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Roteiro para simulação OSCE com orientações de apresentação ao paciente, higienização das mãos (técnica, 5 momentos, antissepsia) e roteiro de anamnese cobrindo identificação, queixa, história da doença, antecedentes, hábitos e condições socioeconômicas.

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DESCOMPLICANDO 
SIMULAÇÃO OSCE
@LAISRESUMOSMED
LAIS SOUSA 
Acadêmica de medicina 
O
HAM 1
O que é realmente necessário?
Frases como ‘’Oi, (bom dia/boa tarde/boa noite) são indispensáveis
Sempre estar na direita do paciente 
Se apresentar ( Me chamo Júlia, sou a médica que irá lhe atender hoje)
Identificação do paciente ( Qual o seu nome?/ Qual a sua idade?)
Queixa principal e sintomas
Higienizar as mãos e aquecê-las 
Explicar o procedimento ( Vou precisar aferir sua P.A para verificar como está sua pressão)
Pedir permissão para examinar.
Pedir para o paciente sentar e retirar a camisa. (*DEPENDE DO EXAME)
No final, dar um feedback ( Tem alguma dúvida sobre o procedimento?) 
ROTEIRO DO OSCE
@LAISRESUMOSMED
Lavagem das mãos
 1. Abra a torneira e molhe as mãos, evitando encostar na pia.
2. Aplique na palma da mão quantidade suficiente de
sabonete líquido para cobrir todas as superfícies das mãos
(seguir a quantidade recomendada pelo fabricante).
3. Ensaboe as palmas das mãos, friccionando-as entre si.
4. Esfregue a palma da mão direita contra o dorso da mão
esquerda (e vice-versa) entrelaçando os dedos.
5. Entrelace os dedos e friccione os espaços interdigitais.
6. Esfregue o dorso dos dedos de uma mão com a palma da
mão oposta (e vice-versa), segurando os dedos, com
movimento de vai-e-vem.
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
@LAISRESUMOSMED
7. Esfregue o polegar direito, com o auxílio da palma da mão
esquerda (e vice- versa), utilizando movimento circular.
8. Friccione as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a
palma da mão direita, fechada em concha (e vice-versa), fazendo
movimento circular.
9. Esfregue o punho esquerdo, com o auxílio da palma da mão
direita (e vice-versa), utilizando movimento circular.
10. Enxágue as mãos, retirando os resíduos de sabonete. Evite
contato direto das mãos ensaboadas com a torneira.
11. Seque as mãos com papel-toalha descartável, iniciando pelas
mãos e seguindo pelos punhos.
5 momentos para a lavagem
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
@LAISRESUMOSMED
Antes de manter o contato com o
paciente
1.
 Antes da realização de procedimentos2.
 Após o risco de exposição a fluidos
biológicos
3.
 Após manter contato com o paciente4.
 Após tocar superfícies e objetos
próximos ao paciente 
5.
Que more comigo,
Que me dê carinho,
Que fique junto a mim, Que não seja mão de vacaQue seja legal,
E que me dê um relógio.”
“Eu quero casar com alguém…
Fricção das mãos com antisséptico
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
@LAISRESUMOSMED
Solução alcóolica a 70% ou álcool em gel 70%
Sequência equivalente à higienização simples,
exceto secagem
Duração de 20 a 30 segundos
Antissepsia cirúrgica
Elminar a microiota transitória e reduzir a
microbiota residente
Escova e esponja
Preparação saponácea com
polivinilpirrolidona-iodo PVPI ou Cloredixina
2%
Duração de 3 a 5 minutos para a primeira
cirurgia e 2 a 3 minutos para cirurgias
subsequentes
ROTEIRO OSCE
Eduardo chegou à UBS
com sintomas de
diabetes, realize a
anamnese completa
ANAMNESE
@LAISRESUMOSMED
Se identifique (Oi, boa tarde, me chamo Clara e sou a
médica que vai lhe atender hoje) 
Identificação do paciente (Qual o nome do senhor/ da
senhora?)
Explicar o procedimento (Vou precisar realizar a
anamnese)
Pedir permissão (Permite que eu realize o exame?)
Higienização das mãos
Iniciar exame
CASO CLÍNICO
@LAISRESUMOSMED
1.IDENTIFICAÇÃO
nome – idade – sexo – cor – naturalidade – residencia – estado civil – profissão – religião 
2. QUEIXA PRINCIPAL
Perguntar ‘’o que o(a) trouxe aqui’’
linguagem informal do paciente 
3. HISTÓRIA DA DOENÇA ATUAL
Início do sintoma; localização; fatores desencadeantes; intensidade; repercussão em outros sistemas; 
 irradiação; duração; melhora/piora; sintomas associados.
Etapa mais importante da anamnese
Onde se formula as hipóteses diagnósticas
Ampliação da queixa principal
Claro e objetivo cumprindo a ordem cronológica (início, meio e fim): . 
INÍCIO: aparecimento dos sintomas1.
MEIO: se o paciente já apresentou os sintomas anteriormente, 2.
FIM: como o paciente encontra-se no momento, se houve melhora ou piora3.
Ex: Paciente relata dor abdominal há 1 dia de início súbito, em pontada, de forte intensidade (++++/4+), nega
episódios anteriores a este relacionada a essa dor.) 
ANAMNESE
@LAISRESUMOSMED
6. ANTECEDENTES FAMILIARES
Doenças adquiridas, hereditárias.
Causa dos óbitos em parentes de 1° grau.
 Ex: nega doenças hereditárias, mãe faleceu com câncer de estômago .
7. HÁBITOS DE VIDA
Alimentação, atividades físicas.
Ocupação atual e anteriores.
Bebidas alcoólicas e drogas.
 Ex: refere sedentarismo, alimentação hipossódica, fumou cigarro por 30 anos.
. 
8. CONDIÇÕES SOCIOECONÔMICAS
Condições sociais.
Vida conjugal e relacionamento familiar.
 Ex: mora com esposa e 3 filhos, bom relacionamento familiar, renda familiar 3 salários. 
ANAMNESE
4. INTERROGATÓRIO SINTOMATOLÓGICO
 Permite ao médico levantar possibilidades
e reconhecer enfermidades.
Aproveita-se para orientar e esclarecer o
paciente sobre maneiras de prevenir
doenças. Quando começou? Fatores de
piora e melhora? Como é a dor? 
5. ANTECEDENTES PESSOAIS
 Antecedentes fisiológicos,
patológicos,ginecológicos e obstétricos,
medicação em uso, viagens recentes. 
 Ex: nascida em parto normal, adolescência
normal, nega viagens recentes. 
@LAISRESUMOSMED
ANAMNESE
CHECKLIST DO OSCE ANAMNESE
@LAISRESUMOSMED
como os professores
realmente vão te
pontuar
COMO AVALIAR OS SINAIS VITAIS?
TEMPERATURA
PRESSÃO ARTERIAL
FREQUÊNCIA CARDÍACA
FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA
@LAISRESUMOSMED
Em qual região podemos
identificar a temperatura?
Classificação de temperatura
TEMPERATURA
Temperatura normal (normotermia)1.
Temperatura entre 37,2º C a 37,8º C (febril)2.
Temperatura a partir de 37,9º C (febre ou hipertermia)3.
Temperatura entre 39ºC a 40º C (hiperexia)4.
Temperatura maior que 40º C (hiperpirexia)5.
Temperatura menor que 35º C (hipotermia)6.
@LAISRESUMOSMED
Dúvidas frequentes
Valores normais
PULSO/ FREQUÊNCIA CARDÍACA (FC)
Fique de frente para o paciente1.
 Segure o punho do paciente com a mão livre2.
Comprima a art. radial com os dedos indicador e médio3.
Conte o nº de batimentos em 1 minuto 4.
@LAISRESUMOSMED
Récem-nascidos: 120 a 160BPM
Lactente (grávidas): 100 a 120BPM
Adolescentes: 80 a 100BPM
Adultos: 60 a 100BPM
O pulso fornece informações sobre o estado funcional da
circulação, a frequência e o ritmo cardíaco 
Aferindo o pulso...
Valores anormais
Qual a sua frequência?
Regular ou irregular?
Tem pequena ou grande amplitude?
Taquicardia (> 100bpm)
Bradicardia (20
bradipneia:palpação.11.
Desinflar lentamente até identificar PAS; o último som ouvido será a PA diastólica.12.
Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento. 13.
Informar ao paciente o valor obtido. (Paciente apresenta P.A normal de 12x8)14.
Anotar os valores exatos sem “arredondamentos” e o braço em que a pressão arterial foi medida.15.
REPOUSO DE 30 MINUTOS
Bexiga cheia
Fez exercício físico à 60 min
 Bebida alcoólica
 Fumou recentemente
 Bebeu café
Vontade de fazer xixi ( 5 minutos)
INDISPENSÁVEL
Não falar durante exame
Manguito não pode ir por cima da blusa
Dor e ansiedade
Se sons de Korotkoff estiverem fracos, faça o
paciente levantar o braço, abrir e fechar a mão
5 a 10 vezes e inflar o manguito rapidamente. 
Atenção em casos de 
Material
Pacientes obesos
Aparelho de PA; 
Manguitos; 
Estetoscópio; 
Cadeira com encosto para as costas; 
Local para acomodação do braço; 
Para medida em perna, uma maca também é
necessária.
Precisa de um manguito adequado, não se deve
usar o mesmo que um adulto normal usaria
@LAISRESUMOSMED
Cálculo do IMC
@LAISRESUMOSMED
ANTROPOMETRIA
IMC =
PESO
ALTURA X ALTURA
EM ADULTOS ANTROPOMETRIA
Altura do paciente
Corpo completamente alinhado (cabeça com
90º)
Paciente deve estar olhando para um ponto
fixo
Os pés devem estar juntos, braços estendidos
e joelhos esticados.
A ferramenta para a medição de centrímetros
deve ser puxada e pressionada sore a cabeça
com uma leve pressão para diminuir o volume
do cabelo e verificar a altura exata.
Após fixar a ferramenta, a trava é fechada e o
paciente é retirado da balança antropométrica
Verfica-se o valor em casas decimais ( ex: 1,72)
Peso
Mãos higienizadas.
Pedir permissão.
Pedir para retirar objetos, sapatos e estar (se
possível ) com o mínimo de roupas.
A balança antropométrica deve estar calibrada
(tarada). 
Ajudar paciente (se necessário) na subida da
balança.
O paciente deve estar de costas para a balança.
Após o paciente estar estável na balança, com o
corpo centralizado, braços estendidos sobre o corpo
Analisar a dezena/centena que serão os Kg’s. Com o
nível equilibrado, parte-se para as unidades e
gramas.
@LAISRESUMOSMED
EM BEBÊS ANTROPOMETRIA
Perímetro cefálico
Retirar acessórios da cabeça.
Sentado ou deitado.
Fita do osso occipital (protuberância occipital) até a
região mais anterior da fronte, geralmente acima da
sobrancelha.
Perímetro abodminal
Fita métrica na altura da cicatriz umbilical.
Anotar em cm e mm.
Perímetro torácico
Fita métrica na altura do mamilo.
Anotar em cm e mm.
@LAISRESUMOSMED
ALTURA/PESO
Peso
Recém nascido pelado
Peso exato (kg e g)
Altura
Ombros e quadris alinhados 
Examinador auxiliar 
Superfície plana 
Criança completamente reta, sem arquear a coluna
ou dobrar os joelhos
O examinador estica as pernas do recém-nascido e
ajusta a parte móvel da régua antropométrica.
O calcanhar do RN precisa estar encostado na parte
móvel. 
Anotar a medida em cm e mm
@LAISRESUMOSMED
@LAISRESUMOSMED
CHECKLIST DO OSCE ANTROPOMETRIA
como os professores
realmente vão te
pontuar
Juliana chegou à UBS
sentindo fortes dores no
peito. Realize o exame do
aparelho cardiovascular
APARELHO CARDIOVASCULAR
@LAISRESUMOSMED
Se identifique (Oi, boa tarde, me chamo Amanda e sou
a médica que vai lhe atender hoje) 
Identificação do paciente (Qual o nome do senhor/ da
senhora?)
Explicar o procedimento (Vou precisar realizar um
exame para verificar seu coração)
Pedir permissão (Permite que eu realize o exame?)
Higienização das mãos
Aquecer as mãos
Iniciar exame
APARELHO CARDIOVASCULAR
ROTEIRO OSCE
CASO CLÍNICO
Inspeção
Palpação
APARELHO CARDIOVASCULAR
Abaulamentos/retrações
Cicatrizes
Simetria
Manchas
Icuts cordis
@LAISRESUMOSMED
Ictus cordis palpável no 5º espaço intercostal
na linha hemiclavicular (usar duas polpas
digitais/mão espalmada)
Paciente hígido
Tórax normal, simétrico, sem
cicatrizes, sem hematomas, sem
manchas, sem abaulamentos ou
retrações, ictus cordis não visível
O que falar durante a inspeção?
Estou palpando o ICTUS CORDIS do paciente no 5º
espaço intercostal na linha hemiclavicular, vejo que há
ausência de frêmito cardiovascular
O que falar durante a palpação?
Ausculta O que falar durante a ausculta?
Bulhas normorítmicas e normofonéticas, a
dois tempos, sem sopro
Paciente normocardio, batimentos se
encontram em 120X80 mmHg
Limpar o estetoscópio
Aquecer o diafragma
AórticoAórtico PulmonarPulmonar
TricúspideTricúspide MitralMitral
2º espaço intercostal
direito, junto ao
esterno
2º espaço intercostal
esquerdo, junto ao
esterno
5º espaço intercostal
na linha hemiclavicular
(ICTUS CORDIS)
4º/ 5º espaço
intercostal, na base do
apêndice xifoide
TUM TA
Feedback no final (Teve dúvida sobre o
procedimento?) (Melhoras!)@LAISRESUMOSMED
ROTEIRO OSCE
Juliana chegou à UBS
sentindo falta de ar.
Realize o exame do
aparelho respiratório
APARELHO RESPIRATÓRIO
Se identifique (Oi, boa tarde, me chamo Clara e sou a
médica que vai lhe atender hoje) 
Identificação do paciente (Qual o nome do senhor/ da
senhora?)
Explicar o procedimento (Vou precisar realizar um
exame para verificar seu tórax)
Pedir permissão (Permite que eu realize o exame?)
Higienização das mãos
Aquecer as mãos
Iniciar exame
@LAISRESUMOSMED
CASO CLÍNICO
APARELHO RESPIRATÓRIO
Inspeção estática 
Olhar a aparência do tórax
Tipo de tórax 
Biotipo
Abaulamentos 
Depressões
@LAISRESUMOSMED
Paciente sem abaulamentos, com tórax
simétrico, sem cicatrizes
O que falar durante a inspeção estática?
Inspeção dinâmica 
Tipo respiratório: costal superior e toracoabdominal 
Ritmo: normal 
Frequência da respiração: eupneica 
Amplitude dos movimentos respiratórios 
Presença ou não de tiragem expansibilidade dos
pulmões.
Observam-se os movimentos respiratórios, suas
características e alterações.
Eupneico: respiração normal e sem
dificuldades respiratórias,, com
frequência normal
Taquipnéia: respiração com frequência
aumentada
Bradipnéia: respiração com frequência
diminuída
@LAISRESUMOSMED
Paciente sem abaulamentos, com tórax
simétrico, sem cicatrizes
O que falar durante a inspeção estática?
Palpação 
Estrutura da parede torácica
Expansibilidade/mobilidade 
Frêmito toracovocal.
@LAISRESUMOSMED
Expansibilidade - Manobra de Raoult
Ambas as mãos espalmadas, de modo que as
bordas internas toquem a base do pescoço, os
polegares apoiem-se na coluna vertebral e os
demais dedos nas fossas supraclaviculares.
(imagem 1 - ápices)
Expansibilidade - Manobra de laségue 
Polegares nas linhas paraverterais e os outros
dedos recobrindo os últimos arcos costais.
(imagem 2 - bases)
Paciente com expansibilidade normal 
O que falar durante a palpação?
Palpação 
@LAISRESUMOSMED
Frêmito toracovocal (FTV)
Técnica 
com a face palmar dos dedos
descer em barra grega 
Pedir para o paciente falar “33” , palpar na frente e atrás apenas com uma
mão, fazer nos dois hemitórax, fazer 3 na frente e 3 atrás 
Paciente com expansibilidade normal 
O que falar durante a palpação?
Percussão 
@LAISRESUMOSMED
TÉCNICA DIGITO-DIGITAL 
Normal: sonoridade pulmonar ou som claro
pulmonar 
As modificações possíveis de serem
encontradas são: hipersonoridade pulmonar,
submacicez, macicez e som timpânico . Duas
batidas em um dedo que encosta na pele 
O que falar durante a percussão?
Paciente apresenta som claro pulmonar 
Percussão 
@LAISRESUMOSMED
Iniciar pela face anterior, indo de
cima para baixo e golpeando, ora
de um lado, ora de outro, em
pontos simétricos. Passa-se em
seguida às regiões laterais.
Conclui-se o exame com a
percussão da face posterior.
Ausculta 
@LAISRESUMOSMED
Pedir para o paciente inspirar e
expirar, colocar o estetoscópio
nos pontos indicados nas
imagens
Sons normais 
• Som traqueal 
• Som brônquico 
Murmúrio vesicular 
• Som broncovesicular
O que falar durante a ausculta?
Murmúrios vesiculares presentes em
ambos os hemitórax e sem ruídosadventícios
Ausculta 
@LAISRESUMOSMED
• Descer em barra grega
• Paciente sentado de
costas para o examinador
com as mãos no joelho
O que falar durante a ausculta?
Murmúrios vesiculares presentes em
ambos os hemitórax e sem ruídos
adventícios
Feedback no final (Teve dúvida sobre o
procedimento?) (Melhoras!) (Vou te
encaminhar para um especialista)
 Matheus chegou à UBS
sentindo dores intestinais.
Realize o exame do aparelho
digestório
APARELHO DIGESTÓRIO
Se identifique (Oi, boa tarde, me chamo Pedro e sou o
médico que vai lhe atender hoje) 
Identificação do paciente (Qual o nome do senhor/ da
senhora?) 
Explicar o procedimento (Vou precisar realizar um
exame para verificar como está seu abdômen) 
Pedir permissão (Permite que eu realize o exame?)
Higienização das mãos 
Aquecer as mãos 
Iniciar exame
@LAISRESUMOSMED
CASO CLÍNICO
ROTEIRO OSCE
Paciente em decúbito dorsal horizontal, com
cabeceira rebaixada, até o nível mais baixo
possível, que não cause dispneia.
Paciente com braços repousados ao longo do
corpo e pernas estendidas.
Exposição total do abdome do paciente, com as
partes íntimas cobertas.
Examinador à direita do paciente
ROTEIRO OSCE
@LAISRESUMOSMED
Etapas do exame abdominal
APARELHO DIGESTÓRIO 
@LAISRESUMOSMED
Inspeção estática e dinâmica 1.
Ausculta 2.
Percussão 3.
Palpação superficial e profunda4.
Inspeção estática
@LAISRESUMOSMED
• Tipo ou formato do abdome
• Simetria 
• Pele: pilificação, lesões cutâneas, coloração,
cicatrizes, estrias, equimoses, presença de
ostomias, fístulas;
Presença de circulação colateral e que tipo
distensão/abaulamentos 
• Alterações na cicatriz umbelical
Descrição normal: abdome plano, sem cicatriz,
sem abaulamentos, sem hérnias, sem
circulação colateral, sem estrias, sem manchas
e edemas; normal.
O que falar durante a inspeção?
Tipos de abdome
@LAISRESUMOSMED
Alterações na inspeção abdominal
@LAISRESUMOSMED
Ausculta
AuscultaEstetoscópio aquecido e em
todas regiões do abdômen, ou
seja, nos nove quadrantes.
É válido falar a região em que
você está auscultando
@LAISRESUMOSMED
O que falar durante a ausculta?
Descrição normal: ruídos hidroaéreos
presentes
Ausculta
@LAISRESUMOSMED
Percussão
Som claro pulmonar 
Macicez hepática
Timpanismo de vísceras ocas
Punho-percussão da
região lombar
-Sinal de Giordano
@LAISRESUMOSMED
O que falar durante a percussão?
Presente som timpático (gases) e
maciço 
Palpação da loja RENAL
@LAISRESUMOSMED
Palpação
Mãos aquecidas
Toque firme, mas delicado
Descer até 2 cm
Objetivos: áreas de
sensibilidade, defesa de
parede abdominal,
continuidade da parede
abdominal
Palpação superficial
@LAISRESUMOSMED
Permite avaliar: 
Palpação profunda
Avaliação das vísceras
Massas abdominais
Palpação da artéria
Aorta
Fígado:tamanho (hepatimetria),consistência,
superfície, borda e sensibilidade
Baço: em decúbito dorsal ou em 
posição de Schuster
Massas abdominais
Exame da vesícula biliar
Palpação da aorta
Rim:palpação da loja renal, sinal de Giordano
Fígado
Percussão e palpação
Palpação bimanual do fígado –
técnica de Lemos-Torres
Técnica de Mathieu ou das “mãos em
garra” ou técnica do gancho
@LAISRESUMOSMED
Posição de Schuster
Baço
Baço não percutível/ não palpável. Sinal
de giordano negativo (-)
@LAISRESUMOSMED
Regras de “ouro” na prática clínica
!
!
!
!
!
!
!
!
!
Deixar o paciente em posição confortável e com as partes íntimas cobertas;
Descer o decúbito dorsal até onde a dispneiapermitir;
O examinador deve ficar no lado direito do paciente;
As mãos do examinador e o estetoscópio devem estar aquecidos;
Não pular asetapas do exame clinico: inspeção, ausculta, percussão e 
palpação;
Se o paciente estiver muito desconfortável, pelo menos proceder a inspeção 
(mesmo com paciente semi-sentado), auscultar e ver as áreas dolorosas;
Lembrar de pesquisar por sopros abdominais e tentar palpar a aorta.
Se abdome globoso ou história de aumento do volume abdominal: pesquisar
os sinais de ascite.
No abdome doloroso: deixar a parte dolorosa para ser examinada por último.
@LAISRESUMOSMED
 Luiza chegou à UBS sentindo
febre. Realize o exame
linfático
SISTEMA LINFÁTICO
@LAISRESUMOSMED
CASO CLÍNICOSe identifique (Oi, boa tarde, me chamo Lais e sou a
médica que vai lhe atender hoje) 
Identificação do paciente (Qual o nome do senhor/ da
senhora?)
Explicar o procedimento (Vou precisar realizar um
exame para verificar seus linfonodos )
Pedir permissão (Permite que eu realize o exame?)
Higienização das mãos
Se paciente estiver com febre, também realize medida
de temperatura (termômetro)
Iniciar exame
ROTEIRO OSCE
@LAISRESUMOSMED
SISTEMA LINFÁTICO 
@LAISRESUMOSMED
SISTEMA LINFÁTICO 
@LAISRESUMOSMED
SISTEMA LINFÁTICO 
@LAISRESUMOSMED
Localização: utilizando termos anatômicos
próximos
Tamanho: se possível estimar em cm
Bordas: se nítidas, se irregulares
Consistência: endurecido, fibroelástico, mole
Mobilidade: verificar deslizamento, se móvel,
aderido
Sensibilidade: se doloroso ou não.
Cor e lesões na pele local
SISTEMA LINFÁTICO 
@LAISRESUMOSMED
@LAISRESUMOSMED
Linfonodos menores que 2cm,
consistência fibroselástica, móvel,
ausência de coalescência
O que falar durante a palpação?
@LAISRESUMOSMED
@LAISRESUMOSMED
@LAISRESUMOSMED
CHECKLIST DO OSCE LINFONODOS
como os professores
realmente vão te
pontuar
@LAISRESUMOSMED
ROTEIRO OSCE
“ O conhecimento mais vale quando compartilhado”
LAIS SOUSA 
Acadêmica de medicina

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