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FISIOXY (21)

Material sobre fisioterapia na atenção secundária e terciária do SUS e seus protocolos. Aborda reabilitação pós‑AVC, doenças respiratórias crônicas, lesões ortopédicas e sequelas neurológicas; locais de atendimento, integração com atenção primária e diretrizes (infraestrutura, competências, critérios, técnicas e indicadores).

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Fisioterapia na Atenção Secundária e 
Terciária
A atuação da fisioterapia na atenção secundária e terciária do Sistema Único de Saúde (SUS) é 
fundamental para a reabilitação e recuperação funcional de pacientes acometidos por doenças e 
agravos de maior complexidade. Nesse nível de atenção, os fisioterapeutas trabalham em conjunto 
com outros profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros e terapeutas ocupacionais, para 
desenvolver planos de tratamento personalizados e abrangentes.
As principais áreas de atuação da fisioterapia nesse contexto incluem a reabilitação pós-acidente 
vascular cerebral (AVC), o manejo de doenças respiratórias crônicas, a recuperação de lesões 
ortopédicas e musculoesqueléticas, além do acompanhamento de pacientes com sequelas de 
doenças neurológicas, como Parkinson e Alzheimer. Esses atendimentos são realizados em unidades 
hospitalares, ambulatórios especializados e centros de reabilitação, buscando promover a máxima 
recuperação funcional e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.
Um aspecto importante da atuação fisioterapêutica nesse nível de atenção é a integração com a rede 
de atenção primária, garantindo a continuidade do cuidado e a implementação de ações de 
prevenção, educação em saúde e promoção da autonomia dos pacientes.
Protocolos e Diretrizes de 
Atendimento Fisioterapêutico no 
SUS
O Sistema Único de Saúde (SUS) estabelece protocolos e diretrizes para orientar o atendimento 
fisioterapêutico, visando garantir a qualidade e efetividade dos serviços prestados. Esses protocolos 
baseiam-se em evidências científicas e boas práticas, abrangendo desde a avaliação inicial do 
paciente até a definição do plano de tratamento e acompanhamento. Eles são fundamentais para 
padronizar os procedimentos e garantir a equidade no acesso aos serviços de fisioterapia 
dentro do SUS.
As principais diretrizes abordam temas como: requisitos mínimos para infraestrutura e 
equipamentos; competências e habilidades esperadas dos profissionais; critérios de elegibilidade e 
priorização de pacientes; técnicas e métodos fisioterapêuticos indicados para cada condição de 
saúde; periodicidade e duração do tratamento; e indicadores de avaliação e monitoramento dos 
resultados. Essas orientações visam otimizar o uso eficiente dos recursos públicos, maximizar os 
benefícios para a população atendida e reduzir as disparidades regionais no acesso à fisioterapia.

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