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<p>UA 1 - Introdução /Pensamento Automático.</p><p>· Beck (1960/1970) estruturou uma psicoterapia para depressão estruturada, de curta duração e voltada para o momento presente.</p><p>· Quando se aprende a avaliar seu pensamento de forma realista e adaptativa, experimentam um decréscimo na emoção negativa e no comportamento adaptativo.</p><p>· Princípios: as nossas cognições podem influenciar nossas emoções e comportamentos</p><p>· O modo como agimos ou comportamos pode afetar profundamente nossos padrões de pensamentos e emoções.</p><p>· Desenvolvimento de um estilo saudável de pensamento pode reduzir a angústia ou dar maior sensação de bem-estar.</p><p>· Para reverter as cognições disfuncionais e comportamentos relacionados testada em um grande número de pesquisa.</p><p>· Na TCC tradicional o psicólogo examina a validade do pensamento disfuncional e fará com que o paciente enxergue que ele está generalizando seu comportamento como um todo a partir de uma verdade absoluta.</p><p>· Eficiência: diminuir os sintomas do quadro do paciente. Efetividade: os comportamentos problemas não retornam e o paciente mantém uma constância do comportamento.</p><p>· Inclusão de métodos comportamentais desde o início do estudo de Beck</p><p>· Métodos cognitivos e comportamentais como parceiros eficazes na teoria e na prática.</p><p>· Formulação Cognitiva: as crenças mal-adaptadas, as estratégias comportamentais e a manutenção dos fatores que caracterizam um transtorno específico</p><p>Ex: está deprimido e não consegue se concentrar.</p><p>=> Pensamento automático (relacionado a palavras ou imagens) = eu não faço nada direito</p><p>=> Reação (emoção) = ficar triste.</p><p>=> Comportamento = refugiar-se na cama.</p><p>As cognições (tanto as adaptativas quanto as mal adaptativas) ocorrem em três níveis.</p><p>→ Os pensamentos automáticos.</p><p>ex: “Estou muito cansado para fazer qualquer coisa") estão no nível mais superficial.</p><p>→ Crenças intermediárias</p><p>como os pressupostos subjacentes</p><p>ex: "Se eu tentar começar relacionamentos, vou ser rejeitado").</p><p>→ Crenças nucleares</p><p>sobre si mesmo, sobre as outras pessoas e sobre o mundo.</p><p>ex: "Estou desamparado"; “Outras pessoas vão me magoar”; “O mundo é perigoso").</p><p>· Trabalhando os três níveis em pró do desenvolvimento, a modificação dos pensamentos automáticos e das crenças disfuncionais subjacentes produz mudança duradoura.</p><p>Ex 1: desvalorização de habilidades, possível existência de crença nuclear de incompetência.</p><p>→ Modificação dessa crença geral (ver a si mesmo de forma mais realista) pode alterar a sua percepção de situações específicas.</p><p>→ Diminuição de pensamentos com o tema da incompetência.</p><p>→ Pensamento: "Eu não sou bom nisto {em TCC}".</p><p>→ Válida a orientação para a recuperação cultivar realisticamente pensamentos automáticos positivos, ex: "Eu posso fazer bem muitas coisas" {cuida das minhas plantinha} e crenças intermediárias e nucleares positivas, ex.: "Se eu insistir, vou aprender o que preciso" {TCC - prova} e "Eu tenho pontos fortes e fracos como todas as pessoas" {ninguém é perfeito}.</p><p>Assim o modelo é construído e usado para auxiliar o terapeuta a conceituar a demanda clínica e implementar a TCC. É propositalmente simplificado para voltar a atenção do terapeuta para as relações entre pensamento, emoção, comportamento e para orientar intervenções de tratamento. É recomendado uma reformulação integrada e detalhada, incluindo consideração cognitivo-comportamentais, biológicas, sociais e interpessoais.</p><p>Ex 2:</p><p>Situação = apresentar em público</p><p>|</p><p>Pensamento = vou esquecer minha fala; vão rir.</p><p>|</p><p>Emoção = medo; angústia.</p><p>|</p><p>Reação fisiológica = dor de cabeça; dor de barriga; tremor; sudorese.</p><p>|</p><p>Comportamento = paralisar; não apresentar.</p><p>UA - CONCEITUAÇÃO COGNITIVA</p><p>Pontos que auxiliam:</p><p>· Entendimento dos pontos fortes e fracos, aspirações e desafios do cliente</p><p>· Reconhecimento quanto ao desenvolvimento de um transtorno com pensamentos disfuncionais e cmpt. mal adaptativo</p><p>· Fortalecimento da relação</p><p>· Planejamento do tratamento</p><p>· Escolha de intervenções</p><p>· Superação de pontos de bloqueio.</p><p>· Desenvolve um papel central nesse modelo, o indivíduo avalia a relevância dos acontecimentos internamente e em seu ambiente.</p><p>· Aprendizagem de avaliação de pensamento de forma realista e adaptativa, experimentam um decrescimento na emoção negativa.</p><p>· O modelo engloba: situação, pensamento (tem evidência ou não), emoção, relação fisiológica e comportamento</p><p>· O modelo básico ajuda os terapeutas a conceitualizar problemas clínicos e a implementação de métodos da TCC específica.</p><p>· Formulação do tratamento: considerações cognitivas-comportamentais, biológicas, sociais e interpessoais.</p><p>· Formulação da abordagem: desenvolver rapport, familiarizar e orientar o paciente, coleta de dados, conceitualizam o caso, trabalho de habilidades, direcionamento dos objetivos dos clientes e superação de seus obstáculos, fazer resumos periódicos e dar feedback.</p><p>CONCEITUALIZAÇÃO (análise funcional)</p><p>· Iniciada durante o primeiro contato com o cliente</p><p>· É importante entender a formulação cognitiva, as cognições típicas, estratégias comportamentais e os fatores de manutenção para realizar o diagnóstico</p><p>· Pode ser modificada no decorrer das sessões.</p><p>· Feedback fortalece a relação terapêutica</p><p>· Iniciasse o processo coletando uma grande quantidade de informações como: identificação, queixa, sintomas, estado mental, diagnóstico, medicação, tratamento, relações, e vários aspectos da vida.</p><p>• PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS</p><p>· São emoções, comportamentos, fisiologia influenciados pela percepção dos acontecimentos.</p><p>· A forma como interpretamos uma situação influencia nossos sentimentos e comportamentos.</p><p>· Pensamentos automáticos*: Níveis de pensamentos que operam de forma simultânea com um nível de pensamento mais óbvio e superficial</p><p>· Identificara seus pensamentos prestando atenção às mudanças nos seus sentimentos, comportamentos e /ou na sua fisiologia.</p><p>· Após identificar você pode avaliar a validade desse pensamento.</p><p>· Quando pensamentos disfuncionais estão sujeitos a reflexão objetiva, nossas emoções, comportamentos e reações fisiológicas costumam mudar.</p><p>· interpretando algo que está ocorrendo em volta</p><p>• CRENÇAS (regras)</p><p>· Ideias sobre si, sobre outras pessoas e sobre o mundo.</p><p>· Crenças mais centrais são compreensões duradouras tão fundamentais e profundas que muitas vezes não são articuladas*</p><p>· Crenças adaptativas (positivas) e Crenças disfuncionais (negativas)</p><p>• Crenças adaptativas (como se vê)</p><p>· Crenças flexíveis, úteis e baseadas na realidade sobre si, sobre seu mundo, sobre outras pessoas e sobre o futuro.</p><p>· Crenças nucleares de eficiência (eficaz)</p><p>· Crenças nucleares de amabilidade (amável)</p><p>· Crenças nucleares de valor (valores moral)</p><p>· Equivalentes negativos dessas crenças podem temporariamente vir a tona quando algo vai em desencontro as crenças nucleares, mas que se revertem com o tempo não desenvolvendo um transtorno.</p><p>• Crenças disfuncionais</p><p>· Crenças adaptativas relativamente fracas ou até inexistentes no período de desenvolvimento que acabam desenvolvendo um transtorno.</p><p>· História de vida menos sadias psicologicamente, vivem em ambientes físicos ou interpessoais perigosos e relacionamentos perturbados desenvolvem crenças nucleares mais negativas.</p><p>· Crenças nucleares de desamparo</p><p>· Crenças nucleares de desamor</p><p>· Crenças nucleares de desvalor</p><p>· Em um episódio agudo essas crenças tendem a ser extremas, irrealistas e altamente mal adaptativas.</p><p>• Crenças intermediárias (regras)</p><p>· Crenças nucleares (+ / -) influenciam o desenvolvimento de crenças intermediárias que consiste em atitudes, regras e pressupostos</p><p>· Essa crença influencia na situação que por sua vez influencia no que pensa, sente e age.</p><p>.....................................................................................................................</p><p>Crenças nucleares</p><p>|</p><p>Crenças intermediárias</p><p>|</p><p>Pensamentos automáticos</p><p>....................................................................................................................</p><p>- Intervenção: Auxiliar a identificar crenças + e modificar crenças</p><p>• MODELO COGNITIVO MAIS COMPLEXO</p><p>...............................................................................................................</p><p>Crenças nucleares</p><p>|</p><p>Crenças intermediárias</p><p>|</p><p>Situação</p><p>|</p><p>Pensamento automático</p><p>|</p><p>Reação</p><p>..............................................................................................................</p><p>Crenças nucleares</p><p>|</p><p>Crenças intermediárias</p><p>|</p><p>Situação</p><p>|</p><p>Pensamento automático</p><p>|</p><p>Emoção Cmpt.</p><p>................................................................................................................</p><p>• DIAGRAMAS DE CONCEITUALIZAÇÃO COGNITIVA (DCCs)</p><p>- Auxilia a organização da quantidade considerável de dados que você obtém do cliente na avaliação e na primeira sessão.</p><p>• Pontos fortes (DCC-PF)</p><p>- Ajuda na atenção e na organizar os padrões cognitivos úteis e comportamentais do cliente</p><p>RELAÇÃO ENTRE:</p><p>- Acontecimento importantes e crenças adaptativas</p><p>- Crenças adaptativas, intermediárias e estratégias de enfrentamento</p><p>- Situações, pensamentos automáticos adaptativos e cmpt. adaptativos</p><p>*DCC-PF é muito complexo não compartilha preenchido*</p><p>• DCC tradicional</p><p>- Organiza a informação mal adaptativa</p><p>RELAÇÃO ENTRE:</p><p>- Acontecimentos e crenças nucleares</p><p>- Crenças nucleares e significado dos pensamentos automáticos</p><p>- Crenças adaptativas, intermediárias e estratégias de enfrentamento</p><p>- Situações desencadeantes, pensamentos automáticos e reações</p><p>*DCC compartilha sua conceitualização parcial de forma verbal*</p><p>7 DOMÍNIOS PRINCIPAIS DA CONCEITUALIZAÇÃO</p><p>1º Diagnóstico e sintomas</p><p>2º Contribuição das experiências da infância e outras do desenvolvimento</p><p>3º Questões situacionais</p><p>4º Fatores biológicos, genéticos e médicos</p><p>5º Pontos fortes e recursos</p><p>6º Padrões típicos de PA, emoções e comportamentos</p><p>7º Esquemas subjacentes</p><p>Visão geral do trabalho de TCC</p><p>· Os planos de tratamento na TCC estão baseados em uma conceitualização cognitiva em desenvolvimento contínuo.</p><p>1) Identificar as crenças limitantes, obstáculos comportamentais que reforçam o transtorno, identificar fatores precipitantes, e por últimos a interpretação dos eventos (história de vida)</p><p>2) Uso dos dados obtidos pela formulação cognitiva do cliente (cognição-chave, estratégias comportamentais e fatores de manutenção que caracterizam seus transtornos.)</p><p>3) Forte uso, desde o início, dos pontos positivos, qualidades positivas e recursos.</p><p>4) Na metade da terapia, trabalhamos o crescimento um foco nas crenças subjacentes que estimulem a confiança</p><p>5) Quase no final da terapia, usamos o planejamento do futuro, antecipando os obstáculos e desenvolvendo um plano para vencê-lo.</p><p>· Avaliação Terapêutica Sólida</p><p>1) Boas habilidades de abordagem e investigar sua relação com o plano de tratamento</p><p>2) Tomar decisões colaborativas para o tratamento</p><p>3) Justificar a intervenção</p><p>4) Usar a autoexposição</p><p>5) Uso de feedback durante e no final da sessão</p><p>· Monitoramento do progresso do cliente</p><p>1) Uso de listas dos sintomas semanal e uso do feedback.</p><p>2) Monitoramento da rotina e melhoria dos resultados</p><p>3) Medição do funcionamento geral dos clientes, seu processo, direção, objetivos e sentimento de satisfação.</p><p>· A TCC e a adaptação do tratamento:</p><p>· Necessário que o terapeuta reconheça a relevância das diferenças, preferências, práticas culturais e ética.</p><p>· A TCC tende a enfatizar a racionalidade, o método científico e o individualismo.</p><p>· A TCC enfatiza o positivo:</p><p>· Ênfase na emoção e cognição positiva no tratamento da depressão</p><p>· Auxilia o cliente a trabalhar no cultivo de estados de humor e pensamentos positivos</p><p>· Colaboração e participação ativa:</p><p>· Cada sessão de terapia é vista como um trabalho em equipe, decidimos o que trabalhar a cada sessão.</p><p>· Quando o paciente se encontra em estado crítico nós o ajudamos a decidir quais passos dar em direção dos objetivos, resolver problemas para obstáculos potenciais, avaliar sua cognição disfuncional, resumir pontos importantes e elaborar plano de ação.</p><p>· Valores e orientação para alcançar objetivos:</p><p>· Sessão inicial: trabalha com valores, oq é importante pro cliente, suas inspirações e seus objetivos terapêuticos.</p><p>· Ênfase no presente:</p><p>· O tratamento, geralmente, envolve foco nas habilidades que precisam ter para a melhora do humor</p><p>· O cliente expressa seus objetivos terapêuticos</p><p>· O trabalho é direcionado para os problemas atuais e aspirações futuras produzir uma mudança insuficiente, ou</p><p>· Entendimento das ideias disfuncionais e estratégias de enfrentamento comportamental se originaram e foram mantidas</p><p>· A TCC é educativa:</p><p>· Tornar o processo da terapia compreensível</p><p>· Psicoeducação no decorrer do processo terapêutico + feedback</p><p>· Auxílio no uso de técnicas</p><p>· Plano de ação:</p><p>· Identificar e avaliar os pensamentos automáticos que são obstáculos aos objetivos do cliente</p><p>· Implementar soluções para os problemas e obstáculos que podem surgir durantes a semana</p><p>· Praticar habilidades comportamentais aprendidas na sessão.</p><p>Conceituação Cognitiva</p><p>· Visão geral da Conceitualização Cognitiva</p><p>· Entender os clientes, seus pontos fortes e pontos fracos, suas aspirações e desafios;</p><p>· Reconhecer como os clientes desenvolveram um transtornos psicológicos com pensamentos disfuncionais e comportamentos mal-adaptativo</p><p>· Fornecer a relação terapêutica</p><p>· Planejar o tratamento dentro e entre as sessões</p><p>· Escolher intervenções apropriadas e adaptar quando houver necessidade</p><p>· Superar pontos de bloqueio</p><p>· Necessário que o terapeuta, entenda suas percepções e perceba o mundo pelos olhos dele. As percepções, os pensamentos, as emoções e os comportamentos dos clientes devem fazer sentido considerando a interpretação das experiências atuais e do seu passado .</p><p>· As percepções, os pensamentos, as emoções e o comportamento dos clientes devem fazer sentido considerando a interpretação das experiências, os pontos fortes, as vulnerabilidades, os valores, sua biologia e genética.</p><p>· Iniciando o processo de conceitualização:</p><p>· Identificação do cliente</p><p>· Queixa principal</p><p>· Sintomas principais</p><p>· Estado mental e diagnóstico/ medicação</p><p>· Relações significativas</p><p>· Histórico de vida</p><p>· Na TCC as emoções, os comportamentos e a fisiologia das pessoas são influenciadas pela sua percepção dos acontecimentos.</p><p>· Situação/ acontecimento -> pensamentos automáticos -> reação (emoção, comportamento, fisiologia)</p><p>· Necessário avaliar a validade do pensamento</p><p>· Quando o cliente percebe que a interpretação do seu pensamento está errônea, ele o corrige e nota que seu humor melhora. Essa análise fará com que ele gradativamente se comporte de uma maneira mais funcional ou suas reações fisiológicas “negativas” diminuem.</p><p>· Primeira sessão de terapia</p><p>→ Avaliação do estado mental, agilizar a fala do paciente, pedir tarefa de casa de uma linha do tempo da vida</p><p>→ Não perguntar se está tudo bem na recepção. (é raro alguém buscar terapia quando está bem)</p><p>· Objetivos da sessão:</p><p>1) Coletar informações para fazer um diagnóstico acurado e criar a conceituação cognitiva inicial e um plano de tratamento</p><p>2) Avaliar se você é o profissional mais adequado para a sessão</p><p>3) Descobrir se serviços</p><p>ou tratamento adjuvante podem ser indicados</p><p>4) Dar início a uma aliança terapêutica</p><p>5) Familiarizar o cliente com a TCC (psicoeducação)</p><p>6) Estabelecer um plano de ação simplificado</p><p>· Importância da sessão estruturada? Função de nortear o psicólogo, facilitando o entendimento do paciente em relação ao tratamento e construir um processo mais positivo e fluido.</p><p>Estrutura da sessão avaliativa:</p><p>· Acolhimento</p><p>· Decidir colaborativamente se um familiar ou amigos deve participar de sessão</p><p>· Definir a pauta e transmitir expectativas apropriadas para a sessão</p><p>· Conduzir a avaliação psicossocial</p><p>· Definir objetivos amplos</p><p>· Relatar seu diagnóstico provisório e seu plano de tratamento amplo e familiar o cliente com a TCC</p><p>· Plano de ação colaborativo</p><p>· Definir as expectativas para o tratamento</p><p>· Resumir a sessão e obter feedback</p><p>·</p><p>· Primeira sessão:</p><p>· Inspirar esperança</p><p>· Uso da psicoeducação</p><p>· Reiterar o plano de tratamento geral, expressando diretamente sua confiança</p><p>· Spikes (protocolo de comunicações difíceis)</p><p>1° parte - 15 min</p><p>· verifica humor, ansiedade, medicação, condição médica</p><p>· define pauta</p><p>· atualizacao e revisar o plano de ação</p><p>· discutir diagnóstico e psicoeducação</p><p>2 parte - 20 min</p><p>· ver valores, aspirações, objetivos</p><p>· fazer programação de atividades ou do trabalho sobre um problema</p><p>· novo plano de ação, ver probabilidade de execução</p><p>3 parte - 20 min - final da sessão</p><p>· apresente um resumo</p><p>· ver quanto é provável que aplique o plano de ação</p><p>· obter feedback</p><p>Distorções Cognitivas - Métodos de estruturação e psicoeducação</p><p>· Objetivo: gerar esperança, organizar o caminho da terapia, gerar um foco para que os objetivos sejam alcançados, e apresentar a TCC em si.</p><p>· Já a psicoeducação é direcionada ao ensinamento de conceitos da abordagem e usar como método educacional na sessão.</p><p>· A reestruturação cognitiva e a psicoeducação funcionam melhor quando integradas na sessão de terapia e utilizadas para apoiar e facilitar os componentes a serem trabalhados</p><p>· Para alcançar uma boa intervenção psicoeducativa a TCC utiliza exercícios de casa, bloco de notas, leituras e conteúdos didáticos (vídeos, filmes…)</p><p>· A importância da psicoeducação se dá pela ideia de que o paciente aprenderá novas habilidades cognitivas, regulação emocional e modificação do próprio comportamento.</p><p>· Métodos psicoeducativos: mini aulas, bloco de notas, leituras, aplicativos de registros emocionais e exercícios sistemáticos na sessão( diagrama cognitivo da TCC, registro de pensamento…)</p><p>Análise ABC e registro do pensamento disfuncional: Comment by Evelin Beatriz V. da Luz: .....</p><p>a) eventos ativadores (antecedente na AC)</p><p>b) pensamento automático, crenças condicionais e nucleares/ esquemas</p><p>c) consequências emocionais, comportamentais ou físicas.</p><p>Conceituação cognitiva:</p><p>Importância: ela servirá como base para todo o planejamento da terapia, tendo em vista os possíveis ajustes e reformulações caso o paciente traga uma nova demanda de urgência.</p><p>Seta descendente: usada para desvendar as camadas cognitivas mais profundas nas crenças condicionais e nucleares. Utilizamos também para verificar o nível de distorção cognitiva e avaliar qual a melhor técnica a ser usada para a reestruturação cognitiva.</p><p>Conceituação: ambiente (pensamento/ imagem), corpo (possíveis alterações e prejuízos físicos ou emocionais), comportamento e as emoções.</p><p>Técnicas de reestruturação cognitiva: a tcc ensina o paciente a ver a situação e diferentes ângulos. O paciente pratica as técnicas durante e fora da terapia, fazendo o esquema de identificação, analisadas e relativizadas</p><p>Objetivo: conscientizar as informações, correlacionando as cognições disfuncionais (pensamentos, crenças condicionais e nucleares) as emoções e comportamento.</p><p>· Registro do pensamento disfuncional (RPD): categorização das distorções cognitivas.</p><p>Identifica-se a distorção cognitiva + nomeamos / classificamos = produz impacto cognitivo e tende a enfraquecer o pensamento disfuncional.</p><p>· Exame de evidências: ensinar o paciente a pesar as evidências disponíveis pró e contra o seu pensamento e a buscar interpretações alternativas mais adequadas às evidências</p><p>· Crenças condicionais: identificação de regras. “Se… “ então…"</p><p>· Realização de role play racional-emocional, uso da imaginação e adequação da história para concluir a reestruturação cognitiva.</p><p>· Construção do cartão de enfrentamento: espera-se que os pacientes substituam as suposições e regras disfuncionais por cognições saudáveis</p><p>· É utilizado situações de desequilíbrio da emoção, o que facilita a interpretação dos fatos e ajuda a evitar o retorno dos sintomas.</p><p>· Terapia cognitiva-processual</p><p>· Abordagem desenvolvida para modificar as crenças nucleares.</p><p>Adaptação da TCC para crianças e adolescentes.</p><p>Nos últimos anos vem tendo foco na promoção de prevenção de doenças mentais e saúde.</p><p>Principais mitos sobre a TCC na infância e adolescência.</p><p>a TCC com crianças e adolescentes ocorre exclusivamente no tratamento das alterações de comportamento</p><p>A prática da psicoterapia cognitiva é diferente em seus princípios básicos com adultos e com crianças e adolescentes.</p><p>a TCC com crianças e adolescentes exige um desenvolvimento cognitivo que as crianças e jovens ainda não possuem</p><p>apenas as crianças mais velhas, no final da infância, poderiam ser atendidas na TCC</p><p>· Possui semelhanças no atendimento e abordagem utilizada em todos os públicos, destacando o foco no presente, objetivo de mudança comportamental e cognitiva, sessões estruturadas e entre outros.</p><p>· O diferencial com as crianças é voltado a criação de linguagem para acessar o funcionamento da criança (entrar no mundo dela, criar vínculo), assim como a ativação e entendimento das emoções, pensamentos adaptativos e intervenções com os pais.</p><p>· Grande demanda de dificuldades emocionais e comportamentais as quais vem a gerar prejuízos na qualidade de vida e desenvolvimento, cabe ao profissional obter compreensão geral do funcionamento da criança em cada contexto, identifique os sintomas que vem a dificultar a adoração na rotina, o papel de aspectos cognitivos no transtorno.</p><p>Prática da avaliação infantil</p><p>· Identificar a queixa trazida pela criança e responsáveis. Coleta de informações com responsável legal, crianças e professores (se frequentar escola) como gestação, dificuldades, atrasos, habilidades, história familiar, qualidade de relações, ou seja Problemas emocionais e comportamentais, que podem acarretar prejuízos para a sua qualidade de vida.</p><p>· Analisar a criança/adolescente em diferentes contextos, para conseguir analisar os possíveis aspectos e sintomas que dificultem sua rotina e que sejam problemas relacionados a um possível diagnóstico.</p><p>· Identificação e compreensão das queixas da criança e/ou do adolescente e processo de conceitualização cognitiva.</p><p>· conceituação: identificar dificuldades atuais, fatores importantes, percepção de si e dos outros (buscando identificar emoções principais, pensamentos e comportamentos relativos), crenças, estratégias compensatórias e consequências de cada situação.</p><p>Protocolo de conceituação cognitiva.</p><p>· revisado durante todo o processo</p><p>· autores ressaltam modelos que enfatizam as diferentes intensidades emocionais de casa situação e a capacidade de resolução.</p><p>· foco central no pensamento relacionado às dificuldades atuais da criança e no processamento de informações relacionadas aos comportamentos.</p><p>· fundamental na realização de diagnósticos e planejamento terapêutico.</p><p>· pode-se utilizar de atividades lúdicas</p><p>Intervenções - Cuidadores</p><p>· Pode ocorrer em qualquer momento, varia conforme demanda, de 0 a 6 anos o trabalho com pais vem a ser essencial.</p><p>· Os responsáveis são envolvidos para terem consciência e poderem acompanhar as intervenções realizadas.</p><p>· Os responsáveis vêm a serem apoiados a reavaliar suas crenças sobre seus filhos e mudar seus padrões comportamentais.</p><p>· Esse trabalho pode vir a fortalecer vínculo com cuidado, ponto crucial para evolução da resolução da demanda.</p><p>Treino de pais (TP) (treinamento parental)</p><p>· possibilita investigação, foco e modificação de aspectos cognitivos e comportamentais, dos pais quanto ao comportamento dos filhos, pode-se observar mudanças positivas, no comportamento infantil quando os cuidadores compreendem a sintomatologia e funcionamento da criança atuando de forma positiva no processo.</p><p>· programa de Psicoeducação e orientação, tendo como meta apoiar e estimular manejo e condução da criança quanto a comportamentos prejudiciais ao funcionamento e qualidade de vida.</p><p>· instrumentalizar cuidadores para aprendizados, uso de técnicas e estratégias quanto ao manejo de situações, favorecendo a aprendizagem de comportamentos adaptativos para a criança, assim como o relacionamento familiar, comunicação, assertividade e civilização.</p><p>· compreensão do papel do cuidador no tratamento.</p><p>· fornecimento de espaço "apropriado" para troca de informação quanto às dificuldades na criação e educação.</p><p>· transferência de controle do terapeuta aos responsáveis.</p><p>· eficácia no manejo de situações específicas de comprometimento disfuncional e melhor desenvolvimento de habilidades sociais para a criança com dificuldade.</p><p>· pode ser aplicada em diversas condições clínicas como transtornos disruptivos entre outros.</p><p>· protocolo TP possui: avaliação de características da criança e família, apresentação da terapia, Psicoeducação quanto às condições da criança, ensinamento de técnicas e manejo.</p><p>Orientações para professores</p><p>· Schoen-Ferreira, Silva, Farias e Silvares (2002) ressaltaram a importância de desenvolver um trabalho com os professores e orientá-los adequadamente, visto serem os principais estimuladores do processo ensino-aprendizagem.</p><p>· O educador precisa ter noção que o seu contato com o adolescente possibilita uma maior sensibilidade das demandas emocionais e materiais do jovem.</p><p>· Papel do psicólogo: orientar sobre os aspectos da adolescência, a responsabilidade de todo o conjunto social com o qual o jovem se relaciona, os comportamentos apresentados pelos adolescentes sendo compreendidos como fruto das relações sociais, da transmissão de valores, de limites consistentes, de compreensão, afetividade e apoio.</p><p>Fatores importantes:</p><p>· limites consistentes</p><p>· autonomia</p><p>· expressão de emoções e opiniões</p><p>· equilíbrio de reforçadores</p><p>· compreensão</p><p>· efetividade</p><p>· apoio</p><p>· respeito</p><p>· amizade</p><p>Trabalho com a criança.</p><p>· brinquedos variados para auxiliar no processo de expressão, identificação e jogos estruturados, assim como metáforas no trabalho de reestruturação cognitiva.</p><p>· iniciar conforme preferência e história da criança, adaptando os materiais para a sessão.</p><p>· os pais tende ser orientados a explicar a criança o porquê dela estar indo ao psicoterapeuta</p><p>· incluir toda a família na demanda, eliminando o aspecto punitivo.</p><p>Técnicas</p><p>· baralho das emoções contém 24 cartas contendo expressões de emoções.</p><p>· relógio dos pensamentos-sentimentos, é feito em sessão no lugar dos números tem rostos representando as emoções.</p><p>· técnica da elaboração de história, deve ser similar a situação vivenciada pela criança que gera determinada emoção no cotidiano.</p><p>Técnica de Psico educação.</p><p>· com crianças pode ser realizada de forma indireta, por metáforas e histórias.</p><p>· Psicoeducar como os sentimentos aparecem no corpo, com desenho e cores.</p><p>Técnica de solução de problemas.</p><p>· máscara do herói, o paciente escolhe o herói (real como alguém que admire ou fictício), com a máscara se transforma no herói, propondo a criança que veja a dificuldade com outra perspectiva.</p><p>Técnicas comportamentais.</p><p>· relaxamento, para pacientes ansiosos</p><p>· respiração diafragmática, auxilia no relaxamento.</p><p>· bolha de sabão adaptação da respiração diafragmática para crianças.</p><p>· exposição graduada p/ adultos ansiosos</p><p>· economia de fichas, auxilia a criança a aumentar os comportamentos adequados através da atenção positiva.</p><p>Técnicas cognitivas</p><p>· anagrama do semáforo: pensamento vermelho = improdutivo, negativo, impede o bem estar; pensamento amarelo = refletir; pensamento verde = produtivos e incentivam bem estar.</p><p>· analogia da lagarta, a lagarta são os pensamentos negativos e se transforma em borboleta quando são positivos.</p><p>· balança das vantagens e desvantagens, para tomada de decisões.</p><p>Princípios do TCC no atendimento</p><p>· Empirismo colaborativo (aproximação lúdica e do espaço para a criação do vínculo com a criança)</p><p>· Descoberta guiada (guiando com a linguagem deles, usando a ludicidade)</p><p>· Estrutura da sessão</p><p>· Tarefas de casa (fundamental a colaboração dos pais)</p><p>· Psicoeducação</p><p>· Terapia focada no problema e orientada ao objetivo (falar do problema, mas sem abordar ele diretamente)</p><p>Etapas iniciais</p><p>· Anamnese com pais e responsáveis</p><p>· Definir objetivos (terapeuta, pais e criança). Objetivo geral do tratamento e o específico de cada sessão.</p><p>· Estabelecer rapport com a criança (vínculo, momento pra se conhecer, sensibilidade para a criação do vínculo)</p><p>· Psicoeducação sobre a terapia com a criança</p><p>· Formulação provisória (te da nortes iniciais do tratamento, para futuramente os objetivos serem alinhados ou incrementados)</p><p>· Conceituação cognitiva</p><p>· Plano de tratamento</p><p>Obstáculos esperados</p><p>· Na formulação do caso é possível identificar fatores relacionados ao manejo terapêutico. Quando o terapeuta identifica tais fatores, poderá trabalhar nestes obstáculos e escolher técnicas que auxiliem a evitar tais problemas.</p><p>Passo 1: Reconhecer e identificar emoções:</p><p>Passo 2: Identificar os pensamentos</p><p>Passo 3: Reconhecer comportamentos</p><p>Orientação parental:</p><p>· Acolher as expectativas e ansiedade dos pais</p><p>· Psicoeducação durante todo o processo da criança</p><p>· Monitoramento de comportamento</p><p>· Estilos Parentais</p><p>· Reforço de comportamento adaptativos</p><p>· Habilidades parentais</p><p>· Trabalhar quais os valores da família que é interessante passar para o filho.</p><p>Habilidades do terapeuta:</p><p>Com a criança:</p><p>· Buscar ter uma visão sistêmica da criança</p><p>· Ter paciência com o processo da criança</p><p>· Adaptar a linguagem a partir do mundo da criança</p><p>· Ter sempre um plano B na preparação das atividades em sessão</p><p>· Buscar estar atualizado com os interesse da geração atual</p><p>Com os pais:</p><p>· Postura empática e livre de julgamento</p><p>· Estar atento com possíveis contratransferência</p><p>· Realizar uma orientação de forma acolhedora e não acusatória.</p><p>A- Namorado terminou o relacionamento.</p><p>B- Crenças nucleares:</p><p>Sobre si: Sou uma péssima namorada</p><p>Sobre o ele: Todos os homens são iguais</p><p>Sobre o futuro: Todos os meus relacionamentos não vão ser duradouros.</p><p>Crença intermediária: Todos os homens vão me abandonar</p><p>P’AS: Ele tem outra.</p><p>C-</p><p>Emoção: Raiva, tristeza.</p><p>Comportamento: Sair com as amigas na balada e beber.</p><p>Fisiológico: Choro e tremedeira.</p><p>— — — — — — — — — — — — — — — — — — — — — — — — — — — — — — — —</p>