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<p>1</p><p>GESTÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES</p><p>1</p><p>Sumário</p><p>NOSSA HISTÓRIA ..................................................................................................... 2</p><p>INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 3</p><p>A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES ........................ 5</p><p>O QUE É GESTÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES ........................................... 7</p><p>COMO MELHORAR A GESTÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES ...................... 8</p><p>INVESTIR NA PADRONIZAÇÃO DE TAREFAS ................................................. 8</p><p>BUSQUE POR UM SERVIÇO DE EXCELÊNCIA ............................................... 9</p><p>CONHEÇA AS PRINCIPAIS DEMANDAS DO CENTRO DE DIAGNÓSTICO.... 9</p><p>QUAIS OS MODELOS DE PAGAMENTO DOS PLANOS DE SAÚDE ................ 12</p><p>FREE FOR SERVICE ....................................................................................... 12</p><p>PACOTES DE SERVIÇO .................................................................................. 12</p><p>CAPITATION..................................................................................................... 13</p><p>O QUE DEVE SER FEITO PARA GARANTIR QUALIDADE NO SERVIÇO DE</p><p>GESTÃO HOSPITALAR ....................................................................................... 14</p><p>PROFISSIONAIS DA ÁREA DE GESTÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES ..... 16</p><p>GERENTE DE SAÚDE ..................................................................................... 19</p><p>ADMINISTRADOR HOSPITALAR .................................................................... 19</p><p>TECNÓLOGO EM GESTÃO HOSPITALAR ..................................................... 20</p><p>GESTOR EM SAÚDE PÚBLICA ....................................................................... 20</p><p>OS 10 PASSOS DA GESTÃO HOSPITALAR EFIIENTE ..................................... 22</p><p>REFERÊNCIAS ........................................................................................................ 25</p><p>2</p><p>NOSSA HISTÓRIA</p><p>A nossa história inicia com a realização do sonho de um grupo de empresários,</p><p>em atender à crescente demanda de alunos para cursos de Graduação e Pós-</p><p>Graduação. Com isso foi criado a nossa instituição, como entidade oferecendo</p><p>serviços educacionais em nível superior.</p><p>A instituição tem por objetivo formar diplomados nas diferentes áreas de</p><p>conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação</p><p>no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua.</p><p>Além de promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que</p><p>constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de</p><p>publicação ou outras normas de comunicação.</p><p>A nossa missão é oferecer qualidade em conhecimento e cultura de forma</p><p>confiável e eficiente para que o aluno tenha oportunidade de construir uma base</p><p>profissional e ética. Dessa forma, conquistando o espaço de uma das instituições</p><p>modelo no país na oferta de cursos, primando sempre pela inovação tecnológica,</p><p>excelência no atendimento e valor do serviço oferecido.</p><p>3</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>A complexidade atual da administração em saúde tem justificado a necessidade de</p><p>um progressivo movimento de profissionalização da gestão em saúde, contribuindo</p><p>com a formação de lideranças executivas que sejam capazes de promover uma</p><p>ligação eficiente entre assistência com qualidade e gestão. Neste cenário, os gestores</p><p>das organizações de saúde devem desenvolver ou aperfeiçoar competências</p><p>(conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes) para assumir a liderança de</p><p>novos modelos de gestão e tornar os processos mais eficientes e eficazes, criando</p><p>valor aos pacientes e mantendo a sustentabilidade dos hospitais.</p><p>Independente de qual seja ela, é importante dizer que o mercado brasileiro ainda</p><p>possui uma carência enorme de profissionais qualificados para a administração de</p><p>unidades de saúde.</p><p>Assim, quem busca estar sempre atualizado também conta com mais chances de</p><p>crescer na carreira.</p><p>E isso não vale apenas para cursos mais longos: você pode optar por palestras,</p><p>seminários, congressos e workshops focados, que ajudam a estar sempre por dentro</p><p>do que há de mais novo no setor.</p><p>A FIA, por exemplo, conta com uma agenda que está em constante atualização e</p><p>oferece opções nas mais diversas áreas da administração.</p><p>No Brasil, estimativa da Fundação Vanzolini aponta que o setor de Saúde desperdiça</p><p>entre 25% e 30% do valor investido tanto na área pública quanto na privada. Diante</p><p>desse cenário, promover uma gestão hospitalar eficiente é passo fundamental para</p><p>garantir o pleno funcionamento e até mesmo a sobrevivência do hospital como um</p><p>negócio.</p><p>A administração hospitalar deve incluir processos operacionais transparentes e que</p><p>facilitem e otimizem a assistência. Algumas práticas auxiliam no alcance de uma</p><p>4</p><p>organização sustentável, diminuindo os gargalos e fazendo com que a instituição</p><p>funcione melhor. A tecnologia na Saúde também se mostra fundamental na busca por</p><p>melhorias gerenciais nos hospitais. Sistemas de gestão e outras ferramentas</p><p>organizam a instituição, facilitam o balanço financeiro, mostram onde há gastos</p><p>desnecessários, bem como outros gargalos que podem ser solucionados com mais</p><p>facilidade. Elas ainda permitem conhecer os custos e saber quais especialidades e</p><p>convênios trazem uma rentabilidade melhor para a instituição.</p><p>A gestão hospitalar é um dos modelos de gestão mais complexos. Embora seja</p><p>comum achar que esse trabalho possa ser feito por qualquer administrador, isso não</p><p>condiz com a realidade.</p><p>Como os serviços médicos incluem atividades de cuidado e saúde, é preciso que o</p><p>gestor não admita erros ou ambiguidades. Para isso, uma formação voltada à área</p><p>hospitalar é necessária para executar a tarefa com excelência.</p><p>A complexidade do cargo vem crescendo nos últimos anos, principalmente com</p><p>o envelhecimento da população brasileira. De acordo o Instituto Brasileiro de</p><p>Geografia e Estatística (IBGE), em 2013 a expectativa de vida era 74,9 anos e em</p><p>2060 será de 81. Isso abre um novo espaço dentro do mercado da saúde, com</p><p>crescente demanda de pacientes e procura por atendimento.</p><p>Neste cenário, é necessário buscar diferentes estratégias empresariais e ferramentas</p><p>para melhorar a gestão de recursos e pacientes. Com isso, a instituição terá um ganho</p><p>satisfatório, a nível financeiro e humano.</p><p>Avaliação dos processos de gestão no Hospital Estadual de Urgência e Emergência</p><p>na imagem abaixo</p><p>5</p><p>(Fonte: https://www.prosaude.org.br/noticias/pro-saude-avalia-os-processos-de-gestao-no-hospital-</p><p>estadual-de-urgencia-e-emergencia/)</p><p>A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES</p><p>A gestão de serviços de saúde deve ser implantada nos estabelecimentos clínicos</p><p>para facilitar os processos assistenciais, redução de custos e, até mesmo, na melhoria</p><p>da prática de humanização do atendimento.</p><p>Isso porque, um hospital, assim como toda empresa, tem diversas atividades</p><p>administrativas a se cumprir na sua rotina de trabalho. Entre todas as</p><p>responsabilidades, a gestão de serviços de saúde é uma delas, a qual merece</p><p>atenção especial visto a importância que exerce no atendimento hospitalar.</p><p>Muitos pacientes contam exclusivamente com esses serviços para obter atendimento,</p><p>realizar exames e conseguir um tratamento adequado para recuperar boas condições</p><p>6</p><p>de saúde. Por isso, o vínculo com essas instituições é constante e medidas de gestão</p><p>eficazes precisam ser aplicadas.</p><p>7</p><p>O QUE É GESTÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES</p><p>Uma instituição de saúde tem como missão oferecer o tratamento mais adequado e</p><p>humanizado de acordo com as condições clínicas, psicoemocionais e</p><p>socioeconômicas dos pacientes internados ou em regime ambulatorial.</p><p>Aliado a isso, é fundamental</p>
<p>manter um estoque de insumos farmacêuticos que</p><p>atendam ao perfil noológico do hospital e ter uma reserva de produtos para eventuais</p><p>emergências relacionadas à falta de abastecimento. Dessa forma, o gestor deve</p><p>racionalizar os custos, investir em capacitação de seus funcionários e na melhoria do</p><p>clima organizacional, mesmo diante de uma situação clínica complexa.</p><p>Também é fundamental que o estabelecimento trabalhe com recursos tecnológicos</p><p>modernos e eficientes com funcionalidades relacionadas à medicina diagnóstica,</p><p>terapêutica e de acompanhamento clínico. Dito disso, os gestores devem estar</p><p>atualizados em relação às melhores práticas para administrar serviços de saúde com</p><p>as mais diversas complexidades, assim como oferecer boas condições de trabalho a</p><p>seus profissionais.</p><p>Outro desafio é equalizar os gastos com os recursos disponíveis, principalmente</p><p>naquelas instituições dependentes do repasse de financiamento do serviço público, o</p><p>que pode ser um fator sempre inesperado.</p><p>Tão importante quanto contar com uma equipe de funcionários competentes para</p><p>fazer o atendimento dos pacientes é possuir profissionais qualificados para organizar</p><p>todo o funcionamento do hospital.</p><p>E a gestão hospitalar – e o papel do gestor hospitalar, portanto – passa por isso.</p><p>8</p><p>COMO MELHORAR A GESTÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES</p><p>Considerando a complexidade de se trabalhar em uma instituição clínica,</p><p>selecionamos a seguir as principais metas a serem seguidas pelos gestores.</p><p>INVESTIR NA PADRONIZAÇÃO DE TAREFAS</p><p>Apesar de algumas peculiaridades em diferentes processos e serviços de saúde, ao</p><p>aplicar um sistema de gestão, todas as tarefas relativas poderão ser feitas de forma</p><p>padronizada. Isso significa que elas precisam ser objetivas para serem replicadas por</p><p>todos os funcionários.</p><p>Além disso, é preciso enfatizar que para toda tarefa deve existir um documento</p><p>impresso e virtual constando a descrição de cada atividade em ordem</p><p>cronológica. Esses dados devem estar em acesso fácil para qualquer profissional do</p><p>setor.</p><p>Sabe-se também que se você contar com um software de gerenciamento, então,</p><p>todas essas atividades podem ser realizadas e acompanhadas constantemente e com</p><p>muito mais praticidade. Além disso, com um bom sistema é possível gerenciar as</p><p>funcionalidades de cada usuário por meio de senhas individuais.</p><p>A informatização é um passo importante para inovar e aperfeiçoar os processos de</p><p>gestão no dia a dia de trabalho administrativo de um hospital. Com o auxílio dessas</p><p>tecnologias, todas as informações que você precisa podem ser acessadas de um só</p><p>lugar, de forma organizada e controlada.</p><p>9</p><p>BUSQUE POR UM SERVIÇO DE EXCELÊNCIA</p><p>Todo hospital deseja ser reconhecido como referência devido à qualidade dos seus</p><p>atendimentos. Mas para alcançar esse título é necessário um investimento em</p><p>campos que vão além da equipe profissional responsável por prestar o atendimento.</p><p>A gestão de serviços de saúde, por exemplo, faz parte dessas áreas que contribuem</p><p>de maneira significativa para a conquista de bons resultados.</p><p>Quando as funções estão integradas e alinhadas constantemente entre os setores,</p><p>os gestores alcançam a excelência almejada. Por isso, desenvolver ações de</p><p>planejamento, controle e melhorias ao gerenciar esses serviços é primordial para que</p><p>a rotina administrativa e assistencial se torne mais fluida e compatível com a demanda</p><p>do hospital.</p><p>Nesse contexto, é interessante optar por indicadores específicos para cada situação</p><p>e planejar as metas para modificações conforme a prioridade e o custo para</p><p>implementá-las. Exemplo disso pode ser visto na porcentagem de absenteísmo nas</p><p>consultas e quais são as principais causas.</p><p>Novamente, é importante destacar que um sistema informatizado é uma ótima</p><p>ferramenta para aperfeiçoar esses processos, pois ele agiliza as atividades diárias e</p><p>a produtividade dos gestores, os quais podem voltar suas habilidades a outras</p><p>funções, como aumento de lucros e crescimento do negócio.</p><p>Isso porque os relatórios gerenciais obtidos pelo software facilitarão a tomada de</p><p>decisão dos gestores e poderão alcançar patamares em todos os níveis de</p><p>excelência. Por isso, é importante agregar ferramentas para realizar o diagnóstico das</p><p>empresas.</p><p>Alguns gestores já almejam níveis de excelência e buscam pelo serviço de</p><p>acreditação hospitalar ou reconhecimento de seus profissionais em uma área clínica</p><p>específica, garantindo grande notoriedade para a empresa.</p><p>CONHEÇA AS PRINCIPAIS DEMANDAS DO CENTRO DE DIAGNÓSTICO</p><p>10</p><p>Ao realizar o gerenciamento dos serviços de saúde, é possível estabelecer qual é a</p><p>demanda mensal, semestral ou sazonal de atendimento, conforme os registros</p><p>obtidos em períodos anteriores. Por isso, a execução de uma atividade mensal requer</p><p>treinamento eficiente para evitar perda de prazos ou comprometimento da assistência</p><p>prestada ao paciente. Assim, as tarefas semestrais podem ser idealizadas mais</p><p>calmamente.</p><p>Tudo isso é possível por meio do uso de recursos analíticos de dados, ferramenta</p><p>presente em softwares de gestão para estabelecimentos de saúde. Além disso, é</p><p>aconselhável analisar se alguma demanda necessita de urgência para atender a</p><p>legislação vigente.</p><p>Isso acontece na ocasião da mudança da legislação que exige novas adequações</p><p>para fiscalização pelos órgãos competentes. Exemplo disso é a obrigatoriedade de</p><p>instalar rampas para acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, aquisição de</p><p>maior número de camas hospitalares conforme o porte da instituição, entre outros.</p><p>Essas análises são realizadas conforme o histórico hospitalar de cada paciente, a</p><p>distribuição deles em seus respectivos planos de saúde, o tipo de pagamento</p><p>realizado pela operadora e vários outros. Dessa forma, é possível traçar um</p><p>panorama sobre o perfil individual, considerando dados de morbidade, fatores de</p><p>risco, doenças crônicas, e programar medidas personalizadas para intervir nesses</p><p>problemas.</p><p>Como também será possível avaliar o número de glosas levantadas por operadoras</p><p>de planos de saúde, para orientar sobre preenchimento de formulários e justificativas</p><p>em casos que excedam o limite de cobertura. Outro ponto interessante a ser</p><p>analisado é a pesquisa de satisfação do paciente, de forma a mensurar os pontos</p><p>divergentes desde o atendimento até as condições de infraestrutura física e</p><p>tecnológica oferecida pelo estabelecimento de saúde.</p><p>Com uma visão ampla da demanda, o hospital pode se preparar com antecedência,</p><p>investindo em corpo clínico, medicamentos e produtos médicos de acordo com as</p><p>análises realizadas para cada período e, assim, oferecer um atendimento rápido e de</p><p>qualidade.</p><p>11</p><p>Baseada em estatísticas, esses dados são muito seguros e possibilitam uma previsão</p><p>fiel de condições futuras para o hospital. Essas informações podem ser</p><p>complementadas por pesquisas epidemiológicas que possibilitarão ao gestor a</p><p>antecipação de algumas intervenções.</p><p>12</p><p>QUAIS OS MODELOS DE PAGAMENTO DOS PLANOS DE SAÚDE</p><p>A cobrança dos planos de saúde é mais uma responsabilidade da gestão. Esses</p><p>pagamentos podem ser realizados de diferentes maneiras para ressarcir o seu</p><p>estabelecimento dos serviços prestados ao paciente beneficiário. São divididos em</p><p>três categorias: fee for service, pacotes de serviços e capitation. Veja a seguir cada</p><p>um deles.</p><p>FREE FOR SERVICE</p><p>Esse sistema oferece maior autonomia ao seu hospital ou clínica. Nele, cada serviço</p><p>médico realizado tem uma taxa preestabelecida que deve ser paga pela operadora</p><p>do plano de saúde de acordo com a quantidade de cuidados ofertados ao paciente.</p><p>No entanto, essa forma de pagamento vem sendo substituída pelas outras opções,</p><p>visto que os hospitais podem ser favorecidos financeiramente ao optarem por</p><p>procedimentos e uso de tecnologias mais caras, desnecessariamente. Além disso,</p><p>em tempos de estratégias</p>
<p>mais efetivas, essa prática não é vantajosa para nenhuma</p><p>das partes, pois pode favorecer o aumento do número de dias de internação do</p><p>paciente.</p><p>PACOTES DE SERVIÇO</p><p>O pacote de serviços é o modelo mais utilizado quando uma operadora se associa a</p><p>um hospital. Assim, os preços são preestabelecidos para os serviços, diárias,</p><p>procedimentos e outros. Os planos de saúde têm uma ideia mais real do quanto</p><p>precisará desembolsar para pagar por tudo isso no final.</p><p>13</p><p>Com esse modelo, os custos e os riscos são mais equilibrados entre o</p><p>estabelecimento clínico e os prestadores de serviços de saúde, já que são idealizados</p><p>mediante um vasto estudo sobre cada procedimento. O hospital tem a</p><p>responsabilidade de gerenciar a assistência oferecida ao beneficiário, pois os pacotes</p><p>devem ser respeitados para os preços não serem superiores aos acordados.</p><p>Enquanto em situações adversas formalmente justificadas, é possível o</p><p>ressarcimento de valores acima do pacote de serviços, o que deve sempre ser</p><p>encarado como exceção por parte dos médicos ou grande possibilidade de glosa pelo</p><p>faturamento.</p><p>CAPITATION</p><p>No modelo capitation, o hospital recebe para cada beneficiário atendido, um valor fixo</p><p>de seus respectivos planos de saúde. Assim, tudo relacionado a ele será ressarcido</p><p>com esse pagamento. Para o centro de diagnóstico, cabe o dever de fazer a gestão</p><p>dos médicos consultados e recursos utilizados pelos pacientes, com a</p><p>responsabilidade de que os serviços realizados nunca ultrapassem o preço fixo pago</p><p>pela operadora.</p><p>Nesses casos, os riscos são grandes e a gestão é de extrema importância para que</p><p>as necessidades de cada paciente sejam supridas dentro dos limites estabelecidos.</p><p>Por isso, é recomendada a auditoria prévia antes do envio do faturamento.</p><p>A auditoria interna tem como propósito diminuir erros e conscientizar a equipe de</p><p>profissionais clínicos quando um problema vem ocorrendo repetidas vezes, por falta</p><p>de preenchimento correto dos formulários. Além disso, está entre suas funções,</p><p>promover treinamentos sobre mudanças no pagamento das operadoras dos planos</p><p>de saúde, bem como a atualização sobre a nova responsabilidade dos profissionais</p><p>médicos.</p><p>14</p><p>O QUE DEVE SER FEITO PARA GARANTIR QUALIDADE NO</p><p>SERVIÇO DE GESTÃO HOSPITALAR</p><p>Os gestores devem ter capacidade para entender a complexidade e importância de</p><p>todo o setor, averiguar os indicadores de cada serviço e viabilizar as mudanças</p><p>necessárias para a boa assistência. Uma gestão de serviço de saúde eficiente em um</p><p>hospital envolve, entre outros fatores:</p><p> bom desenvolvimento de planos de ação;</p><p> análise dos recursos disponíveis;</p><p> criação de políticas que viabilizem benefícios desses planos;</p><p> monitorização de processos;</p><p> controle dos custos e gerenciamento.</p><p>Uma dessas medidas é feita pela verificação da qualidade dos planos de saúde, de</p><p>forma a manter as empresas que tragam benefícios jurídicos expressivos e são bem</p><p>avaliados pelos pacientes. Portanto, avaliar a qualidade dos planos de saúde, por</p><p>exemplo, feito por meio do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS),</p><p>deve fazer parte dos seus planos de melhoria para o seu hospital.</p><p>Entre os fatores que são analisados para gerar esse índice, estão:</p><p> atenção em saúde: avalia os cuidados prestados pela operadora com a saúde</p><p>dos pacientes beneficiários, desde a assistência secundária com a rede de</p><p>consultórios credenciada até os serviços hospitalares de alta complexidade e</p><p>transporte aéreo;</p><p> operação e estrutura: analisa se todos os processos dentro da empresa fluem</p><p>de maneira adequada, desde o cadastro informatizado do paciente até a</p><p>fidedignidade do faturamento das contas hospitalares;</p><p> economia: é verificado se o setor financeiro dessas empresas tem equilíbrio e</p><p>eficiência na gestão de receitas e despesas, ou se está passando por</p><p>dificuldades para captar mais recursos;</p><p> satisfação dos clientes: o paciente é ouvido sobre a aprovação, ou não, do seu</p><p>plano de saúde. É importante mencionar que não existe uma satisfação plena</p><p>15</p><p>por esses serviços, pois o paciente está em situação delicada. Por isso, é</p><p>preciso analisar cuidadosamente esses dados.</p><p>Com o IDSS, o hospital pode escolher e estabelecer contrato somente com os</p><p>melhores planos de saúde. Dessa forma, o atendimento prestado pelo seu hospital</p><p>terá um nível de qualidade muito mais elevado. Também é possível que essa parceria</p><p>seja divulgada de forma ampla para transmitir confiabilidade para os pacientes, pois</p><p>nesse caso, os três envolvidos se beneficiarão dessa relação.</p><p>A gestão de serviços de saúde envolve muitos passos e detalhes importantes,</p><p>todavia, agrega melhorias imensuráveis à instituição clínica. Sendo assim, cabe ao</p><p>gestor estabelecer suas prioridades considerando a assistência à saúde, otimização</p><p>dos processos, redução de custos e garantia da qualidade perante todos os</p><p>envolvidos.</p><p>16</p><p>PROFISSIONAIS DA ÁREA DE GESTÃO DE SERVIÇOS</p><p>HOSPITALARES</p><p>Ao falar sobre o papel de um gestor hospitalar, o primeiro detalhe a se destacar é que</p><p>as possibilidades são muitas.</p><p>A equipe responsável pela gestão do hospital deve sempre buscar as melhores</p><p>práticas disponíveis e estar disposta a novos aprendizados. É necessário mensurar</p><p>os resultados das ações, já que algumas práticas podem funcionar melhor do que</p><p>outras.</p><p>Considere que esse profissional vai estar inserido em um ambiente no qual o menor</p><p>erro pode ter implicações na vida de uma pessoa.</p><p>Por isso, quem faz a gestão de um hospital deve ser capaz de administrar um</p><p>complexo sistema, o qual inclui atividades como:</p><p> Compra e estoque de insumos e medicamentos</p><p> Controle de fornecedores</p><p> Gestão de processos</p><p> Avaliação do número de profissionais disponíveis</p><p> Elaboração de contratos e licitações</p><p> Monitoramento do descarte de materiais</p><p> Gerenciamento dos recursos.</p><p>Devemos observar que essa é uma lista genérica, pois cada um dos itens pode ser</p><p>desdobrado em outros tantos.</p><p>Como exemplo, vamos falar do acompanhamento do quadro de funcionários.</p><p>Atualmente, a maior parte dos estados e municípios convivem com atrasos nos</p><p>repasses.</p><p>Para quem administra um hospital que atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS),</p><p>esse pode ser um grande problema</p><p>17</p><p>Ainda que os recursos financeiros sejam escassos, cabe ao gestor tomar decisões</p><p>acertadas para não comprometer os trabalhos.</p><p>Ele vai ser responsável, por exemplo, em conjunto com a sua equipe, por organizar</p><p>um planejamento que permita pagar a folha salarial dos funcionários sem prejudicar</p><p>o funcionamento da unidade.</p><p>Também precisa ter cuidado para que o estoque de medicamentos esteja sempre em</p><p>dia, sem gerar problemas na rotina da unidade de saúde e, por consequência, no</p><p>atendimento da população.</p><p>Ainda que o foco fosse o acompanhamento do quadro de funcionários, acabamos</p><p>esbarrando em vários outros itens da lista de atividades que podem fazer parte do dia</p><p>a dia de um gestor hospitalar.</p><p>Isso porque a rotina é essa mesma: tudo está interligado e precisa funcionar em</p><p>perfeita harmonia.</p><p>A importância de ser esse administrador reside justamente nisso.</p><p>É ele quem vai garantir que todas as áreas do hospital contem com as melhores</p><p>condições possíveis para trabalhar.</p><p>Infelizmente, essa ainda é realidade distante, segundo aponta pesquisa do Conselho</p><p>Federal de Medicina (CFM).</p><p>De acordo com o levantamento, 83% dos brasileiros acreditam que os recursos</p><p>públicos não são bem administrados. Mais do que isso, 62% apontam que o SUS não</p><p>possui gestores eficientes e bem preparados.</p><p>Não por acaso, as especializações na área de gestão hospitalar têm sido cada vez</p><p>mais procuradas: a saúde precisa de profissionais que entendam as particularidades</p><p>do setor e também dominem as técnicas e ferramentas de planejamento e</p><p>administração.</p><p>Com as tantas atribuições de um gestor hospitalar,</p>
<p>você já deve imaginar que esse é</p><p>um trabalho em tempo integral.</p><p>Na prática, o mais comum é que esse profissional atue em horário comercial, com</p><p>início às 8h e término do expediente às 18h.</p><p>18</p><p>Ou seja, ninguém espera que o gestor esteja no hospital durante toda a noite, como</p><p>quem divide o plantão com os funcionários que atendem os pacientes.</p><p>Mas isso não elimina uma possível necessidade de atendimento a demandas fora do</p><p>seu horário habitual de trabalho.</p><p>Especialmente em hospitais maiores, com estruturas de funcionamento mais</p><p>complexo, algumas demandas podem surgir mesmo durante a madrugada, e é</p><p>preciso estar pronto para lidar com elas.</p><p>Por outro lado, é claro que, quanto mais organizada for a administração, menores as</p><p>chances de um imprevisto acontecer.</p><p>Por exemplo, se você fizer uma gestão eficiente de estoque, dificilmente vai ser</p><p>surpreendido por uma ligação ao longo da noite relatando que algum medicamento</p><p>acabou e precisa ser reposto imediatamente.</p><p>A área de atuação em gestão hospitalar é ampla.</p><p>Você pode ser o responsável por coordenar todas as atividades, mas também pode</p><p>desenvolver seu trabalho em uma área específica.</p><p>Outro detalhe importante é que as opções de formação não são excludentes entre si.</p><p>Você pode optar por iniciar em um curso mais rápido, para entender melhor a área e</p><p>logo se inserir no mercado, mas, aos poucos, intensificar o seu nível de</p><p>especialização.</p><p>Até porque não existe um cargo único e nem todas as instituições buscam o mesmo</p><p>perfil de profissional, assim como acontece em qualquer outra área.</p><p>É possível trabalhar na administração também de clínicas, consultórios, policlínicas,</p><p>laboratórios, postos de saúde e qualquer outra unidade relacionada à área da saúde.</p><p>Hoje, a propósito, as opções são ainda mais amplas e mesmo seguradoras, empresas</p><p>de planos de saúde e consultorias podem representar alternativas interessantes.</p><p>Para aqueles que desejam se dedicar à área pública, é também uma boa escolha</p><p>para atuação nas secretarias de saúde.</p><p>19</p><p>Dá para ver que boas possibilidades para essa carreira não faltam.</p><p>GERENTE DE SAÚDE</p><p>A primeira opção para ingressar na área de gestão hospitalar com preparação é o</p><p>curso técnico de gerência em saúde.</p><p>Como já falamos, ele é de nível médio e não exige uma formação prévia na área.</p><p>Ainda assim, nada impede que alguém que conta com graduação em administração</p><p>ou mesmo no nicho da saúde escolha essa alternativa.</p><p>Ao fim do curso, o profissional vai estar capacitado para desempenhar inúmeras</p><p>atividades administrativas que dão suporte a um serviço de saúde.</p><p>Entre elas, fazer parte do processo de construção do planejamento estratégico,</p><p>controlar processos de trabalho, elaborar indicadores e mesmo auxiliar no controle de</p><p>compras e estoque.</p><p>ADMINISTRADOR HOSPITALAR</p><p>Este é um nome que você vai encontrar com frequência para designar cargos de</p><p>diferentes níveis de formação na área de gestão hospitalar.</p><p>Isso porque as nomenclaturas podem variar bastante de uma instituição de ensino</p><p>para outra.</p><p>Além disso, vale ressaltar que o nome do cargo nem sempre corresponde ao título de</p><p>formação adquirido.</p><p>Inclusive, é possível encontrar profissionais que são definidos como administradores</p><p>hospitalares sem possuir formação específica.</p><p>Por isso, o importante mesmo é focar no tipo de habilidades que você deseja adquirir</p><p>e na complexidade da formação.</p><p>20</p><p>TECNÓLOGO EM GESTÃO HOSPITALAR</p><p>O tecnólogo em Gestão Hospitalar atua no planejamento, na organização e no</p><p>gerenciamento dos processos de trabalho em saúde, envolvendo a área de gestão</p><p>de pessoas, materiais e equipamentos. Organiza e controla compras e custos, áreas</p><p>de apoio e logística hospitalar, bem como acompanha e supervisiona contratos e</p><p>convênios. Pelos princípios da gestão, da qualidade e da viabilidade dos serviços,</p><p>presta suporte aos setores-fins.</p><p>Avançando para os cursos de tecnólogo em gestão hospitalar, já entramos na área</p><p>do ensino superior.</p><p>Ou seja, o nível de especialização é maior, o que pode ser uma boa alternativa para</p><p>aqueles que desejam alcançar cargos mais altos dentro da hierarquia.</p><p>O único pré-requisito para ingressar em um curso como esse é ter concluído no ensino</p><p>médio e, é claro, ser aprovado pela instituição de ensino (o que pode exigir que você</p><p>passe por um vestibular).</p><p>Entre os assuntos que você certamente vai ver ao longo das disciplinas, estão</p><p>logísticas, auditoria hospitalar, comportamento organizacional na área da saúde,</p><p>contabilidade geral, direito hospitalar, atendimento ao público, saúde pública, ética</p><p>em saúde, gestão ambiental e gestão de pessoas.</p><p>A lista é muito mais extensa e poderia ocupar um artigo inteiro só para ela, mas já</p><p>nos permite perceber que um profissional com essa formação está apto a atuar em</p><p>qualquer cargo relacionado à gestão de um hospital ou instituição de saúde.</p><p>Vale registrar ainda que essa graduação também é oferecida na modalidade de</p><p>ensino a distância (EaD), ideal para quem já está no mercado de trabalho e precisa</p><p>de flexibilidade para adaptar os estudos aos seus horários.</p><p>GESTOR EM SAÚDE PÚBLICA</p><p>21</p><p>Já a gestão em saúde pública é um curso de especialização, que se enquadra na</p><p>modalidade pós-graduação lato sensu.</p><p>Tem como pré-requisito a formação no ensino superior (mesmo que em outra área) e</p><p>é um acréscimo para quem deseja focar sua atuação no SUS.</p><p>Nesse caso, você adquire conhecimentos específicos sobre como funciona a rede</p><p>pública, quais são os seus principais protocolos, como se estrutura a regulação de</p><p>leitos, princípios da administração pública e tudo mais que envolve a gestão na área.</p><p>Ainda que essa seja uma das especializações mais procuradas para quem deseja</p><p>atuar na área de gestão hospitalar, vale dizer que ela não é a única.</p><p>Há opções com foco em marketing, empreendedorismo, serviços e outras tantas.</p><p>Um exemplo é o Master in Business Administration (MBA) Gestão em Medicina</p><p>Diagnóstica da Fundação Instituto de Administração (FIA).</p><p>Sua matriz curricular conta com tópicos como visão estratégica na saúde, finanças,</p><p>gestão de pessoas, incorporação de novas tecnologias, operações de medicina</p><p>diagnóstica, gestão estratégica e marketing de relacionamento com clientes.</p><p>22</p><p>OS 10 PASSOS DA GESTÃO HOSPITALAR EFIIENTE</p><p>1- Conhecimento do perfil dos pacientes: o primeiro passo é entender em que</p><p>contexto a instituição está inserida, se possui um histórico completo e digitalizado do</p><p>quadro clínico dos pacientes e quais as patologias mais comuns, bem como se já</p><p>adota o sistema de Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) para centralizar essas</p><p>informações. Essa big data serve como base para trabalhar com Business Intelligence</p><p>(BI), analytics e outras ferramentas de análise, que preveem cenários como iminentes</p><p>surtos epidemiológicos, aumentos sazonais no fluxo de internações, na procura de</p><p>certas especialidades, entre outros. Com conhecimento sobre os custos do</p><p>tratamento, a instituição consegue ainda preparar com mais eficiência sua política de</p><p>comercialização de pacotes junto a operadoras, tornando-se mais competitiva.</p><p>2- Recepção e atendimento de qualidade: a entrada do paciente no hospital é</p><p>determinante para toda a assistência. Qualquer falha no atendimento da recepção</p><p>cria uma imagem negativa da instituição. É papel da gestão implementar processos</p><p>claros e treinar os colaboradores. O uso de um sistema de gestão hospitalar, por</p><p>exemplo, reduz o tempo de atendimento e cria um fluxo lógico, justo, organizado e</p><p>humanizado.</p><p>3- Melhoria contínua: a gestão eficiente vai além da adoção de práticas pontuais.</p><p>Ela se dá com a melhoria e atualização contínua, especialmente por meio da</p><p>metodologia de gerenciamento de processos hospitalares. É necessário alinhar os</p><p>padrões às necessidades, mantendo uma gestão inovadora e de qualidade, a fim de</p><p>gerar nos públicos</p>
<p>interno e externo a percepção de valor desejada. Uma forma de</p><p>alcançar esse resultado é por meio da obtenção de certificações e acreditações</p><p>hospitalares, instrumentos que entregam maior credibilidade, garantia de eficácia nos</p><p>métodos de gestão, referencial seguro para a melhoria contínua, além de diagnóstico</p><p>objetivo sobre o desempenho dos processos.</p><p>4- Estrutura em dia: ter uma boa estrutura é ponto crucial para garantir a satisfação</p><p>dos pacientes e a entrega de um serviço de qualidade. O engajamento dos</p><p>profissionais de Saúde também é fundamental para atingir esse fim, e o desempenho</p><p>23</p><p>deles depende muito da estrutura oferecida. Ter sistemas integrados, por exemplo, é</p><p>um importante apoio para a tomada de decisão do médico.</p><p>5- Treinamento: valorizar o capital humano da instituição também é papel do gestor.</p><p>Incentivar os colaboradores a se atualizarem é fator decisivo para manter a qualidade</p><p>da assistência alta. Os programas de treinamento contínuos cumprem bem essa</p><p>missão.</p><p>6- Planejamento estratégico: a administração do hospital deve mantê-lo em dia,</p><p>bem como orientar os colaboradores sobre quais caminhos precisam ser seguidos</p><p>para alcançar as metas traçadas. Para a criação de um planejamento estratégico, as</p><p>instituições de Saúde devem delinear sua missão, sua visão e valores, identificando</p><p>qual será o seu diferencial, qual a expectativa para o futuro e que princípios guiarão</p><p>suas decisões.</p><p>7 - Processo de troca de informações: para uma gestão hospitalar mais fluida, a</p><p>integração das tecnologias é fundamental. A facilidade de compartilhamento de</p><p>informações entre os departamentos do hospital otimiza a comunicação e facilita tanto</p><p>processos operacionais quanto assistenciais, trazendo ganho de produtividade.</p><p>8- Fortalecimento de vínculos com fornecedores: estabelecer uma boa</p><p>comunicação é primordial para garantir que os itens necessários para a prestação</p><p>dos serviços estejam disponíveis. Com uma rede de suprimentos otimizada e</p><p>tecnologia implementada, o hospital tem pleno controle sobre os insumos, diminui</p><p>custos e evita desperdícios.</p><p>9- Gestão financeira eficiente: uma administração hospitalar eficiente tem todos os</p><p>processos financeiros sob estrito controle, o que significa fechar com clareza as</p><p>contas e evitar glosas, além de obter redução do ciclo financeiro da conta. Na prática,</p><p>sistemas de gestão permitem controles mais rígidos e reduzem as pendências após</p><p>a alta do paciente, o que torna o tempo de entrega da conta menor, aumenta o volume</p><p>de entregas em um mesmo período de tempo e otimiza o fluxo de caixa, antecipando</p><p>receitas.</p><p>10- Atenção aos indicadores de desempenho: o papel deles é concatenar dados</p><p>a fim de viabilizar análises e comparações que ajudam a nortear a gestão, para que</p><p>ela seja mais confiável e saiba onde está acertando e onde é preciso melhorar. Os</p><p>24</p><p>dados, observados em conjunto, se tornam informações valiosas para a melhoria dos</p><p>processos e, consequentemente, da assistência e dos resultados financeiros do</p><p>hospital.</p><p>25</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>https://ensino.einstein.br/gestao_de_servicos_hospitalares_rj_p0208/p</p><p>https://www.unip.br/Ead/ensino/graduacao/gestao_hospitalar</p><p>http://medilab.net.br/2019/11/18/gestao-de-servicos-de-saude-qual-importancia/</p><p>https://fia.com.br/blog/gestor-hospitalar/</p><p>http://www.mv.com.br/pt/blog/os-10-passos-da-gestao-hospitalar-de-sucesso</p><p>https://cmtecnologia.com.br/blog/gestao-hospitalar/</p>

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