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<p>Estudo Dirigido</p><p>Nome: Antonia Paula Holanda Costa</p><p>Curso: Letras - Português</p><p>Disciplina: Sintaxe I</p><p>Tutor/a: Polyana Castelo</p><p>A sintaxe é um dos elementos fundamentais da gramática, responsável por</p><p>estudar a organização das palavras em uma frase ou texto. Ela é responsável por</p><p>definir as regras de formação das frases, bem como a relação entre seus</p><p>elementos. A sintaxe é extremamente importante para a comunicação, pois é ela</p><p>que garante a compreensão do que é dito ou escrito. Uma frase mal construída</p><p>pode levar a interpretações equivocadas e prejudicar a clareza da mensagem.</p><p>Os erros de sintaxe podem gerar confusão e prejudicar a compreensão do</p><p>texto. Uma frase mal construída pode levar a interpretações equivocadas e gerar</p><p>um entendimento diferente do que foi pretendido pelo autor. Por isso, é fundamental</p><p>prestar atenção à organização das palavras na frase, à concordância entre os</p><p>termos e à pontuação adequada. A correção dos erros de sintaxe é essencial para</p><p>garantir a clareza e a objetividade do texto.</p><p>Para aprimorar suas habilidades em sintaxe e se tornar um melhor</p><p>comunicador, é importante praticar a leitura e a escrita com frequência. Além disso,</p><p>é fundamental estudar as regras sintáticas da língua portuguesa e buscar ajuda de</p><p>profissionais da área, como professores e revisores. Outra dica importante é prestar</p><p>atenção à linguagem utilizada em diferentes contextos, como na comunicação</p><p>formal e informal. É fundamental adaptar a linguagem ao público-alvo e ao objetivo</p><p>do texto, garantindo uma comunicação eficiente e clara. Regras, nomenclaturas,</p><p>entre outros aspectos, são fatos inevitáveis de ocorrer. No entanto, a partir de uma</p><p>didática diferenciada, todo esse “panorama” antes retratado pode aos poucos se</p><p>reverter. Com isso, é possível conscientizar nossos aprendizes quanto à</p><p>necessidade de adequação a essas regras, quebrando paradigmas, vencendo</p><p>barreiras, suprimindo dificuldades, enfim...</p><p>Como proposta, o educador pode utilizar um conhecido poema de Paulo</p><p>Leminski, intitulado “O assassino era o escriba”, retratado adiante:</p><p>Considerando que já tenham sido dadas aulas expositivas e dialogadas</p><p>acerca de alguns conceitos inerentes ao estudo da sintaxe (tais como: sujeito,</p><p>predicado, complementos verbais, período composto por coordenação e</p><p>subordinação, entre outros), alguns procedimentos demostram seu teor de</p><p>relevância, entre eles:</p><p> Primeiramente, após uma leitura atenta e individual do texto em</p><p>questão, solicite que os alunos destaquem termos próprios do estudo</p><p>voltado para a sintaxe.</p><p> Em seguida, aborde os recursos estilísticos utilizados pelo autor para</p><p>a construção do discurso. A ironia seria um deles? Para responder</p><p>esta questão, há alguns pontos passíveis de serem levantados, tais</p><p>como:</p><p> Por que o “eu lírico” deixa claro que o professor de análise sintática era um sujeito</p><p>inexistente? Ora, alguém inexistente? E os alunos, também o concebem assim</p><p>(levando-se em conta o professor de Língua Portuguesa)? Se sim, qual o motivo</p><p>de tal concepção? Eis aí algo que pode reforçar a discussão e,</p><p>consequentemente, aprimorar o poder de argumentação dos alunos – capacidade</p><p>elementar ao emissor em determinadas circunstâncias comunicativas. Por que o</p><p>pleonasmo era o principal predicado do professor em questão? Partindo do</p><p>conceito de pleonasmo e predicado, podemos muito bem nos perguntar: será que</p><p>uma de suas virtudes (características) era somente dizer... coisas sem</p><p>necessidades? Pleonásticas?</p><p>- Regular e paradigmático. Aí entra a questão das conjugações verbais, as</p><p>quais, sendo regulares, obedecem a um paradigma definido. Mas e em se tratando</p><p>do famoso professor... será que ele vivia “regulando” seus alunos?</p><p>- Coitado! Casou-se logo com uma regência. Será que ele sempre era regido</p><p>por ela, tal como os verbos são regidos pelos seus complementos? Para variar, ela</p><p>era bitransitiva, assim como os verbos, ora transitivos diretos, ora indiretos. Será</p><p>que ela possuía dupla personalidade?</p><p>- Quando o tal professor tentou viajar, acharam logo um artigo indefinido em</p><p>sua bagagem. Ora, artigo indefinido é aquele que... não se define, é óbvio. É bom</p><p>nem pensar que “artigo” seria esse, não é verdade?</p><p>- Mediante o fato acontecido, a interjeição do bigode declinava partículas</p><p>expletivas, agentes da passiva e conectivos o tempo todo. Sim, por certo essa</p><p>atitude “interjeitiva” (será um neologismo?) deve-se ao fato de ele expressar suas</p><p>emoções (interjeição) diante do ocorrido, e mais uma vez as partículas expletivas</p><p>estavam sendo declinadas, isto é, ele estava proferindo algo desnecessário.</p><p>- Que chato! Foi morto logo por um objeto direto na cabeça. Nossa! Assim</p><p>como o objeto direto complementa o verbo, tal atitude se deu para complementar</p><p>toda essa coleção de adjetivações a respeito do tão discutido professor.</p><p>Outro aspecto que também poderá ser abordado faz referência a uma das</p><p>funções da linguagem – a metalinguística, ou seja, o artista se utiliza da linguagem</p><p>para explicar a própria linguagem.</p><p>Por fim, uma significativa indagação poderá ser feita, até mesmo a título de</p><p>promover uma atividade reflexiva acerca do seu posicionamento, educador (a): por</p><p>que o aluno (ou os alunos, de forma geral), ao final, resolveu matar o professor,</p><p>mesmo que em sentido figurado? Não seria essa atitude de matar uma expressiva</p><p>sinonímia de... ignorar? Eis um caso para reflexão.</p>

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