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Conjunto de questões de vestibulares sobre o marquês de Pombal e suas políticas no século XVIII, com itens de múltipla escolha sobre reformas administrativas, mercantilismo, expulsão dos jesuítas e os efeitos dessas medidas no Brasil.

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Questões resolvidas

O Marquês de Pombal, ministro do rei D. José I (1750-1777), foi o responsável por uma série de reformas na economia, educação e administração do Estado e do império português, inspiradas na filosofia iluminista e na política econômica do mercantilismo, cabendo a ele a expulsão dos padres jesuítas da Companhia de Jesus dos domínios de Portugal. O Marquês de Pombal foi um dos representantes do chamado:


Despotismo Esclarecido.
Socialismo Utópico.
Liberalismo.
Socialismo Científico.
Parlamentarismo Monárquico.

Os problemas em questão têm por origem o seguinte:

a) Pombal acusava a Companhia de Jesus de formar um verdadeiro Estado dentro do Estado e resistir ao poder do rei;
b) Pombal condenava o monopólio do comércio de escravos africanos pela Companhia de Jesus;
c) Pombal se ressentiu da recusa por parte da Companhia de Jesus de participar da colonização do Estado do Grão-Pará e Maranhão;
d) Pombal rompeu com os jesuítas após a Companhia de Jesus apresentar uma decidida condenação ao tráfico negreiro praticado pelo governo português;
e) Os jesuítas apoiavam as pretensões espanholas nas negociações dos tratados de limites ocorridos no século XVIII.

Assinale a opção que apresenta corretamente ações atribuídas ao Marquês de Pombal na Colônia Brasileira.

a) Extinção do sistema de capitanias hereditárias e transferência da sede do governo colonial de Salvador para o Rio de Janeiro.
b) Criação das Companhias Comerciais do Grão Pará e do Maranhão, e a organização da Universidade de Coimbra.
c) Extinção da Mesa de Inspeção dos Portos e da cobrança do quinto na região das minas.
d) Expulsão dos Jesuítas do Brasil e incentivo à criação das indústrias de manufaturas.

A crise econômica da segunda metade do século XVIII abriu caminho para as reformas pombalinas, vistas como inevitáveis para a recuperação econômica do reino de Portugal e que se caracterizavam, entre outras medidas

a) pelo estreitamento das relações comerciais com a Inglaterra, país que era visto como mercado seguro dos produtos primários das colônias portuguesas.
b) pelo estreitamento das relações com a Igreja, com o aumento da presença dos jesuítas, vistos como agentes importantes da modernização educacional.
c) pelo incentivo à produção manufatureira na colônia, com o objetivo de diminuir a dependência econômica em relação aos produtos primários.
d) pelo surgimento dos primeiros projetos de abolição de escravos, com o objetivo de formar um mercado consumidor para as indústrias da colônia.

Em 1749, ao separar-se de São Paulo, a capitania de Goiás foi governada por D. Marcos de Noronha, que atendeu às diretrizes da política indigenista pombalina que incentivava a criação de aldeamentos em função


a) das constantes rebeliões indígenas contra os brancos colonizadores, que ameaçavam a produção de ouro nas regiões mineradoras.
b) da propagação de doenças originadas do contato com os colonizadores, que dizimaram boa parte da população indígena.
c) do empenho das ordens religiosas em proteger o indígena da exploração, o que garantiu a sua supremacia na administração colonial.
d) da política racista da Coroa Portuguesa, contrária à miscigenação, que organizava a sociedade em uma hierarquia dominada pelos brancos.
e) da necessidade de controle dos brancos sobre a população indígena, objetivando sua adaptação às exigências do trabalho regular.

Leia, com atenção, a correspondência do governador do Estado do Grão-Pará e Maranhão, Fernando da Costa de Ataíde Teive, enviada ao Ministro Mendonça Furtado, em 1767. Depois, analise as proposições apresentadas, utilizando seus conhecimentos sobre história colonial da Amazônia e assinale a alternativa correta de acordo com o código abaixo. “Il.mo e Ex.mo Snor. Em 22 de janeiro do ano presente, deu fundo neste porto o Navio Nossa Senhora do Cabo da Companhia Geral de Comércio desse Estado com 125 pretos dos quais se venderam a dinheiro, e efeitos a vista 60, e 8 parte a dinheiro e o restos a crédito, fiados 42, existem por vender 4, morreram nesta cidade 2, na viagem 35, e no levante que fizeram ainda em Bissau 34. Deus g. a V. Exª. Pará a 17 de março de 1767. Fernando da Costa de Ataíde Teive a Franc°. Xavier de Mendonça Furtado.” Arquivo Nacional, Códice 99. Em 1755, como parte das reformas pombalinas, foi criada a Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão. Sobre esta empresa, é correto afirmar:

a. A Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão tinha atuação alargada no litoral brasileiro, incluindo atividades como pesca de baleia e comercialização de sal no Pernambuco;
b. Devido à irregularidade na introdução de africanos e em razão do intenso contrabando nas fronteiras com Espanha, a companhia enfrentou fortes críticas dos jesuítas por sua ineficácia na oferta de trabalhadores escravos;
c. De caráter monopolista, a companhia funcionou até 1778 e introduziu mais de 14 mil escravos de origem africana no Maranhão, Pará e Mato Grosso, além de incrementar o cultivo de arroz, café e anil;
d. A Companhia de Comércio estimulou a agricultura de alimentos e forneceu crédito aos produtores locais, assegurando uma oferta regular de gêneros alimentícios que passaram a integrar os carregamentos de suas frotas atlânticas;
e. Com a oferta regular de crédito e o incentivo à melhoria dos cultivos, a companhia fomentou a indústria de transformação local, reduzindo a demanda por escravos africanos;

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Questões resolvidas

O Marquês de Pombal, ministro do rei D. José I (1750-1777), foi o responsável por uma série de reformas na economia, educação e administração do Estado e do império português, inspiradas na filosofia iluminista e na política econômica do mercantilismo, cabendo a ele a expulsão dos padres jesuítas da Companhia de Jesus dos domínios de Portugal. O Marquês de Pombal foi um dos representantes do chamado:


Despotismo Esclarecido.
Socialismo Utópico.
Liberalismo.
Socialismo Científico.
Parlamentarismo Monárquico.

Os problemas em questão têm por origem o seguinte:

a) Pombal acusava a Companhia de Jesus de formar um verdadeiro Estado dentro do Estado e resistir ao poder do rei;
b) Pombal condenava o monopólio do comércio de escravos africanos pela Companhia de Jesus;
c) Pombal se ressentiu da recusa por parte da Companhia de Jesus de participar da colonização do Estado do Grão-Pará e Maranhão;
d) Pombal rompeu com os jesuítas após a Companhia de Jesus apresentar uma decidida condenação ao tráfico negreiro praticado pelo governo português;
e) Os jesuítas apoiavam as pretensões espanholas nas negociações dos tratados de limites ocorridos no século XVIII.

Assinale a opção que apresenta corretamente ações atribuídas ao Marquês de Pombal na Colônia Brasileira.

a) Extinção do sistema de capitanias hereditárias e transferência da sede do governo colonial de Salvador para o Rio de Janeiro.
b) Criação das Companhias Comerciais do Grão Pará e do Maranhão, e a organização da Universidade de Coimbra.
c) Extinção da Mesa de Inspeção dos Portos e da cobrança do quinto na região das minas.
d) Expulsão dos Jesuítas do Brasil e incentivo à criação das indústrias de manufaturas.

A crise econômica da segunda metade do século XVIII abriu caminho para as reformas pombalinas, vistas como inevitáveis para a recuperação econômica do reino de Portugal e que se caracterizavam, entre outras medidas

a) pelo estreitamento das relações comerciais com a Inglaterra, país que era visto como mercado seguro dos produtos primários das colônias portuguesas.
b) pelo estreitamento das relações com a Igreja, com o aumento da presença dos jesuítas, vistos como agentes importantes da modernização educacional.
c) pelo incentivo à produção manufatureira na colônia, com o objetivo de diminuir a dependência econômica em relação aos produtos primários.
d) pelo surgimento dos primeiros projetos de abolição de escravos, com o objetivo de formar um mercado consumidor para as indústrias da colônia.

Em 1749, ao separar-se de São Paulo, a capitania de Goiás foi governada por D. Marcos de Noronha, que atendeu às diretrizes da política indigenista pombalina que incentivava a criação de aldeamentos em função


a) das constantes rebeliões indígenas contra os brancos colonizadores, que ameaçavam a produção de ouro nas regiões mineradoras.
b) da propagação de doenças originadas do contato com os colonizadores, que dizimaram boa parte da população indígena.
c) do empenho das ordens religiosas em proteger o indígena da exploração, o que garantiu a sua supremacia na administração colonial.
d) da política racista da Coroa Portuguesa, contrária à miscigenação, que organizava a sociedade em uma hierarquia dominada pelos brancos.
e) da necessidade de controle dos brancos sobre a população indígena, objetivando sua adaptação às exigências do trabalho regular.

Leia, com atenção, a correspondência do governador do Estado do Grão-Pará e Maranhão, Fernando da Costa de Ataíde Teive, enviada ao Ministro Mendonça Furtado, em 1767. Depois, analise as proposições apresentadas, utilizando seus conhecimentos sobre história colonial da Amazônia e assinale a alternativa correta de acordo com o código abaixo. “Il.mo e Ex.mo Snor. Em 22 de janeiro do ano presente, deu fundo neste porto o Navio Nossa Senhora do Cabo da Companhia Geral de Comércio desse Estado com 125 pretos dos quais se venderam a dinheiro, e efeitos a vista 60, e 8 parte a dinheiro e o restos a crédito, fiados 42, existem por vender 4, morreram nesta cidade 2, na viagem 35, e no levante que fizeram ainda em Bissau 34. Deus g. a V. Exª. Pará a 17 de março de 1767. Fernando da Costa de Ataíde Teive a Franc°. Xavier de Mendonça Furtado.” Arquivo Nacional, Códice 99. Em 1755, como parte das reformas pombalinas, foi criada a Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão. Sobre esta empresa, é correto afirmar:

a. A Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão tinha atuação alargada no litoral brasileiro, incluindo atividades como pesca de baleia e comercialização de sal no Pernambuco;
b. Devido à irregularidade na introdução de africanos e em razão do intenso contrabando nas fronteiras com Espanha, a companhia enfrentou fortes críticas dos jesuítas por sua ineficácia na oferta de trabalhadores escravos;
c. De caráter monopolista, a companhia funcionou até 1778 e introduziu mais de 14 mil escravos de origem africana no Maranhão, Pará e Mato Grosso, além de incrementar o cultivo de arroz, café e anil;
d. A Companhia de Comércio estimulou a agricultura de alimentos e forneceu crédito aos produtores locais, assegurando uma oferta regular de gêneros alimentícios que passaram a integrar os carregamentos de suas frotas atlânticas;
e. Com a oferta regular de crédito e o incentivo à melhoria dos cultivos, a companhia fomentou a indústria de transformação local, reduzindo a demanda por escravos africanos;

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1. UFV 1999
O Marquês de Pombal, ministro do rei D. José I (1750-1777),
foi o responsável por uma série de reformas na economia,
educação e administração do Estado e do império
português, inspiradas na filosofia iluminista e na política
econômica do mercantilismo, cabendo a ele a expulsão dos
padres jesuítas da Companhia de Jesus dos domínios de
Portugal. O Marquês de Pombal foi um dos representantes
do chamado:
a. Despotismo Esclarecido.
b. Socialismo Utópico.
c. Socialismo Científico.
d. Liberalismo.
e. Parlamentarismo Monárquico.
 
2. UFU 2007
Considere as informações a seguir.
Uma das figuras mais proeminentes da História Política de
Portugal no século XVIII foi Sebastião José de Carvalho e
Melo, mais conhecido como marquês de Pombal, ministro de
Dom José I. Sobre as políticas pombalinas, o historiador
Boris Fausto diz o seguinte:
"Sua obra, realizada ao longo de muitos anos (1750-1777),
representou um grande esforço para tornar mais eficaz a
administração portuguesa e introduzir modificações no
relacionamento metrópole-colônia"
FAUSTO, B. 'História concisa do Brasil'. São Paulo: Edusp/
Imprensa Oficial do Estado, 2002. p. 59.
Em relação às políticas pombalinas que diziam respeito
direta ou indiretamente ao BrasiI, assinale a correta.
a. Pombal introduziu princípios do liberalismo no comércio
do Brasil com vistas a recuperar a economia da colônia:
extinguiu as companhias privilegiadas de comércio que
existiam no Maranhão e em Pernambuco, flexibilizou o
"pacto colonial" e permitiu a presença de companhias
comerciais inglesas na região das Minas.
b. Um dos traços marcantes das políticas pombalinas no 
Brasil foi o confronto com a elite colonial. Os "brasileiros" 
foram impedidos de ocupar cargos políticos, jurídicos e 
administrativos na Colônia. Isso gerou muitas revoltas, como
a de Felipe dos Santos, em Vila Rica, e a Guerra dos
Mascates, em Pernambuco.
c. Dentre as principais características da política pombalina,
pode-se destacar a forte adoção de princípios mercantilistas
na economia e de ideais iluministas na educação. Os
esforços de Pombal visavam tornar o colonialismo português
mais preparado para enfrentar a "crise do Antigo Regime",
como hoje a chamamos.
d. A política absolutista de Pombal baseava-se na origem
divina do poder dos reis e de seus ministros. Por isso, ele
buscou o total apoio da Igreja, favorecendo as ordens
missionárias que atuavam no Brasil, como mercedários e
jesuítas, as quais delegou responsabilidades sobre a tutela
dos índios e sobre o ensino na colônia.
 
3. ESPM 2015
"Em 1759, os jesuítas foram expulsos de Portugal e do Brasil
pelo marques de Pombal. Nas reformas pombalinas, a
expulsão dos jesuítas foi capítulo dos mais dramáticos,
ousados e radicais, demonstrando até que ponto se
reafirmava a soberania do Estado português na colônia"
(Carlos Guilherme Mota e Adriana Lopez. História do Brasil:
Uma interpretação)
Os problemas em questão têm por origem o seguinte:
a. Pombal acusava a Companhia de Jesus de formar um
verdadeiro Estado dentro do Estado e resistir ao poder do
rei;
b. Pombal condenava o monopólio do comércio de escravos
africanos pela Companhia de Jesus;
c. Pombal se ressentiu da recusa por parte da Companhia
de Jesus de participar da colonização do Estado do
Grão-Pará e Maranhão;
d. Pombal rompeu com os jesuítas após a Companhia de
Jesus apresentar uma decidida condenação ao tráfico
negreiro praticado pelo governo português;
e. Os jesuítas apoiavam as pretensões espanholas nas
negociações dos tratados de limites ocorridos no século
XVIII.
 
4. PUC-CAMP 2005
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O nosso foi um Século das Luzes dominantemente beato,
escolástico, inquisitorial; mas elas se manifestaram nas
concepções e no esforço reformador de certos intelectuais e
administradores, enquadrados pelo despotismo
relativamente esclarecido de Pombal. Seja qual for o juízo
sobre este, a sua ação foi decisiva e benéfica para o Brasil,
favorecendo atitudes mentais evoluídas, que incrementariam
o desejo de saber, a adoção de novos pontos de vista na
literatura e na ciência, certa reação contra a tirania
intelectual do clero e, finalmente, o nativismo.
(Antônio Candido. Formação da Literatura Brasileira. São
Paulo: Martins, v. l, 1959)
No contexto histórico a que o texto se refere pode-se afirmar
que a ação de Pombal no Brasil foi ao mesmo tempo
conservadora e modernizante, pois
a. mesclava uma exacerbada prática absolutista e
mercantilista com acentuadas influências do iluminismo.
b. procurava restaurar a plenitude do regime absolutista com
certas influências do liberalismo europeu.
c. reafirmava a função da economia colonial como
complementar a de Portugal, mas extinguia o exclusivismo
comercial.
d. conciliava os ideais liberais da aliança franco-espanhola
com princípios absolutistas da aliança anglo-portuguesa.
e. provocava alterações importantes no perfil colonial
brasileiro, com políticas baseadas na descentralização.
 
5. FGV 2012
Leia o fragmento.
Na segunda metade do século XVIII, a preocupação com o
"bem governar" era um imperativo tanto para a manutenção
do monarca, de modo a que não se fortalecessem outras
pretensões de legitimidade, quanto para a conservação do
próprio regime, da monarquia absolutista, pois tratava-se de
evitar que certas ideias correntes, como governos elegíveis e
parlamentos poderosos, tornassem corpo. (...) (...) o
despotismo esclarecido varia de país para país, dependendo
de cada processo histórico e de sua abertura ao movimento
de ideias da ilustração (...)
Antonio Mendes Junior et aI. Brasil História: texto e consulta,
volume l, Colônia.
Sobre o fenômeno histórico em referência, no caso de
Portugal, é correto considerar que
a. o atraso econômico português gerava dependência
política e militar, colocando em perigo inclusive o império
colonial português, e nesse processo ocorreram as reformas
pombalinas, que representaram um maior controle português
sobre o Brasil.
b. as autoridades monárquicas portuguesas se anteciparam
as ondas revolucionárias do mundo atlântico e criaram
metas de aumento da participação das diversas classes
sociais nas instâncias de poder, o que gerou o primeiro
parlamento na Europa moderna.
c. coube ao Marquês de Pombal o apontamento de um
acordo estratégico com a Inglaterra, concretizado com o
Tratado de Methuen, que permitiu a independência
econômica de Portugal e regalias para a mais importante
colônia lusa, o Brasil.
d. as ideias iluministas foram abominadas pelas autoridades
portuguesas, assim como pelas elites coloniais e
metropolitanas, pois representavam um forte retrocesso nas
concepções de liberdade de mercado, defendidas pelo
mercantilismo.
e. o contundente crescimento da economia de Angola, por
causa do tráfico de escravos e da produção de
manufaturados, e da economia açucareira no Brasil, foram
decisivos para a opção portuguesa em transferir a sede da
Coroa portuguesa para a América.
 
6. UECE 2015
Assinale a opção que apresenta corretamente ações
atribuídas ao Marquês de Pombal na Colónia Brasileira.
a. Extinção do sistema de capitanias hereditárias e
transferência da sede do governo colonial de Salvador para
o Rio de Janeiro.
b. Criação das Companhias Comerciais do Grão-Pará e do
Maranhão, e a organização da Universidade de Coimbra.
c. Extinção da Mesa de Inspeção dos Portos e da cobrança
do quinto na região das minas.
d. Expulsão dos Jesuítas do Brasil e incentivo a criação das
indústrias de manufaturas.
 
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7. UFU 2015
A partir de 1750-60, a produção mineradora começou a
declinar. Tal mudança, articulada a outros elementos,
determinouuma revisão da política mercantilista durante a
administração do Marquês de Pombal, secretário de Estado
de D. José I.
ALBUQUERQUE. Manuel Maurício de. Pequena História da
Formação Social Brasileira. 2.ed. Rio de Janeiro: Graal,
1981, p.100. (Adaptado).
A crise econômica da segunda metade do século XVIII abriu
caminho para as reformas pombalinas, vistas como
inevitáveis para a recuperação econômica do reino de
Portugal e que se caracterizavam, entre outras medidas,
a. pelo estreitamento das relações comerciais com a
Inglaterra, país que era visto como mercado seguro dos
produtos primários das colônias portuguesas.
b. pelo estreitamento das relações com a Igreja, com o
aumento da presença dos jesuítas, vistos como agentes
importantes da modernização educacional.
c. peIo incentivo a produção manufatureira na colônia, com o
objetivo de diminuir a dependência econômica em relação
aos produtos primários.
d. pelo surgimento dos primeiros projetos de abolição de
escravos, com o objetivo de formar um mercado consumidor
para as indústrias da colônia.
 
8. ENEM 2012
A experiência que tenho de lidar com aldeias de diversas
nações me tem feito ver, que nunca índio fez grande
confiança de branco e, se isto sucede com os que estão já
civilizados, como não sucederá o mesmo com esses que
estão ainda brutos.
NORONHA, M. Carta a J. Caldeira Brant. 2 jan.1751. Apud
CHAIM, M. M. Aldeamentos indígenas (Goiás: 1749-1811).
São Paulo: Nobel, Brasília: INL, 1983 (adaptado).
Em 1749, ao separar-se de São Paulo, a capitania de Goiás
foi governada por D. Marcos de Noronha, que atendeu às
diretrizes da política indigenista pombalina que incentivava a
criação de aldeamentos em função
a. das constantes rebeliões indígenas contra os brancos 
colonizadores, que ameaçavam a produção de ouro nas
regiões mineradoras.
b. da propagação de doenças originadas do contato com os
colonizadores, que dizimaram boa parte da população
indígena.
c. do empenho das ordens religiosas em proteger o indígena
da exploração, o que garantiu a sua supremacia na
administração colonial.
d. da política racista da Coroa Portuguesa, contrária à
miscigenação, que organizava a sociedade em uma
hierarquia dominada pelos brancos.
e. da necessidade de controle dos brancos sobre a
população indígena, objetivando sua adaptação às
exigências do trabalho regular.
 
9. FGV 2005
Ao contrário do que se verificou na monarquia absolutista
francesa do século XVIII, houve diversos Estados
absolutistas nos quais os respectivos monarcas e seus
ministros tentaram de alguma forma pôr em prática certos
princípios da Ilustração, sem abrir mão, é claro, do próprio
absolutismo - taI foi, em essência, o absolutismo ilustrado.
(Francisco José Calazans Falcon, 'Despotismo Esclarecido')
O rei D. José I e seu primeiro ministro Sebastião José de
Carvalho e Melo - futuro marquês de Pombal, são
considerados os representantes do despotismo esclarecido
em Portugal. Acerca do chamado período pombalino, é
correto afirmar que
a. se reorganizaram as estruturas administrativas por meio
da recriação das Câmaras Municipais e do restabelecimento
do poder dos donatários.
b. houve a criação de companhias de comércio na colônia e
estabeleceu-se a cobrança de 100 arrobas anuais de ouro
para Minas Gerais.
c. se criou um tributo exclusivo para o ouro - quinto - com a
intenção de evitar o contrabando e aumentar a arrecadação
do fisco português.
d. por meio de uma legislação específica, ampliou-se o
poder da nobreza portuguesa, além da distribuição de
cargos públicos e de pensões vitalícias.
e. o Brasil obteve ganhos, como o direito de comercializar 
diretamente com as colônias portuguesas na África, o que
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significou o fim do pacto colonial.
 
10. PUC-MG 2001
No Brasil Colônia, as Reformas Pombalinas da segunda
metade do século XVIII tinham como um de seus objetivos:
a. combater as ideias da Revolução Francesa trazidas da
Europa por estudantes brasileiros.
b. adotar uma política administrativa baseada no
centralismo.
c. reestruturar o "Pacto Colonial" concedendo privilégios aos
ingleses.
d. estimular a industrialização e o desenvolvimento do
mercado interno da Colônia.
 
11. UEPB 2013
Analise as proposições a seguir
I. O fundamento do governo pombalino foi o controle do
Estado sobre a economia, por meio da instituição de
regulamentos, taxas, subsídios e monopólios - práticas
mercantilistas que fortaleciam os grandes comerciantes
locais e combatia os contrabandistas.
II. Pombal pretendeu transformar a cidade no símbolo de
uma nova fase da história do país, caracterizada pela
ampliação da capacidade administrativa do Estado
português e, por conseguinte, pela independência
econômica nacional.
III. A principal justificativa da expulsão da Companhia de
Jesus de todos os territórios portugueses pelo governo
pombalino foi a total incompatibilidade entre o controle das
práticas pedagógicas adotadas pelos jesuítas e o projeto
educacional iluminista pombalino.
Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):
a. Apenas I e II
b. I, II e III
c. Apenas I e III
d. Apenas II e III
e. Apenas II
 
12. UNAMA 2007
Bento XVI chega ao país em meio ao duelo entre Igreja e
governo sobre temas como o aborto, célula-tronco e união
de homossexuais.
(CAPA da Revista ISTO È, 16 de maio /2007 N°1959 Ano 30)
 
Em outros momentos de nossa história, Igreja Católica e
Estado já vivenciaram períodos de conflito, como, por
exemplo:
a. no início da colonização, quando a coroa portuguesa
manteve sob sua tutela a administração das relações de
trabalho na Amazônia e limitou a política missionária às
comunidades indígenas ao aspecto religioso.
b. nos meados do século XVIII, quando o Marquês de
Pombal, Primeiro Ministro português, retira a autoridade civil
dos Jesuítas sobre as comunidades indígenas e expulsa os
religiosos do Brasil.
c. quando houve a instituição da independência do Brasil em
relação a Portugal e a conseqüente perda de autoridade da
Igreja, visto que o catolicismo deixou de ser a religião oficial
do Estado brasileiro.
d. após a instituição do regime republicano, nos finais do
século XIX, quando o Estado brasileiro se tornou laico e
admitiu práticas de cura vinculadas aos cultos de origem
indígena e africana.
 
13. UFLA 2013
Movimento político que buscou racionalizar a administração,
a taxação de impostos e incentivar a educação e que, em
Portugal, teve como destaque a figura do Marquês de
Pombal, ministro do rei D. José I. Ele realizou um conjunto
de reformas em todo o reino lusitano conhecidas como
“reformas pombalinas”.
Assinale a alternativa que especifica CORRETAMENTE o
movimento político citado e o seu mentor intelectual.
 
a. Darwinismo Social – Charles Darwin
b. Despotismo Esclarecido – Voltaire
c. Liberalismo – Adam Smith
d. Socialismo – Karl Marx
 
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14. UNEMAT 2009
Durante a era pombalina (1750-1777) ocorreu uma série de
alterações na forma como o Brasil passou a ser administrado
e controlado pelo poder luso. 
 
Sobre essa administração, assinale a alternativa correta.
a. A política econômica de Sebastião José Carvalho e Melo,
posteriormente conhecido como marquês de Pombal,
foi fortemente influenciada pelo modelo de Revolução
Industrial inglês.
b. Pombal, ao perceber a incapacidade da metrópole
portuguesa em administrar o Brasil, passou a incentivar
os movimentos separatistas que defendiam a emancipação
de Portugal.
c. Pombal decidiu ampliar a atuação religiosa dos jesuítas no
Brasil como forma de acelerar a incorporação do indígena
pela sociedade branca.
d. Um dos aspectos marcantes da administração de Pombal
foi o centralismo.
e. Pombal, através de sua política liberalizante, ampliou os
poderes do Conselho Ultramarino e optoupor manter
o regime de capitanias.
 
15. UNICENTRO 2008
1755. Por volta das 9h30 da manhã ensolarada do Dia de
Todos os Santos, Lisboa saiu de sua rotina ao ser abalada
por um terremoto de intensidade nunca vista até então –
cientistas estimam que o desastre tenha ultrapassado os oito
graus na escala Richter (a escala, cuja graduação vai até
nove, ainda não existia na época). Após sete minutos de
séries rápidas de vinte e dois tremores, o que restou da
capital portuguesa foi o caos. Construções estavam em
ruínas ou incendiadas, corpos apareciam sob os destroços e
ondas imensas formavam-se na região costeira – como o
epicentro do abalo teve lugar no oceano Atlântico, um
maremoto atingiu Lisboa, que viu determinados pontos
ficarem cinco metros embaixo da água. Não há números
precisos sobre a catástrofe, mas estima-se que entre dez mil
a cinqüenta mil pessoas tenham sucumbido ao terremoto,
que poupou apenas três mil dos cerca de vinte mil prédios
que existiam na cidade.
(GORGULHO, Guilherme; CRISTIANINI, Maria Carolina. Novembro na
História. Aventuras na História. São Paulo: Abril. 27. ed. , nov. 2005.)
 
A catástrofe descrita pelo texto, o terremoto de Lisboa,
registrou-se durante a era Pombalina e teve, como
desdobramento,
a. o redirecionamento dos navios negreiros da África para
Portugal, com vistas à intensificação dos trabalhos de
reconstrução da capital do Reino.
b. a incidência de pesados tributos e a fiscalização severa
sobre a produção aurífera nas terras do Brasil, para garantir
a reconstrução de Lisboa.
c. a revolta da população de Lisboa em relação aos
desígnios de Deus, o que levou à conversão de um grande
contingente de católicos para outros credos, como o
judaísmo e o protestantismo.
d. a comprovação da solidariedade dos demais impérios
coloniais, que contribuíram com uma enorme ajuda
financeira para o reerguimento da capital do reino português.
e. a dispersão da população metropolitana em direção às
colônias portuguesas localizadas no Extremo Oriente,
movida pelo temor de novos terremotos e maremotos.
 
16. UFJF 2009
Entre 1750 e 1777, o primeiro-ministro português Sebastião
de Carvalho e Melo, conhecido como Marquês de Pombal,
comandou a política e a economia portuguesas. A respeito
desse período da história portuguesa e do Brasil, é
INCORRETO afirmar que:
a. o período pombalino pode ser caracterizado como de
“Despotismo Esclarecido”, visto que foi marcado por
medidas modernizantes, mas também manteve a
centralização e o fortalecimento do poder real.
b. Pombal adotou práticas típicas do mercantilismo, visando
a fortalecer os comerciantes portugueses para que
pudessem competir com os ingleses e, também, combater
os contrabandistas.
c. a transferência da capital do Brasil de Salvador para o Rio
de Janeiro foi motivada pela crescente importância das
regiões mineradoras do sudeste.
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d. a expulsão dos jesuítas de Portugal e dos domínios
portugueses, inclusive do Brasil, visava a centralizar a
administração e redefinir o projeto educacional.
e. o governo pombalino reforçou a escravidão indígena,
visando a solucionar o problema da mão-de-obra nas
colônias e reduzir a dependência do tráfico atlântico.
 
17. UNIMONTES 2014
Em meados do século XVIII, um marco histórico importante
foi a ascensão de Dom José I ao trono de Portugal, não
propriamente pelo rei, mas por seu ministro Sebastião José
de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal.
Acerca da obra empreendida pelo ministro português, é
INCORRETO afirmar que
a. se constituiu em uma peculiar mistura do absolutismo
ilustrado com a tentativa de uma aplicação consequente das
doutrinas mercantilistas.
b. fomentou a instalação de manufaturas tanto em Portugal
quanto na América portuguesa, com vistas a tornar a
metrópole menos dependente de importações.
c. estimulou uma política sistemática de escravização de
indígenas, notadamente nas capitanias de São Vicente,
Goiás e na fronteira Sul.
d. foi responsável pela substituição, no território colonial, do
imposto da capitação pelo imposto do quinto do ouro, com a
exigência de renda anual de cem arrobas do metal.
 
18. UFLA 2012
Sebastião José de Carvalho e Melo, ministro de D. José I, rei
de Portugal, ficou conhecido na história como o “Marquês de
Pombal”. Ele implementou um conjunto de reformas em
Portugal e em suas colônias. A respeito dessas reformas,
julgue as afirmativas abaixo em verdadeira (V) ou falsa (F) e
assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
( ) Devido ao privilégio concedido para o monopólio
comercial de uma região, surgiram Companhias de
Comércio do Estado do Grão-Pará e do Maranhão, da Pesca
das Baleias, de Agricultura das Vinhas do Alto Douro e de
Pernambuco e Paraíba.
( ) Acentuou-se a diferença entre cristãos-velhos e 
cristãos-novos em todo o Reino de Portugal, fato que
desencadeou um fortalecimento da Inquisição Portuguesa e
o distanciamento entre o Estado e os comerciantes.
( ) Pombal expulsou os jesuítas do império português, pois
estes controlavam o currículo da Universidade de Coimbra,
ligado à teologia, que era contrária ao iluminismo.
( ) Com relação ao Brasil, Pombal extinguiu as capitanias
hereditárias, transformando-as em capitanias reais, além de
transferir a capital de Salvador para o Rio de Janeiro.
a. F – V – V – F
b. V – V – F – F
c. V – F – V – V
d. F – F – V – V
 
19. ENEM CANCELADO 2009
O Marquês de Pombal, ministro do rei Dom José I,
considerava os jesuítas como inimigos, também porque, no
Brasil, eles catequizavam os índios em aldeamentos
autônomos, empregando a assim chamada língua geral. Em
1755, Dom José I aboliu a escravidão do índio no Brasil, o
que modificou os aldeamentos e enfraqueceu os jesuítas.
 
Em 1863, Abraham Lincoln, o presidente dos Estados
Unidos, aboliu a escravidão em todas as regiões do Sul
daquele país que ainda estavam militarmente rebeladas
contra a União em decorrência da Guerra de Secessão. Com
esse ato, ele enfraqueceu a causa do Sul, de base agrária,
favorável à manutenção da escravidão. A abolição final da
escravatura ocorreu em 1865, nos Estados Unidos, e em
1888 no Brasil.
 
Nos dois casos de abolição de escravatura, observam-se
motivações semelhantes, tais como
a. razões estratégicas de chefes de Estado interessados em
prejudicar adversários para afirmar sua atuação política.
b. fatores culturais comuns aos jesuítas e aos rebeldes do
Sul, contrários ao estabelecimento de um governo central.
c. cumprimento de promessas humanitárias de liberdade e
igualdade feitas pelos citados chefes de Estado.
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d. eliminação do uso de línguas diferentes do idioma oficial
reconhecido pelo Estado.
e. resistência à influência da religião católica, comum aos
jesuítas e aos rebeldes do sul.
 
20. UFES 2009
Em 1757, o Marquês de Pombal proibiu que se falasse outra
língua nas ruas que não o português e fez dele matéria de
ensino obrigatório nas escolas. Assim, procurava garantir,
pela difusão da língua, a integridade territorial dos domínios
ultramarinos da coroa. A vinda da corte, em 1808, assentaria
de vez essa institucionalização. A corte passou a polarizar
atenções sobre o Rio de Janeiro, capital imperial, e todos os
seus hábitos, entre eles o jeito de falar mais aportuguesado,
ganharam um certo caráter modelar para o restante do país.
A chegada da família real produziu um efeito de
representação da unidade. A língua portuguesa, assim, se
torna símbolo importante da união nacional, mas nem por
isso deixou de exprimir a diversidade da nossa formação.
O Globo, 21-03-2008 (adaptado).
 
No texto, a expressão “representação da unidade” remete às
implicações político-culturais do uso da língua portuguesa no
Brasil a partir do século XVIII. Dentro dessecontexto, é
INCORRETO afirmar que a língua portuguesa se torna:
a. importante símbolo de reintegração dos territórios
submetidos à Coroa Portuguesa após a experiência da
União Ibérica entre Portugal e Espanha.
b. instrumento oficial utilizado para reforçar a unidade do
país, num contexto de confronto entre a Coroa Portuguesa e
a Companhia de Jesus.
c. língua marcada, principalmente a partir da vinda da família
real, pela polaridade entre falares de elite, tomados como
modelo, e falares populares.
d. língua de difusão da cultura escrita no Brasil, através de
publicações em ciências e artes, sendo fundamental para
bibliotecas, universidades e imprensa nascentes.
e. língua homogênea, na qual não interfere a diversidade
lingüística e cultural da formação brasileira.
 
21. UFG 2009
Após a morte de D. João V, em 1750, ascendeu como
ministro Sebastião José de Carvalho Melo, futuro Marquês
de Pombal. A administração pombalina destacou-se pela
a. aproximação diplomática com o reino espanhol, em nome
do interesse comum, contendo os abusos ingleses.
b. adoção da escolástica, promovendo o desenvolvimento
científico.
c. valorização da gramática normativa portuguesa,
resgatando o prestígio do latim.
d. distensão do despotismo esclarecido, afirmando uma
administração política e econômica liberal.
e. redefinição da estrutura do ensino português,
implementando o financiamento estatal.
 
22. UFAM 2009
Leia, com atenção, a correspondência do governador do
Estado do Grão-Pará e Maranhão, Fernando da Costa de
Ataíde Teive, enviada ao Ministro Mendonça Furtado, em
1767. Depois, analise as proposições apresentadas,
utilizando seus conhecimentos sobre história colonial da
Amazônia e assinale a alternativa correta de acordo com o
código abaixo.
“Il.mo e Ex.mo Snor. Em 22 de janeiro do ano presente, deu
fundo neste porto o Navio Nossa Senhora do Cabo da
Companhia Geral de Comércio desse Estado com 125
pretos dos quais se venderam a dinheiro, e efeitos a vista
60, e 8 parte a dinheiro e o restos a crédito, fiados 42,
existem por vender 4, morreram nesta cidade 2, na viagem
35, e no levante que fizeram ainda em Bissau 34. Deus g. a
V. Exª. Pará a 17 de março de 1767. Fernando da Costa de
Ataíde Teive a Franc°. Xavier de Mendonça Furtado.”
Arquivo Nacional, Códice 99.
Em 1755, como parte das reformas pombalinas, foi criada a
Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão.
Sobre esta empresa, é correto afirmar:
a. A Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão
tinha atuação alargada no litoral brasileiro, incluindo
atividades como pesca de baleia e comercialização de sal no
Pernambuco;
b. Devido à irregularidade na introdução de africanos e em 
razão do intenso contrabando nas fronteiras com Espanha, a
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companhia enfrentou fortes críticas dos jesuítas por sua
ineficácia na oferta de trabalhadores escravos;
c. De caráter monopolista, a companhia funcionou até 1778
e introduziu mais de 14 mil escravos de origem africana no
Maranhão, Pará e Mato Grosso, além de incrementar o
cultivo de arroz, café e anil;
d. A Companhia de Comércio estimulou a agricultura de
alimentos e forneceu crédito aos produtores locais,
assegurando uma oferta regular de gêneros alimentícios que
passaram a integrar os carregamentos de suas frotas
atlânticas;
e. Com a oferta regular de crédito e o incentivo à melhoria
dos cultivos, a companhia fomentou a indústria de
transformação local, reduzindo a demanda por escravos
africanos;
 
23. MACKENZIE 2015
A expulsão da Companhia de Jesus de todos os territórios
portugueses, em 1759, foi uma das medidas mais polêmicas
tomadas por Pombal. Em geral, as justificativas para esse
ato são a total incompatibilidade entre o controle das práticas
pedagógicas adotadas pelos jesuítas e o projeto educacional
iluminista pombalino. Todavia, é importante assinalar que tal
expulsão também está relacionada
a. aos embates entre o Despotismo Esclarecido e as
convicções dogmáticas da Igreja, que persistiram no governo
de Pombal e de D. Maria I.
b. à imposição do catolicismo como religião oficial da
colônia, fruto da subordinação da coroa portuguesa às
decisões do papa.
c. ao controle do comércio de escravos africanos pelos
jesuítas na região norte, impedindo lucros para a coroa
portuguesa.
d. à influência da burguesia huguenote na corte de D. José I,
exigindo o direito de educar os filhos dos colonos, até então
monopólio dos jesuítas.
e. ao interesse em estabelecer o controle sobre as fronteiras
da América portuguesa e sobre os recursos econômicos
produzidos nessas regiões.
 
GABARITO: 1) a, 2) c, 3) a, 4) a, 5) a, 6) a, 7) c, 8) e, 9) b,
10) b, 11) b, 12) b, 13) b, 14) d, 15) b, 16) e, 17) c, 18) c, 19)
a, 20) e, 21) e, 22) c, 23) e,

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