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1. Emergências Clínicas Autor: Enf. Carlos Eduardo A. Prof. Carlos Eduardo Arruda e-mail: caduarrudalima@gmail.com ENFERMAGEM PRÉ-HOSPITALAR ORIENTAÇÕES GERAIS INÍCIO 05/03/2022 TÉRMINO 23/04/2022 ORIENTAÇÕES GERAIS N1 – INTRODUÇÃO E SUPORTE BÁSICO DE VIDA - 50% TEÓRICA E 50% PRÁTICA. N2 – ATENDIMENTO AO TRAUMATIZADO – TEÓRICA. N3 – SIMULAÇÃO (1,0) + ATIVIDADES E TRABALHOS. AVALIAÇÕES 60 HORAS FALTAS: 25% DA CARGA HORÁRIA DA DISCIPLINA = 3 AULAS. NF = N1 + N2 + N3 3 ORIENTAÇÕES GERAIS ATENÇÃO OBRIGATÓRIO USO DE JALECO E SAPATO FECHADO DURANTE AS AULAS PRÁTICAS. ORIENTAÇÕES FINAIS USO DE CELULAR CONVERSAS PARALELAS É PROIBIDO O EXCESSO DE CONVERSAS EM SALA DE AULA. ATRASOS DE ALUNO DEVERÁ SENTAR NA CADEIRA DISPONÍVEL, SEM CAUSAR TRANSTORNO OU PREJUÍZO NA AULA. LANCHES EM SALA É PROIBIDO O CONSUMO DE ALIMENTOS EM SALA DE AULA. É PROIBIDO O USO DE CELULARES EM SALA DE AULA. AULA 1 – REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E HISTÓRIA DO CUIDADO05/03 AULA 2 – AÇÕES PARA O CUIDADO NO ALÍVIO DA OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS05/03 AULA 3 – SUPORTE BÁSICO DE VIDA 112/03 AULA 4 – SUPORTE BÁSICO DE VIDA 212/03 AULA 5 – OVACE E SBV - PRÁTICA19/03 AULA 6 – SITUAÇÕES CLÍNICAS COMUNS NO APH E REVISÃO19/03 AVALIAÇÃO TEÓRICA E PRÁTICA26/03 CRONOGRAMA – MÓDULO CLÍNICO 02/04 AULA 8 – CONTROLE DE HEMORRAGIAS 02/04 09/04 AULA 10 – TRAUMA POR SISTEMAS 1 CRONOGRAMA – MÓDULO DE TRAUMA *Cronograma sujeito a alteração mediante aviso do professor e/ou coordenação. 09/04 AULA 11 – TRAUMA POR SISTEMAS 2 16/04 AULA 12 – ESTUDOS DE CASO/SIMULAÇÃO 16/04 AULA 13 – VISITA TÉCNICA 23/04 AVALIAÇÃO TEÓRICA AULA 7 – AVALIAÇÃO DA CENA E AVALIAÇÃO PRIMÁRIA DA VÍTIMA DE TRAUMA26/03 AULA 9 – LESÕES TÉRMICAS E VÍTIMAS DE AFOGAMENTO CONTEÚDO AULA DE INTRODUÇÃO; OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS POR CORPOS ESTRANHOS; REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR; SITUAÇÕES CLÍNICAS COMUNS NO AMBIENTE PRÉ-HOSPITALAR. REVISÃO DATA:PROVA 19/03/2022 26/03/2022 AVALIAÇÃO TEÓRICA 1 CONTEÚDO • MANOBRAS PARA ALÍVIO DA OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS: OVACE EM BEBÊS, CRIANÇAS, ADULTOS, OBESOS E GESTANTES • REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR: RCP EM ADULTOS, CRIANÇAS E BEBÊS DATA:REVISÃO DATA:PROVA 12/03/2022 26/03/2022 AVALIAÇÃO PRÁTICA CONTEÚDO AVALIAÇÃO PRIMÁRIA; CONTROLE DE HEMORRAGIAS; TRAUMA MUSCULOESQUELÉTICO E POR SISTEMAS; LESÕES TÉRMICAS E CHOQUE ELÉTRICO; VÍTIMAS DE AFOGAMENTO. DATA:REVISÃO DATA:PROVA 16/04/2022 23/04/2022 AVALIAÇÃO TEÓRICA 2 “O destino dos feridos repousa nas mãos daquele que aplica o primeiro curativo”. NICHOLAS SENN Imagem: Simulação de Atendimento ao Trauma. Fotografia gentilmente cedida pelo Núcleo de Urgência e Emergência Pré-hospitalar – NUEMPH, Universidade Federal do Ceará. 2019. Prof. Carlos Eduardo Arruda e-mail: caduarrudalima@gmail.com ENFERMAGEM PRÉ-HOSPITALAR AULA 1 REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA SAIBA DIFERENCIAR: URGÊNCIA EMERGÊNCIA REDES PRIORITÁRIAS URGÊNCIA: a ocorrência imprevista de agravo à saúde com ou sem risco potencial de vida, cujo portador necessita de assistência médica imediata. EMERGÊNCIA: a constatação médica de condições de agravo à saúde que impliquem em risco iminente de vida ou sofrimento intenso, exigindo portanto, tratamento médico imediato. Fonte: Resolução CFM nº 1451/1995 REDES PRIORITÁRIAS REDES PRIORITÁRIAS • REDE CEGONHA • REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL • REDE DE CUIDADO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA • REDE DE ATENÇÃO ÀS DOENÇAS E CONDIÇÕES CRÔNICAS • REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS EPIDEMIOLOGIA EPIDEMIOLOGIA Fo n te: B o letim Ep id em io ló gico d as D O EN Ç A S C R Ô N IC A S N Ã O TR A N SM ISSÍV EIS. G o vern o d o Estad o d o C eará, 2 0 2 1 . EPIDEMIOLOGIA Fo n te: B o letim Ep id em io ló gico d as M O R TA LID A D E P O R C A U SA S EX TER N A S. G o vern o d o Estad o d o C eará, 2 0 2 1 . EPIDEMIOLOGIA EPIDEMIOLOGIA DEMANDAS EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DOENÇAS INFECCIOSAS CAUSAS EXTERNAS DOENÇAS CRÔNICAS DEMANDAS DEMANDAS DA RUE CLÍNICAS CIRÚRGÍCAS SAÚDE MENTAL TRAUMÁTICAS GINECO- OBSTÉTRICAS PEDIÁTRICAS A REDE DE ATENÇÃO AS URÊNCIAS -RUE COMPREENDENDO OS COMPONENTES DA REDE I. PROMOÇÃO, PREVENÇÃO E VIGILÂNCIA EM SAÚDE O Componente Promoção, Prevenção e Vigilância à Saúde tem por objetivo estimular e fomentar o desenvolvimento de ações de saúde e educação permanente voltadas para a vigilância e prevenção das violências e acidentes, das lesões e mortes no trânsito e das doenças crônicas não transmissíveis, além de ações intersetoriais, de participação e mobilização da sociedade visando a promoção da saúde, prevenção de agravos e vigilância à saúde. I. PROMOÇÃO DA SAÚDE II. ATENÇÃO BÁSICA • ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO; • DEMANDA ESPONTÂNEA; • SALA DE OBSERVAÇÃO; III. SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIAS TIPOS DE ATENDIMENTO PRIMÁRIO: POPULAÇÃO → SAMU SECUNDÁRIO: SERVIÇO DE SAÚDE → SAMU CENTRAL DE REGULAÇÃO Central de regulação médica das urgências. • Médico; • Operador de Frota; • Telefonistas Auxiliares em Regulação Médica – TARM. IV. SALAS DE ESTABILIZAÇÃO Equipamento de saúde que deverá atender às necessidades assistenciais de estabilização do paciente grave/crítico em municípios de grandes distâncias e/ou isolamento geográfico, bem como lugares de difícil acesso. V. FORÇA NACIONAL DO SUS A FN-SUS deverá prover resposta rápida e eficiente em situações de calamidade e urgências específicas em todas as unidades federativas do território nacional e, extraordinariamente, em outros países, quando sua participação integrar ajuda humanitária que seja oficialmente solicitada à Presidência da República. VI. UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO • Complexidade intermediária; • Objetivo de contrarreferência; • Atendimento pré- hospitalar; • Funcionamento 24 horas. VII. COMPONENTE HOSPITALAR 1. Portas hospitalares de urgência e emergência; 2. Enfermaria de retaguarda clínica; 3. Unidades de cuidados prolongados e hospitais especializados em cuidados prolongados; 4. Leitos de terapia intensiva; e 5. Organização das linhas de cuidado prioritárias: LC do infarto agudo do miocárdio (IAM); LC do acidente vascular cerebral (AVC); LC da traumatologia. VIII. ATENÇÃO DOMICILIAR A Atenção Domiciliar tem por finalidade estruturar e organizar o cuidado no domicílio. VOCÊ SABIA QUE A RUE TEM TANTOS COMPONENTES ASSIM? PROMOÇÃO, PREV. E VIG. DA SAÚDE UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE SAMU SALAS DE ESTABILIZAÇÃO FORÇA NACIONAL DO SUS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO COMPONENTE HOSPITALAR ATENÇÃO DOMICILIAR PRINCIPAIS DIRETRIZES: • Ampliação do acesso; • Universalidade, integralidade, equidade; • Humanização; • Articulação e integração dos serviços. CLASSIFICAÇÃO DAS UNIDADES MÓVEIS DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS TIPO A – TRANSPORTE Ambulância de Transporte: veículo destinado ao transporte em decúbito horizontal de pacientes que não apresentam risco de vida, para remoções simples e de caráter eletivo. Tripulada por 2 profissionais, sendo um o motorista e o outro um Técnico ou Auxiliar de enfermagem. TIPO B – SUPORTE BÁSICO Unidade de suporte básico de vida terrestre (USB) – viatura tripulada por no mínimo 2 (dois) profissionais, sendo um condutor de veículo de urgência e um técnico ou auxiliar de enfermagem. TIPO C – RESGATE Ambulância de Resgate: veículo de atendimento de urgências pré-hospitalares de pacientes vítimas de acidentes ou pacientes em locais de difícil acesso, com equipamentos de salvamento (terrestre, aquático e em alturas). TIPO D – SUPORTE AVANÇADO Viatura tripulada por no mínimo 3 (três) profissionais, sendo um condutor de veículo de urgência, um enfermeiro e um médico TIPO E –AERONAVE DE TRANSPORTE MÉDICO Equipe de aeromédico – aeronave com equipe composta por no mínimo um médico e um enfermeiro; TIPO F –EMBARCAÇÃO DE TRANSPORTE MÉDICO • Equipe de embarcação – contandocom o condutor da embarcação e um auxiliar/ técnico de enfermagem, em casos de suporte básico de vida, e um médico e um enfermeiro, em casos de suporte avançado de vida; TIPO F VIR Veículo de intervenção rápida (VIR) – veículo tripulado por no mínimo um condutor de veículo de urgência, um médico e um enfermeiro. MOTOLÂNCIA Motolância – tipo de veículo de intervenção rápida: motocicleta conduzida por um profissional de nível técnico ou superior em enfermagem com treinamento para condução de motolância; UNIDADE DE SUPORTE INTERMEDIÁRIO -SIV ADAPTAÇÕES Ambulância com tração nas quatro rodas para atuar em regiões de difícil acesso. Viatura adaptada para incidentes com múltiplas vítimas. ADAPTAÇÕES Ambulância adaptada para atender obesos. ADAPTAÇÕES SAMU “psiquiátrico”. #FocoNaAprovação Conforme a Portaria nº 2.048/GM/2002 do Ministério da Saúde, para o transporte de um paciente com risco iminente de vida e que necessita de cuidados médicos intensivos, com materiais e equipamentos apropriados para esta função, está indicado a ambulância de: A. transporte - tipo A e ambulância de resgate - tipo C. B. suporte básico - tipo B e embarcação de transporte - tipo F. C. transporte - tipo A e ambulância de suporte básico - tipo B. D. suporte básico - tipo B e ambulância de resgate - tipo C. E. suporte avançado - tipo D e embarcação de transporte - tipo F. Ano: 2011 Banca: F CC Órgão: TRT - 4ª REGIÃO (RS) Prova: FCC - 2011 - TRT - 4ª REGIÃO (RS) - Técnico Judiciário - Enfermagem ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO PRÉ-HOSPITALAR MÓVEL LOCAL SAMU LOCAL SAMU CEARÁ ENDEREÇO: RUA DA PAZ, EUSÉBIO 121 bases 3 CRM Todo o Ceará 100 VEÍCULOS 19 USA 2 USI 54 USB 21 USB 4X4 2 MOTOLÂNCIAS 2 AEROMÉDICOS Fonte: GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ, 2018. Fonte: GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ, 2022. SAMU FORTALEZA ENDEREÇO: RUA PADRE GUERRA, PARQUELÂNDIA - FORTALEZA BASES DESCENTRALIZADAS BIKE VIDA COMO ACIONAR O SAMU? CIOPS CIOPAER ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO ACOLHIMENTO CLASSIFICAÇÃO DE RISCO CLASSIFICAÇÃO DE RISCO PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA, HEMORRAGIAS SEM CONTROLE, TENTATIVA DE SUICÍDIO, REBAIXAMENTO DO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA DOR SEVERA, CEFALÉIA DE RÁPIDA PROGRESSÃO, RISCO ESPECIAL DE INFECÇÃO VÔMITOS INTENSOS, DORES MODERADAS, DESMAIOS, CRISE ASMÁTICA MODERADA DISÚRIA, TOSSE SEM SINAIS DE RISCO, DOR ABODMINAL LEVE, ADULTO FEBRIL NECESSIDADES NÃO AGUDAS HISTÓRIA DO CUIDADO NO ATENDIMENTO PRÉ- HOSPITALAR MÓVEL ESTRELA DA VIDA HISTÓRIA ERA MODERNA ERA FARRINGTON PERÍODO LARREY PERÍODO ANTIGO 1970 - HOJE 1950 – 1970 SEC XVIII - 1950 “NOSSOS PACIENTES NÃO NOS ESCOLHEM. NÓS OS ESCOLHEMOS.” PHTLS –9ed ESTRUTURA INTERNA DAS USA ESTRUTURA INTERNA DAS USA REFERÊNCIAS • Portaria nº 4.279, de 30 de dezembro de 2010: Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do SUS. • Portaria nº 1.600, de 7 de julho de 2011: Reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no SUS. • Portaria nº 344, de 19 de fevereiro de 2002: Institui a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes de Trânsito: mobilizando a sociedade e promovendo saúde. • Portaria nº 936, de 18 de maio de 2004: Dispõe sobre a estruturação da Rede Nacional de Prevenção da Violência e Promoção da Saúde e a Implantação e Implementação de Núcleos de Prevenção à Violência em Estados e Municípios. • Portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2011: Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). • Portaria nº 1.010, de 21 de maio de 2012: Redefine as diretrizes para a implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e sua Central de Regulação das Urgências, componente da Rede de Atenção às Urgências. • Portaria nº 443, de 9 de junho de 2011: Aprovar a criação da Força Nacional de Saúde do Sistema Único de Saúde (FN-SUS), sob a gestão do Ministério da Saúde. A Força Nacional de Saúde do SUS deverá ser organizada na lógica de aglutinar esforços para garantir a integralidade da assistência em situações de risco ou emergenciais a que esteja exposta à população brasileira, e, especialmente, os povos indígenas e grupos populacionais localizados em território de difícil acesso, devendo conduzir suas atividades segundo os princípios de equidade, integralidade e universalidade. • Portaria nº 1.171, de 5 de junho de 2012: Dispõe sobre o incentivo financeiro de investimento para construção e ampliação no âmbito do Componente Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h) e do conjunto de serviços de urgência 24 horas da Rede de Atenção às Urgências, em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências. 82 • Portaria nº 2.648, de 07 de novembro de 2011: Redefine as diretrizes para implantação do Componente Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h) e do conjunto de serviços de urgência 24 (vinte e quatro) horas da Rede de Atenção às Urgências, em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências. • Portaria nº 2.395, de 11 de outubro de 2011: Organiza o Componente Hospitalar da Rede de Atenção às Urgências no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). • Portaria nº 2.527, de 27 de outubro de 2011: Redefine a Atenção Domiciliar no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). • Portaria nº 1.533, de 15 de julho de 2012: Altera e acresce dispositivos à Portaria nº 2.527/GM/ MS, de 27 de outubro de 2011, que redefine a Atenção Domiciliar no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). • Portaria nº 1.663, de 06 de agosto de 2012: Dispõe sobre o Programa SOS Emergências no âmbito da Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE). • Portaria nº 2.994, de 23 de dezembro de 2011: Aprova a Linha de Cuidado do Infarto Agudo do Miocárdio e o Protocolo de Síndromes Coronarianas Agudas, cria e altera procedimentos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS. • Portaria nº 665, de 12 de abril de 2012: Dispõe sobre os critérios de habilitação dos estabelecimentos hospitalares como Centro de Atendimento de Urgência aos Pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), institui o respectivo incentivo financeiro e aprova a Linha de Cuidados em AVC. • Consulta Pública nº 17, datada de 29 de agosto de 2012: Fica estabelecido o prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data de publicação desta Consulta Pública, para que sejam apresentadas contribuições relativas ao texto da “Linha de Cuidado ao Trauma”. • Portaria nº 2.809, de 7 de dezembro de 2012: Estabelece a organização dos Cuidados Prolongados para retaguarda à Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE) e às demais Redes Temáticas de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Prof. Carlos Eduardo Arruda e-mail: caduarrudalima@gmail.com ENFERMAGEM PRÉ-HOSPITALAR AÇÕES PARA O CUIDADO NO ALÍVIO DA OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS VOCÊ ESTARIA PRONTO? FISIOLOGIA DA DEGLUTIÇÃO: TERMO OVACE OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS POR CORPOS ESTRANHOS No Brasil, é classificada como acidente por causa externa. TEMPO DE TOLERÂNCIA À ISQUEMIA CORAÇÃO, CÉREBRO, PULMÕES 4 - 6 MINUTOS RINS, FÍGADO, TGI 45-90 MINUTOS 45 - 90 MINUTOS MÚSCULO, OSSO, PELE 4 - 6 HORAS EPIDEMIOLOGIA 100 casos São recebidos por mês no IJF. 90% Das mortes por aspiração ocorrem em menores de 5 anos. 95% Das mortes por engasgos ocorrem no ambiente doméstico. ADULTOSCRIANÇAS ALIMENTOS DENTES PRÓTESES DENTÁRIAS ALIMENTOS BALÕES MOEDAS BRINQUEDOS EPIDEMIOLOGIA PROPOSTAS 8 1 fonte: Diário do Nordeste. Versão virtual. Matéria publicada em 19 de Agosto de 2021. Disponível em: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ LEI LUCAS LEI Nº 13.722, DE 4 DE OUTUBRO DE 2018. Torna obrigatória a capacitação em noções básicas de primeiros socorros de professorese funcionários de estabelecimentos de ensino públicos e privados de educação básica e de estabelecimentos de recreação infantil. OVACE EM ADULTOS E CRIANÇAS SAIBA DIFERENCIAR OBSTRUÇÃO PARCIAL OBSTRUÇÃO TOTAL ▪ Capaz de Tossir de Maneira Forçada ▪ Presença de sibilos ou estridores ▪ Inquietação ▪ Rubor Facial ▪ Respiração Forçada e Rápida Há considerável troca de ar: Troca de ar deficiente ou ausente: ▪ Tosse fraca ou incapacidade de tossir ▪ Ruídos agudos ou ausência de sons ▪ Incapacidade de falar ▪ Possível Cianose ▪ Pode fazer o Sinal Universal de Asfixia SAIBA DIFERENCIAR RUBOR FACIAL CIANOSE SINAL UNIVERSAL DE ASFIXIA Uma manifestação típica da obstrução grave é o sinal universal de asfixia em que por não conseguir falar, a vítima coloca as mãos na face anterior do pescoço sinalizando que não é capaz de respirar e costuma apresentar uma expressão facial de pânico. CASO 1 OBSTRUÇÃO TOTAL Em um movimentado restaurante um dos clientes leva as mãos ao pescoço e tenta se comunicar sem êxito. Você logo percebe que se trata de um engasgamento. O indivíduo começa a ficar cianótico e se mostra incapaz de tossir. Neste caso, estamos diante de uma obstrução: OBSTRUÇÃO PARCIAL CASO 2 Durante o almoço, na Vó Jandira, você percebe que um de seus colegas apresenta uma face ruborizada e de forma inquieta começa tossir de maneira vigorosa. Neste caso estamos diante de uma: OBSTRUÇÃO TOTAL OBSTRUÇÃO PARCIAL OVACE PARCIAL EM ADULTOS E CRIANÇAS CONDUTA EXPECTANTE Acalmar e incentivar a vítima a continuar tossindo de forma vigorosa; Permanecer ao lado da vítima, monitorando sua condição; e Procurar o serviço de emergência, caso a obstrução parcial persista. OBS: Não ofereça líquidos e alimentos nem dê golpes nas costas das vítimas. VOCÊ CONSEGUE RESPIRAR? OVACE TOTAL EM ADULTOS E CRIANÇAS CONSCIENTES MANOBRA DE HEIMLICH → ATENÇÃO: SOMENTE PARA MAIORES DE UM ANO DE IDADE! MANOBRA DE HEIMLICH EM 5 PASSOS Apresente-se rapidamente à vítima, dizendo que vai ajudá-la (isso vai reduzir a ansiedade e o consumo de oxigênio). Fique de pé ou ajoelhe-se atrás da vítima e enrole seus braços na altura da crista ilíaca. Feche uma das mãos. Coloque o lado do polegar da mão fechada contra o abdome da vítima, na linha média, ligeiramente acima do umbigo e bem abaixo do externo. Agarre a mão fechada com a outra mão e pressione-a contra o abdome da vítima, de maneira rápida e forte, para dentro e para cima. MANOBRA DE HEIMLICH EM SITUAÇÕES ESPECIAIS MANOBRA DE HEIMLICH EM SITUAÇÕES ESPECIAIS E SE EU ESTIVER SOZINHO? ADULTOS INCONSCIENTES ➢ E SE A VÍTIMA FICAR INCONSCIENTE? Acionar o serviço de emergência. Posicionar em decúbito dorsal em superfície rígida. Inicie compressões torácicas. Forneça 2 ventilações a cada 30 compressões. Realiza abertura de via aérea, se você ver que o objeto pode ser facilmente removível, retire com os dedos ou pinça. Caso não seja possível remover, forneça uma insuflação, se o ar não passar ou o tórax não expandir, reposicione e insufle novamente. Retome as compressões torácicas. DEDOS EM PINÇA ADULTOS E CRIANÇAS INCONSCIENTES ➢ REMOÇÃO COM PINÇA DE MAGILL FLUXOGRAMA DE ATENDIMENTO OBSTRUÇÃO PARCIAL OBSTRUÇÃO TOTAL OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS EM ADULTOS E CRIANÇAS CONDUTA: Expectante: acalmar e incentivar tosse vigorosa. Observar vítima. PRINCIPAL SINAL Tosse fraca ou incapacidade de tossir PRINCIPAL SINAL: Capaz de Tossir de Maneira Forçada CONSCIENTE MANOBRA DE HEIMLICH INCONSCIENTE CHAMAR AJUDA E COMPRESSÕES TORÁCICAS CONDUTA ABRIR VIA AÉREA OBJETO REMOVÍVEL OBJETO NÃO REMOVÍVEL REMOVER COM DEDOS EM FORMA DE PINÇA INSUFLAR, SE NÃO HOUVER PASSAGEM DE AR, REPOSICIONAR E INSUFLAR NOVAMENTE REINICIAR COMPRESSÕES TORÁCICAS #FocoNaAprovação Em uma vítima adulta e consciente, apresentando obstrução completa das vias áreas, causada por corpo estranho, deve-se: a. Checar o pulso. b. Fazer massagem cardíaca. c. Efetuar a manobra de Heimlich. d. Usar o desfibrilador externo automático. e. dar vários tapas nas costas da vítima. Ano: 2020 Banca: FCC Órgão: AL- AP Prova: FCC - 2020 - AL-AP - Auxiliar Legislativo - Auxiliar de Transportes #FocoNaAprovação Confirmada obstrução das vias aéreas por corpo estranho (OVACE), o procedimento para desobstrução em um adulto consciente é: a. bater duas ou mais vezes nas costas até a desobstrução total. b. deitar a vítima e iniciar as manobras de compressão abdominal. c. posicionar-se por detrás da vítima e iniciar as manobras de compressão abdominal. d. posicionar-se na parte anterior e bater nas costas até a desobstrução. e. realizar manobras de compressão nas costas com a vítima deitada. Ano: 2010 Ban ca: VUNESP Ór gão: TJ- SP Prova: VUNE SP - 2010 - TJ-SP - Agente de Fiscalização Judiciária OVACE EM BEBÊS SAIBA DIFERENCIAR OBSTRUÇÃO PARCIAL OBSTRUÇÃO TOTAL ▪ Capaz de Tossir ▪ Choro ▪ Tosse fraca ou incapacidade de tossir ▪ Incapacidade de chorar ▪ Possível Cianose OVACE PARCIAL EM BEBÊS CONDUTA EXPECTANTE Não interfira na tentativa do bebê de expelir o corpo estranho; Permanecer ao lado do bebê, monitorando sua condição; e Procurar o serviço de emergência, caso a obstrução parcial persista. OBS: Não ofereça líquidos e alimentos, não dê golpes nas costas das vítimas e nem a coloque de cabeça para baixo. OVACE TOTAL EM BEBÊS RESPONSIVOS OVACE TOTAL EM BEBÊS ADULTOS E CRIANÇAS INCONSCIENTES ➢ E SE O BEBÊ FICAR INCONSCIENTE? Acionar o serviço de emergência. Posicionar em decúbito dorsal em superfície rígida. Inicie sempre com 30 compressões torácicas. Relação 30:2 se estiver sozinho e 15:2 com outro profissional. Realiza abertura de via aérea, se você ver que o objeto pode ser facilmente removível, retire com os dedos ou pinça. Caso não seja possível remover, forneça uma insuflação, se o ar não passar ou o tórax não expandir, reposicione e insufle novamente. Retome as compressões torácicas. OVACE TOTAL EM BEBÊS IRRESPONSIVOS FLUXOGRAMA DE ATENDIMENTO OBSTRUÇÃO PARCIAL OBSTRUÇÃO TOTAL OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS EM BEBÊS CONDUTA: Expectante: Não interferir. Observar a vítima. PRINCIPAL SINAL Tosse fraca ou incapacidade de tossir Incapacidade de chorar PRINCIPAL SINAL: Capaz de Tossir de Maneira Forçada Capaz de chorar CONSCIENTE MANOBRAS DE TAPOTAGEM NO DORSO E COMPRESSÃO TORÁCICA NA RELAÇÃO 5:5 INCONSCIENTE AJUDA E COMPRESSÕES TORÁCICAS CONDUTA ABRIR VIA AÉREA OBJETO REMOVÍVEL OBJETO NÃO REMOVÍVEL REMOVER COM DEDOS EM FORMA DE PINÇA INSUFLAR, SE NÃO HOUVER PASSAGEM DE AR, REPOSICIONAR E INSUFLAR NOVAMENTE REINICIAR COMPRESSÕES 30:2 – SOZINHO 15:2 – +1 SOCORRISTA VEM ATUALIZAÇÃO POR AÍ... Novas recomendações sugerem a combinação de manobras, utilizando 5 “golpes” no dorso das vítimas e 5 compressões abdominais (Heimlich) em adultos e crianças. Fonte: Consenso Internacional da American Heart Association, 2021. VEM ATUALIZAÇÃO POR AÍ... Sugere contraindicação do uso rotineiro de dispositivos de sucção para remoção de corpos estranhos. Fonte: Consenso Internacional da American Heart Association, 2021. finalmente... VAMOS PRATICAR!!! REFERÊNCIAS AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das diretrizes da American Heart Association 2015 para RCP e ACE. USA: American Heart Association, 2015. BRASIL. Ministério da Saúde. Portal da Saúde - SUS. Atualização de indicadores demográficos e de mortalidade de 2010 no IDB-2011. [2015]. Disponível em: . Acesso em: 20 jan. 2016. SMITH, G. A. et al. Prevention of Choking Among Children. Pediatrics, v. 126, n. 9, p. 601-607, 2015. HEIMLICH, H. J. A life saving maneuver to prevent food-chocking. JAMA, v. 234, p. 398-400, 1975. HEIMLICH, H. J. Informações de saúde: estatísticas vitais - mortalidade e nascidos vivos. Brasília, 2015. Disponível em: . Acesso em: 8 ago. 2016. EBSERH: SUPORTE BÁSICO DE VIDA. Unidade 4: Ações para o cuidado no alívio do engasgo. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria deAtenção à Saúde. Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2a edição, 2016. ATIVIDADE 1. Diferencie os termos Urgência e Emergência. 2. Liste os 8 componentes da Rede de Atenção às Urgências e Emergências. 3. Diferencie os tipos de ambulâncias: A, B, C, D, E e F e sua tripulação mínima. 4. O que é e como é feita a classificação de risco? 5. Diferencie obstrução leve e obstrução grave em adultos. 6. Diferencie obstrução leve e obstrução grave em crianças. 7. Como é chamado o seguinte sinal: “por não conseguir falar, a vítima coloca as mãos na face anterior do pescoço sinalizando que não é capaz de respirar e costuma apresentar uma expressão facial de pânico.”? Prof. Carlos Eduardo Arruda e-mail: caduarrudalima@gmail.com ENFERMAGEM PRÉ-HOSPITALAR SUPORTE BÁSICO DE VIDA - 1 EPIDEMIOLOGIA Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC. ÓBITOS POR DCV EPIDEMIOLOGIA 383,961 óbitos por ano, Por doenças cardiovasculares no Brasil. 44 óbitos por hora. Por doenças cardiovasculares no Brasil. 1,051 óbitos por dia, Por doenças cardiovasculares no Brasil. Fonte: Estimativas de 2017 da Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC. EPIDEMIOLOGIA Acesso em 03/03/2022 http://www.cardiometro.com.br/ ABRIR CARDIÔMETRO http://www.cardiometro.com.br/ SBV SUPORTE BÁSICO DE VIDA conjunto de medidas utilizadas no atendimento a uma vítima em parada cardiorrespiratória (PCR), visando à manutenção de seus sinais vitais e à preservação da vida, além de evitar o agravamento das lesões existentes, até que uma equipe especializada possa transportá-la ao hospital e oferecer um tratamento definitivo. DEFININDO OS TERMOS RCP REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR MOTIVOS PARA APRENDER ANATOMIA E FISIOLOGIA O CORAÇÃO CADEIA DE SOBREVIVÊNCIA CADEIA DE SOBREVIVÊNCIA -AHA ADULTOS DIFERENCIANDO POR FAIXA ETÁRIA CRIANÇAS BEBÊS* >28 DIAS 11 MESES E 29 DIAS 1 ANO DE VIDA ATÉ A PUBERDADE A PARTIR DA PUBERDADE *LACTENTES OU INFANTES. SITUAÇÃO PROBLEMA DEFININDO OS TERMOS SINAIS CLÍNICOS DE UMA PCR SINAIS CLÍNICOS INCONSCIÊNCIA OU IRRESPONSIVIDADE RESPIRAÇÃO AUSENTE OU AGÔNICA (GASPING) PULSO CENTRAL AUSENTE SINAIS CLÍNICOS CHECANDO RESPONSIVIDADE ESTÍMULO TÁTIL Toque nos dois ombros ESTÍMULO VERBAL Chame em voz alta “Senhor? Senhor?” SINAIS CLÍNICOS CHECANDO RESPONSIVIDADE EM BEBÊS ESTÍMULO TÁTIL Estímulo plantar SINAIS CLÍNICOS Inspecione: há movimentação que indica ventilações? RESPIRAÇÃO AUSENTE OU GASPING Verifique o pulso carotídeo proximal PULSO CENTRAL AUSENTE 10 seg SINAIS CLÍNICOS PULSO CENTRAL EM BEBÊS Verifique o pulso braquial ENCONTRANDO O PULSO CAROTÍDEO GASPING CHECAR PULSO E RESPIRAÇÃO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 ROMEU E JULIETA ANÁLISE ONDE ESTÁ O PROBLEMA? INCONSCIÊNCIA RESPIRAÇÃO AUSENTE OU GASPING PULSO CENTRAL AUSENTE ATENDIMENTO À VÍTIMA DE PCR FLUXO DE ATENDIMENTO IDENTIFICAR CHAMAR AJUDAR INICIAR RCP C → A → B COMPRESSÕES ABRIR VIA AÉREA BOA VENTILAÇÃO FLUXO DE ATENDIMENTO C – A - B Compressões Abrir Via Aérea Boa Ventilação COMPRESSÕES TORÁCICAS Localização: metade inferior do esterno Frequência: 100 a 120 por minuto Profundidade: 5 a 6 centímetros COMPRESSÕES TORÁCICAS CRIANÇAS Em crianças você pode utilizar duas ou apenas uma das mãos Profundidade: 5 centímetros COMPRESSÕES TORÁCICAS BEBÊS SE ESTIVER SOZINHO COM OUTRO PROFISSIONAL PROFUNDIDADE: 4 CENTÍMETROS COMPRESSÕES TORÁCICAS PERMITA O RETORNO DO TÓRAX EM CADA COMPRESSÃO COMPRESSÕES TORÁCICAS EVITE OU MINIMIZE AS INTERRUPÇÕES: NÃO >10 SEG COMPRESSÕES TORÁCICAS UTILIZE A REGIÃO HIPOTÊNAR DA MÃO COMPRESSÕES TORÁCICAS POSICIONAMENTO DO SOCORRISTA POSICIONAMENTO DA VÍTIMA COMPRESSÕES TORÁCICAS TROCA DE SOCORRISTA ATENÇÃO: TROCAR O PROFISSIONAL DAS COMPRESSÕES A CADA DOIS MINUTOS PARA GARANTIR A QUALIDADE DAS COMPRESSÕES. C – A - B Compressões Abrir Via Aérea Boa Ventilação MANOBRAS DE ABERTURA DE VIAS AÉREAS MANOBRAS DE ABERTURA DE VIAS AÉREAS JAW-THRUSTCHIN-LIFT MANOBRAS DE ABERTURA DE VIAS AÉREAS CHIN-LIFT Manobra de elevação do mento MANOBRAS DE ABERTURA DE VIAS AÉREAS JAW-THRUST Manobra de projeção da mandíbula C – A - B Compressões Abrir Via Aérea Boa Ventilação Duas ventilações de resgate com duração de um segundo cada uma e que produzam elevação visível do tórax. 30:2 SE ESTIVER SOZINHO 15:2 COM OUTRO PROFISSIONAL SE VIA AÉREA AVANÇADA: 1 A CADA 2-3 SEG 30:2 SEMPRE SE VIA AÉREA AVANÇADA: 1 A CADA 6 SEGADULTOS RELAÇÃO COMPRESSÃO/VENTILAÇÃO CRIANÇAS BEBÊS DISPOSITIVOS TÉCNICA DE VENTILAÇÃO MANUAL “C e E” VENTILAÇÃO BOCA A BOCA PODE SER FEITO? Pode sim ser usada como método de ventilação em PCR, no entanto, devido ao risco de contaminação, principalmente em casos de vítimas desconhecidas, o profissional de saúde ou leigos podem realizar apenas as compressões torácicas até ter disponível um outro método para ventilação. Preste atenção! Nesses casos, o profissional ou o leigo não PRECISAM fazer, mas a decisão fica a cargo de cada um. VENTILAÇÃO BOCA A BOCA ompressão brir via Aérea oa Ventilação RCP DE ALTA QUALIDADE 5 PASSOS PARA UMA RCP DE ALTA QUALIDADE FREQUÊNCIA DE 100 A 120 POR MINUTO COMPRIMIR ENTRE 5 A 6 CM PERMITIR O RETORNO DO TÓRAX EVITAR INTERRUPÇÕES EVITAR VENTILAÇÕES EXCESSIVAS SITUAÇÕES PROBLEMA VAMOS ANALISAR “MUITOS BONS CÉREBROS PARA PRESERVAR E SÃO MUITOS OS JOVENS CORAÇÕES QUE AINDA PARAM NESTE PAÍS.” John Cook Lene Prof. Carlos Eduardo Arruda e-mail: caduarrudalima@gmail.com ENFERMAGEM PRÉ-HOSPITALAR SUPORTE BÁSICO DE VIDA – 2 PARADA RESPIRATÓRIA PARADA RESPIRATÓRIA -PR RESPIRAÇÃO AUSENTE MAS PULSO CENTRAL PALPÁVEL ▪ Chamar ajuda; ▪ Uma ventilação a cada 6 segundos em adultos e uma a cada 2-3 segundos em crianças e bebês; ▪ Checar pulso a cada 2 minutos. DESFIBRILAÇÃO “ A desfibrilação é o fator isolado mais importante determinante da sobrevivência de uma parada cardiorrespiratória em adultos.” Basic Life Support (BLS) RITMOS DE PCR FIBRILAÇÃO VENTRICULAR ÚNICO TRATAMENTO EFETIVO: DESFIBRILAÇÃO TAQUICARDIA VENTRICULAR SEM PULSO ATIVIDADE ELÉTRICA SEM PULSO TAQUICARDIA VENTRICULAR SEM PULSO • PODE SER A CONSEQUÊNCIA DOS OUTROS RITMOS. • RITMO DE PIOR PROGNÓSTICO. DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO ACESSO PÚBLICO AO DEA 100 mil brasileiros poderiam ser salvos por ano caso um DEA estivesse disponível em todos os locais que as leis determinam (COSTA; MIYADAHIRA, 2008). ACESSO PÚBLICO AO DEA https://www.gramado.rs.gov.br/noticias/fabrican te-doa-desfibriladores-e-prefeitura-instala-em- pontos-estrategicos POSIÇÃO DAS PÁS POSIÇÃO ANTEROAPICAL 1. LOGO ABAIXO DA CLAVÍCULA DIREITA 2. ÁPICE CARDÍACO CUIDADOS NO USO DO DEA TÓRAX MOLHADO TÓRAX COM PELOS SITUAÇÕES ESPECIAIS SE HOUVER MARCAPASSO: 08 CM DE DISTÂNCIA OU ADOTAR POSIÇÃO ANTERO-POSTERIOR EM GESTANTES: POSIÇÃO ANTERO-POSTERIOR EM BEBÊS E CRIANÇAS PEQUENAS QUANDO NÃO HOUVER PÁS PEDIÁTRICAS: POSIÇÃO ANTEROPOSTERIOR FLUXO –USO DO DEA SOBRE A DESMONITORIZAÇÃO INTERRUPÇÃO DA RCP OU DECISÃO DE NÃO REANIMAÇÃO INTERRUPÇÃO DA RCP RCP em andamento quando as condições ambientais se tornam inseguras e/ou muito insalubres; RCP em andamento quando as condições de segurança pessoal na cena se tornam comprometidas. INTERRUPÇÃO DA RCP Constatação de óbito pelo médico no local. RCP em andamento sem indicação de choque pelo DEA acompanhada de exaustão da equipe e após autorização do Médico Regulador (condição obrigatória); DECISÃO DE REANIMAR ▪ Decapitação ▪ Segmentação de tronco ▪ Carbonização ▪ Livores de Hipóstase ▪ Rigidez cadavérica DECISÃO DE REANIMAR Livores Cadavéricos ou Livores de Hipóstase Rigidez Cadavérica ou Rigor Mortis RCP EM SITUAÇÕESESPECIAIS RCP EM GESTANTES Se não houver RCE em 4 minutos considerar cesárea de emergência. DIRETIVA ANTECIPADA Presença de diretiva antecipada de não reanimação: manifestação do paciente maior de 18 anos ou emancipado, em pleno gozo de suas faculdades mentais, escrita em prontuário médico ou documento registrado em cartório – os familiares não podem contestar. RCP POR LEIGOS OU SEM DISPOSITIVO DE VENTILAÇÃO O QUE CAUSA UMA PCR? O QUE CAUSA UMA PCR? 5T5H TAMPONAMENTO CADÍACO TÓXICOS TROMBOSE PULMONAR TROMBOSE CORONARIANA TENSÃO DE TÓRAX HIPOVOLEMIA HIPÓXIA HIDROGÊNIO HIPOTERMIA HIPO OU HIPERCALEMIA CAUSAS DE PCR EM ADULTOS TAMPONAMENTO CARDÍACO SUPORTE AVANÇADO DE VIDA VIA AÉREA AVANÇADA MÁSCARA LARINGEA TUBO ENDOTRAQUEAL TUBO DUPLO ESÔFAGO-TRAQUEAL “COMBITUBE” ADRENALINA/EPINEFRINA 1 mg (1 ML) IV/IO em bolus seguido de 20 mL de solução salina 0,9% e elevação do membro (repetir a cada 3 a 5 minutos). Atua nos receptores adrenérgicos Alfa e Beta. Ação: Estimulante cardíaco: • β1 – adrenérgico: aumento da contração da musculatura miocárdica e da frequência cardíaca. • β2 – adrenérgico: dilatação brônquica. AMIODARONA 300 mg EV (1ª dose) em bolus, seguido de bolus de 20 mL de solução salina a 0,9% e elevação do membro. Pode ser repetida uma única vez após 3 a 5 minutos na dose de 150 mg (2ª dose); Antiarrítmicos da classe III de amplo espectro e um potente vasodilatador. PROMOÇÃO DA SAÚDE Alerte que o desafio é não permitir que os riscos se tornem efetivos. Oriente hábitos de vida saudáveis. GRUPO DE FATORES DE RISCO NÃO MODIFICÁVEIS PROMOÇÃO DA SAÚDE Incentive mudanças no estilo de vida. GRUPO DE FATORES DE RISCO POTENCIAIS GRUPO DE FATORES DE RISCO MODIFICÁVEIS TESTE SEU APRENDIZADO ATIVIDADE DE FIXAÇÃO: SALVE JOÃO PEDRO CLIQUE AQUI https://avasus.ufrn.br/local/EBSERH-QUIZ/ https://avasus.ufrn.br/local/EBSERH-QUIZ/ REFERÊNCIAS BRASIL. Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH- Unidade 2 – Reanimação Cardiopulmonar. BRASIL. Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH- Unidade 3 Ritmos cardíacos de parada cardiorrespiratória e desfibrilador externo automático. Suporte Avançado de Vida em Cardiologia – ACLS, 4ª Edição. AMERICAN HEART ASSOCIATION. Aspectos mais Relevantes das Diretrizes da American Heart Association sobre Ressuscitação Cardiopulmonar e Atendimento Cardiovascular de Emergência. Currents in Emergency Cardiovascular Care, v. 16, n. 4, 2006. ______. Destaques das diretrizes da American Heart Association 2010 para RCP e ACE. USA, 2010. ______. Destaques das diretrizes da American Heart Association 2015 para RCP e ACE. USA, 2015. CUNHA, C. Conhecimento Teórico Dos Enfermeiros De Hospital Público Sobre Reanimação Cardiopulmonar. M et al. Biosci. J., Uberlândia, v. 29, n. 5, p. 1395-1402, 2013. GUIMARÃES, H. P. et al. Uma breve história da ressuscitação cardiopulmonar. Rev Bras Clin Med, v.7, p.177-187, 2009. GUIMARÃES, M. R. Revisão de literatura: reanimação cardiopulmonar. Revista de Iniciação Científica da Universidade Vale do Rio Verde, Três Corações, v. 5, n. 1, p. 3-12, 2015. TIMERMAN, S. et al. Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação (ILCOR): Papel nas Novas Diretrizes de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência 2005-2010. Arq Bras Cardiol, v. 87, p.201-e208, 2006 Prof. Carlos Eduardo Arruda e-mail: caduarrudalima@gmail.com ENFERMAGEM PRÉ-HOSPITALAR SITUAÇÕES CLÍNICAS COMUNS NO AMBIENTE PRÉ-HOSPITALAR SÍNCOPE DEFINIÇÕES Perda transitória da consciência e do tônus postural com recuperação rápida e espontânea sem intervenção médica. SÍNCOPE Episódio semelhante a síncope mas não ocorre perda da consciência.PRÉ-SÍNCOPE Para ocorrer a síncope são usualmente necessários cerca de 6 a 10 segundos de interrupção completa do fluxo sanguíneoou de entrega de nutrientes tanto para córtex cerebral ou uma redução da perfusão cerebral em 35% a 50% INTERVENÇÕES NA PRÉ-SÍNCOPE PRÉ- SÍNCOPE 1. Assumir posição segura 2. Manobras de Contrapressão INTERVENÇÕES NA SÍNCOPE SÍNCOPE 1. Remova o paciente de perto de possíveis perigos, se necessário; 2. Deite-o em decúbito dorsal; 3. Chamar ajuda; 4. Não tente levantá-lo até ele dizer que está pronto para tal (isso pode gerar nova síncope). 5. Não forneça líquidos ou alimentos enquanto houver rebaixamento do nível de consciência. SÍNCOPE POSIÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE SEGURANÇA “Se uma pessoa não responde e respira normalmente, pode ser razoável colocá-la em uma posição de recuperação lateral deitada.” Estenda um dos braços da pessoa acima da cabeça e role o corpo para o lado, para que a cabeça da pessoa repouse no braço estendido. Quando a pessoa estiver de lado, dobre as duas pernas para estabilizar o corpo. INTERVENÇÕES NA SÍNCOPE HIPOGLICEMIA O QUE É HIPOGLICEMIA? Queda da concentração de glicose no sangue para valores inferiores a 70mg/dl em diabéticos e inferiores a 45mg/dl em não diabéticos + SINTOMAS. Se a vítima estiver apresentando sintomas e não for possível mensurar os níveis glicêmicos, considerar como hipoglicemia. SINAIS E SINTOMAS -HIPOGLICEMIA HIPOGLICEMIA GRAVEHIPOGLICEMIA LEVE ▪ CEFALEIA ▪ DOR ABDOMINAL ▪ AGRESSIVIDADE ▪ VISÃO TURVA ▪ CONFUSÃO ▪ TONTURA ▪ DISARTRIA. ▪ FOME ▪ TREMOR ▪ NERVOSISMO, ANSIEDADE ▪ SUDORESE ▪ PALIDEZ ▪ TAQUICARDIA ▪ DÉFICIT DE ATENÇÃO E COMPROMETIMENTO COGNITIVO. MANEJO DA HIPOGLICEMIA HIPOGLICEMIA LEVE 20G DE CARBOIDRATO DE RÁPIDA ABSORÇÃO = 200 ML DE SUCO DE LARANJA 15-20 JUJUBAS COMPRIMIDOS DE GLICOSE 5-10 BALA MENTOS SE NÃO HOUVER NENHUMA MELHORA EM 15 MIN ACIONAR O SERVIÇO DE EMERGÊNCIA. MANEJO DA HIPOGLICEMIA SE A PESSOA ESTIVER INCONSCIENTE, APRESENTAR CONVULSÕES OU FOR INCAPAZ DE SEGUIR COMANDOS SIMPLES OU ENGOLIR COM SEGURANÇA, O PRESTADOR DE PRIMEIROS SOCORROS DEVE CHAMAR O SERVIÇO DE EMERGÊNCIA IMEDIATAMENTE. HIPOGLICEMIA NA PRÁTICA HIGH - ALTOLOW - BAIXO < 10 ou 20 mg/dL > 500 ou 600 mg/dL AVC ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL AGUDO SAIBA DIFERENCIAR 80 - 85% DOS CASOS 20 - 25% DOS CASOS CURIOSIDADES NO AVC Uma pessoa que sofre um acidente vascular cerebral tipicamente perde 1,9 milhão de neurônios a cada minuto, no acidente vascular cerebral não tratado, e o cérebro isquêmico envelhece 3,6 anos a cada hora sem tratamento. (SAVER, 2006) SINAIS E SINTOMAS QUANDO SUSPEITAR? INÍCIO SÚBITO DE DÉFICITS NEUROLÓGICOS FOCAIS: ▪ PLEGIA OU PARESIA FACIAL SÚBITA (DESVIO DE RIMA LABIAL) ▪ PLEGIA E PARESIA DE MMSS, MMII OU DIMÍDIO ▪ DISFASIA OU AFASIA SÚBITA ▪ DISTÚRBIO VISUAL SÚBITO UNI OU BILATERAL ▪ ALTERAÇÃO DA MARCHA, COORDENAÇÃO OU EQUILÍBRIO ▪ PERDA SÚBITA DA MEMÓRIA ▪ VERTIGEM, SÍNCOPE OU COLVULSÃO ▪ CEFALEIA DE CAUSA DESCONHECIDA ÁREA AFETADA X SINAIS E SINTOMAS VÍDEO: RECONHECENDO OS SINAIS ESCALA DE CINCINNATI Translated version of the Cincinnati Prehospital Stroke Screen for use in Brazil. Brazil, 2019. ADAPTAÇÃO – ACRÔMIO S.A.M.U. O QUE FAZER? SE POSSÍVEL, VERIFIQUE A GLICEMIA (ISSO NÃO DEVE ATRASAR O SOCORRO) TRANSPORTAR PARA A UNIDADE HOSPITALAR COM NEUROLOGIA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL SE ICTUS <4,5 HORAS, TRANSPORTAR PARA UNIDADE DE REFERÊNCIA NA LINHA DE CUIDADO CEREBROVASCULAR UAVC NO HGF AVC USO DO TERMO ADEQUADO AVE DERRAME ➢ TERMO POPULAR ➢ SUGERE DERRAMAMENTO DE SANGUE ➢ ADEQUAÇÃO PARA DEIXAR TECNICAMENTE CORRETO ➢ BAIXA ADESÃO ➢ MAIS UTILIZADO ➢ MAIS DIFUNDIDO ➢ FÁCIL DE ENTENDER ➢ UTILIZADO PELO MS ➢ UTILIZADO PELA SBDCV ➢ MAIOR RESULTADO NAS BASES DE DADOS CRISE EPILÉPTICA TIPOSDE CRISE EPILÉPTICAS TÔNICO-CLÔNICAS ATÔNICAS AUSÊNCIA MIOCLONAIS ALTERNÂNCIA ENTRE CONTRAÇÃO E RELAXAMENTO MUSCULAR PERDA GLOBAL DO TÔNUS MUSCULAR PERDA DA CONSCIÊNCIA SEM PERDA DO TÔNUS MUSCULAR CONTRAÇÕES SÚBITAS, GERALMENTE LOCALIZADAS CRISE EPILÉPTICA: ATIVIDADE NEURONAL ANORMAL, EXCESSIVA OU SÍNCRONA. ÁUREA ICTUS PÓS-ICTAL FASES DAS CRÍTICAS EPILÉPTICAS 60-120 segundos 1-2 minutos Minutos ou horas TÔNICA CLÔNICASAIBA DIFERENCIAR CRISE CONVULSIVA EPILEPSIA ESTADO PÓS-ICTAL ESTADO DO MAL EPILÉPTICO Tipo de crise epiléptica com manifestações motoras do tipo contração muscular excessiva ou anormal. Doença que leva a predisposição para crises recorrentes. Crises com mais de 5 minutos ou recorrentes, sem retorno ao estado mental inicial. Estado pós crise epiléptica caracterizado por sono profundo, cefaleia, confusão, flacidez ou dor muscular. PRINCIPAIS CAUSAS CRISES FEBRIL NA INFÂNCIA TRAUMAS FÍSICOS HIPO/HIPERGLICEMIA ABSTINÊNCIA E ABUSO DE SUBSTÂNCIAS SEPSE OU INFECÇÕES MEDICAMENTOS ESPECÍFICOS ALTERAÇÕES METABÓLICAS ENTRE OUTROS... PRINCIPAIS CAUSAS CURIOSIDADES NA CONVULSÃO O risco de se apresentar ao menos uma crise epiléptica ao longo da vida é de 8 a 10% na população geral. Já o risco de ter epilepsia é estimado em 1 a 2%. Assim, nem toda pessoa que apresenta uma crise epiléptica tem diagnóstico de epilepsia. PRINCIPAIS MITOS EPILEPSIA É UMA DOENÇA CONTAGIOSA HÁ RISCO DE “ENGOLIR” A PRÓPRIA LÍNGUA DEVE-SE SEGURAR BRAÇOS E PERNAS DURANTE A CRISE MANEJO DURANTE AS CRISES PRINCÍPIO GERAL: EVITAR LESÕES ▪ Proteja a vítima de sofrer lesões (afaste objetos próximos e proteja a região cefálica). ▪ Se possível, posicione a vítima em decúbito lateral. ▪ Não conter a vítima durante uma convulsão. ▪ A situação pode provocar constrangimento na vítima. ▪ Se possível, mensure a duração da crise. ▪ Não tente abrir a boca da vítima, nem colocar qualquer objeto entre os dentes ou na boca. ▪ Não é incomum que a vítima não responda ou fique confusa por um curto período de tempo após uma convulsão. PÓS-ICTAL SE A VÍTIMA ESTIVER INCONSCIENTE, CLOQUE-A EM POSIÇÃO LATERAL DE SEGURANÇA SÍNDROME CORONARIANA AGUDA FISIOPATOLOGIA SINAL DE DOR TORÁCICA DE LEVINE MÃO FECHADA COLOCADA DE FORMA IMPRECISA SOBRE A REGIÃO ESTERNAL DE FORMA IMPRECISA. SUGERE DOR TORÁCICA DE ORIGEM CARDÍACA. Os sinais de alerta comuns de um possível ataque cardíaco incluem desconforto no peito (pode ser em aperto ou queimação), desconforto em outras áreas da parte superior do corpo (incluindo dor ou desconforto em um ou ambos os braços, costas, pescoço, mandíbula ou estômago), falta de ar e outros sinais, como náusea, sudorese, hipotensão e síncope. Nenhuma combinação ou ausência de sinais e sintomas é capaz de confirmar ou excluir completamente a SCA. SINAIS E SINTOMAS DOR PSICOGÊNICA ▪ TRANSTORNO DE PÂNICO. ▪ TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA. ▪ Dor torácica ▪ Dispneia ▪ Palpitações ▪ Diaforese ▪ Náusea ▪ Tremores ▪ Asfixia ▪ Tontura ▪ Parestesia ▪ Calafrios ▪ Onda de Calor ▪ Sensação de Morte DOR PSICOGÊNICA Enquanto aguardam a chegada dos serviços de emergência, pode-se encorajar adultos alertas com dor torácica não traumática a mastigar e engolir aspirina, a menos que a pessoa com dor tenha uma alergia conhecida à aspirina ou tenha sido aconselhada por um profissional de saúde a não tomar aspirina. 1 cp de 300 mg 3 cp de 100 mg Se uma pessoa tem dor no peito que não sugere que a causa seja de origem cardíaca, ou se o socorrista estiver incerto ou desconfortável com a administração de aspirina, então o socorrista não deve encorajar a pessoa a tomar aspirina. DOR PSICOGÊNICAMANEJO DA SCA EXARCEBAÇÃO DA ASMA MANEJO DA CRISE É razoável que os profissionais de primeiros socorros estejam familiarizados com os dispositivos broncodilatadores inalatórios disponíveis e ajudem conforme necessário com a administração de broncodilatadores prescritos quando uma pessoa com asma estiver com dificuldade para respirar. EM ADULTOS E CRIANÇAS: GERALMENTE 4-8 JATOS DE SALBUTAMOL A CADA 20 MINUTOS ATÉ 3 VEZES E ASSIM CONCLUÍMOS O MÓDULO DE EMERGÊNCIAS CLÍNICAS! “Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis.” René Descartes REFERÊNCIAS AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das diretrizes da American Heart Association 2015 para RCP e ACE. USA: American Heart Association, 2015. BRASIL. Ministério da Saúde. Portal da Saúde - SUS. Atualização de indicadores demográficos e de mortalidade de 2010 no IDB-2011. [2015]. Disponível em: . Acesso em: 20 jan. 2016. SMITH, G. A. et al. Prevention of Choking Among Children. Pediatrics, v. 126, n. 9, p. 601-607, 2015. HEIMLICH, H. J. A life saving maneuver to prevent food-chocking. JAMA, v. 234, p. 398-400, 1975. HEIMLICH, H. J. Informações de saúde: estatísticas vitais - mortalidade e nascidos vivos. Brasília, 2015. Disponível em: . Acesso em: 8 ago. 2016. EBSERH: SUPORTE BÁSICO DE VIDA. Unidade 4: Ações para o cuidado no alívio do engasgo. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2a edição, 2016. Medicina de emergência : abordagem prática/ professor titular e coordenador Iríneu Tadeu Velasco ; editor chefe Rodrigo Antonio Brandão Neto ; editores Heraldo Possolo de Souza ... [et ai.]. - 13. ed., rev., atual. e ampl. - Barueri [SP]: Manole, 2019.