricular. 3ª versão final. Brasília: MEC, 2017.
________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de
Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Secretaria de
Educação Profissional e Tecnológica. Conselho Nacional da Educação. Câmara
Nacional de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da
Educação Básica / Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica.
Diretoria de Currículos e Educação Integral. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.
________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes
curriculares nacionais para a educação infantil. Brasília: MEC, SEB, 2010.
DOURADOS. Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Ensino e Educação.
Currículo da Rede Municipal de Ensino de Dourados / Organizadoras Laura Cristina
Vargas Pereira; Clair Moron dos Santos Munhoz. Dourados : SEMED, 2020.
________. Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Educação Infantil.
Diretrizes Curriculares Municipais para a Educação Infantil de Dourados. Dourados:
SEMED, NEI, DCMEI, 2017.
MATO GROSSO DO SUL. Secretaria de Estado de Educação. Currículo de
referência de Mato Grosso do Sul: educação infantil e ensino fundamental /
Organizadores Hélio Queiroz Daher; Kalícia de Brito França; Manuelina Martins da
Silva Arantes Cabral. Campo Grande: SED, 2019. (Série Currículo de Referência; 1).
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
Encaminhamento Núcleo de Educação Infantil, e aquelas escolhidas pela
Unidade Escolar e docentes.
COMPLEXO, Hospital. 5 dicas de higiene na Primeira Infância. Disponível em:
<http://pequenoprincipe.org.br/noticia/5-dicas-de-higiene-na-primeira-infancia/>.
http://pequenoprincipe.org.br/noticia/5-dicas-de-higiene-na-primeira-infancia/
143
Acesso em: 01/03/2020, 7h.
FERNANDES, Clarice Albertina. Ler Sobre o tempo. Disponível em:
<https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2892/ler-sobre-o-tempo>. Acesso em:
22/02/2020, 21h.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes em Ação : Qualidade no dia a dia da
Educação infantil/ Instituto Avisa lá – Formação continuada de educadores;
Ministério da Educação; Fundo das Nações Unidas para a Infância - UNICEF – São
Paulo : Ed. Instituto Avisa Lá, 2015.
OLIVEIRA, Graciane Carneiro de. A importância das interações e dabrincadeira para
o desenvolvimento das crianças na educação infantil.Disponível em:
<https://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-das-interacoes-e-da-
brincadeira-para-o-desenvolvimento-das-criancas-na-educacao-infantil/153822>.
Acesso em: 02/03/2020, 7h.
OLIVEIRA, Zilma Morais Ramos de. Base Nacional Comum e avaliação nacional da
educação infantil: desafios para a formação docente. Disponível em:
<http://www.primeirainfancia.org.br/wpcontent/uploads/2015/10/mesa02_zilma_u
sp1.pdf>. Acesso em: 02/03/2020, 9h10min.
_______. O currículo na educação infantil: o que propõem as novas diretrizes
nacionais? Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-2010-
pdf/7153-2-1-curriculo-educacao-infantil-zilma-moraes/file>. Acesso em:
04/02/2020, 15h25min.
PREZI. Eixos norteadores: interações e brincadeira.Disponível em:
<https://prezi.com/vd6cx9ogxtn4/eixos-norteadores-interacoes-e-brincadeiras/>.
Acesso em: 10/02/2020, 9h40min.
RUIZ, Leninha. Roda de conversa. Disponível em: <
file:///C:/Users/user/Downloads/blog-coordenadoras-roda-de-conversa.pdf>.
Acesso em: 22/02/2020, 12h.
SAE DIGITAL. BNCC na Educação Infantil: Saiba quais são os novos enfoques.
Disponível em: <https://sae.digital/bncc-na-educacao-infantil/>. Acesso em:
10/02/2020, 9h.
ARTE
BARBIERI, Stela. Interações: onde está a arte na infância? / Stela Barbieri; Josca
Ailine Baroukh, coordenadora; Maria Cristina Carapeto Lavrador Alves,
organizadora. -- São Paulo: Blucher, 2012. -- (Coleção InterAções).
FERRAZ, Maria Heloísa Corrêa de Toledo; FUSARI, Maria Felisminda de Rezende e.
Arte na educação escolar / Maria Heloísa Corrêa de Toledo Ferraz e Maria
https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2892/ler-sobre-o-tempo
https://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-das-interacoes-e-da-brincadeira-para-o-desenvolvimento-das-criancas-na-educacao-infantil/153822
https://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-das-interacoes-e-da-brincadeira-para-o-desenvolvimento-das-criancas-na-educacao-infantil/153822
http://www.primeirainfancia.org.br/wpcontent/uploads/2015/10/mesa02_zilma_usp1.pdf
http://www.primeirainfancia.org.br/wpcontent/uploads/2015/10/mesa02_zilma_usp1.pdf
http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-2010-pdf/7153-2-1-curriculo-educacao-infantil-zilma-moraes/file
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https://prezi.com/vd6cx9ogxtn4/eixos-norteadores-interacoes-e-brincadeiras/
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144
Felisminda de Rezende e Fusari. - 4. ed. - São Paulo : Cortez, 2010. ISBN 978-85-249-
1534-5.
CUNHA, Susana Rangel Vieira da; CARVALHO, Rodrigo Saballa de. Arte
contemporânea e Educação Infantil: crianças observando, descobrindo e criando
/ Susana Rangel Vieira da Cunha, Rodrigo Saballa de Carvalho (organizadores) - 1.
ed. - Porto Alegre : Mediação, 2017. 128 p.; 25 cm. ISBN: 978-85-7706-115-0.
CUNHA, Susana Rangel Vieira da. (Org.) As artes do universo infantil / Susana
Rangel Vieira da Cunha (Organização), Dulcimarta Lemos Lino, Lisete Arnizaut
Machado de Vargas, Luiz Fernando de Souza, Sandra Regina Simonis Richter e
Vera Lúcia Bertoni dos Santos. 4 ed - Porto Alegre : Mediação, 2017. 272 p. : il. ;
ISBN: 978-85-7706-072-6.
HERNÁNDEZ, Fernado. Transgressão e mudança na educação: os projetos de
trabalho / Fernando Hernández; tradução Jussara Haubert Rodrigues. - Porto
Alegre : Artmed, 1998. 152 p. ; 23 cm.
GANDINI, Lella [et al.]. O papel do ateliê na educação infantil : inspiração de
Reggio Emilia / Organizadores Lella Gandini, Lynn Hill, Louise Cadwell e Charles
Schwall; tradução: Ronaldo Cataldo Costa; revisão técnica: Ana Lúcia Goulart de
Faria. - Porto Alegre : Penso, 2012. 224 p. ; 25 cm. ISBN 978-85-63899-88-0.
EDUCAÇÃO FÍSICA
FRIEDMANN, A. O brincar na Educação Infantil: observação, adequação e
inclusão. São Paulo: Moderna, 2012.
GALLAHUE, D. L.; OZMUN, J. C.; GOODWAY, J. D. Compreendendo os
desenvolvimento motor : bebês, crianças, adolescentes e adultos. 7 ed. Porto
Alegre: AMGH, 2013.
GUTTON, Philippe. O brincar da criança, estudo sobre o desenvolvimento.
Petrópolis –RJ. Vozes, 2013.
HARLOS,F. E.; OLIVEIRA, G. M. Vamos fazer uma nova Educação Infantil? Bauru:
Canal6, 2009.
KISHIMOTO,T.M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo,1997.
MOYLES, J. R. Só brincar? O papel do brincar na educação infantil – Porto Alegre:
Artmed, 2002.
145
Rotina é uma categoria pedagógica que os responsáveis pela educação
infantil estruturam para, a partir dela desenvolver o trabalho cotidiano nas
instituições de educação infantil. As denominações dadas à rotina são
diversas: horário, emprego do tempo, sequência de ações, trabalho dos
adultos e das crianças, plano diário, rotina diária, etc. (BARBOSA, p. 35, 2006).
ROTINA INTENÇÃO DA ROTINA
METODOLOGIA/
DESENVOLVIMENTO/
EXECUÇÃO
CHAMADA
CALENDÁRIO
CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS
TEMPO / CLIMA
RODA DE CONVERSA /
ESPAÇO DE ESCUTA
HIGIENIZAÇÃO
(escovação, trocas,
banhos)
ALIMENTAÇÃO
MUSICALIZAÇÃO
PASSEIOS / BRINCADEIRAS
AO AR LIVRE
OUTRAS
Chamada: A chamada na Educação Infantil auxilia o trabalho de
alfabetização, letramento e identidade da criança e dos seus pares. É um
momento lúdico em que o professor tem como objetivo a aprendizagem e
ainda faz parte da rotina.
Calendário:
- As crianças aprendem sobre funcionamento dos números num contexto
específico: o calendário;
- Familiarizar-se com uma forma particular de organizar a informação,
identificando a passagem do tempo apoiado no calendário;
- Utilizar o calendário como forma de organizar acontecimentos e
compromissos comuns ao grupo, interpretando a série numérica,
compreendendo certas regularidades das medidas de tempo, como dia,
mês e ano.
146
Contação de histórias: A contação de histórias influi em todos os aspectos
da educação da criança: na afetividade: desperta a sensibilidade e o amor à
leitura; na compreensão: desenvolve o automatismo da leitura rápida e a
compreensão do texto; na inteligência: desenvolve a aprendizagem de termos
e conceitos e a aprendizagem intelectual. (Runifo e Gomes, 1999)
Roda de conversa/espaço de escuta: A roda de conversa é um
momento onde a criança tem a oportunidade de expressar seus pensamentos
de maneira informal, mas em se tratando de crianças pequenas torna-se uma
atividade fundamental para ampliar sua competência comunicativa. Requer
intencionalidade educativa, planejamento e reflexão constante.
Tempo/clima: Introduzir noções de tempo e clima e relacionar questões
ambientais ao clima, a turma deve ser apresentada a boletins meteorológicos
apoiado em imagens, além de trabalhar a sensação térmica que cada um
sente.
Higienização (escovação, trocas, banhos3): São essenciais e devem
sempre ser supervisionados. Os cuidadores precisam estar atentos aos
momentos do banho, das necessidades fisiológicas, da escovação dos dentes
e também da higienização das mãos.
Alimentação: O processo alimentar tem uma série de implicações
emocionais e psicológicas. As experiências alimentares no começo de vida
têm importantes desdobramentos na formação dos traços da personalidade,
na vida adulta. A alimentação não se reduz à questão puramente nutricional,
mas um ato social, inserido em um contexto cultural; e estando no ambiente
educacional/escolar a alimentação pode e deve ter função pedagógica.
Musicalização: Esta forma de arte traz conexões das funções motoras e
psíquicas em consequência da maturidade do sistema nervoso. Durante as
aulas, as crianças melhoram a coordenação motora, a tonicidade (força) e
começam a distinguir o forte do fraco, rápido do devagar, som do silêncio,
grave do agudo, além do trabalho corporal e das percepções sensoriais. A
musicalização infantil é exercida a partir do contato com os instrumentos
musicais e, sobretudo, nas brincadeiras de roda e cantigas efetuadas por eles,
esses conjuntos de atividades que sensibilizam a criança para os sons a sua
volta. De forma intuitiva e lúdica ela trabalha e amplia a percepção da
criança para fundamentos como ritmo, melodia e harmonia. Os benefícios
são: Desenvolvimento da cognição; Desenvolvimento da fala e do
vocabulário; Conhecimento musical; Aumento da percepção corporal e da
3ATENÇÃO: No Município de Dourados o atendimento é parcial, por este motivo os momentos de banhos e sono nos Centros de Educação
Infantil Municipais são esporádicas e casual, de acordo com as necessidades fisiológicas ou por consequência das atividades desenvolvidas.
Esta orientarão difere do atendimento integral.
147
coordenação motora, entre outros.
Passeios/Brincadeiras ao ar livre: São essenciais para a promoção
infantil. Ao ar livre tudo se torna mais distante e amplo em comparação com
a sala e demais ambientes fechados, por isso brincar ao ar livre proporciona
viver a infânciaalém dos muros e das paredes, desta forma a criança se
conecta com o mundo, aceita as diversidades e o meio ambiente. Os
benefícios são: Aprendizagem; Criatividade; Autonomia; Previne a ansiedade
e obesidade infantil; Vitaminas e hormônios; Sistema imunológico; Ganhos
corporais; Melhora o sono e potencializa do cérebro; Previne o
desenvolvimento de problemas de visão; Melhora as relações sociais;
Desenvolve a atenção e a concentração; União familiar. (SOU MAMÃE, 2017;
MEDINA, 2015) .
148
INSTRUMENTO DE REGISTRO DE PROJETO TRABALHO
ATENÇÃO COORDENAÇÃO E PROFESSORES LER “TUTORIAL -
POR QUE DESENVOLVER O PLANEJAMENTO POR MEIO DE PROJETO DE TRABALHO?
(SANTANA, 2020)” DISPONÍVEL PARA BAIXAR ARQUIVO PDF NO PORTAL.
PROJETO DE TRABALHO DA UNIDADE - SEMESTRAL
PROJETO DE TRABALHO DO PROFESSOR - BIMESTRAL
UNIDADE ESCOLAR: _______________________________________________________________
DIAS LETIVOS: _____________________________________________________________________
TURMAS: __________________________________________________________________________
INTENÇÃO (indagação)
Discussão / hipótese /
surgiu por situação problema
/ problematização?
- Intenção do planejamento
dentro do projeto (ITEM
OBRIGATÓRIO)
Vivências e experiências que
o educador pretende
executar diariamente
Segunda-feira:
Terça-feira:
Quarta-feira:
Quinta-feira:
Sexta-feira:
Sábado:
TEMA / PROJETO
Tema Norteador para Projetos e atividades (sugestão NEI/SEMED):
Nossa Terra, Nossa Gente, Nossa Cultura – Dourados 85 anos.
Título projeto
149
EIXOS ESTRUTURAIS
Interações e Brincadeiras
Os eixos estruturais, interagir e brincar, são importantes para que a criança
consolide sua aprendizagem. É a partir da brincadeira e da interação que ela
desenvolve, nesta etapa, as estruturas, habilidades e competências que serão
importantes ao longo de toda a vida. Para que se cumpram as diretrizes, os
aspectos relacionados ao cuidar e educar devem estar sempre vinculados
como ações para que se efetive com qualidade o atendimento na Educação
Infantil, considerando a criança que atende e levando em consideração que as
interações e as brincadeiras devem ser os eixos condutores das práticas
pedagógicas na Educação Infantil.
PRINCÍPIOS
Princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana integral e à
construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como
fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica.
Éticos
Autonomia, responsabilidade, respeito ao bem comum, ao
meio ambiente, as diferentes culturas, identidades,
singulares.
Estéticos Sensibilidade, criatividade, ludicidade, liberdade de
expressão, manifestações artísticas e culturais.
Políticos Cidadania exercício da criticidade e do respeito a ordem
democrática.
PRINCÍPIOS
Princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana integral e à
construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como
fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica.
Éticos Estéticos Políticos
Autonomia, responsabilidade,
respeito ao bem comum, ao
meio ambiente, as diferentes
culturas, identidades, singulares.
Sensibilidade, criatividade,
ludicidade, liberdade de
expressão, manifestações
artísticas e culturais.
Cidadania exercício da
criticidade e do respeito a
ordem democrática.
150
INTENÇÃO
(INDAGAÇÃO, DISCUSSÃO/HIPÓTESE/SURGIU POR SITUAÇÃO
PROBLEMA/PROBLEMATIZAÇÃO)
Consiste na organização e proposição, pelo educador, de experiências que
permitam às crianças conhecer a si e ao outro e de conhecer e compreender as
relações com a natureza, com a cultura e com a produção científica, que se
traduzem nas práticas de cuidados pessoais (alimentar-se, vestir-se, higienizar-se),
nas brincadeiras, nas experimentações com materiais variados, na aproximação
com a literatura e no encontro com as pessoas. Nesta intencionalidade se
apresenta o trabalho do educador: reflexão, seleção, organização,
planejamento, mediação e monitoramento do conjunto das práticas e
interações, garantindo a pluralidade de situações que promovam o
desenvolvimento pleno das crianças. (BNCC, 2017)
COMPETÊNCIAS GERAIS DA BNCC
A Base possui 10 Competências Gerais que operam como um “fio condutor”. Para
a Educação Infantil as 10 Competências Gerais da Base se desdobram
em direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, dentro dos
5 campos de experiência da Educação Infantil.
1. Conhecimento
Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico,
social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo
e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
2. Pensamento científico, crítico e criativo
Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências,
incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade,
para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e
criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes
áreas.
3. Repertório cultural
Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais,
e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
4. Comunicação
Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita),
corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens
artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações,
experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos, além de produzir sentidos
que levem ao entendimento mútuo.
5. Cultura digital
151
Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de
forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as
escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir
conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida
pessoal e coletiva.
6. Trabalho e projeto de vida
Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais, apropriar-se de
conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do
mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu
projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
7. Argumentação
Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular,
negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e
promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo
responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em
relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
8. Autoconhecimento e autocuidado
Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional,
compreendendo- se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as
dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9. Empatia e cooperação
Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se
respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com
acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus
saberes, suas identidades, suas culturas e suas potencialidades, sem preconceitos de
qualquer natureza.
10. Responsabilidade e cidadania
Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade,
resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos,
democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
COMPETÊNCIAS GERAIS DA BNCC
PATRIMÔNIOS E MANIFESTAÇÕES
CULTURAIS
TEMAS CONTEMPORÂNEOS
ENVOLVIDOS NO PROJETO
CRIANÇA
PARTICIPAÇÃO (descrever como ocorre a efetiva
participação das crianças como centro do planejamento,
protagonista e sujeito histórico de direitos)
152
FAMÍLIA /
COMUNIDADE
PARTICIPAÇÃO (descrever como a família irá participar)
ADMINISTRATIVOS PARTICIPAÇÃO (descrever como a família irá participar)
PROFESSORES
PARTICIPAÇÃO: Efetiva participaçãoem todas as etapas,
incentivo para envolvimento de todos.
Práticas Pedagógicas I – PEDAGOGIA
Práticas Pedagógicas II – PEDAGOGIA
Práticas Pedagógicas III – ARTE
Práticas Pedagógicas IV – EDUCAÇÃO FÍSICA
Práticas Pedagógicas – LITERATURA EM LIBRAS
EXECUÇÃO
CAMPOS DE
EXPERIÊNCIAS
EVIDENCIADOS
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO EVIDENCIADOS
O Eu, o Outro e Nós
Corpo, Gesto e Movimentos
Traços, Sons, Cores e
Formas
Escuta, Fala, Pensamento e
Imaginação
Espaços, Tempos,
Quantidades, Relações e
Transformações
DIREITOS DE APRENDIZAGEM ENVIDENCIADOS
CONVIVER EXPLORAR
BRINCAR EXPRESSAR
PARTICIPAR CONHECER-SE
AÇÕES DIDÁTICAS
O Eu, o Outro e Nós
Corpo, Gesto e Movimentos
Traços, Sons, Cores e
Formas
153
Escuta, Fala, Pensamento e
Imaginação
Espaços, Tempos,
Quantidades, Relações e
Transformações
PARTE DIVERSIFICADA, PATRIMÔNIOS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS
METODOLOGIA
RECURSOS UTILIZADOS
OBSERVAÇÕES
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional
Comum Curricular. 3ª versão final. Brasília: MEC, 2017.
________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de
Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Secretaria de
Educação Profissional e Tecnológica. Conselho Nacional da Educação. Câmara
Nacional de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação
Básica / Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de
Currículos e Educação Integral. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.
________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes
curriculares nacionais para a educação infantil. Brasília: MEC, SEB, 2010.
DOURADOS. Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Ensino e Educação.
Currículo da Rede Municipal de Ensino de Dourados / Organizadoras Laura Cristina
Vargas Pereira; Clair Moron dos Santos Munhoz. Dourados : SEMED, 2020.
________. Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Educação Infantil. Diretrizes
Curriculares Municipais para a Educação Infantil de Dourados. Dourados: SEMED,
2017.
MATO GROSSO DO SUL. Secretaria de Estado de Educação. Currículo de referência
de Mato Grosso do Sul: educação infantil e ensino fundamental / Organizadores
Hélio Queiroz Daher; Kalícia de Brito França; Manuelina Martins da Silva Arantes
Cabral. Campo Grande: SED, 2019. (Série Currículo de Referência; 1).
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
154
TRIMESTRAL
POR CRIANÇA - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS I - PEDAGOGO
POR TURMA - TODOS (PEDAGOGOS, ARTE, EDUCAÇÃO FÍSICA E LIBRAS)
QUEM FAZ O RELATÓRIO DA CRIANÇA?
O relatório deve ser produzido de maneira coletiva entre as professoras da turma,
quem inicia o documento é a professora Práticas Pedagógicas I (Pedagogo - 16h), e
socializa com os demais professores (Pedagogo II, Arte e Educação Física) para que
colaborarem no texto, trazendo aspectos do desenvolvimento da criança que seja
peculiar em sua companhia. É importante que exista essa socialização do relatório,
pois muitas vezes as crianças se comportam e se desenvolvem de maneiras
diferentes de um professor para o outro. Sugerimos que seja um texto partilhado para
agilizar o trabalho de todos os envolvidos sem sobrecarregar os profissionais em
dedicação a textos semelhantes. Ao final da escrita é importante que tenha os
nomes dos profissionais que participaram da escrita e o nome do(a) coordenador(a)
da instituição. (DOURADOS, 2017, p.9)
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
A avaliação diagnóstica deve ser realizada tanto no começo do ano letivo,
bem como ao se iniciar um novo projeto e/ou objetivo de aprendizagem.
Possibilita levantar o que as crianças já sabem a respeito do que se pretende
trabalhar (KRAEMER, 2005).
Sua principal característica, portanto, é o seu aspecto preventivo, já que ao
conhecer as crianças no início do processo educativo, é possível prever suas
reais necessidades e trabalhar em prol de seu atendimento. Atua como
instrumento de conhecimento da realidade sobre os conhecimentos, aptidões,
interesses e capacidades, transformando essa realidade em algo compreensível.
Permite, pois, investigar a realidade e como ela funciona com vista à
organização de um ensino e aprendizagem que atenda as necessidades
identificadas (LUCKESI, 2011).
155
AVALIAÇÃO FORMATIVA
A avaliação abarca uma dimensão formativa ou continuada da avaliação, pois
possibilita identificar os níveis já consolidados pela criança, suas necessidades
ao longo do processo e as estratégias de intervenção necessárias a seus
avanços de forma processual, descritiva e qualitativa. Envolve sistemas mais
abertos de avaliação, a serviço das orientações das aprendizagens das
crianças e não apenas do registro burocrático de seus resultados. Sua principal
característica é a ênfase no aprender a partir da análise sobre os objetivos
pretendidos (LUCKESI, 2011). Desta forma, orienta o trabalho do professor e o
melhor caminho para garantir os direitos de aprendizagem e a evolução de
todas as crianças (SETUBAL, 1995).
Hoffmam (2012) ao trazer o conceito de avaliação mediadora, tendo como
fundamento os princípios da avaliação formativa, ressalta que esta abarca,
necessariamente, a intervenção pedagógica.
Planejar atividades e práticas pedagógicas, redefinir posturas, reorganizar o
ambiente de aprendizagem e outras ações, com base no que se observa, são
procedimentos inerentes ao processo educativo (HOFFMAM, 2012, 15).
E ainda salienta
Mediação é interpretação, diálogo, interlocução, desafios intelectuais significativos
ao longo do processo educativo. Para que a avaliação “mediadora” se efetive,
assim como a avaliação formativa em sua essência, é necessária a tomada de
consciência pelo professor de que o ato de avaliar tem por base a interpretação do
processo de construção do conhecimento: como o professor lê e interpreta as
manifestações dos alunos ao longo de um tempo? Como os alunos estão evoluindo
nesse processo e qual o papel do professor para que isso aconteça? (HOFFMANN,
2013, p.103).
APRECIAÇÃO FINAL
Um dos aspectos da apreciação é a avaliação diagnóstica e formativa. A
apreciação é, portanto, um processo que envolve elencar os conhecimentos
prévios, as indagações, as questões. É a realização de um balanço sobre o que
gostamos de fazer, sobre os direitos e objetivos de aprendizagem, sobre quais
outras aprendizagens são necessárias; quais ideias podem se tornar novos
projetos. Também chamada de processo recapitulativo. É o momento de
apresentação do processo de aprendizagem, do reconhecimento e verificação
das habilidades conquistadas e das necessidades encontradas. O processo de
avaliação dá espaço para as evidências no processo. O caminhar com a
criança é parte integrante, é uma avaliação democrática. Saber é dar sentido
a informação e transformá-la em conhecimento. Identificar onde a criança está
e o que precisa para continuar aprendendo. Dá oportunidade de reflexão e de
introdução de mudanças. Representa a trajetória e é uma forma de mostrar a
156
concepção e o valor educativo (LICURSI, 2019).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BARBOSA, Maria Carmem Silveira; HORN, Maria da Graça Souza. Projetos
pedagógicos na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2008. 128 p.
HOFFMANN, J. Avaliação e Educação Infantil: um olhar sensível e reflexivo sobre a
criança. Porto Alegre: Mediação, 2012.
KRAEMER, M. E. P. (1). A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM COMO PROCESSO
CONSTRUTIVO DE UM NOVO FAZER. Avaliação - Revista da Avaliação da
Educação Superior, 10(2). Disponível em:
<http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/avaliacao/article/view/1310>. Acesso
em: abr. de 2019.
LICURSI, Sonia. Avaliação como processo de aprendizagem de quem?
Conversando com Educação. Disponível em:
<http://conversandocomeducacao.com.br/avaliacao-como-processo-de-
aprendizagem-de-quem/>. Acesso em: mai. de 2019.
LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico. 1.
Ed., São Paulo: Cortez, 2011.
SETUBAL, Maria Alice (Coord) et al. Avaliação e aprendizagem. Raízes e Asas
fascículo 8, São Paulo: CENPEC, 1995.23p. Disponível em:
<http://memoria.cenpec.org.br/uploads/F201_044-05-
00008%20caderno%208.pdf>. Acesso em 04.03.2019.
157
A avaliação é entendida com um processo contínuo, que garantem os direitos
de aprendizagem e desenvolvimento na educação infantil, por meio, do
conviver, do brincar, do participar, do explorar, de expressar-se e conhecer-se
(BNCC, 2017). Todas as produções escritas e verbais, as manifestações orais ou
atitudinais observadas e registradas durante as aulas servirão como indicadores
para avaliar o desenvolvimento e desempenho do aluno, do professor e da
proposta educativa.
Como instrumentos de REGISTRO de diferentes momentos, das avaliações serão
utilizados: relatórios, atividades desenvolvidas, desenhos, textos, fotografias e
vídeos; e como INSTRUMENTOS de avaliação serão utilizados entre outros:
participação nas aulas, nas atividades individuais e ou coletivas, desempenho
esforço e criatividade ao realizarem as atividades propostas em classe.
No decorrer do PROCESSO AVALIATIVO, a todo o momento, serão propostas
atividades que visam o melhoramento do desempenho dos alunos de acordo
com suas necessidades (físicas, psicomotoras, de autonomia, de bem estar, de
expressão, artísticas e culturais).
Descrição quanto ao desenvolvimento e conquistas das crianças no que se
refere a autonomia, independência, agilidade motora, interação com adultos e
crianças e interação com as atividades propostas pela/o professora/or.
Enriquecer o relatório individual com fotos da criança em questão, em
momentos individuais e coletivos de brincadeiras, interações, desenvolvimento
de atividades etc., as fotos devem ser seguidas de parágrafos descritivos sobre
a criança em questão, trazendo percepções da criança e análise crítica da/o
professora/or sobre o momento capturado.
Como aponta Hoffmann (2012) “Um relatório de avaliação, assim, busca
delinear um processo percorrido pela criança em sua permanente tentativa de
superação, de novas tentativas e conquistas”. (p.92)
Segue um pequeno trecho para exemplificar como pode ser estruturado os
Relatórios Individuais das crianças:
Nas atividades artísticas, Mariana vem procurando criar desenhos com maior
movimento e em maior quantidade. Faz movimentos mais amplos e ocua
melhor a folha quando usa caneta hidrocor. Com giz de cera, ainda
apresenta dificuldade para isso. Na pintura, observo que experimenta
diferentes misturas de cores, surpresa com as cores que cria. Na modelagem,
está na etapa de amassar, bater e fazer furos na massa, imitando e servindo
de sugestão aos colegas. (Criança de dois anos e meio, arquivo da autora).
158
(HOFFMANN, 2012 p. 124)
Os atritos e reações impulsivas diminuíram consideravelmente, bem como a
necessidade de minha interferência... Tive que procurar intensamente travar
um diálogo com ele, conversando sobre suas atitudes e reunindo os
envolvidos para analisar a situação. Procurei, assim, com que Marcelo ouvisse
os amigos e percebesse o ponto de vista deles, o que o ajudou a melhorar
suas atitudes. Assim, também, melhorou sua relação comigo, oferecendo-se
para executar pequenas tarefas e favores, como ir à secretaria, distribuir o
lanche, organizar a sala. (Criança de cinco anos, arquivo da autora).
(HOFFMANN, 2012 p.134).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto/ Secretaria de Educação Básica.
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil. Brasília, 2010.
DOURADOS. Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Educação Infantil.
Relatório E-cidade: estudo e apresentação. / Secretaria Municipal de Educação.
Núcleo de Educação Infantil. DOURADOS : SEMED, NEI, 2017.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação e Educação Infantil: um olhar sensível e reflexivo
sobre a criança /Jussara Hoffmann. – Porto Alegre: Mediação, 2012.
159
Os registros são considerados instrumentos de revisão de ações, pois integram o
processo, tornando o acompanhamento e o fazer pedagógico mais
significativo, podem ser coletados por meio de vídeos, áudios, fotos, imagens,
desenhos (da criança, dos grupos), relatos, fichas, dossiês das crianças, diário de
campo, pastas e portfólios...
O registro pedagógico possibilita verificar a evolução das crianças, bem como
a um planejamento mais consciente e consistente no sentido de atender as
necessidades individuais e grupais (BARBOSA, 2008)..
160
	QUADRO 1: ETAPA CRECHE – BEBÊS I E II
	QUADROS DO GRUPO 2: ETAPA CRECHE – MATERNAL I E II
	QUADROS GRUPO 3: ETAPA PRÉ-ESCOLAR – JARDIM I E II
	MASSINHA: fazer pão, biscoito ou simplesmente mass
	ENFIAGEM DE MACARRÃO EM FIOS OU COM BARBANTES COLO
	Um novo final para uma história - Nesta atividade,
	Faça uma roda com o grande grupo e converse com as
	Link da atividade completa: 
	Convide o grupo para se reunir em roda com você. C
	Link da atividade completa disponível em : 
	Organize as crianças em roda. Mostre a elas que vo
	Possíveis falas do professor: Pessoal, hoje vamos 
	Link de poemas infantis disponível em : 
	Atividade - Percepção de cuidados das plantas do e
	- Atividade - Visita ao jardim - As crianças solta
	Atividade disponível em: 
	Brincadeiras com água: A proposta oportuniza às cr
	Busque um espaço livre para o contexto da brincade
	Estação 1: recipiente grande e plano contendo água
	Estação 2: um recipiente grande e plano, como uma 
	Estação 3: Torneira com altura acessível às crianç
	Estação 4: recipiente grande e plano contendo água
	Convide as crianças para se acomodar em uma grande
	 Possíveis falas do professor neste momento: Crian
	Atividade disponível em: 
	FERNANDES, Clarice Albertina. Ler Sobre o tempo. 
	MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes em Ação : Quali
	OLIVEIRA, Graciane Carneiro de. A importância das 
	OLIVEIRA, Zilma Morais Ramos de. Base Nacional Com
	_______. O currículo na educação infantil: o que p
	PREZI. Eixos norteadores: interações e brincadeira
	RUIZ, Leninha. Roda de conversa. Disponível em: < 
	SAE DIGITAL. BNCC na Educação Infantil: Saiba quai

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