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<p>Pincel Atômico - 21/09/2024 16:21:30 1/6</p><p>LETÍCIA GODINHO</p><p>AIRES</p><p>Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 24 (23086)</p><p>Atividade finalizada em 22/06/2024 15:54:57 (2120571 / 1)</p><p>LEGENDA</p><p>Resposta correta na questão</p><p># Resposta correta - Questão Anulada</p><p>X Resposta selecionada pelo Aluno</p><p>Disciplina:</p><p>PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTOS [1084597] - Avaliação com 8 questões, com o peso total de</p><p>1,67 pontos [capítulos - 6]</p><p>Turma:</p><p>Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Letras-Português - Grupo: FPD-MARC/2024 - SGegu0A300324 [120529]</p><p>Aluno(a):</p><p>91597336 - LETÍCIA GODINHO AIRES - Respondeu 8 questões corretas, obtendo um total de 1,67 pontos como nota</p><p>[359873_15215</p><p>9]</p><p>Questão</p><p>001</p><p>Receita para intolerância e injustiça</p><p>Renato Russo</p><p>Pegue duas medidas de estupidez</p><p>Junte trinta e quatro partes de mentira</p><p>Coloque tudo numa forma</p><p>Untada previamente</p><p>Com promessas não cumpridas</p><p>Adicione a seguir o ódio e a inveja</p><p>As dez colheres cheias de burrice</p><p>Mexa tudo e misture bem</p><p>E não se esqueça antes de levar ao forno</p><p>Temperar com essência de espírito de porco</p><p>Duas xícaras de indiferença</p><p>E um tablete e meio de preguiça</p><p>(Fonte: http://pensador.uol.com.br/textos_de_renato_russo/. Acesso em 23/03/2016.)</p><p>Os tipos textuais são divididos de acordo com determinadas características linguísticas.</p><p>Assim, o texto Receita para intolerância e injustiça pertence a qual tipologia?</p><p>X Injuntiva-instrucional.</p><p>Narrativa.</p><p>Explicativa.</p><p>Descritiva.</p><p>Argumentativa.</p><p>[359873_15296</p><p>4]</p><p>Questão</p><p>002</p><p>Sobre a avaliação de texto nas instituições de ensino, Costa Val (2009) observa a recorrência</p><p>das seguintes perguntas feitas pelos professores como perguntas norteadoras para a</p><p>correção de textos: Que percentual da nota atribuir ao “conteúdo” e à gramática? Quantos</p><p>pontos descontar a cada erro? O professor deve ou não marcar os erros? Que tipo de erro</p><p>deve marcar? (p. 28). Para que a avaliação do texto escolar não se transforme no mero</p><p>apontamento de erros é preciso que a avaliação de produção de texto seja vista como um</p><p>processo, pois, ainda nas palavras da autora:</p><p>Ao defendermos a ideia de que o professor é primeiro um leitor do texto do aluno, não</p><p>estamos negando a possibilidade de avaliação escolar. (p. 30)</p><p>Participar de uma conversa não requer somente o ato mecânico de ouvir ou falar; implica</p><p>acompanhar e avaliar aquilo que está sendo dito ou aquilo que estamos falando. (p. 31)</p><p>[...] se parte do pressuposto de que toda intervenção do professor é marcada por uma relação</p><p>de poder que tende a bloquear a capacidade criadora do aprendiz. (p. 30)</p><p>X</p><p>As estratégias de escrita, em quaisquer situações escolares, podem e devem incluir</p><p>momentos e recursos para que o aluno refaça o texto como um todo ou ajuste algumas</p><p>ocorrências linguísticas específicas. (p. 29)</p><p>Assim, é preciso que esse autor saiba quais serão seus prejuízos ao recusar-se a aceitar o</p><p>tema e a tarefa propostos por um interlocutor, especialmente numa situação de avaliação</p><p>formal. (p. 35)</p><p>Pincel Atômico - 21/09/2024 16:21:30 2/6</p><p>[359873_15296</p><p>6]</p><p>Questão</p><p>003</p><p>O ensino de leitura e produção textual precisa estar pautado na realidade do aluno, logo,</p><p>abordar os gêneros e sequências discursivas na sala de aula requer aplicá-los textos feitos</p><p>para interagir. Isto é, inseridos na prática social. É o caso da redação jornalística, por</p><p>exemplo, que é capaz de unir o ensino de variados tipos e formas textuais à prática, com a</p><p>abordagem de temas associados tanto ao ambiente da escola como da comunidade, por</p><p>exemplo. Nesse sentido, a redação jornalística não só assume uma postura de ensino</p><p>multidisciplinar, como também possibilita aos alunos, segundo Nascimento, Assis e Oliveira</p><p>(2016), sobre o processo de escrita:</p><p>Incentivar os alunos a se tornarem jornalistas e desempenharem diferentes funções na área.</p><p>X</p><p>Aprenderem a ler e produzir os gêneros jornalísticos assumindo os papeis mais comuns</p><p>existentes dentro de uma redação jornalística.</p><p>Realizar um rodízio de funções dentro da redação jornalística.</p><p>Podem priorizar a aprendizagem do gênero textual notícia.</p><p>Enxergar o professor como chefe da redação jornalística, mantendo a hierarquia do educador.</p><p>Pincel Atômico - 21/09/2024 16:21:30 3/6</p><p>[359874_15216</p><p>2]</p><p>Questão</p><p>004</p><p>O clima definitivamente entrou na pauta global</p><p>Reinaldo Canto</p><p>Já não era sem tempo e nem por falta de sinais gritantes das mudanças climáticas, cada vez</p><p>mais intensos e preocupantes. Finalmente, a questão foi reconhecida como uma seríssima</p><p>ameaça à sobrevivência do ser humano num planeta mais quente e instável.</p><p>As boas notícias começaram no encontro do G-7, o grupo de países mais desenvolvidos do</p><p>mundo (Alemanha, França, Reino Unido, Itália, EUA, Canadá e Japão) reunidos na Alemanha,</p><p>que decidiu, pela primeira vez, encarar de frente o desafio de “descarbonizar" a economia. Ou</p><p>seja, por um fim, mesmo que a longo prazo, ao uso de combustíveis fósseis (petróleo, carvão</p><p>e gás natural), que tem sido a base energética da economia mundial ao menos há 200 anos.</p><p>Inicialmente, o acordo dos países ricos prevê a redução entre 40 e 70%, até o ano de 2050,</p><p>das emissões de gases de efeito estufa; e o comprometimento com aportes de recursos para</p><p>um fundo de US$ 100 bilhões a serem investidos em tecnologia para a adoção de energias</p><p>limpas e renováveis nos países pobres, principalmente no continente africano.</p><p>O objetivo mais imediato dos países que compõem o G7 é o de frear o aquecimento do</p><p>planeta para que não ultrapasse os dois graus centígrados, considerados pelos cientistas um</p><p>patamar crítico, já que o aumento da temperatura média poderá acarretar mais fenômenos</p><p>climáticos extremos, extinção acelerada de espécies, além de acarretar o aumento nos níveis</p><p>dos oceanos, entre outras consequências. Segundo o comunicado emitido pelo G7, a</p><p>economia mundial deverá estar “descarbonizada" até o ano de 2.100.</p><p>Ainda faltam detalhes sobre como será a execução do plano na prática, mas o anúncio e a</p><p>importância dada ao tema são inéditos e demonstram claramente a preocupação desses</p><p>líderes com o futuro do planeta. Isso não é pouca coisa. Muitos entenderam a posição como</p><p>histórica, por representar o início do fim da era dos combustíveis fósseis, até aqui a base da</p><p>economia global desde a Revolução Industrial.</p><p>A outra boa notícia veio do Vaticano e eis que, mais uma vez, o Papa Francisco surpreende e</p><p>renova o seu empenho em falar sobre problemas contemporâneos. Desta feita, em sua</p><p>primeira encíclica – “Laudato si'" (Louvado sejas), ele cita o Patriarca Ecumênico Bartolomeu:</p><p>“Um crime contra a natureza é um crime contra nós mesmos e um pecado contra Deus".</p><p>Se não fosse pouca coisa, o Papa ainda afirma, fazendo uma direta referência às mudanças</p><p>climáticas, que o urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de</p><p>unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, pois</p><p>sabemos que as coisas podem mudar.</p><p>Em consonância com os preceitos adotados desde a Conferência das Nações Unidas, a</p><p>Rio+20, no Rio de Janeiro em 2012, que colocou o desenvolvimento sustentável ao lado da</p><p>erradicação da pobreza, o Papa Francisco fez coro e reforçou a sua preocupação com os</p><p>menos favorecidos: “São inseparáveis as preocupações com a natureza, a justiça para com os</p><p>pobres, o empenho da sociedade e a paz interior".</p><p>E agora, Brasil?</p><p>Em recentes declarações durante o encontro de cúpula com a União Europeia, a Presidenta</p><p>Dilma Rousseff afirmou que o Brasil tem sido um dos países que mais reduziu suas emissões,</p><p>graças principalmente à queda do desmatamento. Mesmo assim, para a 21ª Conferência do</p><p>Clima a ser realizada em Paris no final do ano, será preciso um compromisso mais efetivo e</p><p>não apenas jogo de palavras.</p><p>Nessa ocasião, deverão ser assumidos novos compromissos para substituir o Protocolo de</p><p>Kyoto, com metas mais ambiciosas para todos os países. Ainda mais entre os maiores</p><p>emissores, caso do Brasil, que ocupa a 10ª posição. As pressões sobre o governo já</p><p>começaram, entre elas, o Lançamento da Coalizão Brasil: Clima,</p><p>Florestas e Agricultura,</p><p>movimento com a presença de mais de 50 entidades representantes do setor privado e de</p><p>importantes organizações do terceiro setor, que “pretende propor e promover políticas</p><p>públicas para o estímulo à agricultura, à pecuária e à economia florestal que impulsionem o</p><p>Brasil como protagonista na liderança global da economia sustentável e de baixo carbono,</p><p>gerando prosperidade, com inclusão social, geração de emprego e renda".</p><p>A Coalizão vai divulgar um documento que apresenta propostas de políticas e ações efetivas</p><p>que devem contribuir para a estruturação da posição do Brasil na COP21.</p><p>Nesses seis meses que faltam para o encontro de Paris, novas discussões e debates virão, e</p><p>o Brasil deve entrar no clima positivo que começa a tomar corpo mundo afora.</p><p>Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/o-...> . Acesso em: 06 ago. 2015. [Adaptado]</p><p>No texto, há presença de</p><p>Pincel Atômico - 21/09/2024 16:21:30 4/6</p><p>injunção e manifestação.</p><p>diálogo e injunção.</p><p>argumentação e injunção.</p><p>X explicação e argumentação.</p><p>injunção e explicação.</p><p>[359873_15215</p><p>4]</p><p>Questão</p><p>005</p><p>É essencial saber distinguir o que é gênero textual, gênero literário e tipo textual. Cada uma</p><p>dessas classificações é referente aos textos, porém é preciso ter atenção, cada uma possui</p><p>um significado totalmente diferente da outra. Sobre ambos os conteúdos, assinale a única</p><p>alternativa CORRETA.</p><p>É importante lembrar que um texto precisa ter apenas um gênero textual, pois não há como</p><p>mais de um gênero se sobressair.</p><p>Gênero textual é a maneira como a língua é empregada nos textos em suas diversas</p><p>situações de comunicação, de acordo com o seu uso literário.</p><p>Cada uma dessas classificações de tipologia textual não depende de como o texto se</p><p>apresenta e com a finalidade para o qual foi escrito.</p><p>Tipologia textual é a maneira como a língua é empregada nos textos em suas diversas</p><p>situações de comunicação, de acordo com o seu uso temos gêneros textuais diferentes.</p><p>X</p><p>O gênero literário é classificado de acordo com a sua forma, podendo ser do gênero líricos,</p><p>dramático, épico, narrativo e etc.</p><p>[359873_15296</p><p>5]</p><p>Questão</p><p>006</p><p>Costa Val (2009) pontua que distintas formas de avaliação do texto: uma mais detalhada, em</p><p>que se assinala erros de ortografia, pontuação, estruturas sintáticas etc. para evitar a</p><p>repetição do erro; outra mais geral, em que é feita uma leitura globalizante para captar o</p><p>sentido geral do texto e valorizar o que o aluno tem a dizer. Em outras palavras, tais</p><p>perspectivas avaliativas revelam que:</p><p>A primeira mantém interferências do professor na correção da estrutura do texto, revelando</p><p>uma perspectiva construtivista de avaliação.</p><p>A segunda mantém interferências do professor na correção da estrutura do texto. A primeira</p><p>interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como prejudiciais</p><p>ao desenvolvimento do discente.</p><p>A segunda interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como</p><p>prejudiciais ao desenvolvimento do discente, revelando uma postura formalista de avaliação.</p><p>X</p><p>A primeira mantém interferências do professor na correção da estrutura do texto. A segunda</p><p>interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como prejudiciais</p><p>ao desenvolvimento do discente.</p><p>A primeira interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como</p><p>integrantes no processo de aprendizagem do texto.</p><p>[359873_15294</p><p>9]</p><p>Questão</p><p>007</p><p>Nas aulas de leitura e produção de texto, as atividades são muitas vezes pautadas por ensino</p><p>de gramática. Por outro lado, a linha sociointeracionista do ensino de língua visa uma postura</p><p>baseada na aplicabilidade. Nesse sentido, indique a alternativa em que Araújo, Saraiva e</p><p>Sousa Filho (2021) criticam a primeira visão de ensino a partir dos livros didáticos:</p><p>X</p><p>A maioria dos LD [livros didáticos] de língua portuguesa opta por direcionar as atividades a</p><p>partir da identificação das nomenclaturas da gramática tradicional por elas mesmas (SOUSA</p><p>FILHO, 2017, apud ARAÚJO; SARAIVA; SOUSA FILHO, 2021).</p><p>[...] o livro didático Projeto Teláris - Língua Portuguesa, do 6º ano do Ensino Fundamental, tem</p><p>a perspectiva do ensino das habilidades da língua portuguesa por meio dos gêneros</p><p>discursivos.</p><p>[...] selecionamos no LD as atividades das seções que “orientam o uso do registro de</p><p>linguagem adequada ao gênero e à situação (formal, informal)”. (BORGATTO; BERTIN;</p><p>MARCHEZI, 2015, p. 3, apud ARAÚJO; SARAIVA; SOUSA FILHO, 2021).</p><p>Pincel Atômico - 21/09/2024 16:21:30 5/6</p><p>[...] se o aluno entende a estrutura de um gênero, ele consegue utilizar essas informações na</p><p>escrita de um texto, na sua compreensão, por exemplo.</p><p>O livro didático assume um papel importante em sala de aula, ou seja, ele é um dos</p><p>instrumentos de mediação no processo de ensino e auxilia o professor em sua prática.</p><p>[359875_15216</p><p>4]</p><p>Questão</p><p>008</p><p>A indústria do espírito</p><p>JORDI SOLER – 23 DEZ 2017 - 21:00</p><p>O filósofo Daniel Dennett propõe uma fórmula para alcançar a felicidade: “Procure algo mais</p><p>importante que você e dedique sua vida a isso”.</p><p>Essa fórmula vai na contracorrente do que propõe a indústria do espírito no século XXI, que</p><p>nos diz que não há felicidade maior do que essa que sai de dentro de si mesmo, o que pode</p><p>ser verdade no caso de um monge tibetano, mas não para quem é o objeto da indústria do</p><p>espírito, o atribulado cidadão comum do Ocidente que costuma encontrar a felicidade do lado</p><p>de fora, em outra pessoa, no seu entorno familiar e social, em seu trabalho, em um</p><p>passatempo, etc. [...]</p><p>A indústria do espírito, uma das operações mercantis mais bem-sucedidas de nosso tempo,</p><p>cresceu exponencialmente nos últimos anos, é só ver a quantidade de instrutores e pupilos de</p><p>mindfulness e de ioga que existem ao nosso redor. Mindfulness e ioga em sua versão pop</p><p>para o Ocidente, não precisamente as antigas disciplinas praticadas pelos mestres orientais,</p><p>mas um produto prático e de rápida aprendizagem que conserva sua estética, seu</p><p>merchandising e suas toxinas culturais. [...]</p><p>Frente ao argumento de que a humanidade, finalmente, tomou consciência de sua vida</p><p>interior, por que demoramos tanto em alcançar esse degrau evolutivo?, proporia que, mais</p><p>exatamente, a burguesia ocidental é o objetivo de uma grande operação mercantil que tem</p><p>mais a ver com a economia do que com o espírito, a saúde e a felicidade da espécie humana.</p><p>[...]</p><p>A indústria do espírito é um produto das sociedades industrializadas em que as pessoas já</p><p>têm muito bem resolvidas as necessidades básicas, da moradia à comida até o Netflix e o</p><p>Spotify. Uma vez instalada no angustiante vazio produzido pelas necessidades resolvidas, a</p><p>pessoa se movimenta para participar de um grupo que lhe procure outra necessidade.</p><p>Esse crescente coletivo de pessoas que cavam em si mesmas buscando a felicidade já</p><p>conseguiu instalar um novo narcisismo, um egocentrismo new age, um egoísmo raivosamente</p><p>autorreferencial que, pelo caminho, veio alterar o famoso equilíbrio latino de mens sana in</p><p>corpore sano, desviando-o descaradamente para o corpo. [...]</p><p>Esse inovador egocentrismo new age encaixa divinamente nessa compulsão contemporânea</p><p>de cultivar o físico, não importa a idade, de se antepor o corpore à mens. Ao longo da história</p><p>da humanidade o objetivo havia sido tornar-se mais inteligente à medida que se envelhecia;</p><p>os idosos eram sábios, esse era seu valor, mas agora vemos sua claudicação: os idosos já</p><p>não querem ser sábios, preferem estar robustos e musculosos, e deixam a sabedoria nas</p><p>mãos do primeiro iluminado que se preste a dar cursos. [...]</p><p>Parece que o requisito para se salvar no século XXI é inscrever-se em um curso, pagar a</p><p>alguém que nos diga o que fazer com nós mesmos e os passos que se deve seguir para viver</p><p>cada instante com plena consciência. Seria saudável não perder de vista que o objetivo</p><p>principal dessas sessões pagas não é tanto salvar a si mesmo, mas manter estável a</p><p>economia do espírito que, sem seus milhões de subscritores, regressaria ao nível que tinha no</p><p>século XX, aquela</p><p>época dourada do hedonismo suicida, em que o mindfulness era patrimônio</p><p>dos monges, a ioga era praticada por quatro gatos pingados e o espírito era cultivado lendo</p><p>livros em gratificante solidão.</p><p>(Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/26/opinion/1506452714_976157.html>.</p><p>Acesso em 27 mar. 2018)</p><p>Sobre tipologia e gêneros textuais, assinale a alternativa correta.</p><p>X O texto “A indústria do espírito” é um exemplar do gênero textual artigo de opinião.</p><p>A maneira com que o texto “A indústria do espírito” se inicia, utilizando uma citação, é comum</p><p>no gênero textual carta aberta.</p><p>O segundo parágrafo do texto “A indústria do espírito” é composto por períodos simples,</p><p>típicos da tipologia injuntiva.</p><p>Pincel Atômico - 21/09/2024 16:21:30 6/6</p><p>Não há um número definido de tipologias textuais, uma vez que elas surgem e desaparecem</p><p>conforme as necessidades sociodiscursivas de determinada comunidade.</p><p>O texto “A indústria do espírito” apresenta, majoritariamente, a tipologia narrativa, a qual</p><p>tipicamente emprega verbos no pretérito, como é possível notar neste excerto: “A indústria do</p><p>espírito, uma das operações mercantis mais bem-sucedidas de nosso tempo, cresceu</p><p>exponencialmente nos últimos anos [...]”.</p>