Prévia do material em texto
PRÉ – MOLARES SUPERIORES E INFERIORES ANATOMIA EXTERNA E INTERNA, ABERTURA CORONÁRIA – PONTO DE ELEIÇÃO, FORMA DE CONTORNO INICIAL, DIREÇÃO DE TREPANAÇÃO, REMOÇÃO DO TETO DA CÂMARA PULPAR, FORMA DE CONTORNO FINAL E DESGASTE COMPENSATÓRIO. 1. INTRODUÇÃO Os dentes pré-molares são essenciais para a mastigação e possuem uma anatomia complexa tanto externa quanto internamente. Na qual evidencia a complexidade das variações na morfologia apical, formato, face e canais radiculares. Os estudos da anatomia interna são de suma importância no exercício dos casos clínicos de endodontia. Pois, pode-se observar as cavidades pulpares com suas alterações anatômicas mais recorrentes, seus aspectos normais e a conexão entre os dentes e as estruturas vizinhas. Para a ocorrência de êxito no tratamento endodôntico necessita de uma combinação de fatores, deste modo, vai além da desinfecção do sistema de canais radiculares, da condição de limpeza e, do selamento (Oliveira et al., 2022). Tendo assim como pré-requisitos para a eficácia, uma necessidade de um esmiuçado conhecimento da morfologia do sistema de canais radiculares, uma boa qualidade das radiografias pré-operatórias e exame tátil tanto da câmara pulpar como do assoalho (England et al., 1991 apud Rabang et al., 2008) Para a ocorrência de êxito no tratamento endodôntico necessita de uma combinação de fatores, deste modo, vai além da desinfecção do sistema de canais radiculares, da condição de limpeza e, do selamento (Oliveira et al., 2022). Tendo assim como pré-requisitos para a eficácia, uma necessidade de um esmiuçado conhecimento da morfologia do sistema de canais radiculares, uma boa qualidade das radiografias pré-operatórias e exame tátil tanto da câmara pulpar como do assoalho (England et al., 1991 apud Rabang et al., 2000 · Anatomia externa e interna: Ambos os pré-molares superiores e inferiores têm uma câmara pulpar com um sistema de canal radicular que se ramifica. Geralmente, há dois canais principais nos pré-molares superiores e um ou dois nos inferiores. Aspecto anatômico do 1º. PMS – 24 · Número de raízes: Os primeiros pré-molares superiores geralmente apresentam duas raízes, sendo uma vestibular e uma palatina, podendo ter, porém, variações no número e nível de bifurcação, o que influi diretamente nos condutos. · 21,9% (duas raízes separadas com região de furca mais próxima da coroa); · 23% (duas raízes separadas com região de furca mais próxima do ápice radicular); · 9,7% (raízes com uma união de dentina no meio); · 43% (raízes fusionadas); · 2,4% (três raízes) Número de canais: o 1 canal - 8,3% o 2 canais - 84,2% o 3 canais - 7,5% Estreito ; Forma elíptica. Logo é mais achatado o Conduto palatino: Mais calibroso que o vestibular; De forma ligeiramente circular; Logo é mais largo. Tratar o canal palatino vai ser mais fácil; o Conduto transversal – 2 conduto: Terço cervical: dois condutos de forma elíptica unidos por um pequenos istmo; o Corte transversal – 2 condutos: Terço médio e apical: condutos em forma circular totalmente separados. Complicação anatômica: o Curva: Baioneta - Dupla curvatura, formato de “S”; Pseudobaioneta - Curvatura não muito acentuada, é uma baioneta mais suave; · Ponto de eleição: 1- O acesso é sempre realizado através da face oclusal, em todos os dentes posteriores. O preparo inicial é feito com a broca paralela ao longo eixo do dente, no centro exato do sulco principal dos pré-molares superiores. A broca esférica (#2) acionada por meio de alta rotação é excelente para realizar este procedimento (Fig. A). 2- Após atingir a câmara pulpar (queda no vazio), com movimentos de dentro para fora, ainda com broca esférica, remove-se o teto da câmara pulpar (Fig. B). Devido à forma da câmara pulpar e à localização da entrada dos canais radiculares, essa etapa deve visar principalmente a porção vestibular e palatina, evitando-se desta forma desgastes desnecessários nas porções proximais, ou seja, nas paredes mesial e distal. 3- Após a remoção do teto, as paredes laterais da cavidade endodôntica devem ser alisadas com brocas troncocônicas sem ponta ativa, dando uma ligeira divergência para oclusal (Fig. C). 4- A forma de contorno deve ser ovoide com maior diâmetro no sentido vestíbulo-lingual. 5- Toalete da cavidade com irrigação abundante. 6- Localização dos orifícios de entrada dos canais radiculares (Fig. E). · Terapia endodôntica (erros cometidos) Aspecto anatômico do 2º. PMS - 25 Número de raízes: o Neste caso ocorre o inverso do que acontecia no primeiro pré-molar, ou seja, aqui é mais frequente encontrar uma raiz e um conduto; o Uniradicular; o 2% o 7% o 7,7% o 90,3%; ] Forma radicular: o Elipsóide: Alongamento de vestibular para palatino; Achatamento mesiodistal. Direção da raiz: o Curvatura distal: 29,5% o Baioneta: 7,0% o Pseudobaioneta: 6,0% Número de canais: o 1 Canal – 53,7% o 2 Canais – 46,3% OBS: Comparando o primeiro pré-molar superior com o segundo pré-molar superior é mais fácil fazer o tratamento do segundo pré-molar superior. . Com relação aos comprimentos em milímetros dos 2os. PMS, podemos citar, Máximo (26mm), médio (21,6mm) e mínimo (17mm), respectivamente Vista proximal do 2os. PMS com raiz única (90%), com um canal, dois canais e um forame e 2 canais e dois forames image5.jpg image6.jpg image7.jpg image8.jpg image9.jpg image10.jpg image1.jpeg image2.jpg image3.png image4.jpg