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oficia de construção de recursos para aluno DI

Caderno de oficinas pedagógicas para construção de recursos didáticos de baixo custo para alfabetização de alunos com deficiência intelectual. Apresenta oficina teórica e prática, considerações e referências, e propõe práticas inclusivas a partir de observações de sala.

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OFICINAS 
PEDAGÓGICAS:
CONSTRUÇÃO DERECURSOS DIDÁTICOS DE 
BAIXO CUSTO PARA A 
ALFABETIZAÇÃO DE ALUNOS 
COM DEFICIÊNCIA 
INTELECTUALooOFICINA DE CONSTRUÇÃO DE 
MATERIAIS PARA ALFABETIZAÇÃO 
ALUNOS COM DEFICIÊNCIA 
INTELECTUAL
https://www.youtube.com/watch?v=d_gLi-
JIviA
https://www.youtube.com/watch?v=d_gLi-JIviA
https://www.youtube.com/watch?v=d_gLi-JIviA
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são 
asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do 
vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono 
pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. 
Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são 
pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o 
voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O 
voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
Rubem Alves
https://pixabay.com
/pt/illustrations/gaiola-de-p%
C
3%
A
1ssaro-aves-680030/
• Apresentação .................................................................................................................... 5
• Oficinas pedagógicas ........................................................................................................ 8
• Oficina teórica .................................................................................................................. 10
• Oficina prática .................................................................................................................. 38
• Considerações finais ........................................................................................................ 66
• Referências bibliográficas ................................................................................................ 68
SUMÁRIO
Vamos mergulhar na poesia do texto de Rubem Alves, escolhido para epígrafe, e imaginar 
nossos pássaros. Crianças e jovens, com deficiência intelectual (DI), aninhados em nossas salas de 
aula. Vamos refletir se encorajamos o voo ou os mantemos nas gaiolas?
Podemos iniciar destacando a afirmação de que todos os pássaros nascem com a 
essência do voo. E para que voem dependerão do instinto, da prática, do crescimento das penas de 
suas asas e do fortalecimento de sua musculatura. Este ciclo de desenvolvimento será diferente de 
uma ave para outra, pois cada uma se desenvolverá no seu próprio tempo.
APRESENTAÇÃO
E o que isso pode significar em nosso trabalho pedagógico com estudantes com DI? Significa 
que todos nascem com a mesma estrutura do funcionamento cerebral, e assim, como os pássaros serão 
diferentes na passagem de um ciclo para outro de seu desenvolvimento e na funcionalidade de suas 
habilidades.
Para que todos alcancem o voo é preciso que sejam encorajados através de estímulos que 
não podem ser padronizados, devem ser pensados nos estágios de desenvolvimento e nas necessidades
de cada aprendiz.
Os estudantes com DI tenderão a precisar de auxílio nas aprendizagens e nas execuções de 
muitas tarefas, para isso é preciso que sejam pensados recursos didáticos para este fim. E isso não 
significa que a eles não poderão ser lançados desafios, que precisarão ser protegidos na relação com 
seus pares e que não conseguirão ter um voo com um pouco mais de autonomia. É preciso esquecer dos 
mitos que prendem nossas crianças e jovens com DI em gaiolas, onde são convidados a permanecer 
realizando atividades de pintura, desenho ou treinos de caligrafia. É preciso conhecê-los para reconhecer 
suas potencialidades, suas necessidades e criar vínculos de afeto.
Este caderno descreve oficinas que nasceram do desejo de alguns professores em 
construir juntos um caminho para o voo, um caminho que ampliasse a participação de seus alunos 
com DI nas atividades em sala de aula e que os auxiliasse no processo de alfabetização. Desse modo, 
estão voltadas à construção de uma prática pedagógica mais inclusiva, através dos temas abordados 
e dos materiais confeccionados durante a realização das mesmas.
As oficinas foram elaboradas a partir das observações realizadas no dia a dia das salas de 
aula, dos interesses dos alunos, do que os professores pretendiam estimular e dos conceitos que os 
docentes planejaram construir com suas turmas. Não esquecendo de pensar em estratégias para as 
dificuldades apontadas pelos professores relacionadas aos poucos recursos da unidade escolar, ao 
quantitativo de alunos em sala de aula, à falta de tempo para planejamento e para confecção de 
recursos didáticos e à falta de mediador escolar.
O que desejamos é que este caderno possa abrir gaiolas e inspirar voos. Que mais 
professores encontrem um caminho para criar e realizar novas práticas que derrubem barreiras,
fazendo da escola um lugar cada vez mais inclusivo e igualitário.
OFICINAS
PEDAGÓGICAS
O presente caderno originou-se do resultado da elaboração, aplicação e avaliação de duas 
oficinas: uma teórica e outra prática sobre possibilidades no trabalho docente para a alfabetização de 
estudantes com deficiência intelectual, realizadas com professores de uma escola pública, na cidade 
de Duque de Caxias, Baixada Fluminense, Rio de Janeiro.
Os estudantes observados, para quem os recursos didáticos de baixo custo foram produzidos,
estavam matriculados em classes comuns no 3º e 4º anos de escolaridade do Ensino Fundamental I.
A escolha pelas oficinas pedagógicas com os professores se justifica pelo desejo de unir a teoria 
à prática, como também, dar aos docentes o lugar de participantes ativos, coautores e não somente 
colaboradores. Paviani e Fontana (2009, p. 78) aludem: "uma oficina pedagógica é, pois, uma 
oportunidade de vivenciar situações concretas e significativas, baseada no tripé: sentir-pensar-agir, 
com objetivos pedagógicos".
.
As oficinas foram elaboradas a partir de uma realidade constatada e seguiram os 
pressupostos metodológicos e pedagógicos de problematização e diálogo.
Para o desenvolvimento das oficinas foram utilizados materiais existentes na unidade 
escolar, sucata e alguns custeados pela pesquisadora. A realização das oficinas não alterou o
número de dias e horas letivos, pois foram desenvolvidas nos dias de Grupo de Estudos dos 
professores, datas previstas no calendário escolar elaborado pela SME (Secretaria Municipal de
Educação).
É necessário destacar que as oficinas apresentadas neste caderno correspondem à 
realidade da maioria das escolas brasileiras, podendo ser utilizadas em diferentes ambientes onde se 
busca estimular a leitura, a escrita e ampliar a participação de estudantes com DI, variando os
conteúdos e objetivos pretendidos.
OFICINA TEÓRICA
A oficina teórica teve como principal objetivo debater temas pertinentes à alfabetização de alunos com 
deficiência intelectual e as práticas pedagógicas. Os assuntos abordados foram elencados a partir das 
observações participantes realizadas em sala de aula e das entrevistas realizadas com os docentes. 
Através destes instrumentos foi possível conhecer a rotina escolar e os anseios dos professores 
participantes em relação a esse grupo de alunos.
Os temas foram organizados em slides com referências de diferentes autores, imagens e exemplos
práticos que levaram o grupo a discutir e planejar como poderiam ampliar a participação dos estudantes 
com DI, como também, estimular a leitura e a escrita nesses alunos. A oficina foi desenvolvida na 
seguinte sequência:
Fonte: Arquivo da autora.
A oficina teve início com um momento de apresentação da pesquisadora, seus interesses e 
motivações profissionais, dúvidas e inquietações em relação às práticas pedagógicas voltadas para 
estudantes com DI. Em seguida, a pesquisadora apresentou os objetivos e a justificativa da pesquisa, 
que foi realizada para responder ao seguinte questionamento:
"se,e de que maneira uma oficina desenvolvida em colaboração com os professores, a partir da 
observação dos estudantes em sala de aula pode contribuir para a construção de recursos didáticos 
para a alfabetização de crianças com DI e ampliar a participação desses alunos em sala de aula?"
Para desmistificar conceitos sobre as pessoas com deficiência intelectual e criar um clima 
de descontração e reflexão, a pesquisadora propôs a dinâmica MITOS E VERDADES. Ela lia falas 
ouvidas no cotidiano e em sua trajetória como professora de Atendimento Educacional Especializado 
(AEE), que também eram mostradas nos slides. Os participantes tinham que dizer se era "mito" ou 
"verdade", justificando suas respostas. Depois que todos responderam, a pesquisadora leu as 
respostas corretas e aconteceu uma roda de conversa. A dinâmica também trouxe novos 
conhecimentos aos professores. A seguir as afirmações utilizadas na atividade:
PROCESSOS DE APRENDIZAGEM NA
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
Incapacidade caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual e no 
comportamento adaptativo que abrange as habilidades práticas, sociais e conceituais, 
originando-se antes dos dezoito anos de idade (AAIDD, online).
A DI é um transtorno do neurodesenvolvimento (APA, 2014), o que significa que o sistema 
estrutural neurológico de uma criança com esta deficiência é semelhante ao de uma criança cujo 
desenvolvimento é monotípico, mas há diferenças significativas no aspecto funcional, pois a DI se 
configura como uma
O grafo acima, construído através do programa SOBEK, foi formado a partir das respostas 
dos professores, durante a entrevista, para a pergunta "O que é deficiênciaintelectual?“
Após a apresentação do grafo e da definição da Associação Americana de Deficiência 
Intelectual e do Desenvolvimento (AAIDD) foi possível refletir sobre o conceito e compreender que
transtornos de personalidade, dificuldades de aprendizagem, dislexia, entre outros não são deficiência 
intelectual. A pesquisadora sinalizou que é preciso um diagnóstico médico para atestar esta deficiência e
que o termo convencionado pela AAIDD atualmente é DEFICIÊNCIA INTELECTUAL.
Fonte: A
rquivo da autora
Através do debate sobre os processos de aprendizagem, foi possível que os participantes 
concluíssem que os alunos com deficiência intelectual desenvolvem esquemas e constroem conceitos, 
mas apresentam dificuldade em conservar esses esquemas. Desse modo, uma prática pedagógica 
voltada para o uso de recursos didáticos e com mediação poderá influenciar os mecanismos operatórios.
MECANISMOS DE 
APRENDIZAGEMDurante os debates sobre os mecanismos de aprendizagem, que eram desconhecidos da 
maioria dos participantes, foi possível inferir alguns aspectos importantes para a confecção dos recursos 
didáticos de baixo custo:
• Os estudantes com deficiência intelectual apresentam dificuldades de mecanizar os procedimentos de 
tratamento das informações;
• Geralmente, não criam estratégias eficientes de aprendizagem;
• Utilizam-se mais das informações quando contextualizadas com seus interesses;
• Lidam com as atividades propostas como se as estivesse executando pela primeira vez.
Serão apresentados a seguir os mecanismos de aprendizagem e 
suas características:
MOTIVAÇÃO - ATENÇÃO – MEMÓRIA – METACOGNIÇÃO – 
TRANSFERÊNCIA
F
Como poderão ser estimulados os mecanismos de aprendizagem em 
sala de aula?
ADEQUAÇÕES CURRICULARES
Foram mostrados alguns exemplos de adequações curriculares para que os docentes pudessem utilizar 
na elaboração de atividades e do planejamento para os estudantes com deficiência intelectual. Roldão 
define adequações curriculares como:
o conjunto articulado de procedimentos pedagógico-didáticos que visam tornar acessíveis 
e significativos, para os alunos em situações e contextos diferentes, os conteúdos de 
aprendizagem propostos num dado plano curricular (ROLDÃO, 2003, p.58).
Estas adequações podem ser feitas nos conteúdos e objetivos curriculares, no processo de ensino- 
aprendizagem ou na avaliação individual do aluno.
ADEQUAÇÕES NOS CONTEÚDOS E OBJETIVOS:
Eleger aprendizagens de acordo com as necessidades educacionais do estudante; 
Estimular aprendizagens que favoreçam a integração social e escolar a médio e longo prazo; 
Eliminação de conteúdos de pouca importância para o estudante.
ADEQUAÇÕES NO PROCESSO ENSINO- 
APRENDIZAGEM
Para potenciar a aprendizagem dos estudantes com DI, será positivo se o professor selecionar
e produzir recursos de alta e baixa tecnologia.
Também fazem parte das adequações no processo ensino-aprendizagem as estratégias 
criadas pelo professor para melhor atender ao aluno, como por exemplo, reduzir as atividades com lápis e
papel, privilegiando as atividades orais; usar a demonstração prática; usar aplicações no ambiente real, 
entre outras.
É importante desenvolver materiais didáticos de baixo custo que permitam eliminar barreiras no 
aprendizado decorrentes das necessidades pedagógicas apresentadas.
Fo
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e:
 A
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a 
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to
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A seguir alguns exemplos de adequações no processo ensino-aprendizagem que auxiliaram 
alunos com limitações intelectuais na construção de conhecimentos e na realização das atividades 
propostas:
Este recurso foi produzido 
para auxiliar uma criança na escrita de 
nomes de seres vivos, associando-os às 
imagens e trabalhar os sons das sílabas 
iniciais composta por uma consoante e a 
vogal “A”. A palavra “girafa’ foi colocada 
para marcar a diferença nos sons e levar 
o aluno a percebê-la.
Fo
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e:
 A
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au
to
ra
Neste material o aluno com DI realizou a leitura com a mediação da professora e colou 
os estados físicos da água, observando as gravuras.
Fonte: A
rquivo da
autora
Fonte: A
rquivo da
autora
A construção dessa maquete foi necessária para que o aluno 
pudesse ordenar os planetas do Sistema Solar, substituindo 
uma atividade de escrita em folha fotocopiada.
As letras móveis confeccionadas com E.V.A foram utilizadas 
como apoio para uma estudante com DI que ainda não 
conseguia copiar do quadro o cabeçalho, pois apresentava 
fragilidades na habilidade visomotora. A professora lhe oferecia 
além das letras o cabeçalho escrito em uma folha de papel A3.
ADEQUAÇÃO NA AVALIAÇÃO INDIVIDUAL DO ALUNO
São adequações realizadas em situações de testes e provas. Para iniciá-las é preciso 
compreender que estes tipos de avaliações são, também, atividades de aprendizagem para os alunos 
com DI e precisam ser adequadas, tendo somente as informações e imagens relevantes.
O uso de imagens para melhor compreensão de enunciados, questões múltipla escolha, 
perguntas curtas e diretas, instrumentos como calculadora, apoio visual para consulta de letras, 
números e fórmulas, exibição de vídeos curtos e explicativos sobre os conteúdos abordados.
Oferecer ao aluno maior tempo para a realização da avaliação ou testes, como também, 
intervalos durante a realização das provas, avaliações orais ou gravadas e demonstrações práticas, 
também são adequações possíveis.
Fonte: Arquivo da autora
Fonte: Arquivo da 
autora
CUSTO
TECNOLOGIAS DE BAIXO
As tecnologias de baixo custo não são somente sucatas, por isso foi importante definir para que os 
docentes tivessem a amplitude do conceito estabelecido por Braun e Marin:
Fonte: A
rquivo da autora
São considerados recursos de baixa tecnologia todo e 
qualquer material didático que sirva de suporte ou meio 
para ensinar, não requerendo equipamentos específicos 
como os equipamentos eletrônicos; são recursos, 
basicamente de baixo custo ou mesmo sem custo, pois são 
elaborados a partir de materiais usuais do cotidiano 
escolar. Além de materiais, os procedimentos e modos de 
ensinar, as estratégias de intervenção constituem esses 
recursos (BRAUN; MARIN, 2011, p. 02).
Como a alfabetização envolve aprendizagem conceitual, a utilizaçãode recursos didáticos é 
de grande importância.
ALFABETIZAÇÃO
Tema de grande relevância para as oficinas , pois o que se pretendia produzir eram recursos 
didáticos de baixo custo para a alfabetização de estudantes com deficiência intelectual. A teoria 
psicogenética é norte do trabalho dos docentes participantes, porém desconheciam as sub-etapas dos 
níveis.
Baseando-se na teoria de Piaget, segundo a qual o conhecimento é construído 
pelo sujeito na interação com o ambiente, Ferreiro identificou três períodos 
principais, ou níveis de desenvolvimento da escrita, que se subdividem em etapas 
(CRUZ, 2013).
Fonte: 
MOUSSATCHÉ,200
2
Após a apresentação dos níveis de desenvolvimento da escrita e as subetapas 
serão apresentadas atividades de ensino de cada nível e adequadas para os estudantes 
com DI.
Fonte: A
rquivo da autora
ATIVIDADES DE ENSINO NÍVEL PRÉ-SILÁBICO O aluno 
apresentava 
pré-silábica 
“quantidade 
variáveis
e
com DI 
uma escrita
com 
e repertório 
presença de
com valor sonoro 
inicial” (MOUSSATCHÉ,
2002).
Para que
conseguisse realizar
a atividade
proposta pela professora, 
foi preciso diminuir
o
número de letras 
trabalhadas e ambas com
sonoridade distintas.
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ATIVIDADES DE ENSINO NÍVEL 
SILÁBICO
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O estudante apresentava 
“escrita silábica inicial 
com valor sonoro 
convencional nas escritas 
sem correspondência 
sonora” (MOUSSATCHÉ, 
2002). Foram subtraídas
palavras
e um
banco de
algumas 
inserido 
palavras 
aluno
para auxiliar o 
na leitura
erealização da atividade.
ATIVIDADES DE ENSINO NÍVEL SÍLABICO- 
ALFABÉTICO
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O estudante apresentava 
“escrita silábico-alfabética 
sem predomínio de 
valores sonoros 
convencionais” 
(MOUSSATCHÉ,
2002).
Inserir as palavras foi uma 
estratégia para que o 
alunopudesse 
reconhecer as sílabas e 
seus sons.
http://www.educacaoetransformacao.com.br/atividades-com-ordem-alfabetica/atividades-com-ordem-alfabetica-pinte-as-silabas/
http://www.educacaoetransformacao.com.br/atividades-com-ordem-alfabetica/atividades-com-ordem-alfabetica-pinte-as-silabas/
ATIVIDADES DE ENSINO NÍVEL 
ALFABÉTICO
OFICINA PRÁTICA
O principal objetivo da oficina prática foi a confecção dos recursos didáticos de baixo custo a 
partir da troca de conhecimentos de forma prazerosa e dos critérios construídos na oficina teórica. A 
pesquisadora sugeriu aos professores participantes que pensassem nas necessidades específicas de 
cada um dos alunos com limitações intelectuais e também como os recursos produzidos poderiam 
compensá-las e ampliar a participação desses estudantes em sala de aula. A seguir serão descritas as 
inferências construídas em colaboração com os docentes:
O contexto em que vive, suas características, suas necessidades
pedagógicas, suas potencialidades e o tipo de apoio que 
necessita.
Buscar trazer os interesses do aluno para a sala de aula, 
associando-os aos conteúdos escolares e as situações de 
aprendizagem.
Desenvolver a
 atenção
Estimular o que o aluno demonstra possibilidade de aprender e 
aproveitar em diferentes atividades de ensino o que já foi aprendido.
Promover a associação de respostas orais e visuais, objetivando o 
uso de estratégias cognitivas de decodificação.
Confeccionar materiais e propor atividades de ensino que o aluno 
seja capaz de utilizar e realizar respectivamente, vivenciando 
experiências de sucesso.
É essencial oferecer comandos breves e diretos, auxiliando o aluno a 
explorar e o material sobre o qual ele deve trabalhar, evitando expor 
esse aluno a presença de outros objetos e estímulos que não tenham 
relação com a atividade proposta, evitando, assim, elementos de 
distração da atenção.
Para a confecção dos recursos pedagógicos foram utilizados diferentes materiais de 
baixo custo: tesoura, cola branca, cartolina, caneta esferográfica, marcador permanente, caixa de 
ovos, forminhas de doces, elástico, barbante, cola colorida, pregadores, papelão, cola quente, entre 
outros que foram ofertados pela pesquisadora.
Todos os materiais ficaram disponíveis no fundo da sala e foram distribuídos em mesas 
grandes para facilitar o acesso e a circulação na sala de aula. Os professores trabalharam em 
duplas. Cada par possuía três mesas pequenas e três cadeiras para acomodarem o que precisavam 
para a confecção dos recursos didáticos.
Depois que todos terminaram, as produções foram apresentadas pelas duplas e todo o 
grupo nomeou os recursos que seriam utilizados pelos alunos. Além de pensarem nas necessidades 
pedagógicas dos alunos a pesquisadora sugeriu que os docentes pensassem também nas 
habilidades que poderiam ser estimuladas de acordo com a Base Nacional Comum Curricular 
(BNCC), pois isso beneficiaria também as crianças que não apresentam dificuldades intelectuais. A 
seguir serão apresentados os recursos desenvolvidos.
RECURSOS DIDÁTICOS 
DE BAIXO CUSTO
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR*?
(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na 
decodificação, no caso de palavras de uso frequente, ler 
globalmente, por memorização.
(EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e 
substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para criar novas 
palavras.
(EF03LP02) Ler e escrever corretamente palavras com 
sílabas CV, V, CVC, CCV, VC, VV, CVV, identificando que
existem vogais em todas as sílabas.
(EF01LP08) Relacionar elementos sonoros (sílabas, 
fonemas, partes de palavras) com sua representação escrita.
O QUE PRECISA PARA FAZER?
Cartolina, tesoura, cola, caneta esferográfica e um copo de 
material rígido. As tiras de cartolina devem girar para que 
os estudantes possam formar as palavras, lendo no sentido 
vertical. *Indicadores da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR?
(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros 
recursos gráficos.
(EF01LP01) Reconhecer que textos são
lidos e escritos da esquerda para a direita e de cima para 
baixo da página.
(EF01LP12) Reconhecer a separação das palavras, na
escrita, por espaços em branco.
(EF02LP08) Segmentar corretamente as palavras ao 
escrever frases e textos.
O QUE PRECISA PARA FAZER?
Cartolina, adesivos (imagem), velcro adesivo, papel 40 kg ou 
papelão, caneta esferográfica, tesoura, cola e plástico 
adesivo ou plastificação. O recurso foi utilizado de duas 
maneiras: os estudantes colocaram as frases 
correspondentes à imagem; Os professores colocaram as 
frases com hipossegmentação e alunos correlacionaram com 
as frases sem aglutinação.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR?
(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na 
decodificação, no caso de palavras de uso frequente, ler 
globalmente, por memorização.
(EF01LP03) Observar escritas convencionais, comparando-
as às suas produções escritas, percebendo semelhanças e 
diferenças.
(EF01LP04) Distinguir as letras do alfabeto de outros sinais
gráficos.
(EF01LP05) Reconhecer o sistema de escrita alfabética 
como representação dos sons da fala.
(EF01LP08) Relacionar elementos sonoros
(sílabas, fonemas, partes de palavras) com 
sua representação
escrita.
(EF02LP06) Perceber o princípio acrofônico que opera nos 
nomes das letras do alfabeto.
O QUE PRECISA PARA FAZER?
E.V.A, 2 caixas de ovos, caneta esferográfica, corações (com 
pregador e fundo preto) , elástico, cola quente e tesoura. Os 
estudantes devem encontrar os nomes das cores e os cercá-loscom um elástico. As cores azul, verde e rosa têm uma letra de 
cor diferente para que houvesse um desafio.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR ?
(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na 
decodificação, no caso de palavras de uso frequente, ler 
globalmente, por memorização.
(EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e
substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para criar novas 
palavras.
(EF01LP08) Relacionar elementos sonoros (sílabas,
fonemas, partes de palavras) com sua representação escrita.
(EF01LP09) Comparar palavras, identificandosemelhanças e diferenças entre sons de sílabas iniciais.
O QUE PRECISA PARA FAZER?
Bolinhas de isopor, caneta esferográfica, cartolina, latas 
ou potes plásticos e tesoura. Os alunos precisam retirar as 
bolinhas da lata e ordenar as sílabas que formam as 
palavras.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR ?
(EF01LP04) Distinguir as letras do alfabeto de outros sinais 
gráficos.
(EF01LP05) Reconhecer o sistema de escrita alfabética
como representação dos sons da fala.
(EF01LP07) Identificar fonemas e sua representação por 
letras.
(EF01LP10) Nomear as letras do alfabeto e recitá-lo na 
ordem das letras.
O QUE PRECISA PARA FAZER?
Prato de papelão, tinta guache, cartolina, marcador perma 
nente, pregador, tesoura e cola. Os pregadores são 
móveis para que o estudante possa colocar na ordem do 
alfabeto.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR?
(EF01LP04) Distinguir as letras do alfabeto de outros 
sinais gráficos.
(EF01LP05) Reconhecer o sistema de escrita alfabética 
como representação dos sons da fala.
(EF01LP07) Identificar fonemas e sua representação por
letras.
(EF01LP10) Nomear as letras do alfabeto e recitá-lo na 
ordem das letras.
O QUE PRECISA PARA FAZER?
E.V.A, cola quente, tesoura, marcador permanente , 
folha A4, plastificação ou plástico adesivo e velcro. 
Os alunos devem colocar as letras na mesma 
posição da letra que está no canto superior direito da 
folha. O recurso foi utilizado pelos alunos que ainda 
espelham (escreviam as letras voltadas para o lado 
contrário) as letras.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR?
(EF01LP04) Distinguir as letras do alfabeto de outros 
sinais gráficos.
(EF01LP07) Identificar fonemas e sua representação
por letras.
(EF01LP10) Nomear as letras do alfabeto e recitá-lo na 
ordem das letras.
(EF02LP06) Perceber o princípio acrofônico que opera nos 
nomes das letras do alfabeto.
(EF01LP11) Conhecer, diferenciar e relacionar letras em 
formato imprensa e cursiva,
maiúsculas e minúsculas.
O QUE PRECISA PARA FAZER?
Cartolina, palitos de picolé (2 cores), caneta esferográfica e 
tesoura. Os alunos devem sortear um cartão e pegar as 
letras e os palitinhos correlacionados e colocar na posição 
mostrada, diferenciando letras maiúsculas e minúsculas.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR?
(EF03LP02) Ler e escrever corretamente palavras com 
sílabas CV, V, CVC, CCV, VC, VV, CVV, identificando 
que existem vogais em todas as sílabas.
(EF01LP06) Segmentar oralmente palavras em 
sílabas.
O QUE PRECISA PARA FAZER?
Tampinhas de garrafa pet, cola, tesoura, cartolina, 
gravuras, caneta esferográfica ou impressão das 
imagens e sílabas. O estudante deve correlacionar as 
imagens às sílabas iniciais.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR ?
(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão 
na decodificação, no caso de palavras de uso 
frequente, ler globalmente, por memorização. 
(EF01LP02) Escrever, espontaneamente ou por 
ditado, palavras e frases de forma alfabética – 
usando letras/grafemas que representem 
fonemas.
(EF03LP02) Ler e escrever corretamente 
palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, VC, VV, 
CVV, identificando que existem vogais em todas 
as sílabas.
O auto ditado sensorial foi inspirado na "Caixa Onírica" 
criação do Professor Doutor Pierre Crapez (UFF – 
Universidade Federal Fluminense).
O QUE PRECISA PARA FAZER?
1 caixa média, tinta guache, estilete, fio de nylon, papel nacarado, areia, cola, tesoura, 1 lanterna,
um fone de ouvido, estilete, um celular para baixar a trilha sonora e animais de plástico. Os alunos
observam o interior da caixa, através de um orifício, ouvindo a música tema do clássico filme 
“Tubarão” e em seguida escreve o nome dos elementos encontrados no interior da caixa.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR?
(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros 
recursos gráficos.
(EF01LP01) Reconhecer que textos são lidos e 
escritos da esquerda para a direita e de cima para 
baixo da página.
(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na 
decodificação, no caso de palavras de uso frequente, 
ler globalmente, por memorização.
(EF02LP08) Segmentar corretamente as palavras ao 
escrever frases e textos
O QUE PRECISA PARA FAZER?
Cartolina, velcro, cola, tesoura, imagens, 
caneta esferográfica ou impressão. O 
estudante deve formar a frase 
correspondente à imagem com as palavras 
disponíveis.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR?
(EF01LP04) Distinguir as letras do alfabeto de outros 
sinais gráficos.
(EF01LP05) Reconhecer o sistema de escrita 
alfabética como representação dos sons da fala.
(EF01LP07) Identificar fonemas e sua representação 
por letras.
(EF02LP06) Perceber o princípio acrofônico que opera 
nos nomes das letras do alfabeto.
O QUE PRECISA PARA FAZER?
Fita banana, um rolo de papel 
toalha vazio, papel ofício, a atividade 
pode ser impressa ou escrita à mão e 
as imagens podem ser desenhos. O 
estudante deve procurar com a lupa a 
letra sinalizada no canto superior 
esquerdo da folha.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR?
(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na 
decodificação, no caso de palavras de uso frequente, 
ler globalmente, por memorização.
(EF01LP04) Distinguir as letras do alfabeto de outros 
sinais gráficos.
(EF01LP05) Reconhecer o sistema
de alfabética como representação dos 
sons da fala.
escrita
(EF01LP08) Relacionar elementos sonoros (sílabas, 
fonemas, partes de palavras) com sua representação 
escrita.
O QUE PRECISA PARA 
FAZER?
Papelão ou
papel tesoura,
cola,
cartão, 
caneta
esferográfica ou impressão para
a escrita das palavras, imagens
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR ?
(EF12LP04) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor ou já com 
certa autonomia, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem (digitais 
ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e 
o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade.
(EF03LP02) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, VC, VV, CVV, 
identificando que existem vogais em todas as sílabas.
(EF01LP09) Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas iniciais.
(EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para
criar novas palavras.
(EF01LP13) Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas mediais e 
finais. O QUE PRECISA PARA FAZER?
Um caderno ( no recurso mostrado foi utilizado um calendário vencido), pregadores, cola, tesoura,
marcador permanente, caneta esferográfica, figuras que correspondam aos interesses do aluno ou
associadas aos conteúdos trabalhados. O estudante deve colocar as sílabas iniciais ou finais das 
palavras que estão escritas no pregador.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR?
(EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, mais tarde, 
de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (populares, de fadas, acumulativos, 
de assombração etc.) e crônicas.
(EF15LP18) Relacionar textos com ilustrações e outros recursos gráficos.
(EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor.
(EF01LP01) Reconhecer que textos são lidos e escritos da esquerda para a direita e de cima para baixo 
da página.(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na decodificação, no caso de palavras de uso frequente, ler
globalmente, por memorização.
(EF12LP18) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, sonoridades, jogos de 
palavras, reconhecendo seu pertencimento ao mundo imaginário e sua dimensão de encantamento, jogo
e fruição. O QUE É PRECISO PARA FAZER?
Bloco de desenho grande, caneta esferográfica, cola, tesoura, lã ou barbante, velcro, plástico adesivo ou 
plastificação e gravuras. O livro contém um texto acessível e uma sequência didática a partir deste texto.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR?
(EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com 
os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, 
de maneira autônoma, textos narrativos de maior 
porte comocontos (populares, de fadas, 
acumulativos, de assombração etc.) e crônicas. 
(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros 
recursos gráficos.
(EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de 
imagem, textos literários lidos pelo professor. 
(EF01LP01) Reconhecer que textos
são lidos e escritos da esquerda para a direita e de 
cima para baixo da página.
nomes das letras do alfabeto.
(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na decodificação, no caso de palavras de uso frequente,
ler globalmente, por memorização.
(EF02LP06) Perceber o princípio acrofônico que opera nos nomes das letras do alfabeto.
O QUE PRECISA PARA FAZER?
Livro de histórias. Letras móveis com cores que se destaquem da página e o material precisa ser 
resistente ou plastificado. O estudante deverá encontrar as palavras iniciadas com a letra em 
destaque.
O QUE É POSSÍVEL ESTIMULAR?
(EF01LP06) Segmentar oralmente palavras em sílabas.
(EF03LP05) Identificar o número de sílabas de palavras, classificando-as em monossílabas, dissílabas, 
trissílabas e polissílabas.
.
O QUE PRECISA PARA FAZER?
Tampinhas de garrafa pet, cola quente, tesoura, cola, 
plástico adesivo ou plastificação, imagens e cartolina. 
O estudante deverá correlacionar as palavras 
dissílabas e trissílabas (gravuras) com o número de 
representado pelas tampinhas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A utilização dos recursos didáticos de baixo custo não é algo novo no cenário educacional 
brasileiro, pois podemos encontrar modelos de diversos tipos, para diferentes propostas em muitos 
sites na Internet ou em lojas especializadas.
O que diferencia os materiais encontrados neste caderno, é que foram pensados pelos 
professores participantes para desenvolver as habilidades de leitura e escrita, compensar algumas 
necessidades específicas de seus alunos com limitações intelectuais, e assim, ampliar a participação 
destes estudantes em sala de aula, tendo como apoio o material produzido pelo docente que está 
com este aluno diariamente, 20 horas semanais.
Os recursos aqui apresentados não foram escolhidos para os alunos em algum dos locais de 
acesso a este tipo de material. Eles foram produzidos especificamente para um aluno e outros puderam 
se beneficiar.
Este trabalho mostra que para produzir recursos didáticos para os estudantes com DI é 
preciso criar e seguir algumas inferências que foram construídas na oficina teórica, momento 
importante que antecedeu a oficina prática. Através dos debates, dos conhecimentos construídos e dos 
exemplos práticos foi poEssítevetrlacboanlhfeoctcaiomnbaér mmateriais que auxiliaram os alunos de 
forma eficiente e prazerosa.
Os recursos didáticos chamaram muito à atenção de todas as crianças nas turmas em que 
foram inseridos, causando euforia e interesse em auxiliar os colegas e também utilizá-los. Propiciou 
também um caminho para a mediação do professor, uma maior proximidade entre o docente e a 
criança, o que facilitou a avaliação da aprendizagem.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICA
S
https://br.pinterest.com
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intelectual. Tese (doutorado). Universidade do estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Educação, 2013.
BRAUN, P.; MARIN, M. O desafio da diversidade na sala de aula: práticas de acomodação/adaptação, uso 
de baixa tecnologia. |In: NUNES, L. R. d’O.; QUITÉRIO, P. L.; WALTER, C. C. F.; SCHIMIER, C. R. &
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MOUSSATCHÉ, Anna Helena; IDE, Sahda Marta. Alfabetização e consciência fonológica: um estudo de 
intervenção com jovens pré-leitores portadores de Síndrome de Down. 2002.Universidade de São Paulo, 
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PAVIANI, N. Mª S.; FONTANA, N. Mª. Oficinas pedagógicas: relato de uma experiência. Conjectura, v. 14,
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/francielipiper.pdf> Acessado em: 2/05/2019.
PUGH, K. J., & BERGIN, D. A. Motivational influences on transfer. Educational Psychologist, 41 (3), 147- 
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RIBEIRO, Célia. Metacognição: um apoio ao processo de aprendizagem. Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre
, v. 16,n. 1,p. 109-116, 2003 . Disponível em: . Acesso em: 11/05/ 2019.
ROLDÃO, Maria do Céu. Diferenciação curricular revisitada: conceito, discurso e práxis. Porto: Porto 
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