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Prévia do material em texto

<p>Sinais vitais</p><p>(ssvv)</p><p>PROFª. Ms. Íngrid Batochio</p><p>Julho/2024</p><p>2</p><p>Sinais vitais (ssvv)</p><p>Os sinais vitais são considerados os</p><p>principais indicadores do estado de saúde do</p><p>paciente, configurando uma ferramenta básica</p><p>para a eficácia e segurança da assistência de</p><p>enfermagem.</p><p>São os primeiros indicadores para</p><p>mensurar a efetividade de uma intervenção,</p><p>bem como a alteração do quadro clínico.</p><p>3</p><p>Sinais vitais (ssvv)</p><p>4</p><p>5</p><p>Frequência cardíaca (fr)</p><p>▪ Materiais:</p><p>- Equipamento de proteção individual (EPI) obrigatório</p><p>- Relógio</p><p>6</p><p>Frequência cardíaca (fr)</p><p>Procedimento</p><p>1. Utilizar EPI;</p><p>2. Explicar o procedimento ao paciente;</p><p>3. Colocar o paciente em posição confortável, se possível, e com o braço apoiado;</p><p>4. Posicionar a polpa digital dos dedos indicador e médio sobre a artéria radial,</p><p>fazendo leve pressão, o suficiente para sentir a pulsação. Obs.: Considerando a</p><p>idade, o agravo e a condição na cena, são opções para essa avaliação: artéria</p><p>carótida, braquial, femoral, poplítea ou pediosa;</p><p>5. Realizar a contagem dos batimentos durante 1 minuto;</p><p>6. Observar também ritmo (regularidade dos intervalos - regular ou irregular) e</p><p>volume (forte e cheio ou fraco e fino);</p><p>7. Registrar na os valores da frequência cardíaca (FC) obtida e as características de</p><p>ritmo e volume</p><p>7</p><p>Frequência cardíaca (fr)</p><p>• Normocárdico: normal ou</p><p>ritmado</p><p>• Taquicárdico: acima do</p><p>normal</p><p>• Bradicárdico: abaixo do</p><p>normal</p><p>• Arrítimico: fora do ritmo</p><p>• Filiforme: lento e fraco</p><p>8</p><p>Frequência cardíaca (fr)</p><p>9</p><p>Frequência cardíaca (fr)</p><p>10</p><p>Frequência cardíaca (fr)</p><p>11</p><p>Frequência cardíaca (fr)</p><p>12</p><p>FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA (FR)</p><p>13</p><p>FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA (FR)</p><p>VERIFICADA PELOS MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS</p><p>▪ Materiais:</p><p>- Equipamento de proteção individual (EPI) obrigatório</p><p>- Relógio</p><p>14</p><p>FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA (FR)</p><p>Procedimento</p><p>1. Utilizar EPI;</p><p>2. Explicar o procedimento ao paciente;</p><p>3. Colocar o paciente em posição confortável, se possível;</p><p>4. Observar os movimentos torácicos de expansão e retração (incursões</p><p>respiratórias);</p><p>5. Realizar a contagem dos movimentos torácicos de expansão por 1 minuto</p><p>(incursões respiratórias por minuto – irm);</p><p>6. Registrar os valores da frequência respiratória (FR) obtida.</p><p>15</p><p>Frequência Respiratória (FR)</p><p>‐ Eupneia: normal.</p><p>‐ Taquipneia: acima de 20 rpm.</p><p>‐ Bradipneia: abaixo de 12 rpm.</p><p>‐ Apneia: ausência de respiração.</p><p>‐ Dispineia: dificuldade de respirar.</p><p>‐ Ortopneia: respiração facilitada na posição vertical.</p><p>16</p><p>Frequência Respiratória (FR)</p><p>17</p><p>FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA (FR)</p><p>18</p><p>FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA (FR)</p><p>https://www.youtu</p><p>be.com/watch?v=</p><p>NDMURDufFFA</p><p>19</p><p>TEMPERATURA</p><p>Apesar de o padrão-ouro de pesquisa para temperatura corporal central</p><p>ser a temperatura do sangue na artéria pulmonar, na prática clínica</p><p>cotidiana, a medição é feita de maneira não invasiva nos sítios oral, retal,</p><p>axilar, de membrana timpânica e da artéria temporal.</p><p>20</p><p>TEMPERATURA</p><p>A temperatura corporal pode ser verificada pelos seguintes métodos:</p><p>▪ Oral: o termômetro de uso oral deve ser individual e possuir bulbo alongado e achatado, o</p><p>qual deve estar posicionado sob a língua e mantido firme com os lábios fechados, por 3</p><p>minutos. Esse método é contraindicado em crianças, idosos, doentes graves, inconscientes,</p><p>com distúrbios mentais, portadores de lesões orofaríngeas e, transitoriamente, após o ato de</p><p>fumar e ingestão de alimentos quentes ou frios;</p><p>▪ Retal: o termômetro retal é de uso individual e possui bulbo arredondado e proeminente.</p><p>Deve ser lubrificado e colocado no paciente em decúbito lateral, inserido cerca de 3,5cm, em</p><p>indivíduo adulto, permanecendo por 3 minutos. A verificação da temperatura retal</p><p>considerada a mais fidedigna - é contraindicada em pacientes submetidos a intervenções</p><p>cirúrgicas do reto e períneo, e/ou que apresentem processos inflamatórios locais;</p><p>▪ Axilar: é a verificação mais frequente no nosso meio, embora seja a menos precisa. O</p><p>termômetro deve permanecer por, no máximo, 7 minutos (cerca de 5 a 7 minutos).</p><p>21</p><p>TEMPERATURA</p><p>Material</p><p>• Equipamento de proteção individual (EPI) obrigatório</p><p>• Material para desinfecção: algodão e álcool a 70%</p><p>• Termômetro</p><p>• Relógio</p><p>22</p><p>TEMPERATURA</p><p>‐ Hipotermia: abaixo de 35°C</p><p>‐ Pirexia: 39,1 a 40 °C</p><p>‐ Hiperpirexia: acima de 40°C</p><p>23</p><p>TEMPERATURA</p><p>‐ Hipotermia: abaixo de 35°C</p><p>‐ Pirexia: 39,1 a 40 °C</p><p>‐ Hiperpirexia: acima de 40°C</p><p>24</p><p>TEMPERATURA</p><p>25</p><p>Temperatura</p><p>Procedimento</p><p>1. Utilizar EPI;</p><p>2. Explicar o procedimento ao paciente;</p><p>3. Colocar o paciente em posição confortável, preferencialmente;</p><p>4. Realizar desinfecção do termômetro;</p><p>5. Considerar a necessidade de enxugar a axila do paciente antes da aferição;</p><p>6. Certificar-se que o termômetro esteja pronto para a aferição;</p><p>7. Colocar o termômetro na axila, mantendo-o com o braço bem encostado ao tórax. Obs.:</p><p>O paciente pode ser orientado a comprimir o braço contra o tórax;</p><p>8. Retirar o termômetro após 5 minutos;</p><p>9. Ler a temperatura apontada;</p><p>10.Realizar a desinfecção do termômetro antes de guardá-lo;</p><p>11.Registrar o valor obtido.</p><p>26</p><p>Saturação de Oxigênio (SpO2)</p><p>A oximetria de pulso, ou saturação periférica de oxigênio</p><p>(SpO2 é um método não invasivo para monitorar</p><p>continuamente a saturação de oxigênio da hemoglobina</p><p>(SaO2 ).</p><p>27</p><p>Saturação de Oxigênio (SpO2)</p><p>28</p><p>Saturação de Oxigênio (SpO2)</p><p>Material e equipamentos</p><p>• EPI.</p><p>• Oxímetro portátil com sensor adequado.</p><p>Procedimento</p><p>1. Utilizar EPIs.</p><p>2. Comunicar e orientar o paciente sobre o procedimento prescrito.</p><p>3. Escolher e preparar a região em que será colocado o sensor (em adultos, preferir MMSS,</p><p>dedo indicador).</p><p>4. Ligar o dispositivo.</p><p>5. Aguardar o medidor fornecer a leitura digital do valor (cerca de 30 segundos).</p><p>6. Registrar dados do paciente.</p><p>29</p><p>Saturação de Oxigênio (SpO2)</p><p>Fatores de interferência na medida da saturação:</p><p>• baixa saturação de oxigênio - inferior a 70%;</p><p>• movimentação excessiva do paciente;</p><p>• luminosidade excessiva;</p><p>• baixa perfusão periférica (hipotensão, hipotermia, etc.);</p><p>• hipoxia local;</p><p>• suspeita de anemia;</p><p>• hiperpigmentação da pele;</p><p>• edema local; • convulsão;</p><p>• interferência (esmalte de unhas);</p><p>• utilização incorreta do sensor;</p><p>• oclusão arterial próxima ao sensor (oclusão patológica, mecânica e/ou traumática);</p><p>• pacientes em PCR</p><p>30</p><p>Glicemia capilar</p><p>31</p><p>Glicemia capilar</p><p>Materiais e equipamento</p><p>• Equipamento de proteção individual (EPI) obrigatório</p><p>• Material para antissepsia: algodão/gaze e almotolia de álcool</p><p>70%</p><p>• Glicosímetro (conforme modelo padronizado no serviço)</p><p>• Lancetas estéreis e/ou lancetador apropriado</p><p>• Fitas reagentes compatíveis com o modelo de glicosímetro</p><p>disponível</p><p>• Coletor de resíduos perfurocortantes</p><p>32</p><p>Glicemia capilar</p><p>Procedimento</p><p>1. Utilizar EPI;</p><p>2. Separar o material adequado;</p><p>3. Orientar o paciente quanto à realização do procedimento se possível;</p><p>4. Escolher o sítio para punção; dar preferência à lateral da extremidade das</p><p>polpas digitais;</p><p>5. Limpar a área com algodão umedecido com álcool 70% e aguardar secagem;</p><p>6. Ligar o aparelho e posicionar a fita reagente no aparelho;</p><p>7. Realizar leve pressão na ponta do dedo para favorecer o enchimento capilar;</p><p>8. Realizar punção com a lanceta e/ou lancetador no bordo lateral da polpa</p><p>digital;</p><p>33</p><p>Glicemia capilar</p><p>Procedimento</p><p>9. Obter volume de sangue sufi ciente para preencher o campo reagente da fita</p><p>10. Após absorção da gota, pressionar o local da punção com algodão embebido</p><p>em álcool 70%;</p><p>11. Aguardar a leitura digital do valor da glicose sanguínea;</p><p>12. Desprezar a lanceta no coletor de resíduos perfurocortantes e demais</p><p>materiais no lixo contaminado;</p><p>13. Realizar a desinfecção do glicosímetro de acordo com as orientações do</p><p>fabricante s/n;</p><p>14. Retirar as luvas e higienizar as mãos;</p><p>15. Registrar os valores mensurados de atendimento.</p><p>34</p><p>Dor</p><p>35</p><p>dor</p><p>Mensurar a dor significa</p><p>quantificar um dos aspectos do</p><p>fenômeno doloroso, e os</p><p>instrumentos mais empregados</p><p>para fazê-lo são escalas</p><p>unidimensionais, devido à</p><p>aplicação rápida, prática e</p><p>simples</p><p>36</p><p>dor</p><p>37</p><p>dor</p><p>38</p><p>dor</p><p>39</p><p>dor</p><p>40</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>Resultado de 02 trabalhos do coração:</p><p>‐ Contração para expulsar o sangue. A força é máxima</p><p>e esse processo é chamado de sístole.</p><p>‐ Relaxamento do coração entre as contrações</p><p>cardíacas. A força é mínima e esse processo é</p><p>chamado de diástole.</p><p>41</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>42</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>43</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>IDADE VALORES DE REFERÊNCIA</p><p>04 anos 80 x 60 mmHg</p><p>06 anos 90 x 60 mmHg</p><p>10 anos 100 x 60 mmHg</p><p>12 anos 100 x 70 mmHg</p><p>16 anos 110 x 70 mmHg</p><p>Adultos 120 x 80 mmHg</p><p>Idosos 140 x 90 mmHg</p><p>44</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>‐ Normotenso: normal</p><p>‐ Hipertenso: acima da normalidade</p><p>‐ Hipotenso: abaixo da normalidade</p><p>‐ Divergente: sistólica e diastólica separadas</p><p>‐ Convergente: sistólica e diastólica próximas</p><p>45</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>Material</p><p>• Equipamento de proteção individual (EPI) obrigatório</p><p>• Álcool a 70 %</p><p>• Algodão</p><p>• Esfigmomanômetro com manguito específico (pediátrico, adulto e obeso)</p><p>• Estetoscópio</p><p>Certificar-se de que o paciente:</p><p>‐ Não está com a bexiga cheia.</p><p>‐ Não praticou exercícios físicos.</p><p>‐ Não ingeriu bebidas alcoólicas, café, alimentos estimulantes....</p><p>‐ Não fumou no mínimo 30 minutos antes da medida.</p><p>46</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>Procedimentos:</p><p>1. Colocar o indivíduo em local calmo</p><p>com o braço apoiado a nível do</p><p>coração e deixando-o à vontade,</p><p>permitindo 5 a 10 minutos de repouso.</p><p>2. Localizar o manômetro de modo a</p><p>visualizar claramente os valores da</p><p>medida;</p><p>47</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>Procedimentos:</p><p>3. Determinar a circunferência do braço no ponto médio entre</p><p>acrômio e olécrano.</p><p>4. Selecionar o manguito de tamanho adequado ao braço.</p><p>48</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>49</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>Procedimentos:</p><p>5. Colocar o manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa</p><p>cubital.</p><p>6. Centralizar o meio da parte compressiva do manguito sobre a artéria</p><p>braquial.</p><p>50</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>Procedimentos:</p><p>7. Determinar o nível máximo de insuflação palpando o pulso radial até seu</p><p>desaparecimento, registrando o valor (pressão sistólica palpada) e</p><p>aumentando mais 30 mmHg;.</p><p>51</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>Procedimentos:</p><p>8. Colocar a campânula ou o diafragma do estetoscópio sobre a artéria braquial na fossa</p><p>cubital sem compressão excessiva.</p><p>52</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>Procedimentos:</p><p>9. Fechar a válvula da pera e insuflar o manguito rapidamente</p><p>até ultrapassar 20 a 30 mmHg o nível estimado da PAS obtido pela palpação.</p><p>10. Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2 mmHg por segundo).</p><p>53</p><p>Pressão arterial (PA)</p><p>Procedimentos:</p><p>10. Determinar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase 1 de Korotkoff) e, depois,</p><p>aumentar ligeiramente a velocidade de deflação.</p><p>11. Determinar a PAD no desaparecimento dos sons (fase 5 de Korotkoff).</p><p>12. Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar seu</p><p>desaparecimento e depois proceder à deflação rápida e completa.</p><p>54</p><p>Pressão Arterial - Sons de Korotkoff</p><p>São os sons ouvidos durante a aferição da</p><p>Pressão Arterial</p><p>55</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=_7kcTFTURQc</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=DzlXZrXgeJA</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=_7kcTFTURQc</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=DzlXZrXgeJA</p>

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