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Banco de Oftalmologia

Conjunto de questões de oftalmologia (BANCÃO P2) sobre diagnóstico e manejo: conjuntivites, doenças externas (blefarite, chalázio, ceratite fúngica, hordéolo), complicações na facoemulsificação, quadro do glaucoma agudo, fisiopatologia, triagem e tratamento da retinopatia diabética.

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Questões resolvidas

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BANCÃO P2 OFTALMO
1) Definir o tipo de conjuntivite (bacteriana, viral ou alérgica) muitas vezes é difícil porque os sinais e sintomas
são muito semelhantes. Todavia, o tipo de secreção – entre outras – pode dar uma ideia para diferenciá-las. A
conjuntivite que tem uma abundante secreção aquosa e geralmente um gânglio pré-auricular palpável, na
maioria das vezes, pode ser caracterizada como:
a. Bacteriana
b. Viral
c. Alérgica
d. Fúngica
2) Com relação às doenças externas:
I – A blefarite caracteriza-se pela presença de descamação intensa na raiz dos cílios e o paciente queixa-se de forte
prurido
II – O Chalázio é caracterizado por um processo inflamatório que ocorre nas glândulas de Meibômio (glândulas
exócrinas corresponsáveis pela produção do componente lipídico do filme lacrimal)
III – A ceratite fúngica geralmente é decorrente de “trauma com vegetais”, onde, via de regra, ocorre a inoculação
do fungo
IV – Hordéolo caracteriza-se por ser um pequeno abcesso doloroso, localizado no limbo (fronteira entre esclera e
córnea) e também é conhecido como flictênula
Estão corretas:
a. Apenas I e II
b. Apenas II e III
c. Apenas III e IV
d. Apenas I, II e III
3) Na facectomia (cirurgia de catarata), a atenção deve ser redobrada no momento de facoemulsificar o núcleo e
córtex do cristalino porque:
a. A lente intraocular pode se romper e causar perfuração escleral ao nível da raiz da íris
b. A cápsula posterior do cristalino pode se romper (junto com a membrana hialoide) causando o afluxo do
vítreo para a câmara posterior e anterior
c. O músculo ciliar pode ser gravemente lesado, levando a diminuição da capacidade de acomodação e miose
d. A chance de glaucoma iatrogênico por lesão irreversível da malha trabecular é significativamente maior
4. No caso de paciente que chega no pronto-socorro, com dor ocular unilateral intensa, um
dos principais diagnósticos a ser pensado é o de glaucoma agudo. Os principais sinais a
serem observados são:
a. Midríase média paralítica, olho vermelho e secreção abundante
b. Midríase média paralítica, olho vermelho e palpação bidigital pétrea
c. Olho vermelho, secreção abundante e palpação bidigital pétrea
d. Olho vermelho, palpação bidigital pétrea e ptose (queda da pálpebra)
5. O diabete está diretamente associado com cegueira em adultos. Sua fisiopatologia consiste
em:
e. Distrofia retiniana periférica, com presença de hemorragia no segmento anterior (hifema) e baixa acuidade
visual por exsudação retiniana localizada
f. Alteração da permeabilidade vascular (isquemia) periférica, com presença de hemorragia no segmento
anterior (hifema) e baixa acuidade visual por descolamento da retina
g. Alteração da permeabilidade vascular (isquemia) periférica, com presença de sinais de sofrimento vascular
(exsudatos, hemorragias e neovascularizações) e baixa acuidade visual (edema de mácula e/ou descolamento
tracional de retina)
h. Distrofia retiniana periférica, com presença de hemorragias massivas posteriores ao cristalino e aumento da
pressão intraocular
6. Triar e encaminhar adequadamente um paciente diabético para a avaliação oftalmológica não é uma
decisão simples. Na fundoscopia sob midríase, encaminhamos quando:
a. Apresentam algumas hemorragias (menos de dez) que podem ser confundidas com
microaneurismas no polo posterior
b. Apresentam várias hemorragias (mais de vinte por quadrante) que podem ser confundidas com
microaneurismas no polo posterior e periferia da retina
c. Não apresentam alterações visíveis, mas mostram dificuldade de manutenção normal da glicemia
d. Todos os pacientes diabéticos devem ser encaminhados ao oftalmologista
7. A retinopatia diabética não proliferativa (RDNP) e proliferativa (RDP) representam a progressão da mesma
doença vascular. Mas, para diferenciá-las em estágios sabemos que:
a. A RDNP caracteriza-se por: microaneurismas, hemorragias retinianas superficiais e profundas e
neovascularização periférica com tração retiniana
b. A RDP caracteriza-se por: hemorragias retinianas superficiais e profundas, início de isquemia
periférica e presença de exsudatos algodonosos
c. A RDNP caracteriza-se por: hemorragias vítreas massivas, neovascularização de papila óptica e
descolamento de retina
d. A RDP caracteriza-se por: neovascularização retiniana, hemorragias vítreas e tração
vítreo-retiniana
8. Atualmente, o tratamento da retinopatia diabética não-proliferativa visa a diminuição do processo
isquêmico e consequente acionamento dos fatores de crescimento angiogênico. Para isso, podem ser
utilizados:
a. Laser periférico (panfotocoagulação) e utilização de drogas anti-angiogênicas injetadas
diretamente na cavidade vítrea
b. Laser sobre a mácula e utilização de drogas anti-angiogênicas por via oral
c. Laser periférico (panfotocoagulação) e utilização de drogas anti-angiogênicas por via oral
d. Laser sobre a mácula e utilização de drogas anti-angiogênicas injetadas diretamente na cavidade
vítrea
9. Explique como ocorre a fisiopatologia da neovascularização na retinopatia diabética e suas consequências.
Há isquemia retiniana causada principalmente por estenose das arteríolas pré-capilares causada
por alteração dos componentes celulares capilares. Consequências: neovascularização desorganizada com
risco de hemorragia vítrea e descolamento da retina.
1. Cite quatro emergências oftalmológicas. Corpo estranho, glaucoma agudo de
ângulo fechado, conjuntivite bacteriana, hifema, ceratite, queimaduras.
2. O que é hifema? Coleção sanguínea na câmera anterior. Geralmente ruptura de
vasos irianos em traumas contusos ou perfurantes. Pode ocorrer tamponamento
da malha trabecular levando a um quadro de glaucoma agudo.
10. A fisiopatologia da retinopatia da prematuridade encontra-se bem estabelecida em relação a:
a. Presença de exsudatos duros no polo posterior, indicando sofrimento retiniano central
b. Ausência de vascularização periférica, com falta de fixação retiniana periférica
c. Presença de neovascularização iriana, indicando alteração da câmara anterior (leucoma)
d. Ausência de vascularização na coroide, com falta de oxigenação na região macular
11. As principais patologias que devem ser lembradas quando observamos uma leucocoria são:
a. Sífilis congênita, retinoblastoma e catarata congênita
b. Retinoblastoma, retinopatia da prematuridade e glaucoma congênito
c. Sífilis congênita, retinoblastoma e toxoplasmose
d. Retinoblastoma, catarata congênita e retinopatia da prematuridade
12. Na suspeita de uma leucocoria (reflexo vermelho), e na impossibilidade de realizar um diagnóstico de
certeza (sem uso de midriático, falta de ambiente adequado de exame, dificuldade técnica de examinar
crianças pequenas), o procedimento mais adequado seria:
a. Solicitar hemograma completo e avaliação do especialista
b. Solicitar uma ecografia ocular e avaliação do especialista
c. Solicitar uma tomografia de coerência óptica (OCT) e avaliação do especialista
d. Solicitar uma angiofluoresceinografia e avaliação do especialista
13. Paciente jovem (25 anos), com perda acentuada e rápida da visão (monocular), dor e olho vermelho
podem ser sinais e sintomas de toxoplasmose ocular. Caso esse paciente chegue num serviço de
atendimento com esse quadro você:
a. Suspeita imediatamente de toxoplasmose ocular, prescreve as medicações e encaminha ao
oftalmologista com urgência
b. Fica na dúvida entre glaucoma agudo e toxoplasmose. Nesse caso, faz o tratamento para
glaucoma agudo e solicita testes laboratoriais para uveíte. Nesse interim, pede uma avaliação
oftalmológica
c. Suspeita imediatamente de glaucoma agudo, inicia o tratamento e pede retorno para avaliar em
24h com o oftalmologista
d. Fica na dúvida entre toxoplasmose e retinoblastoma. Solicita uma ressonância magnética e inicia o
tratamento para toxoplasmose. Nesse interim, conversa com o oftalmologista sobre suas
suspeitas diagnósticas.
14. O tratamento de escolha para a ROP (retinopatia da prematuridade) consiste em:
a. Aplicação delaser periférico para fixação da retina
b. Oxigenioterapia para evitar a neovascularização
c. Aplicação de laser no polo posterior para evitar descolamento de retina
d. Oxigenioterapia para facilitar a fixação periférica da retina
15. No glaucoma congênito, o tratamento inicial será sempre:
a. Clínico, com colírios anti-hipertensivos e observação da pressão intraocular
b. Cirúrgico, com realização de trabeculotomia
c. Clínico, com realização de laser na malha trabecular e observação da pressão intraocular
d. Cirúrgico, com realização de cirurgia fistulizante (trabeculectomia) e laser na retina periférica
GABARITO
1. B
2. D
3. B
4. B
5. G
6. B
7. D
8. A
9. X
10. B
11. D
12. B
13. B
14. A
15. B
QUESTÕES DE OFTALMO
● Prova 1
1- Qual a doença que causa apagamento dos bordos da papila?
2- Em que camada do olho tem mais inflamação. R: camada média
3- Lesão tipo Blow out. qual o trauma?
4- Qual das partes do globo ocular que tem dioptria e qual é o grau. R: córnea 43-45 e cristalino 15.
5- Qual o tipo de queimadura mais comum e qual é o tratamento? R: por raios ultravioletas
● Prova 4 (Todas de marcar)
1- Muitos microinfartos e hemorragia em chama de vela. O que é?
2- O que diminui a acuidade visual? R: hemorragia vítrea e fibrose
3- Sobre glaucoma:
- para catarata se usa pilocarpina
- sempre que for bem tratado não dá amaurose
- o tratamento do glaucoma congênito é igual ao do agudo
- 50% das fibras do nervo optico alteram o campo visual (essa é certa)
4- Por que as crianças procuram oftalmologistas?
5- Criança de 9 meses, como investigar o estrabismo?
Doenças que aumentam a pressão intracraiana, como um tumor
Trauma na regiao do olho, em que a força é transmitida para os ossos da órbita e causa fratura
Queimadura por Raios UV. Cicloplegia pra dor, antibiótico terapia e, nesse caso, pode haver 
oclusão para melhor reparo do eptélio
Hemorragias derivadas de retinopatia diabética não proliferativa. São 
hemorragias superficiais entre as fibras pós ganglionares 
Na RDNP - Edema macular decorrente de extravasamento de plasma por quebra 
da barraira hemato retiniana. Na RDP- Hemorragia vítrea(neovasos fragilizados) e 
neovascularização acompanhada de fibroproliferação que causa descolamento de 
retina
Diversas causas, entre elas ametropias, catarata congênita, estrabismo
Teste de HIRCHBERG e refluxo de luz 
 
PROVA 2 DE OFTALMOLOGIA – ATM 191
1. No caso de paciente que chega no pronto-socorro, com dor ocular unilateral intensa, 
um dos principais diagnósticos a ser pensado é o de glaucoma agudo. Os principais 
sinais a serem observados são:
a. Midríase média paralítica, olho vermelho e secreção abundante
b. Midríase média paralítica, olho vermelho e palpação bidigital pétrea
c. Olho vermelho, secreção abundante e palpação bidigital pétrea
d. Olho vermelho, palpação bidigital pétrea e ptose (queda da pálpebra)
2. No glaucoma primário de ângulo aberto (doença silenciosa), o primeiro sintoma 
campimétrico que os pacientes notam é o escotoma periférico. Isso se deve por:
a. Perda das fibras das células ganglionares que são particularmente centrais
b. Perda das fibras das células bipolares que são particularmente periféricas
c. Perda das fibras das células ganglionares que são particularmente periféricas
d. Perda das fibras das células bipolares que são particularmente centrais
3. O grupo de fatores que aumenta o risco de glaucoma primário de ângulo aberto é:
a. 60-70 anos de idade, etnia negra, míopes e história familiar de glaucoma
b. 20-40 anos de idade, etnia negra, hipermetropes e história familiar de 
glaucoma
c. 60-70 anos de idade, etnia branca, míopes e história familiar de glaucoma
d. 20-40 anos de idade, etnia branca, hipermetropes e história familiar de 
glaucoma
4. Na sua opinião, qual o melhor conceito para glaucoma primário de ângulo aberto?
a. Patologia vinculada ao globo ocular, que tem por definição, o aumento da 
pressão intraocular, levando inicialmente ao dano visual central
b. Conjunto de patologias capazes de causar neuropatia óptica relacionada, em 
essência, ao estado pressórico do globo ocular
c. Conjunto de patologias capazes de causar neuropatia óptica relacionada, em 
essência ao estado campimétrico do globo ocular
d. Patologia vinculada ao globo ocular, que tem por definição, o aumento da 
pressão intraocular, levando ao dano no escoamento do humor aquoso pela 
malha trabecular
5. Apesar da drenagem do humor aquoso ocorrer principalmente pela malha trabecular, 
existe a forma úveo-escleral de escoamento. As drogas que agem para facilitar essa 
forma de escoamento são:
a. Beta-bloqueadores
b. Alfa-agonistas
c. Midriáticos
d. Análogos de prostaglandinas
6. A fisiopatologia da retinopatia da prematuridade encontra-se bem estabelecida em 
relação a:
a. Presença de exsudatos duros no polo posterior, indicando sofrimento 
retiniano central
b. Ausência de vascularização periférica, com falta de fixação retiniana periférica
c. Presença de neovascularização iriana, indicando alteração da câmara anterior 
(leucoma)
d. Ausência de vascularização na coroide, com falta de oxigenação na região 
macular
7. As principais patologias que devem ser lembradas quando observamos uma leucocoria 
são:
a. Sífilis congênita, retinoblastoma e catarata congênita
b. Retinoblastoma, retinopatia da prematuridade e glaucoma congênito
c. Sífilis congênita, retinoblastoma e toxoplasmose
d. Retinoblastoma, catarata congênita e retinopatia da prematuridade
8. Na suspeita de uma leucocoria (reflexo vermelho), e na impossibilidade de realizar um 
diagnóstico de certeza (sem uso de midriático, falta de ambiente adequado de exame, 
dificuldade técnica de examinar crianças pequenas), o procedimento mais adequado 
seria:
a. Solicitar hemograma completo e avaliação do especialista
b. Solicitar uma ecografia ocular e avaliação do especialista
c. Solicitar uma tomografia de coerência óptica (OCT) e avaliação do especialista
d. Solicitar uma angiofluoresceinografia e avaliação do especialista
9. Paciente jovem (25 anos), com perda acentuada e rápida da visão (monocular), dor e 
olho vermelho podem ser sinais e sintomas de toxoplasmose ocular. Caso esse 
paciente chegue num serviço de atendimento com esse quadro você:
a. Suspeita imediatamente de toxoplasmose ocular, prescreve as medicações e 
encaminha ao oftalmologista com urgência
b. Fica na dúvida entre glaucoma agudo e toxoplasmose. Nesse caso, faz o 
tratamento para glaucoma agudo e solicita testes laboratoriais para uveíte. 
Nesse interim, pede uma avaliação oftalmológica
c. Suspeita imediatamente de glaucoma agudo, inicia o tratamento e pede 
retorno para avaliar em 24h com o oftalmologista
d. Fica na dúvida entre toxoplasmose e retinoblastoma. Solicita uma ressonância 
magnética e inicia o tratamento para toxoplasmose. Nesse interim, conversa 
com o oftalmologista sobre suas suspeitas diagnósticas.
10. O tratamento de escolha para a ROP (retinopatia da prematuridade) consiste em:
a. Aplicação de laser periférico para fixação da retina
b. Oxigenioterapia para evitar a neovascularização
c. Aplicação de laser no polo posterior para evitar descolamento de retina
d. Oxigenioterapia para facilitar a fixação periférica da retina
11. O diabete está diretamente associado com cegueira em adultos. Sua fisiopatologia 
consiste em:
a. Distrofia retiniana periférica, com presença de hemorragia no segmento 
anterior (hifema) e baixa acuidade visual por exsudação retiniana localizada
b. Alteração da permeabilidade vascular (isquemia) periférica, com presença de 
hemorragia no segmento anterior (hifema) e baixa acuidade visual por 
descolamento da retina
c. Alteração da permeabilidade vascular (isquemia) periférica, com presença de 
sinais de sofrimento vascular (exsudatos, hemorragias e neovascularizações) e 
baixa acuidade visual (edema de mácula e/ou descolamento tracional de 
retina)
d. Distrofia retiniana periférica, com presença de hemorragias massivas 
posteriores ao cristalinoe aumento da pressão intraocular
12. Triar e encaminhar adequadamente um paciente diabético para a avaliação 
oftalmológica não é uma decisão simples. Na fundoscopia sob midríase, 
encaminhamos quando:
a. Apresentam algumas hemorragias (menos de dez) que podem ser confundidas 
com microaneurismas no polo posterior
b. Apresentam várias hemorragias (mais de vinte por quadrante) que podem ser 
confundidas com microaneurismas no polo posterior e periferia da retina
c. Não apresentam alterações visíveis, mas mostram dificuldade de manutenção 
normal da glicemia
d. Todos os pacientes diabéticos devem ser encaminhados ao oftalmologista
13. A retinopatia diabética não proliferativa (RDNP) e proliferativa (RDP) representam a 
progressão da mesma doença vascular. Mas, para diferenciá-las em estágios sabemos 
que:
a. A RDNP caracteriza-se por: microaneurismas, hemorragias retinianas 
superficiais e profundas e neovascularização periférica com tração retiniana
b. A RDP caracteriza-se por: hemorragias retinianas superficiais e profundas, 
início de isquemia periférica e presença de exsudatos algodonosos
c. A RDNP caracteriza-se por: hemorragias vítreas massivas, neovascularização 
de papila óptica e descolamento de retina
d. A RDP caracteriza-se por: neovascularização retiniana, hemorragias vítreas e 
tração vítreo-retiniana
14. Atualmente, o tratamento da retinopatia diabética não-proliferativa visa a diminuição 
do processo isquêmico e consequente acionamento dos fatores de crescimento 
angiogênico. Para isso, podem ser utilizados:
a. Laser periférico (panfotocoagulação) e utilização de drogas anti-angiogênicas 
injetadas diretamente na cavidade vítrea
b. Laser sobre a mácula e utilização de drogas anti-angiogênicas por via oral
c. Laser periférico (panfotocoagulação) e utilização de drogas anti-angiogênicas 
por via oral
d. Laser sobre a mácula e utilização de drogas anti-angiogênicas injetadas 
diretamente na cavidade vítrea
15. No glaucoma congênito, o tratamento inicial será sempre:
a. Clínico, com colírios anti-hipertensivos e observação da pressão intraocular
b. Cirúrgico, com realização de trabeculotomia
c. Clínico, com realização de laser na malha trabecular e observação da pressão 
intraocular
d. Cirúrgico, com realização de cirurgia fistulizante (trabeculectomia) e laser na 
retina periférica
16. Explique como ocorre a fisiopatologia da neovascularização na retinopatia diabética e 
suas consequências.
Há isquemia retiniana causada principalmente por estenose das arteríolas pré-
capilares causada por alteração dos componentes celulares capilares. Consequências: 
neovascularização desorganizada com risco de hemorragia vítrea e descolamento da 
retina.

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