Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

AUDIOLOGIA INFANTIL
Profa. Ms. Patrícia Neves
Universidades Sant’Anna
ALUNOS
Profª. Ms. Patrícia Neves
Universidades Sant’Anna
O conteúdo desses slides é propriedade 
intelectual da Profª. Patrícia R. C. Neves. 
Todos os textos, imagens, vídeos e outros 
materiais possuem referências bibliográficas 
devidamente citadas. 
É proibido a reprodução e ou 
comercialização do mesmo. Este material 
é dirigido aos alunos da Universidade 
UniSant’Anna para uso educativo, servindo 
como material didático para estudo.
1- INTRODUÇÃO 
• TAN – TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL 
file:///C:/Users/neuro/Downloads/diretrizes_atencao_tria
gem_auditiva_neonatal%20(1).pdf – 24/48 HORAS – 
PROTETIZAÇÃO NO 3 MÊS DE VIDA.
• É NECESSÁRIO O DIAGNÓSTICO CORRETO DA 
PERDA AUDITIVA, INTERVENÇÃO IMEDIATA PARA 
QUE A CRIANÇA POSSA RECEBER TODA A 
ESTIMULAÇÃO NECESSÁRIA E DESENVOLVER A 
FALA E A LINGUAGEM.
• AVANÇO DOS MÉTODOS DISPONÍVEIS PARA A 
DETECÇÃO DA DEFICIÊNCIA AUDITIVA TEM 
PROPORCIONADO O DIAGNÓSTICO PRECOCE E A 
HABILITAÇÃO E REABILITAÇÃO IMEDIATA;
1- INTRODUÇÃO 
NÃO É QUALQUER PROFISSIONAL QUE ESTÁ HABILITADO 
E CAPACITADO PARA TRABALHAR COM ADAPTAÇÃO DE 
PRÓTESES AUDITIVAS EM BEBÊS E CRIANÇAS.
CRIANÇAS NÃO SÃO ADULTOS EM MINIATURAS.
 ALMEIDA, SANTOS (2003)
1- INTRODUÇÃO 
• A DEFICIÊNCIA AUDITIVA TEM COMO PRINCIPAL 
EFEITO NEGATIVO O IMPEDIMENTO PARA O 
DESENVOLVIMENTO DE LINGUAGEM FALADA;
• ESSA SITUAÇÃO É AGRAVADA QUANTO MAIOR FOR O 
GRAU DA PERDA AUDITIVA;
• HABILIDADES QUE SERÃO DESENVOLVIDAS 
POSTERIORMENTE COMO A LEITURA E ESCRITA 
TAMBÉM ESTARÃO ALTERADAS;
2- AUDIÇÃO NORMAL X DEFICIÊNCIA AUDITIVA 
AUDIÇÃO NORMAL NA CRIANÇA LIMIARES IGUAL OU 
MELHORES QUE 15dB NA
2- AUDIÇÃO NORMAL X DEFICIÊNCIA AUDITIVA 
• MESMO PERDAS LEVES PODEM TRAZER PREJUÍZOS NO DESENVOLVIMENTO DE 
APRENDIZAGEM;
• O QUE SÃO CONSIDERADAS PERDAS MÍNIMAS EM CRIANÇAS SEGUNDO BESS (1999):
1. PERDAS UNILATERAIS MÉDIA 500, 1000, 2000Hz IGUAL OU SUPERIOR A 20dB NA PIOR 
ORELHA;
2. PERDAS BILATERAIS MÉDIA 500, 1000, 2000Hz ENCONTRAM-SE ENTRE 20 E 40dB 
BILATERALMENTE;
3. PERDAS EM ALTA FREQUÊNCIAS NAS QUAIS OS LIMIARES SEJAM SUPERIORES A 25dB 
EM DUAS OU MAIS FREQUÊNCIAS ACIMA DE 2000Hz.
2- AUDIÇÃO NORMAL X DEFICIÊNCIA AUDITIVA 
• ESSAS CRIANÇAS PODEM PARECER IMATURAS;
• PODEM ESTAR CONSTANTEMENTE CANSADAS PELO ESFORÇO DE ESCUTA;
• PROBLEMAS COMPORTAMENTAIS, DIFICULDADE DE LEITURA, PROBLEMAS 
SUTIS DE LINGUAGEM;
• DEVEM SER SUBMETIDAS A EXAMES AUDIOLÓGICOS A CADA 6 MESES PARA 
ASSEGURAR QUE A PERDA AUDITIVA NÃO ESTÁ PROGREDINDO E QUE NÃO 
HÁ NENHUMA INTERCORRÊNCIA CONDUTIVA;
• JÁ EM 1993 CRANDELL EM SEU ESTUDO VERIFICOU QUE CRIANÇAS 
PORTADORAS DE PERDAS LEVES OU MÍNIMAS, DE AUDIÇÃO 
APRESENTAVAM UM DECRÉSCIMO DE 58% NO ÍNDICE DE 
RECONHECIMENTO DE SETENÇAS QUANDO HAVIA UMA MUDANÇA NO 
AMBIENTE, DO SILÊNCIO PARA UMA RELAÇÃO SINAL/RUÍDO -6dB. CRIANÇAS 
OUVINTES NORMAIS APRESENTAVAM UM DECRÉSCIMO DE APENAS 28% 
NAS MESMAS CONDIÇÕES.
• AS CRIANÇAS COM PERDA LEVE DEVEM SER AVALIADAS INDIVIDUALMENTE 
PARA QUE SE DECIDA EM QUE MOMENTO ELA DEVE UTILIZAR OS 
EQUIPAMENTOS AUXILIARES DE AUDIÇÃO.
3- SELEÇÃO DAS PRÓTESES AUDITIVAS 
GUIDELINES NA AUDIOLOGIA
 Diretrizes internacionais desenvolvidas por academias, associações ( AAA, ASHA, ABA, CAA) 
para a prática baseada em evidências.
3- SELEÇÃO DAS PRÓTESES AUDITIVAS 
1. ANAMNESE;
2. AVALIAÇÃO OTOLÓGICA;
3. AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA;
4.SELEÇÃO DE PRÓTESE AUDITIVA;
5.VERIFICAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DA AMPLIFICAÇÃO;
6. VALIDAÇÃO DO USO DA AMPLIFICAÇÃO;
7.ORIENTAÇÕES;
8.ACONSELHAMENTO;
8 PASSOS PARA UMA BOA SELEÇÃO DAS PRÓTESES AUDITIVAS
3.1 – ANAMNESE 
• Instrumento de avalição, entrevista;
• Detalhada e cuidadosa;
• Observar comportamento da criança;
• Observar desenvolvimento neuropsicomotor, sensorial, fala e linguagem.
• Observar se as queixas dos responsáveis estão correspondendo com a nossa observação;
• Conhecer o desenvolvimento global de uma criança normal;
PODEMOS SUBDIVIDIR EM 3 TÓPICOS:
✔ QUEIXA
✔ INDICADORES DE RISCO
✔ DESENVOLVIMENTO GLOBAL
AZEVEDO et al, Descomplicando a audiologia Infantil, 
2024.
3.1 – ANAMNESE 
QUEIXA:
1. “Por que você trouxe seu filho para a avaliação?”
Atenção
Escolaridade
Linguagem
Auditiva
3.1 – ANAMNESE 
QUEIXA:
2. “Quando você chama, a criança olha?”
Sim, sempre;
Só se eu chamar mais alto;
Nunca responde quando eu chamo.
3.1 – ANAMNESE 
QUEIXA:
3. “Se ela responde, qual distância você está, por exemplo você está na cozinha e ela (e) 
no quarto?”
4. “Seu filho entende quando você pede para ele trazer algo?”
5. “Como a criança se expressa?”
PELA QUEIXA E PELOS QUESTIONAMENTOS PROPOSTOS, O AUDIOLOGISTA 
PRESSUPÕE O GRAU DA PERDA AUDITIVA, ASSIM PODEMOS TER UMA IDÉIA NA 
SELEÇÃO DA INTENSIDADE QUE VAMOS INICIAR A AVALIAÇÃO.
3.1 – ANAMNESE 
INDICADORES DE RISCO:
INFORMAÇÕES SOBRE O PERÍODO PRÉ, PERI E PÓS-NATAL 
DEVEM SER COLETADOS ATRAVÉS:
• Análise do prontuário hospitalar do neonato;
• Análise da caderneta de saúde da criança ou ficha de alta da 
maternidade;
• Entrevista com o familiar.
3.1 – ANAMNESE 
INDICADORES DE RISCO:
PERÍODO PRÉ NATAL:
• Histórico familiar (riscos genéticos), consanguinidade, antecedentes de saúde da gestante, ocorrências 
durante a gestação (uso de medicamentos ototóxicos, álcool, drogas psicotrópicas, exposição a 
produtos químicos, doenças durante a gestação (infecções congênitas e traumas).
PERÍODO PERINATAL:
• Tipo de parto;
• Idade gestacional;
• Medidas antropométricas (peso, estatura e perímetro cefálico – micro ou hidrocefalia);
• Hiperbilirrubinemia com exsanguineotransfusão;
• Asfixia ou encefalopatia hipóxico-hisquêmica;
• Permanência em UTI por mais de 5 dias;
• Oxigenação extracorpórea (ECMO);
• Uso de aminoglicosídeos por mais de 5 dias.
3.1 – ANAMNESE 
INDICADORES DE RISCO:
PERÍODO PERINATAL:
• Infecções intrauterinas (Hérps, Rubéola, Citomegalovírus, 
Zika Vírus, Sífilis e Toxoplasmose);
• Anomalias craniofaciais (microtia, atresia, displasia, fosseta 
auricular, fissura palatina, anormalidades do osso temporal);
• Síndromes genéticas associadas à perda de audição;
• Alterações renais;
• Alterações visuais;
• Meningite/encefalite bacteriana e viral;
• Traumatismo cranioencefálico;
• Hemorragia periventricular
3.1 – ANAMNESE 
INDICADORES DE RISCO:
PERÍODO PÓS-NATAL:
• Traumatismo cranioencefálico;
• Meningite;
• Quimioterapia;
• Otites recorrentes;
• Suspeita de perda auditiva referida pelos pais.
3.1 – ANAMNESE 
INDICADORES DE RISCO:
1. NÃO APRESENTA RISCO
2. APRESENTA RISCO PARA PERDA AUDITIVA CONDUTIVA:
o Aleitamento materno artificial posição deitada ao amamentar
o Refluxo gastroesofágico
o Displasia broncopulmonar
o Exposição ao tabagismo familiar
o Creche
o Infecções frequentes de vias aéreas superior
o Fissuras palatinas
o Síndrome de Down
o Alergias
o Deficiências imunológicas
o Malformação de orelha
3.1 – ANAMNESE 
INDICADORES DE RISCO:
3. APRESENTA RISCO PARA PERDA AUDITIVA COCLEAR:
o Antecedente familiar de surdez
o Infecções congênitas
o Uso de aminoglicosídeos por mais de 5 dias
o Meningite bacteriana
o Exposição ao ruído
o Síndromes genéticas
o Traumatismo cranioencefálico
o Quimioterapia
3.1 – ANAMNESE 
INDICADORES DE RISCO:
4. APRESENTA RISCO PARA ALTERAÇÃO RETROCOCLEAR:
o Hiperbilirrubinemia
o Hemorragia peri-intraventricular
o Asfixia ou encefalopatia hipóxico-isquêmica
o Meningite viral
o Citomegalovírus congênito
o Toxoplasmose congênita
o Infecção por Zika Vírus na gestação
o Microcefalia
o Hidrocefalia
3.1 – ANAMNESE 
INDICADORES DE RISCO:
5. APRESENTA RISCO PARA PERDAS AUDITIVAS ADQUIRIDAS/PROGRESSIVAS:
o Antecedente familiar de deficiência auditiva
o Rubéola congênita
o Citomegalovírus congênito
o Oxigenação extracorpórea
o Malformação do tipo Mondini
o Aqueduto vestibular alargado e deiscência do canal semicircular superior
3.1 – ANAMNESE 
INDICADORES DE RISCO:
ESSAS5 CLASSIFICAÇÕES SÃO IMPORTANTES PARA DEFINIR OS PROCEDIMENTOS 
COMPLEMENTARES:
❖ PEATE com estímulo clique – alteração retrococlear
❖ PEATE por via aérea e óssea – perda condutiva e coclear
❖ Monitoramento da audição – perda auditiva adquirida/progressiva
3.1 – ANAMNESE 
DESENVOLVIMENTO GLOBAL
✔ Marcadores do desenvolvimento neuropsicomotor;
✔ Aquisição e desenvolvimento de linguagem;
✔ Fala e audição;
✔ Alterações de comportamento (desatenção aos sons, hipersensibilidade auditiva, dificuldade de 
interação entre pares);
✔ Habilidades acadêmicas/intelectuais;
3.1 – ANAMNESE 
CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS
1. CRIANÇA COM PA COCLEAR
❖ Desenvolvimento motor adequado;
❖ Balbuciou, mas parou aos 7 meses;
❖ Não fala nada ou fala muito errado;
❖ Linguagem atrasada em relação aos pares;
❖ Não entende ordens só quando olha para os lábios;
❖ Muito atento à pistas visuais e táteis;
3.1 – ANAMNESE 
CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS
1. CRIANÇA COM PA COCLEAR
❖ Uso de gestos e expressões faciais para se comunicar;
❖ Socialização e interação adequadas;
❖ Atividade lúdica adequada à idade;
❖ Agitação motora, movimenta-se bastante para explorar o ambiente, manipula os 
adultos, faz birra;
❖ Voz alterada, flutuação em intensidade, frequências e alterações da ressonância;
❖ Responde na audiometria indicada para sua faixa etária: audiometria com reforço 
visual (6 meses a 2 anos) e audiometria lúdica ( 2 a 5 anos).
3.1 – ANAMNESE 
CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS
2. CRIANÇA COM ALTERAÇÃO CENTRAL (espectro da neuropatia auditiva)
❖ Atraso no desenvolvimento motor;
❖ Atraso de linguagem: não balbuciou e fala pouco; apresenta jargão e 
ecolalia;
❖ Não presta atenção às pistas visuais, táteis e expressões faciais;
❖ Atrapalha-se com estimulação multissensorial: responde melhor à estímulos 
auditivos na ausência de estímulos distratores;
❖ Dificuldade de socialização e interação;
3.1 – ANAMNESE 
CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS
2. CRIANÇA COM ALTERAÇÃO CENTRAL ( espectro da neuropatia 
auditiva)
❖ Atividade lúdica atrasada em relação à idade;
❖ Hiperatividade: movimentação exagerada sem propósito de 
exploração ambiental;
❖ Reações atípicas: muito choro e gritos e desconforto a sons 
intensos;
❖ Responde na audiometria indicada para faixas etárias menores, 
como audiometria com reforço visual aos 3 anos;
❖ Não responde bem a tons puros. Respondem melhor a ruídos 
Narrow Band.
3.1 – ANAMNESE 
CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS
3. CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA:
❖ Desenvolvimento motor adequado;
❖ Atraso de linguagem podem vocalizar com sons guturais e estranhos;
❖ Repete músicas, anúncios de tv e frases sem conexão com o contexto;
❖ Ausência de comunicação não verbais: não olha para o rosto, não usa gestos;
❖ Atividades lúdicas atípicas com movimentações estereotipadas, girar objetos, rodar, 
movimentação de mãos (flap) e corporal ( balanço do corpo para frente e para trás).
❖ Persistência em atividades e comportamentos como montar torres e organizar objetos 
por cor ou formas, ou comportamentos estranhos;
3.1 – ANAMNESE 
CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS
3. CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA:
❖ Seletividade alimentar: só come um tipo de alimento, com determinada textura;
❖ Hipersensibilidade a sons intensos: reação de tampar as orelhas diante de som 
intenso, correr ou chorar;
❖ Não localiza a voz familiar, mas localiza o som fraco do celular;
❖ Dificilmente responde bem à audiometria, exceto nos casos anteriormente 
denominados “síndrome de Asperger”.
3.1 – ANAMNESE 
CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS
4. CRIANÇA COM TRANSTORNO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL:
❖ Limiares normais ou nos limites de normalidade (20dBNA), pode apresentar 
dificuldade para responder a sons de fraca intensidade;
❖ Responde melhor para Narrow Band do que para tons puros;
❖ Desatento durante a avaliação;
❖ Cansa muito rápido;
❖ Pede muita repetição: AH? O QUE?
3.1 – ANAMNESE 
CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS
4. CRIANÇA COM TRANSTORNO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL:
❖ Dificuldade para responder na presença de ruído;
❖ Dificuldades para ordens complexas;
❖ Dificuldade de entender piadas , palavras de duplo sentido e 
metáforas;
❖ Hipersensibilidade para sons intensos.
3.1 – ANAMNESE 
CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS
5. CRIANÇA COM PERDA AUDITIVA CONDUTIVA:
❖ Responde apenas a sons mais intensos;
❖ Compreende bem a fala em níveis de intensidade elevados IRF 
NORMAL;
❖ Geralmente aumenta o volume da tv;
❖ Desatento;
❖ Pede para repetir;;
3.1 – ANAMNESE 
CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS
5. CRIANÇA COM PERDA AUDITIVA CONDUTIVA:
❖ Alterações de fala mais comuns no condutivo crônico;
❖ Voz normal ou hiponasal;
4 – TRIAGEM AUDITIVA 
NEONATAL 
❖ A detecção, o diagnóstico e Intervenção devem ser realizadas o mais precocemente 
possível para que possamos atingir o melhor desempenho das competências de 
linguagem, comunicação, alfabetização, desenvolvimento e bem estar psicossocial. 
(Joint Comittee on Infant Hearing, 2019).
❖ DA – 1-3: 1.000 nascimentos na população geral;
❖ DA – 2 -4: 100 dos recém-nascidos de risco;
❖ Alto risco para perda auditiva: mais de 5 dias na UTI neonatal;
❖ Indicadores de risco para deficiência auditiva utilizado no programa de TAN da 
UNIFESP
4 – TRIAGEM AUDITIVA 
NEONATAL 
❖ Indicadores de risco para deficiência auditiva 
utilizado no programa de TAN da UNIFESP
4 – TRIAGEM AUDITIVA 
NEONATAL 
❖ Lei Federal nº 12.303 de agosto de 2010 – obrigatório a realização da triagem com 
Emissões Otoacústicos Evocados em todas as maternidades;
❖ É considerada TANU quando realizada em 95% dos RN;
❖ Resultado “passa/falha” – se passar pouca probabilidade de PA, se falhar há maior 
probabilidade de PA;
❖ 2 etapas, quando falha, repete entre 7 a 30 dias – depende do protocolo utilizado;
❖ A recomendação é realizar a TAN em até 1 mês de vida, diagnóstico da PA em até 3 
meses e a adaptação de próteses auditivas em até 6 meses, a meta é 1,2,3 meses 
respectivamente.
4 – TRIAGEM AUDITIVA 
NEONATAL 
Sharma et al 2023, demonstram a existência de períodos críticos 
de estimulação para que possamos ter a plasticidade do SNC, o 
fortalecimento das ligações sinápticas pós- experienciação nestes 
períodos.
Os mapas corticais são desorganizados com a privação sensorial, 
pelo desiquilíbrio das entradas do sistema e a maturação depende 
da estimulação.
Quando há privação sensorial por 3-4 anos, o cérebro se reorganiza 
e as áreas corticais de recepção auditiva tornam-se visuais, 
limitando por exemplo o sucesso do implante coclear.
Crianças com perda auditiva profunda sem benefícios com próteses 
auditivas devem ser encaminhadas ao IC até 2 anos de vida.
4.1 – PROTOCOLOS DE TRIAGEM 
❖ Recomendam procedimentos não invasivos;
❖ Fisiológicos e eletrofisiológicos automáticos (EOA) para 
RN sem IRDA e (PEATEa) para RN com IRDA;
❖ EOAT – estimulam a cóclea como um todo, a presença 
de resposta revela integridade das células ciliadas 
externas da cóclea, essas respostas desaparecem com 
perda a partir de 25 a 30dBNA, os equipamentos 
portáteis realizam esse exame mais rápido por isso 
utilizado em triagem.
4.1 – PROTOCOLOS DE TRIAGEM 
RETIRADO DO LIVRO MANUAL DE AUDIOLOGIA PEDIÁTRICA, LEVI C. 2015
4.1 – PROTOCOLOS DE TRIAGEM 
RETIRADO DO LIVRO MANUAL DE AUDIOLOGIA PEDIÁTRICA, LEVI C. 2015
As EOAT são sons breves, normalmente um clique de alta 
intensidade (80db) que são apresentados ao ouvido do bebê 
através de uma sonda apresentando componentes em curta 
latência em frequências altas (4kHz e 5kHz) e os de longa 
latência em frequências baixas (1kHz). Estas respostas são 
captadas pelo microfone da sonda colocada no ouvido da 
criança e enviadas a um equipamento especializado, que 
analisa a presença ou ausência das emissões. Critérios de 
Análise: Em geral considerada resposta verdadeira em 
neonatos com a reprodutibilidade(%) ≥ 70, a relação sinal/ruído 
≥5, em crianças reprodutibilidade(%) ≥ 70, a relação sinal/ruído 
entre 3 e 5 e em adultos reprodutibilidade (%) ≥ 50, a relação 
sinal/ruído ≥3.
4.1 – PROTOCOLOS DE TRIAGEM 
RETIRADO DO LIVRO MANUAL DE AUDIOLOGIA PEDIÁTRICA, LEVI C. 2015
Já as EOAPD geralmente são dois tons puros entre 55-65dB 
simultâneos (f1 e f2), que produzem como resposta o produto 
de distorção (2f1-f2). Essas emissões são registradas pela 
sonda colocada no ouvido da criança e analisadas pelo 
equipamento, que pode indicar se há alguma perda auditiva 
sensorioneural. 
Indicadas para avaliação complementar em casos de ausência 
de detecção de Emissões Otoacústicas transientes. 
4.2 – CUIDADOS NA REALIZAÇÃO DAS EOAT 
❖ Ambiente silencioso, ruído inferior a 53dBNPS;
❖ RN em sono, sem sucção natural e ou artificial;
❖ Estímulo clique em nível de pressão sonora entre 75 e 85dBpeNPS;
❖ 24 a 48 horas após o nascimento, vérnix pode levar a um resultado 
“falha”;
❖ Após 8 horas do banho, pois umidade e vérnix pode dar resultado 
“falha”;
❖ Se der falha, realizar manobra auricular facilitadora, reposicionar a 
sonda e repetir as EOA;
❖ Cuidado com o colabamento que é muito comum nessa idade;
❖ Idade gestacional é importante se o pré-termo falhou, repetir com 37 
semanas de idade corrigida.
4.2 – CUIDADOS NA REALIZAÇÃO DAS EOAT 
4.3 – PESQUISA DO REFLEXO CÓCLEO-PALPEBRAL 
❖ A via auditiva deste reflexo envolve o nervo auditivo e tronco 
encefálico auxiliando na neuropatia auditiva;
❖ Contração do músculo orbicular do olho, observada por 
movimentação palpebral na presença de um estímulo sonoro intenso;
❖ 100dB com a campânula grande do agogô;
4.3 – PESQUISA DO REFLEXO CÓCLEO-PALPEBRAL 
4.4 – POTENCIAL EVOCADO AUDITIVO DE TRONCO ENCEFÁLICO - 
PEATEa
4.4 – POTENCIAL EVOCADO AUDITIVO DE TRONCO ENCEFÁLICO - 
PEATEa
4.4 – POTENCIAL EVOCADO AUDITIVO DE TRONCO ENCEFÁLICO - 
PEATEa
❖ O PEATEa registra a atividade do nervo auditivo e das vias auditivas 
centrais no tronco encefálico, após estimulação acústica, são 
utilizados os equipamentos de PEATEa, pela rapidez e por poder 
identificar neuropatias auditivas;
❖ Estímulo clique em itensidade de 35/30 dBnNA, quando os 
parâmetros ideias são atingidos o equipamento registra “passa”, o 
PEATEa não identifica perdas mínimas ou leves, apenas superiores a 
40dBNA;
❖ Nos RN IRDA podem ser utilizadas as técnicas combinadas EOAT e 
PEATEa, a falha em ambos pode sugerir perda auditiva coclear.
❖ A falha no PEATEa com passa na EOAT pode sugerir Espectro da 
Neuropatia Auditiva;
❖ A falha na EOAT com passa no PEATEa pode indicar perda 
condutiva, perda coclear ascendente ou disfunção coclear com maior 
risco de perda progressiva
4.4 – POTENCIAL EVOCADO AUDITIVO DE TRONCO ENCEFÁLICO - PEATE
❖ Quando o RN passa no PEATEa e falha nas EOAT, temos que monitorar a 
imitanciometria para excluir o comprometimento condutivo e realizar o PEATE 
diagnóstico de frequência específica principalmente a frequência de 500Hz 
para pesquisar perda ascendente;
❖ Estímulo clique em intensidade de 35/30 dBnNA, quando os parâmetros ideias 
são atingidos o equipamento registra “passa”, o PEATEa não identifica perdas 
mínimas ou leves, apenas superiores a 40dBNA;
❖ Nos RN IRDA podem ser utilizadas as técnicas combinadas EOAT e PEATEa, 
a falha em ambos pode sugerir perda auditiva coclear.
❖ A falha no PEATEa com passa na EOAT pode sugerir Espectro da Neuropatia 
Auditiva;
❖ A falha na EOAT com passa no PEATEa pode indicar perda condutiva, perda 
coclear ascendente ou disfunção coclear com maior risco de perda progressiva
4.4 – POTENCIAL EVOCADO AUDITIVO DE TRONCO ENCEFÁLICO - PEATE
4.4 – POTENCIAL EVOCADO AUDITIVO DE TRONCO ENCEFÁLICO - PEATE
4.4 – POTENCIAL EVOCADO AUDITIVO DE TRONCO ENCEFÁLICO - PEATE
❖ No caso de crianças com atresia do meato acústico 
externo, os RN devem ser encaminhados diretamente para 
o diagnóstico audiológico com a realização do PEATE 
diagnóstico por vias aérea e óssea , com fone supraaural e 
vibrador ósseo, para identificação das perdas, em geral o 
resultado demonstra perda condutiva moderada, com 
limiares de via óssea normais.
❖ Orientação aos pais.
❖ Boa interação profissionais e pais.
❖ Acolhimento sem assustar.
❖ Não podemos minimizar a possibilidade de perda auditiva.
4.4 – POTENCIAL EVOCADO AUDITIVO DE TRONCO ENCEFÁLICO - PEATE
4.5 – PROTOCOLO DA UNIFESP – RN SEM IRDA
4.5 – PROTOCOLO DA UNIFESP – RN COM IRDA
4.6 – PROTOCOLO DA UNIFESP - DIAGNÓSTICO
TAN FALHA – o reteste deverá ser feito no período 
de até 30 dias após o teste sendo o período de 15 
dias o mais indicado, o reteste deve ser realizado 
em ambas as orelhas mesmo que a falha tenha 
ocorrido unilateral.
❖ No caso de falha no reteste, todos os RN com ou 
sem IRDA devem ser encaminhados para 
avaliação diagnóstica, segue ao lado o protocolo 
na UNIFESP
4.7 – INTERPRETAÇÃ0 DOS RESULTADOS – EOAT E RCP
4.7 – INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS – EOAT E IMITANCIOMETRIA
4.7 – INTERPRETAÇÃ0 DOS RESULTADOS – EOAT, PEATEa e RPC
4.8 – ORIENTAÇÃO
A observação do desenvolvimento de audição e linguagem e, caso 
apresente atraso, procurar ajuda profissional, para reavaliar a 
audição. Os marcos do desenvolvimento auditivo são apresentados 
no capítulo de avaliação comportamental
4.9 – MONITORAMENTO AUDITIVO – PROTOCO UNIFESP
3.1 – ANAMNESE 
LIVROS 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
1. Schochat et al. Tratado de Audiologia. 3ª edição. São Paulo. Editora Manole 2022.
2. Azevedo et al. Descomplicando a Audiologia Infantil. 1ª edição. Ribeirão 
Preto. Booktoy 2024.
ATIVIDADES 
1. ENTREGA DIA 04.10.2024
ANAMNESE
INSERIR NO CLASS
 NOMEXXXXXX SEMESTRE XXXXXXXXX
 
 2.ENTREGA DIA 04.10.2024 
LER O ARTIGO ABAIXO E RESUMIR COM AS IDÉIAS MAIS IMPORTANTES