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Incorreta a alternativa “b” porque não há vedação de transferência de recursos do ente instituidor à Autarquia. Inclusive, o art. 165 da CRFB, que trata dos orçamentos, prevê expressamente que a LOA deve contemplar o orçamento fiscal da Administração Direta e Indireta (§5º). Ou seja, em que pese a Autarquia, pessoa jurídica de direito público, possuir a capacidade de autogestão, não há impedimento que o ente instituidor faça aporte financeiro para o atingimento das finalidades para as quais foi criada a Autarquia. Inclusive, é muito comum a transferência de recursos para Universidades e Hospitais públicos criados como Autarquias. Incorreta a alternativa “c” porque a delegação ocorre na descentralização por colaboração à pessoa jurídica de direito privado não integrante da Administração Indireta. É formalizada por contrato ou ato unilateral. Já a criação de subsidiária e a atribuição a essa fixada deve ser objeto de lei, conforme inciso XX do art. 37 da CRFB. Neste caso, tem-se a descentralização por serviço (também denominada outorga) que ocorre não por delegação e sim por força de lei. Logo, a situação hipotética trata de outorga ou descentralização por serviço e não de delegação ou descentralização por colaboração, em função da necessária criação por lei de subsidiária. Incorreta a alternativa “d” porque o posicionamento do STF no julgamento do RE 349686 foi exatamente o contrário. Veja um excerto da Ementa: “Constitucional. Administrativo. Distribuição de combustíveis. Recepção. Portaria ministerial. Validade. 1. O exercício de qualquer atividade econômica pressupõe o atendimento aos requisitos legais e às limitações impostas pela Administração no regular exercício de seu poder de polícia, principalmente quando se trata de distribuição de combustíveis, setor essencial para a economia moderna. 2. O princípio da livre iniciativa não pode ser invocado para afastar regras de regulamentação do mercado e de defesa do consumidor. 3. A Portaria 62/95 do Ministério de Minas e Energia, que limitou a atividade do transportador-revendedor-retalhista, foi legitimamente editada no exercício de atribuição conferida pelo DL 395/38 e não ofendeu o disposto no art. 170, parágrafo único, da Constituição. (RE 349686, Min. Ellen Gracie, Segunda Turma, julgado em 14/06/2005)”. Correta a alternativa “e”. O Poder de Polícia apresenta 4 fases: 1) consentimento de polícia administrativa; 2) fiscalização de polícia administrativa; 3) legislação de polícia administrativa; 4) sanção de polícia administrativa. Segundo o STJ (REsp 817.534), o Poder de Polícia, em suas fases “ordem de polícia” e “sanção de polícia”, não pode ser delegado à pessoa jurídica de direito privado, como as Sociedades de Economia Mista, porque relacionadas ao Poder de Império Estatal. alternativa “e”.

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Incorreta a alternativa “b” porque não há vedação de transferência de recursos do ente instituidor à Autarquia. Inclusive, o art. 165 da CRFB, que trata dos orçamentos, prevê expressamente que a LOA deve contemplar o orçamento fiscal da Administração Direta e Indireta (§5º). Ou seja, em que pese a Autarquia, pessoa jurídica de direito público, possuir a capacidade de autogestão, não há impedimento que o ente instituidor faça aporte financeiro para o atingimento das finalidades para as quais foi criada a Autarquia. Inclusive, é muito comum a transferência de recursos para Universidades e Hospitais públicos criados como Autarquias. Incorreta a alternativa “c” porque a delegação ocorre na descentralização por colaboração à pessoa jurídica de direito privado não integrante da Administração Indireta. É formalizada por contrato ou ato unilateral. Já a criação de subsidiária e a atribuição a essa fixada deve ser objeto de lei, conforme inciso XX do art. 37 da CRFB. Neste caso, tem-se a descentralização por serviço (também denominada outorga) que ocorre não por delegação e sim por força de lei. Logo, a situação hipotética trata de outorga ou descentralização por serviço e não de delegação ou descentralização por colaboração, em função da necessária criação por lei de subsidiária. Incorreta a alternativa “d” porque o posicionamento do STF no julgamento do RE 349686 foi exatamente o contrário. Veja um excerto da Ementa: “Constitucional. Administrativo. Distribuição de combustíveis. Recepção. Portaria ministerial. Validade. 1. O exercício de qualquer atividade econômica pressupõe o atendimento aos requisitos legais e às limitações impostas pela Administração no regular exercício de seu poder de polícia, principalmente quando se trata de distribuição de combustíveis, setor essencial para a economia moderna. 2. O princípio da livre iniciativa não pode ser invocado para afastar regras de regulamentação do mercado e de defesa do consumidor. 3. A Portaria 62/95 do Ministério de Minas e Energia, que limitou a atividade do transportador-revendedor-retalhista, foi legitimamente editada no exercício de atribuição conferida pelo DL 395/38 e não ofendeu o disposto no art. 170, parágrafo único, da Constituição. (RE 349686, Min. Ellen Gracie, Segunda Turma, julgado em 14/06/2005)”. Correta a alternativa “e”. O Poder de Polícia apresenta 4 fases: 1) consentimento de polícia administrativa; 2) fiscalização de polícia administrativa; 3) legislação de polícia administrativa; 4) sanção de polícia administrativa. Segundo o STJ (REsp 817.534), o Poder de Polícia, em suas fases “ordem de polícia” e “sanção de polícia”, não pode ser delegado à pessoa jurídica de direito privado, como as Sociedades de Economia Mista, porque relacionadas ao Poder de Império Estatal. alternativa “e”.

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Professor Wagner Damazio 
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à Autarquia. Inclusive, o art. 165 da CRFB, que trata dos orçamentos, prevê expressamente que a 
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pese a Autarquia, pessoa jurídica de direito público, possuir a capacidade de autogestão, não há 
impedimento que o ente instituidor faça aporte financeiro para o atingimento das finalidades para 
as quais foi criada a Autarquia. Inclusive, é muito comum a transferência de recursos para 
Universidades e Hospitais públicos criados como Autarquias. 
Incorreta a alternativa “c” porque a delegação ocorre na descentralização por colaboração à pessoa 
jurídica de direito privado não integrante da Administração Indireta. É formalizada por contrato ou 
ato unilateral. Já a criação de subsidiária e a atribuição a essa fixada deve ser objeto de lei, conforme 
inciso XX do art. 37 da CRFB. Neste caso, tem-se a descentralização por serviço (também 
denominada outorga) que ocorre não por delegação e sim por força de lei. Logo, a situação 
hipotética trata de outorga ou descentralização por serviço e não de delegação ou descentralização 
por colaboração, em função da necessária criação por lei de subsidiária. 
 Incorreta a alternativa “d” porque o posicionamento do STF no julgamento do RE 349686 foi 
exatamente o contrário. Veja um excerto da Ementa: 
“Constitucional. Administrativo. Distribuição de combustíveis. Recepção. Portaria ministerial. 
Validade. 1. O exercício de qualquer atividade econômica pressupõe o atendimento aos requisitos 
legais e às limitações impostas pela Administração no regular exercício de seu poder de polícia, 
principalmente quando se trata de distribuição de combustíveis, setor essencial para a economia 
moderna. 2. O princípio da livre iniciativa não pode ser invocado para afastar regras de 
regulamentação do mercado e de defesa do consumidor. 3. A Portaria 62/95 do Ministério de Minas 
e Energia, que limitou a atividade do transportador-revendedor-retalhista, foi legitimamente 
editada no exercício de atribuição conferida pelo DL 395/38 e não ofendeu o disposto no art. 170, 
parágrafo único, da Constituição. (RE 349686, Min. Ellen Gracie, Segunda Turma, julgado em 
14/06/2005)”. 
Correta a alternativa “e”. O Poder de Polícia apresenta 4 fases: 1) consentimento de polícia 
administrativa; 2) fiscalização de polícia administrativa; 3) legislação de polícia administrativa; 4) 
sanção de polícia administrativa. Segundo o STJ (REsp 817.534), o Poder de Polícia, em suas fases 
“ordem de polícia” e “sanção de polícia”, não pode ser delegado à pessoa jurídica de direito privado, 
como as Sociedades de Economia Mista, porque relacionadas ao Poder de Império Estatal. 
Resposta: alternativa “e”. 
7. 2017/VUNESP/PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP/Procurador 
Consoante site da Prefeitura de São José dos Campos: “O Instituto de Previdência do Servidor 
Municipal de São José dos Campos – IPSM é uma entidade autárquica, sem fins lucrativos. É o 
órgão gestor do Regime Próprio de Previdência do Município. Seu compromisso é atender às 
necessidades do servidor municipal de São José dos Campos, concedendo benefícios, 
prestando serviços aos seus segurados e dependentes.”

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