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<p>RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I LETRAS LÍNGUA PORTUGUESA-FORMAÇÃO PEDAGÓGICA</p><p>Janaina Vieira Ferreira de Araújo Tinôco de Carvalho</p><p>Matrícula:20240516899</p><p>Rio de Janeiro,31 de agosto de 2024.</p><p>RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM LÍNGUA PORTUGUESA I -FORMAÇÃO PEDAGÓGICA</p><p>Este trabalho é pré-requisito para aprovação na disciplina Estágio em Língua Portuguesa I, do Curso de Letras: Português/Liceraturas (modalidade EAD), do Campus Pólo Penha Shopping</p><p>Rio de Janeiro, 31 de agosto de 2024.</p><p>SUMÁRIO</p><p>INTRODUÇÃO ........................................................................................................................... 4</p><p>1. Estrutura e Funcionamento da Escola ................................................................................. 4</p><p>1.1 Aspectos físicos, humano e material da escola ............................................................. 5</p><p>1.2 Projeto Político-Pedagógico .......................................................................................... 6</p><p>1.3 A escola como um grupo social ..................................................................................... 6</p><p>1.4 Atividades docentes e discentes ................................................................................... 6</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS ......................................................................................................... 10</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................................... 11</p><p>ANEXOS ................................................................................................................................... 12</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>O presente trabalho tem como objetivo retratar a realidade de determinado período da escola na qual foi realizada a vivência do estágio. Neste espaço, junto às informações obtidas pela observação em sala de aula serão agregados os conceitos adquiridos com leituras adicionais, com o conteúdo formal da disciplina e das matérias anteriormente cursadas.</p><p>Tendo como base a vivência em campo e a pesquisa bibliográfica, este relatório demonstra o ambiente de aprendizagem do Ensino Fundamental de um colégio particular chamado Creche Escola Comecinho de Vida LTDA, situado no município do Rio de Janeiro. O colégio é mais conhecido como Escola e o período de estágio no local foi agradável, com pessoas que me deram conhecimento de vivenciar o dia a dia de um professor.</p><p>A carga horária realizada nesta vivência foi de 222 horas com turma do quinto ano, segmento do Ensino Fundamental. Durante o período mencionado, um professor da área foi acompanhando as atividades. O trabalho em questão remete à distinção entre prática e teoria, visando à melhor qualificação docente. A Escola pela a aluna estagiária Janaina Vieira Ferreira de Araújo Tinôco de Carvalho já havia sido conhecida em um outro estágio.</p><p>1. Estrutura e Funcionamento da Escola</p><p>1.1. Aspectos físico, humano e material da escola</p><p>A Estrutura da Escola é pequena, tendo feito uma pequena ampliação para o berçário de manhã. Funciona o berçário em tempo integral e parcial, os Jardins I e II, a tarde funciona as demais turmas , o espaço é uma casa antiga, salas com ventiladores e ar condicionados, estantes quadro a mesa do professor mas cabem por sala apenas 20 alunos, banheiros bem limpos e amplos para deficientes.</p><p>A escola teve a sua entrada reformada recentemente e conta com uma modesta portaria para receber os pais e os alunos.</p><p>Ao atravessar o portão principal, chega-se ao térreo – local utilizado para amostra de trabalhos, ações de responsabilidade social, refeições dos alunos e momentos de descanso. O espaço para refeições é uma sala feita para o refeitório, no espaço há a secretaria, dois banheiros, ala para funcionários da limpeza e a coordenação pedagógica com a sala de professores e a sala da diretoria anexas.</p><p>A cozinha é um espaço pequeno, com pouca variedade de frutas ofertadas para as crianças todos os dias, e sem opção para refeições mais completas, como o almoço. Simpáticos e educados, os atendentes precisam gerenciar uma demanda pequena de alunos. O intervalo dos alunos dura vinte minutos e nem sempre é possível atender a todos. Muitos trazem lanche de casa. O berçário já tem uma comida própria para os de tempo Integral.</p><p>A secretaria é multifuncional. Nela os alunos realizam Xerox e impressão de materiais, assim como a liberação de documentos específicos e solicitação de uniformes. Uma bancada média sustenta um sino que deve ser tocado para possibilitar o atendimento.</p><p>A coordenação pedagógica é o local para resolver assuntos acadêmicos: matrículas, transferências, organização de dependências, calendário acadêmico, horários de aulas, currículo escolar, entre outros. Nesta sala, as coordenadoras realizam um trabalho em parceria para atender a escola de forma integrada.</p><p>Em um anexo, ligada à sala da coordenação pedagógica, está a sala de professores e a sala da diretora. Munido de simples arquivos, uma mesa larga, grande e cadeiras confortáveis, a sala é usada para reuniões pedagógicas, debates entre a equipe docente e a equipe da coordenação e para descanso do professor. Os alunos têm acesso a essa sala quando necessário.</p><p>Além do térreo, a escola conta com mais quatro andares, dos quais apenas três são utilizados. Não foi autorizado o acesso ao último, logo não posso descrever qual é o seu objetivo. Nos três andares nos quais pude andar, ficam os laboratórios técnicos restantes e as salas de aula. Em todos os andares, existe um bebedouro, há dois banheiros – um feminino e um masculino – no segundo andar, mas estão inoperantes. No segundo andar, está a biblioteca, tem poucas estantes de livros e não foi avistado nenhum aluno utilizando-a.</p><p>A quadra esportiva termina as dependências da escola, sendo esta coberta, cimentada, e é um galpão e de pouca qualidade para as atividades físicas.</p><p>As cadeiras dos alunos são desconfortáveis – em geral, são aquelas que apresentam um braço só (para destros) e tortas. Todas as salas possuem ar condicionado e ventilador, mas se provam recursos nocivos, visto que algumas salas não possuem janelas, logo o ar ventilado dentro de sala é viciado e disseminador de doenças. Os ventiladores estão sempre sujos e o ar condicionado, quando funcionando, é um veículo de ácaros e doenças, já que não passa por manutenção periódica. Em menos de duas semanas de estágio, após entrar e sair de salas com essa aparelhagem, apresentei um episódio de gripe grave com sinusite. Outros alunos estavam com casos semelhantes.</p><p>1.2. Projeto Político-Pedagógico</p><p>Sendo uma instituição fornecedora de ensino fundamental, o maior propósito pedagógico é educar e formar cidadãos e profissionais qualificados para o mercado de trabalho, proporcionando uma educação básica completa.</p><p>Tendo como base valores como a ética, o respeito, o compromisso e a responsabilidade social, o colégio realiza as suas atividades com tradição.</p><p>1.3. A escola como um grupo social</p><p>O Comecinho de Vida LTDA tem um papel agregador na vida de seus alunos e da comunidade. Anualmente, a coordenação pedagógica alia-se aos professores que auxiliam os alunos a elaborarem um projeto que possa ser apresentado na Feira de Literatura.</p><p>Os projetos devem ser condizentes com os conteúdos ensinados dentro de sala de aula, mas devem ter uma missão maior do que comprovar o estudo. Devem oferecer algo de positivo para a comunidade – pais dos alunos e visitantes.</p><p>Nas suas dependências, também são oferecidas aulas de dança, futebol, música e informática para alunos.</p><p>1.4. Atividades docentes e discentes</p><p>No Comecinho de Vida LTDA, existe apenas o segundo segmento do Ensino Fundamental I, contemplando do 1º ao 5º ano. A média de alunos por sala é de quinze a vinte e cinco estudantes. O currículo base inclui as seguintes disciplinas: língua portuguesa, redação, matemática, geografia, história, educação física. 	Eles têm acesso a atividades extracurriculares, como</p><p>dança e música.</p><p>A nota acadêmica dos alunos do Ensino Fundamental é formada por prova com peso dois, trabalho e teste. Somam-se todas e divide-se por quatro. O resultado é a nota bimestral. A nota final do ano letivo é a soma das medidas dos quatro bimestres dividida por quatro. Estando acima ou igual a sete, o aluno está aprovado.</p><p>A nota relativa ao trabalho bimestral é composta por exercícios realizados em sala de aula e em casa, matérias escritas no caderno e outras atividades adicionais (exercícios, pesquisas etc.). O teste pode ser tanto uma prova com conteúdo parcial quanto um trabalho de alto valor pedagógico, como, por exemplo, a Mostra Pedagógica realizada anualmente.</p><p>No final do segundo bimestre, os alunos com média abaixo de sete são direcionados para a recuperação de meio de ano. No final do quarto bimestre, o mesmo processo é repetido. As chances de reprovação são, portanto, baixas.</p><p>A equipe de professores responsável pelo ensino das disciplinas de língua portuguesa e redação da instituição no Ensino Fundamental é composta atualmente por dois membros. Todos dois têm Formação de Professores e são formados em Letras, sendo um deles especializado em Língua Inglesa e outro na Língua Espanhola.</p><p>Acompanhei cada professor por carga horária semelhante, logo a análise de sua didática pôde ser igualitária e imparcial. Nas observações foi possível notar as diferenças pedagógicas e as diferentes reações dos alunos diante de cada estratégia.</p><p>Os professores elaboram um plano de aula para cada turma, assim como um diário de classe – para frequência escolar e plano de atividades – e um diário de trabalhos, no qual são anotadas as entregas referentes à composição da nota de trabalho bimestral do aluno.</p><p>Para falar sobre as observações realizadas, falarei da professora Maristela Gouveia.</p><p>Ela leciona há quase dezesseis anos e é formado em Letras Português.	 É uma das pessoas que ajudam na elaboração dos materiais da Mostra Pedagógica. Sua experiência e formação permitem uma vivência positiva no Ensino Fundamental, pois cria um ambiente de respeito e de cooperação. Ele incentiva o desenvolvimento dos alunos demonstrando fé de que conseguem aprender com seus erros e que só o farão se tentarem realizar as coisas.</p><p>A matéria-prima do trabalho do professor é o conhecimento. Não é conseguir que o aluno faça isto ou aquilo, mas conseguir que ele compreenda, por reflexionamento próprio, como fez isto ou aquilo. Se uma criança desmontou e remontou corretamente um brinquedo por sugestão do professor (...) não significa que ele tenha progredido em termos de conhecimento. (BECKER, 2001, p. 56)</p><p>Em sua aula, os alunos se sentem à vontade para explorar suas habilidades e a tentar participar ativamente das atividades propostas. Claramente, a política da escola e, mais principalmente, da coordenação pedagógica não incentiva a pedagogia da autonomia, mas as poucas iniciativas dela são o suficiente para destacá-lo dos demais.</p><p>Ela investe na criação de um ambiente pautado na amizade e na confiança. Tendo trabalhado com Educação Infantil por alguns anos, entende a importância de tais sentimentos em sala de aula, trazendo muitos métodos deste segmento para o Ensino Fundamental.</p><p>Freire (2002, p. 27) já apontou a importância de que a personalidade de um profissional deixa marcas não só na vida estudantil da criança, como também em sua formação social e histórica. A prática pedagógica é capaz de alterar profundamente a percepção de um aluno.</p><p>Isto acontece porque a escola é também um espaço social, na qual são transmitidos valores éticos, morais e postura humanizada. Essa nova maneira de organizar os papéis educativos torna a missão do professor ainda mais desafiadora, além de criar a necessidade de criar atividades que incentivem a crítica e a reflexão e ambientes que propiciem ideias que embasem de forma positiva essa geração.</p><p>Para entender a tendência majoritária do quinto ano, desenvolvi uma análise específica , tendo em vista a diferenciação de faixa etária a turma foi acompanhada por carga horária semelhante.</p><p>A turma do quinto ano ainda é retrato do primeiro segmento do Ensino Fundamental I. Seus alunos possuem idade variando entre dez e doze anos e, apesar de receber a matéria com bastante naturalidade, têm bastante dificuldade para se concentrar e em ter um comportamento mais adequado ao segundo segmento do Ensino Fundamental. É uma turma que precisa de um acompanhamento que combina rigidez – para garantir progresso – e compreensão – porque tender apenas para a rigidez criará resistência mais facilmente devido à personalidade ainda infantil dos alunos. Eles até se mostram dispostos a participar dos projetos, mas seu gerenciamento é tão complexo que, muitas vezes, se prova mais fácil de aprender quando estão vinculados a um processo de ensino mais limitado.</p><p>A turma do quinto ano está começando a se libertar do comportamento do primeiro segmento do Ensino Fundamental, mas isso não quer dizer que isto facilite o processo de ensino-aprendizagem ou o relacionamento com o professor. Muito pelo contrário. O professor deve ser mediador desse processo complexo de amadurecimento para a próxima fase e também descobrir formas de incentivar o aluno a descobrir melhor seus gostos e suas habilidades. Eles não sabem exatamente como se posicionar diante de tantas novidades, tantas mudanças, e o professor deve estar preparado para lidar com estas questões, pois é um momento decisivo.</p><p>Alguns alunos de idades, turmas e sexos diferentes foram convidados para responder algumas questões. Expliquei para todos que se tratava de coisas que utilizaria para um trabalho na faculdade e que poderiam ser muito sinceros, que não implicaria em nada negativo dentro do ambiente escolar e alguns se mostraram animados em poder contribuir de alguma forma para o trabalho. Conduzi pelos assuntos pertinentes, mas dei o máximo de liberdade para estruturarem suas respostas. Cada um tinha uma perspectiva diferente que gostariam de comentar. De uma maneira geral, entendi que esta parte do exercício demonstrou que os alunos do Ensino Fundamental se sentem valorizados, importantes, quando questionam sua opinião sobre alguma coisa.</p><p>Tive a oportunidade de participar de uma aula de língua portuguesa com os alunos do quinto ano. Os alunos entregavam suas atividades para que eu pudesse corrigi-las. Minha percepção durante a aula foi que os alunos têm grande dificuldade em se interessar por certas temáticas da disciplina quando não há flexibilidade de ensino. O que pode ser um problema, já que pode desenvolver a falta de interesse pela matéria.</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>A qualidade do ensino do primeiro segmento da Educação Fundamental determina, em boa parte, o desenvolvimento do aluno no restante de sua vida acadêmica e refletirá em sua vida adulta. A formação destes alunos deve possuir</p><p>(...) planejamento e diretrizes norteadoras para o atendimento integral da criança em seu aspecto físico, psicológico, intelectual e social, além de metas para a expansão do atendimento, com garantia de qualidade. Essa qualidade implica assegurar um processo educativo respeitoso e construído com base nas múltiplas dimensões e na especificidade do tempo da infância (MEC, 2004)</p><p>Tendo em vista a importância deste momento na vida dos alunos, os professores devem estar prontos para múltiplos desafios para preparar estes estudantes para se inserirem adequadamente na vida em sociedade. Em breve, eles estarão responsáveis por si mesmos e precisam começar a trabalhar nesta situação os primeiros principais conceitos de se viver em comunidade.</p><p>Aproveitando sua receptividade e sua criatividade, os professores ainda tem muito espaço para trabalhar com seus alunos, de maneira simples. Afinal, a interação, o respeito e o cuidado ainda são muito imprescindíveis para esta faixa e eles prezarão mais este contato do que a multifuncionalidade das atividades.</p><p>Assim como na Educação Infantil, creio que, no Ensino Fundamental, o melhor método de ensino ainda seria o construtivista e</p><p>deveria investir massivamente em trabalhos e pesquisas mais flexíveis, mais autônomas. Os alunos mostram interesse em serem sujeitos do seu desenvolvimento e de mostrar o que gostam, o que sabem. Permitir isso possivelmente reduziria a resistência e promoveria a construção do conhecimento.</p><p>Neste sentido, durante o período em que estive presente com eles, depois dos exercícios propostos pela professora, percebi que todos ficam mais animados quando a aula é dinâmica, ou seja, quando tem criatividade envolvida, ensino com jogos. Isso faz com que eles se interessem mais e consigam absorver de forma melhor o que é transmitido.</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>BECKER, F. Educação e construção do conhecimento. São Paulo: Editora Artmed, 2001, p.56.</p><p>BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ensino Fundamental de nove anos: Diretrizes Gerais. Brasília: MEC, 2004.</p><p>FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2002, p. 27.</p><p>ANEXOS</p><p>Anexo 01 – Fotos ....................................................................................................</p><p>Anexo 02 Entrevista com a aluna Ana Carolina da Silva.</p><p>Perguntas para a aluna: O que a aluna mais gosta na escola?</p><p>A aluna respondeu que gosta do espaço, da forma como sua professora ensina, as atividades, jogos, brincadeiras, sala de leitura, o que faz diferença no seu aprendizado e de seus colegas.</p><p>2- Qual sua matéria preferida? Ana Carolina falou que sua matéria preferida seriam duas: Português e História.</p><p>3- Qual a matéria que você tem mais dificuldade e a mais fácil? A aluna comentou que sua maior dificuldade é Matemática e a mais fácil de aprender é Português.</p><p>4-Possui um professor que lhe inspira e agrega em você mais conhecimento? Professora Maristela Gouveia.</p><p>5- Como está sendo o oitavo ano para você em comparação aos outros anos ? Ana disse que os Professores não ficam presos ao quadro, muitas das aulas são do conhecimento do nosso cotidiano e as tarefas são feitas e corrigidas para tirar dúvidas, jogos para estimular o aprendizado e clubes de leitura para melhor interpretação textual.</p><p>6- Qual é o seu método de estudo? Ana explica que todo conteúdo dado durante a semana os estuda 30 minutos as matérias e exercícios.</p><p>07- O que você gostaria de mudar na sua escola e nas aulas? Ana falou que gosta da escola, pois lembra a casa de sua avó materna, uma casa antiga que se adaptou para ser escola, e não perdeu o aconchego de lar, nas aulas ela gosta da forma que os professores abordam os temas e levam para sala de aula conteúdos que ajudam em suas dificuldades.</p><p>8- Em sua opinião por que é importante estudar? Ana fala que o importante é saber conteúdos para se especializar e ser um bom profissional, alguns conhecimentos são lembrados em algumas matérias na jornada profissional para poder ser bom profissional, saber sobre nossa História, e ter conteúdo em uma conversa abrangendo vários temas.</p><p>9- Acha a escola algo essencial em sua vida? Ana Carolina disse que era muito tímida, fez amizades e não conseguia apresentar trabalhos em público, hoje é mais descontraída, graças aos bons professores que a incentivaram e trabalharam esse aspecto para que pudesse enfrentar os desafios.</p><p>10- O que faria para melhorar seu desempenho escolar? Ana já tem uma rotina de estudos, gosta de jogar jogos como Tetris, quebra- cabeças e tem gosto pela leitura de livros para ampliar seu vocabulário.</p><p>Anexo 03 – Entrevista com a professora Maristela Gouveia</p><p>1- Professora quais as características dos seus alunos mais bem sucedidos em sala de aula?</p><p>Pais presentes na educação escolar de seus filhos, incentivo a leitura, promover uma atividade física para essa criança, estudo da matéria dada no dia pelo menos 15 minutos, pais que passam tempo de qualidade com suas crianças.</p><p>2- Por que se interessou pela licenciatura de Português?</p><p>Desde minha educação escolar, quando criança gostava das aulas de português, de ler, de interpretar textos, fazer redações, a mudança e diversidade da nossa língua na escrita. Então, quando terminei o ensino médio logo passei para uma Faculdade de Pedagogia e depois fiz Licenciatura em Letras.</p><p>3- Como você elabora suas aulas?</p><p>Sigo o cronograma do Projeto Pedagógico da Escola e procuro não fazer das aulas conteúdos cansativos, levo jogos para que possa estimular na brincadeira de palavras a leitura e melhorar a escrita.</p><p>4- Quais suas expectativas quanto aos alunos?</p><p>O aluno tem seu tempo de aprendizado e jogar minhas expectativas em cima deles, que tem alguma dificuldade em seu aprendizado não é bom, o que procuro é saber quais dificuldades determinados alunos tem e trabalhar sobre elas, para que possam acompanhar a turma.</p><p>5- Quais recursos você usa para a aprendizagem do conteúdo para que seja satisfatório?</p><p>Utilizar de métodos criativos para que os alunos sintam vontade de estudar o conteúdo dado durante aquele dia para melhor absorver o conhecimento, mesmo que o aluno leia apenas 15 minutos do conteúdo, incentivo a leituras já que nossa língua há bastante variações.</p><p>6- Exercícios realizados em aula:</p><p>As atividades foram sobre acentuação, morfologia das palavras, sujeito e predicado, como elaborar uma dissertação, interpretação de texto, jogos como soletrar palavras difíceis e maiores, jogo das palavras para saber sinônimo e antônimo.</p><p>image3.jpg</p><p>image1.png</p><p>image2.jpg</p><p>image4.png</p>

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