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<p>Título executivo judicial.</p><p>É um documento que traz uma obrigação, um direito. O direito que está ali terá que ser executado.</p><p>Judicial é porque foi formando dentro dos quadros do poder judiciário</p><p>EX: Sentença.</p><p>Se for título extrajudicial, previsto no ART 784 CPC, é um processo autônomo no sentido de que tem que elaborar uma petição inicial.</p><p>título judicial, previsto no 515 CPC. Se tratando de processo de execução referente à título judicial, em regra haverá uma fase procedimental, uma continuidade do processo de conhecimento, chamado de cumprimento de sentença.</p><p>a execução direta: é quando o Estado invade o patrimônio do executado (do devedor) para satisfazer o direito do credor. Conhecido por execução forçada. O Estado chama para si, o direito concebido pelo credor para invadir o patrimônio do devedor. É forçada porque o devedor não paga diretamente;</p><p>execução indireta: Aqui o Estado não quer invadir o patrimônio do devedor, mas sim convencer o devedor que é melhor pagar, pois se não fizer haverá fixação de multa.</p><p>PRINCÍPIOS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO:</p><p>· A) NULLA EXECUTIO SINE TITULO: não existe execução sem a existência de um título executivo. Não tem como mover um processo de execução se não tiver os títulos executivos previstos em lei, seja ele extrajudicial ou judicial. Este princípio decorre do princípio da tipicidade (diz que os títulos executivos são aqueles expressamente previstos em lei.</p><p>· Princ. da PATRIMONIALIDADE: O processo de execução vai incidir somente nos bens do devedor, em seu patrimônio, jamais na pessoa do devedor.</p><p>· Princ. Do desfecho único: A execução é encerrada por sentença, e o desfecho da execução e a satisfação do credor. Esse é o único desfecho que o processo da execução deve ter. quando o processo de execução é extinto sem a satisfação do credor fala-se que houve uma execução frustrada, anômala.</p><p>· Princ. Da Utilidade: É quando não encontra patrimônio, e quando encontra tem pouco patrimônio. E que não vai ser suficiente para pagar as custas processuais, não se leva o processo de execução adiante, pois não haverá utilidade.</p><p>· Princ. da menor onerosidade: Quando o credor poder realizar a execução por vários meios, tem que ser feita pela forma menos gravosa pelo devedor. Nem todo devedor usa-se de má fé.</p><p>· Princ. Da Disponibilidade: O exequente (credor) tem o direito de desistir de qualquer tempo da execução ou apenas de algumas medidas executivas que foram tomadas. Sem precisar da concordância do executado (devedor). O credor não precisa da anuência do devedor para desistir do processo, mesmo que ele não tenha apresentado sua defesa.</p><p>· Princ. Do Contraditório: Há o direito de defesa, mas é mais restrita.</p><p>No título judicial o contraditório é chamado de IMPUGNAÇÃO. É COMO SE FOSSE UMA CONTESTAÇÃO.</p><p>Título extra judicial é chamado de embargos a execução. É uma ação que você tem que propor</p><p>REQUESITOS PARA REALIZAR A EXECUÇÃO: ART 786 CPC.</p><p>Para executar um título executivo EXTRAJUDICIAL, é necessário que toda execução seja, LÍQUIDA, CERTA, EXIGÍVEL.</p><p>· CERTEZA: Está relacionada as partes do processo. CREDOR E DEVEDOR. É um critério SUBJETIVO.</p><p>· LIQUIDEZ: “Quantum Debeatur”: Está relacionado ao saber quanto se deve. Deve ser apurado um valor. TÍTULO EXTRA JUDICIAL o é sempre o valor LIQUIDO.</p><p>· EXIGIBILIDADE: Não pode ter dúvidas, não pode ter nenhuma condição resolutiva ou suspensiva. A exigibilidade significa que já pode ser cobrado.</p><p>LEGITIMIDADE</p><p>POLO ATIVO – LEGITIMIDADE ATIVA ART. 778 C.PCC -> legitimidade primária e originária.</p><p>A legitimidade do título executivo (JUDICIAL/ EXTRAJUDICIAL) é de quem está com o nome no título.</p><p>Porém nem sempre será o credor que irá fazer a execução. No cumprimento de sentença, por exemplo, o juiz irá fixar os honorário advocatícios de sucumbência, e nesse caso, embora não seja o legitimado, aquele que ingressou com a ação, o advogado terá também legitimidade, passando a ser o credor no caso de honorários advocatícios de sucumbências</p><p>ART 778 NOS SEUS INCISOS TRAZ O ROL DE PESSOAS QUE PODEM FAZER A EXECUÇÃO MESMO NÃO ESTANDO COM O NOME NO TÍTULO. Sendo chamado de legitimidade superveniente</p><p>ou secundária</p><p>I – MINISTÉRIO PUBLICO:</p><p>II – Espólio, herdeiros, ou sucessores do credor... : Legitimação Secundária , e não primária. Pois o credor faleceu e está sendo substituídos pelos descritos no inciso II.</p><p>III- Cessionário quando o direito resultante do título...; Cessionário ou endossatário é a pessoa que recebe um crédito, para quem foi transferido o crédito contendi o endosso. Cessionário é um credo, porem não é o credor titular, mas uma pessoa a quem foi transferido o credito.</p><p>IV: sub rogado nos casos de sub rogação legal ou convencional: Sub rogação pode ser legal ou convencional. Alguém assumir a dívida do outro. Passar a ser credor porque pagou a dívida do credor originário.</p><p>POLO PASSIVO – LEGITIMIDADE PASSIVA.</p><p>Inciso II – Espólio, os herdeiros, ou sucessores do credor: Se tiver inventário vai ser o inventariante, se já houve a partilha, os herdeiros ou sucessores respondem.</p><p>III- O novo devedor que assumiu, com o consentimento do credor..; Novo devedor.. Credor concordou com a alteração! Um novo devedor assume a dívida.</p><p>IV: Fiador do débito constante... O fiador possuí legitimação extraordinária, quando ocorre a renuncia ao benefício da ordem, o fiador que tem legitimação PRIMÁRIA.</p><p>V: Responsável tributário assim definido em lei: Nem sempre quem contraiu a dívida é quem paga, mas transfere para o responsável tributário. EX: 01 sócio adquire uma dívida tributária, acaba passando para os segundos sócios os tributos.</p><p>VI: O responsável titular do bem vinculado por garantia real...: quando tem um bem vinculado, garantindo uma dívida, o titular desse bem que foi dado em garantia da dívida.</p><p>OBS: INTERVENÇÃO DE TERCEIROS NA EXECUÇÃO</p><p>Quais são as intervenções de terceiros previstas no CPC ? No processo</p><p>de execução são admitidas, de intervenções de terceiro: assistência (simples e litisconsorcial), a desconsideração da personalidade jurídicae o amicus curiae (ideia de auxiliar o juízo). Assistência e uma intervenção voluntária</p><p>COMPETENCIA: Quando vai ajuizar uma ação de execução, deve saber qual juízo competente para propor a ação. (ESTÁ NO ART 516 C.P.C)</p><p>TÍTULOS EXTRAJUDICIAL ART 781 C.P.C</p><p>O ARTIGO 781 TRAZ OS SEUS INCISOS SOBRE A COMPETENCIA, ONDE PODE SER PROPOSTO A AÇÃO.</p><p>TÍTULOS EXECUTIVOS JUCIAIS ART 515 C.P.C</p><p>são títulos executivos judiciais:</p><p>I: decisões proferidas no processo civil que reconheçam a exigibilidade da</p><p>obrigação de pagar quantia, de fazer, de não fazer ou de entregar coisa: o</p><p>CPC de 73 falava em sentença. Já o CPC de 2015 fala de decisões. Isso pois, as</p><p>decisões que podem ser proferidas no processo são as sentenças, decisões</p><p>interlocutórias, acórdãos, decisões monocráticas do relator. Decisões no sentido amplo.</p><p>A IMPENHORABILIDADE DE BENS</p><p>Aqui, é a ideia de dignidade do devedor. Este deve manter um patrimônio mínimo para a sua subsistência, para que não fique com uma situação pior.</p><p>ART 832 CPC: Não estão sujeitos à execução os bens que a lei considera impenhoráveis ou inalienáveis: Bens públicos não podem ser impenhoráveis e nem inalienáveis (que não pode transmitir).</p><p>Bens particulares podem ser inalienáveis (doação pode colocar cláusula que o bem é inalienável)</p><p>Inciso I – bens cedidos por meio de doação e testamento não pode sofrer penhora.</p><p>Inciso II – o credor não pode pedir a penhora de bens que estão dentro da casa do devedor, exceto se for um bem de elevado valor, que seja fora do padrão de vida (EX piano)</p><p>Inciso III – um bem com apego sentimental não pode ser penhorado</p><p>Inciso IV: ; de uma forma geral o inciso trata de impenhorabilidade de salários, não podendo estes serem penhorados, havendo duas exceções a essa impenhorabilidade, estando</p><p>presentes no parágrafo segundo:</p><p>a regra e que não pode penhorar salários, mas se for dívida alimentícia não há impenhorabilidade em cima de salários. Claro que não pode penhorar todo o salário do devedor, inviabilizando sua subsistência. quantias excedentes</p><p>a 50 salários mínimos também tem que</p><p>pagar.</p><p>INCISO V: não pode penhorar bens utilizados no trabalho</p><p>VI – o seguro de vida do falecido devedor não pode ser penhorado, pois é para a subsistência dos herdeiros.</p><p>VII - os materiais necessários para obras em andamento, salvo se essas</p><p>forem penhoradas; está construindo uma casa? foi na loja de materiais de</p><p>construção, comprou os materiais e não pagou. A loja que vendeu pode</p><p>penhorar o bem que ta utilizando os materiais, outros credores não.</p><p>VIII-</p><p>IX - Os recursos públicos recebidos por instituições privadas para aplicação</p><p>compulsória em educação, saúde ou assistência social; EX: hospital tá</p><p>devendo, mas recebe verba pública milionária. Ainda assim não podem ser</p><p>penhorados esses recursos.</p><p>X - a quantia depositada em caderneta de poupança, até o limite de 40</p><p>(quarenta) salários-mínimos; é uma reserva para emergência do devedor,</p><p>sendo necessário para sua subsistência.</p><p>XI –</p><p>XII - XII - os créditos oriundos de alienação de unidades imobiliárias, sob regime</p><p>de incorporação imobiliária, vinculados à execução da obra. Se está pagando</p><p>uma construção, uma unidade imobiliária, você tem um crédito e esse crédito</p><p>não pode ser penhorado.</p><p>Parágrafo primeiro: se financiou um imóvel e não pagou, aquele que te</p><p>financiou pode ter de penhorar.</p><p>- Parágrafo terceiro: Não pode penhorar instrumento de trabalho, mas</p><p>se for instrumento agrícola, esses bens se foram objetos de</p><p>financiamento podem ser penhorados por quem financiou.</p><p>> ART 834 CPC: Frutos e rendimentos de bens inalienáveis podem ser</p><p>penhorados, caso não haja outra opção.</p><p>OBRIGAÇÃO E RESPONSABILIDADE PATRIMONIAL</p><p>Quem vai responder com patrimônio para pagamento de dívida no caso de</p><p>execução?</p><p>Nem sempre quem contraí a dívida é quem paga</p><p>A obrigação é relacionada ao Direito Civil e a Responsabilidade é do Direito Processual.</p><p>As vezes aquele que contraiu a dívida vai poder pagar. Nisso, pode recair</p><p>sobre pessoas que também têm responsabilidade pelo pagamento da dívida.</p><p>BENS QUE RESPONDEM PELA SATISFAÇÃO NA EXECUÇÃO - ART</p><p>789 CPC</p><p>Ele vai responder com os bens que já tem e o que ele também tem a receber (futuros), se tiver, é claro! Se o devedor principal não tiver patrimônio, essa obrigação de pagar recai em outras pessoas.</p><p>RESPONSABILIDADE PATRIMONIAL SECUNDÁRIA - ART 790 CPC</p><p>A responsabilidade patrimonial do devedor é primária (prevista em lei). A responsabilidade do sujeito que não é obrigado, no plano do direito material é secundária.</p><p>Todas as vezes que a pessoa vier a falecer e deixar dívidas, os sucessores responderão nos limites da herança no caso de ação real ou reipersecutória. Ação real é uma ação que envolve bens.</p><p>Ação reipersecutória é perseguir a coisa é quando o autor está atrás de</p><p>uma obrigação de entrega de coisa. Neste DOIS CASOS o devedor original tinha obrigação de entregar a coisa.</p><p>Os Herdeiros tem responsabilidade patrimonial secundária.</p><p>IV - Do cônjuge ou companheiro, nos casos em que seus bens</p><p>próprios ou de sua meação respondem pela dívida;</p><p>Nos casos em que não contraiu a obrigação, seu companheiro que</p><p>contraiu, mas em razão do regime de casamento, poderá também</p><p>responder pela dívida.</p><p>Formas de defesa do cônjuge contra este inciso:</p><p>Embargos de terceiros.</p><p>(se não for parte, mas somente um terceiro que terá o bem penhorado</p><p>por conta da dívida do cônjuge) e embargos à execução/impugnação</p><p>(se já for parte da ação. Execução é para título extrajudicial e</p><p>impugnação é para título judicial).</p><p>FRAUDES CONTRA CREDORES</p><p>Fraude contra credores, é um instituto semelhante que serve para comprovar que o bem foi vendido com má fé do vendedor e do comprador. (Devedor vende para se tornar insolvente).</p><p>Tem que se comprar que houve de fato uma má fé do vendedor e do comprador para que fique caracterizado. Na fraude contra credores deve se mover um processo, uma ação.</p><p>Ação Pauliana (FRAUDE CONTRA CREDORES): É a ação judicial movida pelo credor que objetiva anular um negócio jurídico feito pelo devedor para fraudar a execução</p><p>Insolvência: Declaração judicial de que as dívidas do devedor são maiores do que seu patrimônio</p><p>Requisitos</p><p>Evento Danoso: Produzir estado de insolvência do devedor</p><p>Consilius Fraudis: Combinação entre o vendedor e o comprador para fraudar credores.</p><p>Fraude a execução é alfo fraudulento que além de causar prejuízo ao credor, atenta contra o próprio poder judiciário.</p><p>Na fraude à execução o processo é mais simples: Faz apenas uma</p><p>simples petição (não precisando mover uma ação) demonstrando que</p><p>determinado bem do devedor foi vendido durante uma ação contra ele,</p><p>fazendo com que ele ficasse insolvente, já caracterizando fraude à</p><p>execução. Não é necessário que o comprador do bem também estivesse</p><p>de má fé. A compra será invalidada e se tornará ineficaz.</p><p>Na fraude à execução não a o consilius fraudi: independe de comprar o</p><p>bem de outra pessoa de boa-fé, é possível que o comprador também</p><p>responda.</p><p>UNIDADE II – LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA</p><p>Em regra, os títulos executivos judiciais são líquidos, já tem um valor, mas é possível o juiz decidir sentença, acordão ilíquida.</p><p>Liquido: réu pegue dez mil reais + correção monetária + juros de mora.. traz todos os paramentos pra chegar no valor final para chegar a execução (MAS NEM SEMPRE ISSO ACONTECE.)</p><p>A inliquída tem que ser transformada em liquida.</p><p>Tem casos que o juiz profere a sentença ilíquida, sem estipular o valor da ação. O réu tem que saber qual valor que terá que pagar.</p><p>LIQUIDA TRAZ CONSIGO O SEU VALOR JÁ ESTUPILADO.</p><p>É apurar o Quantum devido pelo executado (devedor) quando se trata de sentença ilíquido (Quantum debeatur, qual é o valor da obrigação). Se não houver esse valor determinado na sentença, o juiz profira uma sentença ilíquida.</p><p>· Só haverá liquidação de sentença de título extrajudicial</p><p>· A liquidação de sentença precede cumprimento de sentença (somente após a liquidez pode ser feita a execução)</p><p>Natureza da liquidação da sentença:</p><p>Trata-se de uma fase procedimental, entre o processo de conhecimento e o</p><p>cumprimento de sentença.</p><p>OBS: não é admitido sentenças ilíquidas em juizado especial.</p><p>LIQUIDAÇÃO NA PENDÊNCIA DE RECURSO DOTADO DE EFEITO</p><p>SUSPENSIVO- ART 512 CPC</p><p>Os recursos são dotados de dois efeitos principais: devolutivo e suspensivo.</p><p>O efeito devolutivo e o encaminhamento do recurso para segunda instância,</p><p>para que ela seja reexaminada (recurso e o direito que a pessoa tem de que a</p><p>decisão dada contra ela, seja revista por juízes hierarquicamente superiores).</p><p>O efeito suspensivo paralisa a ação, não podendo praticar nenhum outro ato</p><p>processual enquanto não houver o trânsito em julgado, visto que o processo</p><p>fica suspenso até a decisão final. Porém se a sentença é ilíquida e a parte quer</p><p>adiantar a decisão, confiando que decisão não será alterada pelo recurso,</p><p>poderá fazer a liquidação.</p><p>Recurso de apelação (recurso de sentença) é dotado de efeito devolutivo e</p><p>suspensivo. Recurso de decisão interlocutória é o agravo de instrumento, e este somente tem efeito devolutivo.</p><p>OBS: FIDELIDADE DO TÍTULO EXECUTIVO - ART 509, P.4</p><p>Liquidação de sentença não se discute de novo a lide, não se discute o que</p><p>transitou em julgado. Liquidação não serve para discutir novamente fatos no</p><p>processo de conhecimento. O máximo que vai ocorrer será a apuração do</p><p>valor, porém não os fatos que já foram discutidos.</p><p>Espécies: Toda vez que tiver uma sentença ilíquida e necessitar de perícia para</p><p>apurar o objeto da condenação, o quantum devido, ela será por</p><p>arbitramento.</p><p>UNIDADE III – CUMPRIMENTO PROVISÓRIO DA SENTENÇA QUE RECONHECE A EXIGIBILIDADE DE PAGAR A QUANTIA CERTA</p><p>é um procedimento para realizar a execução de um título judicial provisório, ou seja, um título proveniente de uma decisão que ainda não transitou em julgado ou, caso tenha sido interposto um recurso, é provisório porque há pendencias de julgamento de recurso</p><p>O cumprimento provisório é o oposto da liquidação. Só pode ser realizado quando o</p><p>recurso estiver dotado de efeito apenas devolutivo.</p><p>Recursos tem dois efeitos:</p><p>· Efeito devolutivo - quando a matéria</p><p>a ser impugnada no recurso será examinada</p><p>em instância superior. É devolutivo pois "devolve" a análise da matéria julgada para uma instância superior. Este efeito está presente em todos os recursos.</p><p>· Efeito suspensivo - quando tem esse efeito, não é possível praticar nenhum ato</p><p>processual. Esse efeito suspende, paralisa o processo enquanto não houver o</p><p>julgamento dele em instância superior, enquanto não houver trânsito em julgado. Em regra, não pode praticar nenhum ato processual, exceto a liquidação de sentenças e decisões urgentes.</p>