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Professora: Natália Salamoni
DISPOSIÇÕES GERAIS
AÇÕES VERTICAIS E HORIZONTAIS
RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO
RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO RESISTÊNCIA À FLEXÃO
Para dimensionamento a flexão no estado limite último, são feitas as seguintes hipóteses:
o as tensões são proporcionais às deformações; 
o as seções permanecem planas após a deformação; 
o os módulos de deformação são constantes; 
o há aderência perfeita entre o aço e a alvenaria; 
o a máxima deformação na alvenaria εc se limita a 0,30%; 
o o máximo alongamento do aço εs se limita a 1%; 
o a alvenaria não resiste à tração, sendo este esforço resistido apenas pelo aço.
Máximo momento solicitante para carga uniformemente distribuída em viga biapoiada:
Máximo momento resistente de projeto para armadura simples:
Momento solicitante de projeto 
(relacionado às cargas que a 
alvenaria será submetida)
Momento resistente de projeto 
(relacionado às propriedades 
mecânicas que a alvenaria suporta)
MSd ≤ MRd
MSd,máx =
Nrd. lef
2
8
=
(Fk. γf). lef
2
8
Nrd : valor de cálculo das ações – esforço solicitante de cálculo
MRd,máx ≤ 0,3 . fd. b. d
2
lef : vão efetivo da viga/verga/parede
fb : resistência à compressão de cálculo da alvenaria
b : largura da viga/verga/parede
d : altura útil
x = 1,25 . d 1 − 1 −
MSd,máx
0,5 . b . d2. fd
z = d − 0,4. x ≤ 0,95 . d
As = 
MSd,máx
fyd . z
As,mín = 0,15% . b . d
Dimensionar a verga abaixo, considerando blocos de concreto (14 x 19 x 39) de 3,0 MPa, com 
resistência do prisma grauteado nos dois furos de 4,8 MPa, eficiência parede-prisma 0,7. Aço 
CA-50, com fyk = 500 MPa.
Φ (mm) Área (cm²)
5,0 (CA-60) 0,196
6,3 0,31
8,0 0,5
10,0 0,785
12,5 1,22
16,0 2,01
20,0 3,14
Para a viga do exercício 3 de cisalhamento, dimensionar a armadura de flexão.
A viga de alvenaria abaixo é formada por 2 fiadas e tem largura de um bloco de 14 cm. O carregamento 
da viga é de 12 kN/m. Bloco de concreto de 6,0 MPa, com resistência característica à compressão do 
prisma cheio (2 furos grauteados) de 7,9 MPa, e graute com 15 MPa.
ABNT — ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13281: Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos: requisitos. 
Rio de Janeiro, 2005.
ABNT. NBR 14974-1: Bloco sílico-calcário para alvenaria: parte 1: requisitos, dimensões e métodos de ensaio. Rio de Janeiro, 2003.
ABNT. NBR 15270-2: Componentes cerâmicos: parte 2: blocos cerâmicos para alvenaria estrutural: terminologia e requisitos. Rio de Janeiro, 2005.
ABNT. NBR 15812-1: Alvenaria estrutural: blocos cerâmicos: parte 1: projetos. Rio de Janeiro, 2010.
ABNT. NBR 15961-1: Alvenaria estrutural: blocos de concreto: parte 1: projetos. Rio de Janeiro, 2011.
ABNT. NBR 16868-1: Alvenaria Estrutural, Parte 1: Projeto. Rio de Janeiro, 2020.
ABNT. NBR 16868-2: Alvenaria Estrutural, Parte 2: Execução e controle de obras. Rio de Janeiro, 2020.
ABNT. NBR 16868-3: Alvenaria Estrutural, Parte 3: Métodos de ensaio. Rio de Janeiro, 2020.
ABNT. NBR 6136: Bloco vazado de concreto simples para alvenaria estrutural: especificação. Rio de Janeiro, 2014.
ASTM — AMERICAN STANDARD TEST METHOD. ASTM C 270: Mortar for unit masonry. Philadelphia: ASTM, 2008.
BASTOS, P. S. Alvenaria Estrutural. Bauru: UNESP. 2021. 
MOHAMAD, G.; MACHADO, D. W., N; JANTSCH, A. C. A. Alvenaria estrutural: construindo o conhecimento. São Paulo: Blucher, 1ª ed., 2017.
OLIVEIRA, F. D., et al. Principais patologias em edifícios de alvenaria estrutural. Revista mirante, Anápolis, v. 9, n. 2, 2016.
PARSEKIAN, G. A.; MEDEIROS, W. A. Parâmetros de projeto de alvenaria estrutura com blocos de concreto. São Carlos: EdUFSCar, 2ª ed. 2021. 
SÁNCHEZ, E. Nova normalização brasileira para a alvenaria estrutural. Rio de Janeiro: Interciência, 1ª ed., 2013.
TAUIL, C. A.; NESSE, F. J. M. Alvenaria estrutural: metodologia do projeto, detalhes, mão de obra, normas e ensaios. São Paulo: Pini, 1ª ed. 2010.
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