Prévia do material em texto
<p>ESCOLA BÍBLICA</p><p>Ester 1.1-9</p><p>Leitura Bíblica</p><p>1 - E sucedeu, nos dias de</p><p>Assuero (este é aquele Assuero</p><p>que reinou, desde a Índia até à</p><p>Etiópia, sobre cento e vinte e</p><p>sete províncías);</p><p>Ester 1.1-9</p><p>Leitura Bíblica</p><p>2 - naqueles dias,</p><p>assentando-se o rei Assuero</p><p>sobre o trono do seu reino,</p><p>que está na fortaleza de</p><p>Susã,</p><p>Ester 1.1-9</p><p>Leitura Bíblica</p><p>3 - no terceiro ano de seu reinado,</p><p>fez um convite a todos os seus</p><p>príncipes e seus servos (o poder</p><p>da Pérsia e Média e os maiores</p><p>senhores das províncias estavam</p><p>perante ele),</p><p>Ester 1.1-9</p><p>Leitura Bíblica</p><p>4 - para mostrar as riquezas da</p><p>glória do seu reino e o</p><p>esplendor da sua excelente</p><p>grandeza, por muitos dias, a</p><p>saber, cento e oitenta dias.</p><p>Ester 1.1-9</p><p>Leitura Bíblica</p><p>5 - E, acabados aqueles dias, fez o</p><p>rei um convite a todo o povo que</p><p>se achou na fortaleza de Susã,</p><p>desde o maior até ao menor, por</p><p>sete dias, no pátio do jardim do</p><p>palácio real.</p><p>Ester 1.1-9</p><p>Leitura Bíblica</p><p>6 - As tapeçarias eram de pano branco,</p><p>verde e azul celeste, pendentes de</p><p>cordões de linho fino e púrpura, e argolas</p><p>de prata, e colunas de mármore; os leitos</p><p>eram de ouro e de prata, sobre um</p><p>pavimento de pórfiro, e de mármore, e de</p><p>alabastro, e de pedras preciosas.</p><p>Ester 1.1-9</p><p>Leitura Bíblica</p><p>7 - E dava-se de beber em</p><p>vasos de ouro, e os vasos eram</p><p>diferentes uns dos outros e</p><p>havia muito vinho real,</p><p>segundo o estado do rei.</p><p>Ester 1.1-9</p><p>Leitura Bíblica</p><p>8 - E o beber era, por lei, feito sem</p><p>que ninguém forçasse a outro; porque</p><p>assim o tinha ordenado o rei</p><p>expressamente a todos os grandes da</p><p>sua casa que fizessem conforme a</p><p>vontade de cada um.</p><p>Ester 1.1-9</p><p>Leitura Bíblica</p><p>9 - Também a rainha Vasti</p><p>fez um banquete para as</p><p>mulheres da casa real do</p><p>rei Assuero.</p><p>"Porque, se de todo te calares</p><p>neste tempo, socorro e livramento</p><p>doutra parte virá para os judeus,</p><p>mas tu e a casa de teu pai</p><p>perecereis; e quem sabe para tal</p><p>tempo como este chegaste a este</p><p>reino?"</p><p>TEXTO ÁUREO</p><p>Ester 4.14</p><p>EXPLICANDO O TEXTO ÁUREO</p><p>Mardoqueu lembra a Ester</p><p>que, se ela permanecer em</p><p>silêncio, a salvação dos</p><p>judeus pode vir de outra</p><p>fonte, mas ela e sua família</p><p>perecerão.</p><p>EXPLICANDO O TEXTO ÁUREO</p><p>Ele sugere que talvez Ester tenha</p><p>se tornado rainha precisamente</p><p>para um momento como este,</p><p>insinuando que sua posição e</p><p>influência podem ser parte de</p><p>um plano maior para salvar seu</p><p>povo.</p><p>EXPLICANDO O TEXTO ÁUREO</p><p>Não há dúvida de que Mardoqueu</p><p>pensava nas promessas que Deus</p><p>fizera a Israel e nos muitos</p><p>livramentos que Ele lhe</p><p>concedera no passado; no entanto,</p><p>ao que parece, esforça-se por evitar</p><p>mencioná-lo por nome.</p><p>A perfeita vontade de</p><p>Deus é nos guiar por</p><p>caminhos que levem ao</p><p>cumprimento de seus</p><p>eternos propósitos.</p><p>VERDADE PRÁTICA</p><p>EXPLICANDO A VERDADE PRÁTICA</p><p>“... para que experimenteis qual</p><p>seja a boa, agradável e perfeita</p><p>vontade de Deus.” Rm 12.2</p><p>Deus tem sempre o melhor para</p><p>cada um de seus filhos, muito</p><p>embora às vezes as circunstâncias</p><p>nos pareça o contrário.</p><p>EXPLICANDO A VERDADE PRÁTICA</p><p>Às vezes não entendemos os planos de</p><p>deus mais ele nos garante que “...os meus</p><p>pensamentos não são os vossos</p><p>pensamentos, nem os vossos caminhos os</p><p>meus caminhos, diz o Senhor”.</p><p>E apesar de toda e qualquer</p><p>circunstâncias, os seus propósitos hão</p><p>de ser cumpridos.</p><p>Também conhecida como</p><p>Hadassa (“murta”), era uma</p><p>jovem judia, da tribo de</p><p>Benjamim, cujos pais morreram</p><p>na época do exílio babilônico.</p><p>ESTER</p><p>PALAVRA</p><p>CHAVE</p><p>Foi renomeada Ester (“uma</p><p>estrela”).</p><p>Um nome provavelmente escolhido</p><p>como um reconhecimento de sua</p><p>beleza, após tornar-se rainha.</p><p>ESTER</p><p>PALAVRA</p><p>CHAVE</p><p>Estava entre os judeus que habitavam na</p><p>fortaleza de Susã, sob o reinado de Assuero</p><p>(Xerxes).</p><p>A vida de Ester mudou quando a rainha</p><p>recusou-se a mostrar sua beleza durante um</p><p>banquete oferecido pelo rei.</p><p>ESTER</p><p>PALAVRA</p><p>CHAVE</p><p>A ação do livro de</p><p>Ester decorre no</p><p>Palácio de Susã (ou</p><p>Susa), em Elão, uma</p><p>das três capitais do</p><p>império persa.</p><p>O LIVRO DE ESTER</p><p>Como os livros de Daniel, Esdras e</p><p>Neemias, dá-nos uma breve visão</p><p>dos judeus em Babilônia conforme</p><p>vistos por alguém que gozava de</p><p>autoridade na corte real e que estava</p><p>familiarizado com as suas</p><p>convenções e hábitos.</p><p>O LIVRO DE ESTER</p><p>É agora evidente que este</p><p>cuidado em evitar qualquer</p><p>referência explícita à religião é</p><p>deliberada.</p><p>A melhor explicação é que talvez</p><p>o livro tivesse sido escrito numa</p><p>época em que era extremamente</p><p>perigoso confessar abertamente a</p><p>adoração de Jeová.</p><p>O LIVRO DE ESTER</p><p>A partir desta lição,</p><p>estudaremos o Livro de</p><p>Ester. Veremos como o</p><p>livro está organizado, a</p><p>categoria a que</p><p>pertence, características</p><p>literárias, autoria e data.</p><p>O livro de Ester, tem como característica</p><p>singular, e sempre destacada, a completa</p><p>ausência do nome de Deus.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Nem por isso o agir</p><p>divino deixa de estar</p><p>patente no livro.</p><p>Ester não contém alusões diretas</p><p>ao Deus da providência, mas nos</p><p>apresenta uma história cujo roteiro</p><p>é, por inteiro, uma manifestação</p><p>da providência de Deus.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Em todo o livro palpita um</p><p>patriotismo férvido e, no</p><p>entanto, não há uma única</p><p>referência ao Deus de Israel.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Descreve ele situações de perigo,</p><p>aflição e desespero, mas em todo este</p><p>quadro bem vívido não ocorrem</p><p>quaisquer orações ou súplicas</p><p>ardentes da parte do povo naquela</p><p>fase de terrível provação.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>O historiador grego Heródoto afirma</p><p>que os persas bebiam enquanto</p><p>deliberavam sobre assuntos de Estado,</p><p>crendo que a embriagues os deixava</p><p>mais próximos do mundo espiritual</p><p>(1.10-12).</p><p>Você Sabia?</p><p>Da mesma forma</p><p>que Rute, Ester</p><p>pertence aos</p><p>Escritos, os onze</p><p>livros que compõem</p><p>a terceira seção da</p><p>Bíblia Hebraica.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>t. A categorização de Ester.</p><p>E nesta seção - também ao lado</p><p>de Rute -, integra os Megillot,</p><p>os cinco livros curtos lidos</p><p>anualmente nas festas judaicas.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>t. A categorização de Ester.</p><p>As categorizações de Rute e Ester</p><p>também são semelhantes na Bíblia</p><p>Cristã, na qual figuram entre os</p><p>livros históricos.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>t. A categorização de Ester.</p><p>Josefo, na afirmação mais antiga que temos acerca</p><p>do cânon judaico (Contra Apion de Alexandria,</p><p>1.8), coloca Ester entre os livros canônicos.</p><p>Não ocorre em várias das primitivas listas cristãs</p><p>de livros do Velho Testamento, possivelmente por</p><p>ser considerado parte de Esdras.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>t. A categorização de Ester.</p><p>Dentre suas</p><p>características</p><p>literárias</p><p>destaca-se sua</p><p>objetiva</p><p>historicidade.</p><p>2. Características literárias.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>O estilo narrativo é menos</p><p>dialógico que o de Rute.</p><p>O texto é mais do narrador que dos</p><p>personagens.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>2. Características literárias.</p><p>Ester é, portanto, o único livro da</p><p>Bíblia do período pós-exílico cujo</p><p>cenário da narrativa dá-se</p><p>inteiramente em terras do cativeiro</p><p>babilônico.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>2. Características literárias.</p><p>Ester registra fatos ocorridos ao longo de 10</p><p>anos (483–473 a.C.), durante o reinado de</p><p>Assuero (Xerxes).</p><p>A história de Ester está situada</p><p>cronologicamente entre os capítulos 6 e 7 de</p><p>Esdras.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>2. Características literárias.</p><p>O autor de</p><p>Ester é</p><p>desconhecido.</p><p>3. Autoria e data.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>Muitos estudiosos consideram que o livro</p><p>foi escrito por um judeu que viveu na</p><p>Pérsia, pelo fato de o autor demonstrar</p><p>amplo conhecimento da cidade de Susã e</p><p>de sua estrutura, e de importantes</p><p>documentos do Império Persa.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>3. Autoria e data.</p><p>Considerando essa possível autoria</p><p>e algumas evidências internas, acredita-se</p><p>que o livro seja datado ainda do século V</p><p>a.C. (por volta de 460 a.C.), logo após a</p><p>morte de Assuero, ocorrida em 465 a.C.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>3. Autoria e data.</p><p>Santo Agostinho era de parecer que fora</p><p>escrito por Esdras e o Talmude atribui a sua</p><p>autoria à Grande Sinagoga, da qual Esdras era</p><p>presidente.</p><p>Clemente de Alexandria e muitos outros</p><p>inclinavam-se a crer que o autor fosse</p><p>Mardoqueu.</p><p>I - A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO</p><p>3. Autoria e data.</p><p>Conforme</p><p>Jeremias havia</p><p>profetizado, o</p><p>exílio na</p><p>Babilônia duraria</p><p>70 anos</p><p>(Jr 25.11; 29.10- 14).</p><p>II - O CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>1. O povo hebreu no exílio.</p><p>Em 722 a.C. houve a queda do Reino do</p><p>Norte sob os assírios (2 Rs 17.6).</p><p>Pouco mais de 100 anos depois, Judá, o</p><p>Reino do Sul, foi levado para o Cativeiro</p><p>Babilônico em três levas: 605, 597 e 586 a.C.</p><p>II - O CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>1. O povo hebreu no exílio.</p><p>Eugene H. Merrill (2001, p. 497, 498) enfatiza o terrível significado espiritual</p><p>do exílio:</p><p>A tragédia do exílio não pode ser interpretada como</p><p>apenas a deportação de um povo para outra terra, ou a</p><p>destruição de uma cidade e seu santuário central. Na</p><p>verdade, Deus havia se retirado do meio de seu povo,</p><p>uma ausência simbolizada por uma das visões de</p><p>Ezequiel, na qual a Shekinah movia-se do templo para o</p><p>monte das Oliveiras (Ez 11.23).</p><p>II - O CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>1. O povo hebreu no exílio.</p><p>Ao mesmo tempo em</p><p>que julgava Judá por</p><p>sua idolatria, o Deus</p><p>Eterno, Juiz de toda a</p><p>terra, exercia seu</p><p>justo juízo sobre a</p><p>Babilônia, por sua</p><p>iniquidade (Jr 25.12).</p><p>2. O fim do exílio.</p><p>II - O CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>Em 539 a.C. Ciro venceu os babilônios e</p><p>anexou seu território ao Império Persa.</p><p>Logo no primeiro ano de reinado, “despertou o</p><p>Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia” e o</p><p>fez decretar o retorno do povo judeu para</p><p>Jerusalém (Ed 1.1-3).</p><p>II - O CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>2. O fim do exílio.</p><p>O ensino bíblico a respeito de nosso</p><p>relacionamento com as estruturas de poder</p><p>terreno é sempre confiar na soberania</p><p>divina, buscando, com humildade a</p><p>intervenção de Deus em nosso favor.</p><p>(2 Cr 7.14).</p><p>II - O CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>2. O fim do exílio.</p><p>Durante toda a história de Israel, Deus protegeu seu</p><p>povo escolhido de toda espécie de perigos.</p><p>Sim, ele os castigou quando se recusaram a</p><p>confessar seus pecados e honrar sua aliança com</p><p>ele, mas trabalhou incansavelmente nos bastidores,</p><p>oferecendo seu perdão e revelando seus grandiosos</p><p>planos para essa nação e também para toda a</p><p>humanidade.</p><p>II - O CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>2. O fim do exílio.</p><p>Estima-se que</p><p>mais de 1 milhão</p><p>de judeus viviam</p><p>na região da</p><p>Babilônia.</p><p>3. O pós-exílio.</p><p>II - O CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>Mesmo com o decreto de Ciro, que</p><p>permitia a volta para Jerusalém, a</p><p>maioria absoluta dos judeus decidiu</p><p>pelo que lhes parecia mais cômodo:</p><p>permanecer nas cidades que</p><p>ocupavam na Babilônia.</p><p>II - O CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>3. O pós-exílio.</p><p>Somente cerca de 50 mil voltaram</p><p>para Jerusalém no primeiro grupo,</p><p>liderados por Zorobabel (Ed 1.5;</p><p>2.64,65), no segundo ano do reinado</p><p>de Ciro (538 a.C.).</p><p>II - O CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>3. O pós-exílio.</p><p>Fechada a história contada em Ester, o</p><p>registro sagrado seguinte é aquele contido</p><p>no capítulo 7 de Esdras: a narrativa do</p><p>retorno do segundo grupo de judeus para</p><p>Jerusalém.</p><p>O terceiro grupo retornaria somente em 444 a.C.,</p><p>liderado por Neemias (Ne 2.17).</p><p>II - O CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>3. O pós-exílio.</p><p>O principal</p><p>propósito do livro</p><p>de Ester é registrar</p><p>o cuidado</p><p>providencial de</p><p>Deus com o seu</p><p>povo.</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>1. A providência divina.</p><p>Ao decidirem permanecer na Babilônia, sob os</p><p>domínios do Império Persa, os judeus olharam</p><p>para a estabilidade que imaginavam ter</p><p>conquistado, não apenas no aspecto</p><p>econômico, mas também cultural, social e</p><p>religioso.</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>1. A providência divina.</p><p>O retorno a Jerusalém exigia</p><p>renúncia e disposição para uma</p><p>viagem penosa e para a dura</p><p>reconstrução de uma cidade</p><p>totalmente destruída.</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>1. A providência divina.</p><p>Durante o reinado do rei persa Xerxes</p><p>(486-465 a.C.), Deus usou esse poderoso</p><p>rei e alguns servos fiéis para salvar os</p><p>judeus do extermínio e preservar a</p><p>linhagem davídica, da qual descenderia o</p><p>Messias.</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>1. A providência divina.</p><p>Nas suas perseguições e perigo</p><p>de extermínio, os judeus têm,</p><p>nesse livro, uma mensagem de</p><p>consolo e esperança.</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>1. A providência divina.</p><p>Ester nos transmite</p><p>como mensagem o</p><p>perigo de confiar</p><p>nas falsas</p><p>estabilidades que as</p><p>estruturas do mundo</p><p>nos oferecem.</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>2. Uma falsa estabilidade.</p><p>Estava tudo indo muito bem em Susã, até</p><p>surgir a ordem de extermínio total dos judeus</p><p>(Et 3.7-13).</p><p>A falsa segurança foi embora.</p><p>O povo de Judá dependia novamente da</p><p>intervenção divina para sua sobrevivência.</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>2. Uma falsa estabilidade.</p><p>Ester mostra Deus agindo</p><p>mais uma vez, movendo as</p><p>estruturas humanas, agora no</p><p>grande e poderoso Império Persa.</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>2. Uma falsa estabilidade.</p><p>Seja qual for a circunstância,</p><p>é melhor confiar no Senhor</p><p>do que no homem.</p><p>(Sl 118.8,9).</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>2. Uma falsa estabilidade.</p><p>Purim é o</p><p>plural da</p><p>palavra pur</p><p>(“lançar sorte”).</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>3. A Festa de Purim.</p><p>O livro de Ester tem como propósito,</p><p>também, registrar a instituição da</p><p>Festa de Purim, ordenada</p><p>por Mardoqueu depois do grande</p><p>livramento que os judeus receberam (Et 9.20-28).</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>3. A Festa de Purim.</p><p>A festa comemora a frustração desse</p><p>nefasto plano diante da providencial</p><p>ação divina para a libertação de seu</p><p>povo.</p><p>A soberania de Deus não encontra limites.</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>3. A Festa de Purim.</p><p>O Senhor libertou o seu povo por intermédio de</p><p>Ester, e os judeus celebraram essa libertação</p><p>com a Festa de Purim.</p><p>Os seus inimigos determinaram quando atacar</p><p>lançando sortes, então os judeus chamaram essa</p><p>festa de “Purim”, que significa “sortes”.</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>3. A Festa de Purim.</p><p>Era celebrada no décimo quarto e décimo</p><p>quinto dias do décimo segundo mês</p><p>(fevereiro-março) com “dias de</p><p>banquetes e de alegria e de mandarem</p><p>presentes uns aos outros e dádivas aos</p><p>pobres” (Et 9.22).</p><p>III - PROPÓSITO E MENSAGEM</p><p>3. A Festa de Purim.</p><p>O Purim ainda é celebrado até hoje. O</p><p>livro inteiro de Ester é lido na sinagoga</p><p>nesse feriado, durante uma cerimônia bem</p><p>movimentada.</p><p>O povo aplaude alegremente ao ouvir o</p><p>nome de Mardoqueu e assovia, vaiando,</p><p>ao ouvir o nome de Hamã (9.29-32).</p><p>Você Sabia?</p><p>Vivemos neste</p><p>mundo, mas não</p><p>devemos confiar</p><p>em suas</p><p>estruturas.</p><p>Todos os reinos deste</p><p>mundo passarão (Dn 2.37- 45).</p><p>Por isso, a Palavra de</p><p>Deus diz que “a nossa</p><p>cidade está nos céus,</p><p>donde também esperamos</p><p>o Salvador, o Senhor</p><p>Jesus Cristo” (Fp 3.20).</p><p>O cuidado de Deus, até</p><p>mesmo no exílio e sob</p><p>um governo pagão, é</p><p>visto claramente na</p><p>maneira como usou Ester</p><p>e Mordecai para</p><p>preservar seu povo.</p><p>Os dois primos</p><p>prestaram seus</p><p>serviços ao rei</p><p>Assuero e a Deus</p><p>com fidelidade e</p><p>honra.</p><p>Acesse também os convites das aulas no Youtube:</p><p>@EBDTEO</p><p>C</p><p>R</p><p>É</p><p>D</p><p>IT</p><p>O</p><p>S</p><p>IMAGENS</p><p>COMENTÁRIOS</p><p>Geradas através de Inteligência Artificial – App “Image Creator”</p><p>………</p><p>Lições Bíblicas - CPAD</p><p>………</p><p>Livro de Apoio do Trimestre - Pr. Silas Queiroz</p><p>Dicionário Bíblico Baker - CPAD</p><p>Comentário Bíblico Beacon - CPAD</p><p>…</p><p>Quem é Quem na Bíblia Sagrada – Editora Vida</p><p>Bíblia de Estudo Arqueológica – Editora Vida</p>