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Leia atentamente as seguintes instruções:
1.
Você deve receber do fiscal o material abaixo:
a) 01 (um) CARTÃO-RESPOSTA, destinado à marcação das respostas.
b) Você deve assinalar apenas UMA ALTERNATIVA PARA CADA QUESTÃO. A marcação em mais de uma alternativa anula a
questão.
c) No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras, correspondentes às respostas de sua opção, deve ser feita preenchendo todo
o espaço compreendido no retângulo, com caneta esferográfica de tinta preta ou azul, com um traço contínuo e denso, como no
exemplo acima
2. oãn seõtseuq ed onredac on sadalanissa seõçacram sa e sohnucsar sO .atsopser-oãtrac ues racram arap sianif sotunim )atnirt( 03 so evreseR
serão levados em conta.
Créditos:
Plataforma
de Ensino
1. Você deve receber do fiscal o material abaixo:
a) Este CADERNO, com 80 questões objetivas.
b) 01 (um) CARTÃO-RESPOSTA, destinado à marcação das respostas.
2. Como preencher o CARTÃO-RESPOSTA:
a) No campo em que se lê “Aluno”, o aluno deverá identificar o seu nome completo, de forma
legível.
b) No campo em que se lê “Avaliação”, o aluno deverá identificar o nome da avaliação que está
fazendo.
c) No campo em que se lê “Matrícula”, o aluno deverá identificar o seu número de matrícula do
sistema na coluna em branco, que conterá no máximo 8 algarismos, e preencher os espaços,
de cima para baixo, com o número correspondente a cada linha (ver exemplo abaixo).
d) No campo em que se lê “Código da Prova”, o aluno deverá identificar o código da prova
seguindo a forma de preenchimento descrita no item c).
e) Não dobre, não amasse, não rasure nem manche o CARTÃO-RESPOSTA.
f ) Você deve assinalar apenas UMA ALTERNATIVA PARA CADA QUESTÃO.
A marcação em mais de uma alternativa anula a questão.
g) No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas de sua opção
deve ser feita preenchendo-se todo o espaço compreendido no retângulo, com caneta
esferográfica de tinta preta ou azul, com um traço contínuo e denso.
3. Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as
marcações assinaladas no CADERNO DE QUESTÕES NÃO SERÃO CONSIDERADOS.
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CÓDIGOS: INGLÊS – 31016| ESPANHOL – 31216
REDAÇÃO
Instruções:
● O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
● A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas
desconsiderado para efeito de correção.
Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:
● tiver até 7 (sete) linhas escritas.
● fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.
● apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos.
● apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto.
TEXTO I
“Há um pouco mais de leitores no Brasil. Se em 2011 eles representavam 50% da população, em 2015 eles são 56%. Mas ainda é
pouco. O índice de leitura, apesar de ligeira melhora, indica que o brasileiro lê apenas 4,96 livros por ano – desses, 0,94 são indicados
pela escola e 2,88 lidos por vontade própria. Do total de livros lidos, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes. A média anterior
era de 4 livros lidos por ano. Os dados foram revelados na tarde desta quarta-feira, 18, e integram a quarta edição da Pesquisa Retratos
da Leitura no Brasil.”
Disponível em: <https://goo.gl/OTGMY1>.
TEXTO III
Leitura é a ação de ler algo. É o hábito de ler. A palavra deriva
do latim “lectura”, originalmente com o signi� cado de "eleição,
escolha, leitura". Também se designa por leitura a obra ou o texto
que se lê. A leitura é a forma como se interpreta um conjunto de
informações (presentes em um livro, uma notícia de jornal, etc.)
ou um determinado acontecimento. É uma interpretação pessoal.
O hábito de leitura é uma prática extremamente importante
para desenvolver o raciocínio, o senso crítico e a capacidade de
interpretação. O prazer da leitura deve ser despertado logo na
infância. Ler faz parte da formação cultural de cada indivíduo.
A leitura estimula a imaginação, proporciona a descoberta de
diferentes hábitos e culturas, amplia o conhecimento e enriquece
o vocabulário.
Disponível em: <www.signifi cados.com.br/leitura>.
TEXTO II
PROPOSTA DE REDAÇÃO
A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija
texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Hábito da leitura no Brasil”,
apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa,
argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
3ª Série do Ensino Médio
3
CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
HISTÓRIA
01 Após a leitura do texto abaixo e dos seus conhecimentos sobre
o tema, responda à questão abaixo:
A Incon� dência Mineira (1789) e a Incon� dência Baiana
(1798) têm em comum o fato de serem reprimidas pela Coroa
portuguesa ainda na fase de preparativos e o desejo de autonomia de
seus participantes, pois consideravam-se prejudicados e excluídos
dos benefícios pelos quais acreditavam ter direito de usufruir em
sua plenitude. Apesar de algumas opiniões contraditórias, percebe-
-se que o diferencial entre as duas conjurações é o fato de que a
Conjuração Mineira teve um caráter elitista em sua organização
e execução até o � m, enquanto a Conjuração Baiana, ao adquirir
contornos mais radicais e populares, causou o afastamento dos
líderes intelectuais da elite local que organizaram inicialmente o
movimento, fazendo com que mulatos, escravos, brancos pobres
e negros libertos se transformassem nos cabeças do levante.
Disponível em: https://goo.gl/R8dRMz. Acesso em: 02 set. 2016.
Fazendo um paralelo entre os movimentos revolucionários, a
Incon� dência Mineira e a Conjuração Baiana, pode-se concluir que
A enquanto os participantes da Incon� dência Mineira, em geral
buscaram como modelo político a república organizada nos
Estados Unidos, na Conjuração Baiana foi clara a inspiração
na Revolução Francesa.
B a existência da imprensa livre no século XVIII no Brasil
possibilitou a difusão dos ideais de liberdade e igualdade em
Minas e nas outras as regiões do país, possibilitando o êxito
dos revoltos.
C na capitania das Minas Gerais, o consumo de livros era
inferior, quando comparado a outras capitanias, o que
di� cultou a discussão dos ideais emancipacionistas pelos
setores médios urbanos.
D na Inconfidência Mineira, houve um amplo apoio das
camadas populares, dando maior força ao movimento,
enquanto a Conjuração Baiana � cou restrita a intelectuais.
E na conjuração baiana os envolvidos restringiram suas ações a
reuniões secretas coordenadas pela loja maçônica Cavaleiros
da Luz, sem nenhuma iniciativa de convocação pública para
a luta.
02 O texto a seguir é um fragmento do decreto de D. Pedro I, de
1823, em que o imperador dissolve a Assembleia Constituinte.
Havendo Eu convocado, como Tinha Direito de convocar, a
Assemblea Geral, Constituinte e Legislativa, [...] e havendo esta
Assemblea perjurado ao tão solemne juramento, que prestou à
Nação [...]: Hei por bem, como Imperador, e Defensor Perpetuo
do Brasil, dissolver a mesma Assemblea, e convocar já huma outra
na forma das Instruções, feitas para a convocação desta, que agora
acaba; a qual deverá trabalhar sobre o Projecto de Constituição,
que Eu Hei-de em breve Apresentar; que será duplicadamente mais
liberal, do que a extincta Assemblea acabou de fazer.
D. PEDRO I. Decreto de dissolução da Assembleia Nacional Constituinte, em 12 nov.
1823 apud PEREIRA, V. A longa “noite da agonia”. Revista de História da Biblioteca Nacio-
nal. Rio de Janeiro: SABIN, ano 7, n. 76, jan. 2012, p. 42.
Com base na justi� cativa do ato político explicitado no texto do
decreto, e analisando as suas consequências,identi� ca-se um
antagonismo entre
A monarquia e república.
B capitalismo e socialismo.
C imperialismo e independência.
D absolutismo e liberalismo.
E nacionalismo e antilusitanismo.
03
Pernambucanos [...] o povo está contente, já não há distinção
entre brasileiros e europeus, todos se conhecem irmãos,
descendentes da mesma origem, habitantes do mesmo país,
professos na mesma religião. Um governo provisório iluminado,
escolhido entre todas as ordens do Estado, preside a vossa
felicidade; con� ai no seu zelo e no seu patriotismo. Vós vereis
consolidar-se a vossa fortuna, vós sereis livres do peso de enormes
tributos que gravam sobre vós; o vosso, e nosso país subirá ao
ponto de grandeza que há muito o espera, e vós colhereis o fruto
dos trabalhos e do zelo dos vossos cidadãos. [...] A pátria é a nossa
mãe comum; vós sois seus � lhos, sois descendentes dos valorosos
lusos, sois portugueses, sois americanos, sois brasileiros, sois
pernambucanos.
Proclamação do Governo Provisório Revolucionário de Pernambuco. 9 mar. 1817.
A partir da leitura do documento e dos seus conhecimentos sobre
o assunto, marque a alternativa incorreta a respeito das propostas
dos revolucionários pernambucanos de 1817
A Expressavam a insatisfação com o aumento e a criação de
novos tributos (impostos) para o sustento da Corte sediada
no Rio de Janeiro.
B Inspiravam-se nos ideais liberais e republicanos que se
disseminavam a partir dos exemplos da Revolução de
Independência dos Estados Unidos e da Revolução Francesa.
C Propunham a igualdade de direitos políticos e civis, a
tolerância religiosa e a abolição da escravidão.
D Buscavam fortalecer os vínculos com as capitanias vizinhas,
como Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, com a intenção
de constituírem uma República independente do restante da
América portuguesa.
E Buscavam construir uma nova pátria fundada em uma
identidade comum entre “portugueses” e “brasileiros”,
“europeus” e “americanos” que aderissem ao movimento.
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Em 1808, a Família Real portuguesa, fugindo do cerco
napoleônico, transferiu-se para o Brasil que, de Colônia, se
tornou sede da monarquia e do vice-reino. Os treze anos durante
os quais a corte permaneceu no Rio de Janeiro tiveram grande
importância política e econômica e foram seguidos pela declaração
de independência do Brasil em 1822.
OLIVEN, Rubem George. Cultura e modernidade no Brasil.
Disponível em: www.scielo.br/pdf/spp/v15n2/8571.pdf (adaptado).
Uma das principais características socioeconômicas desse período
foi a(o):
A diminuição do � uxo de mercadorias.
B início do ciclo econômico da borracha.
C abertura dos portos ao comércio exterior.
D ampliação das relações bilaterais com os EUA.
E elevação do Brasil à condição de protetorado da Inglaterra.
05 Leia o texto a seguir e observe com atenção a imagem da
pintura a óleo de um rei francês em um campo de batalha. Os dois
estão relacionados ao período dos Estados absolutistas modernos:
Como é importante que o público seja governado por um
só, também importa que quem cumpre essa função esteja de tal
forma elevado acima dos outros que ninguém se possa confundir
ou se comparar com ele; não se pode retirar do seu chefe a mínima
marca da superioridade que o distingue...”.
RIBEIRO, R. J. A ética no Antigo Regime. São Paulo: Moderna, 1999. p. 54.
Luís XIV diante de Maastritcht, Pierre Mignard, 1973
Disponível em: http://warburg.chaa-unicamp.com.br/obras/view/8805.
Acesso em: 26 set. 2016.
Sobre os Estados absolutistas, assinale a alternativa correta:
A A formação de exércitos permanentes, profissionais e
centralizados era o objetivo militar de Estados absolutistas
que pretendiam defender suas fronteiras estabelecidas.
B Os exemplos mais característicos de Estados absolutistas, nos
quais o poder do monarca era concentrado efetivamente na
Europa, eram a Itália e a Alemanha.
C A política econômica desses Estados combatia as propostas
que defendiam a uni� cação de impostos, moedas, pesos e
medidas em todo seu território.
D Diferentes representações artísticas traziam a imagem idealizada
de monarcas dos Estados absolutistas, caracterizando-os
como indivíduos semelhantes aos seus súditos.
E A justi� cativa do poder exercido pela nobreza nesses Estados
buscava se afastar do princípio da origem divina que lhe
conferiria um caráter ilimitado.
06
Por meio de tudo isso – pela divisão de trabalho, supervisão
do trabalho, multas, sinos e relógios, incentivos em dinheiro,
pregações e ensino, supressão das feiras e dos esportes – formaram-
-se novos hábitos de trabalho e impôs-se uma nova disciplina de
tempo.
THOMPSON, E. P. Costumes em comum. São Paulo: Cia das Letras, 2000, p. 297.
O relógio era um aparelho pouco utilizado até o século XVIII.
O tempo era marcado pelos movimentos naturais e atividades
agrícolas da maioria da população da Inglaterra. A partir da
Revolução Industrial, o relógio passou a ser considerado o
principal marcador do tempo nas sociedades capitalistas.
Sobre a relação entre a marcação do tempo e o processo de
industrialização na Europa, pode-se inferir que:
A o relógio tornou-se o principal objeto de troca comercial
durante o processo de industrialização europeia.
B o controle do tempo servia para ampliar as horas de lazer
dos trabalhadores da indústria, garantindo melhor qualidade
de vida.
C a utilização do tempo do relógio passou a servir para controlar
o trabalho e disciplinar os trabalhadores nas fábricas,
garantindo maior produtividade.
D a preocupação com o controle do tempo do relógio servia
para a realização das tarefas na agricultura, de modo que a
família pudesse trabalhar coletivamente.
E o controle do tempo, pelo relógio, não gerou benefício para o
capitalismo industrial, uma vez que o trabalhador não podia
ser disciplinado.
07 A respeito das relações entre o Renascimento e o Cristianismo
na Europa, os professores Francisco Falcon e Edmilson, Rodrigues
escreveram:
Não buscavam os humanistas o caminho até Deus pelo
desespero, como Lutero, e muito menos concordavam com o
servo-arbítrio. Além disso, desaprovavam a violência e os cismas,
3ª Série do Ensino Médio
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o que explicava por que grandes intelectuais se recusaram a aderir
à Reforma. Essa atitude dos humanistas, como Erasmo e Morus,
acabou por criar uma terceira via para a crise que se apresentava
sob a forma de uma renovação das doutrinas e dos sentimentos
diante do mundo. A utopia foi uma das representações dessa
terceira via. Nesse sentido, o luteranismo e o calvinismo, no que
se referem à doutrina, são anti-humanistas.
FALCON, F.; RODRIGUES, A. E. A formação do mundo moderno. A construção do Oci-
dente dos séculos XIV ao XVIII. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. p. 130.
As ideias apresentadas pelos autores no trecho acima, a respeito
do contexto das divergências teológicas do século XVI, apontam
para o fato de que o(a)
A luteranismo é uma doutrina em tudo oposta ao calvinismo.
B Renascimento deve ser interpretado como pertencendo à
teologia católica.
C Humanismo não caracterizou apenas os reformadores
protestantes.
D Reforma Protestante se opôs às ideias do Classicismo grego.
E Utopia foi um movimento de rea� rmação das doutrinas
anglicanas.
08
O gênero humano é de tal ordem que não pode subsistir, a
menos que haja uma grande in� nidade de homens úteis que não
possuam nada.”
Dicionário fi losófi co, verbete Igualdade.
O comércio, que enriqueceu os cidadãos na Inglaterra,
contribuiu para os tornar livres, e essa liberdade deu por sua vez
maior expansão ao comércio; daí se formou o poderio do Estado.
Cartas inglesas
Sobre os trechos de Voltaire, é pode-se concluir que o autor
A de� ne, com suas ideias, os interesses da burguesia como
classe, no século XVIII: o comércio como condição para a
acumulação de capital, a riqueza como fator de liberdade e
do poder de Estado e a propriedade ligada à desigualdade.B crê, como � lósofo iluminista do século XVIII, nas igualdades
social e política, pois a � loso� a burguesa elabora uma doutrina
universalista que confunde a causa da burguesia com a de
toda a humanidade.
C critica a centralização do poder na medida em que ela breca
a liberdade, impedindo o progresso das técnicas e a expansão
do comércio que geram riqueza, e, ao mesmo tempo, aceita a
propriedade como fundamento da igualdade.
D considera que a burguesia não se constitui em uma classe no
século XVIII, e ela precisa do poder do Estado centralizado
para garantir a sua riqueza e, nessa medida, aproxima-se da
nobreza para obter apoio político.
E defende, como representante da Ilustração, a liberdade ligada
à ausência da propriedade e elabora princípios universais, com
direitos e deveres para todos os homens, o que faz a igualdade
econômica ser o fundamento da sociedade.
FILOSOFIA
09
Como camponês, Sísifo tinha um rebanho que ia diminuindo
sem que ele notasse a razão. Era que um Autólico, um vizinho
seu, tinha a capacidade de se metamorfosear em animais e usava
essa capacidade para adentrar nas propriedades alheias sem ser
notado e roubar os animais nos quais poderia se transformar. Um
dia, Sísifo resolveu marcar o seu rebanho e conseguiu seguir as
pegadas que levaram até a casa de Autólico, comprovando que este
o roubava. Assim, chamou testemunhas para atestar a ladroagem
e enquanto os vizinhos discutiam sobre o roubo, Sísifo rodeou a
casa e, ao topar com a � lha de Autólico, Anticleia, uniu-se a ela e
gerou o astuto Odisseu (que tem como marca do pai a esperteza).
No século XX, um autor do movimento conhecido como
“Existencialismo”, Albert Camus, retomou o mito para explicar
a condição humana e promover o que � cou conhecido como “A
revolta metafísica”. Explicava Camus que a vida dos homens era
tal como o mito de Sísifo: seguir uma rotina diária, sem sentido
próprio, determinada por instâncias como a religião e o sistema
capitalista de produção.
João Francisco P. Cabral. O mito de Sísifo e sua conotação contemporânea (adaptado).
De acordo com o trecho acima, é possível compreender uma das
características do mito, a saber
A A temporalidade. Ele está situado em determinado período
histórico, não faz sentido em outras épocas.
B A atemporalidade da narrativa mítica, podendo trazer
elucidações sobre questionamentos ainda hoje feitos pela
humanidade.
C A incoerência da narrativa de tipo mítico denuncia a própria
incapacidade humana de produzir interpretações realistas
sobre o mundo.
D A questão cultural envolvida no mito, geralmente possui uma
carga tão forte que o impossibilita de produzir signi� cados
na modernidade.
E A re� exão produzida nas crianças que ouvem o mito mostra
como essa modalidade de saber é infantil.
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O maquiavelismo é uma interpretação de O Príncipe de
Maquiavel, em particular a interpretação segundo a qual a ação
política, ou seja, a ação voltada para a conquista e conservação do
Estado, é uma ação que não possui um � m próprio de utilidade
e não deve ser julgada por meio de critérios diferentes dos de
conveniência e oportunidade.
BOBBIO, Norberto. Direito e Estado no pensamento de Emanuel Kant. Trad. de Alfredo
Fait. 3.ed. Brasília: Editora da UNB, 1984. p. 14.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, para
Maquiavel, o poder político é
A independente da moral e da religião, devendo ser conduzido
por critérios restritos ao âmbito político.
B independente da conveniência e oportunidade, pois estas
dizem respeito à esfera privada da vida em sociedade.
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C dependente da religião, devendo ser conduzido por
parâmetros ditados pela Igreja.
D dependente da ética, devendo ser orientado por princípios
morais válidos universal e necessariamente.
E independente das pretensões dos governantes de realizar os
interesses do Estado.
GEOGRAFIA
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Quanto mais complicada se tornou a produção industrial,
mais numerosos passaram a ser os elementos da indústria que
exigiam garantia de fornecimento. Três deles eram de importância
fundamental: o trabalho, a terra e o dinheiro. Numa sociedade
comercial, esse fornecimento só poderia ser organizado de uma
forma: tornando-os disponíveis à compra. Agora eles tinham que
ser organizados para a venda no mercado. Isso estava de acordo
com a exigência de um sistema de mercado. Sabemos que, em
um sistema como esse, os lucros só podem ser assegurados se
se garante a autorregulação por meio de mercados competitivos
interdependentes.
POLANYI, K. A grande transformação: as origens de nossa época.
Rio de Janeiro: Campus, 2000 (adaptado).
A consequência do processo de transformação socioeconômica
abordado no texto é a
A expansão das terras comunais.
B limitação do mercado como meio de especulação.
C consolidação da força de trabalho como mercadoria.
D diminuição do comércio como efeito da industrialização.
E adequação do dinheiro como elemento padrão das transações.
12
A mundialização introduz o aumento da produtividade do
trabalho sem acumulação de capital, justamente pelo caráter
divisível da forma técnica molecular-digital do que resulta a
permanência da má distribuição da renda: exempli� cando mais
uma vez, os vendedores de refrigerantes às portas dos estádios
viram sua produtividade aumentada graças ao just in time dos
fabricantes e distribuidores de bebidas, mas para realizar o valor
de tais mercadorias, a forma do trabalho dos vendedores é a mais
primitiva. Combinam-se, pois, acumulação molecular-digital com
o puro uso da força de trabalho.
OLIVEIRA, F. Crítica à razão dualista e o ornitorrinco. Campinas: Boitempo, 2003.
Os aspectos destacados no texto afetam diretamente questões como
emprego e renda, sendo possível explicar essas transformações
pelo(a)
A crise bancária e o fortalecimento do capital industrial.
B inovação toyotista e a regularização do trabalho formal.
C impacto da tecnologia e as modi� cações na estrutura produtiva.
D emergência da globalização e a expansão do setor secundário.
E diminuição do tempo de trabalho e a necessidade de diploma
superior.
13
O processo de concentração urbana no Brasil em determinados
locais teve momentos de maior intensidade e, ao que tudo indica,
atualmente passa por uma desaceleração do ritmo de crescimento
populacional nos grandes centros urbanos.
BAENINGER, R. Cidades e metrópoles: a desaceleração no crescimento populacional e
novos arranjos regionais. Disponível em: www.sbsociologia.com.br.
Acesso em: 12 dez. 2012 (adaptado).
Uma causa para o processo socioespacial mencionado no texto
é o(a)
A carência de matérias-primas.
B degradação da rede rodoviária.
C aumento do crescimento vegetativo.
D centralização do poder político.
E realocação da atividade industrial.
14 Um dos maiores problemas da atualidade é o aumento
desenfreado do desemprego. O texto abaixo destaca essa situação.
O desemprego é hoje um fenômeno que atinge e preocupa o
mundo todo. (...) A onda de desemprego recente não é conjuntural,
ou seja, provocada por crises localizadas e temporárias. Está
associada a mudanças estruturais na economia, daí o nome de
desemprego estrutural.
O desemprego manifesta-se hoje na maioria das economias,
incluindo a dos países ricos. A OIT estima em 1 bilhão – um terço
da força de trabalho mundial – o número de desempregados em
todo o mundo em 1998. Desse total, 150 milhões encontram-se
abertamente desempregados e entre 750 e 900 milhões estão
subempregados.
[CD-ROM]. Almanaque Abril. São Paulo: Abril, 1999.
Pode-se compreender o desemprego estrutural em termos da
internacionalização da economia associada
A a uma economia desaquecida que provoca ondas gigantescas
de desemprego, gerando revoltas e crises institucionais.
B ao setor de serviços que se expande, provocando ondas de
desemprego no setor industrial, atraindo essa mão de obra
para esse novo setor.
C ao setor industrial que passa a produzirmenos, buscando
enxugar custos, provocando, com isso, demissões em larga escala.
D a novas formas de gerenciamento de produção e novas
tecnologias que são inseridas no processo produtivo,
eliminando empregos que não voltam.
E ao emprego informal que cresce, já que uma parcela da
população não tem condições de regularizar o seu comércio.
15
Os movimentos de massa constituem-se no deslocamento
de material (solo e rocha) vertente abaixo pela in� uência da
gravidade. As condições que favorecem os movimentos de massa
dependem principalmente da estrutura geológica, da declividade
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7
da vertente, do regime de chuvas, da perda de vegetação e da
atividade antrópica.
BIGARELLA, J. J. Estrutura e origem das paisagens tropicais e subtropicais.
Florianópolis: UFSC, 2003 (adaptado).
Em relação ao processo descrito, sua ocorrência é minimizada
em locais onde há
A exposição do solo.
B drenagem e� ciente.
C rocha matriz resistente.
D agricultura mecanizada.
E média pluviométrica elevada.
16
De repente, sente-se uma vibração que aumenta rapidamente;
lustres balançam, objetos se movem sozinhos e somos invadidos
pela estranha sensação de medo do imprevisto. Segundos parecem
horas, poucos minutos são uma eternidade. Estamos sentindo os
efeitos de um terremoto, um tipo de abalo sísmico.
ASSAD, L. Os (não tão) imperceptíveis movimentos da Terra. ComCiência: Revista Eletrônica
de Jornalismo Científi co, no 117, abr. 2010. Disponível em: http://comciencia.br. Acesso
em: 2 mar. 2012.
O fenômeno físico descrito no texto afeta intensamente as
populações que ocupam espaços próximos às áreas de
A alívio da tensão geológica.
B desgaste da erosão super� cial.
C atuação do intemperismo químico.
D formação de aquíferos profundos.
E acúmulo de depósitos sedimentares.
17 Suponha que o universo tenha 15 bilhões de anos de idade
e que toda a sua história seja distribuída ao longo de 1 ano – o
calendário cósmico –, de modo que cada segundo corresponda a
475 anos reais e, assim, 24 dias do calendário cósmico equivaleriam
a cerca de 1 bilhão de anos reais. Suponha, ainda, que o Universo
comece em 1o de janeiro à zero hora no calendário cósmico e o
tempo presente esteja em 31 de dezembro às 23h59min 59,99 s.
A escala a seguir traz o período em que ocorreram alguns eventos
importantes nesse calendário.
Se a arte rupestre representada fosse inserida na escala, de acordo
com o período em que foi produzida, ela deveria ser colocada na
posição indicada pela seta de número
A 1.
B 2.
C 3.
D 4.
E 5.
18
Disponível em: www.telescopionaescola.pro.br. Acesso em: 3 abr. 2014 (adaptado).
A partir da análise da imagem, o aparecimento da Dorsal
Mesoatlântica está associado ao(à)
A separação da Pangeia a partir do Período Permiano.
B deslocamento de fraturas no Período Triássico.
C afastamento da Europa no Período Jurássico.
D formação do Atlântico Sul no Período Cretáceo.
E constituição de orogêneses no Período Quaternário.
4
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SOCIOLOGIA
19 Considerando-se as grandes mudanças que ocorreram na
história da humanidade, aquelas que aconteceram no século
XVIII – e que se estenderam no século XIX – só foram superadas
pelas grandes transformações do � nal do século XX. As mudanças
provocadas pela Revolução Cientí� co-Tecnológica, denominada
Revolução Industrial, marcaram profundamente a organização
social, alterando-a por completo, criando novas formas de
organização e causando modi� cações culturais duradouras que
perduram até os dias atuais.
Dias, R. Introdução à Sociologia. São Paulo: Persons Prentice Hall, 2004.
Sobre o surgimento da Sociologia e as mudanças ocorridas na
Modernidade, infere-se que
A a intensi� cação da economia agrária em larga escala nas
metrópoles gerou o êxodo para o campo.
B o aparecimento das fábricas e o seu desenvolvimento levou
ao crescimento das cidades rurais.
C o aumento do trabalho humano nas fábricas ocasionou a
diminuição da divisão do trabalho.
FÍSICA
21 Um motor elétrico é construído com uma espira retangular
feita com um � o de cobre esmaltado semirraspado em uma
extremidade e totalmente raspado na outra, apoiada em dois
mancais soldados aos polos A e B de uma pilha. Presa a essa espira,
uma hélice leve pode girar livremente no sentido horário ou anti-
-horário. Um ímã é � xo à pilha com um de seus polos magnéticos
(X) voltado para cima, criando o campo magnético responsável
pela força magnética que atua sobre a espira, conforme ilustrado
na � gura a seguir:
Disponível em: www.feiradeciencias.com.br (adaptado).
CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS
De acordo com o texto e a � gura,
A se A for um polo negativo, B um polo positivo e X um polo
sul, dado um impulso inicial na espira, ela mantém-se girando
no sentido horário.
B se A for um polo negativo, B um polo positivo e X um polo
norte, dado um impulso inicial na espira, ela mantém-se
girando no sentido anti-horário.
C se A for um polo positivo, B um polo negativo e X um polo
sul, dado um impulso inicial na espira, ela mantém-se girando
no sentido anti-horário.
D se A for um polo positivo, B um polo negativo e X um polo
norte, dado um impulso inicial na espira, ela mantém-se
girando no sentido horário.
E se A for um polo negativo, B um polo positivo e X um polo
norte, dado um impulso inicial na espira, ela mantém-se
girando no sentido horário.
D a agricultura familiar desse período foi o objeto de estudo que
fez surgir as ciências sociais.
E a antiga forma de ver o mundo não podia mais solucionar os
novos problemas sociais.
20
A partir do diálogo entre a menina e sua mãe, nota-se uma relação
com as temáticas tratadas pela Sociologia. Isso é possível, pois
A a charge problematiza as diversas características individuais
advindas do estrato social.
B a imagem questiona a desigualdade social brasileira.
C a charge trata da in� uência social nas escolhas individuais.
D o desenho questiona os papéis de gênero na atualidade.
E o desenho apresenta um embate moral surgido da revolução
Industrial.
3ª Série do Ensino Médio
9
22 Considere a � gura a seguir, na qual é mostrado um piloto
acrobata fazendo sua moto girar por dentro de um “globo da morte”.
Ao realizar o movimento de loop dentro do globo da morte (ou
seja, percorrendo a trajetória ABCD mostrada acima), o piloto
precisa manter uma velocidade mínima de sua moto para que
esta não caia ao passar pelo ponto mais alto do globo (ponto “A”).
Considerando-se a aceleração da gravidade com o valor g = 10 m/s2,
nessas condições, a velocidade mínima “y” da moto, de forma que
ela não caia ao passar pelo ponto “A”, dado que o globo da morte
tem raio R de 3,60 m, é:
A 6 km/h.
B 12 km/h.
C 21,6 km/h.
D 15 km/h.
E 18 km/h.
23 Em uma circular técnica da Embrapa, depois da � gura, é
encontrada uma recomendação que, em resumo, diz:
No caso do arraste com a carga junto ao solo (se por algum
motivo não pode ou não deve ser erguida...), o ideal é arrastá-la...
reduzindo a força necessária para movimentá-la, causando menor
dano ao solo... e facilitando as manobras. Mas nesse caso o peso
da tora aumenta.
Disponível em: www.cpafac.embrapa.br/pdf/cirtec39.pdf. (adaptado).
A frase em destaque é conceitualmente:
A inadequada, pois o peso da tora diminui, já que se distribui
sobre uma área maior.
B inadequada, pois o peso da tora é sempre o mesmo, mas é
correto a� rmar que em II a força exercida pela tora sobre o
solo aumenta.
C inadequada, já que o peso da tora é sempre o mesmo e, além
disso, a força exercida pela tora sobre o solo em II diminui,
pois se distribui por uma área maior.
D adequada, pois nessa situação a tora está integralmente
apoiada sobre o solo.
E adequada, pois nessa situação a área sobre a qual a tora está
apoiada sobre o solo também aumenta.
24 Considere-se que um determinado estudante, utilizando
resistores disponíveis no laboratório de sua escola, montou os
circuitos apresentadosabaixo:
Querendo fazer algumas medidas elétricas, usou um voltímetro
(V) para medir a tensão e um amperímetro (A) para medir
a intensidade da corrente elétrica. Considerando todos os
elementos envolvidos como sendo ideais, os valores medidos pelo
voltímetro (situação 1) e pelo amperímetro (situação 2) foram,
respectivamente,
A 2 V e 1,2 A.
B 4 V e 1,2 A.
C 2 V e 2,4 A.
D 4 V e 2,4 A.
E 6 V e 1,2 A.
25 Um estudante do Ensino Médio quer montar em seu quarto
um circuito com quatro lâmpadas idênticas com a seguinte
especi� cação (2,0 V – 8,0 W). Mas para alimentar o circuito ele
conta somente com uma fonte (ε = 20,0 V e r = 1,0 Ω). Para não
queimar as lâmpadas, ele usa um resistor R, como está indicado
na � gura abaixo:
Com base na situação exposta,
A as lâmpadas vão queimar, independentemente do valor de R.
B a resistência R vale 2,0 Ω.
C o objetivo do resistor R nesse circuito é transformar energia
elétrica em energia luminosa.
D a resistência R vale 4,0 Ω.
E se o estudante associar as lâmpadas em paralelo, elas não
vão queimar.
4
10
ANO LETIVO: 2017
CÓDIGOS: INGLÊS – 31016| ESPANHOL – 31216
26 Para os passageiros experimentarem a sensação equivalente
à “gravidade zero”, um avião adaptado sobe vertiginosamente
(� gura 1) para, depois, iniciar uma descida brusca que dura apenas
alguns segundos.
Disponível em: <www.cavok.com.br>. Acesso em: 24 ago. 2013.
Durante essa descida brusca, a velocidade horizontal mantém-se
constante, variando apenas a velocidade vertical. Na parte central
desse avião, há um espaço vazio onde os passageiros, deitados no
chão, aguardam o mergulho da aeronave.
No momento do mergulho, cada passageiro perde o contato com
o piso da aeronave, podendo movimentar-se como um astronauta
a bordo de uma nave em órbita (� gura 2).
Disponível em: <www.imguol.com>. Acesso em: 24 ago. 2013.
A situação mostrada na � gura 2 é possível devido
A ao ganho de inércia do avião.
B ao ganho de peso dos passageiros.
C à perda de massa dos passageiros.
D à igualdade entre a inércia do avião e a inércia dos passageiros.
E à igualdade entre a aceleração do avião e a aceleração da
gravidade.
27 Pilotos amadores � zeram uma corrida de automóveis em uma
pista improvisada de 1.400 m. Os automóveis foram numerados
de 1 a 8 e largaram na posição mostrada na � gura abaixo:
O grá� co a seguir representa a velocidade em função do tempo
de um dos automóveis, em sua primeira volta na pista, desde sua
largada até alcançar a linha de chegada.
Com base na � gura e nos dados acima, o grá� co:
A pertence ou ao automóvel de número 1 ou ao automóvel de
número 6.
B mostra que no intervalo de 10 s até 18 s o automóvel esteve
em movimento retilíneo e uniforme.
C indica que o automóvel possui aceleração de mesmo módulo
nos instantes 20 s e 50 s.
D pertence ou ao automóvel de número 7 ou ao automóvel de
número 8.
E aponta que o automóvel esteve em repouso quatro vezes.
QUÍMICA
28 As propriedades dos compostos moleculares e iônicos estão
relacionadas com os seus estados físicos, tenacidade, dureza e
comportamento em relação à condução de calor e eletricidade.
A respeito de uma substância X, foi observado que:
I. é sólida à temperatura ambiente.
II. conduz corrente elétrica após fusão.
III. apresenta valores elevados para os pontos de fusão e ebulição.
Dentre as substâncias a seguir, aquela que pode representar X é:
A O2.
B CO2.
C HC.
D CS2.
E NaC.
29
A China comprometeu-se a indenizar a Rússia pelo
derramamento de benzeno de uma indústria petroquímica chinesa
no Rio Songhua, um a� uente do Rio Amur, que faz parte da fronteira
entre os dois países. O presidente da Agência Federal de Recursos
da água da Rússia garantiu que o benzeno não chegará aos dutos
de água potável, mas pediu à população que fervesse a água corrente
e evitasse a pesca no Rio Amur e seus a� uentes. As autoridades
locais estão armazenando centenas de toneladas de carvão, já que
o mineral é considerado e� caz absorvente de benzeno.
Disponível em: www.jbonline.terra.com.br (adaptado).
3ª Série do Ensino Médio
11
Levando-se em conta as medidas adotadas para a minimização
dos danos ao ambiente e à população, é possível inferir que
A o carvão mineral, ao ser colocado na água, reage com o
benzeno, eliminando-o.
B o benzeno é mais volátil que a água e, por isso, é necessário
que esta seja fervida.
C a orientação para se evitar a pesca deve-se à necessidade de
preservação dos peixes.
D o benzeno não contaminaria os dutos de água potável, porque
seria decantado naturalmente no fundo do rio.
E a poluição causada pelo derramamento de benzeno da
indústria chinesa � caria restrita ao Rio Songhua.
30 NaC e KC são sólidos brancos cujas solubilidades em água,
a diferentes temperaturas, são dadas pelo grá� co a seguir. Para
distinguir os sais, os três procedimentos foram sugeridos:
I. Colocar num recipiente 2,5 g de um dos sais e 10,0 mL de
água e, em outro recipiente, 2,5 g do outro sal e 10,0 mL de
água. Agitar e manter a temperatura de 10°C.
II. Colocar num recipiente 3,6 g de um dos sais e 10,0 mL de
água e, em outro recipiente 3,6 g do outro sal e 10,0 mL de
água. Agitar e manter a temperatura de 28°C.
III. Colocar num recipiente 3,8 g de um dos sais e 10,0 mL de
água e, em outro recipiente, 3,8 g do outro sal e 10,0 mL de
água. Agitar e manter a temperatura de 45°C.
0 10 20
20
25
30
35
40
45
30 40 50
36
28
KC�
NaC�
so
lu
bi
lid
ad
e
/ (
g/
10
0
m
L)
temperatura/°C
Pode-se distinguir esses dois sais somente por meio
A do procedimento I.
B do procedimento II.
C do procedimento III.
D dos procedimentos I e II.
E dos procedimentos I e III.
31 Cinco amigos estavam estudando para a prova de Química e
decidiram fazer um jogo com os elementos da tabela periódica:
● Cada participante selecionou um isótopo dos elementos da
tabela periódica e anotou sua escolha em um cartão de papel;
● Os jogadores Fernanda, Gabriela, Júlia, Paulo e Pedro
decidiram que o vencedor seria aquele que apresentasse o
cartão contendo o isótopo com o maior número de nêutrons.
Os cartões foram, então, mostrados pelos jogadores.
26
56
Fernanda
8
16
Gabriela
20
40
Júlia
3
7
Paulo
17
35
Pedro
Fe O Ca Li C�
Os isótopos representados contidos nos cartões de Paulo e Gabriela
podem reagir entre si para formar óxido de lítio, segundo a reação
balanceada.
4 Li(s) + O2(g) → 2 Li2O(s)
A massa de lítio necessária para reagir completamente com 3,2 kg
de oxigênio é, em quilogramas
Dados:
Massas molares: Li: 7 g/mol; O: 16 g/mol.
A 1,4.
B 1,8.
C 2,8.
D 4,3.
E 7,1.
32 O nitrogênio gasoso, N2, é o gás mais abundante no ar
atmosférico, já o nitrogênio líquido é utilizado em cirurgias a
baixas temperaturas.
Qual alternativa corresponde à geometria e ao tipo de força
intermolecular nas moléculas do nitrogênio líquido?
A Linear e dipolo induzido.
B Angular e dipolo induzido.
C Linear e dipolo permanente.
D Angular e dipolo permanente.
E Linear e íon – dipolo.
33 A tabela abaixo relaciona as substâncias à suas aplicações.
Substância Aplicação
NH3 Produtos de limpeza
CH4 Matéria-prima para produção de outros compostos
SO2 Antisséptico, desinfetante
A alternativa que relaciona as substâncias com a sua geometria
molecular, respectivamente, é:
Adote:
C – Família 14 ou IVA
N – Família 15 ou VA
S e O – Família 16 ou VIA
A Trigonal plana, tetraédrica e angular.
B Trigonal plana, piramidal e linear.
C Piramidal, tetraédrica e linear.
D Piramidal, tetraédrica e angular.
E Tetraédrica, piramidal e angular.
4
12
ANO LETIVO: 2017
CÓDIGOS: INGLÊS – 31016| ESPANHOL – 31216
34 Analise as informações apresentadas a seguir.
A água de coco é considerada uma bebida muito saudável e
indicada para reposição de íons após atividades físicas intensas.
Em especial, é uma rica fonte de potássio, que contribui para evitar
cãibras. Além disso, a água de coco contém açúcares, que fornecem
energia para o organismo. Essa bebida não contém quantidadessigni� cativas de proteínas e gorduras. Em uma amostra de água
de coco de 200 g (aproximadamente um copo), foram encontradas
as seguintes quantidades:
Açúcares 8,0 g
Cálcio 40 mg
Sódio 40 mg
Potássio 156 mg
Magnésio 12 mg
Com base nessas informações, infere-se que a água de coco
A conduz a eletricidade.
B entra em ebulição abaixo de 100°C.
C contém lipídios insaturados dissolvidos.
D tem menos de 90% de água, em massa.
E contém igual número de íons cálcio e íons sódio.
BIOLOGIA
35
Atualmente, o gene considerado como o mais con� ável para
discriminar se um atleta tem mais força ou resistência é o ACTN3,
apelidado gene da velocidade. Localizado no cromossomo 11, o
ACTN3 é responsável pela produção da proteína alfa actinina 3,
ativada exclusivamente em � bras musculares de contração rápida.
Uma alteração em uma única base nitrogenada faz com que esse
gene possa apresentar duas formas na população humana: a versão
“normal”, funcional, denominada R, que produz alfa actinina 3;
e a variante alterada, chamada X, em que a tal proteína não é
sintetizada. O gene ACTN3, assim como a eritropoietina (EPO),
hormônio do crescimento humano (hGH), inibidor de genes
da miostatina, endor� na, encefalina, leptina, dentre outros, são
possíveis alvos primários do doping genético em humanos, por
meio de terapia gênica in vivo, na qual o processo de transgenia
ocorre dentro do indivíduo, ou ex vivo, no qual parte do
engenheiramento genético ocorre fora do corpo, e parte, dentro.
Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br.
Sobre o gene ACTN3, é possível a� rmar que
A corredores de longa distância tendem a possuir, ao menos,
uma cópia da variante R, a forma funcional, do gene ACTN3.
A menor quantidade da proteína melhoraria o desempenho
dos atletas em tarefas que dependem da ação das � bras rápidas.
B corredores velocistas precisam ser resistentes ao cansaço e
tendem a ser XX quanto ao gene ACTN3. A ausência parcial da
proteína levaria o organismo a se adaptar melhor a exercícios
de longa duração que retiram energia do consumo de oxigênio.
C o doping genético é considerado o uso terapêutico de células,
genes e elementos gênicos que venham a aumentar o desempenho
físico do atleta por meio de substâncias químicas e fármacos.
D o doping genético ex vivo envolve a transferência de genes
para células em meio de cultura e reintrodução para o tecido-
-alvo do atleta, o que aumentaria a expressão de hormônios
e outras substâncias bioquímicas, trazendo melhoria ao seu
desempenho físico.
E o princípio da terapia gênica in vivo consiste na transferência
de proteínas e lipídeos para células-alvo por meio de
pílulas, com o objetivo de suprir os produtos de um gene
estruturalmente anormal no genoma do atleta.
36 O quadro abaixo refere-se aos mecanismos de transporte pela
membrana:
M
ec
an
is
m
o
de
tr
an
sp
or
te
En
er
gi
a
ex
te
rn
a
ne
ce
ss
ár
ia
?
Fo
rç
a
de
m
ov
im
en
to
Pr
ot
eí
na
d
e
m
em
br
an
a
ne
ce
ss
ár
ia
?
Es
pe
ci
� c
id
ad
e
Difusão
simples Não
A favor do
gradiente de
concentração
Não 1
Difusão
facilitada Não
A favor do
gradiente de
concentração
2 Especí� co
Transporte
ativo 3
Contra o
gradiente de
concentração
Sim 4
Assinale a alternativa que contém a sequência de palavras que
substitui corretamente os números de 1 a 4, completando o quadro:
A especí� co – sim – sim – especí� co
B especí� co – não – sim – não especí� co
C não especí� co – sim – não – não especí� co
D não especí� co – sim – sim – especí� co
E não especí� co – não – não – especí� co
37
Muitos autores, usando metodologia histórica, sociológica e
antropológica, já analisaram as origens do povo brasileiro: Paulo
Prado em Retrato do Brasil (1927), Gilberto Freyre em Casa-grande
e senzala (1933), Sérgio Buarque de Holanda em Raízes do Brasil
(1936) e Darcy Ribeiro em várias obras, culminando em O povo
brasileiro (1995).
Sergio D. J. Pena, Ciência Hoje, Vol.27, nº 159. Retrato Molecular do Brasil.
Uma equipe de pesquisadores brasileiros liderados pelo geneticista
Dr. Sergio Pena utilizou ferramentas genéticas para traçar e
compreender o caminho que formou o brasileiro, utilizando dois
marcadores moleculares: o DNA mitocondrial e cromossomo.
3ª Série do Ensino Médio
13
A partir da análise do DNA mitocondrial e o cromossomo Y,
conclui-se:
A O DNA mitocondrial é passado integralmente da mãe para
seus � lhos.
B O DNA mitocondrial também pode ser usado em testes de
paternidade.
C O cromossomo Y faz parte do DNA nuclear, logo pode ser
encontrado em homens e mulheres.
D Um neto do sexo masculino poderá afirmar que seu
cromossomo Y veio de seu avô materno.
E Os dois marcadores moleculares podem não apresentar os
resultados esperados, pois a maior precisão seria usar todo o
DNA nuclear da célula para os estudos.
38
Muitos dizem que Usain Bolt não corre, voa. Ou que o
jamaicano não é de carne e osso.
[...]
Eis as explicações de John Brewer, diretor da Escola de Saúde
Esportiva e Ciências Aplicadas da Universidade de St. Mary’s, na
Inglaterra:
[...]
Muitos nem se preocupam em respirar, já que isso os tornaria
mais lentos. E nesta alta intensidade o oxigênio não importa.
[...]
Ele criou uma alta porcentagem de energia anaeróbica, o que
resulta em falta de oxigênio.
Por isso vemos que ele, como os outros atletas, respira
profundamente.
A frequência cardíaca começa a baixar e a se estabilizar, mas
o ácido lático se deslocará dos músculos ao sangue, o que pode
causar tonturas e náuseas.
Mas, claro, Bolt está eufórico e parece com bastante energia.
Isso ocorre pela liberação de endorfina, o ópio natural
do corpo, (...) que permite a Bolt aproveitar sua nova façanha
olímpica.
A diferença é que 80% da musculatura de Usain Bolt é
composto por “� bras rápidas”.
Disponível em: www.bbc.com/portuguese/geral-37084886#share-tools.
Acesso em: 10 set. 2016.
Considerando-se o alto desempenho do atleta Usain Bolt e as
vias metabólicas de obtenção de energia por parte do organismo,
é possível avaliar para essa situação que
A a respiração celular como via exclusiva de obtenção de
energia, degrada completamente a molécula orgânica com
maior aproveitamento energético, condição que possibilita
o êxito do atleta.
B a fermentação láctica, como estratégia de obtenção de energia,
leva o organismo a consumir maior quantidade de matéria
orgânica para compensar a ausência do oxigênio no processo.
C a fermentação láctica, como a via metabólica utilizada, leva
a náuseas e tonturas em virtude do álcool etílico produzido.
D a ausência de mitocôndrias nos músculos do atleta favorece
o processo da fermentação láctica, pois serve como estratégia
que aumenta suas chances de melhor desempenho.
E o elevado número de mitocôndrias nos músculos do atleta
favorece a grande disponibilidade de energia por parte dessas
organelas que realizam a respiração celular.
39 Normalmente, as células do organismo humano realizam
a respiração aeróbica, na qual o consumo de uma molécula
de glicose gera 38 moléculas de ATP. Contudo, em condições
anaeróbicas, o consumo de uma molécula de glicose pelas células
é capaz de gerar apenas duas moléculas de ATP.
Qual curva representa o perfil de consumo de glicose, para
manutenção da homeostase de uma célula que inicialmente está
em uma condição anaeróbica e é submetida a um aumento gradual
de concentração de oxigênio?
A 1.
B 2.
C 3.
D 4.
E 5.
4
14
ANO LETIVO: 2017
CÓDIGOS: INGLÊS – 31016| ESPANHOL – 31216
42
Ah, Scarlett, mulher sinestesia, seu nome tem o som da cor
dos seus lábios: Scarlett, scarlet, escarlate.
Enunciado proferido por Álvaro Pereira Júnior, em referência à atriz
norte-americana Scarlett Johansson. Folha de São Paulo, 17 set. 2011.
No enunciado apresentado acima, o que melhor explica o aposto
“mulher sinestesia” atribuído à atriz norte-americana é o(a)
40 Leia o texto a seguir, publicado na revista Superinteressante:
O que arde nem semprecura
A água oxigenada prejudica a cicatrização de um corte?
Sim. No geral, o melhor é deixar o corpo cuidar sozinho do
fechamento do talho. “Basta limpar bem o local com água ou soro
� siológico”, receita a cirurgiã plástica Lydia Massako Ferreira, da
Universidade Federal de São Paulo. A ideia, muito difundida, de
que substâncias que fazem a pele arder são boas para a cicatrização
é errada. “Elas agridem quimicamente a ferida e só devem ser
usadas se há risco de infecção”, aconselha Lydia. Assim, um corte
com lâmina ou um joelho ralado no cimento não precisam mais
do que uma boa lavada.
“A água oxigenada atrapalha a formação das � bras de colágeno
que vão preencher o corte”, avisa a dermatologista Núbia Rossetti.
Ferimentos feitos com objetos enferrujados pedem cuidado maior.
Nesses casos, a água oxigenada e outros antissépticos ajudam,
mas deve ser avaliada a necessidade também de uma vacina
antitetânica. Todas essas substâncias devem ser usadas, com
certeza, quando já existe infecção, pois matam os microrganismos.
Disponível em: http://super.abril.com.br/comportamento/o-que-arde-
nem-sempre-cura. Acesso em: 06 mai. 2016.
O texto relata que o uso de água oxigenada (peróxido de
hidrogênio) em ferimentos não é interessante, pois sua oxidação
poderia roubar elétrons das moléculas de colágeno produzidas
pelos � broblastos, atrapalhando a cicatrização do ferimento. Ainda
assim, muitas pessoas utilizam a água oxigenada em ferimentos,
buscando seu poder antisséptico. A água oxigenada possui essa
ação porque
A a reação química promovida pela catalase decompõe o
peróxido de hidrogênio e isso afeta as bactérias anaeróbias.
LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
LÍNGUA PORTUGUESA
B os peroxissomos bacterianos não toleram a presença do
peróxido de hidrogênio e isso leva à morte bacteriana.
C a decomposição química do peróxido de hidrogênio acidi� ca
a região, levando as bactérias aeróbicas à morte.
D a catalase bacteriana decompõe a água oxigenada e o oxigênio
liberado oxida a parede celular da bactéria, destruindo-a.
E o peróxido de hidrogênio é uma substância existente no
sistema imunológico e é sinalizadora para que macrófagos
fagocitem as bactérias do ferimento.
41 A maioria das reações metabólicas de um organismo somente
ocorre se houver a presença de enzimas. Sobre as enzimas, analise
as a� rmativas abaixo:
I. A ação enzimática sofre influência de fatores como
temperatura e potencial de hidrogênio; variações nesses
fatores alteram a funcionalidade enzimática.
II. São formadas por aminoácidos e algumas delas podem
conter também componentes não proteicos adicionais, como
carboidratos, lipídios, metais ou fosfatos.
III. Apresentam alteração em sua estrutura após a reação que
catalisam, uma vez que perdem aminoácidos durante o
processo.
IV. A ligação da enzima com seu respectivo substrato tem elevada
especi� cidade. Assim, alterações na forma tridimensional
da enzima podem torná-la afuncional, porque impedem o
encaixe de seu centro ativo ao substrato.
Está correto apenas o que se a� rma em
A I, II e IV.
B I , II e III.
C II, III e IV.
D III e IV.
E I, III e IV.
A jogo de palavras com apelo sonoro ao � nal do período.
B enumeração ascendente que intensi� ca a ideia relacionada
à cor vermelha.
C junção de planos sensoriais diferentes numa só impressão.
D modo exagerado e dramático como o autor se refere à beleza
da atriz.
E personi� cação dos lábios da mulher, atribuindo-lhe vida
própria.
3ª Série do Ensino Médio
15
43
Palavras “multiuso”
Você é capaz de calcular quantas vezes já usou a palavra
“coisa”? E suas derivadas – coisinha, coiso, coisica, coisi� car,
coisíssima, coisar, coisada? Eis aí uma coisa difícil de calcular. A
palavra “coisa” apresenta tantos signi� cados, que acaba servindo
para quase todas as situações do cotidiano. Ela está nas conversas
do dia a dia, na literatura, nas letras de música, nos títulos de livros,
no discurso político, na televisão. O Dicionário eletrônico Houaiss
de língua portuguesa registra 19 signi� cados para essa palavra.
De todos, o mais geral é “tudo quanto existe ou possa existir, de
natureza corpórea ou incorpórea”.
Como se vê, coisa é tudo. Por outro lado, usar essa palavra
para tudo pode revelar pobreza de vocabulário.
Sobre as relações semânticas entre as palavras constantes no texto
apresentado, conclui-se que:
A as palavras “coisa” e “coisinha”, embora pertençam ao mesmo
campo semântico, apresentam significados antagônicos
entre si.
B as palavras “coisi� car” e “coisar”, embora sejam verbos de
sentido contrário, podem ser usadas nos mesmos contextos.
C as palavras “coisíssima” e “coisada”, embora sejam derivadas
de “coisa”, pertencem a campos semânticos distintos.
D as palavras “corpórea” e “incorpórea” possuem signi� cados
antagônicos e por isso não podem ser utilizadas nos mesmos
contextos.
E as palavras “vocabulário” e “palavra”, embora estejam no
mesmo campo semântico, apresentam signi� cados diferentes.
44 Veja.
Disponível em: www.ideiasustentavel.com.br. Acesso em: 30 mai. 2016 (adaptado).
A importância da preservação do meio ambiente para a saúde é
ressaltada pelos recursos verbais e não verbais utilizados nessa
propaganda da SOS Mata Atlântica. No texto, a relação entre
esses recursos
A condiciona o entendimento das ações da SOS Mata Atlântica.
B estabelece contraste de informações na propaganda.
C é fundamental para a compreensão do significado da
mensagem.
D oferece diferentes opções de desenvolvimento temático.
E propõe a eliminação do desmatamento como su� ciente para
a preservação ambiental.
45
Disponível em: www.superplacas.com.br. Acesso em: 3 ago. 2012.
A presença desse aviso em um hotel, além de informar sobre
um fato e evitar possíveis atos indesejados no local, tem como
objetivo implícito
A isentar o hotel de responsabilidade por danos causados aos
hóspedes.
B impedir a destruição das câmeras como meio de apagar
evidências.
C assegurar que o hotel resguardará a privacidade dos hóspedes.
D inibir as pessoas de circular em uma área especí� ca do hotel.
E desestimular os hóspedes que requisitem as imagens gravadas.
46
Observe a charge, que satiriza o comportamento dos participantes
de uma entrevista coletiva por causa do que fazem, do que falam e
do ambiente em que se encontram. Considerando-se os elementos
da charge, conclui-se que ela
A defende, em teoria, o desmatamento.
B valoriza a transparência pública.
C destaca a atuação dos ambientalistas.
D ironiza o comportamento da imprensa.
E critica a ine� cácia das políticas de combate ao desmatamento.
4
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47
TEXTO I
Antigamente
Antigamente, os pirralhos dobravam a língua diante dos pais
e se um se esquecia de arear os dentes antes de cair nos braços
de Morfeu, era capaz de entrar no couro. Não devia também se
esquecer de lavar os pés, sem tugir nem mugir. Nada de bater
na cacunda do padrinho, nem de debicar os mais velhos, pois
levava tunda. Ainda cedinho, aguava as plantas, ia ao corte e logo
voltava aos penates. Não � cava mangando na rua, nem escapulia
do mestre, mesmo que não entendesse patavina da instrução
moral e cívica. O verdadeiro smart calçava botina de botões para
comparecer todo liró ao copo d’água, se bem que no convescote
apenas lambiscasse, para evitar � atos. Os bilontras é que eram um
precipício, jogando com pau de dois bicos, pelo que carecia muita
cautela e caldo de galinha. O melhor era por as barbas de molho
diante de um treteiro de topete, depois de � ntar e engambelar os
coiós, e antes que se pusesse tudo em pratos limpos, ele abria o arco.
ANDRADE, C. D. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983.
TEXTO II
Expressão Signi� cado
Cair nos braços de Morfeu Dormir
Debicar Zombar, ridicularizar
Tunda Surra
Mangar Escarnecer, caçoar
Tugir Murmurar
Liró Bem-vestido
Copo d’água Lanche oferecido pelos amigos
Convescote Piquenique
Treteirode topete Tratante atrevido
Abrir o arco Fugir
Bilontra Velhaco
FIORIN, J. L. As línguas mudam. In: Revista Língua Portuguesa, n. 24, out. 2007 (adaptado).
Na leitura do fragmento do texto “Antigamente” constata-se,
pelo emprego de palavras obsoletas, que itens lexicais outrora
produtivos não mais o são no português brasileiro atual. Esse
fenômeno revela que
A a língua portuguesa de antigamente carecia de termos para
se referir a fatos e coisas do cotidiano.
B o português brasileiro se constitui evitando a ampliação do
léxico proveniente do português europeu.
C o léxico do português representa uma realidade linguística
variável e diversi� cada.
D o português brasileiro apoia-se no léxico inglês para ser
reconhecido como língua independente.
E a heterogeneidade do português leva a uma estabilidade do
seu léxico no eixo temporal.
48 “Ele é feio, mas te leva lá”, a� rmava, numa revista americana,
em 1969, a frase colocada logo abaixo de uma fotogra� a da nave
espacial Apolo 11, semelhante a um inseto, que tinha acabado de
levar os primeiros homens à Lua. No canto inferior da página,
havia o logotipo da Volkswagen. Tratava-se de uma propaganda
do “Fusca”, o velho modelo de automóvel da fábrica, então pouco
aceito nos Estados Unidos por ser considerado feio.
Nessa mensagem, predomina a
A função emotiva.
B função conativa.
C função referencial.
D função metalinguística.
E função fática.
49
Certa vez, chamaram minha atenção para um erro de
português no samba “Comprimido”. É a crônica de um sujeito que
briga com a mulher. Ela dá uma dentada nele, que resolve deixar
a marca para provar a agressão. Ganhou esse nome para enfatizar
a ideia de que o indivíduo estava “pressionado”, a ponto de tomar
um comprimido e morrer. Lá pelo � m do texto, há o erro: “Noite
de samba/ Noite comum de novela/ Ele chegou/ Pedindo um copo
d´água/ Pra tomar um comprimido/ Depois cambaleando/ Foi pro
quarto/ E se deitou/ Era tarde demais/ Quando ela percebeu que
ele se envenenou”. Então me deram um toque. Aí, tentei mudar.
Nada encaixava. Um desespero. Aí decidi deixar assim, com erro
mesmo. Nunca reclamaram.
Entrevista de Paulinho da Viola (adaptado).
O texto permite a� rmar, com correção, que
A há um contraste entre o nível de linguagem do relato e o da
canção; nesta, o autor usa de maior informalidade.
B a entrevista apresenta, como marca de oralidade, o uso de “aí”
(últimas linhas) para conectar partes da narrativa.
C a letra de “Comprimido” apresenta diversos deslizes em
relação à concordância.
D a inversão da ordem comum nas frases que compõem os
versos de “Comprimido” serve para criar suspense em relação
ao desfecho da história.
E o entrevistado relata o que lhe aconteceu certa vez dispondo
os fatos em ordem cronológica, sem fazer uso de interrupções,
explicações ou comentários.
3ª Série do Ensino Médio
17
50
No Brasil, a condição cidadã, embora dependa da leitura
e da escrita, não se basta pela enunciação do direito, nem pelo
domínio desses instrumentos, o que, sem dúvida, viabiliza melhor
participação social. A condição cidadã depende, seguramente, da
ruptura com o ciclo da pobreza, que penaliza um largo contingente
populacional.
Formação de leitores e construção da cidadania, memória e presença do PROLER.
Rio de Janeiro: FBN, 2008.
Ao argumentar que a aquisição das habilidades de leitura e escrita
não são su� cientes para garantir o exercício da cidadania, o autor
A critica os processos de aquisição da leitura e da escrita.
B fala sobre o domínio da leitura e da escrita no Brasil.
C incentiva a participação efetiva na vida da comunidade.
D faz uma avaliação crítica a respeito da condição cidadã do
brasileiro.
E de� ne instrumentos e� cazes para elevar a condição social da
população do Brasil.
51
O tema da velhice foi o objeto de brilhantes � lósofos ao longo
dos tempos. Um dos melhores livros sobre o assunto foi escrito
pelo pensador e orador romano Cícero: A arte do envelhecimento.
Cícero nota, primeiramente, que todas as idades têm seus encantos
e suas dificuldades. E depois aponta para um paradoxo da
humanidade. Todos sonhamos ter uma vida longa, o que signi� ca
viver muitos anos. Quando realizamos a meta, em vez de celebrar
o feito, nos atiramos em um estado de melancolia e amargura. Ler
as palavras de Cícero sobre envelhecimento pode ajudar a aceitar
melhor a passagem do tempo.
NOGUEIRA, P. Saúde & Bem-Estar Antienvelhecimento. Época 25 abr. 2009.
O autor discute problemas relacionados ao envelhecimento,
apresentando argumentos que levam a inferir que seu objetivo é
A esclarecer que a velhice é inevitável.
B contar fatos sobre a arte de envelhecer.
C defender a ideia de que a velhice é desagradável.
D in� uenciar o leitor para que lute contra o envelhecimento.
E mostrar às pessoas que é possível aceitar, sem angústia, o
envelhecimento.
52
A cada canto um grande conselheiro,
Que nos quer governar cabana, e vinha,
Não sabem governar sua cozinha,
E podem governar o mundo inteiro.
(...)
Estupendas usuras nos mercados,
Todos, os que não furtam, muito pobres,
E eis aqui a Cidade da Bahia.
Gregório de Matos. Descreve o que era realmente naquelle tempo a cidade da Bahia de
mais enredada por menos confusa. In: Obra poética (Org. James Amado), 1990.
O poema, escrito por Gregório de Matos no século XVII
A refere-se, de maneira satírica, aos governantes e à desonestidade
na Bahia colonial.
B critica a colonização portuguesa e defende, de forma nativista,
a independência brasileira.
C tem inspiração neoclássica e denuncia os problemas de
moradia na capital baiana.
D revela a identidade brasileira, preocupação constante do
Modernismo literário.
E valoriza os aspectos formais da construção poética parnasiana
e aproveita para criticar o governo.
53 Do século XVI até meados do século XVIII, duas manifestações
estéticas são de extrema relevância para a formação da literatura
brasileira: o Barroco e o Arcadismo. Para re� etir sobre esses dois
momentos e responder à questão, leia os textos a seguir.
TEXTO I
Discreta, e formosíssima Maria,
Enquanto estamos vendo claramente
Na vossa ardente vista o sol ardente,
E na rosada face a Aurora fria.
Enquanto pois produz, enquanto cria
Essa esfera gentil, mina excelente
No cabelo o metal mais reluzente,
E na boca a mais � na pedraria.
Gozai, gozai da � or da formosura,
Antes que o frio da madura idade
Tronco deixe despido, o que é verdura.
Que passado o zenith da mocidade,
Sem a noite encontrar da sepultura,
É cada dia ocaso da beldade.
Gregório de Matos
TEXTO II
Brandas ribeiras, quanto estou contente
De ver-nos outra vez, se isto é verdade!
Quanto me alegra ouvir a suavidade,
Com que Fílis entoa a voz cadente!
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Os rebanhos, o gado, o campo, a gente,
Tudo me está causando novidade:
Oh como é certo, que a cruel saudade
Faz tudo, do que foi, mui diferente!
Recebei (eu vos peço) um desgraçado,
Que andou té agora por incerto giro
Correndo sempre atrás do seu cuidado:
Este pranto, estes ais, com que respiro,
Podendo comover o vosso agrado,
Façam digno de vós o meu suspiro.
Cláudio Manoel da Costa
Sobre os textos I e II, infere-se que
A uma das características do Barroco, presente no texto I, é o
tema da efemeridade da vida, como pode ser percebido no
primeiro terceto.
B Gregório de Matos foi um repentista árcade, um menestrel
baiano que buscava inspiração no cotidiano, nas circunstâncias
da vida, quer seja pelo êxtase religioso quer pelo afetivo.
C o texto I é marcado pela temática do Fugere urbem,
característica notável também do Barroco.
D os textos I e II têm a mesma temática, com valorização do
pastoralismo, do bucolismo e remissão à mitologia grega.
E Cláudio Manoel da Costa, no texto II, exempli� ca a forte
in� uência dos padrões cultistas, a elevada inventividade lírica
e o desejo de exprimir a realidade de seu país.
54
Vós, diz Cristo, Senhor nosso, falando comos pregadores, sois
o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porque quer que façam na
terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção; mas
quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo
tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa
desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra
se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores
não pregam a verdadeira doutrina; ou porque a terra se não deixa
salgar e os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina que lhes dão, a
não querem receber. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores
dizem uma cousa e fazem outra; ou porque a terra se não deixa
salgar, e os ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que
fazer o que dizem. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores se
pregam a si e não a Cristo; ou porque a terra se não deixa salgar,
e os ouvintes, em vez de servir a Cristo, servem a seus apetites.
Não é tudo isto verdade? Ainda mal!
Antônio Vieira, Sermão de Santo Antônio, Disponível em: www.dominiopublico.gov.br
O texto trabalha fundamentalmente com duas metáforas: o sal e
a terra, que representam, respectivamente, os pregadores (aqueles
que deveriam propagar a palavra de Cristo) e os ouvintes (aqueles
que deveriam ser convertidos). O tema central do texto é a re� exão
sobre as possíveis causas da ine� ciência dos pregadores. Para tanto,
o autor levanta algumas hipóteses. Tendo isso em vista, identi� que,
dentre as que se seguem, uma hipótese levantada pelo autor
A Os pregadores pregam rigorosamente o que deveriam pregar.
B Os ouvintes ratificam o combate aos corruptos que os
pregadores pregam.
C Os pregadores agem de acordo com os valores que pregam.
D Os ouvintes agem como os pregadores, repudiando as ações
de corrupção.
E Os pregadores promovem a si mesmos, ao invés de promover
as palavras de Cristo.
55
Soneto XLVI
Não vês, Lise, brincar esse menino
Com aquela avezinha? Estende o braço,
Deixa-a fugir, mas apertando o laço,
A condena outra vez ao seu destino.
Nessa mesma � gura, eu imagino,
Tens minha liberdade, pois ao passo
Que cuido que estou livre do embaraço,
Então me prende mais meu desatino.
Em um contínuo giro o pensamento
Tanto a precipitar-me se encaminha,
Que não vejo onde pare o meu tormento.
Mas fora menos mal esta ânsia minha,
Se me faltasse a mim o entendimento,
Como falta a razão a esta avezinha.
Cláudio Manuel da Costa.
Domício Proença Filho (Org.). A poesia dos inconfi dentes, 1996.
O tom predominante no soneto é de
A resignação.
B nostalgia.
C apatia.
D ingenuidade.
E inquietude.
3ª Série do Ensino Médio
19
56
É ela! é ela! – murmurei tremendo,
e o eco ao longe murmurou – é ela!
Eu a vi... minha fada aérea e pura –
a minha lavadeira na janela.
Dessas águas furtadas onde eu moro
eu a vejo estendendo no telhado
os vestidos de chita, as saias brancas;
eu a vejo e suspiro enamorado!
Esta noite eu ousei mais atrevido,
nas telhas que estalavam nos meus passos,
ir espiar seu venturoso sono,
vê-la mais bela de Morfeu nos braços!
Como dormia! que profundo sono!...
Tinha na mão o ferro do engomado...
Como roncava maviosa e pura!...
Quase caí na rua desmaiado!
AZEVEDO, Álvares de. É ela! É ela! É ela! É ela. São Paulo: Abril Educação, 1982. p. 44.
MARTIN-KAVEL, François. Sem título. Disponível em: https://goo.gl/Jy6mnX.
Acesso em: 14 mar. 2016.
Tanto a pintura quanto o excerto apresentados pertencem ao
Romantismo. A diferença entre ambos, porém, diz respeito ao
fato de que
A no fragmento veri� ca-se o retrato de um ser idealizado, ao
passo que no quadro tem-se uma � gura retratada de modo
pejorativo.
B na pintura tem-se o retrato de uma mulher de feições austeras,
ao passo que no poema nota-se a descrição de uma mulher
so� sticada.
C no excerto tem-se a descrição realista e não idealizada de
uma mulher, ao passo que na pintura retrata-se uma mulher
pertencente à burguesia.
D na imagem tem-se uma moça cuja caracterização é abstrata,
ao passo que no poema tem-se uma mulher cujo aspecto é
burguês e requintado.
E no quadro constata-se a imagem de uma moça simplória, ao
passo que no poema nota-se a caracterização de uma donzela
de vida airada.
57 Leia o excerto e observe a pintura a seguir para responder à
questão.
[...]
E indo a dizer o mais, cai num desmaio.
Perde o lume dos olhos, pasma e treme,
Pálida a cor, o aspecto moribundo;
Com mão já sem vigor, soltando o leme,
Entre as salsas escumas desce ao fundo.
Mas na onda do mar, que, irado, freme,
Tornando a aparecer desde o profundo,
— Ah! Diogo cruel! – disse com mágoa, –
e sem mais vista ser, sorveu-se na água.
DURÃO, Frei José de Santa Rita. Caramuru. In: Hernâni Cidade – Santa Rita Durão.
Rio de Janeiro: Agir, 1957. p. 88.
MEIRELLES, Vitor. Moema. Disponível em: http://www.saopauloantiga.com.br/moema_
aib1922/. Acesso em: 14 mar. 2016.
Veri� ca-se, entre a pintura e o excerto apresentados, uma relação
intertextual, na medida em que ambos tematizam
A a morte, que se dá de forma gradativa no fragmento e de um
modo direto na pintura.
B a solidão, que se dá de maneira prolixa no fragmento e de
forma abstrata na pintura.
C o grotesco, que se dá de modo objetivo no excerto e de maneira
indireta na pintura.
D a gratidão, que se dá de maneira paradoxal no excerto e de
modo incisivo na pintura.
E o ódio, que se dá de maneira simplista no fragmento e de
maneira obscura na pintura.
INGLÊS
58
Italian university switches to English
By Sean Coughlan, BBC News education correspondent
16 May 2012 Last updated at 09:49 GMT
Milan is crowded with Italian icons, which makes it even more of
a cultural earthquake that one of Italy’s leading universities – the
Politecnico di Milano – is going to switch to the English language.
� e university has announced that from 2014 most of its degree
courses – including all its graduate courses – will be taught and
assessed entirely in English rather than Italian.
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ANO LETIVO: 2017
CÓDIGOS: INGLÊS – 31016| ESPANHOL – 31216
� e waters of globalisation are rising around higher education
– and the university believes that if it remains Italian-speaking it
risks isolation and will be unable to compete as an international
institution. “We strongly believe our classes should be international
classes – and the only way to have international classes is to use the
English language”, says the university’s rector, Giovanni Azzone.
COUGHLAN, S. Disponível em: www.bbc.co.uk. Acesso em: 31 jul. 2012.
As línguas têm um papel importante na comunicação entre pessoas
de diferentes culturas. Diante do movimento de internacionalização
no ensino superior, a Universidade Politecnico di Milano decidiu
A elaborar exames em língua inglesa para o ingresso na
universidade.
B ampliar a oferta de vagas na graduação para alunos estrangeiros.
C investir na divulgação da universidade no mercado
internacional.
D substituir a língua nacional para se inserir no contexto da
globalização.
E estabelecer metas para melhorar a qualidade do ensino de
italiano.
59
Two of the greatest obstacles that comics have in reaching
readers are exposure and cost. Fortunately, the internet has
provided remedies for both. Many comic book creators and
publishers have put their comics online, available as full issues
and at absolutely no cost to the reader. And unlike torrents or
scanned � les, these comics are completely legal.
Here I have endeavored to collect as many of these as possible,
now totalling over 300 full issues and stories, in one place.
Whether you have been meaning to try a new title, or if
you’ve never read a comic in your life, there’s still something here
for everyone. Follow a link or two or three. Some comics that I
especially recommend carry an asterisk, but I haven’t come close
to reading everything here. Maybe you’ll � nd something you enjoy.
Disponível em: www.lorencollins.net/freecomic. (adaptado).
De acordo com o texto, dois obstáculos ao acessodos leitores às
histórias em quadrinho são
A a divulgação e o material escaneado da internet.
B o custo da internet e a legalidade de material escaneado.
C a legalidade de material escaneado e de edições completas.
D o desconhecimento e o desinteresse por histórias em
quadrinho.
E o custo e a divulgação das histórias ao público.
60
Europe’s economic distress could be China’s opportunity.
In the past, the country has proved a hesitant investor in the
continent, but � gures show a 30 percent surge in new Chinese
projects in Europe last year. And these days Europe looks ever
more tempting. Bargains proliferate as the yuan strengthens and
cashstrapped governments forget concerns over foreign ownership
of key assets. On a recent visit to Greece, Vice Premier Zhang
Dejiang sealed 14 deals, reportedly the largest Chinese investment
package in Europe, covering a range of sectors from construction
to telecoms.
Meanwhile, Irish authorities have opened talks with Chinese
promoters to develop a 240-hectare industrial park in central
Ireland where Chinese manufacturers could operate inside the
European Union free of quotas and costly tari� s. In time, that
could bring 10,000 new jobs. “It’s good business,” says Vanessa
Rossi, an authority on China at the Royal Institute of International
A� airs in London. “� ere’s big mutual bene� t here.” Europe needs
money; China needs markets.
Newsweek, July 19, 2010, p. 6 (adaptado).
A� rma-se, no texto, que a Irlanda
A negocia com a China o desenvolvimento de um parque
industrial que trará benefícios à Europa e à própria China.
B possui um plano de desenvolvimento que exime os
investidores de pagamento de impostos.
C enfrenta sérios problemas de desemprego, que já afetaram
dez mil trabalhadores.
D deseja fechar acordos que envolvam outros países da União
Europeia.
E planeja as mudanças que pretende implementar junto à
Câmara Real de Negócios Internacionais, em Londres.
ESPANHOL
58
CONTRERAS, Juan Carlos. Disponible en: https://goo.gl/dG59cy. Acceso el: 24 abr. 2017.
Com relação à charge, é possível a� rmar
A O trabalho nas minas chilenas ainda revolta muitos, por suas
condições de trabalho insalubres.
B As pensões auxiliam no combate à crise econômico-� nanceira
enfrentada por idosos.
C A antiga condição dos mineiros chilenos é passível de pena
e provocou lágrimas.
D Os aposentados não têm problemas econômico-� nanceiros
como os mineiros chilenos.
E Todos choraram de emoção quando os mineiros foram salvos.
3ª Série do Ensino Médio
21
59
Preocupación entre los expertos por las nuevas
píldoras antiobesidad
Quien descubra la píldora para adelgazar, habrá encontrado
una mina de oro. La obesidad es un problema de salud pública (se
calcula que el 20% de la población mundial tiene sobrepeso, un
porcentaje que en los países ricos pasa del 30%), y la idea de tratarla
con pastillas es muy atractiva. Pero este abordaje no convence a
los expertos españoles del Centro de Investigación Biomédica en
Red de Fisiopatología de la Obesidad y la Nutrición (Ciberobn),
que recuerdan que para combatir el sobrepeso lo primero que hay
que hacer es “reducir la ingesta calórica, practicar ejercicio físico
y modi� car los hábitos alimentarios”. El recurso al tratamiento
farmacológico es la última opción. Debe hacerse “cuando las
demás opciones hayan fallado o como complemento de estas”,
según los médicos.
El motivo de esta advertencia es la aprobación por la Agencia
del Medicamento (FDA) de EE UU de las dos primeras pastillas
para adelgazar en años: Belviq y Qsymia. Su uso en quienes tienen
sobrepeso solo se aconseja si se tiene algún otro factor de riesgo,
como hipertensión, colesterol o diabetes, y siempre acompañado
de dieta y ejercicio. Este compuesto – una combinación de dos
principios activos – es el que más preocupa a los médicos. “Existe
una falta de datos de e� cacia a largo plazo y de seguridad para
la farmacoterapia antiobesidad, limitando así la recomendación
de rutina de dicho tratamiento en periodos prolongados”, apunta
en una nota José López Miranda, del comité de dirección del
Ciberobn. Los estudios, además, “incluyeron pocos pacientes de
edad avanzada”, por lo que “este grupo de población queda fuera
de cualquier recomendación”, añade.
Disponible en: https://goo.gl/kXT1ku. Acceso el: 1 ago. 2012 (adaptado).
Em relação às novas pílulas antiobesidade, conclui-se que
A o tratamento integrado com dieta, exercícios e os novos
medicamentos é a melhor opção quando feito a longo prazo
por pessoas que sofrem de sobrepeso.
B os especialistas que estudam a obesidade criaram os
medicamentos tendo como foco, primeiramente, os idosos
e, posteriormente, a população mais jovem.
C os novos medicamentos contra a obesidade que foram
autorizados para comercialização nos Estados Unidos devem
ser utilizados pelas pessoas até atingirem seu peso ideal.
D as chamadas pílulas milagrosas para emagrecer � nalmente
chegaram ao mercado norte-americano e podem ser
utilizadas como medida preventiva contra a obesidade, sem
contraindicação.
E as pessoas que sofrem de obesidade, que tenham outras doenças
associadas, podem contar com dois novos medicamentos para
o tratamento desses males.
60
Deseamos cambiar el mundo
Por eso puleva es capaz de adelantar hoy algunos alimentos
que ayudarán a que los seres humanos se sientan mejor ahora y
en el futuro
Puleva OMEGA-3 con el mejor sabor.
Puleva OMEGA-3 con leche desnatada.
Enriquecida en ácidos grasos OMEGA-3 ácido oleico y
vitamina E.
Puleva
La ciencia del bienestar
Para más información: 902 100019
EL PAÍS, semanal. Madrid, 05/07/98, p. 21.
De acordo com o texto, a Puleva é uma empresa que deseja mudar
o mundo e, por isso,
A algum dia produzirá alimentos que farão os seres humanos
se sentirem melhor.
B já produz hoje alimentos que ajudarão os seres humanos a
se sentirem melhor.
C prevê o futuro dos alimentos que ajudam os seres humanos
a se sentirem melhor.
D adianta-se na pesquisa de alimentos que colaborarão para a
melhoria dos seres humanos.
E com seus alimentos, colabora para o aperfeiçoamento da
humanidade.
MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
61 Em uma fazenda de 25 hectares (ha), há 2.500 pés de café por
hectare. A previsão era de colher 30 sacas/ha, porém, devido à
geada, a colheita foi prejudicada em 40%, ou seja, o total de sacas
na colheita foi de
A 3.000.
B 2.000.
C 1.200.
D 300.
E 450.
62 O grá� co a seguir mostra a Intenção do Consumo das Famílias
(ICF) de janeiro a maio de 2015.
120
118
116
114
112
110
108
106
104
102
100
jan/15 fev/15 mar/15 abr/15 mai/15
y (ICF)
t (meses)
117,6
118
109,3
107,1
109,4
Disponível em: https://goo.gl/iSzKpZ. Acesso em: 28 ago. 2015 (adaptado).
Se esse grá� co representa uma função f que mostra o valor da
ICF em função do tempo, de janeiro a maio, então seu conjunto
imagem é
4
22
ANO LETIVO: 2017
CÓDIGOS: INGLÊS – 31016| ESPANHOL – 31216
A Im( f ) = [107,1; 118].
B Im( f ) = [jan/15; mai/15].
C Im( f ) = {107,1; 109,3; 117,6; 118}.
D Im( f ) = {jan/15; fev/15; mar/15; abr/15; mai/15}.
E Im( f ) = [100; 120].
63 Utilizando-se exatamente 1.200 metros de arame, deseja-se
cercar um terreno retangular de modo que a parte do fundo não
seja cercada, pois ele faz divisa com um rio, e que a cerca tenha
4 � os paralelos de arame.
Nessas condições, para cercar a maior área retangular possível
desse terreno com o arame disponível, os valores da largura e do
comprimento (em metros), respectivamente, são:
A 100 e 100.
B 50 e 200.
C 125 e 50.
D 75 e 150.
E 125 e 125.
64 O Tangram é um quebra-cabeça chinês formado por sete peças
com as quais é possível formar várias � guras, utilizando todas as
peças e sem sobrepô-las.
Legenda:
Fig. 1 – Triângulo médio
Fig. 2 – Paralelogramo
Fig. 3 e 5 – Triângulos pequenos
Fig. 4 – Quadrado
Fig. 6 e 7 – Triângulos grandes
O retângulo a seguir foi formado com seis dessas sete peças.
A peça que não foi utilizada é idêntica à de número
A 1.B 3.
C 5.
D 7.
E 2.
65 Considere-se a seguinte situação: Durante a Oktoberfest, em
Blumenau-SC, um conjunto de bicicletas com rodas de diâmetro
26 polegadas percorreu 855,6 m em linha reta, durante o des� le
na Rua XV de Novembro. Sabendo-se que 1 polegada equivale a
2,5 cm e que π = 3,1, é possível inferir que, durante o des� le, a
roda realizou
A 600 voltas.
B 800 voltas.
C menos de 400 voltas.
D mais de 1.200 voltas.
E entre 400 e 500 voltas.
66 A alimentação saudável está entre as inúmeras atitudes que
podem ser adotadas para garantir qualidade de vida.
Alice, aluna de Nutrição e Dietética da ETEC de Avaré, aprendeu
que as leguminosas, como feijão, lentilha, grão-de-bico, entre
outras, são fontes de proteínas de origem vegetal, e que o consumo
regular de arroz integral traz muitos benefícios à saúde, já que ele
apresenta mais nutrientes que o arroz branco.
Alice preparou uma receita de arroz integral com lentilha, prato
de origem árabe, utilizando quantidades iguais desses dois
ingredientes. Quando � cou pronto, ela serviu-se de uma porção
da receita que fez.
Considerando que a lentilha tem o triplo da quantidade de proteína
do arroz integral e que Alice ingeriu 28 g de proteína, provenientes
apenas desses dois alimentos, pode-se concluir que ela consumiu
A 7 g de proteína proveniente do arroz integral.
B 9 g de proteína proveniente do arroz integral.
C 11 g de proteína proveniente do arroz integral.
D 23 g de proteína proveniente da lentilha.
E 25 g de proteína proveniente da lentilha.
67 O grá� co abaixo representa o consumo de bateria de um
celular entre as 10h e as 16h de um determinado dia.
100%
80%
60%
40%
20%
0%
10:00 11:00 12:00 13:00 14:00 15:00 16:00
N
ív
el
d
a
ba
te
ria
(%
)
Supondo que o consumo manteve o mesmo padrão até a bateria
se esgotar, a que horas o nível da bateria atingiu 10%?
A 18 h.
B 19 h.
C 20 h.
D 21 h.
E 22 h.
3ª Série do Ensino Médio
23
68 O projeto de madeiramento é fundamental para a construção
de um bom telhado em uma residência.
Na � gura, observa-se a vista frontal do madeiramento de um
telhado. O triângulo ABC é isósceles de base BC tal que  = 120º.
Nota-se também que os segmentos DE e FG são perpendiculares
à base BC.
De acordo com os dados, a medida do ângulo é BÊD é
A 30°.
B 45°.
C 60°.
D 75°.
E 35°.
69 Na � gura, o losango FGCE possui dois lados sobrepostos aos
do losango ABCD e sua área é igual à área indicada em cinza.
Se o lado do losango ABCD mede 6 cm, o lado do losango
FGCE mede
A 2 5 cm.
B 2 6 cm.
C 4 2 cm.
D 3 3 cm.
E 3 2 cm.
70 No gráfico estão representadas as curvas típicas de
velocidade de crescimento, em cm/ano, em função da idade, em
anos, para meninos e meninas de 0 a 20 anos de idade. Estão
indicados, também, para os dois gêneros, trechos de aceleração e
desaceleração do crescimento e os pontos de início do estirão da
adolescência e de término de crescimento.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10111213141516171819
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
desaceleração
meninos
meninas
aceleração
desaceleração
término do crescimento
início do estirão
da adolescência
idade (anos)
ga
nh
o
de
a
ltu
ra
(c
m
/a
no
)
Robert M. Malina e Claude Bouchard. Atividade física do atleta
jovem: do crescimento à muturação, 2002. (adaptado).
Considerando apenas as informações contidas no gráfico, é
possível concluir que
A após o período de aceleração no crescimento, tanto os
meninos quanto as meninas param de crescer.
B as meninas atingem sua maior estatura por volta dos 12 anos
de idade e os meninos, por volta dos 14 anos de idade.
C se um menino e uma menina nascem com a mesma estatura,
ao � nal do período de crescimento eles também terão a
mesma estatura.
D desde o início dos respectivos estirões do crescimento na
adolescência, até o � nal do crescimento, os meninos crescem
menos do que as meninas.
E entre 4 e 8 anos de idade, os meninos e as meninas sofrem
variações iguais em suas estaturas.
71 IMC é a sigla para Índice de Massa Corporal, que é a medida
utilizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para veri� car
a obesidade. O cálculo do IMC é feito dividindo o peso P (em
quilograma) pela altura H (em metros) ao quadrado.
IMC = P
H2
A seguir apresenta-se uma tabela para consulta de IMC.
Resultado Situação
Abaixo 17 Muito abaixo do peso
Entre 17 e 18,49 Abaixo do peso
Entre 18,5 e 24,99 Peso normal
Entre 25 e 29,99 Acima do peso
Entre 30 e 35,99 Obesidade I
Entre 35 e 39,99 Obesidade II (severa)
Acima de 40 Obesidade III (mórbida)
Disponível em: www.calculoimc.com.br. Acesso em: 12 set. 2016.
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ANO LETIVO: 2017
CÓDIGOS: INGLÊS – 31016| ESPANHOL – 31216
Uma pessoa de 1,5 m de altura estava com o IMC igual a 34, ou seja,
obesidade I. Preocupada com seu peso, essa pessoa desenvolveu
atividades de modo que, após três meses, ela emagreceu 5.500 g.
Após calcular novamente seu IMC, ela percebeu que se encontrava
na situação de
A obesidade I.
B peso normal.
C acima do peso.
D abaixo do peso.
E muito abaixo do peso.
72 Uma caixa de capacidade 6,4 m3 deve ser abastecida com
água. Abaixo estão representados três recipientes que podem ser
utilizados para esse � m.
40 cm 4
0 c
m
40
cm
Recipiente A
200 mm 4
dm
0,
8
m
Recipiente B Recipiente C
8 dm
80
cm
0,
01
d
am
Considerando que não há perda no transporte da água, a� rma-
-se que:
I. Pode-se usar qualquer um dos recipientes 100 vezes para
encher a caixa.
II. Se os recipientes A, B e C forem usados, respectivamente,
16, 33 e 50 vezes, a caixa � cará com sua capacidade máxima.
III. Após usar 20 vezes cada um dos recipientes, ainda não teremos
metade da capacidade da caixa ocupada.
Das a� rmativas acima, tem-se que é(são) verdadeira(s)
A nenhuma delas.
B apenas a III.
C apenas a II.
D apenas a I.
E a II e a III.
73 A � gura a seguir é um esquema representativo de um eclipse
lunar em que a Lua, a Terra e o Sol estão representados pelas
circunferências de centros C1, C2 e C3 respectivamente, que se
encontram alinhados. Considera-se que a distância entre os
centros da Terra e do Sol é 400 vezes maior que a distância entre os
centros da Terra e da Lua e que a distância do ponto T na superfície
da Terra ao ponto S na superfície do Sol, como representados na
� gura, é de 150 milhões de quilômetros.
Sabendo-se que os segmentos de reta C L1 , C2 T e C S3 são
paralelos, a distância do ponto L, representado na superfície da
Lua, ao ponto T, na superfície da Terra, é igual a
A 375.000 km.
B 400.000 km.
C 37.500.000 km.
D 40.000.000 km.
E 775.000 km.
74 Duas crianças, cada uma em um prédio diferente, brincam
com canetas lasers nas janelas de seus apartamentos, apontando
para um ponto na quadra situada entre os prédios. A criança do
prédio A está a uma altura de 10 m, e a do prédio B, a uma altura
de 20 cm do chão. A distância entre os prédios é de 50 m.
Em um determinado momento, os lasers das crianças atingem,
simultaneamente, um ponto P do pátio equidistante das crianças,
tal como na ilustração abaixo:
A distância x, em metros, desse ponto até o prédio B é
A 22.
B 23.
C 25.
D 28.
E 31.
75 Uma cooperativa de Santa Catarina recebe, por mês, certa
quantidade de matéria-prima para produzir ração. A quantidade
de ração produzida equivale a 20% do total da matéria-prima
recebida. Sabendo-se que 1 tonelada corresponde a 1.000 kg, qual
a quantidade de matéria-prima, em kg, que será necessária para
produzir 150 toneladas de ração?
A 150.000 kg.
B 750 kg.
C 300 kg.
D 300.000 kg.
E 750.000 kg.
3ª Série do Ensino Médio
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76 A � gura 1 apresenta a imagem de um poste que pode ser visto
nas ruas de algumas cidades brasileiras.
A seguir tem-se uma representação de um desses postes (� gura 2), que
pode ser dividido em três partes: uma haste AB, vertical e � xada no
chão plano (horizontal), medindo 3 metros; uma haste AE medindo
1 metro, tal que BÂE = 120°, e uma haste ED, paralela ao chão plano
(horizontal).
Umalâmpada será instalada no ponto D. A altura, em relação
ao chão plano, em que essa lâmpada será instalada, em metros, é
A 3,2.
B 3,5.
C 3,6.
D 4,0.
E 4,2.
77 Pretende-se estender um � o de cobre de uma central de gás
até o ponto de instalação de gás de uma residência. O � o de cobre
deve ser instalado seguindo o percurso ABCDEFG, conforme
mostra a � gura abaixo. Sabendo-se que cada metro de cobre
custa R$2,50 e que os triângulos ABC, CDE e EFG são triângulos
retângulos, calcule a metragem de cobre que será necessária para
ligar a central de gás até o ponto de instalação de gás e qual valor
será gasto na compra desse material.
Assinale a alternativa correta:
A A metragem de cobre será 52,5 m e o valor gasto será igual
a R$21,00.
B A metragem de cobre será 52,5 m e o valor gasto será igual
a R$42,00.
C A metragem de cobre será 21 m e o valor gasto será igual a
R$42,00.
D A metragem de cobre será 21 m e o valor gasto será igual a
R$52,50.
E A metragem de cobre será 52,5 m e o valor gasto será igual
a R$131,25.
78 Um produtor de maracujá usa uma caixa-d’água, com volume
V, para alimentar o sistema de irrigação de seu pomar. O sistema
capta água por meio de um furo no fundo da caixa a uma vazão
constante. Com a caixa-d’água cheia, o sistema foi acionado às 7h
da manhã de segunda-feira. Às 13h do mesmo dia, veri� cou-se
que já haviam sido usados 15% do volume da água existente na
caixa. Um dispositivo eletrônico interrompe o funcionamento do
sistema quando o volume restante na caixa é de 5% do volume
total, para reabastecimento.
Supondo que o sistema funcione sem falhas, a que horas o
dispositivo eletrônico interromperá o funcionamento?
A às 15h de segunda-feira.
B às 11h de terça-feira.
C às 14h de terça-feira.
D às 4h de quarta-feira.
E às 21h de terça-feira.
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79 Seis circunferências de raio 5 cm são tangentes entre si duas a
duas e seus centros são vértices de um hexágono regular, conforme
a � gura abaixo.
O comprimento de uma correia tensionada que envolve
externamente as seis circunferências mede, em cm,
A 18 + 3π.
B 30 + 10π.
C 18 + 6π.
D 60 + 10π.
E 36 + 6π.
80 Um terreno inclinado traz di� culdades para a construção
civil, para a agricultura e para um caminhante aventureiro.
Seja α a medida do ângulo que a superfície do terreno faz com o
plano horizontal, conforme a � gura.
A taxa de declividade, ou apenas declividade, de um terreno é a
tangente desse ângulo α. A declividade de um terreno é, normalmente,
expressa em porcentagem, por exemplo, se tan α = 0,23, então a taxa
de declividade é 23%.
Um excursionista sobe uma montanha que tem declividade de
50%. Considere-se que, do ponto que o excursionista partiu até o
topo da montanha, o desnível vencido foi de 1.000 metros.
Nessas condições, a menor distância percorrida pelo excursionista
até o topo da montanha é, em quilômetros,
A 2.
B 3.
C 4.
D 5.
E 6.
RASCUNHO
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RASCUNHO
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ANO LETIVO: 2017
CÓDIGOS: INGLÊS – 31016| ESPANHOL – 31216
Transcreva a sua Redação para a Folha de Redação.
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