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Fundamentos da Farmácia Clínica

Material sobre Farmácia Clínica e Prescrição que aborda farmacocinética, farmacodinâmica, classes terapêuticas, RAMs e interações; inclui semiologia e interpretação de exames (hemograma, glicemia/HbA1c/HOMA‑IR, perfil lipídico, AST/ALT/FA/GGT, bilirrubina, TP) e valores de referência.

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<p>Fundamentos da</p><p>Farmácia Clínica e</p><p>Prescrição Farmacêutica</p><p>Rodrigo Taminato</p><p>FARMÁCIA CLÍNICA 4.0 / 5.0</p><p>SEMIOLOGIA</p><p>FARMACÊUTICA</p><p>Rodrigo Taminato</p><p>http://calameo.download/0049688361671a206f22f</p><p>Básica</p><p>Ciências</p><p>básicas</p><p>Terapêutica</p><p>Base clínica</p><p>Farmacocinétic</p><p>a</p><p>Farmacodinâmica</p><p>Classes</p><p>terapêuticas</p><p>Mecanismos</p><p>de ação</p><p>RAM’s</p><p>PRM’s</p><p>Interações</p><p>medicamentosas</p><p>Propedêutic</p><p>a</p><p>Farmacologia clínica aplicada à</p><p>GASTROENTEROLOGIA</p><p>Esôfago</p><p>Intestino delgado</p><p>Disfunção / Refluxo Gastroesofágico-DRGE</p><p>Interpretação de exames</p><p>complementares aplicados à</p><p>farmácia clínica</p><p>Rodrigo Taminato</p><p>HEMOGRAMA</p><p>HEMOGRAMA</p><p>HEMOGRAMA</p><p>HEMOGRAMA</p><p>HEMOGRAMA</p><p>HEMOGRAMA</p><p>HEMOGRAMA</p><p>HEMOGRAMA</p><p>Ht - Hematócrito</p><p>É a percentagem dos eritrócitos que ocupam o volume total do</p><p>sangue em um tubo, após centrifugação.</p><p>Valor de Referência</p><p>► H: 40 a 54%</p><p>► M: 37 a 47%</p><p>► Recém-nascido: 44 a 64%</p><p>► Crianças: 37 a 45%</p><p>HEMOGRAMA</p><p>Normocitose</p><p>Macrocitose</p><p>Microcitose</p><p>Avaliação Qualitativa</p><p>HEMOGRAMA</p><p>Anisocitose</p><p>HEMOGRAMA</p><p>Normocromia e Hipocromia</p><p>.</p><p>HEMOGRAMA</p><p>Drepanócitos</p><p>HEMOGRAMA</p><p>HEMOGRAMA</p><p>HEMOGRAMA</p><p>HEMOGRAMA</p><p>PERFIL GLICÊMICO</p><p>84m</p><p>g/dL</p><p>84m</p><p>g/dL</p><p>Paciente 1 Paciente 2</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA: 70-99mg/dL</p><p>GLICEMIA EM JEJUM</p><p>HOMA-IR & HOMA-BETA</p><p>RESULTADOS EM GRÁFICO</p><p>IMC: Índice de massa corporal.; n=amostra populacional; Adaptado de Tang et al, 2015</p><p>País/ano Amostra Característica Valor limiar</p><p>Suécia, 2000 n=4816 População saudável 2,0</p><p>França, 2002 n=1153 Idade: 35-64; população saudável 3,8</p><p>Cáucaso, 2006 n=1156 População rural; não-diabético 2,29</p><p>Brasil, 2006 n=1317 Idade: 40 ± 12 anos; IMC: 34± 10 kg/m² 2,77</p><p>Estados Unidos, 2008 n=2804 Idade ≥ 20; IMC normal e glicemia em jejum 2,73</p><p>Iran, 2010 n=3071 Indivíduos adultos; Idade: 25-64 anos 3,87</p><p>Iran, 2011 n=1036 Mulheres em idade reprodutiva 2,63</p><p>Japão, 2012 n=6868 Indivíduos não-diabéticos 1,7</p><p>China, 2013 n=3203 Idade: 6-18 anos (crianças e adolescentes) 3,0</p><p>Portugal, 2014 n=1784 Indivíduos não diabéticos;</p><p>IMC: < 25 kg/m²; glicemia < 100 mg/dL</p><p>2,33</p><p>HOMA-IR EM DIFERENTES POPULAÇÕES</p><p>ÍNDICE TYG & RESISTÊNCIA INSULÍNICA</p><p>Fórmula da glicemia média estimada:</p><p>28,7 x A1C - 46.7</p><p>HEMOGLOBINA GLICADA & GLICEMIA MÉDIA ESTIMADA</p><p>Falsamente reduzidos Falsamente elevados</p><p>Hemoglobinopatias Anemia ferropriva</p><p>Esferocitose hereditária Níveis elevados de triglicerídeos</p><p>Níveis elevados de vitamina C e E Doença renal crônica</p><p>Gravidez Esplenectomia</p><p>Anemias hemolíticas Níveis elevados de ureia e bilirrubina</p><p>Hemorragia agudas ou crônicas Deficiência de vitamina B12 e ácido fólico</p><p>HEMOGLOBINA GLICADA & LIMITAÇÕES</p><p>PERFIL LIPÍDICO</p><p>Artérias Coronárias</p><p>PERFIL LIPÍDICO</p><p>PERFIL LIPÍDICO</p><p>PERFIL LIPÍDICO</p><p>PERFIL LIPÍDICO</p><p>PERFIL LIPÍDICO</p><p>O aumento progressivo de uma</p><p>insuficiência coronariana provoca</p><p>um aumento de zonas isquêmicas e</p><p>consequente morte celular – infarto.</p><p>Podem vir acompanhados de dor,</p><p>sintomas característicos como falta</p><p>de ar ou mesmo passar</p><p>desapercebido por médicos e</p><p>pacientes.</p><p>PERFIL LIPÍDICO</p><p>AVALIAÇÃO HEPATO-</p><p>BILIAR PANCREÁTICA</p><p>Sinonímia: transaminase glutâmico oxaloacética (TGO)</p><p>É encontrada em altas concentrações no citoplasma e nas</p><p>mitocôndrias do fígado, músculos esquelético e cardíaco, rins,</p><p>pâncreas e eritrócitos; quando qualquer um desses tecidos é</p><p>danificado, a AST é liberada no sangue.</p><p>Valores normais: até 32 U/L (mulheres) e 38 U/L (homens).</p><p>(varia de acordo com fabricante de kits e métodos)</p><p>AVALIAÇÃO HEPATO-BILIAR PANCREÁTICA</p><p>Sinonímia: transaminase glutâmico pirúvica (TGP)</p><p>É encontrada em altas concentrações no fígado, o que</p><p>torna o seu aumento mais específico de lesão hepática;</p><p>no entanto, pode estar aumentada em conjunto com a</p><p>AST em miopatias (doenças musculares) severas.</p><p>Valores normais: até 31 U/L (mulheres) e 41 U/L</p><p>(homens).</p><p>AVALIAÇÃO HEPATO-BILIAR PANCREÁTICA</p><p>Família de enzimas presentes em praticamente todos os tecidos.</p><p>No fígado é encontrada principalmente nos canalículos biliares e na</p><p>superfície sinusoidal dos hepatócitos.</p><p>Aumento da fosfatase alcalina hepática é mais evidente na obstrução</p><p>biliar (colestase). Também aumentada: hepatites e doenças ósseas.</p><p>Valores normais: Adulto 50 a250 U/L.</p><p>(varia bastante com a idade)</p><p>É uma enzima encontrada em grande quantidade no fígado, rins,</p><p>pâncreas, intestino e próstata.</p><p>Marcador não específico, mas muito sensível de doença</p><p>hepática, pois está alterado em 90% dos portadores de colestase</p><p>hepatobiliar e do uso de álcool.</p><p>Valores normais: 7 a 32 U/L (mulheres) e 10 a 50 U/L (homens).</p><p>AVALIAÇÃO HEPATO-BILIAR PANCREÁTICA</p><p>Principal componente da bile.</p><p>Produto da hemoglobina.</p><p>Bilirrubina indireta (não conjugada) ou bilirrubina direta</p><p>(conjugada).</p><p>Icterícia: BT >2,5 mg/dL</p><p>BT = BI + BD</p><p>AVALIAÇÃO HEPATO-BILIAR PANCREÁTICA</p><p>Doenças hepáticas severas costumam cursar com alterações na</p><p>coagulação.</p><p>A absorção da vitamina K é dependente da presença de sais biliares e a</p><p>cirrose diminui a sua produção (especialmente nas doenças colestáticas).</p><p>A determinação do tempo da protrombina pode avaliar fatores de</p><p>coagulação vitamina K dependentes e assim a função de síntese do</p><p>fígado.</p><p>Principal proteína circulante,</p><p>transporte e pressão</p><p>coloidosmótica.</p><p>O fígado é o único órgão da</p><p>produção da albumina, reduções</p><p>na quantidade da albumina</p><p>podem ser causadas por</p><p>doenças do fígado.</p><p>Valores normais: 3,5 a 5,5 g/dL.</p><p>AVALIAÇÃO HEPATO-BILIAR PANCREÁTICA</p><p>Avalia principalmente a função renal</p><p>(taxa de filtração glomerular).</p><p>É um composto nitrogenado não</p><p>proteico derivado da desfosforilação da</p><p>creatina-P no músculo.</p><p>Dependente também da massa</p><p>muscular, idade e gênero.</p><p>Hipercreatinemia pré-renal:</p><p>lesões musculares, acidose diabética, uso de diuréticos, etc.</p><p>Hipercreatinemia renal:</p><p>lesões glomerulares e tubulares.</p><p>Hipercreatinemia pós-renal:</p><p>obstruções do trato urinário (hipertrofia prostática e compressões</p><p>dos ureteres).</p><p>Valores diminuídos: geralmente sem significado clínico, mas</p><p>pode cursar com perda de massa muscular.</p><p>Avalia principalmente a função renal.</p><p>Principal fonte de excreção do nitrogênio.</p><p>É um composto nitrogenado não proteico sintetizado no</p><p>fígado a partir do catabolismo das proteínas.</p><p>Varia também com a dieta e a hidratação.</p><p>Pode ser avaliada no soro e urina 24 hs.</p><p>Jejum 8 horas.</p><p>Valores de referência:</p><p>Soro: 10 a 40 mg/dL</p><p>Urina: 26 a 43 g/24h</p><p>Uremia pré-renal:</p><p>dieta rica em proteínas, hemorragias, catabolismo elevado (febre e</p><p>septicemia).</p><p>Uremia renal:</p><p>doença renal aguda ou crônica (glomerulonefrite).</p><p>Uremia pós-renal:</p><p>obstruções do trato urinário (cálculos).</p><p>Valores diminuídos de ureia:</p><p>hepatopatia grave.</p><p>A tireoide se localiza na região da garganta e quando</p><p>não está funcionando adequadamente pode liberar</p><p>hormônios:</p><p>em excesso hipertireoidismo</p><p>em quantidade insuficiente hipotireoidismo primário</p><p>Tireoide</p><p>Retroalimentação</p><p>Hipotireoidismo</p><p>Quantidade insuficiente de hormônios T3 e T4 circulantes</p><p>para suprir uma função orgânica normal.</p><p>É a mais prevalente entre as disfunções da tireoide.</p><p>A causa mais comum do distúrbio é uma inflamação crônica</p><p>da tireoide, causada por “auto-agressão” do sistema</p><p>imunológico, a chamada de Tireoidite de Hashimoto.</p><p>Como os hormônios estão relacionados ao funcionamento do</p><p>organismo, essa disfunção gera um metabolismo “lento”.</p><p>Hipotireoidismo</p><p>Sintomas como fadiga, sono, queda de cabelo, sensação de</p><p>frio, saciedade, obstipação, bradicardia.</p><p>Para tratar a doença, a reposição hormonal representa uma</p><p>ferramenta simples e bastante eficaz.</p><p>"Vale lembrar que, ao contrário do que muita</p><p>gente imagina, o</p><p>hipotireoidismo não leva o indivíduo à obesidade”</p><p>Origem secundária: ►TSH</p><p>► T3 e T4</p><p>Diminuição de TSH por tumores, irradiação e inflamação</p><p>hipotalâmicas ou infecção hipofisárias.</p><p>Menos de 1% dos casos.</p><p>Hipotireoidismo</p><p>Sintomas</p><p>Hipertireoidismo</p><p>Avaliação Laboratorial</p><p>Hipotireoidismo</p><p>Diagnóstico de hipotireoidismo primário TSH</p><p>Adicionalmente ao TSH podem ser solicitado:</p><p>T4 livre é a medida mais adequada para o</p><p>diagnóstico e para avaliar o status tireoidiano nos dois a</p><p>três primeiros meses do tratamento do hipotireoidismo.</p><p>T4 total são dependentes das proteínas</p><p>transportadoras.</p><p>T3 total ou T3 livre</p><p>etiologia do hipertireoidismo.</p><p>pouca acurácia para o diagnóstico de hipotireoidismo.</p><p>Avaliação Laboratorial</p><p>Hipotireoidismo</p><p>Dosagem de TSH (diminuído)</p><p>T4 livre (aumentado)</p><p>T3 livre (aumentado)</p><p>TRAb anticorpo anti-receptor do TSH.</p><p>valores significativos indicam doença</p><p>auto-imune em atividade (doença de Graves).</p><p>Avaliação Laboratorial</p><p>Hipertireoidismo</p><p>Slide 1: Fundamentos da Farmácia Clínica e Prescrição Farmacêutica</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38</p><p>Slide 39: SEMIOLOGIA FARMACÊUTICA</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44</p><p>Slide 45</p><p>Slide 46</p><p>Slide 47</p><p>Slide 48</p><p>Slide 49</p><p>Slide 50</p><p>Slide 51</p><p>Slide 52</p><p>Slide 53</p><p>Slide 54</p><p>Slide 55</p><p>Slide 56</p><p>Slide 57</p><p>Slide 58</p><p>Slide 59</p><p>Slide 60</p><p>Slide 61</p><p>Slide 62</p><p>Slide 63</p><p>Slide 64</p><p>Slide 65</p><p>Slide 66</p><p>Slide 67</p><p>Slide 68</p><p>Slide 69</p><p>Slide 70</p><p>Slide 71</p><p>Slide 72</p><p>Slide 73</p><p>Slide 74</p><p>Slide 75</p><p>Slide 76</p><p>Slide 77</p><p>Slide 78</p><p>Slide 79</p><p>Slide 80</p><p>Slide 81</p><p>Slide 82</p><p>Slide 83</p><p>Slide 84</p><p>Slide 85</p><p>Slide 86</p><p>Slide 87</p><p>Slide 88</p><p>Slide 89</p><p>Slide 90</p><p>Slide 91</p><p>Slide 92</p><p>Slide 93</p><p>Slide 94</p><p>Slide 95</p><p>Slide 96</p><p>Slide 97</p><p>Slide 98</p><p>Slide 99</p><p>Slide 100</p><p>Slide 101</p><p>Slide 102</p><p>Slide 103</p><p>Slide 104</p><p>Slide 105</p><p>Slide 106</p><p>Slide 107</p><p>Slide 108</p><p>Slide 109</p><p>Slide 110</p><p>Slide 111</p><p>Slide 112</p><p>Slide 113</p><p>Slide 114</p><p>Slide 115</p><p>Slide 116</p><p>Slide 117</p><p>Slide 118</p><p>Slide 119</p><p>Slide 120</p><p>Slide 121</p><p>Slide 122</p><p>Slide 123</p><p>Slide 124</p><p>Slide 125</p><p>Slide 126</p><p>Slide 127</p><p>Slide 128</p><p>Slide 129</p><p>Slide 130</p><p>Slide 131</p><p>Slide 132</p><p>Slide 133</p><p>Slide 134</p><p>Slide 135</p><p>Slide 136</p><p>Slide 137</p><p>Slide 138</p><p>Slide 139</p><p>Slide 140</p><p>Slide 141</p><p>Slide 142</p><p>Slide 143</p><p>Slide 144</p><p>Slide 145</p><p>Slide 146</p><p>Slide 147</p><p>Slide 148</p><p>Slide 149</p><p>Slide 150</p><p>Slide 151</p><p>Slide 152</p><p>Slide 153</p><p>Slide 154</p><p>Slide 155</p><p>Slide 156</p><p>Slide 157</p><p>Slide 158</p><p>Slide 159</p><p>Slide 160</p><p>Slide 161</p><p>Slide 162</p><p>Slide 163</p><p>Slide 164</p><p>Slide 165</p><p>Slide 166</p><p>Slide 167</p><p>Slide 168</p><p>Slide 169</p><p>Slide 170</p><p>Slide 171</p><p>Slide 172</p><p>Slide 173</p><p>Slide 174</p><p>Slide 175</p><p>Slide 176</p><p>Slide 177</p><p>Slide 178</p><p>Slide 179</p><p>Slide 180</p><p>Slide 181</p><p>Slide 182</p><p>Slide 183</p><p>Slide 184</p><p>Slide 185</p><p>Slide 186</p><p>Slide 187</p><p>Slide 188</p><p>Slide 189: Interpretação de exames complementares aplicados à farmácia clínica</p><p>Slide 190</p><p>Slide 191</p><p>Slide 192</p><p>Slide 193</p><p>Slide 194</p><p>Slide 195</p><p>Slide 196</p><p>Slide 197</p><p>Slide 198</p><p>Slide 199</p><p>Slide 200</p><p>Slide 201</p><p>Slide 202</p><p>Slide 203</p><p>Slide 204</p><p>Slide 205</p><p>Slide 206</p><p>Slide 207</p><p>Slide 208</p><p>Slide 209</p><p>Slide 210</p><p>Slide 211</p><p>Slide 212</p><p>Slide 213</p><p>Slide 214</p><p>Slide 215</p><p>Slide 216</p><p>Slide 217</p><p>Slide 218</p><p>Slide 219</p><p>Slide 220</p><p>Slide 221</p><p>Slide 222</p><p>Slide 223</p><p>Slide 224</p><p>Slide 225</p><p>Slide 226</p><p>Slide 227</p><p>Slide 228</p><p>Slide 229</p><p>Slide 230</p><p>Slide 231</p><p>Slide 232: IMC: Índice de massa corporal.; n=amostra populacional; Adaptado de Tang et al, 2015</p><p>Slide 233</p><p>Slide 234</p><p>Slide 235</p><p>Slide 236</p><p>Slide 237</p><p>Slide 238</p><p>Slide 239</p><p>Slide 240</p><p>Slide 241</p><p>Slide 242</p><p>Slide 243</p><p>Slide 244</p><p>Slide 245</p><p>Slide 246</p><p>Slide 247</p><p>Slide 248</p><p>Slide 249</p><p>Slide 250</p><p>Slide 251</p><p>Slide 252</p><p>Slide 253</p><p>Slide 254</p><p>Slide 255</p><p>Slide 256</p><p>Slide 257</p><p>Slide 258</p><p>Slide 259</p><p>Slide 260</p><p>Slide 261</p><p>Slide 262</p><p>Slide 263</p><p>Slide 264</p><p>Slide 265</p><p>Slide 266</p><p>Slide 267</p>

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