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FONOARTICULAÇÃO – FISIOLOGIA É um processo complexo que envolve várias áreas ligadas ao SNC; parte motora; estruturas periféricas; tecidos moles. Interrelacionamento respectivo Todas as estruturas se relacionam. Emissão da voz + Mecanismo de formação das palavras. COMUNICAÇÃO Emissor – utiliza um sistema de sinais com informação através de um canal de informação para leva-la ao receptor. Receptor A mensagem precisa ser codificada – linguagem, para que haja esse “diálogo”. Medida da informação Escrita Alfabeto que segue determinadas regras gerando o léxico (palavras). Semântica (significado) – regida pela sintaxe. LINGUAGEM VERBAL Exige intensa atividade neural. Estruturação da ideia -> conjunto de sons -> palavras são verbalizadas. Músculos, ossos, sistema respiratório e estomatognático e posturas. Sinais naturais (mímica) Visuais (sinalização, libras) Auditivos Táteis (brainlle) Primatas aprenderiam cerca de 150 sinais Golfinhos e baleias emitem sons que podem ter significado. APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM VERBAL Linguagem seria aprendida. Choro É inato, sendo o tipo primordial de comunicação do bebê. Sorriso Inicialmente reflexo; percebe que as pessoas sorriem de volta (adquire), adequação a situações sociais específicas. Reprodução adequada dos sons aos 3 anos de idade Interação com outros sentidos receptivos: audição, tato, visão e pressão. ONTOGENIA DA LINGUAGEM Evolução da mímica A libras têm base nesse processo. Posição ereta É importante para gerar os sons ao nível laríngeo. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DO SOM Amplitude ou intensidade (sonoridade) Quantidade de energia contia na corrente aérea produzida pelos pulmões (energia cinética) Tensão das pregas vocais e movimento de adução Amplitude ou vibração das cordas vocais Frequência ou altura (Hz) Vibração das pregas vocais em quantidade de ondas em um determinado período de tempo = frequência da fonte glótica Grave Agudo Ressonância Modificação do som pelo reforço da intensidade de sons e amortecimento de outros Pulmões Laringe Faringe Cavidades bucal e nasal Seios paranasais Uma mulher mais alta, com maior expansão destas emite som mais graves. Qualidade vocal Conjunto de características que identificam uma voz humana, se relacionando com os harmônicos compostos de uma onda sonora. Harmônicos (particularidade da voz humana) - Espectogramas FISIOLOGIA MECÂNICA DA FONOARTICULAÇÃO VOZ Produção de som pela laringe – fonação – e modificações posteriores por ressonância do ar nos vários espaços localizados entre a laringe e os lábios, junto a articulação É, praticamente, impossível falar qual estrutura é a mais importante. Tórax Na emissão da voz, modifica-se o ritmo regular da inspiração e expiração. Expiração Prolongada e dura entre pausa e pausa para emissão de um maior número das palavras. Inspiração Rapidamente no final das frases ou pausas. Controla-se a profundidade da voz Nervo vago faz inervação parassimpática de todas as vísceras, mas, também. vai diretamente para a laringe o ramo nervo laríngeo recorrente. REFLEXOS LARÍNGEOS ADAPTATIVOS NEessários movimentos de alta precisão das cordas vocais para a afinação, com feedback restrito. A laringe é capaz de gerar uma riqueza muito grande de sons, precisando de receptores. O cantor para ter 2.000 graus de tom tem que ter uma modificação de suas cordas vocais entre 1 e 1,5mm. Os mecanorreceptores mucosos ou articulações ou receptores fusais no músculo laríngeo que iniciam o reflexo par emissão do som previsto. PAPEL DAS FALSAS CORDAS VOCAIS Manutenção de lubrificação das pregas vocais Alto número de glândulas mucosas Controle da vibração das verdadeiras cordas vocais na emissão de notas de tom excessivamente alto CONTROLE EXTRALARÍNGEO DA FONAÇÃO CONDUTAS FONATÓRIAS Age sobre a variabilidade da intensidade, frequência ou timbre emitidos pela laringe CONDUTAS ARTICULATÓRIAS Age sobre a variabilidade de fatores que determinam a articulação de um som CONDUTAS LINGUÍSTICAS Fatores que atuam no estilo da linguagem, na escolha das palavras, seqûencia das frases, sotaque. CONTROLE EXTRALARÍNGEO DA FONAÇÃO Sistemas neuromusculares Bloco neuromuscular pneumo-tráqueo-laríngeo-faringeano Estruturas relacionadas a geração do som até a faringe. Bloco neuromuscular bucolabial Cavidade oral e lábios. SNC Áreas motoras (giro pré-central) ou áreas corticais de associação Área somatossensorial ou pós-central do córtex ARTICULAÇÃO DA VOZ Quando as ondas sonoras entram no canal faringo-bucal, ocorrem variações do tono e da intensidade produzidas pela contração da musculatura estomatognática IMPEDÂNCIA FARÍNGEO-BUCAL Resistência á passagem do fluxo aéreo através da boca. Depende de: Paredes anfractuosas do canal faríngeo-bucal (turbinações no fluxo de ar) Diferentes posturas dos orgãos moles bucofaríngeos Aporte das harmônicas de alta frequência Impedância baixa – voz apagada, sem brilho Impedância alta – voz cavernosa, mais grave BOCA COMO RESSONADOR Emissão das vogais Variações na pressão e no tono do som ao nível das estruturas bucais. TEORI DA DUPLA RESSONÂNCIA A vogal possui duas harmônicas (formante) principais que podem ser de tonalidade/intensidade diferente que pode até chegar a 40. Interfere na qualidade da voga emitida. RESSONADORES ORAIS Informação sensorial na orelha interna. Falar alto por causa do fone O fone desorganiza a adequação do volume de voz que temos, levando ao aumento. REFLEXO RETÍCULO-RECORRENCIAL A informação parte da ativação da formação reticular por impulsos da área de Marau ou da cóclea gerando o aumento do tono do esfíncter glótico. POSIÇÃO DOS RESSONADORES Emissão de Vogais Fluxo de ar não é interrompido, não tem interferência da impedância. Onda padrão típica para cada som não é produzida instantaneamente Facilidade que a pessoa tem em afinar ¼ da duração do som seria preenchida por sons intermediários atípicos. Capacidade de corrigir. RELAÇÃO FONAÇÃO – ARTICULAÇÃO SUSURRO Fenômeno articular com pequena participação das cordas vocais. Apenas em línguas ocidentais Precisa-se de entonação Falta inflexão, ampliação e qualidade EMISSÃO DE CONSOANTES São produzidas pela interrupção da passagem do ar (através da faringe e da boca,) seja pela língua, dentes ou lábios, provocada pelo mesmo mecanismo da impedância SONS NASAIS M,N,NH SONS COM MOVIMENTAÇÃO DE ESTRUTURAS ORAIS P,B,T,D CONTROLE REFLEXO DA ARTICULAÇÃO DA VOZ REFLEXOS CÓCLEO-ORAL E GLOSSO-ORAL Cóclea + receptores da língua regulam os movimentos da faringe e da boca na verbalização. Tudo começa com o pensamento e organização motora gerada para planejamento e execução do som, posteriormente, a audição capta Conferindo se o planejado está sendo dito. EVOLUÇÃO ONTOGÊNICA DA FONOARTICULAÇÃO 1. Grito: Entrada de ar nos pulmões. Só há vogais 2. Balbuciação Aparecem consoantes 3. Associação acústica sensorial-motora Imitação fonética (período de eco) 4. Linguagem Compreensão associada à expressão verbal (12-18 meses de idade) Palavras isoladas Frases com sentido A partir de 7 anos de idade, a capacidade é igual à do adulto ALTERAÇÕES FUNDAMENTAIS DA LINGUAEM RONQUIDÃO Devido á vibração da borda fina do palato mole e dos pilares posteriores da amigdala durante a inspiração do sono de ondas lentas (não REM) Obstrução nasal associada - estrutruras anatômicas Muda motricidade cervical e estruturas da fonoarticulação, então a vibração possível se torna ronco. -> Colocar de lado: o fluxode ar vai em uma posição e a gravidade muda a conformação da laringe, não apresnetando vibração das bordas finas. ANOMALIA DAS CORDAS VOCAIS Pólipo é pediculado e o nódulo não, além de normalmente existir um correspondente na prega vocal neste. Úlcera – lesão, sombra – reflexo Edema – inchaço, perdendo a capacidade de vibrar (rouquidão) Possuem boa capacidade de aprender novos idiomas graças a capacidade de articular sons, que vamos perdendo ao não utilizar no nosso idioma. ALEXIA Incapacidade para ler – compreender sinais escritos e a ideia que este trás. AFASIA (motora ou sensorial): incapacidade para falar ou compreender a linguagem falada DISLEXIA Alexia incompleta. Faz confusão com grande quantidade de palavras