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<p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>RELATÓRIO DE PRÁTICA</p><p>Nome: Islaine Silva dos Santos</p><p>Matrícula: 01686994</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Bioquímica Humana</p><p>DADOS DO(A) ALUNO(A):</p><p>NOME: ISLAINE SILVA DOS SANTOS MATRÍCULA: 01686994</p><p>CURSO: ESTÉTICA E</p><p>COSMÉTICA POLO: UNINASSAU EAD PATTEO OLINDA-PE</p><p>PROFESSOR (A) GLAUDEIR DIAS ORIENTADOR (A):</p><p>Resumo sobre o tema abordado em aula: A amilase salivar, ou ptialina, é uma</p><p>enzima presente na nossa saliva que dá o pontapé inicial na digestão dos</p><p>carboidratos assim que começamos a mastigar. Sua função é quebrar o amido</p><p>aquele carboidrato complexo encontrado em alimentos como pão, batata e arroz –</p><p>em pedaços menores e mais simples, como a maltose, que nosso corpo pode</p><p>absorver com mais facilidade.</p><p>Esse processo começa na boca. Quando mastigamos os alimentos, a amilase entra</p><p>em ação, quebrando o amido em açúcares menores. Ela continua trabalhando</p><p>enquanto o alimento desce pela garganta até chegar ao estômago. No entanto,</p><p>quando o alimento encontra o ambiente ��cido do estômago, a amilase salivar para</p><p>de agir.</p><p>A importância dessa enzima é grande, pois ela ajuda a dar o primeiro passo na</p><p>digestão dos carboidratos, preparando o caminho para que o intestino possa</p><p>absorver os nutrientes com mais eficiência. Ela funciona melhor em um ambiente de</p><p>PH neutro, como o da saliva, tornando esse processo rápido e eficiente enquanto</p><p>comemos.</p><p>ATIVIDADE CATALITICA DA AMILASE SALIVAR</p><p>1. Descreva os procedimentos realizados durante a aula, explicando as etapas e quais</p><p>materiais utilizados.</p><p>Béquer, Balão de fundo chato, Tubos de ensaio, Pipeta , Pissite, Erlenmeyer, Banho</p><p>Maria, Proveta, Banho de Gelo, Estante para tubos de ensaio, Pera de Sucção.</p><p>2. Responda as Perguntas:</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>a) Qual a composição bioquímica do amido?</p><p>O amido é basicamente um grande "armazém" de energia para plantas e também uma</p><p>excelente fonte de energia para nós. Ele é composto por duas substâncias: amilose e</p><p>amilopectina.</p><p>1. Amilose: Imagine a amilose como uma longa e simples corrente de glicose,</p><p>que são moléculas de açúcar. Essas correntes se enrolam em forma de</p><p>espiral, como um fio bem comprido. Ela representa uma parte menor do</p><p>amido, cerca de 20-30%.</p><p>2. Amilopectina: Já a amilopectina é como uma corrente, só que cheia de</p><p>ramificações, parecendo uma árvore com vários galhos. É um pouco mais</p><p>complexa, mas por isso é também mais fácil de quebrar durante a digestão.</p><p>Ela representa a maior parte do amido, cerca de 70-80%.</p><p>Quando comemos alimentos ricos em amido, como pão ou batatas, nosso corpo vai</p><p>quebrando essas cadeias, transformando-as em glicose, que é a forma de açúcar</p><p>que usamos como energia.</p><p>b) Qual o objetivo do uso de HCl, aquecimento e resfriamento no procedimento da</p><p>hidrólise química do amido?</p><p>Objetivo de cada etapa:</p><p>1. HCl (ácido clorídrico): O ácido clorídrico é utilizado para criar um ambiente</p><p>ácido que favorece a quebra das ligações entre as moléculas de glicose que</p><p>formam o amido. O HCl age como um catalisador, acelerando o processo de</p><p>hidrólise, que é a reação química em que as moléculas de água "quebram" as</p><p>ligações glicosídicas do amido.</p><p>2. Aquecimento: O aquecimento é necessário porque a hidrólise do amido</p><p>acontece de forma mais rápida e eficiente em altas temperaturas. O calor</p><p>aumenta a energia das moléculas, tornando as reações químicas mais</p><p>rápidas e promovendo uma quebra mais completa das cadeias de amilose e</p><p>amilopectina.</p><p>3. Resfriamento: Após o aquecimento, o resfriamento é necessário para</p><p>interromper a reação química e evitar que a quebra das moléculas continue</p><p>além do ponto desejado. Isso ajuda a controlar o processo, garantindo que as</p><p>cadeias de amido sejam quebradas no nível certo, sem destruir</p><p>completamente as moléculas de açúcar formadas.</p><p>Em resumo, o HCl facilita a quebra das ligações, o aquecimento acelera o processo,</p><p>e o resfriamento ajuda a controlar a reação.</p><p>c) Descreva a sequência de transformações operadas pela amilase na molécula da</p><p>amilose.</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>Com a mastigação há liberação da enzima a- amilase, presente na saliva. Ela</p><p>catalisará a Hidrólise nas ligações glicosídicas (a um → quatro) da amilase, resultando</p><p>em maltose, glicose e.</p><p>Amilopectina: e das ligações (a1 → 4) da amilopectina, resultando em dextrina,</p><p>mistura de polissacarídeos .</p><p>d) Explique os resultados obtidos durante o ensaio bioquímico.</p><p>No tubo um ao ser colocado o Logo, não houve h hidrolise, pois ainda se verifica a</p><p>presença.</p><p>Do ami do (a só loção ficou verde). Foi clareando com o te no, indicando que o</p><p>amido.</p><p>Começou a se degradar.</p><p>No tubo dois, após se colocar as cinco gotas do Logo, a solução ficou bem escura,</p><p>ou seja, não.</p><p>Houve hidrolise. Indicando esquente ar os tubos previamente provoca uma</p><p>alteração no resultado, já que nesta situação a solução ficou mais escura que a</p><p>primeira.</p><p>No tubo três, a solução ficou ainda mais escura, indicando a presença do amido.</p><p>Enfatizando mais ainda que quanto mais tempo se deixar esquentar a solução,</p><p>mais difícil será de ocorrer a hidrolise.</p><p>REAÇÃO DE SELIWANOFF (REAÇÃO PARA DISTINÇÃO ENTRE ALDOSES E</p><p>CETOSES)</p><p>Resumo sobre o tema abordado em aula: A Reação de Seliwanoff é usada</p><p>para diferenciar dois tipos de açúcares: aldoses e cetoses. Esses açúcares</p><p>têm estruturas um pouco diferentes, e a reação nos ajuda a identificar qual é</p><p>qual.</p><p>Aqui está como funciona de forma simples:</p><p>Se você adicionar o reagente de Seliwanoff a uma solução com açúcar e</p><p>aquecer, os cetoses (como a frutose) reagem rápido e produzem uma cor</p><p>vermelha escura, porque eles têm uma estrutura química que facilita essa</p><p>reação.</p><p>Já os aldoses (como a glicose) também reagem, mas muito mais devagar, e a</p><p>cor vermelha demora para aparecer ou pode ser bem mais fraca.</p><p>Basicamente, a Reação de Seliwanoff é um jeito rápido de identificar se um</p><p>açúcar é uma cetose ou uma aldose, apenas observando a rapidez e</p><p>intensidade da mudança de cor.</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>1. Descreva os procedimentos realizado durante a aula, explicando as etapas e quais</p><p>materiais utilizados.</p><p>Procedimentos Realizados Durante a Aula:</p><p>Na aula, fizemos um experimento para identificar diferentes tipos de açúcares</p><p>usando a Reação de Seliwanoff, que nos ajuda a distinguir entre aldoses e cetoses</p><p>com base na mudança de cor.</p><p>Materiais Utilizados:</p><p> Tubos de ensaio</p><p> Reagente de Seliwanoff (resorcinol e ácido clorídrico)</p><p> Pipetas</p><p> Amostras de açúcares (glicose, frutose, sacarose)</p><p> Béquer com água quente (para aquecer as amostras)</p><p> Suporte para segurar os tubos</p><p> Béquer, Balão de fundo chato, Tubos de ensaio, Pipeta , P issete,</p><p>Erlenmeyer, Banho Maria, Estante para tubos de ensaio, Pêra de Sucção</p><p> 1 tubo para frutose, 1 tubo para glicose, 1 tubo para água (serve de controle</p><p>negativo); banho (70 graus); Becker; pera de borracha, pipeta.</p><p>Etapas do Procedimento:</p><p>1. Preparação das Soluções: Primeiro, dissolvemos cada açúcar em água</p><p>destilada em tubos de ensaio, deixando tudo bem misturado.</p><p>2. Adição do Reagente: Em seguida, colocamos algumas gotas do reagente</p><p>de Seliwanoff nas amostras de açúcar. Esse reagente reage de forma</p><p>diferente com cada tipo de açúcar quando é aquecido.</p><p>3. Aquecimento: Colocamos os tubos em um béquer com água quente (banho-</p><p>maria) para aquecer. O calor ajuda a acelerar a reação entre o reagente e os</p><p>açúcares.</p><p>4. Observação das Cores: Conforme as</p><p>soluções aqueciam, observamos as</p><p>mudanças de cor. Os açúcares chamados cetoses (como a frutose) ficaram</p><p>vermelhos bem rápido. Já os aldoses (como a glicose) demoraram mais para</p><p>mudar ou a cor foi mais suave.</p><p>5. Registro dos Resultados: Depois, anotamos o tempo que cada solução</p><p>levou para mudar de cor e a intensidade dessa cor. Isso nos ajudou a</p><p>identificar quais amostras eram aldoses e quais eram cetoses.</p><p>Reagentes: solução de HCL,0.1glicose,1%frutose,1%reativo de Seliwanoff.</p><p>2. Responda as Perguntas:</p><p>a) Qual o princípio da técnica de Seliwanoff?</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>O princípio da técnica de Seliwanoff é simples: ela ajuda a diferenciar dois tipos de</p><p>açúcares, cetoses e aldoses, observando como eles mudam de cor quando entram em</p><p>contato com um reagente específico (resorcinol com ácido clorídrico). As cetoses,</p><p>como a frutose, reagem rapidamente e ficam vermelhas bem depressa. Já as aldoses,</p><p>como a glicose, demoram mais para mudar de cor ou ficam com uma tonalidade mais</p><p>fraca. Isso torna fácil identificar qual tipo de açúcar está presente.</p><p>b) Qual o objetivo de utiliza um tubo apenas com água destilada.</p><p>O objetivo de usar um tubo apenas com água destilada é ter um controle no</p><p>experimento. Isso significa que, como a água não contém açúcares, ela não vai mudar</p><p>de cor, ajudando a comparar com os outros tubos que têm as amostras de açúcar.</p><p>Assim, fica mais fácil ver se a reação ocorreu por causa do açúcar presente ou por</p><p>algum outro fator.</p><p>c) Porque é necessário aplicar fervura e ácido clorídrico (HCl) durante o teste de</p><p>Seliwanoff?</p><p>A fervura e o ácido clorídrico (HCl) são usados no teste de Seliwanoff para acelerar a</p><p>reação entre o açúcar e o reagente. O calor da fervura faz a reação acontecer mais</p><p>rápido, e o ácido clorídrico ajuda a quebrar as moléculas de açúcar, facilitando a</p><p>mudança de cor que diferencia os tipos de açúcar (cetoses e aldoses).</p><p>d) Explique os resultados obtidos durante o ensaio bioquímico quanto a presença de</p><p>aldose e cetoses.</p><p>Durante o teste bioquímico da Reação de Seliwanoff, os resultados mostram</p><p>diferenças claras entre os dois tipos de açúcar:</p><p>1. Cetoses (como a frutose): Elas reagem bem rápido com o reagente,</p><p>mudando para uma cor vermelha forte em pouco tempo. Isso acontece</p><p>porque as cetoses, com sua estrutura química, respondem mais facilmente ao</p><p>ácido usado no teste.</p><p>2. Aldoses (como a glicose): Elas demoram mais para reagir ou mudam de cor</p><p>de forma mais suave. Isso acontece porque as aldoses precisam de mais</p><p>tempo para passar pelas transformações necessárias para gerar a cor</p><p>vermelha.</p><p>Essas mudanças na cor e na rapidez com que acontecem ajudam a identificar se o</p><p>açúcar que estamos testando é uma cetose ou uma aldose.</p><p>PRECIPITAÇÃO POR ÁCIDOS FORTES E METAIS PESADOS</p><p>Resumo sobre o tema abordado em aula: A proteína é uma biomolécula muito</p><p>importante. As proteínas são classificadas de acordo com seu ponto isoelétrico e</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>dependendo do ambiente onde está colocada ela interage de forma iônica com alguns</p><p>compostos e podemos mudar essa concentração iônica de acordo com adicionamento</p><p>de sais. Esse adicionamento de sais consegue fazer com que mude a concentração</p><p>desse ambiente onde está a proteína e consiga dissociar as proteínas de forma a</p><p>precipita-las.</p><p>Materiais utilizados</p><p>Reagentes: ovo albumina 10%, sulfato de amônia concentrado (solução concentrada de</p><p>sais, salina, que vai proporcionar a precipitação das proteínas)</p><p>Água (para padrão negativo)</p><p>Tubo A: adicionar dois ml de ovo albumina, dois ml de sulfato de amônia concentrada.</p><p>Homogeneizar e observar. A reação é imediata. Assim que adicionada percebe-se a</p><p>formação de um composto leitoso esbranquiçado que indica a precipitação das</p><p>proteínas.</p><p>Tubo B: adiciona dois ml de ovo albumina, concentração de sulfato de amônia (esta não</p><p>falou a quantidade),2ml de água. Homogeneizar e observar. A reação é imediata, não</p><p>houve precipitação, a água interfere na ionização das cargas.</p><p>Essa pratica demonstra a importância do ponto isoelétrico das proteínas bem como o</p><p>ambiente se é um meio, dependendo da carga iônica a qual a proteína é submetida</p><p>pode sim ser separado através de uma concentração salina que irá proporcionar a</p><p>separação das proteínas que pode ser através de uma coluna de resina dependendo da</p><p>coluna de onde for utilizada. É de importante utilização clínica e biológica para as</p><p>demais funções de onde queira isolar determinada proteína</p><p>1. Descreva os procedimentos realizado durante a aula, explicando as etapas e quais</p><p>materiais utilizados.</p><p>As proteínas são biomoléculas são muito importante e estruturais, tem a função</p><p>catalítica entre outros. A principal fonte de precipitação de proteínas são os ácidos</p><p>fortes no caso utilizados o ácido tricloroacético 20% e pode ser utilizado o ácido</p><p>sulfúrico entre outros. Também utilizar substancias com metais pesados como mercúrio,</p><p>chumbo, cobre para fazer essa precipitação.</p><p>Reagentes: ácido tricloroacético 20%, acetato de chumbo 10%, ovo albumina 10%.</p><p>Equipamentos: pera de borracha, pipeta, Becker.</p><p>Tubo para reação do ácido tricloroacético 20%- adicionar 2ml de ovo albumina a</p><p>10%,1ml de ácido tricloroacético e observar, a precipitação é imediata. Formam um</p><p>líquido leitoso branco o que indica a precipitação e alguns grumos da proteína pelo</p><p>ácido.</p><p>Tubo para reação do metal pesado acetato de chumbo- adicionar 2 ml de ovo albumina</p><p>a 10% e 5 gotas de acetato de chumbo e observar. Verifica-se que também houve uma</p><p>precipitação de forma mais liquida.</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>2. Responda as Perguntas:</p><p>a) Por que a ovoalbunina precipita na presença de ácidos fortes e metais pesados?</p><p>A ovoalbumina precipita na presença de ácidos fortes e metais pesados porque</p><p>esses reagentes desestabilizam a proteína.</p><p> Ácidos fortes fazem com que a ovoalbumina se desfaça e se aglutine,</p><p>formando um sólido.</p><p> Metais pesados se ligam à ovoalbumina e também causam a formação de</p><p>um precipitado.</p><p>Basicamente, esses reagentes fazem a ovoalbumina se agrupar e sair da solução.</p><p>b) Explique por que a ovoalbumina torna-se insolúvel após a precipitação.</p><p>A ovoalbumina torna-se insolúvel após a precipitação porque os ácidos fortes e</p><p>metais pesados alteram sua estrutura. Isso faz com que as moléculas de ovoalbumina</p><p>se aglutinem e formem um sólido, que não se dissolve mais na solução. Em resumo, as</p><p>mudanças na estrutura da proteína a tornam incapaz de permanecer dissolvida.</p><p>c) Explique os resultados encontrados no experimento.</p><p>Formou um liquido leitoso branco indicando a precipitação e alguns grumos da proteína.</p><p>Anteriormente é visualizado um concentrado de solução e após a precipitação ele fica</p><p>todo turvo indicando que houve a precipitação da proteína pelo ácido tricloroacético. Na</p><p>adição de acetato de chumbo também houve uma precipitação, porem conseguimos ter</p><p>mais visibilidade e perceber que no tubo do ácido tricloroacético teve uma precipitação</p><p>mais intensa, pois o acido forte tem a capacidade de quebrar as ligações peptídicas da</p><p>proteína mais do que o chumbo. Na comparação dos tubos temos um material mais</p><p>leitoso no ácido do que no metal pesado. De toda forma também temos a percepção em</p><p>relação à solução inicial e assolações precipitadas.</p><p>PRECIPITAÇÃO FRACIONADA POR SOLUÇÕES SALINAS CONCENTRADAS</p><p>1. Descreva os procedimentos realizado durante a aula, explicando as etapas e quais</p><p>materiais utilizados.</p><p>Resumo sobre o tema abordado em aula: As proteínas são classificadas de acordo</p><p>com seu ponto isoelétrico e dependendo do ambiente onde está colocada ela interage</p><p>de forma iônica com alguns compostos e podemos mudar essa concentração iônica de</p><p>acordo com adicionamento de sais. Esse adicionamento</p><p>de sais consegue fazer com</p><p>que mude a concentração desse ambiente onde está a proteína e consiga dissociar as</p><p>proteínas de forma a precipita-las.</p><p>Materiais utilizados</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>Reagentes: ovo albumina 10%, sulfato de amônia concentrado (solução concentrada de</p><p>sais, salina, que vai proporcionar a precipitação das proteínas)</p><p>Água (para padrão negativo).</p><p>Tubo A: adicionar 2 ml de ovo albumina,2 ml de sulfato de amônia concentrada.</p><p>Homogeneizar e observar. A reação é imediata. Assim que adicionada percebe-se a</p><p>formação de um composto leitoso esbranquiçado que indica a precipitação das</p><p>proteínas.</p><p>Tubo B: adicionar 2 ml de ovo albumina, concentração de sulfato de amônia (esta não</p><p>falou a quantidade),2 ml de água. Homogeneizar e observar. A reação é imediata, não</p><p>houve precipitação, a água interfere na ionização das cargas.</p><p>2. Responda as Perguntas:</p><p>a) Explique os conceitos de “Salting out”, “Salting in” e camada de solvatação?</p><p>"Salting Out": É o processo de fazer uma proteína se precipitar e sair da solução ao</p><p>adicionar sal. O sal compete com a proteína pela água, fazendo com que a proteína se</p><p>aglutine e se separe da solução.</p><p>"Salting In": É o oposto do "salting out". Adicionar sal pode, às vezes, aumentar a</p><p>solubilidade de uma proteína, ajudando-a a se dissolver melhor em água. Isso acontece</p><p>porque o sal ajuda a estabilizar a proteína em solução.</p><p>Camada de Solvatação: É a camada de moléculas de água que envolve uma proteína</p><p>ou outro soluto quando ele está dissolvido. Essa camada ajuda a manter o soluto na</p><p>solução, protegendo-o das interações com outros solutos. Esses conceitos ajudam a</p><p>entender como proteínas e outros compostos se comportam em soluções com</p><p>diferentes concentrações de sal e água.</p><p>b) Qual o princípio bioquímico do experimento?</p><p>As proteínas são classificadas de acordo com seu ponto isoelétrico e dependendo do</p><p>ambiente onde ela está colocada interage de for5ma iônica com alguns compostos ne</p><p>podemos mudar essa concentração iônica de acordo com o adicionamento de sais.</p><p>Esse adicionamento de sais consegue fazer com que mude a concentração do</p><p>ambiente onde está a proteína e consiga dissociar as proteínas de forma a precipitá-las.</p><p>Esse é o intuito da prática onde consiga em uma concentração onde temos vários tipos</p><p>de proteínas fazer uma separação.</p><p>c) Explique os resultados encontrados durante o experimento.</p><p>No tubo A houve precipitação da proteína em concentração salina formando um liquido</p><p>leitoso esbranquiçado. Já no tubo B com sulfato de amônio não houve a formação da</p><p>precipitação de proteína. A água interfere na questão iônica das cargas.</p><p>REAÇÃO DE BENEDICT (IDENTIFICAÇÃO DE AÇÚCARES REDUTORES)</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>Resumo sobre o tema abordado em aula: A Reação de Benedict identifica</p><p>açúcares redutores.</p><p> Como Funciona: Mistura-se o reagente de Benedict com a amostra e</p><p>aquece-se. A cor muda de azul para verde, amarelo, laranja ou vermelho,</p><p>dependendo da quantidade de açúcar redutor.</p><p> Açúcares Redutores: São açúcares que têm um grupo químico capaz de</p><p>reduzir outros compostos, como glicose e frutose.</p><p> Resultados: Azul (nenhum ou pouco açúcar), verde (pouco açúcar), amarelo</p><p>(moderado) e laranja/vermelho (muito açúcar).</p><p> Aplicação Clínica: O teste é usado para detectar glicose na urina, ajudando</p><p>a monitorar diabetes.</p><p>1. Descreva os procedimentos realizado durante a aula, explicando as etapas e quais</p><p>materiais utilizados.</p><p>Os açúcares redutores são alguns carboidratos que apresentam uma estrutura que é</p><p>uma hidroxila em um dos carbonos que é um C1.A hidroxila ela consegue reagir com</p><p>diversos íons principalmente os metálicos, a reação se baseia nessa ligação onde a</p><p>carbonila vai se ligar a um reativo que é chamado reativo de reação Benedict.</p><p>Materiais utilizados:</p><p>Reagentes: glicose a 1%, solução de sacarose a 1%, reativo de Benedict, água</p><p>(controle negativo)</p><p>Equipamentos: pera de borracha, pipeta, Becker, banho maria (70° por 5 minutos)</p><p>A partir desta reação conseguimos identificar quais são os principais açúcares</p><p>redutores. A reação não ocorre após a imediata colocação do material. É necessária</p><p>uma reação quente onde vamos utilizar o banho Maria para realizar esta reação.</p><p>Tubo de glicose: adicionar 5 ml do reativo de Benedict, 5ml de glicose. homogeneizar.</p><p>Levar ao banho Maria por 5 minutos. Houve reação (uma modificação), porém, não é</p><p>uma reação de cor vermelho tijolo, mas esta reação de modificação para a cor</p><p>esverdeada indica que houve de fato uma redução dos íons, reação do cobre, neste</p><p>caso não há formação de ácido cuproso, já foi reduzido ao máximo o cobre, mas</p><p>consegue-se perceber uma diferença entre a sacarose e a glicose. Isso significa que a</p><p>glicose a aldose é um agente redutor (monossacarídeo) e a frutose e sacarose não é</p><p>redutora.</p><p>Tubo sacarose: adicionar 5ml do reativo de Benedict; adicionar 5ml de sacarose.</p><p>Homogeneizar. Levar ao banho maria por 5 minutos. Não teve reação, a reação que</p><p>está no tubo é do reativo de Benedict(azul)</p><p>Tubo água: adicionar 5ml do reativo de Benedict. Adicionar 5ml de sacarose.</p><p>Homogeneizar. Levar a banho maria por 5 minutos. Não teve reação.</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>2. Responda as Perguntas:</p><p>a) Explique o princípio da técnica bioquímica do experimento.</p><p>O teste de Benedict detecta açúcares redutores. Ao adicionar o reagente de Benedict a</p><p>uma amostra e aquecer, os açúcares redutores reagem e mudam a cor da solução de</p><p>azul para verde, amarelo, laranja ou vermelho, dependendo da quantidade de açúcar.</p><p>b) Qual o conceito de “açúcares redutores”?</p><p>São açúcares que têm um grupo químico capaz de se oxidar e reduzir outros</p><p>compostos. Exemplos incluem glicose e frutose.</p><p>c) Explique os resultados encontrados no experimento.</p><p>Tubo de glicose: com a solução em banho Maria a 70° após 5 minutos houve uma</p><p>modificação, porém não é uma reação de coloração vermelho tijolo, mas modificação de</p><p>uma cor esverdeada indicando que houve uma redução de íons, uma reação do cobre.</p><p>Nesse caso não há formação do ácido cuproso, já foi reduzido ao máximo o cobre. É</p><p>perceptível a diferença entre a sacarose e a glicose e isso significas que a aldose é um</p><p>agente redutor(monossacarídeo) e a sacarose não é redutora. Tubo da sacarose: Com</p><p>a solução em banho maria a 70° após 5 minutos não houve uma reação entre os íons,</p><p>significando que a sacarose não é um carboidrato redutor, ou seja, ele não tem a</p><p>hidroxila, a carbonila que faz a reação com os íons cúpricos.</p><p>Tubo da água: novamente com a solução em banho maria a 70° após 5 minutos não</p><p>houve reação e a cor que está no tubo é do reativo de Benedict (azul) não houve</p><p>alteração de cor.</p><p>d) Explique como o experimento pode ser aplicado nas atividades na área clínica.</p><p>Testar uma amostra de urina com o reagente de Benedict pode ser uma simples</p><p>maneira de verificar a presença de glicose em pessoas suspeitas de possuírem essa</p><p>doença.</p><p>O teste de Benedict é usado para detectar glicose na urina, ajudando a monitorar o</p><p>controle de diabetes e outros distúrbios relacionados ao açúcar no sangue.</p><p>No entanto não é um teste definitivo pois outros açúcares redutores produzirão a</p><p>mesma reação. Se a reação da urina for positiva, outros testes terão de serem</p><p>realizados para a confirmação desta condição. A s mulheres grávidas podem ser</p><p>testadas desta forma a intervalos regulares para detectar a diabetes gestacional que</p><p>podem aparecer durante a gravidez sem histórico prévio da doença.</p><p>REAÇÃO DE BIURETO</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>Resumo sobre o tema abordado em aula: O reagente de Biureto faz com que o</p><p>cobre se ligue às proteínas, e essa ligação causa uma</p><p>mudança de cor que confirma</p><p>a presença de proteínas.</p><p>1. Descreva os procedimentos realizado durante a aula, explicando as etapas e quais</p><p>materiais utilizados.</p><p>Proteínas são biomoléculas importantes na configuração do nosso corpo fazendo parte</p><p>da atividade de diversas funções. As proteínas participam da nossa função da</p><p>membrana plasmática, de funções enzimáticas. Para a identificação dessas proteínas</p><p>temos uma reação chamada reação de Biureto. Ele é um composto derivado da ureia</p><p>que reage com os grupos carbonilas apresentando uma coloração violácea ou violeta.</p><p>Materiais utilizados:</p><p>Reagentes: Reativo de Biureto, solução de albumina, água destilada (controle negativo)</p><p>Equipamentos: pipeta, pera de borracha, Becker.</p><p>Tubo A: Adicionar 1ml de água destilada, ovoalbimuna (não citou a quantidade).</p><p>Homogeneizar e observar. A mudança colorimétrica vai acontecendo, aos poucos</p><p>começa-se a perceber a alteração de cor ficando uma cor violácea, violeta e em torno</p><p>de 1 ou 2 minutos a cor começa a se intensificar. Indica a presença da proteína.</p><p>Indicativo desses grupamentos de carbamínicos que interagem com o Biureto.</p><p>2. Responda as Perguntas:</p><p>a) Explique o princípio bioquímico da Reação de Biureto.</p><p>A Reação de Biureto é usada para identificar proteínas.</p><p>Princípio:</p><p> Reagente: A solução de Biureto contém cobre em um meio alcalino.</p><p> Como Funciona: Quando adicionamos o reagente a uma solução com</p><p>proteínas, o cobre se liga a partes das proteínas chamadas ligações</p><p>peptídicas.</p><p> Mudança de Cor: Se a proteína está presente, a solução muda de azul para</p><p>roxa ou violeta.</p><p>b) Qual o tipo de ligação que ocorre entre o Biureto e as moléculas identificadas?</p><p>Na Reação de Biureto, o reagente se liga às ligações peptídicas das proteínas.</p><p>Como Funciona:</p><p> Ligações Peptídicas: São as conexões entre os aminoácidos nas proteínas.</p><p> Ligação com o Reagente: O cobre no reagente se prende a essas ligações.</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>Resumindo: O cobre do reagente de Biureto se liga às partes das proteínas</p><p>chamadas ligações peptídicas, e isso faz com que a solução mude de cor.</p><p>c) Explique os resultados encontrados no experimento.</p><p>Tubo A: com adição da água (controle negativo) não houve reação do Biureto.</p><p>Tubo B: houve reação do Biureto observa-se uma coloração violeta bastante clara, com</p><p>indicativo da presença da proteína.</p><p>REAÇÃO DO LUGOL (IDENTIFICAÇÃO DE POLISSACARÍDEOS)</p><p>Resumo sobre o tema abordado em aula: A Reação de Lugol é usada para</p><p>identificar polissacarídeos, como o amido.</p><p> Como Funciona: Adiciona-se a solução de Lugol (uma mistura de iodo e</p><p>iodeto de potássio) à amostra.</p><p> Mudança de Cor: Se a amostra contém amido, a solução muda para uma cor</p><p>azul-escura ou preta.</p><p>Em resumo: O iodo no reagente se liga ao amido, mudando a cor da solução e</p><p>confirmando a presença de polissacarídeos.</p><p>1. Descreva os procedimentos realizado durante a aula, explicando as etapas e quais</p><p>materiais utilizados.</p><p>Objetivo:</p><p>Identificar a presença de amido em amostras usando a Reação de Lugol.</p><p>Materiais Utilizados:</p><p> Reagentes:</p><p>Solução de amido a 1%</p><p>Solução de Lugol a 2% (iodo em iodeto de potássio, que reage com</p><p>amido, mudando de cor)</p><p>Água destilada (controle negativo)</p><p> Equipamentos: Pipeta,Pera de borracha e Becker</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>Procedimentos:</p><p>1. Preparação do Tubo A:</p><p>Adicione 1 ml de solução de amido a 1%.</p><p>Acrescente 5 gotas de solução de Lugol.</p><p>Misture bem e observe.</p><p>Resultado: A solução muda para azulada ou esverdeada, indicando a</p><p>presença de amido.</p><p>2. Preparação do Tubo B:Adicione 1 ml de água destilada.</p><p>Acrescente 5 gotas de solução de Lugol.</p><p>Misture bem e observe.</p><p>Resultado: A solução mantém a cor marrom do Lugol, indicando ausência</p><p>de amido.</p><p>Resumo: O teste com solução de Lugol identifica a presença de amido pela</p><p>mudança de cor da solução. A amostra com amido fica azulada ou esverdeada,</p><p>enquanto a água com Lugol permanece marrom.</p><p>2. Responda as Perguntas:</p><p>a) Explique o princípio bioquímico da utilização do lugol na identificação de</p><p>polissacarídeos.</p><p>O Lugol identifica polissacarídeos como o amido porque o iodo no reagente se liga às</p><p>longas cadeias de glicose do amido. Essa ligação forma um complexo que muda a cor</p><p>para azul ou preto, indicando a presença de amido.</p><p>b) Explique para quais situações essa técnica pode ser utilizada.</p><p>Técnica de Lugol pode ser utilizada para:</p><p>Identificar Amido: Confirmar a presença de amido em alimentos e amostras</p><p>laboratoriais.</p><p>Análise de Polissacarídeos: Avaliar a composição de amidos em estudos de química</p><p>e bioquímica.</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>Controle de Qualidade: Verificar ingredientes em processos industriais e</p><p>alimentícios.</p><p>Essencialmente, é útil para detectar e estudar a presença de amido em várias</p><p>situações.</p><p>c) Explique os resultados encontrados no experimento.</p><p>Na primeira amostra de imediato se identifica a coloração azul esverdeada, indicando a</p><p>presença de amido. Na segunda amostra não houve alteração de cor, o que indica a</p><p>ausência de amido apresentando a coloração do Lugol(amarelada).</p><p>REAÇÃO DE SAPONIFICAÇÃO</p><p>Resumo sobre o tema abordado em aula: A saponificação é a reação química</p><p>que transforma gorduras ou óleos (triglicerídeos) em sabão e glicerol, usando uma</p><p>base forte como hidróxido de sódio (NaOH) ou hidróxido de potássio (KOH). A base</p><p>quebra as ligações dos triglicerídeos, liberando ácidos graxos, que se ligam ao sódio</p><p>ou potássio, formando os sais de ácidos graxos, ou seja, o sabão. O glicerol é o</p><p>subproduto dessa reação.</p><p>A saponificação é o processo de fabricação de sabão a partir de gorduras e uma</p><p>base forte</p><p>1. Descreva os procedimentos realizado durante a aula, explicando as etapas e quais</p><p>materiais utilizados.</p><p>A reação de saponificação é uma hidrólise alcalina dos ésteres ou de</p><p>triglicerídeos, formando um sal e um álcool. A reação de saponificação é</p><p>aquela em</p><p>que um éster reage em meio aquoso com uma base forte, ou seja, é uma</p><p>hidrólise</p><p>alcalina. Os produtos formados são um sal e um álcool.</p><p>Equipamentos: banho maria, pipeta de 1ml, pera de borracha e Becker.</p><p>Preparo: no tubo adicionar 5 ml de solução de hidróxido de potássio,2ml de óleo de</p><p>milho. Homogeneizar. Formação de 2 fases aquosas e como o óleo é mais denso este</p><p>fica precipitado no fundo do tubo. Não observando a hidrólise. Ao aquecer a solução em</p><p>banho maria por 5 minutos, observa-se que houve a hidrólise ficando uma solução</p><p>homogênea sendo uma unidade única. A partir da hidrólise verifica-se a produção do</p><p>sabão, da espuma e também se conseguimos produzir uma água dura adicionando o</p><p>cloreto de cálcio. Com a solução de hidrólise testa-se com água e sabão fazendo uma</p><p>homogeneização vigorosa a fim de produzir espuma que é característica da produção</p><p>do sabão. O ácido graxo tem essa característica de formar espuma.</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>Materiais utilizados:</p><p>Reagentes: óleo de milho (fonte de triglicerídeo), água destilada (para verificação da</p><p>espuma), solução etanólica de hidróxido de potássio (composição alcalina para</p><p>produção do sabão).</p><p>Tubo A: adicionar água no tubo (não fala a quantidade),2ml de solução de sabão.</p><p>Homogeneizar e verificar a produção de espuma ou não. Percebe—se a formação de</p><p>sabão e apresenta a textura que o sabão tem, escorregadio. Houve a hidrólise.</p><p>Tubo B:adicionar 2ml da solução de hidrólise,5ml da solução de cloreto de cálcio (para</p><p>verificar se interfere na produção de espuma). homogeneizar. Percebe-se visualmente a</p><p>diferença da amostra com a água. Não há formação da espuma. Tanto como o outro</p><p>tubo. Apresenta</p><p>cristais e pequenas precipitações que são do cálcio. Isso é que</p><p>acontece com a água grande quantidade de íons, sais cálcio e magnésio, interfere com</p><p>a reação da produção de sabão, na produção da espuma.</p><p>2. Responda as Perguntas:</p><p>a) Explique bioquimicamente o que são ácidos graxos e triglicerídeos.</p><p>Ácidos Graxos:</p><p>Bioquimicamente, ácidos graxos são longas cadeias de hidrocarbonetos com um</p><p>grupo ácido carboxílico (-COOH) em uma extremidade. Eles podem ser:</p><p>Saturados: Não têm ligações duplas entre os carbonos, o que os torna mais</p><p>sólidos à temperatura ambiente (como a gordura animal).</p><p>Insaturados: Têm uma ou mais ligações duplas entre os carbonos, tornando-</p><p>os mais líquidos (como os óleos vegetais).</p><p>Triglicerídeos:</p><p>Triglicerídeos são moléculas de gordura compostas por três ácidos graxos ligados</p><p>a uma molécula de glicerol. Eles são a principal forma de armazenamento de</p><p>energia em células adiposas, servindo como reserva de energia no organismo.</p><p>Resumindo: Ácidos graxos são os componentes básicos de gorduras, e</p><p>triglicerídeos são moléculas de gordura que armazenam energia no corpo.</p><p>b) Explique a fundamentação teórica da técnica de saponificação.</p><p>A saponificação é uma reação química que transforma gorduras e óleos em sabão</p><p>através da hidrolise alcalina de triglicérides. A reação resulta na formação de glicerol e</p><p>sais de ácidos graxos, que são os sabões. A estrutura dos sabões, com uma cabeça</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>polar e uma cauda apolar, permite a emulsificação de gorduras e óleos, tornando-os</p><p>solúveis em água.</p><p>c) Explique os resultados encontrados experimento.</p><p>No 1° tubo é identificada a formação de sabão com textura tátil e escorregadio, que</p><p>seria de um sabonete líquido, consegue-se sentir viscosidade do liquido e a formação</p><p>da espuma, mudou totalmente de cor, ocorreu uma hidrólise. Já no 2° tubo há uma</p><p>percepção visual diferente da amostra com água. Não há formação da espuma tão</p><p>viscosa como a do outro tubo. Percebe-se cristais (pequenas formações que são do</p><p>cálcio) é o que ocorre com a água, grande quantidade desses íons dos sais (cálcio e</p><p>magnésio) ela interfere com a reação da produção de sabão.</p><p>SOLUBILIDADE DOS LIPÍDIOS</p><p>Resumo sobre o tema abordado em aula: A solubilidade dos lipídios depende</p><p>da natureza das substâncias. Lipídios, como óleos e gorduras, são insolúveis em</p><p>água porque são moléculas apolares, ou seja, não se misturam com substâncias</p><p>polares como a água. No entanto, eles são solúveis em solventes apolares como</p><p>álcool, éter e clorofórmio. Essa característica é importante para entender como os</p><p>lipídios se comportam no corpo e em diferentes processos químicos. Sendo assim</p><p>os Lipídios não se dissolvem em água, mas se dissolvem em solventes apolares.</p><p>1. Descreva os procedimentos realizado durante a aula, explicando as etapas e quais</p><p>materiais utilizados.</p><p>2. Responda as Perguntas:</p><p>a) Explique a estrutura bioquímica dos lipídios correlacionado com sua característica de</p><p>insolubilidade em soluções aquosas.</p><p>Os lipídios são compostos por longas cadeias apolares de carbono e hidrogênio, o que</p><p>os torna insolúveis em água. Como são apolares, eles não conseguem interagir com</p><p>as moléculas polares da água, tornando-se hidrofóbicos (repelentes à água).</p><p>b) Explique a fundamentação teórica da técnica de solubilidade dos lipídios.</p><p>A solubilidade dos lipídios é baseada na natureza apolar dessas moléculas.</p><p>Fundamentação Teórica:</p><p>Lipídios Apolares: Como os lipídios são compostos por longas cadeias de</p><p>hidrocarbonetos (apolares), eles não se dissolvem em solventes polares,</p><p>como a água.</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p>Solventes Apolares: Os lipídios são solúveis em solventes apolares, como</p><p>éter, clorofórmio e álcool, porque "semelhante dissolve semelhante" —</p><p>moléculas apolares interagem entre si.</p><p>Lipídios se dissolvem em solventes apolares devido à sua natureza apolar,</p><p>mas não em água, que é polar.</p><p>c) Explique os resultados encontrados no experimento.</p><p>No tubo de etanol consegue-se perceber a visualização de algumas bolhas por</p><p>menoridade da molécula do lipídio. Álcool etílico apesar de não ser tão solúvel ele</p><p>consegue fazer um pouco desta solubilidade. No tubo de éter visualiza-se que com o</p><p>éter é onde se consegue uma melhor solubilidade. O éter é o único solvente que</p><p>consegue fazer essa solubilidade.</p><p>Referencias:</p><p>1. Amilase</p><p> Referencia Geral de Enzimas:</p><p>o Berg, J. M., Tymoczko, J. L., & Gatto, G. J. (2015). Bioquímica. 7ª</p><p>edição. Guanabara Koogan.</p><p>o Nelson, D. L., & Cox, M. M. (2013). Lehninger: Princípios de</p><p>Bioquímica. 6ª edição. LTC.</p><p>2. Reação de Benedict (Identificação de Açúcares Redutores)</p><p> Referências Gerais:</p><p>o Berg, J. M., Tymoczko, J. L., & Gatto, G. J. (2015). Bioquímica. 7ª</p><p>edição. Guanabara Koogan.</p><p>o Nelson, D. L., & Cox, M. M. (2013). Lehninger: Princípios de</p><p>Bioquímica. 6ª edição. LTC.</p><p>3. Reação de Biureto (Identificação de Proteínas)</p><p> Referências Gerais:</p><p>o Berg, J. M., Tymoczko, J. L., & Gatto, G. J. (2015). Bioquímica. 7ª</p><p>edição. Guanabara Koogan.</p><p>o Stryer, L. (2012). Bioquímica. 7ª edição. Artmed.</p><p>o Nelson, D. L., & Cox, M. M. (2013). Lehninger: Princípios de</p><p>Bioquímica. 6ª edição. LTC.</p><p>4. Reação de Lugol (Identificação de Polissacarídeos)</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>ENSINO DIGITAL</p><p>RELATÓRIO</p><p>01 e 02</p><p>DATA:</p><p>11/09/2024</p><p> Referências Gerais:</p><p>o Berg, J. M., Tymoczko, J. L., & Gatto, G. J. (2015). Bioquímica. 7ª</p><p>edição. Guanabara Koogan.</p><p>o Nelson, D. L., & Cox, M. M. (2013). Lehninger: Princípios de</p><p>Bioquímica. 6ª edição. LTC.</p><p>5. Reação de Saponificação</p><p> Referências Gerais:</p><p>o Berg, J. M., Tymoczko, J. L., & Gatto, G. J. (2015). Bioquímica. 7ª</p><p>edição. Guanabara Koogan.</p><p>o Nelson, D. L., & Cox, M. M. (2013). Lehninger: Princípios de</p><p>Bioquímica. 6ª edição. LTC.</p><p>o Gosh, S. K., & Gupta, R. (2006). Handbook of Detergents: Part B:</p><p>Formulation. CRC Press.</p><p>6. Solubilidade dos Lipídios</p><p> Referências Gerais:</p><p>o Berg, J. M., Tymoczko, J. L., & Gatto, G. J. (2015). Bioquímica. 7ª</p><p>edição. Guanabara Koogan.</p><p>o Nelson, D. L., & Cox, M. M. (2013). Lehninger: Princípios de</p><p>Bioquímica. 6ª edição. LTC.</p><p>o Stryer, L. (2012). Bioquímica. 7ª edição. Artmed.</p>

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