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ETAPA 1 Nesta primeira Etapa, você e seu grupo devem fazer uma pesquisa sobre a educação inclusiva no Brasil e quais são as pessoas que devem ser atendidas por uma educação que seja verdadeiramente inclusiva O artigo 206 da Constituição afirma que “o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; e valorização dos profissionais da educação escolar”. Outro marco importante na promoção da educação inclusiva é a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência. Esta legislação estabeleceu diretrizes específicas para a inclusão de pessoas com deficiência em todos os aspectos da sociedade, incluindo a educação. Além disso, o Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado em 2014, estabeleceu metas e estratégias para o desenvolvimento da educação inclusiva no país A educação inclusiva no Brasil, ainda passa por vários desafios significativos que precisam ser superados tais como: infraestrutura inadequada nas escolas, formação insuficiente de professores, adaptação curricular, atendimento à diversidade, recursos financeiros limitados, parceria com a comunidade. Há de salientar, que a inclusão não é responsabilidade exclusiva das escolas, mas também da comunidade em geral. Vencer esses desafios exige um esforço conjunto do governo, das instituições de ensino, dos professores, das famílias e de toda a sociedade para garantir que todos os alunos tenham a oportunidade de receber uma educação de qualidade, independentemente de suas diferenças e necessidades individuais. Quais são as pessoas que devem ser atendidas por uma educação que seja verdadeiramente inclusiva? Os grupos acolhidos pela educação inclusiva são: alunos com deficiência; alunos com transtornos globais de desenvolvimento ou transtorno do espectro autista; alunos com altas habilidades ou superdotação. Além disso, responda as seguintes questões: • O que difere uma proposta de educação inclusiva do modelo tradicional de educação? A diferença está no termo INCLUSIVA. Na educação especial, o ensino é totalmente voltado para alunos com deficiência. Já na educação inclusiva, todos os alunos com e sem deficiência têm a oportunidade de conviverem e aprenderem juntos • Na sua cidade ou região a educação se enquadra no modelo inclusivo? Na minha cidade já avançou bastante, porém ainda precisa alguns ajustes. • O que caracteriza um modelo de educação física inclusivo? Um modelo de educação física caracterizada na educação inclusiva, procura trabalhar conhecimentos da cultura corporal e não o desenvolvimento das aptidões físicas ou das habilidades motoras. Essa modalidade dialoga com questões de direitos humanos diferenças, sendo orientada pela equiparação de oportunidades e respeito às Faça um painel, na forma de cartazes ou banner e apresente para seus colegas e tutor presencial. Esse material deverá também ser postado no AVA. ETAPA 2 Apresente um plano de aula de educação física para esta turma. Este plano deverá considerar a inclusão de todos os alunos e deve conter: Uma turma de primeiro ano do ensino fundamental 1, composta por 22 alunos. Nesta turma existe um aluno cego, um aluno surdo e um aluno com síndrome de Down. Apresente um plano de aula de educação física para esta turma. Este plano deverá considerar a inclusão de todos os alunos e deve conter: Objetivos da aula, a descrição dos materiais utilizados; a descrição das atividades e a descrição das estratégias utilizadas para que todos possam participar efetivamente da aula. Plano de Aula: Data: 02/04/2024 Dados de Identificação: Unidade Escolar Teresa Alves da Costa Albuquerque Professor(a) Dannyele de Sousa Silva. Disciplina: Educação Física Série:1° ano Turma: C OBJETIVO Promover atividades que envolvam os alunos de forma natural e divertida sem restringir as diferenças, dando sentido a auto expressão e a formação de sua identidade MATERIAIS Aparelho de som, Cds, Pátio da escola Balões e balões com guizos ATIVIDADES Reuni as crianças em grupo no pátio e falar da atividade do dia, mencionando que precisamos incluir e respeitar o tempo de cada colega. Propor que os alunos peguem nas mãos de seus colegas apoiando-os nas necessidades e nas diferenças de cada um Valorizar as criações e os movimentos espontâneos respeitando cada individualidade. ESTRATÉGIAS Identificar as barreiras físicas, audiovisuais e comunicacionais que possam impedir que uma criança participe da aula. Incentivar a participação de todos, respeitando as individualidades e tempo de cada um Faça uma apresentação do plano de aula em power point para seus colegas e tutor presencial. A apresentação deverá ser postada no AVA. ETAPA 3 Escolha uma escola na sua cidade ou região que apresente uma proposta de educação inclusiva e faça uma visita. Entreviste o professor de educação física da escola sobre a existência de turmas onde exista algum aluno com necessidades especiais e como esse professor trabalha com essa turma. Peça autorização para o professor para assistir a uma aula dessa turma e faça um relatório da aula. Descreva as atividades desenvolvidas e as estratégias utilizadas pelo professor. Descreva como se dá a participação do(s) aluno(s) com necessidades especiais. Por fim, faça uma análise da aula tendo como principal foco a questão da inclusão. Em uma roda de discussão com o seu tutor e seus colegas faça o relato da aula que você assistiu e das suas impressões sobre essa aula. A entrevista com o professor e o relatório da aula que você assistiu deverão ser postados no AVA. ENTREVISTA A entrevista é com o professor José Fernandes Oliveira, na sala do 4º ano na Unidade Escolar Luís Ferreira, da rede municipal de educação de Antônio Almeida – Pi 1- O que você entende por inclusão escolar? R – Vejo a inclusão escolar como uma prática que aceita, respeita as diferenças individuais dos alunos. 2- Pra você o que é educação física inclusiva? R- É aquela que inclui todos os alunos independente de sua condição. 3- Qual a importância da educação física para alunos com deficiência? R- Melhora a autoestima, a aprendizagem e sem falar na interação social. 4- Você tem ou teve alunos com deficiência em suas aulas? R- Sim. 01 aluna DV (Deficiência visual) 5- Você considera suas aulas inclusivas? R- Sim, vejo que minhas aulas são inclusivas, porque independente de se ter ou não aluno deficiente, uma boa aula exige do professor atitudes de inclusão RELATÓRIO A escola escolhida foi a Unidade Escolar Luiz Ferreira, da rede municipal de ensino de Antônio Almeida-PI. A aula assistida foi numa sala de 4º ano, ensino fundamental I. O professor José Fernandes Oliveira, começou a aula falando da atividade que iria ser aplicada naquele dia o Voleibol com balões (adaptado de Ferreira, 2011) (usar balões grandes de boa espessura e com cores fortes com um objeto dentro “guizo” que faça barulho. O professor então passou a organizar o jogo com os alunos , começando assim: dividiu a turma em 06 (seis) grupos cada um composto de 04 (quatro) alunos e explicou a dinâmica da aula, onde todos ficaram consciente que os grupos se enfrentariam dois a dois e deste confronto sairia um vencedor, que iria jogar com o vencedor de outra partida até chegarem somente a dois grupo e que um deles seria o ganhador. Cada partida teve 7 (sete) minutos de duração. A aula na escola é de 60min. A aula transcorreu bem, ondes todos participaram de forma entusiasmada e com bastante diversão ao final o professor fez perguntas sobre a atividade aplicada e todos afirmaram que gostaram. A participação da aluna DV (Deficiência Visual) participou de forma espontânea brincando e se divertindo junto com os colegas. Na sala o professor disse que tem 01 aluna Deficiência Visual parcial, a mesma enxerga muito pouco, mas consegue conviver sem problemas com os colegas. Embora algumas vezes encontre dificuldadena execução de algo, ela possui uma motivação única e participa com os colegas da atividade aplicada. Pude observar uma aula alegre, participativa, competitiva, onde a coletividade desempenha um papel grandioso na interação social dos alunos, principalmente da aluna deficiente, pois pude ver que ela estava feliz em realizar atividade proposta. E mais quem desconhece a condição de deficiente dela na execução da atividade nem desconfia que ela é parcialmente cega. ETAPA 4 Para fechar, com chave de ouro esse projeto, você e seu grupo deverão apresentar uma proposta para a realização dos jogos escolares inclusivos. Tome como base a escola que vocês visitaram. O projeto deve prever a participação dos alunos de todas as faixas etárias e conter: • Objetivos gerais dos jogos; • Estrutura física e de materiais necessários; • As provas/atividades que farão parte dos jogos; • Como as equipes serão formadas; • Como cada prova/atividade será desenvolvida; • Calendário dos jogos • Qual será a participação dos professores e demais pessoas da comunidade escolar; • Demais detalhes que julgarem necessários para a apresentação do projeto. Monte uma apresentação do projeto para os seus colegas e o seu tutor presencial. O projeto por escrito deverá ser postado no AVA PROPOSTA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA NAS AULAS DE EDUCAÇÃOI FÍSICA INTRODUÇÃO A realidade educacional revela o enfrentamento de inúmeros desafios, dentre eles a inclusão de pessoas com deficiência. A inclusão de pessoas com deficiência no contexto educacional remete ao paradigma da Educação Inclusiva, o qual está fundamentado nos direitos humanos e ainda conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis. (BRASIL, 2008). A educação inclusiva pressupõe uma escola aberta a todos, um ambiente em que todos aprendem juntos, quaisquer que sejam as suas dificuldades. Nesse sentido a Declaração de Salamanca1 afirma que: O princípio fundamental das escolas inclusivas consiste em todos os alunos aprenderem juntos, sempre que possível, independentemente das dificuldades e das diferenças que apresente. Estas escolas devem reconhecer e satisfazer as necessidades diversas dos seus alunos, adaptando-se aos vários estilos e ritmos de aprendizagem, de modo a garantir um bom nível de educação para todos, através de currículos adequados, de uma boa organização escolar, de estratégias pedagógicas, de utilização de recursos e de uma cooperação com as respectivas comunidades. É preciso, portanto, um conjunto de apoios e de serviços para satisfazer o conjunto de necessidades especiais dentro da escola. (UNESCO, 1994, p.11/12). Partindo da premissa de que a Educação Física é um componente curricular que favorece a inclusão educacional e social de alunos com deficiência, com este projeto pretende-se responder questões como tais: Como trabalhar a Educação Física no 4º ano do ensino fundamental de forma a contribuir para inclusão de alunos com deficiência? Como atuar em parceria com os demais professores da escola e com as famílias para favorecer a inclusão? Como o professor de Educação Física pode reestruturar saberes e práticas junto a alunos com deficiência? JUSTIFICATIVA A Educação Inclusiva surgiu em diferentes momentos e contextos, especialmente a partir da década de 90 quando ocorreu a Conferência Mundial de Educação Especial, e em 1994 foi proclamada a Declaração de Salamanca que “define políticas, princípios e práticas da Educação Especial e influi nas Políticas Públicas da Educação. É amplamente conhecido o acesso dos estudantes da Educação Especial às escolas de ensino comum, dando origem ao movimento de inclusão escolar. Nessa perspectiva da Educação Inclusiva, todos os estudantes, com ou sem deficiência, passaram a ser ensinados na mesma sala. Assim, as escolas vivem um constante desafio de se reorganizar, para atender aos alunos. Partindo do pressuposto de que a inclusão é um tema já muito usado, porém pouco explorados nas escolas atuais, até mesmo por contas das dificuldades que o tema apresenta, principalmente nas aulas de educação física. No Brasil, de acordo com Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014), foi só a partir da Constituição Federal de 1988 e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação que as suposições de uma escola inclusiva se solidificaram, referenciadas nas iniciativas de reforma do sistema educacional brasileiro na época Segundo Sassaki (1997), a inclusão é um movimento social que tem como pressuposto a igualdade entre os homens e a luta contra qualquer forma de discriminação, necessitando da cooperação e união de ambos os professores para as adaptações e estratégias de ensino, para que possam ter um aprendizado – pleno e satisfatório – e um convívio na sociedade igual a qualquer outra pessoa. OBJETIVO GERAL: Assegurar uma educação de qualidade inclusiva, equitativa e promover oportunidades de aprendizagem para todos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Discutir propostas pedagógicas voltadas para a inclusão. - Apresentar as propostas atuais voltadas para uma escola inclusiva. - Buscar alternativas de ação pedagógica junto ao aluno com deficiência. - Discutir o papel social da educação inclusiva. INCLUSÃO E ESCOLARIZAÇÃO A educação física até pouco tempo era uma disciplina excludente, já que os alunos com algum tipo de deficiência eram dispensados das aulas. Não só os deficientes eram excluídos dessas aulas, como aqueles que não eram considerados forte e que não possuísse habilidades. A Educação Básica é direito de todos os cidadãos e dever do Estado. E neste sentindo a Constituição Brasileira, garante aos deficientes esse direito de escolarização. Com a inclusão ocorreram grandes mudanças na educação das pessoas com deficiência, foram elaboradas políticas sociais e educacionais favoráveis ao acesso e permanência na escola regular. Algumas legislações implementadas favoreceram aos deficientes como: - Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada em 2007 - Em 2008 a Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva - Em 2015 a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) é sancionada Todas elas evidenciam a importância da inclusão no ambiente escolar. prevendo o “acesso da pessoa com deficiência, em igualdade de condições, a jogos e a atividades recreativas, esportivas e de lazer, no sistema escolar. A Declaração de Salamanca é considerada um dos principais marcos existentes que visam a inclusão social. O documento foi elaborado e publicado em Salamanca, na Espanha em 1994, junto a Conferência Mundial sobre Educação Especial, com o objetivo de fornecer diretrizes básicas para direcionar reformas políticas e sistemas educacionais de acordo com o movimento de inclusão social. Mais de trinta países se comprometeram com essas diretrizes, sendo o Brasil um de seus signatários (SALAMANCA, 1994). O documento ampliou o conceito de necessidades educacionais especiais, incluindo todas as crianças até então, excluídas dos benefícios propiciados pelo ambiente escolar. A Declaração evidencia o ambiente favorável que o paradigma inclusivo proporciona para o alcance da igualdade de oportunidades e de participação para as pessoas com deficiência, e seu sucesso depende do compromisso e engajamento de todas e todos envolvidas/os nesse processo, visando o aprendizado inclusivo e de qualidade através de um currículo apropriado (AWAD, 2010) Segundo Freitas (2006, p. 167) sob a perspectiva inclusiva é possível detectar a inserção de um outro olhar, ou seja, uma maneira nova de se ver, ver os outros e ver a educação. Para incluir todas as pessoas, a sociedade deve ser modificada com base no entendimento de que é ela que precisa ser capaz de suprir às necessidades dos indivíduos. Sendo assim, inclusão se refere à modificação da sociedade como apoio para que pessoas com algum tipo de deficiência busquem seu desenvolvimento e exerçam sua cidadania. PÚBLICO ALVO: Alunos de 4º ano, Ensino Fundamental I da Unidade Escolar Luiz Ferreira. E por meio da abordagem descritiva observacional, os resultados obtidos nestaobservação serão coletados durante o processo na sala de aula. MÉTODOLOGIA A prática das atividades a serão desenvolvidas em sala de aula e serão construídas dos diálogos e dos planejamentos dos professores envolvidos, em aulas de 01 (uma) hora de duração e durante 06 (seis) aulas. A fim de esclarecer o entendimento da construção do projeto, a seguir será exposto de forma sucinta algumas atividades que poderão ser utilizadas nas aulas de educação física. O plano de ação é composto das seguintes atividades: Voleibol com balões (adaptado de Ferreira, 2011) (usar balões grandes de boa espessura e com cores fortes com um objeto dentro “guizo” que faça barulho) Formação – dividir os alunos em grupos de três ou quatro pessoas conforme o número de presentes. Aplicação – Os grupos ficam um de cada lado da rede de voleibol, pode fazer dois jogos no mesmo momento usando apenas a metade da rede. Para cada duas equipes. As regras podem serem pré-determinadas pelo grupo juntamente com o professor, como por exemplo todos devem tocar no balão antes de passarem para o outro lado, o balão não pode ser tocado duas vezes seguidas pelo mesmo aluno, não tocar mais de seis vezes antes de passar para o outro lado da quadra, etc. Pique-pega tradicional, com algumas adaptações para alunos com deficiência visual. Quando o pegador for um DV todos os outros alunos deverão correr batendo palmas, para auxiliar na localização dos mesmos. Quando o pegador for um dos outros alunos que não possui deficiência visual, o mesmo deverá correr com uma bola de guizos, facilitando sua localização pelo colega com deficiência visual, auxiliando assim seu deslocamento. Brincadeira do gato de botas e o rato Formação – Alunos dispostos em círculo de mãos dadas, um aluno (rato) fica no centro da roda e outro (gato calçando botas de borracha) fica do lado de fora do círculo. Aplicação – O gato tenta pegar o rato, os alunos defendem o rato que está no centro da roda, não deixando o gato entrar no círculo, ele força para entrar, se conseguir, os colegas do círculo facilitam a saída do rato e tentam prender o gato, e acontece uma perseguição do gato para o rato até que o gato pegue o rato. Depois troca os alunos para continuarem a brincadeira. Brincadeiras com Balões Formação – Alunos dispersos pelo espaço da quadra. Aplicação: - Encher o balão - Caminhar livremente com o balão pela quadra, balão na mão esquerda, balão na mão direita, batendo o balão com mão direita, depois esquerda, com o ombro direito, esquerdo, com a cabeça, etc. - Em duplas: com um balão batendo com as mãos o balão um para o outro, depois com dois balões. - Em trios: com três balões batendo com as mãos passando um para o outro, ir aumentando o número de pessoas no grupo. Jogo da Bexiga (Adaptado de Almeida, 2006) Formação - Alunos em círculo sentados com as mãos apoiadas no chão e voltados para trás; Aplicação - O professor lança a bexiga para o meio do círculo, e os alunos devem tocá-la com qualquer parte do corpo, menos as mãos, sem deixa-la cair; todos devem cooperar. Futebol de Bexiga (Adaptado de Almeida, 2006) Formação – Os alunos formam duas equipes. Aplicação – A bexiga poderá ser tocada com os pés, cabeça e joelhos, mas não com as mãos. Entre cada toque a bola poderá tocar no chão apenas uma vez; É considerado falta quando: a bola é tocada pelas mãos, jogada para fora da linha da quadra e tocada mais de uma vez no solo. O objetivo principal é marcar gols com a bexiga. Obs. As regras podem ser discutidas em conjunto com os alunos 4. Estratégias/ Procedimentos Aula expositiva e prática 5. Recursos Didáticos Latas de refrigerante vazias balões e balões com guizo. Junto, professor de educação física, os demais docentes da escola, núcleo gestor, e os pais de alunos com e sem deficiência, após o projeto ser colocado em execução farão 02 encontros para diálogos sobre o desenvolvimento do mesmo e possíveis adequações. RESULTADOS ESPERADO Espera-se que haja interação entre o professor de educação física, núcleo gestor da escola, comunidade escolar e família. E após a execução do projeto de inclusão nas práticas das aulas de educação física, que haja a compreensão que as diferenças de porte física e intelectual de alguns alunos encontradas na sala de aula podem ser atendidas quando a eles é oferecido atividades que todos participem. Isso dará margem para o desenvolvimento a possíveis e novas estratégias práticas de intervenção com os alunos. Com a continuação buscar-se-á aprofundar-se na análise do material que serão utilizados nas aulas. Assim, a reflexão perante a própria prática provocará mudanças na forma como as pessoas compreendem a si mesmas e aos outros. Sem deixar de mencionar que será estabelecido uma relação amigável, que também contribuirá para o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos. Com o projeto se espera que, com a motivação dos alunos e comprometimento do professor e da escola, muitos problemas podem ser amenizados, ou mesmo sanados. CONSIDERAÇÕES FINAIS Cabe enfatizar, que desenvolvimento do professor no planejamento e no replanejar quando necessário, na aplicação e na avaliação de suas estratégias o leva a pensar na possibilidade de utilização de um projeto maior, onde o estudo da inclusão se faz urgente em todas as áreas da educação, para que de fato se pense e crie meios para que a inclusão seja mais efetiva, criando assim uma escola de qualidade e com equidade no quesito todos que fazem a escola. Enfim, o projeto está baseado no ensino inclusivo e promoverá o desenvolvimento de habilidades no professor e nos alunos, pois, de forma geral, notou-se que o ensino inclusivo pode gerar efeitos convenientes, principalmente com relação às práticas do educador de sala regular que contém alunos com necessidades especiais. Dessa forma, a proposta é um caminho viável e gratificante, tornando todos os envolvidos construtores do seu próprio processo de ensino e aprendizagem. REFERENCIAIS AWAD, H. Educação física escolar: múltiplos caminhos. São Paulo: Fontoura, 2010 FREITAS, S. N. A formação de professores na educação inclusiva. In: RODRIGUES, David (Org.). Inclusão e educação: doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus, 2006. MENDES, E. G.; VILARONGA, C. A. R.; ZERBATO, A. P. Ensino colaborativo como apoio à inclusão escolar: unindo esforços entre educação comum e especial. São Carlos: UFSCar, 2014. SALAMANCA. Declaração de Salamanca (1994). Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/ arquivos/pdf/salamanca.pdf. Acesso em: 10 mai. 2018 SASSAKI, R. K. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA 1997. Referências BRASIL. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília, 2008. Disponível em: . Acesso em: 08 de abril. 2019. UNESCO. Declaração de Salamanca. Sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais. 1994. Disponível em: Acesso em: 10 de abril. 2019 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE TECNOLOGIA AVANÇADA CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA DISCIPLINA: PROJETO MULTIDISCIPLINAR V - EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA (ADAPTAÇÃO- PM) ETAPA I PESQUISA SOBRE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO BRASIL DANNYELE DE SOUSA SILVA ABRIL 2024