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1 ~ 2 Prefeitura Municipal de Dourados Secretaria Municipal de Educação Núcleo de Educação Infantil - NEI Organização e edição Profª. Ma. Claudia Marinho Carneiro Noda Profª. Esp. Sabrina Vieira da Silva Santos Pesquisa, elaboração e revisão Profª. Ma. Claudia Marinho Carneiro Noda Profª. Ma. Cristina Fátima Pires Ávila Santana Profª. Esp. Dilene Dutra Paulon Prof. Esp. Douglas Rodrigues Sauda Profª. Ma. Elis Regina Dos Santos Viegas Profª. Esp. Naura Rosa Pissini Battaglin Merey Profª. Esp. Sabrina Vieira da Silva Santos Arte gráfica Douglas de Lima Ficha catalográfica DOURADOS (Município). Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Educação Infantil. Currículo na prática: instrumentos de registro de planejamento / Organização Claudia Marinho Carneiro Noda. Sabrina Vieira da Silva Santos. Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Educação Infantil. Dourados: SEMED, NEI, 2020. 71p. ISBN: Educação Infantil. Orientações. Textos norteadores. Planejamento. Projeto de Trabalho. Instrumentos de Registro. 3 PLANEJAMENTO .............................................................................5 Eixos estruturantes: Interações e brincadeiras ..........................................5 Orientação a ser repassada aos professores ................................................5 Tema/projeto .........................................................................................................5 Vivências e experiências pretendidas (interações propostas e advindas do projeto de trabalho) ........................................................................................6 Vivências e experiências realizadas (interações construídas e concretizadas na prática) ....................................................................................6 Metodologia / desenvolvimento / execução ..................................................6 Quadros das fases do Desenvolvimento Infantil ...........................................7 Campos de experiências ......................................................................................5 Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento ...........................................5 Ações didáticas ......................................................................................................6 Quadros do Grupo 1: Etapa Creche – Bebês I e II............................................6 Quadros do Grupo 2: Etapa Creche – Maternal I e II......................................6 Quadros do Grupo 3: Etapa Pré-Escolar – Jardim I e II.................................6 Direitos de aprendizagem .................................................................................111 Parte diversificada, Patrimônios e manifestações culturais ..................130 Temas contemporâneos ...................................................................................131 Referências obrigatórias .................................................................................132 Referências complementares ........................................................................133 ROTINAS / ATIVIDADES PERMANENTES.......................................136 Chamada ..............................................................................................................136 Calendário ...........................................................................................................136 Contação de histórias .......................................................................................137 Roda de conversa/espaço de escuta ...........................................................137 Tempo/clima .......................................................................................................137 4 Higienização ........................................................................................................137 Alimentação ........................................................................................................137 Musicalização ......................................................................................................137 Passeios/Brincadeiras ao ar livre ..................................................................138 PROJETOS DE TRABALHO ............................................................139 AVALIAÇÃO ..................................................................................145 Quem faz o relatório da criança? ..................................................................145 Avaliação diagnóstica .......................................................................................145 Avaliação formativa ..........................................................................................146 Apreciação final .................................................................................................146 RELATÓRIOS INDIVIDUAIS ...........................................................148 DIÁRIO DE BORDO........................................................................148 GALERIA - REGISTRO PEDAGÓGICO .............................................151 5 EIXOS ESTRUTURAIS Interações e Brincadeiras Os eixos estruturais, interagir e brincar, são importantes para que a criança consolide sua aprendizagem. É a partir da brincadeira e da interação que ela desenvolve, nesta etapa, as estruturas, habilidades e competências que serão importantes ao longo de toda a vida. Para que se cumpram as diretrizes, os aspectos relacionados ao cuidar e educar devem estar sempre vinculados como ações para que se efetive com qualidade o atendimento na Educação Infantil, considerando a criança que atende e levando em consideração que as interações e as brincadeiras devem ser os eixos condutores das práticas pedagógicas na Educação Infantil. ORIENTAÇÃO A SER REPASSADA AOS PROFESSORES PREENCHIMENTO DO PLANEJAMENTO – Em caso da falta de preenchimento do planejamento a coordenação da Unidade Escolar apoiadas pela Direção devem registrar em ata a situação. Na primeira vez de ocorrência registar e advertir verbalmente, na segunda vez, registrar e advertir por escrito em duas vias e encaminhar por meio de Comunicação Interna à Secretaria Municipal de Educação – SEMED, Núcleo de Educação Infantil - NEI e Comissão de Valorização Profissional – CVP que tomará conhecimento do desconto de pontuação na avaliação profissional, na terceira vez registrar, advertir por escrito e encaminhar desde o primeiro registro em duas vias por meio de Comunicação Interna à Secretaria Municipal de Educação – SEMED, Núcleo de Educação Infantil - NEI e Comissão de Valorização Profissional – CVP para devidas providências; Ressalta-se a importância de avaliar a situação a ser considerada na avaliação profissional. TEMA/PROJETO Possibilita alcançar uma aprendizagem significativa, contribuem para a ampliação as competências infantis. Permite que a criança vivencie e experiencie conhecimentos através das interações e brincadeiras. O Projeto na educação infantil, permite a criança: argumentar, socializar, solucionar, compreender, se posicionar estimulando a autonomia. 6 VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS PRETENDIDAS (INTERAÇÕES PROPOSTAS E ADVINDAS DO PROJETO DE TRABALHO) Considerando que muitas vezes o educador (mediador/pesquisador) planeja uma determinada ação e que o centro do planejamento que são as crianças podem perder o interesse, solicitar ou questionar outro aprendizado. Torne-se necessário uma mudança de sua ação diária esperada. Lembre-se de considerar o protagonismo, as aprendizagens significativas e as fases do desenvolvimento infantil no planejamento, garantindo sempre os direitos de aprendizagens. VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS REALIZADAS (INTERAÇÕES CONSTRUÍDAS E CONCRETIZADAS NA PRÁTICA) Considerando que fez necessária realizar uma nova ação, pois os educadores planejam a ação, mas por indagação da criança, necessidade de ausência do educador, interrupção das aulas, ente outros. Torne-se necessário uma mudança de sua ação diária pretendida. Esta é uma maneira de valorizar a ação que o profissionalrealizou de fato. A insistência de práticas tradicionais, não inovadoras, sem metodologias ativas e sem promover aprendizagens significativas e sem verdadeira compreensão dos documentos oficiais e referências da Educação Infantil estará ainda mais suscetível a ter que estar refazer com maior frequência seus planejamentos. É sempre bom ser investigador e pesquisador para propor sempre ações significativas para a sua comunidade escolar. Estudem! METODOLOGIA / DESENVOLVIMENTO / EXECUÇÃO A execução do planejamento didático. É a ação, o fazer pedagógico. Destinados a colocar em prática as diretrizes da teoria pedagógica. Os elementos da ação didática são: o professor, a criança, os espaços, campos de experiências, contexto e estratégias metodológicas. Aprendizagem significativa é o processo por meio do qual uma nova informação relaciona-se, de maneira substantiva, quer dizer, não-literal, não ao pé-da-letra, e não-arbitrária significa que a interação não é com qualquer ideia prévia, mas sim com algum conhecimento especificamente relevante já existente na estrutura cognitiva do sujeito que aprende (MOREIRA, 2010). O processo ideal ocorre quando uma nova ideia se relaciona aos conhecimentos prévios do indivíduo. Motivado por uma situação que faça sentido, proposta pelo professor, o aluno amplia, avalia, atualiza e reconfigura a informação anterior, transformando-a em nova. Proporcionando experiências por meio de aprendizagem significativa os Professores devem preencher neste campo o nome da atividade, ou sequência, ou momento, e/ou roteiro e descrever detalhadamente a metodologia. 7 FASES DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL Estas é são tabelas de consulta. Não deve ser utilizado com rigidez, haja vista que cada criança é única em seu desenvolvimento e aprendizagem, portanto, há a necessidade de considerar o contexto em que a criança vive e interage (influências biológicas, ambientais e culturais). Todas as áreas do desenvolvimento devem ser consideradas em conjunto, haja vista que o desenvolvimento de uma criança não ocorre de forma linear, pois em cada idade há um jeito próprio de se manifestar sua personalidade, atitude, desejos e necessidades. Por exemplo, uma intervenção focada apenas no desenvolvimento cognitivo provavelmente não será eficaz se forem ignorados os fatores social e emocional. Sendo assim, vale ressaltar que um ambiente acolhedor e enriquecedor é fundamental para um desenvolvimento linguístico, perceptual, emocional e escolar profícuos. A criança precisa de uma relação de apego com um adulto dedicado e confiável. O ideal é que esse relacionamento ocorra no lar, mas serviços que oferecem esse tipo de relação fora de casa, como por exemplo, no CEIM ou na escola, também são benéficos para o desenvolvimento saudável e de qualidade da criança (PAPALIA e FELDMAM, 2013). As mudanças que vão se produzindo na etapa creche (0 a 3 anos) e na etapa pré- escolar (4 a 5 anos) dependem, em grande medida, das mediações e intervenções que se estabelecem no ambiente educativo. Neste sentido, tanto antecipar etapas, quanto a não estimulação correta e efetiva, podem gerar futuros problemas. Sendo assim, cabe também a nós, educadores e educadoras da Educação Infantil, conhecer e respeitar as características do desenvolvimento infantil. CARACTERÍSTICAS DA FAIXA ETÁRIA DOS 0 A 01 ANO Desenvolvimento Motor Por volta dos 4 meses de idade quase todos os bebes conseguem manter a cabeça ereta quando alguém os segura ou os apoia em posição sentada; Bebês que engatinham tornam-se mais sensíveis ao lugar onde os objetos estão, seu tamanho, se eles (objetos) podem ser deslocados e como se parecem. O ato de engatinhar ajuda a avaliar distância e a perceber profundidade. Os bebês aprendem a olhar para os cuidadores para saber se uma situação é segura ou perigosa – uma habilidade conhecida como referência social. (PAPALIA e FELDMAM, Por volta dos 4 meses a criança consegue agarrar um objeto de tamanho moderado, como um chocalho, mas tem dificuldade de segurar um objeto pequeno; Por volta dos 7/8 meses a criança consegue sentar-se sem apoio Por volta dos 8 meses consegue ficar em pé apoiando-se em algo; 8 2013).Por volta dos 10 meses consegue pegar com o indicador e com o polegar; Por volta dos 8 e 10 meses começa a se deslocar por conta própria arrastando-se ou engatinhando. Desenvolvimento Psicossocial (em meses) Os bebês estão abertos à estimulação. Eles começam a demonstrar interesse e curiosidade e sorriem prontamente para as pessoas. 0-3 meses Os bebês podem antecipar o que está prestes a acontecer e se decepcionam em caso contrário. Demonstram isso ficando zangados ou agindo de modo cauteloso. Sorriem, arrulham e riem com frequência. Essa é uma fase de despertar social e de trocas recíprocas entre o bebê e o cuidador. 3-6 meses Os bebês jogam "jogos sociais" e tentam obter respostas das pessoas. Eles "conversam", tocam e agradam outros bebês para fazê-los responder. Expressam emoções mais diferenciadas, demonstrando alegria, medo, raiva e surpresa. 6-9 meses Os bebês preocupam-se muito com seu principal cuidador, podem ter medo de estranhos e agem de modo submisso em situações novas. Por volta de um ano, comunicam suas emoções de maneira mais clara, demonstrando variações de humor, ambivalência e gradação de sentimentos. 9-12 meses CARACTERÍSTICAS DA FAIXA ETÁRIA DOS 0 A 01 ANO Desenvolvimento Motor Por volta de 12- 13 meses é capaz de ficar em pé sozinha e com firmeza; É capaz de caminhar e de se manter de pé em segurança, com movimentos muito mais controlados; É capaz de segurar um objeto, o manipula, passa de uma mão para a outra e o larga deliberadamente; 9 Por volta dos 20 meses, será capaz de transportar objetos na mão enquanto caminha; Desenvolvimento Intelectual É capaz de segurar um objeto, o manipula, passa de uma mão para a outra e o larga deliberadamente; Por volta dos 20 meses, será capaz de transportar objetos na mão enquanto caminha; Consegue montar uma torre com dois cubos. Apresenta maior desenvolvimento da memória, através da repetição das atividades; Antecipa os acontecimentos e retoma uma atividade momentaneamente interrompida, à qual dedica um maior tempo de concentração. Da mesma forma, através da sua rotina diária, o bebê desenvolve um entendimento das seqüências de acontecimentos que constituem os seus dias e dos seus pais; Exibe maior curiosidade: gosta de explorar o que o rodeia; Compreende ordens simples, inicialmente acompanhadas de gestos e, a partir dos 15 meses, sem necessidade de recorrer aos gestos; Embora possa estar ainda limitada a uma palavra de cada vez, a linguagem do bebê começa a adquirir tons de voz diferentes para transmitir significados diferentes. É capaz de combinar palavras soltas em frases de 2 palavras; É capaz de acompanhar pedidos simples, como por ex. "dá-me a caneca"; Sabe que um martelo de brincar serve para bater e já o deve utilizar; Consegue estabelecer a relação entre um carrinho de brincar e o carro da família; É também capaz de brincar de faz-de-conta (por ex., finge que coloca chá de um bule para uma xícara, põe açúcar e bebe - recorda uma sequência de acontecimentos e faz de conta que os realiza como parte de um 10 jogo). A capacidade de fazer este tipo de jogos indica que está a começar a compreender a diferença entre o que é real e o que não é; Aos 18 meses o bebê começa a dominar novas ferramentas de interação, melhora a habilidade com a linguagem, o foco na ação, começa a se interessar por montar e desmontar, testar, procurar, investigar, entrar e sair, acender e apagar, abrir e fechar; Começam a formular os “por quê”?, “O quê?” e “Para quê?” e conseguem administrar a espera pelas respostas. Desenvolvimento Social Aprecia a interação com adultos que lhes sejam familiares, imitando e copiando os comportamentos que observa; Sente satisfação por estar independente dos pais quando inserida num grupo de crianças, necessitando apenas de confirmar ocasionalmente a sua presença e disponibilidade; As suasinterações com outras crianças são ainda limitadas: as suas brincadeiras decorrem sobretudo em paralelo e não em interação com elas; Imitam e conseguem pegar os objetos que despertam seu interesse, mesmo que estejam com outras crianças; Desenvolvimento Emocional Tem maior consciência de si própria, física e psicologicamente, começa a alargar os seus sentimentos sobre si próprio e sobre os outros - desenvolvimento da empatia (começa a ser capaz de pensar sobre o que os outros sentem); Apercebe-se dos estados emocionais de quem está próximo dela, sobretudo os pais; Sabe que alguém cuida dela e vai de encontro às suas necessidades; Desenvolve o sentimento de posse relativamente às suas coisas, sendo difícil partilhá-las; Embora esteja normalmente bem disposta, exibe por vezes alterações de humor (“birras”); 11 É bastante sensível à aprovação/desaprovação dos adultos; As crianças exploram seu ambiente utilizando as pessoas que estão mais ligadas como base segura. À medida que vão dominando o ambiente, tornam-se mais confiantes e mais ansiosas por se autoafirmar. CARACTERÍSTICAS DA FAIXA ETÁRIA DOS 02 A 03 ANO Desenvolvimento Motor À medida que o seu equilíbrio e coordenação aumentam, a criança é capaz de saltar ou saltar de um pé para o outro quando está a correr ou a andar; Subir escadas (um degrau de cada vez); É mais fácil manipular e utilizar objetos com as mãos, como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para comer sozinha; Começa gradualmente a controlar os esfíncteres (primeiro os intestinos e depois a bexiga). Desenvolvimento Intelectual Fase de grande curiosidade, sendo muito frequente a pergunta "Por quê?"; À medida que se desenvolvem as suas competências linguísticas, a criança começa a exprimir-se de outras formas, que não apenas a exploração física - trata-se de juntar as competências físicas e de linguagem (por ex., quando faço isto, acontece aquilo), o que ajuda ao seu desenvolvimento cognitivo; É capaz de produzir regularmente frases de 3 e 4 palavras. A partir dos 32 meses, já capaz de conversar com um adulto usando frases curtas e de continuar a falar sobre um assunto por um breve período; Desenvolvimento da consciência de si: a criança pode referir-se a si própria como "eu" e pode conseguir descrever-se por frases simples, como “tenho fome”; A memória e a capacidade de concentração aumentaram (a criança é capaz de voltar a uma atividade que tinha interrompido, mantendo-se concentrada nela por períodos de tempo mais longos); A criança está a começar a formar imagens mentais das coisas, o que a leva à compreensão dos conceitos - progressivamente, e com a ajuda dos pais, vai sendo capaz de compreender conceitos como dentro e fora, cima e baixo; Por volta dos 32 meses, começa a apreender o conceito de sequências numéricas simples e de diferentes categorias (por ex., é capaz de contar até 10 e de formar grupos de objetos - 10 animais de plástico podem ser 3 vacas, 5 porcos e 3 cavalos); 12 Desenvolvimento Social A mãe é ainda uma figura muito importante para a segurança da criança, não gostando de estranhos. A partir dos 32 meses, a criança já deve reagir melhor quando é separada da mãe, para ficar à guarda de outra pessoa, embora algumas crianças consigam este progresso com menos ansiedade do que outras; Imita e tenta participar nos comportamentos dos adultos: por ex., lavar a louça, maquiar-se, etc.; É capaz de participar em atividades com outras crianças, como por exemplo, ouvir histórias; Brinca junto a outras crianças, mas ainda não compartilha de objetos comuns e não atuam coordenamente no desenvolvimento da brincadeira (planejamento e negociação de ideias); Crianças pequenas às vezes ficam ansiosas porque agora percebem o quanto estão se separando do cuidador. Elaboram a consciência de suas limitações na fantasia, nas brincadeiras e identificando-se com os adultos. Desenvolvimento Emocional Inicialmente, o leque de emoções é vasto, desde o puro prazer até a raiva frustrada. Embora a capacidade de exprimir livremente as emoções seja considerada saudável, a criança necessitará de aprender a lidar com as suas emoções e de saber que sentimentos são adequados, o que requer prática e ajuda dos pais e dos profissionais da instituição; Nesta fase, as birras são uma das formas mais comuns da criança chamar a atenção – geralmente deve-se a mudanças ou a acontecimentos, ou ainda a uma resposta aprendida (as birras costumam estar relacionadas com a frustração da criança e com a sua incapacidade de comunicar de forma eficaz); CARACTERÍSTICAS DA FAIXA ETÁRIA DOS 02 A 03 ANO Desenvolvimento Motor À medida que o seu equilíbrio e coordenação aumentam, a criança é capaz de saltar ou saltar de um pé para o outro quando está a correr ou a andar; Subir escadas (um degrau de cada vez); É mais fácil manipular e utilizar objetos com as mãos, como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para comer sozinha; Começa gradualmente a controlar os esfíncteres (primeiro os intestinos e depois a bexiga). 13 Desenvolvimento Intelectual Fase de grande curiosidade, sendo muito frequente a pergunta "Por quê?"; À medida que se desenvolvem as suas competências linguísticas, a criança começa a exprimir-se de outras formas, que não apenas a exploração física - trata-se de juntar as competências físicas e de linguagem (por ex., quando faço isto, acontece aquilo), o que ajuda ao seu desenvolvimento cognitivo; É capaz de produzir regularmente frases de 3 e 4 palavras. A partir dos 32 meses, já capaz de conversar com um adulto usando frases curtas e de continuar a falar sobre um assunto por um breve período; Desenvolvimento da consciência de si: a criança pode referir-se a si própria como "eu" e pode conseguir descrever-se por frases simples, como “tenho fome”; A memória e a capacidade de concentração aumentaram (a criança é capaz de voltar a uma atividade que tinha interrompido, mantendo-se concentrada nela por períodos de tempo mais longos); A criança está a começar a formar imagens mentais das coisas, o que a leva à compreensão dos conceitos - progressivamente, e com a ajuda dos pais, vai sendo capaz de compreender conceitos como dentro e fora, cima e baixo; Por volta dos 32 meses, começa a apreender o conceito de sequências numéricas simples e de diferentes categorias (por ex., é capaz de contar até 10 e de formar grupos de objetos - 10 animais de plástico podem ser 3 vacas, 5 porcos e 3 cavalos); Desenvolvimento Social A mãe é ainda uma figura muito importante para a segurança da criança, não gostando de estranhos. A partir dos 32 meses, a criança já deve reagir melhor quando é separada da mãe, para ficar à guarda de outra pessoa, embora algumas crianças consigam este progresso com menos ansiedade do que outras; Imita e tenta participar nos comportamentos dos adultos: por ex., lavar a louça, maquiar-se, etc.; É capaz de participar em atividades com outras crianças, como por exemplo, ouvir histórias; Brinca junto a outras crianças, mas ainda não compartilha de objetos comuns e não atuam coordenamente no desenvolvimento da brincadeira (planejamento e negociação de ideias); Crianças pequenas às vezes ficam ansiosas porque agora percebem o quanto estão se separando do cuidador. Elaboram a consciência de suas limitações na fantasia, nas brincadeiras e identificando-se com os adultos. 14 Desenvolvimento Emocional Inicialmente, o leque de emoções é vasto, desde o puro prazer até a raiva frustrada. Embora a capacidade de exprimir livremente as emoções seja considerada saudável, a criança necessitará de aprender a lidar com as suas emoções e de saber que sentimentos são adequados, o que requer prática e ajuda dos pais e dos profissionais da instituição; Nesta fase, as birras são uma das formas mais comuns da criança chamar a atenção – geralmente deve-se a mudanças ou a acontecimentos, ou ainda a uma resposta aprendida (as birras costumam estar relacionadas com a frustração da criança e com a sua incapacidade de comunicar de forma eficaz); MARCOS DO DESENVOLVIMENTO DALINGUAGEM - 3 MESES A 03 ANOS (em meses) 3 meses Brinca com os sons da fala 5 a 6 meses Frequentemente reconhece os padrões sonoros ouvidos 6 a 7 meses Reconhece todos os fonemas da língua materna 6 a 10 meses Balbucia sequências de consoantes e vogais Utiliza gestos para se comunicar e brincar 9 a 10 meses Imita sons intencionalmente 9 a 12 meses Utiliza alguns gestos sociais 10 a 14 meses Fala a primeira palavra (geralmente nome de algo) 10 a 18 meses Fala palavras simples 12 a 13 meses Cresce o vocabulário 13 meses Faz gestos mais elaborados 14 meses Faz gesticulação simbólica Embora a fala pré- 15 linguística esteja, até certo ponto, intimamente ligada à idade c ronológica, a fala linguística não está. A maioria das crianças q ue começa a falar tardiamente acaba alcançando as outras - e muitas compensam o tempo perdido falando sem parar com quem se disponha a ouvir! (PAPALIA e FELDMAM, 2013) 18 a 24 meses Aprende muitas palavras novas, expandindo rapidamente o voc abulário expressivo, passando de cerca de 50 palavras para 400; Utiliza verbos e adjetivos; fala a primeira sentença, duas palavr as. 24 meses Utiliza muitas frase de duas palavras; quer conversas 30 meses Aprende palavras novas quase todos os dias; Fala em combinações de três ou mais palavras; comete erros gr amaticais. 36 meses Sabe dizer até 1000 palavras; 80% inteligíveis; comete erros de sintaxe. 16 CAMPOS DE EXPERIÊNCIAS Os campos de experiências constituem um arranjo curricular que acolhe as situações e as experiências concretas da vida cotidiana das crianças e seus saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural. A definição e a denominação dos campos de experiências também se baseiam no que dispõem as DCNEI em relação aos saberes e conhecimentos fundamentais a ser propiciados às crianças e associados às suas experiências. (BNCC, 2017). OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO Constituem-se as aprendizagens essenciais as quais compreendem tanto comportamentos, habilidades e conhecimentos quanto vivências que promovem aprendizagem e desenvolvimento nos diversos campos de experiências, sempre tomando as interações e a brincadeira como eixos estruturantes. Compreendem, portanto, os direitos fundamentais de participação na vida social e cultural, de ser respeitada e de ter liberdade para expressar-se individualmente, de brincar e conviver. (BRASIL, 2017). AÇÕES DIDÁTICAS As ações didáticas aqui propostas são possibilidades que poderão ser ampliadas nas instituições a partir de concepções comuns de educação, criança, ensino, aprendizagem e avaliação, definidas em cada Proposta Pedagógica. Nessas escolhas coletivas o professor terá como imprimir a intencionalidade pedagógica, planejando de forma sistemática, porém de maneira contextualizada visando à garantia do direito das crianças de ampliar seus conhecimentos e de frequentar uma instituição educativa de qualidade. (MATO GROSSO DO SUL, 2019, p. 74) 17 QUADRO 1: ETAPA CRECHE – BEBÊS I E II Bebês (Zero a 1 ano e 6 meses) →O Eu, o Outro e Nós Nessas experiências, elas podem ampliar o modo de perceber a si mesmas e ao outro, valorizar sua identidade, respeitar os outros e reconhecer as diferenças que nos constituem como seres humanos. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS → (MS.EI01EO01.s.01) Perceber que suas ações têm efeito nas outras crianças e nos adultos. Atividades de arremessar bolas com a criança na roda citando o nome em voz alta de cada uma. (B1&B2) Melodias infantis utilizando os nomes das crianças. (B1&B2) Dirigir-se a criança pelo seu nome correto. .(B1&B2) Destacar os objetos pessoais de cada criança com a identificação do nome próprio. (B2) Realizar brincadeira, brinquedos cantados onde os nomes das crianças são pronunciados. (B1&B2) → Observar as manifestações dos bebês e suas escolhas compreendendo seus gestos, balbucios, olhares e expressões como comunicação de suas preferências e/ou rejeições garantindo que suas necessidades sejam atendidas. → Proporcionar aos bebês momentos de ajuda, atenção, aconchego e colo de acordo com suas necessidades, garantindo o cuidado, a interação e o acolhimento. → Comunicar sua presença e intenção antes de tocar o bebê, interagindo e dialogando com ele nos momentos de cuidado, alimentação, sono, brincadeiras, possibilitando sua → (MS.EI01EO02.s.02) Perceber as possibilidades e os limites de seu corpo nas brincadeiras e interações das quais participa. → (MS.EI01EO03.s.03) Interagir com crianças da mesma faixa etária e adultos ao explorar espaços, materiais, objetos, brinquedos. 18 Chamada pela foto/ nome das crianças em fichas a serem fixadas em locais da sala. .(B1&B2) Criar situações para que prestem ajuda umas às outras. Para calçar o sapato, alcançar algo. (B1&B2) Situações em que as crianças sejam solicitadas a colaborar com o bom andamento das atividades(B2) Interagir com o bebê comunicando todas as ações realizadas. .(B1&B2) Realizar em círculo com os bebes e chamar cada um pelo nome, mostrar a foto ao mesmo tempo (B2) Chamada pela foto/ nome das crianças em fichas a serem fixadas em locais da sala.(B1&B2) Criar situações para que prestem ajuda umas às outras. Para calçar o sapato, alcançar expressão. → Organizar tempos e espaços com materiais que promovam oportunidades de interação entre os bebês e profissionais da instituição. → Interagir com os bebês para ajudá-los a perceber gradativamente a necessidade da troca de fraldas. → Proporcionar a vivência de diversas brincadeiras como: esconder e aparecer, lançar objetos e resgatar, empilhar e desempilhar, dentre outras, possibilitando a interação e espontaneidade entre bebês e adultos. → Oferecer aos bebês brinquedos e objetos variados em quantidade suficiente, para que possam fazer escolhas e explorá-los de diferentes formas. → Incentivar os bebês a alimentarem-se com autonomia, oferecendo diversos alimentos e valorizando suas conquistas. → Conversar, cantar, ler e contar histórias diariamente para os bebês → (MS.EI01EO04.s.04) Comunicar necessidades, desejos e emoções, utilizando gestos, balbucios, palavras. → (MS.EI01EO05.s.05) Reconhecer seu corpo e expressar suas sensações em momentos de alimentação, higiene, brincadeira e descanso. → (MS.EI01EO06.s.06) Interagir com outras crianças da mesma faixa etária e adultos, adaptando-se ao convívio social. → (MS.EI01EO00.n.07) Expressar a necessidade da atenção do adulto, aconchego e acolhimento. → (MS.EI01EO00.n.08) Manifestar emoções diante das situações vivenciadas. 19 algo. (B1&B2) Situações em que as crianças sejam solicitadas a colaborar com o bom andamento das atividades(B2) Interagir com o bebê comunicando todas as ações realizadas. .(B1&B2) Realizar em círculo com os bebes e chamar cada um pelo nome, mostrar a foto ao mesmo tempo. (B2) Atividades com a imagem/corpo das crianças.(B1&B2) . Brincadeiras no espelho para a construção e na afirmação da autoimagem, caretas, sorriso e choros, movimentos do corpo, braços pernas cabeça. (B1&B2) Brincadeira de arrastar cobertor coma criança dentro.(B1&B2) Fantasiar assumir papéis, e olhar-se, experimentando todas possibilidades(B2) Realizar montagem de brinquedos em favorecendo uma relação afetiva e social na construção da linguagem. → Organizar espaços diversificados e seguros para que os bebês possam movimentar-se livremente, favorecendo a autonomia, a imaginação, o equilíbrio e a flexibilidade. → Planejar situações em que seja possível os bebês terem contato com crianças de outras turmas e de faixas etárias diferentes. → Propiciar ações que promovam oportunidades de interação entre os bebês, familiares, crianças, professores e outros profissionais, possibilitando o convívio social nos eventos culturais promovidos pela instituição. → Acolher e auxiliar o bebê a superar momentos de frustração, medo, raiva, tristeza e fortalecer sentimentos de alegria, prazer e interação. → Participardas brincadeiras com os bebês interagindo com eles na exploração dos espaços, materiais e brinquedos: objetos com cores, formas, tamanhos e texturas diversificadas; → (MS.EI01EO00.n.09) Identificar e reconhecer os adultos que atuam nele e sentir-se seguro, construindo vínculos afetivos com os adultos e outros bebês. → (MS.EI01EO00.n.10) Movimentar-se sozinho de acordo com a sua vontade e necessidade. 20 grupo(B2) Brincadeiras musicadas de passar objetos de mão em mão em fila indiana para chegar em um determinado destino (cestas, caixas etc.) (B2) Brincadeira de passa e repassa um objeto ou uma bola com a professora.(B1&B2) Acomodá-las em colchões ou almofadas espalhadas pelo chão, onde possam enxergar-se facilmente. .(B1&B2) Arrastar-se em direção ao parceiro, emitir balbucios ou sorrisos. (B2) Deixar à disposição das crianças objetos atraentes que possam manusear tocar, morder. (B1) Criar espaços que simule uma casa para as crianças brincarem livremente. .(B1&B2) Brincar de pique esconde com lençol. .(B1&B2) Brincar de localizar as partes do retalhos de tecido, argolas, bolas, bacias de metal, blocos de espuma, pequenas almofadas, espelho, dentre outros. → Oportunizar momentos para que sejam capazes de experimentar e utilizar os recursos que dispõem, para a satisfação de suas necessidades, expressando seus desejos e sentimentos. → Acolher os bebês e solicitar às famílias objetos de apego e fotos a fim de favorecer o reconhecimento de si e de seus familiares. → Proporcionar atividades para a interação dos bebês com seus familiares e profissionais da instituição no período de adaptação. → Promover horário diferenciado para acolhimento e adaptação dos bebês. → Aconchegar os bebês quando demandarem ajuda: pelo choro, pedido de colo, silêncio prolongado, birra, favorecendo o fortalecimento de vínculos afetivos. 21 corpo. .(B1&B2) Música com ritmos de bate palminhas. Bate pezinhos. (B1&B2) Estimular a criança sobre o prazer do banho com diálogos prévios brincadeiras de faz de conta com bonecas(B2) tomando banho, comendo papinha, dormindo. .(B1&B2) Apresentar a criança imagens, vídeos de crianças realizando higiene, alimentação. (B2) Brincadeiras de faz de conta, encenando rotinas. Os momentos da alimentação, higiene. Sono.(B2) Cantar música com gestos (boneca de lata, cabeça ombro) .(B1&B2) Articular momentos no pátio no parque ou em passeios para interagirem com os diferentes pares. .(B1&B2) Participar das gincanas, jogos, como torcida com chocalhos, pompons coloridos. .(B1&B2) Propiciar momentos durante refeição de 22 conversa e socialização entre as crianças. .(B1&B2) Realizar momentos musicais com gestos, abraços apertos de mão.(B1&B2) Brincadeira de faz de conta papeis diferentes que representam o cotidiano. (B2) Jogo dos sentimentos. Com figuras( Emogis) demonstrando as emoções (B2) Brincadeiras de estourar bolinhas sabão como os colegas e a professora.(B1&B2) Lançar uma bolinha em direção a objetos com o objetivo de derrubá-los.(B2) Brincadeiras de rodas. .(B1&B2) Bonecas, casinha com jogos de faz de conta com os colegas.(B2) Músicas com gestos e palmas e brincadeiras de interpretar papéis. (B2) → Corpo, Gesto e Movimentos Sobre o universo social e cultural, tornando-se, progressivamente, conscientes dessa corporeidade. Por meio das diferentes linguagens, como a música, a dança, o teatro, as brincadeiras de faz de conta, elas se comunicam e se expressam no entrelaçamento entre corpo, emoção e linguagem. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS 23 DESENVOLVIMENTO → (MS.EI01CG01.s.01) Movimentar as partes do corpo para exprimir corporalmente emoções, necessidades e desejos. Disponibilizar para os bebes brinquedos e objetos diversificados em sua forma. .(B1&B2) Faça barulhos com brinquedos para que possam manusear, trocando-os de mão, batendo-os no chão.(B1&B2) Brincar com blocos, jogos de montar de diferentes tamanhos, empilhando, derrubando, montando e desmontando. .(B1&B2) Organizar um ambiente propicio para o bebe movimentar-se livremente[ https://www.youtube.com/watch? v=TStmECfvAAI].(B1&B2) Brincar com os bebês de balançar um lençol, cada criança pega uma ponta. .(B1&B2) Movimentos com objetos coloridos e com o corpo, dentro do campo visual. .(B1&B2) Colocar os bebês para que se observem em espelhos. .(B1&B2) Propiciar ambientes que provoquem a curiosidade e o movimento livre dos bebês[ https://www.youtube.com/watch?v=7 _WXaAszwc0].(B1&B2) Estimular movimentos sincrônicos juntos. .(B1&B2) Exploração de diferentes posturas, como → Apoiar os avanços motores dos bebês, valorizando suas características corporais. → Propiciar momentos de massagem aos bebês durante as atividades de cuidado. → Possibilitar aos bebês a participação em jogos e brincadeiras que envolvam o corpo, tais como: empurrar, empilhar, arrastar-se, engatinhar, jogar, rolar, andar, subir, descer, equilibrar-se etc. → Organizar espaços com situações desafiadoras, de forma que os bebês possam fazer descobertas com seus pares, sob atenta observação do professor e demais profissionais. → Disponibilizar objetos e brinquedos para a livre escolha e exploração de suas características pelos bebês. → Promover situações nas quais os bebês participem de manifestações → (MS.EI01CG02.s.02) Experimentar as possibilidades corporais nas brincadeiras e interações em ambientes acolhedores e desafiantes. → (MS.EI01CG03.s.03) Imitar gestos e movimentos de outras crianças, adultos e animais. → (MS.EI01CG04.s.04) Participar do cuidado do seu corpo e da promoção do seu bem-estar. → (MS.EI01CG05.s.05) Utilizar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento, ampliando suas possibilidades de manuseio de diferentes materiais e objetos. 24 sentar- se em diferentes inclinações.(B1) Criar espações para deixar os bebês livres em distintas posições, rolar para os lados, virar de costas, arrastar-se, engatinhar. .(B1) Disponibilizar para os bebes brinquedos e objetos diversificados em sua forma. .(B1&B2) Faça barulhos com brinquedos para que possam manusear, trocando-os de mão, batendo-os no chão.(B1&B2) . Brincar com blocos, jogos de montar de diferentes tamanhos, empilhando, derrubando, montando e desmontando. .(B1&B2) Organizar um ambiente propicio para o bebe movimentar-se livremente[ https://www.youtube.com/watch? v=TStmECfvAAI].(B1&B2) Brincar com os bebês de balançar um lençol, cada criança pega uma ponta. .(B1&B2) Movimentos com objetos coloridos e com o corpo, dentro do campo visual. .(B1&B2) Colocar os bebês para que se observem em espelhos. .(B1&B2) Propiciar ambientes que provoquem a curiosidade e o movimento livre dos bebês[ https://www.youtube.com/watch?v=7 _WXaAszwc0].(B1&B2) Estimular movimentos sincrônicos juntos. .(B1&B2) Exploração de diferentes posturas, como sentar- se em diferentes inclinações.(B1) culturais e apresentem suas vivências de forma livre e espontânea. → Apoiar as conquistas dos bebês nas experiências pessoais e coletivas, incentivando o desenvolvimento motor e transmitindo segurança nas ações. → Organizar e oferecer cestos, baús e caixas com diferentes objetos, texturas, tamanhos e cores. → Realizar brincadeiras nos espaços externos das instituições, usando diversos materiais/brinquedos (bolas, latas, garrafa, cordas, bambolês, pneus, parque, circuito almofadado, minhocão etc.). → Estimular a expressão corporal e facial por meio de gestos, mímicas e ritmos espontâneos ao som de músicas e brincadeiras diversas. → Proporcionar brincadeiras que contemplem a percepção de si mesmos e dos outros, como a exploração da imagem no espelho, brincadeiras de cobrir e descobrir o rosto ou esconder objetos. → (MS.EI01CG00.n.06) Ampliar e explorar suas capacidades corporais, desenvolvendo atitudes de confiança e autonomia. → (MS.EI01CG00.n.07) Explorar os ambientes, internos e externos, orientando-se no espaço. → (MS.EI01CG00.n.08) Conhecer progressivamente o próprio corpo, familiarizando-se com a imagemcorporal. → (MS.EI01CG00.n.09) Adequar gestos e movimentos nas diferentes situações das quais participa (brincadeiras, atividades cotidianas etc). → (MS.EI01CG00.n.10) Conhecer várias manifestações culturais relacionadas ao movimento do seu corpo, respeitando a diversidade e ampliando seu repertório. 25 Criar espações para deixar os bebês livres em distintas posições, rolar para os lados, virar de costas, arrastar-se, engatinhar. .(B1) → Incentivar a imaginação a partir da utilização de objetos, como brinquedos, fantasias e lenços. → Propiciar momentos de brincadeiras com areia e água, utilizando baldes, potes, peneiras, bacias etc, organizando momentos de interações e brincadeiras nos quais os bebês possam ficar ao ar livre. → Traços, Sons, Cores e Formas Promover a participação das crianças em tempos e espaços para a produção, manifestação e apreciação artística, de modo a favorecer o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade e da expressão pessoal das crianças, permitindo que se apropriem e reconfigurem, permanentemente, a cultura e potencializem suas singularidades, ao ampliar repertórios e interpretar suas experiências e vivências artísticas. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS → (MS.EI01TS01.s.01) Explorar sons produzidos com o próprio corpo e com objetos do ambiente. Músicas de repetir a voz do professor, sons com a boca, com palmas.(B1&B2) . Brincadeiras de repetir sons, fonemas e vibratos. (B1) Provocar ruídos, com guiso, chocalhos e perceber se o bebê se movimenta procurando o som. (B1) Explorar os espaços apresentando tocando cada objeto e nomeando oralmente. .(B1&B2) Sempre que aparecer objetos ou moveis novos no local nomear para os bebês. (B2) Brinquedos de montar, seriar e classificar de → Criar diálogos musicais com os bebês, cantando, brincando, combinando sons em diferentes volumes, intensidades, timbres e durações e disponibilizar objetos e instrumentos com variadas possibilidades sonoras para que possam experimentar, explorar e imitar. → Organizar ambientes ricos em possibilidades sonoras e ampliar o repertório musical dos bebês por meio das brincadeiras cantadas, acalantos, → (MS.EI01TS02.s.02) Traçar marcas gráficas, em diferentes suportes, usando instrumentos riscantes e tintas. → (MS.EI01TS03.s.03) Explorar diferentes fontes sonoras e materiais para acompanhar brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias. 26 diversas cores e formas(B2) Brincadeira de riscar chão com giz colorido: linhas, zig zag , círculos. (B2) Fazer bolinhas de sabão para o bebe apreciar com shampoo ou sabonete neutro. .(B1&B2) Brincadeiras com bolas coloridas de tecido ou borracha em roda ou livremente. .(B1&B2) Brincadeiras de massa de modelar de trigo colorida. .(B1&B2) Manusear livremente massa de modelar de diversas cores. (B1&B2) Provocar ruídos, com palmas, assovios, sons corporais e perceber se o bebê escuta o som. (B1) Realizar brincadeiras cantadas da cultura dos bebês[ https://www.youtube.com/watch?v=8 EictxbiauQ].(B1&B2) Propiciar momentos de música ambiente calmo e repousante. (B1&B2) Propiciar momentos alegres com danças[ https://www.youtube.com/watch?v= yqvIlrF4qaU](B1&B2) Parque sonoro com colheres pratos, pedras. Outros materiais que provoquem sons. (B1&B2) Associe sempre a música ao movimento corporal. (B1&B2) Repetir trava línguas fácies com diferentes parlendas, músicas instrumentais e música brasileira de diferentes culturas. → Proporcionar espaços variados, selecionar materiais e tempos para os bebês explorarem tintas, areia, massas, misturas e transformações destes materiais. → Respeitar o tempo do bebê, não forçando o contato, mas oferecendo repetidas vezes a oportunidade de explorar determinado objeto ou material. Organizar espaços e superfícies amplas, que possibilitem a mobilidade e circulação dos bebês. → Organizar momentos para que, inicialmente os bebês explorem livremente os sons e, também, momentos para que eles vivenciem o ritmo com participação dos professores e outros profissionais. → Colocar-se como referência no uso dos materiais e chamar a atenção dos bebês para a exploração, tendo como base inicialmente a imitação e que → (MS.EI01TS04.n.04) Produzir suas marcas e exploração em diferentes posições: sentado, deitado, em pé. → (MS.EI01TS00.n.05) Explorar variados materiais plásticos e gráficos, como os meios (tinta, giz de cera, caneta hidrocor), instrumentos (mãos, esponjas, pincéis, rolinhos) e suportes (corpo, papel, papelão, paredes, chão, superfícies de mesas). → (MS.EI01TS00.n.06) Sentir-se segura para arriscar-se na experimentação dos diferentes meios (tintas, massas, misturas, areia), familiarizando-se gradativamente com as sensações produzidas. → (MS.EI01TS00.n.07) Experimentar e observar a transformação dos materiais (tintas, água, areia, terra, massas) a partir da sua ação sobre eles. → (MS.EI01TS00.n.08) Escolher quais materiais quer utilizar, o que deseja fazer com eles com base em seus interesses de investigação. → (MS.EI01TS00.n.09) Brincar com elementos que constituem a linguagem visual: imagens, cores, luzes, sombras etc. 27 entonações de voz. (B2) Realizar com os Bebês Movimentos suaves. (B1&B2) Rolar no tapete om as crianças nas diferentes localizações. (B1&B2) Brinquedos de montar Lego. Realizar encaixes de materiais (caixas, tampas, copos etc.) (B1&B2) Empilhar materiais como caixas papelão, latas e garrafas, pratos de plásticos. (B1&B2) Provocar ruídos com objetos sonoros, observar se o bebê se movimenta procurando o som. (B1) Propiciar momentos de música ambiente calmo e repousante.. (B1&B2) possam, posteriormente, experimentar por si mesmos. → Selecionar e disponibilizar diferentes objetos riscantes para que os bebês possam explorar seus gestos, força, traços e marcas. Organizar cesto de tesouros com instrumentos e objetos sonoros, materiais de diversas texturas, espessuras, formas e cores. → Disponibilizar imagens interessantes, móbiles coloridos, formas variadas, que atraiam o olhar e possibilitem a exploração pelos bebês. → Criar situações de exploração de imagens diversas, luzes e sombras, nomeando e conversando sobre o que estão vendo, fixando-as em diferentes planos (chão, livros, paredes, mesas, teto etc.). → Organizar brincadeiras para serem vivenciadas pelos bebês com música, artes plásticas e gráficas, dança, leitura e contação de histórias, fotografia, oriundas dos diferentes grupos culturais. → Proporcionar situações de apreciação de diferentes ritmos e → (MS.EI01TS00.n.10) Explorar imagens diversas, ilustrações de livros, fotografias e obras de arte. 28 gêneros musicais e experimentação sonora nas suas diversas possibilidades. → Favorecer a experimentação das múltiplas possibilidades no uso de tintas naturais e exploração das diferentes texturas presentes nas “melecas”. Proporcionar a observação de diferentes ambientes e paisagens naturais. → Organizar situações para que os bebês possam participar de eventos sociais e culturais valorizando a cultura local e regional: aniversários, saraus e festas etc. Selecionar obras de literatura que favoreçam aos bebês experiências estéticas e sensoriais. → Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação Promover experiências nas quais as crianças possam falar e ouvir, potencializando sua participação na cultura oral, pois é na escuta de histórias, na participação em conversas, nas descrições, nas narrativas elaboradas individualmente ou em grupo e nas implicações com as múltiplas linguagens. A literatura infantil, propostas pelo educador, mediador entre os textos e as crianças, contribuem para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imaginação e da ampliação do conhecimento de mundo. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS → (MS.EI01EF01.s.01) Reconhecer quando é chamado por seu nome e reconhecer os nomes de pessoas com Atividades de arremessar bolas na roda citando o nome em voz alta de cada uma. (B2) → Realizar práticaseducativas contextualizadas que incentivem a comunicação com os bebês. 29 quem convive. Música com o nome das crianças, exemplo: casa do João, sapo não lava o pé (B2) Dirigir-se a criança pelo seu nome correto. (B1&B2) Destacar o objetos pessoais com a identificação do nome. (B2) Realizar brincadeiras cantados onde os nomes das crianças são pronunciados. (B1&B2) Chamada pela foto/imagem e nome das crianças em fichas a serem fixadas na sala. (B2) Criar situações para que prestem ajuda umas às outra. (B2) Criar situações em que as crianças sejam solicitadas a colaborar nas atividades(B2) Interagir com o bebê comunicando todas as ações realizadas. (B1&B2) Realizar em círculo para a chamadinha com fotos dos bebes.[ https://www.youtube.com/watch?v= ADAXjJ8RFXU] (B1&B2) Entregar a foto plastificada para cada um com o objetivo de identificar-se e identificar o outro. (B1&B2) Leitura de poemas pequenas . (B1&B2) Leituras de pequenas trovas. (B2) Ouvir músicas com letras infantis(B1&B2) . Manusear livros com as crianças para localizar título do livro, capa o começo meio e fim(B2) → Oportunizar espaço e tempo para as manifestações dos bebês, mesmo as não verbais e interagir com elas. → Valorizar, reconhecer e interpretar as ideias, motivações, necessidades e desejos nas tentativas de comunicação dos bebês (gestos, expressões, entonações, balbucios, dentre outros). → Auxiliar a comunicação dos bebês emprestando sua fala para atribuir significados às suas manifestações. → Ler e contar histórias para os bebês com regularidade, preparando-se com antecedência (ler várias vezes a história, cuidar da entonação da voz, dar pausas necessárias, variação nos diálogos, dentre outros elementos interativos). → Selecionar recursos de apoio que permitam intervir antes, durante e depois da leitura e, ao escolher os textos e livros, considerar a qualidade da narrativa e das imagens e a faixa etária dos bebês. → Constituir rotina nos momentos de ler e contar histórias: luminosidade da sala, → (MS.EI01EF02.s.02) Demonstrar interesse ao ouvir a leitura de poemas e a apresentação de músicas. → (MS.EI01EF03.s.03) Demonstrar interesse ao ouvir histórias lidas ou contadas, observando ilustrações e os movimentos de leitura do adulto-leitor (modo de segurar o portador e de virar as páginas). → (MS.EI01EF04.s.04) Reconhecer elementos das ilustrações de histórias, apontando-os, a pedido do adulto- leitor. → (MS.EI01EF05.s.05) Imitar as variações de entonação e gestos realizados pelos adultos, ao ler histórias e ao cantar. → (MS.EI01EF06.s.06) Comunicar-se com outras pessoas usando movimentos, gestos, balbucios, fala e outras formas de expressão. → (MS.EI01EF07.s.07) Conhecer e manipular materiais impressos e audiovisuais em diferentes portadores (livro, revista, gibi, jornal, cartaz, CD, tablet etc.). → (MS.EI01EF08.s.08) Participar de situações de escuta de textos em diferentes gêneros textuais (poemas, fábulas, contos, receitas, quadrinhos, 30 Folear o livro observando com as crianças as gravuras e nomeando-as (B2) Estimular expressões com clareza: ouvir e escutar, sons da língua e sonoridade das palavras. (B1&B2) Trabalhar as brincadeiras de roda e músicas. (B1&B2) Elaborar atividades com músicas gestuais, adivinhas, trava-línguas, ditados populares. (B2) Teatralizar a música a partir de sua letra. (B1&B2) Disponibilizar instrumentos sonoros deixando-os livres para usar a imaginação. (B1&B2) Utilizar recursos tecnológicos e fazê-los gravar e ouvir a própria voz. (B2) Mostrar gravuras das histórias que já fazem parte do cotidiano dos bebes, gatos, cachorros(B2) Trabalhar as brincadeiras de roda e músicas adivinhas, trava-línguas, ditados populares. (B2) Teatralizar a música a partir de sua letra. (B2) ; Atividades que estimule a confecção dos próprios instrumentos sonoros deixando-os livres para usar a imaginação. (B2) Cantar músicas gestuais. (B1&B2) Promover a aprendizagem gradativa com gestos, sinalização e linguagem corporal. (B2) Cantar para as crianças músicas com gestos(B2). espaço agradável, caixa surpresa, baú com objetos, dentre outros, favorecendo o acesso e manuseio dos materiais pelos bebês. → Planejar, organizar os espaços e o tempo de forma que favoreçam a brincadeira e as interações entre os bebês de forma segura. → Oferecer com regularidade objetos e brinquedos variados convencionais e não convencionais com diferentes texturas, formatos, cores para que os bebês possam explorá-los de diversas maneiras. → Escolher objetos, materiais, brinquedos, livros, ilustrações, histórias dentre outros, que contemplem uma pluralidade e diversidade de personagens e representações com diferentes características e possiblidades de inserção no mundo social e cultural. → Tratar os bebês e as pessoas que convivem com eles sempre pelo nome próprio. → Convidar outras pessoas para ler e/ou contar histórias para os bebês (família, anúncios etc.) → (MS.EI01EF09.s.09) Conhecer e manipular diferentes instrumentos e suportes de escrita. → (MS.EI01EF00.n.10) Manifestar, na interação com os outros, suas preferências por pessoas, brincadeiras, espaços, animais, brinquedos, objetos e histórias. → (MS.EI01EF00.n.11) Interessar-se pelos livros, ver as ilustrações e indicar com o olhar ou com o dedo as imagens de seu interesse. 31 Distribuir várias imagens pela sala e deixá-los observar e questionar. (B2) Realizar narrativas precoces, aquelas a vida cotidiana(Aquilo que irá ser realizado a seguir ) (B2) Imitar os sons que os bebês emitem. (B1) Criar e recriar objetos e imagens usando imaginação através do desenho livre. (B2) Criar um álbum de fotografias, desenhos coletivo ou individual para apreciação(B2) Disponibilizar um espaço com cor, luminosidade, textura, volume para um canto da pintura. (B1&B2) Criar e recriar objetos e imagens usando imaginação através do desenho livre. (B2) Criar um álbum de fotografias, desenhos coletivo ou individual para apreciação. (B2) Disponibilizar momentos para os bebês manusearem livros de diferentes espessuras. (B1&B2) Ler para as crianças e voz alta pequenas trovas modificando a entonação da voz. (B1&B2) Realizar leituras de músicas faladas e depois cantada. (B2) Disponibilizar para os bebes tapetes de alfabetos para montar e desmontar. (B1&B2) comunidade, profissionais e crianças da instituição). → Oferecer com regularidade histórias e rodas cantadas, músicas, leituras de contos, dentre outros e contextualizando a relação dos bebês com os textos. → Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações Promover experiências nas quais as crianças possam fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar seu entorno, 32 levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas às suas curiosidades e indagações. Assim, a instituição escolar está criando oportunidades para que as crianças ampliem seus conhecimentos do mundo físico e sociocultural e possam utilizá-los em seu cotidiano OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS → (MS.EI01ET01.s.01) Explorar e descobrir as propriedades de objetos e materiais (odor, cor, sabor, temperatura). Brincadeiras de circuito sensorial com diferentes texturas: sacos plásticos com pedacinhos de macarrão. Areia. (B2) Providenciar bucha de cozinha. Lixa e outras texturas para os bebês pisarem e sentirem. https://www.tempojunto.com/2018/01/04/as- brincadeiras-sensoriais-para-bebes- retrospectiva-2017 (B1&B2) Disponibilizar para os bebês a cestas do tesouro[ https://www.youtube.com/watch?v= 7Io6B1A5iGo (B1&B2) Confecção de massinha de modelar com a criança[ https://www.youtube.com/watch?v= ZGjT7O0PjpI] (B1&B2) Mistura das cores com tintas antialérgicas para bebes Atividades com polvilho, trigo e agua para as crianças manusearem e sentirem.[ https://www.youtube.com/watch?v =TbsKkL0qptI] (B1&B2) Brincadeira no parque de areia. (B1&B2) Criar uma receita com massa de trigo para os bebês manipularem e sentirem.[ https://www.youtube.com/watch?v =XmF8EXG6PGA] (B1&B2) Tatear pedaçosde espumas coloridas → Desenvolver propostas para contato com madeira, tecidos, alumínio, papel e papelão etc. de diferentes formas, pesos, texturas e tamanhos. → Organizar experiências com água em temperaturas diferentes. → Propiciar experimentação de diferentes alimentos, respeitando o tempo, aceitação e apetite. → Realizar experiências com substâncias secas, aquosas para atividade de encher e esvaziar, confecção de massinhas e “melecas”, construção e desconstrução de peças feitas com potes e areia. → Estimular o exercício da atenção do bebê para reconhecer pessoas e objetos que o rodeia. → Mediar as relações do bebê com o entorno físico e social, possibilitando a → (MS.EI01ET02.s.02) Explorar relações de causa e efeito (transbordar, tingir, misturar, mover e remover etc.) na interação com o mundo físico. → (MS.EI01ET03.s.03) Explorar o ambiente pela ação e observação, manipulando, experimentando e fazendo descobertas. → (MS.EI01ET04.s.04) Manipular, experimentar, arrumar e explorar o espaço por meio de experiências de deslocamentos de si e dos objetos. → (MS.EI01ET05.s.05) Manipular materiais diversos e variados para comparar as diferenças e semelhanças entre eles. → (MS.EI01ET06.s.06) Vivenciar diferentes ritmos, velocidades e fluxos nas interações e brincadeiras (em danças, balanços, escorregadores etc.). → (MS.EI01ET00.n.07) Explorar progressivamente o espaço ao seu redor, ampliando possibilidades de socialização. 33 grandes (B1&B2) Passeio pelos espaços do CEIM para conhecer e observar o ambiente. (B1&B2) A professora deve apresentar nomeando cada espaço para o bebe. (B2) Disponibilizar para os bebês a cestas do tesouro. (B1&B2) Conhecer e explorar Ambiente(interno e externo ) (B1&B2) Explorar o ambiente da sala relatando e nomeando cada espaço da sala ou cada ambiente(B2). exploração visual, auditiva e tátil dos espaços e objetos. → Organizar situações e materiais para que possa brincar de puxar objetos, enfileirar, encaixar, empilhar, bater, pegar, balançar e empurrar etc. → Usar a comunicação verbal com o bebê para o conhecimento de objetos do cotidiano, nominando-os, indicando os usos sociais e as propriedades físicas mais evidentes. → Planejar o uso dos brinquedos do parque em que possam rodopiar, balançar, escorregar, equilibrar-se, subir e descer. → Possibilitar aos bebês momentos de escolhas e movimentos livres, incentivar a exploração e manifestação das suas descobertas. → Oferecer brincadeiras com circuitos motores com tábuas, bancos, pneus, blocos de espuma, panos, caixas de papelão, corda, cones, bambolês etc. → Realizar atividades com espelho para que o bebê possa observar-se e → (MS.EI01ET00.n.08) Participar de experiências que incentivem a curiosidade, a exploração e o encantamento. → (MS.EI01ET00.n.09) Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo, identificar as partes e como funcionam, colocando em jogo seus saberes e descobrindo outros. → (MS.EI01ET00.n.10) Orientar-se em relação à rotina diária (trocas, lanches, descanso, refeições). → (MS.EI01ET00.n.11) Explorar diferentes ambientes com elementos naturais como água, terra, pedras e sementes etc. 34 observar o outro fazendo movimentos, caretas etc. → Incentivar as iniciativas em busca de autonomia, por meio de diálogos e movimento. → Interagir com o bebê comunicando todas as ações realizadas. → Possibilitar a exploração e localização de objetos e espaços. → Propiciar o conhecimento e exploração dos espaços da sala, para que o bebê possa deslocar-se gradativamente com autonomia, transpondo obstáculos em busca de objetos ou em direção a alguém. → Produzir com os bebês massinha de modelar e receitas que com segurança as crianças possam fazer e explorar (brincar/comer). → Participar de eventos sociais e culturais valorizando a cultura local e regional. → Promover visitas aos museus, apresentações musicais, e outros 35 eventos culturais. → Proporcionar por meio de brincadeiras o contato com objetos e materiais em que o bebê possa explorar as sensações corporais. → Garantir o respeito pelas especificidades e singuralidades orgânicas dos bebês no cotidiano: descanso, sono, fome etc. 36 QUADROS DO GRUPO 2: ETAPA CRECHE – MATERNAL I E II Maternal (Crianças bem pequenas: 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses) →O Eu, o Outro e Nós Nessas experiências, elas podem ampliar o modo de perceber a si mesmas e ao outro, valorizar sua identidade, respeitar os outros e reconhecer as diferenças que nos constituem como seres humanos. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS → (MS.EI02EO01.s.01) Demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade na interação com crianças e adultos. → Promover e envolver as crianças (da mesma e de diferentes turmas) em situações de tomada de decisões no cotidiano da unidade escolar, para que aprendam e exercitem o respeito as diferenças, ritmos, posições e interesses do outro(s), como exemplo: participação e construção coletiva de combinados (regras de convivência); → Estimular junto às crianças situações (alimentação, higiene e repouso) de educação e cuidado consigo, com o → Incentivar as crianças quanto a organização e cuidado dos brinquedos, objetos, livros, dentre outros, possibilitando a independência e autonomia. → Propiciar momentos para que as crianças realizem com progressiva autonomia a higiene, calçar-se, alimentar- se e vestir-se valorizando suas atitudes e hábitos de autocuidado. → Estimular as crianças a resolver os conflitos por meio do diálogo e ajudá-las a buscar soluções. → (MS.EI02EO02.s.02) Demonstrar imagem positiva de si e confiança em sua capacidade para enfrentar dificuldades e desafios. → (MS.EI02EO03.s.03) Compartilhar os objetos e os espaços com crianças da mesma faixa etária e adultos. 37 outro e com seus pertences individuais e coletivos; → Experienciar e valorizar a convivência, interação e brincadeira com crianças da mesma e de outras faixa etária, com adultos (professores, administrativos, pais, comunidade externa) para que estabeleçam relações cotidianas afetivas e cooperativas; → Promover momentos (histórias, brincadeiras, jogos e canções) de conhecimento e reflexão sobre a criança no que se refere suas experiências de vida, considerando e respeitando sua realidade local e cultural (da comunidade e/ou grupos específicos); → Planejar e organizar experiências para que a criança amplie seus conhecimentos na compreensão do mundo no qual está inserida; → Desenvolver na criança as capacidades de relações interpessoal e intrapessoal de ser e estar com os outros, em que envolva atitudes de aceitação, → Promover brincadeiras e vivências desafiadoras em que as crianças possam interagir com crianças da mesma faixa etária e de idades diferentes respeitando os limites e movimentos. → Planejar momentos em que as crianças possam fazer escolhas e decidir em qual atividade irão participar. → Incentivá-los a esperar a sua vez para dar opiniões e manifestar ideias. → Elaborar coletivamente com as crianças os combinados e regras sociais para um bom convívio. → Oportunizar momentos em que as crianças percebam que as pessoas são diferentes e que devemos respeitar uns aos outros. → Incentivar a participação em pequenas tarefas, a cooperação, solidariedade entre as crianças e professores/profissionais, compartilhando objetos, brinquedos e oferecer auxílio quando necessário. → Ajudar as crianças a lidar com as → (MS.EI02EO04.s.04) Comunicar-se com os colegas e os adultos, buscando compreendê-los e fazendo-se compreender. → (MS.EI02EO05.s.05) Perceber que as pessoas têm características físicas diferentes, respeitando essas diferenças. → (MS.EI02EO06.s.06) Respeitar regras básicas de convívio social nas interações e brincadeiras. → (MS.EI02EO07.s.07) Resolver conflitos nas interações e brincadeiras, com a orientação de um adulto. → (MS.EI02EO00.n.08) Perceber e expressar as necessidades do seu corpo tais como: fome, frio, calor, sede, sono, desconforto relativo a existência de urinae fezes na fralda. → (MS.EI02EO00.n.09) Manifestar preferências em relação às atividades propostas, alimentação e brincadeiras. 38 respeito e confiança; → Envolver a criança em diferentes brincadeiras e jogos de regras, evidenciando e reconhecendo o sentido do singular, do coletivo e da autonomia, com intituito de desenvolver a solidariedade; → Estimular por meio de brincadeiras dirigidas e livres (de imaginação, abastração, faz de conta, etc.) a assunção de diferentes papéis, criando cenários que permitam significar e ressignificar o mundo social e cultural; → Proporcionar momentos de afetividade e cuidado (escuta e fala) com as crianças; → Respeitar e valorizar a organização familiar (diferentes composições) por intermédio de fotos/imagens/desenhos, relatos orais/gestuais e escritos, momentos coletivos com a família (projetos institucionais e de turma); emoções e incentivá-las a expressar seus sentimentos, desejos e necessidades, intervindo e acolhendo quando necessário. → Propiciar às crianças atividades que valorizem diferentes modos de vida, costumes, alimentação sul-mato-grossense e de outros povos, respeitando a diversidade cultural. → Desenvolver um trabalho juntamente com a família para a retirada da fralda e controle do esfíncter. → Introduzir novos alimentos e incentivar a degustação para que as crianças possam manifestar preferências, alimentar-se quando sentir necessidade com utensílios adequados e dando-lhes a atenção necessária. → Propiciar à criança o reconhecimento da família como grupo social, bem como dos hábitos, valores, crenças, composição familiar como elementos que constituem a história de vida de cada indivíduo. → Planejar ações, palestras em conjunto com profissionais da saúde, envolvendo a criança e a família com relação a hábitos → (MS.EI02EO00.n.10) Colaborar com a organização da sala e ajudar nos momentos necessários, identificando seus objetos, roupas, calçados e brinquedos. → (MS.EI02EO00.n.11) Conhecer as dependências da instituição e as funções dos funcionários. 39 → Promover a valorização do próprio nome e das pessoas com as quais convive; → Estimular encontros e momentos de identificação e compreensão das origens ancestrais, considerando a história geral e local para construção de referências de grupo e comunidade; → Organizar ações coletivas (reuniões, assembleias, formação, roda de conversa, etc.) com parceiros locais/regionais para fins de esclarecimentos e conhecimentos de temáticas que envolvam o bem estar, proteção, saúde, educação da criança pequena. de higiene, doenças dermatológicas ou causadas por parasitas, infecções, saúde bucal, organização e limpeza do vestuário, explicando a importância de forma que não desmoralize ou crie estereótipos direcionados as atitudes relacionadas à falta de higiene. → Corpo, Gesto e Movimentos Sobre o universo social e cultural, tornando-se, progressivamente, conscientes dessa corporeidade. Por meio das diferentes linguagens, como a música, a dança, o teatro, as brincadeiras de faz de conta, elas se comunicam e se expressam no entrelaçamento entre corpo, emoção e linguagem. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS 40 → (MS.EI02CG01.s.01) Apropriar-se de gestos e movimentos de sua cultura no cuidado de si e nos jogos e brincadeiras. → Propiciar o desenrolar do jogo dramático/artístico, para além do espaço da sala, prevendo junto com com as crianças outros espaços; → Apoiar a criança na expressão de suas opiniões sobre o que vê, ouve ou sente; Desenvolver jogos/brincadeiras nos quais podem ser praticadas noções de direção e de distância; → Chamar a atenção da criança para que perceba a posição/distância de objetos e de outras pessoas em relação a si própria; → Organizar movimentos desafiadores com possibilidades constantes de rolar, andar, correr, saltar, equilibrar entre outros, desenvolvendo a orientação espacial e a lateralidade, sempre com a supervisão do(s) adulto(s); → Considerar brincadeiras tradicionais que fazem parte da cultura local e regional; → Apreciar, explorar e valorizar a escuta de diferentes estilos de músicas, danças, → Proporcionar situações que estimulem as crianças a movimentar o corpo a partir de cantigas e brincadeiras cantadas. → Possibilitar brincadeiras que desenvolvam a capacidade motora: amassar, rasgar, pintar, folhear, recortar, colar, encaixar entre outras. → Estimular as crianças a movimentarem- se livremente (andar, correr, pular, rolar, andar na ponta dos pés etc.) em diferentes espaços. → Favorecer durante a brincadeira contato das crianças com diferentes materiais e objetos, como fitas, arcos, bolas e lenços. → Promover vivências para que as crianças explorem diferentes ambientes e possibilidades de uso. → Possibilitar situações e brincadeiras em que as crianças reconheçam as partes do seu corpo e de seus colegas, respeitando as diferenças corporais relativas ao gênero, etnia e faixa etária. → Proporcionar jogos de imitação que → (MS.EI02CG02.s.02) Deslocar seu corpo no espaço, orientando-se por noções como em frente, atrás, no alto, embaixo, dentro, fora etc., ao se envolver em brincadeiras e atividades de diferentes naturezas. → (MS.EI02CG03.s.03) Explorar formas de deslocamento no espaço (pular, saltar, dançar), combinando movimentos e seguindo orientações. → (MS.EI02CG04.s.04) Demonstrar progressiva independência no cuidado do seu corpo. → (MS.EI02CG05.s.05) Desenvolver progressivamente as habilidades manuais, adquirindo controle para desenhar, pintar, rasgar, folhear, dentre outros. → (MS.EI02CG06.n.06) Participar de brincadeiras, expressar-se por meio da dança e manifestações culturais relacionadas ao movimento do seu corpo, respeitando a diversidade. → (MS.EI02CG00.n.07) Apropriar-se progressivamente da imagem do seu corpo, desenvolvendo atitudes de cuidado e interesse, reconhecendo e respeitando as individualidades e 41 ritmos e outras expressões da cultura corporal, criando assim novos movimentos e gestos a partir de apresentações artísticas; → Oportunizar o conhecimento da diversidade cultural por meio da música, danças e brincadeiras, utilizando seu corpo para manifestar, produzir e ampliar seu repertório cultural; → Utilizar canções que favoreçam a imaginação, a criatividade e que permitam à criança reconhecer e identificar as partes do corpo; → Promover propostas diferenciadas com circuitos, desafios e obstáculos; → Oportunizar a manipulação de objetos com diferentes texturas, cores, formatos, densidades, temperaturas, tamanhos, elementos naturais, objetos que fazem parte da cultura local e familiar; → Permitir à criança expressar corporalmente emoções, ideias e opiniões, tanto nas relações cotidianas como nas brincadeiras, dramatizações, danças, movimentações livres, contação de histórias, dentre outras manifestações; contemplem possibilidades para a exploração da expressão facial, corporal, com apoio de espelhos, fotografias, canções etc. → Estimular a manipulação e o uso de diferentes materiais na criação de formas (argila, areia, massa de modelar, gesso), dentre outros. → Favorecer vivências e experimentação de diferentes sensações em situações diversas. → Promover a ampliação do conhecimento e do uso de materiais, objetos, brinquedos diversos que propiciem o desenvolvimento da autonomia e identidade corporal. → Oportunizar que as crianças conheçam por diferentes meios (vídeos, documentários, apresentações culturais e visitações em diversos espaços) outras culturas com movimentos e formas de brincar diferentes. → Realizar brincadeiras nos espaços externos da instituição, utilizando diversos materiais e brinquedos. diferenças corporais relativas ao gênero, etnia e faixa etária. → (MS.EI02CG00.n.08) Explorar o espaço por meio de deslocamento de si mesmo e dos objetos. → (MS.EI02CG00.n.09) Brincar utilizando a capacidade de criar e imaginar: brincar de faz de conta, confeccionar brinquedos e jogos. → (MS.EI02CG00.n.10) Participar de brincadeiras nas quaispossa perceber as semelhanças e as diferenças entre si e o outro. → (MS.EI02CG00.n.11) Desenvolver progressivamente as possibilidades corporais e a capacidade de controle do corpo, no sentido de realizar deslocamentos mais ágeis e seguros, com ações mais precisas no espaço que ocupam. → (MS.EI02CG00.n.12) Conhecer manifestações culturais relacionadas ao movimento do corpo, respeitando a diversidade e ampliando seu repertório. 42 → Oportunizar propostas à criança para que manipule, manuseie, crie, construa, reaproveite, utilizando diversos objetos e materiais e desenvolva a percepção visual, auditiva, tátil, gustativa e olfativa; → Realizar propostas de movimentos com o corpo de sentar, arrastar, engatinhar, rolar, ficar em pé com apoio, andar, correr, pular, saltar, rodar, dançar, marchar, subir escadas, ultrapassar obstáculos, passar dentro, equilibrar-se, abraçar, esconder, passar por circuitos, túneis, trilhas, entre outros; → Favorecer o manuseio e exploração sensorial de objetos e materiais diversos (olhar, cheirar, ouvir, degustar, amassar, rasgar, picar, embolar, enrolar, entre outros); → Possibilitar o contato com diversos materiais e objetos no espaço (pegar, encaixar, empilhar, puxar, segurar, enfileirar, agrupar, chutar, arremessar e outros); → Oportunizar brincadeiras com a própria imagem, criando gestos, movimentos em frente do espelho, explorando caretas, → Promover brincadeiras explorando o faz-de-conta, imaginação e fantasia. → Proporcionar leitura e contação de histórias, possibilitando situações de interações entre as crianças, por meio do manuseio de livros, expressões faciais e gestuais, modulação de voz, utilização de fantoches e figurinos. → Organizar propostas que envolvam histórias, brincadeiras, jogos, danças e canções que digam respeito às tradições de sua comunidade e de outras. → Promover experiências sensoriais, expressivas, corporais que possibilitem movimentação ampla, expressão da individualidade e respeito pelos ritmos e desejos da criança. → Favorecer a participação em brincadeiras nas quais as crianças escolham os parceiros, os objetos, os temas, os espaços e os personagens, agindo criativamente sobre eles. → Planejar vivências envolvendo a dança com músicas de gêneros variados, para que as crianças possam imitar, criar e coordenar os movimentos. 43 mímicas, etc.; → Organizar propostas para reconhecer e marcar ritmos das músicas/cantos e do corpo; → Oportunizar o acesso à brincadeira em espaços internos e externos com objetos, materiais e brinquedos estruturados e não estruturados, variando nas texturas, cores, formas, pesos e tamanhos; → Possibilitar a exploração das sensações pela manipulação de objetos como bucha, escova de dente nova, pente de madeira, argola de madeira ou de metal, chaveiro com chaves, bolas de tecido, madeira ou borracha, sino, entre outros; → Proporcionar experiências sonoras (ruídos, sons de carro, sons com a boca e língua, sons com o corpo, da natureza, dos objetos, dos animais, entre outros); → Garantir a participação em brincadeiras e movimentos livres de arrastar, apoiar, segurar, puxar, jogar, esconder, andar, correr, pular, sentar, subir, descer, cair, rolar e levantar, em espaços variados e em diferentes tipos de solo (terra, grama, pedra, → Propor atividades que favoreçam a exploração do espaço por meio de ações que proporcionem o deslocamento de si e dos objetos. → Possibilitar brincadeiras com obstáculos que permitam arrastar, engatinhar, levantar, subir, descer, passar por dentro, por baixo, saltar, rolar, virar cambalhota etc. → Proporcionar experiências de pesquisa diante do espelho para reconhecimento da imagem e do próprio corpo. 44 calçada, asfalto, areia, lama); → Oportunizar a construção e brincadeira em espaços como cabanas, túneis, barracas, cavernas, passagens estreitas, rampas, buracos, abrigos, tocas, caixas, pneus, desafiando os próprios movimentos; → Valorizar brincadeiras com objetos que provoquem movimentos como bexigas, bolinhas de sabão, móbiles, cata-ventos, aviões de papel, pipas, etc.; → Proporcionar à criança brincar e explorar diferentes espaços da natureza, subindo em árvores ou ficando à sua sombra, sentindo-a e compreendendo a interação que existe entre as árvores e a vegetação que está ao redor, com os animais que se alimentam de seus frutos, com as nuvens que trazem chuva, com a sensação gerada pela sua presença; → Organizar experiências de dar banho em bonecas e brinquedos, brincar dentro das bacias, encher e esvaziar e em dias de muito calor tomar banhos de chuva e de mangueira; Explorar com a criança o reconhecimento das partes, aspectos e 45 características do seu corpo, do corpo do professor, dos colegas, construindo uma autoimagem positiva de si mesmo e dos outros; → Desenvolver com a criança a participação em práticas de higiene pessoal, autocuidado e auto- organização, num movimento constante de independência e autonomia; → Oportunizar o conhecimento e controle sobre o corpo e o movimento, percebendo, em situações de brincadeiras, os sinais vitais do corpo e algumas de suas alterações (respiração, batimento cardíaco, etc.); → Desenvolver com a criança brincadeiras de lateralidade, deslocamento, percepção espacial (em cima, embaixo, atrás, frente, alto, baixo, direita, esquerda, etc.). → Traços, Sons, Cores e Formas Promover a participação das crianças em tempos e espaços para a produção, manifestação e apreciação artística, de modo a favorecer o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade e da expressão pessoal das crianças, permitindo que se apropriem e reconfigurem, permanentemente, a cultura e potencializem suas singularidades, ao ampliar repertórios e interpretar suas experiências e vivências artísticas. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS 46 → (MS.EI02TS01.s.01) Criar sons com materiais, objetos e instrumentos musicais, para acompanhar diversos ritmos de música. → Promover encontros entre crianças e artistas que desenvolvem as mais diversas linguagens, para que possam interagir com a arte (pintura, modelagem, colagem, areia, fotografia, música); → Garantir que as crianças explorem elementos naturais da região em que vivem e percebam a natureza como fonte de criação e inspiração; → Oportunizar à criança a exploração de diferentes suportes para desenhar, pintar, modelar, fazer colagens, utilizando tintas, tintas naturais, sementes, elementos naturais, pincéis e diversos tipos de lápis ou giz, em variadas superfícies, suportes e tipos de papéis; → Proporcionar experiências com variação de luz (sombras, cores, reflexos, formas, movimentos), para que a criança perceba que sua ação provoca novos efeitos; → Estimular a percepção dos sons, cores, traços e formas; → Organizar situações e atividades que possibilitem a criança perceber, escutar, reconhecer e reproduzir sons presentes no ambiente, nos objetos, no corpo, na natureza e seu entorno. → Propiciar e explorar repertórios musicais que sejam significativos e trazê-los para as crianças como linguagem e arte, possibilitando a expressão de preferências musicais e sonoras diante dos diferentes ritmos e gêneros musicais. → Oferecer às crianças a interação permanente com o mundo sonoro por meio da escuta musical, exploração de sons, participação em eventos e produções musicais dos diferentes grupos culturais. → Planejar e organizar experiências de fruição e apreciação de arte nas variadas manifestações. → Propor oficinas de percursos de produção e criação artística com diferentes materiais, meios, suportes, em diferentes planos, texturas e espaço. → Promover e compartilhar com as → (MS.EI02TS02.s.02) Utilizar materiais variados com possibilidades de manipulação (argila, massa de modelar), explorando cores, texturas, superfícies, planos, formas e volumes ao criar objetos tridimensionais. → (MS.EI02TS03.s.03) Utilizar diferentes fontes sonoras disponíveis no ambiente em brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias. → (MS.EI02TS00.n.04)Conhecer, ouvir, cantar e dançar diversos ritmos musicais de diferentes grupos culturais. → (MS.EI02TS00.n.05) Conhecer, utilizar e explorar diversos suportes, materiais, instrumentos, técnicas e procedimentos no seu processo de criação e expressão. → (MS.EI02TS00.n.06) Conhecer e ter acesso a obras de arte produzidas na sua comunidade, cidade, país e dos diferentes povos e civilizações. → (MS.EI02TS00.n.07) Ampliar seu repertório de imagens, músicas, movimentos, enredos, produções artísticas, tendo-os como referências culturais nas suas próprias criações. 47 → Valorizar e garantir a participação das crianças em ações e decisões relativas à organização do ambiente (tanto no cotidiano como na preparação de eventos especiais), a definição de temas e a escolha de materiais a serem usados em atividades lúdicas e teatrais para a apropriação de diferentes linguagens; → Oportunizar a participação em experiências artísticas e culturais, identificando e valorizando o seu pertencimento étnico-racial, de gênero e de crença religiosa, desenvolvendo sua sensibilidade, criatividade, gosto pessoal e modo particular de expressão por meio do teatro, música, dança, desenho e imagem; → Oportunizar à criança momentos para a criação e confecção de brinquedos rítmicos envolvendo som, cores e formas; → Possibilitar que as crianças interajam no momento da produção de materiais por meio de brincadeiras auto-organizadas e/ou direcionadas pelo adulto; crianças sessões de vídeo, apreciação musical de gêneros musicais variados de diferentes artistas. → Organizar mostras de desenho, pintura, colagem, escultura etc. das produções das crianças. → Realizar projetos de recitais de poesias memorizadas pelas crianças, música e dança, e apresentá-los para outras turmas e para a comunidade. → Ampliar as experiências estéticas das crianças por meio da pesquisa, busca, seleção e oferta de variadas manifestações artísticas e culturais da sua comunidade e de outros grupos tais como: brincadeiras, danças, culinária, dentre outros. → Observar as manifestações das crianças e preparar junto com elas espaços privilegiados para se expressarem ampliando suas experiências. → Organizar os espaços físicos e transformá-los em ambientes propícios à criação e manifestação dos jogos teatrais com lenços de cores e tamanhos variados, objetos sonoros, fantasias, → (MS.EI02TS00.n.08) Produzir e criar diferentes imagens por meio do desenho, pintura, colagem e fotografia, significando suas ideias, pensamentos e percepções. → (MS.EI02TS00.n.09) Apreciar exposições de artes plásticas e fotografia, espetáculos de música, teatro e dança. → (MS.EI02TS00.n.10) Desenvolver autoconfiança nas suas manifestações e produções artísticas e de respeito e valorização pela produção do outro. 48 → Favorecer a descoberta de sensações que o corpo experimenta na relação com objetos e materiais como tintas, gelatina; na relação com diferentes tipos de solo, areia, grama; no contato com outras crianças e adultos ;Explorar com as crianças brincadeiras com instrumentos musicais e brinquedos sonoros, ouvir sons da natureza, dos animais, ruídos do entorno; → Promover a participação das crianças em cantorias, ouvindo e aprendendo canções de diversos estilos musicais e de diversas culturas (acalantos, folclóricas, infantis, clássicas, eruditas, instrumentais, etc.); → Garantir que a criança possa explorar e brincar com chocalhos, pandeiros, molhos de chaves, guizos, apitos, reco-recos, clavas, triângulos, castanholas e outros instrumentos musicais; → Explorar os sons produzidos pelo próprio corpo, envolvendo melodia e ritmo: palmas, bater de pés, estalos de língua, máscaras etc. → Valorizar as produções das crianças e incentivá-las a reconhecer o valor das suas produções e da produção do outro. → Organizar excursões em locais e contextos culturais para que as crianças aprendam com a experiência de ver “in loco”. Convidar artesãos e artistas para compartilhar conhecimentos referentes à cultura local. → Possibilitar a exploração de materiais, objetos e papéis que possibilitem construções tridimensionais. → Investir na sua formação cultural para frequentar cinemas, assistir filmes, ir ao teatro, museus, ter acesso a vários gêneros literários (contos, romances, poesias), assistir a espetáculos de dança, seja nos teatros ou outros espaços, para colaborar com a criação para e com as crianças. 49 respiração, canto, entre outros; → Oportunizar o acesso à diversidade musical: local, regional e mundial; → Selecionar espaços, objetos, materiais, roupas e adereços para brincadeiras de faz-de-conta, encenações, criações musicais ou para festas tradicionais → Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação Promover experiências nas quais as crianças possam falar e ouvir, potencializando sua participação na cultura oral, pois é na escuta de histórias, na participação em conversas, nas descrições, nas narrativas elaboradas individualmente ou em grupo e nas implicações com as múltiplas linguagens. A literatura infantil, propostas pelo educador, mediador entre os textos e as crianças, contribuem para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imaginação e da ampliação do conhecimento de mundo. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS → (MS.EI02EF01.s.01) Dialogar com crianças e adultos, expressando seus desejos, necessidades, sentimentos e opiniões. → Organizar momentos nos quais a criança possa contar e ouvir histórias, cantigas, contos e lendas de sua região e de outras regiões são estratégias significativas de desenvolvimento da oralidade e de escuta; → Garantir a leitura diária, oferecendo à criança o acesso a diversos gêneros textuais e literários; → Proporcionar a representação de cConversar com as crianças em diferentes contextos de comunicação sobre variados assuntos, fazendo-lhes solicitações verbais, considerando sua capacidade de compreensão. → Possibilitar a expressão das crianças na comunicação dos seus sentimentos, desejos, compreensões e necessidades, sem apressá-las. → Socializar as vozes das crianças, possibilitando que todos possam falar e → (MS.EI02EF02.s.02) Identificar e criar diferentes sons e reconhecer rimas e aliterações em cantigas de roda e textos poéticos. → (MS.EI02EF03.s.03) Demonstrar interesse e atenção ao ouvir a leitura de histórias e outros textos, diferenciando escrita de ilustrações, e acompanhando, com orientação do adulto-leitor, a direção da 50 culturas diversas por meio da interação com brinquedos, narrativas e objetos culturais; → Oportunizar a participação em brincadeiras que envolvam jogos verbais, como parlendas e outros textos de tradição oral, como quadrinhas e adivinhas; → Garantir às crianças vivências em um ambiente letrado, com acesso a livros de qualidade e em bom estado, revistas, jornais, mídias tecnológicas, etc.; → Favorecer a compreensão da escrita como função social por meio de situações reais; → Oportunizar à criança a utilização e manuseio de diversos recursos visuais e tecnológicos para apreciar histórias, textos, imagens, ilustrações; → Valorizar momentos de ouvir o outro, inferir hipóteses, ampliar enredos, recriar histórias, deleitar-se em narrativas são experiências de extremo significado para escutar. → Mediar a resolução dos conflitos que surgem durante as interações no uso dos brinquedos, dos objetos e das brincadeiras compartilhadas. → Organizar e desenvolver atividades ligadas à expressividade e à comunicação, por meio de gestos e linguagem verbal. → Escutar atentamente as crianças e favorecer que elas pratiquem a conversa, cantem, ouçam e contem histórias, comentem acontecimentos vividos, vídeos e filmes assistidos. → Realizar rodas de leitura diariamente, selecionando bons textos para dar às crianças referências narrativas e de expressão escrita da língua, possibilitando- as recontar histórias conhecidas, memorizar canções, poemas, trava-língua etc. → Explicitar os motivos ou preferências das escolhas dos livros edas histórias antes de lê-las ou contá-las, e permitir que as crianças opinem sobre elas. leitura (de cima para baixo, da esquerda para a direita). → (MS.EI02EF04.s.04) Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos. → (MS.EI02EF05.s.05) Relatar experiências e fatos acontecidos, histórias ouvidas, filmes ou peças teatrais assistidos etc. → (MS.EI02EF06.s.06) Criar e contar histórias oralmente, com base em imagens ou temas sugeridos. → (MS.EI02EF07.s.07) Manusear diferentes portadores textuais, demonstrando reconhecer seus usos sociais. → (MS.EI02EF08.s.08) Manipular textos e participar de situações de escuta para ampliar seu contato com diferentes gêneros textuais (parlendas, histórias de aventura, tirinhas, cartazes de sala, cardápios, notícias etc.). → (MS.EI02EF09.s.09) Manusear diferentes instrumentos e suportes de escrita para desenhar, traçar letras e outros sinais gráficos. → (MS.EI02EF00.n.10) Produzir escritas autônomas arriscando-se e testando suas hipóteses em diferentes contextos e situações reais de comunicação. → (MS.EI02EF00.n.11) Reconhecer o 51 a criança e compõem a teia fundante desse campo de experiência; → Ampliar e integrar a fala da criança em contextos comunicativos, atribuir intenção comunicativa à fala da criança, prestando atenção ao que diz, aprendendo sobre o jeito particular de se expressar; → Organizar com as crianças espaços para leitura, tais como: cantos com almofadas, tapetes, estantes com revistas, livros jornais, panfletos e outros (ao alcance das crianças); → Promover propostas de contação de histórias de contos de fadas, lendas, fábulas e criar cenários, personagens, tramas e enredos nas brincadeiras de faz de conta, das mais variadas, presentes nos livros, nas tradições, nas suas histórias, dos professores, pais, pessoas da comunidade, com diferentes recursos (fantoches, dedoches, caixa secreta, fantasias, dramatizações, narrativas, etc.); → Oportunizar a participação no uso da linguagem verbal em variadas situações de seu cotidiano, nas conversas, nas → Possibilitar situações e oportunidades de as crianças produzirem escritas e leituras à sua maneira. → Favorecer que as crianças explorem livros e outros suportes de textos, dando- lhes oportunidades de acesso ao repertório literário e às formas lúdicas de utilização da linguagem oral e escrita. → Organizar materiais e objetos marcados pela cultura nas brincadeiras de faz de conta e os utilizados pelos adultos nas situações reais (mobiliário de casinha e de espaços variados, acessórios, bolsas, brinquedos, fantasias, vestimentas, embalagens, instrumentos de trabalho etc). → Desenvolver atividades e projetos de produção de coletâneas de diferentes gêneros textuais: adivinhas, parlendas, trava-línguas, brincadeiras cantadas etc. → Ler histórias, contos e poesias para que as crianças se familiarizem com essa linguagem com a finalidade de provocar ricas criações infantis, do prazer pela leitura, do enriquecimento da imaginação, da fantasia e inventividade. próprio nome do conjunto de nomes do grupo nas situações em que isso se faz necessário. 52 brincadeiras, nos relatos dos acontecimentos, nas músicas, nas histórias, entre outros; → Favorecer a exploração, produção e realização de registros escritos por meio de rabiscos, garatujas, desenhos, utilizando diferentes suportes como papel, papelão, tecido, plástico, terra, parede, azulejos, quadros de giz, calçadas, com diferentes elementos gráficos como tintas, lápis, pincéis, aquarelas, folhas, carvão, algodão, gravetos, canudinhos, esponjas, entre outros; → Organizar junto às crianças a participação em peças teatrais de fantoche, de sombras, de bonecos, de mímica, entre outros; → Fomentar a participação de diálogos e contação de histórias, em rodas de conversa, durante a alimentação a troca de fraldas, tendo seu direito à expressividade garantida, respeitada, valorizada e potencializada; Oportunizar o manuseio e exploração de material gráfico impresso como: livros, revistas, cartazes, jornais, embalagens de brinquedos e alimentos, catálogos de → Pesquisar o repertório de histórias e causos das pessoas da comunidade (pais, avós, tios, amigos) e da instituição (os profissionais da educação e crianças maiores), e convidá-las para contar alguma história especial que tenha escolhido para compartilhar com as crianças. → Assumir o papel de escriba e leitor(a) e organizar situações em que as crianças ditem textos produzidos por elas. 53 produtos, etc.; → Favorecer a participação da produção de textos orais, tendo o professor como mediador na organização do seu pensamento e imaginação, tendo suas histórias e narrativas registradas por meio de escrita, vídeos, fotos, valorizando sua linguagem, seus pensamentos, sua imaginação; → Possibilitar à criança brincar com as palavras, de modo que aprenda e produza rimas, trava-línguas, parlendas, trocadilhos, ditos populares construindo e reconstruindo significados; → Garantir a acolhida, valorização, respeito às suas curiosidades, dúvidas e questionamentos sobre e linguagem oral (como se fala, como se lê e como se escreve), sua imaginação e sua forma de organizar o pensamento, seu vocabulário, a ponto de que essas capacidades, pela mediação do(a) professor(a) e interação com outras crianças e materiais e objetos de leitura sejam potencializadas; → Promover a participação em situações significativas em que falar e desenhar sejam modos de brincar, porém um 54 brincar capaz de desafiar sua capacidade imaginativa, conhecedora, curiosa; → Organizar visitas a bibliotecas ou espaços de leitura onde a criança possa manusear, explorar e interagir com as diferentes linguagens dos livros, revistas, gibis, etc.; → Promover a participação de rodas de conversa com escritores, ilustradores, poetas, contadores de histórias, para conhecer suas trajetórias de vida, suas obras, seus sonhos e projetos, seu amor pela literatura e suas escritas; → Favorecer à criança o manuseio, exploração, leitura e conhecimento de livros de histórias, de contos, nos quais estejam presentes as diferentes culturas; participação em momentos de contação de histórias e contos da tradição oral de pessoas de etnias diversas. → Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações Promover experiências nas quais as crianças possam fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar seu entorno, levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas às suas curiosidades e indagações. Assim, a instituição escolar está criando oportunidades para que as crianças ampliem seus conhecimentos do mundo físico e sociocultural e possam utilizá-los em seu cotidiano OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS 55 DESENVOLVIMENTO → (MS.EI02ET01.s.01) Explorar e descrever semelhanças e diferenças entre as características e propriedades dos objetos (textura, massa, tamanho). → Promover situações reais do cotidiano para que a criança reconheça e compreenda a função dos números nos diversos contextos (relógio, calendário, número de residências, telefones, calculadora, fita métrica, trena, régua, etc.); → Planejar experiências nas quais as crianças possam observar fenômenos e elementos da natureza, refletindo sobre sua incidência na região em que vivem e compreendendo suas causas e características; → Organizar a participação em atividades culinárias, de modo a acompanhar a transformação dos alimentos (cor, forma, textura, espessura, quantidade); → Incentivar o consumo de alimentos saudáveis por meio de experiências reais, quando houver possbilidade com plantio, cultivo e colheita, mas também de escolha (no mercado, na frutaria, na feira, etc.) dos alimentos; → Oportunizar à criança a participação e organização em diferentes espaços como → Propiciar o contato com diferentes materiais para exploração de suas características físicas e propriedades. → Oportunizar a observação dos fenômenos naturais sempreque possível e promover a exibição de vídeos e fotos que tratam do tema. → Construir com as crianças, terrário, aquário, sementeira, estufa e outros espaços para observação, experiência e cuidado de plantas e animais. → Promover visitas a locais onde as crianças possam observar e levantar hipóteses sobre plantas, animais e seus modos de vida. → Incorporar à rotina escolar atividades que possibilitem às crianças a percepção dos cuidados necessários para a preservação da vida e dos ambientes. → Aproveitar situações do cotidiano para uso de vocabulário científico. → Selecionar diferentes objetos para que a criança possa expressar suas → (MS.EI02ET02.s.02) Observar, relatar e descrever incidentes do cotidiano e fenômenos naturais (luz solar, vento, chuva etc.). → (MS.EI02ET03.s.03) Compartilhar, com outras crianças, situações de cuidado de plantas e animais nos espaços da instituição e fora dela. → (MS.EI02ET04.s.04) Identificar relações espaciais (dentro e fora, em cima, embaixo, acima, abaixo, entre e do lado) e temporais (antes, durante e depois). → (MS.EI02ET05.s.05) Classificar objetos, considerando determinado atributo (tamanho, peso, cor, forma etc.). → (MS.EI02ET06.s.06) Utilizar conceitos básicos de tempo (agora, antes, durante, depois, ontem, hoje, amanhã, lento, rápido, depressa, devagar). → (MS.EI02ET07.s.07) Contar oralmente objetos, pessoas, livros etc., em contextos diversos. → (MS.EI02ET08.s.08) Registrar com números a quantidade de crianças (meninas e meninos, presentes e ausentes) 56 ateliês, espaços, cantos ou áreas; → Promover situações de interações e brincadeiras entre criança/criança, adulto/criança, criança/objeto e criança/ambiente; Propiciar às crianças um ambiente em que possam explorar diferentes ideias matemáticas, para além da simples explanação de números, mas sim aspecto/fator presente no cotidiano da vida; → Possibilitar o registro por meio das diferentes linguagens (desenho, garatuja, escrita espontânea, quantificação, etc.) para conhecimento do mundo físico e histórico-cultural; Organizar espaços e materiais que envolvam as crianças em situações reais de contagem, ordenação, classificação, relações, quantidades, medidas, distâncias, comparação, comprimentos, pesos, identificação e reconhecimento de figuras geométricas; Propor agrupamentos, utilizando dentre outros critérios, a quantidade e/ou intensidade, priorizando relações, como: observações por meio da linguagem oral, desenho ou escritas. → Definir marcadores temporais que evidenciem a passagem do tempo e organizam o cotidiano das crianças. Narrar histórias com diferentes marcadores de tempo. → Incentivar o uso do calendário e utilizando as medidas dia, mês e ano para marcar os acontecimentos. → Disponibilizar objetos diferenciados para contagem e a resolução de problemas numéricos com uso de registros convencionais e não convencionais. → Propiciar momentos de resolução de problemas não-numéricos por meio de diferentes registros. → Solicitar registros variados a partir da chamada diária assim como a contagem de objetos em contextos significativos. → Favorecer o uso da contagem oral nas brincadeiras, nos jogos e em práticas sociais, comunicando quantidades, utilizando a notação numérica e/ou registros não convencionais. e a quantidade de objetos da mesma natureza (bonecas, bolas, livros etc.). → (MS.EI02ET00.n.09) Conhecer a história familiar e pessoal, identificar algumas singularidades próprias e das pessoas com quem convive. → (MS.EI02ET00.n.10) Familiarizar-se com as manifestações culturais de sua cidade, do estado e com produções que fazem parte do patrimônio cultural da humanidade. 57 muito/bastante, pouco, mais, menos, mesma quantidade, um, nenhum; Proporcionar experiências nas quais as crianças criem misturas com diferentes consistências/texturas, temperaturas e pesos diversos; Oportunizar à criança momentos para expressar suas observações, hipóteses e explicações sobre objetos, organismos vivos, fenômenos da natureza, características do ambiente, situações sociais registrando em diferentes suportes e utilizando diferentes linguagens; Promover a participação em atividades que favoreçam a utilização de instrumentos de registro e ferramentas de conhecimento, orientação e comunicação (bússola, lanterna, lupa, microscópio, máquina fotográfica, gravador, celular, filmadora e computador); Organizar experiências nas quais as crianças possam manipular, experimentar, explorar o espaço por meio de experiências de deslocamentos de si e dos objetos; → Organizar situações em que as crianças possam interagir com outras crianças da mesma idade e de idades diferentes, em situações coletivas e pequenos grupos. → Disponibilizar materiais e objetos que favoreçam as brincadeiras de faz de conta. → Planejar rodas de conversa com as crianças, sobre a história familiar de cada um, incentivando o respeito e valorização. → Promover a participação em brincadeiras da cultura popular, contato com músicas e histórias que fazem parte do acervo de produção cultural. → Contribuir para que as crianças desenvolvam atitudes de reconhecimento, respeito, valorização às contribuições histórico-culturais dos povos indígenas, afrodescendentes, asiáticos, europeus e de outros países da América, bem como o combate ao racismo e à discriminação. → Promover visitas a museus, pontos turísticos e outros espaços culturais para conhecimento e valorização da história. 58 Favorecer o reconhecimento do lugar onde mora, identificando rua, bairro, cidade, estado, país, planeta ; Propiciar experiências em que a criança possa resolver situações-problema, formulando questões, levantando hipóteses, organizando dados, testando possibilidades físicas e/ou digitais (quadros, tabelas, imagens, mapas, gráficos, entre outros); Garantir a utilização de números em situações contextualizadas e significativas (distribuição de materiais, divisão de objetos, organização da sala, confecção de quadro de registros, coleta de objetos, etc.); Desenvolver com as crianças a estruturação de tempos, espaços e posição (antes, depois, daqui a pouco, hoje, amanhã, em cima, embaixo, ao lado, atrás, em frente, dentro e fora). → Disponibilizar materiais e ambientes adequados para a realização de experiências com tintas, líquidos diversos, substâncias secas etc. 59 QUADROS GRUPO 3: ETAPA PRÉ-ESCOLAR – JARDIM I E II Jardim (Crianças pequenas: 4 anos a 5 anos e 11 meses) →O Eu, o Outro e Nós Nessas experiências, elas podem ampliar o modo de perceber a si mesmas e ao outro, valorizar sua identidade, respeitar os outros e reconhecer as diferenças que nos constituem como seres humanos. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS → (MS.EI03EO01.s.01) Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir. Realizar piquenique, distribuindo-os ao redor da toalha, para interagir com outras crianças, com os bichinhos de pelúcia como “amigos”, incentivando-o a imaginar-se em um bosque ou praia, descrevendo como é a paisagem ao redor. Criar um desenho compartilhado com giz de cera em papel Kraft colado na parede, no solo ou mesmo em mesas grandes. Realizar a “Teia com os amigos”, utilizando o barbante (Ver atividade no Livro Pé de brincadeira, p. 49). Atividade - “Massageando uns aos outros”. Esta atividade deve ser realizada após um momento em que as crianças encontram-se mais agitadas, → Proporcionar nas vivências atividades para que as crianças ajam de forma autônoma e capazes de entender a si mesmas e ao outro. → Organizar o espaço da sala de maneira que as crianças possam escolher as atividades que queiram realizar e trabalhar em pequenos grupos. → Incentivar a troca, a cooperação e o respeito entre as crianças e entre as crianças e os adultos. → Possibilitar situações em que as crianças possam escolher e → (MS.EI03EO02.s.02) Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendosuas conquistas e limitações. → (MS.EI03EO03.s.03) Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação. → (MS.EI03EO04.s.04) Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos. → (MS.EI03EO05.s.05) Demonstrar 60 como após realizarem brincadeiras de expansão corporal ou algum momento de parque. Veja o vídeo Relaxamento Infantil que oferece algumas sugestões de estratégias e materiais que podem ser explorados. (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/2834/massageando-uns-aos-outros). Trabalhar a coletividade, cooperação, compreensão e seguimento de regras, através de jogos pedagógicos e práticas esportivas. Propor tarefas em grupo também é recomendado. Estimular a verbalização dos sentimentos e visão de determinado fato da vida da criança por meio, por exemplo, do compartilhamento sobre como foram as férias com o restante da turma, contar sobre um passeio, o aniversário... Desenhar no chão florestas, paisagens, pontes estreitas, rios e simular a caminhada sobre estes locais imaginários narrando com as crianças os perigos, as travessias com emoção. Brincar de história narrativas simulando trotes de cavalos, batendo mãos nas pernas e narrar os locais onde passar interagindo com as crianças em locais perigosos, locais bonitos as paisagens tranquilas. Usar foto das crianças para comparar e identificar semelhanças e diferenças físicas comentar sobre as suas preferências e desejos. → Orientar para o cuidado da higiene pessoal, a fim de permitir as crianças vivenciar situações de forma autônoma e também de perceber a necessidade e importância em realizá-las. → Oportunizar momentos no grupo para conversar sobre os conflitos (individuais ou coletivos) no qual cada criança manifeste seu ponto de vista, sua opinião sobre o ocorrido e respeite os posicionamentos do outro. → Ajudar as crianças a entender e controlar emoções, ansiedades, necessidades e frustações. → Planejar brincadeiras e vivências diversas em que as crianças possam colaborar, respeitar e ser solidário com o outro. → Promover situações para que as crianças reconheçam a existência do outro, respeitando as diferenças, a diversidade e fortalecendo valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e adultos) com os quais convive. → (MS.EI03EO06.s.06) Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida. → (MS.EI03EO07.s.07) Usar estratégias pautadas no respeito mútuo para lidar com conflitos nas interações com crianças e adultos. → (MS.EI03EO00.n.08) Respeitar e utilizar os combinados e regras de convívio social elaborados pelo grupo. → (MS.EI03EO00.n.09) Participar das atividades e respeitar os interesses e desejos das outras crianças, colaborando também na realização de pequenas tarefas. → (MS.EI03EO00.n.10) Perceber a importância da conversa como forma de resolver os conflitos e , se necessário, solicitar ajuda do adulto. → (MS.EI03EO00.n.11) Participar de brincadeiras de faz de conta, assumindo diferentes papéis sociais. → (MS.EI03EO00.n.12) Comparar características de colegas (tamanho, altura, etnia, preferências etc.), https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2834/massageando-uns-aos-outros https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2834/massageando-uns-aos-outros 61 Realizar brincadeiras para que as crianças reconheçam o próprio nome e atenda quando for chamado durante as diferentes interações das quais participar. Realizar brincadeiras cantadas para nomear as principais partes do corpo (Ex. olhos, ouvidos, boca e nariz, cabeça, ombro, joelho e pé) Desenvolver as possibilidades de movimento e ação e as limitações do próprio corpo (subir, descer, andar em reta, zigue-zague, imitar animais, acompanhar com gestos o som de uma música, passar por baixo de cordas, pendurar-se, balançar, rodar, correr em dupla, virar cambalhotas...) Utilizar os órgãos sensoriais para explorar e conhecer os objetos: texturas, cores, odores, sabores e sons Brincar com diferentes parceiros (da própria sala, das outras salas, com professores) e envolver-se em variadas atividades em grupo, de modo a construir o sentido do singular e do coletivo, da autonomia e da solidariedade. Solidarizar-se com os parceiros, cuidar deles, colaborar com eles e perceber como suas escolhas os afetam. Conhecer os espaços do Ceim ou da escola , apresentar as pessoas dos outros espaços vínculos. → Dialogar com as crianças sobre situações de preconceitos e discriminações que contemplem noções de cooperação, tolerância, solidariedade e respeito ao outro. → Oportunizar que as crianças realizem atividades na instituição sem o acompanhamento direto do adulto. → Organizar situações variadas para que as crianças possam ampliar e diversificar o acesso a produções da cultura regional, dos povos indígenas, afrodescendentes, asiáticos, europeus, outros países da América, entre outras. → Possibilitar que as crianças entendam e participem da elaboração das regras, compreendendo-as e comprometendo-se com as mesmas. → Oportunizar situações em que as crianças possam reconhecer sua família como grupo social, bem como os hábitos, valores, crenças e identificando e respeitando semelhanças e diferenças. 62 relatando a função de cada um, ( cozinheira, faxineira, servente, secretaria, , direção, coordenação) Solicitar que a criança recolha os brinquedos ou jogos após as atividades simulando as caixas de brinquedos como a casinha da formiga e as crianças de formiguinhas (“Formiguinhas vamos recolher as folhinhas e colocar no formigueiro porque o inverno está chegando ”); Organizar rodas de conversa sobre assuntos diversos utilizando fichas com imagens, caixas com elementos relacionados aos assuntos, histórias, contos...; apresentações de situações- problemas; reproduções de obra de arte; fotografia das crianças com familiares; convidados especiais; panfletos de campanhas, sacolas com objetos diversos para serem descritos; itens ou objetos selecionados pelas próprias crianças; abordagem e retomada das propostas realizadas na última semana. Importante: seja modelo para as crianças: mostre que sabe ouvir; esteja atenta a todos que se pronunciam, isto significa que os olhares precisam se encontrar como sinal de respeito; responda às perguntas das crianças; provoque o confronto de ideias e mantenha-se como mediadora. Organizar os espaços e materiais com a composição. → Incentivar as crianças a superarem o medo e ajudá-las a ter atitude diante das situações vivenciadas. 63 participação da criança, por exemplo: organização coletiva dos materiais de leitura, de embalagens para brincadeiras de mercado, dos cartazes, das regras e combinados, exposição dos desenhos e outras produções; decidir sobre as brincadeiras... Roda da conversa onde as crianças possam colocar as ideias como foi o seu dia em casa a sua rotina, expor seus sentimentos. Dar oportunidade para todos falarem na roda. Em passeio e visitas extraclasse a professora deve dar oportunidade para as crianças relatarem suas impressões sobre o evento. Organizar momentos e situações, nas brincadeiras de faz-de-conta (casinha, mercado, profissões...) para que as crianças se expressem; Organizar roteiros de dramatizações; Ofertar a árvore da imaginação com diferentes imagens para que possam expor o entendimento, conhecimento e experiências vivenciadas; Brincadeiras no cantinho de beleza. Nos espaços de fantasia. Vídeos e brincadeiras sobre higienização das mãos, dos dentes... Conversas com profissionais da área da saúde 64 Tornar o momento de alimentação prazeroso organizando espaço de interação na hora da alimentação dialogando com as crianças. Organização do espaço, dos pertences pessoais (canecas, toalhas, escova de dentes, pentes) Vivenciar junto as crianças a higienização das mãos. Vivenciar com as crianças os momentos de alimentação (café, almoço, jantar) como momentos prazerosos de trocas e interações, organizando junto com as criançasa mesa e a disposição dos alimentos, garantido a autonomia de escolhas. Jogos de regras como: JOGO DA MEMÓRIA Com o objetivo de levar os pequenos a identificar figuras iguais, desenvolve a localização espacial e a quantificação das cartas tanto por meio da contagem como da comparação do tamanho dos montes. GATO E RATO O gato tem de furar o círculo que os colegas fazem com as mãos dadas para proteger o rato, que fica no centro. Trabalha tanto a cooperação e regras JOGOS DE PERCURSO Em um tabuleiro, os 65 participantes lançam dados que determinam quantas casas o peão deve percorrer. As crianças devem respeitar a sua vez BOLICHE O número e a posição das garrafas é indiferente. Nesse jogo, é preciso contar e registrar os pontos e organizar respeitar a vez. VARAL DE REGRAS- a sugestão e que a criança registre com desenhos as regras da turma realizada anteriormente por todos, realizada anteriormente com o professor e pendure em um varal na sala de aula. Após todas as brincadeiras com jogos e brincadeiras a criança deve guardar os jogos nos locais corretos. BALÕES AO AR (Ver atividade no Livro do Professor de Educação Infantil “Pé de Brincadeira”, p. 49). Contar histórias e vídeos com tema discriminação (https://www.youtube.com/watch?v=dpQeiFhxI3) Brinquedos para valorizar a imagem dos indígenas e afro-descendentes (Bonecas, instrumentos musicais) Exposição das diferentes culturas, indígenas e https://www.youtube.com/watch?v=dpQeiFhxI3 66 negras Realizar trocas de experiências de culturas passeio, apresentação de danças e exposição de artesanato da cultura indígena. Contar as histórias de pessoas negras que ganharam destaque nacional ou internacional ao combater o preconceito racial e fortalecer a população negra. Além disso, também pode-se usar a literatura para mostrar a crueldade da escravidão, mas, acima de tudo, evidenciar a cultura e a capacidade dos negros de se organizar e de sobreviver. Painel da diversidade, que propõe personalizar bonecos de cartolina. O/A professor/a faz um boneco de cartolina branca ou papel pardo para cada criança, entrega tintas, canetinhas, revistas e cola, e instrui-as a personalizá-lo de acordo com as suas características ou vontade. Ao final da atividade, todos vão ter um boneco único. Em seguida, o educador cola os bonecos de mãos dadas no painel da diversidade para simbolizar a amizade e o respeito, e conversa com a turma para esclarecer dúvidas sobre o tema. Promover o dia do cinema na sala de aula, espalhando colchonetes e almofadas pelo chão para que as crianças possam assistir ao conteúdo confortavelmente. Um dos filmes mais indicados https://educacaoinfantil.aix.com.br/10-dicas-para-incentivar-a-leitura-na-educacao-infantil/ 67 para essa situação é o do “Shrek”, que é composto por cenas que refletem sobre a diversidade, o conceito de normalidade e os lugares que a sociedade julga estarem destinados para as pessoas que são consideradas diferentes, levando em consideração padrões estéticos e fúteis. Ao trabalhar valores como a amizade, honestidade, o amor e o respeito ao próximo, também se está valorizando a diversidade na sala de aula. Para essa situação, o educador pode usar a dinâmica do feitiço que vira contra o feiticeiro — todos os alunos formam um círculo e se sentam no chão, em seguida escrevem em uma folha o que gostariam que o seu colega do lado direito fizesse (A professora ou auxiliar da sala atuam como escriba e leitor). Porém, são eles que vão realizar a atividade proposta ao seu amigo. Assim, ensina-se a não fazer ou desejar para o outro o que você não quer para si. A literatura infantil tem diversos exemplos que podem ser usados para ensinar as crianças a lidar com as diferenças. O ideal é fugir dos livros politicamente corretos e com raciocínios prontos, dê preferência para as histórias que permitem que os alunos façam uma reflexão. O professor pode contar a clássica história do Patinho Feio e 68 depois pedir para que os alunos desenhem o seu próprio patinho, passando a ideia de que não existe um desenho mais correto do que o outro, de que todos nós temos características únicas e que devem ser respeitadas. (Fonte:https://educacaoinfantil.aix.com.br/diversida de-na-sala-de-aula/) SILUETA (Contorno) DO CORPO HUMANO: separar as crianças em grupos, uma do grupo ficará deitada no chão enquanto as outras contornam seu corpo com giz, ao levantar verá o formado de seu corpo no chão, podem contornar com pecinhas de montar (lego), tampinhas de garrafa, pedrinhas. O BRINQUEDO: Em duplas ao sinal do professor uma das crianças será o brinquedo e não poderá se movimentar deixando o colega realizar e moldar o movimento que quiser com o seu corpo. Brincando com animais: brincadeiras com animais despertam um sentimento de empatia. Combinar em cada semana uma criança levar seu animal de estimação para a turma conhecer, contar a história do animal na família deles e etc; Piquenique: Realizar piquenique para que sentem juntos e compartilhem os lanches, e momentos de brincadeiras que exija o compartilhamento de brinquedos. https://educacaoinfantil.aix.com.br/diversidade-na-sala-de-aula/ https://educacaoinfantil.aix.com.br/diversidade-na-sala-de-aula/ 69 Brincadeira Cola-cola Americano: pega-pega, quem for pego deve ficar estático até outro colega poder encostar para descolar. Pode variar o modo de descolar passando por baixo das pernas ou passando por cima (pulando). Esta brincadeira se enquadra no objetivo em questão, devido a preocupação que a criança deve ter com o outro, descolar o colega para retornar a brincadeira. Brincadeiras de roda: a circularidade proporciona o contato com o outro (pegar na mão), percepção de quem está a frente e aos lados. Rodas de conversas, proporcionar momentos para que as crianças contem suas rotinas em casa, e opinem nas atividades, nas contações de histórias, músicas, sugestões de brincadeiras e outros. Dança: dar preferência às músicas que não sofrem influencias nas letras em relação ao movimento, ex: musicas que pedem para bater palma e pé, girar, pular e etc. Sugere-se músicas que contenham mais instrumentos e ritmos ou músicas que o conteúdo das letras não induzam a criança realizar movimentos pré-determinados, deixar a criança dançar livremente. 70 Pedir para as crianças imitarem animais sem dar referências, ex: todos imitando uma Borboleta, cada um fará do seu jeito. Alongamentos Brincadeiras para desenvolver força e resistência: carrinho de mão, deslocamento de quatro apoios. Brincadeiras de estátuas para desenvolver o equilíbrio. Orientar sobre a importância da alimentação saudável; fazer salada de frutas, realizar receitas nutritivas e saudáveis com as crianças. Através de brincadeiras as crianças já criam suas próprias regras, em um jogo de faz de conta elas escolhem quem será a mamãe o papai e o filhinho, com isso cada personagem tem uma postura que seguirá através de seu conhecimento de mundo. O professor poderá organizar espaços para que este tipo de brincar aconteça, e interagir na brincadeira colocando alguns elementos (problemas, perguntas e outros) que façam com que a criança possa estar resolvendo. Os jogos dirigidos também contribuem muito para a compreensão de regras e convívio social: pega-pega, esconde-esconde, amarelinha, pular corda, jogos e brincadeiras de roda e outros. Realizar brincadeiras e jogos dos povos 71 indígenas e Afro-Brasileiros. Ex. de origem Afro: amarelinha, capoeira, samba, jongo, Maculelê. Origem indígena: Danças, manuseio e confecção de materiais indígenas; arco e flecha e instrumentos musicais. Ao desenvolvimento de cada atividade apontar a originalidade da brincadeira, dança ou material, focalizando as contribuições culturais que os povos oportunizaram para a cultura brasileira. Obs: Para manifestar a oposição a qualquer forma de discriminação é importante o professor(a) observar qual tipo de discriminação pode estar ocorrendo com determinada turma, ex: discriminação entre classessociais, gêneros, biótipos, religiosas e outros. Para cada situação organizar a atividade sobre o assunto. → Corpo, Gesto e Movimentos Sobre o universo social e cultural, tornando-se, progressivamente, conscientes dessa corporeidade. Por meio das diferentes linguagens, como a música, a dança, o teatro, as brincadeiras de faz de conta, elas se comunicam e se expressam no entrelaçamento entre corpo, emoção e linguagem. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS → (MS.EI03CG01.s.01) Criar com o corpo formas diversificadas de expressão de sentimentos, sensações e emoções, tanto nas situações do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, teatro e música. Colocar a criança para brincar com objetos amarrados, para que possa agarrar, puxar e esticar. Explorar e desenvolver gestos relacionados com a preensão, encaixe, do lançamento, utilizando → Propor às crianças o brincar cotidianamente, utilizando práticas corporais criativas para realizar jogos e brincadeiras, criar e representar personagens no faz de conta. 72 de suas habilidades manuais no cotidiano e da experimentação de acordo com a fase de desenvolvimento. Caminhar em cima de pneus, linhas... Desenvolver brincadeiras com elástico... Passar embaixo de cadeiras; montar casinhas com carteiras... Brincadeiras, como por ex. “serpente” Conhecer regras dos jogos e brincadeiras para movimentar-se de forma adequada ao interagir com colegas e adultos. O movimento corporal e a musicalidade: brincar, dançar e cantar; Discriminação auditiva: de instrumentos diversos, de vozes, de sons da natureza, Sons urbanos, etc; Sonorização de histórias, Peças teatrais, etc; Convidar pessoas da comunidade, que cantem e/ou toquem algum instrumento para visitar a instituição. Sons e ritmos produzidos pelo e com o próprio corpo (palmas, bochechos, bater os pés, estalar os dedos...) Participação em brincadeira e jogos rítmicos, brincadeiras cantadas. → Promover brincadeiras nas quais as crianças tenham de superar desafios motores como a amarelinha, caça ao tesouro, circuitos etc. → Propiciar momentos em que as crianças possam interagir e se expressar por meio de gestos e movimentos, jogos tradicionais, jogos de construção, jogos motores, jogos rítmicos, jogos de percepção e jogos de faz de conta. → Proporcionar situações para as crianças utilizarem equipamentos midiáticos para gravar: microfone, celular, gravadores e câmeras. → Estimular a criança a produzir movimento, promovendo a autoconfiança e atitudes de respeito quanto à sua produção e a dos outros. → Formular atividades em que as crianças possam experimentar diferentes formas de equilíbrio, variando as superfícies e os apoios de corpo. → (MS.EI03CG02.s.02) Demonstrar controle e adequação do uso de seu corpo em brincadeiras e jogos, escuta e reconto de histórias, atividades artísticas, dentre outras possibilidades. → (MS.EI03CG03.s.03) Criar movimentos, gestos, olhares e mímicas em brincadeiras, jogos e atividades artísticas, como dança, teatro e música. Explorar com confiança suas possibilidades de ação e movimento. → (MS.EI03CG04.s.04) Adotar hábitos de autocuidado relacionados a higiene, alimentação, conforto e aparência. → (MS.EI03CG05.s.05) Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades, em situações diversas. → (MS.EI03CG00.n.06) Explorar o espaço, orientando-se corporalmente: frente, atrás, em cima, embaixo dentro, fora, perto, longe, esquerda e direita. → (MS.EI03CG00.n.07) Participar de práticas culturais que envolvam atividades e brincadeiras tradicionais 73 Brincadeira da estátua; Criar movimentos, gestos, olhares, mímicas, expressões de sentimentos e sensações, jogos e atividades artísticas como dança, teatro e música. Desenvolver brincadeiras de imitação como “Siga o Mestre” e “Seu Lobo” estimulando o reconhecimento dos movimentos do outro e do próprio corpo. Propor representações de experiências vividas no dia a dia pelas crianças, como “derreter como um sorvete”; “flutuar como uma pena”, “balançar como as folhas de uma árvore” ou “cair como um raio”. Além de arrancar boas gargalhadas das crianças, a atividade vai estimular a associação de conhecimento e a criatividade. Montagem com diferentes objetos. A partir de materiais como sucata, tecido ou caixa de papelão, as crianças são convidadas a experimentarem no corpo as diferentes texturas. Elas podem ser desafiadas a montarem brinquedos ou ambientes, como um barco, um túnel ou um castelo. Na medida que montam essas estruturas, elas também são estimuladas a desenvolverem movimentos mais precisos, como recortar, empilhar ou encaixar. A atividade também é importante para o movimento em → Possibilitar situações e brincadeiras em que as crianças reconheçam as partes do seu corpo e de seus colegas, respeitando as diferenças corporais relativas ao gênero, etnia, faixa etária como também expressar seus sentimentos. → Favorecer a autonomia das crianças em relação aos cuidados com seu corpo. → Promover atividades em que as crianças cantem e recriem diferentes cantigas e parlendas (batendo palmas, assoviando, sussurrando etc.). → Propor situações em que as crianças possam explorar elementos da cultura corporal relacionadas às brincadeiras, à mímica, à dança ou arte circense e outros considerados pertinentes para que as crianças se expressem e se comuniquem. → Incentivar e orientar a construção de brinquedos com o uso de material reciclável. relacionadas ao movimento do seu corpo, respeitando a diversidade. → (MS.EI03CG00.n.08) Explorar com confiança suas possibilidades de ação criando seus próprios movimentos. → (MS.EI03CG00.n.09) Expressar-se por meio de dança e dramatizações, bem como por outras formas de expressão, sentimentos e emoções. → (MS.EI03CG00.n.10) Explorar de forma global os movimentos corporais, desenvolvendo as capacidades de locomoção, equilíbrio, coordenação e lateralidade. → (MS.EI03CG00.n.11) Identificar situações de risco no ambiente mais próximo. https://educacaoinfantil.aix.com.br/o-eu-o-outro-e-o-nos/ 74 relação ao outro, uma vez que o trabalho coletivo exige conversa, negociação e estratégias de resolução de problemas. Fonte: https://educacaoinfantil.aix.com.br/corpo- gestos-e-movimentos/ Caixa musical - (Ver atividade no Livro “Pé de brincadeira”, p. 51) Boi da cara de qualquer cor - O líder ira cantar a música citando a cor que ele cantar e para pegar e quem estiver com a cor e tem q virar estatua. Brincadeira de trem da Natureza- As crianças fazem trenzinho caminhando pelo pátio ou em roda na sala de aula. O professor diz: “vamos passear na floresta” as crianças respondem: ”vamos passear na floresta”. “Olha o que tem na floresta “ Olha o que tem na floresta “ Flores: “vamos passear na floresta” as crianças respondem: ”-vamos passear na floresta” “Olha o que tem na floresta “ “ -Arvores. Olha o que tem na floresta: Onça. Pato, etc.. as crianças devem confeccionar os animas da floresta . Bola ao cesto – (Ver atividade no Livro “Pé de brincadeira”, p. 51). Brincadeiras com o vento. Nesta atividade, as crianças irão observar como diferentes materiais leves se comportam na presença de vento. (Fonte: → Proporcionar situações em que as crianças possam brincar de faz de conta de diversas formas: sozinhas, com o grupo, com outras turmas de forma livre e orientada. → Permitir que as crianças possam descobrir e expressar suas capacidades, por meio da ação criativa e da expressão da emoção. → Organizar propostas que envolvam histórias, brincadeiras, jogos, danças e canções que digam respeito às tradições de sua comunidade e de outras. → Possibilitar meios de deslocamento, habilidades de força, velocidade, resistência e flexibilidade nos jogos e brincadeiras dos quais as crianças participam. → Propor circuitos e brincadeiras em que a criança seja encorajada a superar seus medos, limites, insegurança e favorecer a cooperação entre as crianças. → Disponibilizar acervode fantasias, roupas, acessórios e outros materiais https://educacaoinfantil.aix.com.br/o-eu-o-outro-e-o-nos/ https://educacaoinfantil.aix.com.br/corpo-gestos-e-movimentos/ https://educacaoinfantil.aix.com.br/corpo-gestos-e-movimentos/ 75 https://novaescola.org.br/plano-de- aula/3385/brincadeiras-com-o-vento). Brincar de andar como robô, como zumbis, como gatinhos ou como maria-mole, dentre outras formas, e que possam criar histórias e narrativas, dramatizando-as com os colegas, apropriando-se de diferentes gestualidades expressivas. Atividades no espelho observação dos cabelos, cor da pele, altura, valorizando na criança cada característica observada. Roda da conversa destacando e observando cada característica de si e do outro, na perspectiva de valorização. Brincadeiras dramatizadas, utilizando fantasias... Vivenciar junto às crianças as atividades de vida diária (escovação, higiene das mãos...) Tornar o momento de alimentação prazeroso, organizando espaço de interação na hora da alimentação dialogando e organizando junto com as crianças a mesa e a disposição dos alimentos, garantido a autonomia de escolhas. Organização do espaço, dos pertences pessoais (canecas, toalhas, escova de dentes, pentes) Brincando de cuidar dos cabelos (Com base na leitura de uma história, as crianças brincam de cabeleireiro como forma de valorizar a própria para fomentar o faz de conta. → Orientar as crianças sobre as situações de risco na instituição. https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3385/brincadeiras-com-o-vento https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3385/brincadeiras-com-o-vento 76 identidade e as diferenças na turma) Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/2836/brincando-de-cuidar-dos-cabelos Disponibilizar para a criança o dado dos sentimentos, para identificar as expressões (raiva, dor, alegria, espanto...). Utilizar o espelho para a criança entender a suas expressões e o que cada uma delas significa Contar histórias que tenha situações do cotidiano e, após, as crianças dramatizam a histórica contada pela professora Brincadeiras de faz de conta, onde o professor assume personagens juntamente com a criança, de mamãe, papai, tia, professor ou filha para vivenciar situações do cotidiano Propiciar momentos de danças com a criança e participar com elas. Brincadeira de coelhinho sai da toca Cada criança deve segurar as pontas do lençol colorido e balançar ao som de músicas (acompanhar o ritmo) rápido, lento de acordo com a música Brincar de amarelinha das cores, do alfabeto dos números, ou a amarelinha tradicional; https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2836/brincando-de-cuidar-dos-cabelos https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2836/brincando-de-cuidar-dos-cabelos 77 Passar por debaixo e por cima de cordas, elásticos Segue o mestre; Brincadeiras com cordas pequenas (para pular sozinho), corda grande, petecas, bolas, piões, giz de lousa (para desenhar a amarelinha), bolinhas de gude (contagem), bambolês, cataventos, aros, potes e detergente para fazer bolinha de sabão. Não é necessário ter todas as opções. Organize algumas numa caixa a ser levada para o parque. Registrar as brincadeiras, através de desenho ou escrita, com a ajuda da professora como escriba. VER EM: (https://novaescola.org.br/plano-de- aula/3789/brinquedos-e-brincadeiras-tradicionais) MASSINHA: fazer pão, biscoito ou simplesmente massinha. O uso de massinhas, além de muito prazeroso para a criança, ajuda-a a criar formas e abstrair imagens no concreto auxiliando no auto-controle, na atenção e na coordenação motora sequencial. Massinhas coloridas e associação com espátulas dinamiza mais este recurso ajudando-a a visualizar e materializar novas https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3789/brinquedos-e-brincadeiras-tradicionais https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3789/brinquedos-e-brincadeiras-tradicionais 78 formas e novos objetos que serão criados a partir de uma massa sem forma definida. ENFIAGEM DE MACARRÃO EM FIOS OU COM BARBANTES COLORIDOS - Esta atividade ajuda a criança a “acertar o alvo” do buraco ao qual deverá introduzir o barbante. Isto estimula a atenção, a coordenação motora fina e prepara a criança para o uso futuro do lápis, pois simula a ação que envolve este instrumento. Este tipo de brincadeira pode ser ampliado unindo objetos, formando letras e números, aprendendo a dar nó, pendurando coisas, unindo formas e ajudando a criança a memorizar sequências de tarefas. Dedoches - Imagens e totens que podem ser fixados nos dedos das crianças podem ser muito úteis para coordenação motora, pois auxiliam no uso dos dedos para teatralizar personagens numa sequência de histórias. Isto permite à criança aprender a associar palavras com ações coordenadas, unindo processos de linguagem ao processamento visual e decisão de movimentar determinados dedos. Prendedores e pegadores – realizar atividades como estender roupas e prendê-las; pegar objetos de uma bacia, com pegadores de macarrão, pinças; espremer espumas, utilizando água e sabão; Disponibilizar um determinado material para 79 as crianças (balões, tecidos, papéis, brinquedos etc.), no primeiro momento deixar que elas explorem esse material, posteriormente colocar músicas com ritmos diferentes, calmas e agitadas, é importante observar como as crianças estão reagindo durante a atividade se estão sorrindo, se não estão gostando, a partir desta observação o professor(a) poderá colocar desafios, ex: quando tocar a música agitada (frevo) todos só poder tocar os balões com os pés. Quando tocar a música mais calma todos tocam os balões com a cabeça. Brincadeira do espelho: o professor(a) conta uma história uma história que todos se transformarão em seu espelho, cada movimento que o professor fizer todos terão que imitar, posteriormente o professor escolhe uma criança para fazer os movimentos, e assim segue até que todos tenham participados. Brincadeiras cantadas: Tomate e caqui, baratas Alienígenas, A, E, I, O, U. https://www.youtube.com/watch?v=Hew4CywaPgE https://www.youtube.com/watch?v=IFm3SRDPZ60 https://www.youtube.com/watch?v=HYWCEjnmJKU &t=141s Para esta atividade será preciso de diversas caixas de papelão de tamanhos variados, pedir para as famílias, colegas de trabalho da unidade e https://www.youtube.com/watch?v=Hew4CywaPgE https://www.youtube.com/watch?v=IFm3SRDPZ60 https://www.youtube.com/watch?v=HYWCEjnmJKU&t=141s https://www.youtube.com/watch?v=HYWCEjnmJKU&t=141s 80 coordenação. Reúna as crianças no grande grupo para a leitura do livro “O homem que amava caixas”, de Stephen Michael King. Converse com elas a respeito de como as caixas podem se transformar em outros objetos, como que o personagem da história utilizava as caixas que encontrava. Neste momento, explore as falas das crianças sobre a narrativa do livro. Dialogue com elas que você organizou um espaço em área externa com caixas de papelão para brincarem da forma que desejarem. Converse que elas utilizarão as caixas conforme sua imaginação, como acontece com o homem da história, na qual ele usa a caixa para fazer castelos, aviões etc. Observe o que as crianças dialogam entre si a respeito de como brincarão. Combine com elas o momento de finalizar a brincadeira e onde irão guardar as caixas. Link para livro: https://www.youtube.com/watch?v=UJ1tnReCF74 Link para livro em PDF: https://oespacoeducar.com.br/wp- content/uploads/2019/05/Download-em-PDF- aqui-do-Livro-O-homem-que-amava-caixas.pdf Link da atividade completa: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/3333/brincar-com-caixas-de-papelao Proporcionar momentos no parquinho ou caixa de areia para que possam brincar de cozinha, https://www.youtube.com/watch?v=UJ1tnReCF74 https://oespacoeducar.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Download-em-PDF-aqui-do-Livro-O-homem-que-amava-caixas.pdf https://oespacoeducar.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Download-em-PDF-aqui-do-Livro-O-homem-que-amava-caixas.pdf https://oespacoeducar.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Download-em-PDF-aqui-do-Livro-O-homem-que-amava-caixas.pdfhttps://novaescola.org.br/plano-de-aula/3333/brincar-com-caixas-de-papelao https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3333/brincar-com-caixas-de-papelao 81 se possível disponibilizar panelas e outros objetos de cozinha para incentivar a criação e representação da criança no jogo de faz de conta. → Traços, Sons, Cores e Formas Promover a participação das crianças em tempos e espaços para a produção, manifestação e apreciação artística, de modo a favorecer o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade e da expressão pessoal das crianças, permitindo que se apropriem e reconfigurem, permanentemente, a cultura e potencializem suas singularidades, ao ampliar repertórios e interpretar suas experiências e vivências artísticas. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS → (MS.EI03TS01.s.01) Utilizar sons produzidos por materiais, objetos e instrumentos musicais durante brincadeiras de faz de conta, encenações, criações musicais, festas. - Confeccionar um parque sonoro para a criança conhecer as diferentes alturas e timbres de sons graves e agudos - Criar uma bandinha com as crianças sendo que cada um poderá tocar um instrumento. - Participar de brincadeiras onde a criança possa cantar músicas acompanhada com instrumentos musicais ou mesmo karaokê. - Promover brincadeiras com música em que o professor possa estimular as potencialidades musicais das crianças - BRINCAR COM SOMBRAS - Selecione em quantidade suficiente para exploração livre das crianças: brinquedos diversos, fantasias e adereços (como pentes, fivelas diversificadas, laços), jogos de encaixe, objetos como canudos, folhas de árvores, recicláveis e outros materiais de largo alcance. Além → Promover o acesso das crianças a um repertório musical diversificado e de boa qualidade, favorecendo os vários estilos musicais e culturais. → Possibilitar espaços, organizar o tempo e disponibilizar materiais para que as crianças possam apreciar diferentes gêneros musicais, interpretar e produzir musicais. → Criar com as crianças intervenções sonoras ao longo de uma narrativa com a própria voz, com o corpo, com objetos e instrumentos musicais. → Disponibilizar instrumentos musicais para que as crianças tenham acesso a tipos diferentes de som, explorando a intensidade, duração, altura e → (MS.EI03TS02.s.02) Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais. → (MS.EI03TS03.s.03) Reconhecer as qualidades do som (intensidade, duração, altura e timbre), utilizando- as em suas produções sonoras e ao ouvir músicas e sons. → (MS.EI03TS00.n.04) Aprender a escutar e apreciar diferentes gêneros musicais de artistas locais, regionais, nacionais e internacionais, refinando 82 desses materiais, selecione também lençol branco, barbante, lanternas, retroprojetor e/ou projetor data show. Livro Brincadeira de sombra, de Ana Maria Machado. Fonte: https://novaescola.org.br/plano- de-aula/3388/brincar-com-sombras SONORIZANDO UM CONTO INDÍGENA (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/3227/sonorizando-um-conto-indigena) - Usar a técnica da pintura a sopro, como por exemplo, usar guache no papel, em cores variadas, soprar e formar desenho. Perguntar as crianças como e por que isso acontece? - - Produzir objetos esteticamente e expor os trabalhos de modo que vejam o que produziram; - - Propor as crianças que façam desenhos a partir da observação das mais diversas situações, cenas, pessoas e objetos - Criar e recriar objetos e imagens usando imaginação através do desenho livre ou conduzido; - Desenhar sombra de objetos e animais (miniaturas). - Criar um álbum de fotografias ou um álbum de desenhos coletivo ou individual para apreciação - Disponibilizar suporte e apreciar espaço, cor, luminosidade, textura, volume para um cantinho da pintura; timbre. → Organizar espaços, tempos, materiais e intervenções para as produções e criações das crianças: desenho, pintura, colagem, modelagem, escultura etc. → Possibilitar visitas às exposições de artes visuais, espetáculos de música, teatro e dança. → Organizar brincadeiras e espaços para que as crianças possam assistir a filmes, fotografar, dançar, recitar poesias, cantar, ouvir histórias etc. → Planejar e encaminhar estudos do trabalho de arte produzido por artistas locais, regionais, nacionais e internacionais, propiciando momentos de conhecer e produzir a partir dos referenciais conhecidos. → Selecionar obras de literatura infantil que apoiem vivências para conhecer autores e suas obras. → Organizar brincadeiras de faz de o gosto e tornando-se mais sensível em relação à linguagem musical. → (MS.EI03TS00.n.05) Dançar ao som de músicas variadas, de diferentes regiões e grupos culturais. → (MS.EI03TS00.n.06) Conhecer, produzir e criar a partir de referências artísticas locais, regionais, nacionais e internacionais. → (MS.EI03TS00.n.07) Desenvolver e avançar em seus percursos expressivos e criativos por meio do desenho, pintura, escultura, literatura, cinema, teatro e dança. → (MS.EI03TS00.n.08) Vivenciar recitais de poesias, saraus, teatro, brincadeiras de improvisação musical e dança, em diferentes contextos e situações. → (MS.EI03TS00.n.09) Ampliar sua experiência de sensibilidade artística e apreciação estética por meio das diferentes manifestações de arte. → (MS.EI03TS00.n.10) Conhecer e apreciar as expressões artísticas de diferentes povos, frequentando ambientes em que as manifestações culturais e artísticas estejam presentes. https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3388/brincar-com-sombras https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3388/brincar-com-sombras https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3227/sonorizando-um-conto-indigena https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3227/sonorizando-um-conto-indigena 83 - Oferecer diversas atividades simultâneas de como desenhar, pintar, modelar, colagens para que as crianças possam fazer suas escolhas; - Distribuir várias imagens pela sala e deixá-lo observar e questionar (cores, formas, proporções, contornos); - DESENHO COM AREIA E COLA (https://novaescola.org.br/plano-de- aula/2861/desenhos-com-areia-e-cola) - TRIDIMENSIONALIDADE E FORMAS GEOMÉTRICAS (https://novaescola.org.br/plano-de- aula/4826/tridimensionalidade-e-formas- geometricas) - Desenhar e construir produções bidimensionais e tridimensionais ou usar materiais artísticos para expressar suas ideias, sentimentos e experiências. O currículo pode construir objetivos relacionados à sua reflexão sobre o fazer artístico — por exemplo, usar uma variedade de materiais artísticos para se expressar ou utilizar a investigação que realiza sobre o espaço, as imagens, as coisas ao seu redor para significar e incrementar sua produção artística. O currículo local pode, ainda, trazer objetivos relacionados ao conhecimento e à apreciação de produções artísticas de sua cultura ou de outras culturas regionais, nacionais ou internacionais. (Fonte: http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=256 conta e construção de cenários lúdicos com objetos variados que possam ser utilizados e apropriados pelas crianças em suas simbolizações e representações. → Planejar e desenvolver projetos de apresentações de teatro e dança com as crianças e brincadeiras de improvisação, incluindo pessoas da comunidade. → Convidar pessoas da comunidade e artistas locais para falar sobre diferentes manifestações artísticas. → Propor ateliês de desenho como atividade permanente de constância diária. → Organizar momentos de produção livre, tais como: construção com diferentes materiais, pintura, modelagem etc. → Disponibilizar diferentes materiais às crianças para que possam decidir quais utilizar, o que fazer com eles, favorecendo o interesse pelos processos de investigação e criação. → (MS.EI03TS00.n.11) Participar da confecção de diferentes instrumentos sonoros e/ou musicais. https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2861/desenhos-com-areia-e-cola https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2861/desenhos-com-areia-e-colahttps://novaescola.org.br/plano-de-aula/4826/tridimensionalidade-e-formas-geometricas https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4826/tridimensionalidade-e-formas-geometricas https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4826/tridimensionalidade-e-formas-geometricas http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=256§ion=9 84 §ion=9) - Pintura com guache - Usar pincéis para pintar é um recurso valioso para a coordenação motora, pois permite que as crianças controlem melhor a preensão do pincel, sintam a consistência do instrumento sendo pressionado no papel, compare a necessidade de colocar mais tinta de acordo com o que fica representado no plano do papel. O guache seca rápido, não? Então, a criança deve agilizar a pintura para que resulte numa imagem homogênea estimulando-a a usar o tempo como um modulador da prática motora. A pintura com guache e aquarela –livre e em suportes variados. - Pintura com rolinho de espuma (diversos tamanhos e texturas). Usar rolinhos para pintar é um recurso valioso para a coordenação motora, pois permite que as crianças controlem melhor a preensão do rolinho, sintam a consistência do instrumento sendo pressionado no papel, compare a necessidade de colocar mais tinta de acordo com o que fica representado no plano do papel. - Dobraduras simples - As dobraduras estimulam noção de proporção, espaço, linearidade na ação motora, criatividade, atenção seletiva e sustentada e memorização de formas e sequências. Dependendo do material que será dobrado, ajuda a criança a usar sua força de acordo com a → Ampliar as experiências estéticas das crianças, possibilitando o acesso a livros, imagens diversas, filmes, fotografias, cenários naturais, museus, parques, galerias de arte etc. → Realizar oficinas de arte, jogos, instrumentos sonoros e brincadeiras de faz de conta, proporcionando a aproximação e a experimentação de diferentes expressões com diversos tipos de materiais. http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=256§ion=9 85 resistência do material. -Escultura com argila, massa de modelar ou terra molhada. A escultura estimula a noção de proporção, espaço, tamanho, linearidade na ação motora, criatividade, atenção seletiva e sustentada e memorização de formas e sequências. Com estas atividades os pequenos vão entendendo naturalmente o funcionamento do mundo físico e sua relação com o que eles veem com os olhos e sentem com as mãos. - Participar de comemorações onde a criança possa cantar músicas acompanhadas de instrumentos musicais ou mesmo karaokê. - Promover momentos de festivais de música em que o professor possa estimular as potencialidades musicais das crianças. - Promover momentos literário com a família em que a criança recite pequenas trovas, versos ou cante músicas em corais, solo, trio ou duplas. - Realizar pequenas apresentações de teatro para a comunidade e familiares em dia de comemorações. - Ateliê de artes: experiências sensoriais (manipulação e exploração de materiais como lixas, buchas, tecidos, papéis variados, tintas, areia, argila, etc.). - Complementação da figura humana. 86 - Modelagem com massinha e argila. - Rasgadura e colagem (papéis de espessura variadas) - Observação das ilustrações dos livros de literatura e de outras imagens. - Apreciar o trabalho de artes visuais de outras turmas que são expostos nos painéis e corredores. -Confecção de instrumentos musicais com materiais reutilizáveis Confeccionar bandinhas com as crianças e entender diferentes timbres sonoros Reconhecer os diferentes instrumentos Nos timbres de voz identificar os sons graves e agudos. Identificar os instrumentos assistindo vídeos de bandas, orquestras, duplas e solos cantando e tocando instrumentos; Buscar sons em diferentes objetos - O CANTO INDÍGENA (https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2888/o- canto-indigena) - OS TRAÇOS MARCANTES DA DANÇA (https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4111/os- tracos-marcantes-da-danca); https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2888/o-canto-indigena https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2888/o-canto-indigena https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4111/os-tracos-marcantes-da-danca https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4111/os-tracos-marcantes-da-danca 87 - Jogos de imitação no espelho. - Dançar em cima do tapete bolha, ou sapatear em cima do tapete bolha - Cantar músicas com fantoches - Cantar e dançar músicas com gestos e palmas, movimentando o corpo - Bambolear ao som de músicas com ritmos alegres ou ritmos suaves ou lentos. (Dependendo do momento da turma ou do projeto a ser realizado) - Utilizar sons produzidos por materiais, objetos, com o próprio corpo e instrumentos musicais durante brincadeiras de faz de conta, encenações, criações musicais, festas. - Conhecer gêneros e estilos musicais de diferentes épocas e culturas, identificando suas características. - Explorar diferentes tipos de materiais e utilizá-los na composição de suas produções; - Conhecer e explorar diversos materiais necessários para o fazer artístico. - Utilizar diferentes materiais artificiais (tampinhas, botões...) e da natureza (folhas, cascas, pedras, sementes...) em suas produções artísticas. - Utilizar as diferentes modalidades da linguagem visual e plástica – pintura, desenho, escultura, colagem, construção –para realizar as próprias 88 produções, de acordo com escolhas pessoais de temas, materiais, suportes, meios e instrumentos; - Conhecer e dominar progressivamente os suportes materiais, meios e instrumentos que apóiam e viabilizam o fazer artístico; - Brincadeira cantada o “Homem vinha pela Estrada” Link da música; https://www.youtube.com/watch?v=A1aT_HUWpLU Link da Brincadeira cantada: https://www.youtube.com/watch?v=PKB2kXgmJEM - Jogo Just Dance kids: com um data show/ TV ou computador colocar os vídeos do jogo Just dance para as crianças dançarem junto ao vídeo. Link Just Dance: https://www.youtube.com/watch?v=zA5rnI- zMaM&list=PLZpentKLMbg5ub7qwegboZbnU0ni7ZycE&index=2 https://www.youtube.com/watch?v=IlDM-MptmjQ https://www.youtube.com/watch?v=ERbdjlvg6dg O professor(a) poderá realizar um momento de brincadeiras de faz de conta e posteriormente pedir para as crianças desenharem o que brincaram e como se sentiram durante a brincadeira. Confeccionando o avião de papel: o professor reúne o grupo de crianças e apresenta a possibilidade de cada criança construir um avião de https://www.youtube.com/watch?v=A1aT_HUWpLU https://www.youtube.com/watch?v=PKB2kXgmJEM https://www.youtube.com/watch?v=zA5rnI-zMaM&list=PLZpentKLMbg5ub7qwegboZbnU0ni7ZycE&index=2 https://www.youtube.com/watch?v=zA5rnI-zMaM&list=PLZpentKLMbg5ub7qwegboZbnU0ni7ZycE&index=2 https://www.youtube.com/watch?v=IlDM-MptmjQ https://www.youtube.com/watch?v=ERbdjlvg6dg 89 papel. Apresenta para a turma a imagem com o passo a passo da construção desse avião de papel. Nesse momento o professor poderá também falar do origami, que é uma arte tradicional japonesa de dobrar papel. Após a confecção dos aviões levar as crianças ao espaço externo para explorarem e brincarem. Realizar uma roda de conversa com as crianças e pedir que escolham as músicas que gostam para se expressarem, provavelmente cada criança trará a música de seu contexto familiar, funk, gospel, infantis e etc. É importante observar e respeitar se alguma criança não quiser se expressar em determinado tipo de música e intervir em qualquer manifestação de discriminação por parte de algum grupo ou criança. → Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação Promover experiências nas quais as crianças possam falar e ouvir, potencializando sua participação na cultura oral, pois é na escuta de histórias, na participação em conversas, nas descrições, nas narrativas elaboradas individualmente ou em grupo e nas implicações com as múltiplas linguagens. A literatura infantil, propostas pelo educador, mediador entre os textos e as crianças, contribuem para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imaginação e da ampliação do conhecimento de mundo. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICASDE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS 90 → (MS.EI03EF01.s.01) Expressar ideias, desejos e sentimentos sobre suas vivências, por meio da linguagem oral e escrita (escrita espontânea), fotos, desenhos e outras formas de expressão. Na roda da conversa a professora deve instigar a conversa perguntando sobre a rotina das crianças em casa, em outros espaços, suas preferências de lazer, alimentação, animais, entre outras preferências. Pedir para que registre desenhando suas vivências e experiências, ou que recortem em revistas. Pedir para as crianças relatar e registrar os passeios, festas e/ou outras atividades extracurriculares realizadas dentro e fora do espaço da unidade escolar com o envolvimento das mesmas. “Desenho coletivo” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 41) “O que tem na minha escola?” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 52). “Minha Identidade” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 59). “Nossos direitos” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 88) Escrita de um álbum de dicas para crianças menores (Fonte: https://novaescola.org.br/plano- de-aula/4359/escrita-de-um-album-de-dicas- para-criancas-menores). Apreciação e produção artística (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- → Pesquisar e compartilhar com as crianças brincadeiras de diferentes grupos culturais, possibilitando a criação de cenários e adereços para brincarem com as tradições populares. → Compartilhar com as crianças notícias, informações que circulam socialmente e discutir pontos de vista diferentes sobre o assunto, dando a elas possibilidades de formular e expressar suas opiniões. → Criar contextos para organizar a vida em grupo, trocar ideias a respeito dos estudos que serão realizados, comentar as ações, trazer temáticas que atendam os interesses e curiosidades das crianças. → Ampliar o repertório literário do grupo, selecionando bons livros e diferentes gêneros textuais (poemas, contos, histórias, parlendas, quadrinhas, adivinhas, lendas e canções) e disponibilizando-os para manuseio e leitura. → Ler diariamente em voz alta para as crianças atentando-se para: → (MS.EI03EF02.s.02) Inventar brincadeiras cantadas, poemas e canções, criando rimas, aliterações e ritmos. → (MS.EI03EF03.s.03) Escolher e folhear livros, procurando orientar-se por temas e ilustrações e tentando identificar palavras conhecidas. → (MS.EI03EF04.s.04) Recontar histórias ouvidas e planejar coletivamente roteiros de vídeos e de encenações, definindo os contextos, os personagens, a estrutura da história. → (MS.EI03EF05.s.05) Recontar histórias ouvidas para produção de reconto escrito, tendo o professor como escriba. → (MS.EI03EF06.s.06) Produzir suas próprias histórias orais e escritas (escrita espontânea), em situações com função social significativa. → (MS.EI03EF07.s.07) Levantar hipóteses sobre gêneros textuais veiculados em portadores https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4359/escrita-de-um-album-de-dicas-para-criancas-menores https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4359/escrita-de-um-album-de-dicas-para-criancas-menores https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4359/escrita-de-um-album-de-dicas-para-criancas-menores https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2630/apreciacao-e-producao-artistica 91 aula/2630/apreciacao-e-producao-artistica) Desenvolver situações de conversa com os colegas e professor, de forma a ampliar a participação e a expressividade, tais como contar histórias do dia a dia, relatar as atividades desenvolvidas na escola (o que fizeram, como fizeram, quem participou, o que aprenderam) Participar oralmente da construção de pequenos textos coletivos que envolvam situações reais ou situações de faz de conta. Recontar o que ouviu: histórias, casos, recados, instruções, etc., com a ajuda do professor. Brincadeira da rima com as crianças, mostrar oralmente para elas como acontece as rimas. Exemplificando (coração com melão/ chão. Amor com calor/ suor etc..) ou aliteração ( raio/ rádio rápido); “A Canoa Virou” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 44) “Adivinha quem é?” (Ver no Livro Pé de relatar as razões das escolhas dos textos, dar entonação expressiva na leitura, ajustar a voz às características do personagem, enfatizar pausas, criar suspenses, formular perguntas sobre o que virá ou as impressões das crianças. → Conversar sobre as histórias lidas e ouvidas, favorecendo a troca de opiniões entre o grupo, o entendimento e interesse pela leitura. → Propiciar momentos para que as crianças possam ler, contar e recontar suas histórias, causos e outras histórias. → Organizar suportes de escrita e propor brincadeiras de faz de conta nas quais as crianças precisem utilizar estes materiais: bloco de anotações, canetas, cardápios, talões de conhecidos, recorrendo a estratégias de observação gráfica e/ou de leitura. → (MS.EI03EF08.s.08) Selecionar livros e textos de gêneros conhecidos para a leitura de um adulto e/ou para sua própria leitura (partindo de seu repertório sobre esses textos, como a recuperação pela memória, pela leitura das ilustrações etc.). → (MS.EI03EF09.s.09) Levantar hipóteses em relação à linguagem escrita, realizando registros de palavras e textos, por meio de escrita espontânea. → (MS.EI03EF00.n.10) Ouvir, narrar, encenar, apreciar histórias e diferentes textos literários para desenvolver uma relação prazerosa com a leitura e o texto e refletir sobre a linguagem escrita em diferentes situações de comunicação e produção de escrita autônoma. https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2630/apreciacao-e-producao-artistica 92 Brincadeira, p. 110). Brincadeiras de Palmas - Dom Frederico (pode-se adequar a uma brincadeira da realidade regional/local) (https://novaescola.org.br/plano- de-aula/4362/brincadeiras-de-palmas-dom- frederico). Buscar sincronia entre movimentos e canções. Disponibilizar às crianças livros, revistas e enciclopédias procurando e identificando palavras ou mesmo letras já conhecidas pelas crianças. Recorte de letras que compõe o nome, identificar letras do projeto ou tema que está sendo trabalhado; Visitar a biblioteca e pedir para as crianças identificarem as letras nos livros. Descobridores de poemas (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/2895/descobridores-de-poemas). Escolher livros para ler. Fazer lista de livros (professora escriba). Manter exposta na parede para que as crianças possam ter contato. Solicitar que pintem, com cores diferentes, as letras do nome. Lendo biografias (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/4865/lendo-biografias). Vivenciar em seu cheque, jornais e revistas, livros, computadores etc. → Colocar-se no papel de escriba e leitor para as crianças, propiciando atividades de produção e compreensão de textos. → Explorar a sonoridade dos textos e palavras (rimas, aliterações, ritmos) por meio de jogos e brincadeiras. → Criar oportunidades e aproveitar todas as situações que ocorrem nas turmas que são necessárias e úteis para escrever e ler com as crianças. → Organizar situações na sala nas quais seja justificado o uso dos textos informativos diversos: notícias sobre acontecimentos importantes, informações relativas ao assunto que se está trabalhando, elaboração de murais, pesquisa sobre um tema; notícias da cidade ou bairro etc. → Possibilitar o reconhecimento e a escrita do próprio nome e de outras escritas, utilizando os conhecimentos de que dispõe sobre o sistema de escrita alfabética. → (MS.EI03EF00.n.11) Elaborar perguntas e respostas de acordo com os diversos contextos de que participam. https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4362/brincadeiras-de-palmas-dom-frederico https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4362/brincadeiras-de-palmas-dom-frederico https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4362/brincadeiras-de-palmas-dom-frederico https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2895/descobridores-de-poemas https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2895/descobridores-de-poemas https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4865/lendo-biografias https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4865/lendo-biografias93 cotidiano práticas de leituras como busca para se aprender sobre algo ou alguém. Solicita-se ainda que o professor selecione cinco títulos de livros queridos pela turma. Também é necessário planejar a impressão das informações sobre o referido autor, logo após a pesquisa na internet feita junto com o grupo. Propiciar oportunidades e momentos para que a criança identifique e fale o nome de objetos, animais, personagens que aparecem em diferentes suportes oferecidos: revistas, livros, fotografias, desenhos animados, etc. Promover diálogo, canções e histórias, internalizando novas palavras e expressões de forma a ampliar o vocabulário. Assistir vídeo infantil de curta metragem (significativo) e após em roda de conversa comentar sobre, com as crianças. Fazer encenação de histórias contadas ou recontar as histórias para as crianças, cada um sendo uma personagem (fantasiada ou não) “Conte outra vez” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 44) “Lenda Africana” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 63). Escrita de um roteiro de encenação - Nesta → Criar oportunidades para que as crianças possam utilizar a linguagem oral ou a Libras para conversar, brincar, comunicar e expressar desejos, necessidades, opiniões, ideias, preferências e sentimentos e relatar vivências nas diversas situações de interação presentes no cotidiano. → Oferecer atividades que estimulem a produção escrita de listas, convites, bilhetes, legendas, recontos etc. → Favorecer a exploração da sonoridade dos textos e palavras por meio de jogos e brincadeiras para ampliação de repertório. → Propor rodas de conversa para as crianças se expressarem sobre questões da sala, da cidade, de temas locais e outros, e convidar pessoas da comunidade para participar desses momentos. 94 atividade, as crianças transformam um conto clássico já conhecido em uma peça de teatro. (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/3778/escrita-de-um-roteiro-de-encenacao). Identificar personagens, cenários, trama, sequência cronológica, ação e intenção dos personagens, ou objetivos relacionados à língua escrita, como encontrar diálogos memorizados no texto escrito ou ditar partes da história ao participar da construção de roteiros de vídeos 1ou encenações. O currículo local pode, ainda, abordar atitudes a serem desenvolvidas, como envolver-se em situações de pequenos grupos, contribuindo para a construção de roteiros de vídeos ou encenações coletivas. (Fonte: http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=2 61§ion=12). Contar histórias sobre a cidade, realizar passeio pela cidade observando e comentado os cenários das histórias contadas (Monumentos: Colono, Ervateiro, Antônio João, Usina Velha etc.…). Atividade - Exploração das ilustrações do livro - 1 Links: Como fazer fotos e vídeos durante as aulas <https://www.youtube.com/embed/SFEma3Xqlrk> https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3778/escrita-de-um-roteiro-de-encenacao https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3778/escrita-de-um-roteiro-de-encenacao http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=261§ion=12 http://ead.uenf.br/moodle/course/view.php?id=261§ion=12 https://www.youtube.com/embed/SFEma3Xqlrk 95 As crianças vão explorar todos os elementos do livro e mergulhar em uma nova história. (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/2651/exploracao-das-ilustracoes-do-livro); Atividade - Atuando como personagens da história - Após a leitura de uma história, a turma irá reencená-la e criar novas possibilidades para o enredo. (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/4126/atuando-como-personagens-da- historia “Festival de Estrelas” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 76). “Prioridade em situação de risco” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 94). Escrita de um novo final para uma história conhecida. Nesta atividade, as crianças irão criar um novo final para uma história escolhida por elas. A professora atua como escriba nessa atividade de escrita coletiva. (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/3891/escrita-de-um-novo-final-para-uma- historia-conhecida). Ditado para o professor: produção de texto oral com destino escrito (Ao desempenhar o papel de escriba e pedir que os estudantes criem oralmente um texto, o docente trabalha o https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2651/exploracao-das-ilustracoes-do-livro https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2651/exploracao-das-ilustracoes-do-livro https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4126/atuando-como-personagens-da-historia https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4126/atuando-como-personagens-da-historia https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4126/atuando-como-personagens-da-historia https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3891/escrita-de-um-novo-final-para-uma-historia-conhecida https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3891/escrita-de-um-novo-final-para-uma-historia-conhecida https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3891/escrita-de-um-novo-final-para-uma-historia-conhecida 96 comportamento escritor, as diferenças entre a linguagem oral e a escrita e a importância de sempre revisar o que é produzido, individual ou coletivamente). Compreender que a escrita representa a fala ou perceber a diferença entre dizer e ditar. O currículo local pode, ainda, abordar atitudes a serem desenvolvidas, como, por exemplo, interessar-se por participar de situações coletivas de criação ou reconto de histórias. Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/2506/ditado-para-o- professor-producao-de-texto-oral-com-destino-escrito. Contando e recontando histórias com “João e Maria” (Conhecer o clássico infantil João e Maria; Saber ouvir e sentir prazer nas situações que envolvam a leitura de histórias; Interpretar a história apresentada em duas linguagens diferentes: filme e teatro; Ampliar vocabulário e expressar opinião; Recontar a história João e Maria com os alunos utilizando “dedoches”. (Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.ht ml?aula=51360). Conto e Reconto de histórias (Os/As alunos/a poderão se apropriar das estruturas estáveis do gênero textual conto, a ponto de construírem autonomia de escrita ao reescrevê-lo. Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/2506/ditado-para-o-professor-producao-de-texto-oral-com-destino-escrito https://novaescola.org.br/conteudo/2506/ditado-para-o-professor-producao-de-texto-oral-com-destino-escrito http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=51360 http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=51360 97 http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html ?aula=13144 Comentar resumidamente experiências e situações vividas em brincadeiras, festas, passeios com a mediação do adulto e de recursos visuais, como ilustrações. Reconhecer e recitar parlendas simples e outros textos da tradição oral, como as quadrinhas, adivinhas, canções, etc. Um novo final para uma história - Nesta atividade, o professor serve como escriba para que as crianças reescrevam uma história conhecida alterando o seu final. (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/4848/um-novo-final-para-uma-historia) Contar suas histórias, com o propósito de expressar por meio da linguagem oral (diálogos) e escrita (espontânea), ideias, desejos e sentimentos sobre as suas vivências. Possibilitar ambientes (brincadeiras de faz de conta, por exemplo) que permita a criança formular perguntas, levantar hipóteses e manifestar opiniões próprias sobre os acontecimentos. Criar e recontar histórias oralmente, com base em imagens ou temas sugeridos. Pela professora ou pelos próprios alunos. Escrever coletivamente uma carta a uma seção http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13144 http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13144 https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4848/um-novo-final-para-uma-historia https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4848/um-novo-final-para-uma-historia 98 do jornal, posicionando-se sobre a leitura de algum artigo lido em grupo; “Amor e compreensão” (Ver noLivro Pé de Brincadeira, p. 93) - “Meu alimento preferido” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 102); - “Em alerta!” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 104); - “Dia de feirinha” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 130); - “Confeiteiros Mirins” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 132); - Atividade - Lendo Ilustrações - Trabalhe estratégias de leitura ao propor que as crianças tentem antecipar a história com base nas imagens de um livro. (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/3324/lendo-ilustracoes) - Explorar gestos, expressões corporais, sons da língua, rimas, além dos significados e dos sentidos das palavras nas histórias dos livros e nas canções, aumentando gradativamente sua compreensão da linguagem verbal e expressando-se cada vez mais com clareza e fluência. “Receitas de Família” (Ver no Livro Pé de https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3324/lendo-ilustracoes https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3324/lendo-ilustracoes 99 Brincadeira, p. 74). - Promover brincadeiras cantadas, poemas e canções, criando rimas, aliterações e ritmos; - Utilizar-se da estratégia de escrita dos diferentes gêneros (parlendas, poemas, contos, musicas, receitas...) em cartazes que fiquem expostos à altura da criança. Ilustrar coletivamente. - Escolher livros de forma coletiva; - Recontar histórias ouvidas, para produção de reconto (professora escriba); - Brincar com as palavras (cantigas, parlendas, quadrinhas...) - Identificar nos títulos de livros, as letras conhecidas. - Gravar áudios das crianças lendo poemas, quadrinhas e parlendas em voz alta; - Selecionar poesias para produzir uma coletânea ilustrada das favoritas do grupo para presentear a biblioteca ou outra sala (Oliveira, 2014, p. 162). - Produzir gravação de poesia recitadas pelo grupo e preparar um encarte com as letras para quem quiser acompanhar, podendo levar para casa para ouvir nas férias (Oliveira, 2014, p. 162). - Fazer um livro de receitas (regionais, favoritas do 100 grupo, sucos, vitaminas, sobremesas de chocolate, etc) para levar para casa e pedir ajuda aos pais para preparar algumas em casa, se possível (Oliveira, 2014, p. 162). “Memória dos nomes” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 82); “Nome e nacionalidade” (Ver no Livro Pé de Brincadeira, p. 91); - Atividade - Escrever uma indicação da nossa história favorita - Nesta atividade, a professora serve como escriba para a produção de um texto coletivo; - Recontando uma notícia de jornal; - Novos personagens para a história; - Mudando o cenário da história; - Um novo final para uma história VER COMO FAZER: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/4365/escrever-uma-indicacao-da-nossa-historia- favorita - Atividade - Fazendo rimas a partir de uma parlenda. Explore com as crianças pequenas o https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4363/recontando-uma-noticia-de-jornal https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4850/novos-personagens-para-a-historia https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4849/mudando-o-cenario-da-historia https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4848/um-novo-final-para-uma-historia https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4365/escrever-uma-indicacao-da-nossa-historia-favorita https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4365/escrever-uma-indicacao-da-nossa-historia-favorita https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4365/escrever-uma-indicacao-da-nossa-historia-favorita 101 texto de parlendas já conhecidas por elas. VER COMO FAZER: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/2637/fazendo-rimas-a-partir-de-uma-parlenda Atividade - Criação de manuais de jogos - Nesta atividade, as crianças irão elaborar um texto explicando como jogar um jogo já conhecido por elas. VER COMO FAZER: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/4836/criacao-de-manuais-de-jogos Faça uma roda com o grande grupo e converse com as crianças a respeito das observações que fazem da natureza, se já observaram com atenção algumas partes das plantas e o que encontram de interessante ao observar árvores, flores, folhas, terra, raízes. Interaja com as crianças ouvindo seus relatos e experiências e compartilhe com elas as suas também. Complemente que seria divertido registrá-las em fotografias, para serem exibidas na sala de atividades. Convide-as para fazer isso, visitando uma área verde próxima, onde elas possam apreciar os elementos da natureza e tirar as fotos das partes que quiserem para mostrar aos https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2637/fazendo-rimas-a-partir-de-uma-parlenda https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2637/fazendo-rimas-a-partir-de-uma-parlenda https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4836/criacao-de-manuais-de-jogos https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4836/criacao-de-manuais-de-jogos 102 amigos e fazer desenhos depois. Proponha que organizem uma exposição para a família e para a comunidade escolar com os desenhos feitos a partir das observações da natureza e das fotografias que irão tirar. Converse sobre o funcionamento de câmeras fotográficas ou celulares, fazendo alguns testes e combinados quanto ao uso dos aparelhos antes de saírem para a área externa.Façam acordos também em relação à visita à área externa, indicando que realizem observações e registros fotográficos, em duplas ou trios, para que escolham juntos os elementos da natureza que desejam observar melhor e registrar em foto. Link da atividade completa: https://novaescola.org.br/plano- de-aula/3490/desenho-de-observacao-da- natureza#atividade Convide o grupo para se reunir em roda com você. Comente que, recentemente, assistiu a um vídeo em que as crianças participavam de brincadeiras que cantavam e faziam movimentos corporais, como palmas. Você pode questionar se as crianças conhecem alguma brincadeira desse tipo. Caso receba uma resposta positiva, peça que demonstrem a maneira de brincar. Depois de as crianças compartilharem suas brincadeiras https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3490/desenho-de-observacao-da-natureza https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3490/desenho-de-observacao-da-natureza https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3490/desenho-de-observacao-da-natureza 103 conhecidas, convide-as para assistir ao vídeo. Nesse momento, oriente-as para que se acomodem de modo que permita que todas as crianças do grupo consigam estabelecer uma boa visualização da projeção. Confira se todas estão confortáveis, e, então, iniciei a exibição do vídeo. Aprecie junto às crianças. Quando chegar ao final da apresentação, proponha uma conversa sobre as brincadeiras representadas no vídeo. Link da atividade completa disponível em : https://www.youtube.com/watch?v=NtX-lOAdvRM Organize as crianças em roda. Mostre a elas que você colocou nas mesas textos diferentes e que hoje elas terão um desafio de descobrir algo específico que está escondido entre eles. Diga a elas que serão “Caçadores de Poemas” e que o desafio será encontrar poemas escondidos entre os diversos textos. Converse com as crianças perguntando sobre poemas que já vivenciaram. Proponha que se dividam em pequenos grupos, de 5 componentes, organizados na mesa. Combine que depois que encontrarem os poemas, voltarão para o grande grupo e contarão para os colegas como descobriram qual texto era o poema. Combine que elas terão um tempo para realizar o desafio e que depois vocês voltarão para a roda. https://www.youtube.com/watch?v=NtX-lOAdvRM 104 Possíveis falas do professor: Pessoal, hoje vamos fazer um desafio. Estão vendo aqueles textos que coloquei nas mesas? Ali temos algo que está escondido. O desafio será descobrirmos. O que será? Link de poemas infantis disponível em : https://www.youtube.com/watch?v=mlOTfQMQQzs Jogos e brincadeiras de caça palavras: o professor poderá enterrar algumas palavras no parquinho e ou caixa de areia e pedir para as crianças procurarem somente as letras de seu nome se caso achar de outro colega pode ajudar entregando para ele. Pode-se esconder as letras nos espaços da instituição e deixar um lugar reservado para colocarem as letras que forem encontrando formando o nome. → Espaços, Tempos,Quantidades, Relações e Transformações Promover experiências nas quais as crianças possam fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar seu entorno, levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas às suas curiosidades e indagações. Assim, a instituição escolar está criando oportunidades para que as crianças ampliem seus conhecimentos do mundo físico e sociocultural e possam utilizá-los em seu cotidiano. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO AÇÕES DIDÁTICAS DE DOURADOS AÇÕES DIDÁTICAS DO MS → (MS.EI03ET01.s.01) Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades. - Jogo de Construção (Ver atividade no Livro “Pé de brincadeiras”, p. 84) Alimentação, diversão e assistência médica (Ver → Selecionar objetos e materiais variados para exploração de suas características físicas e propriedades. → Realizar experimentos com→ (MS.EI03ET02.s.02) Observar e https://www.youtube.com/watch?v=mlOTfQMQQzs 105 atividade no Livro “Pé de brincadeiras”, p. 91); - Atividade - Classificando elementos das coleções - Nesta atividade, as crianças irão agrupar objetos colecionados por eles de acordo com características em comum que eles possuam. - Atividade - Marcas do tempo - Nesta atividade, as crianças irão observar objetos antigos ou que se transformaram ao longo do tempo, como relógios, telefones e televisões. Para realizar essa atividade é necessário que as crianças já tenham tido conversas anteriores sobre o tempo. Este plano faz parte de uma sequência de cinco momentos. São eles: Quanto tempo o tempo tem? Como o tempo pode ser medido? Marcas do tempo Planejando o tempo Conhecendo outras formas de medidas. Aprendendo com Blocos Lógicos são um conjunto de pequenas peças geométricas divididas em quadrados, retângulos, triângulos e círculos, diferentes substâncias e elementos da natureza, para que as crianças possam expressar suas observações, levantar hipóteses e explicações. → Propiciar momentos de iniciação à pesquisa, utilizando ferramentas de conhecimento e instrumentos de registro e comunicação, como lanterna, lupa, máquina fotográfica, gravador, filmadora, projetor, computador e celular. → Apresentar e utilizar diferentes unidades de medidas convencionais e não convencionais. → Propor a resolução de problemas numéricos a partir de situações de compra e venda. → Realizar atividades de estimativas, em seguida a contagem para conferência, por meio de diferentes registros. → Organizar atividades nas quais as crianças possam comparar fotos em situações e épocas diversas. descrever mudanças em diferentes materiais, resultantes de ações sobre eles, em experimentos envolvendo fenômenos naturais e artificiais. → (MS.EI03ET03.s.03) Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, sua conservação. → (MS.EI03ET04.s.04) Registrar observações, manipulações e medidas, usando múltiplas linguagens (desenho, registro por números ou escrita espontânea), em diferentes suportes. → (MS.EI03ET05.s.05) Classificar objetos e figuras de acordo com suas semelhanças e diferenças. → (MS.EI03ET06.s.06) Relatar fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento, a história dos seus familiares e da sua comunidade. → (MS.EI03ET07.s.07) Relacionar números às suas respectivas quantidades e identificar o antes, o depois e o entre em uma sequência. → (MS.EI03ET08.s.08) Expressar medidas (peso, altura etc.) construindo gráficos básicos. → (MS.EI03ET00.n.09) Identificar os https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3500/quanto-tempo-o-tempo-tem https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3895/como-o-tempo-pode-ser-medido https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3777/marcas-do-tempo https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3776/planejando-o-tempo https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4100/conhecendo-outras-formas-e-instrumentos-de-medidas 106 eficientes para que as crianças exercitem a lógica e evoluam no raciocínio abstrato. Atividade: “Pintor de Jundiaí” (Ver atividade no Livro “Pé de brincadeiras”, p. 125). - Atividade - Exploração sensorial com Alimentos - Organize os cantos com diversos tipos de alimentos (massas, vegetais, frutas, grãos e ervas) e permita que as crianças os explorem livremente. (https://novaescola.org.br/plano-de- aula/3792/exploracao-sensorial-com-alimentos) - Atividade - Brincadeiras com água - Divididos em quatro estações, os pequenos exploram os diferentes efeitos da água ao interagir com diversos materiais. - Atividade: “No pomar tem...” (Ver atividade no Livro “Pé de brincadeiras”, p. 110); - Atividade - Ler sobre o tempo - A turma será apresentada a boletins meteorológicos e tentará fazer a leitura deles se apoiando em imagens. - Preservar a natureza - Inicie o trabalho com um passeio com as crianças pelos arredores da escola → Realizar rodas de conversas sobre relações de parentesco e constituições familiares, valorizando e respeitando a diversidade. → Propor jogos e brincadeiras nos quais as crianças possam operar com as quantidades e orientação espacial: amarelinha, trilhas, mapa do tesouro etc. → Construir com as crianças gráficos e tabelas para comparação de altura, pesos, tamanho e medidas. → Propor situações de desenhos (ampliação e redução), favorecendo o uso do espaço e escala. → Proporcionar atividades com diversos profissionais da instituição e de outras profissões. → Propiciar momentos de participação em atividades que valorizem e respeitem a cultura do seu grupo de origem e de outros grupos: meios de vida, tradições, folclore. papéis sociais nos grupos de convívio, dentro e fora da escola, e construir sua identidade pessoal e cultural. → (MS.EI03ET00.n.10) Familiarizar-se com as diversas manifestações culturais da sua cidade/região, apropriando-se dos costumes, crenças, tradições e com as produções do patrimônio cultural da humanidade. → (MS.EI03ET00.n.11) Observar as transformações do ambiente, identificando pontos de referências, localizando-se no espaço. https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3792/exploracao-sensorial-com-alimentos https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3792/exploracao-sensorial-com-alimentos 107 (com devida ciência e autorização dos responsáveis da criança), ou em uma praça da cidade, bosque arborizado ou mesmo em uma fazenda ou sítio. Oriente as crianças a observarem o meio ambiente e vá orientando o olhar das crianças. Depois, converse sobre as impressões das crianças e vá explicando sobre a importância de preservarmos a natureza para a nossa sobrevivência. - Converse com as crianças sobre o que elas conhecem sobre a natureza e o meio ambiente em que vivem. Converse com elas incentivando-as a comparar as cores, formas e texturas. - Registre as falas das crianças em papel manilha - Plante com as crianças. Pode ser no jardim da escola, ou em uma horta ou até mesmo em um vaso. Plantem árvores, flores, ervas, feijão, etc. Plante o que for possível! O importante é plantar e ir mostrando o processo para as crianças…como fazer, como cuidar, como regar... - REGISTRE O PROCESSO DE PLANTIO E DESENVOLVIMENTO DA PLANTA, através de fotos e diário de bordo. -. Leia o registro para as crianças. - Passe para os alunos o vídeo Amigo Planeta – A turma do balão mágico , e converse sobre a letra da música. Se as crianças gostarem, pode passar → Participar de eventos sociais e culturais valorizando a cultura regional e local: aniversários, saraus e festas. → Propor atividades para conhecimento, valorização das contribuições histórico-culturais dos povos indígenas, afrodescendentes, asiáticos, europeus e de outros países da América, bem como o combate ao racismo e à discriminação. → Promover visitas aos museus, pontos turísticos, bibliotecas, feiras, patrimônio histórico da cidade, apresentações musicais, e outros eventos culturais. → Possibilitar aulas-passeio para interação das crianças com a natureza: jardins, praças, reservas, parques, dentre outros. → Propiciar a utilização de imagens ou outros registros para a observaçãode mudanças ocorridas nas paisagens ao longo do tempo, identificando a ação do ser humano sobre essas paisagens. https://www.youtube.com/watch?v=0hNWjuNhdpg&list=RD0hNWjuNhdpg&start_radio=1 https://www.youtube.com/watch?v=0hNWjuNhdpg&list=RD0hNWjuNhdpg&start_radio=1 108 mais de uma vez... - Reciclagem – Proporcionar vivencias de reciclagem de papéis, separação de lixo, brinquedos com sucatas... Atividade - Percepção de cuidados das plantas do entorno - As plantas da escola e ao redor são motivo de curiosidade e interesse dos pequenos, que vão experimentar cuidar delas. (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/2627/percepcao-de-cuidados-das-plantas-do- entorno) - Atividade - Visita ao jardim - As crianças soltam a imaginação ao imitarem formigas, grilos, borboletas e outros pequenos animais. (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2655/visita- ao-jardim) Atividade: Pirâmide alimentar (Ver atividade no Livro “Pé de brincadeiras”, p. 114); - Explorar as notações numéricas em diferentes contextos: registro de jogos, controle de materiais da sala, quantidade de pessoas em diferentes situações, etc. - Ampliar noções sobre as regras numéricas (sequência numérica, por exemplo), utilizando a contagem oral em brincadeiras, jogos e situações → Vivenciar e estudar situações sobre a preservação do planeta por meio de atitude responsável com relação a água, à redução e separação do lixo, compreendendo os processos de reutilização e reciclagem dos materiais. https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2627/percepcao-de-cuidados-das-plantas-do-entorno https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2627/percepcao-de-cuidados-das-plantas-do-entorno https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2627/percepcao-de-cuidados-das-plantas-do-entorno https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2655/visita-ao-jardim https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2655/visita-ao-jardim 109 nas quais reconheça sua necessidade. - Reconhecer, gradativamente, a diferença de termos absolutos (por exemplo, “muitos” e “poucos”) e termos que expressem relações (por exemplo, “mais que” e “menos que”), passando a empregá- los em atividades de comparação. - Reconhecer a série numérica escrita, por meio da interação com o ambiente social (quantidade de crianças, quantidade de brinquedos, de objetos...). - Representar quantidades com os dedos ou com outros objetos físicos, para resolver situações- problema (como comunicar a sua idade, contar objetos, etc.). - Igualdade (Ver atividade no Livro “Pé de Brincadeiras”, p. 89) - Doce ou salgado? (Ver atividade no Livro “Pé de Brincadeiras”, p. 103) • Identificar as diferenças entre os objetos, distinguindo o significado de igual e diferente, grande e pequeno, e adquirindo gradativamente noções de classificação, por meio de brinquedos, blocos, objetos (calcados, por exemplo). • Constatar características e propriedades dos objetos, realizando ações de empilhar, rolar, 110 transpassar e encaixar. • Explorar e investigar os objetos, utilizando a linguagem para descrever seus atributos: cor, tamanho, forma, espessura, peso, textura, etc. • Seriar objetos, posicionando-os do menor para o maior, do mais alto para o mais baixo, ou vice-versa. - Registrar com números a quantidade de crianças (meninas e meninos, presentes e ausentes) e a quantidade de objetos da mesma natureza (bonecas, bolas, livros etc.). - Experimentar situações de deslocamento do próprio corpo (correr, andar devagar, mais rápido) e de objetos no espaço (longe, perto), verbalizando essas ações por meio da representação gestual e de desenhos. - Construir a noção de espaço manipulando e comparando objetos tridimensionais (bolas, cubos, bonecos, blocos retangulares, legos, etc.). - Brincar com jogos de construção, observando que, uma vez desmontados, podem ser reconstruídos. - Rasgar, recortar, colar (diferentes tipos e texturas de papeis), para perceber que um todo pode ser dividido em partes menores que o todo inicial e que os fragmentos têm formas diferentes. 111 - Utilizar gradativamente quantificadores básicos (tudo, nada, mais, menos, muito, pouco, nenhum) e série numérica para resolver situações da vida cotidiana escolar nas quais se intervém. Atividade: Minha Casa (Ver atividade no Livro “Pé de brincadeira”, p. 72.) Atividade: Baú de memórias - A proposta é que os alunos tragam à escola um objeto que faça parte da sua vida e tenha um significado importante para compartilhar com os colegas em uma roda de conversa (https://novaescola.org.br/conteudo/11730/blog- de-alfabetizacao-como-trabalhar-a-construcao-da- identidade-na-educacao-infantil) Minha família, meu tesouro - A prática envolve atividades de expressão oral e escrita, além de leituras, vídeos e rodas de conversa, tudo explorando o tema da construção da identidade pessoal. (https://novaescola.org.br/conteudo/11730/blog- de-alfabetizacao-como-trabalhar-a-construcao-da- identidade-na-educacao-infantil) Os tempos que a infância e toda criança têm - Essa atividade colabora com o entendimento das características da própria existência e das várias https://novaescola.org.br/conteudo/11730/blog-de-alfabetizacao-como-trabalhar-a-construcao-da-identidade-na-educacao-infantil https://novaescola.org.br/conteudo/11730/blog-de-alfabetizacao-como-trabalhar-a-construcao-da-identidade-na-educacao-infantil https://novaescola.org.br/conteudo/11730/blog-de-alfabetizacao-como-trabalhar-a-construcao-da-identidade-na-educacao-infantil https://novaescola.org.br/conteudo/11730/blog-de-alfabetizacao-como-trabalhar-a-construcao-da-identidade-na-educacao-infantil https://novaescola.org.br/conteudo/11730/blog-de-alfabetizacao-como-trabalhar-a-construcao-da-identidade-na-educacao-infantil https://novaescola.org.br/conteudo/11730/blog-de-alfabetizacao-como-trabalhar-a-construcao-da-identidade-na-educacao-infantil 112 fases da vida e para a compreensão do que é passado, presente e futuro. (https://novaescola.org.br/conteudo/3494/os- tempos-que-a-infancia-e-toda-crianca-tem) - Atividade - Histórias das famílias das crianças - Nesta atividade, as crianças compartilham informações que pesquisaram suas famílias e iniciam a elaboração de um livro sobre/com esses dados. (Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/3882/historias-das-familias-das-criancas) OBS: As propostas envolvem o desenvolvimento da linguagem oral e escrita e exploram a história de vida das crianças. Trilha do barulho ((Ver atividade no Livro “Pé de brincadeiras”, p. 86) Colhendo frutas (Ver atividade no Livro “Pé de brincadeiras”, p.104). 1. Iniciando coleções; 2. Classificando elementos das coleções; 3. Acompanhando o crescimento das coleções; 4. Estimativa de quantidade com coleções; 5. Montagem de acervo de coleções. (https://novaescola.org.br/plano-de- aula/3894/estimativa-de-quantidades-com- colecoes) https://novaescola.org.br/conteudo/3494/os-tempos-que-a-infancia-e-toda-crianca-tem https://novaescola.org.br/conteudo/3494/os-tempos-que-a-infancia-e-toda-crianca-tem https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3882/historias-das-familias-das-criancas https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3882/historias-das-familias-das-criancas https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3499/iniciando-colecoes https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3892/classificando-elementos-das-colecoes https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3893/acompanhando-o-crescimento-das-colecoes https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3894/estimativa-de-quantidades-com-colecoes https://novaescola.org.br/plano-de-aula/4358/organizando-nosso-acervo-de-colecoes https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3894/estimativa-de-quantidades-com-colecoes https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3894/estimativa-de-quantidades-com-colecoes https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3894/estimativa-de-quantidades-com-colecoes 113 2 - Atividade – Explorando jogos de percurso (https://novaescola.org.br/plano-de- aula/2896/explorando-jogos-de-percurso) - Realizar contagem oral e controle de quantidades em situações contextualizadas (objetos, pessoas,livros, etc.), em contextos diversos, com suporte do professor, valendo-se de diversas estratégias e materiais manipuláveis (tampinhas, palitos...). - Relacionar números às suas respectivas quantidades e identificar o antes, o depois e o entre em uma sequência, através da contagem de crianças na fila, de objetos e materiais da sala. - Utilizar gradativamente quantificadores básicos (tudo, nada, mais, menos, muito, pouco, nenhum) e série numérica para resolver situações da vida cotidiana escolar nas quais se intervém. - Realizar atividades de medidas convencional ou não convencional (peso, altura etc.), construindo gráficos e tabelas em situações do cotidiano. - Atividade - Jogo Volençol - As crianças experimentam um jogo novo e exercitam o trabalho em equipe. (https://novaescola.org.br/plano-de- https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2896/explorando-jogos-de-percurso https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2896/explorando-jogos-de-percurso https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2659/jogo-volencol 114 aula/2659/jogo-volencol 1. Para estimular que a criança se questione sobre seu peso e altura pergunte se ela se acha grande ou pequena; e se pudesse se medir com maçãs, palitos, palmos quantos ela acha que precisaria para corresponder à sua altura; pergunte também quantos ela precisaria para corresponder ao seu peso. 2. Se você estiver com um grupo de crianças pergunte para elas quem é a mais alta da turma. 3. Agora vamos para a parte prática! Pegue um pedaço de barbante e corte medindo a altura da criança. Cole os barbantes em um papel manilha, identificando o nome ao tamanho. Compare os tamanhos de barbante e pergunte para as crianças de quem é cada barbante e qual o maior. 4. Agora pegue uma fita métrica ou uma trena e meça cada pedaço de barbante, anote em um papel o nome da pessoa medida com aquele barbante e, ao lado, sua altura. 5. Ao anotar, seja específico com metro e centímetros, explique para a criança que 10 milímetros = 1 centímetro; que 100 centímetros https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2659/jogo-volencol 115 = 1 metro; e 1.000 metros = 1 quilômetro. Você pode usar as marcações da fita métrica para ser ainda mais lúdico. 6. Para o peso você vai precisar de uma balança. Se não tiver uma em casa faça um passeio com a criança e a leve até uma farmácia ou lugar com balança. Não se esqueça de anotar o peso de cada um também ao lado do nome correspondente. 7. Compare os pesos de cada um, explique que 1.000 miligramas = 1 grama; que 1.000 gramas = 1 quilograma; e que 1.000 quilogramas = 1 tonelada. Seja lúdico ao falar sobre miligramas e toneladas, medidas mais distantes da realidade da criança. Explique que apenas algo muito leve, como uma formiga, pesa miligramas e que coisas bem pesadas, como elefantes pesam toneladas. 8. Depois dessa explicação e da tabela mostrando a altura e o peso da criança façam juntos comparações. Anote abaixo do nome da criança o nome de outros membros da família e faça uma brincadeira de medir e pesar a todos, comparando quem são os mais altos e os mais baixos. 9. Aproveite a medida da maçã para perguntar quanto que ela acha que uma maçã pesa e 116 quanto outras frutas e legumes pesam. Faça um passeio até uma feira livre e procurem pelas frutas mais leves e pelas mais pesadas, além de exercitar o que aprendeu, a criança terá melhores noções sobre coisas de seu dia a dia. Fonte: https://leiturinha.com.br/blog/ensinando- medidas-para-as-criancas/ Descobrindo lugares para brincar na região da escola: Diga para as crianças sentarem em roda com você. Aproveitando que elas vieram de uma situação de brincadeira, convide-as a pensar em lugares que brincam fora da escola. Conduza a conversa de modo a promover uma troca de ideias sobre lugares de brincar nos arredores da escola, pois este é o foco da investigação. Caso o grupo tenha dificuldades para identificar estes lugares, compartilhe os materiais de referência que separou. Instigue as crianças a pensarem sobre estes lugares, se os conhecem ou não, se são adequados ou se precisariam de alguma mudança para serem melhores. É uma conversa introdutória, portanto, não precisa ser explorada nos detalhes. A ideia é que as crianças sintam-se provocadas a explorar mais esta questão, pois a intenção é iniciar uma investigação social sobre lugares para brincar nos arredores da escola. À medida que as crianças se sentirem envolvidas com a questão e mobilizadas https://leiturinha.com.br/blog/ensinando-medidas-para-as-criancas/ https://leiturinha.com.br/blog/ensinando-medidas-para-as-criancas/ 117 para realizar uma investigação mais profunda, proponha que façam uma lista dos lugares e que, para que não se esqueçam, você escreverá o nome desses lugares em um cartaz ou quadro. Possíveis falas do professor: Quando vocês não estão na escola, onde costumam brincar? Quem mora perto da escola? Tem lugares para brincar aqui por perto? Alguém conhece? Quem mora perto da escola já foi neste(s) lugar(es)? É importante ter lugares para brincar perto da nossa casa e da escola? Vocês já brincaram lá? Ah! Ele não é um parque, mas dá para brincar? Brincar de quê? Onde as crianças brincam na cidade? Caso sinta que o grupo ainda necessite de apoio para a ampliação de participação da proposta, busque fazer referências de brincadeiras familiares às crianças: Vocês sabem de algum lugar aqui perto em que podemos jogar bola? E um lugar que dê para fazer amarelinha no chão? Atividade disponível em: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/2843/descobrindo-lugares-de-brincar-na- regiao-da-escola Brincadeiras com água: A proposta oportuniza às crianças experimentar os efeitos provocados pela água em diferentes tipos de materiais, que podem ser coletados junto à comunidade escolar. https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2843/descobrindo-lugares-de-brincar-na-regiao-da-escola https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2843/descobrindo-lugares-de-brincar-na-regiao-da-escola https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2843/descobrindo-lugares-de-brincar-na-regiao-da-escola 118 Para isso, é sugerido que você acorde com as crianças previamente quais materiais utilizarão na atividade e como eles serão coletados. Busque um espaço livre para o contexto da brincadeira, levando em consideração o número de crianças, a organização das quatro estações de exploração e a movimentação livre delas. Considere a utilização de um espaço com chão adequado para evitar acúmulo de água, como grama, terra, areia ou um piso antiderrapante. Preveja ainda, um espaço para realização roda, que acontecerá no início e no fim da atividade. Organize os materiais em quatro estações de exploração. Estação 1: materiais que amolecem ou se desfazem no contato com água; estação 2: materiais para o faz de conta sobre lavar roupa; estação 3: materiais capazes de tingir água para exploração de cores; estação 4: materiais flutuantes. Disponha-os de forma convidativa e acolhedora para a exploração das crianças. Serão necessários diferentes materiais para cada uma das estações de exploração, levando em conta a dimensão estética citada anteriormente: Estação 1: recipiente grande e plano contendo água, como uma bacia ou banheira de bebê, por exemplo. Materiais que amoleçam ou se desfaçam em contato com água, como papéis diversos, 119 jornais, papelão, algodão, sal, açúcar, jornal, entre outros; Estação 2: um recipiente grande e plano, como uma bacia para todo o grupo ou um balde para cada duas crianças, contendo água. Ao lado, materiais para complementar o faz de conta como roupas, varal e prendedores de roupa. Estação 3: Torneira com altura acessível às crianças ou balde contendo água, copos e materiais para tingimento da água, como papel crepom, corante alimentício ou suco em pó. Estação 4: recipiente grande e plano contendo água, como uma bacia ou banheira de bebê, para todo o grupo, ou um recipiente plano menor, como uma forma de bolo quadrada, para cada duas crianças. Materiais leves que flutuem, como penas, folhas, isopor, tampinhas de garrafas, entre outros.Convide as crianças para se acomodar em uma grande roda e compartilhe o objetivo da atividade e como as estações estão divididas. Acorde com as crianças que elas poderão escolher uma das quatro estações para brincar de forma livre, porém, sem misturar os materiais das diferentes estações. Delibere com elas a duração da atividade, o grupo que você irá mediar e a organização dos materiais. Ao fim da brincadeira, volte para a grande roda. Possíveis falas do professor neste momento: 120 Crianças, hoje exploraremos diversos materiais e ver o que acontece ao entrarem em contato com água. Os materiais estão divididos em quatro estações, vocês podem escolher uma delas para explorar. Vocês poderão trocar de espaço quando quiserem, só precisamos ser cuidadosos para não misturar os materiais de espaços diferentes e verificar se tem espaço suficiente no local que você quer utilizar. Quando estiverem faltando 20 minutos para terminar a brincadeira, vou avisar para vocês que é hora de organizarmos os materiais. Depois de organizarmos tudo, voltaremos para a grande roda, na qual cada um vai compartilhar o que descobriu durante as explorações. Atividade disponível em: https://novaescola.org.br/plano-de- aula/2631/brincadeiras-com-agua https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2631/brincadeiras-com-agua https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2631/brincadeiras-com-agua 121 DIREITOS DE APRENDIZAGEM EVIDENCIADOS Promovem condições para que as crianças aprendam em situações nas quais possam desempenhar um papel ativo em ambientes que as convidem a vivenciar desafios e a sentirem-se provocadas a resolvê-los, nas quais possam construir significados sobre si, os outros e o mundo social e natural. • CONVIVER com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas. • BRINCAR cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, com diferentes parceiros (crianças e adultos), ampliando e diversificando seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, sua criatividade, suas experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais. • PARTICIPAR ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejamento da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador quanto da realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando. • EXPLORAR movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia. • EXPRESSAR, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de diferentes linguagens. • CONHECER-SE e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário. PARTE DIVERSIFICADA Parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da comunidade escolar (parte da Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013). 122 → Inteligência emocional e múltiplas → Inteligência Emocional Refere-se a capacidade de reconhecer os nossos próprios sentimentos, do outro, de saber manejar as nossas emoções. Por este motivo é importante ensinar as crianças a controlarem suas emoções, mas desde que isso não ocorra com repressão. Auxiliar durante o processo de desenvolvimento da criança o autoconhecimento e o aumento da autoestima que irão impactar em uma melhor relação interpessoal e na resolução de conflitos. Neste processo os pais precisam ter sua própria inteligência emocional desenvolvida, pois servem de modelo aos filhos e para tanto é importante que as Unidades Escolares da REME fiquem atentas as necessidades para se preciso for desenvolveram um projeto de intervenção que possa contribuir com que crianças e familiares desenvolvam suas inteligências. → Inteligências Múltiplas A inteligências múltiplas contribuem para sustentar uma aprendizagem significativa desde os primeiros anos escolares, permite que se faça algumas sugestões para o efeito da mesma nos contextos da Educação Infantil. A teoria das inteligências múltiplas foi desenvolvida pelo psicólogo norte-americano Howard Gardner e depois de muitos anos de pesquisas com a inteligência humana, o psicólogo concluiu que o cérebro do homem possui 09 (nove) tipos de inteligência. Porém, a maioria das pessoas possui uma ou duas inteligências desenvolvidas. Diante disso, os profissionais da educação em especial o da Educação Infantil, precisam estar atentos a todas essas informações para que possam promover os estímulos necessários para o perfeito desenvolvimento cognitivo, emocional, físico e motor de cada criança. Para concluir abaixo se apresenta uma os tipos de inteligência por meio do pensamento de Gardner Disponível em: https://bit.ly/2IsXMWD. Escrito por ARMSTRONG, 2001: → Inteligência linguística: a capacidade de usar as palavras de forma efetiva quer oralmente, quer escrevendo. (Poetas, escritores, oradores, jornalistas, publicitários e vendedores). → Inteligência interpessoal: a capacidade de perceber e fazer distinções no humor, intenções, motivações e sentimentos de outras pessoas. (Terapeutas, professores, líderes políticos, atores e vendedores). P. P. I - PEDAGOGIA | P.P. II - PEDAGOGIA | P. P. III - ARTE | P. P. IV - EDUCAÇÃO FÍSICA | P. P. V - LITERATURA EM LIBRAS 123 → Inteligência intrapessoal: o autoconhecimento e a capacidade de agir adaptativamente com base nesse conhecimento. (Terapeutas). → Inteligência lógico-matemática: a capacidade de usar os números de forma efetiva e de raciocinar bem. (Cientistas, advogados, físicos e matemáticos). → Inteligência musical: a capacidade de perceber, transformar e expressar formas musicais. (Músicos). → Inteligência espacial: a capacidade de perceber com precisão o mundo visoespacial (caçador, escoteiro ou guia) e de realizar transformações sobre essas percepções (decorador de interiores, arquiteto, artista ou inventor). → Inteligência corporal-cenestésica: perícia no uso do corpo todo para expressar ideias e sentimentos (ator, mímico, atleta ou dançarino) e facilidade no uso das mãos para produzir ou transformar coisas (artesão, escultor, mecânico ou cirurgião). → Naturalista: traduzida na sensibilidade de organização dos objetos relacionados à natureza, como classificar e reconhecer as plantas, animais, minerais. (Geólogos e biólogos). → Existencial: traduzida na capacidade de refletir e ponderar sobre questões relacionadas à existência humana. (Líderes espirituais). → Jogos simbólicos Quando estamos falando sobre as crianças de 0 a 5 anos de uma forma contemporânea e embasada em pesquisas consagradas (entre os pesquisadores destacamos Piaget e Vygostsky) é imprescindível destacar as interações como fonte de desenvolvimento, aprendizagem e construção da identidade. [...] Quanto menores as crianças mais as interações estão imbricadas com o brincar, com o desenvolvimento do jogo simbólico no qual ficam visíveis os aprendizados sobre a vida social já construídos. É também pelo brincar que os pequenos podem aprender ainda mais olhando os seus pares ou outras crianças e adultos, imitando- os, construindo seus valores e sua identidade. Brincar dá à criança oportunidade para imitar o conhecido e para construir o novo, conforme ela reconstrói o cenário necessário para que sua fantasia se aproxime ou se distancie da realidade vivida, assumindo personagense transformando objetos pelo uso que deles faz. (Parecer CNE/CEB no 20/2009:7). O brincar e o jogo simbólico são diferentes de jogos de regras e brincadeiras dirigidas, embora todas essas atividades devam estar presentes nos espaços de 124 Educação Infantil. O brincar de cuidar, de casinha, de posto de saúde, feira, pescar etc. precisa ter lugar privilegiado nas creches e pré-escolas. (Diretrizes em Ação, 2015, p.20) → Linguagens Desde o nascimento a criança é inserida numa sociedade onde a linguagem encontra-se por toda parte como meio de comunicação. A linguagem é vista como objeto histórico‐cultural de conhecimento, assim Vygotsky (1987) confirmou que “A linguagem do meio ambiente, como os seus significados estáveis, permanentes, aponta o caminho que a generalização infantil seguirá”. Por meio da linguagem o ser humano comunica-se, se interage, compreende e influencia o próximo. → Linguagens artísticas As linguagens artísticas dividem-se em: Artes Visuais, Teatro, Música, Dança e suas práticas integradas. Criar e deixar criar talvez sejam caminhos ainda não percorridos por muitos, mas necessários e urgentes quando falamos de educação infantil e arte. [...] A criança é um campo fértil para a criatividade e a imaginação e muitas vezes sem intenção, subestimamos sua capacidade e impedimos o seu desenvolvimento estético cada vez que interferimos demasiadamente e direcionamos sua expressão artística- criativa, sufocando as possibilidades de novos saberes. A mente humana é naturalmente investida de curiosidade, basta deixar a criação acontecer, sem modelos estereotipados, seja na dança, nas artes visuais, no teatro ou na música (CINTRA, 2018, https://bit.ly/38CO2E1). Contribui com ricas oportunidades para o desenvolvimento dos bebês e das crianças, uma vez que põem ao seu alcance diversos tipos de materiais para manipulação, além da arte espontânea que surge em brincadeiras ou a partir de uma proposta mais direcionada.. [...] Proporcionar atividades artísticas criando símbolos que expressem sentimentos e pensamentos, faz com que a criança desenvolva sentimentos, auto-estima, capacidade de representar o simbólico, analisando, avaliando e fazendo interpretações, desenvolvendo habilidades específicas da área das artes (SANTOS e COSTA, 2016). → Linguagem corporal A linguagem corporal como forma de expressão e desenvolvimento físico- motor. É através dela que a criança se comunica refletindo suas experiências vividas através dos sentidos. Significa dizer que os pensamentos são expressados pelo corpo através de gestos, caras, bocas, sorrisos, e outras expressões condizentes ao uso do corpo. → Linguagem dramática As criações dramáticas infantis não têm como intenção conduzir a uma produção teatral, a um espetáculo elaborado e organizado, as crianças recriam sua realidade de forma espontânea através de sistemas simbólicos. Ao utilizar a imaginação e a fantasia, elas se desprendem do tempo- 125 espaço em que se encontram para atribuir outros papéis a si, aos outros e a objetos diversos. [...] A organização intencional deste espaço é fundamental, uma vez que, a complexidade do tema extrapola as questões da disposição de materiais, traduzindo-se como elementos fomentadores das ações dramáticas das crianças e se apresentando como um campo fértil de ação pedagógica associado com o universo poético. [...] A linguagem dramática na pequena infância permite que as crianças se apropriem progressivamente dos signos dramáticos de maneira lúdica e brincante e ao serem planejadas e previamente organizadas, acabam por privilegiar a interação, a intervenção e a criação de novos repertórios artísticos do grupo. (RODRIGUES e ROSSETO, 2015) → Linguagens integradas A criança aprender na sua integralidade é prevista no artigo 5º das DCNEI, para tanto, deve estar relacionada às diferentes linguagens por elas praticadas. O artigo 9º estabelece que a imersão das crianças nas diferentes linguagens deve ser favorecida “Favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical”. Como estímulo do exercício das diferentes linguagens, aparecem um contato como as: musicais, dramática, verbal e demais tantas linguagens que a criança traz. A linguagem integrada da criança envolve os vários aspectos trabalhados a partir de um determinado tema favorecendo o estímulo das linguagens corporais, verbal, matemática, artística, visual e musical. Para além desses aspectos a serem trabalhados, os gestos se incluem na linguagem corporal como forma de expressão e necessidade de se comunicar da mesma forma que a verbal. As formas de expressão dramática e musical podem ser estimuladas nas diversas formas de atividades inseridas no cotidiano do ambiente educador. Um ambiente que favoreça em sua plenitude um diálogo com a música a partir da linguagem visual. → Linguagem gestual/não-verbal A linguagem não-verbal é do gesto e do toque é a primeira forma de comunicação de que lançamos mão, quando nascemos e que nos acompanha por um bom tempo de nossa primeira e segunda fase de vida. Esse fato é uma das observações que correspondem às teorias de linguagem e pensamento de Vygotsky (Portal Educação, https://bit.ly/2VSdsuv). A comunicação não-verbal é composta de gesticulações espontâneas expressivas, gestos automáticos, ou intencionalmente produzida, tendo em vista uma melhor destreza social; expressões faciais de emoções básicas, de alegria, medo, surpresa, nojo, raiva e tristeza, sorriso, gestos elucidativos que acompanham a fala, com as mãos e braços; gestos reguladores da fala (balaço de cabeça expressando consentimento); movimentos do corpo; tocar o outro; aclividade da cabeça (para trás, para frente e para o lado), virar a cabeça para o lado do parceiro e para o outro lado, oposto ao do parceiro. [...] Vê-se na criança uma representação de corpo – brinquedo, 126 com o qual explora suas próprias sensações e as constrói. Sendo assim, a futura consciência de ser um corpo – objeto de relação com o mundo e, sendo do mesmo jeito gestual apresenta suas interpretações sobre o mesmo. (Site Turma da Almofada, https://bit.ly/2VTJNBd) → Linguagem matemática A linguagem matemática está inserida a partir de diversos elementos do cotidiano, em especial, pode ser feita através das brincadeiras e dos objetos comuns. A contagem mental e imaginária de brincadeiras faz com que os conhecimentos matemáticos sejam introduzidos com a maior facilidade sem necessariamente introduzir os conceitos matemáticos propriamente ditos. → Linguagem musical A linguagem musical são alargadas não apenas pelos estímulos sonoros, mas também pela harmonia, melodia e ritmo, e como resposta pedagógica estimula-se o cognitivo, o afetivo e motor. Da atividade lúdica – musical – podem-se construir aprendizagens de interesses específicos, com vivências que oportunizam o prazer de ouvir, cantar e tocar, liberando tensões, menciona a esse respeito, inspira ideias e imagens e estimula a percepção. (Portal Educação, https://bit.ly/2Tuj0JX) → Linguagem visual A linguagem visual possibilitam às crianças que, por meio do contato com suas próprias obras, com a das outras crianças e as obras de artistas reconhecidos, amplie seu conhecimento do mundo e de cultura. Oferece para a criança, que ela ao produzir arte, na atividade de desconstruir e construir peças, pintar, rabiscar, colar, descolar, sobrepor materiais, desenvolva o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação como forma de comunicação e expressão (Gonçalves e Antonio, https://bit.ly/3cHVS22). É através dessa linguagem que a criança faz uma leitura do mundo. O lado visual da criança é estimulado a partir do momento que o bebê e passa a enxergar o mundo e as cores. As cores são os primeiros elementos de contato com o mundo visual que ao passar do tempo vai se desenhando na mentalidade infantil. → Linguagem verbal “É importante lembrar que dentre os bens culturais que crianças têm o direitode ter o acesso, está a linguagem verbal, que inclui a linguagem oral e escrita, instrumentos básicos de expressão de ideia, sentimentos e imaginação” (DCNEI, 2013,p. 15). Ela se desenvolve a partir de suas experiências consegue expressar seus sentimentos, afetividade, emoções. → Literatura Infantil Os professores como mediador da leitura podem e devem utilizar a literatura para promover a inserção da criança, desde bebê, ao mundo letrado, de forma lúdica, interdisciplinar propiciando que ela amplie seu vocabulário, tenha a criatividade 127 estimulada, compreenda a função social da escrita e desenvolva hipóteses em relação a ela e as pessoas e coisas que a rodeiam, lide com seus próprios sentimentos e desejos e adquira a autonomia. A literatura na Educação Infantil exige um planejamento intencional do texto escolhido, da preparação do ambiente, bem como do melhor momento para realizar a leitura com os pequenos de modo a despertar neles o gosto pela leitura. O professor/a deve ter um prévio conhecimento da literatura que irá usar, preparar o ambiente, de modo que estimule ainda mais a criatividade, a imaginação e o prazer da criança de modo a se estar preparando leitores apaixonados pelo conhecimento. Para tanto, tendo como base o Programa Escola Leitora, publicado em Diário Oficial do dia 23 de março de 2016, a Secretaria Municipal de Educação de Dourados (SEMED), por intermédio do Departamento de Educação Infantil, traz a proposta do Programa Infância Leitora com a intenção de estender os objetivos de formação de sujeitos leitores desde o berçário, maternal e a pré- escola, respeitando as especificidades educacionais condizentes com as idades e fases das crianças matriculadas. → Literatura Estrangeira e Indígena As crianças da Educação Infantil devem ser apresentadas para literaturas diferenciadas do seu cotidiano e neste caso, literatura estrangeira tais como em língua inglesa, espanhola e francesa podem ampliar o reportório. Os livros infantis e suas narrativas, além de serem produções estéticas, também têm construído, ao longo da história, diferentes noções sobre a criança, o adulto, o índio, o negro, o bandeirante, o estrangeiro, a mulher e tantas outras personagens. As narrativas indígenas reunidas apresentam crianças protagonistas de diferentes contextos e cenários. Nos enredos constituídos, são adultos, crianças, seres mitológicos e crenças que se aventuram pela mata, realizam tarefas cotidianas (tal como caçar pequenos animais, pescar, preparar alimentos, recolher lenha, buscar água, fabricar artesanatos e brinquedos), envolvem-se em acontecimentos importantes para a dinâmica das aldeias (festas, rituais de passagem, relato de mitos, por exemplo). As crianças protagonistas também observam os pais, escutam conselhos dos velhos, dos sábios, dos seres na mata - aprendem na atividade, na escuta, na observação, mas particularmente no fazer e no sentir. Não apenas aprendem, mas também ensinam a outras crianças como buscar alimentos ou seguir trilhas de animais. Tal como ocorre em muitos outros textos literários, nessas narrativas as crianças são criativas, têm iniciativa, são aventureiras, curiosas, corajosas, perspicazes. Além disso, são atentas à ancestralidade, gostam especialmente de escutar histórias, conhecem o ambiente em que vivem, são capazes de "decifrar" os sinais da natureza. Por fim, vale ressaltar que algumas dessas obras são bilíngues, o que coloca, para o leitor, a impossibilidade de assumir uma perspectiva monocultural. E esse modo extraordinário de combinar mundos constitui uma das qualidades artísticas mais destacadas em obras de autoria indígena, sendo muitas destas obras de autoria dos povos indígenas douradenses e sul-mato-grossenses, e por este motivo a valorização destas literaturas no Município de Dourados ganha força na parte diversificada do currículo da Educação Infantil. 128 → Cidadania A inserção da criança no universo educacional visa um processo de construção de sujeito e cidadania, de modo que, as crianças possam explorar o mundo através não somente da observação e imaginação, mas pelo contato físico, interagindo de forma contínua tanto no ambiente domiciliar de âmbito familiar, no social de âmbito comunitário quanto no escolar. A função da educação infantil nas sociedades contemporâneas é a de possibilitar a vivência em comunidade, aprendendo a respeitar, a acolher e a celebrar a diversidade dos demais, a sair da percepção exclusiva do seu universo pessoal, assim como a ver o mundo a partir do olhar do outro e da compreensão de outros mundos sociais. (BRASIL UFGRS, 2009, p. 12). ESPECÍFICO POR ÁREA → Características socioeconômicas e ambientais locais: Sustentabilidade (ambiental, social e econômica) No que diz respeito à natureza, sociedade e culturas, as DCNEI abordam em seu artigo 9º: “VII - Possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais, que alarguem seus padrões de referência e de identidades no diálogo e reconhecimento da diversidade”. Quanto à questão da natureza, conforme o supracitado documento em seu inciso VIII deve-se incentivar “a curiosidade, a exploração, o encantamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza” porque o objetivo é formar crianças questionadoras dos diversos elementos que compõem o mundo à sua volta. Para tanto, precisam manter contato efetivo a partir das práticas pedagógicas e, sobretudo, a interação com esses elementos conforme destaca o inciso X “promovam a interação, cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da sustentabilidade da vida na terra, assim como o não desperdício dos recursos naturais”. Para melhor explicar aqui foi dividida as três dimensões em suas principais características: → Sustentabilidade ambiental: refere-se à preservação do meio ambiente de maneira que a sociedade encontre o equilíbrio entre o suprimento de suas necessidades e o uso racional dos recursos naturais, sem prejudicar a natureza. → Sustentabilidade social: refere-se à participação ativa da população no que tange ao desenvolvimento social por meio da elaboração de propostas que visem ao bem-estar e igualdade de todos em consonância com a preservação do meio ambiente. → Sustentabilidade econômica: refere-se ao modelo de desenvolvimento econômico que visa à exploração dos recursos naturais de maneira sustentável, sem prejudicar o suprimento das necessidades da geração futura (https://bit.ly/33aavap, 2020). PRÁTICAS PEDAGÓGICAS I - PEDAGOGIA 129 → Culturas, tradições e identidades locais Considerando os princípios estéticos e os Patrimônios culturais, temos que proporcionar às nossas crianças acesso a espaços culturais diversificados: inserção em práticas culturais da comunidade, participação em apresentações musicais, teatrais, fotográficas e plásticas. Visitas a bibliotecas, brinquedotecas, museus, monumentos, equipamentos públicos, parques, jardins (BRASIL. Parecer nº 20, 2009, p. 15). Na realidade grande parte das Unidades Escolares não conseguem viabilizar essas vivências, assim torna-se indispensável que o contexto educacional possibilite a apropriação das culturas, tradições e identidades locais a partir de um ambiente favorável por meio de práticas pedagógicas como: brincadeiras, projetos, músicas, contação de histórias e celebrações de manifestações culturais promovendo assim vivências e experiências que trazem a aproximação ao patrimônio étnico-cultural da comunidade. As DCNEI destacam que: na formação dos pequenos cidadãos compromissada com uma visão plural de mundo, é necessário criar condições para o estabelecimento de uma relação positiva e uma apropriação das contribuições histórico-culturais dos povos indígenas, afro-brasileiros, asiáticos, europeus e de outros países da América que de maneira geral compõem nosso povo local. Os elementos culturais, da realidade vivida, devem ser conhecidos pelo professor para que de fato, a aprendizagem torne-se potencialmente significativa. É preciso que a cultura popularbrasileira faça parte do dia a dia das crianças, deve ser vivenciada e não contemplada como algo de fora ou estereotipado. As tradições têm uma essência e é esta essência que precisa ser valorizada e trazida para o interior das Unidades Escolares e das famílias como objeto de reflexão e formação. Temos que ter consciência que as tradições culturais impactam na vida das crianças de diversos modos, contribuindo sobretudo, para o processo de socialização. As tradições culturais da comunidade contribuem para que as crianças se apropriem da cultura do seu grupo social, e dessa forma se percebam parte de um coletivo e assim constituirá sua identidade empoderada. → Sociedade: os modos próprios de vida na cidade As sociedades sempre viveram processos de mudanças, porém nunca tantas transformações na amplitude e na velocidade daquelas que estamos vivendo. As mudanças aconteciam de modo lento e eram incorporadas gradativamente pelas populações através das gerações. Viver na cidade tem múltiplos significados, não é apenas um fenômeno físico ou um modo de se apropriar do espaço, mas também do lugar onde se produzem inumeráveis interações e experiências. Para tanto é preciso refletir de como se aproximar das diferentes experiências do habitar das crianças da cidade. Pois essas, em grande parte, dividem sua realidade onde vivem com suas famílias com a diversidade, as condições sociais, culturais e econômicas. Neste sentido, sugere- se uma opção de trabalhar com a noção de bairro, das brincadeiras da cidade, dos riscos, dos espaços públicos, do cotidiano diurno e noturno entre outras opções que permitirão uma maior aproximação às experiências das crianças. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS III - ARTE 130 → Elementos das linguagens Os elementos fundamentais das linguagens artísticas: Ator/Atriz, texto, encenação e plateia: artes cênicas; Artista plástico(a, ponto, linha, forma,direção, tom (luz, sombra), cor, textura, escala (plano, volume), dimensão (plano, surperfície, espaço), direção (movimento): artes visuais; Dançarino(a), movimento corporal, espaço, tempo: dança; Autor(a), tempo, espaço, personagem: literatura; Melodia, harmonia e ritmo:música. (EducaMundo, https://bit.ly/2PUVy6A) →Matrizes estéticas e culturais das infâncias O conhecimento e a compreensão de diferentes matrizes estéticas e culturais das infâncias, como população campestre, povos indígenas, quilombolas, orientais, europeus, árabes e outras etnias, para que a criança aponte e registre a diversidade da nossa formação local, regional e nacional. [...] Havendo uma aproximação com as brincadeiras e sons próprios da infância, conheça e recorde brincadeiras, jogos, danças, canções, histórias e expressões das diferentes matrizes estéticas e culturais dos diferentes povos e etnias, ao longo da história, principalmente as pertencentes à cultura brasileira. As manifestações culturais mais amplas geralmente envolvem recursos das quatro linguagens da arte. (MATO GROSSO DO SUL, 2019) →Multissensorialidade e materialidade Segundo a abordagem de José Alfonso Ballestero-Álvarez (2003) é possível encontrar vários canais de aprendizagem para vivenciar uma experiência estética, quando apelamos para os diversos sentidos do corpo, reconhecemos que os estímulos são muitos. Se levarmos em conta os diferentes modos de perceber e aprender e como podemos responder a um estímulo de formas diversas, estaremos respeitando a singularidade de cada sujeito e reivindicando a diversidade como valor. A abordagem multissensorial pode trazer benefícios não somente as crianças com deficiência, mas a todos que puderam, ter um contato mais íntimo com as obras artísticas, os patrimônios e as manifestações culturais. Mala dos Sentidos: Materiais táteis e visuais, que podem ser reproduções das obras expostas ou de seus elementos, ou apenas fazer referência a esses; Objetos que possam ser manipulados; Materiais que explorem os sentidos, apresentando texturas, cores, temperaturas, sons ou odores da obra ou de elementos dessa; Reproduções ampliadas de elementos ou partes das obras; Objetos que tornem a aula mais lúdica e interativa, tais como lupas, lunetas, dobraduras, fantasias etc. Os materiais de forma que pudéssemos trabalhar de diversos modos com eles, sem regras, ampliando as possibilidades de cada objeto como mediador da experiência estética de cada público. Visto que não é a intenção criar regras de uso, jogos, mas sim proposições educativas que possam acontecer de acordo com cada mediação, partindo da necessidade do grupo de crianças. Mas os recursos, para ampliarem suas possibilidades educativas, precisam ainda do trabalho do professor-mediador na intenção de propor seus usos. É trabalho do 131 professor explorar a curiosidade, a ludicidade, a multissensorialidade, a sinestesia e o desejo de contato com a arte. É ao professor que cabe propor o uso dos recursos midiáticos, ou aqui chamados de objetos multissensoriais: “Oferecer meios para que cada sujeito que participa de uma ação mediadora possa criar” (MARTINS, 2014, p. 260). Não de forma a impor uma visão ou regras de usos desses, mas em lançar dúvidas, questionamentos e propostas educativas/criativas que favoreçam as percepções multissensoriais. (Adaptado da obra de Cruz, 2015, https://bit.ly/3cBIfBE e Ballestero-Álvarez, 2003, https://bit.ly/2TNuEyp) → Processos de criação: contextos e práticas Os processos de criação podem ser individuais ou coletivos. De qualquer forma, os sujeitos criam regras e estratégias para que o processo se desenvolva, mesmo que isso ocorra de maneira intuitiva. Aquele que produz um trabalho, escolhe os materiais e circunstância em que vai produzi-lo. Ou, diante de circunstâncias dadas, resolve o que vai fazer. [...] A produção das crianças, assim como as obras dos artistas, possibilita trocas de percepções, ideias, informações e conhecimentos. São verdadeiros momentos de experiências que podem ser compartilhados. (BARBIERI, 2012, p. 42-43). → Diferentes experiências corporais As diferentes experiências corporais são necessárias na infância para proporcionar atividades necessárias ao desenvolvimento das crianças, que precisam vivenciar os jogos e brincadeiras com regularidade, dentro da rotina pedagógica semanal da educação infantil. Dessa maneira, será possível garantir que elas explorem seus corpos em diferentes atividades motoras, com foco em alguns elementos fundamentais a serem desenvolvidos, a saber: coordenação motora fina e grossa, lateralidade, equilíbrio, manipulação de objetos. (SANTIGO, CARDOSO, FIGUEIREDO e PINHEIRO, 2018, https://bit.ly/32Y2yVD). → Projeto Extracurricular Literatura em LIBRAS Os professores de libras que atuam na educação infantil devem ter a preocupação específica de como lidar com as crianças no dia-a-dia e em situações especiais por meio da contação de histórias disponíveis na literatura infantil. A maior parte das crianças são iniciantes no convívio escolar, e no contato com a Língua de Sinais e para tanto por meio do letramento pode-se começar desenvolvendo um diálogo com sinais chaves e palavras simples como, por exemplo: “bom dia”, “boa tarde”, “olá”, “oi”, e assim ir aumentando o vocabulário gradativamente, onde todos os envolvidos na educação estejam compartilhando desse aprendizado como é feito com as demais línguas. Este contexto é novo e exige de todos nós, educadores, pais e crianças, um sentimento de pertencimento PRÁTICAS PEDAGÓGICAS IV - EDUCAÇÃO FÍSICA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS V - LIBRAS 132 e bem-estar demonstrando assim um acolhimento mais humanizado. MODALIDADES → Características socioeconômicas e ambientais locais: sustentabilidade no campo No que diz respeito à natureza, sociedade e culturas, as DCNEI abordam em seu artigo 9º: “VII - Possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais, que alarguem seus padrões de referência e de identidades no diálogo e reconhecimento da diversidade”. As dimensões econômica, social e ambiental podem ser consideradas dimensões primárias da sustentabilidade. Elasestão presentes em qualquer formação social, desde as comunidades selvagens até os dias de hoje, e estarão presentes em quaisquer comunidades futuras. (LOPES e TENÓRIO, 2011, p. 93, https://bit.ly/3cIlgVL). Para melhor explicar aqui foi dividida as três dimensões em suas principais características: → Sustentabilidade ambiental: necessário estimular os diferentes sentidos, utilizar materiais que possibilitem múltiplas interações das crianças com o ambiente, através das mais variadas texturas, materiais para movimento, no fluir das interações com plantas, animais e materialidades. Ao realizar passeios, excursões, aventuras, contar e ouvir histórias e estórias, movimentar-se em diferentes espaços naturais e culturais, os bebês e as crianças pequenas do campo reconhecerão a sensibilidade ético-estética do professor, nas interações que promove entre os seus pares, as crianças e as famílias. (BARBOSA [et al.], 2012, p. 126-127, https://bit.ly/3349EI8). → Sustentabilidade social: A sustentabilidade é um princípio de atuação de uma sociedade que mantém as características necessárias para um sistema social justo, ambientalmente equilibrado e economicamente próspero, por um período de tempo longo e indefinido. Atende, assim, às necessidades das gerações do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades. (LOPES e TENÓRIO, 2011, p. 76, https://bit.ly/3cIlgVL) → Sustentabilidade econômica: A pedagogia da alternância2 pode constituir-se uma alternativa interessante a ser utilizada no processo de escolarização do meio rural, pois utiliza uma metodologia de ensino- apredizagem que oportuniza meios para que o agricultor torne-se, na 2 A pedagogia da alternância se constitui em um processo educativo em que o aluno alterna períodos de aprendizagem na família com períodos na escola. Os ambientes e os tempos escolar e comunitário são interligados por meio de instrumentos pedagógicos específicos capazes de constituir um conjunto harmonioso entre as comunidades e a ação pedagógica. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS II - PEDAGOGIA 133 perspectiva da economia popular solidária, um agente comunitário, um agente multiplicador de técnicas inovadoras para o desenvolvimento do lugar onde ele ou ela está inserido, criando suas próprias condições de trabalho, a partir da vivência que ele ou ela tem do conhecimento de que é capaz de gerar. (MOLINA, 2010, p. 22, https://bit.ly/38Ixz0J) → Comunidades: os modos próprios de vida no campo e nos pequenos povoados a presença da escola na comunidade é forte elemento na preservação de valores que mantêm as populações rurais vinculadas aos seus modos de vida e convivência; a escola é importante instrumento de mobilização para o diálogo com a realidade e, na medida em que oferece educação – entendida em seu sentido mais amplo – pode aglutinar as ações necessárias ao desenvolvimento rural integrado, trabalhando por um projeto de ser humano vinculado a um projeto de sociedade mais justa e equilibrada; o direito à educação somente estará garantido se articulado ao direito à terra, à água, ao saneamento, ao alimento, à permanência no campo, ao trabalho, às diferentes formas de reprodução social da vida, à cultura, aos valores, às identidades e às diversidades das populações do campo; a educação, ao desenvolver o complexo processo de formação humana, encontra nas práticas sociais o principal ambiente dos seus aprendizados; ela é mantenedora das raízes e tradições culturais da comunidade; é o lugar das reuniões comunitárias, do encontro dos sujeitos e espaço de socialização pelas festas e comemorações que estimula; muitas pequenas escolas rurais foram construídas com a participação das famílias e da comunidade do seu entorno; e a manutenção das escolas no campo, com qualidade, sempre que possível e desejável, é condição para se assegurar a educação como direito de todos e, evidentemente, dever do Estado. (DCNEB, 2013, p. 292) → Culturas, tradições e identidades locais Sabemos que não são nítidas as fronteiras entre cidade e campo. Existem entre ambos relações de continuidade. Essa realidade, quando não considerada, marca as formas de atendimento educacional às crianças do campo (por vezes no próprio campo e por vezes nas instituições das cidades), acolhendo-as muitas vezes com adaptações precárias, sem colocar no centro da ação pedagógica a concretude da vida da criança do campo: seus espaços de convívio, seus ritmos de viver o tempo, sua participação na produção coletiva de seus familiares e de suas comunidades, seus brinquedos e brincadeiras organicamente vinculados aos modos culturais de existir. (SILVA, PASUCH, SILVA, 2012, p.36). PRÁTICAS PEDAGÓGICAS II - PEDAGOGO 134 → Características socioeconômicas e ambientais No que diz respeito ao direito, a resolução CEB n. 03 de 10 de n0vembto de 1999, em seu Art. 13 assegura que “A Educação Infantil será ofertada quando houver demanda da comunidade indígena interessada”. A Diretriz Nacional da Educação Infantil (BRASIL, 2012, p. 364), trás o seguinte: “é um direito dos povos indígenas que deve ser garantido e realizado com o compromisso de qualidade sociocultural e de respeito aos preceitos da educação diferenciada e específica. Sendo um direito, ela pode ser também uma opção de cada comunidade indígena que possui a prerrogativa de, ao avaliar suas funções e objetivos a partir de suas referências culturais, decidir pelo ingresso ou não de suas crianças na escola desde cedo”. Considerando a Educação Infantil como um direito é importante destacar que a população indígena do Estado de Mato grosso do Sul é de 61.737 (IBGE-2012) entre os Povos Guarani Kaiowá, Guarani Nhandeva,Terena, Kadiwéu, Ofaié, Guató, Kinikinaua. Conforme os dados do IBGE, Mato Grosso do Sul tem a segunda maior população de indígenas no País. A primeira etnia mais populosa do estado são os Guarani Kaiowá e Guarani Nhandeva com uma população de 43 mil indígenas. Do total, 18% concentra-se nas aldeias indígenas de Dourados, localizada ao norte e cerca de 05 km da cidade com 11.146 pessoas entre as etnias Guarani Kaiowá, Guarani Nhendeva e Terena numa área territorial de apenas 3. 500 hc. (de 02/08/2012; campograndenews.com.br.) A população indígena das aldeias de Dourados conta com 60% da etnia Guarani Kaiowá, 20% da etnia Terena e 20% da etnia Guarani Nhandeva, porém, com uma diversidade linguística muito presente devido a miscigenação étnica e cultural entre as etnias e também entre os não indígenas existente nas comunidades. As crianças Guarani e Kaiova em sua maioria chegam à escola falando a Língua Indígena da etnia. Há crianças monolíngues em sua Língua da etnia e monolíngues na Língua Portuguesa e, ainda há crianças que fala a Língua Portuguesa e entendem a Língua Indígena e há crianças que falam a Língua Indígena da Etnia e entendem a Língua Portuguesa. A superpopulação das aldeias de Dourados é provenientes de várias situações como: proximidade da cidade, melhoria de acesso aos bens e serviços como saúde e educação, condições de trabalho na cidade, acesso às políticas de assistência social entre outros, bem como, a alta taxa de natalidade de crianças indígenas, em média de 500 crianças nascida por ano, sendo que a metade da população dos habitantes são jovens, adolescentes e crianças e a outra metade são de adultos e idosos, o que aumenta a demanda e procura pelo atendimento a Educação Infantil. Por isso, há vários anos a comunidade vem reivindicar junto ao órgão público municipal a construção do Centro de Educação Infantil nas aldeias Jaguapiru e Bororó. Até o momento, apenas as escolas municipais indígenas existentes oferta a Educação Infantil na modalidade de Pré I e Pré II, porém insuficiente para atender a demanda. No que tange a questão pedagógica, as DCNEI abordam em seu artigo 9º: VII que a Educação Infantil deve possibilitar “vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais, que alarguem seus padrões de referência e de identidades no diálogo e reconhecimento da diversidade”.Sendo assim, a 135 educação infantil na escola e um espaço importante onde a criança indígena tem possibilidade de vivenciar/socializar com demais crianças de seu grupo cultural e de outros grupos étnicos e culturais que compõe as aldeias. De acordo com as legislações, a escola também é um espaço de continuidade da educação tradicional familiar de seu povo a qual pertence em que “os saberes e práticas indígenas deve ancorar o acesso a outros conhecimentos, de modo a valorizar os modos próprios de conhecer, investigar e sistematizar de cada povo indígena, valorizando a oralidade e a História indígena ( Res. n. 05 de 22 de junho de 2012. Art. 7º,& 2º). Quanto à questão da natureza, conforme o supracitado documento em seu inciso VIII deve-se incentivar “a curiosidade, a exploração, o encantamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza” porque o objetivo é formar crianças questionadoras dos diversos elementos que compõem o mundo à sua volta. Para tanto, precisam manter contato efetivo a partir das práticas pedagógicas e, sobretudo, a interação com esses elementos conforme destaca o inciso X “promovam a interação, cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da sustentabilidade da vida na terra, assim como o não desperdício dos recursos naturais”. Para melhor explicar aqui foi dividida as três dimensões em suas principais características: → Sustentabilidade ambiental: refere-se à recuperação e preservação do meio ambiente de maneira que a comunidade encontre o equilíbrio entre o suprimento de suas necessidades e o uso racional dos recursos naturais, sem prejudicar a natureza. → Sustentabilidade social: refere-se à participação ativa da população no que tange ao desenvolvimento social e comunitário por meio da elaboração de propostas que visem ao bem-estar e igualdade de todos em consonância com a recuperação e preservação do meio ambiente. → Sustentabilidade econômica: refere-se ao modelo de desenvolvimento econômico que visa à exploração dos recursos naturais de maneira sustentável, de onde tiram a matéria prima para seu uso e fabricação de artesanato e outros sem prejudicar o suprimento das necessidades da geração futura (https://bit.ly/33aavap, 2020). → Comunidades: os modos próprios de vida indígena Considerando o contexto intercultural na qual está inserida e a convivência com as diferenças étnicas, culturais e linguísticas das crianças das comunidades é importante observar e considerar que há presença de diversas práticas e tradições vividas pelas crianças, nesse sentido, a escola, a educação escolar e principalmente os educadores devem valorizar os modos próprios de cada povo e também se atentar para os outros modos e práticas internalizadas na vivencias interculturais das crianças para que o espaço escolar seja o palco de valorização dos diferentes saberes e das diferenças étnicas culturais linguísticas buscando colocar o ser e o poder identitário no mesmo patamar de importância. No âmbito dos princípios estéticos e os Patrimônios culturais, temos que proporcionar às nossas crianças acesso a espaços culturais diversificados existentes 136 na comunidade e outros espaços: inserção em práticas culturais dos povos que compõem a comunidade, participação em apresentações musicais, teatrais, fotográficas e plásticas, Jogos Escolares e Mostras Culturais. Proporcionar visitas a bibliotecas, brinquedotecas, museus, monumentos, equipamentos públicos, parques, jardins (BRASIL. Parecer nº 20, 2009, p. 15). Na realidade grande parte das Unidades Escolares não conseguem viabilizar essas vivências, assim torna-se indispensável que o contexto educacional possibilite a apropriação das culturas, tradições e identidades locais a partir de um ambiente favorável por meio de práticas pedagógicas como: brincadeiras, projetos, músicas, contação de histórias e celebrações de manifestações culturais promovendo assim vivências e experiências que trazem a aproximação ao patrimônio étnico-cultural da comunidade. As DCNEI destacam que: na formação dos pequenos cidadãos compromissada com uma visão plural de mundo, é necessário criar condições para o estabelecimento de uma relação positiva e uma apropriação das contribuições histórico-culturais dos povos indígenas, afro-brasileiros, asiáticos, europeus e de outros países da América que de maneira geral compõem nosso povo local. Os elementos culturais, da realidade vivida, devem ser conhecidos pelo professor para que de fato, a aprendizagem torne-se potencialmente significativa. É preciso que a cultura própria de cada povo indígena local faça parte do dia a dia das crianças, deve ser vivenciada e não contemplada como algo de fora ou estereotipado. As tradições têm uma essência e é esta essência que precisa ser valorizada e trazida para o interior das Unidades Escolares e das famílias como objeto de reflexão e formação. Temos que ter consciência que as tradições culturais impactam na vida das crianças de diversos modos, contribuindo sobretudo, para o processo de socialização. As tradições culturais da comunidade contribuem para que as crianças se apropriem da cultura do seu grupo social, e dessa forma se percebam parte de um coletivo e assim constituirá sua identidade empoderada. É importante trazer demais cultura popular brasileira para o conhecimento das crianças como parte do Patrimônio Cultural do Povo brasileiro. → Concepções de mundo, memórias do meu povo O direito a uma educação diferenciada também encontra respaldo na Lei nº 9394/96 (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional), que estabelece uma série de princípios gerais para o ensino, dentre eles o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas;; a valorização do profissional de educação escolar; a valorização da experiência extraescolar, a vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais, dentre outros. No que diz respeito à Educação Escolar Indígena, isto, se estende também à Educação Infantil, a atual LBD, rompendo com o silêncio da lei anterior, regulamenta as formulações contidas na Constituição de 1988, determinado, em seu art. 78, que a União, em colaboração com as agências de fomento à cultura e de assistência aos índios, deverá desenvolver programas integrados de ensino e pesquisa para a oferta de educação escolar bilingue e intercultural aos povos indígenas, com os seguintes objetivos: I - Proporcionar aos índios, suas comunidades e povos, a recuperação de suas memórias históricas; a reafirmação de suas identidades 137 étnicas; a valorização de suas línguas e ciências; II - Garantir aos índios, suas comunidades e povos, o acesso às informações. conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e demais sociedades indígenas e não-índias. Isto requer que ao organizar o currículo da Educação Infantil é fundamental “assegurar que os princípios da especificidade, do bilinguismo e multilinguismo, da organização comunitária e da interculturalidade fundamentem os projetos educativos das comunidades indígenas, valorizando suas línguas e conhecimentos tradicionais. E que “leve em consideração as práticas socioculturais e econômicas das respectivas comunidades, bem como suas formas de produção de conhecimento, processos próprios de ensino e de aprendizagem e projetos societários” (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena, brasil, 2012, p. 356-357). Para que a criança indígena tenha o direito à educação escolar diferenciada deve ser garantida às crianças indígenas uma educação escolar com qualidade social e pertinência pedagógica, cultural, linguística, ambiental e territorial, respeitando as lógicas, saberes e perspectivas de cada povo indígena, como ponto de partida e como ponto de chegada, se apoiando na metodologia de Ensino articulada com a Pesquisa, tendo em vista, que muitos educadores e as crianças, já não conhecem ou não mantém mais as práticas culturais por conta da anulação ou silenciamento de seus saberes no processo educacional colonizadora, pautada namonocultura do saber e do poder. Nesse sentido, os educadores indígenas tem um papel importante na intermediação e proposição da pesquisa para recuperar e/ou fortalecer as memórias históricas do seu povo para compreender que a criança indígena é um sujeito que ocupa espaço no contexto territorial e espacial num determinado tempo e que tem sua contribuição no processo histórico, linguístico, cultural na constituição da sociedade local, regional e nacional. Considerando estes princípios, a escola é sempre um espaço de fronteira entre os modos próprios e outros modos ou práticas, fronteira entre os saberes próprios e outros saberes, fronteiras entre as línguas, entre o ser e o estar da vida das crianças indígenas. Essa realidade, quando não considerada, marca as formas de atendimento educacional às crianças indígenas, acolhendo-as muitas vezes com adaptações precárias, sem colocar no centro da ação pedagógica a concretude da vida da criança das aldeias: seus espaços de convívio, seus ritmos de viver o tempo, sua participação na produção coletiva de seus familiares e de suas comunidades, seus brinquedos e brincadeiras organicamente vinculados aos modos culturais de existir. (SILVA, PASUCH, SILVA, 2012, p.36). → Culturas, tradições e identidades locais A Reserva Indígena de Dourados corresponde a uma área de 3.500 hetares com uma superpopulação estimada, dez anos depois do levantamento do (IBGE – 2010), em aproximadamente 16 mil indígenas. Ela é constituída por três etnias: Guarani Nhandeva, Guarani Kaiowá e Terena e a miscigenação dessas etnias. Mais recentemente, há famílias não indígenas e a miscigenação étnica de indígenas e não indígenas através de alianças e/ou casamentos convivendo no mesmo espaço. A Reserva Indígena conta com a presença de várias comunidades devido as várias famílias extensas existentes e que alguns chamam também de “família nuclear”. Cada povo tem sua cultura, práticas, tradições, 138 identidades, porém, nenhuma cultura é “pura” por causa do hibridismo étnico e cultural e da convivência intercultural. De acordo com uma pesquisa 70% das comunidades se consideram evangélicas, há alguns católicos e também há grupos tradicionais que praticam as danças, as rezas, os cantos, A reserva tem muitas igrejas evangélicas, tem três casas de Reza, uma da etnia Guarani Nhandeva e duas da etnia Guarani Kaiowá. Existe também o grupo de Tradição Terena que mantém muito fortemente as suas danças masculina e feminina. Pela primeira vez há dois anos atrás, realizou o primeiro casamento tradicional terena, além do casamento civil e religioso. Desde o ano de 2001, através do Núcleo de Educação Escolar Indígena- NEEI/SEMED, as políticas educacionais municipais em Dourados, visa respeitar as prerrogativas constitucionais no que tange ao direito dos povos indígenas terem uma educação que respeite as diferenças com a valorização dos saberes indígenas. Nesse sentido, a escola tem sido um instrumento importantíssimo em desenvolver ações educacionais diferenciadas para garantir o que prevê as legislações vigentes. O objetivo do NEEI/SEMED/CEAID é desenvolver junto as escolas indígenas o programa de formação continuada na área de letramento, numeramento e publicação de material didático específicos, primeiramente na área de Literatura Indígena valorizando a cosmovisão de cada povo que gira em torno da mitologia do povo. Esse programa de formação foi executada através de Programa do MEC, chamada “Saberes Indígenas na Escola”, implementada desde o ano de 2014, com recursos do MEC com recurso para custeio e bolsas nos moldes do PENAIC. As bolsas se encerraram em 2018 e o recurso de custeio se encerrou em 2019. Com o programa também foram realizadas 05 Mostras Culturais com objetivo de socializar os trabalhos pedagógicos e resultados de pesquisas realizadas pelos professores e alunos das escolas indígenas, além da produção de material didático também produzidos por eles. O resultado das produções resultou em publicação de 12 livros e 03 cds até o momento. Esses materiais de literatura indígena são para ser utilizados desde a Educação Infantil até Anos Finais do Ensino Fundamental. Todas as ações educacionais tem a finalidade de fortalecer as identidades culturais dos povos locais existentes. → Fortalecimento do ser indígena Nas sociedades, bem como nas instituições de ensino, em seus diferentes níveis e modalidades, que vem se reproduzindo sentimentos de preconceito ao diferente que se apresenta velado nas relações humanas. Com vistas a combater tais sentimentos e posturas, a diversidade foi eleita como princípio norteador desta proposta curricular, firmando o propósito de tomá-la como desafio constante para o processo educativo, exercitando-a na produção de práticas, saberes, valores, linguagens, técnicas artísticas, científicas, nas representações de mundo, nas experiências de sociabilidade e aprendizagem vivenciadas no âmbito escolar e fora dele. Para que isso ocorra, faz-se necessário reconhecer que a base da diversidade nasce da construção histórica, cultural e social das diferenças e que esta é forjada por sujeitos sociais em processos de adaptação ao meio social e no contexto das relações de poder. Sob essa visão, a instituição escolar tem como premissa o desenvolvimento de 139 uma postura ética, consciente e coerente das marcas da diversidade nas diferentes áreas do conhecimento e no currículo como um todo, nos processos de produção e de seleção do conhecimento nele traduzido. Com relação à autonomia dos povos indígenas na escolha dos modos de educação de suas crianças, de acordo com o Parecer CNE/CEB nº 20/2009, em seu art. 8º, § 2º, as propostas pedagógicas para os povos que optaram pela Educação Infantil devem: a) proporcionar uma relação viva com os conhecimentos, crenças, valores, concepções de mundo e as memórias de seu povo; b) reafirmar a identidade étnica e a língua materna como elementos de constituição das crianças; c) dar continuidade à educação tradicional oferecida na família e articular-se às práticas socioculturais de educação e cuidado coletivos da comunidade; d) adequar calendário, agrupamentos etários e organização de tempos, atividades e ambientes de modo a atender às demandas de cada povo indígena. → Literaturas Indígenas Por vários anos o indígena foi descrito e apresentado como ficção pelo olhar do colonizador, no entanto, na atualidade , o indígena começa a registrar a sua própria historia e saberes divulgar o seus costumes os cânticos, contos e mitos, começam a ser registrado pelo indígenas por meio de suporte físico como o livro, instrumento de propagação das tradições e identidades. Para os indígenas as narrativas representam a vida nas tribos contada pelo próprio índio, que utilizou da escrita do colonizador para escrever a sua historia e essa literatura indígena é produzida pelos próprios índios a partir das crenças e costumes dos povos. Percebe se a diferença por criações de caráter oral ou escritas, coletivas ou individuais, sendo estabelecida pensada e estruturada a partir dos conhecimentos culturais que surgem de dentro da sua aldeia. Falar da literatura indígena significa discorrer sobre temática ainda nova viajar no mundo que infelizmente muitos desconhecem, a literatura proporciona o conhecimento da cultura indígena por pessoas não indígenas e facilita a propagação da cultura e o respeito às diferenças, como a literatura indígena “GUÃIGUINGU conhecido como URUTAU, Trata-se de um mito que ensina a não ter preconceito contra a diferença.” A cosmovisão dos grupos indígenas iniciou-se a elaboração de material especifico para tal fim, que fosse adequado ao ensino para esses grupos, que foi incentivada através da introdução das escritas alfabéticas a produção bibliográfica na sociedades indígenas que em maioria faziam o uso apenas da tradição oral. A literatura indígena na escola, tanto em livro ou por meio das narrativas orais pode ser um instrumento de mediação de conhecimento. 140 PATRIMÔNIOS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS Na educação Infantil considera-secomo patrimônio os conhecimentos historicamente construídos e produzidos pela humanidade, numa perspectiva pedagógica que visa ao processo de valorização, conhecimento e preservação do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, articulados às experiências e aos saberes das crianças, de modo a promover o desenvolvimento integral das mesmas. PATRIMÔNIO AMBIENTAL: por seu modo, é um bem que se encaixa na categoria de patrimônio natural pelo IPHAN, os quais podemos citar praias, árvores, reservas florestais, montanhas considerado pelo valor econômico e paisagístico. Na Educação Infantil pode-se trabalhar e explorar os elementos contidos na natureza como a fauna e flora onde o homem interage como forma de sobrevivência. Conteúdos como a poluição de matas, rios e as queimadas, a falta d’água e a conscientização são elementos que devem ser trabalhados quando se trata do patrimônio ambiental para que sejam formadas crianças conscientes que cuidam do ambiente em que vivem. PATRIMÔNIO ARTÍSTICO: composto daqueles elementos artisticamente constituído nas mais variadas formas de expressão do homem e a forma como interage e comunica com o mundo por meio de pinturas, desenhos, obras de arte, esculturas, peças, monumentos, artes plásticas que caracterizam determinada comunidade. PATRIMÔNIO CULTURAL: por seu modo, é um bem que se encaixa na categoria de patrimônio natural pelo IPHAN, os quais podemos citar praias, árvores, reservas florestais, montanhas considerado pelo valor econômico e paisagístico. Na Educação Infantil pode-se trabalhar e explorar os elementos contidos na natureza como a fauna e flora onde o homem interage como forma de sobrevivência. Conteúdos como a poluição de matas, rios e as queimadas, a falta d’água e a conscientização são elementos que devem ser trabalhados quando se trata do patrimônio ambiental para que sejam formadas crianças conscientes que cuidam do ambiente em que vivem. PATRIMÔNIO CIENTÍFICO: de cunho estritamente sistemático e racional do qual podemos citar os elementos matemático abrange todo e qualquer conhecimento que exigiu pesquisa e produção pelo homem nas diferentes ciências ao longo dos séculos e é obtido a partir de experiências relacionamentos, leituras e, sobretudo, interações. PATRIMÔNIO TECNOLÓGICO: envolve os conhecimentos científicos da sociedade, o qual se tornam elementos para se entender o corpo humano, a cura de doenças, o descobrimento de elementos materiais, os meios de comunicação. 141 TEMAS CONTEMPORÂNEOS Temas contemporâneos que afetam a vida humana em escala local, regional e global, preferencialmente de forma transversal e integradora. Entre esses temas, destacam-se: direitos da criança e do adolescente, educação para o trânsito , educação ambiental , educação alimentar e nutricional , processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso , educação em direitos humanos , educação das relações étnico-raciais e ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena , bem como saúde, vida familiar e social, educação para o consumo, educação financeira e fiscal, trabalho, ciência e tecnologia e diversidade cultural essas temáticas são contempladas em habilidades dos componentes curriculares, cabendo aos sistemas de ensino e escolas, de acordo com suas especificidades, tratá-las de forma contextualizada. Para compreender a descrição de cada tema contemporâneo deverá ser consultado o currículo do MS e de Dourados. → 2.1. O Estudo da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena → 2.2. Direitos das Crianças e dos Adolescentes → 2.3. Educação De Direitos Humanos → 2.4. Educação Ambiental → 2.5. Educação para o Trânsito → 2.6. Educação Alimentar e Nutricional → 2.7. Educação Fiscal → 2.8. Educação Financeira → 2.9. Saúde, Sexualidade e Gênero, Vida Familiar e Social → 2.10. Respeito, Valorização e Direitos dos Idosos → 2.11. Conscientização, Prevenção e Combate À Intimidação Sistemática (Bullying) → 2.12. Cultura Sul-Mato-Grossense E Diversidade Cultural → 2.13. Superação de Discriminações e Preconceitos, como racismo, sexismo, homofobia e outros → 2.14. Cultura Digital (DOURADOS, Currículo da Rede Municipal de Ensino de Dourados, 2020, p. 28) 142 REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS Os eixos estruturais, interagir e brincar, são importantes para que a criança consolide sua aprendizagem. É a partir da brincadeira e da interação que ela desenvolve, nesta etapa, as estruturas, habilidades e competências que serão importantes ao longo de toda a vida. Para que se cumpram as diretrizes, os aspectos relacionados ao cuidar e educar devem estar sempre vinculados como ações para que se efetive com qualidade o atendimento na Educação Infantil, considerando a criança que atende e levando em consideração que as interações e as brincadeiras devem ser os eixos condutores das práticas pedagógicas na Educação Infantil. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. 3ª versão final. Brasília: MEC, 2017. ________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Conselho Nacional da Educação. Câmara Nacional de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica / Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013. ________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. Brasília: MEC, SEB, 2010. DOURADOS. Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Ensino e Educação. Currículo da Rede Municipal de Ensino de Dourados / Organizadoras Laura Cristina Vargas Pereira; Clair Moron dos Santos Munhoz. Dourados : SEMED, 2020. ________. Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Educação Infantil. Diretrizes Curriculares Municipais para a Educação Infantil de Dourados. Dourados: SEMED, NEI, DCMEI, 2017. MATO GROSSO DO SUL. Secretaria de Estado de Educação. Currículo de referência de Mato Grosso do Sul: educação infantil e ensino fundamental / Organizadores Hélio Queiroz Daher; Kalícia de Brito França; Manuelina Martins da Silva Arantes Cabral. Campo Grande: SED, 2019. (Série Currículo de Referência; 1). REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Encaminhamento Núcleo de Educação Infantil, e aquelas escolhidas pela Unidade Escolar e docentes. COMPLEXO, Hospital. 5 dicas de higiene na Primeira Infância. Disponível em: <http://pequenoprincipe.org.br/noticia/5-dicas-de-higiene-na-primeira-infancia/>. http://pequenoprincipe.org.br/noticia/5-dicas-de-higiene-na-primeira-infancia/ 143 Acesso em: 01/03/2020, 7h. FERNANDES, Clarice Albertina. Ler Sobre o tempo. Disponível em: <https://novaescola.org.br/plano-de-aula/2892/ler-sobre-o-tempo>. Acesso em: 22/02/2020, 21h. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes em Ação : Qualidade no dia a dia da Educação infantil/ Instituto Avisa lá – Formação continuada de educadores; Ministério da Educação; Fundo das Nações Unidas para a Infância - UNICEF – São Paulo : Ed. Instituto Avisa Lá, 2015. OLIVEIRA, Graciane Carneiro de. A importância das interações e dabrincadeira para o desenvolvimento das crianças na educação infantil.Disponível em: <https://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-das-interacoes-e-da- brincadeira-para-o-desenvolvimento-das-criancas-na-educacao-infantil/153822>. 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ISBN 978-85-249- 1534-5. CUNHA, Susana Rangel Vieira da; CARVALHO, Rodrigo Saballa de. Arte contemporânea e Educação Infantil: crianças observando, descobrindo e criando / Susana Rangel Vieira da Cunha, Rodrigo Saballa de Carvalho (organizadores) - 1. ed. - Porto Alegre : Mediação, 2017. 128 p.; 25 cm. ISBN: 978-85-7706-115-0. CUNHA, Susana Rangel Vieira da. (Org.) As artes do universo infantil / Susana Rangel Vieira da Cunha (Organização), Dulcimarta Lemos Lino, Lisete Arnizaut Machado de Vargas, Luiz Fernando de Souza, Sandra Regina Simonis Richter e Vera Lúcia Bertoni dos Santos. 4 ed - Porto Alegre : Mediação, 2017. 272 p. : il. ; ISBN: 978-85-7706-072-6. HERNÁNDEZ, Fernado. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho / Fernando Hernández; tradução Jussara Haubert Rodrigues. - Porto Alegre : Artmed, 1998. 152 p. ; 23 cm. GANDINI, Lella [et al.]. O papel do ateliê na educação infantil : inspiração de Reggio Emilia / Organizadores Lella Gandini, Lynn Hill, Louise Cadwell e Charles Schwall; tradução: Ronaldo Cataldo Costa; revisão técnica: Ana Lúcia Goulart de Faria. - Porto Alegre : Penso, 2012. 224 p. ; 25 cm. ISBN 978-85-63899-88-0. EDUCAÇÃO FÍSICA FRIEDMANN, A. O brincar na Educação Infantil: observação, adequação e inclusão. São Paulo: Moderna, 2012. GALLAHUE, D. L.; OZMUN, J. C.; GOODWAY, J. D. Compreendendo os desenvolvimento motor : bebês, crianças, adolescentes e adultos. 7 ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. GUTTON, Philippe. O brincar da criança, estudo sobre o desenvolvimento. Petrópolis –RJ. Vozes, 2013. HARLOS,F. E.; OLIVEIRA, G. M. Vamos fazer uma nova Educação Infantil? Bauru: Canal6, 2009. KISHIMOTO,T.M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo,1997. MOYLES, J. R. Só brincar? O papel do brincar na educação infantil – Porto Alegre: Artmed, 2002. 145 Rotina é uma categoria pedagógica que os responsáveis pela educação infantil estruturam para, a partir dela desenvolver o trabalho cotidiano nas instituições de educação infantil. As denominações dadas à rotina são diversas: horário, emprego do tempo, sequência de ações, trabalho dos adultos e das crianças, plano diário, rotina diária, etc. (BARBOSA, p. 35, 2006). ROTINA INTENÇÃO DA ROTINA METODOLOGIA/ DESENVOLVIMENTO/ EXECUÇÃO CHAMADA CALENDÁRIO CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS TEMPO / CLIMA RODA DE CONVERSA / ESPAÇO DE ESCUTA HIGIENIZAÇÃO (escovação, trocas, banhos) ALIMENTAÇÃO MUSICALIZAÇÃO PASSEIOS / BRINCADEIRAS AO AR LIVRE OUTRAS Chamada: A chamada na Educação Infantil auxilia o trabalho de alfabetização, letramento e identidade da criança e dos seus pares. É um momento lúdico em que o professor tem como objetivo a aprendizagem e ainda faz parte da rotina. Calendário: - As crianças aprendem sobre funcionamento dos números num contexto específico: o calendário; - Familiarizar-se com uma forma particular de organizar a informação, identificando a passagem do tempo apoiado no calendário; - Utilizar o calendário como forma de organizar acontecimentos e compromissos comuns ao grupo, interpretando a série numérica, compreendendo certas regularidades das medidas de tempo, como dia, mês e ano. 146 Contação de histórias: A contação de histórias influi em todos os aspectos da educação da criança: na afetividade: desperta a sensibilidade e o amor à leitura; na compreensão: desenvolve o automatismo da leitura rápida e a compreensão do texto; na inteligência: desenvolve a aprendizagem de termos e conceitos e a aprendizagem intelectual. (Runifo e Gomes, 1999) Roda de conversa/espaço de escuta: A roda de conversa é um momento onde a criança tem a oportunidade de expressar seus pensamentos de maneira informal, mas em se tratando de crianças pequenas torna-se uma atividade fundamental para ampliar sua competência comunicativa. Requer intencionalidade educativa, planejamento e reflexão constante. Tempo/clima: Introduzir noções de tempo e clima e relacionar questões ambientais ao clima, a turma deve ser apresentada a boletins meteorológicos apoiado em imagens, além de trabalhar a sensação térmica que cada um sente. Higienização (escovação, trocas, banhos3): São essenciais e devem sempre ser supervisionados. Os cuidadores precisam estar atentos aos momentos do banho, das necessidades fisiológicas, da escovação dos dentes e também da higienização das mãos. Alimentação: O processo alimentar tem uma série de implicações emocionais e psicológicas. As experiências alimentares no começo de vida têm importantes desdobramentos na formação dos traços da personalidade, na vida adulta. A alimentação não se reduz à questão puramente nutricional, mas um ato social, inserido em um contexto cultural; e estando no ambiente educacional/escolar a alimentação pode e deve ter função pedagógica. Musicalização: Esta forma de arte traz conexões das funções motoras e psíquicas em consequência da maturidade do sistema nervoso. Durante as aulas, as crianças melhoram a coordenação motora, a tonicidade (força) e começam a distinguir o forte do fraco, rápido do devagar, som do silêncio, grave do agudo, além do trabalho corporal e das percepções sensoriais. A musicalização infantil é exercida a partir do contato com os instrumentos musicais e, sobretudo, nas brincadeiras de roda e cantigas efetuadas por eles, esses conjuntos de atividades que sensibilizam a criança para os sons a sua volta. De forma intuitiva e lúdica ela trabalha e amplia a percepção da criança para fundamentos como ritmo, melodia e harmonia. Os benefícios são: Desenvolvimento da cognição; Desenvolvimento da fala e do vocabulário; Conhecimento musical; Aumento da percepção corporal e da 3ATENÇÃO: No Município de Dourados o atendimento é parcial, por este motivo os momentos de banhos e sono nos Centros de Educação Infantil Municipais são esporádicas e casual, de acordo com as necessidades fisiológicas ou por consequência das atividades desenvolvidas. Esta orientarão difere do atendimento integral. 147 coordenação motora, entre outros. Passeios/Brincadeiras ao ar livre: São essenciais para a promoção infantil. Ao ar livre tudo se torna mais distante e amplo em comparação com a sala e demais ambientes fechados, por isso brincar ao ar livre proporciona viver a infânciaalém dos muros e das paredes, desta forma a criança se conecta com o mundo, aceita as diversidades e o meio ambiente. Os benefícios são: Aprendizagem; Criatividade; Autonomia; Previne a ansiedade e obesidade infantil; Vitaminas e hormônios; Sistema imunológico; Ganhos corporais; Melhora o sono e potencializa do cérebro; Previne o desenvolvimento de problemas de visão; Melhora as relações sociais; Desenvolve a atenção e a concentração; União familiar. (SOU MAMÃE, 2017; MEDINA, 2015) . 148 INSTRUMENTO DE REGISTRO DE PROJETO TRABALHO ATENÇÃO COORDENAÇÃO E PROFESSORES LER “TUTORIAL - POR QUE DESENVOLVER O PLANEJAMENTO POR MEIO DE PROJETO DE TRABALHO? (SANTANA, 2020)” DISPONÍVEL PARA BAIXAR ARQUIVO PDF NO PORTAL. PROJETO DE TRABALHO DA UNIDADE - SEMESTRAL PROJETO DE TRABALHO DO PROFESSOR - BIMESTRAL UNIDADE ESCOLAR: _______________________________________________________________ DIAS LETIVOS: _____________________________________________________________________ TURMAS: __________________________________________________________________________ INTENÇÃO (indagação) Discussão / hipótese / surgiu por situação problema / problematização? - Intenção do planejamento dentro do projeto (ITEM OBRIGATÓRIO) Vivências e experiências que o educador pretende executar diariamente Segunda-feira: Terça-feira: Quarta-feira: Quinta-feira: Sexta-feira: Sábado: TEMA / PROJETO Tema Norteador para Projetos e atividades (sugestão NEI/SEMED): Nossa Terra, Nossa Gente, Nossa Cultura – Dourados 85 anos. Título projeto 149 EIXOS ESTRUTURAIS Interações e Brincadeiras Os eixos estruturais, interagir e brincar, são importantes para que a criança consolide sua aprendizagem. É a partir da brincadeira e da interação que ela desenvolve, nesta etapa, as estruturas, habilidades e competências que serão importantes ao longo de toda a vida. Para que se cumpram as diretrizes, os aspectos relacionados ao cuidar e educar devem estar sempre vinculados como ações para que se efetive com qualidade o atendimento na Educação Infantil, considerando a criança que atende e levando em consideração que as interações e as brincadeiras devem ser os eixos condutores das práticas pedagógicas na Educação Infantil. PRINCÍPIOS Princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Éticos Autonomia, responsabilidade, respeito ao bem comum, ao meio ambiente, as diferentes culturas, identidades, singulares. Estéticos Sensibilidade, criatividade, ludicidade, liberdade de expressão, manifestações artísticas e culturais. Políticos Cidadania exercício da criticidade e do respeito a ordem democrática. PRINCÍPIOS Princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Éticos Estéticos Políticos Autonomia, responsabilidade, respeito ao bem comum, ao meio ambiente, as diferentes culturas, identidades, singulares. Sensibilidade, criatividade, ludicidade, liberdade de expressão, manifestações artísticas e culturais. Cidadania exercício da criticidade e do respeito a ordem democrática. 150 INTENÇÃO (INDAGAÇÃO, DISCUSSÃO/HIPÓTESE/SURGIU POR SITUAÇÃO PROBLEMA/PROBLEMATIZAÇÃO) Consiste na organização e proposição, pelo educador, de experiências que permitam às crianças conhecer a si e ao outro e de conhecer e compreender as relações com a natureza, com a cultura e com a produção científica, que se traduzem nas práticas de cuidados pessoais (alimentar-se, vestir-se, higienizar-se), nas brincadeiras, nas experimentações com materiais variados, na aproximação com a literatura e no encontro com as pessoas. Nesta intencionalidade se apresenta o trabalho do educador: reflexão, seleção, organização, planejamento, mediação e monitoramento do conjunto das práticas e interações, garantindo a pluralidade de situações que promovam o desenvolvimento pleno das crianças. (BNCC, 2017) COMPETÊNCIAS GERAIS DA BNCC A Base possui 10 Competências Gerais que operam como um “fio condutor”. Para a Educação Infantil as 10 Competências Gerais da Base se desdobram em direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, dentro dos 5 campos de experiência da Educação Infantil. 1. Conhecimento Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. 2. Pensamento científico, crítico e criativo Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas. 3. Repertório cultural Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural. 4. Comunicação Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos, além de produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo. 5. Cultura digital 151 Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. 6. Trabalho e projeto de vida Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais, apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade. 7. Argumentação Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. 8. Autoconhecimento e autocuidado Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo- se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas. 9. Empatia e cooperação Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, suas identidades, suas culturas e suas potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. 10. Responsabilidade e cidadania Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários. COMPETÊNCIAS GERAIS DA BNCC PATRIMÔNIOS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS TEMAS CONTEMPORÂNEOS ENVOLVIDOS NO PROJETO CRIANÇA PARTICIPAÇÃO (descrever como ocorre a efetiva participação das crianças como centro do planejamento, protagonista e sujeito histórico de direitos) 152 FAMÍLIA / COMUNIDADE PARTICIPAÇÃO (descrever como a família irá participar) ADMINISTRATIVOS PARTICIPAÇÃO (descrever como a família irá participar) PROFESSORES PARTICIPAÇÃO: Efetiva participaçãoem todas as etapas, incentivo para envolvimento de todos. Práticas Pedagógicas I – PEDAGOGIA Práticas Pedagógicas II – PEDAGOGIA Práticas Pedagógicas III – ARTE Práticas Pedagógicas IV – EDUCAÇÃO FÍSICA Práticas Pedagógicas – LITERATURA EM LIBRAS EXECUÇÃO CAMPOS DE EXPERIÊNCIAS EVIDENCIADOS OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO EVIDENCIADOS O Eu, o Outro e Nós Corpo, Gesto e Movimentos Traços, Sons, Cores e Formas Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações DIREITOS DE APRENDIZAGEM ENVIDENCIADOS CONVIVER EXPLORAR BRINCAR EXPRESSAR PARTICIPAR CONHECER-SE AÇÕES DIDÁTICAS O Eu, o Outro e Nós Corpo, Gesto e Movimentos Traços, Sons, Cores e Formas 153 Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações PARTE DIVERSIFICADA, PATRIMÔNIOS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS METODOLOGIA RECURSOS UTILIZADOS OBSERVAÇÕES REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. 3ª versão final. Brasília: MEC, 2017. ________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Conselho Nacional da Educação. Câmara Nacional de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica / Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013. ________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. Brasília: MEC, SEB, 2010. DOURADOS. Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Ensino e Educação. Currículo da Rede Municipal de Ensino de Dourados / Organizadoras Laura Cristina Vargas Pereira; Clair Moron dos Santos Munhoz. Dourados : SEMED, 2020. ________. Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Educação Infantil. Diretrizes Curriculares Municipais para a Educação Infantil de Dourados. Dourados: SEMED, 2017. MATO GROSSO DO SUL. Secretaria de Estado de Educação. Currículo de referência de Mato Grosso do Sul: educação infantil e ensino fundamental / Organizadores Hélio Queiroz Daher; Kalícia de Brito França; Manuelina Martins da Silva Arantes Cabral. Campo Grande: SED, 2019. (Série Currículo de Referência; 1). REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES 154 TRIMESTRAL POR CRIANÇA - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS I - PEDAGOGO POR TURMA - TODOS (PEDAGOGOS, ARTE, EDUCAÇÃO FÍSICA E LIBRAS) QUEM FAZ O RELATÓRIO DA CRIANÇA? O relatório deve ser produzido de maneira coletiva entre as professoras da turma, quem inicia o documento é a professora Práticas Pedagógicas I (Pedagogo - 16h), e socializa com os demais professores (Pedagogo II, Arte e Educação Física) para que colaborarem no texto, trazendo aspectos do desenvolvimento da criança que seja peculiar em sua companhia. É importante que exista essa socialização do relatório, pois muitas vezes as crianças se comportam e se desenvolvem de maneiras diferentes de um professor para o outro. Sugerimos que seja um texto partilhado para agilizar o trabalho de todos os envolvidos sem sobrecarregar os profissionais em dedicação a textos semelhantes. Ao final da escrita é importante que tenha os nomes dos profissionais que participaram da escrita e o nome do(a) coordenador(a) da instituição. (DOURADOS, 2017, p.9) AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA A avaliação diagnóstica deve ser realizada tanto no começo do ano letivo, bem como ao se iniciar um novo projeto e/ou objetivo de aprendizagem. Possibilita levantar o que as crianças já sabem a respeito do que se pretende trabalhar (KRAEMER, 2005). Sua principal característica, portanto, é o seu aspecto preventivo, já que ao conhecer as crianças no início do processo educativo, é possível prever suas reais necessidades e trabalhar em prol de seu atendimento. Atua como instrumento de conhecimento da realidade sobre os conhecimentos, aptidões, interesses e capacidades, transformando essa realidade em algo compreensível. Permite, pois, investigar a realidade e como ela funciona com vista à organização de um ensino e aprendizagem que atenda as necessidades identificadas (LUCKESI, 2011). 155 AVALIAÇÃO FORMATIVA A avaliação abarca uma dimensão formativa ou continuada da avaliação, pois possibilita identificar os níveis já consolidados pela criança, suas necessidades ao longo do processo e as estratégias de intervenção necessárias a seus avanços de forma processual, descritiva e qualitativa. Envolve sistemas mais abertos de avaliação, a serviço das orientações das aprendizagens das crianças e não apenas do registro burocrático de seus resultados. Sua principal característica é a ênfase no aprender a partir da análise sobre os objetivos pretendidos (LUCKESI, 2011). Desta forma, orienta o trabalho do professor e o melhor caminho para garantir os direitos de aprendizagem e a evolução de todas as crianças (SETUBAL, 1995). Hoffmam (2012) ao trazer o conceito de avaliação mediadora, tendo como fundamento os princípios da avaliação formativa, ressalta que esta abarca, necessariamente, a intervenção pedagógica. Planejar atividades e práticas pedagógicas, redefinir posturas, reorganizar o ambiente de aprendizagem e outras ações, com base no que se observa, são procedimentos inerentes ao processo educativo (HOFFMAM, 2012, 15). E ainda salienta Mediação é interpretação, diálogo, interlocução, desafios intelectuais significativos ao longo do processo educativo. Para que a avaliação “mediadora” se efetive, assim como a avaliação formativa em sua essência, é necessária a tomada de consciência pelo professor de que o ato de avaliar tem por base a interpretação do processo de construção do conhecimento: como o professor lê e interpreta as manifestações dos alunos ao longo de um tempo? Como os alunos estão evoluindo nesse processo e qual o papel do professor para que isso aconteça? (HOFFMANN, 2013, p.103). APRECIAÇÃO FINAL Um dos aspectos da apreciação é a avaliação diagnóstica e formativa. A apreciação é, portanto, um processo que envolve elencar os conhecimentos prévios, as indagações, as questões. É a realização de um balanço sobre o que gostamos de fazer, sobre os direitos e objetivos de aprendizagem, sobre quais outras aprendizagens são necessárias; quais ideias podem se tornar novos projetos. Também chamada de processo recapitulativo. É o momento de apresentação do processo de aprendizagem, do reconhecimento e verificação das habilidades conquistadas e das necessidades encontradas. O processo de avaliação dá espaço para as evidências no processo. O caminhar com a criança é parte integrante, é uma avaliação democrática. Saber é dar sentido a informação e transformá-la em conhecimento. Identificar onde a criança está e o que precisa para continuar aprendendo. Dá oportunidade de reflexão e de introdução de mudanças. Representa a trajetória e é uma forma de mostrar a 156 concepção e o valor educativo (LICURSI, 2019). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARBOSA, Maria Carmem Silveira; HORN, Maria da Graça Souza. Projetos pedagógicos na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2008. 128 p. HOFFMANN, J. Avaliação e Educação Infantil: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação, 2012. KRAEMER, M. E. P. (1). A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM COMO PROCESSO CONSTRUTIVO DE UM NOVO FAZER. Avaliação - Revista da Avaliação da Educação Superior, 10(2). Disponível em: <http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/avaliacao/article/view/1310>. Acesso em: abr. de 2019. LICURSI, Sonia. Avaliação como processo de aprendizagem de quem? Conversando com Educação. Disponível em: <http://conversandocomeducacao.com.br/avaliacao-como-processo-de- aprendizagem-de-quem/>. Acesso em: mai. de 2019. LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico. 1. Ed., São Paulo: Cortez, 2011. SETUBAL, Maria Alice (Coord) et al. Avaliação e aprendizagem. Raízes e Asas fascículo 8, São Paulo: CENPEC, 1995.23p. Disponível em: <http://memoria.cenpec.org.br/uploads/F201_044-05- 00008%20caderno%208.pdf>. Acesso em 04.03.2019. 157 A avaliação é entendida com um processo contínuo, que garantem os direitos de aprendizagem e desenvolvimento na educação infantil, por meio, do conviver, do brincar, do participar, do explorar, de expressar-se e conhecer-se (BNCC, 2017). Todas as produções escritas e verbais, as manifestações orais ou atitudinais observadas e registradas durante as aulas servirão como indicadores para avaliar o desenvolvimento e desempenho do aluno, do professor e da proposta educativa. Como instrumentos de REGISTRO de diferentes momentos, das avaliações serão utilizados: relatórios, atividades desenvolvidas, desenhos, textos, fotografias e vídeos; e como INSTRUMENTOS de avaliação serão utilizados entre outros: participação nas aulas, nas atividades individuais e ou coletivas, desempenho esforço e criatividade ao realizarem as atividades propostas em classe. No decorrer do PROCESSO AVALIATIVO, a todo o momento, serão propostas atividades que visam o melhoramento do desempenho dos alunos de acordo com suas necessidades (físicas, psicomotoras, de autonomia, de bem estar, de expressão, artísticas e culturais). Descrição quanto ao desenvolvimento e conquistas das crianças no que se refere a autonomia, independência, agilidade motora, interação com adultos e crianças e interação com as atividades propostas pela/o professora/or. Enriquecer o relatório individual com fotos da criança em questão, em momentos individuais e coletivos de brincadeiras, interações, desenvolvimento de atividades etc., as fotos devem ser seguidas de parágrafos descritivos sobre a criança em questão, trazendo percepções da criança e análise crítica da/o professora/or sobre o momento capturado. Como aponta Hoffmann (2012) “Um relatório de avaliação, assim, busca delinear um processo percorrido pela criança em sua permanente tentativa de superação, de novas tentativas e conquistas”. (p.92) Segue um pequeno trecho para exemplificar como pode ser estruturado os Relatórios Individuais das crianças: Nas atividades artísticas, Mariana vem procurando criar desenhos com maior movimento e em maior quantidade. Faz movimentos mais amplos e ocua melhor a folha quando usa caneta hidrocor. Com giz de cera, ainda apresenta dificuldade para isso. Na pintura, observo que experimenta diferentes misturas de cores, surpresa com as cores que cria. Na modelagem, está na etapa de amassar, bater e fazer furos na massa, imitando e servindo de sugestão aos colegas. (Criança de dois anos e meio, arquivo da autora). 158 (HOFFMANN, 2012 p. 124) Os atritos e reações impulsivas diminuíram consideravelmente, bem como a necessidade de minha interferência... Tive que procurar intensamente travar um diálogo com ele, conversando sobre suas atitudes e reunindo os envolvidos para analisar a situação. Procurei, assim, com que Marcelo ouvisse os amigos e percebesse o ponto de vista deles, o que o ajudou a melhorar suas atitudes. Assim, também, melhorou sua relação comigo, oferecendo-se para executar pequenas tarefas e favores, como ir à secretaria, distribuir o lanche, organizar a sala. (Criança de cinco anos, arquivo da autora). (HOFFMANN, 2012 p.134). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto/ Secretaria de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil. Brasília, 2010. DOURADOS. Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Educação Infantil. Relatório E-cidade: estudo e apresentação. / Secretaria Municipal de Educação. Núcleo de Educação Infantil. DOURADOS : SEMED, NEI, 2017. HOFFMANN, Jussara. Avaliação e Educação Infantil: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança /Jussara Hoffmann. – Porto Alegre: Mediação, 2012. 159 Os registros são considerados instrumentos de revisão de ações, pois integram o processo, tornando o acompanhamento e o fazer pedagógico mais significativo, podem ser coletados por meio de vídeos, áudios, fotos, imagens, desenhos (da criança, dos grupos), relatos, fichas, dossiês das crianças, diário de campo, pastas e portfólios... O registro pedagógico possibilita verificar a evolução das crianças, bem como a um planejamento mais consciente e consistente no sentido de atender as necessidades individuais e grupais (BARBOSA, 2008).. 160 QUADRO 1: ETAPA CRECHE – BEBÊS I E II QUADROS DO GRUPO 2: ETAPA CRECHE – MATERNAL I E II QUADROS GRUPO 3: ETAPA PRÉ-ESCOLAR – JARDIM I E II MASSINHA: fazer pão, biscoito ou simplesmente mass ENFIAGEM DE MACARRÃO EM FIOS OU COM BARBANTES COLO Um novo final para uma história - Nesta atividade, Faça uma roda com o grande grupo e converse com as Link da atividade completa: Convide o grupo para se reunir em roda com você. C Link da atividade completa disponível em : Organize as crianças em roda. Mostre a elas que vo Possíveis falas do professor: Pessoal, hoje vamos Link de poemas infantis disponível em : Atividade - Percepção de cuidados das plantas do e - Atividade - Visita ao jardim - As crianças solta Atividade disponível em: Brincadeiras com água: A proposta oportuniza às cr Busque um espaço livre para o contexto da brincade Estação 1: recipiente grande e plano contendo água Estação 2: um recipiente grande e plano, como uma Estação 3: Torneira com altura acessível às crianç Estação 4: recipiente grande e plano contendo água Convide as crianças para se acomodar em uma grande Possíveis falas do professor neste momento: Crian Atividade disponível em: FERNANDES, Clarice Albertina. Ler Sobre o tempo. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes em Ação : Quali OLIVEIRA, Graciane Carneiro de. A importância das OLIVEIRA, Zilma Morais Ramos de. Base Nacional Com _______. O currículo na educação infantil: o que p PREZI. Eixos norteadores: interações e brincadeira RUIZ, Leninha. Roda de conversa. Disponível em: < SAE DIGITAL. BNCC na Educação Infantil: Saiba quai