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ESCOLA PARTICULAR PEQUENO PRÍNCIPE
Teófilo Otoni – Ano 2024
Lugar para aprender e crescer
REDAÇÃO – 2º ANO
PROPOSTA DE REDAÇÃO
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os prejuízos do quiet quitting no ambiente de trabalho brasileiro”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
Texto 1- Quiet quitting, a nova e ruidosa tendência do mundo corporativo
	
	“O trabalho dignifica o homem.” A máxima do sociólogo alemão Max Weber (1864-1920) perdura há mais de um século como a mais nobre definição sobre o termo que, a rigor, deriva do latim tripalium, que designava um instrumento de tortura. O conceito parece estar cada vez mais embaralhado em tempos pós-pandêmicos. A Covid-19 alterou para sempre a dinâmica corporativa, normalizou o home office e escancarou a necessidade de priorizar o bem-estar. Especialmente no começo do surto, funcionários esticaram a jornada por temer a demissão. De casa, não havia desculpa para encerrar o expediente mais cedo ou ignorar um e-mail. A conta chegou com efeitos devastadores à saúde física e mental dos sobreviventes. Nesse contexto, surgiu uma alternativa inusitada: o quiet quitting, algo como “desistência silenciosa”, em tradução livre.
	O quiet quitting surge na esteira de outro fenômeno recente, a “grande renúncia”, uma onda que levou 47 milhões de americanos a abandonar seus empregos em 2021, acompanhado em menor escala em outros países. Cresceu também um movimentoum tanto quanto anarquista e utópico, o antiwork (antitrabalho), cujos defensores acreditam que a maioria dos empregos atuais não se faz necessária e que a sociedade deveria se organizar para realizar apenas o essencial, em vez de criar excesso de capital. Cabe ressaltar que a realidade dos Estados Unidos e de outros países desenvolvidos não condiz com a do Brasil, onde há 9,9 milhões de desocupados, segundo o IBGE. Em outras palavras, brasileiros podem até adotar o quiet quitting, mas tendem a ter mais dificuldade para encontrar um novo emprego.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento/o-que-e-o-quiet-quitting-nova-e-ruidosa-tendencia-do-mundo-corporativo/
Texto 2- Burnout e Quiet Quitting
	
	“As pessoas têm diferentes formas de reagir a essa pressão externa. Uma delas é no sentido que a psicologia chama de intratensão, que dá o Burnout – doença mental decorrente de situações desgastantes no trabalho ou nos estudos –, e a outra que é de extratensão, na qual está o Quiet Quitting”, explica Sigmar.
	Há dois caminhos para reagir às grandes responsabilidades e às diversas demandas do mundo atual, uma delas é o Burnout e a outra, o Quiet Quitting. “Não são complementares, iguais, ou uma a progressão da outra. Na verdade, são respostas diferentes a uma mesma situação: uma é o resultado da tensão internalizada e a outra é a forma de lidar com isso no exterio.” Uma pessoa pode ter tido Burnout e passar a praticar o Quiet Quitting, ou o inverso. O Burnout, por sua vez, não leva ao Quiet Quitting, nem este gera aquele: são homólogos.
Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/quiet-quitting-fenomeno-nas-redes-sociais-e-uma-forma-de-reacao-a-vida-real/#:~:text=à vida real
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REDAÇÃO 
–
 
2
º ANO
 
PROPOSTA DE REDAÇÃO
 
 
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao l
ongo de sua formação, redija um 
texto 
dissertativo
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argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “
Os prejuízos do quiet
 
quitting 
no ambiente de trabalho brasileiro
”, apresentando proposta de intervenção qu
e respeite os direit
os humanos. 
Selecione, 
organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de v
ista.
 
 
Texto 1
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Quiet quitting, a nova e ruidosa tendência do mundo corporativo
 
 
 
 
“O trabalho dignifica o homem.” A máxima do sociólogo
 
alemão Max Weber (1864
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1920) perdura há mais de um século 
como a mais nobre definição sobre o termo que, a rigor, deriva do latim tripalium, que designava um instrumento de tortura. O
 
conceito parece estar cada vez mais embaralhado em tempos pós
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pandêmico
s. A Covid
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19 alterou para sempre a dinâmica 
corporativa, normalizou o home office e escancarou a necessidade de priorizar o bem
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uma alternativa inusitada: o quiet quitting, algo como “desistência silenciosa”, em tradução l
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O quiet quitting surge na esteira de outro fenômeno recente, a “grande renúncia”, uma onda que levou 47 milhões de 
americanos a abandonar seus empregos em 2021, acompanhado em menor escala em outros países. Cresceu também um 
movimentoum tanto quanto
 
anarquista e utópico, o antiwork (antitrabalho), cujos defensores acreditam que a maioria dos 
empregos atuais não se faz necessária e que a sociedade deveria se organizar para realizar apenas o essencial, em vez de cria
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excesso de capital. Cabe ressaltar
 
que a realidade dos Estados Unidos e de outros países desenvolvidos não condiz com a do 
Brasil, onde há 9,9 milhões de desocupados, segundo o IBGE. Em outras palavras, brasileiros podem até adotar o quiet quitting
, 
mas tendem a ter mais dificuldade para e
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Disponível em: 
https://veja.abril.com.br/comportamento/o
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Burnout e Quiet Quitting
 
 
 
 
“As pessoas têm diferentes formas de reagir 
a essa pressão externa. Uma delas é no sentido que 
a psicologia chama de intratensão, que dá o Burnout
 
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doença mental decorrente de situações 
desgastantes no traba
lho ou nos estudos 
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que é de extratensão, na qual está o Quiet Quitting”, 
explica Sigmar.
 
 
Há dois caminhos para reagir às grandes 
responsabilidades e às diversas demandas do mun
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e a outra, o Quiet 
Quitting. “Não são complementares, iguais, ou uma a 
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Uma pessoa pode ter tido 
Burnout e passar a praticar o Quiet Quitting, ou o 
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Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/quiet
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Teófilo Otoni
 
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REDAÇÃO – 2º ANO 
PROPOSTA DE REDAÇÃO 
 
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto 
dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os prejuízos do quiet quitting 
no ambiente de trabalho brasileiro”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, 
organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesade seu ponto de vista. 
 
Texto 1- Quiet quitting, a nova e ruidosa tendência do mundo corporativo 
 
 “O trabalho dignifica o homem.” A máxima do sociólogo alemão Max Weber (1864-1920) perdura há mais de um século 
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conceito parece estar cada vez mais embaralhado em tempos pós-pandêmicos. A Covid-19 alterou para sempre a dinâmica 
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funcionários esticaram a jornada por temer a demissão. De casa, não havia desculpa para encerrar o expediente mais cedo ou 
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uma alternativa inusitada: o quiet quitting, algo como “desistência silenciosa”, em tradução livre. 
 O quiet quitting surge na esteira de outro fenômeno recente, a “grande renúncia”, uma onda que levou 47 milhões de 
americanos a abandonar seus empregos em 2021, acompanhado em menor escala em outros países. Cresceu também um 
movimentoum tanto quanto anarquista e utópico, o antiwork (antitrabalho), cujos defensores acreditam que a maioria dos 
empregos atuais não se faz necessária e que a sociedade deveria se organizar para realizar apenas o essencial, em vez de criar 
excesso de capital. Cabe ressaltar que a realidade dos Estados Unidos e de outros países desenvolvidos não condiz com a do 
Brasil, onde há 9,9 milhões de desocupados, segundo o IBGE. Em outras palavras, brasileiros podem até adotar o quiet quitting, 
mas tendem a ter mais dificuldade para encontrar um novo emprego. 
Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento/o-que-e-o-quiet-quitting-nova-e-ruidosa-tendencia-do-mundo-corporativo/ 
 
Texto 2- Burnout e Quiet Quitting 
 
 “As pessoas têm diferentes formas de reagir 
a essa pressão externa. Uma delas é no sentido que 
a psicologia chama de intratensão, que dá o Burnout 
– doença mental decorrente de situações 
desgastantes no trabalho ou nos estudos –, e a outra 
que é de extratensão, na qual está o Quiet Quitting”, 
explica Sigmar. 
 Há dois caminhos para reagir às grandes 
responsabilidades e às diversas demandas do mundo 
atual, uma delas é o Burnout e a outra, o Quiet 
Quitting. “Não são complementares, iguais, ou uma a 
progressão da outra. Na verdade, são respostas 
diferentes a uma mesma situação: uma é o resultado 
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com isso no exterio.” Uma pessoa pode ter tido 
Burnout e passar a praticar o Quiet Quitting, ou o 
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Quitting, nem este gera aquele: são homólogos. 
Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/quiet-quitting-
fenomeno-nas-redes-sociais-e-uma-forma-de-reacao-a-vida-
real/#:~:text=à vida real 
 
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