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<p>Prova Impressa VOLTAR GABARITO Avaliação Final (Discursiva) Individual (Cod.:959850) A+ Alterar modo de visualização Peso da Avaliação 2,00 Prova 77339562 Qtd. de Questões 2 Nota 9,50 1 Analise seguinte caso: Maria comprou um ingresso para assistir a peça teatral "Tudo pela esperança". Seu ingresso lhe garantia assento 25, localizado na segunda fileira em frente ao palco. Lá chegando, percebeu que seu assento havia sido vendido a outra pessoa. O teatro lhe ofertou outro assento, logo atrás daquele que havia comprado. Frente ao estudo realizado sobre direito objetivo e subjetivo, identifique-os no caso relatado, além de apresentar conceito de ambos. Resposta esperada O direito objetivo refere-se a regras de cumprimento obrigatório, ou seja, o teatro deveria ter garantido a Maria assento que lhe foi vendido. Já direito subjetivo é a faculdade que o indivíduo possui de exercer ou não seu direito. No caso em tela, Maria poderia exigir sentar no local por ela pago, ou simplesmente sentar- se em outro, indicado pelo teatro. Minha resposta No caso relatado, podemos identificar direito objetivo e direito subjetivo. O direito objetivo refere-se ao conjunto de normas e regras estabelecidas pela sociedade para regular as relações entre os indivíduos. É conjunto de leis, princípios e instituições que organizam a convivência em sociedade. No caso, direito objetivo é representado pelas leis que regem as relações contratuais entre consumidores e fornecedores de serviços, como a compra de ingressos para eventos. O direito subjetivo, por sua vez, é a faculdade que uma pessoa tem de exigir cumprimento de uma norma ou regra estabelecida pelo direito objetivo em seu benefício. É o poder conferido a cada indivíduo para exigir que seus direitos sejam respeitados e protegidos pela sociedade. No caso, Maria possui o direito subjetivo de exigir que ingresso que comprou lhe garanta acesso ao assento específico que foi prometido no momento da compra. Quando teatro vendeu ingresso para Maria, criou-se uma relação jurídica entre ela e teatro, regida pelo direito objetivo. Nesse contrato, o direito subjetivo de Maria é direito de ocupar assento específico que lhe foi prometido, e a obrigação do teatro é garantir esse direito, conforme estabelecido pelo direito objetivo. Portanto, ao vender ingresso para outro cliente, teatro violou direito subjetivo de Maria. Ao oferecer outro assento a Maria, teatro está tentando remediar a situação, porém, Maria tem o direito subjetivo de decidir se aceita essa solução ou exige uma compensação adicional pelo erro do teatro. Retorno da correção Parabéns, acadêmico, sua resposta atingiu os objetivos da questão e você contemplou esperado, demonstrando a competência da análise e síntese do assunto abordado, apresentando excelentes argumentos próprios, com base nos materiais disponibilizados. 2 Ivo e sua esposa, Lúcia, adquiriram uma residência através de um contrato verbal realizado com Agenor. Ivo e Lúcia residiram tranquilamente no imóvel há mais de 15 anos, quando foram acionados judicialmente. O autor da demanda objetivava desapropriar casal, pois alegava que era proprietário de direito do imóvel. Diante do</p><p>relato, explique por que Ivo e Lúcia não se caracterizam como proprietários do imóvel e indique a forma de aquisição da propriedade cabível no caso em debate. Resposta esperada É considerado proprietário pela lei aquele que possui uma escritura pública registrada no Registro de Imóveis. Neste caso, Ivo e Lúcia possuem apenas um contrato verbal com antigo proprietário/possuidor A forma de aquisição da propriedade cabível no caso é usucapião. Minha resposta Ivo e Lúcia não são considerados proprietários do imóvel porque adquiriram a residência por meio de um contrato verbal com Agenor, sem formalizar a transferência de propriedade por meio de um documento escrito, como uma escritura pública. Sem esse documento formalizado, não há um título de propriedade registrado em seus nomes. Portanto, apesar de terem residido no imóvel por mais de 15 anos, eles não possuem título legal de propriedade. O autor da demanda judicial provavelmente alega ser o legítimo proprietário com base em um documento registrado que reconhece como tal. Nesse caso, a forma de adquirir a propriedade seria através da usucapião. A usucapião é um instituto jurídico que permite que uma pessoa adquira a propriedade de um bem móvel ou imóvel pela posse prolongada e ininterrupta, desde que atendidos os requisitos legais, como tempo de posse estabelecido pela legislação. Se Ivo e Lúcia puderem comprovar que residiram no imóvel de forma pacífica e ininterrupta por um período determinado, poderiam pleitear a propriedade por usucapião. Retorno da correção Parabéns acadêmico, sua resposta se aproximou dos objetivos da questão, poderia apenas ter apresentado mais argumentos acerca dos conteúdos disponibilizados nos materiais didáticos e estudos. Imprimir</p>

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