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<p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 1/34</p><p>DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA</p><p>RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO</p><p>NASOFARÍNGEA EM LACTENTES</p><p>Ana Paula Coelho de Sousa Araujo</p><p>> OBJETIVOS</p><p>Ao �nal da leitura deste capítulo, o leitor será capaz de</p><p>entender as técnicas de desobstrução de vias aéreas superiores (VAS), desobstrução</p><p>rinofaríngea retrógrada (DRR) e aspiração nasofaríngea;</p><p>escolher a técnica mais adequada para seu paciente;</p><p>realizar a tomada de decisão na prá�ca clínica de forma mais informada e crí�ca.</p><p>> ESQUEMA CONCEITUAL</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 2/34</p><p>> INTRODUÇÃO</p><p>Países em desenvolvimento apresentam elevado número de nascidos vivos</p><p>prematuros ou com condições sanitárias precárias, o que favorece uma maior</p><p>susce�bilidade às infecções respiratórias, entre outras. O fisioterapeuta tem papel</p><p>relevante na manutenção da permeabilidade das vias aéreas e na redução do esforço</p><p>respiratório, assim como na manutenção ou melhora da função respiratória.</p><p>Um estudo transversal realizado por Oliveira e colaboradores em 2013 evidencia a</p><p>obstrução nasal por secreção (Figura 1 mais adiante) como um dos problemas mais</p><p>comuns em unidades de atendimento médico pediátricos, sendo necessária a</p><p>intervenção da fisioterapia respiratória.</p><p>O acome�mento frequente de lactentes por infecção de vias aéreas superiores (IVAS)</p><p>tem sido cada vez mais comum. Fatores ambientais, como exposição a poluentes e</p><p>substâncias irrita�vas para as VAS, contribuem para o aumento de casos. Períodos</p><p>sazonais nos quais há propagação de vírus e bactérias, principalmente em ambientes</p><p>fechados e aglomerados, também determinam a recorrência desses quadros.</p><p>A fisioterapia respiratória pediátrica inicia sua abordagem por meio da</p><p>avaliação, que deve ser bem cuidadosa, para que os obje�vos traçados</p><p>sejam alcançados e a melhora clínica seja ob�da. Na prá�ca</p><p>fisioterapêu�ca, três técnicas de desobstrução de VAS são muito</p><p>u�lizadas em lactentes, todas eficazes, entretanto, bem dis�ntas: a</p><p>ins�lação nasal de soro fisiológico a 0,9%, a desobstrução rinofaríngea</p><p>retrógrada (DRR) e a aspiração nasofaríngea.</p><p>1</p><p>1</p><p>2</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 3/34</p><p>A instilação nasal de soro �siológico a 0,9% (Figura 2 mais adiante) é um</p><p>procedimento simples e consiste na irrigação com solução salina isotônica, sempre em</p><p>temperatura ambiente, em ambas as narinas, visando umidificar o muco da cavidade</p><p>nasal, com o intuito de fluidificá-lo para que sua remoção seja facilitada. Ajuda a</p><p>melhorar a congestão nasal, por reduzir o acúmulo de germes, alérgenos e outros</p><p>poluentes na região da nasofaringe. Esse procedimento é muito u�lizado em</p><p>associação à DRR, que, por sua vez, tem sua denominação modificada para DRRi, o</p><p>que torna esta técnica ainda mais eficaz. Entretanto, neste capítulo, serão</p><p>abordadas as técnicas de aspiração nasofaríngea e de DRR, para que sejam</p><p>comparadas e que seja facilitada a tomada de decisão durante a prá�ca clínica.</p><p>A DRR consiste em uma técnica aplicada de forma passiva em lactentes e, em geral,</p><p>apresenta bons resultados, pela remoção posterior da secreção con�da em VAS. Por</p><p>sua vez, a aspiração nasofaríngea, também aplicada nessa faixa etária, principalmente</p><p>quando hospitalizados, remove as secreções presentes em VAS pela introdução de</p><p>uma sonda de aspiração pela narina e por meio da ação de um vácuo, o qual remove as</p><p>secreções.</p><p>Atualmente, estudos têm mostrado a ocorrência de menos episódios de complicações</p><p>durante a aplicação de DRR em comparação ao uso da aspiração nasofaríngea.</p><p>Entretanto, é necessário entender quando os lactentes podem se beneficiar mais de</p><p>uma ou outra técnica. Dessa forma, a indicação do recurso será coerente, favorecendo</p><p>a melhora dos sintomas, reduzindo a exposição às possíveis complicações e</p><p>contribuindo para a recuperação do lactente.</p><p>> OBSTRUÇÃO NASAL E LACTENTES</p><p>Lactente é o termo que define os bebês que possuem desde 1 mês de idade até</p><p>completarem 24 meses. Os lactentes configuram uma faixa etária que, em geral, sofre</p><p>bastante com acome�mentos do sistema respiratório decorrentes da contaminação</p><p>por diferentes vírus, bactérias, fungos e alérgenos, os quais podem provocar</p><p>infecções ou irritações do trato respiratório superior (Figuras 1 a 3) e causar sintomas</p><p>como dor de garganta, rinorreia, tosse e comprome�mento em ouvido médio.</p><p>Quadros respiratórios, como laringotraqueobronquite, e inclusive doenças graves,</p><p>como pneumonia, bronquiolite ou síndrome do desconforto respiratório agudo,</p><p>também são frequentes nessa população.</p><p>3,4</p><p>5</p><p>2,6</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>pediátrica com quadro de febre alta,</p><p>tosse e secreção nasal abundante. Há 20 dias, apresentou resfriado leve e de</p><p>resolução espontânea. A genitora relata que o menor ronca bastante durante o sono e</p><p>é portador de adenoide hipertrófica.</p><p>Ao exame, o paciente apresentou temperatura de 39,2ºC, SatO de 96%, respirando</p><p>ar ambiente, com respiração bucal. À ausculta pulmonar, foram verificados MV+ com</p><p>roncos de transmissão difusos e tosse produ�va. Também foi encontrada hipertrofia</p><p>de cornetos inferiores, sem aumento de trabalho respiratório.</p><p>2</p><p>2</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 29/34</p><p>ATIVIDADES</p><p>10. Qual é o obje�vo fisioterapêu�co do tratamento para o paciente</p><p>apresentado no caso clínico?</p><p>Confira aqui a resposta</p><p>11. Determine a conduta fisioterapêu�ca adequada para o paciente do caso</p><p>clínico.</p><p>Confira aqui a resposta</p><p>> CONCLUSÃO</p><p>O uso das técnicas de desobstrução de VAS para lactentes (DRRi e aspiração</p><p>nasofaríngea) são importantes e necessárias para a manutenção da permeabilidade de</p><p>VAS e a melhora do quadro respiratório.</p><p>A DRR se apresenta como uma técnica que oferece menores riscos em comparação à</p><p>aspiração nasofaríngea e promove resposta funcional imediata em lactentes e de</p><p>forma segura. Entretanto, a aplicação da aspiração nasofaríngea tem suas indicações,</p><p>as quais devem ser respeitadas. A avaliação do trato respiratório do paciente é que vai</p><p>determinar a escolha da técnica, e o fisioterapeuta deve estar apto e atualizado para</p><p>que, ao indicar uma delas, não submeta seu paciente a possíveis complicações e para</p><p>que garanta a permeabilidade das VAS.</p><p>> ATIVIDADES: REPOSTAS</p><p>A�vidade 1 // Resposta: C</p><p>Comentário: Alguns dos fatores que podem contribuir para o surgimento de quadro</p><p>respiratório por lactentes são fatores ambientais, como o nível de poluição do ar,</p><p>gases tóxicos emi�dos por indústrias e, ainda, a exposição ao tabagismo, quando um</p><p>dos genitores é fumante e expõe sua criança à inalação do tabaco. Há também a</p><p>predisposição gené�ca, quando há história de asma ou sibilâncias, alteração de função</p><p>pulmonar, via aérea de pequeno calibre e alergias respiratórias ou alimentares.</p><p>A�vidade 2 // Resposta: B</p><p>Comentário: Os lactentes possuem estrutura anatômica com posicionamento mais</p><p>elevado da laringe.</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 30/34</p><p>A�vidade 3</p><p>RESPOSTA: A cavidade bucal deve ser avaliada, uma vez que faz parte da via aérea</p><p>extratorácica, analisando-se o maxilar e a forma do palato, a protrusão de incisivos</p><p>superiores, presença de mordida cruzada, aberta, a altura facial anterior aumentada e</p><p>o tônus musculatura orofacial. A presença de anquiloglossia pode estar relacionada a</p><p>alterações oclusais e, por consequência, haverá comprome�mento no</p><p>desenvolvimento orofacial, o qual altera o desenvolvimento da maxila, além de</p><p>favorecer a respiração bucal, que compromete estruturas localizadas em cavidade</p><p>nasal e contribui para o acúmulo de secreções no trato respiratório superior diante do</p><p>seu acome�mento.</p><p>A�vidade 4 // Resposta: C</p><p>Comentário: A ausculta torácica de ruídos oriundos de VAS é suficiente para a</p><p>determinação do local onde há acúmulo de secreção, sendo VAS ou VAI. Caso, na</p><p>avaliação inicial, não se encontre alteração em ruídos respiratórios a par�r da ausculta</p><p>de VAS, então essa ausculta deve ser realizada por meio da ausculta de ruídos de</p><p>inspiração forçada, o que pode evidenciar presença de secreção em VAS em região</p><p>mais posterior, como o cavum.</p><p>A�vidade 5 // Resposta: C</p><p>Comentário: A par�r de uma inspiração profunda e vigorosa, forma-se o efeito Venturi,</p><p>capaz de promover o deslocamento das secreções dos ós�os sinusais e dos ós�os da</p><p>tuba audi�va para a rinofaringe sem que haja comprome�mento da membrana</p><p>�mpânica, sendo, portanto, uma técnica segura.</p><p>A�vidade 6</p><p>RESPOSTA: A par�r de uma inspiração profunda e vigorosa, forma-se o efeito Venturi,</p><p>capaz de promover o deslocamento das secreções dos ós�os sinusais e dos ós�os da</p><p>tuba audi�va para a rinofaringe sem que haja comprome�mento da membrana</p><p>�mpânica. Com o aumento da pressão inspiratória, há redução ou eliminação das</p><p>secreções em cavidade nasal e, por consequência, melhora do quadro respiratório. A</p><p>pressão no ouvido médio é também reduzida quando a secreção na região do cavum é</p><p>removida, e tal fato decorre a par�r do aumento da pressão de pico.</p><p>A�vidade 7</p><p>RESPOSTA: Com a extensão de PVC conectada ao frasco coletor, e este, ao vácuo,</p><p>pode-se iniciar o processo de conexão dos materiais. Conecta-se a sonda de aspiração</p><p>(de tamanho adequado ao paciente) à extensão do frasco coletor, sem que esta seja</p><p>removida da embalagem. Em seguida, o pacote de gaze é aberto de forma que não</p><p>haja contaminação, e o soro fisiológico também é aberto, para a ins�lação em</p><p>cavidade nasal, a fim de promover fluidificação local. O cateter de aspiração é</p><p>conectado à extensão do frasco coletor. O fisioterapeuta calça luva de procedimento</p><p>para realizar a aspiração nasal e, com a mão dominante, re�ra a sonda da embalagem,</p><p>segurando-a, enquanto que, com a mão dominante, regula</p><p>a pressão do vácuo. Então,</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 31/34</p><p>ele executa o procedimento introduzindo lentamente a sonda pela cavidade nasal, sem</p><p>que haja sucção, até que encontre alguma resistência. Nesse momento, pode haver</p><p>ação do vácuo, enquanto a sonda é re�rada da cavidade nasal, removendo a secreção</p><p>concomitantemente.</p><p>A�vidade 8 // Resposta: C</p><p>Comentário: Estão entre os riscos da aspiração nasofaríngea: engasgos; refluxo</p><p>gástrico; trauma�smo local; reflexo vagal; hipoxemia; pausas respiratórias ou apneia;</p><p>instabilidade dos sinais vitais; arritmia cardíaca; queda de SatO ; epistaxe; edema de</p><p>mucosa e submucosa nasal; aumento da PIC; e hemorragia intraventricular em bebês</p><p>prematuros.</p><p>A�vidade 9 // Resposta: B</p><p>Comentário: A aspiração das VAS é uma técnica invasiva, a qual u�liza pressão</p><p>nega�va para remover fluidos presentes nas VAS. Atualmente, não se recomenda a</p><p>aspiração de VAS após o nascimento de bebês a termo.</p><p>A�vidade 10</p><p>RESPOSTA: O obje�vo fisioterapêu�co do tratamento para o paciente apresentado no</p><p>caso clínico é promover a permeabilidade das VAS.</p><p>A�vidade 11</p><p>RESPOSTA: A conduta escolhida para o paciente apresentado no caso clínico é a DRR,</p><p>por ser uma técnica não invasiva, segura e capaz de remover secreções de cavidade</p><p>nasal, inclusive de região mais posterior, como a do cavum, próximo às adenoides, que,</p><p>neste caso, por serem hipertróficas, dificultam o escoamento da secreção, o que</p><p>favorece seu acúmulo. A hipertrofia de cornetos inferiores sugere edema de mucosa</p><p>nasal, sendo assim, a aspiração nasofaríngea deve ser evitada, já que pode aumentar o</p><p>risco de trauma local e epistaxe.</p><p>> REFERÊNCIAS</p><p>1. Oliveira TRS, Santos CA, Viviani AG. Efeitos da fisioterapia respiratória em</p><p>lactentes prematuros. Rev Mov. 2013;6(2):456–62.</p><p>2. Pos�aux G. Fisioterapia respiratoria em el niño: las técnicas de tratamento guiadas</p><p>por la auscultación pulmonar. Madrid: McGraw-Hill; 2000.</p><p>3. Alexandrino AS, Santos R, Melo C, Tomé D, Bastos JM, Pos�aux G. Immediate</p><p>effects of a rhino-pharyngeal clearance protocol in nasal obstruc�on and middle</p><p>ear condi�on of children under 3 years of age with upper respiratory infec�ons: a</p><p>randomized controlled trial. Acta Otorrinolaringol Esp. 2019 Jul–Aug;70(4):192–9.</p><p>h�ps://doi.org/10.1016/j.otorri.2018.03.004</p><p>4. Brant TCS. Efeitos da desobstrução rinofaríngea retrógrada isolada e associada à</p><p>ins�lação de soro fisiológico (0,9% NaCl), sobre as propriedades do muco nasal a</p><p>celularidade e as citocinas em lavado nasal e sintomas nasais de motociclistas</p><p>2</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 32/34</p><p>profissionais expostos à poluição da cidade de Belo Horizonte [tese]. 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Fisioterapia respiratória pediátrica na desobstrução de vias aéreas</p><p>superiores. In: Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e</p><p>Fisioterapia em Terapia Intensiva; Mar�ns JA, Schivinski CIS, Ribeiro SNS,</p><p>organizadoras. PROFISIO Programa de Atualização em Fisioterapia Pediátrica e</p><p>Neonatal: Cardiorrespiratória e Terapia Intensiva: Ciclo 9. Porto Alegre: Artmed</p><p>Panamericana; 2020. p. 11–46. (Sistema de Educação Con�nuada a Distância, v.</p><p>2).</p><p>15. Meirelles RC. Exame da cavidade nasal e tratamento cirúrgico da obstrução nasal.</p><p>Braz J Health</p><p>Biomed Sci. 2008;7(2):24–32.</p><p>16. DiFrancesco RC, Bregola EGP, Pereira LS, Lima RS. A obstrução nasal e o</p><p>diagnós�co ortodôn�co. R Dent Press Ortodon Ortop Facial. 2006 Jan–</p><p>Fev;11(1):107–13. h�ps://doi.org/10.1590/S1415-54192006000100014</p><p>17. Pompéia LE, Ilinsky RS, Ortolani CLF, Fal�n Júnior K. A influência da anquiloglossia</p><p>no crescimento e desenvolvimento do sistema estomatogná�co. Rev Paul Pediatr.</p><p>2017;35(2):216–21. h�ps://doi.org/10.1590/1984-0462/;2017;35;2;00016</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 33/34</p><p>18. Mar�nelli RLC, Marchesan IQ, Berre�n-Felix G. Rest posi�on of the tongue in</p><p>infants with and without lingual frenulum altera�on. Int J Orofac Myol.</p><p>2016;42(1):43–8. h�ps://doi.org/10.52010/ijom.2016.42.1.5</p><p>19. Co�on RT. Avaliação do lactente ruidoso. In: Sih T, Chinski A, Eavey R, editores. III</p><p>manual de otorrinolaringologia pediátrica da IAPO. São Paulo: IAPO; 2003 [acesso</p><p>em 2022 set 1]. Disponível em: h�ps://cdn.gn1.link/iapo/manuals/03-2.pdf.</p><p>20. Pos�aux G. Fisioterapia respiratória pediátrica. 2. ed. Porto Alegre: Artmed; 2004.</p><p>21. Alexandrino AS, Santos R, Melo C, Bastos JM, Pos�aux G. Caregivers' educa�on vs</p><p>rhinopharyngeal clearance in children with upper respiratory infec�ons: impact on</p><p>children's health outcomes. Eur J Pediatr. 2017 Oct;176(10):1375–83.</p><p>h�ps://doi.org/10.1007/s00431-017-3003-z</p><p>22. Gomes GR, Donadio MVF. Effects of the use of respiratory physiotherapy in</p><p>children admi�ed with acute viral bronchioli�s. Arch Pediatr. 2018 Aug;25(6):394–</p><p>8. h�ps://doi.org/10.1016/j.arcped.2018.06.004</p><p>23. Brasil. Ministério da Saúde. Orientações para o cuidado com o paciente no</p><p>ambiente domiciliar. Brasília: MS; 2018 [acesso em 2022 set 1]. Disponível em: h�</p><p>ps://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/orientacoes_cuidado_paciente_ambiente</p><p>_domiciliar.pdf.</p><p>24. Foster JP, Dawson JA, Davis PG, Dahlen HG. Rou�ne oro/nasopharyngeal suc�on</p><p>versus no suc�on at birth. Cochrane Database Syst Rev. 2017 Apr;4(4):CD010332.</p><p>h�ps://doi.org/10.1002/14651858.CD010332.pub2</p><p>25. Aguilar AM, Vain NE. The suc�oning in the delivery room debate. Early Hum Dev.</p><p>2011 Mar;87(Suppl 1):S13–5. h�ps://doi.org/10.1016/j.earlhumdev.2011.01.003</p><p>26. Tartari JLL. Eficácia da fisioterapia respiratória em pacientes pediátricos</p><p>hospitalizados com pneumonia adquirida na comunidade: um ensaio clínico</p><p>randomizado [dissertação]. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do</p><p>Sul; 2003.</p><p>27. Hutchins K, Karras G, Erwin J, Sullivan KL. Ven�lator-associated pneumonia and</p><p>oral care: a successful quality improvement project. Am J Infect Control. 2009</p><p>Sep;37(7):590–7. h�ps://doi.org/10.1016/j.ajic.2008.12.007</p><p>28. Sousa APSC, Stofella A. Aspiração das vias aéreas: proposta de protocolo</p><p>[dissertação]. Campinas: Universidade Estadual de Campinas; 2001.</p><p>29. Se�e Neto A. Aspiração de vias aéreas em pediatria: consensos e controvérsias na</p><p>literatura [monografia]. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul;</p><p>2009.</p><p>30. Jarvis K, Pirvu D, Barbee K, Berg N, Meyer M, Gaulke L, et al. 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Disponível em: h�p://www.hu.ufsc.br/documentos/pop/enfermagem/</p><p>assistenciais/OXIGENACAO/CUIDADOS_ASP_SECRECOES.pdf.</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 34/34</p><p>32. Feltrim MIZ, Parreira VF. Fisioterapia respiratória. In: Consenso de Lyon 1994–</p><p>2000; 2001; São Paulo, Brasil.</p><p>33. Pinheiro AS, Sá FE. Efeitos da aspiração de vias aéreas no comportamento de</p><p>prematuros subme�dos à ven�lação mecânica [internet]. Rio de Janeiro: InterFisio;</p><p>2016 [acesso em 2022 set 1]. Disponível em: h�ps://interfisio.com.br/efeitos-da-as</p><p>piracao-de-vias-aereas-no-comportamento-de-prematuros-subme�dos-a-ven�laca</p><p>o-mecanica/.</p><p>34. Gomes GR, Calvete FP, Rosito GF, Donadio MV. Rhinopharyngeal retrograde</p><p>clearance induces less respiratory effort and fewer adverse effects in comparison</p><p>with nasopharyngeal aspira�on in infants with acute viral bronchioli�s. Respir Care.</p><p>2016 Dec;61(12):1613–9. h�ps://doi.org/10.4187/respcare.04685</p><p>35. Gomes GR. U�lização da desobstrução rinofaríngea retrógrada em comparação</p><p>com a aspiração nasofaríngea em crianças internadas por bronquiolite viral aguda</p><p>[dissertação]. Porto Alegre: Pon��cia Universidade Católica do Rio Grande do Sul;</p><p>2015.</p><p>/ COMO CITAR A VERSÃO IMPRESSA DESTE DOCUMENTO</p><p>Coelho AP. Desobstrução rinofaríngea retrógrada versus aspiração nasofaríngea em</p><p>lactentes. In: Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia</p><p>em Terapia Intensiva; Mar�ns JA, Schivinski CIS, Ribeiro SNS, organizadoras.</p><p>PROFISIO Programa de Atualização em Fisioterapia Pediátrica e Neonatal:</p><p>Cardiorrespiratória e Terapia Intensiva: Ciclo 11. Porto Alegre: Artmed</p><p>Panamericana; 2022. p. 63–90.</p><p>(Sistema de Educação Con�nuada a Distância, v. 3).</p><p>h�ps://doi.org/10.5935/978-65-5848-773-9.C0001</p><p> </p><p>ARTIGO</p><p>oxigenoterapia</p><p>pediátrica à…</p><p>Marcar como concluído</p><p>ARTIGO</p><p>testes de</p><p>função</p><p> </p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://doi.org/10.5935/978-65-5848-773-9.C0001</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/oxigenoterapia-pediatrica-a-beira-do-leito-desafios-diarios</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/testes-de-funcao-pulmonar-em-doencas-respiratorias-cronicas-principios-e-aplicacoes-na-pediatria</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 4/34</p><p>FIGURA1: Lactente com obstrução nasal</p><p>por secreção. // Fonte: Arquivo de</p><p>imagens da autora.</p><p>FIGURA2: Ins�lação nasal de soro</p><p>fisiológico 0,9% em lactente. // Fonte:</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 5/34</p><p>Arquivo de imagens da autora.</p><p>FIGURA3: Estruturas do sistema respiratório superior</p><p>que podem ser acome�das por patógenos e alérgenos. //</p><p>Fonte: Anatomia Online (2022).</p><p>Alguns dos fatores que contribuem para as afecções respiratórias nos lactentes estão</p><p>relacionados ao ambiente, como o nível de poluição do ar, os gases tóxicos emi�dos</p><p>por indústrias e, ainda, a exposição ao tabagismo, quando um dos genitores é fumante</p><p>e expõe sua criança à inalação do tabaco. Há, ainda, a predisposição genética, quando</p><p>existe história de asma ou sibilância, situações de alteração de função pulmonar, via</p><p>aérea de pequeno calibre e alergias respiratórias ou alimentares.</p><p>Por possuírem estrutura anatômica com posicionamento mais elevado de laringe e a</p><p>epiglote se tornar quase que a con�nuação do palato mole (Figuras 4 a 6), a respiração</p><p>nasal de recém-nascido (RN) a termo e lactentes até 6 meses de idade se dá de forma</p><p>quase que exclusiva, o que pode gerar esforço respiratório, alteração do sono e, ainda,</p><p>apneia. Sendo assim, quanto maior o volume de secreção acumulada pelos lactentes,</p><p>maior será a intensidade do quadro respiratório. O nariz apresenta uma região</p><p>anatômica que promove um aumento de resistência à entrada de ar, chamada de</p><p>válvula nasal (Figura 7), que é a angulação formada entre o septo nasal e a car�lagem</p><p>nasal superior. Assim, a par�r do acúmulo de secreção em VAS, haverá uma oferta</p><p>maior de resistência durante a inspiração, aumentando, consequentemente, os riscos</p><p>de complicações do quadro respiratório.</p><p>+</p><p>7</p><p>2</p><p>2</p><p>6,8</p><p>8</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 6/34</p><p>FIGURA4: Secção mediana de cabeça e pescoço de adulto evidenciando posição</p><p>baixa da laringe comparada com a do RN e estruturas que compõem as VAS. // Fonte:</p><p>Rohen e Yokochi (1993).</p><p>FIGURA5: Secção mediana de cabeça e pescoço de RN evidenciando posição alta da</p><p>laringe quase que encostando a epiglote em úvula e estruturas que compõem as VAS.</p><p>+</p><p>9</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 7/34</p><p>// Fonte: Rohen e Yokochi (1993).</p><p>FIGURA6: Posição</p><p>da laringe no pescoço ao longo do tempo. // Fonte: Adaptada de</p><p>Postiaux (2000).</p><p>9</p><p>+</p><p>2</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 8/34</p><p>FIGURA7: Válvula nasal interna. // Fonte: Adaptada de Hsu e Suh</p><p>(2018).</p><p>> DOENÇAS QUE CAUSAM SECREÇÃO NASAL</p><p>Algumas doenças virais, bacterianas ou fúngicas comprometem o trato respiratório</p><p>superior e desencadeiam sinais e sintomas predominantemente respiratórios e, se não</p><p>são tratados no momento oportuno, podem evoluir com gravidade. Assim, o</p><p>fisioterapeuta deve reconhecer precisamente qual é o �po de problema ven�latório</p><p>obstru�vo que o lactente apresenta e organizar sua intervenção.</p><p>Nos casos de rinite, rinofaringite e sinusite, há o desenvolvimento de processos</p><p>inflamatórios que causam inflamação da mucosa do trato respiratório superior. Esta,</p><p>por sua vez, vai provocar a liberação de substâncias mediadoras, de vasodilatação</p><p>capilar e extravasamento de líquido, o qual infiltra na submucosa e forma edema,</p><p>desencadeia mais inflamação e, consequentemente, aumenta a produção de</p><p>secreção.</p><p>Para Pos�aux, em lactentes com doença do refluxo gastroesofágico</p><p>(DRGE), o surgimento de problemas respiratórios relacionados às VAS</p><p>decorre de hipersecreção por hiperreflexia vagal ou, ainda, por irritação</p><p>das vias altas pelo próprio líquido gástrico, o que provoca rinorreia</p><p>10</p><p>6,11</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 9/34</p><p>constante e inflamação da mucosa das VAS. Portanto, alguns sintomas</p><p>da DRGE são rinológicos e causam, além de tosse crônica, secreção e</p><p>prurido nasal, amigdalite recorrente, infecção crônica de ouvido médio</p><p>e laringe. Outros sintomas, como dispneia, roncos, desconforto</p><p>retroesternal, cefaleia frontal, alteração comportamental, dificuldade</p><p>em ganhar peso e irritabilidade, também podem ser encontrados.</p><p>A par�r do acome�mento do trato respiratório superior por patógenos, pode haver</p><p>disseminação de forma con�gua de infecções virais em VAS, como, por exemplo, em</p><p>infecções por influenza e coronavírus.</p><p>> ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA</p><p>O paciente com quadro de secreção nasal, quando admi�do pelo fisioterapeuta,</p><p>deverá ser avaliado criteriosamente, para que o problema ven�latório obstru�vo seja</p><p>detectado com precisão. Assim, uma anamnese minuciosa é conduzida, anotando-se</p><p>informações sobre a queixa principal, história da doença atual e familiar, realizando-se</p><p>uma inves�gação por meio de palpação de estruturas, ausculta respiratória de VAS e</p><p>vias aéreas inferiores (VAI), para a definição de um plano de tratamento e escolha de</p><p>condutas adequadas para o lactente.</p><p>Na avaliação do trato respiratório superior, analisa-se toda a estrutura óssea,</p><p>muscular, ligamentar que o envolve e, ainda, a presença de lesões traumá�cas,</p><p>cirúrgicas ou alterações congênitas, uma vez que essas alterações podem provocar e</p><p>favorecer o acúmulo de secreção nas vias respiratórias extratorácicas. O nariz</p><p>externo é avaliado, observando-se seu formato e a presença de cicatriz, abaulamentos</p><p>e assimetrias.</p><p>A cavidade bucal, uma vez que faz parte do trato respiratório superior, é analisada,</p><p>incluindo a observação do maxilar e da forma do palato, a presença de protrusão de</p><p>incisivos superiores e de mordida cruzada ou aberta, se a altura facial anterior é</p><p>aumentada e a qualidade do tônus da musculatura orofacial (Figuras 8 a 10).</p><p>2</p><p>12</p><p>13</p><p>2</p><p>14</p><p>14,15</p><p>14,16</p><p>14,16</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 10/34</p><p>FIGURA8: Hipertrofia de cornetos inferiores. // Fonte: DiFrancesco e</p><p>colaboradores (2006).16</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 11/34</p><p>FIGURA9: Alteração estrutural da cavidade bucal que pode favorecer o</p><p>surgimento de quadros de secreção nasal: atresia maxilar. // Fonte:</p><p>Arquivo de imagens da autora.</p><p>FIGURA10: Presença de cicatriz cirúrgica em lactente. Deformidade</p><p>em car�lagem nasal lateral superior esquerda. // Fonte: Arquivo de</p><p>imagens da autora.</p><p>Segundo Pompéia e colaboradores, a anquiloglossia pode estar relacionada a</p><p>alterações oclusais (Figuras 11A e B), e, por consequência, haverá comprome�mento</p><p>no desenvolvimento orofacial, o qual altera o desenvolvimento da maxila. Além</p><p>disso, pode favorecer a respiração bucal, a qual compromete estruturas localizadas em</p><p>cavidade nasal e contribui para o acúmulo de secreções no trato respiratório superior</p><p>diante do seu acome�mento.</p><p>+</p><p>17</p><p>14,18</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 12/34</p><p>FIGURA11: A e B) Alteração oclusal por anquiloglossia, favorecendo a respiração</p><p>bucal em lactentes. // Fonte: A) Martinelli e colaboradores (2016); B) Arquivo de</p><p>imagens da autora.</p><p>A ausculta respiratória consiste em uma escuta de ruídos respiratórios. É um método</p><p>não invasivo de avaliação, no qual os ruídos respiratórios irão direcionar a tomada de</p><p>decisão terapêu�ca da fisioterapia, e, ainda, evidenciar os resultados ob�dos.</p><p>A ausculta das VAS (Figura 12) se torna importante e necessária no</p><p>complemento semiológico da avaliação do trato respiratório tanto quanto a</p><p>ausculta torácica. Entretanto, na prá�ca clínica, também pode ser válida a</p><p>realização de manobras de fisioterapia respiratória quando a ausculta</p><p>respiratória for incapaz de revelar a presença de secreções. A par�r daí, dados</p><p>complementares confirmam ou não a presença de secreção e a região em que se</p><p>localiza, para que a tomada de decisão seja realizada.</p><p>18</p><p>2</p><p>2</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 13/34</p><p>FIGURA12: Avaliação nasal por meio da ausculta. //</p><p>Fonte: Arquivo de imagens da autora.</p><p>Os ruídos auscultados em VAS por meio do posicionamento do estetoscópio à frente</p><p>do nariz são traduzidos por simples escuta de ruídos que são transmi�dos para o tórax</p><p>como roncos, ouvidos por meio do estetoscópio, agora posicionado no tórax. Essa</p><p>ausculta torácica de ruídos oriundos de VAS já é suficiente para a determinação do</p><p>local onde há acúmulo de secreção, em trato respiratório superior ou inferior.</p><p>Caso, na avaliação inicial, não se encontre alteração em ruídos respiratórios a</p><p>par�r da ausculta de cavidade nasal, então essa ausculta deve ser realizada pela</p><p>ausculta de ruídos de inspiração forçada, o que pode evidenciar a presença de</p><p>secreção em VAS em região mais posterior, como, por exemplo, o cavum.</p><p>Durante avaliação, sinais como ba�mento de asa de nariz (BAN),</p><p>retração de fúrcula esternal e, ainda, respiração bucal são indica�vos</p><p>de obstrução nasal (Figura 13). Havendo presença desses sinais, poderá</p><p>haver, por consequência, um aumento do trabalho respiratório</p><p>2</p><p>2</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 14/34</p><p>inspiratório, devido ao aumento de resistência inspiratória pelo</p><p>estreitamento da VAS.</p><p>FIGURA13: Exemplo de respiração bucal por secreção</p><p>nasal e presença de BAN. // Fonte: Arquivo de imagens</p><p>da autora.</p><p>Exames complementares incrementam o conhecimento do fisioterapeuta sobre o</p><p>problema apresentado por seu paciente, e são importantes recursos para a tomada de</p><p>decisão sobre a melhor conduta a ser aplicada. Radiografias, tomografias</p><p>computadorizadas (TCs), rinoscopias, ressonâncias magné�cas (RMs) são exemplos de</p><p>exames relevantes, como mostram as Figuras 14 a 16.</p><p>FIGURA14: Imagens de TCs que evidenciam estreitamento da cavidade nasal (seta à</p><p>direita) e também presença de secreção e velamento de seio maxilar (seta à esquerda).</p><p>// Fonte: Arquivo de imagens da autora.</p><p>+</p><p>15</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 15/34</p><p>FIGURA15: Imagem de radiografia que evidencia estreitamento da cavidade nasal. //</p><p>Fonte: Arquivo de imagens da autora.</p><p>FIGURA16: Exame rinoscopia que avalia estruturas em</p><p>cavidade nasal e região posterior do nariz e seus</p><p>achados: secreção e hiperemia de mucosa. // Fonte:</p><p>Arquivo de imagens da autora.</p><p>+</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 16/34</p><p>Uma avaliação minuciosa do trato respiratório superior se faz</p><p>relevante, tanto para permi�r o direcionamento da conduta</p><p>terapêu�ca quanto para prevenir que os germes acumulados em</p><p>região nasofaríngea sejam disseminados e acometam as VAIs.</p><p>ATIVIDADES</p><p>1. A faixa etária que envolve os lactentes sofre mais facilmente com quadros</p><p>respiratórios. Isso ocorre porque</p><p>A) sempre são expostos a vírus ou bactérias.</p><p>B) a imunidade dos lactentes ainda não está desenvolvida.</p><p>C) podem estar expostos a fatores ambientais, como patógenos e alérgenos,</p><p>terem alguma predisposição gené�ca e por possuírem vias aéreas de pequeno</p><p>calibre.</p><p>D) lactentes não conseguem realizar filtração adequada dos patógenos, o que</p><p>favorece o surgimento de quadros gripais.</p><p>Confira aqui a resposta</p><p>2. Assinale a alterna�va que apresenta uma diferença anatômica entre lactentes</p><p>e adultos.</p><p>A) Laringe mais rebaixada.</p><p>B) Laringe mais elevada.</p><p>C) Válvula nasal ausente.</p><p>D) Faringe mais rebaixada.</p><p>Confira aqui a resposta</p><p>3. Qual é a importância da avaliação da boca e da cavidade bucal nos casos de</p><p>obstrução nasal por secreção em lactentes?</p><p>Confira aqui a resposta</p><p>4. Analise as afirma�vas a seguir sobre a ausculta das VAS.</p><p>I. Ruídos auscultados em VAI nunca são oriundos de VAS.</p><p>II. A ausculta torácica de ruídos oriundos de VAS é suficiente para a</p><p>determinação do local onde há acúmulo de secreção: se em VAS ou VAI.</p><p>III. Durante a avaliação, caso não sejam detectados ruídos respiratórios a par�r</p><p>da ausculta de VAS, pode-se descartar a possibilidade de haver secreção</p><p>nasal acumulada.</p><p>2,19</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 17/34</p><p>Quais estão corretas?</p><p>A) Apenas a I e a II.</p><p>B) Apenas a I e a III.</p><p>C) Apenas a II.</p><p>D) A I, a II e a III.</p><p>Confira aqui a resposta</p><p>> ESCOLHA DA TÉCNICA FISIOTERAPÊUTICA</p><p>Quando há acome�mento de VAS por acúmulo de secreção, em geral, aplicam-se</p><p>técnicas de desobstrução cuja inspiração forçada prevalece. Entretanto, há casos em</p><p>que há necessidade de u�lização de outro recurso, que seria a aspiração de VAS ou a</p><p>aspiração nasofaríngea. Para tanto, é necessária uma avaliação rigorosa do trato</p><p>respiratório e, ainda, conhecimento e atualização sobre os recursos disponíveis para o</p><p>tratamento dos problemas que acometem esse sistema.</p><p>/ DESOBSTRUÇÃO RINOFARRÍNGEA RETRÓGRADA</p><p>A DRR consiste em uma técnica de remoção de secreção de VAS que</p><p>u�liza a inspiração forçada para carreá-las em direção à rinofaringe.</p><p>É bastante segura e pode ser realizada de forma a�va em crianças maiores de 3 anos</p><p>de idade e de forma passiva em lactentes até 24 meses.</p><p>A par�r de uma inspiração profunda e vigorosa, forma-se o efeito Venturi, capaz de</p><p>promover o deslocamento das secreções dos ós�os sinusais e dos ós�os das tubas</p><p>audi�vas para a rinofaringe, sem que haja comprome�mento da membrana �mpânica,</p><p>como mostram as Figuras 17A e B. Com o aumento da pressão inspiratória, há</p><p>redução ou eliminação das secreções em cavidade nasal e, por consequência, melhora</p><p>do quadro respiratório. A pressão no ouvido médio é também reduzida quando a</p><p>secreção na região do cavum é removida, e tal fato decorre a par�r do aumento da</p><p>pressão de pico.</p><p>A DRR é uma técnica segura e eficaz, uma opção para o tratamento de quadros</p><p>respiratórios que acometem as vias extratorácicas.</p><p>2</p><p>2,5</p><p>2,5</p><p>4</p><p>4,11,20</p><p>21</p><p>22</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 18/34</p><p>FIGURA17: A e B) Redução da pressão nos ós�os sinusais e tubas de Eustáquio</p><p>(efeito Venturi). // Fonte: Brant (2014).</p><p>Para a realização da DRR, alguns cuidados devem ser adotados para que ela</p><p>possa oferecer o mínimo de desconforto ou risco para os lactentes. Assim, o</p><p>paciente deve estar longe por pelo menos 90 minutos do período pós-prandial e</p><p>posicionado em decúbito dorsal, com cabeceira elevada a 30 graus, junto ao seu</p><p>responsável. O fisioterapeuta se posiciona ao lado do paciente ou, ainda, por trás</p><p>de sua cabeceira, com todo o material a ser u�lizado separado para uso (pacote</p><p>de gaze, ampola de soro fisiológico a 0,9% em temperatura ambiente e luva de</p><p>procedimento).</p><p>Quando o fisioterapeuta está atrás da cabeceira do paciente, deve elevar com</p><p>uma das mãos a base da mandíbula do lactente, apoiando os dedos indicador e</p><p>médio na base da língua ao final do tempo expiratório, o que provoca a</p><p>realização de inspiração mais forçada e profunda via nasal (Figura 18). O</p><p>profissional, posicionado na lateral do paciente, deve então ocluir a boca do</p><p>bebê — u�lizando a região hipotenar da mão — fechando rapidamente a</p><p>cavidade bucal ao final da expiração máxima, para que assim seja desencadeada</p><p>uma inspiração nasal vigorosa subsequente (Figura 19).</p><p>4</p><p>5</p><p>5</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 19/34</p><p>FIGURA18: DRR com o fisioterapeuta atrás da cabeceira, u�lizando uma das mãos</p><p>para elevar a mandíbula, com os dedos indicador e médio posicionados na base da</p><p>região do queixo para a oclusão da cavidade oral. // Fonte: Arquivo de imagens da</p><p>autora.</p><p>FIGURA19: DRR com fisioterapeuta posicionado ao lado do paciente, agora</p><p>realizando a oclusão da boca com a região hipotenar da mão posicionada abaixo da</p><p>mandíbula. // Fonte: Arquivo de imagens da autora.</p><p>Para os lactentes que já apresentam dentes erupcionados, alteração na</p><p>mordida, na arcada dentária ou, ainda, na estrutura óssea craniofacial, a</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 20/34</p><p>DRR deve ser executada com cuidado, a fim de evitar mordidas em</p><p>bochechas ou língua ou causar tensão em musculatura orofacial.</p><p>/ ASPIRAÇÃO DE VIAS AÉREAS SUPERIORES</p><p>O recurso da aspiração de VAS é muito u�lizado no meio hospitalar (Figura 20), no</p><p>entanto, também pode fazer parte das condutas em atendimentos ambulatoriais e</p><p>domiciliares. Consiste em uma técnica invasiva, a qual u�liza pressão nega�va para</p><p>remover fluidos presentes nas VAS. Tal remoção se dá pela aplicação de um cateter</p><p>extrusado de polivinilcloreto (PVC), com bordas arredondadas e ori�cios laterais, por</p><p>onde são sugados os fluidos (Figura 21).</p><p>FIGURA20: Sistema de aspiração hospitalar. // Fonte: Arquivo de imagens da autora.</p><p>16,20</p><p>23,24</p><p>+</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 21/34</p><p>FIGURA21: Sonda de aspiração nasofaríngea em PVC. //</p><p>Fonte: Arquivo de imagens da autora.</p><p>Por ser um procedimento invasivo, o fisioterapeuta, ao escolher a</p><p>aspiração das VAS, deve realizar a monitoração constante dos sinais vitais</p><p>do lactente, como frequência respiratória (FR), frequência cardíaca (FC) e</p><p>saturação de oxigênio (SatO ), além do padrão muscular ven�latório e da</p><p>presença de cianose ou apneia. Não deve ser realizada como ro�na, e sim</p><p>quando for extremamente necessária. Atualmente, após o</p><p>nascimento de bebês a termo, não se recomenda a aspiração de VAS.</p><p>Durante o procedimento de aspiração nasofaríngea, o vácuo deve ser ajustado na</p><p>pressão entre 60 e 80mmHg para RNs e em torno de 100mmHg para pacientes</p><p>pediátricos (Figura 22), com o intuito de evitar lesões ou traumas. O bebê deve</p><p>estar em jejum de 90 minutos antes do procedimento, e aqueles lactentes que fazem</p><p>uso de sonda nasogástrica devem estar com a sonda aberta. O posicionamento</p><p>adequado do lactente é com a cabeceira elevada a 30 graus, em decúbito dorsal,</p><p>preferencialmente com seu acompanhante ao lado.</p><p>2</p><p>22,23</p><p>24,25</p><p>24,26</p><p>27</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 22/34</p><p>FIGURA22: Pressão do vácuo regulada de</p><p>acordo com a faixa etária. Esse sistema</p><p>u�liza medida de pressão em kPa</p><p>(Quilopascal), a qual deve ser conver�da</p><p>ao valor equivalente a 100mmHg para a</p><p>faixa pediátrica. // Fonte: Arquivo de</p><p>imagens da autora.</p><p>O fisioterapeuta deve se posicionar ao lado do paciente e explicar todo</p><p>o procedimento de aspiração de VAS ao responsável que o acompanha,</p><p>para que este compreenda e possa confortar o paciente. Todo material</p><p>a ser u�lizado deverá ser separado e disponibilizado próximo ao local</p><p>da abordagem. O profissional deve estar com as mãos higienizadas.</p><p>Entre os materiais u�lizados para a realização da aspiração de VAS, estão os</p><p>equipamentos de proteção individuais (EPIs): óculos de proteção, touca, avental</p><p>descartável, máscara e luva de procedimento. Além desses, são necessários uma</p><p>ampola de água des�lada, uma ampola de soro fisiológico a 0,9%, um pacote de gaze</p><p>estéril, uma sonda de aspiração de VAS (que deve ser manipulada sem que haja</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 23/34</p><p>contaminação e deve possuir tamanho adequado ao paciente), um aspirador ou vácuo</p><p>testados, um frasco coletor com</p><p>extensão PVC transparente, estetoscópio e saco de</p><p>lixo próprio para descarte.</p><p>A escolha do calibre da sonda de aspiração nasofaríngea não é abordada em muitos</p><p>estudos, entretanto, é importante saber que seu diâmetro não deve ser tão largo, pois</p><p>pode encontrar resistência durante sua introdução em cavidade nasal e válvula nasal,</p><p>devendo então ser mais estreito que tais estruturas. De acordo com Se�e Neto, os</p><p>cateteres de aspiração nasofaríngea com tamanho 6 e 8 French (Fr) são u�lizados para</p><p>crianças menores de 1 ano de idade, e as de tamanho 10 a 14Fr para crianças com 24</p><p>a 30kg (Figura 23).</p><p>FIGURA23: Cateter de aspiração nasofaríngea nos calibres 6Fr, 8Fr, 10Fr e 12Fr, da</p><p>esquerda para a direita. // Fonte: Arquivo de imagens da autora.</p><p>A aspiração nasofaríngea é aplicada nos casos de presença de secreção capaz de</p><p>comprometer a respiração e, ainda, para aqueles que possuem tosse ineficaz.</p><p>Está indicada para quadros de alteração do sono e alimentação, na prevenção de</p><p>insuficiência respiratória, doenças infecciosas pulmonares — virais ou bacterianas</p><p>— que tenham acome�do a mucosa nasal, na obstrução nasal por asfixia, em</p><p>desconforto respiratório �po inspiratório, realização de DRR sem eficácia</p><p>significa�va, respiração bucal e também na incapacidade para tossir.</p><p>A aspiração nasofaríngea está contraindicada para os pacientes com</p><p>trauma�smo crânio encefálico (TCE), uma vez que há chance de haver</p><p>vazamento de líquido cefalorraquidiano (LCR) pelas vias nasais e também risco</p><p>de epistaxe. Crianças recém-extubadas ou que apresentem estridor não</p><p>devem ser aspiradas, para que seja evitado o laringoespasmo.</p><p>Com a extensão de PVC conectada ao frasco coletor, e este, ao vácuo, pode-se iniciar</p><p>o processo de conexão dos materiais. Conecta-se a sonda de aspiração (de tamanho</p><p>adequado ao paciente) à extensão do frasco coletor, sem que esta seja removida da</p><p>embalagem. Em seguida, o pacote de gaze é aberto de forma que não haja</p><p>1,28</p><p>28</p><p>29</p><p>+</p><p>20,28,30</p><p>28</p><p>30</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 24/34</p><p>contaminação, e o soro fisiológico também é aberto para a ins�lação em cavidade</p><p>nasal, a fim de promover fluidificação local.</p><p>O fisioterapeuta calça a luva de procedimento para realizar a aspiração nasal e,</p><p>com a mão dominante, re�ra a sonda da embalagem, segurando-a, enquanto,</p><p>com a mão não dominante, regula a pressão do vácuo. Então, o profissional</p><p>executa o procedimento introduzindo lentamente a sonda pela cavidade nasal,</p><p>sem que haja sucção, até que encontre alguma resistência. Nesse momento,</p><p>pode haver ação do vácuo, enquanto a sonda é re�rada da cavidade nasal,</p><p>removendo a secreção concomitantemente (Figura 24).</p><p>FIGURA24: Aspiração nasofaríngea em lactente em ven�lação mecânica via</p><p>traqueostomia. // Fonte: Arquivo de imagens da autora.</p><p>Alguns riscos da aspiração nasofaríngea estão destacados a seguir:</p><p>engasgos;</p><p>refluxo gástrico;</p><p>trauma�smo local;</p><p>reflexo vagal;</p><p>31</p><p>31</p><p>+</p><p>24,28,30,32</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 25/34</p><p>hipoxemia;</p><p>pausas respiratórias ou apneia;</p><p>instabilidade dos sinais vitais;</p><p>arritmia cardíaca;</p><p>queda de SatO ;</p><p>epistaxe;</p><p>edema de mucosa e submucosa nasal;</p><p>aumento da pressão intracraniana (PIC);</p><p>hemorragia intraventricular em bebês prematuros.</p><p>Para os quadros mais graves ou pacientes crí�cos, o ressuscitador manual deverá</p><p>estar disponível, conectado à rede de oxigênio e à beira do leito, para o caso de haver</p><p>alguma intercorrência durante o procedimento (Figura 25).</p><p>FIGURA25: Sistema de aspiração montado para</p><p>pacientes crí�cos, ressuscitador manual conectado à</p><p>rede de oxigênio. // Fonte: Arquivo de imagens da</p><p>autora.</p><p>2</p><p>+</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA</p><p>EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 26/34</p><p>Finalizando, o profissional deverá descartar todo o material u�lizado</p><p>em saco de lixo específico, lavar a extensão com água des�lada e cobrir</p><p>sua extremidade com gaze. Para os casos de aspiração realizada em</p><p>domicílio, a extensão deverá ser lavada com água limpa, e todo resíduo</p><p>produzido deverá ser descartado em vaso sanitário. O frasco coletor</p><p>deve ser lavado e guardado.</p><p>> QUANDO ESCOLHER UMA DAS TÉCNICAS</p><p>De fato, a fisioterapia respiratória pediátrica dispõe de algumas opções terapêu�cas</p><p>para o tratamento dos quadros de acome�mento do sistema respiratório extratorácico</p><p>por secreção. Entretanto, esses recursos têm par�cularidades que precisam ser</p><p>consideradas e ponderadas, durante a tomada de decisão terapêu�ca. Saber realizar</p><p>uma avaliação bem criteriosa de vias aéreas superiores é o ponto de par�da inicial</p><p>para a melhor escolha terapêu�ca.</p><p>A sinalização das necessidades �sicas e emocionais dos lactentes é</p><p>demonstrada por meio do choro, das expressões faciais e também</p><p>do movimento corporal. Frente a um es�mulo nocicep�vo, haverá</p><p>como consequência alteração da resposta comportamental, e o</p><p>lactente modificará sua postura, ou executará movimentos</p><p>vigorosos, o que desencadeará alteração do padrão respiratório e</p><p>dos sinais vitais. A repe�ção excessiva dos procedimentos</p><p>respiratórios nas VAS nos lactentes, especialmente nos internados,</p><p>contribui para tais efeitos.</p><p>A American Associa�on for Respiratory Care recomenda que a aspiração de secreções</p><p>seja iniciada apenas em resposta a sinais e sintomas, como piora do desconforto</p><p>respiratório, sinais de obstrução nasal, atelectasia, hipoxemia, hipercapnia e infecção</p><p>local. Por isso, esse procedimento invasivo é amplamente u�lizado em pediatria.</p><p>Entretanto, novos estudos vêm mostrando a importância da aplicação da DRR para</p><p>esses pacientes, evidenciando que menos complicações surgem como</p><p>consequência.</p><p>Segundo Gomes e colaboradores, a DRR não induz ao desconforto</p><p>respiratório, o que pode ocorrer com a aspiração nasofaríngea, que</p><p>também pode provocar sibilâncias e, ainda, retrações. O uso ro�neiro de</p><p>aspiração de VAS pode levar ao aumento de edema e obstrução da</p><p>mucosa, além de aumentar os riscos de infecções secundárias.</p><p>33</p><p>34,35</p><p>34,35</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 27/34</p><p>Durante a aplicação da DRR, estudos mostram redução no sangramento nasal, na</p><p>frequência de vômitos e na FC, melhora da sibilâncias e retrações torácicas e</p><p>contribuição para a obtenção de respiração normal e bem-estar dos lactentes, uma vez</p><p>que o�miza a manutenção da permeabilidade das vias aéreas. Com essas</p><p>considerações, a DRR se torna a técnica de primeira escolha para a manipulação do</p><p>lactente e, pode sim, ser complementada com a aspiração nasofaríngea, de acordo</p><p>com a evolução e a necessidade de cada caso.</p><p>Nos casos em que a DRR não for eficaz, ou, ainda, no caso de pacientes</p><p>hipotônicos ou portadores de algumas afecções neurológicas, a aspiração</p><p>nasofaríngea se faz necessária.</p><p>O atendimento humanizado, acolhedor, com intervenção mínima, adotando-se</p><p>prá�cas como o uso de brinquedos terapêu�cos, recursos lúdicos e até chupetas,</p><p>pode minimizar as alterações comportamentais, principalmente em pacientes</p><p>hospitalizados.</p><p>ATIVIDADES</p><p>5. Analise as afirma�vas a seguir sobre a DRR.</p><p>I. É uma técnica que remove secreção de VAS.</p><p>II. Durante a realização da DRR, a secreção é carreada em direção à rinofaringe.</p><p>III. Em lactentes, é realizada de forma passiva.</p><p>IV. Não é muito segura, pois pode deslocar secreção para os ós�os das tubas</p><p>audi�vas.</p><p>Quais estão corretas?</p><p>A) Apenas a I e a II.</p><p>B) Apenas a III e a IV.</p><p>C) Apenas a I, a II e a III.</p><p>D) A I, a II, a III e a IV.</p><p>Confira aqui a resposta</p><p>6. Descreva o efeito Venturi gerado durante a execução da técnica DRR.</p><p>Confira aqui a resposta</p><p>7. Descreva a técnica de aspiração nasofaríngea.</p><p>Confira aqui a resposta</p><p>1,34</p><p>33</p><p>Aa </p><p>CN </p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/</p><p>https://secadartmed.zendesk.com/hc/pt-br</p><p>02/05/24, 11:25 DESOBSTRUÇÃO RINOFARÍNGEA RETRÓGRADA VERSUS ASPIRAÇÃO NASOFARÍNGEA EM LACTENTES - SECAD</p><p>https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/desobstrucao-rinofaringea-retrograda-versus-aspiracao-nasofaringea-em-lactentes 28/34</p><p>8. As afirma�vas a seguir apresentam riscos da aspiração nasofaríngea.</p><p>I. Reflexo vagal.</p><p>II. TCE.</p><p>III. Aumento da PIC.</p><p>IV. Queda de SatO .</p><p>Quais estão corretas?</p><p>A) Apenas a I e a II.</p><p>B) Apenas a III e a IV.</p><p>C) Apenas a I, a III e a IV.</p><p>D) A I, a II, a III e a IV.</p><p>Confira aqui a resposta</p><p>9. Em relação à aspiração das VAS, assinale V (verdadeiro) ou F (falso).</p><p>___ A aspiração das VAS é uma técnica não invasiva.</p><p>___ Ao escolher a aspiração das VAS, o fisioterapeuta deve realizar a</p><p>monitoração constante dos sinais vitais do lactente.</p><p>___ A aspiração de VAS é amplamente recomendada após o nascimento de</p><p>bebês, independentemente de terem nascido a termo ou não.</p><p>___ O bebê deve estar em jejum de 90 minutos antes do procedimento para a</p><p>realização da aspiração das VAS.</p><p>Assinale a alterna�va que apresenta a sequência correta.</p><p>A) V — F — V — F</p><p>B) F — V — F — V</p><p>C) F — F — V — V</p><p>D) V — V — F — F</p><p>Confira aqui a resposta</p><p>Lactente de 15 meses esteve na emergência</p>