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EDIÇÃO
2024-2025-2026
M
AN
UA
L D
O
 ED
UC
AD
O
R
FO
RM
AÇ
ÃO
 C
ON
TI
NU
AD
A
PREÇO GARANTIDO POR 8 ANOS: 
2018 • 2019 • 2020 • 2021 • 2022 • 2023 • 2024 • 2025
DE 1º DE SETEMBRO DE 2017 ATÉ 31 DE AGOSTO DE 2025.
KIT A – 4 ANOS
7 Livros: Linguagem + Matemática + Natureza
e Sociedade + Hora do banho, hora feliz + Mãozinha feliz 
+ O pequeno gatinho xadrez + O monstrinho do dente
LIVRO DIÁRIO DO ALUNO.
7 livros = 416 páginas
R$ 0,24 por página.
R$ 99,80
PATENTEADO COM EXCLUSIVA METODOLOGIA DE ENSINO. INPI – BR 10 2020 000730 0
FORM
ANDO CIDADÃOS • M
ANUAL DO EDUCADOR • NATUREZA E SOCIEDADE • 4 ANOS
FC_ME_Nat_e_Soc_4As_12mm_CCc.indd 1FC_ME_Nat_e_Soc_4As_12mm_CCc.indd 1 03/05/2023 15:33:0703/05/2023 15:33:07
Maria Clara Medeiros
Natureza e Sociedade
Manual do Educador
EDUCAÇÃO INFANTIL
ANOS
4
Formação Continuada
FC_ME_NAT 4I_UN 1.indd 1FC_ME_NAT 4I_UN 1.indd 1 16/02/2023 11:28:1016/02/2023 11:28:10
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e 
Lei no 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Fizeram-se todos os esforços para localizar os 
detentores dos direitos das fotos, das ilustrações 
e dos textos contidos neste livro. 
A Formando Cidadãos Editora pede desculpas se 
houve alguma omissão e, em edições futuras, terá 
prazer em incluir quaisquer créditos faltantes.
Maria Clara Medeiros
EDITORAS
Isabela Nóbrega
Márcia Regina Silva
Solange Duarte
REVISÃO DE TEXTO
Elenita Maciel
PROJETO GRÁFICO, ILUSTRAÇÕES, CAPA 
E EDITORAÇÃO ELETRÔNICA
Mirai Design e Comunicação Ltda.
IMAGENS VETORIAIS
Freepik.com 
Shutterstock.com
stock.adobe.com
COORDENAÇÃO EDITORIAL
ISBN: 978-85-403-2021-5
5a edição
DIREITOS RESERVADOS À
MULTI MARCAS EDITORIAIS LTDA.
Rua Neto Campelo Júnior, 37
Mustardinha - Recife / PE
CEP: 50760-330
Fone: (81) 3447.1178
CNPJ: 00.726.498/0001-74
IE: 0214538-37
Manual do Educador
Formação Continuada
Natureza e Sociedade
4 anos - Educação Infantil
FC_ME_NAT 4I_UN 1.indd 2FC_ME_NAT 4I_UN 1.indd 2 18/04/2023 17:54:0318/04/2023 17:54:03
Apresentação
“O BANHO É MUITO IMPORTANTE, POIS, ALÉM DE NOS DEIXAR 
LIMPINHOS E CHEIROSOS, ELE NOS LIVRA DE GERMES 
E BACTÉRIAS QUE FAZEM MAL À NOSSA SAÚDE.
DEPOIS DESSE DIA, TONINHO APRENDEU A LIÇÃO.”*
Querido(a) educador(a),
Muitas lições serão aprendidas ao longo do ano letivo, pois é por meio da 
troca de experiências que um educador floresce e faz florescer. Foi pensan-
do, com muito carinho, no seu cotidiano escolar que reunimos, neste Manual, 
ferramentas enriquecedoras para ajudá-lo na preparação e na execução de 
suas aulas de Natureza e Sociedade. Aqui, você vai encontrar fundamenta-
ções, dinâmicas, sugestões de atividades e diversas orientações didáticas.
Que as horas do seu ano letivo sejam felizes, de muito sucesso e com 
lições valiosas!
Um grande abraço,
Maria Clara Medeiros
*Texto extraído da literatura Hora do banho, hora feliz, de Rozeli Viana.
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88
Conhecendo o Manual
Estrutura do livro do aluno
Sumário do livro do aluno
Planejamento de aulas
 
Unidade 1
1a Semana 
Grade semanal
2a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Transtornos do comporta-
mento e do desenvolvimento
3a Semana 
Grade semanal
Página do livro do aluno
Orientações didáticas
4a Semana
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Carência afetiva, como 
lidar?
5a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Brincar é importante
6a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
7a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Dinâmicas
8a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Ajudando a criança
9a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
10a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Atenção aos baixinhos 
Unidade 2
11a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: O direito de aprender a ensinar
12a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
13a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Hábitos a educar em relação 
à comunicação e à convivência
14a Semana 
Grade semanal
Página do livro do aluno
Orientações didáticas
Sumário
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15a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
16a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Características evolutivas
17a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
18a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
19a Semana 
Grade semanal
Página do livro do aluno
Orientações didáticas
20a Semana 
Grade semanal
Página do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Ser professor
Unidade 3
21a Semana
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
22a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
23a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Onicofagia é o hábito de “roer” 
as unhas.
24a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
25a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
26a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Você não continua educador 
se desiste de ensinar
27a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: O lúdico no desenvolvimento 
da criança
28a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Ideias para trabalhar 
os campos de experiências da BNCC
29a Semana
Grade semanal
Página do livro do aluno
Orientações didáticas
30a Semana 
Grade semanal
Página do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Ideias para trabalhar os campos 
de experiências da BNCC 
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Unidade 4
31a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
32a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
33a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Autoestima nas crianças
34a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: É brincando que se aprende
35a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Ideias para trabalhar os campos 
de experiências da BNCC
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36a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Ideias para trabalhar os campos 
de experiências da BNCC
37a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: 10 dicas de como controlar 
o estresse no dia a dia
38a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Dinâmicas
39a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Fundamentação: Ideias para trabalhar os campos 
de experiências da BNCC
40a Semana 
Grade semanal
Páginas do livro do aluno
Orientações didáticas
Músicas para as aulas de Natureza e Sociedade
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Conhecendo o Manual
Estrutura do livro do aluno
Informações sobre a estrutura do livro do aluno, 
incluindo campos de experiências, títulos, imagens, 
destaques, enfim, tudo o que é necessário para 
o(a) professor(a) e a criança explorarem-no da 
melhor maneira.
Sumário do livro do aluno
É apresentada a página de sumário do livro do alu-
no para que o(a) professor(a) possa ter acesso ao 
conteúdo anual que será proposto para as crianças.
Planejamento de aulas
O planejamento de aulas foi pensado para 40 se-
manas com cinco dias, totalizando 200 dias letivos. 
Cada semana tem uma estrutura própria: Funda-
mentação, Conteúdos da coleção e a BNCC, Grade 
semanal, Páginas do livro do aluno e Orientações 
didáticas.
Conteúdos da coleção e a BNCC
Ao início de cada semana, serão apresentados os 
conteúdos da coleção e a BNCC, com os Códigos 
Alfanuméricos, Campos de Experiências, Habilida-
des e Metodologia.
Grade semanal
Traz o planejamento semanal dos momentos em 
que cada área de conhecimento deverá ser traba-
lhada. Inclusive, apresenta breves orientações de 
atividades que poderão ser realizadas em sala de 
aula e a indicação das páginas do livro do aluno 
que deverão ser trabalhadas na sala ou em casa. 
Além disso, há espaço para registrar as datas cor-
respondentes às semanas.
Orientações didáticas
Após as páginas do livro do aluno, serão apre-
sentadas orientações didáticas com o objetivo de 
orientar a prática educativa, a fim de que sejam 
alcançados os objetivos de aprendizagem de 
cada conteúdo.
 luismolinero / stock.adobe.com
Este Manual foi concebido para ser um 
material pedagógico que auxilie o traba-
lho de professores em sala de aula, por 
isso apresenta, além de fundamentações, 
planejamento de aulas em grades sema-
nais, orientações didáticas e dinâmicas, 
estrutura e sumário do livro do aluno.
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Páginas do Manual
Em todo o Manual, foram inseridas páginas re-
duzidas do livro do aluno e orientações didáticas 
correspondentes ao conteúdo específico, por meio 
das quais é possível explorar o assunto trabalhado 
e o desenvolvimento das crianças.
Inserimos também um boxe com as habilidades de 
aprendizagem e desenvolvimento da Base Nacional 
Comum Curricular (BNCC) nas páginas que são 
contempladas com tais conteúdos.
Fundamentação
Os textos apresentados, em geral, têm caráter de 
formação, ou seja, foram selecionados para dar 
embasamento e segurança ao(à) professor(a) em 
relação ao seu trabalho diário com as crianças.
Páginas do livro do aluno 
São apresentadas as páginas do livro do aluno 
propostas para serem trabalhadas ao longo da 
semana. Esta seção acompanha as orientações 
didáticas, além de fundamentações em algumas 
semanas.
D
ro
bo
t 
De
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st
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k.
ad
ob
e.
co
m
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Título
Localiza-se na parte superior 
esquerda da página e corres-
ponde ao conteúdo específico 
que está sendo trabalhado.
Campo de experiências
Na parte superior direita, ha-
verá um boxe com os Campos 
de experiências da BNCC.
O livro do aluno está organizado com elementos gráficos específicos: títulos, 
textos didáticos, atividades, comandos, boxes, imagens e página-padrão.
Estrutura do livro do aluno
Comando
No início de cada atividade, 
são apresentados comandos 
cujos textos, em geral, iniciam-
-se pelo verbo que representa 
a ação que deverá ser feita 
para a realização da ativida-
de proposta. Isso porque, ao 
ouvir o comando, a criança 
deverá identificar o que deve 
fazer para concluir a atividade 
corretamente.
Boxe
Não tem uma localização predeterminada na página e corresponde 
aos espaços Vamos cantar e Vamos ouvir, os quais exploram o tra-
balho com cantigas e tex tos infantis, a fim de desenvolver a lingua-
gem oral dentro das atividades propostas no livro do aluno.
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Página-padrão
No livro do aluno, o(a) professor(a) 
encontrará a página-padrão que 
corresponde ao verso da página 
com atividades de recorte e/ou 
colagem.
Páginas do livro do aluno
As páginas do livro do aluno apare-
cerão, ao longo do Manual, com as 
respostas.
6
5
A Coleção Formando Cidadãos, pensando em 
dinamizar suas aulas, preparou este material 
complementar para você. Trata-se de um recurso 
visual que ajudará seus alunos na compreensão 
e na memorização dos conteúdos propostos. 
A apresentação do material pode ser feita no 
início da aula, para despertar a curiosidade e a 
atenção do aluno para o que será trabalhado; 
pode ser em um momento intermediário, para 
explorar o que já foi mencionado; ou pode ser 
no final da aula, para reforçar todo o conteúdo 
abordado. Como cada professor(a) tem a sua 
própria dinâmica, você também pode criar outras 
possibilidades, da maneira mais adequada a cada 
turma.
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Sumário do livro do aluno
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Planejamento de aulas
Linguagem Matemática Natureza e Sociedade
Livre para atividades complementares
Linguagem Matemática
Linguagem Matemática
Linguagem Matemática Natureza e Sociedade
Este Manual foi pensado para ser um facilitador do seu trabalho, 
professor(a).
Para o planejamento de aula, sugerimos seguir o horário se-
manal apresentado abaixo, pois corresponde à distribuição da 
carga horária de cada área de conhecimento adotada na grade 
semanal.
01
dia
02
03
04
05
Yuriy Shevtsov / stock.adobe.com
dia
dia
dia
dia
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O que vamos estudar:
• Atividade Lúdica
• Como sou
• Do que gosto?
• Convivência
• Carnaval
• O corpo humano
• O corpo em movimento
• Os órgãos dos sentidos
• A visão
• A audição
• O olfato
• O paladar
• O tato
• Higiene e saúde 
• Alimentação e nutrição
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1ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03ET06)
Relatar fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento, a história dos seus familiares e da sua 
comunidade.
(EI03EO01)
Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras 
de pensar e agir.
(EI03EO03)
Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas. 
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Semana de 
adaptação
I - O EU, O OUTRO 
E O NÓS
II – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
III - ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
• Estruturar as características das 
relações sociais estabelecidas no 
contexto escolar.
• Identificar-se como ser integrante 
do grupo, por meio da participação 
nas atividades propostas.
• Respeitar as pessoas de seu 
convívio.
• Apreciar o espaço da interação, 
da comunicação e da integração 
que há na escola.
• Realizar as atividades 
integradoras e de adaptação 
propostas.
• Utilizar o direito de brincar, 
como forma particular de 
expressão, pensamento e 
interação infantil.
• Pintar, com tintas coloridas, 
os desenhos apresentados 
pela professora.
1ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade:Semana de adaptação 
Orientação didática: 
• Proponha aos alunos a confecção de cartões para 
recepcionar os amiguinhos novos e os antigos. Dê um 
pedaço de papel-cartão para cada aluno e explique que 
todos deverão confeccionar um cartão de boas-vindas 
que será trocado entre eles. Dobre o papel-cartão ao 
meio. Nele, os alunos deverão fazer desenhos, utilizando 
lápis de cor, canetinha, tesoura e cola, caso queiram 
cortar e colar algo diferente. Realize um sorteio para a 
troca de cartões. Assim, todos interagem e se conhecem 
melhor.
Revista Guia prático para professores de Educação Infantil. São Paulo: Edições 
Oceano, ano 9, n. 95, fev. 2011.
2o dia
Natureza e Sociedade: Semana de adaptação 
Orientação didática: 
• Converse com as crianças sobre as férias delas e peça-
-lhes que tragam ingressos, panfletos e fotos dos pas-
seios que fizeram. Estimule-as a compartilharem com 
os colegas as experiências vivenciadas por elas. Depois, 
prepare um mural, em um cantinho da sala de aula, 
para que sejam colocadas as indicações das crianças 
(que podem também ser representadas por desenhos 
feitos por elas). Incentive-as a continuarem trazendo 
dicas durante todo o ano letivo e, sempre que houver 
uma indicação nova, atualize o mural.
3o dia
Natureza e Sociedade: Semana de adaptação 
Orientação didática: 
• Cumprimento maluco 
Solte uma música e peça para que as crianças dancem. 
Quando a música parar, você deve pedir que elas se 
cumprimentem utilizando alguma parte do corpo. Por 
exemplo: “Vocês devem se cumprimentar com os de-
dos”. Cada vez que você der um comando, as crianças 
vão usar a imaginação para executar os cumprimentos.
4o dia
Natureza e Sociedade: Semana de adaptação 
Orientação didática: 
• Roda da rotina
Preparação: Faça um cartaz de cartolina com o título 
ROTINA. Faça diversas plaquinhas de papel-cartão com 
uma palavra-chave e uma imagem relacionadas às 
atividades que as crianças costumam realizar (parque, 
lanche, pinturas, Educação Física, etc.). Encape com 
papel contact para que durem mais. Coloque velcro nas 
plaquinhas e no cartaz. 
A atividade: Na roda de conversa, conforme for con-
tando a rotina daquele dia, fixe as plaquinhas no cartaz. 
Peça ajuda das crianças para encontrá-las. Ao final do 
dia, faça, novamente, uma roda para as crianças conta-
rem qual foi a atividade de que mais gostaram, a de que 
menos gostaram, etc.
Revista Guia prático para professoras de Educação Infantil. São Paulo: Lua, 
ano 5, n. 60, jan. 2008.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
15
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos.
(EI03TS02) 
Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções 
bidimensionais e tridimensionais.
(EI03EO05) 
Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e 
adultos) com os quais convive.
(EI03ET06) 
Relatar fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento, a história dos seus familiares e da sua 
comunidade.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Atividade lúdica
• Como sou
I - O EU, O OUTRO 
E O NÓS
II – ESPAÇOS, TEMPOS, 
QUANTIDADES, 
RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
III – TRAÇOS, SONS, 
CORES E FORMAS
• Entender que você e as outras 
pessoas são diferentes umas das 
outras.
• Apreciar a convivência social 
e respeitar os diferentes tipos 
de convivência.
• Valorizar sua história.
• Pesquisar, com ajuda, ima-
gens de pessoas e de objetos 
para o reconhecimento de si 
e de situações significativas.
• Confeccionar, com os cole-
gas, um mural com fotos de 
pessoas de sua convivência.
• Registrar fatos, pessoas e 
objetos com os quais convi-
ve até o momento.
2ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
16
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a
1o dia
Natureza e Sociedade: Atividade lúdica– página 6
Orientação didática: 
• Entregue às crianças folhas de papel-ofício e peça que 
façam desenhos.
• Reserve um momento para que as crianças realizem a ati-
vidade proposta. Depois de realizada, promova um momento 
de aproximação do grupo no qual envolva a atividade. Você 
pode realizar uma roda de conversa para que as crianças 
apresentem e falem um pouco sobre o desenho. Aproveite 
esse momento para conversar e ouvir as crianças.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Como sou – página 7
Orientação didática: 
• Entregue uma lanterna pequena e acesa para cada 
criança. Depois, leve-as a um espaço com luminosidade 
reduzida e sem móveis, para que não se machuquem. 
Ao chegar ao local, deixe que andem livremente pela 
sala, incentivando-as a explorar o ambiente. Uma ideia 
é procurar os colegas.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
Grade semanal
17
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6
7
BNCC
(EI03EO05) 
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos outros 
(crianças e adultos) com 
os quais convive.
(EI03ET06) 
Relatar fatos importantes 
sobre seu nascimento e 
desenvolvimento, a histó-
ria dos seus familiares e 
da sua comunidade.
BNCC
(EI03TS02) 
Expressar-se livremente 
por meio de desenho, 
pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando 
produções bidimensionais 
e tridimensionais. 
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
18
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Atividade lúdica
• Promova um espaço para contação de histórias e orga-
nize as crianças sentadas em círculo. Apresente-lhes a 
história que será lida e explique para elas que deverão 
fazer silêncio para entenderem bem a história e, depois, 
cada uma vai dizer o que entendeu, do que mais gos-
tou, respeitando o que cada colega tem a dizer. Após a 
socialização, cada criança pode reproduzir em forma 
de desenho.
• Propicie situações de cuidados, brincadeiras e aprendi-
zagens orientadas, a fim de ajudar a criança a desenvol-
ver as capacidades corporais motoras, afetivas, emocio-
nais, estéticas, entre outras.
• Entregue às crianças uma folha de papel-ofício em 
branco, pincel e tinta com cores variadas. Peça-lhes que 
pintem livremente. Dessa maneira, você estará estimu-
lando a coordenação motora e a percepção visual das 
crianças.
• Trabalhe com a dramatização, cujos personagens são 
os dedos das mãos das crianças. Desenhe carinhas nos 
dedos das crianças, utilizando caneta hidrocor ou tinta 
Como sou
• Estabeleça a ideia de tempo e espaço apresentando 
imagens de pessoas em momentos significativos e, 
junto com as crianças, confeccione um mural com fotos 
de pessoas de sua convivência, locais, objetos de uso 
pessoal e familiar, etc.
• Explore as diferenças entre meninos e meninas a partir 
das próprias crianças, estrutura corporal, maneira como 
se vestem, etc.
• Cole um grande pedaço de folha de papel de rolo tama-
nho industrial (69 x 99 cm) na parede, disponibilize lápis 
de cor, gizes de cera e solicite às crianças que façam o 
desenho de si próprias nessa folha. Trabalhe a percepção 
de como a criança se vê e, ao mesmo tempo, de como 
percebe as características do espaço geográfico em que 
está inserida.
Orientações didáticas
guache colorida e, depois, as crianças realizam dra-
matizações utilizando os dedos como personagens das 
histórias, podendo utilizar, também, os dedoches.
• Demonstre o teatro de sombras para as crianças 
usando as mãos, os dedos, outros objetos para formaros personagens de uma história conhecida ou inventada. 
Explique-lhes que os personagens ficam atrás de uma 
tela construída com papel sulfite ou tecido. Inclua as 
crianças na apresentação.
• Brinque de mímica com as crianças, utilizando a lin-
guagem corporal, principalmente as mãos e os dedos, 
do educador e das crianças. Faça gestos com as mãos 
que representem ações para que as crianças descubram 
qual é a ação que está sendo praticada. Depois, uma 
criança realiza a mímica e as demais têm que descobrir 
qual é a ação que está sendo realizada. Envolva todas 
as crianças nessa atividade.
Tatiana / stock.adobe.com
peopleimages.com / stock.adobe.com
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Fundamentação
Transtornos do comportamento e 
do desenvolvimento
Entenda a diferença entre eles e saiba 
encaminhar seus alunos em cada caso 
A inclusão de crianças com necessidades especiais 
em escolas regulares já é uma realidade para muitas 
educadoras. Enquanto instituições escolares procuram se 
reestruturar, elas buscam informações, a fim de melhor 
acolherem os novos alunos. O psicólogo José Raimundo 
Facion, pró-diretor acadêmico do instituto Brasileiro de 
Pós-graduação e Extensão (IBPEX), leva sua contribui-
ção para esses profissionais com o lançamento do livro 
Transtornos do Desenvolvimento e do Comportamento, 
pela editora IBPEX “Como o Brasil está avançado em 
comparação a outros países no que tange à inclusão, as 
professoras acabam se deparando com crianças com 
problemas de desenvolvimento ou de comportamento e, 
embora não devam ser responsabilizadas pelo diagnósti-
co, precisam estar aptas a fazerem o devido encaminha-
mento explica José Raimundo. Em seu livro, ele descreve 
quais são os Transtornos Invasivos do Desenvolvimento 
(TID) e os Transtornos de Comportamento Disruptivo 
(TCD), apontando os principais sintomas e indicando 
também tratamentos clínicos e pedagógicos.
TID 
Pessoas que apresentam graves prejuízos nas áreas 
do desenvolvimento e têm comportamentos que tornam 
difíceis as relações pessoais. São cinco os subtipos, com 
suas características individualizadas:
Transtorno autista: pode apresentar muitos 
sintomas, e os mais comuns são dificuldade para 
se relacionar com outras crianças, resistência ao 
contato físico e visual, movimentos estereotipa-
dos, entre outros. 
Transtorno de Rett: ocorre apenas em meninas e 
uma das características é o retardamento mental 
grave. 
Transtorno de Asperger: 10% das crianças com 
Asperger têm inteligência acima da normalidade, 
podendo aprender a falar até mais cedo que uma 
criança normal ou, com menos de cinco anos, 
fazer contas matemáticas bastante complexas. 
Por outro lado, apresentam um grave comprome-
timento na interação social.
Transtorno desintegrativo da Infância: a criança 
apresenta um desenvolvimento normal até os dois 
anos de idade, quando começa a perder habilida-
des motoras, de linguagem e a assumir padrões 
repetitivos de comportamento.
Nestor / stock.adobe.com
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Inclusão 
Questionado sobre a matrícula de crianças com 
transtornos do desenvolvimento em escolas regulares, 
José Raimundo afirma ser pró-inclusão. “Mas não é só 
colocar uma criança com alguma deficiência dentro da 
sala de aula”, enfatiza. Segundo ele, a medida demanda 
um conjunto de providências. A professora que rece-
be, por exemplo, um aluno autista vai precisar de uma 
acompanhante pedagógica, porque ele pode apresentar 
crises durante as aulas e alguém precisa estar inteira-
mente disponível para acolhê-lo.
José Raimundo Facion é formado em psicologia, doutor pelo departamento 
de psiquiatria infantil e pós-doutor pelo departamento de neuropediatra da 
Universidade de Münster – Alemanha, onde faz também seu 2º pós-doutorado no 
instituto de Pesquisa sobre o autismo.
LazarevaEl / stock.adobe.com
Gelpi / Shutterstock.com
Transtorno invasivo do desenvolvimento sem 
outra especificação: quando há suspeitas de que 
a criança tem transtorno invasivo, mas os critérios 
não são exatamente claros. Nas escolas, pode-
mos encontrar um outro contingente de crianças 
que são aquelas que apresentam Transtornos de 
Comportamento Disruptivo. Estes afetam, não só 
o indivíduo como também os que vivem ao seu 
redor. Conheça os dois mais comuns:
Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade 
(TDAH): a criança com TDAH é aquela que cos-
tuma tirar a nota mínima necessária nas provas. 
Ela não faz esforço intelectual. As características 
são falta de concentração, insatisfação e impulsi-
vidade. “A criança hiperativa sente como se fosse 
uma pulguinha dentro dela, que a deixa irrequie-
ta exemplifica José Raimundo. Em seu livro, ele 
reforça ser fundamental que a professora de um 
aluno com TDAH elabore um planejamento peda-
gógico que atenda às necessidades dele.
Transtorno de conduta (TC): a diferença entre crian-
ças com TC e crianças com TDAH está na intenciona-
lidade. Nos transtornos de conduta, há a intenção do 
mau comportamento. A criança é agressiva e costuma 
violar regras.
21
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03ET06)
Relatar fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento, a história dos seus familiares e da sua 
comunidade.
(EI03EO02)
Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Como sou I – ESPAÇOS, TEMPOS, 
QUANTIDADES, 
RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
• Entender que as pessoas são 
diferentes umas das outras.
• Reconhecer que é diferente 
do outro.
• Relacionar seus sentimentos e 
lembranças a novas situações.
• Comparar os contornos 
criados. Enfatizar as dife-
renças que surgirem como 
forma de autoidentificação.
• Observar as mãos e contar 
com elas quantos dedos 
possuem.
• Experimentar situações nas 
quais possa explorar e conhe-
cer a si mesmo e o mundo, 
por meio de desenho.
3ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
22
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Como sou – página 9
Orientação didática: 
• Peça aos alunos que tragam fotos e, juntos, confeccio-
nem um painel com todas as fotos. Depois de pronto, 
realize uma conversa informal sobre cada um.
• Organize atividades em que os alunos memorizem: seu 
nome completo, o nome completo de seus pais e irmãos, 
o endereço completo (rua, número, bairro e telefone), 
a data de nascimento, cidade e estado.
Reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática. 
4o dia
Natureza e Sociedade: Como sou
Orientação didática: 
Faça, com os pequenos uma atividade que explore as 
mãos, por exemplo: molhar as mãozinhas com tinta 
colorida e carimbar no papel.
• Antes de encerrar a aula, organize uma roda com as 
crianças e mostre como ficou a atividade de cada uma, 
com as mãozinhas impressas. Explore o tamanho das 
mãos, as cores utilizadas e deixe que as crianças interajam 
uma com as outras, tocando e comparando suas mãos.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
23
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Orientações didáticas
Como sou
• Procure explorar as diferenças entre meninos e 
meninas por meio de desenhos. O tema deve ser 
trabalhado de forma tranquila por você. É comum 
as crianças, nessa idade, fazerem perguntas sobre 
sexualidade. A orientação é não distorcer os fatos 
ou mentir para elas. 
Você deve responder com a verdade. Também não 
é interessanteir além do que elas perguntarem, ser 
objetivo é o mais importante nesse momento. Esse 
assunto, inclusive, pode representar um bom tema 
para o projeto de trabalho.
 
9
BNCC
(EI03ET06) 
Relatar fatos importantes 
sobre seu nascimento e 
desenvolvimento, a histó-
ria dos seus familiares e 
da sua comunidade.
(EI03EO02)
Agir de maneira indepen-
dente, com confiança 
em suas capacidades, 
reconhecendo suas con-
quistas e limitações.
• Organize as crianças, duas a duas, e peça-lhes 
que toquem no corpo uma da outra: rosto, mãos, 
braços, pés, etc. Depois, peça a cada uma que 
descreva como é a outra criança que tocou. 
• Solicite às crianças que tragam para a escola 
fotos delas em diferentes momentos da vida. 
Proponha-lhes que montem um álbum com as 
fotos e escrevam, da forma como sabem, uma 
legenda para cada foto. 
24
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• Apresente à classe gravuras que evidenciem o desen-
volvimento infantil desde o nascimento até a idade em 
que os alunos se encontram. Depois, pro mova a brin-
cadeira: “Quem sou”. Coloque as crianças em roda e 
sentadas no chão. Comece a cantar a música com seu 
nome e, depois, peça a cada criança que se apresente 
com o nome dela, por exemplo: 
Quem sou... Quem sou... 
Quem sou, vou lhe dizer 
Aninha, Aninha, 
Aninha muito prazer.
Autorretrato
Materiais: canetinhas coloridas, cola branca, papel cre-
pom de tons diferentes, pratos de papelão, tesoura com 
ponta arredondada. 
1. Entregue um pratinho para cada criança e peça que, 
com as canetinhas, elas desenhem um autorretrato.
2. Solicite que façam os “cabelos” do desenho colando 
tiras de papel crepom ou pedaços de papéis picados na 
cabeça desenhada. Depois que terminarem, promova a 
Galeria de artistas da sala, através de exposição dos tra-
balhos. Repita esta atividade uma vez por mês, para que 
possa ser observado o desenvolvimento da apropriação 
da imagem corporal de cada criança. 
• O nome da criança é impregnado de significado e 
importância. 
Peça às crianças que digam outros nomes que come-
cem igual ao seu (mãe, pai, amigos, irmãos).
Ex.: ANA
Andreia
Ângela
André, etc.
Puxar para nome de animais, brinquedos, frutas, etc., 
estabelecendo todas as relações de acordo com as 
possibilidades dos alunos e outras atividades.
Fixar o trabalho com os nomes através de jogos: 
Bingo dos Nomes, memória, baralho, etc.
Descoberta do nome; correspondência nome/pessoa.
Utilizar crachás para a separação de nome de meni-
nos e meninas, nomes maiores e menores, mesmo 
número de letras, nomes iniciados com a mesma 
letra, rimas com os nomes. 
Utilizar músicas com temas de alfabetos e vogais 
(Xuxa, Beto Guedes, etc.).
Recortar, de revistas, letras para montarem os nomes.
Trabalhar com rótulos de produtos cujos nomes 
comecem com a mesma letra do nome.
Listagem de nome de brinquedos, animais, flores, 
alimentos, frutas (fazer fichas com os nomes e os 
desenhos, guardá-las numa caixa etiquetada).
PINTO, Gerusa Rodrigues; LIMA, Regina Célia Villaça. O Dia a dia do 
professor. Vol.3. Belo Horizonte: Fapi, jan. 2000.
koni film / stock.adobe.com
Andreas Koch / stock.adobe.com
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO04) 
Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos. 
(EI03TS02) 
Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções 
bidimensionais e tridimensionais. 
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Do que gosto? I - O EU, O OUTRO 
E O NÓS
II – TRAÇOS, SONS, 
CORES E FORMAS
• Conhecer seus sentimentos e o 
do outro.
• Estabelecer as diferenças entre 
aquilo de que gosta e aquilo de 
que não gosta.
• Valorizar a si mesmo e ao outro.
• Aprender a importância de 
expressar ideias e sentimentos.
• Pintar as brincadeiras de que 
mais gosta.
• Resgatar brincadeiras de rua.
• Selecionar, por meio de 
imagens diversas, algo de 
que gosta e algo de que não 
gosta.
• Enumerar suas preferências 
a partir de atividades pro-
postas na sala de aula.
• Registrar brincadeiras pre-
feridas e outras como meio 
de socialização.
4ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
26
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Grade semanal
a
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Do que gosto? – página 12
Orientação didática: 
• Elabore atividades de desenho, pintura, colagem, jogos, 
etc. Procure trabalhar sobre algo que as crianças gos-
tam de fazer; o que elas não gostam de fazer, mas têm 
que fazer; o que elas preferem fazer. Depois, socialize e 
converse sobre as preferências de cada criança. 
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
1o dia
Natureza e Sociedade: Do que gosto? – página 11
Orientação didática: 
• Converse, com seus alunos, sobre os gostos e as pre-
ferências de cada um. Depois, observe se eles se asse-
melham com os gostos e as preferências que seus pais 
tinham quando eram crianças. Ao final, é importante 
pedir às crianças que registrem, de alguma forma, os 
cuidados que devem ter sobre as preferências eviden-
ciadas por cada um.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
27
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11
BNCC
(EI03EO04) 
Comunicar suas ideias 
e sentimentos a pessoas 
e grupos diversos. 
(EI03TS02) 
Expressar-se livremente 
por meio de desenho, 
pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando 
produções bidimensionais 
e tridimensionais.
BNCC
(EI03EO04) 
Comunicar suas ideias 
e sentimentos a pessoas 
e grupos diversos. 
(EI03TS02) 
Expressar-se livremente 
por meio de desenho, 
pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando 
produções bidimensionais 
e tridimensionais.
12
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• Explore as expressões faciais. Por exemplo, diga aos 
alunos: “Vamos fingir que estamos: 
a. Chupando limão. Então, façam cara de quem está sen-
tindo gosto de azedo; 
b. Com muito sono. Façam cara de quem está com sono. 
(Bata com a mão na boca aberta para mostrar sonolência.); 
c. Bravos. Façam cara de quem está bravo; 
d. Alegres. Façam cara de quem está muito alegre.” 
CENTURIÓN, Marília et. al. Jogos, projetos e oficinas para Educação Infantil. 
São Paulo: FTD, 2004.
Orientações didáticas 
• Distribua folhas com desenhos de brincadeiras em 
preto e branco e peça às crianças que pintem as brinca-
deiras de que mais gostam.
• Proponha um dia para realizar as brincadeiras de que 
mais gostam e, em seguida, um lanche coletivo com os 
alimentos de que mais gostam também.
• Converse, com as crianças, sobre as brincadeiras, os 
jogos e os brinquedos que preferem. Estimule-as a se 
expressar verbalmente sobre o assunto. 
Pergunte às crianças: “Quem é seu melhor amigo? Do que 
vocês gostam de brincar juntos?”. 
• Faça passeios com as crianças (em praça, parque in-
fantil, zoológico, biblioteca, cinema). Na aula seguinte, 
promova conversação sobre o passeio. 
Deixe que as crianças conversem com liberdade sobre 
o assunto. Depois, faça perguntas e peça explicações. 
• Promova brincadeiras em grupo de modo que as crianças 
brinquem com liberdade, aprendam a esperar sua vez, 
respeitem os colegas, percam a inibição e o egoísmo. 
• Peça às crianças que tragam brinquedos de casa. Pro-
mova atividades em que uns emprestem os brinquedos 
para os outros sem egoísmo. 
• Realize a “Brincadeira do Anel”. As crianças se colocam 
lado a lado, com as mãos unidas. Uma delas é escolhida 
para passar o anel que já está entre suas mãos. Então, ela 
vai passando de criançaem criança, sem pular nenhum 
coleguinha, até deixar o anel nas mãos de um deles, que 
deverá se manter calado.
 
No fim, ela ainda escolhe outra criança para lhe dizer 
com quem está o anel. Se a criança escolhida acertar, 
ela recomeça a brincadeira, passando o anel novamente. 
Se errar, a pergunta é repetida a outra criança. 
• Em uma cartolina, desenhe um trenzinho com o 
número de vagões correspondente à quantidade 
de crianças. Pendure o cartaz na parede da sala 
antes de elas chegarem. No dia da brincadeira, 
peça aos pais que mandem uma foto da criança. 
Peça aos alunos que sentem em roda e coloquem 
a foto no meio do círculo. Aconchegue-os no 
grupo e converse com todos. Comente uma foto 
por vez. Mostre a imagem e diga: “Olha a Aninha!”, 
“Onde você estava?”, “Na praia, não é?”, “O seu 
biquíni era azul?”, “Quem já foi à praia?”. Chame 
as crianças pelo nome, pois é muito comum, na 
Educação Infantil, o uso de apelidos. 
Depois dos comentários, cole as fotos nos vagões 
e deixe-as apreciarem. 
Inclua uma foto sua também. O trenzinho deve ficar 
na classe até as férias. Você vai perceber que, sem-
pre que possível, as crianças vão chamar as pessoas 
que se aproximam da sala para ver as fotos. 
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Do que gosto?
29
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Fundamentação
Carência afetiva, como lidar?
A carência afetiva pode começar na infância. E, se 
não for bem administrada, pode chegar à fase adulta 
como um problema maior ainda. Segundo a psicanalista 
Maria Flávia Ferreira, mestre em Psicologia pela Ponti-
fícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), uma 
criança com carência afetiva pode apresentar diversos 
problemas quando adulta.
Carmen Sílvia Galluzzi, psicóloga educacional e 
psicopedagoga, de São Paulo, relata que uma pessoa 
que quer ser sempre o centro das atenções pode ter de-
senvolvido esse comportamento, entre outros motivos, 
pela carência afetiva na infância. Ela dá outro exemplo, 
como dificuldades em se relacionar amorosamente, por 
não se sentir suficientemente amada pelo cônjuge. Mas, 
como saber se uma criança está com carência afetiva? 
Como o professor pode lidar com essa situação? Leia 
mais a seguir.
Os sinais
De acordo com Carmen, de maneira geral é importante 
estar atento ao comportamento das crianças para perce-
ber caso haja alguma alteração. “É preciso observar três 
questões: quando começou (a alteração comportamental), 
qual a frequência e qual a intensidade”, explica. A criança 
que furta algo do colega na escola, por exemplo, pode 
estar demonstrando carência. Mas isso depende da fre-
quência com que ela faz isso. “Só uma vez não caracteriza 
uma patologia”, diz Maria Flávia. Segundo a psicanalista, a 
cleptomania pode ser uma forma de compensar algo que 
falta para a criança. “Não necessariamente a criança irá 
pedir abraço porque está carente. Elas nem sempre têm 
essa clareza da situação, do que falta a elas para poderem 
solicitar”, diz Maria Flávia. De acordo com a psicóloga 
clínica e educacional Thaís Schultheisz, de São Paulo, a 
cleptomania não é exatamente um furto, porque a pessoa 
não pega algo de valor financeiro, ela se apropria de um 
objeto que tem um valor afetivo. “Por exemplo, eu tenho 
uma amiga que eu admiro, e ela tem uma família que eu 
gostaria de ter. Então eu pego algo dessa pessoa para ‘ter’ 
um pouco da vida dela”, esclarece a especialista. Thaís 
dá um outro exemplo de sinal de carência afetiva, que é o 
fato de a criança quebrar os próprios brinquedos.
Ela atinge os pequenos e, se não for bem 
administrada, pode causar distúrbios de 
comportamento no futuro. Informe-se!
Por Larissa Linder
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Sintonia família-escola
É importante trazer os pais para as discussões, 
orientando-os nas reuniões ou nos encontros. Mas o 
que os pais podem fazer? “Os pais devem, em primeiro 
lugar, olhar para o comportamento deles mesmos para 
poder lidar com a criança que sofre de carência afeti-
va”, diz Carmen. Segundo ela, pai e mãe têm de refletir 
se deixaram de dar atenção aos filhos, ou se estão dan-
do menos por causa de alguma alteração na rotina. Para 
contornar o problema, devem se interessar de verdade 
pelo mundo dos filhos. Não adianta, por exemplo, ape-
nas ver desenho animado ao lado da criança; é preciso 
participar ativamente, envolver-se. “Os pais não podem 
só levar as crianças para o mundo deles [dos pais]. Elas 
precisam entrar no mundo das crianças também”, diz 
Thaís. Maria Flávia ainda fala da relação entre quanti-
dade e qualidade de participação dos pais na vida dos 
filhos. “Qualidade é importante, mas quantidade tam-
bém”, diz. A psicanalista também levanta outra questão: 
impor limites. “Quem ama cuida. E é necessário que 
os pais se firmem como tais para que a criança não se 
sinta desprotegida. A criança está só no mundo, e ainda 
não tem condições de fazer tudo sozinha. É fundamen-
tal que existam regras para ela poder se situar e se 
sentir protegida e amada.” De acordo com Maria Flávia, 
muitas vezes, os pais trabalham o dia todo e, ao che-
gar em casa, deixam a criança “fazer o que quer” por 
sentirem-se culpados, o que não é saudável.
Guia prático para professores de Educação Infantil. São Paulo: Edições Ocea-
no, n. 91, set. 2010.
Como agir?
Se o professor percebe que a criança teve alteração 
comportamental e que isso pode ser carência, como ele 
deve se comportar em relação ao aluno? Para Carmen, 
o professor deve, antes de tudo, ter um vínculo com a 
criança para poder estabelecer um diálogo com ela. 
Thaís concorda, e explica que o diálogo é uma forma de 
o professor obter o material necessário para entender o 
que se passa na vida da criança, inclusive em casa. “Nor-
malmente, a conversa resolve um problema de a criança 
furtar, por exemplo”, explica Thaís. Se o problema persis-
tir, contudo, ela alerta para que os pais sejam comunica-
dos do problema. “Isso tem de ser feito com muito tato, 
de forma que os pais entendam e aceitem bem a atitude 
do professor”, diz. Maria Flávia ainda acrescenta: nunca, 
jamais, a criança deve ser exposta à classe pelo profes-
sor. O primeiro contato deve ser feito individualmente, 
qualquer que tenha sido sua atitude. A exposição faz 
com que o aluno se sinta mais inseguro e carente.
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida.
(EI03EO03) 
Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação.
(EI03EO01)
Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e
maneiras de pensar e agir.
(EI03TS02) 
Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções 
bidimensionais e tridimensionais. 
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Convivência
• Carnaval
I - O EU, O OUTRO 
E O NÓS
II – TRAÇOS, SONS, 
CORES E FORMAS
• Respeitar os diferentes tipos 
de convivência.
• Apreciar a convivência social.
• Desfrutar de momentos de 
brincadeiras com os amigos.
• Compreender que o Carnaval 
é uma festa popular tradicional 
no Brasil.
• Considerar o Carnaval uma 
festa popular.
• Observar imagens com representa-
ções de atitudes positivas e negativas 
com o outro.
• Confeccionar placas com regras de 
convivência para que sejam visuali-
zadas e obedecidas por todos.
• Listar brincadeiras que mais gosta 
de fazer com amigos.
• Ouvir, na sala de aula, músicas car-
navalescas,como marchinhas, frevos 
e samba-enredo.
• Criar enfeites para decorar a escola.
5ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
32
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Convivência – páginas 13, 14 e 15
Orientação didática: 
• Assista, com o grupo, ao filme Toy Story, da Disney. 
O filme aborda o tema “Amizade”.
• Reúna as crianças em grupo e, ao som de uma música 
clássica, proponha comandos de abraços, apertos de 
mão, beijos e sorrisos.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Carnaval – página 16
Orientação didática: 
• Confeccione, com os alunos, máscaras de Carnaval. 
Depois, promova uma confraternização para que utili-
zem as confecções. Aproveite o momento e selecione 
algumas marchinhas para trabalhar a letra e os movi-
mentos corporais. 
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
33
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BNCC
(EI03EO03) 
Ampliar as relações inter-
pessoais, desenvolvendo 
atitudes de participação 
e cooperação.
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
14
BNCC
(EI03EO01)
Demonstrar empatia 
pelos outros, percebendo 
que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, 
necessidades e maneiras 
de pensar e agir.
(EI03EO03) 
Ampliar as relações inter-
pessoais, desenvolvendo 
atitudes de participação 
e cooperação.
13
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15
BNCC
(EI03EO06)
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de 
vida.
(EI03TS02) 
Expressar-se livremente 
por meio de desenho, 
pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando 
produções bidimensionais 
e tridimensionais.
16
BNCC 
(EI03EO03) 
Ampliar as relações inter-
pessoais, desenvolvendo 
atitudes de participação 
e cooperação.
(EI03EO01) 
Demonstrar empatia 
pelos outros, percebendo 
que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, 
necessidades e maneiras 
de pensar e agir.
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Orientações didáticas
Convivência
• Solicite às crianças uma pesquisa, em revistas, de 
figuras de pessoas sorrindo e cole em papel A3 ou no 
caderno de desenho.
• Solicite que as crianças tragam de casa brinquedos para 
brincarem com os outros colegas.
• Reúna as crianças em volta do baú de brinquedos da 
sala de aula e peça a elas que peguem um brinquedo. Em 
seguida, peça a cada uma das crianças que apresentem 
o brinquedo que escolheu e fale sobre ele. Depois, peça 
aos pequenos que troquem de brinquedo com o colegui-
nha. Aproveite para observar se algum dos alunos apre-
sentam resistência para trocar o brinquedo. Após, fale 
sobre a importância de dividir os brinquedos para que se 
tenha uma boa convivência na sala de aula. 
• Apresente aos alunos imagens que demonstrem ações 
que contribuem para a boa convivência. Depois, cole 
essas imagens em um mural e deixe-as
expostas na sala de aula. Todos os dias, antes de iniciar 
a aula, leia para as crianças as boas ações.
“Organize as suas coisas. ”;
“Ajude os colegas.”;
“Escute os adultos com atenção.”;
“Respeite todas as pessoas”.
Vamos fazer o palhacinho? 
Material: 
Copos de papelão ou plástico, papel crepom de várias 
cores, papel-espelho ou fantasia de várias cores, cola, 
lã, tesoura com ponta arredondada. 
Modo de fazer: 
• Recorte silhuetas de palhaços e cole no copo.
• Cole a gravata feita com papel colorido. Faça o cabelo 
com fios de lã colorida ou papel crepom. 
• Use a sua imaginação para alterar as formas. Faça 
vários bonecos e use-os como enfeite ou fantoches. 
• Se quiser, pode colocar dentro do copo balas e fechar 
Carnaval
• Inicie sondando conhecimentos prévios dos alunos 
sobre o tema numa roda de conversas. Pergunte se gos-
tam ou não de Carnaval, o que costumam fazer nesse 
período, pergunte se eles lembram-se da última come-
moração. Oportunize para que todos se expressem.
Num segundo momento, instigue a classe a lembrar 
palavras relacionadas ao Carnaval e liste todas elas num 
cartaz. A professora pode contribuir lançando palavras 
novas e sondando se sabem seus significados. Registre 
o máximo de palavras possível.
Com a lista pronta, proponha que as crianças ilustrem 
as palavras utilizando recortes e colagens com materiais 
diversos. Fixe o cartaz na sala de aula.
Como tarefa para casa, peça fotos de carnavais anterio-
res da criança e de sua família.
Coleção Educação Infantil. Ano V, n. 33.
• Conte a história do Carnaval e apresente pequenos 
vídeos de carnavais nas diferentes regiões brasileiras. 
Permita que os alunos teçam comentários e façam 
comparações.
Sonde qual tipo de comemoração é o preferido da classe e 
comente e pesquise a respeito da comemoração típica da 
região onde vivem.
Finalize registrando, por meio de desenho e escrita, tudo 
o que foi conversado e também tudo a que foi assistido.
Coleção Educação Infantil. Ano V, n. 33.
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a abertura com um círculo de cartolina para presentear 
as crianças.
PINTO, Frances Rodrigues; PINTO, Gerusa Rodrigues. Dia a dia do professor. Datas 
Comemorativas, projetos e murais. Vol. 1, 14. ed. Belo Horizonte: Fapi, fev/mar.
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Fundamentação
Brincar é importante
Auxiliando e incentivando as crianças 
na hora da brincadeira
Ângela Cristina Munhoz Maluf
As crianças precisam atravessar diversos estágios 
no aprendizado de brincar em conjunto, antes de serem 
capazes de aproveitar as brincadeiras de grupo. É de 
destacar-se que, mesmo depois que a criança ganhou 
confiança em brincar com outras, ela gostará, às vezes, 
de voltar a brincar sozinha ou apenas na presença de 
amigos, sem colaboração de alguma parte.
À medida que cresce, a criança vai incluindo mais 
tipos de brincadeira em suas atividades. Assim, aos dois 
anos, ela não é capaz de brincar cooperativamente, 
mas, aos quatro, já consegue. Quando mais crescida, 
ocasionalmente brinca sozinha ou em paralelo.
As brincadeiras sociais vão-se desenvolvendo à 
proporção que ela descobre como se comunicar com as 
outras crianças, usando a palavra. De um modo geral, 
somente aos dois anos começa a observar outras crian-
ças brincando e até a tentar brincar junto. Mas as outras 
serão sempre suas rivais e, quando encontra problemas 
com elas, procura a mãe.
Aos três anos, começa a brincar mais com outras 
crianças, fica feliz em ser aceita em um grupo. A partir dos 
quatro anos, participa de jogos de faz de conta, brinca de 
forma cooperativa simples, em paralelo, solitária. Nessa 
idade gosta de todos os tipos de atividade lúdica.
Observando as brincadeiras que realizam, vamos 
notar seu desenvolvimento e as mudanças em seus 
interesses e nos padrões de seu relacionamento so-
cial. Tal observação ajuda bastante no trato com uma 
criança pequena. Por exemplo, sabemos que uma festa 
de aniversário com muitas crianças de dois anos de 
idade poderá não ser um sucesso. Já aos três anos, en-
quanto algumas crianças estão prontas para participar 
de brincadeiras de grupo, outras ainda se encontram 
no estágio solitário ou em paralelo, o que garante um 
ambiente diversificado.
Quando estão doentes ou sentindo-se inseguras, suas 
brincadeiras regridem a fases anteriores, e elas passam 
a brincar da forma como o faziam há seis meses ou um 
ano atrás. Isto é de se esperar e devemos tomar providên-
cias para satisfazer as necessidades de cada uma.
A maior parte das que brincam sozinhas leva mais 
tempo para atravessar diferentes estágios doaprender 
a brincar em grupo. Nunca forçar uma criança a parti-
cipar de atividades lúdicas em grupo se ela não quiser; 
é perfeitamente possível que ela não saiba como fazer 
isto, porque ainda não está preparada. 
Revista do professor. Porto Alegre: CPOEC, 23. jul./set. 2007
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03CG01)
Criar com o corpo formas diversificadas de expressão de sentimentos, sensações e emoções, tanto nas situações 
do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, teatro, música.
(EI03EO05)
Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e 
adultos) com os quais convive.
(EI03CG02)
Demonstrar controle e adequação do uso de seu corpo em brincadeiras e jogos, escuta e reconto de histórias, 
atividades artísticas, entre outras possibilidades.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• O corpo humano I – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
II - O EU, O OUTRO 
E O NÓS
• Conhecer as partes do corpo.
• Compreender as diferenças entre 
corpos de menino e menina.
• Valorizar seu próprio corpo 
considerando suas fragilidades 
e limitações.
• Respeitar as diferenças entre 
seu corpo e o do outro.
• Colar, em uma folha, ima-
gens das partes do corpo e, 
ao lado de cada uma delas, 
os objetos correspondentes 
à parte do corpo em que são 
usados.
• Brincar de barra-bandeira, 
respeitando as regras da ati-
vidade e os próprios limites 
físicos.
6ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
38
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: O corpo humano – páginas 17 e 18
Orientação didática: 
• Peça às crianças que se pintem diante do espelho. Em 
duplas, elas desenharão um círculo na bochecha, na testa 
ou no nariz do colega e, posteriormente, cada um deverá 
pintar-se sozinho, olhando-se no espelho e sem sair do 
círculo marcado.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: O corpo humano – página 19
Orientação didática: 
• Divida a sala em dois grupos. Pegue uma caixa de 
sapatos e coloque dentro dela objetos pertinentes ao uso 
e cuidados com o corpo, como: lixas de unha, escovas de 
dentes e de cabelos, pentes, etc. O aluno coloca a mão 
na caixa e tenta adivinhar o objeto que pegou. Ganha 
a equipe que acertar mais objetos. 
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
39
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BNCC
(EI03EO05) 
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos outros 
(crianças e adultos) com 
os quais convive.
(EI03CG02) 
Demonstrar controle e 
adequação do uso de seu 
corpo em brincadeiras e 
jogos, escuta e reconto 
de histórias, atividades 
artísticas, entre outras 
possibilidades.
18
BNCC
(EI03CG01) 
Criar com o corpo formas 
diversificadas de expres-
são de sentimentos, sen-
sações e emoções, tanto 
nas situações do cotidiano 
quanto em brincadeiras, 
dança, teatro, música.
(EI03EO05) 
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos outros 
(crianças e adultos) com 
os quais convive.
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19
BNCC
(EI03EO05)
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos outros 
(crianças e adultos) com 
os quais convive.
(EI03CG02) 
Demonstrar controle e 
adequação do uso de seu 
corpo em brincadeiras e 
jogos, escuta e reconto 
de histórias, atividades 
artísticas, entre outras 
possibilidades.
Orientações didáticas 
foto
• Peça ao aluno que se deite sobre um pedaço de papel maior que o próprio corpo (papel de embru-
lho, por exemplo). Solicite a um colega que trace o contorno da silhueta utilizando pincel atômico. 
O aluno que traçou o contorno deve colocar os detalhes na silhueta, completando a figura humana.
• Apresente às crianças fotos de partes do corpo humano dentro de uma caixa. Construa um quadro 
das partes do corpo. As crianças, uma a uma, vão pôr a mão dentro da caixa e pegar uma foto. Em 
seguida, ela deverá direcioná-la a qual parte pertence.
• Verifique, por meio de atividades com material concreto e dramatizações, se as crianças identificam 
e mostram em que parte do corpo são usados determinados objetos. 
Por exemplo: boné, óculos, brincos, batom, colar, pulseiras, camisa, calça, luvas, meias, sapatos, etc.
O corpo humano
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03CG02) 
Demonstrar controle e adequação do uso de seu corpo em brincadeiras e jogos, escuta e reconto de histórias, 
atividades artísticas, entre outras possibilidades.
(EI03CG03)
Criar movimentos, gestos, olhares e mímicas em brincadeiras, jogos e atividades artísticas como dança, teatro e 
música.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
(EI03EO05)
Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e 
adultos) com os quais convive.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• O corpo em 
movimento
I – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
II – O EU, O OUTRO 
E O NÓS
• Identificar diversos ritmos e des-
frutar das atividades coletivas.
• Desenvolver movimentos rítmicos 
e harmônicos com o corpo.
• Valorizar as diferenças entre o 
ritmo do seu corpo e o do outro.
• Movimentar-se com o 
corpo conforme comandos 
preestabelecidos.
• Imitar animais de acordo com 
os movimentos corporais.
• Participar de uma atividade 
lúdica com músicas que falem 
sobre o corpo humano. Tocar 
nas partes do corpo quando 
elas forem citadas na música.
7ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
42
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: O corpo em movimento – páginas 
20 e 21
Orientação didática: 
• Coloque as crianças em círculo no pátio da escola, na 
posição em pé. Oriente os alunos a memorizar as partes 
do corpo que serão apontadas pela música Minha Boneca 
de Lata, de forma crescente, durante o desenvolvimento 
da atividade.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: O corpo em movimento – páginas 
22 e 23
Orientação didática: 
• Oriente as crianças a realizarem exercícios que movi-
mentem todo o corpo, como: engatinhar movendo perna 
e braço juntos; ficar em pé, de braços erguidos; flexionar 
as pernas, ficando de cócoras; deitar em posições varia-
das, de costas, de barriga para baixo, de lado apoiando 
nos cotovelos, etc.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
43
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BNCC
(EI03CG02) 
Demonstrar controle e 
adequação do uso de seu 
corpo em brincadeiras e 
jogos, escuta e reconto 
de histórias, atividades 
artísticas, entre outras 
possibilidades.
21
BNCC
(EI03CG02) 
Demonstrar controle e 
adequação do uso de seu 
corpo em brincadeiras e 
jogos, escuta e reconto 
de histórias, atividades 
artísticas, entre outras 
possibilidades.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequadoa seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
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22
BNCC
(EI03CG02) 
Demonstrar controle e 
adequação do uso de seu 
corpo em brincadeiras e 
jogos, escuta e reconto 
de histórias, atividades 
artísticas, entre outras 
possibilidades.
(EI03CG03)
Criar movimentos, ges-
tos, olhares e mímicas 
em brincadeiras, jogos 
e atividades artísticas 
como dança, teatro e 
música.
BNCC
(EI03CG02) 
Demonstrar controle e 
adequação do uso de seu 
corpo em brincadeiras e 
jogos, escuta e reconto 
de histórias, atividades 
artísticas, entre outras 
possibilidades.
(EI03EO05)
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos ou-
tros (crianças e adultos) 
com os quais convive.
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Orientações didáticas 
CLAP – TRAP 
1 – Com as mãos eu bato: clap, clap, clap 
2 – Com os pés eu bato: trap, trap, trap
3 – Um, dois, três, vamos todos saltitar 
4 – Dançando até a música parar.
Formação:
Em círculos pares, frente a frente, damas para o lado 
externo. 
Movimentação:
1. Batem palmas três vezes; 
2. Mãos na cintura, batem 3 vezes alternadamente os 
pés; 
3. Os pares dão-se as mãos com os braços estendidos, 
deslizam três passos laterais no sentido de círculo, 
param e saltitam para frente e para trás; 
4. Engancham os braços direitos e giram uma volta salti-
tando com elevação alternada dos joelhos; a seguir os 
cavalheiros permanecem no lugar e as damas avançam 
rapidamente ao encontro do cavalheiro vizinho, reco-
meçando a dança com o par trocado. Repetem algumas 
vezes. 
Variações: ora as damas trocam de par, ora os cavalheiros. 
VALADARES, Solange; ARAÚJO, Rogéria. Educação Física no cotidiano escolar: 
Jogos, brincadeiras e cantigas folclóricas. 4ª. ed. Belo Horizonte: Fapi, 1999.
• Cante músicas animadas para explorar vários movimentos 
corporais, com e sem orientação.
• Cante, com os alunos, algumas músicas que mencionem 
as partes do corpo e peça-lhes que façam mímicas.
• Realize atividades com o corpo, como: bater mãos e pés, 
saltar, correr, pular.
Poesia dramatizada
Que bichinho é este que passa
E vai assim requebrando?
Ele está furando a terra
E um galhinho empurrando.
(Passos largos enfileirados, requebrando.)
A formiga está assustada
Com esse comprido bichinho.
Já correu em disparada
E perdeu um tamanquinho.
(Alunos correndo, com expressões assustadas.)
A joaninha voou para a flor
E de lá olhou, olhou.
A minhoca, despreocupada,
Em sua casa entrou.
(Braços abertos, agachando e levantando, 
movimentando os braços.)
Isto mesmo, minhoquinha!
Vá para longe do Sol
Pra não prender o corpinho
Bem na ponta de um anzol!
(Remexendo como a minhoca, dão adeus 
e vão saindo.)
SERRETI, Maria de Lourdes Scoralick. Rimando também se aprende. 
Minas Gerais: Mazza Edições, 1984.
In: VALADARES, Solange; ARAÚJO Rogéria. Educação Física no cotidiano 
escolar: Momentos festivos na escola. vol. 6. 1ª ed. Belo Horizonte: Fapi, 
1999.
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O corpo em movimento
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1. Aponte o que ouviu 2. Bom dia ou boa tarde 
De mãos dadas, as crianças devem formar um círculo no 
meio do qual uma delas permanecerá de olhos venda-
dos. Ao seu sinal, o círculo tem que girar para a direita e, 
depois de um tempo, para a esquerda, até que a criança 
de olhos vendados bata o pé no chão, momento em que 
a roda deve parar, para ela apontar um dos coleguinhas 
que, por sua vez, só poderá dizer “bom dia ou boa tarde”. 
Nesse instante, a criança deverá acertar o nome de quem 
a cumprimentou apenas pela voz. Caso erre, terá o direito 
de apresentar mais dois nomes. Mas, se acertar, é substi-
tuído de imediato por ele que, por sua vez, prossegue com 
a brincadeira.
• Material necessário:
venda para os olhos.
• Tempo de duração:
dependerá da empolgação das crianças.
• Aspectos trabalhados:
interatividade, atenção e concentração.
Coleção Educação Infantil. São Paulo: Minuano Cultural, ano 1, n. 3.
Dinâmicas
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Coloque as crianças sentadas em círculo e explique 
que, ao seu sinal, uma delas irá começar a atividade, 
apontando para determinada parte do seu corpo, mas 
afirmando ser outra, como, por exemplo: este é meu 
nariz! — mas com a mão sobre os olhos. Imediatamen-
te, a seguinte deverá colocar a mão sobre a parte de 
seu corpo que ouviu e não na que viu (no caso, colo-
car a mão no nariz e afirmar, por exemplo: este é meu 
cabelo! e, assim, sucessivamente. Como a tendência 
natural do participante é apontar o que viu e não o que 
ouviu, aquele que errar, deve se dirigir à lousa e dese-
nhar uma parte do corpo humano. O próximo que errar 
terá que continuar o desenho acrescentando mais uma 
parte. O jogo acaba quando, na lousa, estiver um corpo 
humano totalmente desenhado, mesmo que de maneira 
distorcida.
• Material necessário:
lousa e giz.
• Tempo de duração:
dependerá da empolgação das crianças.
• Aspectos trabalhados:
raciocínio rápido, atenção, concentração e coordenação 
motora.
Coleção Educação Infantil. São Paulo: Minuano Cultural, ano 1, n. 3.
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3. Continue a história 
Coloque as crianças sentadas em roda. Explique que 
você vai começar a contar uma história (de preferência 
inventada) e, em determinado momento, apitar, para 
quem estiver à sua direita continuá-la, até ouvir o apito 
que soará logo após. Então, é a vez de o coleguinha 
à direita prosseguir e, assim, consecutivamente, até a 
história chegar a você novamente, que deverá colocar 
um ponto final condizente com a história.
• Material necessário:
apito.
• Tempo de duração:
dependerá do interesse das crianças.
• Aspectos trabalhados:
comunicação, expressão e imaginação.
Coleção Educação Infantil. São Paulo: Minuano Cultural, ano 1, n. 3.
4. Dance como eu danço
Divida a turminha em duas equipes, a de número 1 e a 
de número 2. Depois, coloque uma criança em frente 
à outra, para a equipe 1 começar a brincadeira. Então, 
explique que cada participante deverá dançar da sua 
forma, para que o coleguinha que está a sua frente 
imite seus passos, por um minuto. Em seguida, inverta 
os papéis.
• Tempo de duração:
dependerá do interesse das crianças.
• Aspectos trabalhados:
expressão corporal e criatividade.
Coleção Educação Infantil. São Paulo: Minuano Cultural, ano 1, n. 3.
5. Desenho coletivo 
Providencie folhas A3 ou cartolinas brancas, giz de cera, 
lápis de cor e canetinhas coloridas, para que todas as 
crianças participem da atividade. Depois, coloque elas 
sentadas no chão em roda. Rasgue as folhas de papel ou 
as cartolinas, enumere as diversas partes e as distribua, 
em sequência. Explique que, ao seu sinal, todas devem 
começar a desenhar. Mas, avise que, após alguns segun-
dos, você dará outro sinal, para que passem o desenho 
para a direita, para que o coleguinha prossiga com o 
mesmo. Alerte que as trocas continuarão até que todas 
as partes do papel estejam repletas de desenhos. Nesse 
momento, cada criança deve procurar sua folha inicial, 
conforme a numeração para, depois, emendarem todas 
as partes — ainda conforme a numeração —, com fita 
adesiva, para obterem um desenho gigante que, certa-
mente, será um tanto abstrato.
• Material necessário:
folhas de papel A3 ou cartolinas brancas, giz de cera, 
lápis de cor e canetinhas coloridas.
• Tempo de duração:
dependerá do interesse das crianças.
• Aspectos trabalhados:
interatividade e criatividade.
Coleção Educação Infantil. São Paulo: Minuano Cultural, ano 1, n. 3.
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6. Há, há, há...
Faça as crianças se sentarem em roda no chão. Ao seu 
sinal, a escolhida para começar exclama: Há! A seguinte 
completa com Há! Há! E a terceira com: Há! Há! Há! E assim 
por diante. Embora, antes de completar a volta inteira do 
círculo, o grupo já esteja com muita vontade de rir, não 
poderá fazê-lo, pois quem rir sai da brincadeira. Vence 
quem ficar por último.
• Tempo de duração:
dependerá da animação das crianças.
• Aspectos trabalhados:
resistência corporal e mental, além de iniciativa pessoal.
Coleção Educação Infantil. São Paulo: Minuano Cultural, ano 1, n. 3.
7. Mímica
É uma atividade tradicional, mas sempre diverte a 
criançada. Escolha uma para iniciar a atividade, deter-
mine o tema (filme, música, brincadeiras, animais, etc.) 
e um tempo para que as demais descubram do que se 
trata. Quem acertar é a próxima a fazer a mímica.
• Tempo de duração:
dependerá da animação das crianças.
• Aspectos trabalhados:
coordenação e expressão motora.
Coleção Educação Infantil. São Paulo: Minuano Cultural, ano 1, n. 3.
8. Objeto escondido
Todas as crianças, exceto uma, devem sair da sala 
de aula por alguns segundos. Nesse tempo, a criança 
que permaneceu no lugar deve esconder um objeto e, 
depois, chamar os coleguinhas que, para descobrirem 
o que é e onde está, poderão fazer uma série de per-
guntas (para que serve; é grande ou pequeno; é pesado 
ou leve, etc.), enquanto procuram. Quem adivinhar ou 
encontrar, esconderá o próximo objeto.
• Tempo de duração:
dependerá da animação das crianças.
• Aspectos trabalhados:
interatividade, concentração e atenção.
Coleção Educação Infantil. São Paulo: Minuano Cultural, ano 1, n. 3.
9. Que animal eu sou?
Reúna imagens de animais e as mostre para as crianças. 
Fale sobre os costumes deles, onde vivem, o que comem, 
etc. Depois, vire todas as imagens e explique que vai 
escolher um animal e fazer um gesto que remeta a ele, 
para que todas, uma de cada vez, tentem descobrir qual 
foi o seu escolhido, a partir de perguntas:
a. Ele nada?
b. Ele voa?
c. Ele vive na terra?
Quando uma das crianças acertar, fale mais sobre o 
animal e, então, deixe que ela reinicie a brincadeira.
• Tempo de duração:
dependerá do entusiasmo das crianças.
• Aspectos trabalhados:
reconhecimento dos animais e do ambiente em que eles 
vivem.
Coleção Educação Infantil. São Paulo: Minuano Cultural, ano 1, n. 3.
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Os órgãos 
dos sentidos
• A visão
• A audição
• O olfato
I – O EU, O OUTRO 
E O NÓS
II – TRAÇOS, SONS, 
CORES E FORMAS
III – CORPO, GESTOS
E MOVIMENTOS
• Conhecer os órgãos dos sentidos; 
compreender seu funcionamento e 
cuidar dos cinco sentidos do corpo, 
utilizando-os de forma adequada.
• Identificar as dificuldades apresen-
tadas por pessoas com alguma de-
ficiência em um dos cinco sentidos. 
Respeitá-las e valorizá-las na sua 
individualidade.
• Estabelecer relação entre o órgão 
do sentido e as ações que podem ser 
desenvolvidas por cada um deles.
• Vivenciar situações de pessoas 
com deficiência por meio de ati-
vidades de percepção sensorial.
• Utilizar os órgãos dos sentidos 
em atividades específicas.
• Relacionar o órgão do sentido 
à ação que poderá ser realizada 
por meio dele.
8ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento 
adequado a seus interesses e necessidades em situa-
ções diversas.
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
(EI03EO05) 
Demonstrar valorização das características de seu 
corpo e respeitar as características dos outros (crian-
ças e adultos) com os quais convive.
(EI03CG02) 
Demonstrar controle e adequação do uso de seu cor-
po em brincadeiras e jogos, escuta e reconto de histó-
rias, atividades artísticas, entre outras possibilidades.
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de autocuidado relacionados a higiene, 
alimentação, conforto e aparência.
(EI03TS03) 
Reconhecer as qualidades do som (intensidade, du-
ração, altura e timbre), utilizando-as em suas produ-
ções sonoras e ao ouvir músicas e sons. 
(EI03CG01)
Criar com o corpo formas diversificadas de expressão 
de sentimentos, sensações e emoções, tanto nas si-
tuações do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, 
teatro, música.
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Os órgãos dos sentidos – página 
24; A visão – página 25
Orientação didática: 
• Estabeleça a diferença e as características de cada órgão 
do sentido e a função peculiar de cada um. Enfatize que 
os órgãos dos sentidos possibilitam ao corpo interagir e se 
comunicar com as pessoas e com tudo à nossa volta.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: A audição – página 26; O olfato 
– página 27
Orientação didática: 
• Proponha atividades em grupo em que as crianças 
possam identificar e nomear ações que são realizadas 
com cada um dos cinco órgãos dos sentidos.
• Disponibilize, aos alunos, alimentos, flores e objetos 
com cheiros variados, para que possam sentir os chei-
ros, explorando o olfato. 
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
51
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24
BNCC
(EI03EO05) 
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos outros 
(crianças e adultos) com 
os quais convive.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
25
BNCC
(EI03EO04) 
Comunicar suas ideias 
e sentimentos a pessoas 
e grupos diversos.
(EI03CG02) 
Demonstrar controle e 
adequação do uso de seu 
corpo em brincadeiras e 
jogos, escuta e reconto 
de histórias, atividades 
artísticas, entre outras 
possibilidades.
52
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26
BNCC
(EI03EO05)
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos outros 
(crianças e adultos) com 
os quais convive.
(EI03TS03) 
Reconhecer as qualidades 
do som (intensidade, 
duração, altura e timbre), 
utilizando-as em suas 
produções sonoras e ao 
ouvir músicas e sons.
27
BNCC
(EI03EO05)
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos outros 
(crianças e adultos) com 
os quais convive.
(EI03CG01)
Criar com o corpo 
formas diversifica-
das de expressão de 
sentimentos, sensações 
e emoções, tanto nas 
situações do cotidiano 
quanto em brincadeiras, 
dança, teatro, música.
53
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A visão
• Coloque sobre a mesa três objetos e converse com os alu-
nos para que os observem bem. Peça que fechem os olhos. 
Retire um objeto e diga: “Abram os olhos. Olhem a mesa. 
Que objeto está faltando?”. Aos poucos, aumente os objetos 
até seis. Varie, trocando o lugar de um e, depois, de dois ob-
jetos sem as crianças verem e pergunte novamente: “O que 
está diferente?”. Faça com que identifiquem qual é o canal 
receptor das imagens (olhos). Peça que fechem os olhos e 
reconheçam a ausência da visão. Peça, também, que fixem 
os olhos sobre um objeto imóvel e sigam com os olhos a 
trajetória oscilatória, pendular e giratória desses objetos.• Sente com as crianças em círculo. Indique uma criança 
para sair da sala. Peça que duas crianças troquem de 
lugar entre si. Faça com que o colega que saiu da sala 
retome e aponte o que aconteceu em sua ausência.
• Mostre um objeto para as crianças. Oriente-as a 
descrevê-lo com maior número de detalhes possível. Por 
exemplo, um carrinho, com portas azuis, capota amare-
la, rodas pretas, etc. 
• Apresente um espelho para as crianças se observarem. 
Depois peça que elas descrevam o que estão vendo.
Coleção Educação Infantil. Ano 5, n. 30. São Paulo: Minuano Cultural.
O olfato
• Peça que as crianças identifiquem os odores exalados 
por flores encontradas pela escola, classificando-as em 
agradáveis ou não. 
• De olhos fechados, peça que reconheçam e nomeiem 
o cheiro de perfume, pasta de dentes, esmaltes, 
cebola, etc. 
• De olhos fechados, peça, também, que reconheçam o 
odor de frutas, como limão, maçã, etc.
• Ofereça dois potinhos em que tenham sido colocados 
sal e açúcar e faça com que elas identifiquem, pelo 
odor, cada um deles. 
• Apresente embrulhos fechados, peça que cheirem, e 
diga a elas para que, sem tocá-los, nomeiem correta-
mente o seu conteúdo.
• Apresente vidros com conteúdo de água, vinagre bran-
co, refrigerante e peça que diferenciem os odores.
Coleção Educação Infantil. Ano 5, n. 30. São Paulo: Minuano Cultural.
A audição
• Peça que as crianças fechem os olhos e identifiquem sons 
humanos, como: batidas de palmas, tosse, latidos, asso-
bios, estalar de dedos, espirro, etc. e tentem nomeá-los em 
seguida.
• Mostre às crianças gravuras com sons representados 
graficamente e peça que elas imitem esses sons. Por 
Orientações didáticas
exemplo, apresente a figura de um gatinho e peça que 
imitem seu ruído. Faça-as imitarem o som do carro de 
bombeiros, ambulância, sino, etc.
• Sente com as crianças em círculo, fazendo-as perce-
ber os sons que nos cercam. Amasse papel mostrando o 
barulho do amassar, faça cair um lápis no chão, etc.
• Coloque objetos dentro de latinhas e peça que as 
crianças chacoalhem essas latinhas e identifiquem o 
que elas contêm (moedas, grãos, areia, etc.) 
• Diga a vogal “a” e peça que as crianças digam outras 
palavras que iniciem pelo mesmo som. Faça o mesmo 
com outras vogais e consoantes.
• Grave sons de várias situações do ambiente: buzinas de 
automóveis, aviões, apitos, etc., e peça que as crianças 
distingam os sons.
Coleção Educação Infantil. Ano 5, n. 30. São Paulo: Minuano Cultural.
Os órgãos dos sentidos 
• Explore, com as crianças, os cuidados que devemos ter 
com os diversos órgãos dos sentidos, por exemplo, a pele, 
principalmente quando estamos expostos ao sol, enfati-
zando a necessidade de mantê-la hidratada e limpa; os 
olhos e a necessidade de protegê-los quan do estamos em 
locais com muita claridade; a língua e o cuidado para não 
queimá-la ao ingerir alimentos quentes, etc.
54
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Fundamentação
Ajudando a criança 
• avaliar situações, intervir para resolver atritos ou evitá-los; 
tomar parte na brincadeira, aceitar qualquer papel que lhe 
seja atribuído;
• ajudar a criança nas dificuldades quando alguma tarefa 
estiver além das suas possibilidades.
Nunca devemos esquecer que brincar é altamente 
importante na vida da criança, primeiro, por ser uma 
atividade na qual ela já se interessa naturalmente e, 
segundo, porque desenvolve suas percepções, sua 
inteligência, suas tendências à experimentação, seus 
instintos sociais.
Revista do Professor. Porto Alegre: CPOEC, ano XXII, n. 9, jul./set. 2007.
É preciso, nas atividades lúdicas, respeitar o ritmo 
próprio de cada uma, ajudá-la e encorajá-la, se neces-
sário. Se a criança possui oportunidade de brincar com 
outras de mesma idade, e a maioria delas aprende, antes 
dos cinco anos saberá dividir, compartilhar e conviver em 
diferentes grupos. Devemos proporcionar a todas muitas 
oportunidades para vencer os diversos estágios de apren-
dizado. Além disso, é importante ter ideias sobre o que 
fazer durante as atividades infantis para tornar as coisas 
mais fáceis para todos.
Com a finalidade de auxiliar a criança a brincar, espe-
ramos que o professor e os demais adultos que com ela 
convivem possam. Sempre que necessário: 
• dar-lhe apoio;
• escolher o momento certo para ajudá-la a se retirar 
da brincadeira, quando sentir que ela está insegura; 
• assegurar-se sempre de que ela esteja pronta para 
novas experiências, deixando que se manifeste;
• sugerir novas atividades e aceitar ter ideias rejeitadas, 
quando as crianças ficarem determinadas a seguir 
outro rumo; 
• estimular conversas. Às vezes, a conversa decorre 
naturalmente da brincadeira, desviando a atenção da 
criança do aqui e agora;
• analisar cuidadosamente a criança verificando se a 
atividade lúdica a está ajudando a aprender com a 
experiência, ou interferir, se necessário;
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03ET01)
Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades. 
(EI03CG04)
Adotar hábitos de autocuidado relacionados a higiene, alimentação, conforto e aparência.
(EI03EO05)
Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e 
adultos) com os quais convive.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• O paladar
• O tato
• Higiene e saúde
I - O EU, O OUTRO 
E O NÓS
II – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
III – ESPAÇOS, 
TEMPOS, QUANTI-
DADES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
• Identificar as ações que podem 
ser desenvolvidas com cada um 
dos cinco órgãos dos sentidos.
• Perceber a importância dos 
órgãos dos sentidos (paladar e 
tato).
• Compreender o que é necessário 
para desenvolver bons hábitos de 
higiene e saúde com o corpo.
• Entender os aspectos de uma 
boa higiene.
• Respeitar ações que favoreçam 
a higiene das partes do corpo.
• Pintar as partes do corpo 
de acordo com a legenda 
estabelecida.
• Identificar e nomear ações 
que são realizadas com cada 
um dos cinco órgãos dos 
sentidos.
• Pesquisar imagens de pessoas 
realizando a higiene do corpo.
• Levar alguns materiais de 
higiene pessoal para trocar 
ideias com os colegas, sobre a 
forma adequada de utilizá-los.
9ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
56
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: O paladar – página 28; O tato – 
páginas 29 e 30
Orientação didática: 
• Tape os olhos da criança e peça-lhe que abra a boca. 
Coloque pipoca salgada ou doce, ou bala, ou pedaço de 
chocolate, para que ela mastigue e adivinhe o que é.
• Tape os olhos da criança, coloque outra criança na 
frente dela e peça-lhe que, com as mãozinhas, adivinhe 
qual é o(a) colega.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Higiene e saúde – páginas 31 e 32
Orientação didática: 
• Proponha aos alunos atividades de simulação de atitu-
des, como lavar adequadamente as mãos, as unhas 
e os cabelos, além de tomar banho e escovar os dentes 
de maneira correta.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática. 
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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BNCC
(EI03EO05) 
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos outros 
(crianças e adultos) com 
os quais convive.
(EI03ET01)
Estabelecer relações 
de comparaçãoentre 
objetos, observando suas 
propriedades.
28
BNCC
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de au-
tocuidado relacionados 
a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI03EO05) 
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos outros 
(crianças e adultos) com 
os quais convive.
29
58
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BNCC
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de au-
tocuidado relacionados 
a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
31
BNCC
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03EO05) 
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos outros 
(crianças e adultos) com 
os quais convive.
30
59
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• Faça, com a criança, um jogo interessante para estimular 
seu paladar. Separe pedacinhos bem pequenos de balas 
de sabor diferente e tenha ao lado um copo com água.
Dê à criança um pedacinho bem pequeno de uma bala 
para que a deguste; segundos depois, um gole de água 
para que limpe seu paladar e, a seguir, apresente outro 
BNCC
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de au-
tocuidado relacionados 
a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
32
Orientações didáticas
Aprimorando o paladar 
O paladar
pedacinho da mesma bala ou de outro sabor diferente 
para que, pouco a pouco, ela vá descobrindo e aprimo-
rando o paladar. Outras vezes, faça-a descobrir, com 
os olhos fechados, se o pedacinho que colocou na boca 
é de queijo, desta ou daquela fruta. Alterne líquidos com 
sólidos e mostre-lhe que um paladar se educa, evoluin-
do de um dia para outro, após algum treinamento.
60
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Higiene e saúde
• Procure trabalhar, com as crianças, a importância do 
flúor na dentição. Solicite que elas também tragam para 
a sala de aula diversos tubos de creme dental e embala-
gens. Leia para as crianças a fórmula do creme dental e 
classifique, com elas, aquele que poderá ser utilizado e 
o que não poderá por causa do flúor. Monte uma história 
em quadrinhos sobre o processo de troca de dentição. 
Explique-lhes o que acontecerá com os seus dentes.
• Oriente, por meio de diálogos, infografias e filmes, 
sobre os cuidados que devemos ter com o corpo para 
a preservação da saúde.
• Apresente formas de higienizar as mãos, os cabelos, 
as unhas e, também, os alimentos.
• Solicite às crianças que levem, para a sala de aula, emba-
lagens de diversos materiais de higiene pessoal, dos am-
bientes, das roupas, etc. para que elas possam classificá-
-los, formando grupos de acordo com o tipo de higiene em 
que são utilizados.
• Uma atenção especial deve ser dada à limpeza do nos-
so corpo, por exemplo, à forma adequada de se fazer a 
limpeza do ouvido. É muito comum crianças e adultos 
machucarem o ouvido durante a limpeza. É necessário 
explorar todo o funcionamento do ouvido. Não deixe de 
explicar a função da cera para a audição.
O tato
Pe
ak
st
oc
k 
/ s
to
ck
.a
do
be
.c
om
• Ofereça materiais diversos para que as crianças 
manuseiem diferentes texturas, como lã, lixa, 
algodão, etc. No momento da atividade, peça que 
fechem os olhos e sintam, com as mãos, esses 
mesmos objetos. Depois com as mãos, dedos e 
pés, peça aos alunos que manuseiem objetos 
diversos (tecido, alimentos, brinquedos, etc). 
• Coloque objetos dentro de sacos (objetos dife-
rentes). Depois, peça às crianças que apalpem, 
com as mãos, a afim de adivinhar que objetos 
estão dentro dele. 
• Ofereça aos alunos a oportunidade de ma-
nipularem objetos e materiais para poderem 
experimentar variações de temperatura (quente, 
morno, frio, gelado), tamanho (grande, pequeno), 
textura (áspero, macio, liso, ondulado), etc. 
• Espalhe objetos sobre a mesa, coloque as 
crianças em círculo ao redor dela e peça que 
elas escolham um objeto. Depois diga para 
fecharem os olhos, a seu comando, passe o seu 
objeto para o colega da direita e receba o colega 
da esquerda. Em seguida, peça que o identifique 
só pelo tato, sem abrir os olhos. 
• Coloque, em cima da mesa, duas caixas con-
tendo objetos iguais: lápis, livro, régua, borracha, 
botão, etc. Depois, peça que cada criança, uma 
de cada vez, apanhe um objeto em uma das cai-
xas e, de olhos fechados, procure seu par, pelo 
tato, na outra caixa. 
• Faça uma roda de conversa com as crianças e 
fale sobre os deficientes visuais, explicando que 
eles podem ler textos, algarismos, notas mu-
sicais, etc., pelo tato. Explique sobre o sistema 
braile, que é construído por pontos salientes em 
uma folha de papel. E que a leitura é feita por 
leve pressão da ponta dos dedos sobre os pontos 
para a percepção de sua posição e números. Para 
esse momento, leve caixa de sabonete, perfume, 
remédio e latas de refrigerante em que haja a 
escrita em braile para as crianças tocarem.
61
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos. 
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de autocuidado relacionados a higiene, alimentação, conforto e aparência. 
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Higiene e 
saúde
• Alimentação 
e nutrição
I - CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
II – O EU, O OUTRO 
E O NÓS
• Compreender o que é necessário 
para desenvolver bons hábitos de 
higiene e saúde com o corpo.
• Entender os aspectos de uma boa 
higiene.
• Respeitar ações que favoreçam a 
higiene das partes do corpo.
• Conhecer a importância da ingestão 
de alimentos, como frutas, verduras, 
legumes para o bom funcionamento 
do nosso corpo.
• Identificar e valorizar alimentos 
que compõem uma alimentação 
saudável.
• Saber dos benefícios de uma 
alimentação adequada para evitar 
doenças.
• Pesquisar imagens de pessoas 
realizando a higiene do corpo.
• Levar alguns materiais de higiene 
pessoal para trocar ideias com os 
colegas, sobre a forma adequada 
de utilizá-los.
• Realizar a higiene dos alimentos 
para a preservação da saúde.
• Pintar imagens de vários tipos de 
alimento.
• Preparar um cartaz com recortes de 
revistas sobre os alimentos saudáveis 
com informações sobre a importância 
de cada um para nosso organismo.
10ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
62
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Higiene e saúde – páginas 33 e 34 
Orientação didática: 
• Peça às crianças que executem gestos imitativos de higie-
ne corporal: tomando banho, escovando os dentes, pen-
teando os cabelos, cortando as unhas, vestindo uma roupa 
limpinha, etc. Em seguida, faça uma roda de conversa e 
pergunte-lhes como se sentiram. Anote cada contribuição.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Alimentação e nutrição – pági-
nas 35, 36, 37 e 38
Orientação didática: 
• Converse com os alunos e faça-os compreender a impor-
tância da boa alimentação para a saúde, como: alimentar-
-se de verduras, legumes e hortaliças, cereais e outros 
alimentos saudáveis. 
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividadescomplementares da sua turma.
63
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BNCC
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de au-
tocuidado relacionados 
a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
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BNCC
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de au-
tocuidado relacionados 
a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
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35
BNCC
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de au-
tocuidado relacionados 
a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
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BNCC
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de au-
tocuidado relacionados 
a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
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BNCC
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de au-
tocuidado relacionados 
a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
38
BNCC
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de au-
tocuidado relacionados 
a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
37
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Orientações didáticas
Higiene e saúde
• Estabeleça a relação entre os objetos utilizados na higiene 
pessoal e as partes do corpo. Faça demonstrações.
• Exponha, na sala de aula, alguns materiais de higiene 
pessoal para valorizar os hábitos saudáveis de higiene.
• Converse com os alunos sobre os hábitos diários e neces-
sários de higiene pessoal e do ambiente onde se vive.
• Promova uma roda de conversa em que as crianças 
vão compartilhar como se sentem no momento do 
banho. Anote as socializações e, no final da conversa, 
esclareça as dúvidas que elas tiverem e reitere a im-
portância de cultivar hábitos de higiene pessoal para a 
manutenção da saúde.
• Durante as refeições ou o lanche, oriente as crianças 
sobre como se portar, levando-as a comer e a beber 
sozinhas, a segurar corretamente a colher, os talheres, 
a xícara, o prato e o copo.
• Construa, junto com as crianças, uma rotina semanal 
para a limpeza do corpo. Faça uma tabela com os dias da 
semana, apresente às crianças várias imagens repetidas 
de todas as atividades que precisamos fazer para man-
ter a higiene e solicite que elas colem, na tabela, aquilo 
que se faz diariamente (tomar banho, escovar os dentes, 
pentear os cabelos, enxugar os ouvidos, etc.), escolham 
um dia e colem aquilo que se faz semanalmente (cortar 
as unhas, limpar os ouvidos, etc.) e indiquem aquilo que 
se faz eventualmente (cortar os cabelos, etc.).
Alimentação e nutrição
• Registre, oralmente e por meio de desenhos, os ali-
mentos saudáveis que as crianças conhecem. 
• Leve para a sala de aula várias imagens de alimentos: 
saudáveis, menos saudáveis, não saudáveis e algumas 
frutas e legumes de plástico, emborrachado, etc. Espalhe 
as imagens dos alimentos pela sala, coloque as frutas 
em uma cesta. Diga às crianças que caminhem pela sala, 
apontem para o alimento de que gostam e que peguem, 
também, uma fruta ou verdura da cesta. Observe e anote 
as contribuições das crianças e comente-as. 
• Separe, em tabelas, os alimentos classificados, 
como doces, azedos e salgados. Depois, faça ativida-
des de pintura com as crianças. 
• Solicite às crianças que tragam uma fruta para a 
sala de aula e organize, com elas, um lanche coletivo 
saudável.
• Aproveite o horário da merenda para ensinar o 
compor tamento adequado antes das refeições, du-
rante as refeições e após elas: lavar as mãos, antes 
do início; forrar a mesa; colocar e tirar o guardanapo; 
comer com a boca fechada; não derrubar no chão: 
migalhas, cascas de frutas, papéis de bala; limpar a 
boca com o guardanapo; escovar os den tes após as 
refeições.
• Converse, com as crianças, sobre seus gostos 
alimen tares. Procure trabalhar, a partir das respos-
tas, a neces sidade de se ter uma alimentação sau-
dável. É interes sante propor uma atividade na qual 
as próprias crianças façam uma salada que tenha 
vegetais folhosos ou uma salada de frutas. O impor-
tante é explorar a necessidade de as crianças come-
rem todos os tipos de alimento. Se possível, trabalhe 
também informações gerais sobre os nutrientes e 
os benefícios que alimentos, como frutas e verduras 
podem trazer ao nosso corpo.
• Comente, com as crianças, que não devemos comer 
do ces em excesso. Eles provocam as cáries, respon-
sáveis pelo desgaste dos dentes.
67
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Fundamentação
Atenção aos baixinhos
Avaliar crianças da Educação Infantil é uma das 
tarefas mais importantes e desafiadoras do trabalho 
docente, pois, como estão em fase de desenvolvimento, 
as dificuldades, os erros e os avanços não podem ser 
apontados de maneira superficial. Sem contar o inte-
resse dos pais, preocupados em acompanhar os filhos 
no início de sua vida escolar. E foi para melhor avaliar 
os pequenos que as escolas criaram os relatórios, que 
contam, em detalhes, como se deu o desenvolvimento 
e a aprendizagem do aluno durante determinado pe-
ríodo, que pode ser um bimestre ou semestre. Esses 
relatórios podem ser batizados com nomes diversos; 
análise descritivo, registro de desenvolvimento do aluno, 
entre outros, dependendo de onde ele é feito. A forma 
de observar os alunos e fazer os registros também pode 
variar. Mas a opinião dos educadores sobre os resultados 
desse tipo de avaliação parece ser unânime: é eficiente! 
“O relatório é uma boa forma de acompanhar o desen-
volvimento de cada aluno e os pais perceberem que a 
escola está atenta ao filho dele”, diz Cláudia Cafarella.
Para o sucesso do relatório 
• Importante! O relatório deve conter tanto as dificulda-
des dos alunos quanto seus avanços, além, claro, das 
intervenções do professor.
• Ao redigir o relatório, tenha o anterior em mãos para 
saber quais foram os avanços obtidos e as dificuldades 
que permaneceram.
• Antes de ser entregue aos pais, o relatório deve passar 
pela coordenação da escola, que fará sugestões.
• Permita que professores auxiliares e estagiários leiam 
o relatório, pois eles podem se lembrar de alguma 
informação importante que ficou de fora. 
• Anexe fotos em atividades realizadas na escola e/ou o 
portfólio do aluno, com suas produções artísticas.
• Cristina Colasanto destaca a importância de dar voz às 
crianças para que a avaliação não seja unilateral. “Alunos 
de 4 e 5 anos já conseguem avaliar as atividades e dizer 
do que mais gostaram, do que menos gostaram e o que 
mudariam”, diz a pedagoga.
• Junto com o relatório, envie uma ficha na qual os pais 
podem fazer comentários e enviá-los de volta para o 
professor.
Revista Guia prático para professores de Educação Infantil. São Paulo: Edições 
Oceano, n. 90.
Saiba avaliar seus alunos e produzir bons 
relatórios
Por Mariana de Viveiros
Observação e registro 
O sucesso de um relatório depende da observação 
e do registro feitos pelo professor diariamente em sala, 
no parque e em passeios. Mas não é fácil fazer anota-
ções a respeito de cada aluno, quando se tem uma sala 
com cerca de 20 crianças. Para isso, é preciso criar es-
tratégias, como dividir a turma em grupos de quatro ou 
cinco crianças e a cada dia fazer registros de um grupo. 
Ao final da semana, você terá anotações sobre todos. 
Porém, se uma criança que não está no grupo que você 
vai registrarnaquele dia fizer algo que mereça registro, 
não deixe de fazê-lo. Você deve estar atento e em cons-
tante contato com as crianças.
Linguagem 
O primeiro passo para a redação de um bom 
relatório é conhecer o interlocutor, no caso os pais. 
Não use termos pedagógicos que dificultem o enten-
dimento das informações.
• Seja claro e objetivo. O relatório não precisa ser longo, 
desde que contenha todas as informações relevantes 
para os pais.
• Escolha bem as palavras. Em vez de dizer que “João 
é egoísta”, diga “ainda não consegue compartilhar os 
brinquedos”. Troque a palavra dificuldade por “neces-
sita de auxílio para”, e em vez de “Fulano, sente-se de 
tal forma”, diga “Fulano se mostra de tal forma”.
• Não classifique e não rotule a criança.
• Evite ideias vagas. Por exemplo, em vez de dizer apenas 
“Maria é sociável”, descreva com detalhes “Maria é sociá-
vel porque no dia tal cedeu o seu balanço ao colega”.
• Tome cuidado com erros de português e utilize a 
nova ortografia.
68
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O que vamos estudar:
• Minha família
• Diferentes famílias
• O que aprendo com a minha família
• Páscoa
• Moradia 
• Os cômodos da casa
• Dia Nacional do Livro Infantil – 18 de abril
• Dia dos Povos Indígenas – 19 de abril
• Dia das Mães – 20 domingo de maio
• Festas Juninas – 13, 24 e 29 de junho 
69
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO01) 
Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e ma-
neiras de pensar e agir. 
(EI03ET06) 
Relatar fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento, a história dos seus familiares e da sua 
comunidade.
(EI03EO04) 
Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos. 
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Minha família I – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
II – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
III – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Identificar os membros da 
família.
• Compreender que cada família 
é diferente em sua composição 
e costumes.
• Identificar as características de 
famílias distintas.
• Compreender que a família é o 
primeiro grupo do qual fazemos 
parte.
• Observar imagens de pes-
soas da família e de objetos 
para o reconhecimento de si 
e de situações significativas.
• Desenhar a família e 
socializar a produção com a 
turma.
• Desenhar a própria família.
11ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
70
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Minha família – páginas 40 e 41
Orientação didática:
• Apresente, por meio de imagens, os vários tipos de 
família, os diferentes hábitos familiares, a etnia, a 
cultura, a história de vida, etc. Solicite às crianças que 
identifiquem os que mais se parecem com sua família 
e socializem a convivência familiar com os adultos, as 
crianças e os idosos que fazem parte da família, por 
meio de perguntas dirigidas.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Minha família – página 42 
Orientação didática:
• Peça às crianças que completem imagens de mem-
bros da família, identificando-os pelas características 
pessoais. Depois, diga-lhes que desenhem uma pessoa 
importante da sua família.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
71
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40
41
BNCC
(EI03EO01) 
Demonstrar empatia 
pelos outros, percebendo 
que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, 
necessidades e maneiras 
de pensar e agir. 
(EI03ET06) 
Relatar fatos importantes 
sobre seu nascimento 
e desenvolvimento, a 
história dos seus familia-
res e da sua comunidade.
BNCC
(EI03EO01) 
Demonstrar empatia 
pelos outros, percebendo 
que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, 
necessidades e maneiras 
de pensar e agir. 
(EI03ET06) 
Relatar fatos importantes 
sobre seu nascimento 
e desenvolvimento, a 
história dos seus familia-
res e da sua comunidade.
72
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42
Minha família
• Proponha aos alunos uma dramatização das relações 
familiares: “Vamos brincar de família?”; “Quem quer ser 
a mãe?”; “E o pai?”; “E o irmão?”.
• Valorize as relações afetivas entre as crianças e seus 
familiares e trabalhe a identidade infantil a partir da 
montagem de um painel com fotos.
• Em uma roda de conversa, fale sobre a importância da 
família, que pode ser numerosa ou pequena, e permi-
ta que as crianças levem para o espaço de diálogo os 
conhecimentos adquiridos e suas histórias. Em segui-
Orientações didáticas
BNCC
(EI03EO04) 
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos. 
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
da, disponibilize lápis de cor e canetinhas coloridas e 
solicite aos alunos que desenhem suas famílias em uma 
folha de papel sulfite. Oriente-os, também, a identifica-
rem as produções com seus nomes.
• Reúna-se com as crianças, em círculo, e juntas dis-
cutam as características de cada família. Peça a cada 
criança que conte casos engraçados que aconteceram 
com elas e a família, etc. Depois, faça um mural e peça 
às crianças que procurem, em revistas, imagens de 
famílias para colar no mural.
73
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• Peça às crianças que perguntem aos pais de onde eles 
e os avós vieram e qual a nacionalidade dos antepas-
sados. Proponha uma conversa, no dia seguinte, sobre 
o assunto, com cada um contando como são seus pais 
e avós. Caso as crianças não conheçam algum de seus 
familiares, não há problema, elas devem falar sobre 
aqueles com quem têm contato.
• Confeccione corações e peça às crianças que dese-
nhem, em cada um deles, os membros da família delas.
Desenhe uma árvore e peça às crianças que a pintem 
com tinta guache, giz de cera ou cola colorida. Peça 
às crianças que colem os corações na árvore. Escreva, 
atrás da folha, o título da unidade de estudo para que 
os familiares possam acompanhar.
• Converse, com os alunos, a respeito da família: as 
pessoas que a compõem, seus nomes, o que fazem, do 
que gostam, etc.
• Compare as famílias, abrindo espaço para que as 
crianças percebam as semelhanças e as diferenças 
entre cada família e seu modo de viver.
• Converse a respeito dos papéis que cada membro da 
família desempenha (por exemplo: o que fazem os adul-
tos? O que os filhos fazem?).
• Faça um mapa com imagens dos lugares onde os alu-
nos gostam de passear com os pais ou responsáveis.
• Explique aos alunos que nossos pais são as pessoas 
que mais nos amam e por eles devemos ter muito cari-
nho, respeito e amor.
• Converse com as crianças sobre as expectativas que 
elas demonstram em relação ao nascimento de um 
irmão. Proponha questões, como “Quem vai ganhar um 
novo irmãozinho?”, “Quem tem um nenezinho em casa?”, 
“O que o nenezinho costuma fazer?”, “Se você tivesse um 
irmãozinho, como gostaria de que ele se chamasse?”. 
• Mande bilhete aos pais solicitando que remetam um 
envelope com fotos recentes das pessoas da família, 
contendo o nome de cada uma. Misture as fotos de duas 
ou três famílias e peça a dois alunos que mostrem quais 
são as pessoas de sua família, e digam o nome de cada 
uma delas. À medida que as crianças vão adquirindofacilidade na identificação das fotos, misture as fotos da 
família dos demais alunos para cada criança identificar 
e nomear seus familiares. 
• Estimule as crianças a desenhar a própria família. Em 
seguida, permita que elas apresentem o desenho que 
fizeram, nomeando os membros da família que nele 
aparecem.
• Confeccione, junto com os alunos, fantoches de palito 
de picolé que representem os membros da família. Utili-
ze lã, papel colorido, tecido e palito. Monte as silhuetas 
e depois cole nos palitos.
M
on
ke
y 
Bu
si
ne
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Fundamentação
O direito de aprender a ensinar 
É indispensável que os professores tenham asse-
gurado seu direito de aprender a ensinar seus alunos. 
Cabe às instituições formadoras a responsabilidade de 
preparar todo professor que alfabetiza crianças, jovens 
e adultos para: 
• encarar os alunos como pessoas que preci-
sam ter sucesso em sua aprendizagem, para 
se desenvolverem pessoalmente e terem uma 
imagem positiva de si mesmos.
• observar o desempenho dos alunos e inter-
vir durante as atividades. 
• planejar atividades de alfabetização desafia-
doras, considerando o nível de conhecimento 
real e a maturidade dos alunos. 
• formar agrupamentos produtivos de alunos, 
considerando seus conhecimentos e suas 
características pessoais. 
• desenvolver um trabalho de alfabetização 
adequado às necessidades de aprendizagem 
dos alunos, acreditando que todos têm capa-
cidade de aprender. 
• reconhecer-se como modelo de referência 
para os alunos; como leitor, como usuá-
rio da escrita e como parceiro durante as 
atividades. 
• utilizar o conhecimento disponível sobre os 
processos de aprendizagem dos quais de-
pendem as alfabetizações, para planejar as 
atividades de leitura e escrita. 
O desenvolvimento dessas competências profissio-
nais é condição para que os professores alfabetizadores 
ensinem seus alunos a aprenderem a ler e a escrever. 
Não é possível ensinar a todos quando só se sabe 
ensinar àqueles que iriam aprender de qualquer forma, 
por viverem em um contexto que provê condições e 
favorece suas aprendizagens. É necessário propiciar ao 
professor dos anos iniciais do Ensino Fundamental, seja 
na Educação Infantil ou na Educação de Jovens e Adul-
tos, um acesso qualificado a conhecimentos em alfabe-
tização capazes de subsidiá-lo em seu trabalho, valo-
rização profissional e social. Hoje o que mais se espera 
de um professor alfabetizador é que ele se envolva e 
assuma o compromisso com a formação inicial do aluno 
como leitor e produtor de textos, como cidadão crítico, 
sob o ponto de vista do relacionamento com o outro, 
com o conhecimento e com a natureza. 
ROSA, Adriana (coord.) . Curitiba: Juruá, 2011.
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO03)
Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação.
(EI03EO01)
Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e ma-
neiras de pensar e agir.
(EI03EO05)
Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e 
adultos) com os quais convive.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Diferentes famílias I – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
• Compreender as diversas cons-
tituições de núcleos familiares.
• Estabelecer as pessoas que 
fazem parte da família.
• Identificar as diferentes res-
ponsabilidades das pessoas da 
família.
• Realizar uma pesquisa com 
imagens de diversas famílias 
para montar um mural.
• Pesquisar imagens dos 
diversos tipos de família 
existentes em nosso meio.
• Escrever o nome de pes-
soas importantes que inte-
gram a família.
12ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
76
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Diferentes famílias – página 43
Orientação didática:
• Peça aos alunos que observem, com a ajuda de um 
adulto, em suas casas ou na casa de algum parente, o 
papel exercido por cada membro que constitui a família. 
Faça perguntas às crianças. Exemplos: “Qual o papel da 
mamãe em sua casa?”; “Qual o papel do titio na casa 
dele?”; “A vovó mora sozinha ou com alguém?”; “E qual 
o seu papel em casa?”.
Reservado para atividades de Linguagem e
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Diferentes famílias – página 44
Orientação didática:
• Faça as mesmas perguntas para os avós ou parentes 
que moram em outros locais, para que as crianças per-
cebam que as pessoas têm interesses e gostos diferen-
tes entre si. 
• Compare as pesquisas, abrindo espaço para que as 
crianças percebam as semelhanças e as diferenças 
entre cada família e seu modo de viver.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
77
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43
44
BNCC
(EI03EO01)
Demonstrar empatia 
pelos outros, percebendo 
que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, 
necessidades e maneiras 
de pensar e agir. 
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
BNCC
(EI03EO05)
Demonstrar valorização 
das características de 
seu corpo e respeitar as 
características dos ou-
tros (crianças e adultos) 
com os quais convive.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de 
vida.
78
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Orientações didáticas 
Diferentes famílias
• Explique para as crianças as diversas formas de cons-
tituição de família que hoje são aceitas, inclusive, pelo 
poder judiciário, como casais separados com guarda 
compartilhada, pais adotivos com a guarda das crianças 
no lugar da mãe biológica, bebês de proveta, etc.
• Peça a todos os alunos que desenhem, em uma folha 
suas famílias. Cada um vai fazê-la da forma que é e, 
com certeza, aparecerão algumas diferentes das outras. 
E, nesse momento, você precisa levar, de forma natural, 
essa diversidade. Depois, faça alguns questionamentos 
para cada uma das crianças: Você é feliz com a sua 
família? Você recebe carinho e amor? Sua família ajuda 
com os deveres e tarefas da escola? 
Revista Guia prático para professores de Educação Infantil. São Paulo: Escala, 
ano 10, ed. 135, out. 2014. 
• Ressalte o papel dos pais para com os filhos, o amor 
e os cuidados que lhes dispensam, dando assistência, 
comprando os alimentos, roupas, calçados, material 
escolar, brinquedos. Fale do amor, do respeito e da obe-
diência que os filhos devem ter para com seus pais. 
• Pesquise, junto com os alunos, pessoas de famílias 
dife rentes, pode ser em relação às idades e aos locais, 
por exemplo. Em seguida, cole essas imagens em um 
cartaz e exponha-o na sala de aula. 
• Trabalhe com as crianças a música Nossa família, do 
Mundo Bita. Depois, converse com elas sobre a música e 
pergunte o que acharam.
Esta é minha família, 
que guardo no coração.
Agradeço a Deus todos 
os dias por este presentão!
• Sugira que recitem alguma quadrinha, como:
Beaunitta Van Wyk/peopleimages.com / stock.adobe.com Alessandro Biascioli / stock.adobe.com
MIA Studio / stock.adobe.com Vergani Fotografia / stock.adobe.com
• Procure trabalhar, com as crianças, outras formas de 
se constituir família, como adoção e mães sociais, por 
exemplo. Reúna os pequenos em uma roda e converse 
com eles sobre esse tema.
Nossa família 
Na minha família, 
todo domingotem feijoada, 
também tem violão. 
E a gente canta sempre a mesma canção. 
Seja do jeito que for, 
com quanta gente tiver. 
Família é amor. 
É pro que der e vier. 
[...]
Publicado pelo canal Mundo Bita. Mundo Bita – Nossa Família. 
YouTube, 7 dez. 2018. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=s48phnrkZ5w. Acesso em: 2 nov. 2022.
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI02EO03)
Compartilhar os objetos e os espaços com crianças da mesma faixa etária e adultos. 
(EI03EO02)
Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações.
(EI03ET06)
Relatar fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento, a história dos seus familiares e da sua 
comunidade.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• O que aprendo com 
a minha família
I – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – O EU, O OUTRO 
E NÓS
• Conhecer os diferentes hábitos 
familiares e sua história de vida.
• Identificar as atividades cole-
tivas e individuais realizadas no 
âmbito familiar.
• Valorizar as diferentes es-
truturas familiares existentes 
atualmente.
• Respeitar os membros da famí-
lia e do núcleo familiar.
• Desenhar e pintar as pes-
soas que constituem o 
núcleo familiar.
• Listar os hábitos e cos-
tumes que adquirimos na 
convivência familiar e os 
aspectos físicos que herda-
mos dos nossos pais.
• Fazer desenhos represen-
tando as atividades que 
costuma realizar no ambien-
te familiar.
13ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: O que aprendo com a minha famí-
lia – páginas 45 e 46
Orientação didática:
• Elabore questões orais para que os educandos respon-
dam como são realizadas as atividades coletivas e indi-
viduais no âmbito familiar. Deixe que expressem de que 
forma ajudam em casa.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: O que aprendo com a minha 
família – página 47
Orientação didática:
• Estabeleça regras de convivência na sala, parecidas 
com o ambiente familiar. Por exemplo: não deixar mate-
rial escolar fora do lugar, lápis no chão, brinquedos, etc., 
e peça ajuda de todos para deixar o ambiente arrumado 
e organizado.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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45
46
BNCC
(EI03EO03)
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
(EI03EO02) 
Agir de maneira indepen-
dente, com confiança 
em suas capacidades, 
reconhecendo suas con-
quistas e limitações.
BNCC
(EI03EO03)
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
(EI03ET06)
Relatar fatos importantes 
sobre seu nascimento 
e desenvolvimento, a 
história dos seus familia-
res e da sua comunidade.
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47
Bingo da família
O que aprendo com a minha família
Orientações didáticas
BNCC
(EI03EO03)
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação. 
(EI03EO02)
Agir de maneira indepen-
dente, com confiança 
em suas capacidades, 
reconhecendo suas con-
quistas e limitações.
Materiais:
• Cartões com as fotos de pessoas que formam a 
família.
• Marcadores (tampinhas).
• Sacolinha ou caixa.
Como jogar:
• Prepare uma cartela para cada aluno com seis quadri-
nhos, em papel resistente.
• Cole uma pessoa da família em cada espaço, variando 
os personagens das cartelas das crianças. Deixe que cada 
participante observe a cartela dele antes de iniciar o jogo.
• Cada criança deve ter, ao seu lado, seis marcadores.
• Retire, de uma caixa ou sacola, os cartões com os per-
sonagens, mostre-os às crianças um a um e diga quem 
são: papai – vovó – mamãe – bebê – filho – filha – vovô 
– tio – tia – primo – prima.
• Se a criança tiver a figura, deve marcá-la com a tampi-
nha. Caso contrário, espera o próximo cartão.
• Vence a criança que completar a cartela primeiro.
BATITUCI, Graça et al. Pinguinho de gente. Belo Horizonte: Fapi. (Coleção 
Pinguinho de gente, vol. 2). 
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• Trabalhe, com as crianças, a música Campanha da 
Limpeza. Deixe que elas falem qual a parte da música 
que acharam mais interessante e peça que circulem, na 
música, o que fazem para ajudar em casa.
• Converse, com os alunos, sobre as necessidades bá-
sicas de uma família. Faça perguntas e peça opiniões. 
Deixe as crianças citarem o que acham importante, 
sintetize a conversa explicando estes assuntos:
Campanha da Limpeza
Melodia: Ciranda, cirandinha
A campanha da limpeza
vai agora começar,
vamos ver qual de vocês
vai melhor colaborar.
Não jogue papéis no pátio
ou cascas pelo chão,
tome banho, escove os dentes,
corte as unhas, lave as mãos.
Ajude a mamãezinha
quando a casa for limpar,
espane os móveis,
varra o chão,
deixe a louça brilhar.
A servente é nossa amiga
vamos, pois, colaborar.
Use sempre a lixeira
para sujeira evitar.
Colaborando com a campanha
além de tudo enfeitar,
protegemos a saúde
e alegria de nosso lar.
a. Alimentação: deve ser saudável e suficiente;
b. Vestuário: deve ser adequado às diferentes épocas 
do ano;
c. Habitação: deve ser adequada ao número de pessoas 
da família;
d. Meios de transporte: devem ser acessíveis para 
deslocamento ao trabalho, escola, lazer;
e. Meios de comunicação: devem facilitar as informa-
ções e a troca de ideias;
f. Recreação: as pessoas precisam do lazer e do 
descanso;
g. Religião: as pessoas têm o direito de seguir ou não 
uma religião;
h. Trabalho: todos têm direito e devem trabalhar, rece-
bendo remuneração justa que satisfaça às necessidades 
básicas de vida.
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• Sugira à turma brincadeiras que simulam atividades 
rotineiras de uma casa, como varrer, arrumar, cozi-
nhar, lavar a louça, entre outras. Providencie os objetos 
necessários para realizar cada atividade. Esses objetos 
podem ser de brinquedo. Para que todas as crian-
ças participem, faça um rodízio das funções a serem 
desempenhadas.
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Fundamentação
Hábitos a educar em relação à 
comunicação e à convivência
Hábitos a iniciar e consolidar 
entre 0 e 3 anos: 
a. Fortalecer a autonomia da criança. 
b. Favorecer as relações interpessoais. 
c. Experimentar as primeiras relações grupais. 
Os hábitos citados nos dois itens iniciam-se durante os 
seis primeiros anos e devem começar a consolidar-se 
nesse período. É muito difícil estabelecer divisões de 
idade. Por isso mesmo, o educador deverá decidir quan-
do e como terá de realizar uma ou outra tarefa. 
Entretanto, mesmo com o risco de cometer alguns erros, 
vamos tentar uma divisão simples. 
a. Em relação à própria autonomia, a criança deve 
aprender a:
b. Para favorecer as relações interpessoais, a criança 
deve aprender:
c. Para favorecer as experiências grupais, as crianças 
devem aprender a: 
ARRIBAS, Teresa Lleixà. Educação Infantil: desenvolvimento, currículo e 
organização escolar. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 
• Fazer pequenas coisas sozinha: pegar os brin-
quedos, mover os membros do corpo, ser ouvida e 
ouvir, pegar a chupeta ou a mamadeira.
• A responder e a chamar o nome de outras crianças 
e adultos. 
• Utilizar as coisas de que necessita: babador, pente, 
etc. 
• Colocar as coisasem seus lugares. 
• Limpar-se, lavar-se, tirar e pôr algumas roupas, 
com ajuda ou sozinha. 
• Colaborar: tirar e pôr a mesa, trazer e levar 
objetos.
• Utilizar pequenas habilidades; engatinhar, sus-
tentar-se sentada, de costas, rodar, começar a 
andar, manter-se em equilíbrio, saltar com um pé, 
arrastar-se, rasgar, quebrar com os dedos, espal-
mar, assobiar. 
• Quais os gostos das outras crianças do grupo. 
• A brincar com outras crianças. 
• A respeitar a brincadeira dos outros. 
• A respeitar as normas da brincadeira, da escola. 
• A ajudar outras crianças. 
• A colaborar com os adultos em tarefas simples: 
recolher os materiais e brinquedos, a mesa, limpar. 
• A procurar, com outras crianças, soluções para os 
conflitos.
• Fazer algo juntas: dançar, fazer teatro, montar 
murais, fazer colagens, etc. 
• Ouvir e reproduzir juntas um conto, uma história, 
uma poesia. 
• Cantar juntas. 
• Fazer festas juntas. 
• Receber visitas. 
• Dizer palavras, acompanhar um ritmo, fazer os 
objetos soarem. 
• Dominar determinados instrumentos: colher, 
copos, pratos. 
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03TS01)
Utilizar sons produzidos por materiais, objetos e instrumentos musicais durante brincadeiras de faz de conta, 
encenações, criações musicais, festas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Páscoa I – TRAÇOS, SONS, 
CORES E FORMAS
• Reconhecer a importância da 
Páscoa para os cristãos.
• Identificar os símbolos pascais.
• Valorizar o conteúdo estudado.
• Pintar os símbolos da 
Páscoa.
• Desenhar e nomear os 
símbolos pascais.
• Promover um momento 
celebrativo para comemorar 
a Páscoa.
14ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
86
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Páscoa – página 48
Orientação didática:
• Explore muitas cantigas populares sobre a Páscoa, pois a 
cantiga desenvolve a criatividade, a linguagem oral, educa 
a voz e sensibiliza. Cantando, as crianças expressam gran-
des valores esquecidos e que precisam ser resgatados.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Páscoa 
Orientação didática:
• Comente, com seus alunos, que a gravidez da mamãe-
-coelha dura cerca de 30 dias e podem nascer de 3 a 
12 filhotinhos, que são amamentados por ela até que 
possam comer ração. O coelho é um animal de grande 
fertilidade. Como a Páscoa marca a ressurreição de 
Cristo, ou seja, uma vida nova, o animalzinho é, geral-
mente, o representante da data. Crie um painel com 
filhotes de coelho. 
Projetos Escolares Educação Infantil. Ano 4, n. 47.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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48
Coelhinho da Páscoa mandou…
Páscoa
Orientações didáticas
BNCC
(EI03TS01) 
Utilizar sons produzidos 
por materiais, objetos e 
instrumentos musicais 
durante brincadeiras de 
faz de conta, encena-
ções, criações musicais, 
festas.
• Espalhe os alunos por um ambiente amplo, depois dê 
um comando de voz e as crianças devem executar o 
movimento indicado por você. • Reúna as crianças em roda e conte a história da Pás-
coa, ressaltando o sentido e a origem da data. Apre-
sente a figura do coelho e como ele é compreendido 
na sociedade. Para fazer a turminha entrar no clima, 
selecione músicas que falem do coelhinho e as colo-
que para que todos possam ouvi-las e acompanhar 
as canções, fazendo gestos e movimentos conforme 
solicitados na letra.
Revista Projetos Escolares Educação Infantil. São Paulo: On Line, ano 4, n. 47.
Após o comando, as crianças devem girar. Alterne com 
orientações para pular, deitar, sentar, caminhar, andar 
de costas, imitar um gatinho, andar como um cachor-
rinho, cantar uma música, entre muitas outras ações. 
O que determina o fim da brincadeira é o cansaço das 
crianças.
O coelhinho da Páscoa mandou: dá uma giradinha!
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Para a semana da Páscoa
Movimento Artes visuais
• Brincadeira “Coelhinho, sai da toca”: divida as 
crianças em grupos de três e forme um grande círculo. 
Em cada grupo de três, dois ficam um de frente para o 
outro, dão as mãos e erguem os braços. O terceiro fica 
no meio, embaixo dos braços unidos dos amigos, fazen-
do o papel de um coelho dentro da toca. No centro do 
círculo, ficará uma única criança, que será um coelho 
sozinho. Uma criança ou até o professor do grupo grita: 
“Coelhinho, sai da toca!”. Nessa hora, todos os coelhi-
nhos saem de suas tocas e aquele que estava no círculo, 
também. E todos procuram uma nova toca. Quem ficar 
sem toca vai para o centro e a brincadeira continua.
• Brincadeira “Corrida de coelhos”: divida as crian-
ças em duas ou mais equipes. Marque a linha de saída/
chegada. As equipes deverão permanecer em filas atrás 
da linha. Ao sinal, a primeira criança de cada equipe 
deverá sair saltando como um coelhinho até um cone, 
contornando-o e retornando até a linha, onde a próxima 
criança iniciará a corrida. Esse processo ocorrerá até 
a última criança fazer esse trajeto saltando. Vence a 
equipe que terminar primeiro.
• Confeccione uma máscara de coelho e brinque imi-
tando os movimentos desse animal. Cante a música De 
olhos vermelhos... fazendo uma coreografia dela.
Linguagem que permite a expressão e comunicação por 
meio do trabalho com cores e formas na pintura, no dese-
nho, na escultura, etc. Tendo como tema a Páscoa, pode-se:
De olhos vermelhos
De olhos vermelhos / De pelo branquinho / 
Orelhas bem grandes / Eu sou o coelhinho / Sou 
muito assustado / Porém sou guloso / Por uma 
cenoura / Eu fico manhoso.
Eu pulo pra frente / Eu pulo pra trás / Dou mil 
cambalhotas / Sou forte demais / Comi uma 
cenoura / Com casca e tudo / Tão grande ela era / 
Fiquei barrigudo.
Música
• Importante linguagem que permite expressar e comuni-
car sensações, sentimentos e pensamentos. Nesta data co-
memorativa, podemos cantar com as crianças as diversas 
cantigas com este tema: “Coelhinho da Páscoa, que trazes 
para mim”, “De olhos vermelhos, de pelo branquinho”.
Fazer a leitura do livro O coelhinho que não era da 
Páscoa, de Ruth Rocha; faça a leitura das ima-
gens: como eram os coelhinhos, as cores das suas 
roupas. Propor às crianças um desenho da história 
e preparar uma receita de doce de chocolate, que 
pode ser enrolado no formato de um ovinho de 
Páscoa. Confeccionar chapéus de cozinheiros com 
dobradura de papel para as crianças brincarem de 
“faz de conta”, imitando um chefe de cozinha.
Reutilizar rolinhos de papel higiênico e montar 
um coelhinho. 
Fazer dedoche de coelho para as crianças brincarem.
Confeccionar um cartão da Páscoa para presen-
tear outro colega da classe ou alguém da família. 
Trabalhar as cores primárias por meio da cantiga 
“Coelhinho da Páscoa, que trazes para mim, um 
ovo, dois ovos, três ovos assim... azul amarelo, 
vermelho também”. 
Modelar um coelho em massinha ou argila.
Passar tinta na mão ou corte papel com o contor-
no da mão. Fazer o rostinho do coelho e colar um 
palito de sorvete, que será apoio para a criança 
segurar.
Fazer coelhinhos com embalagem de ovo. Basta 
cortar “os copinhos” nos quais os ovos são colo-
cados. Colar, com fita adesiva, uma parte sobre 
a outra. Com papel colorido, fazer as orelhas, os 
dentes do coelho e suas patinhas.
Coleção Educação Infantil. São Paulo: Minuano Cultural, ano VI, n. 46.
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTOBNCC
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
(EI03ET01) 
Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Moradia I – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
III - CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS.
• Identificar as características 
de uma moradia e cuidar dos 
objetos presentes no lar.
• Reconhecer e valorizar a exis-
tência de diferentes tipos de 
moradia.
• Compreender a relação que 
cada pessoa tem com sua 
moradia.
• Registrar, por meio de de-
senhos, a própria moradia.
• Observar fotografias de ti-
pos de moradia e identificar 
aquela que se parece com a 
própria moradia.
• Identificar e pintar as mora-
dias correspondentes.
15ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Moradia – página 49
Orientação didática:
• Procure explorar os diversos tipos de moradia, assim 
como os materiais utilizados nas construções. É necessário 
apresentar as diversas formas construtivas de moradia: 
alvenaria, palafita, palha, gelo, pau a pique, madeira, etc.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Moradia – página 50 
Orientação didática:
• Peça às crianças que descrevam como é a moradia de 
cada uma delas; elas perceberão que as moradias são 
bem diferentes entre si. Explore essa diversidade, que é 
fundamental.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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50
BNCC
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03ET01) 
Estabelecer relações 
de comparação entre 
objetos, observando suas 
propriedades.
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Orientações didáticas
• Monte um mural com os vários tipos de moradia 
existentes na sociedade. Explique para as crianças que 
existem diferenças sociais e dê alguns exemplos: casa, 
apartamento, oca, iglu, barraco, etc. 
• Cante, com as crianças, a música Era uma casa. 
Depois, peça que elas descrevam como é a moradia 
delas; as crianças perceberão que as moradias são 
bem diferentes entre si. Explore essa diversidade, que é 
fundamental.
Era uma casa
Era uma casa muito engraçada 
Não tinha teto, não tinha nada. 
 
Ninguém podia entrar nela não, 
Porque na casa não tinha chão. 
 
Ninguém podia dormir na rede, 
Porque na casa não tinha parede.
Ninguém podia fazer pipi, 
Porque penico não tinha ali. 
 
Mas era feita com muito esmero, 
Na Rua dos Bobos número zero.
Vinicius de Moraes / Sérgio Endrigo / Sergio Bardotti
• Converse sobre casas e animais. Proponha questões: 
“Como são as casas do cachorro, do papagaio, da for-
miga, do tatu e do coelho?”, etc.
• Construa diferentes tipos de moradia, usando massa de 
modelar de argila.
• Faça passeios virtuais com as crianças; um dia por um 
quarto; outro por um terraço; outro por uma rua ou um 
jardim e vá, com ternura e paciência, descrevendo a 
propriedade de todos os objetos mostrados, destacando 
os que possuem características iguais e os que apre-
sentam características opostas. Assim, mostre que “a 
colher cai e faz barulho”, também “a faca faz barulho 
ao cair”, mas um “guardanapo cai e não faz barulho”. 
Ensine-as a fazer experiências, explicando sempre as 
coisas de seu mundo e como elas se diferem.
ANTUNES, Celso. Guia para estimulação do cérebro infantil: do nascimento aos 
3 anos. Petrópolis: Vozes, 2009. Texto adaptado para fins didáticos.
• Conte a história de Os Três Porquinhos para que as 
crianças identifiquem os tipos de material utilizados 
pelos personagens da história.
• Confeccione, com os alunos, casas com palitos de 
picolé colados em papel A3. 
• As crianças devem saber, desde cedo, que é importan-
te organizar e manter a casa limpa. Leve alguns itens 
de limpeza, como vassoura, rodo, flanelas, esponjas e 
panos, e pergunte aos alunos para que serve cada um 
dos materiais. Questione se eles mantêm suas coisas 
organizadas. Peça-lhes que ilustrem uma tarefa que 
pode ajudar a manter a casa em ordem e discutam 
sobre suas ideias.
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Moradia
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO02)
Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações.
(EI03EO03)
Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação.
(EI03ET01)
Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Os cômodos da casa I – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
• Identificar os cômodos da casa.
• Compreender a função dos 
diferentes cômodos da casa.
• Preservar o meio em que se 
vive, cuidando, da melhor forma, 
dos objetos que constituem o 
local.
• Relacionar os objetos aos 
cômodos existentes em uma 
casa.
• Pesquisar e colar objetos 
em determinados cômodos 
de uma moradia.
• Desenhar diferentes cômo-
dos da casa.
16ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Os cômodos da casa – página 51
Orientação didática:
• Trabalhe, com as crianças, a representação espacial sob 
diferentes ângulos: de cima (por meio de plantas bai-
xas), de frente (corte frontal), de lado (corte lateral), etc. 
Mostre-lhes imagens de uma casa em diversos ângulos e 
solicite-lhes que identifiquem que ambiente está repre-
sentado. Nessa atividade, você poderá desenhar o ambien-
te de acordo com uma situação real e pedir às crianças 
que indiquem o ponto de vista.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Os cômodos da casa – página 
52
Orientação didática:
• Desenhe, no quadro ou no chão da sala de aula, a 
fachada de uma casa. Começando pela porta de en-
trada, os alunos deverão simular atitudes como tocar a 
campainha ou bater palmas, conversar com o dono da 
casa, conhecer as dependências, sentar-se no sofá, ir ao 
banheiro, à cozinha, ao quintal. Você deverá orientar a 
sequência a ser seguida pelos alunos.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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BNCC
(EI03EO03)
Ampliar as relações 
interpessoais, desen-
volvendo atitudes de 
participação e
cooperação.
(EI03ET01) 
Estabelecer relações 
de comparação entre 
objetos, observando suas 
propriedades.
BNCC
(EI03EO02)
Agir de maneira indepen-
dente, com confiança 
em suas capacidades, 
reconhecendo suas con-
quistas e limitações.
(EI03ET01) 
Estabelecer relações 
de comparação entre 
objetos, observando suas 
propriedades.
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Orientações didáticas
• Recorte, dos classificados de jornais, as plantas baixas 
de diversos imóveis, e apresente-as aos alunos, pois 
aprender a linguagem cartográfica é fundamental para 
compreender as diferenças entre as construções antigas 
e as mais recentes. 
Reproduzindo as partes da casa na escola
A cozinha
Proponha que os alunos tragam para a classe todos os 
brinquedos ligados a essa parte da casa. Monte uma 
cozinha dentro da sala de aula. Traga vários objetos 
para caracterizá-la. 
Pergunte às crianças o que há na cozinha da casa delas. 
Confeccione um avental de cozinheiro para que as 
crianças possam fazer uma atividade de culinária. 
Mostre alguns eletrodomésticos, explique para que ser-
vem e como funcionam. Alerte sobre o perigo de cada 
um e deixe claro que apenas os adultos podem mexer 
neles. Fale sobre a higiene na cozinha e explique por 
que devemos mantê-la limpa. 
Sugira que eles ajudem a mamãe em alguma atividade 
na cozinha. 
Avise a cada mãe a respeito. 
Guia prático para professores de Educação Infantil. Ano 2, n. 21, 2004. 
• Observe diversos cômodos de uma casa e, junto às 
crianças, identifique os cuidados que devemos ter em 
cada um dos cômodos estudados, por exemplo: no ba-
nheiro, ter cuidado para não escorregar ou virar no vaso 
sanitário; na cozinha, ter cuidado para não se queimar 
no fogão, etc. 
• Proponha aos alunos que escolham um cômodo de 
suas casas e pesquisem, em revistas, objetos que podem 
ser encontrados no cômodo escolhido, por exemplo: a 
cama no quarto, a geladeira na cozinha, etc. 
• Proponha às crianças um jogo de perguntas sobre os 
objetos que encontramos em cada cômodo da casa. Por 
exemplo: “Que objeto encontramos na cozinha que usa-
mos para fazer suco ou vitamina? ”, “Que objeto encon-
tramos na sala que serve para se sentar?”, “O objeto que 
usamos para nos ensaboar fica em que local da casa?“, 
“O objeto que utilizamos para varrer é guardado em que 
local da casa?”.
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Os cômodos da casa
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Fundamentação
Características evolutivas
O desenvolvimento socioemocional da criança na 
etapa do Jardim de Infância se caracteriza por um 
processo que vai desde o egocentrismo até a socializa-
ção, mediante a qual aprende normas, valores e com-
portamentos aceitos pela sociedade. Desta maneira, vai 
adquirindo maior conhecimento de si mesmo e de sua 
relação com outras pessoas, tanto pares como adultos.
Nesta etapa, é comum que as crianças cumpram as 
normas de maneira egocêntrica ou individualista, seja 
para evitar uma sanção como para obter um prêmio. Na 
primeira infância, a criança inicia seu processo de so-
cialização reconhecendo a presença do outro, pelo que 
é importante, a partir desse nível, garantir a compreen-
são de normas e suas consequências desde o ponto de 
vista social. Segundo Piaget, a construção do processo 
da moral nas crianças atravessa duas etapas: argumen-
tação heterônima e argumentação autônoma. Na idade 
compreendida entre os três e cinco anos, a criança 
encontra-se no caminho em direção a uma autonomia 
que alcançará quase a puberdade, e que irá construindo 
a partir da internalização e a compreensão de valores 
de convivência. Durante esse período, começa a con-
fiar em outras pessoas alheias a seu núcleo familiar, a 
manifestar preferências e negação tanto em jogos como 
com seus pares. A perspectiva do “outro” conduz a ami-
zades com as que pode compartilhar jogos, emoções, 
cumplicidades.
À medida que interage com os demais, seu entorno 
se amplia e se interessa pelo que o rodeia utilizando 
todos os sentidos para dar explicação ao mundo. Em 
sua necessidade de comunicação, por volta dos três 
anos, expressa-se com palavras e frases curtas emi-
tindo mensagens compreensíveis. Também possui a 
capacidade de entender e produzir um número inde-
finido de frases apoiada no uso de um léxico simples. 
Progressivamente, irá ampliando seu vocabulário até 
expressar-se com frases e orações complexas, comu-
nicando com eficácia seus sentimentos, frustrações, 
desejos... Sob a influência dos meios de comunicação 
maciça é comum escutar as crianças utilizando os mais 
variados modismos linguísticos ao falar. Utiliza a lingua-
gem para comunicar-se com outras pessoas, expressar 
ideias, participar de conversas e na resolução de con-
flitos e problemas. Ao mesmo tempo em que realiza 
processos em sua capacidade linguística, vai também 
progredindo em seu conhecimento sobre a linguagem 
escrita. Paulatinamente irá descobrindo a importância 
da escrita como forma de comunicação reconhecendo 
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que, como a linguagem oral, transmite uma mensagem 
(traz significado). No desenvolvimento da língua escrita, 
realiza processos desde a confusão inicial das letras e 
outros símbolos gráficos (não há discriminação entre 
escrever e desenhar) até descobrir a relação entre os 
aspectos sonoros da fala e a palavra escrita começando 
a experimentar a escrita de letras, palavras e orações. 
Como costumam ser muito curiosas e observam os 
acontecimentos ao seu redor, formulam perguntas, 
predizem, antecipam, experimentam diversas soluções, 
recolhem informações e lhes dão sentido. Com relação 
ao seu desenvolvimento físico, domina cada vez mais 
seu corpo e o movimento explorando o espaço total 
ou parcial e tudo o que oferece, fazendo uso das mais 
sofisticadas habilidades e destrezas. À medida que as 
crianças aprendem o que podem fazer com seus corpos, 
adquirem maior confiança em si mesmas. Costumam 
ser desafiantes, curiosas, espertas e com certa incons-
ciência com relação ao perigo. 
Aprimoram progressivamente sua motricidade 
grossa conseguindo equilíbrio, estabilidade, manipula-
ção física e um correto controle motor. Paralelamente, 
vão adquirindo controle de sua motricidade fina usan-
do e coordenando os músculos de suas mãos e pulsos 
conseguindo cada vez maior precisão com ferramentas 
pequenas, como lápis ou tesoura.
O jogo simbólico predomina nesta etapa, quan-
do a criança reproduz esquemas de situações sociais 
adaptando-as a seus desejos e necessidades. Os símbo-
los adquirem significados dentro da própria atividade, 
assim um objeto (caixa) se transforma em um cami-
nhão. Este jogo de representação favorece as interações 
sociais e contribui na resolução de conflitos ao permitir 
Pensamento simbólico
Capacidade de criar e manipular uma ampla 
variedade de representações simbólicas. Utiliza 
um objeto para representar ou simbolizar algo.
Artificialismo
Todas as coisas são resultado do homem ou de 
um ser superior.
Irreversibilidade
Depender das percepções imediatas.
Intuitivo
Não faz uma análise lógica da situação.
expressá-los de maneira simbólica. O jogo com regras 
é simplesmente um jogo social, por meio do qual vai 
adquirindo paralelamente a socialização da criança e a 
superação do egocentrismo. No início do terceiro ano, 
as regras são aplicadas por imitação ao jogo adulto. À 
medida que pode situar-se no ponto de vista do outro, 
compreende e respeita regras básicas de jogo e inclusi-
ve participa em sua construção.
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Guia do Professor. Educação Infantil. Rio de Janeiro: Ediba, ano 12, n. 66. jan./fev.
O egocentrismo é o caráter dominante na primei-
ra infância, quando a criança não pode colocar-
-se no lugar do outro, tudo gira ao seu redor. 
Progressivamente irá se socializando e reconhe-
cendo a presença do outro.
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03ET01)
Estabelecer relaçõesde comparação entre objetos, observando suas propriedades.
(EI03EO03)
Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e
cooperação.
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Os cômodos da casa I – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
• Conhecer os objetos adequados
a cada cômodo da casa.
• Compreender que as
moradias são divididas por
cômodos.
• Conhecer a necessidade de
manter a casa arrumada.
• Estimular a percepção espacial.
• Observar um cômodo da
casa para desenhar a mobí-
lia correspondente.
• Confeccionar um mural
com planta baixa de cô-
modos encontrados em
jornais ou em materiais
pedagógicos.
• Relacionar os objetos aos
cômodos existentes em uma
casa.
• Desenhar sua casa, especi-
ficando cada cômodo.
17ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
100
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Os cômodos da casa – página 53
Orientação didática:
• Será que existem cômodos na casa dos animais? Explo-
re os tipos de casa dos animais, que também servem de
abrigo e proteção para eles, como a do joão-de-barro, das
abelhas, das formigas, do pica-pau, entre vários outros,
comparando com as diferentes necessidades de cada
espécie.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Os cômodos da casa – página 54
Orientação didática:
• Peça aos alunos que tragam um objeto de casa, como
uma colher, um cabide, uma almofada, uma escova de
dentes, etc. Discuta com eles a qual cômodo pertencem
aqueles objetos, para que servem, com que frequência
eles são usados na casa de cada um e se são utensílios
domésticos ou peças de decoração.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
101
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53
54
BNCC
(EI03EO03)
Ampliar as relações 
interpessoais, desen-
volvendo atitudes de 
participação e
cooperação.
(EI03ET01) 
Estabelecer relações 
de comparação entre 
objetos, observando suas 
propriedades.
BNCC
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
(EI03ET01) 
Estabelecer relações 
de comparação entre 
objetos, observando suas 
propriedades.
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Orientações didáticas
Os cômodos da casa
• Peça aos alunos que desenhem, em uma cartolina, o
contorno de uma casa, sem as janelas e portas, ape-
nas com o telhado e as paredes. Depois, peça-lhes que
recortem, de revistas, objetos que eles possuam em
casa, como eletrodomésticos, móveis, objetos ou peças
de decoração, louças, etc.
Em seguida, peça-lhes que colem os objetos dentro 
do contorno da casa, agrupando-os de acordo com os 
cômodos correspondentes. Os trabalhos podem ficar 
expostos em sala.
• Explore os tipos de residência, casa, prédio ou sobrado,
enriquecendo a pesquisa, mostrando que existem outros
tipos, como oca, iglu, casa de barro e palha, e ainda as
palafitas. Poderá propor que observem os diferentes ta-
manhos dessas residências, quantos cômodos possuem,
se têm quintal, varanda, sacada, etc.
• Explore, também, as relações sociais que acontecem
em cada cômodo, por exemplo, é, na cozinha ou na
sala, que comemos e, também, conversamos durante as 
refeições, assim como é, no quarto, (quando dividimos 
com um irmão ou outra pessoa da família) que conver-
samos e dormimos, etc.
• Monte uma maquete com bloquinhos e brinquedos
para representar os cômodos e os objetos da casa.
• Solicite às crianças que desenhem sua casa, alguns
cômodos e socializem o cômodo em que costumam
ficar mais tempo junto com sua família.
• Explore, com as crianças, os cuidados que devem ser
tomados nos diversos ambientes da casa para que não
ocorram acidentes. As crianças deverão identificar que
na cozinha das casas é onde acontecem muitos aciden-
tes. Elas deverão chegar a essa conclusão por meio da
exploração dos objetos e das funções de cada ambien te
da casa. Em seguida, disponibilize o vídeo Cuidado na
cozinha, disponível no YouTube*, para as crianças.
Cuidado na cozinha 
Atenção, muita atenção! 
A cozinha é lugar de gente grande. 
Lá não é lugar de brincar. É perigoso, 
você pode se machucar. 
Cuidado com o tal do fogão. É muito quente 
e você pode se queimar. 
Cuidado se tem faca na pia. Se ela rodopia, 
ela cai e pode te cortar. 
Atenção, muita atenção... 
[...]
*Publicado pelo Canal A Turma do Seu Lobato. 
A Turma do Seu Lobato - Cuidado na Cozinha.
YouTube, 22 fev. 2021. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=HHQB_ye7C4M. Acesso em: 
3 fev. 2023.
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO02)
Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida.
(EI03ET05)
Classificar objetos e figuras de acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Dia Nacional do 
Livro Infantil – 18 de 
abril
• Dia dos Povos Indí-
genas – 19 de abril
I – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
III – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Reconhecer o livro como instru-
mento de deleite.
• Identificar as características de 
diversos tipos de livro.
• Valorizar o livro, a leitura e a 
escuta dos textos de livros, como 
fonte de deleite.
• Compreender o Dia dos Povos 
Indígenas e sua importância para 
a nossa história.
• Reconhecer as características e 
os costumes da cultura indígena.
• Respeitar as comemorações do 
Dia dos Povos Indígenas.
• Manusear diferentes tipos 
de livro.
• Comparar diferentes tipos 
de livro: com texturas, sen-
soriais, táteis, etc.
• Desenhar e pintar figuras 
que representam alguns 
costumes indígenas. 
• Cantar músicas que retra-
tem a cultura indígena. 
18ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
104
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Grade semanal
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1o dia
Natureza e Sociedade: Dia Nacional do Livro Infantil – 18 
de abril – página 55
Orientação didática:
• Converse com as crianças sobre o Dia Nacional do Livro
Infantil – 18 de abril, aniversário de Monteiro Lobato.
• Explore vida e obra de Monteiro Lobato com imagens e
livros, como o Sítio do Picapau amarelo.
• Solicite às crianças que pintem dois personagens da obra
de Monteiro Lobato. Ex.: Emília e Visconde.
• Visite a biblioteca da escola, promovendo um momento
de contação de histórias.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Dia dos Povos Indígenas – 19 de 
abril – página 56
Orientação didática:
Descobrindo o universo indígena 
• Estimule a oralidade das crianças permitindo que rela-
tem suas observações sobre os indígenas. Em seguida,
promova uma pesquisa sobre os detalhes desses povos,
como o tipo de moradia, os alimentos típicos, o local
onde estudam, seus hábitos rotineiros, seus costumes,
suas crenças e lendas.
Projetos Escolares Educação Infantil. Ano 4, N. 47.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
105
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55
56
BNCC
(EI03EO02)
Agir de maneira indepen-
dente, com confiança 
em suas capacidades, 
reconhecendo suas con-
quistas e limitações.
(EI03ET05)
Classificar objetos e 
figuras de acordo com 
suas semelhanças e 
diferenças.
BNCC
(EI03EO06)
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de 
vida.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
106
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Orientações didáticas
Dia Nacional do Livro Infantil – 
18 de abril
Dia dos Povos Indígenas – 
19 de abril
• Promova um momento de contação de histórias. Peça
às crianças que compartilhem com a turma algumas
histórias conhecidas por elas. Deixe que elas se expres-
sem livremente.
• Disponibilize diversos livros, com texturas e táteis, para
que as crianças possam tocá-los e senti-los. Se possível,
também ofereça às crianças livros sensoriais.
• Apresente diversos personagens de histórias conheci-
das das crianças (em fantoches, marionetes, bonecos,
dedoches, etc.) e deixe que elas brinquem livremente
com eles. É importante que as crianças experimentem,
desde cedo, momentos de contar e ouvir histórias.
• Converse com as crianças sobre os momentos que
expressam sentimentos durante a contação e a leitura
de histórias; explore, também, a forma de se comportar
nesses momentos.
• Disponibilize um pouco de argila para cada aluno e
deixe-os à vontade para fazer suas produções, orien-
tando-os a molhar um pouco a mão para facilitar o ma-
nuseio. Para que as crianças se inspirem, mostre alguns
objetos de barro feitos pelos indígenas. Depois que as
peças estiverem prontas, deixe-as em um lugar arejado
para a secagem. Uma vez secas, disponibilize os pincéis
e as tintas guache coloridas para que as crianças façam
suas pinturas nas peças, de acordo com a criatividade
de cada estudante.
Revista Projetos Escolares Educação Infantil. São Paulo: On Line, ano 4, n. 47.
• Explore com as crianças a música Dia do Índio. Leia a
letra para elas e, depois, faça perguntas, como: “onde o
indígena do texto mora?”; “Qual a língua que ele fala?”;
“Em que data se comemora o Dia dos Povos Indígenas?”.
Oficina de argila 
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Dia do Índio 
Melodia: A canoa virou
Ele mora numa tribo
contente e feliz,
caçando e pescando
e comendo raiz.
O Sol é o Guaraci,
a Lua é Jaci,
e a língua que ele fala
é o tupi-guarani.
Foi ele o primeiro
habitante do Brasil,
salve o Dia do Índio,
19 de abril.
STABILE, Rosa Maria. A expressão 
artística na pré-escola – Por onde 
começar?. 
São Paulo: FTD, 1988.
107
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03CG01)
Criar com o corpo formas diversificadas de expressão de sentimentos, sensações e emoções, tanto nas situações 
do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, teatro, música.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Dia das Mães – 2o
domingo de maio
I – CORPO, GESTOS E 
MOVIMENTOS
• Identificar o Dia das Mães e as
comemorações existentes para
essa data.
• Compreender a distinção dessa
data comemorativa para o nú-
cleo familiar.
• Valorizar a data comemorativa
em questão.
• Apreciar a importância do Dia
das Mães.
• Decorar cartões em home-
nagem às mães.
• Trabalhar músicas e poe-
mas que homenageiem as
mães.
• Confeccionar desenhos em
homenagem às mães.
19ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
108
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Dia das Mães – 2o domingo de 
maio – página 57
Orientação didática:
• Solicite que cada criança desenhe sua mãe como souber; 
abaixo do desenho, você vai registrar o que a criança falar 
sobre a mãe. Para estimulá-la, você deve falar a seguinte 
frase: “Minha mãe é...”. 
• Confeccione, com as crianças, um cartão para as mães, 
utilizando materiais diversos.
• Proponha que as crianças tragam de casa uma foto da 
mãe para a construção de um mural. 
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Dia das Mães – 2o domingo de 
maio 
Orientação didática:
• Crie o livro dos sentimentos Mãe e filho. No livro, de-
verão constar fotos dos dois e depoimentos da mamãe. 
Pergunte: “O que você sentiu quando seu filho nasceu?”, 
ou deixe espaço para comentários depois da frase “Meu 
filho é...”. As perguntas devem ser respondidas com 
esmero e cada criança deve decorar seu livrinho.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
109
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57
Converse, com as crianças, e explique que “Mãe” não é 
somente aquela que dá a vida, mas é aquela que cuida, 
que dá amor, que participa da vida dos seus filhos gera-
dos ou criados.
Monte corações floridos para presentear as mamães de 
seus alunos. 
Modo de fazer: 
• Corte uma folha de papel sulfite colorida ao meio.
• Dobre o papel ao meio, deixando a abertura para a direita.
Orientações didáticas
BNCC
(EI03CG01)
Criar com o corpo 
formas diversifica-
das de expressão de 
sentimentos, sensações 
e emoções, tanto nas 
situações do cotidiano 
quanto em brincadeiras, 
dança, teatro, música.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
Dia das Mães – 2o domingo de maio
Dia das Mães 
• Marque uma meia-lua na parte de cima e corte.
• Abra o papel e dobre o coração ao meio.
• Dobre as duas pontas inferiores para cima até o centro.
• Abaixe a aba, formando um bolsinho.
• Vire as pontinhas da aba para trás e cole.
• Enfeite o coração e coloque flores no bolsinho.
110
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Mães de volta à infância
Gostosuras da mamãe
• Convide as mães (ou a pessoa que representa tal
papel) a passar um dia na escola com seus filhos,
fazendo tudo o que eles fazem na rotina escolar.
Solicite-lhes que usem roupas confortáveis, levem
lanche (se não puder ser fornecido pela escola),
escova de dente, copinho plástico, toalhinha e
tudo o que as crianças usam diariamente. Se for
dia de levar um brinquedo, peça que elas também
levem um.
Dentro do possível, tente preparar as atividades o 
mais próximo das realizadas pelas crianças, como 
a hora de contar histórias, a roda de conversa, as 
brincadeiras, etc.
Oriente a turminha a auxiliar as mamães nas suas 
dificuldades. Ao final do dia, reúna todos para uma 
conversa e pergunte, tanto para as crianças quanto para 
as mães, o que acharam e como se sentiram. Faça a 
anotação dos comentários, fotografe e, se possível, fil-
me todo o decorrer do dia. Então, monte um mural com 
as fotos e comentários sobre a atividade e mantenha 
exposto durante o mês.
Revista Projetos Escolares Educação Infantil. São Paulo: On Line, ano 4, n. 48.
Materiais: cartolina; cola branca; revistas usadas; 
tesoura com ponta arredondada.
Oriente os alunos a realizar uma pesquisa com a família 
para que tragam para a sala de aula uma receita prepara-
da pela mamãe ou pela pessoa que cuida da criança. Em 
uma roda de conversa, leia com a turminha as receitas.
Registre os diálogos e aproveite a oportunidade, pois 
muitos questionamentos podem surgir e servir de orien-
tação para diagnósticos de problemas de comportamento 
e de aprendizagem. Com as receitasem mãos, ajude os 
alunos a preparar um grande livro coletivo. Para isso, 
auxilie-os a fazer a reescrita coletiva de cada receita em 
metade de uma cartolina. Trabalhando um texto por vez, 
peça aos estudantes que recortem gravuras de revistas 
e colem nas páginas do livro para decorá-lo. Depois de 
pronto, cada aluno deve levá-lo para casa. 
Determine a quantidade de dias que cada criança ficará 
com o material, explicando-lhes os cuidados necessá-
rios. A cada retorno, reúna a turma para que descrevam 
as receitas realizadas, em casa, pelas mamães pelas 
pessoas que cuidam delas.
Revista Projetos Escolares Educação Infantil. São Paulo: On Line, ano 4, n. 48.
 
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• Com as crianças em círculo, cante a música Dia da Ma-
mãe. Repita várias vezes para que as crianças decorem.
Após esse momento, entregue a cada criança uma folha
com um desenho de uma rosa e peça-lhes que a pinte
bem bonito.
Dia da Mamãe
O dia da mamãe 
vamos todos festejar.
Uma rosa ofertar,
e contentes cantar
Trá-lá-lá.
Mamãezinha, meu amor,
que alegria te abraçar!
Hoje o dia é todo teu
vamos todos festejar!
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03TS01)
Utilizar sons produzidos por materiais, objetos e instrumentos musicais durante brincadeiras de faz de conta, 
encenações, criações musicais, festas.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Festas Juninas – 13,
24 e 29 de junho
I – TRAÇOS, SONS, 
CORES E FORMAS
II – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
• Reconhecer a importância das
festas juninas.
• Identificar as diferentes culturas
existentes em nosso país.
• Valorizar a tradição dos festejos
juninos.
• Colorir alguns símbolos
que representam as festas
juninas.
• Montar um painel com
desenhos feitos pelos alunos
sobre as festas juninas.
• Recortar, junto com a
professora, bandeirinhas
juninas para decorar a sala
de aula.
20ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
112
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Festas Juninas 13, 24 e 29 
de junho – página 58
Orientação didática:
• Fale dos perigos que existem ao soltar balões e que, por
mais tradicional que seja, essa prática foi proibida para
evitar incêndios ou outros tipos de acidente.
• Também vale reforçar os danos ambientais causados
pelas tradicionais fogueiras, e que as crianças devem ficar
afastadas de fogos de artifício para evitar acidentes.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Festas Juninas – 13, 24 e 29 
de junho
Orientação didática:
• Construa, junto aos alunos, uma maquete que conte-
nha objetos que caracterizem o são-joão, como: balão,
bandeirinhas, barracas de comidas típicas, etc. Em
seguida, exponha, na sala, a maquete pronta. Aproveite
o momento para conversar com os alunos sobre o tema.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
113
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58
• Em uma roda de conversa, faça algumas perguntas sobre a festa junina.
Orientações didáticas
BNCC
(EI03TS01) 
Utilizar sons produzidos 
por materiais, objetos e 
instrumentos musicais 
durante brincadeiras de 
faz de conta, encena-
ções, criações musicais, 
festas.
(EI03EO06) 
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de 
vida.
Vocês já participaram de uma festa junina da escola? Como foi? O que tinha nela? Do que vocês mais
gostaram?
Você sabe quais comidas são típicas dessa festa?
Sua família costuma comemorar a festa junina? Como?
Vocês já foram a alguma festa junina? Onde? Com quem? Como foi?
E você sabe o que é uma festa junina? 
Que tipo de roupa usamos em uma festa junina?
Vocês gostam da festa junina? Por quê?
Festas juninas – 13, 24 e 29 de junho
114
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Derrubando as latas
Material: latas e 3 bolas de meia.
Desenvolvimento: Cada aluno deverá lançar 3 bolas. 
Aquele que conseguir derrubar todas as latas será o 
vencedor. 
• Reúna as crianças em uma roda de conversa e fale
sobre as festas juninas. Pergunte o que se lembram
desse evento e questione-os sobre o que acham que
é preciso para preparar uma festa junina. Construa
juntamente com as crianças uma lista com vários itens,
como o nome das barracas, os tipos de decoração que
podem usar e os convites. A partir dessa lista, convide
as crianças para auxiliarem com a decoração da escola,
preparando enfeites para as barracas, bandeirinhas,
painéis para as paredes e convites, tudo com materiais
recicláveis.
Variação: As latas poderão ter números marcados, e os 
alunos somarão os pontos derrubados. O vencedor será 
aquele que conseguir mais pontos. 
Sonho de papel
Capelinha de melão
João de Barro / Alberto Ribeiro
Capelinha de melão
é de São João, 
é de cravo, é de rosa, 
é de manjericão.
São João está dormindo,
não me ouve não.
Acordai, acordai, acordai, João.
Atirei rosas pelo caminho.
A ventania veio e levou.
Tu me fizeste, com seus espinhos,
uma coroa de flor.
O balão vai subindo, vem caindo a garoa.
O céu é tão lindo, e a noite tão boa.
São João, São João!
Acende a fogueira do meu coração.
Sonho de papel a girar na escuridão
soltei em seu louvor no sonho multicor.
Oh! Meu São João.
Meu balão azul foi subindo devagar
o vento que soprou meu sonho carregou.
Nem vai mais voltar.
Alberto Ribeiro / Carlos Braga
 
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• Com as crianças sentadas em círculo, apresente para
elas várias imagens que representam a festa do são-
-joão. Depois, cante com as crianças canções referentes
a essa data comemorativa.
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Fundamentação
Ser professor
Ser professor é saber que o desafio de olhar a 
educação do nosso tempo exige-nos uma perspectiva 
humanística e interdisciplinar. É saber da necessidade 
de resgatarmos a solidariedade, o dinamismo e o com-
promisso com a autenticidade e a unicidade de cada ser. 
É saber que somos todos aprendentes na magia da vida.
Ser professor é “sentipensar” que não existe uma 
única abordagem que consiga dar conta da complexida-
de de nosso tempo e que nossa tarefa maior é a de nos 
responsabilizarmos por nossas ações, com humildade, 
compreensão, amizade, amorosidade, parceria e cria-
tividade. Ser professor é desejar uma Educação para a 
Paz, em que sejamos parcelas da Luz que emana para 
a construção do Bem, do Belo e do Divino na Vida, no 
Mundo, em nós.
Ser professor é saber-se Ser de incompletudes e, 
por isso, desejar seguir aprendendo a cada dia, no 
sentido de ser um Ser melhor para si mesmo, para 
os outros e para o humano mundo. Ser professor é, 
também, não saber, um necessário primeiro passo de 
nossas consciências para a busca por mudanças e novas 
aprendências.
Ser professor é saber que precisamos ensinar, 
deixar uma marca e exercer nossa autoria de pensa-
mento, colaborando na superação de limitadas práticas 
pedagógicas, mesmo que muitos acreditem que não há 
mais nada a fazer. Ser professor é saber que a razão de 
nosso exercício na docência encontra-se no propósito 
de ensinar aos nossos aprendizes, mostrando possibi-
lidades, despertando potencialidades, enxergando os 
outros e dispondo-se ao diálogo e à interação, supe-
rando desnecessários confrontos e revelando plenitu-
des de si mesmo, compartilhando dilemas, histórias, 
vitórias, movimentos, lutas e lidas imanentes em cada 
um de nós.
Serprofessor é sempre buscar o tempo de semear, 
conclamando histórias e oportunidades para ressig-
nificar os sentidos do existir, importando-se com a 
semente, mas sem se esquecer de preparar, com o 
arado da Amorosidade, o solo onde cada uma delas 
será depositada. Ser professor é seguir acreditando na 
Vida, Poesia, apostando em uma Pedagogia da Amo-
rosidade que, com nossas intervenções e invenções, 
realmente nos faz acreditar que um outro mundo é, de 
fato, possível.
FREIRE, Serrano. Seja o professor que você gostaria de ter. 4. ed. 
Rio de Janeiro: Wak, 2012. 
 
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O que vamos estudar:
• Escola
• Minha sala de aula
• Os trabalhadores da escola
• Meios de transporte
• Trânsito
• Meios de comunicação
• Dia dos Pais – 2o domingo
de agosto
• Dia do Folclore – 22 de
agosto
117
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
(EI03EO03)
Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Escola I – O EU, O OUTRO E 
O NÓS 
II – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Reconhecer o ambiente esco-
lar e seus respectivos espaços:
salas de aula, biblioteca, área
de lazer, etc.
• Conhecer o direito de ir à
escola.
• Identificar as pessoas que
trabalham na escola.
• Distinguir os objetos de traba-
lho utilizados pelos profissionais
da escola.
• Respeitar os colegas da escola.
• Preservar os elementos que
existem no espaço escolar.
• Relacionar o espaço da es-
cola, por meio de exemplos,
com outros espaços geográ-
ficos de convivência.
• Identificar imagens que
correspondam ao comporta-
mento adequado no ambien-
te escolar.
• Desenhar objetos de traba-
lho pertencentes aos funcio-
nários da escola.
• Pesquisar sobre os vestuá-
rios dos profissionais que
trabalham na escola.
21ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
118
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Grade semanal
1o dia
Natureza e Sociedade: Escola – página 60
Orientação didática:
• Converse com a turma e, se possível, estabeleça regras 
de convivência sobre o que PODE e o que NÃO PODE fa-
zer dentro da escola. Assim, os limites e as possibilida-
des, bem como o respeito a todos, tudo isso ficará mais 
fácil. É preciso deixar essas regras expostas na sala e, 
quando necessário, retomá-las.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Escola – página 61
Orientação didática:
• Converse com os alunos a respeito da importância de 
ir à escola e de estudar. Explique que todas as crian ças, 
independentemente de qualquer fator, deveriam ter as 
mesmas oportunidades.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
a
119
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BNCC
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
61
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
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Orientações didáticas
• Pergunte às crianças de qual atividade elas gostariam
que a escola oferecesse, como aulas de balé, capoeira,
judô, dança, etc. Ao final da votação, desenvolva os prin-
cípios básicos da atividade escolhida durante o dia. Conte
a história da atividade, ensine os passos ou os golpes
mais simples e organize um pequeno campeonato em
que todos possam participar. Ao final da atividade, eles
podem ganhar medalhas ou faixas que vocês mesmos
podem confeccionar. Se houver muita discordância a res-
peito das atividades, você pode eleger um dia para cada.
• Explique o que é a escola, por que é importante as
crianças estudarem e o que a escola pode fazer para
melhorar suas vidas.
• Solicite às crianças que desenhem sua escola. É im-
portante deixá-las livres para desenhar aquilo que mais
lhes chama a atenção.
• Converse sobre os cuidados que devemos ter para que
o espaço escolar fique sempre limpo e arrumado (por
exemplo: guardar os brinquedos depois de brincar, jogar
lixo na lixeira, usar os materiais de maneira adequada).
• Peça aos alunos que nomeiem alguns objetos que
estão:
a. dentro de sua bolsa escolar;
b. dentro da sala de aula;
c. fora da sala de aula.
Peça aos alunos que identifiquem os materiais que usa-
mos na escola e a utilidade de cada um.
• Separe o material escolar de cada criança, como: lápis
de cor, giz de cera, tesoura, desenhos, etc. Pergunte-
-lhes, primeiramente, se reconhecem o que é seu.
Depois, proponha juntar-se com um coleguinha e fazer
bonitos desenhos e pinturas, juntos.
• Apresente imagens de diversas salas de aula ou am-
bientes escolares em que possam ser identificados
locais ou objetos que, de alguma maneira, representem
perigo para a criança. Peça às crianças que os iden-
tifiquem e converse sobre a forma mais adequada de
organização ou arrumação.
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Escola
O nome da minha escola
1. Em uma folha de papel 40 kg, faça um desenho de
uma escola, deixe-o em preto e branco.
2. Depois, pesquise, junto com os alunos, letras em
revistas e recorte-as.
3. Em seguida, com as crianças sentadas em círculo,
apresente o cartaz e fale um pouco sobre a escola e
enfatize o nome dela.
4. Após esse momento, monte, junto com os alunos,
usando as letrinhas que pesquisaram, o nome da escola.
5. Finalize, lendo, com os alunos, o nome da escola para
que as crianças fixem-no.
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO02)
Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações.
(EI03ET07)
Relacionar números às suas respectivas quantidades e identificar o antes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03TS02) 
Expressar-se livre mente por meio de desenho, pintura, colagem, dobra dura e escultura, criando produções bidi-
mensionais e tridimensionais.
(EI03EO03) 
Ampliar as relações interpessoais, de senvolvendo atitu des de participação e cooperação.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Escola I – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
II – TRAÇOS, SONS, 
CORES E FORMAS 
III – ESPAÇOS, 
TEMPOS, QUANTI-
DADES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
• Valorizar as regras estabeleci-
das pelo grupo e pela professora
no espaço escolar.
• Respeitar os colegas da escola.
• Preservar os elementos que
existem no espaço escolar.
• Apreciar o trabalho dos profis-
sionais que atuam na escola.
• Observar alguns espaços
da escola e ilustrá-los no
papel.
• Nomear, oralmente, os
espaços da escola.
• Relacionar o espaço da
escola com outros espaços
geográficos de convivência.
• Identificar imagem que
corresponda ao comporta-
mento adequado ao ambien-
te escolar.
22ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
122
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Grade semanal
1o dia
Natureza e Sociedade: Escola – página 62
Orientação didática:
• Oriente as crianças a colocarem todo o material escolar
em cima da mesinha. Em seguida, peça que cada uma
diga o nome de seu material. Ajude aquelas que ainda
não sabem o nome de todos. Depois, peça que todas as
crian ças repitam o nome de todos os objetos escolares que
estão na sala.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Escola – página 63
Orientação didática:
• Leve as crianças para conhecer os outros espaços da
escola e diga para elas quais as atividades que são
desenvolvidas em cada espaço. Aproveite para falar a
respeito dos cuidados que devemos ter quando frequen-
tamos as diversas dependências da escola.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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62
BNCC 
(EI03EO02)
Agir de maneira indepen-
dente, com confiança 
em suas capacidades, 
reconhecendo suas con-
quistas e limitações. 
(EI03TS02) 
Expressar-se livremente 
por meio de desenho, 
pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando 
produções bidimensio-
nais e tridimensionais.
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BNCC
(EI03ET07) 
Relacionar números às 
suas respectivas quan-
tidades e identificar o 
antes, o depois e o entre 
em uma sequência.
BNCC
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
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Orientações didáticas
• Converse, com as crianças, sobre o lugar de que mais
gostam na escola e pergunte-lhes qual deles poderia
ser diferente.
• Leve as crianças ao parquinho da escola e discuta
como devem se comportar nesse ambiente. Diga que
todos devem aguardar a sua vez de brincar, respeitando
a vez do seu coleguinha. Trabalhe, com as crianças, o
nome dos brinquedos do parquinho.
• Utilize os conceitos de “antes” e “depois” no dia a
dia da escola. Pergunte, por exemplo: “Quando vocês
preferem que eu conte uma história? Antes do lanche
ou depois do lanche? Por quê?”; “Marcelo, o que você vai
fazer hoje depois de jantar?”; “Quem usou este brinque-
do antes de Fernanda?”.
• A escola é um lugar de uso comum de diversas pes-
soas. Por isso, é importante enfatizar, com as crianças, o
cuidado com o espaço ao redor de objetos em geral.
• Promova uma roda de conversa com os alunos e fale
sobre a importância de respeitar as diferenças étnicas
e culturais entre eles, exemplo: comportamento social,
princípios religiosos, etc.
• Apresente a escola como o espaço das aprendizagens e
das amizades que serão construídas no dia a dia para que
as crianças se sintam acolhidas e parte integrante desse
espaço. Afixe, na parede da sala de aula, um grande cartaz
com um desenho em preto e branco de um desses espaços
e peça às crianças que façam um bonito colorido.
• Confeccione um painel com imagens representativas de
ações éticas e moralmente corretas, relacionadas à vida
social nos outros espaços geográficos de convivência.
• Recorte várias imagens ou desenhos referentes a
elementos que constituem o espaço escolar e monte
um quebra-cabeça com as crianças.
A cor da minha escola
• Confeccione casinhas, usando dobraduras de papel.
Você encontra na Internet vários modelos disponíveis.
Reúna as crianças e faça junto com elas. Cada aluno
deve ter a sua casinha. Em seguida, fale para os alunos
que as casinhas representam a escola. Depois, peça
a elas que pintem a dobradura com a cor de que elas
gostariam que a escola fosse pintada. Após esse mo-
mento de pintura, exponha as atividades em um cartaz.
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Escola
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO02)
Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
(EI03EO03)
Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação.
(EI03ET01)
Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas
propriedades.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Escola I – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
II – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
III – ESPAÇOS, 
TEMPOS, QUANTI-
DADES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
• Identificar espaços existentes 
na escola.
• Compreender a importância da 
escola para a vida.
• Valorizar a escola na formação 
humana.
• Conhecer e respeitar regras
estabelecidas pelo grupo e pelo 
professor no espaço escolar.
• Conhecer as regras de convi-
vência na escola.
• Reconhecer a importância de 
conviver com o outro.
• Pintar as figuras relaciona-
das à escola.
• Realizar um passeio pela 
escola para reconhecer 
os espaços físicos e os 
funcionários.
• Confeccionar, com os co-
legas, regras de convivência 
partindo da ideia de direitos 
e deveres.
23ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
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Grade semanal
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Escola – páginas 65 e 66
Orientação didática:
• Separe figuras e desenhos de pessoas alegres, cumpri-
mentando-se, tímidas, nervosas, etc. Distribua alguns
desenhos e peça aos alunos que identifiquem qual das
figuras ou desenhos lembra o primeiro dia de aula.
Depois, peça que pintem os desenhos.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
1o dia
Natureza e Sociedade: Escola – página 64
Orientação didática:
• Pergunte aos alunos se eles conhecem outras escolas.
Permita que falem a respeito das diferenças entre a escola
em que estudam e outras escolas que eles conhecem.
Aproveite para salientar que há escolas localizadas na
cidade e no campo, e mostre-lhes algumas imagens de
escolas indígenas.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
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BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
BNCC
(EI03EO02)
Agir de maneira indepen-
dente, com confiança 
em suas capacidades, 
reconhecendo suas con-
quistas e limitações.
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
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Orientações didáticas
• Percorra todos os locais da escola pedindo que os
alunos digam o que sentem em cada um deles. É neces-
sário que eles aprendam a lidar com os diversos am-
bientes de uma escola.
• Apresente imagens da escola, se possível, fotos tiradas
de cada ambiente. Numa folha de papel industrial (69 x
99 cm), remonte, com as crianças, a planta da escola,
colocando as fotos na posição correta.
• Faça, junto com as crianças, um painel com imagens
do que é e do que não é possível fazer em cada cômodo
BNCC
(EI03ET01) 
Estabelecer relações 
de comparação entre 
objetos, observando suas 
propriedades.
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
66
da escola; por exemplo, é possível correr no pátio, mas 
não numa escada; é possível cantarbem alto na sala de 
música, mas não na biblioteca, etc. 
• Leve os alunos para visitar as instalações da escola.
Peça que eles observem e desenhem os diferentes
ambientes.
• Peça às crianças que falem do que mais gostam de fa-
zer na escola quando não estão em sala de aula. Este é
um momento para conhecer os gostos e as preferências
de cada uma delas.
Escola
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Fundamentação
Onicofagia é o hábito de “roer” 
as unhas
A onicofagia costuma acontecer de forma incons-
ciente em meninas e meninos, exatamente igual 
ao hábito de chupar o dedo e, além disto, tem 
efeito placebo.
Fatores que podem solucionar duas 
dúvidas sobre o tema
Existem períodos críticos quando este hábito apa-
rece estes costumam coincidir com períodos de inativi-
dade manual quando a criança está vendo a televisão, 
quando está na classe escutando uma explicação, 
quando não existe uma atividade definida, quando 
estamos de férias e acontecem períodos mais longos de 
inatividade...
É importante identificar o agente causador do stress 
que induz a criança a comer as unhas em casa um dos 
períodos mais críticos antes mencionados.
É interessante conhecer se existem antecedentes 
familiares que tenham servido direta ou indiretamente 
de exemplo à criança.
Aspecto a ser considerado
• A tomada de consciência da importância das mãos e
das unhas é fundamental, e pode ser conseguida por
meio de jogos, poemas...
• A ocupação dos momentos críticos com atividades que
desloquem o hábito é conveniente; como também o
treinamento para “percebê-lo” e evitá-lo (é interessante
O que fazer se não estamos seguros de 
quando, onde e por que roem as unhas?
Registramos:
• Situações nas quais acontece o hábito: data, hora,
momento crítico, pessoas presentes, lugar...
• O que faz a criança? Como aparece o hábito e qual
pode ser o agente causador do stress?
• Situação posterior: como reagem as pessoas presentes
quando a criança rói as unhas? Acontecem comentários
negativos para inibir ou inclusive reforçar mais o hábito?
praticar com a criança comportamentos que desviem o 
interesse em roer as unhas, como, por exemplo, aper-
tar os punhos fortemente no momento em que sinta a 
ansiedade de levar a mão à boca).
• A aplicação de um programa de reforço positivo, pre-
miando as aproximações sucessivas à conduta desejada
(não roer unhas), é um pilar fundamental para a desa-
parição desse hábito.
• O conhecimento de que as melhoras se observam a
longo prazo é importante para os familiares da criança,
ainda que os avanços possam ser muito rápido no mo-
mento em que a criança comece a tomar consciência da
importância do cuidado de suas mãos e de suas unhas.
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Reforços positivos mediante 
aproximações sucessivas à conduta 
desejada (não roer as unhas)
Prêmios e castigos
Os prêmios:
• Devem ser oferecidos pelo nível de superação da
criança.
• Devem ser desejados pela criança.
• Devem ser introduzidos durante o processo, não
deixá-los para o final.
• Premiaremos mais o esforço que o êxito do objetivo.
• Reconhecer o desafio, e cada vez o esforço para
consegui-lo será maior.
O que se tenta conseguir é substituir os reforços exter-
nos por reforços internos, de maneira que o processo de 
desaparição do hábito se interiorize. 
Os castigos:
• Nunca ridicularizar ou gritar em público quando a
criança roer as unhas.
• Não descontrolar-nos ou alterarmo-nos perante a
repetição do hábito.
• Nunca dizer à criança que não gostamos dela, ou que
ninguém vai amá-la se continuar roendo as unhas.
• Não utilizar castigos relacionados com tarefas que
sejam difíceis e pouco relacionadas com o tema (como,
por exemplo, obrigar a criança a fazer várias lições que
sejam muito trabalhosas).
Autoinstruções
As mensagens abaixo são para a criança. 
Primeiro, ela as repetirá em voz alta, depois 
em voz cada vez mais baixa até que passem 
a ser pensamentos, guia de autocontrole em 
seu próprio comportamento.
Definição do problema
“O que tenho que fazer?”
Aproximação ao problema:
“Não roer as unhas.”
"Perceber e afastar a mão da boca. 
"Retirar a mão da boca antes de morder e apertar 
o punho.”
Focalizar a atenção:
"Tenho que pensar em cuidar de minhas mãos e de 
minhas unhas, e tenho que fazê-lo muito bem."
Escolher a conduta desejada no momento crítico. 
Evitar o hábito.
Reforçar (autorreforçar) as condutas positivas de-
sejadas ou a retificação dos erros de forma positiva. 
"Consegui! 
Sou um campeão!
Sugestão de leitura: 
Onicofagia. Por que a criança rói unhas? 
Autor: Vanderlei Danielski 
Editora: Ave Maria
O Guia da professora. Educação Infantil. 
Rio de Janeiro: Ediba, n. 62, set. 2011.
Tipos de reforço: os reforços podem ser internos 
(a criança se sente orgulhosa de haver progredido no 
controle de seu hábito) ou externos (prêmios materiais, 
como guloseimas, figurinhas; prêmios sociais, como a 
aprovação do demais; ou prêmios de atividade, como ir 
ao cinema).
Quando reforçar? Imediatamente ou a longo prazo. 
No início, é conveniente utilizar o reforço imediato.
Frequência: cada vez que apareça a conduta dese-
jada ou uma aproximação a ela, ou também de vez em 
quando. Nos estágios iniciais, é conveniente a primeira 
das opções.
Modo de reforçar: diretamente (expressando em 
voz alta o sucesso (conseguido) ou indiretamente (con-
tando a uma terceira pessoa para que a própria criança 
escute e se sinta importante).
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO03)
Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação. 
(EIO3CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Minha sala de aula I - O EU, O OUTRO 
E O NÓS
II – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Identificar a localização da sala
de aula dentro da escola.
• Estruturar o conceito do espaço
geográfico a partir do estudo da
sala de aula.
• Preservar os materiais existen-
tes dentro da sala de aula.
• Desenhar objetos escolares.
• Relacionar a educadora ao
papel que ela desempenha
na sala de aula.
• Desempenhar atitudes, por
meio de atividades concre-
tas, de como manter a sala
de aula organizada.
24ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
132
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Grade semanal
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Minha sala de aula – página 68
Orientação didática:
• Combine, previamente, com os demais professores 
e leve os seus alunos para visitar outras salas de aula 
da escola. Depois, converse com as crianças sobre as 
semelhanças e as diferenças observadas.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
1o dia
Natureza e Sociedade: Minha sala de aula – página 67
Orientação didática:
• Realize atividades em que os alunos compreendam que a 
sala de aula é um ambiente apropriado para comunicação, 
expressão, manifestação e controle progressivo de seus 
desejos, desagrados, necessida des, preferências, sentimen­
tos e vontades em brinca deiras e em atividades cotidianas. 
Nesse momento, as crianças aprenderão a diferenciar e 
a explicar claramente o que estão sentindo. Esse “falar” 
clara mente é necessário para que o interlocutor da situa­
ção comunicativa possa compreender corretamente a 
mensagem.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
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67
BNCC
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação. 
(EIO3CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
68
BNCC
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
(EIO3CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
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Orientações didáticas
• Solicite aos alunos que observem a sala de aula. Em
seguida, peça-lhes que fechem os olhos e falem o que
há na sala de aula. Depois de um curto tempo, solicite
que abram os olhos e converse com eles sobre o que
pode e o que não pode haver na sala de aula.
• Um cesto para o lixo é indispensável. As crianças preci-
sam aprender que nada se joga no chão. Usa-se o cesto
de lixo para papéis usados, cascas, aparas de recortes,
etc. É importante que as crianças aprendam a levantar-
-se em ordem para jogar o lixo no cesto.
• Junto com as crianças, construa um contrato de convi-
vência na sala de aula. Nesse texto, as crianças deverão
determinar as diversas formas de se comportar na sala
de aula, de maneira a ajudar os trabalhadores da escola
a mantê-la limpa e organizada.
• Enfatize a importância de preservação e cuidado da
sala de aula de maneira adequada para o bom funcio-
namento, como espaço de vivência que ela é.
• Promova atividades para desenvolver a noção de or-
ganização. Solicite, por exemplo: “Fred, coloque o livro
na prateleira; Mariana, coloque a caixa de figurinhas no
armário; Fany, coloque o lápis e a borracha no estojo;
Alex, ponha os gizes de cera na caixa; Joana, coloque
a agenda em sua mochila; Renato, coloque o papel no
cesto de lixo...”.
• Promova atividades em duplas ou trios e observe
como cada criança demonstra gestos de colaboração e
amizade.
• Solicite aos alunos que nomeiem, um a um, os objetos
existentes na sala de aula. Oriente-os sobre o modo
correto de cuidar do material escolar.
• Mostre aos alunos imagens de diferentes estruturas
de sala de aula. Depois, peça-lhes que apontem para
a imagem do modelo de sala de aula de que mais
gostaram.
• Com as crianças sentadas à mesinha, entregue mas-
sinhas de modelar e peça que elas modelem um objeto
da sala de aula de que mais gostam. Depois, peça às
crianças que apresentem aos amiguinhos o que criou.
• Converse, com os alunos, sobre o que eles mais gostam
e o que eles menos gostam de fazer em sala de aula.
• Peça aos alunos que, com ajuda, construam um objeto
artesanal para decorar a sala de aula.
• Converse sobre os direitos e os deveres dos alunos. En-
fatize a importância da pontualidade e da assiduidade.
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Minha sala de aula
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO01)
Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e ma-
neiras de pensar e agir.
(EI03EO02) 
Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações.
(EI03EO03) 
Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação. 
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Os trabalhadores
da escola
I – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
• Identificar as pessoas que tra-
balham na escola.
• Reconhecer os objetos de traba-
lho utilizados pelos profissionais
da escola.
• Respeitar as pessoas que tra-
balham na escola e valorizar a
função desempenhada por cada
profissional na escola.
• Realizar desenhos de
objetos pertencentes aos
funcionários da escola na
realização do seu trabalho.
• Relacionar os profissionais
da escola aos seus locais de
trabalho.
• Circular, na ficha, as figuras
que representam os traba-
lhadores da escola.
25ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
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Grade semanal
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1o dia
Natureza e Sociedade: Os trabalhadores da escola – 
páginas 69 e 70 
Orientação didática:
• Converse, com as crianças, sobre os profissionais da
escola, os setores onde trabalham e função que desem­
penham, para que reconheçam a importân cia de cada
profissional do ambiente escolar.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Os trabalhadores da escola – 
página 71
Orientação didática:
• Leve as crianças para uma visita à cantina, à portaria,
à secretaria e peça aos profissionais que trabalham
nesses locais que falem um pouco para as crianças a
respeito da sua função e dos materiais que utilizam
para desempenhá­la.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
137
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69
70
BNCC
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação. 
(EI03EO02)
Agir de maneira indepen-
dente, com confiança 
em suas capacidades, 
reconhecendo suas con-
quistas e limitações.
BNCC
(EI03EO02)
Agir de maneira indepen-
dente, com confiança 
em suas capacidades, 
reconhecendo suas con-
quistas e limitações.
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação. 
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Orientações didáticas
71
BNCC
(EI03EO01) 
Demonstrar empatia 
pelos outros, percebendo 
que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, 
necessidades e maneiras 
de pensar e agir.
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação. 
• Permita que as crianças distingam as atividades
executadas nas diversas profissões. É importante
mostrar cada profissão e solicitar às crianças que
digam quais são as atividades que esses profissionais
realizam. As crianças devem compreender o que, de
fato, as pessoas fazem em cada profissão. Escreva,
no quadro, o resultado da listagem.
• Solicite a presença, na sala de aula, de uma pessoa
que faz a limpeza da escola para que as crianças
façam perguntas relacionadas à sua função.
• Apresente à turma diversas imagens de diferentes
profissionais que trabalham na escola e solicite aos
alunos que falem o que sabem a respeito da profis-
são de cada um, ou seja, o que fazem.
• Promova conversas com outros profissionais que
trabalham na escola, destacando os cuidados que
devemos ter para que a sala de aula fique sempre
limpa e arrumada. Se possível, convide um funcio-
nário da escola para conversar com as crianças.
Os trabalhadores da escola
139
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO06)
Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida.
(EI03ET01)
Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades.
(EI03ET06)
Relatar fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento, a história
dos seus familiares e da sua comunidade.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Meios de transporte I – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
• Identificar os diferentes meios 
de transporte.
• Entender como os meios de 
transporte se locomovem.
• Respeitar o uso adequado dos 
transportes e seus espaços de 
locomoção.
• Estabelecer características 
próprias de cada meio de 
transporte.
• Manejar brinquedos que 
representammeios de trans-
porte, mostrando onde cada 
um se locomove.
• Pintar sinais gráficos de 
acordo com a regra utilizada 
para o meio de transporte 
específico.
• Desenhar o meio de trans-
porte que as crianças gosta-
riam de utilizar.
26ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
140
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Grade semanal
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Meios de transporte – página 74
Orientação didática:
• Pergunte aos alunos o que é mais rápido: uma carroça
de animal ou um carro; uma bicicleta ou uma moto; um
avião ou um navio; um automóvel ou uma bicicleta.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
1o dia
Natureza e Sociedade: Meios de transporte – páginas 
72 e 73
Orientação didática:
• Divida os alunos em cinco grupos. Cada grupo deverá
receber cinco meios de transporte diferentes, podendo
estar ilustrados em cartões, fichas ou mesmo em folhas
de papel sulfite. Depois que as imagens forem entre-
gues, os alunos deverão procurar seus pares nos outros
grupos, como um jogo da memória. À medida que os
alunos forem encontrando os colegas que receberam o
mesmo meio de transporte, vão formando novos grupos.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e
Matemática.
a
141
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BNCC
(EI03ET01) 
Estabelecer relações 
de comparação entre 
objetos, observando suas 
propriedades.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de vida.
73
BNCC
(EI03ET06)
Relatar fatos importantes 
sobre seu nascimento 
e desenvolvimento, a 
história dos seus familia-
res e da sua comunidade.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de vida.
72
142
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Orientações didáticas
• Entregue a cada criança um molde em papel-car-
tão de algum meio de transporte, podendo ser um
ônibus, um trem, alguns carros, bicicletas, avião,
navio, etc. Em uma folha de papel kraft, desenhe
uma cidade com apenas o contorno desses meios
de transporte posicionados em seus respectivos
locais. Peça aos alunos que pintem os transportes
que receberem e, depois, um de cada vez, encaixem
nos contornos o seu meio de transporte. O trabalho
pode ficar exposto no mural na sala de aula.
BNCC
(EI03EO06)
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de vida.
(EI03ET06)
Relatar fatos importantes 
sobre seu nascimento 
e desenvolvimento, a 
história dos seus familia-
res e da sua comunidade.
74
• Procure trabalhar, com as crianças, os meios de trans-
porte, estabelecendo a relação entre o espaço e o tem-
po. Nesse sentido, é interessante que elas percebam os
meios de transporte mais adequados para as distâncias
apresentadas. Além disso, é interessante que percebam,
também, a evolução dos meios de transporte.
• Organize as crianças em roda para conversar sobre
os meios de transporte que já utilizaram e os que não
utilizaram, mas gostariam de utilizar.
Meios de transporte
143
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• Apresente a imagem de vários meios de transporte
antigos e atuais. Depois, procure fazer cartazes com a
evolução da história dos meios de transporte junto com
as crianças. Compreender a evolução histórica é uma
excelente atividade para estudar a temporalidade deles.
• Mostre às crianças, por meio de gravuras, as carac­
terísticas próprias de cada meio de transporte. Depois,
peça que elas pintem os que são de uso público.
• Confeccione um cartaz com os diversos meios de
transporte, separando, em colunas, os terrestres, os
aquáticos e os aéreos. Na sequência, solicite que as
crianças circulem os meios de transporte que já foram
utilizados por elas.
• Leve para a sala de aula objetos e figuras que re­
presentem os diversos meios de transporte e solicite
aos alunos que os identifiquem. Pergunte­lhes: “Qual
é o mais rápido?”, “Qual é o mais lento?”, “Saindo um
automóvel e um avião de uma cidade para outra, qual
chegará primeiro? Por quê?”. Verifique se as crianças
entendem que o veículo que anda mais depressa leva
menos tempo para ir de um lugar a outro.
• Proponha um projeto sobre a educação no trânsito
com as crianças. É fundamental que elas compreendam
as regras que regem o trânsito. Nesse sentido, é interes­
sante montar maquetes, tirar fotos de placas, etc.
• Confeccione algumas placas de sinalização e espalhe
pelo pátio da escola. Deixe que as crianças utilizem seus
brinquedos, obedecendo às sinalizações das placas.
• Mostre figuras de vários meios de transporte para que
os alunos os identifiquem. Verifique se eles reconhecem
os que se locomovem na terra, na água e no ar.
• Fale para os alunos que existem vários tipos de trans­
porte que servem para levar as pessoas de um lugar
para o outro.
• Apresente imagens de diversos ambientes e espaços
geográficos e solicite às crianças que as completem
com o meio de transporte mais adequado; por exemplo,
é possível apresentar a imagem de um rio e a criança
deverá desenhar o barco como o meio de transporte
mais adequado para aquele ambiente.
• Converse, com os alunos, a respeito dos cuidados que
devemos ter ao atravessar a rua, observando as cores
dos sinais, olhando para os lados, etc.
• Selecione uma imagem de um avião e chame a aten­
ção das crianças, dizendo que ele é um meio de trans­
porte muito rápido e que transporta muitas pessoas de
uma só vez. Desperte a curiosidade dos alunos per­
guntando quantas pessoas eles acreditam que cabem
dentro de um avião. Conclua, cantando com os peque­
nos uma música que tenha por tema o avião. Enquanto
cantam, peça­lhes que façam os gestos de movimento
do avião pela sala de aula.
• Leve para a sala de aula uma bacia com água e colo­
que em cima da mesa. Disponha as crianças ao redor
da mesa e coloque, dentro da bacia, barquinhos de
papel. Fale para elas que o barco também é um meio
de transporte. Pergunte se elas já andaram de barco. Em
seguida, finalize a aula confeccionando, para os alunos,
barquinhos coloridos de dobradura.
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Fundamentação
Você não continua educador se 
desiste de ensinar
Carregamos saberes desnecessários, inúteis, dores, 
medos, culpas que pesam demasiadamente na nossa 
caminhada. 
Em uma palestra, distribuí sacolas e pedi às pessoas 
que recolhessem de suas bolsas, bolsos e carteiras 
qualquer coisa sem utilidade, para o exercício da sua 
profissão, para o seu dia a dia, para a sua vida.
As sacolas ficaram repletas de tudo. 
Quanto peso carregamos na vida!
Guardamos um monte de coisas que não vamos usar. 
Textos que jamais vamos ler, histórias que jamais con-
taremos, sonhos que nunca realizaremos, pessoas que 
nunca nos farão felizes.
Não estará na hora de um grande bota-fora?
Limpe suas gavetas, organize seus pensamentos, 
refaça seus sonhos, enxugue suas lágrimas, crie um 
novo roteiro e seja uma nova pessoa, um novo professor. 
Sei que não é fácil. Mudar crenças, comportamentos, 
sonhos, costuma doer muito, mas valerá a pena olhar 
no espelho da sua alma e dizer: “Eu vou conseguir”.
Tente!
Entre em sala de aula de forma diferente, comece 
se perguntando qual o verdadeiro propósito de estar ali, 
justamente você.
“Você é a única pessoa que poderia estar onde 
você está”, vivendo o que você vive, sentindo o que 
você sente.”
Deve haver uma razão especial, um elemento de 
transformação, um agente de mudanças e tudo pode 
acontecer, ou não, de acordo com a sua decisão. Você 
pode mudar tudo ou achar que não vale a pena.
Você poderia ter feitomuitas outras coisas, mas 
optou por ser professor. Escolheu ser quem é, fazer o 
que faz.
Optou, inclusive, por ler este livro, agora. O que vai 
fazer com o que decidiu ser, ler e aprender é outra de-
cisão importante. Então, faça o que lhe compete fazer. 
Seja o melhor e o mais feliz PROFESSOR!
FREIRE, José Carlos Serrano. Afinal... por que nossos alunos não aprendem? O 
que pais e professores precisam saber sobre como melhorar a aprendizagem 
e reduzir a indisciplina. Rio de Janeiro: Wak, 2013.
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27ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03ET05)
Classificar objetos e figuras de acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
(EI03EO03)
Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação.
(EI03ET04)
Registrar observações, manipulações e medidas, usando múltiplas linguagens (desenho, registro por números ou 
escrita espontânea), em diferentes suportes.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida. 
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Trânsito I – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
II – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
III – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Aplicar regras de trânsito, assim
como sua utilização no meio
social.
• Reconhecer a importância do
trânsito para a organização da
sociedade.
• Conhecer regras de trânsito,
como: andar na faixa de pedes-
tres, observar as cores do sinal
de trânsito, etc.
• Respeitar as regras de trânsito
para evitar acidentes.
• Observar placas de
sinalização.
• Passear pela escola com
carros produzidos com
caixas de papelão, seguindo
regras de trânsito.
• Produzir, com ajuda,
cartazes sobre as regras do
trânsito e expor na sala de
aula.
• Relacionar as cores dos
semáforos à palavra que
representa o significado
dessa cor.
146
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Trânsito – páginas 75 e 76
Orientação didática:
• Discuta, com as crianças, atitudes de segurança em
relação ao trânsito: ao atravessar a rua, olhar para os
dois lados; prestar atenção às cores do se máforo; não
atravessar a rua sem companhia; ficar sempre de mãos
dadas com um adulto ao atraves sar a rua; atravessar
sempre na faixa de segurança; usar sempre o cinto de
segurança; andar sempre no banco de trás do carro.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Trânsito – páginas 77 e 78
Orientação didática:
• Confeccione, com as crianças, um semáforo e uma
faixa de pedestres, utilizando material reciclável: garra-
fa PET, tampinhas, rolo de papel higiênico, pedaços de
cartolina ou papel-cartão.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
147
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BNCC
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
(EI03ET04) 
Registrar observações, 
manipulações e medi-
das, usando múltiplas 
linguagens (desenho, 
registro por números ou 
escrita espontânea), em 
diferentes suportes.
76
BNCC
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
(EI03ET05)
Classificar objetos e 
figuras de acordo com 
suas semelhanças e 
diferenças.
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BNCC
(EI03EO03) 
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvol-
vendo atitudes de parti-
cipação e cooperação.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
78
BNCC
(EI03EO06)
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de 
vida. 
(EI03ET04) 
Registrar observações, 
manipulações e medi-
das, usando múltiplas 
linguagens (desenho, 
registro por números ou 
escrita espontânea), em 
diferentes suportes.
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Orientações didáticas
• Amplie o trabalho com os sinais sonoros do apito que
indicam passagem, atenção e parada. Utilize apito para
que as crianças possam aprender como é o sinal sonoro.
• Promova um passeio com os alunos para que obser­
vem e nomeiem os diferentes meios de transporte e
aprendam a atravessar a rua, respeitando o sinal e a
faixa de pedestre.
• Solicite às crianças que representem, em duplas, algu­
mas das medidas de segurança no trânsito. Permita que
as crianças façam distinção da característica da veloci­
dade de cada meio de transporte.
Obedecendo ao guarda de trânsito
1. Confeccione um semáforo com a turma.
2. Recorte 3 folhas de papel Color Set no formato de
círculos do mesmo tama nho: um vermelho, um amarelo
e um verde. Utilize, também, 3 círculos de Color Set na
cor preta, e ressalte a importância do “guarda de trânsi­
to” no caso de o semáforo estar quebrado, no controle
do trânsito, nas portas das escolas, etc. Leve para a área
livre da escola carrinhos, velotrol, carrinho de caixa de
papelão e simule uma rua onde todos devem obede­
cer somente ao guarda de trânsito. Convide alguém da
escola para representar o guarda de trânsito, ou você
mesmo poderá fazer esse papel.
3. Use o apito, faça gestos de PARE ou SIGA e mostre
círculos com as cores do semáforo (verde, amarela
ou vermelha) para que as crianças de velotrol, as que
estão com os carrinhos e os pedestres possam observar
a cor e obedecer à ordem:
Vermelho – PARE; amarelo – ATENÇÃO, verde – SIGA.
• A educação para o trânsito deve começar desde cedo.
Muitos dos nossos “pequenos” agem como se fossem
fiscais do trânsito. Você poderá constatar isso na hora
da “rodinha”, quando comentam fatos que acontecem
no dia a dia deles, como: o papai (ou a mamãe) usa o
cinto para dirigir; não pode passar no sinal vermelho; a
gente só pode passar no sinal verde; a gente só pode se
sentar na cadeirinha, etc.
Sergey Novikov / Shutterstock.com
• Leve as crianças para a quadra e monte um pequeno
circuito com marcações no chão. Em pontos estratégicos do
circuito, coloque no chão as placas de trânsito, como “Pare”,
“Siga”, “Vire à esquerda”, etc. Dê a cada criança um volante,
que pode ser confeccionado em E.V.A. ou papel­cartão, e
monte um trânsito com vários “carros”. As crianças devem
seguir o percurso obedecendo às sinalizações do chão e ao
semáforo, que pode ser representado por fichas nas cores
verde, amarela e vermelha. Você pode ficar em algum tre­
cho específico do circuito e trocar as placas de acordo com
o momento. O aluno que infringir alguma regra pode levar
uma multa e ficar uma rodada sem participar do jogo.
Trânsito
150
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Fundamentação
O lúdico no desenvolvimento da criança 
É muito difícil justificar a importância da atividade 
lúdica na criança, no adolescente e nos adultos. Poucos 
são os que reconhecem que brincar e jogar são impor-
tantes para a educação de qualquer pessoa. Se fizésse-
mos a experiência de acompanhar o cotidiano de nossos 
alunos que não fossem submetidos a obrigações pelos 
adultos, cansaríamo-nos de observar o lúdico e encon-
traríamos vários valores embutidos nessas brincadeiras. 
Naquilo que tem de mais rico e pensando na educação 
da criança em sua totalidade, podemos integrar valores 
morais, estéticos, racionais e sociais. 
Na ação escolar, asatividades lúdicas podem ser 
bastante úteis em diversas situações pedagógicas, dado 
o seu caráter motivacional. Imbuídos de ludicidade, 
conteúdos de Matemática, Português, entre outras disci-
plinas, podem ser melhor dirigidos. É possível brincar de 
pular corda e aprender Português, desde que a aprendi-
zagem da língua não seja o único objetivo, mas que as 
coordenações de espaço e tempo, as relações sociais, a 
diversão, alegria, entre outras coisas tenham semelhan-
te grau de importância. 
É interessante atentar como as crianças repetem vá-
rias vezes certos gestos, geralmente aqueles que acaba-
ram de aprender, sentindo prazer em fazê-lo. Acontece 
que dificilmente consideramos que o ato de aprender 
não se extingue quando dominamos as dificuldades que 
se apresentam nas situações novas. Não basta assimilar 
algo novo, como uma operação matemática. A aprendi-
zagem acontece em seguida, pois o que se aprende não 
pode ser esquecido, e só há um meio para isto: conti-
nuar a praticar, ou praticar constantemente. 
É muito bom entregar-se à brincadeira, a algo que já 
estão assimilando, basta se deixar levar, usufruindo do 
prazer que toda a ação coordenada confere; coordena-
ção esta que, se não for exercitada, atrofia-se. 
Alguma coisa aprendida, se deixada de lado, sem 
exercício, é esquecida. 
Pensando na evolução humana, durante milhões de 
anos, evoluímos para um estado em que nos tornamos 
bípedes. Com as necessidades cotidianas, desenvolve-
mos, enquanto espécie, órgãos e coordenações para 
nos locomovermos. Hoje, devido à vida moderna, dimi-
nuímos ainda mais nossas locomoções, podendo sofrer 
sérios danos decorrentes da inatividade, já que estamos 
contrariando a natureza. Pensem na escola. Quantas 
horas os alunos passam sentados em cadeiras não ade-
quadas ao seu tamanho, ou promovendo uma posição 
incorreta para a coluna, e ali ficam, sem atividade física 
alguma (muitas vezes, até sem atividade oral, só deven-
do copiar)? 
A criança que passa pelo processo de estar sempre 
utilizando seu aprendizado, principalmente quando 
falamos em regras de brincadeiras, sente-se forte para 
tentar um passo adiante, o desafio de aprender algo 
novo. É assim que concretizamos o processo de aprendi-
zagem, utilizando o conhecimento já internalizado para 
aprender o novo, fazendo suas próprias relações. 
ROSA, Adriana (org.). Lúdico & alfabetização. Curitiba: Juruá, 2011. 
Samuel Borges Photography / Shutterstock.com
151
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03ET06)
Relatar fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento, a história dos seus familiares e da sua 
comunidade.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Meios de
comunicação
I – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
II – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
III – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Compreender as mais diversas
situações em que utilizamos os
meios de comunicação.
• Identificar e valorizar os meios
de comunicação utilizados no dia
a dia.
• Preservar os meios de comu-
nicação disponíveis na vivência
cotidiana.
• Pintar figuras de diversos
meios de comunicação
existentes.
• Participar de atividades
lúdicas relacionadas aos
meios de comunicação
apresentados, como músicas
e brincadeiras.
• Observar e identificar, nas
cenas, qual meio de comu-
nicação está sendo utilizado.
28ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
152
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Grade semanal
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Meios de comunicação – pági-
nas 81 e 82
Orientação didática:
• Construa, junto com as crianças, cartazes com os 
mais variados meios de comunicação. É interessante 
trabalhar com as crianças as diversas normas que elas 
devem respeitar para que a comunicação não seja gros-
seira com o interlocutor.
Reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
1o dia
Natureza e Sociedade: Meios de comunicação – páginas 
79 e 80
Orientação didática:
• Faça dois celulares cobrindo caixinhas retan gulares finas 
com papel contact decorativo, ou, então, com tinta em 
spray de cor viva. Faça um buraco na parte de cima para 
o ouvido e outro na parte de baixo para a boca, ambos do 
mesmo lado. Depois, vá para um canto da sala e uma das 
crianças para o outro e simulem uma ligação/conversa por 
celular.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
a
153
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BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03EO06) 
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de vida.
BNCC
(EI03EO06)
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de 
vida. 
(EI03ET06)
Relatar fatos importantes 
sobre seu nascimento 
e desenvolvimento, a 
história dos seus familia-
res e da sua comunidade.
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79
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BNCC
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03EO06) 
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de vida.
82
BNCC
(EI03ET06) 
Relatar fatos importantes 
sobre seu nascimento 
e desenvolvimento, a 
história dos seus familia-
res e da sua comunidade.
(EI03EO06) 
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de vida.
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155
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Orientações didáticas
• Pesquise sobre a evolução dos meios de comunica-
ção. Imprima algumas imagens da evolução do te-
lefone e leve para a sala de aula para que os alunos
conheçam e comparem as diferenças dos modelos
antigos para os atuais.
• Aproveite a hora da novidade e leve, como surpresa,
um telefone de brinquedo e um rádio. Converse sobre os
diversos meios de comunicação, como telefone, tele-
visão, rádio, jornais, revistas, cartas e explique-lhes a
importância desses meios para o ser humano.
• Faça um cartaz com os meios de comunicação mais
utilizados pelas crianças. Depois, cole o cartaz na lousa
e peça às crianças que falem o nome dos meios de
comunicação selecionados.
• Converse, com as crianças, sobre os cuidados que
devemos ter, atualmente, com a exposição das nossas
imagens nas redes sociais em relação ao contato com
pessoas estranhas.
• Realize atividades de pesquisa, colagem, desenho e
pintura envolvendo os meios de comunicação.
• Elabore uma historinha interessante para as crianças,
comunicando uma notícia para a turma, por exemplo:
pode ser um convite para uma exposição na escola; um
aviso sobre uma “campanha” que a escola fará, etc.
• Confeccione um jornal com os acontecimentos da
semana na turma. É interessante tirar fotos das crianças
realizando as atividades diárias, por exemplo, e colá-las
na folha que corresponde ao jornal. Manter um jornal 
sobre a própria turma é interessante. 
• Trabalhe, com as crianças, a temporalidade dos meios
de comunicação. É interessante pesquisar imagens dos
meios de comunicação quando foram criados. Assim,
as crianças deverão compreender a evolução pela qual
passou cada um dos meios de comunicação.
• Reforce a noção de meios de comunicação, solicitan-
do aos alunos que expliquem o uso de cada um deles.
Pergunte: “Qual é o meio de comunicação em que
vemos as imagense ouvimos o som?”; “Qual é o que só
transmite o som?”; “Em que meio de comunicação nós
ouvimos o som e podemos falar com a pessoa que está
no outro lado?”; “Quais são os meios de comunicação
que não produzem som?”.
• Estimule conversas, avisos e apresentações espon-
tâneas na “televisão” da sala, no “microfone” ou no
“telefone”, confeccionados com material de fácil
aquisição: uma caixa grande de papelão, com uma
abertura, serve de “televisão”; um cabo de vassoura,
com uma tampa de lata bem presa numa extremidade,
é o “microfone”; duas latas pequenas vazias, ligadas
por um fio, é o “telefone”.
• Explique aos alunos que as pessoas podem se co-
municar com as outras por meio da conversa pessoal
e dos meios de comunicação. Fale sobre os meios de
comunicação (telefone, rádio, televisão, jornal, revista)
e explique o uso deles.
Fotos: urfin / Shutterstock.com; sveta, Richard Villalon / stock.adobe.com
Meios de comunicação
156
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Fundamentação
Ideias para trabalhar os campos de experiências da BNCC 
O eu, o outro e o nós 
• Desenvolvimento da autonomia para brincar, para
afazeres, para as necessidades, para guardar pertences,
para saber o que é seu e o que não é.
• Reconhecimento do próprio nome (ao ouvir, ao ler,
ao dizer).
• Autoconhecimento, autorrespeito, identidade.
• Entendimento de que o outro é semelhante, mas não é
você, entendendo que tem desejos próprios e sentimen­
tos diferentes ou iguais (cada um no seu quadrado).
• Respeito, amor, proteção, cuidado de si mesmo e dos
outros.
• Brincadeiras que estimulem habilidades individuais de
percepção da criança enquanto uma das partes da sala
de aula.
• Brincadeiras que estimulem habilidades e superação
da criança com ela mesma.
• Atividades que permitam à criança superar o coitadis­
mo: ‘‘Ah!! Não consigo!” ou “Ahhh! Nem tentei porque é
muito fácil’’.
• Envolvimento que promova a percepção de quem sou
eu, do que eu gosto, de como eu faço, de quando eu
estou bem e do que acontece quando não estou bem.
• Reflexões que levem a criança a pensar como ela se
comportaria nos diferentes momentos.
• Atividades que permitam à criança ter ideia de sua
base, sua família, sua cultura.
• Momentos em que a criança possa valorizar o eu e
suas características individuais, para promover a auto­
confiança e autoaceitação.
• Conversas em que a criança possa “ver” o eu dentro de
uma história, uma vivência, uma situação.
• Atividade e brincadeira que demonstrem que o “eu” é
um ser pensante, ativo, capaz de transformar sua reali­
dade, seu espaço e seus sentimentos.
• Momentos em que a criança perceba que o outro pode
ser um amigo ou pode ser um pássaro, um cachorrinho,
a mãe, o pai, a professora, a sociedade, o ambiente, a
natureza, o planeta.
• Promoção da consciência de que tudo é baseado nas
relações interpessoais.
• Ajuda para a criança perceber que a maneira como
você trata o outro, volta para você (o que se planta se
colhe!)
• A lei da reciprocidade: gentileza gera gentileza!
• Todas essas percepções e aprendizagens em relação
ao outro e ao nós.
• As atividades referentes às Ciências Humanas (História
e Geografia).
FORNACIARI, Guaciara. Ideias para trabalhar os campos de experiências da 
BNCC. Doutora Escola. Disponível em: http://doutoraescola.com.br/material/
Ideias_para_trabalhar_os_campos_de_experiencias.pdf. Acesso: 15 dez. 2022. 
157
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03TS02)
Expressar­se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidi­
mensionais e tridimensionais. 
(EI03CG01)
Criar com o corpo formas diversificadas de expressão de sentimentos, sensações e emoções, tanto nas situações 
do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, teatro, música.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Dia dos Pais – 2o
domingo de agosto
I – CORPO, GESTOS E 
MOVIMENTOS
II – TRAÇOS, SONS, 
CORES E FORMAS.
• Reconhecer a importância do
Dia dos Pais.
• Identificar o 2o domingo de
agosto como o Dia dos Pais.
• Valorizar a convivência com o
pai ou pessoas que exercem a
função paterna.
• Apreciar os momentos de
homenagem aos pais, como
demonstração de afeto.
• Envolver­se nas atividades
propostas para a comemo­
ração do Dia dos Pais.
• Confeccionar cartões para
homenagear os pais.
• Pintar gravatas para entre­
gar de lembrança aos pais.
29ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
158
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Grade semanal
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem 
e Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Dia dos Pais – 2o domingo de 
agosto 
Orientação didática:
• Brincando com os pais: Organize, junto às crianças, vá-
rias atividades recreativas para que elas brinquem com
seus pais. Se possível, promova, também, um lanche
coletivo.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
1o dia
Natureza e Sociedade: Dia dos Pais – 2o domingo de 
agosto – página 83 
Orientação didática:
• Durante o planejamento e a preparação das atividades a
serem feitas em comemoração ao Dia dos Pais, as crianças
deverão identificar e ser alertadas a respeito dos cuidados
necessários para que ninguém se machuque ao longo da
realização das atividades.
• Construa, com os alunos, um mural para homenagear os
pais com a seguinte frase: “Pai, você é meu herói”. Sele-
cione imagens de vários heróis e substitua os rostos deles
pelos rostos do pais das crianças.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
a
159
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Orientações didáticas
• Solicite às crianças que tragam de casa uma foto do
pai ou do responsável para construção de um mural.
• Confeccione, com as crianças, um cartão para os
pais, utilizando papel colorido.
• Construa, com os alunos, uma viseira para homena-
gear os pais com a seguinte frase: “Pai, você não sai
da minha cabeça”.
BNCC
(EI03TS02) 
Expressar-se livremente 
por meio de desenho, 
pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando 
produções bidimensio-
nais e tridimensionais. 
(EI03CG01)
Criar com o corpo 
formas diversifica-
das de expressão de 
sentimentos, sensações 
e emoções, tanto nas 
situações do cotidiano 
quanto em brincadeiras, 
dança, teatro, música.
83
• Peça aos alunos que pesquisem, em revistas, figu-
ras para representar o presente dos pais.
• Faça a impressão do dedinho indicador das crian-
ças várias vezes no desenho de uma gravata.
• Liste, com as crianças, o nome de todos os pais
dos alunos da turma.
• Proponha uma pesquisa em revistas para que as
crianças possam procurar homens que se pareçam
com seus pais.
Dia dos Pais – 2º domingo de 
agosto 
160
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Cartão
Materiais: folhas de sulfite tamanho A4; folhas de re-
vistas; selos de 1 centavo; envelope; esponja de cozinha; 
lápis de cor; 1 tira de 15 x 6 cm de cartolina amarela; 
canetinhas coloridas; tesoura com ponta arredondada; 
cola branca.
1. Desenhe um coração com 12,5 x 9 cm, em uma folha
de revista, e recorte-o. Use esse molde para fazer a
quantidade de corações correspondente ao número de
alunos da classe. Entregue um para cada criança, acom-
panhado de uma folha de sulfite. Peça que elas dobrem
a folha ao meio e colem-na na posição horizontal, com
a dobra para cima. Em seguida, oriente-as a centralizar
o coração sobre a folha dobrada e segurá-lo com uma
das mãos. Com a outra, vão passar o lado mais áspero
da esponja sobre a borda do recorte de revista. Isso vai
fazer com que a cor do papel impresso seja transferida
para o sulfite.
2. Peçaà criança que faça um desenho homenageando
o papai do lado do sulfite dobrado.
3. Entregue um envelope a cada aluno. Solicite que
dobrem os cartões feitos anteriormente e os coloquem
dentro dos envelopes. Oriente as crianças a preenche-
rem os envelopes com as informações colhidas em
casa, como nome da rua, número da casa, bairro, cidade
e CEP. Em seguida, entregue um selo para cada uma e
solicite que colem no local correto.
Revista Projetos Escolares Educação Infantil. São Paulo: On Line, ano 1, n. 4.
Cartinha para o papai
Como fazer
1. Escreva, em um papel-ofício, o nome da criança e do
pai dela. Faça fichas com as letras dos nomes e peça às
crianças que formem os nomes.
2. Se necessário, auxilie as crianças a encontrarem as
letras dos nomes.
3. Entregue os envelopes e peça às crianças que colem
o nome do pai na frente do envelope e o dela, no verso.
Depois, peça-lhes que coloquem os desenhos dentro do
envelope.
4. As crianças devem presentear os pais com as cartas
no Dia dos Pais.
Dia dos Pais
Um passarinho
me acordou cedinho
cantando lindo
que nem rouxinol.
E o céu sorrindo
azul, azul, limpinho
abriu caminho
pra passar o Sol
[...]
Amigo velho,
eu queria falar,
meu velho amigo,
foi tão bom te encontrar.
Amigo velho,
eu te amo demais.
Meu velho amigo,
todo dia é dos pais
[...]
Super-herói, também
Tarzan e o Zorro
e o pererê não vai poder 
mancar.
Vai ter pelada
e muita brincadeira.
Toda alegria vem nos visitar.
Queria tanto,
que esta festa inteira
fosse um presente
pra poder te dar.
[....]
TURMA DO BALÃO MÁGICO. Álbum: A 
Turma do Balão Mágico. Rio de Janeiro: 
CBS, 1984.
161
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO06)
Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida.
(EI03TS02)
Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidi-
mensionais e tridimensionais.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Dia do Folclore – 22
de agosto
 I – TRAÇOS, SONS, 
CORES E FORMAS
II – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
• Classificar os movimentos
folclóricos comemorados em sua
comunidade.
• Respeitar as comemorações do
Dia do Folclore.
• Compreender a importância do
folclore para a construção da
identidade pessoal.
• Coletar informações folcló-
ricas preestabelecidas pelo
educador.
• Confeccionar, com ajuda,
um cartaz ilustrativo com os
personagens das lendas e os
mitos do folclore brasileiro.
• Representar, de forma
criativa, um personagem da
lenda brasileira.
30ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
162
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Grade semanal
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Dia do Folclore – 22 de agosto 
Orientação didática:
• Conte a lenda e construa máscaras e gorros do Saci-
-Pererê para as crianças. Depois, coloque uma música
do Saci-Pererê para as crianças ouvirem e fazerem os
movimentos do personagem.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
1o dia
Natureza e Sociedade: Dia do Folclore – 22 de agosto – 
página 84
Orientação didática:
• Escolha e conte histórias que fazem parte do nosso fol-
clore. Se possível, escolha aquelas cujas ilustrações fazem
parte do livro do estudante. Depois, solicite aos alunos que
descrevam do que mais gostaram.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
a
163
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• Apresente imagens de danças típicas.
• Cante cantigas de roda com as crianças.
• Leve as crianças para um local descontraído da escola,
como o jardim, a quadra, o pátio ou outro de sua pre-
ferência. Peça que elas formem uma roda e cantem as
cantigas de rodas que conhecem, resgatando as músicas
presentes na memória infantil.
• Trabalhe, com as crianças, uma parlenda, sugestão:
Orientações didáticas
84
BNCC 
(EI03EO06)
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de vida. 
(EI03TS02) 
Expressar-se livremente 
por meio de desenho, 
pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando 
produções bidimensio-
nais e tridimensionais.
Hoje é domingo, pede cachimbo 
Hoje é domingo, 
pede cachimbo. 
O cachimbo é de barro, 
bate no jarro. 
O jarro é de ouro, 
bate no touro. 
O touro é valente, 
bate na gente. 
A gente e fraco, 
cai no buraco. 
O buraco é fundo, 
acabou-se o mundo.
Domínio público
Dia do Folclore – 22 de agosto 
164
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Boi-Bumbá Boto Cor-de-Rosa
Materiais: silhueta do boi (Internet); lápis de cor; 
tesoura com ponta arredondada; palito de sorvete; 
cola colorida com glitter; lã colorida; cola branca. 
1. Tire a quantidade de
cópias correspondente à
quantidade de alunos da
classe. Distribua a gravura
do boi, uma para cada
criança. Em seguida, peça
que pintem a figura usan-
do os lápis de cor.
2. Estimule as crianças a
darem o acabamento final
à ilustração com a cola
colorida e, depois disso,
recortem a figura do boi.
3. Para fazer o rabinho do
animal, as crianças devem
colar fios de lã coloridos.
Por fim, o palito de sorve-
te deve ser colado, na ver-
tical, atrás da ilustração.
Colocando em prática
Surgira que os alunos contem uma história 
usando as ilustrações pintadas por eles.
Materiais: molde do Boto (Internet); papel crepom 
cor-de-rosa; lápis de cor; cola branca.
Colocando em prática
Tire uma quantidade de cópias correspondente ao 
número de alunos da classe. Distribua uma cópia 
para cada criança. Oriente-as a rasgarem peque-
nos pedaços do papel crepom e a amassá-los, 
formando bolinhas. Em seguida, devem colar as 
bolinhas no contorno e dentro do desenho do boto. 
Por fim, com o lápis de cor, os alunos podem de-
senhar o rio e a floresta ao redor do personagem, 
caracterizando, assim, o seu habitat. Tire, também, 
uma cópia ampliada do molde e faça a atividade 
com uma única ilustração e toda a sala ou escola 
junta. Exponha o material.
Revista Projetos Escolares Educação Infantil. São Paulo: On Line, ano 1, 
n. 4.
Revista Projetos Escolares Educação Infantil. São Paulo: On Line, ano 1, 
n. 4.
165
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Fundamentação
Ideias para trabalhar os campos de experiências da BNCC
Corpo, gestos e movimentos
• Todas as atividades de Educação Física — jogos
de colaboração, competição, cooperação, coletivos,
individuais.
• Atividades para o desenvolvimento da psicomotrici-
dade: esquema corporal, equilíbrio, lateralidade, ritmo,
organização espaço-temporal, motricidade fina, ima-
gem corporal, tônus, coordenação global ou motricida-
de ampla.
• Correr, andar, pular, dançar, arrastar, engatinhar,
sentar, virar cambalhota, mexer cabeça, mexer tron-
co, movimentar braços, movimentar, apenas, as mãos,
movimento de pinça, movimentar dedos, movimentar
pernas, mexer pés, mexer, apenas, dedos dos pés.
• Andar igual ao caranguejo, nadar igual à baleia, imitar
a foca, ser uma joaninha com asinhas pequenas, ficar
igual à tartaruga de cabeça para baixo...
• Brincadeiras de mímica, imitação, caras e bocas, ca-
retas, na frente do espelho ou o outro aluno sendo seu
espelho.
• Estátua, adivinha o que eu sou (sem falar, só com
gestos), vivo ou morto.
• Autoconhecimento do funcionamento do corpo: “O que
faz bem para o meu corpo?”, “O que eu como e passo
mal?”, “Como me sinto quando como muito chocola-
te?”, “Comer açúcar me deixa agitado com vontade de
subir na parede (muita bala, sucos de caixinha, bolacha
recheada).”
• Crianças intolerantes ao glúten, à lactose, à caseína —
porque o corpo delas não aceita esses alimentos? Por
que temos alergias?
• Por queficamos doentes? Por que temos febre? Como
posso cuidar do meu corpo quando estou doente?
• Como posso evitar que meu corpo fique doente?
• Por que o pernilongo morde e coça tanto? Como cuidar
para que não pegue dengue? Como cuido do meu corpo
para evitar picadas?
• Como posso dormir melhor? O que eu preciso para que
meu corpo relaxe? Como eu cresço? Que hormônio me
faz dormir?
• Alimentação saudável: alimentos coloridos e o que
cada alimento faz com meu corpo.
• Como meu intestino funciona? Como meu estômago,
cérebro e ouvido funcionam?
• Por que meu corpo precisa de água? Quanto de água
tenho que tomar?
• Higiene: mãos, pés, unhas, corpo, cabelo, dentes,
língua.
• Higiene dos estímulos para os olhos, ouvidos e para o
corpo. Uso excessivo do celular atrapalha o funciona-
mento dos hormônios do sono. Uso excessivo de música
alta ou uso de fone atrapalha o funcionamento dos ou-
vidos e pode levar à surdez. As brincadeiras de pular, de
correr e de se jogar no sofá, à noite, podem tirar o sono.
• Brincadeiras perigosas para o meu corpo — mexer
no fogo, janelas altas, subir em pias, vasos sanitá-
rios e tanque.
• Tomar remédios escondido faz meu corpo adoecer.
• Uso excessivo de maquiagem, perfumes, esmaltes para
crianças faz mal à saúde e pode causar alergias.
• Todo o trabalho com os órgãos do sentido: visão,
audição, olfato, paladar, tato e mais um órgão sensorial
muito importante que é o labirinto, órgão responsável
pelo equilíbrio.
FORNACIARI, Guaciara. Ideias para trabalhar os campos de experiências da 
BNCC. Doutora Escola. Disponível em: http://doutoraescola.com.br/material/
Ideias_para_trabalhar_os_campos_de_experiencias.pdf. Acesso: 15 dez. 2022. 
166
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O que vamos estudar:
• Os seres vivos
• Os animais
• Os animais e suas
utilidades
• Plantas
• Água
• Dia das Crianças –
12 de outubro
• Dia do Professor –
15 de outubro
• Dia da Bandeira –
19 de novembro
• Dia Nacional de Zumbi
e da Consciência Negra
– 20 de novembro
• Tempo
• Natal – 25 de dezembro
167
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03TS02)
Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidi-
mensionais e tridimensionais.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, sua 
conservação.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Os seres vivos I – ESPAÇOS, 
TEMPOS, QUANTI-
DADES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – TRAÇOS, SONS, 
CORES E FORMAS
III – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Reconhecer a diversidade dos 
seres vivos existentes no meio 
ambiente.
• Compreender como os seres 
vivos se relacionam.
• Identificar os seres vivos 
presentes no meio ambiente e 
saber explicar as semelhanças e 
diferenças existentes entre eles.
• Pesquisar, com ajuda, 
a diversidade dos seres 
vivos existentes no meio 
ambiente.
• Demonstrar as formas de 
reprodução dos seres vivos 
por meio de exercícios em 
sala de aula.
• Desenhar e nomear os seres 
vivos presentes na natureza.
31ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
168
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Os seres vivos – página 86
Orientação didática:
• Selecione imagens de vários seres vivos: pessoas (de
várias idades), plantas e animais (terrestres, aquáticos e
aéreos) para amostragem e conhecimento das crianças.
Depois, com essas imagens, monte um quebra-cabeça.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Os seres vivos – página 87
Orientação didática:
• Pergunte às crianças quem já foi a um zoo lógico ou à
outra área verde, como um sítio e um parque, e ques-
tione o que viram e do que mais gostaram. Depois, peça
que se expressem por meio de desenhos.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
169
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BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
87
BNCC
(EI03TS02)
Expressar-se livremente 
por meio de desenho, 
pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando 
produções bidimensio-
nais e tridimensionais.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
86
170
FC_ME_NAT 4I_UN 4.indd 170FC_ME_NAT 4I_UN 4.indd 170 16/02/2023 09:37:4716/02/2023 09:37:47
Orientações didáticas
• Monte uma exposição, na sala de aula, com animais de
brinquedo, plantas naturais e objetos comuns. Convide
os alunos das outras salas de aula para visitação.
• Traga para a escola duas caixas vazias e escreva em
uma “Seres vivos” e, na outra “Elementos não vivos”.
Procure e organize, com as crianças, objetos ou figuras
que representem seres vivos. Essa caixa deve permane-
cer na sala de aula como material de apoio.
• Promova uma brincadeira intitulada Ser vivo e Ele-
mento não vivo. Distribua fichas com figuras de seres
vivos e elementos não vivos pela sala. Depois, entre-
gue às crianças cartelas de papel com as inscrições:
Elemento não vivo / Ser vivo. Solicite-lhes que, usan-
do fita adesiva, colem as cartelas abaixo das figuras
correspondentes.
• Providencie massa de modelar, palitos de picolé, de
churrasco e papéis para que as crianças possam criar
elementos que representem seres vivos e elementos não
vivos. Depois, monte uma maquete e faça uma exposição.
• Converse, com os alunos, sobre a importância dos
seres vivos.
• Converse, com os educandos, sobre o ciclo de vida
dos seres vivos. Explique-lhes que, um dia, eles foram
bebês (agora estão crescendo), as plantas também
têm os seus bebês — são os brotinhos e os animais
também, que são os filhotes. Com o passar do tempo,
crescem e se desenvolvem. Deixe-os livres para fazer
perguntas e inferências.
• Demonstre, por meio de figuras, os ambientes em que
alguns seres vivos residem. Depois, solicite aos alunos
que descrevam o que compreenderam das imagens.
Anan Kaewkhammul / Shutterstock.com
Os seres vivos
• Dê para a criança uma planta, ensine-a a regar, a fo-
far a terra, mostre-lhe a importância e a ternura que
se abriga no ato de “cuidar”. Cobre da criança, vez por
outra, esse cuidado sempre sem excessos. “Como é?
Hoje não é dia de regar nossa planta?”.
Faça-a descobrir um broto novo, a transformação das 
cores das folhas. Ensine-a a mudança que existe na 
existência de todo ser vivo. Vez por outra, sugira que 
leve sua plantinha para tomar um pouco de sol, para 
receber a chuva que chega... 
171
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03TS03)
Reconhecer as qualidades do som (intensidade, duração, altura e timbre), utilizando-as em suas produções 
sonoras e ao ouvir músicas e sons.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, 
sua conservação.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Os animais I – TRAÇOS, SONS, 
CORES EFORMAS
II – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDADES, 
RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
III – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Entender as diferenças e
semelhanças das características
dos animais em estudo.
• Identificar os sons produzidos
pelos animais.
• Valorizar as diferentes espécies
de animais.
• Desenhar vários tipos de
animal.
• Realizar atividades de
colagem com gravuras
de animais domésticos,
selvagens e seu hábitat.
• Relacionar os animais às
suas respectivas partes nas
atividades propostas.
32ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
172
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Os animais – páginas 88 e 89
Orientação didática:
• Solicite às crianças que escolham, dentre os conjun-
tos, todos os seres vivos. Dentre os seres vivos, peça-
-lhes que separem, apenas, os animais e distribua a
imagem de um animal diferente para cada criança.
Depois, explique as características desses animais com
riqueza de detalhes: tamanho, cobertura do corpo,
hábitat, alimentação, etc.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Os animais – página 90
Orientação didática: 
• Brinque, com as crianças, fazendo um jogo dos ani-
mais. Você irá dirigir o jogo. Disponha as crianças em
círculo, em pé. Diga o nome de um animal e uma das
ações que ele realiza. Por exemplo: “o gato mia”. As
crianças deverão imitar o animal na atitude falada por
você até que diga um novo animal. Envolva todas as
crianças na brincadeira.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
173
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BNCC
(EI03TS03)
Reconhecer as qualida-
des do som (intensidade, 
duração, altura e timbre), 
utilizando-as em suas 
produções sonoras e ao 
ouvir músicas e sons.
(EI03ET03) 
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03ET03) 
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
89
88
174
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Orientações didáticas
• Apresente, em sala de aula, um trecho do filme Mada-
gascar, despertando, de forma genérica, o interesse dos
alunos pelos animais. Ao final, faça comentários sobre
as diferenças entre as espécies que aparecem no filme.
• Leve uma caixa com imagens de diferentes animais
domésticos e silvestres. Mostre-as, uma a uma, aos
alunos e peça-lhes que tentem identificar que animal
está sendo mostrado.
• Peça aos alunos que façam um desenho de um animal
de sua preferência. Depois, exponha todas as imagens
produzidas e solicite às crianças que digam, pelo me-
nos, uma característica que defina aquele animal.
BNCC
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
90
• Organize uma pescaria, com peixes confeccionados
em E.V.A. ou papel-cartão. Entregue os peixes para
as crianças enfeitá-los e colori-los e, então, coloque
ganchos ou clipes nas extremidades dos peixes para as
crianças pescarem. Depois de pescados, explique que,
há muitos anos, os animais marinhos servem de alimen-
to para as pessoas.
• Proponha uma oficina de arte. Em bandejas de iso-
por, peça às crianças que pintem o mar e um peixinho
usando tinta guache. Depois, façam uma brincadeira
de roda e cantem as canções Se eu fosse um peixinho e
Peixe vivo.
Os animais
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33ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03ET03)
Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, 
sua conservação.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Os animais I – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDADES, 
RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Entender as diferenças e seme-
lhanças das características dos
animais em estudo.
• Identificar os sons produzidos
pelos animais.
• Valorizar as diferentes espécies
de animais.
• Apontar características
físicas da estrutura dos
animais como critérios de
classificação.
• Analisar imagens de ani-
mais de acordo com as
características apresentadas
no corpo.
• Observar o hábitat dos
animais.
176
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Os animais – página 91
Orientação didática:
• Todos os anos, acontece a campanha de vacinação 
contra a raiva, e todos os cães e gatos devem ser vaci-
nados. Explique aos alunos a importância da vacina e 
peça-lhes que confeccionem um material de divulga-
ção, com folhetos e cartazes sobre a campanha da vaci-
nação. Os alunos podem fazer desenhos e colagens com 
recortes de revistas e jornais, e você pode auxiliá-los na 
parte escrita, com informações a respeito da campanha. 
Os cartazes podem ficar expostos em sala de aula, ou 
mesmo no quadro de avisos, e os folhetos podem ser 
entregues pelos alunos às famílias e aos amigos deles, 
como forma de conscientização.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Os animais – página 92
Orientação didática:
• Promova um passeio ao zoológico, aproveite a curiosi-
dade própria da faixa etária e oportunize que as crian-
ças façam perguntas sobre o assunto em estudo.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
177
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BNCC
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
BNCC
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
92
91
178
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Orientações didáticas
• Pesquise, em revistas e jornais, recorte e cole imagens
de animais domésticos, selvagens, úteis e nocivos e
identifique os ambientes adequados à sobrevivência de
cada espécie animal.
• Crie pequenas histórias com desenhos, introduzindo
ruídos e sons produzidos pelos animais, nos momentos
adequados. Depois, estimule as crianças a reproduzi-los.
• Nomeie os animais, com pronúncia e articulação corre-
tas. As crianças ouvirão e repetirão o nome dos animais,
procurando imitá-los.
• Mostre diversas imagens para as crianças e peça-
-lhes que separem em grupos diferentes: os animais, as
pessoas, as frutas e os outros objetos, formando, assim,
diversos conjuntos.
• Elabore cartazes com imagens de diversos animais.No momento da aula, cole-os na lousa e explique para
as crianças as semelhanças e diferenças existentes
entre eles.
• Realize uma atividade de expressão corporal, imitando
alguns animais. Você inicia a atividade imitando um
animal conhecido das crianças e perguntará: “Quem eu
sou?”. As crianças observam, adivinham e imitam você.
A brincadeira segue, enquanto cada criança
perceber o animal do coleguinha e imitá-lo.
• Selecione histórias infantis cujo tema
central seja animais e conte-as utilizando
fantoches, máscaras ou fantasias de animais
para as crianças.
• Trace, no chão, duas linhas afastadas cerca de 3 me-
tros uma da outra. Divida as crianças em dois grupos:
“lobos” e “carneirinhos”. Cada grupo se colocará atrás
de uma linha. O grupo de “lobos” fica de costas para o
grupo de “carneirinhos”.
Ao seu sinal, os carneirinhos saem a caminhar, o mais silen-
ciosamente possível, em direção aos lobos. Quando estive-
rem bem próximos deles, você diz: “Cuidado com os lobos”. 
Estes, então, voltam rapidamente e partem em perseguição 
aos carneirinhos. Os carneirinhos apanhados antes de alcan-
çar a linha original (de onde vieram) passam a ser lobos. Na 
repetição da brincadeira, são invertidos os papéis.
Sugestão 
Antes de proporcionar esta brincadeira, é interessante 
que se explore o que as crianças sabem e se discuta 
sobre esses animais:
• Como são?
• Quem já viu um lobo? Onde?
• Quando? Se viu, o que achou do animalzinho?
• Vamos imitar um lobo?
• Vamos imitar um carneirinho?
LazyFocus / Shutterstock.com
Os animais
179
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Fundamentação
Ao falar de autoestima, fazemos referência a dois 
elementos que se colocam em jogo, gerando sentimentos 
positivos ou negativos:
Auto: de si mesmo 
Estima: valorização
Durante o desenvolvimento da infância, a criança passa 
por numerosas experiências que lhe produzem prazer, 
alegria, satisfação e outras que lhe provocam ansiedade, 
decepção ou estresse. Essas vivências despertam senti-
mentos na criança que a levam a sentir-se mais ou menos 
valorizada, mais ou menos resistente às frustrações, mais 
ou menos forte frente às críticas, ou diante dos próprios 
erros, mais ou menos vulnerável aos erros, mais ou menos 
satisfeita consigo mesma.
Quando esse caminho é positivo, a criança chega 
a sentir que é capaz e merecedora de carinho. Porém, 
nem tudo depende da criança. Ainda que, em suas 
vivências, ela vá conhecendo suas fraquezas e debili-
dades, seu ambiente e todas as suas relações (família, 
docentes, pares) representam um aspecto-chave, já que 
as crianças sentem um constante desejo de impressio-
nar o pai, a mãe, os seus entes queridos, o professor e 
seus amiguinhos, porque, dessa maneira, confirmam a 
sua aceitação e sua valorização.
No intuito de sentirem-se capazes, aceitos e queridos, 
os adultos podem atuar, de forma correta, se colocarem 
as crianças diante de situações que estejam ao alcance de 
suas possibilidades; dessa maneira, os obstáculos deixam 
de ser dificuldades para serem tomados como desafios. É 
neste ponto que a autoestima favorece um caminho po-
sitivo. Mesmo quando não se ganhe em uma competição, 
sentir que foi importante estar ali e contar com o apoio de 
entes queridos permite uma vivência positiva.
Porém, também podemos atuar negativamente sem a 
intenção de fazê-lo. Para evitar danos, é necessário conhe-
cer as atitudes que levam a consequências não desejadas:
• Exigir, em excesso, leva a criança à
insegurança e à falta de confiança em si
mesma.
• Impor produz medo e retraimento, por
isso aumenta o conflito.
• Superproteger cria dependência e
incapacidade; a criança pode sentir
o afeto, porém, nunca se sentirá capaz
ou útil.
Autoestima nas crianças
Adriana Marinsalta
pololia / stock.adobe.com
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foto
• Sentem-se desanimados.
• Colaboram pouco.
• Fazem birras.
• Mostram-se irritados e impulsivos.
• Sentem-se inferiores e derrotados.
• Culpam os outros.
• Não veem seus próprios méritos.
• Temem equivocar-se.
• Desejam ser como outros.
• Enganam ou mentem.
• Têm poucos amigos.
• Respeitar as individualidades, pois cada aluno possui o
seu ritmo.
• Avaliar o esforço diante da execução ou resultados.
• Ouvir os alunos e os pais quando chegam à escola; o
que lhes acontece influi em sua forma de atuar.
• Oferecer opiniões positivas e afeto sem deixar de
colocar limites que se possam cumprir.
• Transmitir segurança e proteção aos alunos para que
possam esboçar dúvidas e temores.
Compreender e atuar sobre os comportamentos problemáticos é parte do que podemos fazer para favorecer o 
desenvolvimento de uma autoestima positiva.
MARINSALTA, Adriana. Autoestima nas crianças. 
Disponível em: http://educacaoinfantilummundoadescobrir.blogspot.com.br/2011/05/ autoestima-nas-criancas.html. Acesso em: 25 jul. 2016.
• Favorecer a atitude reparadora, refazer o que não
saiu como se esperava; aprende-se com os acertos e
também com os erros.
• Demonstrar confiança e sustentar a motivação.
• Gerar expectativas que não superem o desenvolvi-
mento da criança.
• Proporcionar situações em que os alunos tenham que
decidir, resolver e controlar sua própria conduta.
• Caso persista o comportamento negativo, encaminhar
para uma avaliação com um profissional idôneo.
Indicadores de baixa autoestima 
O que fazer no papel do professor?
Li
fe
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to
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Sh
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34ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03ET03)
Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, 
sua conservação.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Os animais e suas 
utilidades
I – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Identificar os tipos de animal 
presentes na natureza.
• Reconhecer a relação entre o 
espaço de vivência e o animal 
correspondente.
• Perceber a importância dos 
animais e sua utilidade para o 
ser humano.
• Realizar atividades de 
colagem com figuras de 
animais diversos.
• Desenhar e pintar animais 
de estimação.
• Confeccionar um cartaz, 
falando sobre a utilidade de 
alguns animais para o ser 
humano.
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Os animais e suas utilidades – 
páginas 93 e 94
Orientação didática:
• Organize as crianças em círculo e peça a elas que
imitem o galo e a galinha — andar e correr com o peito
para frente, bater lateralmente os braços como se
fossem asas e falar: có – có – có – có !. Faça a mesma
coisa com outros animais, como a ovelha, a abelha, o
porco, a vaca, etc.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Os animais e suas utilidades – 
página 95
Orientação didática:
• Peça às crianças que procurem imagens de animais de
grande, pequeno e médio porte, em revistas, e, em se-
guida, colem-nas numa cartolina a partir das utilidades
de cada um, sob a sua orientação, e ajude-as.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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BNCC
(EI03ET03) 
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
(EI03CG05) 
Coordenarsuas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
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93
BNCC
(EI03ET03) 
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
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Orientações didáticas
• Confeccione, com as crianças, um mural dos animais.
• Peça às crianças que procurem, em revistas, animais
domésticos e selvagens. Para agilizar o trabalho, solici-
te, também, ao pessoal de casa que ajude as crianças a
encontrar gravuras.
• Divida o mural em duas colunas e coloque os seguin-
tes títulos: Animais selvagens/animais domésticos.
• Peça às crianças que colem as gravuras dos animais
na coluna correspondente.
• Pergunte às crianças as características de cada animal
do mural (revestimento do corpo, como se alimentam,
como se locomovem, etc.) e escreva no mural.
• Converse, com as crianças, sobre a necessidade de
cuidarmos bem dos nossos animais. Faça, junto com as
crianças, uma lista de animais que estão presentes em
nossa alimentação.
• Agrupe os animais domésticos, os de granja, os da
floresta, etc.
• Solicite aos alunos que mencionem alguns animais
presentes no seu contexto familiar. Em seguida, peça-
-lhes que descrevam algumas características físicas que
os diferenciam.
Mural dos animais
Os animais e suas utilidades
BNCC
(EI03ET03) 
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
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Fundamentação
O professor Pardal gostava muito do Huguinho, do 
Zezinho e do Luizinho e queria fazê-los felizes. Inventou, 
então, brinquedos que davam certo sempre: uma pipa 
que voava sempre, um pião que rodava sempre e um 
taco de beisebol que acertava sempre na bola.
Os três patinhos ficaram felicíssimos ao receber 
os presentes e se puseram logo a brincar com seus 
brinquedos que funcionavam sempre. Mas a alegria 
durou pouco.
Veio logo o enfado. Porque não existe nada mais 
sem graça que um brinquedo que dá certo sempre. Brin-
quedo, para ser brinquedo, tem de ser um desafio. Um 
brinquedo é um objeto que, olhando para mim, me diz: 
“Veja se você pode comigo!”.
O brinquedo me põe à prova. Testa as minhas habili-
dades. Qual é a graça de armar um quebra-cabeças de 
24 peças? Pode ser desafio para uma criança de 3 anos, 
mas não para mim. Já um quebra-cabeças de 500 peças 
é um desafio. Eu quero juntar as suas peças! E, para isso, 
sou capaz de gastar meus olhos, meu tempo, minha 
inteligência, meu sono.
Qualquer coisa pode ser um brinquedo. Não é preciso 
que seja comprado em lojas. Na verdade, muitos dos 
brinquedos que se vendem em lojas não são brinquedos 
precisamente por não oferecerem desafio algum.
Que desafio existe numa boneca que fala quando se 
aperta a sua barriga? Que desafio existe num carrinho 
que anda ao se apertar um botão? Como os brinquedos 
do professor Pardal, eles logo perdem a graça. Mas um 
cabo de vassoura vira um brinquedo se ele faz um desa-
fio: “Vamos, equilibre-me em sua testa!”.
Quando eu era menino, eu e meus amigos fa-
zíamos competições para saber quem era capaz de 
equilibrar um cabo de vassoura na testa por mais 
tempo. O mesmo acontece com uma corda no mo-
mento em que ela deixa de ser coisa para se amar-
rar e passa a ser coisa de se pular. Laranjas podem 
ser brinquedos? Meu pai era um mestre em descas-
car laranjas sem arrebentar a casca e sem ferir a 
laranja. Para o meu pai, a laranja e o canivete eram 
brinquedos. Eu olhava para ele e tinha inveja. Assim, 
tratei de aprender.
É brincando que se aprende
Rubem Alves
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E, ainda hoje, quando vou descascar uma laranja, ela 
vira brinquedo em minhas mãos ao me desafiar: “Vamos 
ver se você é capaz de tirar a minha casca sem me ferir 
e sem deixar que ela arrebente”.
Para um alpinista, a Aconcágua é um brinquedo: é 
um desafio a ser vencido. Mas um morrinho baixo não é 
brinquedo porque é muito fácil; não é desafio. Ao esca-
lar a Aconcágua, ele está medindo forças com a mon-
tanha ameaçadora. Pelo desafio dos picos, os alpinistas 
arriscam as suas vidas, e muitos morrem. Parodiando o 
Riobaldo: “Brincar é muito perigoso.”.
Há brinquedos que são desafios ao corpo, à sua 
força, à habilidade, à paciência.
E há brinquedos que são desafios à inteligência. 
A inteligência gosta de brincar. Brincando, ela salta e 
fica mais inteligente ainda. Brinquedo é tônico para a 
inteligência. Mas se ela tem de fazer coisas que não são 
desafios, ela fica preguiçosa e emburrecida.
Todo conhecimento científico começa com um desa-
fio: um enigma a ser decifrado! A natureza desafia: “Veja 
se você me decifra!”. E aí os olhos e a inteligência do 
cientista se põem a trabalhar para decifrar o enigma. 
Assim aconteceu com Kepler, cuja inteligência brincava 
com o movimento dos planetas.
Assim aconteceu com Galileu, que, ao observar a 
natureza, tinha a suspeita de que ela falava uma lingua-
gem que ele não entendia. Pôs-se, então, a observar e 
a pensar (ciência se faz com essas duas coisas, olho e 
cérebro!) até decifrar o enigma: a natureza fala a lingua-
gem da matemática! E, até hoje, os cientistas continuam a 
brincar com o mesmo brinquedo descoberto por Galileu.
Aconteceu assim também com um monge chamado 
Mendel. No seu mosteiro, havia uma horta onde cresciam 
ervilhas. Os outros monges, vendo as ervilhas, pensavam 
em sopa. Mas Mendel percebeu que elas escondiam um 
segredo. E ele tanto fez que acabou por descobrir o segre-
do que nos revelou o incrível mundo da genética. E não é 
esse mesmo jogo que faz a criança que está começando a 
aprender a ler? Ela olha para as letras — ervilhas — e ten-
ta decifrar a palavra que elas formam. Tudo é brinquedo!
Congressos de Educação: a gente pensa logo em 
professores, psicólogos, papers científicos, filósofos, etc. 
Estive em um, na Itália, diferente, onde havia muitas 
crianças.
E também uma oficina em que um mestre ensinava 
às crianças a arte de fazer brinquedos. Um deles era um 
par de pregos grandes, tortos, entrelaçados, que, se a 
gente for inteligente, consegue separar.
Gastei uns bons dez minutos lutando com os pregos, 
absorvido, inutilmente.
De repente, perguntei-me: “Por que eu estou assim, 
gastando o meu tempo com um par de pregos?”. 
Eu lutava com os pregos pelo desafio. Eu queria 
provar que eu podia com eles. Repentinamente, percebi 
que a primeira tarefa do professor é, à semelhança dos 
pregos, entortar a sua disciplina (ô palavra feia, impró-
pria para uma escola!) e transformá-la num brinquedo 
que desafie a inteligência do aluno. Pois não é isso que 
são a Matemática, a Física, a Química, a Biologia, a His-
tória, o Português: brinquedos, desafios à inteligência? 
Mas, para isso, é claro, é preciso que o professor saiba 
brincar e tenha uma cara de criança ao ensinar. Porque 
cara feia não combina com brinquedo.
ALVES, Rubem. Páginas abertas. São Paulo: Paulus, 2003, ano 28, n. 29.
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35ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, 
sua conservação.CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Os animais e suas
utilidades
I – CORPO, GESTOS E 
MOVIMENTOS
II – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDADES, 
RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
• Respeitar os ambientes ade-
quados à sobrevivência de cada
espécie animal.
• Valorizar o que os diferentes
animais podem nos oferecer.
• Classificar os animais em:
domésticos, selvagens, úteis e
nocivos.
• Realizar atividades de cola-
gem com gravuras de ani-
mais domésticos, selvagens,
úteis e nocivos e seu hábitat.
• Descrever, oralmente, algu-
mas características físicas que
diferenciam alguns animais.
• Mencionar nome de animais
presentes no seu contexto.
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Os animais e suas utilidades – 
páginas 96 e 97
Orientação didática:
• Promova, com as crianças a corrida dos animais. Leve
para a sala de aula uma caixa com várias fichas com
nome de animais. Para começar a brincadeira, sorteie
dois alunos para dar início a corrida. As crianças devem
imitar a forma que o animal se locomove. Como em
toda corrida, ganha quem ultrapassar a linha de chega-
da primeiro.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Os animais e suas utilidades – 
página 98
Orientação didática:
• Utilize canções e/ou quadrinhas para serem recitadas
e dramatizadas. Aproveite a curiosidade própria da faixa
etária e oportunize que as crianças façam perguntas
sobre o assunto.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas ha-
bilidades manuais no 
atendimento adequado 
a seus interesses e ne-
cessidades em situações 
diversas.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas ha-
bilidades manuais no 
atendimento adequado 
a seus interesses e ne-
cessidades em situações 
diversas.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
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Orientações didáticas
• Faça algumas adivinhações:
Exemplo:
Tenho quatro patas, sou valente e companheiro.
Ajudo a tomar conta do seu lar...
Faço au, au, au.
Eu sou o (resposta: cachorro).
• Mostre fotos de aves e destaque as suas características
e benefícios para a natureza.
• Providencie quebra-cabeças só com figuras de animais
que são úteis ao ser humano.
Meu corpo é coberto por penas.
Minha carne é saborosa e meus ovos fazem bem à saúde.
Faço có có có, có có có.
Eu sou a (resposta: galinha).
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas ha-
bilidades manuais no 
atendimento adequado 
a seus interesses e ne-
cessidades em situações 
diversas.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
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Os animais e suas utilidades
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Leve as crianças para uma área externa da escola e 
incentive-as a descobrir, no local, a existência de ani-
mais da fazenda. Cada aluno que encontrar um bichinho 
deverá apresentá-lo aos demais. De volta à sala de aula, 
organize uma lista com o nome dos animais vistos. Para 
isso, escreva uma palavra embaixo da outra, não neces-
sariamente em ordem alfabética. É importante que os 
vocábulos sejam escritos em letra-bastão, e lidos por 
sílabas. Ao lado de cada um deles, solicite que os pe-
quenos desenhem o animal mencionado. Dessa maneira, 
você irá estimulá-los a verificar que a grafia varia de 
acordo com o som pronunciado. 
• Após o relato, as crianças devem organizar um mural com
as imagens, com o título: “Nossos animais de estimação”.
• Observe, com a turma, se há animais repetidos e per-
gunte: “Há quantos cachorros?”, “Há quantos gatos?”, “Há
quantos peixes?”.
• Aproveite para conversar sobre os cuidados que
devemos ter com os animais.
Materiais: canetinhas coloridas; papel kraft; régua.
Passo a passo feito pelo educador:
Disponha a folha de papel kraft na vertical e, com o au-
xílio da régua e da canetinha, divida-a em duas colunas 
e oito linhas. Tome cuidado para a primeira linha não 
ser dividida pelo “risco da coluna”, pois é neste local 
que você deverá escrever o título: “Animais de estima-
ção”. No primeiro espaço da segunda linha, escreva a 
palavra “Nome” e, do lado direito, “Animal”.
Colocando em prática:
Confeccione o cartaz conforme as indicações do passo 
a passo e fixe-o em uma das paredes da sala de aula. 
Depois, promova uma roda de conversa com os alunos 
para descobrir quais são e como se chamam os animais 
de estimação de cada um. Oriente-os a escrever essas 
informações no cartaz, nos locais correspondentes; 
quem não tiver um animal em casa deve dizer quais 
gostaria de ter e quais nomes colocaria neles para, da 
mesma forma, completar o mural com esses dados. 
Como fazer:
• Solicite às crianças que levem para a escola uma foto
ou gravura que represente um animal de estimação que
gostariam de ter.
• Organize uma rodinha com a turma. Cada criança
deve responder:
– Qual é o animal da gravura?
– Qual é a cor dele?
– Ele é grande ou pequeno?
– Quantas patas ele tem?
Procure os bichinhos
Animais de estimação
Animais de estimação
ja
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Traços, sons, cores e formas
• Atividades que permitam às crianças entender as pos-
sibilidades nas formas geométricas, formas de existên-
cia, formas de ser, formas de fazer, formas de escrever,
formas de desenhar, formas de alcançar o que deseja.
• Brincadeiras de fazer construções usando traços lon-
gos, curtos, finos, grossos, grandes, pequenos, mínimos,
infinitos. Onde a criança perceba traços simétricos e as-
simétricos, traços retos e arredondados, traços coloridos
e sem cores, traços de características pessoais, carac-
terísticas físicas, traços que diferenciam uma pessoa de
um objeto.
• Atividades em que a criança possa traçar o próprio
corpo, traçar seu brinquedo, traçar seu caderno, contor-
nar objetos – não só com lápis e papel, mas contornan-
do as cadeiras azuis da sala de aula com o corpo.
• Brincadeiras para compor cores, inventar cores e dar
nome a elas. Brincadeiras em que a criança precise en-
contrar, no espaço da quadra, as cores faladas. As cores
nos objetos, nas roupas, na rua, na sala, em casa, no
quarto, no banheiro, cores do corpo, cores do céu, cores
das flores, cores dos alimentos, cores da natureza... e
tudo mais que envolve cores.
• Trabalhar a gratidão pela oportunidade de enxergar as
cores. Aproveitar para falar sobre a pessoa daltônica.
• Trabalhar a gratidão e a oportunidade de sentir as
formas e os traços com as mãos e de sentir na pele suas
texturas, suas marcas, suas formas, suas características.
• A arte de ouvir no silêncio, a criança precisa apren-
der sobre a importância do silêncio, da pausa, do
nada a se dizer.
• Usar o “tédio” — não ter nada para fazer — como algo
ou um momento que leve ao silêncio. Pode ser usado
como atividade de meditação. Ouça o som do seu corpo,
da sua respiração, das batidas do seu coração.
FORNACIARI, Guaciara. Ideias para trabalhar os campos de experiências da BNCC. 
Doutora Escola. Disponível em: http://doutoraescola.com.br/material/Ideias_
para_trabalhar_os_campos_de_experiencias.pdf. Acesso: 15 dez. 2022. 
• Trabalheatividade em que a criança localize de onde
vem o som — direita, esquerda, em cima, embaixo, do
lado, dentro, fora.
• Atividades de reconhecer “de quem é essa voz”.
• Atividades em que a criança tenha que ouvir sua voz
e o que você está dizendo bem baixinho, quase sussur-
rando — para permitir que ela desenvolva bem o pro-
cessamento auditivo.
• Trabalhar com uma música calma, instrumental ou clás-
sica, como som ambiente, na sua sala de aula. Isso ajudará
suas crianças a desenvolverem percepções do que é mais
importante: ouvir a música ou a sua voz? Isso é o que
chamamos de figura-fundo no processamento auditivo.
Ideias para trabalhar os campos 
de experiências da BNCC
Fundamentação
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36ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
(EI03ET05)
Classificar objetos e figuras de acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, sua 
conservação. 
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Plantas I – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Compreender características
relativas aos seres vivos presentes
nas plantas.
• Identificar vários tipos de planta.
• Conhecer aspectos relacionados
ao estudo da flora.
• Valorizar as plantas de um
determinado espaço geográfico.
• Demonstrar cuidados relaciona-
dos à preservação da flora.
• Realizar colagem de figuras
com diferentes critérios de
classificação das plantas
(flores, frutas, legumes, etc.).
• Diferenciar as partes
constituintes das plantas nas
atividades propostas.
• Confeccionar um cartaz
falando sobre a utilidade
de algumas plantas para o
ser humano.
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Plantas – páginas 99 e 100
Orientação didática:
• Estabeleça a diferença das partes constituintes das
plantas e identifique a planta como fornecedora de
matéria-prima para a fabricação de produtos e para a
sobrevivência humana. Explique, por meio de imagens,
o ciclo de vida das plantas — nascem, crescem, repro-
duzem-se e morrem.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Plantas – página 101
Orientação didática:
• Faça um círculo com as crianças e converse com elas
sobre as plantas. Faça perguntas, como: “Quem gosta de
plantas?” ; “Quem tem plantas em casa?”; “Quais plan-
tas vocês conhecem?”; “Qual a utilidade das plantas em
nossa vida?”. Permita que os pequenos apresentem suas
opiniões. Aproveite o momento para mostrar às crianças
diversas plantas para que percebam a diversidade de
plantas existentes.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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BNCC
(EI03ET05)
Classificar objetos e 
figuras de acordo com 
suas semelhanças e 
diferenças.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
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Orientações didáticas
• Trabalhe, com as crianças, a beleza da germinação. Para isso, utilize um pedaço de algodão úmido ou um punhado
de terra. Mostre que, tal como as pessoas, existem plantas-bebês e plantas que crescem.
• Confeccione cartazes com as várias utilidades das plantas: remédios, móveis, brinquedos, alimentação.
• Peça que os alunos e suas famílias pesquisem e façam o registro das árvores observadas no bairro em que vivem,
procurando descobrir seus nomes e suas origens.
• Converse com as crianças e/ou apresente documentários/filmes que mostrem como os indígenas se relacionam
com a natureza.
• Faça um passeio pelo bairro com os alunos para identificar as árvores existentes. Peça-lhes que desenhem as árvores.
• Monte um mural com imagens de árvores e as indicações sobre como preservá-las. Deixe-o exposto em sala de aula.
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
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Plantas
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• Apresente várias plantas às crianças. Monte uma tabela
com as colunas: ESPÉCIE (em cada linha, elas colocarão
o nome da planta a ser analisada) e PARTES DA PLANTA
(folha, flor, caule, raiz, fruto e semente). As crianças
marcarão um X nas partes que a espécie contém. Ao
final, é importante que as crianças percebam que nem
todas as plantas têm todas as partes e que as partes
mais comuns são raiz, caule e folha.
• Solicite às crianças que levem para a sala de aula
algumas figuras das partes da planta: sementes, frutos,
caules, folhas, flores, raízes. Leve, também, algumas fi-
guras das partes da planta para distribuí-las aos alunos.
Divida a turminha em seis grupos, de acordo com cada 
parte, e peça que separem as figuras. Depois, cole cada 
figura no local adequado. 
Copa da árvore
1. Monte, na parede da sala de aula, um mural com
folhas de papel 40 kg.
2. Desenhe troncos de árvores e pinte-os de marrom.
3. No momento da atividade, suje as mãozinhas das
crianças com tinta verde e carimbe-as no mural para
formar a copa da árvore.
• Promova uma degustação de frutas e vegetais (em um
sanduíche natural, por exemplo) em sala de aula e con-
verse com os alunos sobre os benefícios
que as plantas e seus elementos trazem
para o nosso corpo.
• Em uma roda de conversa, fale
aos alunos sobre a importância
das árvores e plantas para os
seres vivos e os benefícios que elas
oferecem, incentivando as crianças a colocarem
seus pontos de vista, a contarem suas vivências
e as histórias ouvidas dos mais idosos.
• Apresente documentários que mostrem
como os indígenas se relacionam com a natu-
reza e como o homem, dito civilizado, o faz em
nome do desenvolvimento. Traga outras situações para
o debate, como no caso de um raio que atinge uma flo-
resta: quais os prejuízos para a vida animal e vegetal?
• Cante, com as crianças, fazendo o movimento do
balanço das árvores a canção Árvore amiga. Peça que as
crianças coloquem os bracinhos para cima e balancem
de um lado para o outro.
Árvore amiga
Uma árvore nasceu
E cresceu no meu quintal.
[...]
Ela me dá seus frutos
E o ar para respirar.
[...]
Coral Eco. Álbum: Trá-lá-lá vamos comemorar. 
São Paulo: Paulinas/Comep, 1983.
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Fundamentação
Escuta, fala, pensamento e imaginação
• Atividades que deixem a criança livre para folhear um 
livro sem a “pressão” de ter de lê-lo. 
• Ler imagens do livro e imaginar o que aconteceu (isso 
para todas as faixas etárias). Usar a imaginação é o 
grande diferencial no desenvolvimento das crianças. 
• Promover um ambiente letrado, cheiode livros e 
outros portadores de texto, antes mesmo da iniciação à 
alfabetização. 
• Brincar de escrever palavras e textos. Deixar a criança 
inventar palavras usando letras e números. É assim que 
ela começa a observar o mundo letrado ao seu redor. 
• Antes de pensar em escrever, brinque com as palavras 
oralmente. Antes de codificação, vem a oralidade. 
• Não apague o que a criança escreveu. Nunca! Quando 
você pega uma borracha e você mesmo apaga a ati-
vidade do seu aluno, você está enfiando uma faca no 
cérebro dele dizendo assim: não pense! Só faça o que eu 
mando! Eu sei que não é assim que você quer ensinar ao 
seu aluno. Portanto, dê o seu melhor e mostre a ele o 
porquê de ele precisar arrumar o que escreveu. 
• Antes da escrita, vem a leitura. Antes de a criança 
conseguir transformar seu pensamento em códigos 
(codificar), ela precisa aprender a entender e saber ler 
códigos (decodificar). 
• Fale de 1000 maneiras, mas garanta que todos os seus 
alunos estão assimilando. 
• Não esqueça que a forma como você aprende uma coisa 
é ou pode ser completamente diferente da forma como 
o seu aluno aprende. Portanto, use diferentes estratégias 
(visuais, sinestésicas, auditivas, olfativas, gustativas). 
• Brinque de começar uma história e seus alunos conti-
nuarem com um final diferente. 
• Use novas histórias. Invente novas histórias. Mude o 
final da história você mesmo. 
• Produção de história coletiva. Todos contam um pou-
quinho da história e vê onde acaba. 
• Desenhe a história. Conte, reconte, interprete. Faça 
teatro das histórias. Use diferentes abordagens para 
promover a compreensão dos seus alunos. 
• Perceba se o seu aluno ouve e se ele ENTENDE o que 
ouviu. São habilidades diferentes. Isso é processamento 
auditivo. 
• Dê atividades em que seu aluno ouça, entenda, analise 
e te fale o que entendeu. Coloque-o no meio da sala em 
círculo para contar, valorize-o. Dê condições para que 
seja autoconfiante. Faça-o ficar orgulhoso mesmo (não 
é assim: “Estou orgulhosa de você!” — Nãoooooooo!!!!!!!! 
Olha a diferença: “Você deve estar orgulhosa de você... 
não é?” ou “Você está orgulhoso de você mesmo? Ahh.. 
então eu também estou!”).
• Permita que seu aluno possa aprender a conversar, 
com começo, meio e fim. Permita que ele argumente. 
Permita que ele demore para se explicar - afinal, ele 
ainda não sabe resumir o que tem na cabecinha. Aliás, 
muitos adultos também não conseguem. 
• Na sua aula, fale quando está começando um con-
teúdo, fale quando está no meio da explicação e fale 
quando já é a última parte. Assim você mostra começo, 
meio e fim para eles. Lembre-se: as crianças aprendem 
pelo exemplo! 
• Use voz baixa, voz alta, voz forte, voz fraca, voz sussur-
rada, voz de suspense, voz de nenê, voz de vovó... Tudo 
para chamar a atenção para a sua fala. Seja inabalável 
com sua voz. 
• Cuide da sua voz - procure uma fonoaudióloga caso 
esteja ficando rouco(a) no final do dia ou no final da 
semana. Sua voz é seu trabalho! 
[...]
Ideias para trabalhar os campos de experiências da BNCC
FORNACIARI, Guaciara. Ideias para trabalhar os campos de experiências da 
BNCC. Doutora Escola. Disponível em: http://doutoraescola.com.br/material/
Ideias_para_trabalhar_os_campos_de_experiencias.pdf. Acesso: 15 dez. 2022. 
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, 
sua conservação.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Plantas I – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
II – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Desenvolver atitudes de res-
peito, carinho e cuidado com as
plantas/natureza.
• Apreciar as plantas que nos
rodeia.
• Observar as cores presentes nas
plantas/natureza.
• Valorizar as funções realizadas
por cada parte da planta.
• Montar, com ajuda, um mu-
ral de imagens de variados
tipos de planta.
• Desenhar e pintar algumas
plantas conhecidas.
• Colar papel crepom na cor
verde para formar a copa da
árvore.
37ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Plantas – página 102
Orientação didática:
• Sugira que as crianças pintem uma árvore e proponha
que elas identifiquem suas partes (raiz, tronco, ga-
lho, copa, frutos e folhas). Aproveite para trabalhar o
vocabulário.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Plantas – página 103
Orientação didática:
• Discuta a importância das árvores e de todas as plan-
tas para o meio ambiente e para a qualidade de vida
nos espaços urbanos.
• Pesquise sobre a diversidade de plantas, seus frutos,
folhas ou flores. Depois, classifiquem-nas.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
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Orientações didáticas
• Cite vários exemplos de plantas, mostre imagens e
faça um passeio no pátio da escola. Em seguida, clas-
sifique as plantas em flores, frutos, folhas, legumes,
etc. Ao final, faça, junto às crianças, a seleção das
plantas em agrupamentos.
• Distribua folhas de papel sulfite para que desenhem,
livremente, as flores, os frutos, os vegetais e as horta-
liças da sua preferência.
• Mostre às crianças que algumas plantas fazem parte
da nossa alimentação.
• Enfatize a importância do consumo, nas refeições
diárias, de alimentos saudáveis, como: frutas, folhas
(hortaliças), legumes e vegetais.
• Coloque, em uma cesta, várias frutas e apresente
cada uma delas à turma, perguntando: “Qual é o nome
desta fruta?”; “Qual é a cor dela?”. Com um pano, cubra
a cesta e retire uma fruta sem que as crianças vejam.
Escolha uma criança para adivinhar qual fruta foi reti-
rada. Continue a brincadeira até que todas as crianças
tenham participado.
• Procure trabalhar com vários exemplares de plantas.
Nesse caso, procure fazer com que as crianças clas-
sifiquem as partes das plantas em “flores”, “frutos”,
“folhas”, etc. Ao final, procure, junto às crianças, deter-
minar as características de cada grupo. Essa atividade é
importante para que elas consigam estabelecer critérios
de seleção e classificação dos vegetais.
• Cole uma gravura ou desenhe uma árvore cheia de galhos
do tamanho de uma cartolina para servir de tabuleiro.
• Solicite às crianças que façam frutinhas de argila, dei-
xem secar e pintem-nas com as mesmas cores do dado
que será usado no jogo. Em uma das faces desse dado,
desenhe um passarinho.
• Confeccione, também, cestinhas de origami ou arrume
vasilhas com as mesmas cores do dado e providencie
um brinquedo em forma de passarinho.
• Coloque o tabuleiro sobre uma mesa e espalhe as
frutinhas pelos galhos. O passarinho deve ficar solto. Em
volta do tabuleiro, espalhe ascestinhas coloridas. Jogo
para quatro crianças.
• Converse, com as crianças, sobre a importância das
plantas e dos animais para o homem, os seres vivos e
os não vivos.
• Aproveite o momento para refletir sobre a importância
da natureza. Fale para as crianças alguns motivos:
“Das árvores, retiramos frutos para comer.” 
“Com as flores, folhas e cascas de algumas 
árvores, é possível fazer muitos remédios para 
curar doenças graves.”
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Fundamentação
Mantenha-se motivado em direção aos seus sonhos
Pergunte-se: o que está mantendo sua vida em direção ao seu maior sonho? A resposta para esta 
pergunta é muito importante para que você encare a realidade e entenda o que está faltando para 
alcançar os seus sonhos.
Tente não invejar o outro
Pergunte-se se luxúria, inveja, ira e ilusão, neste momento, fazem parte da sua vida. Para que 
elas servem? A resposta a estas perguntas o fará muito mais compreensivo em relação ao que 
realmente importa: seus sonhos, suas metas, seus objetivos e suas obrigações.
Evite se cobrar em excesso
Pergunte-se: o sofrimento leva à renúncia? Em diversos tipos de situação, as cobranças vindas de 
terceiros serão constantes. Reflita sobre o que o faz sofrer e tenha em mente não desistir daquilo 
em que você acredita por causa de pessoas que o pressionam todos os dias.
Procure agregar detalhes que o fazem feliz
Pergunte-se: o que me traz paz verdadeira? Qual é a minha fonte de alegria ilimitada? Ao longo 
do seu dia, procure agregar coisas que despertem felicidade em você. Você pode tornar o seu dia 
mais agradável.
Valorize o seu trabalho e acredite em você
Pergunte-se: o que é amar de verdade? Se você escolheu a sua profissão, se você trabalha 
pelos seus filhos, se você almeja novas metas, busque o aprendizado todos os dias e faça 
tudo com amor.
Faça o bem
Pergunte-se se você pratica o bem pelo outro ou pelo seu próprio bem. Fazer o bem aos outros 
é uma atividade que faz bem a você. O bem-estar de alguém, quando proporcionado por você, o 
faz sentir muito mais valorizado, é como entender o valor da existência.
10 dicas de como controlar o estresse no dia a dia
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Resolva as suas pendências
Pergunte-se se você se preocupa em solucionar seus problemas ou se ocupa em buscar boas 
soluções. Se você acredita estar em um momento difícil, quando tudo parece problema, acalme-
-se. Pense no que realmente é um problema, procure alternativas para solucioná-lo, escolha uma
delas e busque o seu objetivo.
Pense antes de agir
Pergunte-se: quando foi que usei a minha intuição para tomar uma decisão? O que é ser sábio? Não 
tenha reações por impulso, pois, muitas vezes, elas são negativas. Pense, reflita, entenda os fatos. 
Uma pausa de minutos, horas ou dias pode ser essencial para ajudar a tomar a melhor decisão.
Valorize as suas amizades
Pergunte-se: o que é amizade? Aproveite o carinho dos seus amigos e seja carinhoso também. 
Não ache que há coisas mais importantes do que isso, encare suas amizades como parte essencial 
para a sua vida.
Viva a vida
Pergunte-se: sou um sobrevivente ou um ser vivo? Sorria mais, experimente novos alimentos, misture 
novos temperos, mude os móveis de lugar, mude a cor das paredes, conheça a sua cidade, leia sobre 
diversos assuntos, converse mais com as pessoas ao seu redor. Essas dicas o(a) ajudarão a entender 
que a vida é mais do que a casa, o trabalho e a faculdade.
Flávia Lippi, autora do livro Spiritual Coaching (Matrix Editora) e coordenadora do Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi (IDHL).
In. Revista Profissão Mestre. Curitiba: Humana Editorial, ano 12, n. 141.
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações 
diversas. 
(EI03ET03)
Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, sua 
conservação.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Água I – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
III – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Conhecer a utilidade da água na
vida das pessoas.
• Identificar situações que favore-
çam o uso da água.
• Compreender atitudes que
possibilitem a utilização da água
no cotidiano.
• Higienizar os alimentos, fazen-
do uso da água.
• Valorizar a utilização correta da
água e evitar o consumo excessi-
vo dela.
• Conversar sobre formas de
utilizar a água diariamente.
• Fazer um desenho ilustran-
do uma das formas de utili-
zação discutidas em sala.
• Pesquisar imagens de
situações em que podemos
utilizar a água.
• Observar e pintar cenas que
representem atitudes que
devemos ter para economi-
zar água.
38ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
206
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Água – página 104
Orientação didática:
• Incentive as crianças a falar sobre suas experiências 
com a água. Conduza-as para que percebam as ca-
racterísticas desse recurso natural e de suas possibili-
dades. Muitas vezes, usamos a água tão gelada que se 
transforma em gelo. Às vezes, apenas morna ou bem 
quentinha, como na hora do banho. Pergunte quais as 
sensações de quando a água entra em contato com o 
corpo de cada um.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Água – página 105
Orientação didática:
• Se possível, trabalhe com fotos, matérias de jornal 
e dados com informações sobre a disponibilidade de 
água potável. Portanto, é interessante mostrar que, se 
não houver um cuidado maior com as fontes de água, 
provavelmente, ficaremos sem água no futuro. Peça às 
crianças que tentem desenhar como seria o mundo sem 
utilizarmos a água. É quase impossível as crianças ima-
ginarem isso, mas, provavelmente, a hipótese é de que 
teríamos um aspecto envelhecido e não saudável.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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BNCC
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03ET03) 
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
BNCC
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03ET03) 
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
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Orientações didáticas
• Leve para a sala de aula uma bacia grande com água,
construa um barquinho de papel, coloque dentro da
bacia e sopre. Essa atividade pode ser realizada ao som
da música “Barquinho de papel”. Ao final da atividade,
todas as crianças ganharão um barquinho de papel.
• Proponha às crianças que desenhem, livremente, em
papel A3 ou caderno de desenho com hidrocor. Após
finalizar, entregue um pedaço pequeno de bucha embe-
bida na água para ser passada sobre o desenho.
• Solicite às crianças que tragam de casa figuras de luga-
res onde encontramos a água, para construção de mural.
• Analise imagens que apresentemo uso correto da
água no cotidiano.
• Fazer desenhos de formas de conservação da água é
fundamental para que as crianças compreendam, por
exemplo: é muito comum, durante a lavagem de pratos
e panelas, no tempo em que colocam esses utensílios
no escorredor, a pessoa manter a torneira aberta. As
crianças poderão aprender que é necessário fechá-
-la nesse momento, assim como é necessário fechá-la
também enquanto estiverem escovando os dentes ou se
ensaboando durante o banho. Bons hábitos são aprendi-
dos desde cedo e são levados por toda parte.
• É interessante que as crianças pensem, também,
sobre formas de preservar a água. Além disso, elas
podem ser multiplicadoras, em casa, de hábitos que
conservem a água.
• Explore todos os aspectos que devem ser trabalhados
no estudo da água, especialmente quanto à necessidade
de evitar o desperdício dela. Determine, com as crian-
ças, inúmeras formas de evitar o desperdício de água.
Faça um mural das necessidades
Leve um grande cartaz em branco e distribua folhas 
para as crianças. Peça que desenhem, de forma bem 
colorida, tudo o que eles e os pais fazem que necessite 
da água (tomar banho, lavar a louça, molhar as plantas, 
fazer comida, escovar os dentes, etc.). 
A ideia é fazer com que os alunos tenham consciência do 
quanto a água é necessária para o nosso dia a dia e como 
é importante preservá-la. Com isso, eles estarão mais 
preparados para observar criticamente o uso da água. 
Conserve a água! 
Reúna as crianças em uma roda e faça uma lista de 
como elas podem conservar a água. Algumas ideias 
para crianças conversarem é fechar as torneiras, tomar 
banhos mais curtos, verificar se há vazamentos e não 
desperdiçar água em casa ou na escola. 
Incentive que as crianças estimulem os pais a entrarem 
na mudança de atitude também. Dê exemplos, como não 
lavar a calçada ou o carro com mangueira, e sim com 
balde, lavar roupa com menos frequência, dar descarga 
no vaso sanitário apenas quando necessário e pensar 
em maneiras de reutilizar a água.
Robert Kneschke / Shutterstock.com
Água
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Dinâmicas
Balões dançarinos e voadores 
Por Cleber Junior
Coleção Educação Infantil Especial. Ano 1. N. 11. Editora Minuano. 
E que tal desenvolver expressões e o sentido corporal 
nos pequenos?
Esta atividade irá proporcionar que as crianças explo-
rem suas habilidades corporais, compreendendo-as 
e utilizando-as adequadamente, tudo isso de forma 
autônoma. Além disso, elas não podem deixar os balões 
parados, isto fará com que as crianças descubram e 
vivenciem capacidades físicas e habilidades motoras.
Material: vários balões de aniversário e som com músi-
cas divertidas.
Disposição: as crianças devem entrar na sala de acordo 
com a orientação do professor. 
Espaço necessário: sala de aula.
Objetivo: 
a. Estimular a percepção;
b. Trabalhar o senso de organização;
c. Explorar capacidades motoras e de equilíbrio;
d. Aprimorar atitudes de autoconfiança e interação
com as demais crianças;
e. Ao pedirmos que os alunos realizem a atividade com
os balões ao som da música que está tocando, podemos
trabalhar com o desenvolvimento da expressão, sensa-
ções e ritmos corporais por meio de gestos, posturas e
linguagem oral.
Faixa etária: de 2 a 6 anos. 
Desenvolvimento: Assim que as crianças chegarem à 
sala, ela já deve estar cheia de balões. Porém, antes de 
as crianças entrarem na sala, o professor deverá ex-
plicar a atividade, que será bem simples. Crianças, os 
balões não podem ficar no chão, o que podemos fazer? 
Ao som de uma música, o professor dirá vários coman-
dos para as crianças, com o propósito de que elas não 
deixem os balões no chão. 
Comandos ao ritmo da música: “jogando os balões para 
cima com as mãos”, “agora chutando”, “segurando eles 
com as mãos”, “com o joelho agora”, “colocando eles 
em cima de alguma coisa, para que não fiquem no 
chão”, entre outras ações.
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Salve-se com um abraço Estátua! 
Vamos fazer um click?
Por Teia Cooperativa Por Cleber Junior
Coleção Educação Infantil Especial. São Paulo: Minuano, ano 1, n. 11.
Coleção Educação Infantil Especial. São Paulo, Minuano, ano 1, n. 11.
Aqui, neste jogo, os alunos terão maior contato corporal, 
o que os levam a terem maior percepção de seu próprio 
corpo e do de seu colega, da mesma forma que traz um 
senso de respeito entre as crianças, já que deverão ter 
cuidado para não machucar o outro, mas, sim, “salvá-
-lo” de ser pego.
Material: bexigas cheias.
Disposição: todos à vontade pelo espaço destinado 
para o jogo.
Espaço necessário: sala ampla, quadra ou pátio.
Objetivos:
a. Estimular a cooperação;
b. Propiciar a relação interpessoal;
c. Exercitar agilidade e rapidez;
d. Despertar a atenção;
e. Trabalhar a confiança entre as crianças;
f. Levar um aluno a perceber o outro;
g. Estimular habilidades motoras.
Faixa etária: de 4 a 6 anos.
Desenvolvimento: O professor explica a todos que se 
trata de um jogo de pega-pega, em que o objetivo é 
que todos se salvem. O pegador (escolhido pelo profes-
sor), com uma bexiga, tenta tocar o peito de alguém, se 
conseguir, ele passa a bexiga e invertem-se os papéis. 
Para não serem pegos, os alunos têm que se abraçar 
aos pares, encostando o peito um no outro, salvando-se 
mutuamente. O professor pode ir aumentando o núme-
ro de pegadores e propor abraços em trio, quartetos e 
grupos maiores. 
Esta atividade permite que as crianças explorem a sua 
expressividade facial e corporal, além de proporcio-
nar que elas desenvolvam suas capacidades físicas e 
habilidades motoras, como equilíbrio, noção corporal 
global, entre outras, isto será trabalhado à medida que 
os professores solicitarem que as crianças façam poses 
todas ao mesmo tempo.
Material: som com músicas divertidas.
Disposição: as crianças devem entrar na sala dançando.
Espaço necessário: sala de aula.
Desenvolvimento: Enquanto a música toca, todas as 
crianças dançam e brincam. No momento em que a mú-
sica parar, todas as crianças devem parar em estátua e 
esperar o “click” da professora representando uma foto. 
A cada momento, será solicitada uma situação para a 
foto, por exemplo, foto com um pé só, foto pulando, foto 
com as mãos no chão, foto agachado, entre outras que 
trabalhem o equilíbrio.
Objetivo:
a. Explorar capacidades motoras e de equilíbrio;
b. Estimular atitudes de autoconfiança e interação com 
as demais crianças;
c. Se a atividade for realizada em uma sala com espe-
lhos, podemos trabalhar a familiarização com a ima-
gem descobrindo a identidade;
d. Ampliar as possibilidades expressivas do próprio 
corpo;
e. Exercitar agilidade e rapidez;
f. Trabalhar o sentido de espaço;
g. Aquecer os músculos e as articulações; 
h. Aprimorar o pensamento criativo.
Faixa etária: de 2 e 3 anos.
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas 
e modos de vida. 
(EI03TS02)
Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, 
colagem, dobradura e escultura, criando produções 
bidimensionais e tridimensionais.
(EI03EO01)
Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as 
pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e 
maneiras de pensar e agir. 
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento 
adequado a seus interesses e necessidades em situa-
ções diversas.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Dia das 
Crianças – 12 
de outubro
• Dia do 
Professor – 15 
de outubro
• Dia da 
Bandeira – 19 
de novembro
• Dia Nacional 
de Zumbi e da 
Consciência 
Negra – 20 de 
novembro
I – TRAÇOS, SONS, 
CORES E FORMAS
II – O EU, OOUTRO 
E O NÓS
III CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Reconhecer a importância do Dia das 
Crianças.
• Identificar os aspectos que caracterizam 
a comemoração do Dia das Crianças.
• Reconhecer o papel do professor na 
formação dos cidadãos.
• Demonstrar interesse em participar das 
atividades propostas.
• Identificar o dia 19 de novembro como o 
Dia da Bandeira.
• Conhecer as cores da Bandeira Nacional.
• Respeitar a Bandeira Nacional.
• Participar ativamente das atividades 
propostas relacionadas ao tema.
• Identificar o dia 20 de novembro como o 
Dia da Consciência Negra.
• Compreender que o Dia da Consciência 
Negra é um dia para refletir sobre a convi-
vência e o acolhimento a todas as pessoas.
• Brincar livremente em 
homenagem ao Dia das 
Crianças.
• Conversar, com os colegas, 
sobre as formas por meio 
das quais é possível celebrar 
o Dia das Crianças.
• Participar de uma homena-
gem criativa para os profes-
sores da escola.
• Desenhar e pintar a Bandei-
ra Nacional, usando correta-
mente suas cores.
• Realizar atividade de pin-
tura relacionada ao Dia da 
Consciência Negra.
• Ouvir a leitura de poemas 
relacionados ao Dia da Cons-
ciência Negra e refletir sobre 
o respeito a todas as pessoas.
39ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Dia das Crianças – 12 de ou-
tubro – página 106; Dia do Professor – 15 de outubro – 
página 107
Orientação didática:
• Organize, na sala de aula, brincadeiras, criando um dia
feliz. Ex.: dança da cadeira, boliche.
• Converse com o grupo sobre a importância do profes-
sor, caracterizando a profissão.
• Trabalhe a palavra “professora”, quantificando as
letras e destacando a inicial.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Dia da Bandeira – 19 de novem-
bro – página 108; Dia Nacional de Zumbi e da Consciên-
cia Negra – 20 de novembro – página 109
Orientação didática:
• Ouça e cante o Hino Nacional com o grupo.
• Reúna as crianças em grupo e converse sobre o respei-
to à diversidade.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
213
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BNCC
(EI03EO01) 
Demonstrar empatia 
pelos outros, percebendo 
que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, 
necessidades e maneiras 
de pensar e agir.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
BNCC
(EI03TS02) 
Expressar-se livremente 
por meio de desenho, 
pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando 
produções bidimensio-
nais e tridimensionais.
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
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BNCC
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de vida.
BNCC
(EI03CG05) 
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03EO06)
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de vida.
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Orientações didáticas
Dia das Crianças – 12 de outubro 
• Antes de iniciar essa semana especial, que deverá ser
recheada de momentos agradáveis, é importante con-
versar com as crianças sobre a importância do brincar
sem se machucar. Para isso, solicite que elas construam
uma lista dos acidentes que podem ocorrer nas depen-
dências da escola, os comportamentos e as situações
que podem desencadeá-los e o que cada uma sugere
que se faça para que a Semana Feliz seja só de conten-
tamento. Confeccione um cartaz bem chamativo, que
poderá ser ilustrado pelos alunos com figuras recorta-
das de revistas e folhetos de campanhas específicas.
Fonte: Projetos Escolares – Educação Infantil. Ano 5, n. 53. Editora On line. 
Dia do Professor – 15 de outubro
• Organize, com o grupo, uma lista constando o nome
dos professores da escola.
• Confeccione, com as crianças, um cartaz homenagean-
do todos os professores da escola.
• Sugira que as crianças desenhem os professores da
escola.
• Proponha às crianças a construção de frases orais
sobre o professor, para serem registradas por você na
lousa.
Dia da Bandeira – 19 de novembro
• Apresente a Bandeira do Brasil aos
alunos e converse sobre o significado
das cores.
• Peça às crianças que colem bolinhas
de papel crepom em um desenho da
bandeira.
Dia Nacional de Zumbi e da 
Consciência Negra – 
20 de novembro
• Analise imagens de crianças com características físicas
diferentes, brincando. Depois, leve as crianças para o
cantinho da contação de histórias e conte uma história
cujo tema trate de questões étnico-raciais da população
afro-brasileira.
• Pesquise fatos que marcaram o Dia da Consciência Ne-
gra e apresente-os às crianças. Em seguida, monte um
mural com essas imagens e exponha-o na sala de aula.
• Leve imagens em preto e branco de crianças felizes
brincando, para que os alunos as pintem.
• Trabalhe a palavra “criança”, quantificando as letras e
destacando a inicial.
• Liste o que as crianças devem fazer e o que não
devem.
• Leve as crianças para o pátio da escola e brinque
com bolinha de sabão, propondo a elas que o façam
livremente.
• Proponha o Dia do Cineminha. Escolha um filme e
assista a ele com o grupo, comendo pipoca e tomando
suco.
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Fundamentação
Ideias para trabalhar os campos de experiências da BNCC
Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações
FORNACIARI, Guaciara. Ideias para trabalhar os campos de experiências da 
BNCC. Doutora Escola. Disponível em: http://doutoraescola.com.br/mate-
rial/Ideias_para_trabalhar_os_campos_de_experiencias.pdf. 
Acesso: 15 dez. 2022. 
• Atividades que permitam explorar todos os espa-
ços, desde a entrada à escola, até os menores, como 
entender as portas do banheiro, o espaço entre uma 
pia e a outra, o espaço entre as mesas, entre os 
amigos, entre os materiais. 
• Atividades que os ajudem a pensar sobre o espaço 
de casa: onde é permitido cachorro, onde não. Espa-
ços onde pode molhar e onde não. Espaços onde vai 
à cama, onde vai à mesa. Por que minha mesa fica 
na cozinha, se na casa do amigo fica na sala? 
• Momentos em que possam sentir o espaço acolhe-
dor, agitado, calmo, barulhento, calorento. 
• Conversar onde possam atuar no espaço para fazer 
alterações – cada um é responsável por uma altera-
ção no espaço. 
• Percepções sobre as fases do tempo: estações, 
dia, tarde, noite e madrugada, longe, perto, um dia, 
uma semana, um mês, um bimestre, um ano, dias 
da semana. 
• Reflexões sobre o que fazemos com o tempo: O 
que fazemos nesse tempo? O que podemos melho-
rar nesse tempo? O que dá para fazer nesse tempo? 
Foco e otimização do tempo. 
• Tempo e idades – bebê, criança, adolescente, 
jovem, adulto, idoso. 
• Ritmo biológico – a hora de ir ao banheiro, a hora 
de dormir, a hora da fome – é o tempo. 
• Tempo do amigo é diferente do seu tempo. Assim 
como o tempo do aluno é diferente do seu tempo, 
professor. 
• Quantas horas cabem no meu dia? Quantas horas 
cabem no meu sono? 
• Quantidade de vezes que eu falo “mãe” em um dia. 
• Reduzir a quantidade de vezes que as brigas 
acontecem.
• Aumento do nível de compreensão: o amigofez isso 
porque teve uma noite ruim... talvez! 
• Quantidades – você já tem muitas ideias para tra-
balhar, estou dando outras possibilidades. 
• Quantidade de formigas que estão passando agora 
na nossa bolacha. 
• Quantas formigas passaram ontem? E hoje? Vamos 
fazer uma tabela. 
• Quantas vezes esse passarinho cantará “bem-te-vi” na 
nossa janela na próxima 1 hora? – quantidade X tempo. 
• Preparação dos alimentos, medidas, quantidades, 
relações. 
• Transformação dos alimentos na panela. 
• Transformação da semente na terra. 
• Transformação da água no congelador. 
• Transformação da roupa quando cai água sanitária. 
• Transformação da comida quando fica fora da 
geladeira. 
[...]
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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
BNCC
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
(EI03CG05)
Coordenar suas habilidades manuais no atendimento 
adequado a seus interesses e necessidades em situa-
ções diversas. 
(EI03ET02)
Observar e descrever mudanças em diferentes mate-
riais, resultantes de ações sobre eles, em experimen-
tos envolvendo fenômenos naturais e artificiais.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar fontes de informações, para 
responder a questões sobre a natureza, seus fenôme-
nos, sua conservação.
CONTEÚDOS
CAMPO DE
EXPERIÊNCIAS
HABILIDADES METODOLOGIA
• Tempo
• Natal – 25
de dezembro
I – O EU, O OUTRO E 
O NÓS
II – ESPAÇOS, TEM-
POS, QUANTIDA-
DES, RELAÇÕES E 
TRANSFORMAÇÕES
III – CORPO, GESTOS 
E MOVIMENTOS
• Reconhecer os elementos culturais
(roupa, acessórios, etc.) usados de acordo
com as mudanças de tempo.
• Identificar os elementos que indicam as
mudanças de tempo.
• Demonstrar conhecimento sobre as
mudanças de tempo.
• Compreender a importância do Natal
para a humanidade.
• Conhecer os símbolos natalinos.
• Identificar os elementos característicos
dessa data comemorativa.
• Valorizar as comemorações natalinas.
• Apreciar o dia de Natal em sua plenitude.
• Pesquisar, com ajuda, os
tipos de vestuário adequados
a cada tempo climático.
• Montar um mural com
imagens que representem
as mudanças de tempo e
suas consequências para os
seres vivos e para o meio
ambiente.
• Desenhar e pintar os sím-
bolos natalinos.
• Confeccionar, com ajuda,
cartões de Natal para os
amigos e familiares.
• Montar um quadro com ima-
gens relacionadas ao Natal.
40ª Semana
Conteúdos da coleção e a BNCC
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Grade semanal
a
1o dia
Natureza e Sociedade: Tempo – páginas 110 e 111
Orientação didática:
• Comente sobre as mudanças de temperatura em
situações de vivência e/ou imaginativas, pois o diálogo
com a criança sobre a temperatura dará margem a brin-
cadeiras de percepção e representação de sensações de
calor e de frio.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
2o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
3o dia
Dia reservado para atividades de Linguagem e 
Matemática.
4o dia
Natureza e Sociedade: Natal – 25 de dezembro – pági-
na 112
Orientação didática:
• Converse, com as crianças, sobre o nascimento de Je-
sus, apresentando imagens.
• Construa, com os alunos, uma árvore de Natal em pa-
pel quarenta quilos e realize uma pintura coletiva com
tinta guache. Em seguida, cole fotos das crianças como
bolas de Natal.
Reservado para atividades de Linguagem e Matemática.
5o dia
Livre para atividades complementares da sua turma.
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BNCC
(EI03ET02) 
Observar e descrever 
mudanças em diferentes 
materiais, resultantes 
de ações sobre eles, em 
experimentos envolvendo 
fenômenos naturais e 
artificiais.
(EI03ET03) 
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
BNCC
(EI03ET02) 
Observar e descrever 
mudanças em diferentes 
materiais, resultantes 
de ações sobre eles, em 
experimentos envolven-
do fenômenos naturais e 
artificiais.
(EI03ET03)
Identificar e selecionar 
fontes de informações, 
para responder a ques-
tões sobre a natureza, 
seus fenômenos, sua 
conservação.
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Orientações didáticas
Tempo
• Utilize lugares ensolarados, pois a brincadeira con siste
em permanecer ao Sol, aquecer-se e expressar corpo-
ralmente a sensação de calor.
• Repita a brincadeira, utilizando a área coberta (de pre-
ferência, a mais fresca da escola). Após permane cerem
algum tempo no local, todos se expressarão corporalmen-
te, demonstrando as sensações de re frescamento e de frio.
• Realize uma atividade em que as crianças possam repre-
sentar o movimento do vento, utilizando a pintura a dedo.
BNCC
(EI03CG05)
Coordenar suas habilida-
des manuais no atendi-
mento adequado a seus 
interesses e necessidades 
em situações diversas.
(EI03EO04)
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
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Thatsaphons / Shutterstock.com
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• Se houver oportunidade, demonstre o fenômeno da
vaporização da água (mudança da água do esta do
líquido para o estado gasoso) e da condensação (passa-
gem da água do estado gasoso para o esta do líquido).
Utilize uma chaleira aquecida. Mostre o vapor que sai da
água quando ela começa a ferver (vaporização). Levante
a tampa da chaleira e mostre as gotinhas de água que
ficam nela (condensação).
• Em um dia ensolarado, convide as crianças a anda-
rem pela área livre da escola, a fim de que percebam a
diferença entre os lugares descobertos (que rece bem os
raios solares) e os cobertos (sombra).
• Solicite que as crianças fiquem em fileiras na som bra
e que, ao sinal de início da corrida, saiam pulando num
pé só, em direção à linha de chegada, que será uma
parede em que esteja batendo o sol. Ganha a corrida o
primeiro que tocar na parede.
• Proponha à classe uma situação-problema: “Ima ginem
que, neste momento, estamos em um local aberto e
começa a cair uma chuva muito forte. O que podemos
fazer para nos proteger da chuva?”. Permita que os
alunos, organizadamente, expressem suas opiniões.
• Leve cordéis que abordem a temática natalina e leia-os
para os alunos.
• Explore o significado dos símbolos do Natal, ressal-
tando a importância de cada um deles.
• Promova a apresentação de uma dramatização natali-
na, na qual os próprios alunos deverão ser os atores. As
crianças poderão, ainda, participar de uma apresenta-
ção à comunidade, de cantos, com referên cia ao Natal.
Ajude-as a confeccionar os adereços necessários.
• Explore algumas cantigas natalinas:
Deixei meu sapatinho
Deixei meu sapatinho,
na janela do quintal.
Papai Noel deixou
meu presente de Natal.
Como é que Papai Noel
não se esquece de ninguém?
Seja rico ou seja pobre,
o velhinho sempre vem.
(Repetir)
Bate o sino
Bate o sino pequenino, sino de Belém.
Já nasceu Deus Menino para o nosso bem.
Paz na Terra pede o sino alegre a cantar.
Abençoe, Deus Menino, este nosso lar.
Hoje a noite é bela, juntos, eu e ela
vamos à capela, felizes a rezar.
Ao soar o sino, sino pequenino,
vai o Deus Menino nos abençoar.
Natal - 25 de dezembro
• Monte um presépio para a sala de aula com imagens
fotocopiadas. Utilize, como base, uma caixa de sapato.
• Solicite às crianças que pintem um sino com cola co-
lorida e que colem pedacinhos de papel laminado para
enfeitá-lo.
• Proponha às crianças que desenhem algo que repre sente
o Natal para elas.
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8. Quem está dentro da casa
Estou fora de casa, 
contente a brincar, 
dou a mão aos amiguinhos, 
fazendo a roda rodar.Criançada que está dentro 
da casa a descansar, 
convido (fulano) 
para vir aqui rodar.
4. Hora da merenda
(Melodia: O Cravo brigou com a Rosa) 
Chegou a hora de merendar, 
vamos comer bem devagar. 
Agora, todos, muita atenção! 
Papel e casca não jogar no chão. 
Uma merenda muito gostosa 
foi a mamãe quem preparou. 
Papai do céu, muito obrigado(a) 
pelo alimento que nos doou.
5. Na escola
(Melodia: Ciranda, cirandinha) 
Na escola, eu aprendo 
muita coisa interessante. 
A escola é para todos, 
ela é muito importante. 
Na escola, faço rodinha 
e converso com os colegui nhas. 
Na escola, tem recreio 
onde brinco sem receio.
6. Estalemos os dedinhos
(Melodia: Fui ao Itororó) 
Estalemos os dedinhos, 
para a festa da família. 
Roda bem para um lado 
e depois para outro lado. 
Com atenção, vamos cantar: 
dois passinhos dou à frente 
e já volto para trás. 
E, cantando alegremente, 
vou ouvindo o coração. 
Que bom, que bom, que bom, 
hoje é festa da família!
2. Família legal
(Melodia: Pirulito que bate-bate) 
Esta família é legal, 
bem original. 
Tem papai, tem mamãe, 
uma irmãzinha 
e um irmão. 
O papai é fortão, 
a mamãe é tão boa, 
a irmãzinha é amiga 
e o irmão é brincalhão. 
Mas também têm os vovôs. 
Como são tão carinhosos! 
Eles são meus amores, 
moram no meu coração!
3. Repouso
(Adaptação: Teresinha de Jesus) 
Bem quietinhos, descansaremos, 
esta música ouvindo, 
em silêncio ficaremos. 
Muitos já estão dormindo. 
Quando volto do recreio, 
cansadinho de brincar, 
na mesinha, eu me deito 
devagar, para descansar.
Músicas para as aulas de Natureza e 
Sociedade
7. O peixinho
(Melodia: Ciranda, cirandinha)
O peixinho vai nadando,
vai nadando de mansinho.
Vai subindo, dá uma volta
e continua o seu caminho.
9. O sapo não lava o pé...
O sapo não lava o pé,
não lava porque não quer.
Ele mora lá na lagoa,
não lava o pé porque não quer,
mas que chulé...
A sapa na lava a pá,
na lava parqua na quar.
Ala mara lá na lagá,
na lava a pá parqua na quar,
mas qua chalá...
E sepe ne leve é pé,
ne leve perqué ne quer.
Ele mere le ne legué,
Ne leve é pé perqué ne quer,
mes que chelé...
I sipi ni livi i pi,
ni livi pirqui ni quir.
Ili miri li ni ligui,
ni livi i pi pirqui ni qui,
mis qui chili...
O sopo no lovo o pó,
no lovo porquo no quor.
Olo moro lo no logó,
no lovo o pó porquó no quor,
mos quo choló...
U supu nu luvu u pu,
nu luvu purquu nu quur.
Ulu muru lu nu lugu,
nu luvu u pu purquu nu quur,
mus quu chulu...
1. O meu nome
(Melodia: Ciranda, cirandinha) 
Cante a música na rodinha. 
Na sua vez, diga o seu nome. 
Cada criança tem um nome 
que combina com seu jeito. 
O meu nome é (Nome da criança). 
E o seu, qual é que é? 
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10. O sítio de seu Lobato
Seu Lobato tinha um sítio,
ia, ia, ô!
E nesse sítio tinha um pato,
ia, ia, ô!
Era quá, quá, quá para cá!
Era quá, quá, quá para lá!
Era quá, quá, quá para todo lado,
ia, ia, ô!
Seu Lobato tinha um sítio,
ia, ia, ô!
E nesse sítio tinha uma vaca,
ia, ia, ô!
Era mu, mu, mu para cá! 
Era mu, mu, mu para lá!
Era mu, mu, mu para todo lado,
ia, ia ô!
Seu Lobato tinha um sítio,
ia, ia, ô!
E nesse sítio tinha um porco,
ia, ia, ô!
Era óinc, óinc, óinc para cá! 
Era óinc, óinc, óinc para lá!
Era óinc, óinc, óinc para todo lado,
ia, ia, ô!
Seu Lobato tinha um sítio,
ia, ia, ô!
E nesse sítio tinha uma ovelha,
ia, ia, ô!...
11. A Baleia
(Melodia: Teresinha de Jesus)
A baleia não dá bola,
só rebola com a bola.
Bota a bota, bate a bola,
brinca e ri com o bebê.
Ela é uma beleza,
não é boba, tem saber,
põe batom e não bobeia,
é um barato essa baleia.
14. Sapo-cururu
Cantar a música e fazer a expressão corporal.
Sapo-cururu
da beira do rio.
Quando o sapo canta,
oh! Maninha,
é porque tem frio.
A mulher do sapo
deve estar lá dentro,
fazendo rendinha,
oh! Maninha,
pro seu casamento.
19. O meu galinho
Há três noites que eu não dur mo, 
pois perdi o meu galinho.
Coitadinho, ô lá lá!
Pobrezinho, ô lá lá!
Eu perdi lá no jardim.
Ele é branco e amarelo,
tem a crista vermelhinha.
Bate as asas, ô lá lá!
Abre o bico, ô lá lá!
Ele faz quiriquiqui.
Bate as asas, ô lá lá!
Abre o bico, ô lá lá!
Ele faz quiriquiqui.
18. Alfredo, o caracol
(Melodia: Pirulito que bate-bate)
Alfredo, o caracol,
jogador de futebol,
faz um gol, faz outro gol,
ele é um astro, é o rei, o Sol.
Alfredo é folgado
e sambou no Carnaval
fantasiado de anzol,
mas acabou lá no hospital!
17. Formiguinha da roça
Formiguinha da roça
endoideceu
com uma dor de cabeça
que lhe deu.
Ai, pobre!
Ai, pobre formiguinha!
Põe a mão na cabeça
e faz assim... E faz assim...
20. Alimente-se bem
e cresça saudável!
(Melodia: Marcha, soldado)
Frutas, legumes
e verduras vou comer.
Bem forte e valente
eu sei que vou crescer.
Do leite não me esqueço,
da carne, também não.
E sucos variados
também vou beber.
15. Eu vi uma barata
Eu vi uma barata
na careca do vovô.
Assim que ela me viu,
bateu asas e voou.
Seu Joaquim-qui-rin-quim,
da perna torta-ra-ta,
dançando a conga-ra-ga,
com a Maricota-rata.
13. Sabiá
Sabiá, lá na gaiola,
fez um buraquinho.
Voou, voou,
voou, voou.
E a menina, que gostava
tanto do bichinho,
chorou, chorou,
chorou, chorou.
Sabiá fugiu pro terreiro,
foi cantar lá no abacateiro.
E a menina pôs-se a chamar:
vem cá, sabiá, vem cá.
16. Meu gatinho
(Melodia: Pirulito que bate-bate)
Meu gatinho, à noite,
brinca, brinca sem parar.
O novelo da titia
sabe bem desenrolar.
12. Coelho esperto
(Melodia: A moda das tais anquinhas)
Eu sou o coelho esperto,
pela estrada, vou pulando.
Vou pulando, em zigue-zague,
zigue-zague, zagueando.
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EDIÇÃO
2024-2025-2026
M
AN
UA
L D
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UC
AD
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RM
AÇ
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 C
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2018 • 2019 • 2020 • 2021 • 2022 • 2023 • 2024 • 2025
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	FC_ME_NAT 4I_UN 2
	FC_ME_NAT 4I_UN 3
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