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EDIÇÃO
2024-2025-2026
M
AN
UA
L D
O
 ED
UC
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O
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PREÇO GARANTIDO POR 8 ANOS: 
2018 • 2019 • 2020 • 2021 • 2022 • 2023 • 2024 • 2025
DE 1º DE SETEMBRO DE 2017 ATÉ 31 DE AGOSTO DE 2025.
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Maria Clara Medeiros
ANO
ENSINO FUNDAMENTAL
03
Língua Portuguesa
Manual do Educador
Formação Continuada
FC_ME 3F PORT_UN 1.indd 1FC_ME 3F PORT_UN 1.indd 1 14/04/2023 15:30:1514/04/2023 15:30:15
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e 
Lei no 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Fizeram-se todos os esforços para localizar os 
detentores dos direitos das fotos, das ilustrações 
e dos textos contidos neste livro. 
A Formando Cidadãos Editora pede desculpas se 
houve alguma omissão e, em edições futuras, terá 
prazer em incluir quaisquer créditos faltantes.
Maria Clara Medeiros
EDITORAS
Isabela Nóbrega
Márcia Regina Silva
REVISÃO DE TEXTO
Consultexto 
PROJETO GRÁFICO, ILUSTRAÇÕES, CAPA 
E EDITORAÇÃO ELETRÔNICA
Mirai Design e Comunicação Ltda.
IMAGENS VETORIAIS
freepik.com 
shutterstock.com
stock.adobe.com
COORDENAÇÃO EDITORIAL
DIREITOS RESERVADOS À
MULTI MARCAS EDITORIAIS LTDA.
Rua Neto Campelo Júnior, 37
Mustardinha - Recife/PE
CEP: 50760-330
Fone: (81) 3447.1178
CNPJ: 00.726.498/0001-74
IE: 0214538-37
ISBN: 978-85-403-2027-7
5a edição
Manual do Educador
Formação Continuada
Língua Portuguesa
3o ano - Ensino Fundamental
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Caro educador, cara educadora,
 O Manual do Educador Formando Cidadãos foi preparado pensando 
em facilitar a sua prática pedagógica. Por isso, dividimos o material em qua-
tro unidades, cada uma com 10 semanas, em que será proposto um planeja-
mento com sugestões para trabalhar em cada dia. 
 O manual apresenta ainda sugestões de atividades, orientações di-
dáticas, fundamentações, atividades lúdicas, além de sugerir as habilidades 
que devem ser trabalhadas em cada página do livro do aluno, de acordo com 
a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). 
 Esperamos que aproveite esses recursos e que este ano seja de novas 
experiências. 
 
Grande abraço,
Maria Clara Medeiros
Apresentação
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Conhecendo o manual
Estrutura do livro do aluno
Sumário do livro do aluno
Projetos de leitura
Planejamento de aulas
Fundamentação: Base Nacional Comum 
Curricular
Unidade 1
Conteúdos da unidade e a BNCC
1a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: A minhoca
Semana de adaptação
Fundamentação: Proteger a emoção
2a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Trabalhando com 
símbolos
Página do livro do aluno
Fundamentação: Dificuldades de apren-
dizagem, fracasso escolar e práticas 
pedagógicas
3a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Percepção de maiúsculas 
e minúsculas
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: O que fazer e o que não 
fazer em sala de aula
4a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: O vogadio
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Operacionalização das 
teorias de Piaget e Vygotsky no ambiente 
escolar
5a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Ditado de desenho
Semana de revisão
Fundamentação: Os professores são vitais, 
mas a educação está doente
6a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Trava-línguas
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Discussão sobre dilemas 
morais
7a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Amarelinha
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: A escola permite que a criança 
se aproprie da escrita?
8a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Brincadeira da batata quente
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: O que caracteriza uma boa 
aula?
9a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Bingo com nomes e figuras
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Onde encontrar bons textos?
10a Semana – Grade semanal
Trabalhando as emoções
Semana de avaliação
Fundamentação: Como despertar o gosto pela 
produção de texto
Unidade 2
Conteúdos da unidade e a BNCC
11a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Contando histórias
Página do livro do aluno
Fundamentação: O que é interpretar?
12a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: 94 segundos / Stop
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Faço na prática o que prometo?
13a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Recorte de palavras
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: A arte de ouvir
14a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Listas
Sumário
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Páginas do livro do aluno
Fundamentação: A arte de dialogar
15a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Parleando
Semana de revisão
Fundamentação: Literatura infantil
16a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Explorando cantigas de rodas
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Falhas comuns no professor
17a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Jogo da argola
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Interesse pela leitura – fatores 
a considerar
18a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Bê-a-bá
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Atividades de leitura em sala
19a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Comparação entre leitura e 
escrita
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: O ato de ensinar e a condição 
humana
20a Semana – Grade semanal
Trabalhando as emoções
Semana de avaliação
Fundamentação: Como trabalhar poesia com as 
crianças?
Unidade 3
Conteúdos da unidade e a BNCC
21a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Desenhar em grupo
Página do livro do aluno
Fundamentação: Autoperfeição ou sentimento 
de honradez
22a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Estudo grafológico
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Na escola, tudo tem seu tempo
23a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Que comece pela letra...
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Ensinar a criança a saber de-
monstrar seu agradecimento
24a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Utilize todas as letras
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: A poesia para crianças
25a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Jogo de palavras
Semana de revisão
Fundamentação: Existem professores resilientes?
26a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: A palavra é…
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Patologias da linguagem
27a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Dinâmica das palavras
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Para educar em valores no 
ambiente escolar
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28a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Monta-palavras
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Como o professor deve agir em 
relação aos problemas patológicos da linguagem
29a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: A dança das cadeiras 
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Princípio da proatividade
30a Semana – Grade semanal
Trabalhando as emoções
Semana de avaliação
Fundamentação: Alunos resilientes podemestudar 
lado a lado com alunos comuns?
Unidade 4
Conteúdos da unidade e a BNCC
31a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Jogo dos provérbios
Página do livro do aluno
Fundamentação: A preparação para as aulas
32a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Sons iguais
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: A adequação dos temas à faixa 
etária
33a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Quem disse o quê?
Página do livro do aluno
Fundamentação: Vygotsky: uma perspectiva 
histórico-cultural da educação
34a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Atravessando o rio
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Sala de aula: sonhos, magias e 
mazelas
35a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Responda rápido
Semana de revisão
Fundamentação: Refletindo acerca das origens 
do multiculturalismo como movimento teórico e 
prática social
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36a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Jogo das frases
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Afetividade
37a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Nós sabemos português
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Missão: formar os leitores do 
futuro
38a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Jogo da memória com rimas
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: Afetividade e aprendizagem: Con-
tribuições da Teoria do Vínculo de Pichon-Rivière 
para as práticas pedagógicas
39a Semana – Grade semanal
Atividade lúdica: Serpente caprichosa (cobra de 
papel)
Páginas do livro do aluno
Fundamentação: O educador e a educação
40a Semana – Grade semanal
Trabalhando as emoções
Semana de avaliação
Fundamentação: Biblioteca não é depósito 
de livros
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Atividade lúdica
Apresenta sugestões de atividades para explorar a 
integração e a socialização das pessoas por meio 
de propostas que focam na ludicidade e no conhe-
cimento de seus próprios limites e possibilidades.
Conteúdos da coleção e a BNCC
Antes da abertura de cada unidade, serão apresen-
tados os conteúdos didáticos, os objetos de conhe-
cimento, as habilidades e as práticas de linguagem, 
que os alunos deverão demonstrar ao final do tra-
balho em cada unidade. Assim, o educador poderá 
nortear as ações pedagógicas.
Grade semanal
Traz o planejamento semanal dos momentos em 
que cada área de conhecimento deverá ser traba-
lhada. Inclusive apresenta breves orientações de 
atividades que poderão ser realizadas em sala de 
aula e a indicação das páginas do livro do aluno que 
deverão ser trabalhadas. Além disso, há espaço para 
registrar as datas correspondentes às semanas.
Planejamento de aulas
O planejamento de aulas foi pensado para 40 
semanas com 5 dias letivos, totalizando 200 dias. 
Cada semana tem uma estrutura própria: grade 
semanal, atividade lúdica, páginas do livro do alu-
no e suporte por meio de orientações didáticas e 
pedagógicas e sugestões de atividades. São apre-
sentadas fundamentações ao longo do manual e, 
nas semanas de revisão e avaliação, sugestões de 
atividades para serem trabalhadas com os alunos.
Projetos de leitura
Compreender e respeitar a criança sabendo que, 
nesta fase da escolaridade, ela passa por várias 
situações, desenvolvendo-se de ouvinte, leitora, 
contadora à escritora, sendo essencial para iniciá-
-la coerentemente no mundo letrado.
Sumário do livro do aluno
É apresentada a página com o sumário do livro 
do aluno para que o professor possa ter acesso ao 
conteúdo anual que será proposto para os alunos.
Conhecendo o manual
Este manual foi concebido para ser 
um material pedagógico que auxilie o 
trabalho de professores em sala de aula. 
Para isso, ele está organizado em: livro 
do aluno, sumário do livro do aluno e 
planejamento de aulas.
Estrutura do livro do aluno
Informações sobre a estrutura do livro do aluno, 
apontando tudo o que é necessário para o profes-
sor explorá-lo da melhor maneira.
A proposta de mediação da leitura dos livros de 
literatura que acompanham o livro didático é apre-
sentada nesta seção, junto com a indicação de áreas 
envolvidas, temas transversais e atividades que pode-
rão ser realizadas antes, durante e depois da leitura.
Wayhome Studio / stock.adobe.com
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Páginas do manual
Todo o manual contém páginas do livro do aluno 
reduzidas. Abaixo de cada página reduzida, são 
apresentadas orientações didáticas, pedagógicas 
ou sugestões de atividades relacionadas ao con-
teúdo da página. Assim, materiais complementares 
com informações preciosas são disponibilizados 
para o educador.
Inserimos também um boxe com as habilidades de 
aprendizagem e desenvolvimento da Base Nacional 
Comum Curricular (BNCC) nas páginas que são 
contempladas com tais conteúdos.
Fundamentação
Os textos apresentados, em geral, têm caráter de 
formação, ou seja, foram selecionados para dar 
embasamento e segurança ao professor em rela-
ção ao seu trabalho diário com as crianças.
Atividades de avaliação
Nas semanas de avaliação, preparamos sugestões 
de atividades para que cada aluno reflita sobre 
o que estudou na unidade. A reflexão sobre o 
próprio desempenho é um meio eficiente para o 
aluno aprender a identificar e corrigir seus erros 
e, para isso, o papel do professor é fundamental.
Atividades de revisão
Nas semanas de revisão, preparamos algumas 
atividades referentes aos conteúdos trabalhados 
para o professor trabalhar em sala de aula, caso 
queira aprimorar os conteúdos com seus alunos.
Abertura da semana 
São apresentadas as páginas do livro do aluno 
propostas para serem trabalhadas ao longo da 
semana. Esta seção acompanha orientações 
didáticas para cada dia.
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Textos didáticos
São textos explicativos que 
abordam os assuntos de ma-
neira simples, clara e objetiva.
Título
Localiza-se, em geral, antes 
da apresentação de algum 
conteúdo específico que será 
trabalhado.
O livro do aluno está organizado com elementos gráficos específicos: 
títulos, textos didáticos, atividades, comandos, boxes e imagens.
Estrutura do livro do aluno
Comandos
No início de cada atividade, são apresentados 
comandos que, em geral, iniciam com o verbo 
que orienta a realização da atividade proposta. 
Isso porque, ao ouvir ou ler o comando, a criança 
deverá identificar qual é a ação que se espera dela 
para que faça a atividade corretamente.
Atividades
Seção com propostas de atividades relacionadas 
aos conteúdos e assuntos que estão sendo traba-
lhados, de maneira que a construção de conhe-
cimento possa acontecer por meio de sugestões 
literais, inferenciais e de opinião própria.
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Páginas do aluno
As páginas do livro do aluno 
aparecerão, ao longo do ma-
nual, com as respostas.
Livro de Atividades de Reforço
Este livro é composto de atividades extras que 
servem para reforçar os conteúdos trabalhados 
nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemá-
tica, Ciências, História e Geografia.
Boxes
Não têm localização predetermina-
da na página, mas são destacados 
por cores, e, em geral, seu conteú-
do corresponde aos temas e assun-
tos complementares e vinculados 
ao conteúdo principal, podendo 
apresentar curiosidades e dicas.
2
3
3
2
1
1
A Coleção Formando Cidadãos, pensando em 
dinamizar suas aulas, preparou este material 
complementar para você. Trata-se de um recur-
so visual que ajudará seus alunos na compreen-
são e na memorização dos conteúdos propostos. 
A apresentação do material pode ser feita no 
início da aula, para despertar a curiosidade e a 
atenção do aluno para o que será trabalhado;pode ser em um momento intermediário, para 
explorar o que já foi mencionado; ou pode ser 
no final da aula, para reforçar todo o conteúdo 
abordado. Como cada educador tem a sua pró-
pria dinâmica, você também pode criar outras 
possibilidades, da maneira mais adequada 
a cada turma.
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Sumário do livro do aluno
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Projetos de leitura
Atividades antes da leitura
• Realize um momento de lançamento de ideias a res-
peito do título do livro.
• Averigue o que os alunos imaginam que seja o tema 
central da história.
• Converse com os alunos a respeito das causas da ex-
tinção das espécies e da importância de preservarmos a 
vida dos animais para a manutenção do ecossistema.
• Pergunte-lhes quais são os animais que conhecem e 
quais acham que estão em extinção; investigue se as 
crianças conhecem animais que vivem livres ou em ca-
tiveiros ou se são criados como animais de estimação; 
depois, anote, na lousa, os nomes que forem surgindo. 
• Anote, na lousa ou em uma folha de papel ofício, as 
palavras-chave do debate para que, ao final da leitu-
ra, os alunos possam fazer uma comparação entre as 
expectativas deles e o que a história narra.
• Confeccione fantoches de animais para representar as 
personagens, para criar um momento mais lúdico na 
hora da história.
Atividades durante a leitura
• Solicite às crianças que ouçam a leitura com atenção e 
identifiquem cada personagem e as características deles.
• Permita que os alunos interfiram na leitura sempre 
que necessário e expressem as suas opiniões a respeito 
do enredo.
• Veja a possibilidade de realizar um segundo momen-
to da leitura, agora inserindo os próprios alunos para 
representar as personagens.
Atividades após a leitura
• Peça aos alunos que falem com suas próprias pala-
vras o que entenderam da história e trabalhe o tema 
da extinção, destacando a necessidade do respeito à 
natureza e aos animais, que foram criados para viver 
livres no seu hábitat. 
• Dê exemplos de como evitar a extinção e proponha à 
classe que produza algum tipo de arte que apresente 
esse tema, podendo ser uma pintura, uma canção, um 
cartaz, etc.; depois, oriente-os para uma apresentação 
a turmas de diferentes anos escolares, para difusão do 
conhecimento. 
• Confeccione, com os alunos, um álbum seriado com 
imagens e características de todos os animais que 
aparecem na história.
• Inicie as atividades do caderno Trabalhando com a 
Literatura com as crianças.
Reprodução
Título: Chega de extinção
Autora: Ilana Ventura
Ilustradora: Vanessa Alexandre
Resumo: Enzo amava os animais e a natureza. Gosta-
va de estar na fazenda do avô Juvenal. Lá, existiam 
vários bichos soltos que viviam bem felizes. E foi 
na fazenda que algo inusitado aconteceu: Enzo foi 
convocado por alguém bem diferente e falante para 
ajudar os animais em extinção. Uma aventura que 
você precisa conhecer! Vamos lá?!
Chega de extinção
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Atividades antes da leitura
• Peça, antecipadamente à aula, que as crianças façam
um desenho de algo de que gostam muito e exponham-
-no no mural da sala. Pergunte se alguém gosta de
desenhar e quais são as cores preferidas de cada um.
• Introduza o assunto da história, apresentando a capa
e o resumo para despertar a curiosidade nos alunos.
Aproveite a oportunidade para solicitar que levantem
hipóteses sobre a história do livro.
• Deixe seus alunos terem contato direto com o livro
para que observem as ilustrações.
Atividades durante a leitura
• Oriente as crianças a acompanharem a leitura e
observarem as ilustrações do livro à medida que a
história é contada.
• Debata sobre alguns trechos ou ilustrações do livro
que mais chamaram a atenção da turma.
• Permita que os alunos analisem as características de
cada personagem da história e peça-lhes que comen-
tem se conhecem alguma pessoa com características
semelhantes às daquelas personagens.
• Identifique as personagens do livro. Fale como deve-
mos respeitar as diferenças e respeitar a nós mesmos.
Atividades após a leitura
• Solicite aos alunos que debatam a respeito da narra-
tiva, chamando a atenção para a explicação de Malu
sobre todos serem iguais e os tons de pele serem diver-
sos e para o aprendizado de Heitor, que passou a pintar
as pessoas com muitas cores.
• Faça uma ligação da história com a vida real.
• Espalhe os lápis de cor na sala e peça aos alunos para
desenharem e pintarem a si mesmos com as cores de
que mais gostam ou que se assemelham a eles.
• Incentive a confecção de um álbum coletivo no qual
deverá conter fotos de todos os alunos da turma. Frisar
que, regularmente, deverá ser atualizado.
• Inicie as atividades do caderno Trabalhando com a
Literatura com as crianças.
Reprodução
Título: O dilema da caixa de lápis de cor
Autora: Patrícia Lins
Ilustradora: Jacquie Lima
Resumo: Este livro conta uma história que se pas-
sou dentro da sala de Arte. Tudo estava tranquilo 
até o momento em que Heitor pede que sua amiga 
lhe passe o lápis cor de pele. A partir desse momen-
to, a sala toda se envolve na busca pelo lápis cor 
de pele. Com uma linguagem leve e envolvente, a 
autora promove uma reflexão sobre quantas cores a 
pele pode ter.
O dilema da caixa de lápis de cor
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• Depois, monte, com eles, um painel com as fotogra-
fias das mulheres negras e alguns elementos oriundos
da cultura africana, como adereços de cabelo e peças
de vestuário, para que percebam nos detalhes a beleza
de cada peça.
Atividades após a leitura
• Promova uma rodinha de conversa em que as crianças
possam reconstruir a história e permita que elas se ex-
pressem, deixando-as livres para expor suas opiniões e
sentimentos em relação ao que foi contado.
• Converse sobre as atitudes de Maria na história e peça
que os alunos comparem com situações vivenciadas no
cotidiano.
• Converse com os alunos sobre a importância de ser-
mos diferentes uns dos outros e sobre a valorização de
cada pessoa, respeitando suas características particu-
lares e seu modo de viver.
• Inicie as atividades do caderno Trabalhando com a
Literatura com as crianças.
Atividades antes da leitura
• Peça que as crianças manuseiem o livro e observem
as ilustrações com bastante atenção, formulando
hipóteses a respeito do que será lido e dos elementos
presentes na narrativa.
• Proponha um pequeno debate sobre o título do livro,
deixando que falem sobre o que imaginam que aconte-
cerá na história. Aproveite a oportunidade para enfa-
tizar a importância da cultura africana enraizada no
nosso país.
• Apresente a personagem principal da história.
Atividades durante a leitura
• Realize uma leitura pausada e com boa entonação
para chamar a atenção das crianças.
• Estimule os alunos a identificarem as características
das personagens da história.
• Durante a leitura, traga fotografias das mulheres
negras que são citadas no livro para que os alunos
possam identificá-las. Mostre-as explicando quem são
cada uma e qual papel desempenham (ou já desempe-
nharam) no nosso país.
Título: Solta os cabelos, Maria
Autora: Kitéria Silva
Ilustrador: Cadu Loureiro
Resumo: Maria não conhecia a beleza em seus ca-
belos crespos e sonhava em crescer para poder dei-
xá-los lisos. Mas, depois de uma conversa marcante 
com sua professora, a menina se descobriu tão bela 
que passou a amar seus cabelos, e a força do seu 
sorriso passou a dar mais brilho à sua vida. Ela sol-
tou seus cabelos como flores ao vento e seguiu feliz 
o seu caminho. Quer saber como tudo aconteceu?
Leia esta encantadora história e descubra!
Solta os cabelos, Maria
Reprodução
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• Peça que as crianças observem as ilustrações, iden-
tifiquem as personagens e as ações deles e comentem
sobre as suas características ao longo da leitura.
• Aborde, durante a história, a importância de preservar
o meio ambiente em que vivemos para que possamos
ter uma qualidade de vida melhor e um futuro.
Atividades após a leitura
• Peça que cada aluno escreva o que poderia fazer de
bom para contribuir com o meio ambiente.
• Proponha aos alunos a confecção de um livrinho de
histórias em que cada um será autor de sua própria
história; para isso, cada criança deverá criar o seu pró-
prio mundo encantado e descrever o que deve existir no
mundo em que gostariam de viver, como as persona-
gens, os cenários, etc.
• Inicie as atividades do caderno Trabalhando com a
Literatura com as crianças.
Atividades antes da leitura
• Se possível, realize a leitura ao ar livre, em um espa-
ço onde as crianças possam ter contato direto com a
natureza.
• Mostre a capa do livro e leia o seu título para as
crianças, a fim de que elas comentem o que imaginam
que será tratado na narrativa.
• Apresente aos alunos imagens de vários tipos de flor,
solicitando-lhes que digam o nome e a característi-
ca de cada uma. Em seguida, pergunte aos alunos se
possuem uma flor preferida.
• Coloque, antes da história, uma música falando sobre
a natureza e a amizade para que os alunos entrem no
clima.
Atividades durante a leitura
• Faça a leitura pausadamente para que seja melhor
compreendida.
• Se possível, antecipadamente à aula, traga as flores
citadas no livro, como jasmim, rosa e orquídea, e peça,
ao longo da leitura, para os alunos sentirem o aroma
de cada uma.
Título: Flora e o mundo encantado
Autor: René Câmara
Ilustrador: Diego Santos
Resumo: Como é ter um mundo encantado? O que é preciso para 
construí-lo? Às vezes, não é necessário ir muito longe. No nosso 
dia a dia, percebemos como as coisas estão carregadas de amor, 
mistério e fantasia. Flora e o mundo encantado apresenta Flora e 
Rosa, irmãs inseparáveis que adentram em um mundo de fantasia 
e imaginação com a leitura e que nos envolve em uma história fa-
bulosa. Como é esse mundo cheio de encanto e de boniteza, com 
uma natureza viva e que nos leva a imaginar e a sentir como seria 
esse lugar incrível? Que tal descobrirmos juntos? Vamos embarcar 
no mundo encantado da imaginação de Flora e ver como o mundo 
da fantasia pode ser muito colorido e maravilhoso.
Flora e o mundo encantado
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Planejamento de aulas
Este manual foi pensado para ser um facilitador do seu trabalho, 
educador.
Dividimos o planejamento de todos os livros em 40 semanas: 32 
semanas com aulas, 4 semanas para revisões e 4 semanas para 
avaliações. 
Assim, sugerimos que as atividades sigam a seguinte sequência:
Unidades Aulas AulasRevisão Avaliação
4 semanas 1 semana 4 semanas 1 semana
4 semanas 1 semana 4 semanas 1 semana
4 semanas 1 semana 4 semanas 1 semana
4 semanas 1 semana 4 semanas 1 semana1
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Fundamentação
Base Nacional Comum Curricular
Língua Portuguesa
O componente Língua Portuguesa da BNCC dialo ga 
com documentos e orientações curriculares produ zidos 
nas últimas décadas, buscando atualizá-los em relação 
às pesquisas recentes da área e às transforma ções das 
práticas de linguagem ocorridas neste século, devidas 
em grande parte ao desenvolvimento das tec nologias 
digitais da informação e comunicação (TDIC). Assume-
-se aqui a perspectiva enunciativo-discursiva de lin-
guagem, já assumida em outros documentos, como
os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), para os
quais a linguagem é “uma forma de ação inte rindividual
orientada para uma finalidade específica; um processo
de interlocução que se realiza nas práti cas sociais exis-
tentes numa sociedade, nos distintos momentos de sua
história” (BRASIL, 1998, p. 20).
[...] 
Ao mesmo tempo que se fundamenta em concep-
ções e conceitos já disseminados em outros docu-
mentos e orientações curriculares e em contextos 
variados de formação de professores já relativamente 
conhecidos no ambiente escolar — tais como práticas 
de linguagem, discurso e gêneros discursivos/gêneros 
textuais, esferas/campos de circulação dos discursos 
—, considera as prá ticas contemporâneas de lingua-
gem, sem o que a partici pação nas esferas da vida 
pública, do trabalho e pessoal pode se dar de forma 
desigual. Na esteira do que foi proposto nos Parâme-
tros Curriculares Nacionais, o texto ganha centralida-
de na definição dos conteúdos, habili dades e objeti-
vos, considerado a partir de seu pertenci mento a um 
gênero discursivo que circula em diferentes esferas/
campos sociais de atividade/comunicação/uso da 
linguagem. Os conhecimentos sobre os gêneros, sobre 
os textos, sobre a língua, sobre a norma-padrão, 
sobre as diferentes linguagens (semioses) devem 
ser mobilizados em favor do desenvolvimento das 
capacidades de leitura, produção e tratamento das 
linguagens, que, por sua vez, devem estar a serviço 
da ampliação das possibilidades de participação em 
práticas de diferentes esferas/campos de atividades 
humanas. 
[...] 
Ao componente Língua Portuguesa, cabe, então, pro-
porcionar aos estudantes experiências que con tribuam 
para a ampliação dos letramentos, de forma a possibi-
litar a participação significativa e crítica nas diversas 
práticas sociais permeadas/constituídas pela oralidade, 
pela escrita e por outras linguagens.
[...]
Eis, então, a demanda que se coloca para a escola: 
contemplar de forma crítica essas novas práticas de 
linguagem e produções, não só na perspectiva de aten-
der às muitas demandas sociais que convergem para 
um uso qualificado e ético das TDIC — necessário para 
o mundo do trabalho, para estudar, para a vida cotidia-
na etc. —, mas de também fomentar o debate e outras
demandas sociais que cercam essas práticas e usos. É
preciso saber reconhecer os discursos de ódio, refletir
sobre os limites entre liberdade de expressão e ataque a
direitos, aprender a debater ideias, considerando posi-
ções e argumentos contrários.
[...]
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O Eixo Leitura compreende as práticas de lingua-
gem que decorrem da interação ativa do leitor/ouvinte/
espectador com os textos escritos, orais e multissemió-
ticos e de sua interpretação, sendo exemplos as leitu-
ras para: fruição estética de textos e obras literárias; 
pesquisa e embasamento de trabalhos escolares e 
acadêmicos; realização de procedimentos; conhecimen-
to, discussão e debate sobre temas sociais relevantes; 
sustentar a reivin dicação de algo no contexto de atua-
ção da vida pública; ter mais conhecimento que permita 
o desenvolvimento de projetos pessoais; dentre outras
possibilidades.
Leitura, no contexto da BNCC, é tomada em um sen-
tido mais amplo, dizendo respeito não somente ao texto 
escrito, mas também a imagens estáticas (foto, pintura, 
desenho, esquema, gráfico, diagrama) ou em movimen-
to (filmes, vídeos etc.) e ao som (música), que acompa-
nha e cossignifica em muitos gêneros digitais.
[...]
O Eixo da Produção de Textos compreende as 
práticas de linguagem relacionadas à interação e à 
autoria (individual ou coletiva) dos textos escritos, orais 
e multissemióticos, com diferentes finalidades e projetos 
enunciativos, como, por exemplo, construir um álbum de 
personagens famosas, de heróis/heroínas ou de vilões 
ou vilãs; produzir um almanaque que retrate as práti-
cas culturais da comunidade; narrar fatos cotidianos, de 
forma crítica, lírica ou bem-humorada em uma crônica; 
comentar e indicar diferentes produções culturais por 
meio de resenhas ou de playlists comentadas; descre-
ver, avaliar e recomendar (ounão) um game em uma 
resenha, gameplay ou vlog; escrever verbetes de curio-
sidades científicas; sistematizar dados de um estudo 
em um relatório ou relato multimidiático de campo; 
divulgar conhecimentos específicos por meio de um 
verbete de enciclopédia digital colaborativa; relatar 
fatos relevantes para a comunidade em notícias; cobrir 
acontecimentos ou levantar dados relevantes para a 
comunidade em uma reportagem; expressar posição 
em uma carta de leitor ou artigo de opinião; denun-
ciar situações de desrespeito aos direitos por meio de 
fotorreportagem, fotodenúncia, poema, lambe-lambe, 
microrroteiro; dentre outros.
[...]
O Eixo da Oralidade compreende as práticas de 
lin guagem que ocorrem em situação oral com ou sem 
con tato face a face, como aula dialogada, webconfe-
rência, mensagem gravada, spot de campanha, jingle, 
seminá rio, debate, programa de rádio, entrevista, de-
clamação de poemas (com ou sem efeitos sonoros), 
peça teatral, apresentação de cantigas e canções, 
playlist comen tada de músicas, vlog de game, conta-
ção de histórias, diferentes tipos de podcast e vídeo, 
dentre outras. Envolve também a oralização de textos 
em situações socialmente significativas e interações e 
discussões envolvendo temáticas e outras dimensões 
linguísticas do trabalho nos diferentes campos de 
atuação.
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[...]
O Eixo da Análise Linguística/Semiótica envolve os 
procedimentos e estratégias (meta)cognitivas de análise 
e avaliação consciente, durante os processos de leitura 
e de produção de textos (orais, escritos e multissemió-
ticos), das materialidades dos textos, responsáveis por 
seus efeitos de sentido, seja no que se refere às formas 
de composição dos textos, determinadas pelos gêneros 
(orais, escritos e multissemióticos) e pela situação de 
produção, seja no que se refere aos estilos adotados nos 
textos, com forte impacto nos efeitos de sentido. Assim, 
no que diz respeito à linguagem verbal oral e escrita, 
as formas de composição dos textos dizem respeito à 
coesão, coerência e organização da progressão temática 
dos textos, influenciadas pela organização típica (for-
ma de composição) do gênero em questão. No caso de 
textos orais, essa análise envolverá também os elemen-
tos pró prios da fala — como ritmo, altura, intensidade, 
clareza de articulação, variedade linguística adotada, 
estilização etc. —, assim como os elementos paralin-
guísticos e cinési cos — postura, expressão facial, ges-
tualidade etc. No que tange ao estilo, serão levadas em 
conta as escolhas de léxico e de variedade linguística ou 
estilização e alguns mecanismos sintáticos e morfológi-
cos, de acordo com a situação de produção, a forma e o 
estilo de gênero.
[...]
Os conhecimentos grafofônicos, ortográficos, le-
xicais, morfológicos, sintáticos, textuais, discursivos, 
sociolinguísticos e semióticos que operam nas análises 
linguísticas e semióticas necessárias à compreensão e 
à produção de linguagens estarão, concomitantemen-
te, sendo construídos durante o Ensino Fundamental. 
As sim, as práticas de leitura/escuta e de produção de 
textos orais, escritos e multissemióticos oportunizam 
situações de reflexão sobre a língua e as linguagens de 
uma forma geral, em que essas descrições, conceitos 
e regras ope ram e nas quais serão concomitantemente 
construídos: comparação entre definições que permitam 
observar di ferenças de recortes e ênfases na formula-
ção de concei tos e regras; comparação de diferentes 
formas de dizer “a mesma coisa” e análise dos efeitos 
de sentido que essas formas podem trazer/suscitar; 
exploração dos modos de significar dos diferentes siste-
mas semióticos etc.
Cabem também reflexões sobre os fenômenos da 
mudança linguística e da variação linguística, inerentes 
a qualquer sistema linguístico e que podem ser obser-
vados em quaisquer níveis de análise. Em especial, as 
variedades linguísticas devem ser objeto de reflexão, 
e o valor social atribuído às variedades de prestígio e 
às variedades estigmatizadas, que está relacionado a 
preconceitos sociais, deve ser tematizado.
[...]
Como já destacado, os eixos apresentados relacio-
nam-se com práticas de linguagem situadas. Em 
função disso, outra categoria organizadora do currícu-
lo que se articula com as práticas são os campos de 
atuação em que essas práticas se realizam. Assim, na 
BNCC, a organização das práticas de linguagem (lei-
tura de tex tos, produção de textos, oralidade e análise 
linguística/semiótica) por campos de atuação aponta 
para a im portância da contextualização do conheci-
mento escolar, para a ideia de que essas práticas de-
rivam de situações da vida social e, ao mesmo tempo, 
precisam ser situa das em contextos significativos para 
os estudantes.
São cinco os campos de atuação considerados: Cam-
po da vida cotidiana (somente anos iniciais), Campo 
artístico-literário, Campo das práticas de estudo e pes-
quisa, Campo jornalístico/midiático e Campo de atuação 
na vida pública, sendo que esses dois últimos aparecem 
fundidos nos anos iniciais do Ensino Fundamental, com 
a denominação Campo da vida pública:
Anos iniciais Anos finais
Campo da vida cotidiana -
Campo artístico-literário Campo artístico-literário
Campo das práticas de estudo e pesquisa Campo das práticas de estudo e pesquisa
Campo da vida pública
Campo jornalístico-midiático
Campo de atuação na vida pública
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Competências específicas de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental
Compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sen-
sível aos contextos de uso, reconhecendo-a como meio de construção de identidades de seus 
usuários e da comunidade a que pertencem.
Empregar, nas interações sociais, a variedade e o estilo de linguagem adequados à situação co-
municativa, ao(s) interlocutor(es) e ao gênero do discurso/gênero textual.
Apropriar-se da linguagem escrita, reconhecendo-a como forma de interação nos diferentes 
campos de atuação da vida social e utilizando-a para ampliar suas possibilidades de participar 
da cultura letrada, de construir conhecimentos (inclusive escolares) e de se envolver com maior 
autonomia e protagonismo na vida social.
Analisar informações, argumentos e opiniões manifestados em interações sociais e nos meios de 
comunicação, posicionando-se ética e criticamente em relação a conteúdos discriminatórios que 
ferem direitos humanos e ambientais.
Selecionar textos e livros para leitura integral, de acordo com objetivos, interesses e projetos 
pessoais (estudo, formação pessoal, entretenimento, pesquisa, trabalho etc.).
Ler, escutar e produzir textos orais, escritos e multissemióticos que circulam em diferentes campos 
de atuação e mídias, com compreensão, autonomia, fluência e criticidade, de modo a se expressar e 
partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos e continuar aprendendo.
Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.
Envolver-se em práticas de leitura literária que possibilitem o desenvolvimento do senso 
estético para fruição, valorizando a literatura e outras manifestações artístico-culturais como 
formas de acesso às dimensões lúdicas, de imaginário e encantamento, reconhecendo o po-
tencial transformador e humanizador da experiência com a literatura.
Mobilizar práticas da cultura digital, diferentes linguagens, mídias e ferramentas digitais 
para expandir as formas de produzir sentidos (nos processos de compreensão e produção), 
aprender e refletir sobre o mundo e realizar diferentes projetos autorais.
Compreender o fenômeno da variação linguística, demonstrando atitude respeitosa diante de 
variedades linguísticas e rejeitando preconceitos linguísticos.
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Língua Portuguesa no Ensino Fundamental — Anos Iniciais: práticas de linguagem, 
objetos de conhecimento e habilidades
No Ensino Fundamental — Anos Iniciais, aprofun-
dam-se as experiências com a língua oral e escrita, já 
iniciadas na família e na Educação Infantil.
Assim, no Ensino Fundamental — Anos Iniciais, no 
eixo Oralidade, aprofundam-se o conhecimento e o uso 
da língua oral, as características de interações discur-
sivas e as estratégias de fala e escuta em intercâmbios 
orais; no Análise Linguística/Semiótica, sistematiza-
-se a alfabetização, particularmente nos dois primeiros
anos, e desenvolvem-se, ao longo dos três anos se-
guintes, a observação das regularidades e a análise do
funcionamento da língua e de outras linguagens e seus
efeitos nos discursos; no eixo Leitura/Escuta, amplia-se
o letramento, por meio da progressiva incorporação de
estratégias de leitura em textos de nível de complexida-
de crescente, assim como no eixo Produção de Textos,
pela progressiva incorporação de estratégias de produ-
ção de textos de diferentes gêneros textuais.
As diversas práticas letradas em que o aluno já se 
inseriu na sua vida social mais ampla, assim como 
na Educação Infantil, tais como cantar cantigas e re-
citar parlendas e quadrinhas, ouvir e recontar contos, 
seguir regras de jogos e receitas, jogar games, relatar 
experiências e experimentos, serão progressivamente 
intensificadas e complexificadas, na direção de gêneros 
secundários com textos mais complexos.
Preserva-se, nesses eventos de letramento, mesmo 
em situação escolar, sua inserção na vida, como práti-
cas situadas em eventos motivados, embora se preserve 
também a análise de aspectos desses enunciados orais 
e escritos que viabilizam a consciência e o aperfeiçoa-
mento de práticas situadas.
Luis Louro / Shutterstock.com
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PRÁTICAS
DE LINGUAGEM
OBJETOS 
DE CONHECIMENTO HABILIDADES
TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO
Leitura/escuta 
(compartilhada 
e autônoma)
Reconstrução das 
condições de produção 
e recepção de textos
(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da 
vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a 
escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram 
produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
Estratégia de leitura
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressu-
posições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), 
apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e 
recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como so-
bre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, 
prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante 
a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos ex-
pressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos.
Produção de 
textos (escrita 
compartilhada e 
autônoma)
Planejamento de texto
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, 
considerando a situação comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para 
quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação 
(onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, 
organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou 
digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, 
organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
Revisão de textos
(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a cola-
boração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, 
reformulações, correções de ortografia e pontuação.
Edição de textos
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e 
com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, 
manual ou digital.
Utilização de tecnologia 
digital
(EF15LP08) Utilizar software, inclusive programas de edição de texto, para 
editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos 
disponíveis.
Oralidade
Oralidade pública/Inter-
câmbio conversacional 
em sala de aula
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocu-
pando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de 
voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
Escuta atenta
(EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulan-
do perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que 
necessário.
Características 
da conversação 
espontânea
(EF15LP11) Reconhecer características da conversação espontânea presencial, 
respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, 
formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posição do 
interlocutor.
LÍNGUA PORTUGUESA – 1o AO 5o ANO
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PRÁTICAS
DE LINGUAGEM
OBJETOS 
DE CONHECIMENTO HABILIDADES
Oralidade
Aspectos não linguísticos 
(paralinguísticos) no ato
da fala
(EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísti-
cos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movimentos 
da cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de 
voz.
Relato oral/Registro formal 
e informal
(EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contex-
tos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, 
relatar experiências etc.).
CAMPO DA VIDA COTIDIANA – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura, próprias de atividades vivenciadas 
cotidianamente por crianças, adolescentes, jovens e adultos, no espaço doméstico e familiar, escolar, cultural e profissional. Alguns 
gêneros textuais deste campo: agendas, listas, bilhetes, recados, avisos, convites, cartas, cardápios, diários, receitas, regras de 
jogos e brincadeiras.
Leitura/escuta
(compartilhada 
e autônoma)
Leitura de imagens 
em narrativas visuais
(EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, 
relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (tipos 
de balões, de letras, onomatopeias).
CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura, fruição e produção de textos 
literários e artísticos, representativos da diversidade cultural e linguística, que favoreçam experiências estéticas. Alguns gêneros 
deste campo: lendas, mitos, fábulas, contos, crônicas, canção, poemas, poemas visuais, cordéis, quadrinhos, tirinhas, charge/car-
tum, dentre outros.
Leitura/escuta
(compartilhada 
e autônoma)
Formação do leitor literário
(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo 
do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, 
valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da 
humanidade.
Leitura colaborativa 
e autônoma
(EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a 
ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrati-
vos de maior porte como contos (populares, de fadas, acumulativos, de 
assombração etc.) e crônicas.
Apreciação estética/Estilo
(EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concretos, observando efeitos de 
sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagrama-
ção das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais.
Formação do leitor literário/
Leitura multissemiótica
(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos 
gráficos.
Oralidade Contagem de histórias
(EF15LP19)Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos 
literários lidos pelo professor.
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LÍNGUA PORTUGUESA - 3O AO 5O ANO
PRÁTICAS
DE LINGUAGEM
OBJETOS 
DE CONHECIMENTO
HABILIDADES
3O ANO 4O ANO 5O ANO
TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO
Leitura/escuta
(compartilhada 
e autônoma)
Decodificação/Fluência 
de leitura
(EF35LP01) Ler e compreender, silenciosamente e, em seguida, em voz alta, com auto-
nomia e fluência, textos curtos com nível de textualidade adequado.
Formação de leitor
(EF35LP02) Selecionar livros da biblioteca e/ou do cantinho de leitura da sala de aula 
e/ou disponíveis em meios digitais para leitura individual, justificando a escolha e com-
partilhando com os colegas sua opinião, após a leitura.
Compreensão (EF35LP03) Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global.
Estratégia de leitura
(EF35LP04) Inferir informações implícitas nos textos lidos.
(EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou expressões desconhecidas em textos, com 
base no contexto da frase ou do texto.
(EF35LP06) Recuperar relações entre partes de um texto, identificando substituições 
lexicais (de substantivos por sinônimos) ou pronominais (uso de pronomes anafóricos 
pessoais, possessivos, demonstrativos) que contribuem para a continuidade do texto.
Produção de 
textos (escrita 
compartilhada e 
autônoma)
Construção do sistema 
alfabético/Convenções 
da escrita
(EF35LP07) Utilizar, ao produzir um texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais, 
tais como ortografia, regras básicas de concordância nominal e verbal, pontuação 
(ponto-final, ponto de exclamação, ponto de interrogação, vírgulas em enumerações) e 
pontuação do discurso direto, quando for o caso.
Construção do sistema al-
fabético/Estabelecimento 
de relações anafóricas na 
referenciação e construção 
da coesão
(EF35LP08) Utilizar, ao produzir um texto, recursos de referenciação (por substituição 
lexical ou por pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos), vocabulário apropria-
do ao gênero, recursos de coesão pronominal (pronomes anafóricos) e articuladores 
de relações de sentido (tempo, causa, oposição, conclusão, comparação), com nível 
suficiente de informatividade.
Planejamento de texto/ 
Progressão temática e 
paragrafação
(EF35LP09) Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos segun-
do as normas gráficas e de acordo com as características do gênero textual.
Oralidade
Forma de composição de 
gêneros orais
(EF35LP10) Identificar gêneros do discurso oral, utilizados em diferentes situações e 
contextos comunicativos, e suas características linguístico-expressivas e composicionais 
(conversação espontânea, conversação telefônica, entrevistas pessoais, entrevistas no 
rádio ou na TV, debate, noticiário de rádio e TV, narração de jogos esportivos no rádio e 
TV, aula, debate etc.).
Variação linguística
(EF35LP11) Ouvir gravações, canções, textos falados em diferentes variedades linguísticas, 
identificando características regionais, urbanas e rurais da fala e respeitando as diversas 
variedades linguísticas como características do uso da língua por diferentes grupos regio-
nais ou diferentes culturas locais, rejeitando preconceitos linguísticos.
Análise linguísti-
ca/semiótica 
(Ortografização)
Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário para esclarecer dúvida sobre a escrita de palavras, 
especialmente no caso de palavras com relações irregulares fonema-grafema.
(EF03LP01) Ler e escrever 
palavras com correspondên-
cias regulares contextuais 
entre grafemas e fonemas 
– c/qu; g/gu; r/rr; s/ss; o
(e não u) e e (e não i) em
sílaba átona em final de
palavra – e com marcas de
nasalidade (til, m, n).
(EF04LP01) Grafar pala-
vras utilizando regras de 
correspondência fonema-
-grafema regulares diretas
e contextuais.
(EF05LP01) Grafar pala-
vras utilizando regras de 
correspondência fonema-
-grafema regulares, con-
textuais e morfológicas e
palavras de uso frequente
com correspondências
irregulares.
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PRÁTICAS
DE LINGUAGEM
OBJETOS 
DE CONHECIMENTO
HABILIDADES
3O ANO 4O ANO 5O ANO
TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO
Análise linguística/ 
semiótica 
(Ortografização)
Construção do siste-
ma alfabético e da 
ortografia
(EF03LP02) Ler e escrever 
corretamente palavras 
com sílabas CV, V, CVC, 
CCV, VC, VV, CVV, identifi-
cando que existem vogais 
em todas as sílabas.
(EF04LP02) Ler e 
escrever, corretamente, 
palavras com sílabas VV e 
CVV em casos nos quais a 
combinação VV (ditongo) 
é reduzida na língua oral 
(ai, ei, ou).
(EF03LP03) Ler e escrever 
corretamente palavras 
com os dígrafos lh, nh, ch.
(EF35LP13) Memorizar a grafia de palavras de uso frequente nas quais as relações 
fonema-grafema são irregulares e com h inicial que não representa fonema.
Conhecimento do 
alfabeto do portu-
guês do Brasil/Ordem 
alfabética/Polissemia
(EF04LP03) Localizar pa-
lavras no dicionário para 
esclarecer significados, 
reconhecendo o significa-
do mais plausível para o 
contexto que deu origem 
à consulta.
(EF05LP02) Identificar o 
caráter polissêmico das 
palavras (uma mesma 
palavra com diferentes 
significados, de acordo 
com o contexto de uso), 
comparando o significado 
de determinados ter-
mos utilizados nas áreas 
científicas com esses 
mesmos termos utilizados 
na linguagem usual.
Conhecimento das 
diversas grafias do 
alfabeto/Acentuação
(EF03LP04) Usar acento 
gráfico (agudo ou circun-
flexo) em monossílabos 
tônicos terminados em a, 
e, o e em palavras oxíto-
nas terminadas em a, e, o, 
seguidas ou não de s.
(EF04LP04) Usar acento 
gráfico (agudo ou cir-
cunflexo) em paroxítonas 
terminadas em -i(s), -l, -r, 
-ão(s).
(EF05LP03) Acentuar 
corretamente palavras 
oxítonas, paroxítonas e 
proparoxítonas.
Segmentação de 
palavras/Classificação 
de palavras por número 
de sílabas
(EF03LP05) Identificar 
o número de sílabas de 
palavras, classificando-
-as em monossílabas, 
dissílabas, trissílabas e 
polissílabas.
Construção do sistema 
alfabético
(EF03LP06) Identificar a 
sílaba tônica em pala-
vras, classificando-as em 
oxítonas, paroxítonas e 
proparoxítonas.
Pontuação
(EF03LP07) Identificar a 
função na leitura e usar 
na escrita ponto-final, 
ponto de interrogação, 
ponto de exclamação e, 
em diálogos (discurso 
direto), dois-pontos e 
travessão.
(EF04LP05) Identificar a 
função na leitura e usar, 
adequadamente, na escrita 
ponto-final, de interroga-
ção, de exclamação, dois-
-pontos e travessão em 
diálogos (discurso direto), 
vírgula em enumerações e 
em separação de vocativo 
e de aposto.
(EF05LP04) Diferenciar, 
na leitura de textos, vírgu-
la, ponto e vírgula, dois-
-pontos e reconhecer, na 
leitura de textos, o efeito 
de sentido que decorre do 
uso de reticências, aspas, 
parênteses.
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PRÁTICAS
DE LINGUAGEM
OBJETOS 
DE CONHECIMENTO
HABILIDADES
3O ANO 4O ANO 5O ANO
TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO
Análise linguística/ 
semiótica 
(Ortografização)
Morfologia/ 
Morfossintaxe
(EF05LP05) Identificar 
a expressão de presente, 
passado e futuro em 
tempos verbais do modo 
indicativo.
(EF03LP08) Identificar 
e diferenciar, em textos, 
substantivos e verbos e 
suas funções na oração: 
agente, ação, objeto da 
ação.
(EF04LP06) Identificar 
em textos e usar na pro-
dução textual a concor-
dância entre substantivo 
ou pronome pessoal e ver-
bo (concordância verbal).
(EF05LP06) Flexionar, 
adequadamente, na escrita 
e na oralidade, os verbos 
em concordância com 
pronomes pessoais/nomes 
sujeitos da oração.
Morfossintaxe
(EF03LP09) Identificar, 
em textos, adjetivos e 
sua função de atribuição 
de propriedades aos 
substantivos.
(EF04LP07) Identificar em 
textos e usar na produção 
textual a concordância 
entre artigo,substantivo e 
adjetivo (concordância no 
grupo nominal).
Morfologia
(EF35LP14) Identificar em textos e usar na produção textual pronomes pessoais, 
possessivos e demonstrativos, como recurso coesivo anafórico.
(EF05LP07) Identificar, 
em textos, o uso de 
conjunções e a relação 
que estabelecem entre 
partes do texto: adição, 
oposição, tempo, causa, 
condição, finalidade.
(EF03LP10) Reconhe-
cer prefixos e sufixos 
produtivos na formação 
de palavras derivadas de 
substantivos, de adjetivos 
e de verbos, utilizando-
-os para compreender 
palavras e para formar 
novas palavras.
(EF04LP08) Reconhecer 
e grafar, corretamente, 
palavras derivadas com 
os sufixos -agem, -oso, 
-eza, -izar/-isar (regula-
res morfológicas).
(EF05LP08) Diferenciar 
palavras primitivas, 
derivadas e compostas, e 
derivadas por adição de 
prefixo e de sufixo.
CAMPO DA VIDA COTIDIANA – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura, próprias de atividades vivenciadas cotidiana-
mente por crianças, adolescentes, jovens e adultos, no espaço doméstico e familiar, escolar, cultural e profissional. Alguns gêneros textuais deste 
campo: agendas, listas, bilhetes, recados, avisos, convites, cartas, cardápios, diários, receitas, regras de jogos e brincadeiras.
Leitura/escuta 
(compartilhada 
e autônoma)
Compreensão 
em leitura
(EF03LP11) Ler e com-
preender, com autonomia, 
textos injuntivos instru-
cionais (receitas, instru-
ções de montagem, etc.), 
com a estrutura própria 
desses textos (verbos 
imperativos, indicação de 
passos a ser seguidos) e 
mesclando palavras, ima-
gens e recursos gráfico-
-visuais, considerando a 
situação comunicativa e o 
tema/assunto do texto.
(EF04LP09) Ler e com-
preender, com autonomia, 
boletos, faturas e carnês, 
dentre outros gêneros do 
campo da vida cotidiana, 
de acordo com as conven-
ções do gênero (campos, 
itens elencados, medidas 
de consumo, código de 
barras) e considerando a 
situação comunicativa e a 
finalidade do texto.
(EF05LP09) Ler e com-
preender, com autonomia, 
textos instrucional de 
regras de jogo, dentre ou-
tros gêneros do campo da 
vida cotidiana, de acordo 
com as convenções do 
gênero e considerando a 
situação comunicativa e a 
finalidade do texto.
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PRÁTICAS
DE LINGUAGEM
OBJETOS 
DE CONHECIMENTO
HABILIDADES
3O ANO 4O ANO 5O ANO
CAMPO DA VIDA COTIDIANA
Leitura/escuta 
(compartilhada e 
autônoma)
Compreensão em 
leitura
(EF03LP12) Ler e com-
preender, com autonomia, 
cartas pessoais e diários, 
com expressão de senti-
mentos e opiniões, dentre 
outros gêneros do campo 
da vida cotidiana, de acor-
do com as convenções do 
gênero carta e consideran-
do a situação comunicativa 
e o tema/assunto do texto.
(EF04LP10) Ler e com-
preender, com autono-
mia, cartas pessoais de 
reclamação, dentre outros 
gêneros do campo da vida 
cotidiana, de acordo com 
as convenções do gênero 
carta e considerando a 
situação comunicativa e o 
tema/assunto/finalidade 
do texto.
(EF05LP10) Ler e com-
preender, com autonomia, 
anedotas, piadas e cartuns, 
dentre outros gêneros 
do campo da vida coti-
diana, de acordo com as 
convenções do gênero e 
considerando a situação 
comunicativa e a finalida-
de do texto.
Produção de textos 
(escrita comparti-
lhada e autônoma)
Escrita colaborativa
(EF03LP13) Planejar e 
produzir cartas pessoais 
e diários, com expressão 
de sentimentos e opiniões, 
dentre outros gêneros do 
campo da vida cotidiana, 
de acordo com as conven-
ções dos gêneros carta e 
diário e considerando a 
situação comunicativa e o 
tema/assunto do texto.
(EF04LP11) Planejar e 
produzir, com autono-
mia, cartas pessoais de 
reclamação, dentre outros 
gêneros do campo da 
vida cotidiana, de acordo 
com as convenções do 
gênero carta e com a 
estrutura própria desses 
textos (problema, opinião, 
argumentos), considerando 
a situação comunicativa e 
o tema/assunto/finalidade
do texto.
(EF05LP11) Registrar, 
com autonomia, anedotas, 
piadas e cartuns, dentre 
outros gêneros do cam-
po da vida cotidiana, de 
acordo com as convenções 
do gênero e considerando 
a situação comunicativa e 
a finalidade do texto.
Escrita (comparti-
lhada e autônoma)
Escrita colaborativa
(EF03LP14) Planejar e 
produzir textos injunti-
vos instrucionais, com a 
estrutura própria desses 
textos (verbos imperativos, 
indicação de passos a 
ser seguidos) e mesclan-
do palavras, imagens e 
recursos gráfico-visuais, 
considerando a situação 
comunicativa e o tema/
assunto do texto.
(EF05LP12) Planejar e 
produzir, com autonomia, 
textos instrucionais de re-
gras de jogo, dentre outros 
gêneros do campo da vida 
cotidiana, de acordo com 
as convenções do gênero 
e considerando a situação 
comunicativa e a finalida-
de do texto.
Oralidade Produção de texto oral
(EF03LP15) Assistir, em 
vídeo digital, a programa 
de culinária infantil e, 
a partir dele, planejar e 
produzir receitas em áudio 
ou vídeo.
(EF04LP12) Assistir, em 
vídeo digital, a programa 
infantil com instruções 
de montagem, de jogos 
e brincadeiras e, a partir 
dele, planejar e produ-
zir tutoriais em áudio 
ou vídeo.
(EF05LP13) Assistir, em 
vídeo digital, a postagem 
de vlog infantil de críticas 
de brinquedos e livros de 
literatura infantil e, a partir 
dele, planejar e produzir 
resenhas digitais em áudio 
ou vídeo.
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PRÁTICAS
DE LINGUAGEM
OBJETOS 
DE CONHECIMENTO
HABILIDADES
3O ANO 4O ANO 5O ANO
CAMPO DA VIDA COTIDIANA
Análise 
linguística/ 
semiótica 
(Ortografização)
Forma de composição 
do texto
(EF03LP16) Identificar 
e reproduzir, em textos 
injuntivos instrucionais 
(receitas, instruções de 
montagem, digitais ou 
impressos), a formatação 
própria desses textos (ver-
bos imperativos, indicação 
de passos a ser seguidos) 
e a diagramação específica 
dos textos desses gêneros 
(lista de ingredientes ou 
materiais e instruções 
de execução – “modo de 
fazer”).
(EF04LP13) Identificar 
e reproduzir, em textos 
injuntivos instrucionais 
(instruções de jogos 
digitais ou impressos), a 
formatação própria desses 
textos (verbos imperati-
vos, indicação de passos 
a ser seguidos) e formato 
específico dos textos orais 
ou escritos desses gêneros 
(lista/ apresentação de 
materiais e instruções/pas-
sos de jogo).
(EF05LP14) Identificar e 
reproduzir, em textos de 
resenha crítica de brinque-
dos ou livros de literatura 
infantil, a formatação 
própria desses textos 
(apresentação e avaliação 
do produto).
(EF03LP17) Identificar e 
reproduzir, em gêneros 
epistolares e diários, a 
formatação própria desses 
textos (relatos de acon-
tecimentos, expressão 
de vivências, emoções, 
opiniões ou críticas) e a 
diagramação específica 
dos textos desses gêneros 
(data, saudação, corpo 
do texto, despedida, 
assinatura).
CAMPO DA VIDA PÚBLICA – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura e escrita, especialmente de textos das esfe-
ras jornalística, publicitária, política, jurídica e reivindicatória, contemplando temas que impactam a cidadania e o exercício de direitos. 
Alguns gêneros textuais deste campo: notas; álbuns noticiosos; notícias; reportagens; cartas do leitor (revista infantil); comentários em 
sites para criança; textos de campanhas de conscientização; Estatuto da Criança e do Adolescente; abaixo-assinados; cartas de reclama-
ção, regras e regulamentos.
Leitura/escuta 
(compartilhada e 
autônoma)
Compreensão em 
leitura
(EF03LP18) Ler e com-
preender, com autonomia, 
cartas dirigidas a veículos 
da mídia impressa ou 
digital (cartas de leitor e 
de reclamação a jornais, 
revistas) e notícias, dentre 
outros gêneros do campo 
jornalístico, de acordo com 
as convenções do gênero 
carta e considerando a 
situação comunicativa e o 
tema/assunto do texto.
(EF04LP14) Identificar, 
em notícias, fatos, partici-
pantes, local e momento/
tempo da ocorrênciado 
fato noticiado.
(EF05LP15) Ler/assistir e 
compreender, com autono-
mia, notícias, reportagens, 
vídeos em vlogs argu-
mentativos, dentre outros 
gêneros do campo político-
-cidadão, de acordo com 
as convenções dos gêneros 
e considerando a situação 
comunicativa e o tema/
assunto do texto.
(EF03LP19) Identificar e 
discutir o propósito do uso 
de recursos de persuasão 
(cores, imagens, escolha de 
palavras, jogo de palavras, 
tamanho de letras) em 
textos publicitários e de 
propaganda, como elemen-
tos de convencimento.
(EF04LP15) Distinguir fatos 
de opiniões/sugestões em 
textos (informativos, jorna-
lísticos, publicitários etc.).
(EF05LP16) Comparar 
informações sobre um 
mesmo fato veiculadas 
em diferentes mídias e 
concluir sobre qual é mais 
confiável e por quê.
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PRÁTICAS
DE LINGUAGEM
OBJETOS 
DE CONHECIMENTO
HABILIDADES
3O ANO 4O ANO 5O ANO
CAMPO DA VIDA PÚBLICA
Produção de textos 
(escrita comparti-
lhada e autônoma)
Escrita colaborativa
(EF03LP20) Produzir 
cartas dirigidas a veícu-
los da mídia impressa ou 
digital (cartas do leitor ou 
de reclamação a jornais ou 
revistas), dentre outros gê-
neros do campo político-
-cidadão, com opiniões 
e críticas, de acordo com 
as convenções do gênero 
carta e considerando a 
situação comunicativa e o 
tema/assunto do texto.
(EF04LP16) Produzir notí-
cias sobre fatos ocorridos 
no universo escolar, digi-
tais ou impressas, para o 
jornal da escola, notician-
do os fatos e seus atores e 
comentando decorrências, 
de acordo com as conven-
ções do gênero notícia e 
considerando a situação 
comunicativa e o tema/
assunto do texto.
(EF05LP17) Produzir 
roteiro para edição de 
uma reportagem digital 
sobre temas de interes-
se da turma, a partir de 
buscas de informações, 
imagens, áudios e vídeos 
na internet, de acordo com 
as convenções do gênero 
e considerando a situação 
comunicativa e o tema/
assunto do texto.
(EF03LP21) Produzir 
anúncios publicitários, 
textos de campanhas de 
conscientização destina-
dos ao público infantil, 
observando os recursos de 
persuasão utilizados nos 
textos publicitários e de 
propaganda (cores, ima-
gens, slogan, escolha de 
palavras, jogo de palavras, 
tamanho e tipo de letras, 
diagramação).
(EF35LP15) Opinar e defender ponto de vista sobre tema polêmico relacionado a situa-
ções vivenciadas na escola e/ou na comunidade, utilizando registro formal e estrutura 
adequada à argumentação, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do 
texto.
Oralidade
Planejamento e 
produção de texto
(EF03LP22) Planejar e 
produzir, em colaboração 
com os colegas, telejornal 
para público infantil com 
algumas notícias e textos 
de campanhas que possam 
ser repassados oralmente 
ou em meio digital, em áu-
dio ou vídeo, considerando 
a situação comunicativa, 
a organização específica 
da fala nesses gêneros e o 
tema/assunto/ finalidade 
dos textos.
(EF04LP17) Produzir 
jornais radiofônicos ou 
televisivos e entrevistas 
veiculadas em rádio, TV e 
na internet, orientando-
-se por roteiro ou texto 
e demonstrando conhe-
cimento dos gêneros 
jornal falado/televisivo 
e entrevista.
(EF05LP18) Roteirizar, 
produzir e editar vídeo 
para vlogs argumenta-
tivos sobre produtos de 
mídia para público infantil 
(filmes, desenhos anima-
dos, HQs, games etc.), com 
base em conhecimentos 
sobre os mesmos, de 
acordo com as convenções 
do gênero e considerando 
a situação comunicativa e 
o tema/ assunto/finalidade 
do texto.
Produção de texto
(EF05LP19) Argumentar 
oralmente sobre acon-
tecimentos de interesse 
social, com base em 
conhecimentos sobre fatos 
divulgados em TV, rádio, 
mídia impressa e digital, 
respeitando pontos de 
vista diferentes.
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PRÁTICAS
DE LINGUAGEM
OBJETOS 
DE CONHECIMENTO
HABILIDADES
3O ANO 4O ANO 5O ANO
Análise linguís-
tica/semiótica 
(Ortografização)
Forma de composição 
dos textos
(EF35LP16) Identificar e reproduzir, em notícias, manchetes, lides e corpo de notícias 
simples para público infantil e cartas de reclamação (revista infantil), digitais ou im-
pressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive 
em suas versões orais.
(EF03LP23) Analisar o uso 
de adjetivos em cartas di-
rigidas a veículos da mídia 
impressa ou digital (cartas 
do leitor ou de reclama-
ção a jornais ou revistas), 
digitais ou impressas.
(EF05LP20) Analisar a 
validade e força de argu-
mentos em argumentações 
sobre produtos de mídia 
para público infantil (fil-
mes, desenhos animados, 
HQs, games, etc.), com 
base em conhecimentos 
sobre os mesmos.
(EF04LP18) Analisar o 
padrão entonacional e a 
expressão facial e corpo-
ral de âncoras de jornais 
radiofônicos ou televisi-
vos e de entrevistadores/
entrevistados.
(EF05LP21) Analisar o 
padrão entonacional, a 
expressão facial e corporal 
e as escolhas de variedade 
e registro linguísticos de 
vloggers de vlogs opinati-
vos ou argumentativos.
CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura/escrita que pos-
sibilitem conhecer os textos expositivos e argumentativos, a linguagem e as práticas relacionadas ao estudo, à pesquisa e à divul-
gação científica, favorecendo a aprendizagem dentro e fora da escola. Alguns gêneros deste campo em mídia impressa ou digital: 
enunciados de tarefas escolares; relatos de experimentos; quadros; gráficos; tabelas; infográficos; diagramas; entrevistas; notas de 
divulgação científica; verbetes de enciclopédia.
Leitura/Escuta 
(compartilhada 
e autônoma)
Compreensão em 
leitura 
(EF03LP24) Ler/ouvir e 
compreender, com autono-
mia, relatos de observações 
e de pesquisas em fontes de 
informações, considerando 
a situação comunicativa e o 
tema/assunto do texto.
(EF04LP19) Ler e com-
preender textos expositivos 
de divulgação científica 
para crianças, considerando 
a situação comunicativa e o 
tema/ assunto do texto.
(EF05LP22) Ler e com-
preender verbetes de 
dicionário, identificando a 
estrutura, as informações 
gramaticais (significado de 
abreviaturas) e as informa-
ções semânticas.
Imagens analíticas 
em textos
(EF04LP20) Reconhecer 
a função de gráficos, 
diagramas e tabelas em 
textos, como forma de 
apresentação de dados 
e informações.
(EF05LP23) Comparar 
informações apresentadas 
em gráficos ou tabelas.
Pesquisa
(EF35LP17) Buscar e selecionar, com o apoio do professor, informações de interesse 
sobre fenômenos sociais e naturais, em textos que circulam em meios impressos ou 
digitais.
Produção de 
textos (escrita 
compartilhada 
e autônoma)
Produção de textos
(EF03LP25) Planejar e 
produzir textos para apre-
sentar resultados de ob-
servações e de pesquisas 
em fontes de informações, 
incluindo, quando perti-
nente, imagens, diagramas 
e gráficos ou tabelas 
simples, considerando a 
situação comunicativa e o 
tema/ assunto do texto.
(EF04LP21) Planejar e pro-
duzir textos sobre temas 
de interesse, com base em 
resultados de observações 
e pesquisas em fontes de 
informações impressas 
ou eletrônicas, incluindo, 
quando pertinente, ima-
gens e gráficos ou tabelas 
simples, considerando a 
situação comunicativa e o 
tema/assunto do texto.
(EF05LP24) Planejar e 
produzir texto sobre tema 
de interesse, organizando 
resultados de pesquisa 
em fontes de informação 
impressas ou digitais, in-
cluindo imagens e gráficos 
ou tabelas, considerando a 
situação comunicativa e o 
tema/assunto do texto.
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PRÁTICAS
DE LINGUAGEM
OBJETOS 
DE CONHECIMENTO
HABILIDADES
3O ANO 4O ANO 5O ANO
CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA
Produção de textos 
(escrita comparti-
lhada e autônoma)
Escrita autônoma
(EF04LP22) Planejar 
e produzir, com certa 
autonomia, verbetes de 
enciclopédia infantil,digitais ou impressos, 
considerando a situação 
comunicativa e o tema/as-
sunto/finalidade do texto.
(EF05LP25) Planejar 
e produzir, com certa 
autonomia, verbetes de 
dicionário, digitais ou 
impressos, considerando 
a situação comunicativa e 
o tema/assunto/finalidade 
do texto.
Oralidade
Escuta de textos orais
(EF35LP18) Escutar, com atenção, apresentações de trabalhos realizadas por colegas, 
formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que 
necessário.
Compreensão de 
textos orais
(EF35LP19) Recuperar as ideias principais em situações formais de escuta de exposi-
ções, apresentações e palestras.
Planejamento de 
texto oral 
Exposição oral
(EF35LP20) Expor trabalhos ou pesquisas escolares, em sala de aula, com apoio de 
recursos multissemióticos (imagens, diagrama, tabelas, etc.), orientando-se por roteiro 
escrito, planejando o tempo de fala e adequando a linguagem à situação comunicativa.
Análise linguís-
tica/semiótica 
(Ortografização)
Forma de composição 
dos textos
Adequação do texto às 
normas de escrita
(EF03LP26) Identificar e 
reproduzir, em relatórios 
de observação e pesquisa, 
a formatação e diagra-
mação específica desses 
gêneros (passos ou listas 
de itens, tabelas, ilustra-
ções, gráficos, resumo dos 
resultados), inclusive em 
suas versões orais.
(EF05LP26) Utilizar, ao 
produzir o texto, conhe-
cimentos linguísticos 
e gramaticais: regras 
sintáticas de concordância 
nominal e verbal, conven-
ções de escrita de citações, 
pontuação (ponto-final, 
dois-pontos, vírgulas em 
enumerações) e regras 
ortográficas.
Forma de composição 
dos textos
Coesão e articuladores
(EF04LP23) Identificar e 
reproduzir, em verbetes 
de enciclopédia infantil, 
digitais ou impressos, a 
formatação e diagramação 
específica desse gênero 
(título do verbete, defini-
ção, detalhamento, curio-
sidades), considerando a 
situação comunicativa e o 
tema/ assunto/finalidade 
do texto.
(EF05LP27) Utilizar, ao 
produzir o texto, recursos 
de coesão pronominal 
(pronomes anafóricos) e 
articuladores de rela-
ções de sentido (tempo, 
causa, oposição, con-
clusão, comparação), 
com nível adequado de 
informatividade.
Forma de composição 
dos textos
Adequação do texto às 
normas de escrita
(EF04LP24) Identificar e 
reproduzir, em seu formato, 
tabelas, diagramas e grá-
ficos em relatórios de ob-
servação e pesquisa, como 
forma de apresentação de 
dados e informações.
CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura, fruição e produção de textos literários e 
artísticos, representativos da diversidade cultural e linguística, que favoreçam experiências estéticas. Alguns gêneros deste campo: lendas, mitos, 
fábulas, contos, crônicas, canção, poemas, poemas visuais, cordéis, quadrinhos, tirinhas, charge/cartum, dentre outros.
Leitura/escuta 
(compartilhada 
e autônoma)
Formação do leitor 
literário
(EF35LP21) Ler e compreender, de forma autônoma, textos literários de diferentes 
gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, estabelecendo preferências por 
gêneros, temas, autores.
31
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PRÁTICAS
DE LINGUAGEM
OBJETOS 
DE CONHECIMENTO
HABILIDADES
3O ANO 4O ANO 5O ANO
CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO
Leitura/escuta (compar-
tilhada e autônoma)
Formação do lei-
tor literário/Leitura 
multissemiótica
(EF35LP22) Perceber diálogos em textos narrativos, observando o efeito de 
sentido de verbos de enunciação e, se for o caso, o uso de variedades linguísticas 
no discurso direto.
Apreciação estética/
Estilo
(EF35LP23) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, ali-
terações e diferentes modos de divisão dos versos, estrofes e refrãos e seu efeito 
de sentido.
Textos dramáticos
(EF35LP24) Identificar funções do texto dramático (escrito para ser encenado) e 
sua organização por meio de diálogos entre personagens e marcadores das falas 
das personagens e de cena.
Produção de textos 
(escrita compartilhada e 
autônoma)
Escrita autônoma e 
compartilhada
(EF35LP25) Criar narrativas ficcionais, com certa autonomia, utilizando detalhes 
descritivos, sequências de eventos e imagens apropriadas para sustentar o sentido 
do texto, e marcadores de tempo, espaço e de fala de personagens.
(EF35LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, narrativas ficcionais que 
apresentem cenários e personagens, observando os elementos da estrutura nar-
rativa: enredo, tempo, espaço, personagens, narrador e a construção do discurso 
indireto e discurso direto.
Escrita autônoma
(EF35LP27) Ler e compreender, com certa autonomia, textos em versos, explo-
rando rimas, sons e jogos de palavras, imagens poéticas (sentidos figurados) e 
recursos visuais e sonoros.
Oralidade
Declamação
(EF35LP28) Declamar poemas, com entonação, postura e interpretação adequadas.
Performances orais
(EF03LP27) Recitar cor-
del e cantar repentes e 
emboladas, observando 
as rimas e obedecendo 
ao ritmo e à melodia.
(EF04LP25) Representar 
cenas de textos dra-
máticos, reproduzindo 
as falas das persona-
gens, de acordo com as 
rubricas de interpretação 
e movimento indicadas 
pelo autor.
Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
Formas de composição 
de narrativas
(EF35LP29) Identificar, em narrativas, cenário, personagem central, conflito 
gerador, resolução e o ponto de vista com base no qual histórias são narradas, 
diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas.
Discurso direto e 
indireto 
(EF35LP30) Diferenciar discurso indireto e discurso direto, determinando o efeito 
de sentido de verbos de enunciação e explicando o uso de variedades linguísticas 
no discurso direto, quando for o caso.
Forma de composição 
de textos poéticos
(EF35LP31) Identificar, em textos versificados, efeitos de sentido decorrentes 
do uso de recursos rítmicos e sonoros e de metáforas.
Forma de composição 
de textos poéticos 
visuais
(EF04LP26) Observar, 
em poemas concretos, o 
formato, a distribuição e 
a diagramação das letras 
do texto na página.
(EF05LP28) Observar, 
em ciberpoemas e mini-
contos infantis em mídia 
digital, os recursos mul-
tissemióticos presentes 
nesses textos digitais.
Forma de composição 
de textos dramáticos
(EF04LP27) Identificar, 
em textos dramáticos, 
marcadores das falas das 
personagens e de cena.
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Dicas para professores
Torne este momento de sua carreira em uma experiên-
cia rica
Conheça os seus alunos
Lecionar não é somente entrar na sala de aula e passar o 
conteúdo de um livro. Pelo contrário, é um momento de 
conexão entre você e os seus alunos. Conhecê-los e saber 
das dificuldades de cada um lhe mostrará a melhor for-
ma de trabalhar com eles e de adaptar o plano de ensino.
1. Conheça os seus alunos. Lecionar não é somente 
entrar na sala de aula e passar o conteúdo de um livro. 
2. Não pare de estudar. 
3. Você não é o detentor do conhecimento. 
4. Explore novas metodologias. 
5. Descanse. 
Disponível em: https://tribunapr.uol.com.br/conteudo. Acesso em: 12 abr. 2023.
O que vamos estudar:
• Leitura do texto: O pavão e 
a garça
• Gramática: Alfabeto: maiúsculo e 
minúsculo
• Ortografia: Palavras com g e j
• Leitura do texto: Cidadania
• Gramática: Letras e sons
• Ortografia: Palavras com e e i
• Leitura do texto: Post
• Gramática: Encontro vocálico
• Ortografia: Palavras com o e u
• Leitura do texto: Rótulo
• Gramática: Encontro consonantal 
e dígrafo
• Ortografia: Palavras com br, cr, 
dr, fr, gr, pr, tr e vr
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Conteúdos da unidade e a BNCC
Unidade 1
Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Leitura de 
imagem
• Leitura/escuta (comparti-
lhada e autônoma)
• Oralidade
• Estratégia de leitura
• Oralidade pública/Inter-
câmbio conversacionalem
sala de aula
(EF15LP04) Identificar o efeito de 
sentido produzido pelo uso de recursos 
expressivos gráfico -visuais em textos 
multissemióticos. 
(EF15LP09) Expressar-se em situa-
ções de intercâmbio oral com clareza, 
preocupando-se em ser compreendido 
pelo interlocutor e usando a palavra 
com tom de voz audível, boa articulação 
e ritmo adequado.
Leitura do 
texto: O pa-
vão e a garça
• Leitura/escuta (comparti-
lhada e autônoma)
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Leitura colaborativa e
autônoma
• Compreensão
• Estratégia de leitura
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia
(EF15LP16) Ler e compreender, em cola-
boração com os colegas e com a ajuda 
do professor e, mais tarde, de maneira 
autônoma, textos narrativos de maior 
porte como contos (populares, de fadas, 
acumulativos, de assombração etc.) e 
crônicas.
(EF35LP05) Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões desconhecidas em 
textos, com base no contexto da frase 
ou do texto.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida sobre a escrita 
de palavras, especialmente no caso 
de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema.
(EF35LP03) Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando compreensão 
global.
(EF35LP04) Inferir informações implíci-
tas nos textos lidos.
Gramática: 
Alfabeto: 
maiúsculo e 
minúsculo
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia
(EF03LP02) Ler e escrever corretamen-
te palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, 
VC, VV, CVV, identificando que existem 
vogais em todas as sílabas.
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Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Ortografia: 
Palavras 
com g e j
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF35LP13) Memorizar a grafia de pala-
vras de uso frequente nas quais as relações 
fonema-grafema são irregulares e com h 
inicial que não representa fonema.
Leitura 
do texto: 
Cidadania
• Leitura/escuta (com-
partilhada e autônoma)
• Oralidade
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Apreciação estética/Estilo
• Declamação
• Compreensão
• Estratégia de leitura
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF35LP23) Apreciar poemas e outros textos 
versificados, observando rimas, aliterações 
e diferentes modos de divisão dos versos, 
estrofes e refrões e seu efeito de sentido.
(EF35LP28) Declamar poemas, com entona-
ção, postura e interpretação adequadas.
(EF35LP03) Identificar a ideia central do 
texto, demonstrando compreensão global.
(EF35LP04) Inferir informações implícitas 
nos textos lidos.
(EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou 
expressões desconhecidas em textos, com 
base no contexto da frase ou do texto.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário para 
esclarecer dúvida sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no caso de palavras com 
relações irregulares fonema-grafema.
Gramática: 
Letras e 
sons
• Leitura/escuta (com-
partilhada e autônoma)
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Leitura de imagens em 
narrativas visuais
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF15LP14) Construir o sentido de histó-
rias em quadrinhos e tirinhas, relacionando 
imagens e palavras e interpretando re-
cursos gráficos (tipos de balões, de letras, 
onomatopeias).
(EF03LP01) Ler e escrever palavras com 
correspondências regulares contextuais entre 
grafemas e fonemas – c/qu; g/gu; r/rr; s/ss; 
o (e não u) e e (e não i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com marcas de nasalida-
de (til, m, n).
(EF35LP13) Memorizar a grafia de pala-
vras de uso frequente nas quais as relações 
fonema-grafema são irregulares e com h 
inicial que não representa fonema.
Ortografia: 
Palavras 
com e e i
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF03LP01) Ler e escrever palavras com 
correspondências regulares contextuais entre 
grafemas e fonemas – c/qu; g/gu; r/rr; s/ss; 
o (e não u) e e (e não i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com marcas de nasalida-
de (til, m, n).
35
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Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Leitura do 
texto: Post
• Leitura/escuta (comparti-
lhada e autônoma)
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Reconstrução das con-
dições de produção e
recepção de textos
• Compreensão
• Estratégia de leitura
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia
(EF15LP01) Identificar a função social 
de textos que circulam em campos da 
vida social dos quais participa cotidia-
namente (a casa, a rua, a comunidade, 
a escola) e nas mídias impressa, de 
massa e digital, reconhecendo para que 
foram produzidos, onde circulam, quem 
os produziu e a quem se destinam.
(EF35LP03) Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando compreensão 
global.
(EF35LP04) Inferir informações implíci-
tas nos textos lidos.
(EF35LP05) Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões desconhecidas em 
textos, com base no contexto da frase 
ou do texto.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida sobre a escrita 
de palavras, especialmente no caso 
de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema.
Gramática: 
Encontro 
vocálico
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia
(EF03LP02) Ler e escrever corretamen-
te palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, 
VC, VV, CVV, identificando que existem 
vogais em todas as sílabas.
Ortografia: 
Palavras com 
o e u
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia
(EF03LP01) Ler e escrever palavras com 
correspondências regulares contextuais 
entre grafemas e fonemas – c/qu; g/
gu; r/rr; s/ss; o (e não u) e e (e não i) 
em sílaba átona em final de palavra – e 
com marcas de nasalidade (til, m, n).
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Conteúdo Práticas de 
linguagem
Objetos de conhecimento Habilidades
Leitura do 
texto: Rótulo
• Leitura/escuta 
(compartilhada e 
autônoma)
• Produção de textos 
(escrita compartilha-
da e autônoma)
• Análise linguís-
tica/semiótica 
(Ortografização)
• Compreensão em leitura
• Escrita colaborativa
• Compreensão
• Estratégia de leitura
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF03LP19) Identificar e discutir o propósito do uso 
de recursos de persuasão (cores, imagens, escolha 
de palavras, jogo de palavras, tamanho de letras) em 
textos publicitários e de propaganda, como elemen-
tos de convencimento.
(EF03LP21) Produzir anúncios publicitários, textos 
de campanhas de conscientização destinados ao 
público infantil, observando os recursos de persuasão 
utilizados nos textos publicitários e de propaganda 
(cores, imagens, slogan, escolha de palavras, jogo de 
palavras, tamanho e tipo de letras, diagramação).
(EF35LP03) Identificar a ideia central do texto, de-
monstrando compreensão global.
(EF35LP04) Inferir informações implícitas nos textos lidos.
(EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou expres-
sões desconhecidas em textos, com base no contexto 
da frase ou do texto.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário para esclarecer 
dúvida sobre a escrita de palavras, especialmen-
te no caso de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema.
Gramática: 
Encontro 
consonantal e 
dígrafo
• Análise linguís-
tica/semiótica 
(Ortografização)
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF03LP02) Ler e escrever corretamente palavras 
com sílabas CV, V, CVC, CCV, VC, VV, CVV, identifican-
do que existem vogais em todas as sílabas.
(EF03LP03) Ler e escrever corretamente palavras 
com os dígrafos lh, nh, ch.
Ortografia: 
Palavras com 
br, cr, dr, fr, 
gr, pr, tr e vr
• Análise linguís-
tica/semiótica 
(Ortografização)• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF03LP02) Ler e escrever corretamente palavras 
com sílabas CV, V, CVC, CCV, VC, VV, CVV, identifican-
do que existem vogais em todas as sílabas.
Estudo do 
dicionário
• Análise linguís-
tica/semiótica 
(Ortografização)
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário para esclarecer 
dúvida sobre a escrita de palavras, especialmen-
te no caso de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema.
Trabalhando 
as emoções
— —
Nota: A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) 
define o conjunto de competências gerais, que serve 
como um guia para o aprendizado das crianças e 
que deve ser desenvolvido de forma integrada ao 
currículo.
37
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a
1o dia 
Semana de adaptação.
2o dia
Semana de adaptação.
3o dia
Semana de adaptação.
4o dia 
Semana de adaptação.
5o dia
Livre para atividades complementares da 
sua turma.
1ª Semana – Grade semanal
38
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Atividade lúdica
A minhoca 
Objetivos: 
• Integrar a turma em um momento de descontração.
• Proporcionar o estabelecimento da confiança entre os alunos e
o professor.
Material: 
• Sala ampla ou espaço aberto.
Procedimentos: 
• Peça à turma que fique em pé. Oriente que seja formada uma
fila indiana em que cada aluno deverá colocar as mãos, sem sol-
tar no ombro do colega da frente. Peça que todos fechem os olhos
e que o primeiro da fila fique de olhos abertos e conduza o grupo
pelo espaço disponível. Caso o local permita, solicite ao condutor
da fila que desça degraus, passe por portas e corredores; en-
fim, tudo que possa sugerir “perigos” que serão vencidos pela
confiança do grupo na pessoa que o conduz. Sugira a troca do
condutor em algum momento durante o percurso. Prossiga a
dinâmica pedindo aos alunos que digam como se sentiram
sendo guiados pelos colegas e correlacione com a confiança
que o grupo deposita no seu professor.
Disponível em: https://armazemdetexto.blogspot.com/2015/03/dinamicas-para-
-sala-de-aula.html. Acesso em: 01/12/2022.
39
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Semana de adaptação
Primeiro dia de aula (com balas ou jujubas)
É importante conhecer o grupo com o qual 
vai trabalhar, e também é bom que os alunos 
se conheçam entre si. Esta dinâmica faz com 
que cada um fale um pouco de si, sem que a 
atividade fique chata e arrastada, parecendo 
entrevista de TV.
Distribua balas coloridas ou jujubas aos 
alunos (podem ser 2 ou 3 para cada um) e 
peça que as deixem em cima da carteira. 
Então, especifique as cores (que você pode 
determinar de acordo com o que quiser saber a 
respeito de seus alunos).
Numa classe não muito numerosa – 
15 alunos, por exemplo:
Essa cor representa a escola (o aluno se apre-
senta e fala onde estudou, caso tenha vindo 
de outra escola; de que matérias gosta ou não 
gosta; etc.).
Verde
Vermelho
Azul
Essa cor representa o lazer (ele fala tudo o que 
gosta de fazer quando não está estudando).
Chame cada aluno por vez para escolher uma 
das duas ou três cores para falar. Se escolher a 
vermelha, por exemplo, vai falar sobre lazer.
Depois que cada um falar, você pode perguntar ao grupo se quer perguntar mais alguma coisa relacionada ao que 
o aluno estava falando. Se o aluno diz que tem um irmão, pergunte se é mais velho ou mais novo, etc. Se diz que 
tem cachorro, pergunte o nome, se sabe fazer gracinhas, se tem manias, etc.
Disponível em: http://questaodeclasse.wordpress.com/2008/08/11/dinamica-primeiro-dia-de-aula-com-balas--ou-jujubas/. Acesso em: 17/06/2013.
Essa cor representa a família e a casa (ele se 
apresenta e fala de sua família, onde mora, se 
tem bicho de estimação, onde seu pai e sua 
mãe trabalham, se tem irmãos ou não, etc.).
D
an
ie
la
 / 
st
oc
k.
ad
ob
e.
co
m
40
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Fundamentação
Proteger a emoção
CURY, Augusto. Proteja sua emoção: aprenda a ter a mente livre e saudável. Jandira: Principis, 2021. 
Doar-se sem esperar retorno. Quem espera excessivamente retorno ou reconhecimento 
dos outros, em especial dos mais íntimos, pode não ter nenhuma proteção emocional. 
Ao se doar para os filhos, alunos, parceiro, amigos e colegas, diminuir a expectativa de 
retorno é fundamental para filtrar estímulos estressantes nas relações sociais. 
Nunca exigir o que os outros não podem dar. Exigir serenidade, lucidez e coerência de 
alguém no exato momento em que falhou, tropeçou ou se irritou é invasão de privaci-
dade e fonte de decepções. Nesse momento, a pessoa está sequestrada por uma janela 
traumática, o volume de tensão bloqueia milhares de janelas light, e, portanto, ela não 
tem condições de dar uma resposta inteligente. Esperar o foco de tensão passar para, 
depois, intervir é uma manifestação solene de quem aprendeu a gerenciar e amadure-
cer sua emoção.
Não agir à base do “bateu-levou”, da ação-reação. Estamos viciados em reagir quando 
alguém nos contraria. Ação e reação são ótimas para a física, mas péssimas para as 
relações humanas. Quem é impulsivo ou reage sem pensar, além de não proteger sua 
emoção, pode fazer dela uma lata de lixo social e destruir seus melhores relaciona-
mentos. Você pode ter cem atitudes saudáveis, mas, se reagir grosseiramente uma vez, 
poderá asfixiar todas as ações positivas. Lembre-se de que, nos primeiros 30 segundos 
de tensão, podemos cometer os maiores erros da vida, dizer palavras que jamais deve-
riam ser ditas a quem amamos. Faça a oração dos sábios nos momentos de conflito: o 
silêncio. Em seguida, aplique a próxima técnica. 
Conquistar primeiro o território da emoção, depois o da razão: surpreender positiva-
mente antes de criticar. A melhor maneira de contribuir com alguém que nos frustrou 
não é apontando a falha, pois tal atitude invade a privacidade e expande a janela killer. 
A melhor atitude é surpreender, elogiar, mostrar seus valores e, no segundo momento, 
apontar suas falhas. Quem rompe o cárcere do fenômeno “bateu-levou” e surpreende as 
pessoas que o frustram torna-se um conquistador. Marca suas histórias, encanta-as.
A maior “vingança” em relação a um inimigo é perdoá-lo (primeiro passo) e elogiá-lo 
(segundo passo). A aplicabilidade dessa ferramenta pode não melhorar seu ofensor, de-
safeto ou inimigo, mas, certamente, mudará você, protegerá sua emoção, filtrará estímu-
los estressantes e melhorará seu sono e humor. Lembre-se: os frágeis condenam, os fortes 
perdoam. E os sábios? Encontram motivos para elogiar. Eles saem do rol dos comuns.
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura de imagem – página 6
Orientação didática:
• Promova um debate sobre a imagem e peça que cada 
aluno faça a sua própria leitura. Em seguida, pergun-
te-lhes o que entendem sobre solidariedade.
Reservado para atividades de Matemática e 
Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Leitura de imagem 
Orientação didática:
• Peça às crianças que escrevam um poema, uma his-
tória, um jogo ou uma música sobre solidariedade.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Leitura de imagem 
Orientação didática:
• Solicite que as crianças retratem, através de imagem, 
como elas compreendem solidariedade.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Leitura de imagem 
Orientação didática:
• Trabalhe, através de uma peça teatral, alguns 
valores que podem ser considerados como principais 
para a formação da cidadania. 
Reservado para atividades de Matemática, Histó-
ria e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua 
turma.
2ª Semana – Grade semanal
42
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Atividade lúdica
Trabalhando com símbolos 
Esta atividade auxilia: 
• No reconhecimento de símbolos que estão por toda
parte em nosso dia a dia.
Você vai precisar de: 
• Reproduções de diversos símbolos e de placas de
sinalização.
• Material para pesquisa: revistas, jornais, cartilha de
trânsito, guia turístico.
• Folhas de papel-sulfite.
• Pincel atômico.
• Folha de papel manilha ou cartolina.
• Cola e tesoura.
Procedimento: 
• Crie, junto com os alunos, um grande painel de sím-
bolos utilizando as placas que já conhecem e símbolos
novos. Durante a montagem do painel, vá relembrando
com eles quais os sinais que já conhecem, que viram
na atividade com placas, e quais são desconhecidos e
insira outros que eles lembrarem no momento. Deixe-os
desenharem, procurarem em revistas, jornais, guias tu-
rísticos, cartilhas de trânsito, etc. O importante é tornar
a prática elaborada e levar o aluno a perceber o quanto
o meio social dele é rico nesse tipo de comunicação.
• A escrita deve acompanhar todo o trabalho; regis-
tre sempre o significado de cada símbolo identifica-
do por eles.
• Faça os registros usando maiúsculas e minúsculas.
Não se esqueça de que a letra cursiva já deve ter sido
introduzida.
• Aproveite os ganchos oferecidos por alguns símbolos
para trabalhar temas diversos, como os malefícios
do cigarro, usando a placa de "É proibido fumar"; o
consumo responsável, usando o símbolo de recicla-
gem; questões matemáticas, salientando os sinais de
adição e subtração; etc.
ALMEIDA, Geraldo Peçanha de. Práticas de alfabetização e letramento. 
2. ed. São Paulo: Cortez, 2009.
SÍMBOLOS
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Orientação pedagógica
O ato de ler vai muito além do reconhecimento das 
letras e das palavras, pois podemos fazer a leitura das 
milhares de informações que nos rodeiam todos os dias, 
assim “[…] A leitura de mundo precede a leitura da pala-
vra”, conforme Freire (2002, p. 11). Essa leitura nos dá os 
conhecimentos prévios para que possamos interagir no 
mundo em que vivemos facilitando a comunicação.
As imagens são grandes atenuadores no processo de 
aprendizagem, pois, quando a pessoa tem dificuldade 
BNCC
(EF15LP04) 
Identificar o efeito de 
sentido produzido pelo 
uso de recursos expres-
sivos gráfico-visuais em 
textos multissemióticos.
(EF15LP09)
Expressar-se em 
situações de intercâm-
bio oral com clareza, 
preocupando-se em 
ser compreendido pelo 
interlocutor e usando a 
palavra com tom de voz 
audível, boa articulação 
e ritmo adequado.
6
em decodificar o código escrito ou quando a criança 
começa a entender o mundo, são as imagens que fazem 
a ligação delas com o meio através dos símbolos, como 
placas, desenhos e figuras ou até mesmo mídias, como 
a televisão, utilizando os desenhos animados para que a 
criança aprenda valores e reconheça os objetos.
Revista Construir Notícias. A leitura de imagem no processo de ensino-aprendi-
zagem da Educação Infantil. ed. 101, 2018.
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Fundamentação
Dificuldades de aprendizagem, fracasso escolar e 
práticas pedagógicas
Para refletir:
[...] A rede que integra os domínios do saber e 
do agir invadiu também a escola. Em um ritmo 
que ainda não é o desejado, algumas mudan-
ças já têm ocorrido para que essa instituição 
enfrente a "crise do conhecimento" nas suas 
unidades, nas suas salas de aula.
Tudo é, de fato, muito novo. E a escola é ve-
lha na sua maneira de ensinar, de planejar, de 
executar e de avaliar o seu projeto educativo. O 
tradicionalismo e o ritualismo de suas práticas 
cegam a grande maioria de seus professores e 
dos pais diante das transformações, dos cami-
nhos diferentes e não obrigatórios do aprender. 
Persistem, ainda, os regimes seriados de ensino, 
os conteúdos programáticos hierarquizados, 
homogeneizadores, que buscam generalizar, 
unificar, despersonalizar quem ensina e quem 
aprende.
Maria Teresa Eglér Mantoan
Se compararmos a medicina com a educação, vamos 
perceber que um médico, atualmente, não se utiliza dos 
mesmos meios que usava há vinte anos para realizar 
um diagnóstico, mas o ambiente da sala de aula mudou 
pouco. Será que estamos acompanhando o ritmo dos 
nossos alunos e, principalmente, o ritmo do conhe-
cimento produzido pelo mundo? Creio que todos nós 
sabemos qual é a resposta para essa pergunta.
Almeida (2002) afirma que, na década de 1990, 
vivemos uma profunda transformação no cenário 
educacional, tendo essas reformas bases neoliberais. 
Tais concepções se mostram especialmente nos planos 
político-pedagógico, organizacional e de financiamento.
Afirma que o discurso subjacente às ações refor-
mistas é o de enfrentar os trágicos problemas educa-
cionais, tais como as dificuldades de aprendizagem, a 
repetência e a evasão escolar.
Para a abordagem tradicional da educação, a apren-
dizagem é um produto mecânico que ocorre por meio 
da transmissão de ideias selecionadas, e a escola é o 
lugar onde se realiza a educação. O indivíduo é passivo 
e apenas recebe o conhecimento. Já para a abordagem 
sociocultural, a mais recomendada pelas autoridades 
em educação da contemporaneidade, o indivíduo se 
constitui sujeito na medida em que toma consciência 
de sua história e se apropria da realidade, sendo um 
agente transformador da sua realidade, da sociedade 
e dele mesmo. A educação assume um caráter amplo e 
não se restringe às situações formais de aprendizagem, 
pois é um ato político.
Consideramos importante uma leitura social das 
dificuldades de aprendizagem para que não se cristalize 
a ideia de que o problema do não aprender está locali-
zado somente no aluno, ou no professor, ou no método. 
É claro que todas essas possibilidades existem, assim 
como o conjunto delas, mas uma leitura crítica dos mo-
delos educacionais propostos que ratificam uma política 
de acumulação de riquezas para poucos, bem como 
uma política de desigualdade, pode ajudar a solucionar 
a desvelar as causas do não aprender.
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O percentual significativo das dificuldades de 
aprendizagem está centralizado na alfabetização 
de nossos alunos ou, quando já superaram essa 
fase, no uso corrente da língua materna. Vejamos, 
então, algumas considerações sobre os problemas 
que podem surgir nessa esfera, bem como algumas 
alternativas para o trabalho do professor.
Primeiramente, vamos entender a expressão di-
ficuldade de aprendizagem como uma desvantagem 
para aprender, seja uma desvantagem cognitiva, 
seja uma dificuldade social. Um problema bastante 
conhecido no universo da leitura é a dislexia, que se 
caracteriza pela dificuldade que a criança tem na 
área da leitura e da escrita. Muitas vezes, o aluno 
apresenta outras habilidades eficazes, bom rendi-
mento em outras áreas do conhecimento, mas não 
consegue se alfabetizar ou não apresenta um "bom 
uso" da língua materna. Pode haver um componente 
hereditário na dislexia, e o tratamento deve ser feito 
por especialistas da área da saúde, pois, dependen-
do da gravidade, a dislexia se caracteriza também 
como uma lesão neurológica, e muitos alunos pre-
cisam fazer uso de medicamentos compensatórios. 
Uma outra característica da dislexia é a ausência da 
retenção da informação. A criança disléxica é capaz 
de aprender um assunto hoje e amanhã se compor-
tar diante dele como se fosse o primeiro contato. 
Muitas vezes, é confundida com um aluno que não 
tem interesse ou atenção, mas, na verdade, a falta 
de concentração é apenas uma consequência, e não 
o problema central.
É muito importante que o professor, ao analisar
as dificuldades de seus alunos, o faça de maneira 
consciente, pois, no senso comum, encontramosprofissionais da área de educação classificando 
crianças como disléxica quando na verdade há um 
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forte hiato social e econômico entre o mundo do 
professor e o universo do aluno. As experiências de 
aprendizagem que são propostas pela escola não 
fazem sentido para o aluno, e, portanto, não pode 
haver aprendizagem significativa.
Figueiredo (2002) nos lembra de que o fato de 
pertencer a um grupo social permite ao sujeito viver 
suas semelhanças, seus processos de identificação. 
Os grupos sociais se compõem basicamente de di-
ferenças e semelhanças, e isso é inegável da mesma 
forma que é inegável que as diferenças trazem cres-
cimento para o sujeito e para o grupo. A diversidade 
se faz presente tanto no plano social como no plano 
individual.
A escola que possui uma proposta socializadora 
e integradora não pode, de maneira alguma, servir 
de reprodutora de desigualdades, especialmente se 
utilizar o instrumento-chave, que é a nossa prática 
pedagógica.
Para refletir: 
A dificuldade de aprendizagem pode ter a 
sua origem na abordagem social que damos 
ao currículo. 
SERRA, Dayse Carla Gênero. Teorias e práticas da psicopeda-
gogia institucional. Curitiba: Iesde, 2004. 
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a
3o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário – página 8
Orientação didática:
• Solicite aos alunos que busquem, no dicionário, as
definições de algumas palavras.
Reservado para atividades de Matemática, Ciên-
cias e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Estudo do texto – página 9
Orientação didática:
• Trabalhe o vocabulário e a interpretação do texto
com os alunos por meio de perguntas.
Reservado para atividades de Matemática, Histó-
ria e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua 
turma.
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: O pavão e a 
garça – página 7
Orientação didática:
• Sugira aos alunos uma leitura silenciosa. Em seguida,
peça que selecionem o trecho do texto de que mais
gostaram. Depois, comente com eles sobre as caracte-
rísticas do texto.
Reservado para atividades de Matemática e 
Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Leitura do texto: O pavão e a garça
Orientação didática:
• Com os alunos separados em grupos, peça que
apresentem o texto lido em forma de teatro. Ao final,
faça uma roda de conversa e pergunte o que os alunos
acharam do texto e quais os sentimentos vivenciados
durante a apresentação.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3ª Semana – Grade semanal
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Atividade lúdica
Percepção de maiúsculas e minúsculas 
Esta atividade auxilia: 
• Na percepção e no trabalho com maiúsculas e
minúsculas.
Você vai precisar de: 
• Exemplares de jornais.
• Folhas de papel-sulfite.
• Canetas coloridas.
• Tesoura e cola.
Procedimento: 
• Observar as maiúsculas e minúsculas, o traço que as
letras exigem, pode ser uma questão trabalhada na
hora do registro do texto, mas, antes disso, o professor
pode trabalhar com essa questão separadamente. [...]
Escolhemos o jornal para fazer esta atividade. Dessa
forma, além de trabalhar com as maiúsculas e minús-
culas do jornal, estaremos acrescentando, ao cotidia-
no dos estudantes, um instrumento de alfabetização
brilhante.
• Proponha aos alunos que recortem, do jornal, as letras
já trabalhadas por eles. Sempre peça que recortem um
B e, em seguida, um b, para se certificar de que o reco-
nhecimento está correto.
• Peça que colem as letras recortadas, separadamente,
em folhas de papel-sulfite.
• Aproveite para explorar o jornal em termos de sono-
ridade e de reconhecimento, seja oral, seja visual. Peça
que "leiam" aquilo que acreditam estar escrito ali, com
base nas imagens, na organização do texto e na disposi-
ção apresentada. Deixe que eles viajem nessa tentativa.
• Peça que recortem trechos de textos do jornal e colem
numa folha de papel-sulfite.
• Em seguida, peça que eles marquem, por exemplo, de
vermelho, as letras maiúsculas e, de azul, as minúscu-
las. O mais importante é que percebam onde cada uma
das tipologias é usada.
• Traga jornais de mais de uma empresa. Deixe que eles
explorem livremente essas partes do jornal.
• Eles precisam perceber que há partes com muitas
imagens; que há os classificados, em que os textos pa-
recem todos iguais; que há os anúncios; e tantas outras
arquiteturas.
ALMEIDA, Geraldo Peçanha de. Práticas de alfabetização e letramento. 2. ed. 
São Paulo: Cortez, 2009. 
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Orientação didática
Inicie a aula dizendo que vocês irão ler a fábula O pavão 
e a garça e peça aos alunos que fiquem atentos às per-
sonagens e observem suas características.
Pergunte, antes da leitura, sobre o que eles acham que 
pode ser o assunto da história. Leia toda a fábula e, 
ao final, fale com eles se suas hipóteses iniciais foram 
confirmadas.
BNCC
(EF15LP16) 
Ler e compreender, em 
colaboração com os co-
legas e com a ajuda do 
professor e, mais tarde, 
de maneira autônoma, 
textos narrativos de 
maior porte como contos 
(populares, de fadas, 
acumulativos, de assom-
bração etc.) e crônicas.
7
Questione sobre a moral que apareceu no final desta 
fábula. Peça que a encontrem e leiam em voz alta. Per-
gunte sobre o que entendem sobre ela.
Espera-se que digam que não podemos menosprezar 
ninguém pelo fato de sermos diferentes, apesar de as 
penas da garça não serem coloridas, tinham outro uso: 
voar, coisa que o pavão não conseguia.
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Sugestão de atividade
1. Leia os provérbios a seguir e copie aquele que pode-
ria ser atribuído à fábula O pavão e a garça.
BNCC
(EF35LP05) 
Inferir o sentido de 
palavras ou expressões 
desconhecidas em textos, 
com base no contexto da 
frase ou do texto.
(EF35LP12)
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
8
• Quem ama o feio bonito lhe parece.
• Não há beleza sem senão.
• Devagar se vai longe.
• Antes tarde do que nunca.
2. A fábula O pavão e a garça é uma narrativa longa
ou curta?
3. Comente sobre seus sentimentos e suas reações ao
ler essa fábula.
A fábula é uma narrativa curta.
Resposta pessoal
Não há beleza sem senão.
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Sugestão de atividades
1. Por essa o pavão não esperava, não é mesmo? Por
falar nessa personagem, anote as palavras que, de acordo
com o texto, indicam características dele.
BNCC
(EF35LP03) 
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global.
(EF35LP04)
Inferir informações im-
plícitas nos textos lidos.
9
orgulhoso, vaidoso, pretencioso
São características próprias de seres humanos.
Essas características são próprias de animais ou de 
seres humanos?
2. Toda fábula traz uma moral, que, normalmente, é
apresentada no final do texto, por meio de uma frase.
Sabendo disso, responda.
a. Qual é a moral da fábula O pavão e a garça?
b. Você concorda com essa moral? Por quê?
“Podemos perder de um lado, mas ganhar de outro.”
Resposta pessoal
52
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Fundamentação
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O que fazer e o que não fazer em sala de aula
• Exponha os trabalhos para que as crianças vejam
a sua produção e a dos demais coleguinhas, seja
em casa, seja na escola. Assim, o aluno reforça o
conhecimento, faz comparações e até descobre
novas possibilidades, enriquecendo seu repertório.• Dê o tempo necessário para que as crianças
explorem os materiais, façam suas próprias des-
cobertas e satisfaçam seus sentimentos internos.
Enquanto os adultos partem do geral para o
particular, elas fazem o inverso.
• Respeite a forma de seu aluno ver e expressar o
mundo, pois cada um tem o seu jeito de perceber
e se manifestar, e o tempo de reação da criança
nessa faixa etária é muito longo, ela não reage
diretamente.
• Coloque-se no lugar da criança, realizando, você
mesmo, previamente, as atividades planejadas
para a aula: assim, você consegue se libertar dos
“pré-conceitos” e fica mais aberto para as certe-
zas, inseguranças e assertividade do aluno.
• Preocupe-se com os espaços e com os materiais,
pois são eles que vão servir de estímulo para os
sentidos dos pequenos.
• Não faça um planejamento rígido, ele deve ser
aberto e compartilhado com as crianças.
• Não se preocupe com o produto final do traba-
lho, mas, sim, com o processo.
• Não faça correções nas produções das crianças
como “Árvore não é azul”, “Céu não é vermelho”
e outras desse tipo, pois a expressão artística é
da criança e deve-se respeitar a forma de ela ver,
perceber e expressar o mundo.
• Não se preocupe com a informação, como histó-
ria da arte, leitura de obras, etc., mas, sim, com a
vivência, a experiência e a fruição.
• Não ofereça muitas opções de materiais ao mes-
mo tempo, pois a criança pode perder o foco.
• No caso de tintas, por exemplo, três a quatro
cores são suficientes para ela explorar.
Revista Projetos Escolares. Ano 2, n. 6. São Paulo: On Line, 2007.
O que FAZER: O que NÃO FAZER:
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Gramática: Alfabeto: maiúsculo e 
minúsculo – página 10
Orientação didática:
• Leve, para a sala de aula, um alfabeto móvel para
utilizar em atividades diversas.
Reservado para atividades de Matemática e 
Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Alfabeto: maiúsculo e 
minúsculo – página 11
Orientação didática:
• Elabore atividades para que os alunos completem
palavras e, separando as vogais das consoantes, escre-
vam nomes com todas as letras do alfabeto demons-
trando autonomia.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Alfabeto: maiúsculo e 
minúsculo – página 12 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Liste algumas palavras na lousa e ajude os alunos
a identificarem a ordem alfabética. Solicite- lhes que
pesquisem outras palavras em revistas e que, depois,
indiquem a ordem correta.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com g e j – 
páginas 12 (segunda coluna) e 13 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Apresente aos alunos, por meio de imagens, pala-
vras com g e j e converse com eles sobre a escrita
dessas palavras.
Reservado para atividades de Matemática, Histó-
ria e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua 
turma.
4ª Semana – Grade semanal
54
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Atividade lúdica
O vogadio
Esta atividade auxilia: 
• A criança a perceber as diferentes vogais.
A, ã, á, à, â
E, é, è, ê
I, í, i, y, u
O, ó, ô
U, ú, u, w
Você vai precisar de:
• Folha de papel manilha.
• Pincel atômico.
• Tesoura.
• Barbante e pregadores para fazer
um varal.
• Quando estiver pronto, pendure tudo em um varal e
faça com eles um resgate: de onde veio esta vogal?
A qual palavra ela pertencia? Escreva-a novamente e
peça às crianças que a registrem.
• Estimule-as a compará-las ao próprio nome e a
circular ou marcar aquelas que são apresentadas e que
existem no seu nome. O importante é dar um significado
para a existência de tantos tipos.
• Deixe que as crianças percebam que Pelé possui dois
sons diferentes, pois há um acento. Não deixe de apon-
tar que há palavras, como Estephanie, que têm o mes-
mo som da palavra anterior, mas não têm acento agudo.
É essa riqueza e essa multiplicidade de grafias que as
crianças precisam perceber que há na língua escrita e
que, mais tarde, elas terão o domínio de todas elas. O
que não pode acontecer é negar às crianças o direito de
saber que elas existem.
ALMEIDA, Geraldo Peçanha de. Práticas de alfabetização e letramento. 2. ed. 
São Paulo: Cortez, 2009. (Oficinas Aprender Fazendo)
Procedimento:
• Vá resgatando, com os alunos, as vogais que aparecem
no nome deles.
• Escreva o nome de todo mundo no papel manilha.
• Em seguida, vá marcando, com um pincel atômico,
quais são as vogais que aparecem nos nomes. Tome o
cuidado de marcar aquilo que também é lido como vo-
gal, como é o caso de y no lugar de i em alguns nomes.
O importante é que consigam identificar onde estão os
sons de vogais e como eles são escritos. Há alunos com
sobrenomes alemães, árabes e muitos outros, todos
muito ricos nessas diferenciações. Caso não haja tantos
diferentes, instigue os alunos a lembrarem nomes de
personagens de livros e de filmes que conheçam e vá
anotando tudo. Assegure-se de que todas as vogais e
suas variações apareçam ali.
• Depois do resgate, retire do cartaz as vogais e construa
o vogadio, uma espécie de alfabeto móvel só com as
diferentes apresentações das vogais.
Veja o exemplo:
55
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Orientação didática
• Confeccione e distribua as letras do alfabeto, uma
para cada aluno, e peça-lhes que escrevam uma palavra
que tenha essa letra que receberam no início; outra, no
meio; e a última, no final. Assim, as crianças vão perce-
ber que as letras que estão estudando não vêm só no
início das palavras.
• Confeccione uma caixa-surpresa com todas as letras
do alfabeto, maiúsculas e minúsculas. Solicite a um
aluno que, por vez, tire uma letra e cite uma palavra em
que é utilizada essa letra.
BNCC
(EF03LP02) 
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
10
56
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Orientação didática
BNCC
(EF03LP02) 
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
11
• Solicite às crianças que pesquisem alguma situação
em que a ordem alfabética é utilizada como critério de
ordenação (por exemplo, em farmácias, onde os remé-
dios são organizados por essa ordem).
• Escreva, em tiras, o nome de todos os alunos da sala.
Depois, solicite que os alunos organizem a lista em
ordem alfabética. Explique os critérios quanto à obser-
vação das letras subsequentes na organização da ordem
alfabética. Por exemplo: Adalberto, Amanda, Antônio,
Elisabete, Elisângela, Elissandra.
W
av
eb
re
ak
M
ed
ia
M
ic
ro
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st
oc
k.
ad
ob
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co
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Orientação didática
Explique aos seus alunos a brincadeira. Animado pelo 
mediador, o primeiro jogador deve dizer qualquer letra 
do alfabeto; o segundo, uma outra; até que dez joga-
dores indicados tenham sugerido a sua, sem repeti-las. 
Com um único jogador, essas letras podem ser sortea-
das aleatoriamente; com mais de um e menos de dez, as 
sugestões de letras serão feitas pelos jogadores até que 
se obtenham dez letras.
BNCC
(EF03LP02) 
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
(EF35LP13)
Memorizar a grafia de 
palavras de uso frequen-
te nas quais as relações 
fonema-grafema são 
irregulares e com h ini-
cial que não representa 
fonema.
12
Cada jogador deve copiar a relação das dez letras sele-
cionadas, e a missão de cada um ou de cada dupla será 
a de redigir uma mensagem, em estilo telegráfico, com 
dezpalavras iniciadas pelas letras escolhidas na ordem 
em que foram apresentadas. Por exemplo, se as letras 
escolhidas foram h, s, u, d, m, p, a, c, b e n, uma frase 
poderia ser: “Hoje será um dia marcado por atropelos, 
confusões, bagunças normais”.
58
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Orientação didática
BNCC
(EF35LP13) 
Memorizar a grafia de 
palavras de uso frequen-
te nas quais as relações 
fonema-grafema são 
irregulares e com h ini-
cial que não representa 
fonema.
13
• Com o auxílio do dicionário, prepare, com antecedên-
cia, duas listas: uma com palavras escritas com g e
outra com palavras escritas com j.
• Convide dois alunos para uma dinâmica que aborde as
palavras com g e j.
• Confeccione um jogo da memória com palavras cujo
nome tenha g e j. os alunos devem formar pares com
duas cartas com palavras com g ou duas cartas com pa-
lavras com j. Vence a brincadeira quem fizer mais pares.
• Solicite aos alunos que escrevam uma carta ditada por
você em que apareçam palavras com g e j e, depois,
confira o resultado.
• Trabalhe o poema Joaninha quer se casar, de Adriana
Felisbino, e explore as letras g e j que aparecem nele.
59
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Fundamentação
Operacionalização das teorias de Piaget e Vygotsky no ambiente escolar 
Acredito que nenhuma teoria substitui inteiramente 
outra, pois o trabalho do professor é sempre interdisci-
plinar e pode buscar fundamentação teórica em diver-
sas concepções, ainda que estas pareçam antagônicas 
em alguns momentos. Dessa forma, a teoria de Piaget 
pode enriquecer o trabalho do professor na medida em 
que traz concepções interessantes sobre o processo de 
aprendizagem, especialmente quando nos apresenta o 
conceito de assimilação e equilibração para a efetivação 
da aprendizagem.
As características de cada estágio de desenvolvi-
mento, especialmente como as estruturas cognitivas 
se apresentam em cada um deles, também podem 
colaborar para a construção de um planejamento mais 
adequado à compreensão infantil, principalmente no 
que diz respeito à seleção de conteúdos.
Piaget considera o desenvolvimento retrospectivo, 
e, portanto, a postura do professor é em relação ao 
que o aluno já sabe, ao que ele já aprendeu. Trata-se 
de uma postura de avaliação. Avaliar é fundamen-
tal para o caminhar do processo pedagógico, mas é 
importante que a avaliação não seja utilizada para 
rotular o aluno ou para fechar ideias em si mesmas. 
Por exemplo, um professor chega à conclusão de que 
o aluno não consegue aprender determinados concei-
tos porque ele se encontra no estágio pré-operatório
quando os conteúdos exigem que ele esteja no período
operatório-concreto. Sim, descobrimos isso, mas o
que faremos com essa informação? Se o professor vai
utilizá-la para promover alternativas de estimulação
da aprendizagem, então a avaliação e o posterior
enquadramento do aluno no estágio pré-operatório foi
válido. Caso contrário, cairemos na crença da esponta-
neidade do desenvolvimento.
Vygotsky valoriza bastante a prática docente, e 
seus estudos são voltados para a atuação do profes-
sor em sala de aula. Ele esclarece que, se temos vinte 
alunos em sala, temos, então, vinte zonas proximais 
2r
ag
on
 / 
st
oc
k.
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co
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diferentes, pois cada aluno chega à sala de aula com 
uma história diferente e com um repertório diferente, 
e, a cada informação que o professor fornece, a cada 
proposta de novas experiências, essa zona proximal se 
altera, formando um novo repertório. Logo, o profes-
sor não possui nenhum tipo de controle sobre a zona 
proximal de seus alunos.
O desenvolvimento para Vygotsky é prospectivo, por 
isso o "não saber" não existe para esse autor. Existe o 
"ainda não saber", pois o desenvolvimento sempre ainda 
está por vir. Nesse caso, cada aluno tem o seu tempo e o 
seu ritmo, o que contraria bastante o nosso sistema de 
educação por meio da organização de turmas, o tempo 
de um ano letivo que estipulamos para a aprendizagem 
do conteúdo do ano, etc.
Vygotsky não acredita na espontaneidade. Para ele, 
a intervenção pedagógica é provocadora do desenvolvi-
mento, e, se um dos princípios de sua teoria é o intera-
cionismo, a aprendizagem não pode ocorrer de dentro 
para fora, e sim de fora para dentro.
O trabalho em grupo é uma prática valorizada pelo 
autor, dada a força da interação social na sua teoria. Por 
meio das trocas, o aluno interioriza conceitos e apren-
de, apropriando-se do mundo.
O conteúdo possui um papel importante, pois, para 
Vygotsky, a aprendizagem se dá pela mediação entre o 
ser humano e o mundo, logo o conteúdo é o mediador 
entre o eu e o mundo.
A partir do princípio da zona proximal do desenvolvi-
mento, entendemos que avaliação/padronização seria a 
melhor alternativa dentro dessa teoria, pois cada aluno 
tem o seu ritmo próprio de desenvolvimento. No entan-
to, o nosso sistema de educação nem sempre permite 
a ausência total de padronizações, e o nosso curso 
pretende, dentre outras coisas, aproximar as teorias da 
realidade do professor. Dessa forma, podemos sugerir 
a você que procure variar na forma de avaliar os alunos 
e que construa instrumentos individuais e coletivos de 
verificar a aprendizagem.
Para refletir:
1. A zona proximal de desenvolvimento é única em 
cada sujeito, e, nesse caso, avaliar a aprendizagem 
dos alunos representa um desafio para o professor.
2. É possível ter uma avaliação precisa da aprendi-
zagem de nossos alunos?
SERRA, Dayse Carla Gênero. Teorias e práticas da psicopedagogia 
institucional. Curitiba: Iesde, 2004. 
M
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a
1o dia 
Semana de revisão. 
2o dia
Semana de revisão. 
3o dia
Semana de revisão. 
4o dia 
Semana de revisão. 
5o dia
Livre para atividades complementares da 
sua turma.
5ª Semana – Grade semanal
62
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Atividade lúdica
Ditado de desenho 
Esta atividade auxilia: 
• No aprendizado da composição de cena.
• A exercitar a capacidade de seguir 
instruções.
• Na produção de textos descritivos. 
Você vai precisar de: 
• Folhas de papel-sulfite.
• Lápis de cor. 
Procedimento: 
• Proponha aos alunos que executem um 
desenho seguindo as suas instruções e orien-
tações. Procure trabalhar com desenhos ricos 
em detalhes. Faça solicitações difíceis de 
serem executadas; assim, eles serão estimu-
lados a desenhar coisas novas e acabarão se 
encantando com o trabalho, isso ajudará na 
segunda parte da atividade. 
Sugestão: 
• Desenhe uma piscina. 
• Junto da piscina, um tobogã. 
• Ao lado do tobogã, uma árvore. 
• Debaixo da árvore, uma cadeira. 
• Em cima da cadeira, um boné. 
• Ao lado do boné, um par de óculos. 
• Ao lado da piscina, um cavalo.
• Ao lado do cavalo, um menino.
• Ao lado do menino, a mãe dele. 
• Nos cabelos da mãe, uma flor.
• Pendurada no ombro da mãe, uma bolsa. 
• Dentro da piscina, uma menina. 
• Perto da cadeira, um cachorro. 
• No alto da árvore, um pássaro.
• Concluído o desenho, peça-lhes que, baseados nele, 
produzam um texto descritivo, como se o desenho fosse 
uma cena que eles têm de contar para outra pessoa que 
não a está vendo. 
• Caso algum aluno queira interferir, propondo novos 
detalhes para o desenho, aceite suas sugestões. 
ALMEIDA, Geraldo Peçanha de. Práticas de alfabetização e letramento. 2. ed. 
São Paulo: Cortez, 2009. 
63
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Semana de revisão
cora 
colé 
 nástica
acara 
a da
in ção
 giva
1. Forme nomes de pessoas juntando as sílabas da 
mesma cor.
3. Complete asregras sobre o uso das letras maiúsculas 
e minúsculas.
a. As letras são usadas em nomes comuns.
b. As letras maiúsculas são utilizadas em nomes pró-
prios de , , casas comerciais.
c. Todas as palavras que iniciam frase devem começar 
com letra . 
2. Coloque os nomes de pessoas que você formou na 
questão anterior em ordem alfabética. 
6. Encontre a sílaba que falta para completar as pala-
vras. Depois, copie-as. 
Unidade 1
• Alfabeto: maiúsculo e minúsculo
• Palavras com g e j
coragemgem
jé
gio
gen
gi
je
gen
colégio
ginástica
acarajé
agenda
injeção
gengiva
GEM GIO JE GI GEN JÉ GEN
5. Copie as palavras com g e j que aparecem no texto 
da questão anterior.
4. Leia o texto e justifique o uso das letras maiúsculas 
em cada situação.
a. Dessas palavras, quantas e quais são as em que o g 
não tem som de j?
Geralda, Roger, Júlia e gato
Não, Quando, Passeava, Ele – Iniciam frase.
Geralda, Júlia – São nomes de pessoa.
Roger – É o nome do cachorro.
Apenas uma, a palavra gato.
Roger, o cão de dona Geralda 
Maria Clara Medeiros
Não havia quem não temesse o latido de Roger; eita 
cão bravo! Quando dona Geralda ia passear com ele, atraía 
o olhar de todos, menos o dos demais cães. Passeava todo 
posudo pela rua como se fosse o rei do pedaço. 
Roger, além da fama de bravo, tinha uma beleza pe-
culiar e um charme que ostentava pelas ruas do bairro. 
Ele só perdia para Júlia, a netinha caçula de dona 
Geralda, que o fazia de “gato e sapato”. 
minúsculas
pessoas lugares
maiúscula
Estela
Alice
Vinícius
Mateus
João
Maria
Agora, complete. 
Todos os nomes que você escreveu são escritos com 
letra inicial .
Alice, Estela, João, Maria, Mateus, Vinícius
ES TEMA JO CIUS A
LATEUSÃO VICE
NÍ MARILI A
maiúscula
64
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Fundamentação
Os professores são vitais, mas a 
educação está doente 
Ninguém é tão importante quanto os professores no 
teatro social, embora a débil sociedade não lhes dê o 
valor que merecem. 
O sistema em que os professores estão inseridos é 
estressante. Não forma coletivamente seres humanos 
com consciência de que possuem um eu; de que esse eu 
é construído por mecanismos sofisticadíssimos; de que 
esses mecanismos deveriam desenvolver funções vitais 
nobilíssimas; e de que, sem o desenvolvimento dessas 
funções, ele poderá estar completamente despreparado 
para pilotar o aparelho mental, em especial quando 
abarcado por um transtorno psíquico mais grave, como 
a dependência de drogas, a depressão e a ansiedade 
crônica. 
E, uma vez despreparado, será conduzido pelas tem-
pestades sociais e pelas crises psíquicas. Será um barco 
à deriva, sem leme. 
Um eu malformado corre grandes riscos de ser ima-
turo, ainda que seja um gigante na ciência; de ser sem 
brilho, ainda que tenha dinheiro para comprar o que 
bem desejar; de ser engessado, ainda que tenha grande 
potencial criativo. 
Se fôssemos pilotos de avião, a melhor conduta tal-
vez fosse nos desviar das formações densas de nuvens, 
mas, como pilotos mentais, essa seria a pior atitude, 
ainda que a mais frequentemente tomada. E isso por 
três razões. 
Em primeiro lugar, porque é impossível o eu fugir de 
si mesmo. 
Em segundo, porque, se o eu exercitar a paciência 
para deixar as emoções angustiantes se dissiparem 
espontaneamente para seguir em frente, ele cairá na 
armadilha da autoilusão. 
A paciência, tão importante nas relações sociais, é 
péssima ao significar a omissão do eu em atuar no ge-
renciamento das dores e conflitos psíquicos. Eles serão 
dissipados apenas aparentemente. Serão arquivados no 
córtex cerebral (camada mais evoluída do cérebro) e 
farão parte das matrizes de nossa personalidade. Atuar, 
portanto, é a palavra-chave. 
Em terceiro lugar, porque poderão formar janelas 
traumáticas (killers) duplo P (duplo poder: poder de en-
carceramento do eu e de expansão da janela doentia), 
que aprisionam o eu e o desestabilizam como gerente 
da mente humana.
CURY, Augusto. Lidere sua mente: seja autor(a) da própria história. Jandira: 
Principis, 2022. 
Siberian Art / stock.adobe.com
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: Cidadania – pá-
gina 13 (segunda coluna)
Orientação didática:
• Realize uma leitura silenciosa do texto trabalhado.
Em seguida, questione os alunos sobre o que enten-
deram do texto. Aproveite para fazer perguntas infe-
renciais sobre a história e observe cada resposta dada
pelos alunos.
Reservado para atividades de Matemática e 
Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário e Estudo 
do texto – página 14
Orientação didática:
• Converse com os alunos sobre o gênero textual
trabalhado, apresentando outros textos e autores para
serem discutidos.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Letras e sons – pági-
nas 15, 16 e 17 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Antes de falar sobre letras e fonemas, peça a um
aluno que faça a leitura da tirinha do livro do aluno.
Você pode pedir que os estudantes interpretem o
texto e só depois partir para a explicação.
• Realize atividades lúdicas para trabalhar o conteú-
do. Você pode utilizar jogo da memória, cartões com
imagens, jogo da velha, etc.
Reservado para atividades de Matemática, Ciên-
cias e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com e e i – 
páginas 17 (segunda coluna) e 18 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Solicite aos alunos que recortem, de jornais e
revistas, palavras com e e i. Depois, peça-lhes que
produzam um texto com essas palavras e exponha-o
no mural da sala.
Reservado para atividades de Matemática, Histó-
ria e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua 
turma.
6ª Semana – Grade semanal
66
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Atividade lúdica
Trava-línguas 
Esta atividade auxilia: 
• No desenvolvimento da sonoridade das letras e das 
palavras e no desembaraço na fala. 
Você vai precisar de: 
• Trava-línguas. 
Sugestões 
senvolvimento da leitura e da escrita. Eles exigem 
das crianças uma associação da sonoridade ao traço 
observado ou registrado no papel. Além disso, há, 
nos trava-línguas, uma repetição próxima, mas com 
significados bem diferentes, para a qual a criança irá 
atentar logo cedo. 
• Explore também as letras que já são de conhecimento 
da criança nesse momento. 
• Trabalhe o contexto e o entendimento das crianças 
em relação aos trava-línguas. Eles quase sempre dizem 
coisas muito sutis, pouco narrativas, mas compreensí-
veis em um trabalho maior. 
• Você pode pedir que os alunos façam uma pesquisa 
em casa, junto à família, sobre outros trava-línguas que 
porventura eles conheçam. Há sempre alguns desco-
nhecidos por aí. É importante fazer desta atividade um 
momento bem descontraído, pois o sucesso dela depen-
derá disso. A pronúncia desses trava-línguas não é fácil 
para as crianças, mas elas se divertirão e aprenderão 
muito com eles. 
ALMEIDA, Geraldo Peçanha de. Práticas de alfabetização e letramento. 2. ed. 
São Paulo: Cortez, 2009.
1 – O peito do pé de Pedro é preto. É preto o pei-
to do pé de Pedro. Pedro tem o peito do pé preto. 
Quem tem o pé do peito preto é Pedro! 
2 – Três pratos de trigo para três tigres tristes. 
3 – Se a aranha arranha a rã, se a rã arranha a 
aranha, como a aranha arranha a rã? Como a rã 
arranha a aranha? 
4 – Qual é o doce que é mais doce que o doce 
de batata-doce? Respondi que o doce que é mais 
doce que o doce de batata-doce é o doce que é 
feito com o doce do doce de batata-doce. 
Procedimento: 
• Os trava-línguas são uma importante ferramenta 
com a qual podemos contar nos momentos de de-
67
FC_ME 3F PORT_UN 1.indd 67FC_ME 3F PORT_UN 1.indd 67 14/04/2023 15:38:5714/04/2023 15:38:57Orientação didática
O poema é um gênero textual muito utilizado nesta faixa etária; por isso, explore muitos poemas 
em sala de aula. Dependendo da maturidade da turma, amplie a explicação que aparece na página 
do livro do aluno, pontuando características peculiares do gênero, como as rimas, por exemplo. Vale 
ressaltar que o poema é, também, uma forma de sensibilizar o leitor para as mais diversas situações 
e temáticas, desde as mais simples às mais complexas.
BNCC
(EF35LP23) 
Apreciar poemas e 
outros textos versifica-
dos, observando rimas, 
aliterações e diferentes 
modos de divisão dos 
versos, estrofes e refrões 
e seu efeito de sentido.
(EF35LP28)
Declamar poemas, com 
entonação, postura e 
interpretação adequadas.
13
68
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Sugestão de atividade
1. Das ações de cidadania mencionadas no poema, quais você pratica?
2. Quais você gostaria de praticar e ainda não teve oportunidade?
3. Pesquise outros pequenos gestos que demonstram cidadania e escreva-os abaixo.
BNCC
(EF35LP03) 
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global.
(EF35LP04)
Inferir informações im-
plícitas nos textos lidos.
(EF35LP05)
Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões des-
conhecidas em textos, 
com base no contexto da 
frase ou do texto.
(EF35LP12)
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
14
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Resposta pessoal
69
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Orientação didática
Confeccione, reproduza e recorte ilustrações de uma boca e mostre-as 
para a classe. Essas ilustrações devem conter algumas posições de boca 
aberta, fechada, etc., de maneira que represente alguns sons que são 
emitidos ao posicionar os lábios, a língua e a abertura da boca. Solicite 
que as crianças imitem os sons representados pelas figuras. Em seguida, 
explique-lhes que devem fechar os olhos e escutá-los com atenção, 
enquanto você os reproduz. Depois, peça-lhes que digam quais as cenas 
ou os barulhos em que conseguem pensar quando ouvem os sons, como 
o chocalho de uma cobra cascavel, alguém pedindo silêncio ou cha-
mando um gato, um balão esvaziando, entre outros.
BNCC
(EF15LP14) 
Construir o sentido de 
histórias em quadrinhos 
e tirinhas, relacionando 
imagens e palavras e 
interpretando recur-
sos gráficos (tipos 
de balões, de letras, 
onomatopeias).
(EF03LP01)
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
(EF35LP13)
Memorizar a grafia de 
palavras de uso frequen-
te nas quais as relações 
fonema-grafema são 
irregulares e com h ini-
cial que não representa 
fonema.
15
70
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Orientação didática
BNCC
(EF03LP01) 
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade 
(til, m, n).
(EF35LP13)
Memorizar a grafia de 
palavras de uso frequen-
te nas quais as relações 
fonema-grafema são 
irregulares e com h ini-
cial que não representa 
fonema.
16
• Explique aos alunos o conceito de letras e sons 
utilizando vários exemplos; primeiro, em palavras com 
a correspondência regular; depois, em palavras com 
correspondência irregular. É importante que os alunos 
avancem paulatinamente na aprendizagem do conteúdo.
• Realize atividades para que os alunos estabeleçam a 
correspondência entre letras e fonemas. Entregue aos 
alunos uma lista de palavras e solicite-lhes que indi-
quem a quantidade de letras e fonemas.
Je
nk
oA
ta
m
an
 / 
st
oc
k.
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ob
e.
co
m
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Orientação didática
• Oriente os alunos a fazerem uma pesquisa e peça-lhes que tragam na aula seguinte: o nome de
cinco cidades, dois países e dez objetos, todos com a letra e ou i no final. Solicite-lhes que leiam
as palavras para os colegas e exponham-nas no mural da sala.
• Selecione algumas palavras com e e i em final de sílaba, escreva-as em uma tabela e deixe o
espaço das vogais e e i para os alunos completarem corretamente. Você pode fazer uma pequena
gincana, marcando cada acerto dos alunos com uma pontuação, e quem acertar mais palavras
ganha um prêmio simples, que pode ser um bombom ou algo que não lhe seja muito oneroso.
BNCC
(EF03LP01) 
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
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Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP01) 
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
18
1. Complete as palavras com e ou i. 2. Encontre, no caça-palavras, nomes com e e i em final
de sílaba.
a. jabut i
b. jegu e
c. caqu i
d. leit e
e. molequ e
f. cac i qu e
g. engraxat e
h. al i cat e
E J U H Y T E R D A Ç Z
T I O G U R T E H B R C
X O L K U N G T R A E A
B W D C X S A T G C I T
O X N Á S J O S E A A A
C O T O N E T E I X Y Ç
R U B G F Q W T E I U A
E S A B O N E T E M S Í
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Fundamentação
Discussão sobre dilemas morais
A discussão sobre dilemas morais representa uma 
estratégia derivada dos trabalhos de Kohlberg sobre 
o desenvolvimento do juízo moral, e seu objetivo
busca potencializá-lo.
Consiste da apresentação (dramatizada ou não) 
de histórias curtas que apresentam um conflito 
de valores, seguido de debates sobre alternativas 
viáveis. Como essas histórias colocam valores em 
conflito, constituem situações que não propiciam 
solução única ou "mais correta", obrigando os alunos 
envolvidos a refletirem, debaterem e justificarem 
com argumentos a alternativa escolhida.
Cabe ao mediador examinar a consistência dos 
raciocínios escolhidos pelo grupo, valorizando o 
diálogo e o uso ou não de uma hierarquia de valores 
consensual. Os dilemas podem se basear em circuns-
tâncias reais ou hipotéticas, e é necessário que sejam 
de fácil compreensão por parte dos alunos, relacio-
nados a seu entorno social, adaptados ao desenvol-
vimento cognitivo e afetivo da turma e capazes de 
envolvê-la pelo seu conteúdo interessante. As fases 
da estratégia poderiam ser: 1) apresentação do dile-
ma, assinalando-se com precisão quais os valores em 
conflito; 2) busca de uma posição pessoal em relação 
ao dilema; 3) formação de grupos homogêneos face 
a posições assumidas, isto é, alunos que optam pela 
mesma solução devem integrar o mesmo grupo para 
elaborarem, de forma explícita, os argumentos que 
usariam como justificativa; 4) debate entre grupos na 
defesa dos argumentos apresentados; 5) fundamen-
tação de condutas face aos argumentos escolhidos, 
contextualizando-os no cotidiano do aluno.
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A título de exemplo, apresentamos alguns dos dile-
mas estabelecidos por Kohlberg ou adaptados à realida-
de de nossas escolas. 
• O pai de Ricardo prometeu que deixará o filho ir
ao parque de diversões se estudar duas horas por dia,todos os dias. Ricardo cumpre essa tarefa, mas, no fim 
da semana, o pai afirma que pensou melhor e que não 
o deixará ir. Ricardo sai de casa e, secretamente, vai ao
parque com os amigos, contando tal fato para sua irmã.
A irmã deve ou não revelar essa ação ao pai?
• Uma mulher estava às portas da morte. Um farma-
cêutico descobriu uma droga que poderia salvá-la, mas 
cobrava um preço altíssimo para cada dose, pois, além 
do material que usava, desejava obter retorno por seus 
longos anos de estudos antes da descoberta. O marido 
da mulher doente empenhou tudo que possuía, mas obte-
ve apenas a metade do valor pedido pelo farmacêutico e 
tentou convencê-lo a vender com preço mais baixo. Este 
recusou, levando o marido, na primeira oportunidade, a 
roubar a droga. Ele deveria ter feito isso? Por quê? 
Na mesma linha de dilemas propostos, existe uma 
série de outros que permitem igual reflexão, ainda que 
não apresentados por Kohlberg. Por exemplo: 
• Um barco salva-vidas, logo após um naufrágio, pode
levar apenas três passageiros dos cinco que aspiram à 
salvação. Quais seriam salvos entre um sacerdote gene-
roso, mas de idade avançada; uma criança de seis anos 
com problemas mentais; um marinheiro experiente e 
forte, mas extremamente egoísta; um advogado que está 
sendo aguardado para ser julgado por um crime que 
alega não ter cometido; ou uma mãe com quatro filhos 
pequenos para cuidar? 
Como antes foi colocado, essas estratégias ajudam 
o trabalho em classe e a mudança do aluno, que po-
derá assumir condutas mais positivas em sua relação com
outras pessoas, colegas ou não; isso as une e/ou as difere
de aulas expositivas convencionais. Ocorre o desapare-
cimento do professor moralista, que, como especialista
em valores, acredita que seus alunos não os tenham
e usa o espaço da aula para sua exposição e ênfase.
Em seu lugar, emerge o professor-intermediador, que,
conhecendo estratégias e procedimentos de adminis-
tração de discussões grupais, procura promovê-las
visando a construção, com os estudantes, de condutas
positivas em relação ao seu desejo de aprender a se
relacionar.
ANTUNES, Celso. Na sala de aula. Petrópolis: Vozes, 2012. 
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4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com o ou 
u – página 22
Orientação didática:
• Explore o conteúdo trabalhado em letras de can-
ções conhecidas pelos alunos. Eles podem copiar as 
palavras com o ou u que aparecem nelas e separar 
suas sílabas.
Reservado para atividades de Matemática, Histó-
ria e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua 
turma.
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: Post – página 18 
(segunda coluna)
Orientação didática:
• Construa, na lousa, um diagrama com algumas 
palavras do texto. Sorteie alguns alunos para procura-
rem as palavras. Peça ao restante da turma para não 
interferir na hora da busca, para não atrapalhar.
Reservado para atividades de Matemática e 
Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário e Estudo 
do texto – páginas 19 e 20 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Converse com os alunos sobre as palavras que mais 
chamaram a atenção deles no texto e comente sobre 
as respostas às questões do conteúdo do texto.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Encontro vocálico – 
páginas 20 (segunda coluna) e 21
Orientação didática:
• Pesquise imagens cujo nome é escrito com encontros 
vocálicos e as reproduza em folhas de papel A4. Os 
alunos devem escrever esses nomes ao lado da ima-
gem e destacar os encontros vocálicos.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
a
7ª Semana – Grade semanal
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Atividade lúdica
Amarelinha
Em vez de números, a amarelinha pode conter letras 
e ajudar a formar palavras.
A ideia é a mesma da brincadeira tradicional: 
jogar a pedrinha e atravessar aos saltos, entre uma 
e duas pernas, as casas riscadas de giz (ou feitas de 
folhas de papel dispostas no chão), pulando aquela 
que estiver marcada pela pedra. A diferença é que os 
números são substituídos por letras do alfabeto ou 
por sílabas prontas.
Em cada casa que a pedra cair, a criança deve pas-
sar por um desafio, dependendo de sua intimidade com 
o alfabeto: pode ser o reconhecimento de uma letra, a
leitura de uma sílaba ou a construção de uma ou mais
palavras iniciadas por aquela letra ou sílaba.
Para a pedra não cair sempre nos mesmos lugares, 
você pode colocá-la em cima de cada letra ou sílaba, 
uma de cada vez, para que a criança passe por todas 
as casas. Os desafios também podem ir aumentando, 
dependendo da disposição e criatividade do professor. 
Se a amarelinha for feita com folhas de papel, a criança 
pode terminar a brincadeira construindo palavras com 
as próprias casas.
Disponível em: https://lunetas.com.br/brincadeiras-palavras-alfabetizacao/ 
Acesso em: 09/12/2022. (Adaptado)
Ro
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Orientação didática
• Elabore uma rede social física! Deixe um caderninho à 
disposição da sua turma para que eles deixem recados, 
opiniões e elogios sobre as aulas e os conteúdos ou até 
mesmo para tirar possíveis dúvidas.
Deixe o caderninho em um local da sala em que todos 
possam ter acesso. A experiência trará novas oportuni-
dades de interação e a compreensão da importância de 
se manter atualizado e se fazer ouvir.
BNCC
(EF15LP01) 
Identificar a função 
social de textos que 
circulam em campos 
da vida social dos quais 
participa cotidiana-
mente (a casa, a rua, a 
comunidade, a escola) 
e nas mídias impressa, 
de massa e digital, 
reconhecendo para 
que foram produzidos, 
onde circulam, quem os 
produziu e a quem se 
destinam.
18
• Converse com os alunos a respeito da importância 
dos vários gêneros textuais para a interação social. O 
post é um gênero digital cujo objetivo é compartilhar 
assuntos, conceitos, opiniões, de acordo com o interesse 
dos usuários, por meio da Internet. Pergunte aos alunos 
se já visitaram algum blog, quais assuntos são de seu 
interesse, etc.
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Sugestão de atividade
1. Para você, o que não deveria ser postado na Internet? 3. As postagens na Internet expõem a vida da pessoa.
Na sua opinião, as pessoas devem postar sobre sua vida 
pessoal? Justifique sua resposta.
2. Escreva uma vantagem da Internet para os dias
atuais.
BNCC
(EF35LP03) 
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global.
(EF35LP04)
Inferir informações im-
plícitas nos textos lidos.
(EF35LP05)
Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões des-
conhecidas em textos, 
com base no contexto da 
frase ou do texto.
(EF35LP12)
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
19
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Sugestão de resposta: A rapidez das notícias.
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Orientação didática
Entregue aos alunos jornais e revistas e produza uma 
ficha como a que está ao lado. Peça a eles que pesqui-
sem palavras em que apareçam encontros vocálicos e 
colem-nas na ficha. Ao final da atividade, verifique se as 
palavras estão na classificação correta. Caso contrário, 
selecione-as e faça uma correção coletiva na lousa.
BNCC
(EF03LP02) 
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
(EF35LP03) 
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global.
(EF35LP04)
Inferir informações im-
plícitas nos textoslidos.
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ai eu ia oi ui
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Orientação didática
BNCC
(EF03LP02) 
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
21
• Antes da leitura, distribua fichas com palavras do
texto do livro do aluno que têm encontros vocálicos. Em
seguida, realize a leitura com os alunos; à medida que
forem realizando a leitura, os alunos que estão com as
fichas mostrarão as palavras. Depois, coloque as palavras
na lousa e pergunte aos alunos: “O que as palavras que
estão no quadro têm em comum?”. Faça uma pequena
pausa para os alunos levantarem hipóteses. Depois que
levantarem várias hipóteses, mostre que, em cada pala-
vra destacada no texto, há agrupamento de vogais.
• Peça a eles que identifiquem palavras em que apa-
reçam agrupamento de vogais iguais aos que foram
citados no texto e copie-as no quadro. Escolha alguns
alunos para circularem os encontros vocálicos na lousa.
Em seguida, classifique-os em uma tabela.
ditongo tritongo
hiato
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Orientação didática
BNCC
(EF03LP01) 
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
• Solicite aos alunos que leiam algumas palavras em voz
alta para perceberem os sons das vogais, tanto fortes
como fracos. Depois, escreva uma lista com palavras
com a letra o átona, em final de sílaba, e outra com
palavras com a letra o tônica. Explique a semelhança
da sonoridade entre a letra o átona e a letra u.
22
• Divida a turma em equipes e distribua revistas ou jor-
nais. Peça aos alunos que recortem palavras terminadas
com as letras o e u. Entregue-lhes folha de papel-sulfi-
te, pedindo que separem o grupo de palavras. Exponha
esta atividade na sala para que eles possam socializar
os conhecimentos. Peça aos alunos que leiam essas
palavras expostas na parede da sala de aula.
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Fundamentação
A escola permite que a criança se aproprie da escrita? 
Se a escola propiciasse a emergência do texto es-
crito desde o início do processo de aquisição da escrita, 
se soubesse ser "escriba" e "leitora" para os alunos no 
estágio inicial desse processo, quando as crianças, 
embora não conheçam e não dominem ainda os instru-
mentos de escrita e leitura, podem já manifestar suas 
próprias "intenções de escrita" e "intenções de leitura", 
aí, sim, estaria permitindo que os aprendizes de escrita 
e de leitura se apropriassem, de fato, do ato de escrever 
e de ler. Mas isso significa nada mais nada menos do 
que reconhecer o direito de todos os indivíduos a uma 
escrita e a uma leitura produtivas. Isso nos remete à 
pergunta: interessa à escola, nesta nossa sociedade, 
onde são tão marcadas as diferenças de classe, permitir 
que toda a sua clientela tenha voz por escrito? Interessa 
fazer com que todos leiam criticamente, não aceitando 
de antemão opiniões expressas por escrito por outros 
indivíduos desta mesma sociedade, simplesmente pelo 
fato de eles terem suas palavras revestidas da impres-
são de "autoridade" que a escrita (e particularmente o 
material impresso) confere?
Se constatamos que, para muitas crianças, as portas 
da escola "democrática" se fecham no final do 2o ano do 
Ensino Fundamental: que, para muitas outras, a repe-
tência no 2o ano se transforma em pesadelo durante 
anos a fio; e que, para tantas outras, ainda, a passagem 
pela escola se reduz a um mero ritual (uma vez que 
poucos são os que saem da escola tendo preservado o 
seu espaço de reflexão crítica e de criação), entende-
-se por que a educação que temos é uma farsa para a 
maioria dos alunos.
Assim, a escola, nos moldes atuais, leva frequen-
temente a uma robotização dos indivíduos que nela 
ainda conseguem permanecer, obrigados que são, 
desde o 2o ano, a executar mecanicamente uma sé-
rie de exercícios que os distanciam cada vez mais de 
usos significativos da linguagem escrita e mesmo da 
linguagem oral (as mesmas considerações valem, 
evidentemente, para os demais conteúdos que a escola 
pretende ensinar).
Pode-se dizer que a escola cumpre, dessa forma, a 
missão que esta sociedade dela espera: para as crian-
ças mais favorecidas, constitui-se em espaço onde 
elas são ritualmente introduzidas à escrita e à leitura, 
porque parece ser, no próprio ambiente em que vivem, 
rico de estímulos de toda a ordem, que essas crianças, 
em contato com o material escrito, aprendem a tirar as 
conclusões adequadas sobre o funcionamento da pró-
pria escrita e seus usos sociais. Para as crianças das 
classes mais baixas da população que nela conseguem 
permanecer, a escola concede a ilusão da alfabetiza-
ção: faz crer que um desempenho puramente mecâ-
nico em escrita e leitura seja o objetivo a ser atingido 
por aqueles que, na verdade, teriam muito mais a 
dizer com a escrita se, de fato, fosse-lhes permitido se 
apropriar dela. 
(Leitura e escrita na vida e na escola. In ALB. Leitura: teoria & prática, op. cit.) 
SORDI, Rose. Magistrando a língua portuguesa: literatura brasileira, redação, 
gramática, metodologia de ensino e literatura infantil. São Paulo: Moderna, 1991. 
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a
4o dia 
Língua Portuguesa: Gramática: Encontro consonan-
tal e dígrafo – páginas 27 e 28
Orientação didática:
• Previamente, pesquise algumas figuras cujo nome
apresente encontros consonantais e leve-as à sala.
Com elas, faça um ditado mudo com os alunos. Em
seguida, corrija a atividade com a turma. Observe as
palavras que os alunos mais erraram e as que mais
acertaram.
Reservado para atividades de Matemática, Histó-
ria e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua 
turma.
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: Rótulo – página 23
Orientação didática:
• Peça aos alunos que tragam rótulos de casa e faça,
em sala, a leitura deles mostrando a importância da
validade dos produtos e o valor nutricional.
• Aproveite para fazer uma pesquisa em revistas e
jornais, expondo no mural da sala e circulando nos
rótulos a data de validade e o valor nutricional.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário e Estudo 
do texto – página 24
Orientação didática:
• Cole rótulos em uma cartolina para a confecção de
um quebra-cabeça. Divida a sala em grupos, e cada
grupo será desafiado a montar o quebra-cabeça em
um tempo determinado por você.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Encontro consonantal 
e dígrafo – páginas 25 e 26
Orientação didática:
• Solicite aos alunos que escrevam palavras com encontros
consonantais e dígrafos na lousa. Você pode indicar as
palavras ou a escolha pode ser do próprio aluno.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
8ª Semana – Grade semanal
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Atividade lúdica
Brincadeira da batata quente
Objetivos:
• Desenvolver a atenção e a percepção auditiva.
• Reconhecer as letras, relacionando grafemas e fonemas.
• Diferenciar letras de outros sinais gráficos.
Materiais:
• Fichas de leitura (sílabas móveis, palavras, frases e pro-
vérbios populares) de acordo com o nível de cada aluno.
• Uma bola ou confeccionar uma batata quente com um
saco de TNT preenchido com espuma, acrilon, tecidos, etc.
e enfeitado com cabelo, olhos, nariz e boca.
Como fazer: 
Ao som de uma música, a batata quente deverá passar de 
mão em mão. Quandoa música parar, o aluno que estiver 
com a batata na mão deverá retirar uma ficha de leitura 
(sílabas móveis, palavras, frases e provérbios populares) 
de acordo com o nível de cada aluno.
Disponível em: https://atividadesparaprofessores.com.br/atividades-de-alfabeti-
zacao-divertida/. Acesso em: 09/12/2022.
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Orientação didática
Peça aos estudantes que formem grupos. Entregue rótulos de alimentos e solicite que os estudantes 
os analisem, depois respondam às perguntas abaixo:
BNCC
(EF03LP19) 
Identificar e discutir 
o propósito do uso de 
recursos de persuasão
(cores, imagens, escolha 
de palavras, jogo de
palavras, tamanho de 
letras) em textos publi-
citários e de propagan-
da, como elementos de 
convencimento.
(EF03LP21)
Produzir anúncios 
publicitários, textos de 
campanhas de cons-
cientização destinados 
ao público infantil, 
observando os recursos 
de persuasão utilizados 
nos textos publicitários 
e de propaganda (cores, 
imagens, slogan, escolha 
de palavras, jogo de 
palavras, tamanho e tipo 
de letras, diagramação).
23
— São rótulos de alimentos ou de higiene pessoal?
— O que vocês estão vendo nesses rótulos? Letras? Desenhos? As duas coisas?
— Imaginem esses rótulos apenas com desenhos. Vocês comprariam? E se tivessem apenas 
palavras e nenhum desenho?
— Vocês consideram esses rótulos atrativos? Por quê?
— Vocês mudariam alguma coisa em algum desses rótulos? Se sim, o que mudariam?
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Sugestão de atividade
1. Observe um rótulo e, sobre ele, faça o que se pede.
a. Que rótulo você observou? Que marca? c. Qual é a lista nutricional?
d. Crie um novo rótulo para o produto escolhido.b. Escreva qual é a sua data de:
BNCC
(EF35LP03)
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global.
(EF35LP04)
Inferir informações im-
plícitas nos textos lidos.
(EF35LP05)
Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões des-
conhecidas em textos, 
com base no contexto da 
frase ou do texto.
(EF35LP12)
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
24
Resposta pessoal Resposta pessoal
Resposta pessoalResposta pessoal
Resposta pessoal
fabricação:
validade:
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Orientação didática
Promova um jogo com seus alunos. Divida a turma em 
grupos, determine um tempo para cada rodada e diga 
um encontro consonantal. No tempo indicado, cada 
grupo deverá escrever o máximo de palavras grafadas 
com o mesmo encontro consonantal dito. Ao final de 
várias rodadas, ganha a equipe que conseguir escrever, 
corretamente, mais palavras. Uma variação desta ati-
vidade é permitir que eles consultem o dicionário, pois 
isso também estará desenvolvendo neles a habilidade de 
manuseá-lo.
BNCC
(EF03LP02) 
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
(EF03LP03)
Ler e escrever correta-
mente palavras com os 
dígrafos lh, nh, ch.
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ok
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Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP02) 
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
(EF03LP03)
Ler e escrever correta-
mente palavras com os 
dígrafos lh, nh, ch.
26
1. Complete as palavras com o dígrafo adequado. 2. Classifique as palavras utilizando os códigos a
seguir.
gu qulh xcch scss rr
maravi oso re eijão
pi ina e elente
a unto se ote
lan e man e
lh qu
sc xc
ss rr
ch gu/ch
D ECDígrafo Encontro consonantal
grade
aquilo
chute
livro
banheiro
pedra
dinossauro
nascimento
espetáculo
EC EC D
D D D
D EC EC
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Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP02) 
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
(EF03LP03)
Ler e escrever correta-
mente palavras com os 
dígrafos lh, nh, ch.
27
1. Complete os quadros com nomes que
tenham os seguintes encontros consonantais.
2. Separe as sílabas das palavras com encontros consonantais e
escreva-as nos quadros correspondentes.
biblioteca – submarino
problema – tratado
quadrado – objeto
artista – clima
ritmo – graveto
advogado – absoluto
Sugestão de resposta:
Na mesma sílaba Em sílabas separadas
bi-bli-o-te-ca
pro-ble-ma
qua-dra-do
gra-ve-to
cli-ma
tra-ta-do
sub-ma-ri-no
ob-je-to
ar-tis-ta
rit-mo
ad-vo-ga-do
ab-so-lu-to
C A C T O
C L O N E
F L E C H A
O B J E T O
B L O C O
A T L A S
P N E U
Q U A D R O
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Orientação didática
BNCC
(EF03LP02) 
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
(EF03LP03)
Ler e escrever correta-
mente palavras com os 
dígrafos lh, nh, ch.
28
• Confeccione um jogo da memória com figuras cujos
nomes contenham encontros consonantais. Utilize
papel-cartão para colar as figuras e divida a turma
em grupos de quatro pessoas. A atividade ocorrerá em
duas etapas: na primeira, os alunos devem formar o
maior número de pares. Quem conseguir formar mais
pares avança para a segunda etapa, que será escrever o
nome dessas figuras em folha de papel-sulfite. Vence a
brincadeira quem escrever o maior número de palavras
corretamente.
• Elabore atividades de fixação da escrita de palavras
com encontros consonantais e dígrafos.
• Escreva palavras na lousa e solicite aos alunos que
destaquem os encontros consonantais em cada uma.
• Solicite aos alunos que escrevam, no caderno, uma
relação de palavras com dígrafos para treinar a grafia.
Faça a correção na lousa.
91
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Fundamentação
O que caracteriza uma boa aula?
O que, realmente, significa aprendizagem signifi-
cativa e em qual sentido difere de outra? Pois é de se 
imaginar, pela ênfase dada a “significativa”, que outra 
aprendizagem deve existir. Efetivamente existe.
Quando algo que aprendemos fica em nosso cé-
rebro por algum tempo, sem interagir com conceitos 
relevantes em nossa estrutura cognitiva, armaze-
nando-se de forma arbitrária e não interagindo com 
saberes relevantes ao desafio do viver, afirma-se que 
foi essa uma aprendizagem mecânica ou automática 
que, em síntese, é o saber guardado na memória como 
pura decoreba, tal como o saber do papagaio que fala 
sem saber o que fala. Assim, para quem vai fazer uma 
omelete, saber, por exemplo, que Dom Manuel era o rei 
de Portugal quando Cabral por aqui chegou constitui 
uma aprendizagem mecânica e que em nada ajuda na 
arte de preparar a omelete. Da mesma forma, saber ou 
não os afluentes da margem esquerda do Rio Amazo-
nas não é significativo ou relevante para quem precisa 
dirigir bem um carro.
Uma aprendizagem não mecânica e, portanto, 
significativa, constitui o processo por meio do qual uma 
nova informação se relaciona de forma substantiva e 
pertinente aos saberes essenciais guardados em nossa 
mente. Seria legítimo afirmar que compreender o mo-
mento em que os ovos devem ser batidos e a forma de 
os virar na frigideira ou quando se deve parar o veículo 
para abastecê-lo constituem aprendizagens significati-
vas para quem precisa preparar omeletes e para quem 
necessita conduzir um veículo.
Em termos mais simples, não é difícil descobrir, in-
felizmente, que, em sua maior parte, todos os saberes 
que se ensinam aos alunos sãoaprendizagem mecâ-
nica, pois não se necessita deles para viver de forma 
coerente e pertinente. Comunicar-se com clareza 
constitui proposta significativa, decorar regras gra-
maticais insossas é aprendizagem mecânica, da mes-
ma forma que aprender a somar é significativo, mas 
memorizar teoremas é ato cognitivo mecânico. Saber 
ler é importante, mas dependendo de como se aplica 
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essa aprendizagem é ela significativa ou não, pois mui-
tos sabem ler mas raramente usam esse atributo para 
crescer, dialogar, pensar.
Um bom professor pode ajudar seus alunos a 
transformarem aprendizagens mecânicas em sabe-
res significativos quando, ao lado dos conteúdos, 
desenvolve algumas competências. É por isso que 
uma pesquisa sobre a Tanzânia possui pouca signi-
ficação, mas é aprendizagem válida se, através do 
exercício, o aluno efetivamente aprendeu a pesqui-
sar. Nesse exemplo, a competência “como se efetua 
uma pesquisa” é ação significativa, pois, pela vida 
inteira, é essencial utilizá-la, ainda que as informa-
ções restritas sobre esse país africano possam ser 
dispensadas. Usando-se a referência desse exemplo, 
seria importante indagar: além de “pesquisar”, que 
outras ações ou competências poderiam ser apren-
didas pelos alunos para transformar informações 
mecânicas em saberes significativos?
Parece-nos que de importância tão expressiva 
quanto “pesquisar” é a competência de “argumentar”. 
Não se pratica a coerência na argumentação sem fatos, 
ainda que os fatos que se exercitam possam ser irrele-
vantes. Outra competência essencial é permitir que o 
aluno tenha “visão sistêmica” das coisas de seu mundo 
e, dessa forma, liberte-se de preconceitos ou de opi-
niões irrefletidas que se assumem porque outro antes 
as assumiu. Quem possui uma visão sistêmica enxerga 
longe, pondera e descobre que administrar opiniões 
e sentimentos envolve delicadeza não mais simples 
que bem administrar o dinheiro que se ganha. Outra 
competência essencial é “envolver-se” na realidade de 
seu tempo, sabendo um pouco de tudo, tudo de cada 
pouco. Quem se envolve nos saberes do mundo em 
que vive sabe fazer uma leitura desse mundo e sobe 
nas altitudes de seu tempo para perceber o ontem e 
antecipar o amanhã. Não menos importante que se 
sentir ligado ao tempo é também “assumir uma visão 
crítica”, percebendo os fatos e as notícias como quem 
analisa, compara, descreve, classifica, contextualiza. 
Quem assim age desenvolve iniciativa, descobre meios 
coerentes de se socializar sentindo o outro em si e, 
certamente, está preparado para viver e conviver se 
descobrindo protagonista no tempo que passa, ator 
nos pequenos dramas com os quais o cotidiano a cada 
instante nos desafia.
Um professor pode reger saberes mecânicos, 
automatizando-os e, assim, descobrindo-se inútil 
pelo que deixa e pela sabedoria com que o cérebro 
inteligente de seus alunos expulsa as inutilidades 
que deixou, mas pode também ser profissional 
imprescindível quando se apossa dos saberes de sua 
disciplina e, por meio deles, desenvolve no aluno a 
capacidade de pesquisar, argumentar, assumir visão 
sistêmica, ligar-se a seu tempo, assumir visão críti-
ca da realidade, tornando-se apto a inventar, criar e 
agir, e, assim, realmente bem viver.
ANTUNES, Celso. Primeiros degraus. São Paulo: Loyola, 2012.
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a
4o dia 
Língua Portuguesa: Estudo do dicionário – página 31
Orientação didática:
• Trabalhe o Estudo do dicionário ressaltando a im-
portância de se ampliar o vocabulário.
Reservado para atividades de Matemática, Histó-
ria e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua 
turma.
1o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com br, cr, 
dr, fr, gr, pr, tr e vr – página 29
Orientação didática:
• Proponha um bingo com palavras com consoante + r.
Confeccione as cartelas com folhas de cartolina, e os
nomes chamados podem ser escritos em papel A4, recor-
tados e misturados em um saquinho.
Reservado para atividades de Matemática e 
Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com br, cr, 
dr, fr, gr, pr, tr e vr – página 30
Orientação didática:
• Comente com os alunos sobre as atividades propostas
e observe os erros mais frequentes.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com br, cr, 
dr, fr, gr, pr, tr e vr 
Orientação didática:
• Realize atividades de treino ortográfico com palavras
com consoante + r. Faça um ditado, exercícios de
completar palavras, etc.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
9ª Semana – Grade semanal
94
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Atividade lúdica
Bingo com nomes e figuras
Você poderá fazer na sala o bingo dos nomes. 
Nessa brincadeira, você distribui cartelas diferen-
tes com o nome dos alunos e dita os nomes para 
que eles marquem em suas cartelas. Como as 
crianças estão em processo de alfabetização, você 
pode repetir os nomes ditados e determinar um 
espaço de tempo para que elas consigam fazer as 
relações entre os nomes “lidos”, ditados por você, 
e a escrita deles nas cartelas. Os dez primeiros que 
baterem podem ganhar uma bala, um pirulito. 
Como em todo bingo, é importante fazer a con-
ferência entre os nomes ditados e os marcados. É 
interessante você conferir os que bateram e os que 
não bateram para que você possa verificar se não 
bateram porque os nomes não foram chamados 
ou porque os estudantes não conseguiram fazer a 
relação entre o nome chamado (lido) e a escrita 
do referido nome.
Disponível em: http://www.educacao.pe.gov.br/portal/upload/
galeria/17691/CADERNO%20DE%20ORIENTA%C3%87%C3%95ES%20
METODOL%C3%93GICAS%20-%20ENSINO%20FUNDAMENTAL%20-
-%20L%C3%8DNGUA%20PORTUGUESA%20-%201%C2%BA%20E%20
2%C2%BA%20ANO.pdf. Acesso em: 09/12/2022.
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Orientação didática
• Realize um treino ortográfico com a turma utili-
zando palavras escritas com consoante + r e faça a 
correção apresentando a escrita correta das pala-
vras ditas no treino. Em seguida, peça que os alunos 
escolham duas ou três palavras e construam frases 
com elas.
BNCC
(EF03LP02) 
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
29
• Solicite aos alunos que perguntem o nome dos colegas 
e escrevam, no caderno, o nome daqueles que apresen-
tam consoante + r na escrita.
• Promova um ditado mudo com figuras cujo nome 
tenha consoante + r. Depois, corrija a atividade esclare-
cendo as possíveis dúvidas.
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Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP02) 
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
30
1. Junte as partes formando palavras. 2. Construa frases usando o nome das figuras.
Resposta pessoal
fraco
Brasil
frieza
brasa
freira
branco
FR
BR
ACO
ASIL
IEZA
ASA
EIRA
ANCO
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Orientação didática
• Promova torneios para ver quem encontra mais rapi-
damente uma palavra, o maior número de palavras com 
uma determinada sílaba ou letra, etc.
• É importante que você trabalhe com seus alunos novas 
palavras. Caso eles já conheçam a maioria das palavras 
dos textos, procure fazer um jogo em que tenham de 
conhecer novas palavras, por exemplo: façao jogo da 
forca com eles, mas solicitando que escolham palavras 
desconhecidas do seu universo vocabular.
BNCC
(EF35LP12) 
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
31
Ao final de cada rodada, solicite que o grupo que está 
tentando adivinhar faça o levantamento de hipóteses 
sobre o significado das palavras. Só depois disso é que 
o grupo que escolheu a palavra deverá ler o significa-
do no dicionário e explicar aos outros. Essas ativida-
des desenvolverão habilidade de leitura e interpreta-
ção de texto.
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Fundamentação
Onde encontrar bons textos?
A leitura de pequenos textos para as crianças re-
presenta atividade de lazer e funciona como elemento 
motivador para a leitura extraclasse. Assim, recomenda-
mos que o professor, sempre que tiver a oportunidade 
de encontrar um texto que, por um aspecto ou outro, 
interesse à criança, traga-o para a sala de aula. Partin-
do do exemplo do professor, a criança também passará 
a trazer para a escola textos interessantes para serem 
lidos. Percebemos através da experiência que, consti-
tuído o hábito, os alunos cobram essa atividade, e, se 
cobram, é porque gostam. É muito comum o professor 
se acomodar apenas com os textos que aparecem no li-
vro didático. Esquece, porém, que estes perdem o sabor 
da novidade, pois sabemos que as crianças os leem em 
casa antes de serem trabalhados pelo professor.
Um poema bonito, uma fábula, um conto de fadas, 
uma crônica (as crônicas devem ser leves, os alunos 
adoram as que têm um tom humorístico), enfim, onde 
encontrá-los? As antologias são as fontes mais ricas, 
mas temos ainda os suplementos literários, que apa-
recem nos bons jornais, e as revistas especializadas 
para o professor costumam trazer textos interessantes. 
Vamos encontrar poemas infantis na obra de Cecília 
Meireles, Vinicius de Moraes, entre outros. Um bom texto 
pode ser encontrado até na própria sala de aula, quando 
é o aluno que proporciona essa oportunidade. Mas não 
esqueça: a leitura desses textos deve representar ativi-
dade de lazer, sem assumir compromisso com qualquer 
tipo de cobrança. Se o texto for interessante; e a leitu-
ra, agradável, a criança ficará atenta. Permita-se, no 
máximo, comentários orais com os alunos, procurando, 
sempre que possível, aguçar o senso crítico.
SORDI, Rose. Magistrando a língua portuguesa: literatura brasileira, redação, 
gramática, metodologia de ensino e literatura infantil. São Paulo: Moderna, 1991.
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a
1o dia 
Semana de avaliação.
2o dia
Semana de avaliação.
3o dia
Semana de avaliação.
4o dia 
Semana de avaliação.
5o dia
Livre para atividades complementares da 
sua turma.
10ª Semana – Grade semanal
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32
Os ensinamentos para a vida não estão desvinculados dos conteúdos programáticos, mas, através 
deles, pode ser construída uma ponte que abrirá caminhos para reflexões, como também para a prá-
tica dessas discussões realizadas em sala de aula. Um texto, uma música e até mesmo uma produção 
textual podem servir de instrumento para que o professor trabalhe o valor da família, das amizades 
verdadeiras, do respeito ao próximo e de muitas outras coisas que contribuem para que novas cons-
ciências, ou melhor, uma visão mais humana do que realmente importa nesta vida sejam formadas.
ANDRADE, Fabiana. A pedagogia do afeto. Recife: Prazer de Ler, 2014. 
Nota:
A Base Nacional Comum 
Curricular (BNCC) 
define o conjunto de 
competências gerais, 
que serve como um guia 
para o aprendizado das 
crianças, e que deve ser 
desenvolvido de forma 
integrada ao currículo.
Trabalhando as emoções 
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1. Leia o bilhete que o Sr. José deixou à sua filha.
Unidade 1
• Alfabeto: maiúsculo e minúsculo
• Palavras com g e j
• Letras e sons
• Palavras com e e i
• Encontro vocálico
• Palavras com o e u
• Encontro consonantal e dígrafo
• Palavras com br, cr, dr, fr, gr, pr, tr e vr
Semana de avaliação
Malu, 
Filha, eu me esqueci de comprar as 
frutas de que a sua mãe gosta para 
enfeitar a mesa. Compre, por favor: 
manga-rosa, uvas sem caroço, kiwi 
e as pinhas. 
Vou buscá-la no aeroporto às 11h.
Bjs... 
Tony
a. Circule, no texto, as palavras escritas com letra inicial
maiúscula.
b. Coloque o nome das frutas em ordem alfabética.
2. Observe e marque, com um x, as imagens cujo nome
é escrito com g com som de j.
a. Agora, copie o nome dessas imagens.
kiwi, manga-rosa, pinhas, uvas 
girassol, gema, gelo, girafa 
x x
x
3. Leia uma estrofe do poema O Sol e a Lua se desenten-
deram, de Maria Luiza Soares.
A Lua fez careta 
para o Sol,
que não queria treta,
por isso não revidou.
a. Nessa estrofe, há algumas palavras com mais letras
que fonemas. Quais são elas?
b. Escreva a quantidade de letras e fonemas das pala-
vras a seguir.
4. Relacione corretamente.
5. Forme palavras com e com som de i seguindo a
indicação.
que, queria e isso
3 letras e 3 fonemas
6 letras e 6 fonemas
3 letras e 3 fonemas
4 letras e 3 fonemas
Lua
careta
Sol
isso
4 letras e 5 fonemaspassarinho
9 letras e 7 fonemastáxi
8 letras e 7 fonemassombrinha
10 letras e 8 fonemasaxila
5 letras e 6 fonemaspartida
7 letras e 7 fonemastemporal
1 2 3 4
A TE LE FO EN
B CHEN CHI LE CO
C QUE PEI DEN GUE
D PE CLE XE PEN
x
102
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D4 + C3 + A1 = 
A4 + B1 + A1 = 
D1 + A2 = 
B2 + D2 + A1 = 
A1 + C2 = 
B4 + B3 + A1 = 
A3 + C4 + A1 = 
C2 + D3 = 
D4 + A1 = 
B4 + A2 = 
pendente colete
enchente foguete
pele peixe
pentechiclete
leque cole
6. Escreva V para verdadeiro ou F para falso em relação
aos encontros vocálicos.
7. Leia o trecho do poema Domingo, de Olavo Bilac,
e destaque os encontros vocálicos das palavras.
Os encontros vocálicos podem ocorrer na mesma 
sílaba ou sílabas diferentes.
O tritongo é o encontro de vogal, semivogal e 
vogal em sílabas diferentes.
O ditongo é o encontro de uma vogal e uma 
semivogal ou vice-versa em uma mesma sílaba. 
O hiato é o encontro de duas vogais, cada uma 
em uma sílaba diferente. 
V
V
F
V
Agora, classifique-os.
ruas e dia – hiato
cheias – ditongo mais hiato
8. Encontre, no diagrama, seis palavras com o com som
de u.
9. Marque, com um x, a coluna correta de acordo com o
encontro consonantal ou dígrafo que a palavra tiver.
10. Descubra a palavra intrusa de cada grupo.
à R P E à U Ç I O D N W
P A S T O R M E H A R C
X O L K U N O T R S E A
B M O C H I L A G F I T
O A N I A J E S E A A U
C X C V B N Q K I L Y O
O P A L O E U B N T R P
N B R I P Q E E A O Q B
T H O U R O A E H F R C
prioridade
pasta
trombeta
estrada
drone 
trapézio
atletismo
trator
brócolis
teatro
cravo
frigorífico 
príncipe
fragrância
graveto 
livraria
bracelete
porta
x
x
x
Palavras
Encontro 
consonantal
Dígrafo
trampolim x x
piscina x
contador x
prisma x
protetor x
planta x x
Domingo... Os sinos repicam
na igreja, constantemente,
e todas as ruas ficam
alegres, cheias de gente.
Todo um dia de ventura...
Como o domingo seduz!
O homem, cansado, procura
ter paz, ter ar e ter luz.
[...]
103
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Fundamentação
Como despertar o gosto pela produção de texto
1. Em primeiro lugar, respeitando o aluno naquilo 
que ele tem de mais pessoal: liberdade de pensa-
mento. É muito comum o professor querer impor 
conceitos às crianças, e no que se refere ao ato 
de redigir mais ainda. O professorpode até sentir 
estranheza se algum aluno escrever, por exemplo, 
uma frase do tipo:
de incentivar o aluno, demonstram o interesse do 
professor pelo trabalho individual da criança.
3. A forma de avaliação cultiva também o gosto pela 
redação, [...].
4. A atividade de redação deve representar sempre 
uma novidade, uma surpresa para a criança. O pro-
fessor deve estar sempre atento às novas técnicas. 
[...].
5. Os concursos literários promovidos pelo professor 
despertam o interesse da criança pela redação. Es-
ses concursos podem ser extensivos a toda a escola 
ou ficar restrito à sala de aula. [...].
SORDI, Rose. Magistrando a língua portuguesa: literatura brasileira, redação, 
gramática, metodologia de ensino e literatura infantil. São Paulo: Moderna, 1991.
Ora, o mundo inteiro pode concordar com o ditado que 
diz: “O cão é o melhor amigo do homem”. Mas essa 
criança não sente assim, e devemos respeitar seu pen-
samento. É bem possível que ela tenha tido uma expe-
riência desagradável com os cães ou, simplesmente, não 
goste deles. O que o professor deve fazer é descobrir a 
causa de sua aversão e procurar ajudar a criança no que 
for possível. Apenas isso.
2. Todos nós gostamos de sentir aprovação de nos-
sos atos. Essa necessidade, na criança, é redobrada. 
Mesmo que a composição não esteja tão boa quan-
to você gostaria, é preciso valorizar um ou outro 
aspecto que mereça. Sempre que avaliar, coloque 
“recadinhos” do tipo “Gostei da frase que você usou 
para descrever a cigarra” ou “O final foi muito cria-
tivo” ou “Percebi que você usou uma palavra nova” 
(mencione a palavra) ou “Esta composição ficou 
melhor que a última. Isso demonstra que você está 
cada vez melhor. Parabéns!”. Essas anotações, além 
“O cão é um animal feroz, perigoso e malvado. 
Eu detesto os cães”.
M
hi
lm
i O
sm
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st
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k.
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ob
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co
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Não pare de estudar
Ser professor requer que você continue estudando até 
o dia de sua aposentadoria. É importante que você
acompanhe as novidades da sua área e atualize o seu
conhecimento, porque a ciência está sempre se desen-
volvendo, e pesquisas científicas com novas descobertas
são constantes.
Não importa qual seja a sua área, Matemática, Letras, 
Pedagogia, Física ou Química, atualizar-se é essencial 
para se tornar um bom profissional. Além de que, dessa 
forma, você incentiva os seus alunos a sempre irem 
atrás de conhecimento.
Disponível em: https://www.tribunapr.com.br/conteudo-publicitario/faculdade-
-unina/5-dicas-para-professores-iniciantes/. Acesso em 14/02/2023. 
O que vamos estudar:
• Leitura do texto: Planeta Água
• Gramática: Sílaba
• Ortografia: Palavras com bl, cl, fl, 
gl, pl e tl
• Leitura do texto: Uma noite na casa 
mal-assombrada
• Gramática: Sílaba tônica
• Ortografia: Palavras com r e rr
• Leitura do texto: Violeiro
• Gramática: Substantivos próprios, 
comuns e coletivos
• Ortografia: Palavras com s e ss
• Leitura do texto: Rap da economia
• Gramática: Gênero do substantivo
• Ortografia: Palavras com s e z em 
final de sílaba
• Leitura do texto: No reino das
Fadas Coloridas
• Gramática: Número do substantivo
• Ortografia: Palavras com m e n 
antes de consoante
• Gramática: Graus do substantivo
• Ortografia: Palavras com inho(a) 
e zinho(a)
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Conteúdos da unidade e a BNCC
Unidade 2
Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Leitura de 
imagem
• Leitura/escuta (comparti-
lhada e autônoma)
• Oralidade
• Estratégia de leitura
• Oralidade pública/Inter-
câmbio conversacional em 
sala de aula
(EF15LP04) Identificar o efeito de 
sentido produzido pelo uso de recursos 
Expressivos gráfico-visuais em textos 
multissemióticos.
(EF15LP09) Expressar-se em situa-
ções de intercâmbio oral com clareza, 
preocupando-se em ser compreendido 
pelo interlocutor e usando a palavra 
com tom de voz audível, boa articulação 
e ritmo adequado.
Leitura do 
texto: Planeta 
Água
• Leitura/escuta (comparti-
lhada e autônoma)
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Reconstrução das con-
dições de produção e 
recepção de textos
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
• Estratégia de leitura
• Compreensão
(EF15LP01) Identificar a função social 
de textos que circulam em campos da 
vida social dos quais participa cotidia-
namente (a casa, a rua, a comunidade, 
a escola) e nas mídias impressa, de 
massa e digital, reconhecendo para que 
foram produzidos, onde circulam, quem 
os produziu e a quem se destinam.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida sobre a escrita 
de palavras, especialmente no caso 
de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema.
(EF35LP05) Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões desconhecidas em 
textos, com base no contexto da frase 
ou do texto.
(EF15LP03) Localizar informações 
explícitas em textos.
(EF35LP03) Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando compreensão 
global.
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Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Gramática: 
Sílaba
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Segmentação de pa-
lavras/Classificação de 
palavras por número de 
sílabas
(EF03LP05) Identificar o número de 
sílabas de palavras, classificando-as em 
monossílabas, dissílabas, trissílabas e 
polissílabas.
Ortografia: 
Palavras com 
bl, cl, fl, gl, pl 
e tl
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF03LP02) Ler e escrever corretamente 
palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando que existem vogais 
em todas as sílabas.
Leitura do 
texto: Uma noite 
na casa mal-
-assombrada
• Leitura/escuta (com-
partilhada e autônoma)
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Leitura colaborativa e 
autônoma
• Estratégia de leitura
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF15LP16) Ler e compreender, em cola-
boração com os colegas e com a ajuda 
do professor e, mais tarde, de maneira 
autônoma, textos narrativos de maior 
porte como contos (populares, de fadas, 
acumulativos, de assombração etc.) e 
crônicas.
(EF35LP04) Inferir informações implíci-
tas nos textos lidos.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida sobre a escri-
ta de palavras, especialmente no caso 
de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema.
(EF15LP03) Localizar informações explí-
citas em textos.
Gramática: 
Sílaba tônica
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema 
alfabético
(EF03LP06) Identificar a sílaba tônica em 
palavras, classificando-as em oxítonas, 
paroxítonas e proparoxítonas.
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Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Ortografia: 
Palavras 
com r e rr
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia
(EF03LP01) Ler e escrever palavras com 
correspondências regulares contextuais entre 
grafemas e fonemas – c/qu; g/gu; r/rr; s/ss; 
o (e não u) e e (e não i) em sílaba átona em
final de palavra – e com marcas de nasalida-
de (til, m, n).
Leitura 
do texto: 
Violeiro
• Leitura/escuta (com-
partilhada e autônoma)
• Estratégia de leitura
• Compreensão
(EF15LP04) Identificar o efeito de sentido 
produzido pelo uso de recursos expressivos 
gráfico-visuais em textos multissemióticos.
(EF35LP03) Identificar a ideia central do 
texto, demonstrando compreensão global.
Gramática: 
Substantivos 
próprios, 
comuns e 
coletivos
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Morfologia/Morfossintaxe (EF03LP08) Identificar e diferenciar, em 
textos, substantivos e verbos e suas funções 
na oração:agente, ação, objeto da ação.
Ortografia: 
Palavras 
com s e ss
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia
(EF03LP01) Ler e escrever palavras com 
correspondências regulares contextuais entre 
grafemas e fonemas – c/qu; g/gu; r/rr; s/ss; 
o (e não u) e e (e não i) em sílaba átona em
final de palavra – e com marcas de nasalida-
de (til, m, n).
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Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Leitura do 
texto: Rap da 
economia
• Leitura/escuta (comparti-
lhada e autônoma)
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Reconstrução das con-
dições de produção e 
recepção de textos
• Estratégia de leitura
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
• Compreensão
(EF15LP01) Identificar a função social 
de textos que circulam em campos da 
vida social dos quais participa cotidia-
namente (a casa, a rua, a comunidade, a 
escola) e nas mídias impressa, de massa 
e digital, reconhecendo para que foram 
produzidos, onde circulam, quem os 
produziu e a quem se destinam.
(EF35LP05) Inferir o sentido de palavras 
ou expressões desconhecidas em textos, 
com base no contexto da frase ou do texto.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida sobre a escrita 
de palavras, especialmente no caso 
de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema.
(EF35LP03) Identificar a ideia central do 
texto, demonstrando compreensão global.
(EF35LP04) Inferir informações implíci-
tas nos textos lidos.
Gramática: 
Gênero do 
substantivo
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Morfologia/Morfossintaxe (EF03LP08) Identificar e diferenciar, 
em textos, substantivos e verbos e suas 
funções na oração: agente, ação, objeto 
da ação.
Ortografia: 
Palavras com 
s e z em final 
de sílaba
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF03LP01) Ler e escrever palavras com 
correspondências regulares contextuais 
entre grafemas e fonemas – c/qu; g/gu; 
r/rr; s/ss; o (e não u) e e (e não i) em 
sílaba átona em final de palavra – e com 
marcas de nasalidade (til, m, n).
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Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Leitura do 
texto: No reino 
das Fadas 
Coloridas
• Leitura/escuta (com-
partilhada e autônoma)
• Leitura colaborativa e 
autônoma
• Estratégia de leitura
• Compreensão
(EF15LP16) Ler e compreender, em cola-
boração com os colegas e com a ajuda do 
professor e, mais tarde, de maneira autôno-
ma, textos narrativos de maior porte como 
contos (populares, de fadas, acumulativos, de 
assombração etc.) e crônicas.
(EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou 
expressões desconhecidas em textos, com 
base no contexto da frase ou do texto.
(EF35LP04) Inferir informações implícitas 
nos textos lidos.
(EF35LP03) Identificar a ideia central do 
texto, demonstrando compreensão global.
Gramática: 
Número do 
substantivo
• Análise linguís-
tica/semiótica 
(Ortografização)
• Morfologia/Morfossintaxe (EF03LP08) Identificar e diferenciar, em 
textos, substantivos e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, objeto da ação.
Ortografia: 
Palavras com 
m e n antes 
de consoante
• Análise linguís-
tica/semiótica 
(Ortografização)
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF03LP01) Ler e escrever palavras com 
correspondências regulares contextuais 
entre grafemas e fonemas – c/qu; g/gu; r/
rr; s/ss; o (e não u) e e (e não i) em sílaba 
átona em final de palavra – e com marcas 
de nasalidade (til, m, n).
Gramática: 
Graus do 
substantivo
• Análise linguís-
tica/semiótica 
(Ortografização)
• Morfologia/Morfossintaxe (EF03LP08) Identificar e diferenciar, em 
textos, substantivos e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, objeto da ação.
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Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Ortografia: 
Palavras com 
inho(a) e 
zinho(a)
• Análise linguís-
tica/semiótica
(Ortografização)
• Morfologia (EF03LP10) Reconhecer prefixos e sufi-
xos produtivos na formação de palavras 
derivadas de substantivos, de adjetivos e 
de verbos, utilizando-os para compreender 
palavras e para formar novas palavras.
Estudo do 
dicionário
• Análise linguís-
tica/semiótica
(Ortografização)
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário para 
esclarecer dúvida sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no caso de palavras 
com relações irregulares fonema-grafema.
Trabalhando 
as emoções
— —
NOTA:
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) 
define o conjunto de competências gerais, 
que serve como um guia para o aprendiza-
do das crianças e que deve ser desenvolvi-
do de forma integrada ao currículo.
111
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura de imagem – página 34
Orientação didática:
• Apresente a imagem do livro desta página aos alunos 
e solicite-lhes que escrevam uma legenda para ela de 
acordo com o que eles observam na imagem e de que 
assunto, na opinião deles, ela trata.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Leitura de imagem
Orientação didática:
• Registre a contribuição oral dos alunos quanto à 
interpretação que tiveram da imagem.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Leitura de imagem
Orientação didática:
• Pegue uma imagem de revista e trabalhe com os 
alunos os aspectos da oralidade.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Leitura de imagem
Orientação didática:
• Explore o assunto de que trata a imagem por meio 
de várias perguntas de interpretação. 
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
11ª Semana – Grade semanal
112
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Atividade lúdica
deagreez / stock.adobe.com
Contando histórias
Recursos:
• Será necessário usar livros que possam 
dissertar a história de maneira descontraída 
e mais divertida entre as crianças. Deixe seu 
local de histórias mais confortável para que 
todos prestem atenção.
Objetivo: 
• Fazer com que toda a diversão nas aulas 
possa ser usada como um aprendizado com 
boa qualidade.
Passo a passo da brincadeira: 
• A brincadeira contando histórias é bem 
simples: a ideia é transformar o jeito 
complexo que alguns livros promovem ao 
contar as histórias em algo mais divertido 
e fácil de entender para todas as crianças 
e adolescentes.
• Coloque as crianças ou os adolescentes em 
locais confortáveis e crie formas diferentes 
de contar história, com mais intensidade e, 
principalmente, mais diversão.
113
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Orientação pedagógica
O que é leitura de imagens?
A criança, quando chega à escola; 
já traz a sua leitura de mundo, 
pois ela tem um conhecimento 
prévio influenciado pela família, 
pois foi colocada diante de ima-
gens que devem ser decifradas. 
Por exemplo, ao assistir televisão, 
ela toma uma posição diante do 
que está vendo; quando sai à rua, 
BNCC
(EF15LP04)
Identificar o efeito de 
sentido produzido pelo 
uso de recursos Expres-
sivos gráfico-visuais em 
textos multissemióticos.
(EF15LP09)
Expressar-se em 
situações de intercâm-
bio oral com clareza, 
preocupando-se em 
ser compreendido pelo 
interlocutor e usando a 
palavra com tom de voz 
audível, boa articulação 
e ritmo adequado.
34
vê-se diante de carros, placas 
e pessoas que oferecemvárias 
informações que, querendo ou 
não, acaba absorvendo. “Sabe-se 
hoje que a criança, quando chega 
à escola, já é uma entusiasta e 
experiente leitora do mundo. Ela 
começa desde cedo a observar, 
atribuir significados aos seres e às 
situações do mundo à sua volta” 
(CUNHA, 2012, p. 127).
Assim, é através das imagens que 
as crianças conseguem entender o 
mundo em que vivem e conseguem 
se comunicar. Não somente as 
crianças, mas também os adultos, 
diariamente, são colocados em con-
tato com esses signos que fazem 
parte do cotidiano das pessoas.
Maria Vitória Costa Diniz é professora do Colégio 
Rosa de Saron – São Luís/MA. É formada em 
Pedagogia.
Revista Construir Notícias. A leitura de imagem no 
processo de ensino-aprendizagem da Educação 
Infantil. ed. 101, 2018. 
114
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Fundamentação
O que é interpretar?
Interpretar é, antes de mais nada, compreender. Em se tratando de um texto, interpretar 
significa ir às entrelinhas, aos detalhes, às sutilezas da mensagem. Interpretar é ir além da su-
perfície, penetrar fundo no texto, sentir todas as emoções que ele pode despertar. A interpre-
tação bem-feita envolve leitura bem-feita. E é na escola de 1o Grau que o processo começa a 
se desenvolver. Se a leitura é ponto vital para a interpretação, observe seus passos: 
1. Motivação – Entende-se por motivação da leitura não a reprodução oral do professor 
sobre o texto a ser lido, mas a conversa sobre o tema do texto. 
Em A girafa, por exemplo, o professor abordaria o aspecto da comunicação, através de 
questionamentos, relato de alguns casos interessantes, sempre incentivando a partici-
pação do aluno. 
2. Estudo da sinonímia – É interessante trabalhar o vocabulário antes da leitura para 
que esta não seja interrompida durante o processo. O professor poderia dizer: “No texto 
que vamos ler, aparecem algumas palavras diferentes. Alguém sabe dizer o que sig-
nifica farejar?”. Assim, vai anotando, no quadro de giz, as palavras e seus significados, 
deixando-as expostas até o final da atividade.
3. Leitura silenciosa – É, de todas, a mais difícil forma de ler, pois exige intensa con-
centração e reflexão. E, sabemos, muitas crianças têm dificuldades nesse aspecto. Cabe 
ao professor observar e tentar descobrir a causa, sempre que possível, junto ao Serviço 
de Orientação Educacional da escola. No aspecto prático, a leitura silenciosa deve ser 
treinada porque é dela que a criança fará mais uso.
4. Comentários – Após a leitura silenciosa, só após ela, o professor fará os comen-
tários sobre o texto. Esses comentários envolvem a participação ativa do aluno. As 
perguntas devem ser inteligentes, de forma a não subestimar sua capacidade de 
raciocínio. É uma atividade oral. Com relação ao texto A girafa, por exemplo, o pro-
fessor poderia comentar e induzir os alunos a uma resposta sobre: “E, como no conto, 
aumenta um ponto”. “Quem conhece o ditado popular ‘Quem conta um conto aumenta 
um ponto’?; ‘O que isto tem a ver com o texto?’; ‘Quando o autor usa girafanoticiário 
junto, será que cometeu um engano de digitação?’; ‘Quem sabe dizer o porquê?’”, etc. O 
professor também deve comentar os aspectos conotativos da linguagem. Por exemplo: 
“O que é um furo?”; “E furo jornalístico?”; “É possível farejar furo?”; “Como?”, etc.
5. Leitura oral – Sempre que possível, o professor deve propor a leitura oral dramatiza-
da, fazendo com que as personagens do texto sejam representadas pelos alunos. Evitar 
aquela leitura sequenciada que desgosta as crianças por se tornar cansativa. Prefira 
solicitar que os alunos leiam, por exemplo: um trecho onde haja descrição, um trecho 
onde haja diálogo, ler o primeiro ou o último parágrafo, e assim por diante.
SORDI, Rose. Magistrando a língua portuguesa: literatura brasileira, redação, gramática, metodologia de ensino e litera-
tura infantil. São Paulo: Moderna, 1991. 
115
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: Planeta Água – 
página 35
Orientação didática:
• Solicite aos alunos, por meio de uma roda de conver-
sa, que informem o trecho do texto de que mais gosta-
ram e se compreenderam o contexto da música.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Leitura do texto: Planeta Água 
Orientação didática:
• Selecione algumas frases da música e solicite que os 
alunos interpretem-nas.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário e Estudo 
do texto – página 36
Orientação didática:
• Peça que os alunos selecionem algumas palavras 
da música trabalhada e comentem a definição 
delas. Corrija oralmente com toda a turma, quando 
necessário.
Reservado para atividades de Matemática, Ciên-
cias e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Estudo do texto – página 37 
(primeira coluna)
Orientação didática:
• Converse com os alunos sobre as atividades propos-
tas e, depois, solicite-lhes uma reescrita do texto.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
12ª Semana – Grade semanal
116
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Atividade lúdica
94 segundos
Este jogo aumenta o repertório de palavras da criança e 
incentiva a escrita. O jogo sugere uma letra e um tema 
inicial, exemplo: animal com a letra f. O jogador tem 
apenas 94 segundos para encontrar o maior número de 
palavras. Todas as respostas são pontuadas, e o jogador 
poderá jogar com até 4 pessoas. Quem tiver pontuação 
maior vence.
Disponível em: https://canaldoensino.com.br/
blog/12-jogos-de-alfabetizacao-para-auxiliar-no-desenvolvimento-infantil.
Acesso em: 09/12/2022.
Stop
Stop também conhecido como adedonha é o famoso 
jogo que marcou a infância de muita gente. Consiste em 
selecionar uma letra do alfabeto, e os participantes pre-
cisam utilizar essa letra em 5 categorias, como nome, 
país, animal, etc. Quem finalizar a sequência em menor 
tempo vence a jogada.
Disponível em: https://canaldoensino.com.br/
blog/12-jogos-de-alfabetizacao-para-auxiliar-no-desenvolvimento-infantil.
Acesso em: 09/12/2022.
Gstudio / stock.adobe.com
anatolir / stock.adobe.com
117
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Orientação didática
O mural de leitura
Esta atividade auxilia:
• O conhecimento do mundo.
• A reflexão sobre a leitura.
• A troca de experiências e de conhecimento entre 
os alunos.
Procedimento:
• Faça com os alunos o mural da leitura.
BNCC
(EF15LP01) 
Identificar a função 
social de textos que 
circulam em campos 
da vida social dos quais 
participa cotidiana-
mente (a casa, a rua, a 
comunidade, a escola) 
e nas mídias impressa, 
de massa e digital, 
reconhecendo para 
que foram produzidos, 
onde circulam, quem os 
produziu e a quem se 
destinam.
35
• Peça-lhes que escolham, pelo menos, um livro para 
ser lido durante a semana. O livro pode ser lido por 
você ou pelos alunos, conforme as possibilidades do 
grupo. Pode-se ler uma página por dia, um capítulo por 
dia ou todo ele em um só dia.
• Em seguida, peça-lhes que recontem a história.
• Solicite-lhes que façam uma análise da leitura, res-
pondendo às questões: 
“Você gostou dessa leitura? Por quê?” 
“O que você pode concluir a partir do que leu?”
118
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Orientação didática
• Aproveite as palavras do vocabu-
lário para instigar os alunos a usa-
rem o dicionário como ferramenta 
de pesquisa. No vocabulário do 
texto, podemos trabalhar, também, 
o antônimo das palavras.
BNCC
(EF35LP12)
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras comrelações irregulares 
fonema-grafema.
(EF35LP05)
Inferir o sentido de 
palavras ou expressões 
desconhecidas em textos, 
com base no contexto da 
frase ou do texto.
36
• Solicite aos alunos que construam frases com as palavras do 
vocabulário da página 35 do livro do aluno. Depois, é interessan-
te pedir que substituam as palavras do vocabulário por outras 
sinônimas. Esta atividade permite enxergar o que o aluno conse-
guiu apreender em relação à aplicabilidade da palavra no texto e 
facilita a fixação da aprendizagem.
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Orientação didática
Procure fazer com que o estudo do texto seja uma 
atividade prazerosa. Antes de trabalhar as ativida-
des propostas, converse com a turma sobre o que 
eles entenderam do texto trabalhado. Assim, os 
alunos terão mais facilidade em resolver as ques-
tões do estudo do texto, como também verão que, 
antes de tudo, a leitura deve proporcionar prazer a 
quem está lendo.
BNCC
(EF15LP03)
Localizar informações 
explícitas em textos.
(EF35LP03)
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global.
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Fundamentação
Motive-se para evoluir
Para ser um profissional de sucesso, é imprescindível 
intensificar o desejo de fazer a diferença, permanecer 
atento às informações e oportunidades à sua volta e 
investir em renovação tecnológica, desenvolvimento de 
competências, administração do tempo, além de exerci-
tar sua visão de futuro.
Prometa menos e faça mais
Note que, antes de prometer algo, você tem o livre-
-arbítrio de dizer sim ou não. Perceba que pessoas que
prometem e nada fazem somente contam com uma
palavra para justificar a falha: desculpa.
Revista Profissão Mestre. Ano 12, n. 144. Setembro de 2011.
Faço na prática o que prometo?
Talvez você se lembre de alguém que prometeu algo 
e nada fez para cumprir o acordado, promessas que, por 
falta de planejamento e foco no resultado, passam a ficar 
somente no discurso. Há pessoas que prometem muito, 
mas que esquecem o que foi acordado — estudantes que 
prometem melhores notas; gerentes e supervisores que 
prometem melhorar o ambiente de trabalho; profissionais 
que, na sexta-feira, ao terminar o expediente, assumem o 
compromisso de chegar mais motivados na segunda-feira, 
mas esquecem o que prometeram. Para não ser uma 
dessas pessoas, veja, a seguir, as dicas do palestrante mo-
tivacional Dalmir Sant’Ana, autor dos livros Oportunidades 
e Menos pode ser mais (Editora Odorizz) e do DVD sobre 
comprometimento como fator de diferenciação.
Por que cumprir
Quando um profissional demonstra ser comprometi-
do com suas atribuições, busca a melhoria contínua no 
trabalho e também com os compromissos assumidos. A 
falta de dedicação com suas metas resulta em prometer 
e nada fazer acontecer.
Como agir
Faça uma lista de prioridades. Ela pode ser escrita 
à mão, impressa, disponibilizada em seu computador 
ou no próprio celular. O importante é que esteja em 
um local de rápido acesso e que permita monitorar seu 
desempenho. Siga estes passos: escreva uma lista das 
atividades que você quer realizar; em seguida, estabe-
leça prioridades de acordo com cada dia ou semana; 
finalmente, busque cumprir cada meta estabelecida.
Monitore sempre
Lembre-se de colocar em prática o que prometeu 
e realize o exercício de monitorar sua evolução, pois, 
dessa forma, você vai perceber que evitou atropelos e 
conseguiu cumprir, com organização e perseverança, as 
promessas feitas.
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Gramática: Sílaba – página 37 
(segunda coluna)
Orientação didática:
• Escreva várias sílabas em tiras de papel e distribua 
a cada aluno uma tira. Explique aos alunos que eles 
devem procurar a tira com a sílaba que, junto com a 
deles, forme uma palavra.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Sílaba – página 38
Orientação didática:
• Distribua aos alunos sílabas misturadas e solicite-
-lhes que formem palavras. Em seguida, explique-lhes 
que cada parte dessas palavras representa uma sílaba.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Sílaba – página 39
Orientação didática:
• Leve à sala uma lista com músicas. Por meio de um 
sorteio, selecione uma música para trabalhar o núme-
ro de sílabas. Distribua a letra, solicite aos alunos que 
grifem algumas palavras, depois façam a separação 
silábica e informem quantas sílabas há e o nome dado 
para cada classificação.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com bl, cl, 
fl, gl, pl e tl – página 40
Orientação didática:
• Construa um caça-palavras com as palavras traba-
lhadas. Convide alguns voluntários para participarem 
da atividade. Em seguida, mostre alguns nomes 
próprios que também são escritos com bl, cl, fl, gl, 
pl e tl.
• Escreva, na lousa, várias sílabas; entre elas, al-
gumas com os encontros consonantais em estudo. 
Solicite aos alunos que, no caderno, formem palavras 
com: bl, cl, fl, gl, pl ou tl. Verifique, individualmen-
te, cada resposta dos alunos.
Reservado para atividades de Matemática, Histó-
ria e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
13ª Semana – Grade semanal
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Atividade lúdica
Recorte de palavras
Uma atividade que pode ser feita em qualquer lugar 
é a busca de palavras em revistas e jornais. O professor 
pode sugerir que a criança procure e recorte diferentes 
palavras, por exemplo: que começam com determina-
da letra ou que são formadas por um certo número de 
letras, de acordo com o que a criança já aprendeu.
Crianças um pouco mais velhas podem procurar 
palavras no plural, palavras com determinada quanti-
dade de sílabas, palavras no aumentativo ou diminutivo, 
etc. Isso exercita o raciocínio e promove o contato com 
palavras diferentes, o que contribui para a construção 
do vocabulário.
Disponível em: https://www.dentrodahistoria.com.br/blog/educacao/alfabeti-
zacao-e-leitura/8-formas-ensinar-o-alfabeto-de-forma-ludica/. 
Acesso em: 13/12/2022.
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Orientação didática
• Confeccione cartões com várias palavras com uma
sílaba, com duas, com três, com quatro ou mais e, tam-
bém, quatro plaquinhas com as palavras monossílaba,
dissílaba, trissílaba e polissílaba. Cada aluno deve
receber as quatro plaquinhas. Misture os cartões com
as palavras em uma caixa ou saco. Retire um cartão por
vez. Os alunos devem levantar a plaquinha correspon-
dente à classificação da palavra do cartão. Estabeleça
um tempo para a brincadeira. Ao final, será o vencedor
quem acertar mais.
BNCC
(EF03LP05)
Identificar o número 
de sílabas de palavras, 
classificando-as em 
monossílabas, dissílabas, 
trissílabas e polissílabas.
37
• Confeccione um quebra-cabeça com sílabas que
formam palavras de várias classificações, selecionadas,
previamente, por você. Proponha uma competição para
quem conseguir montar mais rápido o quebra-cabeça.
Outra possibilidade é pedir aos alunos que, assim que
montarem o quebra-cabeça, classifiquem as palavras
quanto ao número de sílabas.
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1. Resolva as charadas, descobrindo as palavras.
Sugestão de atividade
38
BNCC
(EF03LP05)
Identificar o número 
de sílabas de palavras, 
classificando-as em 
monossílabas, dissílabas,trissílabas e polissílabas.
a. Com ela, o céu fica todo colorido com as rabiolas
esvoaçantes: .
b. Prato principal da China. Com feijão, é a comida pre-
ferida dos brasileiros: .
c. É considerado o melhor amigo do homem: .
d. É chamado o rei dos animais: .
e. Personagem das histórias da Turma da Mônica. Vive
nas nuvens: .
pipa
cão
arroz
leão
Anjinho
Agora, preencha o quadro corretamente com as 
palavras que você descobriu.
Palavra No de sílabas Classificação
Separação 
de sílabas
pipa 2 dissílaba pi-pa
arroz 2 dissílaba ar-roz
cão 1 monossílaba cão
leão 2 dissílaba le-ão
Anjinho 3 trissílaba An-ji-nho
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1. Ordene as letras e descubra a palavra. Atenção às dicas abaixo.
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP05)
Identificar o número 
de sílabas de palavras, 
classificando-as em 
monossílabas, dissílabas, 
trissílabas e polissílabas.
39
L E T V
I E Ã O S
R C A
R O
Dicas: É uma palavra polissílaba. 
É um meio de comunicação com 
som e imagem.
Dicas: É uma palavra dissílaba. 
É um meio de transporte.
Dicas: É uma palavra trissílaba. 
É usado para indicar a hora.
E R G
Ó L O I
televisão carro relógio
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Orientação didática
• Promova jogos em que o aluno escreva palavras
utilizando os conhecimentos adquiridos. Forme grupos
e peça-lhes que escrevam palavras com bl, cl, fl, gl, pl
ou tl. Determine o tempo para o grupo concluir a ativi-
dade. Vence quem conseguir escrever a maior quantida-
de de palavras corretamente. Conclua a aula registrando
as palavras em um cartaz e, depois, fixe-o no mural da
sala de aula.
BNCC
(EF03LP02)
Ler e escrever correta-
mente palavras com síla-
bas CV, V, CVC, CCV, VC, 
VV, CVV, identificando 
que existem vogais em 
todas as sílabas.
40
• Escreva, na lousa, várias sílabas, entre elas, algumas
com os encontros consonantais em estudo. Solicite aos
alunos que, no caderno, formem palavras com: bl, cl, fl,
gl, pl ou tl. Verifique, individualmente, cada resposta
dos alunos. Estimule a escrita de várias palavras com
consoante + l para a fixação do conteúdo estudado.
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Fundamentação
A arte de ouvir
1. Ouvir não é escutar, mas é se esvaziar para ouvir o
que os outros têm a dizer, e não o que queremos ouvir.
Quem não se esvazia não permite a entrada dos 
outros em sua história. 
Vive para si, é autossuficiente. E uma pessoa au-
tossuficiente é egocêntrica, saturada de verdades 
irrefutáveis, não se abrindo para outras possibilidades. 
É individualista, enxerga o mundo somente com seus 
olhos, ouve o que deseja, e não o que os outros de fato 
querem falar. 
Muitos auscultam seus pacientes, mas são incapazes 
de ouvir seus sentimentos. Escutam queixas de seus 
colaboradores, mas não o conflito que as alimenta. 
Escutam palavras agressivas da pessoa que escolheram 
para dividir sua história, mas não os fantasmas mentais 
que sequestram seu eu. Escutam reclamações dos filhos 
e os chamam de ingratos, mas não ouvem os clamores 
do sofrimento, da angústia e da autopunição que os 
acometem.
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2. Ouvir é silenciar a mente para se colocar no lugar dos 
outros e perceber suas dores e necessidades sociais.
Ouvir é aquietar a mente, silenciar os pensamen-
tos. Somente diminuindo nossa agitação mental é que 
podemos aprender a difícil arte de nos colocar no lugar 
dos outros.
Ouvir é muito mais do que julgar comportamentos 
e criticar condutas. É perceber o que está sob a cortina 
do comportamento dos outros, perceber suas necessi-
dades, enxergar suas dores ocultas e suas frustrações. 
Quem se coloca no lugar dos outros ouve com profundi-
dade, torna-se lento para julgar e rápido para abraçar. 
Mas quem não se coloca no lugar dos outros é sempre 
superficial, rápido para criticar, mas lento para com-
preender e incluir.
3. Ouvir é penetrar no coração psíquico e desvendar 
as causas de comportamentos disfuncionais, como 
agressividade, timidez, ingratidão, mau humor. 
Ouvir é ser um cirurgião emocional. É ser capaz 
de analisar o que as palavras não disseram e que as 
imagens não revelaram. É penetrar no coração psíquico 
para perceber, ainda que minimamente, o que está por 
trás da agressividade, o que alicerça a timidez e o que 
promove a ansiedade, os tropeços, os comportamentos 
reprováveis e as loucuras. 
Se professores se desarmassem e ouvissem seus alu-
nos, haveria menos suicídios. Se pais ouvissem frequen-
temente seus filhos, haveria menos divórcios. 
Quem penetra no âmago daqueles que lhe são ínti-
mos aprende a belíssima arte de respeitar as lágrimas 
visíveis e perceber as que nunca foram choradas. 
CURY, Augusto. Pais e filhos: sem diálogo, as famílias morrem. Jandira: 
Principis, 2022.
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: Uma noite na 
casa mal-assombrada – página 41
Orientação didática:
• Realize a leitura coletiva do texto, orientando os alu-
nos a destacarem as palavras que desconhecem, além
das que já estão discorridas no estudo do vocabulário.
Reservado para atividades de Matemática e 
Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário e Estudo 
do texto – páginas 42 e 43 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Analise, juntamente aos alunos, as palavras do
vocabulário.
• Proponha a reescrita do texto ou de algum trecho
dele com os alunos. Eles podem gerar um novo final
ou possibilidades alternativas ao texto lido.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Sílaba tônica – pági-
nas 43 (segunda coluna), 44 e 45
Orientação didática:
• Leve, para a sala de aula, cartões com palavras
proparoxítonas faltando acentuação. Peça aos alunos
que as acentuem de acordo com a sílaba tônica e,
depois, produzam um cartaz com elas.
• Realize atividades de fixação do conteúdo estudado.
Por exemplo: circular, sublinhar ou escrever a sílaba
tônica das palavras.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com r e rr 
– página 46
Orientação didática:
• Solicite aos alunos que escrevam palavras com r, r en-
tre vogais e rr e expliquem o som de cada uma delas.
• Promova desafios de trava-línguas, charadas e jo-
gos de palavras que trabalhem com a letra r. Analise
a participação dos alunos na execução da atividade.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
14ª Semana – Grade semanal
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Atividade lúdica
Listas
No primeiro momento, defina as condições de 
produção, explicando para os estudantes que as listas 
serão produzidas para serem fixadas na sala de aula, na 
perspectiva de orientarem diariamente as atitudes de 
estudantes e professores para que eles reflitam sobre 
suas atitudes (nesse momento, você estará propondo 
o gênero lista, visando firmar com ele o gênero acordo 
didático). Explique que as listas devem ser construídas 
só com uma palavra (para estudantes do 1o ano, exem-
plo: atitudes que devo ter: ajudar, participar, aprender; 
atitudes que não devo ter: brigar, bater, etc.).
Após a produção oral, peça que cada grupo registre, 
anote, no papel, suas listas. Deixe-os à vontade para 
que escrevam suas representações mentais do regis-
tro das palavras da lista. Os estudantes dizem a forma 
como escreveram os nomes, independentemente se 
estão grafados convencionalmente ou não.
Por isso, peça que digam as letrasque usaram para 
escrever as palavras. Mesmo que apareçam palavras 
repetidas, mas com escritas diferentes, é interessante 
tomar nota para que, ao concluir o trabalho com cada 
lista, reflita-se sobre essas possibilidades de escrita 
propostas pelos estudantes. Depois, questione se as 
palavras da lista estão escritas de forma convencional 
ou não. Você pode usar emojis para sinalizar palavras. 
Se a palavra estiver com escrita convencional, use 
uma carinha feliz ou o sinal de legal. Se não estiver 
escrita da maneira convencional, coloque uma carinha 
pensativa ou símbolo com o dedinho para baixo. Reflita, 
em conjunto, em cada uma das palavras e, em especial, 
nas que não estão grafadas convencionalmente. 
Disponível em: http://www.educacao.pe.gov.br/portal/upload/galeria/17691/CA-
DERNO%20DE%20ORIENTA%C3%87%C3%95ES%20METODOL%C3%93GICAS%20-
-%20ENSINO%20FUNDAMENTAL%20-%20L%C3%8DNGUA%20PORTUGUESA%20-
-%201%C2%BA%20E%202%C2%BA%20ANO.pdf. Acesso em: 09/12/2022.
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Orientação didática
• Garanta que os alunos
não sejam importunados
durante os momentos de
leitura com perguntas
sobre o que estão achan-
do, se estão entendendo e
outras questões.
BNCC
(EF15LP16)
Ler e compreender, em 
colaboração com os co-
legas e com a ajuda do 
professor e, mais tarde, 
de maneira autônoma, 
textos narrativos de 
maior porte como contos 
(populares, de fadas, 
acumulativos, de assom-
bração etc.) e crônicas.
41
• Possibilite aos alunos o emprésti-
mo de livros na escola. Bons textos
podem ter o poder de provocar
momentos de leitura junto a outras
pessoas em casa, principalmente
quando se trata de histórias tradi-
cionais já conhecidas.
• Explique aos alunos que é importante
aprender a sintetizar um texto. Proponha
que reescrevam o que entenderam do texto
e leiam em voz alta. Repita, sempre que
possível, esta atividade, pois ela é estrutu-
rante, tanto da competência leitora quanto
da escritora.
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Orientação didática
• Explore a linguagem oral dos alunos no estudo do
vocabulário. Dessa forma, você pode observar a desen-
voltura na questão da interpretação do texto, bem como
os conhecimentos prévios deles.
• Ao trabalhar o estudo do texto, você pode explorar o
objetivo específico de leitura, que é identificar o assunto
ou o tema do texto. Depois, pesquise notícias, reporta-
42
BNCC
(EF35LP04)
Inferir informações im-
plícitas nos textos lidos.
(EF35LP12)
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
(EF15LP03)
Localizar informações 
explícitas em textos.
gens, textos informativos, cartazes, panfletos, enfim, 
diversos gêneros textuais com temas relacionados 
ao que está sendo estudado. Solicite que as crianças 
justifiquem a seleção dos textos escolhidos na pesquisa. 
Depois, peça que cada criança realize a leitura para co-
municar o texto que escolheu a um auditório; no caso, 
aos colegas de classe.
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Orientação didática
• Antes de começar a aula, distribua palavras escritas em
tarjas. Inicie o estudo solicitando que cada aluno leia sua
palavra em voz alta. À medida que eles forem chamando
as palavras, registre no mural ressaltando a sílaba (em
que ele demorou mais na chamada) mais forte.
• Proponha uma pesquisa de palavras em revistas e
jornais e peça para os alunos destacarem a sílaba tônica
dessas palavras. Depois, organize um painel onde eles
podem colar a palavra de acordo com a sua tonicidade.
BNCC
(EF03LP06)
Identificar a sílaba 
tônica em palavras, 
classificando-as em 
oxítonas, paroxítonas 
e proparoxítonas.
(EF15LP03)
Localizar informações 
explícitas em textos.
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Orientação didática
• Distribua uma cópia com atividades para os alunos
relacionarem palavras à sua classificação quanto à
posição da sílaba tônica.
• Solicite aos alunos que desenhem, no caderno, uma
tabela com três colunas: uma com o nome oxítonas;
outra com o nome paroxítonas; e outra com proparo-
xítonas. Escreva, na lousa, palavras oxítonas, paroxíto-
nas e proparoxítonas e peça-lhes que as escrevam na
coluna correspondente.
BNCC
(EF03LP06)
Identificar a sílaba 
tônica em palavras, 
classificando-as em 
oxítonas, paroxítonas e 
proparoxítonas.
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1. Assinale a alternativa em que todas as palavras têm a
mesma classificação quanto à posição da sílaba tônica.
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP06)
Identificar a sílaba 
tônica em palavras, 
classificando-as em 
oxítonas, paroxítonas e 
proparoxítonas.
45
a. chulé, pétala, órfão, café, boné
b. refrigeração, atitude, príncipe, criança, paz
c. estátua, aliança, coração, amor, telefone
d. balança, acrobata, caixa, azeite, fantasmaX
2. Todas as palavras abaixo são acentuadas. Classifi-
que-as quanto à posição da sílaba tônica.
a. lápis
b. ímã
c. álbum 
d. tática 
e. trânsito 
f. jacaré
g. cipó
h. órfão
paroxítona
paroxítona
paroxítona
proparoxítona
proparoxítona
oxítona
oxítona
paroxítona
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Orientação didática
• Promova um jogo com seus alunos. Depois, divida
a turma em grupos, determine um tempo para cada
rodada. No tempo indicado, cada grupo deverá escrever
o máximo de palavras com o r inicial, o r brando e rr.
Ao final de várias rodadas, ganha a equipe que conse-
guir escrever corretamente mais palavras. Uma variação 
BNCC
(EF03LP01)
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
46
desta atividade é permitir que consultem o dicionário, 
pois isso também estará desenvolvendo a habilidade 
de manuseá-lo.
• Escreva, na lousa, várias palavras com r inicial, r entre
vogais e rr. Solicite aos alunos que as escrevam no
caderno separando-as de acordo com essas categorias.
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Fundamentação
A arte de dialogar
1. Dialogar é transferir o capital das experiências.
Muitos transferem dinheiro, mas não transferem o
mais vital dos capitais: suas experiências. Dão carros, 
joias e outros presentes, mas não sabem dar a si mes-
mos nem sua história. Não sabem falar de si, comentar 
sobre suas fobias, discorrer sobre seus temores, discur-
sar sobre seus conflitos. Quem não sabe falar de suas 
lágrimas não pode ensinar seus filhos e alunos a chora-
rem as deles.
O diálogo interpessoal cruza os mundos psíquicos, 
implode a solidão.
Muitos casais começam a relação com a imensa von-
tade de fazer um ao outro feliz. Fazem juras de amor, 
mas seu romance não é inteligente, não é irrigado pelo 
diálogo, pela tolerância, pelo respeito às limitações um 
do outro. A solidão, que antes era detestável, torna-se a 
companheira íntima dos casais. Eles permanecem pró-
ximos fisicamente, mas muito distantes interiormente. 
E seu romance morre. Nenhum romance é duradouro se 
não há diálogo desprovido da necessidade de mudar um 
ao outro.
2. Dialogar é ser transparente, é revelar segredos
do coração.
O amor é a mais delicada flor do território da emo-
ção. Diariamente, precisa ser irrigado com um diálogo 
transparente, aberto, honesto.
Quem esconde sentimentos, mágoas e frustrações 
com o(a) parceiro(a) anestesia os sintomas, mas nãocura as feridas.
Muitos casais, pais e executivos são peritos em 
anestesiar seus conflitos, mas não em resolver suas 
causas. Com o tempo, a ferida penetra como um câncer, 
destruindo a relação. Por mais rica que tenha sido no 
passado, nenhuma relação sobrevive quando se dissi-
mulam sentimentos, escondem-se as mágoas.
Filhos que não se abrem para os pais são sugados 
por seus vampiros emocionais. Alguns estão à beira do 
suicídio. Poderiam ser aliviados com um diálogo sincero 
e aberto, mas têm medo de ser criticados, rejeitados, 
incompreendidos.
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Fotos: Ljupco Smokovski / stock.adobe.com
Nada alimenta mais nossos vampiros emocionais do 
que os trancafiar nos porões da mente, do que dissimu-
lar nossos sentimentos ou mentir para poupar os outros 
e evitar atritos. Esses vampiros sangrarão o que temos 
de melhor...
Ter vergonha de nossas falhas e medo de nossos 
fracassos nos faz escrever os piores capítulos de nos-
sa vida, nos dias mais difíceis de nossa história. Mas 
assumir que somos imperfeitos, reconhecer nossos erros 
e dialogar sobre eles sem medo permitem que nosso eu 
escreva os capítulos mais importantes de nossa existên-
cia nos dias mais dramáticos de nossa história...
3. Dialogar é ter a disposição de abraçar mais e
criticar menos.
Ao penetrarmos no território da emoção de quem 
amamos, tornamo-nos menos julgadores e mais apoia-
dores, menos impacientes e mais generosos.
Quem tem disposição para apoiar sabe que há dife-
renças entre a contribuição eficiente e a contribuição 
intencional. Mas toda intenção de contribuir é digna de 
aplausos.
Sem a arte de aplaudir, asfixiamos a capacidade das 
crianças, dos jovens e dos adultos de participar, de se 
superar e de se reinventar.
Certa vez, um filho de sete anos preparou um san-
duíche para o pai. Temperou a alface, mas, em vez de 
sal, usou açúcar. O pai, ao dar a primeira mordida, gri-
tou “Esse lanche está péssimo!”. Jogou no lixo o sanduí-
che e o amor do filho. Plantou na memória da criança 
um arquivo traumático, uma janela killer. Sufocou sua 
generosidade. Nunca mais o filho o serviu com amor...
Muitos pais e professores formam servos, e não pensa-
dores, porque valorizam a resposta, e não a participação, 
porque aplaudem o acerto, e não o sonho de contribuir.
São impacientes, cartesianos e lógicos, não sabem 
educar a emoção. São peritos em corrigir erros, e não 
em promover a cooperação. São notórios por elevar o 
tom de voz e silenciar a rebeldia, mas não por estimular 
seus filhos e alunos a se interiorizar.
CURY, Augusto. Pais e filhos: sem diálogo, as famílias morrem. Jandira: 
Principis, 2022. 
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a
1o dia 
Semana de revisão.
2o dia
Semana de revisão.
3o dia
Semana de revisão.
4o dia 
Semana de revisão.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
15ª Semana – Grade semanal
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Atividade lúdica
Escreva uma lista de títulos de parlendas e apresentar ao grupo. Entregue fichas 
para as crianças criarem outro título que rime com ele.
• UNI DUNI TÊ
Ex.: UNI DUNI VOCÊ
• REI CAPITÃO
Ex.: REI SALOMÃO
• LÁ NA RUA VINTE E QUATRO
Ex.: LÁ NA RUA CURUPACO.
SIMONETTI, Amália. O desafio de alfabetizar 
e letrar. Fortaleza: IMEPH, 2007.
Parleando
Entregue dois quadrinhos ou cartões a cada criança. Um com a parlenda Hoje é 
domingo e o outro em branco para as crianças copiarem a parlenda mudando as rimas. 
Depois, elas ilustram as duas parlendas para confeccionar dois lindos quadrinhos.
Hoje é domingo,
pede de cachimbo.
O cachimbo é de ouro,
bate no touro.
O touro é valente,
chifra o Vicente.
O Vicente é fraco,
cai no buraco.
O buraco é fundo,
acabou-se o mundo.
Paulista / stock.adobe.com
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Semana de revisão
1. Encontre, no emaranhado, as sílabas que completam
as palavras. Em seguida, separe as suas sílabas.
Unidade 2
• Sílaba
• Palavras com bl, cl, fl, gl, pl e tl
• Sílaba tônica
• Palavras com r e rr
A
CAS
SÃO
BA
TA
a. cam lhota – 
b. televi – 
c. liança –
d. cata –
e. por –
cam-ba-lho-ta
te-le-vi-são
a-li-an-ça
cas-ca-ta
por-ta
ba
a
são
cas
ta
2. Junte as sílabas e forme palavras com bl, cl, fl, gl, pl
e tl.
1 2 3 4
A PRO TA CLI BLI
B BI MA TE CO
C CLE CI CA BLO
D PÚ FLAU BLE O
a. A1 + D3 + B2 = 
b. D1 + A4 + B4 = 
c. D2 + A2 = 
d. B1 + C2 + C1 + A2 = 
e. A3 + A4 + D4 + B3 + C3 = 
f. C4 + B4 = 
g. B3 + B2 = 
problema 
flauta 
biblioteca 
público 
bicicleta 
bloco 
clima
3. Encontre o caminho que leva à biblioteca e marque
um x. Atenção! Nesse caminho, só há palavras oxítonas.
4. Escreva verdadeiro ou falso sobre as informações
abaixo.
( ) Todas as palavras proparoxítonas são 
acentuadas. 
( ) As palavras paroxítonas não são 
acentuadas. 
( ) As palavras paroxítonas e oxítonas 
podem ser ou não acentuadas na sílaba tônica. 
( ) Todas as palavras oxítonas são acen-
tuadas na última sílaba.
verdadeiro
falso
falso
verdadeiro
5. Escreva o nome das imagens na cruzadinha.
R
T
A
R
O
A
D
Q
A
R
G
É
A
U
O
E
B
T E
Ô
3o1o
2opêssego, tártaro, triângulo
flúor, 
 álbum, 
 órfão
armazém, 
 maracujá, 
dominó
X
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Fundamentação
Literatura infantil
Para ler, refletir e questionar
Atribuir à escola ou ao professor toda a culpa pelo 
pouco estímulo, ou nenhum, à leitura extraclasse é 
recurso daqueles que pretendem encobrir a verdade. 
Certamente, a escola é o caminho mais firme na forma-
ção do hábito da leitura, mas devem ser considerados os 
seguintes fatores sociais:
1. Sob o ponto de vista dos que representam a fatia esco-
larizada da sociedade, a maioria das crianças que ingres-
sam nas escolas chega defasada culturalmente. Filhos
de pais analfabetos ou semialfabetizados, cujo interesse
pela escola se condiciona à expectativa única de apren-
der a ler e a escrever, essas crianças levam para a escola
essa falta de vivência. Atingido o objetivo, cumprida a
tarefa, nada mais importa. Fosse apenas isso, o professor
poderia agir, mas há outros empecilhos, como veremos.
2. O mais sério dos problemas: a alimentação. Numa
realidade como a nossa, em que a maioria das crianças
vai à escola por causa da merenda escolar, antes de
propor novas técnicas e métodos é necessário sanar as
bases. É verdade que o programa da merenda escolar
vem sendo reforçado à base de vitaminas e proteínas,
o que, sem dúvida, é um avanço no ensino público. No
entanto a subnutrição até a idade escolar é, em muitos
casos, suficiente para acarretar a atrofia das funções
cerebrais, pois para que as potencialidades do cérebro
possam se realizar plenamente é preciso que ele seja
convenientemente irrigado e normalmente alimentado.
Da subnutrição, desencadeia-se consequentemente 
outro grave problema social: saúde.
Estimular uma criança para a leitura, ou ainda, no 
sentido mais abrangente, para as descobertas da vida, é 
obrigação da escola. Mas fazê-lo diante de uma realida-
de tão dolorida parece-nos aumentar a distância entre 
o ideal e o real.
SORDI, Rose. Magistrando a língua portuguesa: literatura brasileira, redação, 
gramática, metodologia de ensino e literatura infantil. São Paulo: Moderna, 1991.
D
ro
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: Violeiro – página 47
Orientação didática:
• Proporcione um ambiente silenciosopara a observa-
ção individual do quadro. Assim, você pode trabalhar
com os alunos a concentração e o respeito ao colega.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Estudo do texto – página 48
Orientação didática:
• Fale com seus alunos a respeito da importância da
linguagem não verbal. Você pode proporcionar um
momento de descontração pedindo a cada aluno para
falar um pouco suas impressões do quadro.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Substantivos pró-
prios, comuns e coletivos – páginas 49, 50, 51 e 52 
(primeira coluna)
Orientação didática:
• Realize a leitura de um texto em que apareçam
substantivos próprios e comuns, solicitando aos alu-
nos que percebam particularidades de ambos, como
o uso de letra maiúscula.
• Leve conjuntos de objetos e construa com os alunos
o conceito de coletivo.
Reservado para atividades de Matemática, Ciên-
cias e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com s e 
ss – páginas 52 (segunda coluna), 53 e 54 (primeira 
coluna)
Orientação didática:
• Escreva palavras que tenham s e ss extraídas de
propagandas publicitárias.
Reservado para atividades de Matemática, Histó-
ria e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
16ª Semana – Grade semanal
144
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Atividade lúdica
Explorando cantigas de rodas
Complete se souber
O professor coloca para tocar uma cantiga de roda e a interrompe para ser comple-
tada pelas crianças. O grupo que primeiro conseguir terminar a música marcará ponto. 
Será determinado um certo número de músicas para cada grupo. Caso um grupo não 
consiga completar suas músicas, estas serão transferidas para outro grupo.
Palavra cantada
Ao som de uma cantiga de roda, sugira à turma que escreva o maior número pos-
sível de palavras que ouvir. Apresente a letra da música em papel madeira e peça às 
crianças que comparem as palavras que escreveram com o texto da música. Em segui-
da, faça a leitura para o grupão e explore algumas palavras.
SIMONETTI, Amália. O desafio de alfabetizar e letrar. Fortaleza: Imeph, 2007.
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Orientação didática
Anotações
Crie oportunidades para que os próprios alunos façam, 
oralmente, perguntas sobre a tela observada.
Anote-as na lousa e solicite aos alunos que deem as res-
postas. Oriente-os para que analisem as perguntas feitas 
por eles, verificando se são pertinentes, claras, se não são 
repetitivas, etc. Por meio de práticas como essa, incorpo-
radas ao cotidiano escolar, será garantida uma aprendiza-
gem eficaz que formará leitores e cidadãos críticos.
BNCC
(EF15LP04) 
Identificar o efeito de 
sentido produzido pelo 
uso de recursos expres-
sivos gráfico-visuais em 
textos multissemióticos.
(EF35LP03)
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global.
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Orientação didática
Além das perguntas mencionadas no livro do aluno, 
proponha outras possibilidades de trabalhar a interpre-
tação textual.
Estimule os alunos a perceberem detalhes na imagem, 
as cores, qual a sensação que a imagem passa, a rela-
ção entre o título do quadro e o que se vê nele, etc. 
BNCC
(EF15LP04) 
Identificar o efeito de 
sentido produzido pelo 
uso de recursos expres-
sivos gráfico-visuais em 
textos multissemióticos.
(EF35LP03)
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global.
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Orientação didática
Realize a leitura do texto da página do livro do aluno 
e solicite às crianças que destaquem os substan-
tivos. Fale sobre a regra de uso das letras iniciais 
maiúsculas nos nomes próprios e peça-lhes que 
identifiquem alguns desses substantivos no texto e 
classifiquem-nos.
BNCC
(EF03LP08)
Identificar e diferenciar, 
em textos, substantivos 
e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, 
objeto da ação.
49
Distribua imagens de substantivos comuns e confec-
cione placas indicando o coletivo correspondente. Ao 
mostrar uma imagem, os alunos deverão levantar a 
placa que corresponde ao coletivo daquele substan-
tivo. Solicite aos alunos que relacionem, escrevam, 
empreguem, sublinhem e formem frases com subs-
tantivos coletivos.
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Orientação didática
• Explique que os substantivos coletivos dão nome a um
conjunto de seres de uma mesma espécie. Uma forma
interessante de trabalhar o substantivo coletivo é soli-
citar aos alunos que pesquisem o coletivo de elementos
com que se deparam cotidianamente.
BNCC
(EF03LP08)
Identificar e diferenciar, 
em textos, substantivos 
e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, 
objeto da ação.
50
• Escreva, na lousa, substantivos comuns, próprios e
coletivos aleatoriamente dentro de um quadro. Sorteie
os alunos que farão os comandos que você ditar. Por
exemplo: circular um substantivo comum, sublinhar
um substantivo próprio ou escrever a que substantivo
o coletivo se refere.
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1. Leia o limerique.
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP08)
Identificar e diferenciar, 
em textos, substantivos 
e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, 
objeto da ação.
51
Já farta da tevê em cores,
Dolores convida a Das Dores:
— Topas papear
à luz do luar?
Resposta: Já topei, Dolores!
a. Sublinhe os substantivos do limerique.
b. Quais deles são próprios? 
c. Quais deles são comuns? 
Dolores, Das Dores
tevê, luz, cores, luar, resposta
2. Complete as frases com os coletivos do quadro.
vara arquipélago biblioteca
constelação discoteca quadrilha
O coletivo de ilhas é .
O coletivo de ladrões é .
O coletivo de estrelas é .
O coletivo de livros é .
O coletivo de discos é .
O coletivo de porcos é .
arquipélago
quadrilha
constelação
biblioteca
discoteca
vara
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Orientação didática
• Faça uma lista de palavras escritas com s e ss. Veja
alguns exemplos: pressa, selva, ensaio, costas, diversão, as-
sombração. Peça à turma que leia as palavras. Em seguida,
confira se elas são mesmo grafadas com ss ou s (no início,
no meio ou no final).
• Enfatize para os alunos que o dígrafo ss nunca é usado
em início de palavras e que sempre é grafado entre vogais,
nunca entre consoante e vogal.
• Registre palavras na lousa e coloque essas dicas também.
BNCC
(EF03LP08)
Identificar e diferenciar, 
em textos, substantivos 
e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, 
objeto da ação.
(EF03LP01)
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
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1. Complete adequadamente:
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP01)
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
53
a. Pequena camisa: 
b. Ato de aplaudir: 
c. O que o cachorro gosta de comer: 
d. Ato de passear: 
e. Objeto que varre a casa: 
camiseta
osso
aplauso
passeio
vassoura
2. Forme palavras de acordo com a legenda.so daos mas lasa
salada
osso
massa
sala
ossada
sacola
co
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1. Como saber se uma palavra é escrita com s ou ss?
Pense em uma resposta e registre sua hipótese.
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP01)
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
54
Sugestão de resposta: Para saber se devemos escrever 
s ou ss, é só prestar atenção ao som do s: se for forte e 
estiver entre duas vogais, a palavra deve ser escrita com 
ss; se for brando, ou seja, tiver som de z, e estiver entre 
vogais, a palavra deve ser escrita apenas com um s.
2. Reescreva as frases substituindo as imagens pelo
nome correspondente.
a. Precisamos de mais para segurar esta madeira.
b. O se libertou da gaiola, finalmente!
Precisamos de mais parafusos para segurar esta madeira.
O pássaro se libertou da gaiola, finalmente!
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Falhas comuns no professor
É, lamentavelmente, o professor o grande responsável pelo sucesso ou fracasso da 
criança quanto à sua habilidade de redigir. E vão aí, embutidas, muitas razões que vale 
a pena comentar.
Fundamentação
2. A falta de estímulo do professor desmotiva a criança a escrever. É bem verdade que,
muitas vezes, o estímulo não vem porque, apressado, cansado ou por outros motivos
equivalentes, o professor não consegue se sensibilizar com o que lê. Observe esta frase
escrita por um aluno de 1o ano:
“Era uma vez uma folha verde, verdinha de felicidade”.
Essa criança voltou para casa apenas com um sinal de “correto”, e o professor per-
deu uma grande oportunidade de desenvolver nela o gosto pela arte de escrever. Nem 
mesmo a criança conseguiu perceber que formou uma frase tão linda e perfeitamente 
estruturada. Era necessário que o professor elogiasse a construção, fizesse-a ver que o 
que escreveu é “quase um poema”. 
1. O professor que não gosta de escrever passa à criança esse descaso. De que forma?
Não aplicando atividades de redação, ou aplicando mal, só para cumprir o programa.
Não pesquisando novas técnicas, tornando a atividade monótona e cansativa. Não lendo
o que o aluno escreve, ou, se o faz, apenas vendo o que está escrito, sem estar atento
às ideias da criança. Não valorizando os pequenos progressos da criança, deixando
passar despercebido, por exemplo, quando ela traz para a sala de aula uma palavra
nova, uma frase bem estruturada.
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3. A valorização da ortografia em detrimento da ideia é outro engano que o professor
comete. Vamos supor que a frase viesse escrita assim:
“Era uma ves uma folia verde, verdinha de felicidadi”.
Perderia a frase todo o sentido, toda a plenitude da ideia? Naturalmente que não. Mas 
sabemos que, infelizmente, muitos professores, antes de valorizar o conteúdo, diriam: 
“Menino, vez é com z, folha é com lh e felicidade termina com e’’, sem se lembrar de 
que o aprendizado da escrita, apesar de importante, é apenas um dos elementos que 
integram a técnica de redação.
4. Atividade de redação, geralmente, é “descanso” para o professor. Mais um equívoco
que se comete é propô-la como atividade isolada, sem integrá-la às outras atividades
de Comunicação e Expressão, Integração Social e Ciências. O que se vê, normalmente, é
o professor dizer um tema e deixar as crianças à mercê da sorte. O tema, depois de es-
colhido, deve ser trabalhado de forma que a criança reúna conhecimentos sobre o que
vai escrever. Se ela gostar do tema, se já discutiu sobre ele, esclarecendo suas dúvidas,
se já firmou suas ideias, estará motivada a escrever e escreverá.
SORDI, Rose. Magistrando a língua portuguesa: literatura brasileira, redação, gramática, metodologia de ensino e litera-
tura infantil. São Paulo: Moderna, 1991.
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: Rap da economia 
– páginas 54 (segunda coluna) e 55 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Antes da leitura do texto, explique aos alunos as
características do gênero.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário e Estudo 
do texto – páginas 55 (segunda coluna) e 56
Orientação didática:
• Solicite aos alunos que produzam um cartaz utili-
zando as palavras do vocabulário. Observe a coesão
e coerência e incentive sempre o desenvolvimento da
escrita de diversas formas.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Gênero do substantivo 
– páginas 57 e 58
Orientação didática:
• Elabore um diagrama, em folhas de papel-sulfite,
utilizando palavras no gênero masculino. Os alunos
devem encontrar essas palavras e escrever o feminino
de cada uma.
• Depois de trabalhar com atividades diversas sobre o
conteúdo, é interessante elaborar questões de autoa-
valiação, para que os próprios alunos se expressem
quanto aos conhecimentos que conseguiram construir.
Reservado para atividades de Matemática, Ciên-
cias e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com s e z 
em final de sílaba – página 59
Orientação didática:
• Escreva, na lousa, palavras com s e z. Distribua
dicionários e solicite aos alunos que procurem o sig-
nificado de cada uma. Depois, eles devem construir
frases usando essas palavras.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
17ª Semana – Grade semanal
156
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Atividade lúdica
Jogo da argola
Objetivo:
• Trabalhar a habilidade da leitura e da escrita, a coorde-
nação motora global, a atenção e o espírito de equipe.
Materiais:
• Letras grandes do alfabeto em papel pardo.
• Argolas grandes
Desenvolvimento:
• Monte uma lista com o nome das crianças e de perso-
nagens de história, títulos de histórias, etc.
• Coloque letras no chão. Peça que a criança jogue a 
argola e, com ela, acerte a letra.
• Imediatamente, toda a turma deverá procurar, nas 
listas, palavras que comecem com essa letra, ou então 
o professor poderá mostrar uma placa com a palavra 
correspondente.
• Depois, faça a leitura das palavras encontradas. Se 
forem figuras, faça a escrita do nome delas.
• O professor mostra a figura ou palavra, e a criança 
tenta acertar a letra.
Outra possibilidade:
O mesmo procedimento poderá ser usado com nú-
meros para trabalhar o raciocínio lógico-matemático.
Use, como apoio, o painel alfabetário.
FERLIN, Ana Maria. 90 ideias de jogos e atividades para a sala de aula. 
Petrópolis; Vozes, 2008.
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Orientação didática
BNCC
(EF15LP01) 
Identificar a função 
social de textos que 
circulam em campos 
da vida social dos quais 
participa cotidiana-
mente (a casa, a rua, a 
comunidade, a escola) 
e nas mídias impressa, 
de massa e digital, 
reconhecendo para 
que foram produzidos, 
onde circulam, quem os 
produziu e a quem se 
destinam.
54
Solicite aos alunos que produzam uma estrofe de uma 
canção sobre o tema que desejarem.
Oriente-os para que não se esqueçam de utilizar rimas, 
mas também se preocupem com a coerência do texto.
Os alunos podem tentar criar mais uma estrofe para a 
música lida, como se fosse uma continuação.
be free / stock.adobe.com
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Orientação didática• Trabalhar com sinônimos é uma das
formas mais oportunas de enriquecer
o vocabulário do alunado. Incite seus
educandos a consultarem dicionários
e não se acanharem de usar uma pala-
vra mais rebuscada e fora de seu dia a
dia. O intuito é somar.
BNCC
(EF15LP01) 
Identificar a função 
social de textos que 
circulam em campos 
da vida social dos quais 
participa cotidiana-
mente (a casa, a rua, a 
comunidade, a escola) 
e nas mídias impressa, 
de massa e digital, 
reconhecendo para 
que foram produzidos, 
onde circulam, quem os 
produziu e a quem se 
destinam.
(EF35LP05)
Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões des-
conhecidas em textos, 
com base no contexto da 
frase ou do texto.
(EF35LP12)
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
55
• Confeccione um quebra-cabeça com sílabas
que formam as palavras do vocabulário. Pro-
ponha uma competição para quem conseguir
montar mais rápido o quebra-cabeça. Outra
possibilidade é pedir aos alunos que, assim que
montarem o quebra-cabeça, escrevam o signi-
ficado das palavras.
159
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Orientação didática
Proponha a leitura do texto em duplas. Primeiramente, 
trabalhe a compreensão, tecendo comentários críticos a 
respeito do texto. Depois, explore-o através de observa-
ções como:
Quantos versos tem?
Quantas estrofes?
Para que servem os sinais de pontuação que aparecem?
BNCC
(EF35LP03)
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global.
(EF35LP04)
Inferir informações im-
plícitas nos textos lidos.
56
Em seguida, as crianças irão escrever, no caderno ou 
em uma folha, a opinião delas sobre o texto lido.
O que achou da história.
 O que mudaria no texto e o porquê.
 Que outro final daria para a história.
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Orientação didática
• Escreva, na lousa, palavras dos gêneros masculino e
feminino misturadas e peça aos alunos que as copiem
no caderno, separando-as em duas colunas conforme
o gênero. Escreva as duas colunas de palavras na lousa
para que os alunos façam a autocorreção.
• Faça cópias com atividades envolvendo o gênero dos
substantivos para os alunos levarem para casa.
• Realize exercícios de fixação do conteúdo.
57
BNCC
(EF03LP08)
Identificar e diferenciar, 
em textos, substantivos 
e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, 
objeto da ação.
Exemplos:
Completar frases com substantivos no gênero masculino 
ou feminino.
Reescrever frases mudando o gênero dos substantivos.
Encontrar substantivos em determinado gênero em dia-
grama e escrever sua forma no feminino ou masculino.
Preencher cruzadinhas com nome de figuras no mascu-
lino ou feminino.
161
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1. Leia as frases e passe-as para o masculino. Faça os 
ajustes necessários.
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP08)
Identificar e diferenciar, 
em textos, substantivos 
e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, 
objeto da ação.
58
a. A garota soltou as vacas no pasto.
b. A atriz ganhou uma cadela branquinha.
O garoto soltou os bois no pasto.
O ator ganhou um cachorro branquinho.
2. Forme os pares de animais.
cavalo 
cão 
boi 
macaco 
pato 
elefante 
elefanta 
macaca 
égua 
pata 
cadela 
vaca 
162
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Orientação didática
• O velho ditado de palavras ainda cobre
bem as necessidades observadas pelo pro-
fessor quando se trata do treinamento da
escrita para memorizar a grafia de palavras
que contêm letras que produzem o mesmo
fonema. Sendo assim, pratique o ditado de
palavras escritas com as letras s ou z, mas
que produzam o mesmo fonema /z/.
BNCC
(EF03LP01)
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
59
• Elabore uma tabela com sílabas
que formam várias palavras com s e
z. Solicite aos alunos que formem o
máximo de palavras possível. Você
pode propor uma gincana, dividir
a turma em grupos, e o grupo que
conseguir formar o maior número de
palavras é o vencedor.
• Exponha uma lista de
palavras, de preferência
relacionadas ao cotidia-
no, com as letras s ou z
em final de sílaba para
que os alunos perce-
bam e as completem
corretamente.
163
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Interesse pela leitura – fatores a considerar
Na verdade, seria importante que o despertar para a leitura começasse em casa, já 
na primeira infância, quando os pais deveriam ler pequenas histórias para seus filhos. 
Mas sabemos que, normalmente, isso não acontece. Assim, cabe à escola formar e 
sistematizar o hábito, observando alguns fatores:
1. O aspecto visual do livro
é muito importante, prin-
cipalmente para os anos
iniciais. As letras devem ser 
grandes e tudo deve ser dito, 
de preferência, em apenas 
uma linha.
Fundamentação
Sergey Nivens / stock.adobe.com
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2. A ilustração, como mencionamos no item
anterior, é primordial e, na fase inicial do
aprendizado, ocupa 80% do livro. Essa pro-
porção cai, na fase seguinte, para a metade
e diminui mais nos últimos anos. 
As crianças, geralmente, detêm mais aten-
ção nas gravuras grandes, preferindo-as em 
relação a muitas de tamanho menor.
3. Muitas crianças não adquirem o hábito da leitura sim-
plesmente porque não têm tempo disponível para ler. Isso
acontece quando ela é encarregada dos afazeres domésti-
cos (cuidar do irmãozinho, varrer a casa, limpar o quintal),
muito comum na criança de nível socioeconômico mais 
baixo. Cabe ao professor, quando possível, conscientizar a 
família da necessidade dessa prática, para que ela propor-
cione à criança alguns momentos para a leitura de lazer. 
Outras vezes, o aluno não tem tempo porque vem da escola 
sobrecarregado de tarefas. Quando termina, está tão cansa-
do que lhe falta ânimo para qualquer outra atividade.
Assim, conscientize-se de que a tarefa determinada 
pelo professor deve ser sempre bem dosada.
SORDI, Rose. Magistrando a língua portuguesa: literatura brasileira, redação, gra-
mática, metodologia de ensino e literatura infantil. São Paulo: Moderna, 1991.
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: No reino das 
Fadas Coloridas – páginas 60 e 61 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Faça uma leitura coletiva e, em seguida, realize uma 
roda de conversa reflexiva, perguntando o que os 
alunos entenderam do texto. Peça que anotem a frase 
que mais chamou a atenção deles.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário e Estudo 
do texto – páginas 61 (segunda coluna) e 62
Orientação didática:
• Solicite que os alunos busquem no dicionário as 
definições de algumas palavras.
• Ajude os alunos na resolução das questões. Não se 
esqueça de observar as respostas interpretativas de 
cada aluno, verificando se estão condizentes com 
as perguntas.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Número do substan-
tivo – páginas 63 e 64
Orientação didática:
• Apresente o conceito de número do substantivo 
partindo da análise de situações do cotidiano que li-
dem com o singular e o plural nas construções frasais.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia:Palavras com m e n 
antes de consoante – páginas 65, 66 e 67
Orientação didática:
• Apresente uma lista de palavras e solicite aos alunos 
que as manuseiem na construção de diferentes frases.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
18ª Semana – Grade semanal
166
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Atividade lúdica
Bê-a-bá
Número de jogadores: 
• De 2 a 6.
Idade: 
• A partir de 8 anos.
Materiais: 
• Lápis e papel.
Descrição:
Primeiramente, os participantes escolhem duas letras ao acaso, como, por exemplo, m e s. Depois, nos seus 
respectivos papéis, cada um procurará escrever todas as palavras que lhe ocorrerem que comecem com a letra m e 
tenham a letra s. Pode-se utilizar uma tabela como a seguinte:
Regras e sanções
Permitem-se nomes próprios, mas não diminutivos 
nem aumentativos. Tampouco derivados de uma palavra 
já escrita.
Estabelece-se um tempo máximo para escrever as 
palavras (cerca de 1 minuto). Após esse tempo, será 
comtemplada, com 2 pontos, cada palavra escrita que 
não esteja incluída na lista de nenhum outro jogador e, 
com 1 ponto, a palavra repetida por outro ou outros.
Variantes
1. Limitar os tipos de palavra: relacionadas à natureza
ou à escola, nomes ou sobrenomes de personagens
ilustres ou conhecidas...
2. As letras escolhidas têm de ser uma consoante e uma
vogal, independentemente da ordem em que apareçam.
Aplicação do ensino
Etapa e ciclo: Ensino Fundamental (do 3o ao 7o ano) e 
Ensino Médio.
Capacidades desenvolvidas: Memória, agilidade mental.
Interdisciplinaridade: Linguagem. Na variante 1, com 
diversas áreas, dependendo do tema escolhido.
Observações e sugestões: Pode-se jogar com mais 
participantes sob a direção de um professor ou monitor. 
Nesse caso, é conveniente entregar aos jogadores uma 
planilha com a tabela já pronta para ser preenchida.
JURADO, Juan José. 101 jogos de lápis e papel: para aprender e curtir. Petrópolis: 
Vozes, 2016.
Mesa
Mesura
Marisa
Miséria
Termômetro
Televisão
Tempo
Trovejar
Economia
Eletricidade
Epicentro
Eco
Harmonia
Humanidade
Hambúrguer
Humildade
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Orientação didática
Proponha a leitura individual do texto 
do livro do aluno. Em seguida, propor-
cione um momento de comentários, 
fazendo perguntas e deixando que os 
alunos se manifestem.
Depois, faça uma leitura oral com eles.
BNCC
(EF15LP16)
Ler e compreender, em 
colaboração com os co-
legas e com a ajuda do 
professor e, mais tarde, 
de maneira autônoma, 
textos narrativos de 
maior porte como contos 
(populares, de fadas, 
acumulativos, de assom-
bração etc.) e crônicas.
60
Peça aos alunos que observem as pa-
lavras que não conhecem. Inicie uma 
discussão sobre a compreensão do 
sentido dessas palavras pelo contexto. 
É importante que os alunos tenham a 
oportunidade de trocar ideias, pois es-
sas inferências serão mais adequadas.
Na sequência, 
retorne ao 
texto para 
verificar se a 
compreensão 
se tornou 
mais fácil.
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Orientação didática
Explique a importância de se fazer um estudo do vo-
cabulário. Além de aprender o significado das palavras 
trabalhadas, também podemos ampliar nosso reper-
tório com sinônimos. Explore caça-palavras, cruzadi-
nhas, jogos da memória, tabuleiros e outros recursos 
que tornem a atividade mais divertida.
BNCC
(EF15LP16)
Ler e compreender, em 
colaboração com os co-
legas e com a ajuda do 
professor e, mais tarde, 
de maneira autônoma, 
textos narrativos de 
maior porte como contos 
(populares, de fadas, 
acumulativos, de assom-
bração etc.) e crônicas.
(EF35LP05)
Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões des-
conhecidas em textos, 
com base no contexto da 
frase ou do texto.
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Emir / stock.adobe.com
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Orientação didática
• Antes de iniciar a leitura, peça aos alunos que
fechem os olhos e vislumbrem uma floresta. É im-
portante que usem a imaginação para que, durante
a leitura, possam criar os elementos, com base nas
descrições apresentadas no texto.
Pergunte o que eles imaginaram, qual a parte do 
texto de que eles mais gostaram e escreva na lousa.
BNCC
(EF35LP04)
Inferir informações im-
plícitas nos textos lidos.
(EF35LP03)
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global.
62
• Questione sobre o desequilíbrio que afeta as flores-
tas atualmente. Será que hoje a floresta e os animais
acordam em um dia de festa?
• Entregue uma folha em branco para os alunos ilus-
trarem o que eles imaginaram durante a leitura.
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Orientação didática
• Entregue aos alunos um pequeno texto em que apare-
çam substantivos no singular. Peça-lhes que o reescre-
vam utilizando esses substantivos no plural.
• Solicite aos alunos que produzam pequenos textos utili-
zando substantivos no singular e no plural, demonstrando
autonomia em relação à aprendizagem do conteúdo.
BNCC
(EF03LP08)
Identificar e diferenciar, 
em textos, substantivos 
e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, 
objeto da ação.
63
• Distribua, para os alunos, fichas azuis com substantivos
no plural e fichas amarelas com substantivos no sin-
gular. Peça a um aluno que tenha a ficha azul que vá à
frente e mostre o que está escrito. Em seguida, o aluno
que possui a ficha amarela com a palavra no singular
correspondente se levanta, mostra a ficha e lê o que
está escrito.
171
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a. anel – anéis
Mamãe usa vários .
b. pão – pães
O está quentinho.
c. jornal – jornais
Papai já leu todos os .
1. Escreva o plural dos seguintes substantivos.
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP08)
Identificar e diferenciar, 
em textos, substantivos 
e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, 
objeto da ação.
64
cruz – 
mamão – 
réptil – 
anzol – 
batom – 
país – 
cruzes
mamões
répteis
anzóis
batons
países
2. Escolha a forma singular ou plural para completar as frases.
d. mão – mãos
Minhas estão limpas.
e. veloz – velozes
O avião é .
anéis
pão
jornais
mãos
veloz
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Orientação didática
• Realize um ditado com palavras que tenham m ou
n antes de consoante. Faça previamente essa sele-
ção. Depois do ditado, escreva, na lousa, as palavras,
deixando o espaço das consoantes m e n aberto para
que os alunos falem qual letra completa a palavra.
Em seguida, faça uma correção coletiva com a parti-
cipação de todos os alunos.
BNCC
(EF03LP01)
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
65
d. mão – mãos
Minhas estão limpas.
e. veloz – velozes
O avião é .
• Divida a turma em equipes e distribua revistas ou
jornais. Peça-lhes que recortem as palavras com m
antes de p e b. Entregue uma folha de papel-sulfite e
peça que separem o grupo de palavras. Exponha esta
atividade na sala para que eles possam socializar
os conhecimentos. Peça aos alunos que leiam essas
palavras expostas na parede da sala de aula.
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1. Substitua os símbolos por letras e descubra as palavras.
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP01)
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas– c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
66
a. e pada
empada
vento
b. ve to
c. u bigo
umbigo
dente
d. de te
e. sara po
sarampo
concha
f. co cha
k. po ba
pomba
tempo
l. te po
m. zu bi
zumbi
inveja
n. i veja
g. lí gua
língua
quente 
h. que te
i. ca po 
campo
embrulho
j. e brulho
 = m = n
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1. Ordene as sílabas e descubra palavras.
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP01)
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade 
(til, m, n).
67
lâmpada
tambor
pomba
dentista
relâmpago
ponte
lâm
lâm
den
pa
da
tam
pom
tis
re
pon
pa
bor
ba
ta
go
te
2. Leia as palavras e pinte as sílabas que têm a letra m.
Observe as sílabas que você pintou e escreva as con-
soantes que aparecem depois do m.
Aparecem as consoantes p e b.
BU
PI
TO
PO
NA DA
BAM
VEN
EM
CAM
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Fundamentação
Ljupco Smokovski / stock.adobe.com
Atividades de leitura em sala 
Por que desenvolver atividades de leitura em sala? 
1. O hábito de ler deveria passar de pai para filho, mas
sabemos que isso não acontece na maioria dos casos.
Assim, é na escola que a criança deve adquirir o gosto
pela leitura.
2. A leitura em sala permite a observação direta do
professor, inclusive quanto aos aspectos físicos: visão,
postura, etc. Muitos casos de escoliose (desvio da co-
luna) podem ser evitados ou ainda problemas de visão
serem detectados a partir da observação do professor.
Naturalmente, a família deve se empenhar na vigilância,
mas a escola deve ver a criança como um todo: a saúde
do espírito tem estreitas ligações com a saúde física.
3. A atividade de leitura em sala deve ser feita porque
talvez represente a única oportunidade de a criança
manter contato com a leitura de lazer, uma vez que a
família não pode ou não se preocupa em oferecer ou
simplesmente porque não há uma biblioteca na cidade.
Como desenvolver a atividade de leitura em sala? 
Tudo vai depender das condições da escola. Haven-
do uma biblioteca, a leitura poderá ser diversificada: 
cada criança escolhe, com a ajuda do professor, o livro 
que passará a ler em sala dentro do tempo determina-
do por ele. 
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Mas, em alguns casos, a escola mantém alguns títu-
los em número suficiente para atender à turma inteira. 
Assim, todas as crianças leriam, ao mesmo tempo, o 
mesmo livro. Tanto a leitura padrão quanto a diversifi-
cada são interessantes e positivas. A única diferença é o 
critério de avaliação que o professor deverá adotar. 
Para avaliar a leitura diversificada, o professor pode-
rá, por exemplo, formar um círculo, e as crianças, uma 
a uma, falarão sobre o livro que leram, seguindo um 
roteiro preestabelecido. É bom que esse roteiro não evi-
dencie todo o conteúdo da obra, para que os que ainda 
não a leram não percam o interesse. Por exemplo: 
a. Qual o livro que você leu? 
b. Você se lembra do nome do autor? 
c. Você gostou do livro? 
d. Por quê? 
e. Conte-nos apenas a parte de que você mais (ou me-
nos) gostou. 
f. Você indicaria a leitura desse livro a um colega seu? 
g. Você acha que todos os colegas da classe iriam gos-
tar dessa leitura? 
h. Quem, em especial, iria gostar mais? 
i. O que você aprendeu com a leitura do livro? 
Quando a escola não oferecer condições, não se 
acomode. Solicite à direção que tome providências no 
sentido de conseguir verbas ou o próprio material. Entre 
em contato com algumas editoras pedindo-lhes que 
mandem catálogos dos lançamentos mais recentes. 
Cabe ao professor se adaptar à realidade em que 
vive, eliminando os empecilhos que possam tornar o 
seu trabalho menos gratificante. Assim, quando não 
houver biblioteca, use seu próprio material. Leia para as 
crianças, sistematizando essa atividade. Seguramente, 
as crianças passarão a esperar por ela com ansiedade. 
Determine o horário, um pouco por dia, e, ao final de 
cada leitura, motive-os para ouvir a próxima etapa, 
fazendo um breve resumo. Assim, por exemplo: “Hoje, 
ouvimos como foi armado o plano para raptar a abelha-
-rainha. Amanhã, saberemos se vão ou não conseguir 
executá-lo”. 
SORDI, Rose. Magistrando a língua portuguesa: literatura brasileira, redação, 
gramática, metodologia de ensino e literatura infantil. São Paulo: Moderna, 1991. 
177
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Gramática: Graus do substantivo 
– página 68
Orientação didática:
• Discuta com seus alunos o uso afetivo do grau do
substantivo em situações cotidianas.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Graus do substantivo 
– página 69
Orientação didática:
• Leve um mesmo objeto com tamanhos diferentes
e inicie a análise, junto aos alunos, dos graus do
substantivo.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com 
inho(a) e zinho(a) – página 70
Orientação didática:
• Confeccione placas com palavras, apresente para os
alunos e peça que eles repitam a palavra acrescen-
tando inho(a) ou zinho(a).
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Estudo do dicionário – página 71
Orientação didática:
• Solicite aos alunos que escrevam palavras em ordem
alfabética, formando um pequeno dicionário, escre-
vendo, em seguida, o significado de cada palavra.
Reservado para atividades de Matemática, Histó-
ria e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
19ª Semana – Grade semanal
178
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Atividade lúdica
Comparação entre leitura e escrita
Esta atividade auxilia:
• Na percepção das marcas da escrita, dos sons das 
letras, das junções e de todas as pausas que o texto 
escrito e o texto falado possuem.
Você vai precisar de:
• Trecho de filme, desenho animado ou novela em que 
as personagens dialogam ou texto de peça de teatro 
com diálogo.
• Texto narrativo.
Procedimento:
• Exiba a cena de diálogo ou leia, junto com as crianças, 
um diálogo de uma peça teatral.
• Em seguida, resgate com elas quais são as caracterís-
ticas de um diálogo: um fala enquanto o outro ouve, só 
depois há a resposta; há mudança de assunto o tempo 
todo, mediante uma pergunta ou uma colocação do 
receptor ou do destinatário. Enfim, destaque todas as 
características de um texto com diálogo.
• Agora, trabalhe usando uma conversa informal entre 
seus alunos, transcrevendo-a no quadro. Exemplo: você 
ouviu a aluna Bruna conversando com o aluno Tiago; re-
produza parte desse diálogo com a turma toda, buscando 
que ambos, Tiago e Bruna, participem da reconstituição.
• Leia várias vezes o diálogo reproduzido e o compare 
ao texto anterior. Observe as diferenças e as semelhan-
ças nas pausas, nas pontuações e na condução geral 
da conversa. Veja as palavras e as repetições e resgate 
inclusive aqueles: “e aí”, “e então”, “daí”, “daí, né”, que 
são marcas da oralidade, da informalidade. Procure 
esclarecer e discutir o porquê dessas diferenças.
• Para finalizar a atividade, leia uma narrativa comple-
ta. Opte por texto em que a formalidade seja bastante 
marcante, para que os alunos possam facilmente notar 
as diferenças ou as semelhanças que aparecem nos três 
tipos de texto trabalhados. O resultado esperado é que 
percebam que o falar e o escrever obedecem a normas 
próprias, às vezes atécontrárias, podendo apresentar 
diferenças sutis ou bem marcantes.
• Não queira que, na primeira tentativa, os alunos já 
percebam essas marcas. Faça a atividade duas ou três 
outras vezes, sempre mudando os textos ou os diálogos. 
Isso realmente precisa ser percebido pelas crianças.
• Esta atividade pode estar sempre no cotidiano da sala 
de alfabetização, porque, além dos aspectos formais e 
intelectuais, há toda uma questão social de inserção que 
deve ser trabalhada: surgirão as diferenças linguísticas, 
as incompreensões, as limitações e assim por diante. 
Faça com que essa riqueza seja percebida pela turma.
ALMEIDA, Geraldo Peçanha de. Práticas de alfabetização e letramento. 2. ed. 
São Paulo: Cortez, 2009. (Oficinas Aprender Fazendo)
Fo
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Orientação didática
• Selecione objetos com tamanhos diferentes e leve
para a sala de aula. Coloque-os em cima da mesa;
em seguida, disponha os alunos ao redor dela e
inicie a análise, comparando o tamanho dos objetos.
Depois de fazer essa comparação, chame a atenção
dos alunos para o grau do substantivo. Introduza,
nesse momento, outros exemplos.
BNCC
(EF03LP08)
Identificar e diferenciar, 
em textos, substantivos 
e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, 
objeto da ação.
68
• Proponha uma pesquisa, em jornais e revistas, sobre
imagens de objetos em que seja possível identificar o
grau do substantivo.
• Liste, na lousa, palavras no diminutivo e solicite às
crianças que digam como elas ficarão no grau au-
mentativo. Se preferir, divida a turma em dois grupos
e faça a atividade.
180
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1. Complete o quadro abaixo com o diminutivo e o au-
mentativo das palavras.
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP08)
Identificar e diferenciar, 
em textos, substantivos 
e verbos e suas funções 
na oração: agente, ação, 
objeto da ação.
69
Grau diminutivo Grau normal Grau aumentativo
amigo 
copo 
muro 
cão 
nariz 
voz 
amigão
copázio
muralha
canzarrão
narigão
vozeirão
amiguinho 
copinho 
mureta 
cãozinho 
narizinho 
vozinha 
2. Marque, com um x, a palavra de cada grupo que não
está no aumentativo.
avião
sapatão
salão
amigão
mão
gatão
chapelão
narigão
tubarão
X
X
X
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1. Utilize as terminações estudadas nas palavras abaixo,
formando novas palavras.
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP10)
Reconhecer prefixos e 
sufixos produtivos na 
formação de palavras 
derivadas de substan-
tivos, de adjetivos e de 
verbos, utilizando-os 
para compreender pala-
vras e para formar novas 
palavras.
70
a. cachorro - 
b. colégio -
c. rua -
d. cidade -
e. loja -
f. amigo -
cachorrinho
colegiozinho
ruazinha
cidadezinha
lojinha
amiguinho
2. Complete as frases usando uma palavra que termine
com inho, inha, zinho ou zinha. Sugestão de resposta:
a. Juquinha sempre come um .
b. João atirou uma na água.
c. Ana me deu um .
d. Mamãe comprou um para lavar a 
roupa do bebê.
pãozinho
beijinho
pedrinha
sabãozinho
182
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Orientação didática
Procure fazer com que seus alunos listem os diversos 
termos desconhecidos e, depois, realizem um jogo de 
formação de palavras. Peça para eles colocarem as síla-
bas dos vocábulos em estudo em tarjetas e as distribuí-
rem de forma que outro grupo terá de formar as novas 
palavras o mais rápido possível. Sugira que procurem no 
dicionário as palavras formadas para averiguar se elas 
realmente existem ou não.
BNCC
(EF35LP12)
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
71
Anastassiya / stock.adobe.com
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Fundamentação
O ato de ensinar e a condição 
humana
Poucas ocupações exigem tanto quanto a do pro-
fessor, que é permanentemente exposto aos estudantes 
que deve formar.
A palavra professor vem de professar, que, além de 
lecionar, significa declarar publicamente uma con-
vicção ou um compromisso de conduta, como a de 
uma profissão. Não por acaso, as duas palavras têm a 
mesma raiz. Nós, mestres, somos profissionais em vários 
sentidos: por ensinarmos e por nos comprometermos 
com condutas de trabalho — numa atividade que exige 
a contínua exposição de convicções. Essa condição tam-
bém envolve responsabilidades múltiplas, com conhe-
cimentos e procedimentos, especialmente por lidarmos 
com muitos jovens e crianças e por um tempo longo.
Precisamos nos lembrar disso não para nos sen-
tirmos mais importantes do que já somos, mas para 
termos consciência de que, no desempenho dessa 
função social, não dá para ignorar limitações pessoais 
e problemas, ou seja, nossa condição humana. Outras 
profissões também dependem fortemente do discerni-
mento e das condições individuais de quem as exerce. 
Um motorista de ônibus, por exemplo, mais do que um 
condutor de toneladas de aço sobre rodas, sabe que 
curva fechada não combina com noite maldormida e 
pode custar vidas.
As responsabilidades de educador, ainda mais com-
plexas, são cumpridas em circunstâncias muito espe-
ciais, sob permanente exposição a dezenas de olhares 
daqueles que pretendemos formar.
Aliás, os alunos não são passageiros e não nos con-
sideram somente condutores de classes ou especialistas 
em Ciências ou Arte. Eles nos enxergam também como 
alguém que está com blusa colorida e sorriso animado, 
calça amarrotada e olheiras ou tênis novos e expressão 
impaciente.
Da mesma forma, a turma não vê palavras e núme-
ros surgirem no quadro e se converterem em sons, mas 
acompanham a mão firme ou trêmula segurando o giz e 
o tom grave ou agudo da voz que explica.
Essa é uma inevitável contingência do trabalho,
diante da qual é preciso se posicionar. Devemos nos 
proteger — sob a pretensa objetividade da função — ou 
expor, sem preocupação, nossa fragilidade? A observa-
ção de colegas — e é mais fácil avaliar os outros — re-
vela uma variedade de comportamentos. Num extremo, 
a ostensiva displicência dos que contaminam o convívio 
profissional com frustrações e raivas. Noutro, a blinda-
gem dos que se escondem sob máscaras inexpressivas, 
como se, em vida de educar, não coubessem sentimen-
tos. É nesse conjunto de atitudes que cada um pode se 
situar perguntando: “E eu, como me comporto?”.
No corpo docente de uma escola, há diferentes 
gêneros, preferências, estilos e situações de vida, mas 
nem todo comportamento é compatível com a função 
docente, pois a arte-ciência da profissão exige conví-
vio, com respeito à condição dos outros (e também à 
própria) e o reconhecimento dos limites nessa recíproca 
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exposição. Os meninos e as meninas que educamos 
constituem uma enorme diversidade, e só percebendo 
nossa condição ficamos atentos à deles também. Essa 
compreensão, no entanto, não se sustenta sem uma 
clara determinação para promover a aprendizagem, 
com boas exposições e a participação dos alunos nas 
aulas. É isso que assegura o respeito às fragilidades que 
podemos ter ou mesmo a admiração às nossas especifi-
cidades por parte dos jovens interlocutores.
Ao sair para o trabalho, mesmo preocupados com a 
nova ruga flagrada no espelho ou com a diferença entre 
o saldo bancário e a prestação vencida, investimo-nos 
da persona professoral. Sensível, sim, mas profissional. 
Esse nosso personagem contracena com os estudan-
tes, com o fluxo de questões que apresentam e com os 
projetos que possuem e se cruzam com os nossos — nóse eles somos seres incompletos. A compreensão desse 
fato permite encontrá-los em uma relação mediada 
pelo conhecimento, mas sem o temor de revelar as 
nossas dúvidas ao considerar as deles.
Revista Nova Escola. Ano XXIV, n. 223. São Paulo: Abril, junho-julho, 2009.
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a
1o dia 
Semana de avaliação.
2o dia
Semana de avaliação.
3o dia
Semana de avaliação.
4o dia 
Semana de avaliação.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
20ª Semana – Grade semanal
186
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É importante que as situações reais do cotidiano sejam 
apresentadas em sala de aula. Dramatizá-las ou até mes-
mo debatê-las trarão aprendizados significativos e res-
ponsáveis pela formação do cidadão de bem, consciente 
de que suas atitudes podem influenciar outras pessoas e 
de que seus princípios nortearão as suas escolhas. É na 
sala de aula, vivenciando os problemas do mundo, que 
se começa a escolher caminhos, tomar decisões e pensar 
72
NOTA:
A Base Nacional Comum 
Curricular (BNCC) 
define o conjunto de 
competências gerais, 
que serve como um guia 
para o aprendizado das 
crianças e que deve ser 
desenvolvido de forma 
integrada ao currículo.
em soluções para melhorar a vida. Tudo isso é conteúdo 
que preenche existências de sensibilidade, compaixão e 
discernimento. Tudo isso ensina a viver de forma mais 
harmoniosa e solidária, compreendendo que divisões 
precisam ser feitas e que a união é força que edifica uma 
sociedade evolutiva, igualitária e fraterna.
ANDRADE, Fabiana. A pedagogia do afeto. Recife: Prazer de Ler, 2014. 
Trabalhando as emoções 
187
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Semana de avaliação
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Unidade 2
• Sílaba
• Palavras com bl, cl, fl, gl, pl e tl
• Sílaba tônica
• Palavras com r e rr
• Substantivos próprios, comuns e coletivos
• Palavras com s e ss
• Gênero do substantivo
• Palavras com s e z em final de sílaba
• Número do substantivo
• Palavras com m e n antes de consoante
• Graus do substantivo
• Palavras com inho(a) e zinho(a)
1. Leia um trecho do poema de Olavo Bilac O lobo e o
cão, baseado na fábula de Esopo.
Encontraram-se, na estrada,
um cão e um lobo. E este disse:
“Que sorte amaldiçoada!
Feliz seria se um dia,
como te vejo, me visse.
Andas gordo e bem tratado,
vendes saúde e alegria:
ando triste e arrepiado,
sem ter onde cair morto!
Gozas de todo o conforto
e estás cada vez mais moço;
e eu, para matar a fome,
nem acho às vezes um osso!
Esta vida me consome...
Dize-me tu, companheiro:
onde achas tanto dinheiro?”.
[...]
a. Copie, do texto, duas palavras monossílabas, duas
dissílabas, duas trissílabas e duas polissílabas.
monossílabas – 
dissílabas – 
trissílabas – 
polissílabas – 
um, se
feliz, moço
estrada, saúde
companheiro, amaldiçoado
Sugestão de resposta:
2. Numere as lacunas fazendo a correspondência.
1 – BL
2 – CL
3 – FL
4 – GL
5 – PL
6 – TL
globo
publicação
plataforma
atlas
floricultura
claridade
4
1
5
6
3
2
3. Encontre, no diagrama, dez palavras com diferentes
classificações quanto à sílaba tônica. Em seguida, mar-
que um x na coluna correta.
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Palavra Oxítona Paroxítona Proparoxítona
bússola
anzol
casa
boné
lápis
árvore
torta
táxi
café
pétala
4. Escreva duas palavras com o que se pede.
Sugestão de resposta:
r no início da palavra – 
r entre vogais – 
rr – 
rio, ronda
coração, parede
correto, borracha
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5. Observe as imagens abaixo e escreva o nome
correspondente.
Agora, classifique esses nomes em comum, próprio e 
coletivo.
pulseira, martelo e rebanho – comum
Padaria Pão Delícia – próprio
rebanho – coletivo
pulseira martelo
Padaria Pão Delícia rebanho 
6. Assinale a alternativa em que a letra s tem som forte
em todas as palavras.
a. socorro, casamento, saída, semente
b. situação, sabedoria, sinal, lousa
c. sacola, serpente, semáforo, suor
d. simplicidade, sentimento, liso, saudade
X
7. Leia as frases e escreva em que gênero, número e
grau os substantivos estão.
a. Marília sabe escolher presentes como ninguém.
b. Os homens nem sempre compreendem o sentimento
de uma mãezona.
M antes de p e b
 
N antes de outras consoantes
 
c. O médico preferiu tratar o doente na casinha da vila.
Marília – feminino, singular, grau normal / presentes – 
masculino, plural, grau normal
médico – masculino, singular, grau normal / doente – 
masculino, singular, grau normal / casinha – feminino, 
singular, grau diminutivo. 
homens – masculino, plural, grau normal / sentimento – 
masculino, singular, grau normal / mãezona – feminino, 
singular, grau aumentativo
9. Escreva o nome das imagens na cruzadinha.
8. Escreva palavras segundo as indicações.
C R
V
S
U
E
R
T
Z
A
Z
S
P
C
O
U
A
A
S
D
E
C
T
O
E
C
ho
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Sugestão de resposta: limpo, pomba, campo.
Sugestão de resposta: lindo, mundo, fundo. 
189
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Fundamentação
São tantos os elementos para se trabalhar poesia 
com as crianças em sala de aula... O ler em voz alta 
um poema amado com a emoção que ele desper-
tou... O encontrar poesias que mexeram com o senso-
rial de cada um (visão, olfato, paladar...) e perceber 
como aconteceram escolhas diferentes por razões 
diversas... O procurar poemas que falem de assuntos 
paralelos, parecidos, mas tratados de outra forma, 
valorizados por outro ângulo... O trocar experiências 
pessoais a partir de um poema que tenha sido vivido 
por cada leitor à sua maneira, no seu momento de 
vida, de modo mais abrangente, mais específico ou 
mais distanciado.
O ter um caderno, um álbum, uma agenda, onde 
anotar poemas inteiros ou versos que pareceram 
particularmente belos, ou sábios, ou perspicazes, ou 
esclarecedores, ou incríveis... O musicar, tornando 
cantigas algumas expressões poéticas que dão aque-
la vontade de criar uma melodia. O descobrir ritmos 
e lê-los em conjunto ou em voz alta... 
[...]
Se a professora for ler um poema para a 
classe, que o conheça bem, que o tenha lido várias 
vezes antes, que o tenha sentido, percebido, sabo-
reado. Para que passe a emoção verdadeira, o ritmo 
e a cadência pedidos, que sublinhe o importante, 
que faça pausas para que cada ouvinte possa cobrir 
— por si próprio — cada passagem, cada estrofe, 
cada mudança...
Que a criança goste de ler, de sorver devagari-
nho, sem pressa, a poesia que encontrar... Que, ao 
folhear um livro, saiba reparar numa passagem bem 
escrita e que saboreie esse momento de boniteza 
que o autor elaborou. Ou, ao se deparar com o mal 
escrito, com o tolo, com o desprovido de emoção e 
sensações, com o texto apressado, mal resolvido, que 
perceba e registre o quanto aquilo não quer dizer 
absolutamente nada... E que comente, fale e leia 
alto, pra demonstrar seu espanto não com o bom e o 
novo, mas com o malfeito ou o batido...
E, se for selecionar alguma poesia para ser 
lida pelas crianças, que não seja a escrita por 
iniciantes, que ainda estão à procura da forma. É 
melhor recorrer àqueles autores que já dominam o 
verbo, constroem o verso, controlam o ritmo, sabem 
eliminar o supérfluo, para condensar — de modo 
exato e belo — as imagens e provocar encantamento, 
suspiros, concordância,gostosura, sorriso, vontade 
de querer mais, de repetir, de dizer “Ah, é isto!” ou 
“Oh, é aquilo!”, de precisar ler de novo pra melhor se 
inteirar, pra compreender lá no fundinho ou descobrir 
algo que, na primeira ou na segunda leitura, não foi 
percebido... de até querer guardar, dum modo espe-
cial, palavras que abriram as portas da compreensão 
dum mundo mágico e sábio (que nem se intuía, se 
imaginava ou se percebia que era assim...).
Pois, como escreveu um dia, lindamente, o poeta 
Oswald de Andrade:
“Aprendi com meu filho de dez anos 
que a poesia é a descoberta 
das coisas que nunca vi.”
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura infantil: gostosuras e bobices. São Paulo: 
Scipione, 1997.
Como trabalhar poesia com as crianças? 
Roman Gorielov / stock.adobe.com
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Dicas para professores 
Você não é o detentor do conhecimento
A noção de que o professor é o detentor do saber 
na sala de aula é ultrapassada. Entenda que, na sala 
de aula, há uma troca de experiências, e você também 
aprenderá nesse processo, como professor mediador.
Cada aluno tem uma vivência diferente. Ao entender 
que você não está numa posição superior e que eles 
também têm lugar de fala na escola, a relação fica mais 
próxima, fazendo com que o respeitem e se abram mais 
com você. Entenda que está tudo bem não saber tudo, e, 
às vezes, um “Não sei” é a melhor resposta. 
Disponível em: https://tribunapr.uol.com.br/conteudo. Acesso em: 12 abr. 2023.
O que vamos estudar:
• Leitura do texto: História em
quadrinhos
• Sinônimos e antônimos
• Palavras com g e gu
• Leitura do texto: Nuvens
• Sinais de pontuação e tipos de frase
• Palavras com h inicial
• Leitura do texto: Aviso
• Adjetivo
• Palavras com ch, lh e nh
• Leitura do texto: A gralha vaidosa
• Pronomes pessoais
• Palavras com lh e li
• Leitura do texto: Outdoor
• Pronomes possessivos e
demonstrativos
• Palavras com ç, ce e ci
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Conteúdos da unidade e a BNCC
Unidade 3
Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Leitura de 
imagem
• Leitura/escuta (comparti-
lhada e autônoma)
• Oralidade
• Estratégia de leitura
• Relato oral/Registro
formal e informal
(EF15LP04) Identificar o efeito de 
sentido produzido pelo uso de recursos 
expressivos gráfico-visuais em textos 
multissemióticos.
(EF15LP13) Identificar finalidades da 
interação oral em diferentes contextos 
comunicativos (solicitar informações, 
apresentar opiniões, informar, relatar 
experiências etc.).
Leitura do 
texto: História 
em quadrinhos
• Leitura/escuta (comparti-
lhada e autônoma)
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Compreensão
• Estratégia de leitura
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia
• Leitura de imagens em
narrativas visuais
(EF15LP14) Construir o sentido de his-
tórias em quadrinhos e tirinhas, relacio-
nando imagens e palavras e interpretan-
do recursos gráficos (tipos de balões, de 
letras, onomatopeias).
(EF35LP03) Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando compreensão 
global. 
(EF35LP04) Inferir informações implíci-
tas nos textos lidos.
(EF35LP05) Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões desconhecidas em 
textos, com base no contexto da frase 
ou do texto.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida sobre a escrita 
de palavras, especialmente no caso 
de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema.
Gramática: 
Sinônimos e 
antônimos
• Leitura/escuta (comparti-
lhada e autônoma)
• Estratégia de leitura (EF35LP06) Recuperar relações entre 
partes de um texto, identificando subs-
tituições lexicais (de substantivos por 
sinônimos) ou pronominais (uso de pro-
nomes anafóricos pessoais, possessivos, 
demonstrativos) que contribuem para a 
continuidade do texto.
Ortografia: 
Palavras com 
g e gu
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia.
(EF03LP01) Ler e escrever palavras com 
correspondências regulares contextuais 
entre grafemas e fonemas – c/qu; g/
gu; r/rr; s/ss; o (e não u) e e (e não i) 
em sílaba átona em final de palavra – e 
com marcas de nasalidade (til, m, n).
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Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Leitura do 
texto: Nuvens
Leitura/escuta (compar-
tilhada e autônoma)
• Compreensão
• Estratégia de leitura
• Compreensão em leitura
(EF04LP15) Distinguir fatos de opiniões/
sugestões em textos (informativos, jor-
nalísticos, publicitários etc.).
(EF35LP03) Identificar a ideia central do 
texto, demonstrando compreensão global.
(EF35LP04) Inferir informações implíci-
tas nos textos lidos.
(EF35LP05) Inferir o sentido de palavras 
ou expressões desconhecidas em textos, 
com base no contexto da frase ou do texto.
(EF15LP03) Localizar informações explí-
citas em textos.
Gramática: 
Sinais de 
pontuação e 
tipos de frase
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Produção de textos 
(escrita compartilhada 
e autônoma)
• Pontuação
• Construção do sistema 
alfabético/Convenções da 
escrita
(EF03LP07) Identificar a função na leitu-
ra e usar na escrita ponto-final, ponto de 
interrogação, ponto de exclamação e, em 
diálogos (discurso direto), dois-pontos e 
travessão.
(EF35LP07) Utilizar, ao produzir um 
texto, conhecimentos linguísticos e 
gramaticais, tais como ortografia, re-
gras básicas de concordância nominal 
e verbal, pontuação (ponto-final, ponto 
de exclamação, ponto de interrogação, 
vírgulas em enumerações) e pontuação 
do discurso direto, quando for o caso.
Ortografia: 
Palavras com h 
inicial
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF35LP13) Memorizar a grafia de pala-
vras de uso frequente nas quais as rela-
ções fonema-grafema são irregulares e 
com h inicial que não representa fonema.
Leitura do 
texto: Aviso
• Leitura/escuta (com-
partilhada e autônoma)
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Reconstrução das con-
dições de produção e 
recepção de textos
• Estratégia de leitura
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF15LP01) Identificar a função social de 
textos que circulam em campos da vida 
social dos quais participa cotidianamente 
(a casa, a rua, a comunidade, a escola) e 
nas mídias impressa, de massa e digital, 
reconhecendo para que foram produzi-
dos, onde circulam, quem os produziu e a 
quem se destinam.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida sobre a escri-
ta de palavras, especialmente no caso 
de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema.
(EF15LP03) Localizar informações explí-
citas em textos.
193
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Conteúdo Práticas de linguagem Objetos de conhecimento Habilidades
Gramática: 
Adjetivo
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Morfossintaxe (EF03LP09) Identificar, em textos, 
adjetivos e sua função de atribuição de 
propriedades aos substantivos.
Ortografia: 
Palavras com 
ch, lh e nh
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF03LP03) Ler e escrever corretamente 
palavras com os dígrafos lh, nh, ch.
Leitura do 
texto: A gra-
lha vaidosa
• Leitura/escuta (comparti-
lhada e autônoma)
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Formação do leitor 
literário
• Formação do lei-
tor literário/Leitura 
multissemiótica
• Estratégia de leitura
• Compreensão
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia 
(EF15LP15) Reconhecer que os textos 
literários fazem parte do mundo do 
imaginário e apresentam uma dimensão 
lúdica, de encantamento, valorizando-
-os, em sua diversidade cultural, como 
patrimônio artístico da humanidade.
(EF35LP22)Perceber diálogos em 
textos narrativos, observando o efeito de 
sentido de verbos de enunciação e, se 
for o caso, o uso de variedades linguísti-
cas no discurso direto.
(EF35LP05) Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões desconhecidas em 
textos, com base no contexto da frase 
ou do texto.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida sobre a escrita 
de palavras, especialmente no caso 
de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema.
(EF15LP03) Localizar informações explí-
citas em textos.
(EF35LP03) Identificar a ideia central do 
texto, demonstrando compreensão global.
Gramática: 
Pronomes 
pessoais
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Morfologia (EF35LP14) Identificar em textos e usar 
na produção textual pronomes pessoais, 
possessivos e demonstrativos, como 
recurso coesivo anafórico.
Ortografia: 
Palavras com 
lh e li
• Análise linguística/se-
miótica (Ortografização)
• Construção do sistema 
alfabético e da ortografia
(EF03LP03) Ler e escrever corretamente 
palavras com os dígrafos lh, nh, ch.
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Conteúdo Práticas de linguagem
Objetos de 
conhecimento
Habilidades
Leitura do 
texto: Outdoor
• Leitura/escuta (com-
partilhada e autônoma)
• Produção de textos
(escrita compartilhada
e autônoma)
• Análise linguís-
tica/semiótica
(Ortografização)
• Compreensão em leitura
• Estratégia de leitura
• Escrita colaborativa
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia
(EF03LP19) Identificar e discutir o propósito 
do uso de recursos de persuasão (cores, ima-
gens, escolha de palavras, jogo de palavras, 
tamanho de letras) em textos publicitá-
rios e de propaganda, como elementos de 
convencimento.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário para es-
clarecer dúvida sobre a escrita de palavras, 
especialmente no caso de palavras com 
relações irregulares fonema-grafema.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas 
em textos.
(EF35LP15) Opinar e defender ponto de vista 
sobre tema polêmico relacionado a situações 
vivenciadas na escola e/ou na comunidade, 
utilizando registro formal e estrutura ade-
quada à argumentação, considerando a situa-
ção comunicativa e o tema/assunto do texto.
Gramática: 
Pronomes 
possessivos e 
demonstrativos
• Análise linguís-
tica/semiótica
(Ortografização)
• Morfologia (EF35LP14) Identificar em textos e usar 
na produção textual pronomes pessoais, 
possessivos e demonstrativos, como recurso 
coesivo anafórico.
Ortografia: 
Palavras com 
ç, ce e ci
• Produção de textos
(escrita compartilhada
e autônoma)
• Construção do sistema
alfabético/Convenções
da escrita
(EF35LP07) Utilizar, ao produzir um texto, 
conhecimentos linguísticos e gramaticais, tais 
como ortografia, regras básicas de concordân-
cia nominal e verbal, pontuação (ponto-final, 
ponto de exclamação, ponto de interrogação, 
vírgulas em enumerações) e pontuação do 
discurso direto, quando for o caso.
Estudo do 
dicionário
• Análise linguís-
tica/semiótica
(Ortografização)
• Leitura/escuta (com-
partilhada e autônoma)
• Construção do sistema
alfabético e da ortografia
• Estratégia de leitura
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário para es-
clarecer dúvida sobre a escrita de palavras, 
especialmente no caso de palavras com 
relações irregulares fonema-grafema.
(EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou 
expressões desconhecidas em textos, com 
base no contexto da frase ou do texto.
Trabalhando 
as emoções
— —
NOTA: A Base Nacional Comum Curricular 
(BNCC) define o conjunto de competências 
gerais, que serve como um guia para o 
aprendizado das crianças e que deve ser de-
senvolvido de forma integrada ao currículo.
195
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura de imagem – página 74
Orientação didática:
• Além das perguntas que já foram feitas sobre a 
imagem, deixe que os alunos apresentem outra 
interpretação.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Leitura de imagem
Orientação didática:
• Solicite aos alunos que levem, para a sala de aula, 
uma foto deles em um momento de afetividade. Pode 
ser com um parente, um amigo ou até com seu bichi-
nho de estimação. Crie um mural com todas as fotos.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Leitura de imagem
Orientação didática:
• Entregue para os alunos folhas de papel ofício e 
peça que desenhem um momento de afetividade que 
aconteceu com eles. Após a criação do desenho, soli-
cite-lhes que falem um pouco sobre o que fizeram.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Leitura de imagem
Orientação didática:
• Pegue uma imagem de revista e trabalhe, com os 
alunos, os aspectos da oralidade.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
21ª Semana – Grade semanal
196
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Atividade lúdica
Desenhar em grupo
Número de jogadores: 
• De 6 a 25.
Idade: 
• De 7 a 14 anos.
Materiais: 
• Lápis de cor e papel.
Descrição: 
• Formam-se grupos com igual número de jogadores (de 
2 a 6). Cada grupo tem papel ou cartolina e lápis de cor 
para os jogadores usarem indistintamente. Os grupos se 
sentam ao redor de uma mesa. O diretor do jogo propõe 
o tema do desenho e dá 2 ou 3 minutos para cada grupo 
decidir como vai realizá-lo e a ordem de participação. 
Quando o diretor diz “Começar!”, o primeiro de cada 
equipe começa a desenhar na folha ou na cartolina 
durante 1 minuto, tempo cujo transcurso é indicado pelo 
diretor do jogo ao dizer “Mudar!”. Nesse momento, quem 
estava desenhando para de fazê-lo, e o seguinte jogador 
continua com o desenho, e assim até todos terminarem.
Cada desenho é submetido à avaliação dos jogadores 
dos demais grupos, sendo ganhador aquele que obtiver 
mais pontos.
Regras e sanções:
• Enquanto cada jogador desenha, os demais colegas 
não podem lhe dar nenhuma indicação ou sugestão. Nas 
avaliações do desenho de cada grupo, todos os jogado-
res intervêm, exceto os autores. As notas serão de 0 a 10 
e apenas uma por equipe (os membros terão de chegar 
a um acordo prévio).
Variantes:
Permita que cada grupo escolha à vontade o tema 
do desenho.
Aplicação do ensino:
Etapa e ciclo: Ensino Fundamental.
Capacidades desenvolvidas: Criatividade, rapidez de 
decisão e trabalho em equipe.
Interdisciplinaridade: Plástica. 
Observações e sugestões: Tentar inculcar aos joga-
dores objetividade e imparcialidade na avaliação dos 
desenhos dos colegas. Deve-se abordar também o res-
peito para com o trabalho criativo dos participantes, 
ainda que pareça não apresentar ótima execução. 
É um jogo ideal para estimular a cooperação e o en-
tendimento entre todos.
JURADO, Juan José. 101 jogos de lápis e papel: para aprender e curtir. 
Petrópolis: Vozes, 2016.
197
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Orientação pedagógica
Em nossa vida diária, estamos rodeados por imagens 
impostas pela mídia, vendendo produtos, ideias, conceitos, 
comportamentos, slogans políticos, etc. Como resultado de 
nossa incapacidade de ler essas imagens, nós aprendemos 
por meio delas inconscientemente. A educação deveria 
prestar atenção ao discurso visual. Ensinar a gramática 
visual e sua sintaxe através da arte e tornar as crianças 
conscientes da produção humana de alta qualidade são 
formas de prepará-las para compreender e avaliar todo 
tipo de imagem, conscientizando-as de que estão apren-
dendo com essas imagens (BARBOSA, 1998, p. 17).
Desse modo, por estarem sempre em contato com as ima-
gens em seu dia a dia, as crianças possuem uma carga de 
conhecimento prévio já inserido em sua mente, que faz a 
diferença quando elassão colocadas diante de imagens 
que precisam ser lidas. Isso significa que cada criança vai 
entender a imagem a partir de sua vivência, explicando-a 
partindo das suas poucas experiências, e assim nenhuma 
leitura será parecida [...].
Revista Construir Notícias. A leitura de imagem no processo de ensino-aprendi-
zagem da Educação Infantil. ed. 101, 2018. 
BNCC
(EF15LP04)
Identificar o efeito de 
sentido produzido pelo 
uso de recursos Expres-
sivos gráfico-visuais em 
textos multissemióticos.
(EF15LP13)
Identificar finalidades 
da interação oral em 
diferentes contextos 
comunicativos (solicitar 
informações, apresentar 
opiniões, informar, rela-
tar experiências etc.).
74
198
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Fundamentação
Autoperfeição ou sentimento de honradez
A autoperfeição é a primeira característica negativa 
da personalidade (da pessoa) do professor que precisa 
ser considerada quando as coisas não vão bem na sala 
de aula e na sala dos professores. A autoperfeição é um 
aspecto nocivo do caráter humano. A pessoa se jacta 
acima do que ela realmente é. Nesse caso, é o tipo do 
professor convencido, que sabe tudo e mais que os 
outros, que não erra e possui a melhor didática, que se 
gaba de seus diplomas. É o professor que está acima do 
bem e do mal no que respeita a práticas pedagógicas, 
domínio de conteúdo e domínio de classe. Tudo que ele 
faz é perfeito. Muitos beiram o narcisismo.
Conviver com um professor assim em uma escola 
não é fácil. Como não existe ninguém que não cometa 
pelo menos um pequeno deslize, torna-se difícil para 
um coordenador pedagógico e para um diretor tratar 
com esse tipo de profissional ou até mesmo para cole-
gas e alunos. Suas provas são as mais bem elaboradas, 
e pobre do aluno que reclamar de alguma coisa.
Segundo observou certa vez um professor, a auto-
perfeição ajuda: ”Quero ser o melhor que posso ser”. 
Pelo visto, não entendeu o que eu disse. Há uma distân-
cia muito grande entre procurar melhorar profissional-
mente e (como pessoa) a cada dia e querer ser melhor 
que os seus pares.
Já outro, com ironia, escreveu-me o seguinte, 
referindo-se à autoperfeição e ao egocentrismo: “In-
signe professor: o senhor descreveu perfeitamente a 
postura dos professores de universidades públicas: frios 
e dogmáticos. Alguns são marxistas de laboratório, 
mas meros autômatos”. E acrescentou: “Já os docentes 
do Ensino Médio e do Ensino Fundamental são meros 
pobres coitados”. Em relação a determinados professo-
res de universidades federais, até que lhe dou alguma 
razão; mas, quanto aos “pobres coitados” em referência 
aos professores da Educação Básica, tenha santa pa-
ciência! Esse sentimento de coitadinho não tem relação 
alguma com a educação.
Entretanto, o que o “insigne professor” aqui escreveu 
se refere exclusivamente ao professor que se acha, que 
se gaba, que se guinda acima dos outros, convencido; 
o mais altivo, probo, lhano, nobre, honorável e sabido 
(besta) da escola. Esse é o sentimento de autoperfeição 
ou honradez que, a meu ver (e para seu bem), o profes-
sor deve evitar.
Portanto, como a autoperfeição ou o sentimento 
de honradez é um aspecto nocivo do caráter humano, 
o professor que se jacta acima do que realmente é, 
convencido, que possui a melhor didática, gaba-se de 
seus diplomas e considera perfeito tudo que faz, esse 
professor deve repensar sua postura, suas atitudes, sua 
maneira de ser. Além de prejudicar seu próprio trabalho, 
também prejudica o de outros na escola, o que pode 
afetar o trabalho na sala de aula e, consequentemente, 
o aprendizado dos alunos.
APOLINÁRIO, Maurício. Limites na sala de aula: emoções e atitudes e ações. 
Rio de Janeiro: Wak, 2012.
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: História em qua-
drinhos – página 75
Orientação didática:
• O gênero história em quadrinhos é muito apreciado pela
criançada. Aproveite para explorar todos os sentidos pos-
síveis construídos pela linguagem verbal e as imagens.
• Solicite aos alunos que reescrevam a história em
quadrinhos substituindo as palavras do vocabulário por
outras sinônimas.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário e Estudo do 
texto – página 76 
Orientação didática:
• Escreva, na lousa, frases com as palavras do vocabulá-
rio e solicite aos alunos que as substituam por outras de
sentido equivalente. Observe se os alunos conseguiram
realizar a atividade sem recorrer ao livro e parabenize-
-os não só pelos acertos, mas também pela iniciativa.
• Solicite aos alunos que percebam a relação entre os
quadrinhos. Você pode reproduzir os quadrinhos em
folhas de A4 e misturá-los para que os alunos possam
colocar na sequência.
Reservado para atividades de Matemática, 
História e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Sinônimos e antôni-
mos – página 77
Orientação didática:
• Escreva frases na lousa e sublinhe algumas palavras.
Peça aos alunos que digam que palavras podem subs-
tituir essas destacadas sem que o sentido mude. Expli-
que, a partir daí, o conceito de sinônimo e antônimo.
Reservado para atividades de Matemática, 
Ciências e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Gramática: Sinônimos e antôni-
mos – página 78 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Elabore uma atividade para os alunos relacionarem
palavras sinônimas e antônimas formando duplas de
palavras, de acordo com a sua orientação.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
22ª Semana – Grade semanal
200
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Atividade lúdica
Estudo grafológico
Número de jogadores: 
• De 4 a 9.
Idade: 
• A partir de 6 anos.
Materiais: 
• Lápis e papel.
Descrição:
• Os participantes escrevem o abecedário com maiús-
culas em sua folha. Em seguida, entregam a folha ao
colega à sua direita, que observa o tipo de letra durante
15 segundos para ser capaz de reconhecê-la depois. As
folhas vão passando de um colega para outro até todos
terem visto as folhas de todos.
O professor escolhe três jogadores, que, em conjunto, es-
colhem uma palavra de várias letras, como, por exemplo, 
borboleta. Depois, cada um deles escreve essa palavra 
na mesma folha em maiúsculas, evitando ser observados 
pelos demais participantes. Em seguida, eles mostram 
aos outros jogadores o papel com a palavra escrita três 
vezes. Se alguém se acha capaz de dizer quem escreveu 
cada uma das três palavras, levanta a mão e fala.
Regras e sanções:
As palavras escritas devem ter um mínimo de letras (mais 
de cinco). Cada acerto vale 1 ponto. Após a verificação, 
inicia-se outra rodada com outros três participantes. Se 
quem levantou a mão errar ao reconhecer os três autores, 
outro participante pode levantar a mão e tentar acertar.
Variantes:
Na variante anterior, pode-se mudar o número de 
letras e de participantes que escrevem a palavra por 
eles escolhida (dois, quatro, etc.). Também se pode 
jogar com sílabas, procedendo do mesmo modo.
Cada um dos três jogadores escolhidos deve 
escrever uma letra de uma palavra de três letras 
(por exemplo: Sol). Os colegas tentarão identificar 
o autor de cada letra.
Em vez de usar letras, é possível escrever apenas 
números ou uma combinação de ambos.
1
2
3
A
J
L
E
M
Aplicação do ensino
Etapa e ciclo: Ensino Fundamental.
Capacidades desenvolvidas: Memória, acuidade visual 
e relação.
Interdisciplinaridade: Linguagem.
Observações e sugestões: Sendo mais complexas, as 
variantes só devem ser aplicadas com participantes de 
mais idade.
JURADO, Juan José. 101 jogos de lápis e papel: para aprender e curtir. Petró-
polis: Vozes,2016.
201
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Orientação didática
• Solicite aos alunos que pesquisem a origem das
histórias em quadrinhos e apresentem um seminário
sobre elas. Peça-lhes que mostrem uma e anali-
sem as características aprendidas nela. Esse tipo
de atividade auxilia na apropriação dos conteúdos
estudados e, também, na oralidade.
• Para avaliar o nível em que a criança se encontra,
observe sua produção e o seu progresso. Por isso,
logo após a escrita, peça que a criança leia a pala-
vra que escreveu, apontando com o dedo. Observe:
BNCC
(EF15LP14)
Construir o sentido de 
histórias em quadrinhos 
e tirinhas, relacionando 
imagens e palavras e 
interpretando recur-
sos gráficos (tipos 
de balões, de letras, 
onomatopeias).
75
• Se a criança lê de forma global.
• Se faz a correspondência de uma letra para cada emissão
de voz.
• Se há existência de formas fixas.
• Se sobrar letras, pergunte, à criança, se poderá tirá-las ou não.
• Explore a produção da criança de modo a identificar o
nível em que se encontra.
Terminando o trabalho, anote, no verso, as observações que 
julgar necessárias, colocando a data para que possa acom-
panhar sua evolução.
202
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Orientação didática
• Trabalhe as palavras do texto propondo várias ativi-
dades que façam o aluno não só conhecer o significado
delas, mas também identificar o contexto de uso de
cada uma. Dessa forma, ampliará o seu acervo vocabu-
lar, além de desenvolver outras habilidades de interpre-
tação e escrita.
BNCC
(EF35LP03) 
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global. 
(EF35LP04) 
Inferir informações im-
plícitas nos textos lidos.
(EF35LP05) 
Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões des-
conhecidas em textos, 
com base no contexto da 
frase ou do texto.
(EF35LP12)
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
76
• Para finalizar os conhecimentos explorados na seção
Estudo do texto, é interessante propor a produção de
uma HQ. Você pode confeccionar os quadrinhos em
folhas de papel-sulfite, fazer cópias e distribuí-las aos
alunos. Dê sugestões de temas que podem ser aborda-
dos nos quadrinhos ou deixe-os livres para produzirem
de acordo com um tema da preferência deles.
203
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Orientação didática
Escreva, em plaquinhas, duplas de palavras 
sinônimas e outras antônimas. Reproduza 
emoticons (de confirmação e de negação) 
também em plaquinhas.
Você levanta uma plaquinha com as pala-
vras, e os alunos devem levantar a plaquinha 
do emoticon (de confirmação ou negação) 
adequadamente.
BNCC
(EF35LP06)
Recuperar relações entre 
partes de um texto, iden-
tificando substituições 
lexicais (de substanti-
vos por sinônimos) ou 
pronominais (uso de 
pronomes anafóricos – 
pessoais, possessivos, 
demonstrativos) que 
contribuem para a conti-
nuidade do texto.
77
Por exemplo:
Os alunos levantam a pla-
quinha de confirmação.
Sinônimos
belo / bonito
204
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Orientação didática
Anotações
Divida a turma em grupos e entregue-lhes uma pla-
quinha com a palavra sinônimo e outra com a palavra 
antônimo. Escreva cartões com duas palavras sinô-
nimas e duas antônimas e misture-os dentro de uma 
caixa pequena. Os grupos devem retirar os cartões e 
levantar a plaquinha de sinônimo quando as duas pala-
vras forem sinônimas e a de antônimo quando as duas 
palavras forem antônimas.
BNCC
(EF35LP06)
Recuperar relações entre 
partes de um texto, iden-
tificando substituições 
lexicais (de substanti-
vos por sinônimos) ou 
pronominais (uso de 
pronomes anafóricos – 
pessoais, possessivos, 
demonstrativos) que 
contribuem para a conti-
nuidade do texto.
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Na escola, tudo tem seu tempo
Fundamentação
Rotina e prazer são necessários no dia a dia. O papel do gestor é levar a equipe 
a equilibrar os dois polos para conseguir ensinar melhor.
O que é tempo? Uma pergunta como essa, tão filosófica, à primeira vista, parece 
ter pouco a ver com o mote deste texto — refletir sobre a atividade dos gestores 
escolares.
Pretendo mostrar que o tempo é, sim, um componente fundamental no dia a dia 
desses profissionais. Não apenas no que diz respeito à sua administração, mas tam-
bém em relação à sua vivência.
Peço ajuda aos gregos da Antiguidade para explicar melhor. Eles distinguiam 
dois tipos de tempo: o cronos e o kairós. O primeiro é o tempo efetivamente medido, 
aquele do relógio e da rotina. O segundo é o tempo vivido, que, diferentemente do 
cronos, não se mede pelo tamanho, mas pela intensidade. É como se os ponteiros 
de hora, minuto e segundo parassem e mergulhássemos em um túnel fora da Terra. 
Quando entramos nas portas infinitas do tempo kairós, o cronos fica sem importân-
cia. Como em um reencontro de dia inteiro com amigos queridos que há muito não 
víamos, podemos dizer: “Nem percebi que passou o tempo e já está na hora de ir 
para casa...”. Sinal de que a atividade realmente foi boa e pudemos nos entregar ao 
kairós vivido, valorizado, partilhado.
A escola está impregnada de kairós. As vivências afetivas são as mais lembradas 
de nossa infância. Certamente, muitas delas se passaram nos recreios, em um diálo-
go esclarecedor com um professor que ajuda a aprender o conteúdo, nos trabalhos 
em grupo, em uma instigante experimentação científica ou na exposição dos tra-
balhos. Os alunos também experimentam esse tempo quando ficam olhando para o 
infinito, como que distraídos, com o rosto entre as mãos, sonhando com a princesa 
ou o príncipe dos seus sonhos ou imaginando uma viagem ao mundo medieval, às 
geleiras dos Andes ou ao deserto de Calahari. Com os professores, não é diferente. 
Vem à cabeça a imagem de uma docente que me procurou para mostrar 
uma prova de Matemática que ela havia elaborado, 
dizendo: “Veja, Fernando, que lindo problema inventei 
para os alunos!”. Ela, sem dúvida, estava vivendo o 
tempo kairós.
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Não se pode esquecer, porém, de que o cotidiano escolar está repleto de cronos, o 
tempo que nos acompanha e nos enquadra, dando o sentido às tarefas, pondo-lhes metas 
e balizando a organização coletiva. O cronos é, frequentemente, confundido com a buro-
cracia — e não há nada de mau nisso. Explico o porquê. Por exemplo, a pontualidade no 
pagamento do salário é uma burocracia (já imaginou receber apenas quando o patrão 
quisesse?). Mas é uma burocracia boa, assim como a dos prazos cumpridos, a dos relató-
rios entregues e a das notas na secretaria no dia combinado.
Fazer esses dois tempos conversarem entre si não é fácil. Rotinas atropeladoras, ex-
cesso de demanda, mistura de urgências com condução do dia a dia... O conflito entre as 
atividades “burocráticas” e as “nobres” e “pedagogicamente ricas” é uma contradição que 
o gestor enfrenta diariamente. No limite, se faço só o prazeroso, abandono as exigências 
burocráticas pelas quais serei cobrado.
De outro lado, se não faço nada de que gosto, meu trabalho fica sem sentido. Sabemos 
que as duas atividades são importantes para nossa saúde mental e profissional. Como ad-
ministrar o tempo do gestor e da escola para responder a tantos problemas? Como fazer o 
equilíbrio entre eles?
O bom administrador do tempo é aquele que consegue extrair, dos mais corriqueiros 
atos do cotidiano, as maravilhas do kairós sem se 
descuidar do cronos, estabelecendo claramente 
os responsáveis pelas tarefas, expondodatas de 
entregas e cobrando o cumprimento dos prazos 
ligados ao bem comum.
Revista Nova Escola. Ano 24, n. 223, junho/julho 2009.
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com g e gu – 
página 78 (segunda coluna)
Orientação didática:
• Solicite que os alunos pesquisem palavras com as
letras g e gu. Converse sobre o porquê do uso e,
depois, oriente-os a recortarem apenas essas letras
e a montarem dois cartazes: letras maiúsculas e
letras minúsculas.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com g e gu – 
página 79 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Elabore um caça-palavras com as letras em estudo.
Insira palavras escritas de forma errada para que os
alunos possam identificá-las e corrigi-las na lousa.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com g e gu
Orientação didática:
• Apresente palavras faltando as letras g e gu e peça
para os alunos completarem.
Reservado para atividades de Matemática, 
Ciências e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com g e gu
Orientação didática:
• Solicite uma pesquisa, em jornais e revistas, de
palavras com g e gu. Depois, peça que os alunos
busquem o significado delas no dicionário.
Reservado para atividades de Matemática, 
História e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
23ª Semana – Grade semanal
208
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Atividade lúdica
Que comece pela letra...
Número de jogadores: 
• De 2 a 6.
Idade: 
• De 6 a 12 anos.
Materiais: 
• Lápis e papel.
Descrição:
• Em cada rodada, os jogadores escolhem um tema e
um deles diz qual é. Depois, determina-se uma letra
aleatoriamente (por exemplo, abrindo um dicionário ou
uma revista e pegando a primeira letra que for lida).
O sinal de “Já!” dá início ao jogo, que consiste em escre-
ver palavras que comecem com a letra determinada e 
tenham alguma relação com o tema escolhido.
Por exemplo: tema: cozinha; letra: c: cozinhar, caçarola, 
colher, concha, ceia, comida...
JURADO, Juan José. 101 jogos de lápis e papel: para aprender e curtir. Petró-
polis: Vozes, 2016.
Regras e sanções:
Qualquer jogador pode, quando quiser, inter-
romper e encerrar o jogo, bastando-lhe para isso 
contar até vinte em voz alta. Quando a contagem 
termina, ninguém pode continuar a escrever.
Será ganhador quem tiver mais pontos depois 
de repetir as rodadas previstas (5, 7, 9, etc.). 
Serão 2 pontos por palavra anotada por mais de 
um jogador e 5 por aquela que nenhum outro 
jogador tiver escrito. Palavras erroneamente 
escritas não valem.
Aplicação do ensino:
Etapa e ciclo: Ensino Fundamental.
Capacidades desenvolvidas: Memória e 
observação.
Interdisciplinaridade: Linguagem. Pode 
variar conforme os temas propostos.
Observações e sugestões: Caso se disponha 
de um cronômetro ou relógio com ponteiro 
de segundos, estipular um tempo máximo 
(ex.: 2 minutos) para os jogadores escreverem 
as respostas.
Variantes:
1. A letra escolhida pode estar localizada em
qualquer parte da palavra, não apenas no
início.
2. Escolher duas letras que devem estar
incluídas em qualquer lugar das palavras (do
tema escolhido).Tema: 
animais 
letra L
Co
lo
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lagartixa
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linguado
209
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Orientação didática
• Apresente aos alunos várias imagens cujo nome seja escrito com g ou gu. Solicite-lhes que 
escrevam o nome das imagens. Observe se irão grafar corretamente as palavras. Parabenize 
os que conseguirem acertar e solucione as dúvidas na escrita das palavras com g ou gu.
• Elabore um jogo da memória de palavras com g ou gu em folhas de papel-cartão. Cole figu-
ras e o respectivo nome abaixo. Explique as regras do jogo aos alunos: formar mais pares de 
palavras iguais. Esta atividade, além de ajudar a fixar o padrão silábico estudado, oportuniza 
um momento lúdico em sala de aula.
BNCC
(EF03LP01)
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/ 
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade 
(til, m, n).
78
210
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1. Leia as dicas para preencher a cruzadinha.
a. Material escolar utilizado para medir pequenos
comprimentos.
b. Faz viagens ao espaço.
c. Instrumento musical.
d. Pequeno primata; mesmo que mico.
d.
a.
b.
c.
Sugestão de atividade
79
BNCC
(EF03LP01)
Ler e escrever palavras 
com correspondências 
regulares contextuais 
entre grafemas e fone-
mas – c/qu; g/gu; r/rr; s/ 
ss; o (e não u) e e (e não 
i) em sílaba átona em 
final de palavra – e com 
marcas de nasalidade
(til, m, n).
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Fundamentação
Ensinar a criança a saber demonstrar seu agradecimento
Como fazer...Uma criança não pede para nascer, mas, em con-
trapartida, tudo o que recebe após o nascimento lhe 
é dado por alguém. Talvez por essa dependência que 
surge de sua extrema fragilidade é que pais e professo-
res insistem em que deve aprender a agradecer. Exter-
nar um agradecimento não é mais difícil que decorar 
o nome de um amigo ou de um cachorrinho, mas bem
mais importante que falar palavras de agradecimento é
construir em seu íntimo o sentimento de gratidão.
A gratidão não é um sentimento apenas humano. O 
cachorro que recebe a comida e o gato que acolhe o 
afeto demostram gratidão, assim como as flores pare-
cem demonstrá-la quando recebem a água generosa. 
Mas, se a gratidão não é sentimento especificamente 
humano, somente os homens podem sentir a imensa 
alegria em receber de outro esse sentimento e, para 
muitos, alegria ainda maior em oferecê-lo.
Contudo, os tempos modernos, marcados pela glo-
balização e pelo consumismo, estão mudando a face da 
gratidão. Cada vez mais, associamos esse sentimento a 
uma coisa, a um bem conquistado ou a um favor rece-
bido. A gratidão verdadeira vai muito além dessa troca, 
manifesta-se quando nos sentimos com saúde, evi-
dencia-se pela manhã de sol, pela onda generosa que 
acolhe e nos abraça na praia repleta de calor. As crian-
ças, ainda bem mais que os adultos, mostram-se mais 
sensíveis a esse consumismo desenfreado. Se não forem 
educadas na descoberta do sentimento de gratidão, 
crescem supondo que uma certa palavra ou um certo 
sorriso é o preço que devem pagar pelos brinquedos que 
pedem e acreditam firmemente nesse “toma lá, dá cá”.
Outra associação que os tempos de agora usam para 
perverter a gratidão é construir a falsa imagem de que 
esse é um sentimento apenas dos pobres, dos excluídos. 
Talvez por dependerem mais dos outros, externem com 
mais frequência palavras de agradecimento, mas não é 
possível confundir: agradecer é um gesto, uma palavra, 
uma ação corporal, sentir-se agradecido vai além do 
corpo, pois acalenta a alma e aquece o coração.
Algumas experiências simples marcam para todo o 
sempre a vida de uma criança. Como muito bem nos diz 
Guerra Junqueiro: “As almas infantis são brancas como 
a neve, / são pérolas de leite em peitos virginais. / Tudo 
quanto se grava e nelas se escreve / cristaliza em se-
guida e não se apaga mais”. Uma dessas experiências 
marcantes é alertar a criança para a beleza do Sol, a 
policromia da natureza, o ruído do vento, a diversidade 
de consistência da terra. Tal alerta deve vir acompanhado 
de um agradecimento, mas, mais importante que ele,é o 
sentimento. Por isso, experiências como essas não podem 
ser reduzidas a circunstâncias ocasionais. É importante 
que nos habituemos a nos sentir gratos por tudo quanto a 
vida nos dá para que possamos passar às crianças esses 
sentimentos e as palavras que possam externá-los.
Além disso, também é essencial que lhes ensinemos 
que viagens, passeios, brinquedos, festas e tudo o que 
as alegra surgem em ocasiões eventuais e por um mo-
tivo específico. É essencial que a criança possa esperar 
por um acontecimento e que jamais o desgaste por 
causa de sua banalização. Brinquedo a cada solicitação, 
festa quase todo fim de semana, agrado material em 
cada visita ao shopping são ferramentas que transfor-
mam o agrado em rotina e empalidecem o sentimento 
de gratidão.
Um elemento essencial na educação da gratidão — e 
não somente dela — é construir com a criança a sen-
sação de expectativa. Antes de levá-la à reali zação de 
um sonho, ensiná-la a esperar pelo sonho, a contar os 
minutos que o antecedem. Miguel de Cervantes já lem-
brava que “[...] a jornada é mais valiosa que a estalagem”, 
mostrando que a conquista que se obtém após alguma 
espera possui doçura maior, encantamento mais amplo. 
E, para desenvolver essa sensação de expectativa, não 
são necessários grandes prêmios ou eventos espetacula-
res: a crian ça aprende a esperar e, depois, a agradecer o 
jogo de botão que se promete para mais tarde ou a bala 
pe quena, mas saborosa, que a aguarda ao fim do dia. 
Nunca podemos associar a gratidão ao subor no. A 
criança necessita aprender que certas coisas devem ser 
feitas porque constituem seu trabalho, sua obrigação, 
não para ganhar isso ou aquilo. A verdadeira gratidão 
emerge não como uma troca, mas como uma conquista 
pela qual, com ansiedade crescente, muito se esperou.
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E ainda mais... 
Converse com as crianças sobre o que é “se for-
mar”, por que as pessoas se formam, o que significa o 
diploma que os diversos profissionais recebem quando o 
curso termina. Mostre que se formar significa que “você 
alcançou um fim”, que “você atin giu um alvo”. Posterior-
mente, explique que você vai inventar uma brincadeira 
de “formar” uma pessoa, concedendo-lhe um diploma. 
Que tal um “diploma de boa educação”? Faça o diplo-
ma e explique às crianças que a conquista de qualquer 
diploma, a formatura, somente tem sentido quando 
a pessoa conquistou conhecimentos para merecê-lo. 
Discu tam quais seriam as “matérias” que se deveriam 
saber para receber um diploma como esse. Ouça o que 
as crianças têm a dizer. 
Crie com elas, de maneira alegre, os fundamen-
tos para aferir quem pode e quem não pode ganhar 
esse diploma, tendo por critério a frequência de uso 
de expressões como “Obrigado”, “Com licença”, “Por 
favor”, etc. Vá além e imagine situações diferentes em 
que a boa educação e o agradecimento devem estar 
presentes. Como é ser bem-educado em uma praia? E 
em uma festa? E em um ônibus? Como é ser educado 
com as pessoas mais simples? Com os amigos? Imagine 
situações, invente uma espécie de teatrinho mostran-
do situações diversas em que se percebam a boa e a 
má-educação. 
Veja nos desenhos aos quais a criança assiste, nos 
programas que vê, nas histórias que ouve, nas cenas 
que presencia a existência do agradecimento e de sua 
falta. Quando esse sentimento se apresentar bem claro, 
após vários dias mostrando-o aqui e ali, combine a en-
trega do diploma. Sugira que a crian ça também possa 
outorgá-lo. A quem ela daria um diploma de pessoa 
que sabe agradecer? Caso não exista o diploma impres-
so, ainda assim importa pen sar de que maneira pode-
mos agradecer quem nos é agradecido. Se a ideia do 
diploma vingar, marque um prazo, crie um conselho — 
a presença da criança é imprescindível — para discutir 
a quem entregar ou a quem não entregar esse diploma. 
Se for o caso, invente uma bela festa de formatura. 
Mostre à criança que uma maneira de não saber 
agradecer é usar preconceitos ou fazer generalizações. 
Mais saudável que generalizar é o progressivo exercício 
de descobrir e reconhecer em cada pessoa um lado 
bom. Mostre que, na História, ocorreram muitos erros 
graves e que, durante muito tempo, esses erros geraram 
atitudes de não reconhecimento ao valor do outro. Fale 
do absurdo da escravidão, da ideia tola de superiori dade 
racial, mostre que agora vivemos outros tempos e que 
nesse nosso tempo agradecer é bom, não por motivos de 
interesse, mas de grandeza pessoal. 
Convide as crianças a escreverem ou relatarem dian-
te de um gravador uma pequena história sobre persona-
gens que sabem e personagens que não sabem mostrar 
seu agradecimento. Procure fotos e figuras em revistas 
e descubra cenas em que parece existir ou não agrade-
cimento. Se possível, proponha tirar fotos das crianças 
quando agradecem com o sor riso, com o aperto de mão, 
com a alegria em receber.
ANTUNES, Celso. A linguagem do afeto: como ensinar virtudes 
e transmitir valores. Campinas: Papirus, 2005.
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op
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dobe.com
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: Nuvens – páginas 
79 (segunda coluna) e 80 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Converse com os alunos sobre o texto em estudo
ressaltando as características dos textos informativos,
como: texto claro, objetivo. Fale sobre as mídias que
publicam esse tipo de texto, etc.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário e Estudo 
do texto – páginas 80 (segunda coluna) e 81 (primeira 
coluna)
Orientação didática:
• Solicite aos alunos que se dividam em grupos e
confeccionem um painel interpretando o que enten-
deram do texto. Distribua o material necessário para a
atividade; para isso, organize-se previamente. Analise
a comunicação entre os integrantes e a organização
dos grupos.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Sinais de pontuação e 
tipos de frase – páginas 81 (segunda coluna), 82 e 83
Orientação didática:
• Apresente aos alunos tarjetas com a figura dos si-
nais de pontuação estudados e solicite-lhes que es-
crevam, na lousa, frases utilizando-os corretamente.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com h 
inicial – página 84
Orientação didática:
• Confeccione um jogo da memória com figuras cujo
nome é escrito com h inicial. Os alunos podem brin-
car em duplas ou grupos. Associar atividades lúdicas
ao conteúdo sistemático é uma forma de promover a
aprendizagem enquanto os alunos se divertem.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
24ª Semana – Grade semanal
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Atividade lúdica
Número de jogadores: 
• De 2 a 6.
Idade: 
• A partir de 6 anos.
Materiais: 
• Lápis e papel.
Descrição:
Os jogadores falam em ordem, rapidamente e sem 
pensar, uma série de letras (vogais ou consoantes) até 
completarem dez (podem ser repetidas quantas vezes 
se quiser). Enquanto as letras vão sendo ditas, cada 
participante as anota no seu papel. Com todas as letras 
já escritas, dá-se o aviso para começar, e cada jogador 
tem de escrever uma palavra que tenha a maior quanti-
dade possível dessas letras.
O jogo para no momento que um dos jogadores indicar. 
Quem tiver escrito uma palavra utilizando o máximo 
número de letras ganha essa mesma quantidade de 
pontos. Os demais jogadores não ganham pontos nessa 
rodada, mesmo que tenham escrito palavras com igual 
ou menor número de letras.
Utilize todas as letras
Regras e sanções:
Só se permitem palavras (tanto no singular quanto no 
plural) que constemdos dicionários.
Se dois jogadores tiverem escrito a mesma palavra, os 
pontos ficarão com aquele que tiver parado o jogo.
Variantes:
Aplicação do ensino:
Etapa e ciclo: Ensino Fundamental e Ensino Médio.
Capacidades desenvolvidas: Memória e estratégia.
Interdisciplinaridade: Linguagem.
JURADO, Juan José. 101 jogos de lápis e papel: para aprender e curtir. Petró-
polis: Vozes, 2016.
1
3
2
4
Quando dois ou mais jogadores escrevem 
a palavra mais comprida, todos ganham o 
mesmo número de pontos.
Utilizar mais ou menos letras.
Todos os jogadores que tenham escrito 
uma palavra que faça sentido ganharão 
pontos. Depois de todas as rodadas previs-
tas, ganha quem somar mais pontos.
Pode haver diversos modos de escolher 
as letras: conforme aparecem em livro ou 
revista (as pares, as primeiras à esquerda, 
etc.), apontando com o dedo um parágrafo 
de olhos fechados, etc. Também podem 
ser ditas por uma pessoa que não partici-
pe nem desempenhe outra função no jogo. 
Outro método é fazer um sorteio no qual 
um jogador extrai, de um saco com todas 
as letras, aquelas que serão usadas no 
jogo (repondo-as no saco para que pos-
sam sair de novo); nesse caso, é preciso 
que haja mais vogais.
A , V, S, E, C, R, O, A, L, A, H, A, E
ESCARAVELHO
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Orientação didática
Antes de iniciar a leitura do texto, pergunte aos alunos 
se já leram alguma informação em uma enciclopédia. 
Explique a finalidade desse gênero e suas caracte-
rísticas. Depois, leia-o em voz alta e questione se os 
alunos conseguiram perceber nele as características 
mencionadas.
BNCC
(EF04LP15)
Distinguir fatos de 
opiniões/sugestões em 
textos (informativos, 
jornalísticos, publicitá-
rios etc.
79
216
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Orientação didática
Realize atividades diversas para trabalhar as palavras 
do vocabulário do livro do aluno. É importante que os 
alunos completem frases com palavras sinônimas e 
antônimas, que escrevam frases com elas. Outra dica 
relevante é solicitar que encontrem essas palavras no 
dicionário, escrevam o significado de cada uma e, de-
pois, comparem com o que está no vocabulário.
80
BNCC
(EF04LP15)
Distinguir fatos de 
opiniões/sugestões em 
textos (informativos, 
jornalísticos, publicitá-
rios etc.
(EF35LP05)
Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões des-
conhecidas em textos, 
com base no contexto da 
frase ou do texto.
Anotações
217
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Orientação didática
• Explore a linguagem oral dos alunos. Dessa forma, você
pode observar a desenvoltura deles na questão da inter-
pretação do texto, bem como nos conhecimentos prévios.
• Solicite aos alunos que procurem e copiem, de lições já
estudadas, frases afirmativas, negativas e exclamativas.
Peça-lhes que leiam essas frases para os colegas.
• Mostre uma gravura e peça a um aluno que forme uma fra-
se afirmativa com ela e a outro que forme uma frase negati-
va. Continue a atividade até que todos tenham participado.
BNCC
(EF15LP03)
Localizar informações 
explícitas em textos.
(EF35LP03) 
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global. 
(EF03LP07)
Identificar a função na 
leitura e usar na escrita 
ponto-final, ponto de 
interrogação, ponto de 
exclamação e, em diá-
logos (discurso direto), 
dois-pontos e travessão.
(EF35LP07) 
Utilizar, ao produzir um 
texto, conhecimentos lin-
guísticos e gramaticais, 
tais como ortografia, re-
gras básicas de concor-
dância nominal e verbal, 
pontuação (ponto-final, 
ponto de exclamação, 
ponto de interrogação, 
vírgulas em enumera-
ções) e pontuação do 
discurso direto, quando 
for o caso.
81
Anotações
218
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Orientação didática
• Solicite a um aluno que faça uma pergunta qualquer a
um colega. O colega responde. Continue a atividade até
que todos tenham participado.
• Mostre uma gravura e peça a um aluno que forme uma
frase interrogativa e que outro responda a ela.
• Escreva frases na lousa e peça aos alunos que as clas-
sifiquem como afirmativas, exclamativas, negativas ou
interrogativas.
BNCC
(EF03LP07)
Identificar a função na 
leitura e usar na escrita 
ponto-final, ponto de 
interrogação, ponto de 
exclamação e, em diá-
logos (discurso direto), 
dois-pontos e travessão.
(EF35LP07) 
Utilizar, ao produzir um 
texto, conhecimentos lin-
guísticos e gramaticais, 
tais como ortografia, re-
gras básicas de concor-
dância nominal e verbal, 
pontuação (ponto-final, 
ponto de exclamação, 
ponto de interrogação, 
vírgulas em enumera-
ções) e pontuação do 
discurso direto, quando 
for o caso.
82
• Dê uma resposta afirmativa ou negativa e solicite a
um aluno que formule a pergunta (frase interrogativa)
correspondente.
Continuar a atividade com outras frases e alunos.
Exemplos:
a. — Meu endereço é Rua América, 100.
— Qual é o seu endereço?
b. — Meu nome é Sueli.
— Qual é o seu nome?
219
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1. Leia as frases com a expressividade da pontuação.
Sugestão de atividade
BNCC
(EF03LP07)
Identificar a função na 
leitura e usar na escrita 
ponto-final, ponto de 
interrogação, ponto de 
exclamação e, em diá-
logos (discurso direto), 
dois-pontos e travessão.
(EF35LP07) 
Utilizar, ao produzir um 
texto, conhecimentos lin-
guísticos e gramaticais, 
tais como ortografia, re-
gras básicas de concor-
dância nominal e verbal, 
pontuação (ponto-final, 
ponto de exclamação, 
ponto de interrogação, 
vírgulas em enumera-
ções) e pontuação do 
discurso direto, quando 
for o caso.
83
A pontuação contribui para dar sentido às frases. 
Copie a frase que corresponde a:
a. Uma pergunta: 
b. Uma informação: 
c. Uma interrupção: 
d. Que demonstra espanto ou surpresa: 
 
Carlos mora na cidade?
Carlos mora na cidade.
Carlos mora na cidade...
Carlos mora 
na cidade!
Carlos mora na cidade. 
Carlos mora na cidade!
Carlos mora na cidade?
Carlos mora na cidade...
220
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Orientação didática
BNCC
(EF35LP13)
Memorizar a grafia 
de palavras de uso 
frequente nas quais as 
relações fonema-gra-
fema são irregulares e 
com h inicial que não 
representa fonema.
84
• Solicite aos alunos que pesquisem, em revistas ou na
Internet, figuras cujo nome é escrito com h inicial e
montem um painel com os recortes.
• Faça um ditado de palavras para avaliar a aprendiza-
gem dos alunos em relação ao novo conteúdo estudado.
• Apresente palavras com h inicial aos alunos e explique
que, no início das palavras, o som dessa letra é mudo e
que as palavras só a mantêm por questões de natureza
etimológica.
• Elabore uma lista de palavras para os alunos comple-
tarem com h inicial quando necessário.
221
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Fundamentação
A poesia para crianças
Leia, reflita e questione. 
A poesia é um gênero literário que sofre os maiores preconceitos editoriais... Edita-
-se muito pouco, mui raramente e sem muito critério. Grandes poetas brasileiros não
têm versões infantis de sua obra, e poetas menores, que não dominam o verso, que não
sabem falar de modo sensível e belo, têm suas pobres palavras impressas...
TEM QUEM ACHE QUE A POESIA INFANTIL TEM QUE SER MORALIZADA, falar de costumes 
edificantes, de como organizar o dia a dia, descrever bons hábitos de higiene dentária 
ou glorificar o Dia das Mães ou o Dia dos Povos Indígenas... Que, obviamente, por serem 
restritivas e diretivas, já têm grandes chances de não ser boa poesia. E, geralmente, são 
pessimamente escritas,entediando profundamente a criança. 
TEM QUEM ACHE QUE A POESIA PARA CRIANÇAS TEM QUE SER PEQUENININHA, bo-
binha, mimosinha e outros inhos... Que deve contar como a plantinha cresce, de como 
a chuvinha caindo faz a folhinha ficar grande e forte e outras tatibitatices que acabam 
irritando a criança por acharem que ela é um bebê, que com ela só se fala 
no diminuitivo, que gosta de frases para crianças pequenas e que está 
curiosa em relação assuntos para lá de interessantes prum berçário, 
mas jamais pra um aluno de 1o ou 3o ano... 
TEM QUEM ACHE QUE A POESIA PARA CRIANÇAS DEVE TRA-
TAR DE TEMAS PATRIÓTICOS, cívicos, fazendo com que alunos 
em coro recitem odes à pátria, em várias datas específicas, 
de preferência muitíssimo bem decoradas... 
Como se cidadão não fosse o ano inteiro e como se 
poesia fosse decantar um dia do calendário... E ainda 
usando chavões, grandiloquências, frases de pretenso 
efeito que não se ouvem mais em lugar nenhum... Em ge-
ral tediosos, chatos, compridos e dando aquela sensação 
de ridículo e de mal-estar ao ser, a poesia, declamada, 
em conjunto, por toda uma classe...
mizar_21984 / stock.adobe.com
be
 fr
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tock.adobe.com
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TEM QUEM ACHE QUE A POESIA INFANTIL DEVE 
FALAR DE ASSUNTOS PIEGAS: de órfãos abandonados, 
de escravos gratos, de cartas enviadas pelo pai que 
está na guerra ou na prisão, da moça que foi aban-
donada, etc. e tal... Emoção verdadeira é uma coisa, 
pieguice gasta e óbvia é outra... Claro que a tristezura 
pode — e deve — estar presente, mas se bem des-
crita, bem vivida, bem expressa. Há uma definição 
curtinha do Mario Quintana, intitulada “Tristeza de 
escrever”, onde ele diz esta lindeza: 
“Cada palavra é uma borboleta morta espetada 
na página. 
Por isso, a palavra escrita é sempre triste...”. 
A POESIA PARA CRIANÇAS, ASSIM COMO A PRO-
SA, TEM QUE SER, ANTES DE TUDO, MUITO BOA! De 
primeiríssima qualidade!!! Bela, movente, cutucante, 
nova, surpreendente, bem escrita... Mexendo com a 
emoção, com as sensações, com os poros, mostran-
do algo de especial ou que passaria despercebido, 
invertendo a forma usual de a gente se aproximar 
de alguém ou de alguma coisa... Prazerosa, diverti-
da, inusitada, se for a intenção do autor... Prazerosa, 
triste, sofrente, se for a intenção do autor... Prazerosa 
gostosa, lúdica, brincante, se for a intenção do autor...
Ou, como diz José Paulo Paes, ao dar sua "Ex-
plicação", em seu livro É isso ali: “A poesia não é 
mais do que uma brincadeira com as palavras. Nessa 
brincadeira, cada palavra pode e deve significar mais 
de uma coisa ao mesmo tempo: isso aí é também isso 
ali. Toda poesia tem que ter uma surpresa. Se não 
tiver, não é poesia: é papo-furado” (e ele, um de 
nossos maiores poetas, bem sabe o que fala...).
ABRAMOVICH, Fanny. In: Literatura Infantil: gostosuras e bobi-
ces. São Paulo, Scipione, 1989.
Cristina Conti / stock.adobe.com
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a
1o dia 
Semana de revisão.
2o dia
Semana de revisão.
3o dia
Semana de revisão.
4o dia 
Semana de revisão.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
25ª Semana – Grade semanal
224
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Atividade lúdica
Jogo de palavras
Objetivo:
• Desenvolver a habilidade da formação das palavras
e de sua divisão silábica, que muitas vezes confun-
de os alunos na hora de fazer algum exercício que
envolva a separação de palavras por sílabas.
Passo a passo: 
• Divida a turma em grupos.
• Distribua igualmente fichas com sílabas para
cada grupo.
• O grupo que fizer mais palavras utilizando as fichas
ganhará o jogo.
Disponível em: https://minhasatividades.com/
brincadeiras-para-aprender-portugues/ 
Acesso em: 12/12/2022.
Fotos: JenkoAtaman, pololia / stock.adobe.com
225
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Semana de revisão
 arrafa
açou e 
 ichê
1. Leia outro trecho do texto O lobo e o cão.
4. Complete as palavras com h quando necessário.
3. Releia o trecho do texto O lobo e o cão e retire dele:
2. Complete as palavras com g ou gu.
Unidade 3
• Sinônimos e antônimos
• Palavras com g e gu
• Sinais de pontuação e tipos de frase
• Palavras com h inicial
Sugestão de resposta: 
Sugestão de resposta: livre
Sugestão de resposta: pobreza
gu
ggu
gu
gu
gu
gu
companheiro alegria
Disse-lhe o cão:
 “Lobo amigo!
Serás feliz se quiseres
deixar tudo e vir comigo;
vives assim porque queres...
Terás comida à vontade,
terás afeto e carinho,
mimos e felicidade
na boa casa em que vivo!”.
Foram-se os dois. Em caminho,
disse o lobo, interessado:
“Que é isto? Por que motivo
tens o pescoço esfolado?”.
“É que, às vezes, amarrado,
me deixam, durante o dia...”
“Amarrado? Adeus, amigo!
(Disse o lobo) Não te sigo!
Muito bem me parecia
que era demais, a riqueza...
Adeus! Inveja, não sinto:
quero viver como vivo!
Deixa-me com a pobreza!
Antes livre, mas faminto,
do que gordo, mas cativo!”
Observe as palavras extraídas do texto e escreva um 
sinônimo para elas. 
Agora, escreva o antônimo das que estão abaixo.
• uma frase com ponto de exclamação.
• uma frase com ponto-final.
• uma frase com ponto de interrogação.
Sugestão de resposta: Deixa-me com a pobreza!
Sugestão de resposta: Foram-se os dois.
Sugestão de resposta: “Que é isto?”
amigo felicidade
cativo 
riqueza 
fo ete
 ia 
pre iça
 elicóptero 
 erói 
 união
 álbum 
 ovos 
 umildade
 irlanda 
 orila
 aitag
h
h
h h
h
h
h
h
h
g
 iena
 omem 
 élice
 umano 
un a 
 ambúrguer
226
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Fundamentação
Existem professores resilientes? São muitos os alunos resilientes?
Existem, ainda que em pequena, embora crescente, 
quantidade. Até os anos 1970, o acesso ao magistério 
— como às demais carreiras acadêmicas — impunha 
desafios que o colocavam distante da pobreza. Somente 
pessoas da classe alta ou da classe média — portanto, 
raramente expostos à resiliência — poderiam aspirar 
acesso à formação docente.
Esse quadro mudou significativamente, e, hoje, duas 
gerações de educadores frequentam a mesma sala de 
professores. O exame dos resultados do questionário so-
cioeconômico do Provão 2001 mostra que 9,8% dos pais 
dos alunos dos cursos de Pedagogia são analfabetos 
(contra apenas 0,9% dos alunos matriculados nos cursos 
de Medicina); e 54,7% não concluíram o 4o ano (contra 
apenas 10,7% dos alunos matriculados nos cursos de 
Medicina). Em Letras e Matemática, 23,1% e 24,4% dos 
formandos viviam em famílias com renda inferior a 540 
reais. Essas estatísticas, e muitos outros dados oficiais 
que as confirmam, mostram que muitas pessoas pobres 
conseguiram colocar seus filhos nos cursos superio-
res, com expressiva vantagem para o de formação de 
professores. Muitos entre estes cresceram em favelas ou 
cortiços, alguns foram moradores de rua ou viveram em 
casas assistenciais e caracterizam um quadro de resi-
liência que se opõe ao de professores mais antigos, para 
os quais essa diversidade se mostrava inviável.
Professores resilientes, ainda que em pequena quan-
tidade, começam a ocupar as salas de aula, mas prisio-
neiros de um sistema educacional arcaico que os formou. 
Em seus empregos, desenvolvem programas, estratégias 
de ensino, esquemas de avaliação e currículos que se 
opõem à resiliência e, dessa forma, não aplicam seu 
extraordinário potencial para um processo renovador.
Muito mais do que se poderia imaginar.
A democratização do ensino e a facilidade para as 
condições de acesso à escola sofreram brutal mudan-
ça nos últimos dez anos, e, dessa forma, milhões de 
crianças antes afastadas do estudo para o trabalho 
infantil ou pelas dificuldades múltiplasimpostas por 
uma escola elitista puderam chegar às salas de aula e, 
não raramente, em muitas classes das escolas públicas, 
constituem a maioria ou a totalidade dos alunos. Esse 
número continua a crescer, e o perfil socioeconômico 
do aluno do ensino público de dez anos atrás rapida-
mente se transfigura. De um integrante da classe média, 
satisfatoriamente alimentado e usufruindo de razoável 
condição de habitação e lazer, passa a ser filho de mãe 
solteira ou pai desconhecido, egresso de uma família 
estruturada em bases totalmente diferentes da família 
convencional, suportando duras pressões sociais que se 
associam a um quadro de fome qualitativa, indigência, 
miséria e violência.
O paradoxo é que esse aluno resiliente descobre 
uma escola pública moldada em estruturas antiqua-
das e com professores geralmente despreparados para 
acolhê-lo. Essa situação mostra perspectivas de agra-
vamento, uma vez que foram definitivamente removi-
dos os impedimentos, trazendo esse novo aluno a esse 
superado modelo de escola. 
ANTUNES, Celso. Na sala de aula. Petrópolis: Vozes, 2012.
227
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: Aviso – página 85 
(primeira coluna)
Orientação didática:
• Realize a leitura dramatizada do texto e pregue-o na 
sala de aula como se fosse realmente um aviso.
• Registre as interpretações dos alunos sobre o texto lido.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário e Estudo 
do texto – páginas 85 (segunda coluna) e 86 (primeira 
coluna)
Orientação didática:
• Pregue avisos na sala de aula sobre diferentes temas, 
como o aniversário de um integrante da turma, ou 
finja mudar propositalmente o local da aula sem avisar 
aos alunos para que procurem algum aviso na sala de 
aula e façam uso do gênero textual trabalhado.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Adjetivo – página 86 
(segunda coluna)
Orientação didática:
• Distribua um texto com lacunas nos locais dos 
adjetivos e solicite às crianças que o completem com 
os adjetivos que acharem mais adequados. Depois, 
compare os complementos feitos pelas crianças com 
os adjetivos da versão original do texto.
Reservado para atividades de Matemática, 
Ciências e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Gramática: Adjetivo – páginas 
87 e 88 (primeira coluna) 
Orientação didática:
• Converse com os alunos sobre a função dos adjeti-
vos na frase, ressaltando a particularidade de con-
cordância com o substantivo.
Reservado para atividades de Matemática, 
História e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
26ª Semana – Grade semanal
228
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Atividade lúdica
A palavra é…
Objetivo: 
• Estimular a criatividade do aluno e seu raciocínio 
rápido para pensar nas palavras e escrevê-las da 
maneira correta. Como envolve toda a turma, que é 
subdividida por fileiras, é um modo de promover uma 
competição saudável que resultará em aprendizado.
Materiais: 
• Folhas de papel em branco, pautadas e numeradas 
de um a vinte.
Passo a passo: 
• O professor entregará a folha para o primeiro 
aluno de cada fileira. Em seguida, dirá uma palavra, 
e o primeiro aluno de cada fileira deverá escrever o 
maior número possível de palavras começadas com 
a primeira letra. Ao ouvirem a segunda palavra, dada 
pelo professor, todos devem passar o papel para 
o colega de trás, que escreverá também o maior 
número de palavras começadas com a primeira letra. 
E assim sucessivamente. A fileira que completar a 
folha numerada será a vencedora.
Disponíveis em: https://minhasatividades.com/brincadeiras-para-aprender-
-portugues/. Acesso em: 12/12/2022.
229
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Orientação didática
Anotações
Pergunte aos alunos quantos já leram um aviso como o 
que aparece na página 85 do livro do aluno e quantos já 
necessitaram enviar um aviso a um colega, um profes-
sor, um parente. Explique que cada gênero textual tem 
suas características específicas e que a finalidade de 
cada um é a interação social. Podemos nos comunicar 
por meio de um bilhete, de uma carta, de um seminário, 
de uma notícia, etc. Chame a atenção dos alunos para 
as peculiaridades do gênero aviso.
BNCC
(EF15LP01)
Identificar a função 
social de textos que 
circulam em campos 
da vida social dos quais 
participa cotidiana-
mente (a casa, a rua, a 
comunidade, a escola) 
e nas mídias impressa, 
de massa e digital, 
reconhecendo para 
que foram produzidos, 
onde circulam, quem os 
produziu e a quem se 
destinam.
(EF35LP12) 
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
85
230
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Orientação didática
• Construa, com os alunos, avisos sobre algum aconte-
cimento que haverá na escola, como uma feira ou os
jogos interescolares.
• Traga imagens de pessoas executando ações diversas
em contextos diferentes. Podem ser recortes de jornais
e revistas ou impressos de computador. De preferência,
escolha imagens que não possuam texto algum sobre
elas. Fixe-as na lousa com fita adesiva e, em seguida,
peça aos seus alunos que, por meio da observação das
BNCC
(EF15LP03)
Localizar informações 
explícitas em textos.
(EF03LP09)
Identificar, em textos, 
adjetivos e sua função de 
atribuição de proprieda-
des aos substantivos.
86
imagens, escrevam frases corretamente adjetivadas.
Experimente usar imagens que possam ter mais de uma 
descrição, como, por exemplo, uma cena de caridade 
entre um idoso e uma criança: “O idoso está feliz com 
a criança”, “A criança se sente grata pela caridade do 
idoso”, etc. Mantenha a atividade até que se julgue que 
as oportunidades interpretativas das imagens foram 
completamente exploradas.
231
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Sugestão de atividade
1. Circule os adjetivos do texto abaixo. 2. Forme frases usando os adjetivos abaixo.
BNCC
(EF03LP09)
Identificar, em textos, 
adjetivos e sua função de 
atribuição de proprieda-
des aos substantivos.
87
Na verde e extensa floresta, há árvores 
grandes, pequenas e muito úteis. Nela, vivem 
vários animais. São onças-pintadas, tigres 
ferozes, cobras venenosas, macacos travessos 
e lindos esquilos.
frio
atencioso
Resposta pessoal
Resposta pessoal
232
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a. Você é muito alto, mas seu primo é .
b. O carro do meu tio é novo, e o da minha mãe é .
c. O meu relógio é moderno, e a joia de minha vovó
é .
d. A história que li não é triste, ela é .
a. Quem estuda é .
b. Quem tem preguiça é .
c. Quem tem bondade é .
d. Quem tem medo é .
e. Quem tem coragem é .
Sugestão de atividade
1. Complete as frases com o antônimo do adjetivo pre-
sente nas frases.
2. Complete as orações com o adjetivo correspondente.
Veja o exemplo.
BNCC
(EF03LP09)
Identificar, em textos, 
adjetivos e sua função de 
atribuição de proprieda-
des aos substantivos.
88
engraçada
estudioso
preguiçoso
bondoso
medroso
corajoso
antiga
velho
baixo
233
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Fundamentação
Patologias da linguagem 
A criança disléxica se parece em tudo (ou 
quase tudo) com as outras crianças: inteligen-
te, viva, agradável, esportiva. Apenas se apre-
senta abaixo de seu grupo no desempenho da 
leitura e escrita. Não raro, a dislexia costuma 
se apresentar em indivíduos de inteligência 
superior.O maior problema da criança dis-
léxica é a incompreensão das pessoas que a 
cercam, inclusive o professor. Geralmente, a 
criança apresenta problemas emocionais ou 
de comportamento, como timidez, inquietação, 
sentimento de inferioridade, e, muitas vezes, é 
tachada de preguiçosa e desinteressada.
É a dificuldade na aquisição da leitura, 
geralmente acompanhada de distúrbios da 
escrita, existindo, em maior ou menor grau, 
perturbações na percepção associadas às 
dificuldades temporoespaciais, ao esquema 
corporal e à lateralidade (H. Boder).
De acordo com alguns teóricos, a verda-
deira dislexia tem uma causa hereditária, 
fator constitucional (existem antecedentes na 
família). Para outros estudiosos o problema 
se relaciona a uma disfunção cerebral mínima 
(Harold Levy); portanto, sua etiologia ainda 
não está definida.
A dislexia aparece através das queixas de 
dificuldades de leitura e escrita, comporta-
mento instável, falta de atenção, discordância 
entre a inteligência e seu rendimento em 
leitura e escrita, discordância entre linguagem 
e as demais matérias.
Dislexia
O que é dislexia?
Causas
Como identificar o problema
234
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Características na leitura Observação 
Consideramos oportuno incluir as características que 
poderão ser observadas em outras áreas. Vejamos: 
Escrita espelhada.
Escrita de numerais, apresentando 
rotação de algarismos. 
Repetição de letras, sílabas e palavras.
Dificuldade em desenhar esquemas.
Lentidão.
Mistura de letras minúsculas com 
maiúsculas.
Dificuldade de seriação: números, 
meses do ano.
Escrita repassada, rasurada.
Dificuldade em entender mapas, pon-
tos cardeais e estabelecer coordenadas 
geográficas.
O desempenho na cópia é melhor do que 
na linguagem espontânea.
1
1
5
5
9
3
3
7
7
11
2
2
6
6
10
4
4
8
8
Substituição de letras semelhantes na 
sua forma ou letras que correspondem a 
fonemas semelhantes. Exemplos: dote / 
bote; voi / foi. Inversão de algarismos ou troca por outro 
de som semelhante. Exemplos: 24/42; 
60/70.
Dificuldade em utilizar os elementos 
gramaticais e a estrutura sintática da 
frase (na percepção do tempo, gênero e 
número das palavras e na função sujeito 
+ verbo + complemento). Dificuldade nos conceitos de antes e 
depois; amanhã e ontem; presente, 
passado e futuro.
Postura inadequada, tanto da criança 
quanto da folha de papel.
Inversões de letras, sílabas ou palavras, 
sendo mais frequentes em sílabas inversas 
ou travadas. Exemplo: sorvete / soverte.
Muitas vezes, não consegue boa perspecti-
va no desenho. 
Dificuldade em individualizar as palavras: 
aglutinando-as (ojavali) ou dissociando-
-as (o va ga lu me).
Dificuldade em reproduzir ou distinguir 
ritmos, códigos e fórmulas científicas.
SORDI, Rose. Magistrando a língua portuguesa: literatura brasileira, 
redação, gramática, metodologia de ensino e literatura infantil. São 
Paulo: Moderna, 1991. 
235
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com ch, lh 
e nh – página 88 (segunda coluna) e 89
Orientação didática:
• Faça a leitura do texto do livro do aluno e converse
com os estudantes sobre a escrita de palavras com ch,
lh e nh.
Reservado para atividades de Matemática e 
Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com ch, lh 
e nh 
Orientação didática:
• Realize um ditado com palavras escritas com ch, lh
e nh para fixação da aprendizagem.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com ch, lh 
e nh 
Orientação didática:
• Explique aos alunos que a letra h inicial tem som
mudo, mas, quando se junta às letras c, l e n, forma
com essas letras um único som.
Reservado para atividades de Matemática, 
Ciências e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com ch, lh 
e nh 
Orientação didática:
• Reforce a separação silábica de palavras com os
dígrafos ch, lh e nh.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
27ª Semana – Grade semanal
236
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Atividade lúdica
Ge
lp
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Dinâmica das palavras
Objetivo:
• Reconhecer as palavras usando a linguagem corporal.
Materiais:
• Caixa de presente com palavras em fichinhas, lousa e giz.
Procedimentos: 
Divida a turma em equipes. Faça um sorteio para ver a equipe que começa. Um participante retira 
a palavra da caixa sem que os demais vejam e faz a mímica da palavra para os colegas descobri-
rem. Quem acertar leva ponto. Em seguida, peça para o aluno que acertou escrever a palavra na 
lousa e formar uma frase. Em caso de alunos em fase de alfabetização, o professor e os amigos 
poderão ajudar. Ganha o grupo que fizer mais pontos. O grupo que perder deverá cumprir uma 
prenda para o grupo vencedor.
Disponível em: https://armazemdetexto.blogspot.com/2015/03/dinamicas-para-sala-de-aula.html.
237
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Orientação didática
Anotações
• Solicite aos alunos que escrevam o maior número de
palavras com ch, lh e nh que conhecem. Faça a corre-
ção e, depois, peça a eles que compartilhem com seus
colegas para a ampliação do vocabulário.
• Distribua aos alunos imagens cujo nome seja escrito
com ch, lh e nh. Confeccione algumas plaquinhas em
que devem escrever ch, lh e nh e entregue-lhes. Ao
mostrar uma imagem, os alunos deverão levantar a
placa que corresponde ao dígrafo que há no nome da
imagem mostrada.
BNCC
(EF03LP03)
Ler e escrever correta-
mente palavras com os 
dígrafos lh, nh, ch.
88
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Orientação didática
Execute exercícios de escrita de palavras com ch, lh e 
nh em ordem alfabética. Aproveite esse momento e rea-
lize uma correção coletiva com a finalidade de promo-
ver uma revisão significativa da aprendizagem, levando 
o erro a fazer parte desse processo de forma positiva.
Observe as sugestões a seguir. A prática delas facilitará
a fixação do tema trabalhado.
BNCC
(EF03LP03)
Ler e escrever correta-
mente palavras com os 
dígrafos lh, nh, ch.
89
• Jogo da memória.
• Confecção de cartazes.
• Leitura de imagem em que o aluno faça um
anúncio utilizando palavras com ch, lh e nh.
• História em quadrinhos.
• Produção de textos.
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Fundamentação
Para educar em valores no ambiente escolar 
Os educadores não podem se esquecer de que 
o ponto central da proposta educativa é constituí-
do pela pessoa. Tornam-se protagonistas do próprio 
crescimento pessoal e do comunitário, aberto a Deus. 
À medida que se relacionam com os demais, fazem 
uma leitura da realidade e se comprometem com sua 
transformação. 
Uma educação centrada na pessoa significa: 
• Ter uma visão positiva do jovem e de suas capacidades. 
• Acolher cada pessoa tal como é, com seus proble mas, 
suas esperanças e expectativas. 
• Cuidar do crescimento de cada um com suas quali-
dades e seus dons e favorecer o amadurecimento de seu 
projeto de vida. 
• Partilhar com os demais a própria realidade, seu esfor-
ço para encontrar canais de protagonismo na so ciedade 
e na Igreja e sua busca pelo sentido da vida. 
O ideário, o projeto educativo e os regimentos 
internos dos centros educativos devem passar por um 
tratamento sistemático de valores. Isso contri buirá para 
enriquecer a personalidade dos alunos e também para 
que os educadores se vejam diante da necessidade de se 
conscientizarem dos valores nos quais desejam educar 
e de que modo os integram em suas próprias pessoas. 
Essa consciênciaé de corres ponsabilidade das equipes 
docentes para detalhar os valores que podem ser viven-
ciados a partir do currí culo escolar e sem prejuízo para 
este. Devem ser es tudadas ações concretas e eficientes, 
e é fundamen tal que haja coerência entre as diferentes 
propostas de valores e a vivência coletiva destes. A con-
fiança plena no aluno e em sua capacidade de síntese 
res ponsável dos valores é um requisito imprescindível 
para sua educação e seu amadurecimento. 
Atualmente, o grande desafio que as pessoas com-
prometidas com a tarefa educativa enfrentam é o de 
colocar em marcha um processo dinâmico de huma-
nização pessoal que tenha capacidade para responder 
significativamente à crise real de valores e à desmorali-
zação que atinge a sociedade contemporânea e também 
promover a resolução positiva dos problemas e conflitos 
com que o nosso planeta se depara. Para resolverem 
com sucesso os problemas globais, têm de criar novos 
métodos de pensamento, elaborar uma nova escala de 
valores e novas normas de comportamento. Precisam 
redefinir os conceitos morais, sociais, científicos e eco-
lógicos que vão determinar as condições de vida do ser 
humano atual e futuro.
Os educadores também têm de resgatar o pensa-
mento humanista e humanizador, integrar um sistema 
de valores partilhados no processo de formação e de 
desenvolvimento da personalidade, descobrir o vínculo 
que hoje, mais do que nunca, deve existir entre educa-
ção e ética, entendendo a ética como a arte de saber 
viver consigo mesmo e com os demais, de aprender 
a sentir amor e gosto pela vida. E a escola pode se 
transformar no ambiente desse aprendizado, já que o 
fim essencial do ensino é o desenvolvimento da perso-
nalidade, uma educação integral em conhecimentos, 
habilidades e valores morais em todas as esferas da 
vida, moral, social, familiar, pessoal e profissional.
Para que um professor possa desempenhar seu papel 
de educar em valores no ambiente escolar, é preciso 
haver consenso em relação a três objetivos:
• Despertar a esperança de viver e lutar por meio de um 
programa de vida positivo e criador nos alunos.
• Formar atitudes favoráveis ao melhoramento da 
pessoa.
• Promover relações sociais mais humanas, livres e 
solidárias.
Esses três objetivos, sendo comuns à instituição e 
ao educador, são o marco de referência essencial no 
qual os temas educativos dos valores devem ser contex-
tualizados e desenvolvidos. Afinal, a educação ética no 
ambiente escolar é um dos princípios pedagógicos mais 
fundamentais, necessários e inovadores para o futuro da 
escola e para a participação dos professores nela.
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O método dos temas transversais
Os temas transversais devem ser tratados 
em três níveis:
Só se pode conceber a educação ética como uma 
educação em valores e em atitudes ocupando determi-
nado espaço e tempo da vida escolar e, principalmente, 
integrando e permeando todas as áreas e todos os 
processos de aprendizagem. Dessa forma, a educação 
pode ser consolidada como uma atividade intrinseca-
mente moral, voltada para a promoção de julgamen-
tos críticos, atitudes e formas de comportamento de 
caráter moral, envolvendo, portanto, conceitos, proce-
dimentos e atitudes.
A estratégia de utilizar temas transversais para 
educar em valores possibilita concretizar realidades de 
especial relevância para a vida das pessoas e para a 
positiva e harmoniosa construção da sociedade contem-
porânea. No fundo, a utilização dos temas transversais 
é uma resposta ao desafio do plano de ação educati-
va que a sociedade exige hoje de nós. Eles devem ser 
ministrados em todas as áreas, criando um ambiente 
educativo profundo, e concretizados numa proposta 
curricular para todo o centro educativo e para todos e 
cada um dos alunos.
Os temas educativos transversais são conteúdos 
educativos valiosos para um projeto eficaz de educação 
e de sociedade. São temas que têm relação com uma 
base ética social e pessoal. No fundo, trata-se de uma 
autêntica educação ética em valores, e, por isso, esses 
temas devem fazer parte do projeto e da programação, 
relacionados ao sistema valorativo que tenha sido con-
sensuado. Devem ser estudados simultaneamente com 
as disciplinas, e não de maneira isolada, e aqui temos 
um desafio: encontrar a identificação, a relação dinâmi-
ca que pode existir entre o tema transversal e os objeti-
vos gerais do curso e sua concretização nos objetivos de 
diferentes áreas do currículo.
No nível teórico, que permite aos alunos des-
cobrirem a realidade e a profundidade contida no 
desenvolvimento de cada tema.
No nível pessoal, que permite aos alunos desco-
brirem e analisarem criticamente os comportamentos 
e as atitudes que devem adotar diante da realidade 
descortinada no estudo e na interiorização dos temas.
No nível social, que permite aos alunos conside-
rarem os comportamentos e as posturas que serão 
adotados pelos grupos ou coletivos humanos.
MORENO, Ciriaco Izquierdo. Educar em valores. São Paulo: Paulinas, 2001.
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a
1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: A gralha vaidosa 
– página 90
Orientação didática:
• Realize a leitura do texto em sala de aula. Depois, 
explique a estrutura do gênero fábula.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Estudo do vocabulário e Estudo 
do texto – páginas 91 e 92 (primeira coluna)
Orientação didática:
• Registre as inferências e opiniões dos alunos sobre a 
história e suas personagens.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Pronomes pessoais – 
páginas 92 (segunda coluna) e 93
Orientação didática:
• Desenhe uma tabela com todos os pronomes pessoais 
para apresentar o conteúdo aos alunos. Em seguida, 
exemplifique, com situações reais, o uso frequente dos 
pronomes pessoais.
• Escreva, na lousa, frases para os alunos comple-
tarem com pronomes pessoais. Após os exercícios, 
oriente os alunos na construção de uma história com 
os pronomes.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com lh e 
li – página 94
Orientação didática:
• Faça um ditado diferente. Confeccione um painel 
com figuras para trabalhar palavras com lh e li. Você 
mostra a figura, e os alunos escrevem o nome dela no 
caderno. Depois, faça a correção para reforçar o uso 
correto do lh e li.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
28ª Semana – Grade semanal
242
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Atividade lúdica
Monta-palavras
Materiais: 
• Peças com letras.
Procedimentos:
• Proponha que a criança forme palavras variadas 
com letras. 
• Sugira e apresente a escrita do próprio nome 
dela, de colegas, familiares, etc.
• Peça que monte palavras e auxilie-a na leitura 
em voz alta.
Proponha o jogo do troca-letra: 
• Escreva uma palavra inicial, troque uma letra e 
discuta o que aconteceu com a palavra. Dê conti-
nuidade ao desafio: sala, mala, bala, fala, moda, 
fada, fica e assim por diante.
Disponível em: https://www.mundoencantado.com/jogo-educativo-
-monta-palavras-multidisciplinar-elka.html#:~:text=%E2%80%A2%20
2%20%2D%20Montar%20e%20formar%20palavras%3A&text=%2D%20
Pe%C3%A7a%20que%20monte%20palavras%20e,fica%20e%20
assim%20por%20diante. 
Acesso em: 12/12/2022.
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Orientação didática
Após a leitura individual do texto, peça que os alunos 
grifem as palavras que não conhecem. Em seguida, 
soliciteque os estudantes citem as palavras que encon-
traram e, à medida que eles forem falando, escreva-as 
na lousa. Em continuação, peça que os alunos escrevam 
a lista de palavras no caderno. Depois, leia as palavras 
uma por uma e pergunte aos alunos o que eles imagi-
nam que elas significam. A seguir, solicite que procu-
rem, no dicionário, o significado das palavras listadas.
BNCC
(EF15LP15)
Reconhecer que os textos 
literários fazem parte do 
mundo do imaginário e 
apresentam uma dimen-
são lúdica, de encanta-
mento, valorizando-os, 
em sua diversidade cul-
tural, como patrimônio 
artístico da humanidade.
(EF35LP22)
Perceber diálogos em 
textos narrativos, obser-
vando o efeito de sentido 
de verbos de enunciação 
e, se for o caso, o uso de 
variedades linguísticas 
no discurso direto.
90
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Sugestão de atividade
1. Encontre, no diagrama, as palavras
do quadro abaixo, que aparecem no
texto A gralha vaidosa no livro do aluno.
BNCC
(EF35LP05)
Inferir o sentido de pala-
vras ou expressões des-
conhecidas em textos, 
com base no contexto da 
frase ou do texto.
(EF35LP12)
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
(EF15LP03)
Localizar informações 
explícitas em textos.
(EF35LP03)
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global. 
91
abafar
enxotada
máximo
muda
transparentes
visual
acalentara
R U M G F V I S U A L Q W
E J U H Y T F R D E S Z F
à R D E à U Ç I O D N W Z
T R A N S P A R E N T E S
T H E L P R A E H F R N A
X O L K W N G T R D E X H
C X C V A N M K I U Y O P
O A N I B J O S E S A T T
B W A C A L E N T A R A D
O A S I F E Ã B N W R D F
N B R I A Q S E A R Q A M
T H E L R R A E H F R C D
X O L K W N G M Á X I M O
245
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Orientação didática
Oriente a turma para a construção de uma história 
usando os pronomes. Organize os alunos em círculo e 
distribua uma folha de papel para cada um, peça que 
eles iniciem uma história sobre o que aprenderam a 
respeito de pronomes pessoais e oriente-os a passarem 
sua história para que o colega ao lado dê continuidade. 
O exercício termina quando o papel chegar à mão do 
aluno que iniciou o texto. Peça que, individualmente, os 
alunos leiam os textos identificando os pronomes.
BNCC
(EF15LP03)
Localizar informações 
explícitas em textos.
(EF35LP03)
Identificar a ideia central 
do texto, demonstrando 
compreensão global. 
(EF35LP14)
Identificar em textos e 
usar na produção textual 
pronomes pessoais, 
possessivos e demons-
trativos, como recurso 
coesivo anafórico.
92
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Sugestão de atividade
1. Leia as frases a seguir e sublinhe os pronomes
pessoais.
a. Ele estuda, e o seu irmão brinca no parque.
b. Elas compram lindas bonecas.
c. Eu vou para casa de vovó.
d. Nós gostamos de pular corda.
2. Complete as frases com os pronomes adequados.
a. comprei um celular.
b. fomos jantar fora.
c. gostam de jogar bola.
d. foram brincar no parque.
BNCC
(EF35LP14)
Identificar em textos e 
usar na produção textual 
pronomes pessoais, 
possessivos e demons-
trativos, como recurso 
coesivo anafórico.
93
Eu
Nós
Eles/Elas
Eles/Elas
247
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Orientação didática
• Reproduza cenas e solicite aos alunos que, de acordo com elas, construam frases utili-
zando palavras com lh ou li.
• Exponha palavras escritas com lh ou li e pergunte aos alunos se percebem alguma
diferença, além da escrita, nas palavras apresentadas.
• Solicite aos alunos que pesquisem, em revistas, jornais ou na Internet, figuras cujo nome
tenha lh ou li. Peça-lhes que façam, em folha de cartolina, uma tabela com duas lacu-
nas: uma para colar as figuras cujo nome é escrito com lh e outra para colar as figuras
cujo nome é escrito com li.
BNCC
(EF03LP03)
Ler e escrever correta-
mente palavras com os 
dígrafos lh, nh, ch.
94
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Fundamentação
Como o professor deve agir em relação aos problemas patológicos 
da linguagem
Alunos com problemas de dislalia 
Alunos com problemas de gagueira
1. Não repetir as palavras erradas que a criança
pronuncia.
2. Não puni-la quando falar errado.
3. Evitar que zombem de seu modo de falar, o que po-
derá ocasionar inibição na criança e prejuízos no desen-
volvimento de sua linguagem.
4. Falar devagar, pronunciando bem as palavras, para
que o aluno perceba melhor a forma correta.
5. Encorajar a criança em qualquer tentativa de fala,
mesmo que sua articulação não esteja correta.
6. Reservar diariamente algum tempo para conversar
com a criança, fazendo o feedback corretivo.
7. Realizar jogos de sopro e orofaciais: encher balões,
exercícios labiais, etc.
8. Evitar confundir a criança com vocabulário amplo e
desnecessário.
9. Proporcionar situações agradáveis sempre que a
criança for solicitada a se expressar.
1. Lembrar-se de que o aluno não é uma criança pregui-
çosa, nem desinteressada, nem possui déficit intelectual,
mas que apresenta uma dificuldade real para sistemas
simbólicos (leitura, escrita, cálculo, etc.) que a impede
de um rendimento escolar próprio de sua idade, não
devendo, portanto, ser rotulado de mau aluno.
2. Evitar medidas disciplinares opressivas e exigências
desnecessárias.
3. Não exigir que a criança faça, para treino e fixação,
muita cópia como medida de correção de suas falhas.
4. Não exigir também leituras orais extensas e interpre-
tações, contribuindo assim para a diminuição de seus
fracassos e, consequentemente, de suas frustrações.
5. Não valorizar, nos ditados, os erros característicos de
seu problema.
6. Conscientizar-se de que a criança pode não conseguir
se alfabetizar por um método que se baseie no canal
visual e, no entanto, ser bem-sucedida em outro que se
apoie no canal auditivo e vice-versa.
7. Lembrar-se de que, no plano afetivo, esse aluno tem
muita necessidade de compreensão e carinho.
SORDI, Rose. Magistrando a língua portuguesa: literatura brasileira, redação, 
gramática, metodologia de ensino e literatura infantil. São Paulo: Moderna, 1991. 
1. Falar com o aluno de forma simples, tranquila e sem
pressa.
2. Não exigir que a criança fale muito nem dê muitas
explicações orais.
3. Não interromper a criança enquanto ela estiver falan-
do, mostrando-se atento ao que ela diz, e não a aban-
donar nas suas tentativas de se expressar.
4. Evitar antecipar seu pensamento completando pala-
vras ou frases.
5. Procurar dar-lhe segurança de que é aceita como
pessoa.
6. Evitar críticas e castigos.
7. Procurar ajudá-la em suas frustrações ou sentimentos
de injustiça.
8. Evitar atividades excitantes, proporcionando um clima
de tranquilidade à turma.
9. Questionar-se sempre se suas exigências estão acima
do nível de capacidade do aluno.
Alunos com problemas de dislexia 
e disgrafia
An
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 K
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1o dia 
Língua Portuguesa: Leitura do texto: Outdoor, Estudo 
do vocabulário e Estudo do texto – páginas 95, 96 e 97
Orientação didática:
• Discuta com os alunos o que eles gostariam que 
fosse diferente em nosso mundo a partir da mensagem 
central representada no outdoor.
• Solicite que relacionem as palavras do vocabulário a 
outros contextos.
• Ao trabalhar o estudo do texto, você pode explorar 
vários objetivos específicos da leitura, dentre eles a 
identificação do assunto ou tema do texto. Depois, so-
licite aos alunos que pesquisem notícias, reportagens, 
textosinformativos, cartazes, panfletos, etc., enfim, 
diversos gêneros textuais relacionados ao tema.
Reservado para atividades de Matemática e Ciências.
2o dia
Língua Portuguesa: Gramática: Pronomes possessivos 
e demonstrativos – páginas 98 e 99
Orientação didática:
• Distribua um texto aos alunos faltando pronomes pos-
sessivos e demonstrativos para que eles completem.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Geografia.
3o dia
Língua Portuguesa: Ortografia: Palavras com ç, ce e 
ci – página 100 
Orientação didática:
• Solicite aos alunos que pesquisem palavras com ce, 
ci e ç e montem um banco de palavras. Elas podem 
ser separadas em colunas e ilustradas. Você pode, 
também, construir, com eles, um minidicionário 
ilustrado com essas palavras. Dessa forma, a ativi-
dade fica ainda mais interessante, porque explora o 
significado das palavras.
Reservado para atividades de Matemática, Ciências 
e Geografia.
4o dia 
Língua Portuguesa: Estudo do dicionário – página 101
Orientação didática:
• Monte, com a turma, um banco de palavras; ele pode 
ficar exposto em um painel em sala de aula, com as 
novas palavras descobertas pelos alunos.
Reservado para atividades de Matemática, História 
e Cidadania Moral e Ética.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
29ª Semana – Grade semanal
a
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Atividade lúdica
Local: quadra ou espaço ao ar livre.
Materiais: cadeiras, som.
Procedimentos:
• Distribua as cadeiras em círculo de acordo com a
quantidade de alunos que irão participar da brin-
cadeira, se forem participar 8 alunos, deve haver 7
cadeiras;
• O professor coloca uma música para começar a
brincadeira;
• Os alunos devem andar em círculo ao redor das
cadeiras enquanto uma música toca, quando a mú-
sica parar, eles devem se sentar, quem não conse-
guir sentar na cadeira, sai da brincadeira;
• A cada aluno que sai da brincadeira, uma cadeira
é retirada;
• A brincadeira segue até que reste um aluno ape-
nas, que será o vencedor.
A dança das cadeiras
Maria Clara Medeiros
251
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Orientação didática
Converse com os seus alunos sobre as características do 
gênero outdoor.
Meio de grande impacto visual, a mensagem do outdoor 
deve ser simples e objetiva para atingir todas as classes 
sociais. O outdoor permite também a veiculação regio-
nalizada, cobrindo áreas predeterminadas da cidade.
BNCC
(EF03LP19)
Identificar e discutir 
o propósito do uso de 
recursos de persuasão
(cores, imagens, escolha 
de palavras, jogo de
palavras, tamanho de 
letras) em textos publi-
citários e de propagan-
da, como elementos de 
convencimento.
95
As principais características do outdoor como mídia:
• Veículo eminentemente urbano.
• Mídia compulsória.
• Ampla cobertura.
• Forte impacto visual.
• Mensagem objetiva.
• 24 horas no ar por duas semanas.
252
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Orientação didática
BNCC
(EF35LP12) 
Recorrer ao dicionário 
para esclarecer dúvida 
sobre a escrita de pala-
vras, especialmente no 
caso de palavras com 
relações irregulares 
fonema-grafema.
96
• Converse com os seus alunos sobre o significado das
palavras “novas”. Depois, peça que procurem no dicio-
nário a explicação e, por fim, trabalhe com eles uma
produção de texto utilizando essas palavras, propondo,
inclusive, uma produção coletiva.
• Trabalhe o gênero textual outdoor com os alunos, por
meio de exemplos do cotidiano. Questione-os se já pres-
taram atenção nos temas de vários outdoors espalhados
pela cidade e solicite-lhes que comparem com este,
que fala de uma situação tão difícil que afeta o meio
ambiente e, consequentemente, a todos nós.
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Orientação pedagógica
O conhecimento prévio é necessário à leitura, mas não é 
o único. É fundamental, também, o conhecimento acerca
da linguagem (tipo de texto) e da própria leitura, saber
sobre organização e as características do texto, saber
para que servem os títulos e ter consciência de que não
necessitamos conhecer o significado de todas as palavras
do texto para compreender uma mensagem escrita.
Não existe uma idade ideal para o aprendizado da leitura.
As crianças aprendem a ler, participando de atividades 
de uso da escrita junto com pessoas que dominam esse 
conhecimento. Aprendem a ler quando acham que po-
dem fazer isso. Fica difícil quando o adulto não acredita 
e espera o fracasso dela ou quando a criança não acha 
finalidade na leitura.
BNCC
(EF15LP03)
Localizar informações 
explícitas em textos.
(EF35LP15)
Opinar e defender ponto 
de vista sobre tema 
polêmico relacionado a 
situações vivenciadas na 
escola e/ou na comuni-
dade, utilizando registro 
formal e estrutura ade-
quada à argumentação, 
considerando a situação 
comunicativa e o tema/
assunto do texto.
97
FERNANDES, Maria. Os segredos da alfabetização. São Paulo: Cortez, 2008.
254
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Orientação didática
BNCC
(EF35LP14)
Identificar em textos e 
usar na produção textual 
pronomes pessoais, 
possessivos e demons-
trativos, como recurso 
coesivo anafórico.
98
• Apresente o conceito de pronomes demonstrativos e
possessivos. Depois, entregue frases e peça aos alunos
que substituam substantivos por pronomes.
• Elabore atividades de fixação que despertem o inte-
resse dos alunos; é sempre melhor aprender de forma
descontraída.
• Oriente os alunos para a construção de uma história
usando os pronomes. Organize-os em círculo e distri-
bua uma folha de papel para cada um. Peça que eles
iniciem uma história sobre o que aprenderam a respeito
de pronomes pessoais e oriente-os a passarem sua
história para que o colega ao lado dê continuidade. O
exercício termina quando o papel chegar à mão do alu-
no que iniciou o texto. Peça, individualmente, aos alunos
que leiam os textos identificando os pronomes.
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Sugestão de atividade
1. Leia as frases abaixo e sublinhe os pronomes posses-
sivos e demonstrativos.
2. Agrupe os pronomes da questão anterior, separando-
-os em possessivos e demonstrativos.
BNCC
(EF35LP14)
Identificar em textos e 
usar na produção textual 
pronomes pessoais, 
possessivos e demons-
trativos, como recurso 
coesivo anafórico.
99
a. De quem é aquele estojo? O meu é este aqui.
b. Esse carro novo é o seu?
c. Dona Bete, a minha filha perdeu a mochila dela.
d. Escrevi o teu endereço porque esqueci o dele.
e. Fiquei comovida com estas flores que ganhamos da
nossa turma.
f. Sempre vejo aquela carroça passando na sua rua.
g. Onde coloco tudo aquilo? A gaveta já está com isso.
Possessivos Demonstrativos
meu aquele
seu este
minha esse
teu estas
nossa aquela
dele isso
dela
256
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 randa 
 la 
 catriz 
 noura
Sugestão de atividade
BNCC
(EF35LP07)
Utilizar, ao produzir um 
texto, conhecimentos lin-
guísticos e gramaticais, 
tais como ortografia, re-
gras básicas de concor-
dância nominal e verbal, 
pontuação (ponto-final, 
ponto de exclamação, 
ponto de interrogação, 
vírgulas em enumera-
ções) e pontuação do 
discurso direto, quando 
for o caso.
100
1. Complete as palavras com ce ou ci. 2. Complete os quadrinhos com c ou ç para escrever a
palavra corretamente.
re eita
caro o
lembran a
a ude
pa iente
do e
ber inho
cabe a
c c
c
c
ç
ç
ç
ci
ci ci
ci/ce
ce
cece
ce ç
 úme
 lular
 leste 
 rco
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Orientação didática
• Se possível, leve à sala

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