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SOLUÇÕES DOS PROBLEMAS 73 49. A situação é mostrada na figura a seguir. Seja a a primeira parte da viagem (50,0 km para leste) e seja c a viagem desejada (90,0 km para o norte). Queremos determinar um vetor b tal que c a b= + . (a) De acordo com o teorema de Pitágoras, a distância percorrida pelo barco deve ser b = + =( , ) ( , )50 0 90 0 1032 2km km km. (b) A direção deve ser = = °−tan , , ,1 50 0 90 0 29 1 km km a oeste do norte (o que equivale a 60,9° ao norte do oeste). Note que este problema também poderia ser resolvido expressando primeiro os vetores na no- tação dos vetores unitários: a c= =( , )ˆ, ( , )ˆ.50 0 90 0km i km j Isso nos dá b c a= − = − +( , )ˆ ( , )ˆ50 0 90 0km i km j b c a= − = − +( , )ˆ ( , )ˆ50 0 90 0km i km j O ângulo entre b e o semieixo x positivo é u = − = °−tan , , ,1 90 0 50 0 119 1 km km A relação entre θ e φ é u = ° +90 . 50. Os vetores d1 e d2 são dados por d d d d1 1 2 2= − =ˆ ˆj e i. (a) O vetor d d2 24 4/ ( / ) ˆ= i aponta na direção do semieixo x positivo. O fator de 1/4 não muda a orientação do vetor. (b) O vetor d d1 14 4/ ( ) ( / )ˆ− = j aponta na direção do semieixo y positivo. O sinal negativo (do “−4”) inverte o sentido do vetor: −(–y) = + y. (c) d d1 2 0⋅ = , já que ̂ ˆi j = 0⋅ ; o produto escalar de dois vetores perpendiculares é zero. (d) d d d d1 2 1 24 4 0⋅ = ⋅ =( / ) ( ) / , como no item (c). (e) d d d d d d1 2 1 2 1 2× = − ×(ˆ ˆ ˆj i ) = k, na direção do semieixo z positivo. (f) d d d d d d2 1 2 1 1 2× = − × −(ˆ ˆ ˆi j ) = k, na direção do semieixo z negativo. 74 SOLUÇÕES DOS PROBLEMAS (g) O módulo do vetor do item (e) é d d1 2 . (h) O módulo do vetor do item (f) é d d1 2 . (i) Como d d d d1 2 1 24 4× =( / ) ( / ) ˆ k, o módulo é d d1 2 4/ . (j) O vetor d d d d1 2 1 24 4× =( / ) ( / )k̂ aponta na direção do semieixo z positivo. 51. Embora seja possível pensar neste movimento como tridimensional, ele é se torna bidimen- sional quando o deslocamento é considerado apenas no plano da falha. (a) O módulo do deslocamento total é AB AD AC = + = + =2 2 2 217 0 22 0 27 8( , ) ( , ) , .m m m (b) O módulo da componente vertical de AB é |AD| sen 52,0° = 13,4 m. 52. Os três vetores são d d 1 2 4 0 5 0 6 0 1 0 2 0 0 = + − = − + , ˆ , ˆ , ˆ , ˆ , ˆ ˆ i j k i j+3, k d3 4 0 3 0 0= +, ˆ , ˆ ˆi j+2, k (a) r d d d= − + = + + −1 2 3 9 0 6 0 7 0( , )ˆ ( , )ˆ ( , )m i m j m ˆ̂k . (b) O módulo de r é | | ( , ) ( , ) ( , ) r = + + − =9 0 6 0 7 02 2 2m m m 12,9 m. O ângulo entre r e o semieixo z positivo é dado por cos ˆ | | , , ,u = ⋅ = − = − r r k m m 7 0 12 9 0 543 o que nos dá u = °123 . (c) A componente de d1 em relação a d2 é dada por d d d = ⋅1 1û = cos, onde é o ângulo entre d1 e d2 e û é o vetor unitário na direção de d2. Usando as propriedades do produto es- calar, temos: d d d d d d d d d = ⋅ ⋅ = − 1 1 2 1 2 1 2 2 1 = (4,0)( ,, ) ( , )( , ) ( , )( , ) ( , ) ( , ) ( 0 0 0 0 0 0 0 + + − − + + 5 2 6 3 1 22 2 33 12 142, )0 3,2m.= − = − (d) Agora estamos interessados em encontrar uma componente d⊥ tal que d d1 2 24 0= + + − = = + ⊥( , ) ( . d d d2 2 2 25 0 6 0 77= + + − = = + ⊥) ( , ) ( , ) . Substituindo d pelo seu valor, calculado no item (c), temos: d⊥ = − − =77 3 2 8 22m m m.2 ( , ) , Com isso, ficamos conhecendo o módulo da componente perpendicular (obteríamos o mesmo valor usando a Eq. 3-27), mas se quisermos mais informações, como a orientação do vetor ou uma especificação completa em termos dos vetores unitários, teremos que fazer um cálculo mais complexo. 53. Usamos a Eq. 3-20 e a Eq. 3-27 para calcular, respectivamente, o produto escalar e o pro- duto vetorial dos dois vetores: a b ab a b ab ⋅ = × = cos | | sen