Prévia do material em texto
<p>FISIOTERAPIA NOFISIOTERAPIA NO</p><p>TRATAMENTO DETRATAMENTO DE</p><p>FRATURAS EFRATURAS E</p><p>LUXAÇÕESLUXAÇÕES</p><p>Por Amanda MunizPor Amanda Muniz</p><p>Guía básico</p><p>E-BOOK</p><p>APRESENTAÇÃO</p><p>Olá, meu nome é Amanda, tenho 26 anos e sou Fisioterapeuta. Há</p><p>pouco mais de 3 anos criei o perfil no Instagram @afisioamanda</p><p>com conteúdo em português, já temos mais de 24 mil seguidores.</p><p>Pensando em ajudar ainda mais pessoas com o meu conteúdo</p><p>resolvi criar este Ebook para que mais pessoas possam otimizar os</p><p>seus estudos e a sua prática clínica com conteúdos educativos,</p><p>organizados e ilustrados.</p><p>Este material trata de conteúdos relacionados à atuação do</p><p>fisioterapeuta nas fraturas e luxações. Todas as informações aqui</p><p>contidas são baseadas na literatura acadêmica existente, escritas</p><p>de forma fácil para você aprender e revisar o conteúdo, consulte</p><p>sempre outras fontes para complementar seu conhecimento, caso</p><p>considere necessário. Lembre-se que essas são noções gerais de</p><p>tratamento, é importante que o fisioterapeuta avalie o paciente</p><p>individualmente e ajuste o tratamento de acordo com as</p><p>necessidades específicas do paciente.</p><p>Desde já agradeço a confiança e desejo uma excelente aquisição</p><p>de conhecimento!</p><p>Nenhuma parte desta obra pode ser reproduzida por</p><p>qualquer meio ou forma sem o consentimento do</p><p>autor. A Lei Federal nº 9.610 de 1998 criminaliza a</p><p>violação de direitos autorais.</p><p>É terminantemente proibida a divulgação do material em plataformas ou</p><p>grupos de estudos, redes sociais e canais de comunicação, também é proibido o</p><p>compartilhamento em massa deste material, ele é de uso exclusivo seu.</p><p>Observe a imagem a seguir:</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>FRATURA</p><p>A fratura é uma lesão traumática caracterizada pela</p><p>descontinuidade do osso ou popularmente pela “quebra do</p><p>osso”. Esse tipo de lesão pode ocorrer nos membros superiores</p><p>e inferiores. A classificação das fraturas é muito importante,</p><p>pois orienta o tratamento e permite um prognóstico mais</p><p>assertivo. Vejamos a seguir como as fraturas podem ser</p><p>classificadas de acordo com os seguintes tópicos:</p><p>CONTATO DO FOCO DE FRATURA COM O AMBIENTE</p><p>EXTERNO:</p><p>Fechado: não há contato entre o foco da fratura e o ambiente</p><p>externo (ambiente externo à fratura).</p><p>Exposto ou aberto: Quando há contato entre o local da fratura</p><p>ou seu hematoma e o ambiente externo, o prognóstico piora.</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>FRATURA</p><p>GRAVIDADE DA EXPOSIÇÃO, CONSIDERANDO FRATURA</p><p>EXPOSTA:</p><p>Tipo 1: Ferida com menos de 1 cm, sujeita a pequena contaminação</p><p>(grama, solo) e associada a trauma de baixa energia.</p><p>Tipo 2: Ferida com mais de 1cm de extensão, de média contaminação</p><p>e associada a trauma de média energia.</p><p>A classificação de Gustilo e Anderson é a mais universalmente</p><p>utilizada para esta classificação:</p><p>O grau 3 corresponde a uma lesão mais grave e pode ser dividido em duas</p><p>classificações.</p><p>Tipo 3B: Ferida de 10 cm ou mais, determinada por acidente de</p><p>alta energia, contendo grande contaminação e sem tecido mole</p><p>para cobertura óssea, ou seja, sem pele no local da lesão.</p><p>Tipo 3A: Ferida medindo 10 cm ou mais de comprimento, causada</p><p>por acidente de alta energia, contendo extensa contaminação e</p><p>quantidade suficiente de tecido mole para cobrir o osso exposto.</p><p>Tipo 3C: Ferida de 10 cm ou mais, determinada por acidente de</p><p>alta energia, apresentando grande contaminação e associada a</p><p>lesão arterial.</p><p>MECANISMO DE PRODUÇÃO DE FRATURA:</p><p>Traumatismo indireto: Aqui o agente contundente produz</p><p>indiretamente a fratura. O trauma está localizado em um ponto e</p><p>a lesão ocorre em outro local. Trauma vicário pode ocorrer devido</p><p>a:</p><p>FRATURA</p><p>Trauma direto: O agente causal impacta diretamente o segmento</p><p>corporal causador da fratura.</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Compressão: Ocorre principalmente nos ossos</p><p>esponjosos, como coluna e calcâneo em quedas de</p><p>altura.</p><p>Flexão: Ocorre nos ossos longos quando eles estão</p><p>força na direção da flexão.</p><p>Torção: Quando o mecanismo indireto é a torção, em ossos longos,</p><p>produzindo fraturas com característica helicoidal. Durante a</p><p>caminhada, na fase unipodal, a torção interna ou externa do corpo,</p><p>com o pé fixo ao solo, é o exemplo mais típico deste tipo de fratura.</p><p>QUANTO À PRESENÇA DE FATOR PREDISPONENTE À</p><p>FRATURA:</p><p>Traumático: Produzido por agente contundente que atua por</p><p>meio de trauma direto ou indireto.</p><p>Patológico: Devido ao enfraquecimento da estrutura óssea,</p><p>devido a uma doença pré-existente, como tumor, infecção e</p><p>osteoporose. *Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>FRATURA</p><p>Epifisária: A fratura ocorre ao nível da epífise e geralmente</p><p>afeta a articulação.</p><p>EM RELAÇÃO À LOCALIZAÇÃO LONGITUDINAL DO OSSO:</p><p>Metafisário: atinge a região metafisária do osso.</p><p>EPIFISE</p><p>EPIFISE</p><p>DIÁFISE</p><p>METÁFISE</p><p>METÁFISE</p><p>Diafisário: Localizado na diáfise.</p><p>A fratura fisária afeta a cartilagem de crescimento e pode estar associada à</p><p>fratura da epífise ou metáfise.</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Observe a anatomia de um osso longo para entender o</p><p>assunto:</p><p>EM RELAÇÃO À CONTINUIDADE DO OSSO FRATURADO:</p><p>Incompleta: Quando o traço de fratura não é totalmente cortado,</p><p>ou seja, é como uma fissura que não quebra todo o osso. Um</p><p>exemplo é a fratura em “galho verde”, muito comum em</p><p>crianças. *Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>Completa: Quando o traço de fratura atinge ambas as corticais,</p><p>envolvendo toda a estrutura óssea, ou seja, o osso se quebra em</p><p>dois fragmentos. O traço desta fratura leva ao seguinte tipo de</p><p>classificação:</p><p>FRATURA</p><p>EM RELAÇÃO AO TRAÇO DE FRATURA:</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>QUADRO CLÍNICO</p><p>Na maioria das vezes, a história clínica do trauma é seguida por</p><p>alterações típicas:</p><p>Dor localizada;</p><p>Crepitação;</p><p>Edema no local da fratura;</p><p>Impotência funcional (incapacidade de utilizar o membro afetado);</p><p>Deformidade;</p><p>Encurtando;</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>A confirmação do diagnóstico é feita através de exames de</p><p>imagem como radiografia (raio X) ou caso a fratura não seja</p><p>visível na radiografia mas haja forte suspeita clínica, o médico</p><p>pode solicitar uma ressonância magnética ou tomografia</p><p>computadorizada.</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>FRATURA</p><p>TRATAMENTO</p><p>Seu objetivo é restaurar o membro afetado da forma mais</p><p>anatômica e fisiológica possível e no menor tempo possível. O</p><p>tratamento pode ser conservador (com uso de manobras e</p><p>gesso para mobilização) ou cirúrgico.</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO</p><p>A fratura é definida como a perda de continuidade do osso e o</p><p>foco da fratura como o conjunto de lesões ósseas e dos tecidos</p><p>moles próximos lesionados no trauma, o que inclui também lesões</p><p>no periósteo, vasos sanguíneos, nervos, músculos, pele, etc. .</p><p>Para o Fisioterapeuta, o conceito de foco de fratura é mais importante, pois não</p><p>trata a lesão óssea em si, mas sim as consequências das lesões que a rodeiam.</p><p>Assim, o fisioterapeuta, por exemplo, ficará responsável pela</p><p>perda de força muscular, rigidez articular e atrofia muscular</p><p>secundária à imobilização, recuperação da estabilidade articular,</p><p>etc.</p><p>PRECAUÇÕES:</p><p>Deve-se ter muito cuidado em casos de osteoporose para</p><p>evitar novas contas;</p><p>Conhecer o estado físico do paciente;</p><p>Evitar e prevenir complicações;</p><p>Evitar resistência externa e distal que envolva braços de</p><p>alavanca excessivos;</p><p>Enquanto a cicatriz cutânea não estiver fechada, todas as</p><p>manobras devem ser realizadas com cuidado e com luvas para</p><p>não contaminá-la.</p><p>Reduzir os efeitos da imobilização;</p><p>FRATURA</p><p>OBJETIVOS:</p><p>FASES DO TRATAMENTO:</p><p>Sabemos que cada pessoa é única, por isso é necessário</p><p>conhecer cada caso, sua gravidade, o tratamento que foi</p><p>realizado (cirúrgico ou conservador), se houve complicações</p><p>para saber exatamente o que deve ser feito! Para que você</p><p>entenda melhor, vamos dividi-lo de forma didática em</p><p>quatro fases. Porém, lembre-se que cada paciente tem seu</p><p>processo de recuperação e o profissional deve respeitá-lo</p><p>para não comprometer o prognóstico do paciente.</p><p>Tratar o envolvimento de tecidos moles;</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>A imobilização evita o deslocamento da fratura ou a perda de redução, protege a</p><p>área de novas lesões e reduz a dor porque o osso é mantido imóvel por gesso,</p><p>órteses,</p><p>placas ou parafusos cirúrgicos.</p><p>FRATURA</p><p>Fase de imobilização absoluta: o tratamento visa reduzir a dor,</p><p>o edema e prevenir os efeitos da imobilização enquanto esta</p><p>estiver presente.</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Fase pós-imobilização: o objetivo é recuperar a amplitude</p><p>articular com medidas passivas e iniciar exercícios ativos</p><p>livres.</p><p>Fase de recuperação funcional: o objetivo é a recuperação total da</p><p>área afetada em termos de equilíbrio articular e muscular e</p><p>recuperação proprioceptiva para retornar ao indivíduo ou o mais</p><p>próximo possível do estado que apresentava antes da lesão.</p><p>Fase de imobilização relativa: iniciam-se os exercícios ativos e</p><p>passivos, dentro das possibilidades de cada caso.</p><p>TRATAR O ENVOLVIMENTO DOS TECIDOS MOLES:</p><p>Após uma fratura encontraremos edema na região afetada.</p><p>Isso ocorre devido à reação inflamatória que envolve aumento da</p><p>filtração do exsudato inflamatório que, juntamente com o sangue</p><p>extravasado, acumula-se entre os tecidos moles e limita os</p><p>movimentos. Para evitar isso, é necessário promover o retorno do</p><p>sangue. O fisioterapeuta deve estimular o paciente a movimentar</p><p>as articulações adjacentes do membro afetado (durante o período</p><p>de imobilização).</p><p>Sabendo disso, vamos ver como podemos proceder em cada</p><p>caso dependendo dos objetivos.</p><p>FRATURA</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Vamos usar o exemplo de que em caso de fratura de úmero na fase de imobilização,</p><p>recomenda-se a realização de exercícios ativos nas articulações da mão e do punho.</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>da própria au</p><p>tora</p><p>Movimentos simples como abrir e fechar as mãos e movimentar</p><p>os dedos, por exemplo, são eficazes neste momento.</p><p>O profissional também encontrará comprometimento muscular,</p><p>pois a impotência funcional inerente à fratura, aliada à</p><p>imobilização, causará atrofia muscular em maior ou menor grau.</p><p>Assim, durante o período de imobilização, os músculos afetados</p><p>devem ser fortalecidos isometricamente e realizados exercícios</p><p>ativos no restante do membro e em outras partes do corpo.</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>da própria au</p><p>tora</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>FRATURA</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Exercícios simples, como estimular os músculos do antebraço e</p><p>da mão com um elástico de cabelo ou uma toalha para oferecer um</p><p>pouco de resistência ao movimento ativo e sustentado, ajudam a</p><p>manter esses músculos ativos e a preservar sua integridade. Além</p><p>disso, é muito importante realizar exercícios no membro não</p><p>afetado e em outras partes do corpo, principalmente se o paciente</p><p>estiver acamado.</p><p>Todas as estruturas de uma articulação estão relacionadas, isto</p><p>significa que se houver uma deterioração da parte contrátil do</p><p>músculo, todas as outras estruturas envolvidas, como a fáscia e os</p><p>tendões, verão a sua função afetada também.</p><p>Se o movimento não ocorrer, novas fibras de colágeno se formam de maneira</p><p>desestruturada e perdem a distribuição típica dos tendões que lhes confere a</p><p>capacidade de resistir e gerar força.</p><p>Para reduzir ou evitar esses efeitos negativos, é necessária a</p><p>mobilização passiva e ativa dos músculos afetados quando</p><p>possível, mas também o alongamento desses músculos, pois a</p><p>movimentação dessas estruturas evita a formação de aderências</p><p>e leva ao alongamento das fibras colágenas, favorecendo assim a</p><p>organização de acordo com as linhas de força a que os músculos</p><p>e tendões estão sujeitos.</p><p>EFEITOS DIMINUIDOS DA IMOBILIZAÇÃO</p><p>A imobilização é necessária para a cicatrização óssea, mas ao</p><p>mesmo tempo causa efeitos negativos nos tecidos moles.</p><p>FRATURA</p><p>Como a movimentação é limitada naquela região, a nutrição da</p><p>cartilagem articular é afetada e ocorre um acúmulo de fibrina,</p><p>dificultando a movimentação, causando dores e rigidez nas</p><p>articulações. Além disso, sem movimento, os receptores articulares,</p><p>cutâneos e musculotendíneos enviam menos informações aos centros</p><p>de regulação do movimento, fazendo com que as vias de comunicação</p><p>“atrofiem”, de modo que a proprioceptividade articular é gravemente</p><p>afetada.</p><p>Assim, após o período de imobilização encontraremos: atrofia muscular, rigidez</p><p>articular, perda de propriocepção, edema e dor.</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Terminado o período de imobilização, o Fisioterapeuta deve avaliar o</p><p>comprometimento funcional do paciente devido à lesão e iniciar</p><p>intervenções para reduzir os efeitos da imobilização.</p><p>Estas intervenções podem incluir (dependendo da gravidade da</p><p>lesão e das necessidades de cada paciente):</p><p>Exercícios para fortalecer os músculos.</p><p>Alongamento, mobilização articular.</p><p>Eletroterapia</p><p>Ultrassom</p><p>A começar pela isometria, que inicialmente pode ser combinada</p><p>com estimulação elétrica, incentivando a maior participação ativa</p><p>possível do paciente. Exercícios contra resistência (fortalecimento</p><p>muscular) e crioterapia em casos de edema serão incluídos</p><p>progressivamente.</p><p>FRATURA</p><p>TENS (Transcutaneous Electrical Nerve Stimulation):</p><p>Através de eletrodos colocados sobre a pele, as células</p><p>nervosas são estimuladas a produzir um efeito</p><p>analgésico naquela região. Sabemos que a dor pode</p><p>causar tensão muscular, deixando os tecidos mais</p><p>restritos e dificultando a recuperação.</p><p>Ultrassom: Essa tecnologia produz ondas sonoras de alta</p><p>frequência que penetram na pele e tecidos moles, gerando calor e</p><p>vibrações que auxiliam no processo de recuperação da estrutura</p><p>óssea. Estimular a regeneração dos tecidos e a estimulação dos</p><p>calos ósseos.</p><p>Exercícios de fortalecimento: Esses exercícios visam fortalecer</p><p>a musculatura que circunda a região da fratura, ajudando a</p><p>prevenir atrofia e fraqueza muscular. Esses exercícios podem</p><p>ser realizados contra a resistência do peso livre (peso do</p><p>próprio membro), elásticos e halteres, por exemplo.</p><p>Além disso, a propriocepção</p><p>deve ser trabalhada de forma</p><p>mais específica. A propriocepção</p><p>é o que mais tarde dará a</p><p>estabilidade da articulação e a</p><p>segurança dos movimentos.</p><p>Vamos usar novamente o exemplo do caso de fratura do úmero</p><p>Fon</p><p>te: V</p><p>er referên</p><p>cias</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>FRATURA</p><p>O uso de superfícies irregulares como trampolins, bolas,</p><p>pranchas e discos proprioceptivos são ótimos estímulos para a</p><p>propriocepção.</p><p>Vamos usar desta vez como exemplo uma fratura de tíbia, é recomendado realizar</p><p>exercícios de propriocepção trabalhando também o equilíbrio.</p><p>Exercícios que incluem ganho de amplitude de movimento,</p><p>força muscular e treinamento funcional, bem como equilíbrio e</p><p>treinamento proprioceptivo estão incluídos em uma fase de</p><p>tratamento em que a consolidação óssea é satisfatória e em que é</p><p>permitida a descarga total ou parcial de peso sobre o membro</p><p>afetado. Respeite sempre o estado clínico do paciente.</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>FRATURA</p><p>Caso o paciente não consiga deambular (em casos de fratura de</p><p>membro inferior), exercícios ativos e passivos devem ser</p><p>realizados ainda no leito quando o paciente estiver internado,</p><p>evoluindo o mais rápido possível para atividade em cadeira de</p><p>rodas, muletas e por fim para deambulação.</p><p>Após a fratura e o período de imobilização, é comum o paciente</p><p>apresentar desequilíbrio ou falta de confiança para caminhar sem</p><p>apoio. De forma didática dividiremos o treino de marcha em duas</p><p>etapas.</p><p>Fase 1: Treinamento com muleta: Seu objetivo é estabilizar e</p><p>adaptar-se à marcha com o uso de muleta.</p><p>Ensine o paciente a usar a muleta corretamente, certificando-se de que a altura</p><p>esteja ajustada corretamente. Primeiro traga as muletas e o membro afetado para</p><p>frente.</p><p>TREINO DE MARCHA</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Em seguida,</p><p>coloque o peso do corpo nas muletas e mova o membro não afetado</p><p>para frente.</p><p>É a famosa marcha de 3 pontos onde é eliminada a carga de peso no membro</p><p>afetado.</p><p>FRATURA</p><p>Mão apoiada na altura do quadril</p><p>Muleta no lado oposto do membro lesionado</p><p>Progressivamente, à medida que o paciente ganha confiança e</p><p>estabilidade, é hora de retirar uma das muletas.</p><p>Todas essas instruções de como usar corretamente as muletas devem ser</p><p>ensinadas ao paciente e também como treinar a caminhada com elas! Além da</p><p>confiança, é importante verificar se o paciente tem equilíbrio e coordenação antes</p><p>de retirar a muleta.</p><p>Além disso, continuam os exercícios de fortalecimento do</p><p>membro afetado, com foco na reabilitação muscular.</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Fase 2: Treinar sem muleta: Seu objetivo é treinar o paciente</p><p>para andar sem o uso de muletas.</p><p>Inicialmente, você pode começar com o paciente realizando um treinamento de</p><p>marcha estática, primeiro sentado e depois em pé apoiado na parede.</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>da própria au</p><p>toraD</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>FRATURA</p><p>Peça ao paciente para flexionar os joelhos e quadris, simulando passos de</p><p>caminhada, um membro de cada vez.</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>da própria au</p><p>tora</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Com o paciente encostado na parede, treine agora de forma dinâmica a marcha</p><p>lateral.</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>da própria au</p><p>tora</p><p>Observe a postura do paciente, distribuição de peso e padrão de</p><p>movimento. À medida que o paciente progride, introduza o</p><p>treinamento para subir e descer escadas e caminhar em</p><p>superfícies irregulares ou regulares com obstáculos que desafiem</p><p>a estabilidade.</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>FRATURA</p><p>Treinar em superfícies regulares com</p><p>obstáculos</p><p>Treinando para subir e descer</p><p>escadas</p><p>Treinamento de caminhada lateral com</p><p>obstáculos e apoio na barra paralela</p><p>Treinar em superfícies regulares</p><p>sem obstáculos</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>O treinamento repetido da marcha gera uma série de estímulos</p><p>sensoriais que promovem respostas de ação motora, de forma</p><p>organizada para o recrutamento seletivo dos músculos requeridos em</p><p>cada etapa da marcha.</p><p>Lembre-se que essas são noções gerais de tratamento, é importante que o</p><p>fisioterapeuta avalie o paciente individualmente e ajuste o tratamento de acordo com as</p><p>necessidades específicas do paciente.</p><p>FRATURA</p><p>COMPLICAÇÕES LOCAIS DA FRATURA</p><p>São aqueles inerentes à fratura e aqueles derivados da falha</p><p>da osteossíntese, tais como:</p><p>Infecção;</p><p>Refratura;</p><p>Atraso na consolidação;</p><p>Pseudoartrose;</p><p>Infecção: Ambos podem ocorrer em uma fratura exposta ou fechada.</p><p>Atrasa e/ou altera o processo de consolidação da fratura. O paciente</p><p>deve consultar um traumatologista, pois o tratamento habitual pode</p><p>ou não continuar dependendo da gravidade da infecção, do tipo de</p><p>fratura e do tipo de tratamento cirúrgico.</p><p>Refratura: Isto é, refratar um osso fraturado. Às vezes ocorrem sem</p><p>que possamos evitá-los, devido a problemas de estresse local da</p><p>osteossíntese. Porém, o profissional deve ter cuidado para não</p><p>contribuir para uma refratura, fazendo movimentos bruscos e</p><p>aplicando grande resistência, por exemplo.</p><p>Consolidação tardia: É um incidente evolutivo do foco de fratura em</p><p>que o calo ósseo não aparece no tempo esperado, é tardio mas</p><p>consolida sem variação de tratamento. Quanto à fisioterapia, isso</p><p>deve ser levado em consideração, pois se a fratura não cicatrizar, não</p><p>devem ser realizados exercícios que a retardem ainda mais.</p><p>Pseudoartrose: É a presença de mobilidade patológica do foco da</p><p>fratura, podemos dizer que é uma falha no processo de</p><p>consolidação, ou seja, é uma fratura óssea que não pode ser curada</p><p>sem uma nova intervenção.</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>LUXAÇÕES</p><p>Luxação é a perda da congruência articular normal entre dois</p><p>ossos devido à falha na estabilidade capsuloligamentar. Ou seja, é</p><p>um deslocamento de um osso da sua posição normal.</p><p>O mecanismo de produção pode ser de natureza traumática,</p><p>congênita ou patológica:</p><p>Traumática: Quando o mecanismo determinante for o trauma</p><p>direto ou indireto. Pode ser aguda no caso do primeiro episódio</p><p>ou recorrente, considerada quando há mais de três episódios de</p><p>luxação. Também pode ocorrer isoladamente ou estar associada</p><p>a uma fratura.</p><p>Congênita: Quando determinado por malformação congênita,</p><p>como luxação congênita do quadril.</p><p>Patológica: Quando a luxação ocorre devido a uma doença</p><p>pré-existente, como artrite séptica e processos tumorais.</p><p>Vejamos um exemplo de luxação na região do cotovelo e como ela</p><p>aparece na imagem radiológica.</p><p>*Imagem retirada da internet</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>LUXAÇÕES</p><p>Na subluxação, os ossos da articulação ficam parcialmente fora de posição.</p><p>TIPOS DE LUXAÇÕES</p><p>Aberto (a pele está rasgada);</p><p>Fechado (a pele não está lacerada);</p><p>Anterior (quando o osso avança em relação ao outro);</p><p>Posterior (quando o osso se move para trás em relação ao</p><p>outro);</p><p>Ombro normal Luxação Anterior Luxação Posterior</p><p>Veja abaixo um exemplo de luxação anterior e posterior na região do ombro e como ela</p><p>aparece em uma imagem de raio-x.</p><p>*Im</p><p>agen</p><p>retirada de la in</p><p>tern</p><p>et</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>QUADRO CLÍNICO</p><p>As reações fisiológicas da luxação são:</p><p>Dor;</p><p>Edema;</p><p>Limitação de movimentos;</p><p>Deformidade e impotência funcional;</p><p>Ombro normal Luxação Posterior Luxação Anterior</p><p>LUXAÇÕES</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>O tratamento imediato é médico, através de redução, sendo</p><p>imprescindível posteriormente a imobilização. A redução pode ser</p><p>ortopédica ou cirúrgica. O tempo de imobilização varia entre três e 4</p><p>semanas (até a cicatrização dos elementos estabilizadores da</p><p>articulação como a cápsula articular e os ligamentos) dependendo da</p><p>articulação em questão, tipo de lesão e tratamento realizado.</p><p>Além da avaliação clínica, os exames radiológicos (raio X) são de</p><p>fundamental importância para o diagnóstico das luxações.</p><p>TRATAMENTO</p><p>Veja abaixo um exemplo de manobra de redução ortopédica para luxação do</p><p>ombro e posterior imobilização.</p><p>*Imagem retirada da internet</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>A região do corpo mais afetada é o ombro, que, devido à sua</p><p>capacidade de realizar grandes amplitudes de movimento, é mais</p><p>suscetível à instabilidade e luxação.</p><p>O fisioterapeuta deve estar atento que o tempo de cicatrização no caso de uma</p><p>intervenção cirúrgica é sempre maior.</p><p>LUXAÇÕES</p><p>TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO</p><p>O objetivo geral do tratamento é recuperar a funcionalidade da</p><p>articulação. Para isso, o Fisioterapeuta realiza um exame completo do</p><p>paciente e avalia o estado da articulação afetada.</p><p>OBJETIVOS:</p><p>Redução da dor e do edema;</p><p>Aumento da amplitude articular;</p><p>Reforço muscular direcionado;</p><p>Reeducação proprioceptiva;</p><p>Cada pessoa é única, pode acontecer que, mesmo sendo um caso</p><p>de luxação, o paciente, em vez de instabilidade, apresente rigidez</p><p>na articulação (por imobilização, complicações ou outros fatores</p><p>associados). Neste caso, a rigidez deve ser tratada buscando</p><p>aumentar o arco articular, diminuir a dor, etc. Mas também pode</p><p>ocorrer instabilidade articular e neste caso é necessário trabalhar</p><p>o fortalecimento muscular para que seja um bom reforço da</p><p>articulação.</p><p>FASES DO TRATAMENTO:</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Para que você entenda melhor, vamos dividi-lo de forma</p><p>didática em quatro fases.</p><p>Fase 1:</p><p>Seu objetivo é imobilizar, reduzir a dor e a inflamação.</p><p>LUXAÇÕES</p><p>Crioterapia: (orientar o paciente a usar bolsas de gelo para</p><p>controlar o processo inflamatório e o edema, por 20 minutos 2</p><p>a 3 vezes ao dia);</p><p>Eletroestimulação: (como TENS por seu efeito analgésico);</p><p>Cinesioterapia: (Exercícios ativos para mobilizar as regiões</p><p>adjacentes à imobilização e reduzir o edema);</p><p>REDUÇÃO DA DOR E DO EDEMA</p><p>Fase 2: Seu objetivo é iniciar a mobilização do ombro.</p><p>Fase 3: Seu objetivo é atingir amplitude total de movimento e</p><p>começar a fortalecer.</p><p>Fase 4: Seu objetivo é trabalhar a propriocepção.</p><p>AUMENTO DA AMPLITUDE ARTICULAR</p><p>Através das seguintes abordagens:</p><p>Exercícios ativoassistidos para aumentar a amplitude</p><p>articular;</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Mobilização ativa de articulações adjacentes;</p><p>Exercícios pendulares (de Codman);</p><p>LUXAÇÕES</p><p>Vamos usar exemplos de exercícios para aumentar a amplitude da articulação do</p><p>ombro em caso de luxação glenoumeral. Exercícios de flexão ativamente assistida:</p><p>a) em caso de luxação glenoumeral anterior, manter as mãos unidas e o ombro em</p><p>rotação interna para evitar o mesmo mecanismo de lesão. b) em caso de luxação</p><p>glenoumeral posterior manter as mãos separadas e o ombro em rotação externa</p><p>para evitar o mesmo mecanismo de lesão.</p><p>a) b)</p><p>Exercícios de pêndulo. Com o tronco inclinado, apoie um braço sobre uma mesa.</p><p>Com a outra faça pequenas oscilações circulares.</p><p>Esses exercícios aumentam e mantêm a amplitude de movimento dos ombros e a</p><p>flexibilidade dos tecidos moles por meio do uso da gravidade.</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>da própria au</p><p>tora</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>da própria au</p><p>tora</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>LUXAÇÕES</p><p>Veja abaixo outros exemplos de exercícios para trabalhar o</p><p>aumento da amplitude muscular em caso de luxação</p><p>glenoumeral.</p><p>Esses exercícios buscam readquirir a amplitude de movimentos restringida</p><p>pelo uso da imobilização. Porém, respeite sempre a condição do paciente,</p><p>nenhum exercício deve causar aumento da dor e desconforto no paciente.</p><p>Exercício ativo de extensão de cotovelo</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>da própria au</p><p>tora</p><p>Exercício ativo de extensão de cotovelo e ombro</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>da própria au</p><p>tora</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>D</p><p>e</p><p>r</p><p>e</p><p>c</p><p>h</p><p>o</p><p>s</p><p>r</p><p>e</p><p>s</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>d</p><p>os</p><p>-</p><p>a</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>u</p><p>n</p><p>i</p><p>z</p><p>LUXAÇÕES</p><p>FORTALECIMENTO E PROPRIOCEPÇÃO</p><p>Esta fase é essencial para o controle muscular e estabilidade articular,</p><p>para evitar problemas de instabilidade e novos episódios de luxação.</p><p>Na verdade, a parte principal do tratamento são os exercícios de</p><p>fortalecimento. No caso do ombro, a abordagem é realizada nos</p><p>principais músculos estabilizadores (manguito rotador e músculos</p><p>estabilizadores escapulares).</p><p>Os músculos realizam a estabilização ativa de uma articulação e são</p><p>responsáveis por “compensar” a falha dos estabilizadores passivos</p><p>(cápsula, lábio, ligamentos), estes só podem ser reparados através de</p><p>cirurgia.</p><p>*Im</p><p>agem</p><p>retirada da in</p><p>tern</p><p>et</p><p>Exercícios para fortalecer o ombro após uma luxação</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>Nessa fase, um recurso que pode auxiliar no fortalecimento muscular é a</p><p>estimulação elétrica, já que devido à lesão e ao mecanismo da dor, é comum que</p><p>haja inibição muscular na região afetada.</p><p>LUXAÇÕES</p><p>O objetivo da reeducação proprioceptiva é, portanto, a</p><p>reprogramação do controle muscular para que seja capaz de estabilizar</p><p>ativamente a articulação.</p><p>Exemplos de exercícios proprioceptivos de reeducação do ombro</p><p>em caso de luxação glenoumeral</p><p>A instabilidade pode obviamente ser observada após uma luxação,</p><p>principalmente em indivíduos jovens, mas também pode ser consequência</p><p>de um tratamento mal realizado ou sequela de outra lesão (como uma</p><p>fratura) e levar a maior ou menor incapacidade nas atividades diárias. Por</p><p>isso é importante avaliar o paciente para ver o grau de instabilidade (testes</p><p>específicos da articulação) para restaurar a funcionalidade da articulação e</p><p>do segmento corporal.</p><p>Fon</p><p>te: V</p><p>er referên</p><p>cias</p><p>GUIA BÁSICO</p><p>É importante destacar que o fortalecimento da musculatura deve ser</p><p>feito sempre com muita atenção para evitar movimentos que possam</p><p>causar novamente uma nova luxação.</p><p>Você deu um passo incrível para expandir seus conhecimentos e</p><p>aprimorar suas habilidades. Mas esse é apenas um começo. Tenho diversos</p><p>e-books esperando por você seja para aprofundar nos temas que já estuda</p><p>ou assuntos novos e interessantes que deseja explorar, os e-books estão</p><p>cheios de conteúdos para otimizar o seu aprendizado.</p><p>ESSE E-BOOK TE AJUDOU?</p><p>ENTÃO VEJA ISSO!</p><p>QUAL DESSES MATERIAIS TE AJUDA MAIS?</p><p>COMBO CINESIOLOGIA E BIOMECÂNICA COMBO FARMACOLOGIA</p><p>COMBO ANATOMIA</p><p>https://go.hotmart.com/E68099644K?crc=organico</p><p>https://go.hotmart.com/P90233752S?crc=organico</p><p>https://go.hotmart.com/L82175678N?crc=organico</p><p>MIRALLES, Rodrigo. Reabilitación y fisioterapia: Cirugía Ortopédica y</p><p>Traumatología en zonas de menor desarrollo. (Centre de Cooperació al</p><p>Desenvolupament, URV Solidaria) Universitat Rovira i Virgili</p><p>(Tarragona). *Las imágenes marcadas como "Fuente: ver referencias"</p><p>fueron tomadas de este material.</p><p>RUARO, Antonio Francisco. Ortopedia e Traumatologia: temas</p><p>fundamentais e a reabilitação / Antonio Francisco Ruaro . -</p><p>Umuarama : Ed. do Autor, 2004. 586p.</p><p>ELSTROM, J. PERRY, C. Manual de Fracturas. McGRAW-hill</p><p>interamericana editores, 2001. Translated from the second English</p><p>edition of handbook of fractures.</p><p>REFERENCIAS</p>