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<p>HEMATOXILINA E EOSINA (H&E):</p><p>Fixação: O tecido é fixado para preservar sua estrutura.</p><p>Desidratação: O tecido é desidratado em uma série de soluções alcoólicas.</p><p>Inclusão em Parafina: O tecido é incluído em parafina para facilitar o corte em seções finas.</p><p>Corte: As seções de tecido são cortadas usando um micrótomo.</p><p>Coloração: As seções são coradas primeiro com hematoxilina e depois com eosina.</p><p>• Hematoxilina: É um corante básico que se liga a componentes ácidos das células.</p><p>• Eosina: É um corante ácido que se liga a componentes básicos das células.</p><p>RESULTADOS:</p><p>Ácidos nucleicos (núcleo): coloração azul-púrpura.</p><p>Proteínas no citoplasma: coloração rosa a vermelha.</p><p>INEFICÁCIA:</p><p>Lipídios, carboidratos ou certas proteínas.</p><p>Antígenos específicos ou proteínas: a imunohistoquímica (IHC) é mais apropriada, pois utiliza</p><p>anticorpos específicos que se ligam aos alvos desejados.</p><p>Não fornece informações sobre a expressão gênica ou a presença de mutações genéticas: técnicas</p><p>como PCR (reação em cadeia da polimerase) ou sequenciamento de DNA são mais apropriadas.</p><p>Tecido Mineralizado: A coloração H&E não é eficaz para tecidos mineralizados, como ossos, onde</p><p>técnicas como a coloração de Von Kossa são mais apropriadas.</p><p>COLORAÇÃO DE GRAM</p><p>Coloração: A lâmina é tratada com lugol, que atua como mordente, fixando o corante nas células.</p><p>Descoloração: A lâmina é lavada com álcool ou acetona, que remove o corante das bactérias Gram-</p><p>negativas, mas não das Gram-positivas.</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>https://blog.jaleko.com.br/hematoxilina-eosina-e-outras-coloracoes-histologicas-e-microbianas/</p><p>Contracoloração: A lâmina é então corada com Safranina ou Fucsina, que cora as bactérias Gram-</p><p>negativas de rosa ou vermelho.</p><p>RESULTADOS:</p><p>Gram-positivas: Aparecem em roxo ou azul devido à retenção do cristal violeta.</p><p>Gram-negativas: Aparecem em vermelho ou rosa devido à contra coloração com Safranina ou</p><p>Fucsina.</p><p>IMPORTÂNCIA:</p><p>Pesquisa Microbiótica.</p><p>COLORAÇÃO DE ZIEHL-NEELSEN</p><p>Coloração: A lâmina é corada com fucsina fenicada, que penetra nas paredes celulares das bactérias</p><p>ácido-resistentes.</p><p>Aquecimento: A lâmina é aquecida para facilitar a penetração do corante.</p><p>Descoloração: A lâmina é lavada com uma solução de ácido-alcool, que remove o corante de todas as</p><p>células exceto das bactérias ácido-resistentes.</p><p>Contracoloração: A lâmina é então corada com azul de metileno ou verde malaquita para contrastar</p><p>com as bactérias ácido-resistentes, colorindo o fundo e outras células.</p><p>RESULTADOS:</p><p>Bactérias ácido-resistentes: aparecem em vermelho ou rosa. Fundo e</p><p>outras células: aparecem em azul ou verde.</p><p>IMPORTÂNCIA:</p><p>Identificação de Mycobacterium tuberculosis, dentre outras micobactérias.</p><p>REMODELAMENTO CARDÍACO</p><p>Remodelamento Fisiológico: ocorre em resposta a estímulos benéficos, como o exercício físico</p><p>regular, a gravidez ou o crescimento natural do coração durante o desenvolvimento. Esse tipo de</p><p>remodelamento geralmente resulta em adaptações positivas, como o aumento da massa muscular</p><p>cardíaca e a melhoria da função cardíaca, sem causar danos ao coração.</p><p>Remodelamento Patológico: é uma resposta a condições adversas, como hipertensão arterial,</p><p>infarto do miocárdio, doenças valvulares ou outras cardiopatias. Esse tipo de remodelamento pode</p><p>levar a alterações prejudiciais na estrutura e função do coração, incluindo:</p><p>• Hipertrofia Ventricular: Espessamento das paredes ventriculares, muitas vezes como</p><p>resposta à HAS.</p><p>• Dilatação Ventricular: Aumento do tamanho das câmaras cardíacas, que pode ocorrer após</p><p>um infarto do miocárdio.</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>https://www.doctoralia.com.br/perguntas-respostas/o-que-significa-remodelamento-concentrico-do-ventriculo-esquerdo-eu-ja-tive-avc-hemorragico</p><p>https://www.doctoralia.com.br/perguntas-respostas/o-que-significa-remodelamento-concentrico-do-ventriculo-esquerdo-eu-ja-tive-avc-hemorragico</p><p>https://www.doctoralia.com.br/perguntas-respostas/o-que-significa-remodelamento-concentrico-do-ventriculo-esquerdo-eu-ja-tive-avc-hemorragico</p><p>https://www.doctoralia.com.br/perguntas-respostas/o-que-significa-remodelamento-concentrico-do-ventriculo-esquerdo-eu-ja-tive-avc-hemorragico</p><p>https://www.doctoralia.com.br/perguntas-respostas/o-que-significa-remodelamento-concentrico-do-ventriculo-esquerdo-eu-ja-tive-avc-hemorragico</p><p>• Fibrose Cardíaca: Formação de tecido cicatricial no coração, que pode comprometer a função</p><p>cardíaca.</p><p>DOENÇA DE CHAGAS</p><p>Fase aguda: dura cerca de dois meses após a infecção, o infiltrado inflamatório é composto</p><p>principalmente por:</p><p>• Macrófagos: Células que fagocitam os parasitas.</p><p>• Neutrófilos: Células que respondem rapidamente à infecção.</p><p>• Linfócitos T: Células que ajudam a coordenar a resposta imune.</p><p>• Durante essa fase, há uma alta parasitemia, ou seja, muitos parasitas circulam no sangue.</p><p>ATENÇÃO, NA FASE AGUDA:</p><p>• Identificar ninho de amastigotas;</p><p>• Reconhecer grande volume de infiltrado inflamatório.</p><p>Fase Crônica: pode se desenvolver anos ou décadas após a infecção inicial, o infiltrado inflamatório</p><p>é caracterizado por:</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/download/274/pdf</p><p>https://www.who.int/docs/default-source/documents/chagas-disease-fact-sheet-%28portuguese-pdf%29.pdf</p><p>https://www.who.int/docs/default-source/documents/chagas-disease-fact-sheet-%28portuguese-pdf%29.pdf</p><p>https://www.who.int/docs/default-source/documents/chagas-disease-fact-sheet-%28portuguese-pdf%29.pdf</p><p>https://www.who.int/docs/default-source/documents/chagas-disease-fact-sheet-%28portuguese-pdf%29.pdf</p><p>https://www.who.int/docs/default-source/documents/chagas-disease-fact-sheet-%28portuguese-pdf%29.pdf</p><p>• Linfócitos T: Predominam no infiltrado</p><p>inflamatório, especialmente os linfócitos T CD8+.</p><p>• Macrófagos: Continuam presentes, mas em menor quantidade.</p><p>• Fibrose: Substituição do tecido normal por tecido fibroso, especialmente no coração.</p><p>Nesta fase, a inflamação é mais localizada e pode levar a danos crônicos nos tecidos, como</p><p>cardiomiopatia chagásica, que é caracterizada por inflamação e fibrose do miocárdio, e megacólon</p><p>ou megaesôfago, que resultam de danos aos nervos do trato gastrointestinal.</p><p>ATENÇÃO, NA FASE CRÔNICA:</p><p>• Fase crônica não há alta parasitemia, logo, há menos infiltrado inflamatório.</p><p>• Identificar a Cardiomiopatia Chagásica (dilatação global do coração – coração em moringa,</p><p>afunilamento da ponta do VE – ápice; e cardiomiócitos se encontram hipertrofiados).</p><p>• Também pode haver megacólon e megaesôfago.</p><p>ATEROSCLEROSE</p><p>https://www.who.int/docs/default-source/documents/chagas-disease-fact-sheet-%28portuguese-pdf%29.pdf</p><p>https://www.who.int/docs/default-source/documents/chagas-disease-fact-sheet-%28portuguese-pdf%29.pdf</p><p>https://www.who.int/docs/default-source/documents/chagas-disease-fact-sheet-%28portuguese-pdf%29.pdf</p><p>https://www.who.int/docs/default-source/documents/chagas-disease-fact-sheet-%28portuguese-pdf%29.pdf</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://books.scielo.org/id/nf9bn/pdf/dias-9788575412435-05.pdf</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>https://chagas.fiocruz.br/doenca/patogenia/</p><p>É uma doença caracterizada pelo acúmulo de lipídios, carboidratos complexos, componentes do sangue,</p><p>células e material intercelular na camada íntima das artérias de grande e médio calibre. Esse acúmulo forma</p><p>placas chamadas ateromas, que podem levar ao estreitamento e enrijecimento das artérias, comprometendo</p><p>o fluxo sanguíneo. O ateroma pode é formado por gordura e tecido fibroso, que com o tempo pode sofrer</p><p>calcificação, se tornando mais rígido e quebradiço.</p><p>ATENÇÃO:</p><p>• Camada íntima estará mais espessada.</p><p>ATENÇÃO: Presença de:</p><p>• macrófagos espumosos</p><p>• cristais de colesterol</p><p>ANEURISMA E DISSECÇÂO AÓRTICA</p><p>http://anatpat.unicamp.br/lamcard5.html</p><p>http://anatpat.unicamp.br/lamcard5.html</p><p>https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-cardiovasculares/arterioesclerose/aterosclerose</p><p>https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-cardiovasculares/arterioesclerose/aterosclerose</p><p>https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-cardiovasculares/arterioesclerose/aterosclerose</p><p>Aneurisma é uma dilatação anormal localizada de um vaso sanguíneo, na qual há envolvimento das 3 camadas do vaso</p><p>(adventícia, muscular e íntima) em conjunto. Ocorre devido ao enfraquecimento de uma porção da camada muscular.</p><p>OBS.: Síndrome de Marfan.</p><p>Esta síndrome é causada por mutações no gene da fibrilina, uma proteína componente do tecido elástico, portanto</p><p>abundante em artérias como a aorta.</p><p>Dissecção ocorre quando há rompimento das camadas íntima e muscular, liberando passagem de sangue entre as</p><p>camadas muscular e adventícia. As vezes essa dissecção ocorre em dois seguimentos da mesma artéria, formando uma</p><p>passagem de sangue por esse “segundo caminho” que logo volta a percorrer seu caminho original, entre as três</p><p>camadas da artéria. A ruptura da túnica íntima pode se dar por conta de um ateroma.</p><p>INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO</p><p>Ocorre quando o fluxo sanguíneo para uma parte do músculo cardíaco é interrompido por um período prolongado.</p><p>Essa interrupção geralmente é causada por um coágulo sanguíneo em uma artéria coronária. A falta de oxigênio e</p><p>nutrientes resultante dessa obstrução leva à necrose (morte) do tecido cardíaco afetado.</p><p>APOPTOSE vs. NECROSE</p><p>➢ TIPOS DE NECROSE:</p><p>• Necrose Coagulativa ou Necrose Isquêmica: Ocorre geralmente devido à isquemia (falta de fluxo sanguíneo).</p><p>As células mortas mantêm sua forma por alguns dias, mas perdem o núcleo. É comum em infartos de órgãos</p><p>sólidos como o coração, rins e baço.</p><p>É o tipo de necrose do IAM.</p><p>• Necrose Liquefativa: Caracteriza-se pela digestão enzimática das células mortas, resultando em uma massa</p><p>líquida viscosa. É comum em infecções bacterianas e fúngicas e no cérebro devido à falta de oxigênio.</p><p>• Necrose Caseosa: Apresenta uma aparência esbranquiçada e macia, semelhante ao queijo. É típica da</p><p>tuberculose e resulta da combinação de necrose coagulativa e liquefativa.</p><p>• Necrose Gangrenosa: Ocorre geralmente em extremidades como pés e mãos devido à perda de suprimento</p><p>sanguíneo. Pode ser seca (sem infecção) ou úmida (com infecção bacteriana).</p><p>• Necrose Gordurosa: Envolve a destruição de células adiposas, geralmente devido à ação de enzimas</p><p>lipolíticas. É comum em casos de pancreatite aguda e em traumas no tecido adiposo.</p><p>• Necrose Fibrinoide: Caracteriza-se pela deposição de material fibrinoide nas paredes dos vasos sanguíneos,</p><p>geralmente associada a doenças autoimunes e vasculites.</p><p>ASPECTOS MACROSCÓPICOS</p><p>https://www.andreasastier.com/blog/the-different-types-of-necrosis-and-their-histological-identifications</p><p>https://www.andreasastier.com/blog/the-different-types-of-necrosis-and-their-histological-identifications</p><p>https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/23959-necrosis</p><p>https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/23959-necrosis</p><p>https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/23959-necrosis</p><p>https://www.andreasastier.com/blog/the-different-types-of-necrosis-and-their-histological-identifications</p><p>https://www.andreasastier.com/blog/the-different-types-of-necrosis-and-their-histological-identifications</p><p>https://www.andreasastier.com/blog/the-different-types-of-necrosis-and-their-histological-identifications</p><p>https://www.andreasastier.com/blog/the-different-types-of-necrosis-and-their-histological-identifications</p><p>ATENÇÃO:</p><p>• Necrose - escurecido, flácido e reduzido;</p><p>• Halo vermelho - hiperemia reativa ao redor da área infartada;</p><p>• Fibrose - aspecto esbranquiçado.</p><p>ASPECTOS MICROSCÓPICOS</p><p>ATENÇÃO:</p><p>• Necrose de coagulação / necrose isquêmica;</p><p>• Infiltrado inflamatório;</p><p>• Cariólise (perda do núcleo).</p><p>PERICARDITE</p><p>Pericardite Serosa: o líquido é claro e aquoso, contendo poucas células e proteínas. Geralmente está associado a</p><p>infecções virais ou doenças autoimunes.</p><p>Hemopericardite: o líquido contém sangue, o que pode ocorrer devido a trauma, ruptura de vasos sanguíneos, ou</p><p>complicações de infarto do miocárdio.</p><p>Pericardite Purulenta: o líquido contém pus, indicando uma infecção bacteriana grave. É uma condição séria que</p><p>requer tratamento imediato.</p><p>• TIPOS DE PERICARDITE</p><p>Pericardite Aguda: Pode apresentar qualquer um dos tipos de líquido acima, dependendo da causa.</p><p>Pericardite Subaguda: Geralmente uma continuação da pericardite aguda, com características semelhantes.</p><p>Pericardite Constritiva: O líquido pode ser espesso e fibroso, mas a principal característica é o espessamento e a rigidez</p><p>do pericárdio.</p><p>TROMBOSE VENOSA PROFUNDA</p><p>À direita: observa-se feia femoral com aderência do trombo vermelho à parede da veia.</p><p>OBS.: Entre a parede da veia e o trombo vermelho, uma área se destaca pela cor azul, devida à deposição de fibras</p><p>colágenas. Nesta região, as hemácias e fibrina já foram digeridas pelos macrófagos, e iniciou-se o processo de</p><p>organização pelos fibroblastos, que depositam fibras colágenas.</p><p>À esquerda: observa-se trombo</p><p>arterial canalizado (com luzes vasculares neoformadas e tortuosas),</p><p>predominantemente azul, pois há abundantes fibras colágenas.</p><p>OBS.: Na artéria, há três camadas, adventícia, média e íntima. Aqui a íntima não aparece devido ao trombo. A camada</p><p>média é mais fina que a da artéria e as fibras musculares lisas (em vermelho) são intercaladas por fibras colágenas (em</p><p>azul). Não se observam as membranas elásticas interna ou externa.</p><p>DETALHES DAS MEMBRANAS ELÁSTICAS:</p><p>TRICRÔMICO DE MASSON</p><p>É uma coloração para tecido conjuntivo, é muito útil para estudar as etapas da trombose, porque distingue as fibras</p><p>colágenas (coram-se em azul) das células dos vários tipos (citoplasma cora-se em vermelho e núcleo cora-se em preto).</p><p>Corantes utilizados:</p><p>• Hematoxilina: cora núcleos.</p><p>• Fucina ácida: cora citoplasma.</p><p>• Azul anila: cora tecido conjuntivo.</p>

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