Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Beatriz Luchiari – ACLS 
ACLS – RESUMO DOS PONTOS IMPORTANTES 
AVALIAÇÃO DO PCTE 
1. Primeira coisa: segurança da cena 
o Intra hospitalar: colocar EPI 
o Extra hospitalar: verificar segurança da cena 
 
2. Impressão inicial: avaliar se pcte consciente ou inconsciente 
o Se pcte inconsciente: SBV à Primária à Secundária 
o Se pcte consciente: Primária à Secundária 
 
3. SBV – SUPORTE BÁSICO DE VIDA 
o Chamar pelo nome 
o Gritar por ajuda 
o Pedir para alguém buscar DEA ou desfibrilador 
o Verificar respiração e pulso simultaneamente 
i. Precisa chegar pulso por no mínimo 5 seg e no máx 10 seg 
ii. Se não sentir pulso em 10 segundos = iniciar RCP 
iii. Se sentir pulso = iniciar ventilação 
 
4. AVALIAÇÃO PRIMÁRIA: ABCDE 
(aqui não precisa seguir a ordem ABCDE, é simultâneo, diferente do trauma) 
§ A: Via aérea e aspiração 
o Pcte inconsciente: Inserir via aérea avançada 
o Usar capnografia para avaliação 
§ B: Breathing 
§ C: Circulação 
o ECG / acesso IV ou intraósseo + medicamento / PA, FC e ritmo 
§ D: Disfunção (neurológico): mnemônico AVDI 
o Alerta / Voz / Dor / Inconsciente 
§ E: Exposição 
 
5. AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA: SAMPLE 
§ Sinais e sintomas 
§ Alergias 
§ Medicamentos 
§ Passado médico pregresso 
§ Last meal (última refeição) 
§ Eventos que levaram a situação atual 
 
 
 
Beatriz Luchiari – ACLS 
CAUSAS PCR – 5 HS E 5 TS 
§ 5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, H+ (acidose), Hipotermia, Hiper/hipocalemia 
§ 5Ts: pneumoTórax hipertensivo, TEP, Tamponamento, Trombose coronariana 
(IAM), Toxinas 
à Dica: 2 pulmão + 2 coração + toxinas 
à Dica: 2 que entopem + 2 que apertam + toxinas 
 
RCP DE ALTA QUALIDADE 
§ FC 100-120 
§ Compressões 5cm, permitindo retorno total do tórax 
§ Revezar após 2min ou antes se apresentar sinais de fadiga 
§ Interrupções de no máximo 10 segundos 
o FCT = tempo de compressões / tempo total RCP 
o Meta: FCT > 80% - calcular usando cronômetro 
§ Evitar ventilação excessiva (500-600ml – meia bolsa de ventilação) 
o Ventilação excessiva = ar no estômago e também aumenta pressão 
intratorácica, dificultando o retorno venoso 
*Obs: Afogamento ou hipóxia à priorizar ventilação 
 
Como medir a qualidade da RCP 
§ Pressão de perfusão coronária – deve ser 15 mmHg 
§ Capnografia em forma de onda – pCO2 < 10 mmHg 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Beatriz Luchiari – ACLS 
IAM NO ACLS 
(não é cobrado nas estações e na prova prática J 
só cai um pouco na teórica, sem muitos detalhes) 
DIAGNÓSTICO 
o Diferença angina e IAM: 
§ Angina estável e instável: sem lesão miocárdica 
§ IAM: tem lesão miocárdica (aumento troponina) 
o Sintomas IAM: dor em aperto, irradiação da mandíbula ao umbigo, sudorese, 
falta de ar, tontura, fadiga 
§ DD: dissecação de aorta, TEP, tamponamento cardíaco, rotura esôfago, 
pneumotórax hipertensivo 
 
ANGINA ESTÁVEL Vs. INSTÁVEL 
 ESTÁVEL INSTÁVEL 
Duração < 10 min > 10 min 
Início Fator de estresse 
Súbito 
Em crescente: vai piorando 
Quando Esforço físico ou emoções Pequenos esforços ou repouso 
Fator de 
melhora 
Alívio após repouso ou 
nitroglicerina 
Não cessa com repouso / 
alívio com nitroglicerina 
	
ABORDAGEM IAM NO AMBIENTE PRÉ-HOSPITALAR 
§ Pré-hospitalar: Mastigar 162-325mg de AAS – dose EUA (Brasil: 200-300mg) 
o Faz AAS antes do ECG, porque muda desfecho (diminui óbito em 21%) 
(é muito mais provável que seja IAM do que outros DD) 
o Função AAS: anti-agregante plaquetário – se acopla as plaquetas (se liga 
irreversivelmente as plaquetas; não tem antidoto) 
o CI: alergia real à AAS ou hemorragia gastrointestinal recente 
§ ECG 12 derivações à se IAMST: avisar hospital 
§ O2 suplementar se Sat < 90% 
§ Nitroglicerina – sublingual, spray lingual ou VO 
o Contra-indicações 
§ Bradicardia intensa 
§ Taquicardia 
§ Hipotensão 
§ Inibidores fosfodiesterase nas ultimas 24h (para disfunção erétil) 
§ IAM de ventrículo direito – hipotensão + turgência jugular 
§ Morfina: usar com cautela 
§ Transferir ate o centro mais próximo que ofereça reperfusão 
 
 
 
Beatriz Luchiari – ACLS 
ABORDAGEM IAM NO HOSPITAL 
§ Primeiros 10min: avaliar pcte à sinais vitais, antecedentes, etc 
§ ECG: se for sem supra = repetir 
§ RX tórax nos primeiros 30min 
§ Dosar troponina 
§ Intervenção 
§ Tempo: 
o ICP: 90min em hospital que tem ICP | 120min se for transferir 
o Fibronolíticos: 30min 
§ ICP: angioplastia (balão + stent) 
o TTO de escolha; porém se não for dar tempo, faz fibrinolítico 
 
AVC NO ACLS 
(não é cobrado nas estações e na prova prática J 
só cai um pouco na teórica, sem muitos detalhes) 
§ Cadeia de sobrevivência 
o Rápido reconhecimento 
o Rápido envio para serviço de emergência 
o Rápido transporte 
o Notificação antes da chegada 
o Rapidez no diagnóstico e TTO 
§ 8 Ds do tratamento do AVC 
1. Detection: Detecção sintomas 
§ Escala de Cincinnati 
• Alteração da fala 
• Desvio de rima 
• Queda dos braços 
§ Excluir outras causas: hipoglicemia e convulsão 
2. Dispatch: comunicação 
§ Envio rápido para serviço que tenha TC 
3. Delivery: presteza 
§ Rapidez no transporte para serviço de emergência 
4. Door: porta 
§ No máximo 10min: triagem eficaz do pcte 
§ ABC: via aérea, ventilação e circulação 
§ Administrar O2 
5. Data: coleta de dados 
§ Em 20min: anamnese, exame físico, exame neurológico 
§ Estabelecer horário do início dos sintomas (máx 3 horas) 
§ Coletar: glicemia, eletrólitos, hemograma e coagulograma 
6. Decision: decisão 
§ TC crânio + lista de verificação para fibrinolíticos 
Beatriz Luchiari – ACLS 
§ S/N: procedimentos intravasculares 
§ Orientar família sobre riscos do TTO fibrinolítico (risco 5% de 
hemorragia cerebral); obter TCLE 
7. Drug/Device: medicamento/dispositivo 
§ ATPlase (fibrinolítico) 
§ AAS: se NÃO fizer fibrinolítico 
8. Disposition: encaminhamento 
§ Internar rapidamente em UTI ou em unidade de AVC 
 
INFOS ADCIONAIS: 
§ Não passar na sala de emergência, ir direto para a TC (tempo porta-TC: 20min) 
o TC crânio à objetivo: excluir AVC hemorrágico 
§ NIH: avaliar de 10-10min 
o Piora NIH: parar fibrinolítico e nova TC crânio 
§ Há quanto tempo apresenta sintomas? 
o Janela: máx 4,5h / Ideal: máx 3h 
§ Contra-indicações fibrinolíticos: está na bula do ATPlase (colocar no prontuário) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Beatriz Luchiari – ACLS 
ESTAÇÕES PRÁTICAS 
(tudo daqui pra baixo precisa decorar, inclusive as doses das medicações; 
quando NÃO precisar decorar, eu aviso no texto) 
 
PARADA CARDIO-RESPIRATÓRIA (PCR) 
• Choque: 
o Todos se afastam, inclusive sem encostar na maca 
o Tira fonte de oxigênio (senão explode); se IOT, desacopla do ventilador 
o Posicionamento das pás no tórax: uma na borda superior direita do 
esterno (abaixo da clavícula) e outra na região do ictus cardíaco 
o Segurar firmemente as pás (colocar peso de aprox 10kg sobre elas) 
o Faz desfibrilação inicialmente a 200J em desfibrilador bifásico (os antigos 
eram monofásicos e começava já com 360J – não precisa saber) 
o Aumenta para a próxima carga (mostra no desfibrilador) nos demais 
choques; não é para chocar em carga máxima logo de cara 
 
• RCP (massagem): 
o Durante 2 minutos (ou 5 ciclos de 30 compressões / 2 ventilações) 
o RCP de alta qualidade (decorar itens a seguir): 
§ FC entre 100-120 
§ Ciclos de 30 compressões / 2 ventilações 
§ Compressões de no mín 5cm de profundidade, permitindo 
retorno total do tórax 
§ Evitar ventilação excessiva (fazer meia bolsa) 
§ Pausa máxima de 10 segundos entre compressões 
§ Revezar compressor a cada 2min ou 5 ciclos ou quando 
compressor estiver cansado 
• Epinefrina 1mg: 
o Decorar: 1mg EV com membro elevado + flush de soro fisiológico após 
o A meia-vida da Epinefrina é muito curta (poucos segundos) e o pcte já 
está com a circulação comprometida à precisa garantir que a epinefrina 
chegue ao coração antes de acabar meia-vida; para isso, eleva membro 
e faz um pouco de soro em seguida, para acelerar o fluxo 
o Observe que a Epinefrina é feita a cada4 minutos (2 ciclos de 2min), 
porque é o tempo de ação dela; nos ritmos chocáveis, faz Epinefrina 
intercalada com Amiodarona; nos ritmos não-chocáveis, faz Epinefrina 
ciclo sim, ciclo não 
 
Beatriz Luchiari – ACLS 
• Amiodarona 300mg – 150mg: 
o Decorar à primeira dose: 300mg e segunda dose: 150mg 
o Indicação formal Amiodarona: refratário ao 2o choque; portanto, não faz 
em ritmos não chocáveis [não tem 2o choque], nem antes de epinefrina 
o Amiodarona só pode fazer 2 doses, depois disso, usa só Epinefrina 
intercalada ciclo sim, ciclo não 
• Checar ritmo: 
o Para checar ritmo, todos devem se afastar e interromper a RCP, porque 
enquanto faz massagem, o ritmo é alterado 
o Checa ritmo primeiro; se assistolia ou FV, não precisa checar pulso 
• Checar pulso: 
o Em todos os ritmos, EXCETO assistolia e FV (não tem como ter pulso) 
o SEMPRE checar pulso na TV, porque muda completamente a conduta 
o SEMPRE checar pulso em outros ritmos (inclusive sinusal), porque pode 
ser AESP (precisa provar que não é AESP) 
 
RITMOS CHOCÁVEIS: FV / TV SEM PULSO 
1. 1o choque + RCP à checar ritmo à s/n: checar pulso 
2. 2o choque + RCP + Epinefrina 1mg à checar ritmo à s/n: checar pulso 
3. 3o choque + RCP + Amiodarona 300mg à checar ritmo à s/n: checar pulso 
4. 4o choque + RCP + Epinefrina 1mg à checar ritmo à s/n: checar pulso 
5. 5o choque + RCP por 2min (5 ciclos) + Amiodarona 150mg à 
6. A partir daqui, intercala epinefrina (em um ciclo faz, no outro não); 
Amiodarona só pode fazer 2 doses, depois fica na Epinefrina 
 
RITMOS NÃO-CHOCÁVEIS: AESP E ASSISTOLIA 
1. Se assistolia: protocolo da linha reta (CA-GA-DA) – decorar 
o CA bos – chegar se todos estão conectados (às vezes solta na RCP) 
o GAnhos – aumentar ganho no aparelho do desfibrilador, para ver se não 
é uma FV (pode parecer assistolia se tiver num ganho pequeno) 
o DerivAção – trocar derivação no aparelho do desfibrilador para garantir 
que as outras derivações também estão em assistolia 
Obs: não precisa verificar pulso na assistolia 
2. RCP + Epinefrina 1mg (o quanto antes) à checar ritmo à s/n: checar pulso 
o Aqui pode fazer Epinefrina no primeiro ciclo, diferente dos chocáveis; 
mas na verdade, aqui faz epinefrina “o mais rápido possível”; supondo 
que ainda não deu 4min da última dose de epinefrina, você espera 
3. RCP + pensar em possíveis causas para essa PCR (5Hs e 5Ts) – decorar 
o 5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, H+ (acidose), Hipotermia, Hiper/hipocalemia 
o 5Ts: pneumoTórax hipertensivo, TEP, Tamponamento, Trombose 
coronariana (IAM), Toxinas 
4. RCP + Epinefrina 1mg 
5. Mantém intercalando RCP sem epinefrina à RCP com epinefrina 
Beatriz Luchiari – ACLS 
 
RITMOS QUE PRECISAM DE CARDIOVERSÃO: TAQUI INSTÁVEL 
• Cardioversão elétrica sincronizada: 
o Quando: pcte evolui para uma taquicardia instável 
o Basta ter taquiarrimia + 1 sinal de instabilidade para partir para a 
cardioversão (não precisa verificar os outros sinais); MAS, se estiver 
aparentemente estável, precisa verificar cada um dos sinais 
o Sinais de instabilidade: 4 ÃOs 
§ HipotensÃO 
§ CoraçÃO – dor precordial isquêmica 
§ PulmÃO – sinais de congestão: estertores 
§ CabeçÃO – queda do nível de consciência 
 
Protocolo OSASCO para cardioversão sincronizada – explicações: 
• O à Orientar o paciente: 
o Explicar ao pcte que será realizado uma cardioversão com analgesia; 
tranquilizar pcte 
• S à Sedoanalgesia: 
o Fazer drogas sedativas antes da cardioversão. Exemplo: Midazolam 0,1 
mg/kg, Fentanil 2mcg/kg, Etomidato 0,1mg/kg ou Propofol 0,5 mg/kg 
• A à “Ambuzar” / pré-ventilar: 
o Fornecer O2 ao paciente que agora está sedado, fazendo uma pré-
oxigenação, ou com O2 em cateter nasal, ou com AMBU 
o Cuidado: separar material de IOT, caso falha na oxigenação 
• S à Sincronizar: 
o Precisa apertar o botão de SINCRONIZAÇÃO no desfibrilador e ver se 
realmente está no modo sincronizado (e se apareceu as setas vermelhas) 
o Cuidado: caso fizer dessincronizado, você pode matar o pcte; 
o Colocar voltagem conforme a arritmia (não precisa saber no ACLS): 
§ FA: 120J / TV: 100J / Taqui supra: 50-100J / Flutter: 50-100J 
• C à Chocar: 
o Todos se afastam, inclusive sem encostar na maca; tirar fontes de 
oxigênio (se IOT, desconectar do ventilador) 
o Posicionamento das pás no tórax: uma na borda superior direita do 
esterno (abaixo da clavícula) e outra na região do ictus cardíaco 
o Segurar firmemente as pás (colocar peso de aprox 10kg sobre elas) 
• O à Observar: 
o Depois do choque, MANTER AS PÁS POSICIONADAS NO TÓRAX 
enquanto reavalia ritmo, pq s/n: vai chocar de novo logo em seguida 
o Após cardioversão: se manteve arritmia à checar pulso (não dá para 
dizer se está instável porque está sedado) 
 
Beatriz Luchiari – ACLS 
à Possíveis cenários (após cardioversão sincronizada): 
o Voltou para ritmo sinusal + com pulso = deu certo! sucesso! 
o Se manteve o ritmo antigo de arritmia + com pulso: precisa 
sincronizar de novo à aumentar carga à novo choque 
o Mais comum: evoluir para ritmo de desfibrilação (TV ou AESP): 
pede para outra pessoa dessincronizar o aparelho e vai ser feito uma 
desfibrilação agora, não mais cardioversão sincronizada (lembre que o 
responsável pelo desfibrilador, agora está segurando as pás no tórax, 
então pede pra outro mudar a carga e para o modo não-sincronizado) 
 
BRADIARRITMIAS 
• ACLS não pede os tipos nas estações práticas, mas saber diferenciar pra prova 
teórica: bradi sinusal, tipo 2 Mobitz 1, tipo 2 Mobitz 2 e BAVT 
• Conduta p/ toda bradi: Atropina 1mg EV em bolus 
o Mesmo sabendo que as bradi malignas (segundo grau Mobitz 2 e BAVT) 
não respondem a atropina, o ACLS recomenda iniciar tto com atropina 
(porque muitas vezes não teremos o marca-passo transcutâneo 
disponível naquele momento); mas na teoria, tem essa diferença 
 
TAQUIARRITMIAS ESTÁVEIS 
1) TAQUI SUPRA ESTÁVEL: 
Dx: taquicardia com QRS estreito + sem sinais de instabilidade 
Medidas: Manobra vagal à Adenosina à Dopamina 
o Manobra vagal – 3 opções: valsalva (melhor); massagem do bulbo 
carotídeo (risco descolar placa); compressão ocular (desumano) 
o Refratário: Adenosina 6mg IV em bolus 
§ Antes de aplicar adenosina: orientar pcte que adenosina dá 
sensação de “morte iminente” 
o Refratário: Adenosina 12mg IV em bolus 
§ Antes de aplicar adenosina: orientar novamente pcte 
o Refratário: Dopamina 10 mcg/kg/min IV em bomba de infusão contínua 
o Ainda refratário: chamar especialista (cardiologista) 
2) TAQUI VENTRICULAR COM PULSO E ESTÁVEL 
Situação rara e polêmica; ensinam no ACLS, mas não pede na prova 
Dx: taquicardia com QRS largo + sem sinais de instabilidade 
Medidas: Adenosina 6mg à Amiodarona 150mg à chamar cardio 
o Adenosina 6mg IV bolus rápido + flush soro à NÃO repetir adenosina 
(avisar pcte da sensação “de morte” c/ adenosina) 
o Refratário: Amiodarona 150mg em soro glicosado, na bomba de infusão, 
em 10 minutos à Se ainda refratário: chamar cardio 
*Obs: no ACLS do Vera Cruz, não pediram em nenhum momento para identificar 
Fibrilação atrial e Flutter, pq são menos letais que TV, FV, AESP e assistolia 
Beatriz Luchiari – ACLS 
PROTOCOLO PÓS-PARADA – Precisa decorar o ABCDEFG do pós-PCR 
§ A à Acordou ou inconsciente? 
o Se inconsciente: colocar via aérea avançada 
§ B à IOT + O2 + capnografia em forma de onda 
o IOT acoplada a ventilador com FiO2 100% 
o Meta: manter SatO2 entre 92-98% 
o Capnografia – meta: 35-45mmHg 
o Ausculta: se estertores à não pode fazer volume; 
se ausculta limpa à faz volume se hipotensão 
§ C à PA – hipotenso? Se sim, fazer dopamina e/ou volume 
§ D à Se hipotensão: Dopamina 10 mcg/kg/min em bomba de infusão contínua 
+ 500 ml Ringer lactato (se ausculta limpa) 
§ E à Exames (5): ECG (principal) + RX tórax + gasometria + labs + marcadores 
de lesão miocárdica (troponina) + TC de crânio em 24 horas 
o É o mínimo que precisa pedir 
o Neuroproteção: TC crânio em 24h, RMN 72h, dosar enolase sérica 
sanguínea, potencial evocado do nervo mediano,EEG continuo 
§ F à Frio: controle direcionado de temperatura 
o Manter pcte resfriado com manta térmica a 34 graus (ideal: 32-36oC) 
o Na prática: a maioria dos hospitais usa protocolo sem febre, apenas 
evitando que pcte tenha febre 
§ G à Garantir vagas: UTI, UCO, hemodinâmica 
o Se pcte com supra de ST: precisa de cateterismo / revascularização, 
então garante vaga em serviço de hemodinâmica 
o Se pcte sem supra de ST: vaga em UTI

Mais conteúdos dessa disciplina