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FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS DE UNAÍ
CURSO DE AGRONOMIA
JOVANA DOS ANJOS DA SILVA
LUIZ HENRIQUE RIBEIRO BRANDÃO
MARIA EDUARDA GONÇALVES
PABLINY DA SILVA NASCIMENTO
TRYCIAN NATALIA REIS
RELATÓRIO DO EXPERIMENTO 5:
Extração de DNA Vegetal
UNAI- MG
2024
1. INTRODUÇÃO
O processo de extração de DNA de plantas é crucial para pesquisas em biologia molecular, genética e biotecnologia. Este processo possibilita a coleta do material genético necessário para várias análises, como testes de identificação, estudos de hereditariedade e estudos sobre características particulares de plantas. 
Neste documento, discutiremos o procedimento de extração de DNA de dois diferentes organismos vegetais: o morango (Fragaria x ananassa) e a cebola (Allium cepa). O morango é famoso pelas suas células altamente poliploides, que contêm várias cópias do seu genoma, o que simplifica a visualização do DNA extraído. Por outro lado, a cebola tem células com paredes celulares resistentes, o que requer procedimentos de extração meticulosos para desmantelar essas estruturas e expor o material genético.
A finalidade deste estudo é apresentar o procedimento adotado para a extração de DNA de ambos os organismos e examinar as propriedades do DNA extraído. A relevância do saber acerca da extração de DNA vegetal reside na sua utilização em métodos de laboratório e estudos científicos, expandindo a compreensão acerca da composição genética das plantas e sua diversidade biológica.
2. OBJETIVOS
Extrair o DNA dos vegetais que é visualizado a olho nu o seu aspecto.
3. MATERIAIS
1 Cadinho;
Morangos (frescos ou congelados);
Cebola;
Sal de cozinha (NaCl);
Detergente Neutro;
Água Quente (aproximadamente 65ºC);
Aparato Filtrante: 1 filtro de papel com funil;
Álcool etílico gelado 96% (Mantenha no freezer -20ºC);
1 Béquer limpo.
4. PROCEDIMENTO
4.1 Coloque os morangos previamente lavados e sem as sépalas no cadinho ou saco plástico;
4.2 Esmague os morangos;
4.3 Adicione uma ponta de espátula de sal de cozinha e duas colheres de chá de detergente;
4.4 Misture tudo;
4.5 Adicione 30ml de água quente e misture;
4.6 Derrame o extrato em um aparato filtrante;
4.7 Deixe filtra em um recipiente;
4.8 Coloque a solução em um béquer limpo;
4.9 Derrame devagar o álcool gelado no béquer, até a metade e observe o que está acontecendo;
4.10 Repita o mesmo processo com a cebola.
5. RESULTADOS E DISCUSSÕES
O detergente possibilita a quebra das moléculas de lipídios presentes nas membranas biológicas, enquanto o sal cria um ambiente propício para a extração de DNA, neutralizando a carga negativa dos grupos fosfatos dessa molécula. A elevada temperatura das moléculas, facilitada pela ação do detergente, contribui para a desestabilização das membranas lipídicas. A temperatura elevada também auxilia na inativação de enzimas que podem danificar o DNA.
Ao filtrar uma solução celular, as partículas maiores são retidas, enquanto a solução que contém DNA e outras moléculas dissolvidas passa pelo filtro. Isso leva a uma amostra mais purificada, tornando mais fácil a visualização do DNA e possibilitando que as fases seguintes, como a precipitação e o isolamento do DNA, sejam mais eficientes. A adição inicial de sal ao álcool gelado reduz a solubilidade do DNA. O DNA, que é menos solúvel em álcool, se juntará a outras moléculas formando um aglomerado. Incorporar o álcool em temperatura baixa de forma lenta ajuda na eficácia da precipitação do DNA.
5.1 Reação do morango:
Com a realização das etapas obtém-se 50 mL de extrato de morango onde se foi adicionado 25 mL de álcool etílico gelado, de forma lenta, onde se foi perceptível bolhas na parte superior e na parte inferior do béquer se obteve um líquido avermelhado, e no meio visualizamos o DNA na forma de fios brancos muito finos, como emaranhado, possuindo um aspecto pegajoso e espumoso.
5.2 Reação da cebola: 
Com a realização das etapas anteriores foi-se obtido 50 mL de extrato de cebola, onde foi-se adicionado 50 mL de álcool etílico gelado, de forma lenta, onde se foi perceptível bolhas na parte superior e na parte inferior do béquer se obteve um líquido esbranquiçado, e no meio visualizamos o DNA na forma de fios brancos muito finos, como emaranhado, possuindo um aspecto pegajoso e espumoso.
6. CONCLUSÃO
A obtenção de DNA vegetal de morango e cebola possibilitou a verificação da eficácia do procedimento utilizado e a visualização do material genético em ambas as situações. No teste com o morango, a camada inferior exibiu um líquido de cor vermelha, enquanto com a cebola a tonalidade foi esbranquiçada, evidenciando as variações entre os pigmentos e compostos encontrados nas células de cada planta. 
Essas variações também sugerem que cada tipo de tecido pode reagir de maneira distinta ao procedimento de extração, particularmente no que diz respeito à aparência visual das camadas formadas. Contudo, em ambas as amostras, a existência de bolhas na superfície e a precipitação do DNA foram similares, confirmando a aplicabilidade universal do processo para a produção de DNA vegetal.
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