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CENTRO UNIVERSITÁRIO 
UNIBTA
NOME: Cleber da Silveira Machado
RA: 49681
PROJETO MULTIDISCIPLINAR III 
ETAPA 4 (2022PER IV)
Tucumã - PA
2022
Sumário
INTRODUÇÃO	5
DESENVOLVIMENTO	6
CONCLUSÃO	8
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS	9
REVISÃO BIBLIOGRAFICA
ARTIGOS CIENTÍFICOS
Por uma cultura brasileira do milho
 
Patricia Mariuzzo
 
Agricultores familiares e cientistas: diálogo de saberes sobre as variedades crioulas de milho no estado da Paraíba
 
Maria José Ramos da SilvaI; Fillipe Silveira MariniII; Aline Carneiro de PaulaIII; Alexsandro Alves CoelhoIV; Amaury da Silva dos SantosV
Indicador de sustentabilidade dos agroecossistemas: estudo de caso em áreas de cultivo de milho
Maria José Ramos da SilvaI; Fillipe Silveira MariniII; Aline Carneiro de PaulaIII; Alexsandro Alves CoelhoIV; Amaury da Silva dos SantosV
RESUMO
A importância do Milho 
Este trabalho visa a importância do milho na alimentação da Sociedade no brasil e sua produção em grande escala; e melhorar o desenvolvimento das espécies de milhos para os pequenos agricultores onde possa contribuir com a culinária nacional. No Brasil, para além da produção em larga escala, o milho está presente na mesa, na cultura e nas plantações dos pequenos produtores rurais de Norte a Sul. Desde a idade antiga até os tempo modernos de hoje o milho sempre foi utilizado como fonte de alimentação. Porem com o passar do tempo está monocultura passou por um processo de melhoramento genético. Pesquisadores de diversas instituições tem contribuído com o melhoramento do milho para beneficiar grandes e pequenos produtores e amantes deste alimento que e o milho. Sabe-se que diversos alimento no Brasil são a base do milho; como por exemplo: farinha de milho que e composta a base do milho, onde a mesma faz parte da culinária de diversos estados brasileiros. E importante destacar que tem uma variedade de milho chamada crioula, onde o mesmo e bastante utilizado na agricultura familiar. A conservação dos recursos genéticos, vem sendo utilizada pelos agricultores familiares, há séculos, a partir da conservação in situ, metodologia estabelecida para a manutenção dos agroecossistemas produtivos, no qual, cultivam, selecionam e conservam espécies vegetais, com o uso de técnicas agrícolas menos agressiva à natureza. Ao longo dos anos. Após a revolução verde, implementada na década de 1950 sob a justificativa de aumentar a produção de alimentos e acabar com a fome, os modos de produção modificaram-se. Iniciou-se uma produção de larga escala com alta tecnologia, dominada por grandes corporações, buscando a maior produtividade.
INTRODUÇÃO
	Com as grandes navegações do século XVI e o início do processo de colonização da América, a cultura do milho se expandiu para outras partes do mundo. Hoje é cultivado e consumido em todos os continentes e sua produção só perde para a do trigo e do arroz. 
 No Brasil, o cultivo do milho vem desde antes da chegada dos europeus. Atualmente, além de ser fonte de nutrição, a cultura do milho é fonte de matéria-prima na fabricação de subprodutos em grandes indústrias químicas, farmacêuticas, de bebidas e combustível.
	O milho é uma planta da família Gramineae e da espécie Zea mays. Comummente, o termo se refere à sua semente, um cereal de altas qualidades nutritivas. È um conhecido cereal cultivado em grande parte do mundo. É extensivamente utilizado como alimento humano ou ração animal, devido às suas qualidades nutricionais. O maior produtor mundial são os Estados Unidos.
	Os fatores responsáveis por esta mudança na cadeia produtiva do milho são diversos: expansão da agricultura para o cerrado; busca por novas tecnologias pelos produtores; desenvolvimento de sementes mais adaptadas às condições climáticas de cada região; aquisição de equipamentos de melhor rendimento e desempenho; e criação de técnicas redutoras de perdas físicas e de qualidade. O milho é um dos alimentos mais nutritivos que existem. Puro ou como ingrediente de outros produtos, é uma importante fonte energética para o homem.
	No Brasil, é a matéria-prima principal de vários pratos da culinária típica brasileira como canjica, cuscuz, polenta, angu, mingaus, pamonhas, cremes, entre outros como bolos, pipoca ou simplesmente milho cozido. Maior que as qualidades nutricionais do milho, só mesmo sua versatilidade para o aproveitamento na alimentação humana.
	Sistema sustentável, pode ser definido como aquele que garante, a longo prazo, a qualidade ambiental e a preservação dos recursos naturais, que atende às demandas de produção de fibras e alimentos, é economicamente viável e promove a melhoria da qualidade de vida da sociedade em um todo.
	O plantio de milho na forma ancestral continua a praticar-se na América do Sul, nomeadamente em regiões pouco desenvolvidas, no sistema conhecido no Brasil como de roças.
Desenvolvimento
 O milho sempre contribui para a segurança alimentar da humanidade desde o surgimento da sociedade. Seja em forma de grãos, cozido, assado, como farinha ou mingau, este importante alimento faz parte da história de subsistência e do desenvolvimento cultural da nossa civilização.
	O milho e um importante alimento utilizado nas rações para os criadores de gado no Brasil, pois ele e muito utilizado para a produção de leite, confinamentos de gado, para criadores de suínos, caprinos e aves etc.
	A complicada situação atual das explorações de gado, gerada pelos baixos preços do leite, forçou o setor a reduzir custos e a aproveitar ao máximo os recursos próprios da exploração. A utilização dos resíduos orgânicos gerados na própria exploração de gado como fertilizante constitui uma oportunidade para progredir rumo à sustentabilidade ambiental e económica. É necessário encontrar forragens altamente energéticas para os períodos em que o pasto é escasso, assim como reduzir os custos da sua produção. A utilização de populações e variedades de milho locais adaptadas às condições climáticas próprias de cada região, a sua fácil multiplicação para a obtenção de semente, e os seus custos de produção razoáveis; tudo isto faz com que sejam uma alternativa válida numa agricultura sustentável
	A produção sustentável converteu-se numa prioridade para a sociedade atual que propõe a utilização racional dos recursos naturais, de modo a que o seu esgotamento seja o mais lento possível e respeite o ambiente. A sustentabilidade consiste, no caso da agricultura, em minimizar as contribuições para esse mesmo esgotamento mantendo níveis aceitáveis de produção e qualidade. Assim, ao reduzir o uso de produtos nocivos para a saúde e para o ambiente, melhoramos a higiene e segurança alimentar, além do bem-estar no meio rural. Para além disso, aumentamos o valor acrescentado das colheitas, que passam a ser produtos de qualidade.
	O melhoramento genético vegetal, em particular o melhoramento do milho, esteve fundamentalmente centrado na produção de linhas puras e de híbridos, de modo que o melhoramento de populações estava geralmente orientado para o desenvolvimento de material base, para subsequentes obtenções de linhas puras e de híbridos. Os modernos híbridos atuais selecionam-se em, e para, condições de alta produtividade, com elevados custos e sem se prestar atenção aos prejuízos que causam no ambiente nem à sustentabilidade da produção a longo prazo. 
	A agricultura convencional assume que as variedades e as técnicas progredirão continuamente para enfrentar os novos problemas que, em boa medida, causa por si mesma: como a erosão do solo, a contaminação e o surgimento de ervas daninhas, assim como pragas mais agressivas e persistentes. O cultivo de milho forrageiro, num sistema sustentável, implica o desenvolvimento e o melhoramento de populações com capacidade para produzirem um rendimento aceitável e uma boa qualidade com base numa fertilização orgânica, suprimindo-se os herbicidas e os inseticidas. Ou seja, é necessário identificar e melhorar os genótipos com bom rendimento e qualidade forrageira, e que, para além disso, apresentem um bom comportamentoneste tipo de sistemas mais rústicos e exigentes.
	Diferindo da pesquisa agronômica convencional, a pesquisa ou experimentação agroecológica tem como premissa a participação de agricultores em todas as suas fases, ou seja, desde seu planejamento até a avaliação e a divulgação dos resultados, sem, no entanto, em nenhum momento, desvalorizar o rigor científico. A pesquisa participativa tem como um de seus propósitos a construção de conhecimentos a partir de saberes (científico e empírico) nos quais, conjuntamente, são identificados os avanços e desafios para determinar as possíveis ações que possam contribuir com o processo de construção social da comunidade.
	A cultura do milho é, provavelmente, uma das culturas que apresenta a maior utilização de sementes certificadas. Existem vários tipos de cruzamentos que são disponibilizados no mercado, atualmente. Com o avanço tecnológico, buscam-se alternativas para os mais diversos ambientes e manejos. Podem ser encontradas diferentes bases genéticas de milho, desde variedades, em geral, de adaptação mais ampla, menos evoluídas tecnologicamente e menos produtivas, até híbridos simples, em geral de adaptação mais restrita, mais evoluídos tecnologicamente e mais produtivos
	Através destes estudos e possível realizar esta parceria entre os produtores rurais e os pesquisadores de todo o brasil, onde as pesquisas vão ajudar todos neste processo de melhoria continua.
 Eu como futuro agrônomo espero contribuir muito ainda com projetos voltados para a agricultura familiar para poder ajudar a reduzir a fome entre famílias do Brasil. Pretendo também contribuir nas pesquisas cientificas tecnológicas para reduzir a degradação dos solos, e ainda realizar trabalhos com produtores na conscientização ambiental onde devemos reduzir a degradação e produzir mais em espaços já existentes, sem ser preciso abrir novas áreas, e com isto tentar reduzir impactos de degradação ambiental em novas áreas. Sei que não e um trabalho fácil; porem com investimentos na conscientização ambiental e na capacitação dos profissionais envolvidos poderá ser um grande avanço. E ainda poderemos buscar parcerias com empresas do agronegócio para realizar campanhas educativas com produtores rurais.
 Sendo assim para que tenha sustentabilidade, a agricultura moderna deve se nortear por um padrão que tenha como referência o uso racional da terra e dos recursos bióticos, florestais, que possam permanecer por longo tempo na Natureza. Logo, a valorização do potencial biológico e vegetativo no processo produtivo pode se desenvolver em diversos ramos da agricultura sustentável, que incorpora a agricultura orgânica, natural, biodinâmica e ecológica.
Para que seja possível a concretização de um sistema mais sustentável, é necessário que a população tenha acesso a distintas formas de produção, processamento e comercialização. Dessa forma, salienta-se a intervenção do Estado nas políticas alimentares como fator essencial para a consolidação da alimentação sustentável.
O desenvolvimento de algumas monoculturas é afetado por algumas práticas de manejo que não são realizadas adequadamente. Um exemplo e a cultura do milho. O importante e realizar a escolha correta dos genótipos e a utilização de adubações orgânicas, provenientes da produção animal, onde poderemos estar melhorando nestas aplicações.
Ambas as modalidades têm sua importância social e econômica perante a sociedade moderna. A agricultura empresarial é a que abastece em maior quantidade os produtos requeridos pela população em geral, que é a mais numerosa, pois mais de 80% desse contingente dependem dos produtos agrícolas produzidos. Além disso, esse tipo de agricultura contribui de modo expressivo nas exportações, gerando divisas e tributos em geral. Por outro lado temos a agricultura de subsistência que tem elevado apelo social, uma vez que significativa parcela dos agricultores depende dessa atividade para a sua sobrevivência em que muitas das vezes e um alimento importante para sobrevivência de famílias brasileiras.
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MARIUZZO, PATRICIA, Por uma cultura brasileira do milho. Ciência e cultura, São Paulo, V. 71, Pg 1 – 5, jan/marc. 2019.
SILVA, J.R.M. et al. Agricultores familiares e cientistas: diálogo de saberes sobre as variedades crioulas de milho no estado da Paraíba: Ciência e cultura, São Paulo, V. 69, n.2, p1 – 6, abr./jun. 2017
CAPELLESSO, J. A.; CAZELLA, A. A. Indicador de sustentabilidade dos agroecossistemas: estudo de caso em áreas de cultivo de milho: Ciência rural, V. 43, p1 – 7, Dez. 2013
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