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<p>Fisioterapia</p><p>na saúde do</p><p>idoso</p><p>DISCENTES: Joyce Correia Tavares</p><p>Edilamare Ferreira</p><p>Lesões de ombro na terceira idade e sua</p><p>repercussão funcional na escala de DASH</p><p>Domínguez-Gasca LG,* Chico-Carpizo F,* Magaña-Reyes J,** Domínguez-Carrillo LG***</p><p>As lesões de ombro são uma das causas mais comuns</p><p>de dor e incapacidade em pessoas acima de 65 anos,</p><p>afetando cerca de 21% dos idosos. A prevalência é</p><p>maior no sexo feminino (25%) comparado ao</p><p>masculino (17%).</p><p>Essas lesões frequentemente causam dor e redução</p><p>na função do ombro, afetando significativamente a</p><p>qualidade de vida dos pacientes.</p><p>Prevalência e Impacto</p><p>As lesões de tecidos moles, como tendinite e rupturas</p><p>do manguito rotador, são comuns e podem ocorrer em</p><p>até 80% dos pacientes com mais de 80 anos.</p><p>Outras condições incluem a síndrome de pinçamento</p><p>subacromial, osteoartrite da articulação</p><p>acromioclavicular e calcificações.</p><p>CAUSAS E DIAGNÓSTICO CAUSAS E DIAGNÓSTICO</p><p>O estudo incluiu 100 pacientes com mais de 65 anos,</p><p>avaliados quanto ao impacto funcional das lesões de</p><p>ombro usando a escala DASH (Disabilities of the Arm,</p><p>Shoulder, and Hand).</p><p>A avaliação revelou uma variação significativa na</p><p>funcionalidade, com scores variando de 52% a 94%, com</p><p>uma média de 71%.</p><p>Metodologia</p><p>O tratamento geralmente é conservador, mas técnicas</p><p>cirúrgicas minimamente invasivas, como a artroscopia,</p><p>têm se mostrado eficazes.</p><p>A avaliação funcional contínua e o uso de escalas</p><p>como a DASH são fundamentais para monitorar e</p><p>melhorar a qualidade de vida dos pacientes idosos.</p><p>Tratamento e Reabilitação</p><p>O DASH é um questionário que tem 30</p><p>questões, pontuadas de 01 a 05.</p><p>O escore final é obtido subtraindo 30</p><p>pontos do total.</p><p>A pontuação é apresentada numa escala</p><p>de orientação negativa: 0 (máxima</p><p>funcionalidade) a 100 (máxima</p><p>incapacidade)</p><p>https://www.bing.com/ck/a?!&&p=b9fdcb0384da16fdJmltdHM9MTcyNTQwODAwMCZpZ3VpZD0wMjg0MjY0YS1hZmYyLTY4YmUtMjQ3My0zMmJiYWVjNDY5YTkmaW5zaWQ9NTczMQ&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0284264a-aff2-68be-2473-32bbaec469a9&psq=escala+de+DASH&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cyLmZhYi5taWwuYnIvY2luZGFjdGEyL2ltYWdlcy9GaXNpb3RlcmFwaWEvZmlzaW90ZXJhcGlhXzFfZGFzaC5wZGY&ntb=1</p><p>https://www.bing.com/ck/a?!&&p=b9fdcb0384da16fdJmltdHM9MTcyNTQwODAwMCZpZ3VpZD0wMjg0MjY0YS1hZmYyLTY4YmUtMjQ3My0zMmJiYWVjNDY5YTkmaW5zaWQ9NTczMQ&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0284264a-aff2-68be-2473-32bbaec469a9&psq=escala+de+DASH&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cyLmZhYi5taWwuYnIvY2luZGFjdGEyL2ltYWdlcy9GaXNpb3RlcmFwaWEvZmlzaW90ZXJhcGlhXzFfZGFzaC5wZGY&ntb=1</p><p>https://www.bing.com/ck/a?!&&p=ef45f1300fb143ccJmltdHM9MTcyNTQwODAwMCZpZ3VpZD0wMjg0MjY0YS1hZmYyLTY4YmUtMjQ3My0zMmJiYWVjNDY5YTkmaW5zaWQ9NTczNA&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0284264a-aff2-68be-2473-32bbaec469a9&psq=escala+de+DASH&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cyLmZhYi5taWwuYnIvY2luZGFjdGEyL2ltYWdlcy9GaXNpb3RlcmFwaWEvZmlzaW90ZXJhcGlhXzFfZGFzaC5wZGY&ntb=1</p><p>https://www.bing.com/ck/a?!&&p=ef45f1300fb143ccJmltdHM9MTcyNTQwODAwMCZpZ3VpZD0wMjg0MjY0YS1hZmYyLTY4YmUtMjQ3My0zMmJiYWVjNDY5YTkmaW5zaWQ9NTczNA&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0284264a-aff2-68be-2473-32bbaec469a9&psq=escala+de+DASH&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cyLmZhYi5taWwuYnIvY2luZGFjdGEyL2ltYWdlcy9GaXNpb3RlcmFwaWEvZmlzaW90ZXJhcGlhXzFfZGFzaC5wZGY&ntb=1</p><p>https://www.bing.com/ck/a?!&&p=01850614c41ac035JmltdHM9MTcyNTQwODAwMCZpZ3VpZD0wMjg0MjY0YS1hZmYyLTY4YmUtMjQ3My0zMmJiYWVjNDY5YTkmaW5zaWQ9NTczNg&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0284264a-aff2-68be-2473-32bbaec469a9&psq=escala+de+DASH&u=a1aHR0cDovL3JpbWFzLnVjLnB0L2luc3RydW1lbnRvcy8xMy8&ntb=1</p><p>https://www.bing.com/ck/a?!&&p=01850614c41ac035JmltdHM9MTcyNTQwODAwMCZpZ3VpZD0wMjg0MjY0YS1hZmYyLTY4YmUtMjQ3My0zMmJiYWVjNDY5YTkmaW5zaWQ9NTczNg&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0284264a-aff2-68be-2473-32bbaec469a9&psq=escala+de+DASH&u=a1aHR0cDovL3JpbWFzLnVjLnB0L2luc3RydW1lbnRvcy8xMy8&ntb=1</p><p>https://www.bing.com/ck/a?!&&p=01850614c41ac035JmltdHM9MTcyNTQwODAwMCZpZ3VpZD0wMjg0MjY0YS1hZmYyLTY4YmUtMjQ3My0zMmJiYWVjNDY5YTkmaW5zaWQ9NTczNg&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0284264a-aff2-68be-2473-32bbaec469a9&psq=escala+de+DASH&u=a1aHR0cDovL3JpbWFzLnVjLnB0L2luc3RydW1lbnRvcy8xMy8&ntb=1</p><p>https://www.bing.com/ck/a?!&&p=01850614c41ac035JmltdHM9MTcyNTQwODAwMCZpZ3VpZD0wMjg0MjY0YS1hZmYyLTY4YmUtMjQ3My0zMmJiYWVjNDY5YTkmaW5zaWQ9NTczNg&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0284264a-aff2-68be-2473-32bbaec469a9&psq=escala+de+DASH&u=a1aHR0cDovL3JpbWFzLnVjLnB0L2luc3RydW1lbnRvcy8xMy8&ntb=1</p><p>https://www.bing.com/ck/a?!&&p=01850614c41ac035JmltdHM9MTcyNTQwODAwMCZpZ3VpZD0wMjg0MjY0YS1hZmYyLTY4YmUtMjQ3My0zMmJiYWVjNDY5YTkmaW5zaWQ9NTczNg&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0284264a-aff2-68be-2473-32bbaec469a9&psq=escala+de+DASH&u=a1aHR0cDovL3JpbWFzLnVjLnB0L2luc3RydW1lbnRvcy8xMy8&ntb=1</p><p>O aumento da idade da população eleva a prevalência das lesões de ombro,</p><p>destacando a necessidade de reconhecer fatores de risco e utilizar ferramentas</p><p>de avaliação funcional para orientar o tratamento e melhorar a qualidade de vida</p><p>dos pacientes idosos</p><p>Este artigo destaca a importância de uma abordagem cuidadosa na avaliação de</p><p>tratamento das lesões de ombro em idosos, enfatizando a necessidade de</p><p>estratégias eficazes para gestão e reabilitação dessas condições.</p><p>ConclusãoCONCLUSÃO</p><p>CASO CLÍNICO</p><p>Paciente A.M.M., masculino, 89 anos,</p><p>diagnósticado com artrose</p><p>acromioclavicular, diminuição da</p><p>amplitude da coluna torácica. Não é</p><p>hipertenso, não há relatos de diabetes</p><p>ou outras comorbidades significativas,</p><p>O paciente chegou a clínica</p><p>deambulando, consciente. Na avaliação</p><p>relatou dores na coluna inteira que</p><p>irradia para os dedos, e citou ter</p><p>realizado cirurgia no joelho bilateral.</p><p>TESTES REALIZADOS:</p><p>Fabere: positivo a direita</p><p>Fadir: negativo bilateral</p><p>Gaslen: positivo bilateral</p><p>Slump: positivo a direita</p><p>SLR( teste de elevação da perna reta):</p><p>positivo a direita</p><p>Artrose acromioclavicular é um</p><p>desgaste da articulação localizada</p><p>entre a clavícula e o osso chamado</p><p>acrômio, provocando sintomas como</p><p>inchaço, dor, rigidez no ombro e</p><p>dificuldade para realizar alguns</p><p>movimentos.</p><p>FISIOPATOLOGIA</p><p>Esse problema tem mais incidência</p><p>entre atletas, pessoas que fazem</p><p>musculação ou que trabalham em</p><p>movimentos muito repetitivos com</p><p>os braços.</p><p>Para detectar o processo inflamatório,</p><p>o médico costuma avaliar o histórico</p><p>clínico e os sintomas apresentados</p><p>pelos pacientes.</p><p>Exames como: raio-x, tomografia</p><p>computadorizada e ressonância</p><p>magnética podem ser solicitados para</p><p>complementar o diagnóstico</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>O tratamento da artrose acromioclavicular pode incluir</p><p>medicamentos como: anti-inflamatórios e analgésicos,</p><p>injeção de corticoide e até cirurgias, a depender da</p><p>gravidade do caso. Além disso, orientados por um</p><p>fisioterapeuta, exercícios específicos são fundamentais</p><p>para manter a mobilidade da articulação e fortalecer os</p><p>músculos ao redor do ombro, reduzindo a carga sobre a</p><p>região afetada.</p><p>TRATAMENTO CLÍNICO E FISIOTERAPÊUTICO</p><p>IMPORTÂNCIA</p><p>A fisioterapia é importante no tratamento da</p><p>artrose acromioclavicular, oferecendo uma</p><p>abordagem não invasiva para aliviar a dor,</p><p>melhorar a função do ombro e retardar a</p><p>progressão da doença. Este método terapêutico</p><p>envolve uma variedade de técnicas e exercícios</p><p>destinados a fortalecer os músculos ao redor da</p><p>articulação afetada, melhorar a amplitude de</p><p>movimento e promover a estabilidade articular.</p><p>Objetivo fisioterapêutico</p><p>O objetivo fisioterapêutico foi diminuição da dor,</p><p>ganho de amplitude, e ganho de força muscular</p><p>OBRIGADA!</p>

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