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2
PEDIATRIA prac ticus
Alergia a Proteína do Leite 3
Asma 13
Crise febril 20
Icterícia Neonatal 27
Puericultura 36
Reanimação Neonatal 50
Doença do refluxo gastroesofágico 59
Cetoacidose Diabética 68
GNPE 78
Maus Tratos 88
Criptorquidia 95
Coqueluche 101
PALS 109
Doença Celíaca 122
Aferição de PA 132
Anafilaxia 138
Anemia Falciforme 144
Celulite Orbitária 150
Cetoacidose Diabética 156
Crupe 162
Depressão no Adolescente 169
Doença de Kawasaki 173
Escabiose 180
Febre Reumática 186
Icterícia Neonatal 195
Maus Tratos Infantil 204
Otite Média Aguda 212
Diarreia Aguda 218
Escarlatina 225
Pneumonia na Criança 231
Faringoamigdalite 
Estreptocócica 239
Puberdade Precoce 247
Sarampo 254
Síndrome do Bebê Sacudido 261
Síndrome Metabólica 
na Infância 269
Varicela 276
SUMÁRIO.
3
PEDIATRIA prac ticus
Alergia a Proteína do Leite
Cenário de atuação
- Atendimento de puericultura em unidade básica de saúde
Local de atuação 
- Consultórios para atendimento 
- Sala de vacinas 
- Sala de medicação 
- Farmácia
Descrição do caso
Paciente sexo masculino, 4 meses, comparece à consulta acompanhado da mãe que re-
fere que o bebê não vem ganhando peso de forma adequada. Compareceu em consulta 
em outra unidade há 3 semanas e foram solicitados exames para avaliação.
ATENÇÃO: MÃE E BEBÊ SIMULADOS NÃO DEVERÃO SER 
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Ler a ficha do paciente afixada à mesa.
2. Fazer a anamnese dirigida à mãe.
3. Interpretar o exame físico (não será necessário examinar diretamente o bebê simula-
do).
4. Avalie os exames laboratoriais trazidos pela mãe. 
5. Explicar à mãe a condição do paciente e o manejo inicial.
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE, REALIZAR AS TAREFAS 
NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
4
Impresso 1
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
IDADE PESO ESTATURA IMC
15 dias 3550g 51cm 13,6
1 mês 4000g 53cm 14,2
1,5 mês 4420g 55cm 14,6
2 meses 4840g 57cm 14,9
3 meses 5220g 59cm 14,9
3,5 meses 5220g 61cm 14,0
 
PEDIATRIA prac ticus
5
Impresso 2 - Exame Físico
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Bom estado geral, hidratado, eupneico, afebril, acianótico, anictérico
Peso = 5225 g (entre Z escore -2 e -1)
Estatura = 62 cm (Z escore 0)
IMC = 13,6 cm/m2 (entre Z escore -2 e -1)
Fontanela anterior normotensa 
Aparelho respiratório: murmúrios vesiculares presentes bilateralmente, sem ruídos 
adventícios, sem desconforto respiratório. FR 40 ipm 
Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. 
Pulsos cheios e simétricos. FC 120 bpm
Abdome: semigloboso, ruídos hidroaéreos presentes, timpânico, normotensão. Sem 
massas ou visceromegalias. 
Genitália típica masculina, testículos tópicos, sem lesões perianais
PEDIATRIA prac ticus
6
ATENÇÃO: DIRIJA-SE À CÂMERA
E VERBALIZE OS ACHADOS TÉCNICOS DO EXAME
Impresso 3 - Teste do Pezinho 
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Teste do Pezinho Valor de Referência
17-OH-Progesterona 8,2 ng/ml < 15 
Hemoglobinopatias FA 
TSH 0,7 mcU/ml < 10 
Biotinidase Ativa 
Fenilalanina 1,02 mg/dl < 3 
IRT 40 ng/ml < 70
 
Ureia 28 
Creatinina 0,3 
Na 139 
K 3,8 
TGO 12 
TGP 9 
BT 0,8 
TSH 4,2 < 6,5
T4L 0,9 0,7 a 1,8
- Antitransglutaminase tecidual: 12 <20
Parasitológico de fezes negativo
PEDIATRIA prac ticus
7
Impresso 4
EXAMES LABORATORIAIS
Cliente: Júlio Mendes 
Protocolo:001.2774113-
Idade : 4 meses
HEMOGRAMA
Material: SANGUE Valores de Referência
HEMOGLOBINA...................: 11,4 g/dL 9,0 a 14,0 g/dL
HEMATÓCRITO...................: 42 % 35,0 a 45,0 %
SÉRIE BRANCA
LEUCÓCITOS....................: 6,525 mm³ 5.000 a 19.500 mm³
SEGMENTADOS..................50 %
LINFÓCITOS....................: 42 %
MONÓCITOS....................: 8 %
EOSINÓFILOS....................: 1 %
BASÓFILOS....................: 4 %
SÉRIE PLAQUETÁRIA
PLAQUETAS
Contagem ..................... : 366.000 mm³ 150.000 a 450.000mm³
PROTEÍNA C REATIVA……………: 8 mg/L 0 a 8 mg/L
URINA TIPO 1
DENSIDADE.............................: .........1.015mm 1.005 a 1.040
PH............................................: 6,5 4,5 a 8,5
LEUCÓCITOS............................: 2 – 4 / campo 0 a 5 / campo
HEMÁCIAS...............................: 1 / campo 0 a 2 / campo
PROTEÍNA................................: INDETECTÁVEL INDETECTÁVEL
NITRITO....................................: NEGATIVO NEGATIVO
GLICOSE...................................: NEGATIVO NEGATIVO
Local : Mundo Revalida 
CPF : 999.999.999-99
Solicitante : Revalidando 
ATENÇÃO: DIRIJA-SE À CÂMERA
E VERBALIZE OS ACHADOS TÉCNICOS DO EXAME
PEDIATRIA prac ticus
8
Ureia 28 
Creatinina 0,3 
Na 139 
K 3,8 
TGO 12 
TGP 9 
BT 0,8 
TSH 4,2 < 6,5
T4L 0,9 0,7 a 1,8
- Antitransglutaminase tecidual: 12 <20
Parasitológico de fezes negativo
Nota(s):1. Valores de referência de acordo com idade e sexo, exceto para gestantes.
Ref.:BAIN, B.J. Blood Cells: a practical guide. 4 ed. Oxford: Blackwell Publishing, 2006. 476p. KAUSHANSKY, K. et al. Williams Hematology, 
8 ed., MacGraw Hill
Companies, Inc., 2010.
TODO TESTE LABORATORIAL DEVE SER CORRELACIONADO COM O QUADRO CLÍNICO DO PACIENTE, SEM O QUAL A INTERPRETAÇÃO 
DOS RESULTADOS É APENAS RELATIVA.
ATENÇÃO: DIRIJA-SE À CÂMERA
E VERBALIZE OS ACHADOS TÉCNICOS DO EXAME
PEDIATRIA prac ticus
9
Ator
- PN 3100g 
- IG 38 sem 3 dias 
- Sem intercorrências neonatais 
- Aleitamento maternos até 2 meses, atualmente em uso de fórmula láctea de partida 
- Refere sangramento eventual em fezes de pequena quantidade, procurou PS pela 
queixa e falaram que era fissura perianal 
- Sem comorbidades, alergias ou internações prévias 
PEDIATRIA prac ticus
10
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
Tópico 1 - Anamnese
1. Apresentação: (1) identifica-se; (2) cumprimen-
ta
a mãe de maneira adequada/cordial; (3) man-
tém contato visual; (4) pergunta o nome da 
mãe e da criança.
Adequado: realiza os quatro itens.
Parcialmente adequado: realiza dois ou três 
itens.
Inadequado: realiza um ou nenhum item.
0 0,5
1.2 Solicita caderneta da criança 0 0,5
1.3 Pergunta sobre dados do período neonatal:
a) peso de nascimento
b) idade gestacional
c) intercorrências
Adequado: pergunta os 3
Parcialmente adequado: pergunta 1 ou 2
Inadequado: não pergunta
0 0,5
1.4 Pergunta sobre amamentação 0 0,5
1.5 Pergunta sobre padrão evacuatório 0 0,5
1.6 Pergunta sobre passado médico:
A) comorbidade
B) alergias
C) internações prévias
Adequado: pergunta 3
Parcialmente adequado: pergunta 1 ou 2
Inadequado: não pergunta
0 0,5
TÓPICO EXAME FÍSICO
PEDIATRIA prac ticus
11
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
2.1 Solicita exame físico e informa baixo peso e 
magreza
Adequado: solicita e informa baixo baixo e 
magreza
Inadequado: não informa baixo peso e 
magreza ou classifica algum de forma 
inadequada
0 1
TÓPICO EXAMES COMPLEMENTARES
3.1 Informa exames sem alterações 0 1
TÓPICO DIAGNÓSTICOS
4.1 informa provável diagnóstico de alergia à 
proteína do leite de vaca 0 1
EXPLICAÇÃO DA PROPOSTA 
TERAPÊUTICA À MÃE / CONDUTA
5.1 orientao Uso de fórmula láctea 
extensamente hidrolisada 0 1
5.2 orienta realizar o Teste de provocação em 4 
semanas 0 1
5.3 orienta diagnóstico de APLV se retorno dos 0 1
6.1 informa sobre impossibilidade de uso de 
leite de soja ou de outros animais 0 0,5
6.2 Realiza a sequência das tarefas conforme 
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza.
0 0,5
12
PEDIATRIA prac ticus
Resumo
Alergia a Proteína do Leite
Não IgE Mediada
Dificuldade de ganho peso, procteolite, (sangramento nas fezes) vômitos, refluxos e irri-
tabilidade 
>sintomas de início tardio com diagnóstico com prova terapêutica 
Suspeita APLV não IgE mediada = Fórmula láctea extensamente hidrolisada (FEH) OU 
exclusão da dieta materna de proteína do leite de vaca OU Fórmula de aminoácido (FAA) 
se ausência de resposta a FEH + TPO de reprovocação em 4 semanas 
Resolução do quadro com retorno dos sintomas com reprovocação = APLV = dieta de 
exclusão por 6-12 meses 
Sem melhora dos sintomas = procurar outras causas 
Não usa leite de s jaou de o trosanimais pel risco de reação cruzada 
IgE Mediada 
Urticária, angiodema, anafilaxia > sintomas de inicio precoce com diagnóstico com do-
sagem de IgE específico.
Suspeita APLV IgE mediada = FEH OU FAA se anafilaxia prévia ou ausência de resposta a 
FEH OU Leite de soja e maiores de 6 meses
Melhora dos sintomas = APLV = seguimento com imunologista para avaliar melhor mo-
mento de teste de provocação > exposição escalonada em ambiente controlado com 
quantidade de proteína pré-definida.
Sem melhora dos sintomas = procurar outras causas
Não usar leite de soja ou de outros animais pelo risco de reação cruzada.
13
PEDIATRIA prac ticus
Asma
Cenário de atuação
- Atendimento de puericultura em unidade básica de saúde
Local de atuação 
- Consultórios para atendimento 
- Sala de vacinas 
- Sala de medicação 
- Farmácia
Descrição do caso
Você é o médico unidade básica de saúde e atende paciente do sexo masculino, 8 anos, 
acompanhado da mãe. Paciente apresenta diagnóstico de asma e compareceu hoje 
para consulta de seguimento, última consulta há 6 meses
ATENÇÃO: MÃE E BEBÊ SIMULADOS NÃO DEVERÃO SER 
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Faça anamnese direcionada para o caso 
2. Classifique a asma do paciente 
3. Oriente conduta adequada 
4. Oriente utilização das medicações 
5. Não precisa realizar / solicitar exame físico 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE, REALIZAR AS TAREFAS 
NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
14
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
Tópico 1 - Anamnese
1. Apresentação: (1) identifica-se; (2) cumprimen-
ta
a mãe de maneira adequada/cordial; (3) man-
tém contato visual; (4) pergunta o nome da 
mãe e da criança.
Adequado: realiza os quatro itens.
Parcialmente adequado: realiza dois ou três 
itens.
Inadequado: realiza um ou nenhum item.
0 0,25
1.2 Pergunta sobre intercorrências desde a últi-
ma consulta 0 0,25
1.3 Pergunta sobre medicações de uso contínuo 0 0,5
1.4 Pergunta sobre controle da asma: 
A) presença de sintoma diurnos nas últimas 4 
semanas 
B) presença sintomas noturnos nas últimas 4 
semanas 
C) impacto dos sintomas nas atividades diárias 
nas últimas 4 semanas 
D) uso de medicação de resgate nas últimas 4 
semanas
Adequado: pergunta os 4 itens nas últimas 4 
semanas 
Parcialmente adequado: pergunta os 4 itens 
mas não determina ser nas últimas 4 semanas 
Inadequada: não pergunta os 4 itens
0 1,5
PEDIATRIA prac ticus
15
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
1.5 Pergunta sobre alérgenos ambientais: taba-
gismo, fumaça, mofo, ácaros 
Adequado: pergunta sobre alérgenos e inclui 
tabagismo passivo 
Parcialmente adequado: pergunta sobre alér-
genos mas não inclui tabagismo passivo 
Inadequado: não pergunta sobre alérgenos
0 1
1.6 Pergunta sobre passado médico: 
a) comorbidades 
b) alergias 
c) internações prévias 
Adequado: pergunta 3 
Parcialmente adequado: pergunta 1 ou 2 
Inadequado: não pergunta 
0 0,5
TÓPICO 2 - CLASSIFICAÇÃO
2.1 Classifica asma como parcialmente controla-
da 0 1
TÓPICO 3 - CONDUTA
3.1 Orienta uso de corticoide inalatório dose bai-
xa de forma contínua e beta 2 agonista de curta 
duração nas crises 
Adequado: orienta corticoide inalatório dose 
baixa e beta 2 agonista 
Parcialmente adequado: orienta corticoide 
mas não informa dose baixa 
Inadequado: não orienta corticoide inalatório 
0 1
3.2 Orienta mãe cessar tabagismo 0 0,5
TOPICO 4 - USO DA MEDICAÇÃO
PEDIATRIA prac ticus
16
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
4.1 Pergunta como mãe está administrando sal-
butamol OU solicite que ela demonstre 0 0,5
4.2 Demonstra técnica de aplicação (em si mes-
mo ou na mãe): 
A) encaixa o inalador pressurizado dosimetrado 
no espaçador 
B) agita medicação antes ou depois de encaixar 
em espaçador 
C) colocar máscara ajustada no rosto cobrindo 
boca e nariz 
D) acionar o jato e deixar a máscara no rosto por 
10-30 seg 
E) afastar máscara do rosto, agitar novamente 
medicação e aguardar 15-30 seg para novo jato 
Adequado: realiza todos os passos 
Parcialmente adequado: 3-4 passos 
Inadequado: realiza 2 passos ou menos 
0 1,5
5.3 Orienta lavar a boca após uso de corticoide 
inalatório 0 1
6.2 Realiza a sequência das tarefas conforme 
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza. 
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
17
Falas do Ator
Maria e Davi 
Procurou PS 1x por cansaço há 3 meses, não precisou ficar internado. Usou salbutamol e 
corticoide oral em casa por 5 dias 
Usa somente salbutamol nas crises. Sem uso de medicação contínua 
Sintomas noturnos 2x/semana, sintomas diurnos 3x/semana, sem necessidade de uso de 
medicação de resgate, sem impacto nas atividades diárias 
Mãe tabagista 
Demonstração da técnica: não usa espaçador
18
PEDIATRIA prac ticus
CONTROLADO PARCIAL NÃO 
CONTROLADO
Sintomas diurnos 
> 2x/semana
Nenhum 1 ou 2 3 ou 4
Despertar 
noturno pelos 
sintomas
Uso de 
medicação de 
resgate > 2x/
semana
Limitação das 
atividades diárias
 
ASMA - MANEJO AMBULATORIAL 
(RESUMO)
CONTROLE DOS SINTOMAS: avaliação dos sintomas nas últimas 4 semanas 
19
PEDIATRIA prac ticus
TRATAMENTO NÃO MEDICAMENTOSO
Evitar tabagismo passivo e ativo, atividade física regular, cuidado com medicações (AAS, 
AINE, betabloqueador), evitar alérgenos ambientais.
TRATAMENTO MEDICAMENTOSO
Baseado em Steps > se sintomas não controlado aumenta o step, se controlado em 6 
meses desce o step
• Beta 2 agonista de resgate > corticoide inalatório dose baixa > corticoide inalatório 
dose média > corticoide inalatória dose alta > especialista 
• Em > 5 anos: pode usar corticoide inalatório associado a beta 2 agonista de longa du-
ração 
TÉCNICA DE USO DA “BOMBINHA”: sempre usar com espaçador e máscara indepen-
dente da idade
• Balançar a medicação (inalador pressurizado dosimetrado) e encaixar no espaçador 
• Colocar máscara no rosto do paciente de forma ajustada cobrindo boca e nariz 
• Acionar o jato e manter a máscara no rosto do paciente por 10-30 segundos 
• Se novo jato, repetir todo o procedimento 
• Se uso de corticoide inalatório = lavar boca após o uso
20
PEDIATRIA prac ticus
Crise febril 
Cenário de atuação
Atendimento em pronto-socorro de Pediatria 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento 
• Sala de emergências 
• Leitos de observação, enfermaria e unidade de terapia intensiva pediátrica 
• Centro cirúrgico 
• Laboratório de análises clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia simples, ultrassonografia e tomografia compu-
tadorizada 
Descrição do caso
Você está no atendimento em pronto-socorro de pediatria e atende Davi, criança de 15 
meses, acompanhado do pai. Acompanhante refere que paciente apresentou quadro de 
crise convulsiva há 15 minutos.
ATENÇÃO: MÃE E BEBÊ SIMULADOS NÃO DEVERÃO SER 
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executaras tarefas a seguir:
1. Faça anamnese direcionada para o caso 
2. Solicite o exame físico 
3. Indique hipótese diagnóstica 
4. Indique realização de exames complementares caso julgue necessário 
5. Oriente conduta 
6. Esclareça dúvidas do pai 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE, REALIZAR AS TAREFAS 
NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
21
Impresso 1 - Exame Físico
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Bom estado geral, hidratado, eupneico, afebril, acianótico, anictérico 
Otoscopia: sem alterações 
Oroscopia: hiperemia de orofaringe sem exsudatos ou petéquias 
Rinoscopia: mucosa hiperemia com secreção nasal hialina em grande quantidade 
Aparelho respiratório: murmúrios vesiculares presentes bilateralmente, sem ruídos 
adventícios, sem desconforto respiratório. FR 33 ipm 
Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. 
Pulsos cheios e simétricos. FC 120 BPM 
Abdome: semigloboso, ruídos hidroaéreos presentes, timpânico, normotensão. Sem 
massas ou visceromegalias. 
Genitália típica masculina, testículos tópicos, sem lesões perianais 
Neurológico: criança vigil, ativa e reativa, interage com examinador. Sem sinais focais 
aparentes. Pupilas isocóricas e fotorreagentes. Sem sinais meníngeos
PEDIATRIA prac ticus
22
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
Tópico 1 - Anamnese
1. Apresentação: (1) identifica-se; (2) cumpri-
menta a mãe de maneira adequada/cordial; (3) 
mantém contato visual; (4) pergunta o nome da 
mãe e da criança.
Adequado: realiza os quatro itens.
Parcialmente adequado: realiza dois ou três 
itens.
Inadequado: realiza um ou nenhum item.
0 0,5
1.2 Investiga crise convulsiva 
a) duração da crise 
b) apresentação da crise (focal x generalizada) 
c) presença de sintomas pós ictais 
d) duração dos sintomas pós ictais 
Adequado: pergunta os 4 
Parcialmente adequado: pergunta 2 ou 3 
Inadequado: pergunta 1 ou nenhum 
0 1,5
 1.3 Pergunta sobre sintomas associados: 
a) febre 
b) sintomas respiratórios 
c) vômitos 
d) diarreia 
e) alterações urinárias 
f) alteração comportamental 
Adequado: pergunta 5 ou 6, incluindo obrigato-
riamente febre 
Parcialmente adequado: pergunta 3 ou 4, in-
cluindo obrigatoriamente febre 
Inadequado: pergunta 2 ou menos ou não per-
gunta sobre febre 
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
23
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
1.4 Pergunta sobre antecedentes: 
a) crises convulsivas prévias 
b) comorbidades 
c) uso de medicações 
d) história familiar de crise febril 
Adequado: pergunta 3 ou 4, incluindo obrigato-
riamente passado de crise convulsiva 
Parcialmente adequado: pergunta 2, incluindo 
obrigatoriamente passado de crise convulsiva 
Inadequado: pergunta 1 ou nenhum ou não per-
gunta sobre crise convulsiva 
0 1,5
TÓPICO 2 - EXAME FÍSICO
2.1 Solicita exame físico e informa ausência de 
alterações 0 1
TÓPICO 3 - DIAGNÓSTICO
3.1 Informa hipótese diagnóstica de crise febril 
simples 
Adequado: crise febril simples 
Parcialmente adequado: crise febril mas não 
informa que é simples 
Inadequado: não informa diagnóstico correto 
0 1
TÓPICO 4- EXAMES COMPLEMENTARES
4.1 Informa não haver necessidade de exames 
complementares 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
24
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TÓPICO 5 - CONDUTA
5.1 Alta da unidade com orientação de sinais de 
alarme 
Adequado: alta com orientação de sinais de 
alarme 
Parcialmente inadequado: alta hospitalar mas 
não orienta sinais de alarme 
Inadequado: informa conduta inadequada 
0 0,5
TÓPICO 6 - DÚVIDAS
6.1 Informa que o prognóstico é favorável para a 
maior parte das crianças 0 0,5
6.2 Informa risco de recorrência em novos epi-
sódios febris 0 0,5
6.3 Informa que o quadro não é diagnóstico de 
epilepsia 0 0,5
6.4 Informar não haver indicação de anticonvul-
sivante contínuo 0 0,5
6.5 Realiza a sequência das tarefas conforme 
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
25
Falas do Ator
Crise convulsiva que iniciou com abalos em 4 membros associada a sialorreia e eversão 
ocular. Duração de 3 min. Ficou um pouco sonolento após, retornado ao estado basal em 
menos de 5 min 
- Refere febre de início hoje, máximo 38,3, estando febril no momento da crise. Associado 
a febre apresentou sintomas respiratórios (tosse, obstrução nasal e rinorreia). Nega alte-
rações urinárias ou gastrointestinais. Nega alterações comportamentais 
• Nega crise convulsiva prévia, comorbidades e uso de medicações contínuas 
• Mãe teve crise convulsiva febril na infância 
• Pergunta sobre risco de sequela neurológica 
• Pergunta risco de recorrência 
• Pergunta se a criança tem epilepsia 
• Pergunta se vai precisar usar medicação contínua
26
PEDIATRIA prac ticus
RESUMO
CRISE CONVULSIVA FEBRIL
DEFINIÇÃO:
Crise convulsiva em criança de 6 meses a 5 anos (média 18 meses) durante episódio febril 
(febre pode preceder ou suceder crises em 24h) na ausência de infecção / inflamação de 
SNC, anormalidade metabólica sistêmica ou história de crise abril prévia.
CLASSIFICAÇÃO
• SIMPLES: tônico-clônica generalizada + duração < 15 min + ausência de recorrência 
em 24h > não precisa de avaliação complementar ou avaliação de especialista 
• COMPLEXA: focal OU duração > 15 min OU recorrência 24h OU sintomas neurológicos 
focais mantidos após (paralisia de Todd) 
EXAMES COMPLEMENTARES
• Líquor: sinais meníngeos, alteração nível de consciência, vacinação incompleta, uso 
de antibiótico 
• Imagem SNC: alteração no exame neurológico, crise focal 
• EEG: crise focal ou recorrente 
MANEJO AGUDO:
• Estabilização > benzodiazepínico > anticonvulsivante (fenitoína, fenobarbital) > anes-
tesia geral 
• Crise febril simples: alta com orientações 
• Sem indicação rotineira de anticonvulsivante de manutenção 
COMPLICAÇÕES
• Recorrência: ⅓ tem recorrência, maioria no 1º ano após evento inicial 
• Epilepsia: risco de 1-2% na crise simples 
27
PEDIATRIA prac ticus
Icterícia Neonatal
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em alojamento conjunto de maternidade de referência municipal 
Local de atuação 
• Leitos de internação em alojamento conjunto, berçário e unidade de terapia intensiva 
neonatal 
• Laboratório de análises clínica 
• Setor de radiologia com disponibilidade de radiologia simples, ultrassonografia e to-
mografia computadorizada 
Descrição do caso
Você é o médico do dia responsável pelo setor do alojamento conjunto. Durante a rotina 
pela manhã, a mãe do leito 01 mostra-se preocupada pois notou que seu bebê está com 
a pele mais amarelada comparado com os filhos das colegas de quarto. Recém nascido 
com 14 horas de vida no momento da avaliação.
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Leia a ficha do recém-nascido 
2. Faça a anamnese direcionada para o caso 
3. Solicite e interprete o exame físico 
4. Solicite os exames complementares e os interprete 
5. Informe a conduta adequada para o caso 
6. Responda as dúvidas da mãe 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
28
Impresso 1
Ficha Do Recém Nascido 
RN de Juliana Santana 
Via de parto: vaginal 
Idade gestacional: 39 semanas e 4 dias 
APGAR: 9/9/10 
Sexo: feminino 
Peso de nascimento: 3410g 
Comprimento: 50 cm 
Perímetro cefálico: 34,6 cm 
PEDIATRIA prac ticus
29
Impresso 2
Exame físico do RN
Bom estado geral, hidratado, eupneico, afebril, acianótico 
Icterícia até região de joelhos e cotovelos 
Fontanela anterior 1,5x2,0 cm, normotensa 
Aparelho respiratório: murmúrios vesiculares presentes bilateralmente, sem ruídos 
adventícios, sem desconforto respiratório. FR 48 ipm 
Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. 
Pulsos cheios e simétricos
 
Abdome: semigloboso, ruídos hidroaéreos presentes, timpânico, normotensão. Sem 
massas ouvisceromegalias. Coto umbilical gelatinoso, sem sangramento 
Genitália típica feminina, sem lesões 
Neurológico: posição de flexão simétrica dos membros, ativo e reativo. Reflexos 
primitivos presentes e simétricos
PEDIATRIA prac ticus
30
Impresso 3
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
EXAMES LABORATORIAIS 
Bilirrubina total: 13,0 mg/dl 
Bilirrubina indireta: 12,7 mg/dl 
Bilirrubina direta: 0,3 mg/dl 
Hb: 14,8 g% 
Ht: 50 % 
Reticulócitos: 2,3% 
Tipagem sanguínea: A Rh positivo 
Coombs direto: positivo 
PEDIATRIA prac ticus
31
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
Tópico 1 - Anamnese
1. Apresentação: (1) identifica-se; (2) cumprimen-
ta
a mãe de maneira adequada/cordial; (3) man-
tém contato visual; (4) pergunta o nome da 
mãe e da criança. 
Adequado: realiza os quatro itens. 
Parcialmente adequado: realiza dois ou três 
itens. Inadequado: realiza um ou nenhum item.
0 0,5
1.2 Questiona sobre gestações prévias 0 0,5
1.3 Pergunta sobre intercorrências na gestação 0 0,5
1.4 Pergunta sobre amamentação 0 0,5
1.5 Pergunta sobre necessidade de fototerapia 
em irmão 0 0,5
1.6 Pergunta tipagem sanguínea da mãe 0 0,5
TÓPICO 2 EXAME FISICO 
2.1 Solicita exame físico e o interpreta dando 
diagnóstico de Icterícia 0 2
PEDIATRIA prac ticus
32
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TÓPICO 3 EXAMES COMPLEMENTARES
3.1 Solicita exames:
A) Bilirrubina total e frações
B) Coombs direto
C) Hb e Ht / Hemograma
D) Reticulócitos
E) DHL
Adequado: solicita 3 ou mais, sendo 1 bilirrubina 
total e frações
Parcialmente adequado: solicita 2, sendo 1 bilir-
rubina total e frações
Inadequado: não solicita / solicita apenas bi-
lirrubina total e frações / solicita exames sem 
bilirrubina total e frações 
0 1
TOPICO 4- CONDUTA 
4.1 Indica início de fototerapia com proteção 
ocular 
Adequado: fototerapia com proteção ocular 
Parcialmente adequado: fototerapia sem citar 
proteção ocular 
Inadequado: não institui tratamento correto 
0 1
TOPICO 5- DÚVIDAS
5.1 Explica etiologia da ictérica: incompatibilida-
de sanguínea ABO 0 1
5.2 Cita necessidade de recoletar bilirrubina to-
tal e frações para suspender tratamento 0 1
5.3 Orienta manter amamentação 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
33
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
5.4 Realiza a sequência das tarefas conforme 
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
34
Falas do ator
Mãe secundigesta, outro filho com 3 anos 
- Sem intercorrências na gestação 
- RN com amamentação materna exclusiva de 3/3h, sem lesões em mama, suga bem 
- Outro filho precisou de fototerapia 
- Tipagem sanguínea da mãe: O Rh positivo 
- No final perguntar sobre causa da icterícia, necessidade de repetir os exames e 
necessidade de suspender aleitamento materno
35
PEDIATRIA prac ticus
RESUMO
ICTERÍCIA NEONATAL 
Etiologias
• Aumento da produção (aumento BI): incompatibilidade sanguínea materno-fetal 
(ABO ou Rh), defeito da membrana de eritrócitos (esferocitose), deficiência enzimáti-
ca em eritrócitos (G6PD, piruvatoquinase), coleções sanguíneas, policitemia 
• Diminuição da conjugação (aumento BI): deficiência glucoroniltransferase, hipoti-
reoidismo, sepse, galactosemia, leite humano (bom ganho de peso, início tardio, pro-
longada), prematuridade 
• Aumento da circulação entero-hepática: aleitamento materno (dificuldade amamen-
tação + baixo ganho ponderal), jejum 
• Redução secreção biliar (BD > 1, sinais de colestase): atresia de vias biliares > encami-
nhamento para cirurgia de Kasai até 6-8 semanas 
MANEJO 
EXAMES COMPLEMENTARES ( DETERMINA ETIOLOGIA) 
BTF, Hb/Ht, reticulócitos, tipagem sanguínea com coombs direto, DHL
36
PEDIATRIA prac ticus
Puericultura 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento de puericultura em unidade básica de saúde 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento 
• Sala de vacinas 
• Sala de medicação 
• Farmácia 
Descrição do caso
Mãe comparece com lactente de 1 mês e 15 dias de vida, sexo masculino, para primeira 
consulta de puericultura. Vem apresentando dificuldade na amamentação e queixa de 
fissura mamárias
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Faça anamnese direcionada para o caso 
2. Esclareça dúvidas da mãe 
3. Plote dados antropométricos em gráficos e explique a mãe os resultados 
4. Faça orientações pertinentes ao caso 
5. Não precisa realizar exame físico 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
37
Impresso 1
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
BCG - 1 dose
Hepatite B - 1 dose 
Vacinas
IDADE PESO ESTATURA PC
15 dias 3800g 52 cm 36 cm
1 mês 4400g 54 cm 37 cm 
 
PEDIATRIA prac ticus
38
Impresso 2
TESTE DO PEZINHO
TESTE DO PEZINHO VALOR DE REFERÊNCIA
17-OH-Progesterona 7,2 ng/ml (VR < 15)
Hemoglobinopatias FA
TSH 0,9 mcU/ml (VR < 10)
Biotinidase Ativa (VR ativa)
Fenilalanina 1,13 mg/dl (VR < 3)
IRT 53 ng/ml (VR < 70)
 
PEDIATRIA prac ticus
39
Impresso 3
PEDIATRIA prac ticus
40
Impresso 4
Peso = 4800g 
Estatura = 56 cm 
Perímetro cefálico = 38 cm 
IMC = 15,3
PERÍMETRO CEFÁLICO x IDADE
PESO x IDADE
PEDIATRIA prac ticus
41
ESTATURA x IDADE
IMC x IDADE
PEDIATRIA prac ticus
42
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 - ANAMNESE
1. Apresentação: (1) identifica-se; (2) cumpri-
menta a mãe de maneira adequada/cordial; 
(3) mantém contato visual; (4) pergunta o 
nome da mãe e da criança.
Adequado: realiza os quatro itens.
Parcialmente adequado: realiza dois ou três 
itens.
Inadequado: realiza um ou nenhum item.
0 0,25
1.2 Solicita caderneta da criança 0 0,25
 1.3 Pergunta sobre antecedentes perinatais: 
a) peso de nascimento 
b) idade gestacional 
c) intercorrências 
Adequado: pergunta os 3 
Parcialmente adequado: pergunta 1 ou 2 
Inadequado: não pergunta
0 0,5
1.4 Solicita triagem neonatal 0 0,5
1.5 Pergunta sobre padrão evacuatório e urinário 0 0,5
1.6 Pergunta sobre condições sociais e de mora-
dia 0 0,5
TÓPICO 2 AMAMENTAÇÃO
2.1 Pergunta sobre amamentação e oferta de 
outros alimentos / líquidos 0 0,5
2.2 Pergunta sobre uso de outros bicos (mama-
deira/ chupeta/bico de silicone) 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
43
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
2.3 Solicita mãe para colocar RN para amamen-
tar e avalia pega 0 0,5
2.4 Informa pega inadequada 0 1
2.5 Orienta pega adequada: 
a) boca aberta com lábios evertidos 
b) grande parte da aréola na boca do RN 
c) queixo encostado no seio 
d) barriga e troncos voltados para a mãe 
e) buchecha enche ao sugar o seio 
Adequado: orienta 4 a 5 
Parcialmente adequado: orienta 1 
Inadequado: orienta 2 ou menos
0 1
2.6 Informa sobre possibilidade de armazena-
mento de leite ordenhado por 12h na geladeira 
e 15 dias no freezer
0 1
TÓPICO 3 DIAGNÓSTICOS ANTROPOMÉTRICOS
3.1 Informa diagnósticos adequados 
a) peso adequado 
b) estatura adequada 
c) eutrófico 
d) perímetro cefálico adequado 
Adequado: informa os 4 corretamente 
Parcialmente adequado: informa 3 correta-
mente 
Inadequado: informa 2 ou menos corretamente
0 1
TOPICO 4 - ORIENTAÇÕES 
4.1 Aleitamento materno exclusivo até 6 meses 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
44
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
4.2 Orienta medidas para fissura mamária 
a) lavar com água e enxaguar 1x/dia 
b) não deixar mama úmida 
c) iniciar mamada no lado não machucado 
d) expor mama ao sol 
Adequado: orienta 3 ou 4 
Parcialmente adequado: orienta 2 
Inadequado: orienta 1 ou nenhum
0 0,5
4.3 Orienta prevenção de acidentes 
a) berço seguro 
b) temperatura água do banho 
c) transporte em carro em bebê conforto volta-
do para trás 
Adequado: orienta os 3 
Parcialmente inadequado: orienta 1 ou 2 
Inadequado: não orienta
0 0,5
4.4 Realiza a sequência das tarefas conforme 
solicitado nas orientações ao(à) participante.Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
45
FALAS DO ATOR
Peso nascimento 3400g, idade gestacional 38 semanas e 3 dias, parto vaginal sem in-
tercorrências no período neonatal 
- Troca fralda 5 vezes por dia, evacuar por volta de 2-3 vezes por dia, fezes pastosas ama-
relada, sem sangue 
- Mora com pai da criança e irmão de 4 anos. Moram em casa alugada, pai é porteiro, 
mãe é professora do colégio municipal 
- Não oferece outros alimentos ou líquidos 
- Não oferece bicos 
- Pergunta sobre tempo de armazenamento do leite ordenhado 
46
PEDIATRIA prac ticus
RESUMO
PUERICULTURA
CRESCIMENTO
• Perímetro cefálico: medir até 2 anos / Cresce 12 cm no 1o ano 
• Estatura: cresce 25 cm até 1 ano > 12 cm de 1-2 anos > 7-8 cm/ano até 4 anos > 6 
cm/ano até puberdade 
• Peso: dobra o peso de nascimento com 5 meses, triplica com 1 ano e quadruplica 
com 2 anos 
ESTADO NUTRICIONAL: AVALIAÇÃO DO IMC 
• < 5 anos: Risco de sobrepeso > sobrepeso > obesidade 
• 5-19 anos: Sobrepeso > obesidade > obesidade grave 
ALIMENTAÇÃO 
• Aleitamento materno exclusivo até 6 meses > introdução alimentar com alimen-
tos amassados / picados, introduzir e aumentar consistência de forma progressiva, sem 
suco ou alimentos açucarados antes de 1-2 anos
• Pega adequada: lactente com corpo e barriga voltados para a mãe, tronco bem 
apoiado e alinhado, lábios evertidos, boca aberta abocanhando grande parte da aréola, 
queixo tocando a mama, nariz livre, bochechas enchendo ao sugar
• Armazenamento leite ordenhado: 12h na geladeira e 15 dias no freezer, desconge-
lar em banho-maria 
• Suplementação de ferro: a partir de 6 meses naqueles em aleitamento exclusivo > 
1 mg/kg/dia 
47
PEDIATRIA prac ticus
DNPM 
Progressão céfalo-caudal - sorriso social 2m > sustenta pescoço 3-4m > senta com apoio 
6m > senta sem apoio e engatinha 9m > anda sem apoio 15m
PREVENÇÃO DE ACIDENTES 
De acordo com cada faixa etária / orientação berço seguro / orientação transporte em 
carro
OUTROS
Antecedentes perinatais, triagens neonatais, padrão de sono, diurese e evacuações, uso 
de medicações, condições sociais e familiares, escola / creche
48
PEDIATRIA prac ticus
VACINAÇÃO- CALENDÁRIO VACINAL 2022
49
PEDIATRIA prac ticus
50
PEDIATRIA prac ticus
Reanimação Neonatal 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em sala de parto em maternidade de referência municipal 
Local de atuação 
• Sala de parto 
• Centro cirúrgico 
• Materiais para procedimentos de reanimação neonatal e parto instrumentalizado e cesáreo 
• Laboratório de análises clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia simples, ultrassonografia e tomografia computadoriza-
da 
• Leito de internação em alojamento conjunto, berçário e unidade de terapia intensiva neona-
tal 
Descrição do caso
Você está de plantão numa sala de parto e é chamado para prestar atendimento ao recém-nasci-
do. Mãe primigesta, 24 anos, idade gestacional 37 semanas e 3 dias, sem comorbidades, evoluin-
do hoje com trabalho de parto. Mãe no momento sendo levada para sala de parto em período 
expulsivo
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Realize a preparação da sala para atendimento ao recém-nascido 
2. Faça avaliação inicial do recém-nascido na sala de parto e as manobras de reanimação 
adequadas 
3. Informe o setor de internação do recém-nascido após o nascimento 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
51
Impresso 1
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Recém-nascido de parto vaginal, apresentação cefálica, líquido amniótico 
com mecônio fluido. 
Hipotônico e sem choro ao nascimento
PEDIATRIA prac ticus
52
Impresso 2
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Tempo de vida: 28 segundos 
Sem quantidade significativa de secreção em cavidade oral e nasal
PEDIATRIA prac ticus
53
Impresso 3
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Tempo de vida: 50 segundos 
Frequência cardíaca 72 ipm 
Movimento respiratório irregular, sem choro
PEDIATRIA prac ticus
54
Impresso 4
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Tempo de vida: 1 min 45 segundos 
Frequência cardíaca: 138 BPM 
SatO2: 78% 
RN chorando, sem sinais de desconforto respiratório
PEDIATRIA prac ticus
55
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 - PREPARAÇÃO
1.1 Manutenção de temperatura 
a) temperatura da sala 23-25oC 
b) berço com fonte de calor radiante 
c) touca de lã 
d) compressas 
Adequado: cita os 4 
Parcialmente adequado: cita 2 ou 3 
Inadequado: cita 1 ou nenhum 
0 0,5
1.2 Avaliação RN 
a) estetoscópio 
b) oxímetro de pulso 
c) monitor cardíaco
 
Adequado: solicita os 3 
Inadequado: não solicita os 3 
0 0,5
 
1.3 Ventilação e oxigenação: solicita
a) sonda de aspiração 
b) fonte de O2 
c) balão autoinflável 
d) máscara facial 
e) laringoscópio 
f) cânula orotraqueal 
Adequado: solicita 5 ou 6, incluindo obrigatoria-
mente balão autoinflável 
Parcialmente adequado: solicita 3 ou 4, in-
cluindo obrigatoriamente balão autoinflável 
Inadequado: solicita 2 ou menos ou não solicita 
balão autoinflável
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
56
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
1.4 Medicações: solicita
a) adrenalina 
b) solução fisiológica 0,9% 
c) material para cateterismo umbilical
 
Adequado: solicita os 3 
Parcialmente adequado: solicita 2 
Inadequado: solicita 1 ou nenhum
0 0,5
TÓPICO 2- REANIMAÇÃO NEONATAL
2.1 Avalia tônus e respiração /choro 0 1
2.2 Solicita clampeamento imediato de cor-
dão 0 1
2.3 Manter normotermia 
a) posicionar sob fonte de valor radiante 
b) secar corpo e fontanela 
c) desprezar campos úmidos 
d) colocar touca 
Adequado: realiza os 4 na ordem correta 
Parcialmente adequado: realiza os 4 em or-
dem incorreta 
Inadequado: não realiza os 4
0 1
2.4 Mantém via aérea pérvia: 
a) pescoço em leve extensão 
b) não indica aspiração 
Adequado: realiza os 2 
Inadequado: não realiza os 2 ou indica aspira-
ção
0 1
PEDIATRIA prac ticus
57
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
2.5 Avaliar RN: 
a) padrão respiratório 
b) frequência cardíaca auscultando precórdio 
por 6 segundos 
Adequado: realiza ambos adequadamente 
Inadequado: não realiza ambos adequada
0 0,5
2.6 Solicita instalação de oxímetro e monitor 
cardíaco 0 0,5
2.7 Indica ventilação com pressão positiva 
0 0,5
2.8 Informa ventilação adequada: 
a) FiO2 21% 
b) 40-60 ventilações/min 
Adequado: informa ambos corretamente 
Inadequado: não informa ambos corretamente
0 0,5
2.9 Reavalia respiração e FC após 30 segun-
dos 0 0,5
2.10 Informa término das manobras de reani-
mação 0 0,5
TÓPICO 3 - INTERNAÇÃO
3.1 Informar encaminhamento para alojamen-
to conjunto com a mãe 0 0,5
3.2 Realiza a sequência das tarefas conforme 
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
58
PEDIATRIA prac ticus
RESUMO
REANIMAÇÃO NEONATAL > 34 SEMANAS
Normotermia = temperatura 36,5 a 37,5 ° C
Temperatura da sala 23-25 °C
59
PEDIATRIA prac ticus
Doença do refluxo 
gastroesofágico 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em ambulatório de pediatria de hospital secundário 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento 
• Sala de procedimentos / observação 
• Sala de medicações 
• Laboratório de análises clínicas 
• Radiografia simples, ultrassonografia e tomografia computadorizada 
• Centro cirúrgico 
• Unidade de terapia intensiva pediátrica 
Descrição do caso
Paciente sexo masculino, 2 meses de vida, comparece à consulta acompanhado da mãe 
que apresenta queixa de vômitos e regurgitações após alimentação.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Faça anamnese direcionada para o caso 
2. Solicite o exame físico e interprete-o 
3. Informe hipótese diagnóstica 
4. Solicite exames complementares caso necessário 
5. Oriente conduta 
6. Após realizados os passos anteriores solicite evolução: paciente retorna após 3 se-
manas para reavaliação.Leia evolução do quadro, indique hipótese diagnóstica e 
conduta adequada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
60
Impresso 1
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
IDADE PESO ESTATURA PC
15 dias 3800g 52 cm 36 cm
1 mês 4400g 54 cm 37 cm 
 
PEDIATRIA prac ticus
61
Impresso 2
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
EXAME FÍSICO 
Bom estado geral, hidratado, eupneico, afebril, acianótico, anictérico 
Peso = 4870 g (entre Z escore -2 e -1) 
Estatura = 57cm (Z escore 0) 
IMC = 15 cm/m2 (entre Z escore -2 e -1) 
Fontanela anterior normotensa 
Aparelho respiratório: murmúrios vesiculares presentes bilateralmente, sem 
ruídos adventícios, sem desconforto respiratório. FR 35 ipm 
Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos, 
sem sopros. Pulsos cheios e simétricos. FC 125 bpm 
Abdome: semigloboso, ruídos hidroaéreos presentes, timpânico, normoten-
são. Sem massas ou visceromegalias. 
Genitália típica masculina, testículos tópicos, sem lesões perianais
PEDIATRIA prac ticus
62
Impresso 3
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
EVOLUÇÃO 
Após 3 semanas paciente retorna para atendimento fora de dia na unidade. Mãe refere 
que após orientações da última consulta paciente melhora do quadro dos vômitos e 
regurgitações, estes ocorrendo em menor frequência. Porém, há 3 dias os vômitos re-
tornaram, estando agora mais intensos, bebê está vomitando após todas as mamadas 
de caráter alimentar e em jato, apresentando também alguns vômitos não associados à 
alimentação. Apesar dos vômitos lactente mantém-se ávido para se alimentar. 
Ao exame físico lactente em regular estado geral, desidratado, FR 48 ipm, FC 150 bpm. 
Exame do aparelho respiratório e cardiovascular sem alterações. Ao exame abdominal 
palpada massa endurecida e arredonda em epigástrio. 
PEDIATRIA prac ticus
63
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 - PREPARAÇÃO
 1.1 Apresenta-se e cumprimenta a mãe 0 0,25
 1.2 Solicita caderneta da criança 0 0,5
1.3 Investiga queixa: 
a) quando iniciou o sintoma 
b) quanto tempo após a alimentação ocorrem 
os vômitos 
c) aparência dos vômitos 
d) febre 
e) alteração de comportamento (irritabilida-
de, letargia) 
f) sangramento 
g) diarreia 
h) sintomas no período noturno 
Adequado: pergunta 6 ou mais 
Parcialmente adequado: pergunta 3 a 5 
Inadequado: pergunta 2 ou menos
0 1
 1.4 Pergunta sobre passado médico 
a) comorbidades 
b) cirurgias prévias 
c) idade gestacional de nascimento 
e) alergias 
f) intercorrências neonatais 
Adequado: pergunta 3 a 5 
Parcialmente adequado: pergunta 2 
Inadequado: pergunta 1 ou não pergunta
0 0,5
1.5 Pergunta sobre aleitamento 0 0,25
PEDIATRIA prac ticus
64
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TÓPICO 2- EXAME FÍSICO
2.1 Solicita exame físico e interpreta dados 
antropométricos 
a) peso adequado 
b) estatura adequada 
c) eutrófico
 
Adequado: solicita e informa dados antropo-
métricos adequados 
Inadequado: não classifica dados antropomé-
tricos ou os classifica inadequadamente
0 1
TÓPICO 3 – DIAGNÓSTICO
3.1 Informa diagnóstico de refluxo gastroeso-
fágico fisiológico 0 1,5
TÓPICO 4- EXAMES COMPLEMENTARES
4.1 Informa não haver necessidade de exames 
complementares 0 1
TÓPICO 5- CONDUTA
5.1 Manter aleitamento materno 0 0,5
5.2 Orienta medidas comportamentais: 
a) evitar trocar fralda após alimentação 
b) evitar tabagismo passivo 
c) colocar para arrotar após alimentação 
d) dormir em posição supina 
Adequado: informa 3 a 4 
Parcialmente adequado: informa 2 
Inadequado: informa 1 ou nenhum
0 1,5
PEDIATRIA prac ticus
65
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TÓPICO 6- EVOLUÇÃO
6.1 Informa hipótese diagnóstica de estenose 
hipertrófica do piloro 0 1
6.2 Solicita USG de abdome 0 0,5
6.3 Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
66
FALAS DO ATOR
• Início há 2 semanas 
• 20-30 min após mamadas 
• Caráter alimentar 
• Sem sangue, febre, diarreia, vômitos noturnos ou alteração comporta-
mental 
• Sem comorbidades, alergias ou cirurgias prévias 
• Idade gestacional 39 semanas 2 dias, parto normal, sem intercorrências 
• Em aleitamento materno exclusivo 
67
PEDIATRIA prac ticus
RESUMO
REFLUXO GASTROESOFÁGICO
Passagem de conteúdo gástrico pelo esôfago > vômitos e regurgitação 
Fisiológico: evento benigno e autolimitado em lactentes com resolução até 2 anos > gan-
ho de peso adequado + ausência sinais de alarme 
DRGE 
Sintomas ou complicações que levam a morbidade importante > esofagite erosiva, esô-
fago de Barret, estenose péptica.
SINAIS DE ALERTA 
• Gerais: febre, letargia, irritabilidade, ganho ponderal ruim, disúria, dor abdominal 
• Neurológicos: fontanela abaulada, macro/microcefalia, convulsões 
• Gastrointestinais: vômitos persistentes / noturnos / biliosos, sangramento, início < 1 
mês ou duração > 12-24 meses, diarreia crônica, distensão abdominal.
MANEJO LACTENTES
Manter com leite materno / se uso de fórmula láctea modificar para fórmula anti-refluxo 
/ medidas comportamentais 
Sem melhora = Teste terapêutico para APLV em 2-4 semanas 
Sem melhora = Encaminhar para gastro OU IBP 4-8 semanas Melhora = tratamento con-
cluído 
Sem melhora = considerar diagnóstico diferencial 
MANEJO DE CRIANÇA E ADOLESCENTES 
Modificar estilo de vida / educação dietética 
Sem melhora = IBP 4-8 semanas com retirada gradual 
Sem melhora = Encaminhar para gastro / EDA 
MEDIDAS COMPORTAMENTAIS E DIETÉTICAS 
• Não usar roupa apertada 
• Trocar fralda antes das mamadas 
• Evitar tabagismo passivo 
• Evitar refeições volumosas 
• Colocar para arrotar após mamada 
• Evitar refeições altamente calóricas ou consumo de chocolates, refrigerantes, chá 
e café 
• Lactente: dormir em posição supina 
• Crianças maiores: dormir em decúbito lateral esquerdo com cabeceira elevada
68
PEDIATRIA prac ticus
Cetoacidose Diabética
Cenário de atuação
Atendimento em pronto-socorro de Pediatria
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento 
• Sala de emergências 
• Leitos de observação, enfermaria e unidade de terapia intensiva pediátrica 
• Centro cirúrgico 
• Laboratório de análises clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia simples, ultrassonografia e tomografia com-
putadorizada 
Descrição do caso
Você está no atendimento em pronto-socorro de pediatria e atende Mariana, paciente 
de 10 anos, que vem acompanhada da mãe com queixa de dor abdominal e vômitos de 
início há 2 dias além de perda de peso e poliúria há 3 semanas.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Faça anamnese direcionada para o caso 
2. Solicite o exame físico e interprete-o 
3. Indique conduta imediata 
4. Solicite exames complementares adequados para a suspeita e os interprete
5. Informe diagnóstico adequado 
6. Indique conduta adequada frente ao diagnóstico 
7. Esclareça dúvidas da mãe 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
69
IMPRESSO 1
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
EXAME FÍSICO
Regular estado geral, anictérica, acianótica, afebril 
Mucosas secas, sinal da prega lentificado 
FC 138 bpm / FR 37 ipm / SatO2 98% 
Aparelho respiratório: murmúrios vesiculares presentes bilateralmente, sem 
ruídos adventícios, sem desconforto respiratório. 
Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos, 
sem sopros. Pulsos finos, tempo de enchimento capilar de 3-4 segundos 
Abdome: plano, ruídos hidroaéreos presentes, timpânico, normotensão. Sem 
massas ou visceromegalias. Sem dor à palpação 
Neurológico: escala de coma de glasgow 15, sem sinais neurológicos focais.
PEDIATRIA prac ticus
70
Impresso 2
EXAMES LABORATORIAIS
Cliente: Mariana MendesProtocolo:001.2774113-
Idade : 10 anos 
Local : Mundo Revalida 
HEMOGRAMA
Material: SANGUE Valores de Referência
HEMOGLOBINA...................: 12,0 g/dL 9,0 a 14,0 g/dL
HEMATÓCRITO...................: 47 % 35,0 a 45,0 %
SÉRIE BRANCA
LEUCÓCITOS....................: 15.640 mm³ 5.000 a 19.500 mm³
SEGMENTADOS..................60 %
LINFÓCITOS....................: 38 %
MONÓCITOS....................: 8 %
EOSINÓFILOS....................: 1 %
BASÓFILOS....................:1 %
SÉRIE PLAQUETÁRIA
PLAQUETAS
Contagem ...........: .......... 366.000 mm³ 150.000 a 450.000mm³
PROTEÍNA C REATIVA……………: 8 mg/L 0 a 8 mg/L
URINA TIPO 1
DENSIDADE.............................: .........1.015mm 1.005 a 1.040
PH............................................: 6,5 4,5 a 8,5
LEUCÓCITOS............................: 2 – 4 / campo 0 a 5 / campo
HEMÁCIAS...............................: 1 / campo 0 a 2 / campo
PROTEÍNA................................: INDETECTÁVEL INDETECTÁVEL
NITRITO....................................: NEGATIVO NEGATIVO
GLICOSE...................................: POSITIVO NEGATIVO
CETONAS...................................POSITIVO 4+ NEGATIVO 
 
Glicemia:...................................... 428 mg/dl 
Gasometria venosa: 
 Ph: ................................................7,18 
 pCO2:............................................ 42 
 pO2: ................................................78 
 HCO3: 8 
Ureia .............................................53 mg/dl 
Creatinina...................................... 0,8 mg/dl 
Na ..................................................128 mEq/L 
K ....................................................5,8 mEq/L
P..................................................... 4,5 mg/d
CPF : 999.999.999-99 
Solicitante : Revalidando 
ATENÇÃO: DIRIJA-SE À CÂMERA
E VERBALIZE OS ACHADOS TÉCNICOS DO EXAME
PEDIATRIA prac ticus
71
IMPRESSO 3
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
EVOLUÇÃO 
Após medidas iniciais paciente evoluiu com diurese abundante. Mantém si-
nais de desidratação, FC 128 bpm, com melhora da perfusão periférica
PEDIATRIA prac ticus
72
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – PREPARAÇÃO
 1.1 Apresenta-se e cumprimenta a mãe 0 0,5
 1.2 Investiga queixa principal: 
a) febre 
b) diarreia 
c) alterações urinárias 
d) perda de peso 
e) polifagia 
f) sintomas respiratórios prévios 
g) vacina prévias
 
Adequado: pergunta 5 ou mais 
Parcialmente adequado: pergunta 3 ou 4 
Inadequado: pergunta 2 ou menos 
0 1
1.3 Pergunta sobre antecedentes: 
a) comorbidades 
b) medicações de uso contínuo 
c) alergias 
d) internações prévias 
Adequado: pergunta os 4 
Parcialmente adequado: pergunta 2 ou 3 
Inadequado: pergunta 1 ou nenhum 
0 1
TÓPICO 2- EXAME FÍSICO
2.1 Interpreta exame físico: sinais de desidra-
tação grave 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
73
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TÓPICO 3 – CONDUTA INICIAL
3.1 Encaminhar para sala de emergência 0 0,5
3.2 Prescrever expansão solução fisiológica 
0,9% 
Adequado: expansão com solução fisiológica 
0,9% 
Inadequado: não prescrever expansão com 
solução fisiológica 0,9% ou prescrever insuli-
na ou reposição de potássio/fósforo/bicarbo-
nato 
0 1
3.3 Solicita glicemia capilar 0 0,5
TÓPICO 4- EXAMES COMPLEMENTARES
4.1 Solicita exames: 
a) cetonúria ou cetonemia 
b) gasometria venosa 
c) glicemia 
d) potássio 
e) sódio 
f) fósforo 
g) função renal (ureia e creatinina) 
Adequado: solicita 5 ou mais, incluindo obri-
gatoriamente itens “a” a “d” 
Parcialmente adequado: solicita 4, sendo ne-
cessariamente itens “a” a “d” 
Inadequado: solicita 3 ou menos ou não solici-
ta itens “a” a “d” 
0 1
PEDIATRIA prac ticus
74
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TÓPICO 5- DIAGNÓSTICO
5.1 Cetoacidose diabética / cetoacidose diabé-
tica moderada 0 0,5
TOPICO 6- CONDUTA
6.1 Insulina regular endovenosa 0 0,5
6.2 Reposição de potássio 0 0,5
6.3 Manter hidratação 0 0,5
6.4 Monitorização de glicemia capilar, sinais 
vitais e escala de coma de glasgow a cada 1h 0 0,5
6.5 Monitorização de glicemia, gasometria e 
eletrólitos a cada 2h 0 0,5
6.6 Internação em leito de UTI 0 0,25
6.7 Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,25
PEDIATRIA prac ticus
75
FALAS DO ATOR
Sem febre, diarreia ou alteração urinária além da poliúria 
• Apresentou perda de peso de 2kg no último mês apesar de polifagia 
• Nega sintomas respiratórios e febre 
• Nega comorbidades, uso de medicações e alergias 
• Internação com 2 anos devido a pneumonia 
76
PEDIATRIA prac ticus
RESUMO
CETOACIDOSE DIABÉTICA
SUSPEITA: dor abdominal, vômitos, desidratação e sinais / sintomas típicos de diabetes 
(polidipsia, polifagia, perda de peso) > primodiagnóstico, não uso da insulina, eventos 
agudo (quadro infeccioso, trauma)
DIAGNÓSTICO: Glicemia ⋝ 200 mg/d + pH < 7,3 ou Bicarbonato < 15 + Cetonemia ⋝ 3 ou 
cetonúia ⋝ 2+
CLASSIFICAÇÃO
EXAMES LABORATORIAIS : 
glicemia, gasometria venosa, cetonúria ou cetonemia, ureia, creatinina, sódio (hiponatre-
mia dilucional), potássio (K corporal total aumentado), magnésio, fósforo, cálcio, hemo-
grama (leucocitose por estresse metabólico)
TRATAMENTO: internar na UTI
1º hora: 
• Estabilização hemodinâmica: SF 0,9% volume
• Boa perfusão = 10-20 ml/kg em 1h 
• Perfusão ruim = 10 ml/kg em 20 min 
• Choque = 20 ml/kg 
• Não fazer inulina 
A PARTIR DA SEGUNDA HORA 
Continuar hidratação: 
Manter expansão com SF0,9% se sinais de desidratação. Com melhora da desidratação 
inicia soro de manutenção.
Insulina: insulina regular EV contínua 0,05 a 0,1 U/Kg/h
• Diminuir no máximo 50-100 mg/dl da glicemia por hora. 
• Só troca insulina EV contínua para esquema SC de manutenção com melhora da aci-
dose 
Leve Moderada Grave
pH < 7,3 < 7,2 < 7,1
Bicarbonato < 15 < 10 < 5
77
PEDIATRIA prac ticus
Potássio: 
Reposição se diurese presente e K < 4,5 = 20-40 mEq/L 
Bicarbonato reposição somente se pH < 7,0 + comprometimento contratilidade cardíaca 
 MONITORIZAÇÃO 
 A cada 1 hora = GCS, glicemia capilar e sinais vitais 
 A cada 2 horas = glicemia, gasometria venosa, cetonemia e eletrólitos 
PRINCIPAL COMPLICAÇÃO: Edema cerebral
78
PEDIATRIA prac ticus
GNPE
Cenário de atuação
Atendimento em pronto-socorro pediátrico de hospital secundário
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Criança de 7 anos, sexo feminino, comparece a atendimento acompanhada da mãe. 
Apresenta queixa de inchaço em rosto e pernas com início há 3 dias.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Faça anamnese direcionada para o caso 
2. Solicite o exame físico 
3. Descreva procedimento de aferição da PA e interpretar resultado 
4. Soliciteexames complementares que julgue necessário 
5. Indique hipótese terapêutica 
6. Indique conduta adequada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
79
IMPRESSO 1
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
EXAME FÍSICO 
Regular estado geral, hidratado, afebril, acianótico, anictérico, hidratado 
Peso = 28 Kg / Estatura = 134 cm 
Edema em região periorbitária e em MMII 
Aparelho respiratório: murmúrios vesiculares presentes bilateralmente,com estertores 
em base bilateralmente. FR 32 ipm 
Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. 
Pulsos cheios e simétricos. FC 115 bpm 
Abdome: plano, flácido, ruídos hidroaéreos presentes, sem massas ou visceromegalias, 
indolor
PEDIATRIA prac ticus
80
IMPRESSO 2
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
PA = 129 X 75 mmHg
PEDIATRIA prac ticus
81
IMPRESSO 3
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
PEDIATRIA prac ticus
82
IMPRESSO 4
EXAMES LABORATORIAIS
 
Cliente: Mariana Mendes Protocolo:001.2774113-
Idade : 10 anos Local : Mundo Revalida 
CPF : 999.999.999-99 Solicitante : Revalidando 
HEMOGRAMA
Material: SANGUE Valores de Referência
HEMOGLOBINA...................: 12,0 g/dL 9,0 a 14,0 g/dL
HEMATÓCRITO...................: 47 % 35,0 a 45,0 %
SÉRIE BRANCA
LEUCÓCITOS....................: 8.830 mm³ 5.000 a 19.500 mm³
SEGMENTADOS..................60 %
LINFÓCITOS....................: 38 %
MONÓCITOS....................: 8 %
EOSINÓFILOS....................: 1 %
BASÓFILOS....................:1 %
SÉRIE PLAQUETÁRIA
PLAQUETAS
Contagem ...........: .......... 366.000 mm³ 150.000 a 450.000mm³
PROTEÍNA C REATIVA……………: 8 mg/L 0 a 8 mg/L
URINA TIPO 1
DENSIDADE.............................: .........1.015mm 1.005 a 1.040
PH............................................: 6,5 4,5 a 8,5
LEUCÓCITOS............................: 2 – 4 / campo 0 a 5 / campo
HEMÁCIAS...............................: 1 / campo 0 a 2 / campo
PROTEÍNA................................: 2 por campo INDETECTÁVEL
NITRITO....................................: NEGATIVO NEGATIVO
GLICOSE...................................: POSITIVO NEGATIVO
CETONAS...................................NEGATIVO NEGATIVO
ERITROCITOS............................500 MIL
PRESENÇA DE CILINDROS ERITORCITÁRIOS 
C3....................................................39mg/dl.............................................................90-180
aslo...................................................positivo..............................................................negatito
Ureia .............................................53 mg/dl 
Creatinina...................................... 0,8 mg/dl 
Na ..................................................128 mEq/L 
K ....................................................4,5 mEq/L
 P..................................................... 4,5 mg/d
ATENÇÃO: DIRIJA-SE À CÂMERA
E VERBALIZE OS ACHADOS TÉCNICOS DO EXAME
PEDIATRIA prac ticus
83
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – PREPARAÇÃO
1.1 Apresenta-se e cumprimenta a mãe 0 0,5
 1.2 Realiza anamnese direcionada: 
a) hematúria 
b) oligúria 
c) horário do edema 
d) sintomas neurológicos 
e) infecção de pele prévia 
f) sintomas respiratórios prévios 
g) quadro semelhante prévio 
Adequado: pergunta 5 a 7, incluindo obrigato-
riamente hematúria, oligúria, sintomas respira-
tórios ou infecção de pele prévios 
Parcialmente adequado: pergunta 4, sendo 
obrigatoriamente hematúria, oligúria, sintomas 
respiratórios ou infecção de pele prévios 
Inadequado: não pergunta sobre hematúria, 
oligúria, sintomas respiratórios ou infecção de 
pele prévios 
0 2
1.3 Pergunta sobre antecedentes: 
a) comorbidades 
b) medicações de uso contínuo 
c) alergias 
d) internações prévias 
Adequado: pergunta os 4 
Parcialmente adequado: pergunta 2 ou 3 
Inadequado: pergunta 1 ou nenhum 
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
84
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TÓPICO 2- EXAME FÍSICO
2.1 Interpreta exame físico: sinais de desidra-
tação grave 0 1
2.2 Solicita tabela de interpretação de PA 0 0,5
2.3 Classifica PA com HAS grau II 0 0,5
TÓPICO 3 – EXAMES COMPLEMENTARES
3.1 Solicita exames: 
a) C3 
b) hemograma 
c) ASLO / anti-DNAse B 
d) Função renal 
e) eletrólitos 
f) gasometria venosa 
g) análise de urina 
h) Radiografia de tórax 
Adequado: solicita 6 a 8, incluindo obrigatoria-
mente C3, análise da urina e Rx de tórax 
Parcialmente adequado: solicita 4 a 6, incluin-
do obrigatoriamente C3, análise de urina e Rx 
de tórax 
Inadequado: solicita 3 ou menos ou não solicita 
C3, análise de urina ou Rx de tórax 
0 1
TÓPICO 4 - DIAGNÓSTICO
4.1 Indica hipótese diagnóstica de glomerulo-
nefrite pós-estreptocócica 0 1
PEDIATRIA prac ticus
85
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 5 - CONDUTA
5.1 Internação hospitalar 0 0,5
5.2 Penicilina G benzatina IM dose única OU 
Amoxicilina VO 10 dias 0 1
5.3 Restrição de água e sal 0 0,5
5.4 Furosemida 0 0,5
5.5 Realiza a sequência das tarefas conforme so-
licitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
86
FALAS DO ATOR
- Edema em membros inferiores e olhos
- faringoamigdalites há 15 dias 
- Nega alergias
- Nega outras comorbidades
87
PEDIATRIA prac ticus
RESUMO
GNPE
QUADRO CLÍNICO 
• Edema + hematúria micro ou mascroscópoca + hipertensão arterial 
• Faixa etária: 5-15 anos, raro < 2 anos 
• Após 1-3 semanas de faringite estreptocócica ou 3-6 semanas após piodermite 
AFERIÇÃO DE PA
1. Braço direito ao nível do coração, apoiado, palma da mão para cima, sem roupa gar-
roteando o membro 
2. Determinar circunferência do braço no ponto médio entre acrômio e olécrano 
3. Escolher manguito com largura com 40% da circunferência e comprimento com 80% 
4. Posicionar manguito 2 cm acima da fossa cubital 
5. Palpar pulso radial e insuflar manguito até parar de sentir o pulso 
6. Desinsuflar manguito, posicionar estetoscópio em cima da artéria braquial e insuflar 
manguito 20 mmHg acima do valor encontrado 
7. Desinsuflar manguito lentamente 
INTERPRETAÇÃO DA PA
 Tabela de acordo com idade, sexo e percentil de altura 
 > P90 = PA alterada 
 > P95 = HAS estágio 1 
 > P95 + 12 = HAS estágio 2 
EXAMES COMPLEMENTARES
Complemento (obrigatoriamente baixo), hemograma, ASLO/anti-DNAse B, função renal, 
gasometria venosa, eletrólitos, exame de urina, dismorfismo eritrocitário.
MANEJO
• Internação de HAS moderada grave, ICC, encefalopatia hipertensiva ou oliguria 
• Penicilina G benzatina IM dose única OU amoxicilina VO 10 dias 
• Restrição hídrica (400 ml/m2/dia) e de sal (1-2g/dia) 
• Furosemida de congestão + HAS
88
PEDIATRIA prac ticus
Maus Tratos 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em pronto-socorro de Pediatria
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento 
• Sala de emergências 
• Leitos de observação, enfermaria e unidade de terapia intensiva pediátrica 
• Centrocirúrgico 
• Laboratório de análises clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia simples, ultrassonografia e tomografia com-
putadorizada 
Descrição do caso
Você está no atendimento em pronto-socorro de pediatria e atende paciente de 1 mês, 
sexo feminino, trazida pela mãe por queixa de queda da cama há 20 min.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Faça anamnese direcionada para o caso 
2. Solicite o exame físico e interprete-o 
3. Solicite avaliação complementar que julgue necessária e interprete
4. Informe hipótese diagnóstica 
5. Indique a conduta adequada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
89
IMPRESSO 1
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
EXAME FÍSICO
Regular estado geral, hidratado, eupneico, afebril, acianótico, anictérico 
Otoscopia: sem alterações 
Oroscopia: sem alterações 
Pele: hematomas arroxeados, esverdeados e amarelados em membros e 
tronco 
Aparelho respiratório: murmúrios vesiculares presentes bilateralmente, 
sem ruídos adventícios, sem desconforto respiratório. FR 42 ipm, SatO2 98% 
Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos, 
sem sopros. Pulsos cheios e simétricos. FC 130 bpm 
Abdome: semigloboso, ruídos hidroaéreos presentes, timpânico, normoten-
são. Sem massas ou visceromegalias. 
Genitália típica masculina, testículos tópicos 
Neurológico: criança sonolenta, hipoativa, reage a estímulos vocais. Sem le-
sões em calota craniana. Fontanela anterior normotensa. Pupilas isocóricas 
e fotorreagentes.
PEDIATRIA prac ticus
90
RADIOGRAFIA DE CORPO INTEIRO 
• Fratura de 2 arcos costais posteriores à direita e 1 à esquerda 
Dirija-se até a câmara e verbalize o diagnóstico
FALAS DO ATOR
Mãe refere que há 20 minutos a criança estava deitada na cama quando ro-
lou e caiu. Queda de aproximadamente 60 cm 
• Nega vômitos, crise convulsiva, perda de consciência ou sangramento, mas 
criança está sonolenta 
• IG 38 semanas, peso de nascimento 3,5 kg, sem intercorrências 
• Nega internações ou traumas prévios 
IMPRESSO 2
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
TOMOGRAFIA DE CRÂNIO FUNDO DE OLHO
PEDIATRIA prac ticus
91
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – PREPARAÇÃO
 
1.1 Apresenta-se e cumprimenta a mãe 0 0,5
 1.2 Investiga queixa 
a) mecanismo de trauma (como caiu e altura) 
b) perda de consciência 
c) alteração de comportamentos 
d) vômitos 
e) crise convulsiva
 
Adequado: pergunta 4 ou 5, incluindo obriga-
toriamente mecanismo de trauma 
Parcialmente adequado: pergunta 3, incluindo 
obrigatoriamente mecanismo de trauma 
Inadequado: pergunta 2 ou menos ou não 
pergunta sobre mecanismo de trauma 
0 1
1.3 Pergunta sobre período neonatal: 
a) idade gestacional 
b) peso de nascimento 
c) intercorrências 
Adequado: pergunta os 3 
Parcialmente adequado: pergunta 2 ou 1 
Inadequado: não pergunta 
0 0,5
1.4 Pergunta sobre internações e traumas 
prévios 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
92
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TÓPICO 2- EXAME FÍSICO
2.1 Interpreta exame físico: 
a) hematomas em diferentes fases de evolu-
ção 
b) rebaixamento de nível de consciência 
Adequado: cita os 2 
Inadequado: cita 1 ou nenhum. 
0 1
TÓPICO 3 – AVALIAÇÃO COMPLEMENTAR
3.1 Solicita exames 
a) TC de crânio 
b) Fundo de olho 
c) Radiografia simples de corpo inteiro 
Adequado: solicita os 3 
Parcialmente adequado: solicita 2 
Inadequado: solicita 1 ou nenhum 
0 1
3.2 Informa diagnóstico de hematoma subdu-
ral 0 1
3.3 Informa diagnóstico de hemorragia reti-
niana 0 1
TÓPICO 4 - DIAGNÓSTICO
4.1 Informa diagnóstico de síndrome do bebê 
sacudido 
Adequado: síndrome do bebê sacudido 
Parcialmente adequado: maus tratos 
Inadequado: não informa diagnóstico adequa-
do 
0 1
PEDIATRIA prac ticus
93
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TÓPICO 5 - CONDUTA
5.1 Internação em leito de UTI 0 0,5
5.2 Fazer notificação ao SINAN 0 0,25
5.3 Fazer notificação ao conselho tutelar 0 0,5
5.4 Fazer notificação àvara da infância e ju-
ventude 0 0,5
5.5 Orientar realização de boletim de ocorrên-
cia por membro do conselho tutelar 0 0,5
5.6 Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,25
94
PEDIATRIA prac ticus
RESUMO
MAUS TRATOS
SUSPEITA: história incompatível, demora procura atendimento, mecanismo de trauma 
incompatível com DNPM da criança, lesões em diferentes estágios de evolução, criança 
amedrontada, lesões em locais não usuais.
EXAMES COMPLEMENTARES: a depender do quadro clínico 
Rx de corpo todo: criança 2 anos ou que não se comunica + suspeita de violência física.
SÍNDROME DO BEBÊ SACUDIDO: lesões em SNC em < 3 anos provocadas por chacoa-
lhamento = hemorragia subdural, hemorragia retiniana, fratura de arco costal posterior 
LESÕES LEVES SEM RISCO DE REVITIMIZAÇÃO: alta com responsável legal + notifica-
ção conselho tutelar + notificação SINAN 
LESÕES GRAVES OU RISCO DE REVITIMIZAÇÃO: internação hospitalar + notificação 
conselho tutelar + notificação SINAN + notificação Vara da Infância e Juventude + 
informar a família sobre o direito de fazer boletim de ocorrência = ata a depender do ve-
redito do juiz da Vara da Infância e Juventude.
 
VIOLÊNCIA GRAVÍSSIMA / RISCO DE MORTE: internação hospitalar + notificação con-
selho tutelar + notificação SINAN + notificação Vara da Infância e Juventude + reali-
zação do boletim de ocorrência pelo membro do conselho tutelar = ata a depender do 
veredito do juiz da Vara da Infância e Juventude.
Mal estado geral, sequelas de violência crônica e grave, agressor com transtorno do com-
portamento / pedófilo / sociopata / psicopata, agressão que precisa de tratamento hospi-
talar, família conivente ou agressora.
95
PEDIATRIA prac ticus
Criptorquidia
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento de puericultura em unidade básica de saúde
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento 
• Sala de vacinas 
• Sala de medicação 
• Farmácia 
Descrição do caso
Você é o médico unidade básica de saúde e atende paciente do sexo masculino, 6 me-
ses acompanhado da mãe. A família se mudou recentemente para o território da sua 
unidade básica de saúde e essa é a primeira consulta da criança na nova unidade. 
Mãe refere que não consegue perceber a presença do testículo da criança na bolsa 
escrotal durante o banho.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Faça anamnese direcionada para o caso 
2. Solicite o exame físico e interprete-o 
3. Cite exames complementares que julgue necessário 
4. Informe para a mãe a conduta adequada 
5. Esclareça dúvidas da mãe 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
96
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME FÍSICO 
Bom estado geral, hidratado, eupneico, afebril, acianótico, anictérico, hi-
dratado 
Aparelho respiratório: murmúrios vesiculares presentes bilateralmente, 
sem ruídos adventícios, sem desconforto respiratório. FR 38 ipm 
Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tem-
pos, sem sopros. Pulsos cheios e simétricos. FC 128 bpm
Abdome: semigloboso, ruídos hidroaéreos presentes, timpânico, normo-
tensão. Sem massas ou visceromegalias. Coto umbilical gelatinoso, sem 
sangramento.
 
Genitália típica masculina, meato uretral tópico e centralizado, aderên-
cia balanoprepucial. Testículo direito palpável em bolsa escrotal. Tes-
tículo esquerdo não palpável em bolsa escrotal ou canal inguinal. Sem 
sinais de hérnia inguinal. anus tóp
PEDIATRIA prac ticus
97
Fala do Ator
Mãe refere que desde o nascimento percebe a ausência do testículo, mas 
não se lembrava de comentar sobre nas consultascom pediatra anterior. 
Pediatra que atendia a criança não falava nada sobre a ausência do testícu-
lo.
• Nega cirurgias, comorbidades e malformações
 
• Pai também apresentou demora na descida do testículo, mas não preci-
sou operar 
• Prematuro de 33 semanas, peso de nascimento 2100g, permaneceu inter-
nado por 15 dias para ganho de peso, nega outras intercorrências 
• Mãe nega exposição a pesticida ou estrogênio na gestação
 
• Pergunta sobre riscos da não descida do testículo
 
• Pergunta quanto tempo pode esperar o testículo descer antes de operar 
• Pergunta qual fator de risco associado a criptorquidia que a criança apre-
senta 
PEDIATRIA prac ticus
98
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – PREPARAÇÃO
1.1 Apresenta-se e cumprimenta a mãe 0 0,5
1.2 Realiza anamnese direcionada: 
a) tempo de início da queixa 
b) história familiar de criptorquidia 
c) cirurgia prévia 
d) comorbidades 
e) anomalias urogenitais associadas
 
Adequado: pergunta 4 ou 5 
Parcialmente adequado: pergunta 2 ou 3 
Inadequado: pergunta 1 ou nenhum 
0 2,0
1.3 Pergunta sobre período perinatal: 
a) idade gestacional 
b) peso de nascimento 
c) exposição antenatal da mãe a pesticida 
d) exposição antenatal da mãe a estrogênios 
e) intercorrências do período
 
Adequado: pergunta 4 ou 5 
Parcialmente adequado: pergunta 2 ou 3 
Inadequado: pergunta 1 ou nenhum 
0 1,0
 TÓPICO 2- EXAME FÍSICO 
2.1 Interpreta exame físico: criptorquidia a 
esquerda e ausência de malformação anogenital 0 1,0
TÓPICO 3 – AVALIAÇÃO COMPLEMENTAR
3.1 Informa que não há necessidade de exame 
complementar 0 1,0
TÓPICO 4 - DIAGNÓSTICO E CONDUTA
4.1 Encaminha para urologista / cirurgião 
pediátrico para abordagem cirúrgica 0 1,0
TOPICO 5 - DÚVIDAS
PEDIATRIA prac ticus
99
5.1 Informa fatores de risco na história: 
a) prematuridade 
b) história familiar 
c) baixo peso ao nascer 
Adequado: informa os 3 
Parcialmente adequado: informa 2 
Inadequado: informa 1 ou nenhum 
0 1,0
5.2 Informa sobre risco aumentado de câncer 
testicular e subfertilidade 0 1,0
5.3 Informa sobre necessidade de aguardar 
6-12 meses para descida espontânea antes da 
abordagem cirúrgica
0 1,0
5.4 Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
100
PEDIATRIA prac ticus
RESUMO ( CRIPTORQUIDIA)
Criptorquidismo significa a ausência de um ou dos dois testículos dentro da bolsa es-
crotal.
O mais frequente é o criptorquidismo unilateral (75 a 90% dos casos). O tipo bilateral 
(quando ambos os testículos estão fora da bolsa escrotal), ocorre mais raramente (10 a 
25% dos casos). 
Causas: 
Fatores anatômicos (ex: ausência de musculatura abdominal), por deficiência hormo-
nal, ou por fatores genéticos. 
Tem relação com câncer?
Aproximadamente 10% dos cânceres testiculares são associados ao criptorquidismo. O 
risco de câncer testicular nesses pacientes é 5 a 20 vezes maior que na população em 
geral. 
Tem relação com infertilidade?
A infertilidade tem sido observada em 30 a 50% dos pacientes com criptorquidismo 
unilateral e em até 75 % dos casos de criptorquidismo bilateral. O tratamento precoce 
pode potencialmente impedir ou retardar a evolução da lesão dos testículos. 
Fatores de risco:
Predisposição genética (história de criptorquidismo), exposição materna a substâncias 
(p.ex. pesticidas), idade materna avançada, obesidade ou diabetes materno, apresen-
tação pélvica na gestação, prematuridade ou baixo peso ao nascimento, síndromes 
genéticas, paralisia cerebral e doenças hormonais. 
Tratamento:
Pode resolver espontaneamente, A incidência cai de 3,4% ao nascimento para 0,8% 
com 12 meses de vida e se mantém em 0,8 % entre 1 ano e a vida adulta. Portanto, se 
os testículos não estiverem dentro da bolsa escrotal na idade de 1 ano, é imprescindí-
vel uma consulta médica. A incidência cai de 3,4% ao nascimento para 0,8% com 12 
meses de vida e se mantém em 0,8 % entre 1 ano e a vida adulta. Portanto, se os testí-
culos não estiverem dentro da bolsa escrotal na idade de 1 ano, é imprescindível uma 
consulta médica.
101
PEDIATRIA prac ticus
Coqueluche
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em hospital secundário de pediatria.
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Lactente 2 meses, é atendido com relato de tosse que vem durando há cerca de 15 dias. 
Apresentou episódio de apneia na manhã do atendimento.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Faça anamnese direcionada para o caso 
2. Solicite o exame físico e interprete-o 
3. Cite exames complementares que julgue necessário 
4. Informe para a mãe a conduta adequada 
5. Esclareça dúvidas da mãe 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
102
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME FÍSICO
Ausculta pulmonar: MUVA, roncos de transmissão.
FR 48 irpm
Afebril no momento
Petéquias na face
Sem outras alterações no restante
Do exame físico
PEDIATRIA prac ticus
103
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAMES LABORATORIAIS
 
Cliente: Mariana Mendes 
Protocolo:001.2774113-
Idade : 2 meses 
Local : Mundo Revalida 
CPF : 999.999.999-99 
Solicitante : Revalidando 
HEMOGRAMA
Material: SANGUE Valores de Referência
HEMOGLOBINA...................: 12,0 g/dL 9,0 a 14,0 g/dL
HEMATÓCRITO...................: 47 % 35,0 a 45,0 %
SÉRIE BRANCA
LEUCÓCITOS....................: 18.830 mm³ 5.000 a 19.500 mm³
SEGMENTADOS..................60 %
LINFÓCITOS....................: 70 %
MONÓCITOS....................: 8 %
EOSINÓFILOS....................: 1 %
BASÓFILOS....................:0,5 %
SÉRIE PLAQUETÁRIA
PLAQUETAS
Contagem ...........: .......... 366.000 mm³ 150.000 a 450.000mm³
PROTEÍNA C REATIVA……………: 8 mg/L 0 a 8 mg/L
URINA TIPO 1
DENSIDADE.............................: .........1.015mm 1.005 a 1.040
PH............................................: 6,5 4,5 a 8,5
LEUCÓCITOS............................: 2 – 4 / campo 0 a 5 / campo
HEMÁCIAS...............................: 0 0 a 2 / campo
PROTEÍNA................................: indetectável INDETECTÁVEL
NITRITO....................................: NEGATIVO NEGATIVO
GLICOSE...................................: NEGATIVO NEGATIVO
CETONAS...................................NEGATIVO NEGATIVO
Ureia .............................................53 mg/dl 
Creatinina...................................... 0,8 mg/dl 
Na ..................................................128 mEq/L 
K ....................................................4,5 mEq/L
 P.....................................................4,5 mg/d
ATENÇÃO: DIRIJA-SE À CÂMERA
E VERBALIZE OS ACHADOS TÉCNICOS DO EXAME
PEDIATRIA prac ticus
104
IMPRESSO 3 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
ATENÇÃO: DIRIJA-SE À CÂMERA
E VERBALIZE OS ACHADOS TÉCNICOS DO EXAME
PEDIATRIA prac ticus
105
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – PREPARAÇÃO
1.1 Apresenta-se e cumprimenta a mãe 0 0,5
1.2 Solicita a caderneta da criança 0 0,5
 
1.3 Realiza anamnese direcionada: 
a) tempo de início da queixa 
b) características da tosse
c) manifestações associadas 
d) questiona apneia e/ou guincho
e) quadros prévios antes
 
Adequado: pergunta 4 ou 5 
Parcialmente adequado: pergunta 2 ou 3 
Inadequado: pergunta 1 ou nenhum 
0 1,5
1.4 Avalia contato com casos semelhantes 0 0,5
1.5 Avalia uso de dTpa durante gestação 0 1,0
 TÓPICO 2- EXAME FÍSICO 
2.1 Interpreta exame físico: 
Taquipneia + roncos em ausculta 0 0,5
TÓPICO 3 – AVALIAÇÃO COMPLEMENTAR
3.1 solicita hemograma e radiografia 0 0,5
3.2 Interpretar o leucograma com leucocitose com 
predomínio linfocitário 0 1,0
3.3 Interpreta Rx de tórax com infiltrado peri hilar, 
com aspecto que se assemelha a um coração 
felpudo
0 1,0
PEDIATRIA prac ticus
106
TÓPICO 4- DIAGNÓSTICO E CONDUTA
4.1Indica internação hospitalar e o tratamento com 
azitromicina 0 0,5
4.2Cita isolamento por cultura ou identificação por 
PCR de B. pertussis
Para diagnóstico de coqueluche
0 1,0
TOPICO 5- DÚVIDAS
5.1Indica quimioprofilaxia com azitromicina para 
contactantes domiciliares
 
0 1,0
5.2 Realiza as medidas de notificação compulsória 0 1,0
5.4 Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
107
FALAS DO ATOR
Referir para o candidato que o bebe não teve febre durante o pe-
ríodo.
Referir que a criança permanece bem entre os acessos de tosse, 
mas, ao tossir, chega a vomitar e na manha de hoje, apresentou 
um episódio de apneia ( doutor, ela tosse, tosse, tosse e depois 
fica roxinha, sem ar, já chegou a apresentar vomito após a tosse 
também)
Se o candidato perguntar de contactantes referir que o Pai da 
criança vem apresentado quadro de tosse há cerca de 3 semanas.
Se o candidato perguntar sobre vacinação dizer a Situação vaci-
nal da criança esta atualizada; a mãe não fez vacinas durante a 
gestação ou puerpério por decisão própria.
Reside apenas com pai e mãe
Duvidas da mãe: o que pode ter causado isso? Tem algum exame 
que possa identificar 
O bicho? O agente? Isso é contagioso? 
108
PEDIATRIA prac ticus
COQUELUCHE ( RESUMO)
 MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS 
Apresentam-se em três fases consecutivas. No entanto de acordo com a idade do indiví-
duo os sintomas podem variar.
• Fase Catarral: Duração de 2 semanas com sintomas respiratórios leves, como res-
friado comum, caracterizado por coriza, lacrimejamento, tosse leve, febre baixa e 
mal-estar.
• Fase Paroxística: Duração de 2 a 6 semanas. Geralmente é afebril ou com febre 
baixa e tosse mais frequente e espasmódica (5 a 10 tossidas, muitas vezes den-
tro de uma única expiração). Há frequentemente vômitos pós acesso de tosse. Os 
episódios podem ser seguidos por sibilo inspiratório (guincho), no final de um pa-
roxismo. A frequência de episódios paroxísticos varia muito, podendo chegar a 30 
acessos de tosse em 24 horas. Muitas vezes se intensificam à noite interferindo no 
sono. É comum a perda de peso e geralmente as complicações ocorrem durante 
esta fase. Após 2 a 4 semanas os episódios de tosse se tornam menos frequentes 
e menos graves. 
• Fase de Convalescença: Duração de 2 a 6 semanas, por até 3 meses. Os acessos 
de tosse dão lugar à tosse comum. Infecções respiratórias de outra natureza, que 
se instalam durante esta fase, podem provocar o reaparecimento transitório dos 
paroxismos.
CONDUTA FRENTE AO CASO SUSPEITO 
Observar situação vacinal da criança e se necessário completar o esquema preconizado 
pelo PNI. Vacinação seletiva para crianças de 2 meses a 6 anos completos com a Vacina 
Pentavalente ou DTP. Instituir o tratamento dos casos suspeitos e desencadear as medi-
das de controle e investigação. Instituir quimioprolaxia para os comunicantes. Identicar 
e coletar (swab) de comunicante e acrescentar no campo 35 (contato) na FIE-SINAN, do 
caso suspeito. Orientar o isolamento respiratório durante 5 dias após início do tratamen-
to com antibiótico. Assegurar vigilância da área até 42 dias após a 
identicação do último caso.
EXAMES COMPLEMENTARES DE APOIO AO CRITÉRIO CLÍNICO - HEMOGRAMA e RX 
de TÓRAX 
Resultados do hemograma conforme a fase da doença: 
• Período Catarral: Leucócitos acima de 20.000 e Linfocitos acima de 10.000. 
• Período Paroxístico: Leucócitos 30.000, e Linfocitos de 60 a 80%. 
Rx de tórax: (Imagem de “coração franjado”)
Tratamento e quiomioprofilaxia: 1º escolha = azitromicina
109
PEDIATRIA prac ticus
PALS
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Você está de plantão em um hospital e é chamado com urgência pela enfermeira com 
relato que chegou um lactente de 11 meses engasgado com um pedaço de carne.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
PEDIATRIA prac ticus
110
Exame físico 
Criança em regular estado geral, corada, hidratada, anictérica, 
acianótica, taquidispneica com estridor inspiratório, FR 50 irpm, 
salivação intensa, elevação torácica deficiente, incapaz de emitir 
sons.
PEDIATRIA prac ticus
111
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
PEDIATRIA prac ticus
112
IMPRESSO 3 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Exame físico
Ausência de pulso
Criança irresponsiva 
PEDIATRIA prac ticus
113
IMPRESSO 4 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
PEDIATRIA prac ticus
114
IMPRESSO 5 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
PEDIATRIA prac ticus
115
IMPRESSO 6 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Sinais vitais
Pulso presente
FC: 80
BCNF 
AP : MVUA sem ruídos
Irresponsivo
PEDIATRIA prac ticus
116
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – PREPARAÇÃO
1.1 Apresenta-se e cumprimenta a mãe 0 0,25
1.2 Acalmou a mãe e pediu pra ela explicar rapi-
damente o que aconteceu 0 0,25
 
1.3 Solicitou que mesma saísse para que você 
pudesse realizar o exame físico 0 0,25
1.4 Paramentou-se e realizou impressão inicial, 
solicitou o exame físico breve do paciente. 
Solicitou avaliação da via aérea 
0 0,25
TÓPICO 2- EXAME FÍSICO 
2.1 Interpreta exame físico: 
Identificou obstrução por corpo estranho 0 0,5
2.2Não fez tentativa de varredura digital às 
cegas em via aérea? 0 0,5
TÓPICO 3 – CONDUTA
3.1 Realizou manobra de 5 golpes nas costas e 5 
compressões torácicas
com técnica adequada?
0 1,5
3.2 Repetiu a manobra de desobstrução 0 0,5
3.3 Chamou ajuda com carrinho de parada, 
solicitou monitorização e
acesso venoso?
0 0,5
TÓPICO 4- DIAGNÓSTICO E CONDUTA
4.1 Identificou ausência de responsividade da 
criança e ausência de
respiração? 
 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
117
4.2 Identificou ausência de pulso? 0 0,5
4.3 Iniciou e orientou a RCP em 2 socorristas, 
15:2, trocando a cada 5
ciclos ou 2 minutos?
0 1,0
4.4 Escolheu o dispositivo Bolsa-Válvula-
Máscara (BVM) adequado (bolsa de
lactente, máscara que cobre nariz e boca, sem 
cobrir os olhos do
paciente) e solicitou materiais adequados paraIOT/suporte ventilatório?
0
0,5
4.5 Identificou o ritmo de AESP? 0 0,5
4.6 Indicou o uso de adrenalina a cada 3-5 
minutos, com dose de 0,01
mg/kg?
0 1,0
4.7 Identificou linha reta, fez o protocoloco 
CAGADA, e logo após identificou assistolia 0 0,5
4.8 Retornou a RCP por mais 2 minutos e 
checou o ritmo 0 0,5
4.9 Identificou ritmo organizado, checou pulso , 
verbalizou retorno da circulação espontânea 0 0,5
4.10 Realizou a intubação orotrqueal 0 0,5
4.11 Fez os cuidados pós parada 0 0,25
4.12 Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,25
PEDIATRIA prac ticus
118
FALAS DO ATOR
Mãe chegar desesperada com a criança. Ficar desesperada até o 
candidato pedir pra sair.
Falas para o examinador: 
No A: se ele fizer a intubação, considerar a intubação.
Se questionar sobre responsivadade e pulso após as manobras de 
hemilich, dizer que a criança esta irresponsiva e sem pulso .
Após o primeiro ciclo de RCP dizer que chegou o carrinho e desfi-
brilador
Se o candidato indicar intubação, terá que realizar a RCP com 
100-120 compressões por minuto e ventilação a cada 6 segundos
119
PEDIATRIA prac ticus
PALS ( RESUMO)
PEDIATRIA prac ticus
120
• Para a fixação ideal do tudo endotraqueal:
Diâmetro interno do tubo (mm)x 3
Idade da criança (anos)/2+12
• Em relação a lâmina ideal:
      → Para bebês entre 6-7 kg até 3 anos, usamos a lâmina 1 reta
      → Para crianças pequenas entre 12-14 kg usamos a lâmina 2 reta
      → Para crianças 19-29 kg usamos a lâmina 2 reta ou curva
      → Para crianças maiores de 30 kg usamos a lâmina 3 reta ou curva
Sequência para Ritmos Chocáveis
Aplicar 1° choque: 2J/KG
Retomar a RCP  por mais 2 minutos
Estabelecer acesso vascular
Verificar ritmo novamente
PEDIATRIA prac ticus
121
Se ritmo chocável:
Aplicar 2° choque 4J/Kg
Se ritmo não chocável: sequência para ritmo não chocável
Retomar RCP por 2 minutos
Epinefrina a cada 3-5 minutos
EV: 0,01 mg/kg: 0,1 ml/kg da solução 1:10.000 (1 ml adrenalina + 9 ml AD ou SF 0,9%)
Considerar via aérea avançada (IOT)
Se ritmo chocável novamente
Aplicar nove choque : >= 4J/Kg, máximo de 10 J/kg ou carga para adulto
Retomar RCP POR 2 MINUTOS
Amiodarona (5 mg/kg; em FV/TV refratária adrenalina. Pode ser repetida 2x) ou Lidocaí-
na (ataque 1 mg/kg; manutenção 20-50 mcg/kg/min → repetir em bolus se manutenção 
for iniciada após 15 minutos da primeira dose
122
PEDIATRIA prac ticus
Doença Celíaca
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em unidade básica de saúde
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Exames não estão disponíveis nesse local, se necessário deverá encaminhar 
ou agendar exames. 
Descrição do caso
Menina 8 anos vem trazida ao centro de saúde com queixa de diarreia..
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Realize o atendimento do paciente e anamnese direcionada 
2. Realize o exame físico e verbalize seus achados se julgar necessário
3. Solicite exames se julgar necessário
4. Realize o diagnóstico e dê a conduta
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
123
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME FÍSICO
Ectoscopia: Hipocorada, hidratada, acianótica. 
pequena para a idade, pescoço achatado (alado) Emagrecida, 
com lesões em pele.
Oroscopia: presença de lesões em região de mucosa.
Abdome: plano, RHA+ , distendido, doloroso a palpação profunda 
difusamente. 
PEDIATRIA prac ticus
124
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
PEDIATRIA prac ticus
125
IMPRESSO 3 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Cliente:Julia Mendes Protocolo:001.2774113-
Idade : 8 anos Local : Mundo Revalida 
CPF : 999.999.999-99 Solicitante : Revalidando 
HEMOGRAMA
Material: SANGUE Valores de Referência
HEMOGLOBINA...................: 9,5 g/dL 9,0 a 14,0 g/dL
HEMATÓCRITO...................: 35 % 35,0 a 45,0 %
VCM.......................................70
HCM.......................................30
SÉRIE BRANCA
LEUCÓCITOS....................: 8,500 mm³ 5.000 a 19.500 mm³
SEGMENTADOS..................60 %
LINFÓCITOS....................:22 %
MONÓCITOS....................: 8 %
EOSINÓFILOS....................: 0 %
BASÓFILOS....................:0%
SÉRIE PLAQUETÁRIA
PLAQUETAS
Contagem ...........: .......... 366.000 mm³ 150.000 a 450.000mm³
PROTEÍNA C REATIVA……………: 8 mg/L 0 a 8 mg/L
Ureia .............................................53 mg/dl 
Creatinina...................................... 0,8 mg/dl 
Na ..................................................128 mEq/L 
K ....................................................5,8 mEq/L
 P..................................................... 4,5 mg/d
ATENÇÃO: DIRIJA-SE À CÂMERA
E VERBALIZE OS ACHADOS TÉCNICOS DO EXAME
PEDIATRIA prac ticus
126
IMPRESSO 4 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Cliente:Julia Mendes Protocolo:001.2774113-
Idade : 8 anos Local : Mundo Revalida 
CPF : 999.999.999-99 Solicitante : Revalidando 
Anticorpo antitransglutaminase tecidual IGA 
Resultado: reagente
Dosagem de IgA total
Resultado: reagente
Antiendomísio
Resultado: reagente
PEDIATRIA prac ticus
127
IMPRESSO 5 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
ENDOSCÓPIA DIGESTIVA ALTA COM BIÓPSIA DE INTES-
TINO DELGADO 
LAUDO: mucosa plana, com criptas alongadas e aumento 
de mitoses, epitélio superficial cuboide, com vacuoliza-
ções, borda estriada borrada, aumento do número de lin-
fócitos intraepiteliais e lâmina própria com denso infiltra-
do de linfócitos e plasmócitos.
PEDIATRIA prac ticus
128
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TÓPICO 1 – PREPARAÇÃO
 
1.1 Apresenta-se e cumprimenta a mãe 0 0,25
1.2 Solicita a caderneta da criança 0 0,25
 
1.3 avalia data do inicio dos sintomas
 0 0,25
1.4 Avalia características da diarreia (frequên-
cia, volume, presença de
sangue, muco e pus, restos alimentares, si-
nais de esteatorreia)
Adequado: questiona 6 itens 
Parcialmente: questiona apenas 3 itens 
Inadequado: questiona 1 ou 2 itens 
 
0 1,0
1.5 Avalia sintomas associados (lesões orais, 
flatulência, lesões de pele,
distensão abdominal, náuseas ou vômitos , 
febre)
Adequado: questiona 5 itens 
Parcialmente : questiona 3 itens 
Inadequado : só questiona 1 ou 2 itens 
0
1,0
1.6 Questiona sobre hábitos alimentares da 
criança 0 0,25
1.7 Questiona comorbidades e uso de medica-
ções 0 0,5
1.8 Questiona alergias 0 0,5
TÓPICO 2- EXAME FÍSICO 
2.1 Menciona necessidade de realizar o exame 
físico e Solicita avaliar as lesões orais e de 
pele 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
129
2.2 Identifica lesão oral compatível com 
estomatite aftosa 0 0,5
2.3 Identifica lesão de pele semelhante a 
dermatite hepertiforme 0 0,5
TÓPICO 3 – AVALIAÇÃO COMPLEMENTAR
3.1 Solicita laboratório : hemograma e 
identifica anemia 0 0,5
3.2 Solicita anticorpo antitransglutaminase 
tecidual IgA e dosagemde
IgA total ou antiendomísio 
0
0,5
3.3 solicita endoscopia digestiva alta com 
biópsia intestinal (obrigatória citar
EDA)
0
0,5
TÓPICO 4- DIAGNÓSTICO
4.1 Da como diagnóstico pela clinica + 
anticorpos positivos + EDA compatível com 
doença celíaca 
 0
1,0
TOPICO 5- CONDUTA 
5.1 Orienta que o tratamento é a base da 
retirada de glúten da dieta
 0
0,5
5.2 Cita restrição ao consumo de trigo, 
centeio e cevada 0 0,5
5.3 Explica para a mãe que a provável 
causa da baixa estatura é o diagnóstico de 
síndrome de Turner
0
0,5
5.4 Indica a realização de cariótipo para 
confirmação do diagnóstico de Turner 0 0,5
5.5 Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0
0,25
PEDIATRIA prac ticus
130
FALAS DO ATOR
Diarreia há 4 meses, com fezes volumosas, fétidas, que flu-
tuam, sem sangue, muco ou pus.
Apresenta lesões orais, flatulência, lesões de pele, disten-
são abdominal.
Criança alimenta se bem, de todo, mas piora a diarreia 
quando come pão, comida que contem glútea.
Não trouxe a caderneta mas as vacinas estão em dia
131
PEDIATRIA prac ticus
DOENÇA CELÍACA ( RESUMO)
Definição: Doença celíaca é uma enteropatia crônica do intestino delgado, de caráter 
autoimune, desencadeada pela exposição ao glúten em indivíduos geneticamente 
predispostos.
Quadro clínico: 
• Diarreia frequente;
• Esteatorreia;
• Distensão abdominal;
• Flatulência;
• Déficit somático;
• Perda de peso 
• Dermatite herpetiforme
• Estomatite aftosa
Teste de diagnóstico 
Tratamento 
O único tratamento disponível até o momento para DC é uma dieta rigorosamente 
isenta de glúten. Essa exclusão deverá ser definitiva. Na maioria dos pacientes, a isen-
ção do glúten é suficiente para melhora dos sintomas e prevenção das complicações 
da DC. Poderá ser necessária a exclusão inicial de lactose, em razão de intolerância tem-
porária desse carboidrato até o restabelecimento da mucosa intestinal.
132
PEDIATRIA prac ticus
Aferição de PA
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em hospital secundário de pediatria.
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Paciente de 6 anos com edema palpebral vem ao serviço para avaliação da pressão ar-
terial.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
133
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
PA 120x75 mmHg, estatura percentil 50.
PEDIATRIA prac ticus
134
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – PREPARAÇÃO
Apresenta-se e cumprimenta a mãe e a criança 0 0,5
Mensura extensão do braço a partir do acrômio 
até olécrano 0 1,0
 Utiliza o manguito apropriado para o tamanho 0 1,0
Realiza palpação do pulso radial 0 1,0
Coloca manguito adequadamente 0 1,0
Identifica a artéria braquial e posiciona o 
estetoscópio corretamente 0 1,0
Recorre aos gráficos de percentil de PA e 
estatura 0 1,0
Classifica corretamente a pressão arterial 0 1,0
Esclarece aos responsáveis os achados clínicos 0 0,5
Indica exames adequados para investigação 0 1,0
Planeja reavaliação futura 0 0,5
Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
135
PEDIATRIA prac ticus
RESUMO DE COMO AFERIR 
ADEQUADAMENTE A PA
1ºPASSO: medir a circunferência do braço. Para isso, o você deverá medir a distância en-
tre dois pontos: olécrano e acrômio e determinar o ponto médio dessa distância.
 
2º PASSO: No ponto médio, identificar qual é a medida da circunferência do braço. A 
partir dessa medida, é selecionado o tamanho do manguito. O tamanho ideal é aquele 
que cobre 40% da largura e 80 a 100% do comprimento....
 
3º PASSO: você deverá colocá-lo no braço da criança, posicionando o meio da parte 
compressiva sobre a artéria radial, em uma distância de 2 a 3 cm da fossa cubital.
Posterior a colocação do manguito você deverá palpar o pulso radial e estimar o nível 
de pressão arterial sistólica PAS. Em seguida, a campânula do estetoscópio deve ser po-
sicionada sobre a artéria braquial na fossa cubital, e insuflar até 20 a 30mmHg acima do 
nível de PAS estimado.
Desinsuflar o manguito com velocidade de 2mmHg/ por segundo. A pressão arterial sis-
tólica é determinada pela identificação do primeiro som (fase I de Korotkoff) e pressão 
arterial diastólica pela medida em que os sons desaparecem (Fase V de Korotkoff). 
136
PEDIATRIA prac ticus
COMO INTERPRETAR A MEDIDA DA PRESSÃO NOS GRÁFICOS
1º PASSO: deve-se considerar a idade da criança e avaliar a sua estatura. Posteriormen-
te, sinaliza-se na tabela a estatura mais próxima com a da criança, de acordo com a ida-
de.
2º PASSO: identificar na coluna abaixo da estatura a pressão sistólica e a diastólica mais 
próximas a verificada na criança....
 
3º A classificação final, considera-se o maior percentil,...
EXEMPLO: 
Menino de 1 ano, 78,3cm de estatudo, PA: 102 x 52 
1º passo 
2º passo
137
PEDIATRIA prac ticus
138
PEDIATRIA prac ticus
Anafilaxia
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Menino de 2 anos levado à emergência após aparecimento de lesões em pele e choro 
intenso. Nega febre e vômitos
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
139
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
PA :100X70
FC: 130
SAT O2: 89%
FR: 22
AP: MVUA COM SIBILOS DIFUSOS
EXTREMIDADES: TEC <3SEG
COM URTICÁRIA DIFUSA 
GLASGOW 14
PEDIATRIA prac ticus
140
FALAS DO ATOR
Mãe chega a emergência desesperada, com criança no 
colo dizendo que estavam no parque brincando com seu 
filho quando o mesmo começou a apresentar prurido in-
tenso e falta de ar. 
Se o candidato questionar: 
Dizer que lá tinha muitos insetos e ela viu abelhas
Dizer que ele tem alergias a picada de insetos
Dizer que não é alérgico a medicamentos e não tem co-
morbidades. 
PEDIATRIA prac ticus
141
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
Apresenta-se e cumprimenta a mãe e a criança 0 0,5
Investigou a ventilação do paciente 0 0,5
 Investigou a circulação do paciente 0 0,5
Investigou nível de consciência do paciente 0 0,5
Analisou exposição do paciente 0 0,5
Realizou medidas para prevenção de morte por 
colapso hemodinâmico (posição com elevação 
de membros inferiores) 
0 1,0
Solicitou adrenalina na dose correta (0,01mg/kg) 0 1,0
Administrou adrenalina no local correto 
(intramuscular, 
na região anterolateral da coxa) 
0 1,0
Solicitou cristalóide (10-20 ml/kg) para expansão 
volêmica 0 1,0
Orientou necessidade de repetir adrenalina 
caso não houvesse efeito em 5-15 min 0 1,0
Indicou necessidade de internação para 
observação por pelo menos 6 horas 0 0,5
Aponta necessidade de afastar alérgenos 0 0,5
Esclarece possibilidade do uso de canetade 
adrenalina para eventuais recorrências 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
142
Pediu encaminhamento para especialista/ 
imunologista 0 0,5
Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
143
PEDIATRIA prac ticus
ANAFILAXIA (RESUMO)
Definição: Reação de hipersensibilidade imediata (tipo I de Gel & Coombs) desenca-
deada pela exposição de indivíduos previamente sensibilizados a um alérgeno e media-
da pelas imunoglobulinas E (IgE), com rápida liberação de mediadores de basófilos e 
mastócitos e células inflamatórias.
Causas: alimentos, insetos, medicamentos, exercícios, imunoterapia, látex, contraste. 
Quadro clínico: Apresenta-se com manifestações isoladas ou em combinação com di-
versos sistemas, normalmente iniciando-se 15 minutos após a exposição.
Sintomas podem incluir:
• Pele: eritema, prurido, urticária e angioedema;
• Gastrointestinal: náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal;
• Cardiovascular: síncope, tontura, taquicardia, hipotensão e choque;
• Vias aéreas: estridor, disfonia, rouquidão ou dificuldade de falar, dispneia, tos-
se, rinorreia, espirros, edema de glote e broncoespasmo;
• Outros: convulsões e morte súbita.
Tratamento: A definição terapêutica varia de acordo com o grau de gravidade. Em to-
dos os casos, a administração de epinefrina deve ser realizada imediatamente após o 
diagnóstico.
Se presença de estridor, parada respiratória, edema de língua e orofaringe ou alterações 
vocais, realizar entubação.
Parada cardiorrespiratória (PCR): Seguir as recomendações do ACLS. Atenção especial 
à via aérea alta, já que o edema de glote pode ocorrer. Pode ser necessário uma cricoti-
reoidostomia.
Adrenalina: principal via de administração com absorção mais rápida é a IM na coxa 
lateral, podendo ser administrada por SC.
• Concentração: 1:1.000;
• Adultos: 0,3 a 0,5 mL (0,3 a 0,5 mg);
• Crianças: 0,01 mL/kg (0,01 mg/kg).
144
PEDIATRIA prac ticus
Anemia Falciforme
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em hospital secundário de pediatria.
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Paciente masculino de 10 anos levado ao consultório pelos pais por conta de tosse e co-
riza há 4 dias, sendo que hoje iniciou dor intensa em MID.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
145
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME FÍSICO
Exame físico: REG, descorado +/4+, afebril, FC: 130, FR: 30, PA: 100x70. 
Limitação da mobilização ativa ou passiva do joelho e quadril. Sem outras altera-
ções
PEDIATRIA prac ticus
146
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – PREPARAÇÃO
1. Apresenta-se e cumprimenta a mãe e a criança 0 0,5
2. Investigou idas ao pronto socorro 0 0,5
3. Investigou frequência e intensidade dos sintomas 0 1,0
4. Investigou medicações em uso 0 0,5
5. Apontou crise vaso-oclusiva/ crise álgica como 
diagnostico 0 1,0
6. Indicou necessidade de PCR, hemograma e 
hemocultura 0 0,5
7. Indicou necessidade de tipagem sanguínea 
 0 1,0
8. Indicou necessidade de exame de urina tipo I, 
creatinina e ureia 0 0,5
9. Indicou necessidade de radiografia de tórax 0 0,5
10. Solicitou internação 0 1,0
11. Prescreveu analgesia correta (opioide + 
analgésico comum fora do horário) 0 1,0
12. Prescreveu hidratação intravenosa 0 1,0
13. Esclarece dúvidas 0 0,5
14. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
147
FALAS DO ATOR
Dizer: 
Paciente portador de doença falciforme, faz uso de hidroxiureia desde muito novo 
Dor iniciou no joelho e irradia para o quadril, piora com movimento e tem pouca me-
lhora com dipirona. Nega febre e outros sintomas. 
Mãe relata que há última crise de dor foi há 6 meses e que na ocasião apresentou mão 
inchada. 
Exame físico: REG, descorado +/4+, afebril, FC: 130, FR: 30, PA: 100x70. 
Limitação da mobilização ativa ou passiva do joelho e quadril. Sem outras alterações.
148
PEDIATRIA prac ticus
ANEMIA FALCIFORME (RESUMO)
Definição: Doença falciforme representa um grupo de condições genéticas que cur-
sam com anemia hemolítica,  sendo caracterizadas pela presença de uma hemoglobi-
na variante (hemoglobina S) resultante de mutação no gene da cadeia de globina beta. 
A anemia falciforme é a desordem autossômica recessiva, na qual a mutação é homozi-
gótica (hemoglobinopatia SS.
Fisiopatologia. 
Clinica: A principal consequência é a dor.  Os pacientes podem ter episódios intermi-
149
PEDIATRIA prac ticus
tentes de dor aguda, a qual pode cronificar com grande impacto negativo na qualidade 
de vida. Os sítios de dor são variáveis (ex.: Costas, peito, extremidades, abdome). Infartos 
esplênicos  resultam em asplenia  funcional nos primeiros anos de vida, aumentando o 
risco de infecção por germes encapsulados. O fígado também pode sofrer infartos, com 
consequente disfunção hepática progressiva.
Marcadores de gravidade:
• Crise aplásica por infecção pelo parvovírus B19; 
• Sequestro esplênico;
• Isquemia ou infarto causados por obstrução da microvasculatura (crise vaso-
-oclusiva) - ex.: Acidente vascular encefálico,  síndrome torácica aguda,  infarto 
agudo do miocárdio,  complicações obstétricas, priapismo,  infarto ósseo.
Tratamento:
Hidratação, analgesia escalonada, transfusão. 
1. Ácido fólico  (5 mg/cp) 5 mg VO de 24/24 horas.
2. Hidroxiureia  (500 mg/cp) 15-20 mg/kg VO de 24/24 horas (dose máxima: 35 mg/kg/
dia) em uso contínuo.
3. Quelante de ferro: Escolha uma das opções:
• Deferasirox  (500 mg/cp) 20-30 mg/kg VO de 24/24 horas;
• Deferiprona  (500 mg/cp) 25 mg/kg VO de 8/8 horas.
150
PEDIATRIA prac ticus
Celulite Orbitária
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em hospital secundário de pediatria.
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Menino de 9 anos com febre há 5 dias e edema palpebral há 2, acompanhada de ver-
melhidão e secreção no olho direito.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
151
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME FÍSICO
Dor a movimentação ocular, secreção amarelada, olho inchado e vermelho, mas nega 
fotofobia.
PEDIATRIA prac ticus
152
FALAS DO ATOR
Dizer que o Quadro ocular iniciou há dois dias após uso de amoxicilina para a febre.
Estava com odinofagia leve, coriza esverdeada e dor em face há 7 dias onde foi levada 
ao medico e foi iniciado então o uso de ATB . 
Hoje começou com o olho inchado, vermelho e com saída de secreção purulenta. 
Nega alergias ou comorbidades. 
PEDIATRIA prac ticus
153
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TÓPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-see cumprimenta a mãe e a crian-
ça 0 0,5
2. Investigou início dos sintomas 0 0,5
3. Investigou outros sintomas associados 0 0,5
4. Investigou características da febre 0 0,5
5. Investigou alteração da mobilidade ocular, 
incluindo dor 0 0,5
6. Investigou secreção 0 0,5
7. Investigou edema de conjuntiva 0 0,5
8. Investigou fotofobia 0 0,5
9. Investigou proptose 0 0,5
10. Investigou medicamentos em uso 0 0,5
11. Solicitou realização do exame físico 0 0,5
12. Apontou celulite orbitária como diagnóstico 0 1,0
13. Apontou sinusite como provável responsável 
por essa complicação 0 1,0
14. Solicitou internação hospitalar 0 0,5
15. Prescreveu antibiótico terapia EV com 
espectro correto 0 1,0
16. Prescreveu analgesia e antitérmico 0 0,5
17. Esclarece dúvidas 0 0,25
PEDIATRIA prac ticus
154
18. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,25
155
PEDIATRIA prac ticus
CELULITE ORBITÁRIA (RESUMO)
Definição: A celulite pré-septal é uma infecção do tecido subcutâneo anterior ao sep-
to orbitário. A celulite orbitária (pós-septal) é uma infecção grave que atinge o tecido 
posterior ao septo orbitário. Na maioria das vezes, acontece por extensão direta de uma 
infecção do seio paranasal (em especial, etmoidite), infecção focal da órbita (ex.: Dacrio-
cistite) ou infecção dentária. Staphylococcus aureus e Streptococcus são os microrga-
nismos mais comuns.
Clinica: 
Celulite pré-septal: Dor, vermelhidão, edema palpebral. Pode ter febre baixa.
Celulite pós-septal: Olho vermelho, dor, visão borrada, visão dupla, edema palpebral, 
congestão nasal, cefaleia, “pressão sinusal”, dor de dente, dor ou hipoestesia infra ou su-
praorbital.
Tratamento: 
• Compressas quentes na área inflamada 3x/dia ou conforme a necessidade;
• Recomendar descongestionantes nasais 2x/dia, se houver sinusite;
• Realizar exploração e debridamento se houver abscesso presente ou se hou-
ver corpo estranho retido;
• Os pacientes com celulite orbitária devem ser hospitalizados;
• Antibioticoterapia endovenosa 
156
PEDIATRIA prac ticus
Cetoacidose Diabética
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em hospital secundário de pediatria.
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Paciente de 11 anos levada ao OS por redução do nível de consciência há quase uma 
hora. Possui diagnóstico de DM tipo I desde os 7 anos, apresentava vômitos e diarreia 
desde o dia anterior.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3- realizar o procedimento que julgar necessário 
4-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
157
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME FISICO
REG, 
FC 135bpm, 
FR 30ipm,
PA 80x60 mmHg, 
ECG 13
AP: MVUA SEM RUIDOS
ABDOME: PLANO, RHA+, DOLOROSO A PALPAÇÃO PROFUNDA DIFUSAMENTE 
PEDIATRIA prac ticus
158
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Cliente:Julia Mendes Protocolo:001.2774113-
Idade : 11 anos Local : Mundo Revalida 
CPF : 999.999.999-99 Solicitante : Revalidando 
HEMOGRAMA
Material: SANGUE Valores de Referência
HEMOGLOBINA...................: 13,5 g/dL 9,0 a 14,0 g/dL
HEMATÓCRITO...................: 39 % 35,0 a 45,0 %
VCM.......................................70
HCM.......................................30
SÉRIE BRANCA
LEUCÓCITOS....................: 12,500 mm³ 5.000 a 19.500 mm³
SEGMENTADOS..................60 %
LINFÓCITOS....................:22 %
MONÓCITOS....................: 8 %
EOSINÓFILOS....................: 0 %
BASÓFILOS....................:0%
SÉRIE PLAQUETÁRIA
PLAQUETAS
Contagem ...........: .......... 366.000 mm³ 150.000 a 450.000mm³
PROTEÍNA C REATIVA……………: 8 mg/L 0 a 8 mg/L
Ureia .............................................53 mg/dl 
Creatinina...................................... 0,8 mg/dl 
Na ..................................................136 mEq/L 
K ....................................................5,8 mEq/L
 P..................................................... 4,5 mg/d
Glicemia capilar: 430mg/dl
Gasometria: 
Ph: 7,2 / PO2: 100 / PCO2: 24mmhg/ HCO3: 12 mEq/l / 
Urina tipo I
Presença de corpos cetonicos 
ATENÇÃO: DIRIJA-SE À CÂMERA
E VERBALIZE OS ACHADOS TÉCNICOS DO EXAME
PEDIATRIA prac ticus
159
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
 1. Apresenta-se e cumprimenta a mãe e a 
criança 0 0,5
2. Investigou início dos sintomas 0,5
3. Investigou outros sintomas associados 
 0 0,5
4. Pediu averiguação da glicemia 0 0,5
5. Pediu análise de urina com pesquisa para 
corpos cetônicos 0 0,5
6. Pediu gasometria arterial 0 0,5
7. Adequadamente prepara o material do 
procedimento/ gasometria 0 0,5
8. Pediu seringa heparinizada 0 0,5
9. Realiza teste de Allen corretamente 0 0,5
10. Punciona com a agulha corretamente 
posicionada 
 
0 0,5
11. Aponta cetoacidose diabética como 
diagnóstico 0 1,0
12. Realiza administração de solução fisiológica 
 0 1,0
PEDIATRIA prac ticus
160
13. Indica necessidade de dosagem sérica de 
potássio 0 1,0
14. Solicita insulina corretamente (infusão 
contínua após primeira hora; 0,05-0,1 U/kg/h) 0 0,5
15. Pede nova aferição da glicemia 0 1,0
17. Esclarece dúvidas 0 0,5
18. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
161
FLUXOGRAMA DO MANEJO DE CETOACIDOSE DIABETICA 
Medicina intensiva da USP 4ª edição
162
PEDIATRIA prac ticus
Crupe
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em hospital secundário de pediatria.
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Menina de 9 anos com tosse e rouquidão levada pela mãe ao PS.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
163
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME FÍSICO 
REG, acianótica, agitado, 
Oroscopia : hiperemia de orofaríngea
AP: MVUA com roncos e estridor em repouso, tiragem intercostal 
moderada , timpanismo durante percussão torácica, FR 27 ipm, 
FC 90 bpm.
PEDIATRIA prac ticus
164
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Dirija-se até a câmara e verbalize osachados da imagem.
PEDIATRIA prac ticus
165
Falas do ator 
Acompanhante dizer que a criança há 2 dias atrás estava com sintomas de resfriado co-
mum, coriza clara, febre baixa, e tosse leve, mas que hoje começou com uma tosse mais 
forte, estranha, tipo “ ladrante, metálica” (dizer caso o candidato pergunte o tipo de tos-
se”) e que começou a sentir falta de ar e a febre intensifico.
Nega alergias, nega comorbidades. 
Vacinação em dia. 
PEDIATRIA prac ticus
166
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta a mãe e a 
criança 0 0,5
2. Investigou início dos sintomas 0 0,5
3. Investigou início, duração, produtividade e 
fatores de alívio da tosse 0 0,5
4. Investiga características da febre 0 0,5
5. Investigou comorbidades associadas 0 0,5
6. Solicitou realização do exame físico 0 0,5
7. Interpretou o exame físico corretamente, com 
taquipneia e sinais de gravidade. 0 0,5
8. Solicitou rx de tórax e identificou a sinal da 
torre da igreja 0 0,5
9. Apontou crupe/laringite viral como 
diagnóstico 0 1,0
10. Classifica corretamente o grau de gravidade 
do quadro como moderado 0 1,0
11. Prescreve corticoide oral 0 1,0
12. Prescreve nebulização com adrenalina 
(1:1.000) 0 1,0
13. Indica necessidade de observação hospitalar 0 0,5
14. Orienta que é um quadro viral e não 
necessita de antibiótico 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
167
15. Esclarece dúvidas 0 0,5
16. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
168
PEDIATRIA prac ticus
CRUPE VIRAL ( RESUMO)
Definição: Grupo de doenças respiratórias que cursam com rouquidão, tosse ladrante, 
estridor predominantemente inspiratório e graus variados de desconforto respiratório. A 
etiologia é variável (vírus e bactérias), sendo os vírus os principais agentes causadores da 
doença.
Sinais e sintomas iniciais: Os sintomas iniciais assemelham-se aos de um resfriado co-
mum, com tosse leve, rinorreia clara, faringite e febre baixa. Dentro de 12-48 horas, os sin-
tomas se intensificam e tornam-se característicos: tosse ladrante ou metálica, estridor, 
febre (geralmente mais elevada) e, nos casos mais graves, sinais de desconforto respira-
tório.
Dica para diferenciar traqueíte bacteriana da viral: Quando não há resposta ao trata-
mento inicial com corticosteroides e adrenalina inalatória.
O diagnóstico é clí nico, havendo pouca necessidade de exames complementares. Ra-
diografia e hemograma   não são rotineiramente indicados, mas um leucograma com 
contagem elevada de neutrófilos jovens poderá sugerir infecção bacteriana secundária.
Radiografia cervical: Pode demonstrar típico estreitamento subglótico do crupe em in-
cidência posteroanterior (sinal da ponta de lápis ou torre de igreja).
ESCORE DE GRAVIDADE DE CRUPE 
Ø MODERADA : 7- 8 
Ø GRADE > 8 
TRATAMENTO
• Corticoide 
• Adrenalina inalatória nos casos graves. 
169
PEDIATRIA prac ticus
Depressão no Adolescente
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em UBS 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
Descrição do caso
Adolescente de 16 anos comparece em UBS desacompanhado com queixa de desani-
mo
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
170
FALAS DO ATOR
Paciente queixa-se de desanimo, reclama de ser muito magro e relata dificuldades 
escolares. Incômodos começaram há 5 meses quando chegou na cidade. 
Nega falar sobre isso com os pais. Comenta falta de prazer, choro fácil e insônia. Co-
menta ainda ter perdido peso recente e por isso não quer sair de casa. 
Quando investigado ele fala sobre ideações suicidas, mas sem um plano para isso. 
Paciente não apresenta sintomas psicóticos nem uso de drogas. Nega violência do-
méstica e abusos. 
Paciente expressa que não quer que o médico conte para os pais.
PEDIATRIA prac ticus
171
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
 
1. Apresenta-se e cumprimenta o 
paciente 0 0,25
2 Investigou início dos sintomas 0 0,5
3.Investigou anedonia 0 0,5
4.Investigou humor basal 0 0,5
5. Investigou alterações do 
padrão de sono 0 0,5
6. Investigou alterações do 
padrão de sono 0 0,5
7. Investigou opiniões sobre si 
próprio 0 0,5
8. Investigou déficits de 
memória/atenção 0 0,5
9. Investigou ideação suicida/ 
ideias de morte 0 0,5
10. Investigou sinais de episódio 
maníaco 0 0,5
11. Investigou história de 
ouvir vozes e outros sintomas 
psicóticos 
0 0,5
12. Investigou uso de drogas 0 0,5
13. Investigou medicações em 
uso 0 0,5
14. Investigou círculo social para 
determinar redes de apoio 0 0,25
PEDIATRIA prac ticus
172
15. Esclareceu confidencialidade 
do assunto com o paciente 0 0,25
16. Classificou corretamente a 
gravidade 0 0,5
17. Apontou depressão com 
diagnóstico 0 0,5
18. Ofereceu auxílio para 
esclarecer situação com os 
responsáveis do paciente 
0 0,25
19. Conduziu a consulta 
empaticamente 0 0,25
20.Indicou acompanhamento 
psicológico 0 0,5
21. Orientou quanto a 
multidisciplinaridade do 
tratamento 
0 0,25
22. Indicou tratamento 
medicamentoso com 
antidepressivo 
0 0,5
23. Planejou nova consulta 0 0,25
24. Realiza a sequência das tare-
fas conforme
solicitado nas orientações ao(à) 
participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,25
173
PEDIATRIA prac ticus
Doença de Kawasaki
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em hospital secundário de pediatria.
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Paciente de 15 meses levado para a emergência devido a febre, manchas vermelhas 
pelo corpo e lábio rachado.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
174
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Exame físico:
 T 39,5°C, língua em framboesa e ressecamento de mucosa, hiperemia conjuntival, man-
chas vermelhas por todo o corpo e predomínio na região inguinal, linfonodos cervicais de 
2 cm nas cadeias cervicais sem supuração.
PEDIATRIA prac ticus
175
FALAS DO ATOR 
Quadro iniciado há uma semana, sendo que no terceiro recebeu penicilina 
em outro hospital. Nega casos semelhantes na família.
Refere coriza e febre, e que as mãos estão mais edemaciadas. 
Nega alergias a medicamentos
Nega comorbidades. 
Pre natal sem intercorrências 
Vacinação em dia. 
PEDIATRIA prac ticus
176
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,25
2. Investigou início dos sintomas 0 0,5
3.Investigou duração da febre 0 0,5
4.Investigou sintomas associados 0 0,5
5.Investigou história epidemiológica, incluindo 
contato com casos semelhantes 0 0,5
6. Investigou medicações em uso 0 0,5
7. Solicitou avaliação dos olhos 0 0,5
8. Solicitou avaliação da cavidade oral 0 0,5
9. Solicitou avaliação de gânglios 0 0,5
10. Fez avaliação da pele 0 0,5
11. Fez avaliação de extremidades 0 0,5
12. Apontou doença de Kawasaki como 
diagnóstico 0 1,0
13. Solicitouinternação hospitalar 0 0,5
14. Prescreveu realização de ECG + ECO 0 0,5
15. Prescreveu imunoglobulina intravenosa em 
dose apropriada 0 0,75
16. Prescreveu AAS em dose apropriada (80-
100mg/kg/d 0 0,75
PEDIATRIA prac ticus
177
17.Esclareceu aos responsáveis os principais 
riscos e complicações 0 0,5
18.Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,25
178
PEDIATRIA prac ticus
DOENÇA DE KAWASAKI 
(RESUMO)
Definição: Uma das vasculites mais comuns da infância, que afeta principalmente as 
artérias de médio calibre, com predileção pelas coronárias. Sua etiologia é ainda desco-
nhecida, mas sugere-se relação com gatilho infeccioso. Pensa-se, então, que a doença 
é causada por um agente infeccioso desconhecido em uma criança com predisposição 
genética para o quadro
Apresentação clínica
Geralmente, há febre alta (até 40°C), remitente e que não responde aos antibióticos; 
dura de 1-2 semanas sem tratamento, mas pode persistir por 3-4 semanas. A febre pro-
longada é um dos fatores de risco para o desenvolvimento da doença coronariana.
• Congestão conjuntival bulbar bilateral sem exsudato;
• Eritema da mucosa oral e faríngea com língua em framboesa e lábios secos e 
fissurados sem ulceração;
• Eritema e edema das mãos e dos pés;
• Várias formas de eritema (maculopapular, polimorfo ou escalatiniforme) mais 
acentuado na área da virilha;
• Linfadenopatia cervical não supurativa, geralmente unilateral, com linfonodos 
de ≥ 1,5 cm de diâmetro.
A descamação perineal é comum na fase aguda. Por sua vez, a descamação periun-
gueal dos dedos das mãos e dos pés começa 1-3 semanas após o início da doença, po-
dendo progredir e envolver toda a mão e o pé.
179
PEDIATRIA prac ticus
Figura 2. Manifestações clínicas. Créditos: Dong Soo Kim/Wikimedia commons (foto 
retirada do pubmed)
Critérios de diagnóstico
São necessários cinco dos seis critérios, sendo que a febre é um critério obrigatório. 
Doença de Kawasaki típica: Apresenta febre por, pelo menos, cinco dias e ao menos 
quatro destas outras cinco características clínicas da doença:
• Hiperemia conjuntival bilateral sem exsudato;
• Alterações nos lábios e cavidade oral (eritema labial e/ou fissura labial e/ou eri-
tema difuso em orofaringe e/ou língua em framboesa);
• Linfadenopatia cervical com diâmetro superior a 1,5 cm;
• Alteração de extremidades (edema de mãos e pés e/ou eritema palmoplantar 
e/ou descamação periungueal);
• Exantema polimorfo.
Tratamento
Fase aguda: Imunoglobulina humana (IVIG) 2 g/kg durante 8-12 horas + Ácido acetilsa-
licílico (AAS) 30-50 mg/kg/dia (podendo chegar a valores até 80-100 mg/kg/dia) VO de 
6/6 horas (dose anti-inflamatória). A IVIG deve ser administrada preferencialmente nos 
primeiros 7-10 dias da doença, a fim de diminuir a prevalência de anormalidades das ar-
térias coronárias e para abreviar a duração dos sintomas clínicos. 
 Atenção! Lembrar-se de que esses pacientes apresentam doença mais grave com 
maior chance de formação de aneurismas coronários. Sempre solicitar o ECO. 
180
PEDIATRIA prac ticus
Escabiose
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em UBS 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
 
Descrição do caso
Paciente de 10 meses vai a consulta com queixa de lesões na pele há vários dias, asso-
ciado a irritação.
ATENÇÃO: O PACIENTE E O PAI SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
181
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
 EXAME FÍSICO 
MUCOSAS HIDRATADAS, NORMOCORADAS, ANICTÉRICAS
AP: MVUA SEM RUIDOS ADVENTÍCIOS 
AC: BCNF REGULAR 2T SEM SOPRO
OROSCOPIA SEM ALTERAÇÃO 
NEUROLÓGICO: SEM ALTERAÇÃO 
PEDIATRIA prac ticus
182
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME FÍSICO 
ECTOSCOPIA 
PEDIATRIA prac ticus
183
FALAS DO ATOR 
Dizer que as Lesões apareceram há 6 dias, com prurido e irritação. Negar febre, negar 
qualquer outros sintomas. 
Boa aceitação da dieta. 
Vacinação em dia. 
não há outros sintomas notados. 
Pai apresenta-se com prurido axilar e genital.
PEDIATRIA prac ticus
184
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Investigou início dos sintomas 0 0,75
3. Investigou inicio das lesões 0 0,5
4. Investigou outros sinais e sintomas 
associados 0 0,5
5. Investigou epidemiológica, incluindo contato 
com casos semelhantes 0 0,75
6. Interrogou acerca de contatos em casa 0 0,5
7. Solicitou realização do exame físico 0 0,5
8. Descreveu corretamente as lesões 
apresentadas (pápulas hiperemiadas e 
tunelização) 
0 1,0
9. Solicitou avaliação das mãos e pés 0 0,5
10. Apontou escabiose como diagnóstico 0 1,5
11. Prescreve tratamento correto (permetrina) 0 1,5
12. Esclarece necessidade investigar e tratar 
demais membros da família 0 1,0
13. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
185
PEDIATRIA prac ticus
ESCABIOSE (RESUMO)
Definição: Dermatose causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei var. hominis.
Quadro clínico: O prurido pode anteceder as lesões e, geralmente, se acentua mais a 
noite e após banhos quentes. As lesões são caracterizadas por pápulas eritematosas 
com crostí culas e escoriações, predominando nas áreas flexoras, periumbilical, interdi-
gitais e no punho, mas pode acometer todo o corpo. Sarna crostosa (ou sarna norue-
guesa): Quadro extenso, caracterizado por lesões crostosas e ceratósicas, compostas 
por até milhares de parasitas na superfície cutânea. Em geral, o quadro é relacionado à 
imunossupressão.
Diagnóstico: A história epidemiológica e as características das lesões são suficientes 
para o diagnóstico clínico.
Pode ser realizado o raspado cutâneo das lesões para análise em microscopia óptica: 
podemos encontrar parasitas, ovos e dejetos fecais.
Tratamento
Tratar contactantes habitantes de mesmo domicí lio, mesmo se assintomáticos;
Antiescabióticos (1a Linha): Associação: 
I. Ivermectina Repetir a dose em 7 dias. 
+ 
II. Permetrina)  5% loção ou creme. Aplicar no corpo todo 
186
PEDIATRIA prac ticus
Febre Reumática
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em UBS 
Descrição do caso
Paciente masculino, 8 anos, trazido pela mãe por conta de febre diária há duas sema-
nas acompanhada de dor e inchaço dos tornozelos. Febre e dor são controlados com 
dipirona, mas há limitação nas atividades por cansaço progressivo.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
187
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME FÍSICO 
Exame físico (se solicitado): 
CHAA, FC 115bpm, FR 27ipm, T 38°C,
AC: sopro sistólico em BEE, 
EXTREMIDADES: edema 1+/4+ nos tornozelos com dor a manipulação e hiperemia, pre-
sença de lesões cutâneas.
PEDIATRIA prac ticus
188
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Imagem disponível em: https://www.portalped.com.br/especialidades-dapediatria/cardiologia/ febre-reumatica-novos-criterios-para-diagnosti-
co/attachment/em-1/
PEDIATRIA prac ticus
189
IMPRESSO 3 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME COMPLEMENTARES
ASLO : POSITIVO 
PEDIATRIA practicus
190
FALAS DO ATOR
Dizer que a criança vem apresentando há alguns dias, com dor 
em tornozelo e depois em cotovelo, com inchaço. 
Dizer que também surgiu algumas machas pelo corpo. 
Referir que há um mês teve infecção de garganta tratou com 
antibiótico prescrito por 5 dias, quando os sintomas melhora-
ram não deu mais o antibiótico. 
Nega alergias, nega comorbidades. 
PEDIATRIA prac ticus
191
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
 
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Investigou início dos sintomas 0 0,5
3. Questionou sobre casos semelhantes anterio-
res 0 0,5
4. Questionou sobre quadro de infecção 
orofaríngea 0 0,5
5. Questionou acerca de sinais de coreia 0 0,5
6. Fez análise do exame físico 0 0,5
7. Identificou no exame físico eritema 
marginado 0 0,5
8. Indicou realização de provas imunológicas 
(ASLO) 0 0,5
9. Indicou realização de ECG 0 0,5
10. Identificou no ECG o PR prolongado. 0 0,5
11. Indicou realização de ecocardiograma 0 0,5
12. Investigou presença dos critérios maiores 
para febre reumática 0 0,5
13. Investigou presença dos critérios menores 
para febre reumática 0 0,5
14. Apontou febre reumática como diagnóstico 0 1,0
15. Solicitou internação 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
192
16. Solicitou tratamento com penicilina 
benzatina 0 0,5
17. Solicitou prednisona e AAS 0 0,5
18. Organizou um modelo de 
acompanhamento: 
Aponta a necessidade de profilaxia secundária 
com penicilina
0 0,5
19. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
193
PEDIATRIA prac ticus
FEBRE REUMÁTICA (RESUMO)
DEFINIÇÃO
A febre reumática é uma complicação sistêmica inflamatória não supurativa da farin-
goamigdalite causada pelo estreptococo beta-hemolítico do grupo A (Streptococcus 
pyogenes) e decorre da resposta imune tardia frente a essa infecção em populações 
geneticamente propensas . ¬ Incide mais em crianças e adolescentes de 5 a 15 ano
QUADRO CLÍNICO 
Período de latência : de 2 a 4 semanas 
• Artrite: poliarticular, assimétrica e migratória, com preferência a grandes articula-
ções, não deixa sequelas e responde aos AINES.
• Cardite : manifestação mais grave da FR, pode deixar sequelas e acarretar o óbito, 
segunda manifestação mais frequente, pode ter pancardite e/ou valvite. Na fase 
aguda a lesão mais frequente é a Insuficiência mitral, enquanto a estenoses val-
vares ocorrem na fase crônica. *insuficiência mitral : sopro holossistolico regurgi-
tativo 
*sopro de carey coombs : sopro mesodiastólico em ruflar 
*insuficiência aórtica : sopro protodiastólico aspirativo audível em foco aórtico 
acessório .
• Coreia de Sydenham: inicio insidioso e tardio, aparecendo sozinha na maioria dos 
casos. São movimentos involuntários e bruscos, desaparece durante o sono e são 
acentuados em situações de estresse e esforço, pode ter disartria, hipotonia (or-
denhando leite) e labilidade emocional. 
• Eritema marginado: rara, manifestando com rash eritematoso maculopapular, 
multiplas, não dolorosas, não pruriginosas, tem relação direta com a cardite.
• Nódulos subcutâneos: raros, estando fortemente associado a presença de cardite 
grave. São firmes, móveis, não dolorosos, localizados em superfícies extensoras .
194
PEDIATRIA prac ticus
TRATAMENTO
• Suprimir o processo inflamatório e erradicar o estreptococo da orofaringe 
• Artrite: AINES, AAS como primeira opção na dose de 80- 100mg/kg/dia 
• Cardite : de moderada a grave , corticoterapia com prednisona 1-2mg/kg/dia ¬ Co-
reia de Sydenham: casos leves pode- se usar o fenobarbital , casos graves pode-se 
usar o haloperidol.
PROFILAXIA PRIMÁRIA
• A profilaxia primária é baseada no reconhecimento e tratamento das infecções 
estreptocócicas, com a finalidade de prevenir o primeiro surto de FR e erradicar 
com estreptococo. 
• Penicilina benzatinica é a droga de escolha . Dose : peso < 20 kg 600.000 UI IM 
dose única peso > 20 kg 1. 200.000 UI IM dose única 
• Amoxicilina : 50mg/kg/dia VO de 8/8h por 10 dias
195
PEDIATRIA prac ticus
Icterícia Neonatal 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em hospital secundário 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Recém-nascido de 14 dias levado para UBS devido a icterícia.
ATENÇÃO: O PACIENTE E A MÃE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
196
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Icterícia até as pernas. 
PEDIATRIA prac ticus
197
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Exame de tipagem sanguínea. 
Tipagem sanguínea materna O+ e do RN O+.
PEDIATRIA prac ticus
198
IMPRESSO 3 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Cliente:Julia Mendes Protocolo:001.2774113-
Idade : 14 dias Local : Mundo Revalida 
CPF : 999.999.999-99 Solicitante : Revalidando 
HEMOGRAMA
Material: SANGUE Valores de Referência
HEMOGLOBINA...................: 9,5 g/dL 9,0 a 14,0 g/dL
HEMATÓCRITO...................: 35 % 35,0 a 45,0 %
VCM.......................................70
HCM.......................................30
SÉRIE BRANCA
LEUCÓCITOS....................: 8,500 mm³ 5.000 a 19.500 mm³
SEGMENTADOS..................60 %
LINFÓCITOS....................:22 %
MONÓCITOS....................: 8 %
EOSINÓFILOS....................: 0 %
BASÓFILOS....................:0%
SÉRIE PLAQUETÁRIA
PLAQUETAS
Contagem ...........: .......... 366.000 mm³ 150.000 a 450.000mm³
PROTEÍNA C REATIVA……………: 8 mg/L 0 a 8 mg/L
UREIA .............................................53 MG/DL 
CREATININA...................................... 0,8 MG/DL 
NA ..................................................128 MEQ/L 
K ....................................................5,8 MEQ/L
P..................................................... 4,5 MG/D
BILIRRUBINAS TOTAIS .......................15mg/dl
BILIRRUBINAS INDIETAS....................1,0 mg/dl
BILIRRUBINAS DIRETAS......................8mg/dl
FOSFATASE ALCALINA..........................440
GAMA GT.................................................200
ATENÇÃO: DIRIJA-SE À CÂMERA
E VERBALIZE OS ACHADOS TÉCNICOS DO EXAME
PEDIATRIA prac ticus
199
IMPRESSO 4 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
ATENÇÃO: DIRIJA-SE À CÂMERA
E VERBALIZE OS ACHADOS TÉCNICOS DO EXAME
PEDIATRIA prac ticus
200
FALAS DO ATOR
Dizer:
Nascido de parto vaginal com 40 semanas, peso apropriado para a idade, sem intercorrências na 
gestação e no parto. 
Icterícia iniciada no 7 dia de vida na face, mas que hoje se encontra até as pernas.
 Tipagem sanguínea materna O+ e do RN O+. 
Relato de fezes esbranquiçadas na fralda
Vacinação em dia. 
Nega outras queixas
Boa aceitação do aleitamento materno exclusivo
PEDIATRIA prac ticus
201
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOInadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
 
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,25
2. Investigou início dos sintomas 
Investiga início da icterícia 0 0,5
3. Investiga como foi a gestação 0 0,5
4. Investiga história do parto e intercorrências 0 0,5
5. Pergunta o tipo sanguíneo materno 0 0,5
6. Investiga alimentação/aleitamento 0 0,5
7. Investiga indicativos de colestase como acolia 
e colúria 0 0,5
8. Investiga outros sintomas associados 0 0,5
9. Investiga uso de medicações 0 0,5
10. Faz análise do exame físico e identifica 
Kramer 4 0 0,25
11. Aponta atresia de vias biliares como 
diagnóstico provável 0 1,0
12. Pede exame com bilirrubina total e frações e 
identifica aumento de bilirrubina a expensas de 
direta
0 1,0
PEDIATRIA prac ticus
202
13. solicita usg e identifica sinal do triangulo 
fibroso ou cordão triangular 0 1,0
14. Realiza encaminhamento para especialista 0 0,25
15. Aponta necessidade de cirurgia 
(portoenterostomia ou cirurgia de Kasai) 0 1,0
16. Aponta necessidade de transplante hepático 0 1,0
17. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante. 0 0,25
203
PEDIATRIA prac ticus
ATRESIA DE VIAS BILIARES 
(RESUMO)
Definição: Doença colestática progressiva, idiopática e fibroproliferativa da árvore biliar 
extra-hepática, causada pela obstrução completa ou ausência dos ductos biliares, em 
extensão e graus variáveis, que se apresenta com obstrução biliar no período neonatal.
Quadro clínico
Icterícia: Primeiro sinal e inicialmente é visualizada apenas na esclera, que se prolonga 
por mais de 2 semanas. Fezes hipocólicas ou acólicas. Geralmente eliminam mecônio 
normal ao nascimento, terá acolia, colúria, baixo ganho ponderal .
Diagnóstico
Aumento de bilirrubinas de predomínio da direta.
Aumento de enzimas canaliculares, 
Usg: Sinal do triângulo fibroso ou cordão triangular: Área ecogênica formada pela pre-
sença de massa de tecido fibrótico de forma triangular ou cônica, junto à porta hepatis 
– altamente específica de atresia de vias biliares. Sua ausência não descarta o diagnós-
tico.
Tratamento
Cirurgia de kasai: consiste em uma hepatoportoenterostomia (HPE), que restaura o flu-
xo da bile do fígado para o intestino delgado proximal.
O objetivo é promover uma drenagem da via biliar adequada.
204
PEDIATRIA prac ticus
Maus Tratos Infantil
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em hospital secundário 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Sala de procedimentos e sala de emergência 
• Sala de medicação 
• Laboratório de análise clínicas 
• Setor de radiografia com radiografia convencional e ultrassonografia 
• Leito de internação em enfermaria pediátrica 
Descrição do caso
Criança de 5 anos levada pela tia ao PS devido a dor e inchaço na perna esquerda. 
Tia recebeu um relato de briga entre irmãos com o uso de uma vassoura.
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
205
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME FÍSICO 
Exame físico: hematomas em vários estágios de evolução difusos pelo 
corpo, como dorso e tórax, mas com ênfase na coxa esquerda
PEDIATRIA prac ticus
206
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Rx perna 
DIRIJA-SE ATÉ A CÂMERA E VERBALIZE OS ACHADOS DO EXAME 
PEDIATRIA prac ticus
207
FALA DO ATOR
Dizer que é tia da criança e que cuida da criança de as vezes. 
Referir que em casa as crianças disseram que estavam brigando e foi atingida por uma 
vassora. 
Se questionada sobre os pais dizer: 
Que a mãe está com um novo namorado e que ele as vezes é nervoso quando bebê e 
não tem muita paciência com as crianças. Mas nunca o viu agredir eles. 
Negar outras perguntas. 
PEDIATRIA prac ticus
208
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Investigou o caso 0 0,5
3. Questionou sobre os pais da criança 0 0,5
4. Questionou como a criança é em casa 0 0,5
5. Solicitou exposição da paciente 
0 0,5
6. Solicitou exame do dorso da paciente 0 0,5
7. Apontou corretamente as características das 
lesões vistas na pele 0 0,5
8. Apontou lesões como hematomas em locais 
atípicos 0 0,5
9. Apontou abuso físico/maus tratos 
como diagnóstico com base na história e 
características das lesões 
0 1,0
10. Indicou necessidade de realização de 
radiografia 0 0,5
11. Apontou corretamente as alterações da 
radiografia 0 1,0
12. Indicou necessidade de hemograma 0 0,5
13. Indicou necessidade de coagulograma 0 0,5
14. Solicitou a internação da paciente 0 0,25
PEDIATRIA prac ticus
209
15. Esclareceu para a acompanhante o motivo 
da internação 0 0,5
16. Esclareceu necessidade de notificação para 
o Conselho Tutelar/vara da infância 0 0,5
17. Esclareceu necessidade de notificação para 
a Vigilância Epidemiológica 0 0,5
18. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
210
PEDIATRIA prac ticus
MAUS TRATOS INFANTIL 
(RESUMO)
Introdução: A violência contra crianças e adolescentes é um problema prevalente e 
grave, com consequências de grandes proporções na vida do indivíduo e da família.
Como suspeitar de maus tratos na consulta?
• História incompatível com a lesão ou contraditória;
• História ou exame físico sugerindo lesões múltiplas lesões referidas como 
“acidentes”;
• Demora para procura de atendimento após injúria;
• Grau de preocupação inapropriado;
• Simulação ou criação de sintomas de várias doenças por um dos responsáveis 
(síndrome de Munchausen por procuração);
• Lesões ou fraturas incompatíveis com idade ou com desenvolvimento psico-
motor;
• Lesões que envolvem partes cobertas do corpo;
• Crianças com comportamento não esperado para idade/desenvolvimento.
O que solicitar na suspeita de maus tratos? 
Radiografia + hemograma + coagulograma + tc de crânio 
Descrição da figura 1: Paciente dá entrada na emergência com relato de tosse e febre. O que chama a atenção na 
radiografia de tórax em AP são as múltiplas fraturas de arcos costais, inclusive, posteriormente, em diferentes fases 
de consolidação (setas vermelhas).
211
PEDIATRIA prac ticus
Descrição da figura 2: Tomografia computadorizada do crânio de criança vítima de maus-tratos, com 
múltiplas fraturas em alça de balde. Presença de hematoma subdural à esquerda (seta vermelha), na to-
mografia computadorizada do crânio.
Conduta:
• É essencial acolher e apoiar o paciente neste momento de fragilidade e vul-
nerabilidade;
• Notificar o caso (SINAN): notificação imediata, devendo ser comunicada em 
até 24 horas;
• Tratar e acompanhar.
212
PEDIATRIA prac ticus
Otite Média Aguda
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em UBS 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
Descrição do caso
Paciente de 1 anos e 3 meses levado pela mãe para consulta devido a obstrução nasal e 
coriza há 4 dias. Hoje apresentou febre não medida
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
213
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAME FÍSICO 
paciente corada, hidratada, anictérica e acianótica.
 AC:FC 120 bpm, Sat O2 95%, T39°C.AP: Roncos difusos na ausculta pulmonar, FR 36 ipm, 
ABDOME:fígado palpável em RCD. Sem outras alterações dignas de nota.
PEDIATRIA prac ticus
214
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
OTOSCOPIA A ESQUERDA E DIREITA
PEDIATRIA prac ticus
215
FALAS DO ATOR 
Dizer que a criança começou a apresentar coriza, obstrução nasal há 4 dias 
e que hoje começou a febre. 
Nega vômitos, abalos ou perda de consciência, nega uso de medicações.
 Caderneta de saúde mostra vacinas em dia.
PEDIATRIA prac ticus
216
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1.Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Investigou o caso 0 0,5
3. Questionou inicio dos sintomas 0 0,5
4. Questionou sintomas associados 0 0,5
5. Investigou presença de sinais de alerta, como 
vômitos e convulsões 0 1,0
6. Investigou alergia
Investigou uso de medicações, incluindo 
antimicrobianos 
0 0,5
7. Solicitou realização de exame físico 0 0,5
8.Fez análise da Frequência Respiratória. 0 0,5
9. Solicitou otoscopia 0 1,0
10. Apontou corretamente as alterações da 
otoscopia 0 1,0
11. Apontou otite média aguda bilateral como 
diagnóstico 0 1,0
12. Prescreveu amoxicilina 0 1,0
13. Prescreveu sintomáticos/ analgésicos 0 0,5
14. Orientou acerca da necessidade de retorno 
caso ocorra piora/ ausência de melhora em 48-
72h
0 0,5
15. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
217
PEDIATRIA prac ticus
OTITE MÉDIA AGUDA (RESUMO)
Quadro clássico: A maioria dos sinais e sintomas é inespecífica, como febre, irritabili-
dade, cefaleia, anorexia, vômitos e diarreia. A febre ocorre em um terço das vezes, mas 
febre alta (> 39,5 oC) é incomum, a não ser quando acompanhada de bacteremia..
Exame do ouvido: Na presença de OMA, a membrana timpânica fica com a coloração 
opaca (branca ou amarelada), com ou sem hiperemia e com abaulamento.
Conduta
A otite média aguda tende a curar-se espontaneamente, não havendo necessidade de 
usar antibióticos em todos os casos.
Indicações de antibioticoterapia na otite média aguda:
• Todas as crianças com menos de 6 meses (mesmo na suspeita, sem diagnós-
tico de certeza);
• Crianças entre 6 meses e 2 anos com diagnóstico definitivo ou na doença 
grave (febre > 39 ºC, otalgia importante ou toxemia) mesmo com diagnóstico 
duvidoso;
• Crianças com 2 anos ou mais apresentando doença grave, com os seguintes 
sintomas: Aparência tóxica, otalgia persistente por mais de 48 horas, tempe-
ratura maior que 39 °C nas últimas 48 horas, OMA bilateral ou otorreia, imu-
nossupressão ou malformações craniofaciais, impossibilidade de garantia de 
segmento ambulatorial;
• Crianças com piora ou não melhora dos sinais e sintomas em 48-72 horas de 
observação.
218
PEDIATRIA prac ticus
Diarreia Aguda
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em UBS 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
Descrição do caso
Menina de 7 anos, 25 kg, levada ao médico por diarreia e vômitos há um dia
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
219
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Exame físico 
Interativa, acordada, chorosa com lágrimas
Mucosas hidratas e coradas. 
Pele com prega que desaparece em em 1segundo 
Oroscopia sem alteração
AP: MVUA sem ruídos adventícios 
Abdome: plano, RHA+, sem visceromegalias. 
PEDIATRIA prac ticus
220
FALA DO ATOR
Acompanhante mãe, referir que a filha de 7 anos começou a apresentar diarreia liquida 
aquosa, sem sangue ou muco há 1 dia, e hoje começou a apresentar a vomito sem fe-
bre.
Dizer que teve vomito em 1 oportunidade. 
Negar crise convulsiva. 
Referir que a filha esta conseguindo se alimentar e ingerir líquidos. 
Negar alergias. 
Vacinação em dia. 
PEDIATRIA prac ticus
221
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Investigou o caso 0 0,5
3. Questionou inicio dos sintomas 0 0,5
4. Questionou sintomas associados 0 0,5
5. Investigou presença de sinais de alerta, como 
vômitos e convulsões 0 1,0
6. Investigou presença de sangue ou muco nas 
fezes 0 0,5
7. Solicitou realização de exame físico 0 0,5
8. Classificou corretamente o grau de 
desidratação como diarreia sem desidratação
 
0 1,0
9. Prescreveu tratamento domiciliar 0 1,0
10. Esclareceu importância de manter dieta 
habitual 0 1,0
11. Prescreveu uso de soro caseiro/SRO em dose 
apropriada após evacuações 0 1,0
12. Prescreveu zinco por 10-14 dias 0 0,5
13. Apontou como contraindicado outras 
medicações , não sendo necessário uso de 
antibioticos
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
222
14. Esclareceu necessidade de retorno em caso 
de piora da diarreia/vômitos, sangue nas fezes, 
recusa alimentar, sede intensa, redução da 
diurese
0 0,5
15. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
223
PEDIATRIA prac ticus
Diarreias agudas (resumo)
Definição: Infecções do trato gastrintestinal causadas por agentes bacterianos, virais 
ou parasitários, sendo muitas delas transmitidas por meio de alimentos contaminados, 
Ocorrência de três ou mais evacuações amolecidas ou líquidas por um período de até 
14 dias.
Manejo do paciente com diarreia segundo o ministério da saúde
 
224
PEDIATRIA prac ticus
225
PEDIATRIA prac ticus
Escarlatina 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em UBS 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
Descrição do caso
Mãe comparece a UBS com filha de 3 anos com quadro de exantema que 
surgiram há 1 dia. 
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento e realize o exame físico necessário 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
226
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Exame físico 
BEG, presença de exantema micropapular eritematoso difuso e que clareia a digitopres-
são, em lixa. 
Mais acentuado ao longo das pregas dos cotovelos , axilas e virilhas , sinalizando as li-
nhas de pastia.
Face esb ofeteada e com sinal de filatov. 
 
PEDIATRIA prac ticus
227
FALAS DO ATOR
Acompanhante mãe referir que filha de 3 anos começou há 2 dias com febre alta, dor 
de garganta, vomito e dor abdominal há dois dias, e ontem começou a surgir manchas 
vermelhas no corpo que se iniciaram em torno do pescoço se espalharam para tronco e 
membros, poupando palmas e plantas. 
Negar alergias e uso de medicações. 
Vacinação em dia. 
Negar outros sintomas. 
PEDIATRIA prac ticus
228
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Investigou o caso 0 0,5
3. Questionou inicio dos sintomas 0 0,5
4. Questionou sintomas associados 0 0,5
5. Investigou tipo de exantema, onde começou 0 1,0
6. Pediu apresentação da caderneta de saúde 
da criança 0 0,5
7. Investigou presença de contactantes com 
quadros semelhantes 0 0,5
8.Investigou modo de evolução do exantema e 
prurido 0 0,5
9. Solicitou realização do exame físico 0 0,5
10. Higienizou as mãos antes do exame físico 0 0,5
11. Fez análise da cavidade oral e da pele 0 0,5
12. Apontou escarlatina como diagnóstico0 1,5
13. Prescreveu penicilina como tratamento 0 1,0
14. Esclareceu importância do retorno à escola 
somente após
24 de antibiótico terapia
0 0,5
15. Esclareceu necessidade de retorno em caso 
de piora da diarreia/vômitos, sangue nas fezes, 
recusa alimentar, sede intensa, redução da 
diurese 
0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
229
16.Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
230
PEDIATRIA prac ticus
Escarlatina (resumo)
• Causada pelo estreptococo B-hemolitico do grupo A (streptococcus pyogenes)
Quadro clinico : 
Pródromo: faringotonsilite, com febre alta, mal estar, cefaleia, dor de garganta, dor ab-
dominal, vômitos por 24-48horas.
Fase exantemática: exantema micropapular em lixa, eritematoso difuso com coloração 
vermelho brilhante e que clareia a digitopressão. Se inicia em pescoço e se espalha para 
tronco e membros, poupando palmas e plantas. Apresenta as linhas de pastia que é 
a acentuação do exantema ao longo das pregas dos cotovelos , axialas e virilhas. Tem 
também a face esbofeteada com sinal de filatov, que é a bochecha eritematosa com 
palidez ao redor da boca.
A descamação é furfuracea e se inicia 3 a 4 dias após o inicio do exantema.
A oroscopia se vê a língua em framboesa.
Diagnóstico:
É clinico.
O diagnóstico etiológico é por cultura de orofaringe.
Tratamento:
Antibiótico: para evitar a febre reumática, reduzir a transmissão e prevenir as complica-
ções supurativas. 
Penicilina benzatínica IM dose única 
Amoxicilina VO por 10 dias
Alérgicos: cefalosporina por 10 dias 
231
PEDIATRIA prac ticus
Pneumonia na Criança 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em hospital secundário 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Exames de laboratório
• Exames de imagem 
• Centro cirúrgico 
Descrição do caso
Paciente de 5 anos com relato de febre e tosse há 36 horas. 
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento e realize o exame físico necessário 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
232
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Exame físico 
REG, corado, hidratado, 
PA 90x55mmHg,
MV reduzidos em base direita, 
tiragem intercostal, FR 50 ipm, SATO2 90% ar ambiente.
PEDIATRIA prac ticus
233
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Radiografia de tórax 
Dirija-se a câmera e interprete o exame 
PEDIATRIA prac ticus
234
IMPRESSO 3 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAMES LABORATORIAIS
 
Cliente: Mariana Mendes Protocolo:001.2774113-
Idade : 5 anos Local : Mundo Revalida 
CPF : 999.999.999-99 Solicitante : Revalidando 
HEMOGRAMA
Material: SANGUE Valores de Referência
HEMOGLOBINA...................: 11,5 g/dL 9,0 a 14,0 g/dL
HEMATÓCRITO...................: 38 % 35,0 a 45,0 %
SÉRIE BRANCA
LEUCÓCITOS....................: 17.830 mm³ 5.000 a 19.500 mm³
SEGMENTADOS..................60 %
LINFÓCITOS....................: 38 %
MONÓCITOS....................: 8 %
EOSINÓFILOS....................: 1 %
BASÓFILOS....................:6 %
SÉRIE PLAQUETÁRIA
PLAQUETAS
Contagem ...........: .......... 366.000 mm³ 150.000 a 450.000mm³
PROTEÍNA C REATIVA……………: 40 mg/L 0 a 8 mg/L
Dirija-se a câmera e interprete o exame
PEDIATRIA prac ticus
235
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,25
2. Investigou o caso 0 0,5
3. Questionou inicio dos sintomas 0 0,5
4. Questionou sintomas associados e sinais de 
gravidades 0 0,5
5. Investiga comorbidades associadas 0 0,5
6. Pediu apresentação da caderneta de saúde 
da criança 0 0,5
7. Investiga medicamentos em uso 0 0,5
8. Questionou alergias 0 0,5
9. Solicitou realização do exame físico 0 0,5
10. Higienizou as mãos antes do exame físico 0 0,25
11. Investiga alterações de ausculta 0 0,5
12. Investiga alterações de frequência 
respiratória 0 0,5
13. Investiga sinais presentes de desconforto 
respiratório 
(tiragens e batimento de asa de nariz) 
0 0,5
14. Aponta pneumonia como diagnóstico 0 1,0
15. Indica acesso vascular periférico e monitori-
zação 0 0,5
16. Solicita terapia com oxigênio 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
236
17. Prescreve antibiótico por via parenteral 0 0,5
18. Requisita radiografia de tórax 0 0,5
19. Prescreve drenagem torácica 0 0,5
20. Solicita leito de uti 0 0,25
21. Esclareceu necessidade de retorno em caso 
de piora dos sintomas 0 0,25
22.Realiza a sequência das tarefas conforme so-
licitado nas orientações ao(à) participante. 0 0,5
237
PEDIATRIA prac ticus
Pneumonia na criança ( resumo)
São sinais de doença muito grave, segundo a OMS:
• Em < 2 meses: frequência respiratória ≥ 60 irpm, tiragem subcostal, febre alta ou hi-
potermia, recusa do seio materno por mais de três mamadas, sibilância, estridor em 
repouso, letargia, sonolência anormal ou irritabilidade excessiva;
• Em > 2 meses: tiragem subcostal, estridor em repouso, recusa de líquidos, convul-
são, alteração do sensório e vômitos após tudo o que for oferecido à criança.
História patológica pregressa e epidemiológica: Avaliar presença de doença de base, 
quadros semelhantes no domicílio e contato com pessoas com tosse crônica. História 
de conjuntivite, parto vaginal e quadro afebril sugerem infecção por C. trachomatis.
Frequência respiratória elevada 
< 2 meses: ≥ 60 irpm;
2 a 11 meses: ≥ 50 irpm;
1 a 5 anos: ≥ 40 irpm
238
PEDIATRIA prac ticus
239
PEDIATRIA prac ticus
Faringoamigdalite 
Estreptocócica 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em UPA 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Exames de laboratório
• Rx 
Descrição do caso
Paciente de 5 anos com relato de febre e tosse há 36 horas. 
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento e realize o exame físico necessário 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
240
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
 
 Exame físico: 
BEG, expressão de dor. 
Adenomegalias em cadeia cervical anterior, dolorosos à palpação.
 FR 26 ipm, FC: 85 bpm
PEDIATRIA prac ticus
241
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Oroscopia 
PEDIATRIA prac ticus
242
IMPRESSO 3 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Teste rápido para S.pyogenes positivo se solicitado.
PEDIATRIA prac ticus
243
FALAS DO ATOR
Acompanhante mãe referir que a filha vem apresentando há 2 
dias irritação e dor de garganta há 2 dias, com dificuldade em se 
alimentar. 
Hoje começou a apresentar febre e dor abdominal. 
Nega outros sintomas. 
Nega alergias. Nega contactantes
Vacinação em dia. 
PEDIATRIA prac ticus
244
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOInadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Investigou o caso 0 0,5
3. Questionou inicio dos sintomas 0 0,5
4. Questionou sintomas associados como tosse 
e coriza e sinais de gravidades 0 0,5
5. Investigou contato com pessoas com quadro 
parecido 0 0,5
6. Questionou comorbidades 0 0,5
7. Investiga medicamentos em uso 0 0,5
8. Questionou alergias 0 0,5
9. Solicitou realização do exame físico 0 0,5
10. Higienizou as mãos antes do exame físico 0 0,5
11. Solicita avaliação da oroscopia 0 0,5
12. Dá como hipótese diagnóstica a 
faringoamigdalite 0 1,0
13. Solicitou teste rápido ou swab de orofaringe 
para Streptococcus pyogenes 0 0,5
14. Confirma o diagnóstico de faringoamigdalite 
estreptocócica 0 1,0
15. Prescreveu Penicilina IM 0 0,5
16. Prescreveu analgésicos 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
245
17. Esclareceu possibilidades de complicações 
caso não seja feito o tratamento adequadamen-
te
0 0,5
18. Esclareceu necessidade de retorno em caso 
de piora dos sintomas. 0 0,25
19. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,25
246
PEDIATRIA prac ticus
FARINGOAMIGDALITE (RESUMO)
Definição: Infecção da mucosa faríngea e das tonsilas palatinas causada por vírus e 
bactérias.
Quadro clássico: Relato de febre, queda do estado geral, prostração e inapetência, 
queimação faríngea, faringalgia, odinofagia e otalgia reflexa.
Ao exame: Eritema faríngeo, acompanhado ou não de exsudato pultáceo em faringe e 
amígdalas (não aderente), adenomegalias cervicais.
Teste rápido para infecção estreptocócica: Em caso positivo, indica-se antibioticotera-
pia para profilaxia de febre reumática. Em caso de teste negativo, realiza-se a cultura de 
orofaringe para confirmação/exclusão do diagnóstico.
Complicações: febre reumática, glomerulonegrite aguda, síndrome do choque tóxico, 
escarlatina. 
Tratamento: As faringites estreptocócicas devem ser tratadas com antibióticos para 
prevenção do aparecimento de febre reumática; o antibiótico de escolha é a penicilina. 
247
PEDIATRIA prac ticus
Puberdade Precoce
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em UBS 
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Exames de laboratório
• Rx 
Descrição do caso
Paciente de 7 anos trazida pela mãe para esclarecer dúvidas quanto ao 
crescimento.
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento e realize o exame físico necessário 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
248
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Caderneta da criança 
Caderneta de saúde da criança aponta velocidade de crescimen-
to de 7 cm/ano.
PEDIATRIA prac ticus
249
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Exame físico 
 
Mamas em fase de botão, elevação da mama e aréola, como pe-
queno montículo. 
Genital com ausencia de pelugem. 
PEDIATRIA prac ticus
250
FALA DA ATRIZ
Acompanhante mãe traz filha de 7 anos. 
Referir que nos ultimos meses vem notando que a filha esta 
apresentado aumento das mamas para a idade dela. 
Negar comorbidades,
Negar menarca. 
PEDIATRIA prac ticus
251
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Investigou comorbidades associadas 0 0,5
3. Investigou outros sintomas presentes 0 0,5
4. Pediu a caderneta da criança 0 0,5
5. Aponta pico de crescimento 0 1,0
6. Solicita realização do exame físico 0 0,5
7. Apontou desenvolvimento do broto mamário 0 1,0
8. Apontou pilificação ausente 0 1,0
9. Fez a análise correta do estágio puberal M2P1 0 1,0
10. Apontou puberdade precoce 0 0,5
11. Apontou a causa mais provável de puberdade 
precoce 0 1,0
12. Solicitou radiografia para estimar idade 
óssea 0 0,5
13. Solicitou exame de LH e FSH 0 0,5
14. Marca retorno 0 0,5
15.Realiza a sequência das tarefas conforme 
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
252
PEDIATRIA prac ticus
ESTADIAMENTO DE TANNER 
(RESUMO)
253
PEDIATRIA prac ticus
254
PEDIATRIA prac ticus
Sarampo 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em UPA
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Exames de laboratório
• Rx 
Descrição do caso
Paciente de 9 meses com febre alta, coriza, CONJUNTIVITE e tosse há 4 
dias.
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento e realize o exame físico necessário 
2-apontar hipótese diagnóstica 
3-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
255
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
REG, 
TEM: 38,38
FR 33ipm, 
hiperemia conjuntival
MVUA sem ruídos adventícios. 
Extremidades, presença de exantema em todo o corpo tipo ma-
culopapular morbiliforme. 
PEDIATRIA prac ticus
256
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
Dirija- se até a câmera e verbalize o achado. 
PEDIATRIA prac ticus
257
FALAS DO ATOR 
Referir que há 3 dias a criança começou a apresentar coriza, tosse, 
febre alta, e conjuntivite. 
Hoje apresentou manchas em todo o corpo que se iniciaram na 
região do pescoço e se espalhou por todo o corpo, sem prurido. 
Informa que viajou há 1 semana pra região de porto de santos em 
SP. 
Vacinação em dia. 
Ninguém apresentou os mesmos sintomas.
PEDIATRIA prac ticus
258
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Questiona sobre início dos sintomas 0 0,5
3. Questiona sintomas associados. 0 0,5
4. Analisa história epidemiológica 0 0,5
5. Solicito o cartão de vacinas 0 0,5
6. Questiona o uso de medicamentos e 
comorbidades 0 0,5
7. Solicita o exame físico 0 0,5
8. Avalia cavidade oral 0 0,5
9. Avalia lesões cutâneas 0 0,5
10. Identifica e nomeia as manchas de Koplik 0 1,0
11. Aponta como caso suspeito de sarampo 0 1,0
12. Indica sorologia para coleta 0 0,5
13. Aconselha o uso de vitamina A 0 0,5
14. Indica uso de antitérmico quando necessário 0 0,5
15. Aborda com o responsável a possibilidade de 
complicações 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
259
17. Aponta a notificação imediata como neces-
sária 0 0,5
18. Interroga sobre outros contactantes e sobre 
a possibilidade de contágio 0 0,5
19. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
260
PEDIATRIA prac ticus
SARAMPO (RESUMO)
Definição: Doença exantemática viral, causada pelo vírus do sarampo, que é um vírus de 
RNA da família Paramyxoviridae, do gênero Morbillivirus.
Período de incubação: Varia de 6-21 dias
Período prodrômico: Dura cerca de sete dias com febre alta, tosse seca persistente, se-
creção nasal seromucosa, conjuntivite, lacrimejamento, fotofobia e linfonodomegalia. 
Nas últimas 24 horas desse período, surgem, na altura dos molares, as manchas de Ko-
plik (consideradas sinal patognomônico do sarampo), as quais desaparecem em cerca 
de 24-48 horas do surgimento do exantema.
Período toxêmico:  A produção de anticorpos começa enquanto a replicação viral di-
minui. Os sintomas da fase anterior ficam acentuados, com prostração importante do 
paciente e surgimento do exantema característico: maculopapular, de cor avermelhada, 
com distribuição em sentido cefalocaudal,que surge na região retroauricular e na face. 
De dois a três dias depois, estende-se ao tronco e às extremidades, persistindo por cinco 
a seis dias.
Período de convalescença ou de descamação furfurácea: Último período, quando as 
manchas se tornam escurecidas e surge descamação fina farinácea.
Diagnóstico: O diagnóstico se baseia em achados clínicos e epidemiológicos com con-
firmação por meio da dosagem de IgM, que surge um ou dois dias após o início da erup-
ção e continua detectável por cerca de um mês.
Tratamento: O tratamento é de suporte. A terapia antiviral não é eficaz para a maioria 
dos casos.
Recomenda-se a administração de vitamina A após avaliação clínica e/ou nutricional em 
todas as crianças acometidas pelo sarampo, para redução da morbimortalidade e pre-
venção das complicações.
261
PEDIATRIA prac ticus
Síndrome do Bebê Sacudido
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
Atendimento em hospital secundário
Local de atuação 
• Consultórios para atendimento com materiais para realização de exame físico 
• Exames de laboratório
• Rx e exames de imagem
• Leito de internação
Descrição do caso
Paciente de 9 meses levado pela mãe ao PS por sonolência excessiva hoje.
ATENÇÃO: O PACIENTE SIMULADO NÃO DEVERÁ SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO. SE NECESSÁRIO USAR OS MANE-
QUINS. 
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1-realizar o atendimento e realize o exame físico necessário 
2- solicite exames se julgar necessário e os interprete 
3-apontar hipótese diagnóstica 
4-apontar terapêutica apropriada 
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
262
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
 Área: Pediatria
Exame físico: 
sonolento, Glasgow 13.
AP: MVUA sem ruídos
AC: BCNF sem sopros
Abdome: livre
PEDIATRIA prac ticus
263
IMPRESSO 2 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
 Área: Pediatria
Fundo de olho 
Dirija-se até a câmara e interprete a imagem
PEDIATRIA prac ticus
264
IMPRESSO 3 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
 Área: Pediatria
Tc de crânio 
Dirija-se até a câmera e interprete a imagem. 
PEDIATRIA prac ticus
265
FALAS DO ATOR
Acompanhante mãe referir que foi trabalhar e deixou a criança com a vi-
zinha, quando saiu para trabalhar o filho estava bem, se alimentou, estava 
alerta, sem nenhum sintomas. 
Negar comorbidades, alergias e uso de medicamentos. 
Informar que a vizinha começou a trabalhar olhando o bebe dela há 5 dias. 
Mas não reparou nada .
Só hoje que chegou e viu o filho mais sonolento
PEDIATRIA prac ticus
266
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Questiona sobre início dos sintomas 0 0,5
3. Questiona sintomas associados. 0 0,5
4. Interrogou responsáveis quanto a queixa 0 0,5
5. Investigou comorbidades presentes 0 0,5
6. Fez análise do exame físico 0 0,5
7. Realizou fundoscopia e indentificou 
hemorragias retinianas 0 1,0
8. Apontou síndrome do bebê sacudido como 
diagnóstico 0 1,5
9. Indicou TC de crânio 0 0,5
10. Interpretou a TC com hemorragia subdural 0 1,5
11. Indicou exame de inventário esquelético 0 1,0
12. Solicitou notificação para Vara da infância/
Conselho tutelar 0 0,5
13. Solicita notificação para vigilância 
epidemiológica 0 0,5
14. Realiza a sequência das tarefas conforme 
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
267
PEDIATRIA prac ticus
SINDROME DO BEBÊ SACUDIDO 
(RESUMO) 
Definição: Síndrome de hemorragia intracraniana, fraturas esqueléticas e/ou hemorra-
gias retinianas em várias camadas. Pode estar associada com outras lesões (fraturas de 
ossos longos ou de costelas). Os sinais externos de trauma com frequência estão ausen-
tes. Representa uma forma comum de abuso infantil, associado à grande morbidade e 
mortalidade.
Quadro clínico: Alteração do estado mental, convulsões de início recente, dificuldades 
alimentares, irritabilidade e incapacidade de acompanhar movimentos com os olhos. A 
criança é quase sempre menor que 1 ano e raramente maior que 3 anos. Os sintomas e 
sinais são, em geral, inconsistentes com o histórico.
Diagnóstico: Obter relato completo do ocorrido por parte dos responsáveis, separada-
mente se possível.
Exames: fundo de olho, tc de crânio, hemograma, coagulograma, imagem óssea. 
Conduta: Hospitalizar o paciente se houver suspeita de síndrome do bebê sacudido, pois 
esta exige cuidados coordenados entre neurologia/neurocirurgia, pediatria, psiquiatria e 
serviço social.
268
PEDIATRIA prac ticus
269
PEDIATRIA prac ticus
Síndrome Metabólica na Infância
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
- Atendimento em unidade básica de saúde
Local de atuação 
- Consultórios para atendimento 
- Sala de vacinas 
- Sala de medicação 
 - Farmácia
Descrição do caso
Menino de 14 anos levado para consulta para mostrar resultado de exames 
e queixa de obesidade.
ATENÇÃO: MÃE E A CRIANÇA SIMULADOS NÃO DEVERÃO SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. ler a ficha do paciente afixada à mesa.
2. fazer a anamnese dirigida à mãe.
3. Realizar e Interpretar o exame físico 
4. avalie os exames laboratoriais trazidos pela mãe. 
5. explicar à mãe a condição do paciente e o manejo inicial.
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
270
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
 Área: Pediatria
Exame físico: 
PA 120x70 mmHg, 
circunferência abdominal percentil 90, 
IMC 30.
PEDIATRIA prac ticus
271
IMPRESSO 3 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
Área: Pediatria
EXAMES LABORATORIAIS
 
Cliente Joao Mendes Protocolo:001.2774113-
Idade : 14 anos Local : Mundo Revalida 
CPF : 999.999.999-99 Solicitante : Revalidando 
HEMOGRAMA
Material: SANGUE Valores de Referência
HEMOGLOBINA...................: 11,5 g/dL 9,0 a 14,0 g/dL
HEMATÓCRITO...................: 38 % 35,0 a 45,0 %
SÉRIE BRANCA
LEUCÓCITOS....................: 7.830 mm³ 5.000 a 19.500 mm³
SEGMENTADOS..................50 %
LINFÓCITOS....................: 38 %
MONÓCITOS....................: 8 %
EOSINÓFILOS....................: 1 %
BASÓFILOS....................:0 %
SÉRIE PLAQUETÁRIA
PLAQUETAS
Contagem ...........: .......... 366.000 mm³ 150.000 a 450.000mm³
PROTEÍNA C REATIVA……………: 40 mg/L 0 a 8 mg/L
glicemia .............................................105 mg/dl, 
triglicérides: .......................................180 mg/dl,
colesterol: ..........................................175 mg/dl,
 HDL ....................................................40 mg/dl.
Dirija-se a câmera e interprete o exame 
PEDIATRIA prac ticus
272
FALAS DO ATOR
Referir que trouxe o filho porque ele está acima do peso. 
Se questionado dizer: que ele não gosta muita de verdura e fruta, e como 
trabalha fora, deixa os lanches na geladeira pra ele fazer. 
Dizer quer ele gosta de mais de pão, biscoito, leite, salgadinhos e come isso 
na maioria dos dias.
Informar que na família tem historia de obesidade, o pai e mãe estão em 
sobrepeso
Gostam de comer frente a TV
Não gosta de esporte, prefere vídeo game 
Vacinação em dia
Negar outros sintomas
PEDIATRIA prac ticus
273
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Questiona sobre a queixa principal 0 0,5
3. Questiona hábitos alimentares . 0 0,5
4. Interrogou sobre atividade física 0 0,5
5. Investigou hábitos da família durante a 
refeição 0 0,5
6. Fez análise do exame físico 0 0,5
7. Solicitou realização do exame físico 0 0,5
8. Solicitou exames complementares prévios 0 0,5
9. Apontou corretamente as alterações 
encontradas de TGL e HDL se presentes 0 1,0
10. Apontou corretamente as alterações 
encontradas na PA se presentes 0 1,0
11. Apontou corretamente as alterações 
encontradas na glicemia se presentes 0 1,0
12. Apontou o diagnóstico de síndrome 
metabólica 0 1,0
13. Classificou corretamente o grau de 
obesidade 0 0,5
14. Elabora plano de redução de peso com 
planejamento nutricional e exercício físico 0 0,5
15. Planejou retorno para reavaliação 0 0,5
PEDIATRIA prac ticus
274
16. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
275
PEDIATRIA prac ticus
SINDROME METABOLICIA NA 
INFANCIA (RESUMO)
• Conjunto de anormalidades antropométricas, fisiológicas e bioquímicas 
que predispõe ao desenvolvimento do DM 2 e da doença cardiovascular.
• Componente clinico central: obesidade visceral (aumento da circunfe-
rência abdominal) 
• Principal anormalidades metabólica: resistência insulínica.
Critérios diagnósticos 10-16 anos >16 anos
Critério obrigatório: obesidade visceral
Circunferência abdominal >percentil 90 H>94cm / M > 80 cm
Associado á presença de pelo menos dois dos critérios abaixo
Hipertrigliceridemia >= 150mg/dl
Baixo HDL colesterol < 40mg/dl H<40mg/dl - M < 50 mg/dl
Hipertensão arterial PAS >= 130mmHg e/ou PAD >= 85mmHg
Alteração da glicemia Glicemia de jejum > 100mg/dl, intolerância á glicose ou 
DM tipo 2
Tratamento: perda de peso, controle de pressão, das dislipidemias e da hi-
perglicemia. 
276
PEDIATRIA prac ticus
Varicela 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE
Cenário de atuação
- Atendimento em unidade básica de saúde
Local de atuação 
- Consultórios para atendimento 
- Sala de vacinas 
- Sala de medicação 
 - Farmácia
Descrição do caso
Criança de 2 anos levada ao PS queixando de lesões vermelhas prurignosas 
e febre não medida há 2 dias
ATENÇÃO: MÃE E A CRIANÇA SIMULADOS NÃO DEVERÃO SER
TOCADOS DURANTE O ATENDIMENTO.
Nos próximos 10 minutos, você deverá executar as tarefas a seguir:
1. Ler a ficha do paciente afixada à mesa.
2. Fazer a anamnese dirigida à mãe.
3. Realizar e Interpretar o exame físico 
4. Explicar à mãe a condição do paciente e o manejo inicial.
ATENÇÃO: VOCÊ DEVERÁ, OBRIGATORIAMENTE,
REALIZAR AS TAREFAS NA SEQUÊNCIA DESCRITA ACIMA.
PEDIATRIA prac ticus
277
IMPRESSO 1 AVALIAÇÃO DE HABILIDADES CLÍNICAS
 Área: Pediatria
Exame físico 
Lesões vesiculares concentram-se no tronco, onde há vesí-
culas e crostas.
PEDIATRIA prac ticus
278
FALAS DO ATOR
Referir que o filho há 2 dias começou com coriza, inapetência e febre, 
Hoje apresentou lesões pruriginosas intensas. 
Negar outros sintomas 
Paciente fez uso de AAS e prednisolona. 
Vacinação em dia
Negar contactantes como mesmo sintomas
Mora com mais dois irmãos que não são vacinados
Mãe questiona quando deve levar o filho para a escola de novo.
PEDIATRIA prac ticus
279
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADO Inadequado Adequado
TOPICO 1 – ATITUDE
1. Apresenta-se e cumprimenta o paciente 0 0,5
2. Questiona sobre a queixa principal 0 0,5
3. Investigou inicio dos sintomas 0 0,5
4. Questionou sintomas associados 0 0,5
5. Investigou comorbidades e uso de 
medicações 0 0,5
6. Solicitou carteira de vacinação 0 0,5
7. Solicitou realização do exame físico 0 0,5
8. Identifica lesões eritematosas, crostas e 
vesículas em uma mesma fase 0 1,0
9. Questiona contatos semelhantes 0 0,5
10. Apontou varicela como diagnóstico 0 1,0
11. Esclareceu necessidade de suspender AAS 0 1,0
12. Esclareceu importância das precauções de 
contato 0 1,0
13. Esclareceu importância do retorno para 
à escola apenas quando as lesões estiverem 
secas/crostosas 
0 0,5
14. Orientou quanto a importância de vacinação 
dos irmãos contactantes 0 0,5
15. Planejou retorno para reavaliação 0 0,5
16. Realiza a sequência das tarefas conforme
solicitado nas orientações ao(à) participante.
Adequado: realiza.
Inadequado: não realiza
0 0,5
280
PEDIATRIA prac ticus
VARICELA (RESUMO)
Definição: Infecção viral primária, aguda, altamente contagiosa, causada pelo Varice-
la-zoster – vírus de DNA da família Herpesviridae.
Quadro clínico: A clínica é caracterizada por surgimento de exantema pruriginoso 
de aspecto maculopapular e distribuição centrípeta que, após algumas horas, adquire 
aspecto vesicular. Evolui rapidamente para pústulas e, após 3-4 dias, forma crostas.
Diagnóstico: O diagnóstico é predominantemente clínico-epidemiológico.
Tratamento: sintomático 
Tratamento antiviral:
• O uso de Aciclovir (20 mg/kg/dose; máximo 800 mg/dose VO de 6/6 horas, por 5 dias) 
deve ser feito para tratar varicela não complicada em pacientes em risco de doença 
moderada a grave, tais como:
o Adolescentes não gestantes com idade maior que 12 anos;
o Adolescentes com mais de 12 meses de idade com transtornos cutâneos ou pulmo-
nares crônicos;
o Aqueles que estejam recebendo corticoide por curto prazo, intermitente ou em ae-
rossol;
Profilaxia 
A vacina contra varicela está disponível como vacina monovalente ou em combinação 
com vacinas contra sarampo, caxumba e rubéola.
Calendário vacinal do Ministério da Saúde: Doses com 15 meses e 4 anos. 
Calendário da Sociedade Brasileira de Pediatria: Doses com 12 e 15 meses. 
Também há a possibilidade de profilaxia pós-exposição, que deve ser feita o mais rápi-
do possível até 3-5 dias da exposição.
Recém-nascidos de mães com varicela manifestada 5 dias antes do parto a 2 dias de-
pois do nascimento do bebê devem receber imunoglobulina anti-VZV.
Em crianças e adultos imunocomprometidos, mulheres grávidas e RN expostos à vari-
cela materna, está recomendada a imunoglobulina anti-VZV como profilaxia pós-expo-
sição. Deve ser administrada por via IM até 96 horas após a exposição.
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