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Projeto PIESC 4 ano Serviço Social EAD 2024 (1)

Projeto PIESC do Curso de Serviço Social: "Participação Social por meio dos Conselhos" (100 h; fev/2024–jan/2025). Objetivo: aproximar estudantes dos conselhos setoriais e de direitos, refletir sobre representatividade, papel deliberativo e entraves à efetivação de políticas públicas.

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<p>1</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p><p>PROJETO PIESC</p><p>1. TÍTULO DO PROJETO: Participação Social por meio dos Conselhos – 4º</p><p>ano</p><p>2. PROPONENTE:</p><p>2.1. CURSO: Coordenação do Serviço Social</p><p>2.2. EMAIL DO PROPONENTE: servicosocial.ead@uninga.edu.br</p><p>3. OUTROS ORGÃOS ENVOLVIDOS: não há</p><p>4. LOCAL DE REALIZAÇÃO: Município ou Região de Domicílio do</p><p>Acadêmico.</p><p>5. PERÍODO DE REALIZAÇÃO: FEVEREIRO DE 2024 A JANEIRO DE 2025</p><p>6. HORARIO:</p><p>6.1. Dia(s) da semana: não definido</p><p>6.2. Turno: a ser definido pelas partes envolvidas</p><p>6.3. CARGA HORÁRIA TOTAL: 100 horas</p><p>2</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p><p>7. DETALHAMENTO DO PROJETO</p><p>7.1. RESUMO</p><p>A proposta desse projeto é aproximar nossos alunos dos canais de</p><p>participação social e controle social e reconheçam o papel dos conselhos para tal e</p><p>suas representatividades.</p><p>Desse modo, considerando a conjuntura contemporânea das políticas</p><p>públicas, que está concebida no ideário neoliberal, frente a emergência de sua</p><p>garantia de totalidade como política social fundamental para o pleno</p><p>desenvolvimento das capacidades intelectuais da pessoa humana, é fundamental</p><p>compreender os meandros que envolvem a efetivação de direitos sociais e o</p><p>enfrentamento das expressões da questão social, bem como os entraves que estão</p><p>intrinsecamente relacionados à efetivação dos conselhos em busca do</p><p>aperfeiçoamento das políticas públicas, que atendam as demandas que lhe são</p><p>apresentadas.</p><p>Os conselhos municipais, responsáveis pela formulação, deliberação e</p><p>controle social da execução da política pública e garantia de direitos, seja no aspecto</p><p>social, quanto no financeiro, estes órgãos representativos são canais importantes</p><p>para efetivação da participação social, sendo pluralistas, tornando-se possível</p><p>materializar a mobilização, assumindo uma nova postura da sociedade em relação</p><p>aos seus direitos, mas para que de fato este propósito se realize, é determinante que</p><p>os conselheiros compreendam e exerçam sua representatividade.</p><p>Para Raichelis (2011, p.273) a implantação dos conselhos em diferentes</p><p>setores, nos vários níveis de atuação: nacional, estadual e municipal, trata de um</p><p>“modelo” de participação da sociedade civil na gestão pública “forjado pela dinâmica</p><p>das lutas sociais das últimas décadas, que busca redefinir os laços entre o espaço</p><p>institucional e as práticas societárias”. Pois, a autora ainda afirma:</p><p>[...] apesar da importância a ser atribuída à experiência atual dos conselhos,</p><p>esses espaços não podem ser considerados como os únicos condutos de</p><p>participação política. Nem é possível fazer dessas experiências exemplos</p><p>modelares de uma sociedade civil ativa e organizada. Certamente, a nova</p><p>dinâmica social submete à tensão as formas de representação política</p><p>existentes, no quadro da desarticulação dos movimentos populares e de</p><p>enfraquecimento das organizações sindicais, em meio à crise social e</p><p>3</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p><p>econômica. Ao mesmo tempo, revela um outro estágio de inserção dos</p><p>movimentos sociais na institucionalidade democrática. A abertura de novos</p><p>canais de participação, fruto da luta e da conquista de diferentes</p><p>movimentos coletivos. (RAICHELIS, 2011, p.273-274).</p><p>Diante dessa exposição, se confirma que os conselhos são grandes</p><p>instrumentos, mas não únicos, de cultivar uma nova concepção de participação</p><p>social, estabelecendo uma postura e posicionamento de representação diante da</p><p>atuação em um espaço riquíssimo de demandas sociais, as quais são de sua</p><p>competência intervir na defesa dos direitos e de sua garantia efetiva, assim, os</p><p>conselhos podem ser considerados os eixos que articulam as políticas.</p><p>Compreendemos, portanto, a relevância que nossos/as alunos/as de Serviço</p><p>Social se aproximem dos conselhos sejam eles setoriais: conselhos da assistência</p><p>social, de saúde, de educação, etc., ou de direitos: criança e adolescente, de pessoa</p><p>idosa, de pessoa com deficiência, etc.</p><p>7.2. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA:</p><p>A criação dos conselhos a partir da Constituição Federal de 1988, sem dúvida</p><p>representa uma inovação democrática, mas o funcionamento e suas atribuições</p><p>precisam ser revistos, pois muitas vezes são transformados em meramente como</p><p>consultivos e descaracteriza-se seu caráter deliberativo</p><p>Historicamente, a participação social foi rechaçada, na década de 1970,</p><p>período em que marca o princípio da organização dos movimentos populares num</p><p>ambiente conflituoso da ditadura militar e qualquer tipo de participação estava</p><p>totalmente bloqueado. Já na década de 1980, momento de transição democrática,</p><p>para a questão da participação institucional, dando início as organizações de vários</p><p>conselhos, porém ainda, para cumprir normativas e não como fóruns democráticos</p><p>de discussão.</p><p>Na década de 1990, diante de um novo cenário econômico, político e cultural,</p><p>foram propostos novos parâmetros para ações coletivas, participação e a inserção</p><p>de novos atores sociais.</p><p>4</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p><p>Diante deste breve resgate histórico, podemos concluir que nosso país é</p><p>tradicionalmente excludente e autoritário e que só foi superada essa tradição,</p><p>quando os cidadãos se uniram, atuando no processo de restauração da democracia</p><p>e do Estado de direito ao fim do regime militar.</p><p>Os movimentos populares e as formas de organização da sociedade foram</p><p>questionados, obrigando-os a se redefinirem e adotar novas práticas, que os</p><p>possibilitem conhecer, interferir e controlar as ações do Estado, interferindo na</p><p>gestão das políticas públicas e conquistas de direitos.</p><p>Neste sentido, Abreu, (2002) apresenta que:</p><p>“A solidariedade e a colaboração intraclasses subalternas, bem como a</p><p>mobilização, a capacitação e a organização das mesmas classes</p><p>apresentam-se como elementos constitutivos de um novo princípio</p><p>educativo – base de uma pedagogia emancipatória – na medida que, em</p><p>condições históricas determinadas, contribuem para subverter a maneira de</p><p>pensar e agir, isto é, a ordem intelectual moral estabelecida pelo capital, e</p><p>plasmam novas subjetividades e condutas coletivas indicativas de uma</p><p>nova cultura” (Abreu, 2002, p.135).</p><p>Por isso, cada vez mais se faz presente a necessidade de se articular de</p><p>maneira profunda, em uma dinâmica de transformação das relações sociais que seja</p><p>crítica ao contexto, que se vincule ao processo de resistência à ordem dominante,</p><p>em busca da promoção da cidadania e a democracia.</p><p>Frente a este contexto, para estabelecer um Estado democrático, se faz</p><p>necessário uma sociedade participativa, Rousseau (1968, p.254) defendia uma</p><p>“sociedade onde houvesse igualdade absoluta e independência econômica”. A</p><p>participação social, segundo o mesmo autor, o cidadão deve deliberar com senso de</p><p>justiça e podem sempre se contrapor a implementação de demandas, que considerar</p><p>injusto e não satisfazer suas necessidades e as coletivas. Desse modo, Pateman</p><p>(1992), destaca que</p><p>“"[...]uma vez estabelecido o sistema participativo, ele se torna sustentável</p><p>porque as qualidades exigidas de cada cidadão para que o sistema seja</p><p>bem sucedido são aquelas que o próprio processo de participação</p><p>desenvolve e estimula: quanto mais o cidadão participa, mais ele se torna</p><p>capacitado para fazê-lo. Os resultados humanos obtidos no processo</p><p>de</p><p>participação fornecem um importante justificativa para um sistema</p><p>participativo. " (ROSSEAU, 1968, p. 64 apud PATEMAN, 1992, p. 39).</p><p>5</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p><p>Nessa nova cultura participativa, os documentos oficiais brasileiros,</p><p>asseguram o direito à participação no processo de tomada de decisões e</p><p>acompanhamento das políticas públicas. Para tanto, se faz necessário promover a</p><p>capacitação e está intimamente ligada à educação do seu povo.</p><p>Wanderley (2000), nos apresenta como a educação e a cidadania estão</p><p>intrinsecamente relacionadas, pois as duas caminham lado a lado, em que a primeira</p><p>tem a função de ensinar o indivíduo a pensar e ter conhecimento da cultura</p><p>elaborada pelo homem ao decorrer da história. E a segunda tem o papel de fazer</p><p>este indivíduo a conhecer seus direitos e deveres por ser membro integrador da</p><p>sociedade que o mesmo está inserido, participar, cobrar e discutir sobre</p><p>determinadas situações e assuntos que sejam relevantes para a melhoria da</p><p>qualidade de vida de toda à população.</p><p>Com base no exposto, só ocorrerão mudanças e a (trans) formação:</p><p>Quando o indivíduo-cidadão, sabendo-se que ele está condicionado pelo</p><p>meio, pelas estruturas e processos sociais, pela ação dos outros indivíduos-</p><p>cidadãos, consegue criar uma história pessoal, unir subjetividade e</p><p>objetividade, dar um sentido ao conjunto de experiências da sua vida,</p><p>combater os poderes e domínios que lhe afetam, integrar o vivido, o</p><p>percebido e o imaginado, ele se transforma num sujeito. Ou seja, alguém</p><p>dotado de autonomia e liberdade, com capacidade de fazer escolhas</p><p>(WANDERLEY, 2000, p.162).</p><p>Conforme as palavras do autor é preciso que a educação seja vista como</p><p>fator fundamental no processo de formação do indivíduo, ou seja, só será possível</p><p>uma decisão e participação por parte da população a partir do momento em que este</p><p>público conhecer a importância da cidadania, da educação e a influência que as</p><p>mesmas possuem na sociedade.</p><p>Diante do exposto, os conselhos setoriais, incorpora a possibilidade de</p><p>instrumentalizar a sociedade na perspectiva de construção e controle de políticas</p><p>públicas, envolvendo diversos atores sociais, que podemos definir como os</p><p>interlocutores dos interesses coletivos, considerando sua representatividade e</p><p>legitimidade no processo de participação social, de ocupação de espaços</p><p>democráticos de discussão e efetivação de políticas públicas com efetividade, ou</p><p>6</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p><p>seja, atendimento às necessidades da população e fiscalização permanente da</p><p>aplicação dos recursos públicos.</p><p>O debate contemporâneo nos remete a uma nova discussão, que procurar</p><p>superar ações isoladas da participação social em seus segmentos representativos.</p><p>A discussão sobre a integração entre os conselhos setoriais, tem se mostrado tema</p><p>de bastante interesse entre os conselheiros, com o propósito de desenvolver</p><p>políticas efetivas que respondam às reais demandas da sociedade e o exercício do</p><p>controle social. Prova disso, são as conferências, em que são espaços de caráter</p><p>deliberativo, tendo como proposta o debate e avalição das políticas setoriais,</p><p>também são eleitos os representantes dos usuários, trabalhadores e das entidades,</p><p>que deliberam sobre as diretrizes e prioridades de cada política através do debate</p><p>coletivo.</p><p>Neste sentido, vale de destacar a VII Conferência Nacional de Assistência</p><p>Social, realizada em 2009, que tratou do tema “Participação e Controle Social no</p><p>SUAS”, a relevância do debate sobre a integração dos conselhos setoriais e o</p><p>exercício do controle social, aprovou as seguintes deliberações:</p><p>“. Criar fóruns regionais dos conselhos de assistência social com a</p><p>atribuição de planejar, discutir e compatibilizar as intervenções faze aos</p><p>problemas em comum, e fortalecer o processo de intercâmbio entre os</p><p>conselhos;</p><p>. Aperfeiçoar a interlocução e a emissão de deliberações conjuntas entre os</p><p>conselhos de assistência social e os conselhos de defesa de direitos,</p><p>visando a efetivação do SUAS e do Sistema de Garantia de Direitos”. (MDS,</p><p>2010, p.169)</p><p>Diante disso, as deliberações indicam ser extremamente importante haver o</p><p>processo de ruptura com o conservadorismo e a prática tradicional isolada dos</p><p>conselhos, na perspectiva da construção cidadã e de direitos individuais e coletivos</p><p>que assegurem condições mínimas e emergenciais para não frear o</p><p>desenvolvimento e a permanência do capital em seu controle social.</p><p>Porém essa discussão também já tinha sido pauta em 2001, na III</p><p>Conferência Nacional da Assistência Social, em que foram aprovados importantes</p><p>deliberações sobre a temática:</p><p>. Criar mecanismos que assegurem o fluxo permanente de informações</p><p>entre os conselhos nas três esferas de governo;</p><p>. Implantar uma rede regional articulada de conselhos municipais;</p><p>7</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p><p>. Realizar reuniões entres CNAS, conselhos estaduais, municipais e do</p><p>Distrito Federal ao menos uma vez por ano;</p><p>. Aperfeiçoar relações entre os conselhos e comissões intergestores por</p><p>meio de debates sobre papéis e competências;</p><p>. Estabelecer alianças dos conselhos de assistência social, conselhos de</p><p>direitos, entidades representativas, Ministério Público e Defensoria Pública,</p><p>na busca de garantia dos direitos dos usuários e cumprimento da LOAS”</p><p>(MDS, 2010, p.169).</p><p>Os conselhos se deparam com um grande desafio: o de combater os</p><p>interesses políticos e o de garantir direitos da sociedade. Esta questão é um ponto</p><p>de interrogação constante para todos os conselheiros, que refletem minuciosamente</p><p>sua representatividade e/ou debates nos conselhos, pois sem querer, o mesmo</p><p>acaba por mediar o canal de comunicação entre estes, fato que outorga falhas e</p><p>pouca representatividade coletiva.</p><p>7.3. OBJETIVO(S)</p><p>7.3.1. Objetivo geral: Acompanhar o processo (trâmites) de proposição de um</p><p>assunto/problema em conselho de políticas públicas (Conselho de Assistência</p><p>Social, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Idoso, Conselho da</p><p>Igualdade Racial, etc) e propor uma atividade/ação/metodologia para divulgar de</p><p>forma didática os trabalhos dos conselheiros municipais.</p><p>7.3.2. Objetivos específicos:</p><p>• Estimular alunos da Uningá à participação social;</p><p>• Colaborar com as discussões apresentadas pelos conselhos;</p><p>• Contribuir com o conhecimento dos alunos sobre espaços de mobilização</p><p>social;</p><p>- Identificar os processos e mecanismos de participação e diálogo com a</p><p>sociedade civil dos conselhos;</p><p>8</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p><p>- Compreender as possibilidades e a importância da articulação e integração</p><p>entre os conselhos das políticas públicas.</p><p>7.4. METODOLOGIA</p><p>O projeto será desenvolvido no âmbito de um município escolhido pelo/a aluno/a.</p><p>Deverá ser desenvolvido em etapas:</p><p>Etapa 1 – pode ser em grupo</p><p>Pesquisar no município os conselhos municipais formalizados e selecionar um</p><p>conselho para desenvolver uma atividade colaborativa de divulgação.</p><p>Etapa 2 – pode ser em grupo</p><p>A segunda etapa é entrar em contato com a secretaria executiva do conselho</p><p>selecionado e verificar a agenda de reuniões, deverá se apresentar como aluno de</p><p>Serviço Social da Uningá e que tem como proposta de PIESC – (que é contribuir com</p><p>a comunidade</p><p>com a aplicação do conhecimento acadêmico). O aluno deverá</p><p>participar de no mínimo quatro reuniões ou acompanhar a finalização de um</p><p>assunto/pauta durante o ano no conselho, durante o acompanhamento deste</p><p>assunto o aluno deverá elaborar e propor uma atividade/ação/metodologia para</p><p>divulgar de forma didática os trabalhos dos conselheiros municipais. Exemplo: uso</p><p>de mídias sociais, materiais gráficos, programas rádio, etc.</p><p>É importante que o Presidente ou Secretário Executiva do conselho escolhido</p><p>aprovem sua proposta para o desenvolvimento da atividade através do deferimento</p><p>do protocolo do projeto (proposta) que deverá ser entregue antecipadamente para</p><p>realizar a ação ou projeto. Você poderá utilizar o modelo seguinte de Proposta:</p><p>Modelo de Proposta</p><p>Acadêmico:</p><p>Título do Projeto/Ação/Atividade:</p><p>9</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p><p>Local da Atividade:</p><p>Data da Realização:</p><p>Público Envolvido:</p><p>Objetivo da Ação:</p><p>Metodologia Aplicada para o desenvolvimento da Ação:</p><p>Resultados Esperados:</p><p>Protocolado por: __________________________________(nome do responsável</p><p>por autorizar a atividade – se possível carimbar) Data:_______________________</p><p>3. E, por último, deverá descrever como foi realizada a atividade/ação ou projeto,</p><p>dificuldades encontradas e a descrição sobre a contribuição do Serviço Social neste</p><p>espaço de trabalho, apresentando os resultados alcançados no relatório conforme o</p><p>modelo abaixo.</p><p>Modelo de Relatório</p><p>Acadêmico:</p><p>Título do Projeto/Ação/Atividade:</p><p>Local da Atividade:</p><p>Data da Realização:</p><p>Público Envolvido:</p><p>Objetivo da Ação:</p><p>Metodologia Aplicada para o desenvolvimento da Ação:</p><p>Resultados da Ação:</p><p>Conclusão: (Quais as contribuições da aplicação da atividade para a formação</p><p>acadêmica)</p><p>Fotos das Atividades:</p><p>**** O aluno encaminhará em um arquivo só: A proposta + Relatório – contendo</p><p>fotos! ****</p><p>10</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p><p>Esse trabalho poderá ser desenvolvido em dupla, porém o relatório deve ser</p><p>individual, não será atribuída nota caso tenha um resumo dissertado em</p><p>conjunto com outro discente.</p><p>A nota terá valor 10.</p><p>8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:</p><p>ABREU, Marina Maciel. Serviço Social e a organização da cultura: perfis</p><p>pedagógicos da prática profissional. São Paulo: Cortez, 2002. Cap. IX, p. 169 – 176.</p><p>BRASIL. Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Capacitação</p><p>para controle Social nos Municípios. Brasília, 2010.</p><p>RAICHELIS, Raquel. Esfera pública e conselhos de assistência social: caminhos da</p><p>construção democrática. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.</p><p>WANDERLEY, Luiz Eduardo W. Educação e cidadania. Revista Quadrimestral de</p><p>Serviço Social – Serviço Social e Sociedade, São Paulo, n.62, p. 156 – 167,</p><p>mar.2000.</p><p>9. ENVOLVIDOS NA REALIZAÇÃO:</p><p>9.1. PROPONENTE DO PROJETO</p><p>Nome: Marisa de Almeida</p><p>CPF: 275.192.458-10</p><p>Cargo: Coordenadora do Curso de Serviço Social</p><p>Carga horária dedicada ao Projeto: 1h</p><p>9.2. PARTICIPANTE(S) DOCENTE(S)</p><p>Nome: Valéria Cristina da Costa</p><p>11</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p><p>CPF: 020.238.569-81</p><p>Cargo: Docente do Curso de Serviço Social e idealizadora da proposta original</p><p>Carga horária dedicada ao Projeto:</p><p>9.3. PARTICIPANTES DISCENTES</p><p>A lista dos discentes será encaminhada no relatório final com presença nota</p><p>para controle da diretoria.</p><p>10. LOCAL, DATA E ASSINATURA DO PROPONENTE</p><p>Maringá, 20 de Dezembro de 2023.</p><p>____________________________________</p><p>Marisa de Almeida</p><p>Coordenadora do Curso de Serviço Social EAD</p><p>12</p><p>UNINGÁ - Centro Universitário Ingá – Credenciado pela Portaria 776/2016 - MEC</p><p>Rodovia PR 317 | 6114 | Parque Industrial 200 | CEP 87035-510 | Maringá – PR | Fone/Fax: 44-3033-5009</p><p>www.uninga.br</p>

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