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<p>O QUE É ENVELHECIMENTO?</p><p>QUAL A DIFERENÇA ENTRE</p><p>SENESCÊNCIA E SENILIDADE?</p><p>ASPECTOS</p><p>BIOLÓGICOS E</p><p>FISIOLOGIA DO</p><p>ENVELHECIMENTO</p><p>VINHETA DE ABERTURA</p><p>VINHETA DE ABERTURA</p><p>੦ o envelhecimento é um processo que evidencia a</p><p>diminuição e dificuldade de adaptação do</p><p>organismo desde do âmbito genético e celular</p><p>até no âmbito ambiental</p><p>੦ 202 milhões de idosos em 1950</p><p>੦ 500 milhões de idosos em 2000, 8% da</p><p>população mundial</p><p>੦ 1,1 bilhão de idosos em 2020 (10% da população</p><p>mundial)</p><p>੦ expectativa em 2030 é 1 bilhão de idosos</p><p>੦ 2 bilhões de idosos em 2050</p><p>੦ 3,1 bilhões de idosos em 2100</p><p>#CAI NA PROVA</p><p>੦ idoso é todo o habitante com idade igual ou maior que 60 anos</p><p>nos países em desenvolvimento ou igual ou maior 65 anos nos</p><p>países desenvolvidos</p><p>੦ senescência: envelhecimento saudável</p><p>੦ senilidade: envelhecimento com morbidades</p><p>QUAL A DIFERENÇA ENTRE SENESCÊNCIA</p><p>E SENILIDADE?</p><p>੦ um país é considerado jovem quando sua</p><p>população tem menos de 7% de idosos acima de</p><p>65 anos</p><p>੦ o país é considerado envelhecido com a</p><p>população idosa acima de 14%</p><p>੦ em 2020, o número de pessoas com 60 anos ou mais</p><p>ultrapassou as crianças com menos de 5 anos</p><p>੦ a França era considerada um país jovem em 1865</p><p>e somente após 115 anos em 1980 foi</p><p>considerada envelhecida. Na Suécia, processo de</p><p>envelhecimento levou 85 anos</p><p>੦ no Brasil, em 1950 estimavam-se 4,5% da população idosa</p><p>੦ em 2017, a população brasileira superou a marca dos 30,2</p><p>milhões</p><p>੦ em 2018, pelo IBGE, 13 % da população acima dos 60 anos</p><p>੦ em 2060, 58 milhões (25,6 %) terão acima de 65 anos</p><p>(IBGE,2018)</p><p>੦ transição demográfica</p><p>• é o conjunto de modificações do tamanho e</p><p>estrutura etária da população</p><p>੦ a transição demográfica pode ser sintetizada em</p><p>três fases:</p><p>1. alta mortalidade infantil e alta fecundidade</p><p>2. queda da mortalidade infantil e aumento</p><p>populacional</p><p>3. queda de fecundidade e envelhecimento</p><p>PIRÂMIDE ETÁRIA RELATIVA (%) –</p><p>BRASIL, ANGOLA E JAPÃO - 2013</p><p>#IMPORTANTE</p><p>੦ transição epidemiológica</p><p>• é a mudança dos padrões de morbidade, invalidez e</p><p>mortalidade na população ao mesmo tempo que</p><p>ocorrem transformações demográficas e sociais</p><p>1. Substituição de doenças transmissíveis por não</p><p>transmissíveis</p><p>2. Deslocamento da carga de morbidade dos mais</p><p>jovens para os idosos</p><p>QUAL A DIFEREÇA ENTRE TRANSIÇÃO</p><p>DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA?</p><p>BASE GENÉTICA E</p><p>MOLECULAR</p><p>DO SENESCÊNCIA</p><p>POR QUE ENVELHECEMOS?</p><p>Teoria sistêmica</p><p>ou programada</p><p>Envelhecimento</p><p>Teoria estocástica</p><p>Envelhecimento segue uma</p><p>agenda biológica, talvez,</p><p>uma continuação do que</p><p>regula o desenvolvimento e</p><p>crescimento da infância até o</p><p>envelhecimento – “um</p><p>relógio biológico”</p><p>Enfatiza que as agressões</p><p>ambientais induzem danos</p><p>acumulativos em vários</p><p>níveis celulares, como a</p><p>causa do envelhecimento</p><p>Longevidade</p><p>Programada</p><p>Teoria sistêmica</p><p>ou programada</p><p>Endócrina e</p><p>Imunológica</p><p>Metabólica</p><p>Teoria do Uso e</p><p>Desgaste</p><p>Teoria estocástica</p><p>Teoria do dano</p><p>ao DNA</p><p>Teoria do</p><p>Encurtamento do</p><p>Telômero</p><p>Teoria dos</p><p>Radicais Livres</p><p>Teoria das</p><p>Modificações</p><p>Proteicas</p><p>CÉLULA ENVELHECIMENTO</p><p>Acúmulo de Metabólitos</p><p>Tóxicos (ROS)</p><p>DNA Danificado –</p><p>Encurtamento do Telômero</p><p>Alterações</p><p>Epigenéticas</p><p>Agregação</p><p>de Proteínas</p><p>Disfunção</p><p>Mitocondrial</p><p>Senescência</p><p>Exaustão da</p><p>Célula</p><p>Incapacidade</p><p>Regeneração</p><p>Apoptose</p><p>Interações</p><p>Adversas</p><p>Exaustão</p><p>das Células</p><p>de Apoio</p><p>Inflamação</p><p>Crônica</p><p>ROS</p><p>Auto-reparo</p><p>LimitadoROS ROS</p><p>Existem 5 fatores contribuintes ao envelhecimento individual: genes, nutrição,</p><p>estilo de vida, ambiente e acaso</p><p>Jorge</p><p>"Como o conhecimento sobre as</p><p>particularidades do envelhecimento impacta</p><p>as condutas clínicas desde a prevenção,</p><p>diagnóstico e prescrição médica?"</p><p>PRINCIPAIS</p><p>MUDANÇAS</p><p>FISIOLÓGICAS NO</p><p>IDOSO</p><p>ACÚMULO DE GORDURA NA CINTURA PÉLVICA</p><p>VISÃO</p><p>੦ flacidez da pálpebra superior</p><p>੦ flacidez da pálpebra inferior</p><p>੦ atrofia da aponeurose do musculo levantador</p><p>da pálpebra</p><p>VISÃO</p><p>ARCO SENIL</p><p>੦ 60% das pessoas acima de 60 anos e em quase</p><p>todos os indivíduos maiores de 80 anos</p><p>੦ acúmulo de células de gordura na periferia da</p><p>córnea</p><p>AUDIÇÃO</p><p>੦ a presbiacusia é uma alteração da senescência da acuidade</p><p>auditiva</p><p>੦ caracteriza-se por uma perda auditiva neurossensorial,</p><p>bilateral e simétrica com importante comprometimento</p><p>das altas frequências (sons agudos)</p><p>Rolha de</p><p>cerume</p><p>PELE</p><p>੦ seca</p><p>੦ diminuição das glândulas sebáceas</p><p>੦ redução das glândulas sudoríparas</p><p>੦ termorregulação prejudicada: menor vascularização = ></p><p>palidez, diminuição da temperatura e aumenta a</p><p>frequência de dermatite</p><p>PELE</p><p>੦ diminuição de 8 a 20% dos melanócitos após os 30 anos de</p><p>idade</p><p>੦ na derme, menor número de fibras elásticas e de</p><p>colágenos</p><p>#PEGADINHA</p><p>POR QUE O IDOSO É MAIS SUSCETÍVEL</p><p>AO CÂNCER DE PELE?</p><p>PELE</p><p>੦ diminuição das células de Langerhans</p><p>੦ redução da reposição das células epiteliais</p><p>੦ mais suscetível à exposição dos raios UV</p><p>MÚSCULO</p><p>੦ massa muscular diminui 50% entre 20 a 90 anos</p><p>੦ 15% por década a partir dos 50 anos</p><p>੦ 30% por década aos 70 anos</p><p>੦ 50% por década aos 80 anos</p><p>MÚSCULO</p><p>੦ alteração na resistência à insulina</p><p>੦ prevalece estado pró‐inflamatório citocinas (IL‐6</p><p>e PCR)</p><p>੦ risco de sarcopenia e instabilidade postural</p><p>੦ perda pronunciada de fibras tipo II (contração</p><p>rápida)</p><p>OSSO</p><p>੦ osso: um tecido dinâmico</p><p>੦ funções da remodelação:</p><p>• reparar microlesões</p><p>• manter resistência</p><p>• manutenção da calcemia</p><p>OSSO</p><p>੦ com a idade a reabsorção é maior que a formação</p><p>੦ saldo negativo – perda óssea</p><p>UPDATE</p><p>੦ 54% das mulheres brancas dos EUA têm</p><p>osteopenia e 30% têm osteoporose</p><p>੦ 2 em cada 5 mulheres e 1 em cada 8 homens</p><p>sofreram fratura OP até o final da vida</p><p>੦ 20% das mulheres morrem após 03 meses de</p><p>fratura de colo de fêmur</p><p>੦ 40% dos homens morrem após 03 meses de</p><p>fratura de colo de fêmur</p><p>੦ 50% dos sobreviventes de fratura de fêmur ficam</p><p>dependentes para AVD</p><p>੦ 50% das fraturas de vertebras são assintomáticas</p><p>OSSO</p><p>SISTEMA NERVOSO</p><p>IDOSO – MUDANÇAS FARMACODINÂMICAS</p><p>Atrofia maior</p><p>no lobo</p><p>frontal e</p><p>temporal</p><p>Sustância</p><p>branca ></p><p>substância</p><p>cinzenta</p><p>Diminuição de</p><p>15 a 20% do</p><p>fluxo cerebral</p><p>Perda 2 a 3%</p><p>de volume</p><p>cerebral por</p><p>década</p><p>Redução do</p><p>peso (10%)</p><p>IDOSO – MUDANÇAS FARMACODINÂMICAS</p><p>Comprometimento</p><p>da neurotransmissão</p><p>dopaminérgica e</p><p>colinérgica</p><p>Acumulo de placas</p><p>beta-amiloide e</p><p>emaranhados</p><p>neurofibrilares</p><p>Alteração dos</p><p>receptores GABA</p><p>#IMPORTANTE</p><p>QUAIS AS ALTERAÇÕES DO SONO NO IDOSO?</p><p>CICLO DO SONO</p><p>NREM</p><p>REM</p><p>VIGÍLIA</p><p>CICLO DO SONO</p><p>NO ENVELHECIMENTO:</p><p>੦ redução do período de sono para 4 a 6 horas em</p><p>média</p><p>੦ aumento da latência para iniciar o sono</p><p>੦ sono NREM predomínio nas fases 1 e 2, ou seja,</p><p>sono mais superficial com ausência dos estágios</p><p>mais profundos do tipo 3</p><p>੦ sono REM mais curto e maior frequência de</p><p>apneias noturnas</p><p>SISTEMA NEVORSO</p><p>COGNIÇÃO:</p><p>੦ a memória processual e semântica são as mais preservadas</p><p>no envelhecimento</p><p>੦ memória de trabalho e função executiva são afetadas</p><p>principalmente após os 70 anos</p><p>੦ a tenacidade diminui</p><p>੦ porém, no envelhecimento saudável, há compensação</p><p>devido sua plasticidade</p><p>SISTEMA CARDIOVASCULAR</p><p>Rigidez dos</p><p>vasos</p><p>sanguíneos</p><p>Sobrecarga</p><p>Hipertensão</p><p>sistólica</p><p>Hipertrofia</p><p>Fibrose do miocárdio</p><p>SISTEMA CARDIOVASCULAR</p><p>੦ débito cardíaco:</p><p>• não há alteração do débito cardíaco ou da</p><p>frequência cardíaca em repouso</p><p>੦ frequência cardíaca:</p><p>• não há alteração da frequência cardíaca em</p><p>repouso</p><p>• hiporresponsividade beta-adrenérgica</p><p>• redução da função máxima durante exercício</p><p>• reduz a vasodilatação βeta-adrenérgica periférica</p><p>੦ vol. ejeção do VE</p><p>• não há alteração do volume de ejeção em</p><p>repouso</p><p>• contração prolongada</p><p>SISTEMA CARDIOVASCULAR</p><p>੦ alterações no mecanismo de controle rápido da pressão</p><p>arterial – barorreceptores</p><p>੦ diminuição das células do nó sinoatrial das fibras de</p><p>bifurcação dos feixes de His</p><p>੦ há depósito mieloide</p><p>no miocárdio com o passar da idade</p><p>e, em pacientes acima de 70 anos, pode chegar a 80% de</p><p>prevalência => risco maior de ICC</p><p>#IMPORTANTE</p><p>QUAIS AS MUDANÇAS NO SISTEMA</p><p>RESPIRATÓRIO DO IDOSO?</p><p>SISTEMA RESPIRATÓRIO</p><p>੦ perda da elasticidade pulmonar</p><p>੦ enrijecimento da caixa torácica</p><p>੦ enfraquecimento do diafragma</p><p>੦ redução da força muscular e menor capacidade</p><p>de sustentar um trabalho</p><p>SISTEMA RESPIRATÓRIO</p><p>੦ a capacidade vital chega a diminuir 75% entre a</p><p>2ª e a 7ª décadas de vida</p><p>੦ e o volume residual aumenta cerca de 50%</p><p>੦ o fluxo expiratório máximo (peak flow) tende a</p><p>diminuir com a idade, e o VEF1 (volume</p><p>expiratório forçado no 1º segundo) reduz de 20 a</p><p>29 ml por ano na velhice</p><p>੦ aumento de espaço morto pulmonar</p><p>੦ no idoso há menor taxa de troca de O2 nos</p><p>alvéolos pulmonares e diminuição na saturação</p><p>de O2 no sangue</p><p>SISTEMA DIGESTIVO</p><p>MUCOSA ORAL</p><p>੦ lisa, seca e fina</p><p>੦ perda da papilas gustativas</p><p>੦ sensação de queimação da língua: deficiência de</p><p>ferro e vitamina B; candidíase, neoplasia</p><p>SISTEMA DIGESTIVO</p><p>GLÂNDULAS SALIVARES</p><p>੦ menor secreção de saliva, mas não sofrem</p><p>alteração na função</p><p>Gl. parótida</p><p>Gl. submaxilar</p><p>Gl. sublingual</p><p>SISTEMA DIGESTIVO</p><p>ESÔFAGO</p><p>੦ alterações de motilidade, aperistalse, distúrbios funcionais</p><p>do esfíncter inferior e contrações não propulsivas</p><p>੦ há presença de refluxo na mesma proporção que em</p><p>jovens, porém o conteúdo ácido permanece no esôfago do</p><p>idoso por mais tempo</p><p>SISTEMA DIGESTIVO</p><p>ESTÔMAGO</p><p>੦ diminuição das células parietais</p><p>੦ diminuição do ácido clorídrico, pepsina e gastrina</p><p>੦ gastroparesia</p><p>੦ diminuição da prostaglandina</p><p>੦ fator intrínseco</p><p>SISTEMA DIGESTIVO</p><p>INTESTINO DELGADO</p><p>੦ atrofia da mucosa intestinal de camada única de</p><p>epitélio colunar</p><p>੦ diminuição de absorção de cálcio</p><p>• 25% a menos acima dos 75 anos</p><p>SISTEMA DIGESTIVO</p><p>INTESTINO GROSSO</p><p>੦ atrofia da mucosa</p><p>੦ anomalias estruturas das glândulas da mucosa</p><p>੦ hipertrofia da camada muscular da mucosa</p><p>੦ hipotrofia da camada muscular externa</p><p>੦ divertículos</p><p>TOQUE RETAL</p><p>Fecaloma</p><p>#CAI NA PROVA</p><p>A DOSAGEM DA CREATININA É UM</p><p>PARÂMETRO DE AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO</p><p>RENAL NO IDOSO?</p><p>EXCREÇÃO/ SISTEMA URINÁRIO</p><p>੦ a partir dos 30 a 40 anos, perda</p><p>da taxa de filtração glomerular</p><p>de 8 mL/min/1.73m2 por</p><p>década</p><p>੦ diminuição de 20 a 30 % dos</p><p>glomérulos</p><p>੦ diminuição de 10% do fluxo</p><p>sanguíneo renal</p><p>੦ um terço dos idosos mantem</p><p>função renal acima de</p><p>60ml/min/1.73m2</p><p>EXCREÇÃO</p><p>੦ diminuição na capacidade de concentração renal</p><p>• ideal de 2,5 a 3 litros por dia de água</p><p>੦ diminuição de conservação do sódio: alterações</p><p>nos receptores do ADH e diminuição na</p><p>produção e na excreção do ADH</p><p>੦ diminuição da hidroxilação da vitamina D3</p><p>੦ diminuição da regulação do sistema renina-</p><p>angiotensina</p><p>EXCREÇÃO</p><p>੦ desidratação</p><p>੦ hipotensão ortostática</p><p>੦ hiponatremia</p><p>੦ hiperpotassemia</p><p>੦ distúrbios hidroeletrolíticos</p><p>EXCREÇÃO</p><p>੦ a função renal em idosos não é uma medida</p><p>precisa via dosagem de creatinina</p><p>੦ a creatinina é uma proteína muscular</p><p>EXCREÇÃO</p><p>੦ CKD‐EPI (chronic kidney disease epidemiology</p><p>collaboration), mais utilizada pelos os</p><p>nefrologistas</p><p>੦ MDRD (modification of diet in renal disease)</p><p>੦ Cockroft-Gault</p><p>EXCREÇÃO</p><p>੦ o músculo detrusor encontra-se hiperativo na</p><p>maioria dos pacientes</p><p>#IMPORTANTE</p><p>O QUE ACONTECE NO SISTEMA</p><p>ENDÓCRINO NO IDOSO?</p><p>SISTEMA ENDÓCRINO</p><p>੦ há redução de T4, aumento de</p><p>hormônio tireoestimulante e</p><p>redução da conversão de T4 em</p><p>T3</p><p>੦ o PTH pode estar mais elevado,</p><p>facilitando a perda óssea. Além</p><p>disso, ocorre diminuição da</p><p>calcitonina</p><p>੦ ocorre ainda aumento da glicemia</p><p>de jejum relacionado à idade</p><p>(1mg/dL/década), e a glicemia</p><p>pós-prandial é mais elevada, e a</p><p>redução, mais demorada.</p><p>SISTEMA ENDÓCRINO</p><p>੦ no idoso, há tendência a diminuição de</p><p>testosterona: diminuição da libido, perda de</p><p>massa óssea e muscular, desânimo, anedonia</p><p>੦ na idosa, as consequências a longo prazo da</p><p>queda do estrogênio após a menopausa são mais</p><p>evidentes: aumento de LDL e queda de HDL,</p><p>perda de massa óssea, atrofia urogenital e</p><p>diminuição da libido</p><p>O QUE É ENVELHECIMENTO?</p><p>QUAL A DIFERENÇA ENTRE</p><p>SENESCÊNCIA E SENILIDADE?</p><p>REFERÊNCIAS E CITAÇÕES</p><p>੦ Disponível em: https://www.un.org/en/desa/world-population-prospects-2019-</p><p>highlights. Acesso em 01 jun 2021.</p><p>੦ SHI, Shaonjun; KLOTZ, Ulrich. Current Drug Metabolism, v. 12, n.7. 2011.</p>