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<p>1</p><p>6) REFERÊNCIAS</p><p>[1] CAREY, F. A.; Química Orgânica, 7ª ed., vol. 1 e 2, AMGH</p><p>Editora Ltda, Porto Alegre, 2011.</p><p>Química Orgânica II – FM 141 – 2024/1 - Prof.: Daniel Vieira – daniel.vieira@ifrj.edu.br</p><p>RELATÓRIO DE PRÁTICA: OBTENÇÃO DO CLORETO DE TERC-BUTILA</p><p>(2-CLORO-2-METILPROPANO)</p><p>1) INTRODUÇÃO</p><p>A síntese orgânica envolve a combinação de</p><p>elementos para formar novos compostos, essencial</p><p>para a produção de moléculas de interesse. Um</p><p>exemplo comum é a obtenção do cloreto de terc-butila</p><p>(C₄H₉Cl) por meio da reação de um álcool com um</p><p>haleto de hidrogênio, especificamente o terc-butanol</p><p>(C₄H₁₀O) reagindo com ácido clorídrico concentrado</p><p>(HCl 37%), resultando em uma substituição</p><p>nucleofílica de primeira ordem (Sₙ1).Nesse processo,</p><p>o grupo hidroxila (-OH) do álcool é substituído por um</p><p>átomo de cloro (Cl⁻), passando por duas etapas</p><p>principais: a formação de um carbocátion</p><p>intermediário, estabilizado pela estrutura terciária do</p><p>terc-butilo, e a subsequente adição do íon cloreto. O</p><p>cloreto de terc-butila, um composto orgânico incolor e</p><p>moderadamente solúvel em água, é um produto</p><p>amplamente utilizado como intermediário em diversas</p><p>reações químicas. [1]</p><p>Grupo: Ana Beatriz Martins, André Cardoso, Giovanna Pereira e Maria Fernanda Lima</p><p>2) OBJETIVO</p><p>O objetivo deste experimento é através de habilidades</p><p>e métodos em laboratório, obter uma substância</p><p>utilizada como intermediário químico, nesse caso, o</p><p>cloreto de terc-butila (2-cloro-2-metilpropano).</p><p>rica em elétrons). A reação na segunda etapa de</p><p>transição teve a entrada do nucleófilo na molécula,</p><p>isso porque a água é considerada uma base fraca e</p><p>por conta disso o carbono sp3 quebra sua ligação</p><p>com a molécula de água e fica com a carga positiva.</p><p>O Cl- que veio da quebra do HCl se liga ao</p><p>carbocátion gerando o produto cloreto de terc-butila.</p><p>Em seguida foi promovido o repouso o que permitiu a</p><p>separação das duas fases F.A e F.O (fase aquosa e</p><p>fase orgânica), a visualização dessas duas fases se</p><p>tornou possível, pois o cloreto de terc-butila</p><p>apresentou uma aparência levemente turva e ficou em</p><p>cima por ter a menor densidade. Para a purificação do</p><p>produto obtido foi realizado a lavagem com água 2</p><p>vezes para que tudo que fosse solúvel se juntasse a</p><p>fase aquosa, e a lavagem com o bicarbonato de sódio</p><p>para neutralizar qualquer resquício de ácido que</p><p>houvesse. Após a purificação houve o recolhimento</p><p>da fase orgânica para a filtragem, em seguida</p><p>adicionou-se ao béquer o produto filtrado e para</p><p>retirar qualquer resquício de água incorporou-se um</p><p>agente secante (sulfato de sódio anidro) que retirou</p><p>todo o resquício de água presente. O volume medido</p><p>desse produto foi 2,2mL. (cálculo do rendimento na</p><p>folha a seguir).</p><p>5) CONCLUSÃO</p><p>Neste experimento foi-se obtido 2,2 ml da substancia</p><p>denominada Cloreto de Terc butila, tendo assim um</p><p>rendimento igual a 31,74%. Este resultado se</p><p>aproxima do rendimento médio geral que é 33,44%.</p><p>Sabendo que neste experimento qualquer perda</p><p>mínima da amostra utilizada influencia diretamente no</p><p>resultado de rendimento, pode-se concluir que o</p><p>resultado se adequou bem à média, mas poderia ter</p><p>sido melhor, caso não houvesse muita perda da</p><p>amostra.</p><p>3) METODOLOGIA</p><p>Vide roteiro da prática.</p><p>4) RESULTADOS & DISCUSSÃO</p><p>A prática que teve como objetivo a obtenção do</p><p>cloreto de terc-butila, através da reação de</p><p>substituição nucleofílica (SN1) se iniciou com a adição</p><p>dos reagentes no Erlenmeyer, com isso o terc-butanol</p><p>ao reagir com o ácido clorídrico, recebeu um próton,</p><p>gerando a protonação que resultou em um íon e o Cl-</p><p>(nucleófilo) disposto no meio. O íon formado é</p><p>consequência da transferência de um próton para o</p><p>álcool. Após a primeira etapa, a reação entra na sua</p><p>primeira etapa de transição, o íon se dissocia em uma</p><p>molécula de água formando um carbocátion (espécie</p><p>mailto:daniel.vieira@ifrj.edu.br</p>