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Transporte de Escolares Curso de Atualização para Condutores de Veiculos de www.ascontran.com.brwww.ascontran.com.br ATUALIZAÇÃO MÓDULO 1 Legislação de Trânsito 1 Prezado Aluno, Desejamos-lhe boas-vindas ao Curso de Atualização para Condutores de Veículos de Transporte Escolar, que se des�na a desenvolver novos conhecimentos e aprofundar as competências que você já possui no desempenho de sua profissão. Todos os condutores de veículos de transporte de escolares que já possuam o cer�ficado do curso especializado, devem obrigatoriamente realizar a atualização a cada cinco anos, com o obje�vo de garan�r melhores condições para que possa exercer sua profissão com segurança e responsabilidade. O treinamento segue o que determina a Resolução 168/2004 do CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito no que diz respeito ao conteúdo programá�co e carga horária, sendo dividido em quatro módulos: Legislação de Trânsito; Direção Defensiva; Noções de Primeiros Socorros; Respeito ao Meio Ambiente e Convívio Social; e Relacionamento interpessoal. O Cer�ficado de conclusão do curso deve ser apresentado ao Detran quando da renovação do exame de ap�dão �sica e mental para que seja anotado em seu prontuário, mantendo, assim, a informação na sua Carteira Nacional de Habilitação de que está habilitado para conduzir veículo de transporte de escolares. Temos certeza que o curso será muito proveitoso para você, pois serão apresentadas dicas, conceitos e soluções prá�cas para ajudá-lo a resolver os problemas que são encontrados no seu dia a dia de trabalho. Apresentação do CursoOBJETIVO Transporte de Escolares Curso de Atualização Sumário SUMARIO Sumário SUMARIO 1.1 Categorias de habilitação e relação com veículos conduzidos 1 1.2 Documentação exigida para condutor e veículo 3 1.3 Sinalização viária 4 1.4 Infrações, crimens de trânsito e penalidades 17 1.5 Regras gerais de circulação, conduta, estacionamento e parada 19 1.6 Legislação específica sobre transportes de passageiros 24 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Para começar o estudo, vamos relembrar qual o órgão competente para habilitar condutores e quais os requisitos para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação. É bom rever que todo condutor deve, obrigatoriamente, possuir um documento de habilitação para ter o direito de conduzir qualquer �po de veículo motorizado. Na legislação de trânsito está expresso que compete ao órgão máximo execu�vo de trânsito da União - Denatran expedir a Permissão para Dirigir, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), os Cer�ficados de Registro (CRV) e o de Licenciamento Anual (CLA) mediante delegação aos órgãos execu�vos dos Estados e do Distrito Federal – DETRAN (art.19 inciso VII). A habilitação para conduzir veículo automotor e elétrico é apurada por meio de exames que devem ser realizados junto aos DETRAN, do domicílio ou residência do candidato, que preencher os seguintes requisitos (art. 140): - Ser penalmente imputável; - Saber ler e escrever; - Possuir Carteira de Iden�dade ou equivalente; - Possuir Cadastro de Pessoa Física – CPF (Res. CONTRAN nº 168/2004). Inves�dos dos requisitos previstos no Ar�go 140, e por força das Resoluções do Conselho Nacional de Trânsito que versam sobre o assunto, em especial a Resolução nº 168, de 14 de dezembro de 2004, o candidato deverá se submeter à realização de: 1 – Avaliação Psicológica; 2 – Exames de Ap�dão Física e Mental; 3 – Exame escrito sobre a integralidade do conteúdo programá�co, desenvolvido em Curso de Formação para Condutor; 4 – Exame de direção veicular, realizado na via pública, em veículo da categoria para a qual esteja se habilitando. Todos os requisitos exigidos estão dispostos na citada resolução, disponível no site do Departamento Nacional de Trânsito (clique aqui para ir ao site). 1 Categorias de habilitação E relação com veículos conduzidos 1.1 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização 2 O documento de habilitação é expedido em forma definida pelo Conselho Nacional de Trânsito de acordo com a Resolução 598/2016 que regulamenta a expedição do documento único da Carteira Nacional de Habilitação, com novo leiaute e requisitos de segurança. As categorias da habilitação estão definidas de acordo com o Ar�go 143, o qual pr SAIBA MAIS: SAIBA MAIS SOBRE HABILITAÇÃO LENDO OS ARTIGOS 140 A 160 do CTBevê que os candidatos poderão se habilitar nas categorias de “A” à “E”. Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização 3 Neste item passaremos a elencar os documentos necessários para a condução de veículos e as consequências que podem advir da ausência dos mesmos. Para conduzir veículos automotores os condutores devem portar a Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de acordo com a categoria do veículo que está conduzindo ou a Permissão para Dirigir (PPD), em se tratando de primeira habilitação. Tais documentos devem ser originais, dentro do prazo de validade e não podem estar plas�ficados. Já, em relação à documentação do veículo, é obrigatório portar o condutor deve portar o Cer�ficado de Licenciamento Anual (CLA), nomenclatura atual do Cer�ficado de Registro e Licenciamento Anual (CRLV), pois ele comprova que o veículo está apto a circular. Com as recentes alterações na legislação de trânsito, o porte do Cer�ficado de Licenciamento Anual será dispensado quando, no momento da fiscalização, for possível ter acesso ao devido sistema informa�zado para verificar se o veículo está licenciado. TOME NOTA: Ler ar�gos 120 e 135 CTB Documentação exigida para condutor e veículo 1.2 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização 4 Sinalização viária1.3 É um subsistema da sinalização viária cujo meio de comunicação está na posição ver�cal, normalmente em placa, fixado ao lado ou suspenso sobre a pista, transmi�ndo mensagens de caráter permanente e, eventualmente, variáveis, através de legendas e/ou símbolos pré-reconhecidos e legalmente ins�tuídos. A par�r deste momento passaremos a rever os conceitos des�nados a sinalização viária suas normas e regulamentações, bem como a prioridade dos sinais de trânsito. De acordo com o Anexo I do CTB sinais de trânsito são elementos de sinalização viária que se u�liza de placas, marcas viárias, equipamentos de controle luminosos, disposi�vos auxiliares, apitos e gestos, des�nados exclusivamente a ordenar ou dirigir o trânsito dos veículos e pedestres e de acordo com sua função, podem ser: VERTICAIS HORIZONTAIS; DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO AUXILIAR; LUMINOSOS; SONOROS; GESTOS DO AGENTE DE TRÂNSITO E DO CONDUTOR Há também uma ordem de prevalência da sinalização: AS ORDENS DO AGENTE DE TRÂNSITO PREVALECEM SOBRE AS NORMAS DE CIRCULAÇÃO E OUTROS SINAIS; AS INDICAÇÕES DO SEMÁFORO PREVALECEM SOBRE OS DEMAIS SINAIS; AS INDICAÇÕES DOS SINAIS PREVALECEM SOBRE AS DEMAIS NORMAS DE TRÂNSITO. Passaremos agora a discorrer sobre os diversos �pos de sinalização 1.3.1 SINALIZAÇÃO VERTICAL Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização 5 A finalidade desta sinalização é fornecer informações que permitam aos usuários das vias adotarem comportamentos adequados, de modo a aumentar a segurança, ordenar os fluxos de tráfego e orientar os usuários da via. Classifica-se em: SINALIZAÇÃO DE REGULAMENTAÇÃO SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA SINALIZAÇÃO DE INDICAÇÃO 1.3.2 SINALIZAÇÃO HORIZONTAL Com afunção organizar o fluxo de veículos e pedestres; controlar e orientar os deslocamentos em situações com problemas de geometria, topografia ou frente a obstáculos; complementar os sinais ver�cais de regulamentação, advertência ou indicação, é um subsistema da sinalização viária que se u�liza de linhas, marcações, símbolos e legendas, pintados ou apostos sobre o pavimento das vias. Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização 6 1.3.3 DISPOSITIVOS AUXILIARES Elementos aplicados ao pavimento da via, junto a ela, ou nos obstáculos próximos, de forma a tornar mais eficiente e segura a operação da via. São cons�tuídos de materiais, formas e cores diversos, dotados ou não de refle�vidade, com as funções de: incrementar a percepção da sinalização, do alinhamento da via ou de obstáculos à circulação; reduzir a velocidade pra�cada; oferecer proteção aos usuários; alertar os condutores quanto a situações de perigo potencial ou que requeiram maior atenção. Os Disposi�vos Auxiliares são agrupados, de acordo com suas funções, em: Disposi�vos Delimitadores: São elementos u�lizados para melhorar a percepção do condutor quanto aos limites do espaço des�nado ao rolamento e a sua separação em faixas de circulação. São apostos em série no pavimento ou em suportes, reforçando marcas viárias, ou ao longo das áreas adjacentes a elas. Podem ser mono ou bidirecionais em função de possuírem uma ou duas unidades refle�vas. O �po e a (s) cor (es) das faces refle�vas são definidos em função dos sen�dos de circulação na via, considerando como referencial um dos sen�dos de circulação, ou seja, a face voltada para este sen�do. A Resolução Contran nº 336, de 24 de novembro de 2009, proibiu a u�lização de tachas e tachões, aplicados transversalmente à via pública, como redutor de velocidade ou ondulação transversal. Tipos de Disposi�vos Delimitadores: Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização 7 Disposi�vos de Canalização Os disposi�vos de canalização são apostos em série sobre a super�cie pavimentada. Tipos de Disposi�vos de Canalização: Disposi�vos de Sinalização de Alerta São elementos que têm a função de melhorar a percepção do condutor quanto aos obstáculos e situações geradoras de perigo potencial à sua circulação, que estejam na via ou adjacentes à mesma, ou quanto a mudanças bruscas no alinhamento horizontal da via. Possuem as cores amarela e preta quando sinalizam situações permanentes e adquirem cores laranja e branca quando sinalizam situações temporárias, como obras. Tipos de Disposi�vos de Sinalização de Alerta: Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização 8 Alterações nas Caracterís�cas do Pavimento São recursos que alteram as condições normais da pista de rolamento, quer pela sua elevação com a u�lização de disposi�vos �sicos colocados sobre a mesma, quer pela mudança ní�da de caracterís�cas do próprio pavimento. São u�lizados para: es�mular a redução da velocidade; aumentar a aderência ou atrito do pavimento; alterar a percepção do usuário quanto a alterações de ambiente e uso da via, induzindo-o a adotar comportamento cauteloso; incrementar a segurança e/ou criar facilidades para a circulação de pedestres e/ou ciclistas. Disposi�vos de Proteção Con�nua Elementos colocados de forma con�nua e permanente ao longo da via, confeccionados em material flexível, maleável ou rígido, que têm como obje�vo: evitar que veículos e/ou pedestres transponham determinado local; evitar ou dificultar a interferência de um fluxo de veículos sobre o fluxo oposto. Tipos de Disposi�vos para Fluxo de Pedestres e Ciclistas: T i p o s d e D i s p o s i � v o s p a r a F l u x o V e i c u l a r : Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização 9 São elementos fixos ou móveis diversos, u�lizados em situações especiais e temporárias, como operações de trânsito, obras e situações de emergência ou perigo, com o obje�vo de alertar os condutores, bloquear e/ou canalizar o trânsito, proteger pedestres, trabalhadores, equipamentos, etc. Aos disposi�vos de uso temporário estão associadas as cores laranja e branca. Disposi�vos Luminosos São aqueles que se u�lizam de recursos luminosos para proporcionar melhores condições de visualização da sinalização, ou que, conjugados a elementos eletrônicos, permitem a variação da sinalização ou de mensagens, como por exemplo: advertência de situação inesperada à frente; mensagens educa�vas visando o comportamento adequado dos usuários da via; orientação em praças de pedágio e pá�os públicos de estacionamento; informação sobre condições operacionais das vias; orientação do trânsito para a u�lização de vias alterna�vas; regulamentação de uso da via. Tipos de Disposi�vos Luminosos: Disposi�vos de Uso Temporário Transito lento km 40 a km 45,3 -- Acidente na pista painéis eletrônicos painéis com setas luminosas Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização 10 Tipos de Disposi�vos de Uso Temporário: GRADI FAIXA BANDEIRA DESVIO S CONE CILINDRO BALIZADOR MÓVEL TAMBOR FITA ZEBRADA CAVALETE BARREIRA TAPUME ELEMENTOS LUMINOSOS COMPLEMENTARES GRADI FAIXA BANDEIRA DESVIO S Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização A sinalização semafórica é um subsistema da sinalização viária que se compõe de indicações luminosas, acionadas alternada ou intermitentemente através de sistema elétrico/eletrônico, cuja função é controlar os deslocamentos. Verde: indica permissão de prosseguir na marcha, podendo o condutor efetuar as operações indicadas pelo sinal luminoso, respeitadas as normas gerais de circulação e conduta. Sinalização Semafórica de Regulamentação 1.3.4 SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA Verde: assinala que os pedestres podem atravessar. Vermelha Intermitente: assinala que a fase durante a qual os pedestres podem atravessar está a ponto de terminar. Isto indica que os pedestres não podem começar a cruzar a via e os que tenham iniciado a travessia na fase verde se desloquem o mais breve possível para o local seguro mais próximo. As cores u�lizadas são: Vermelha: indica que os pedestres não podem atravessar. A sinalização semafórica de regulamentação tem a função de efetuar o controle do trânsito num cruzamento ou seção de via, através de indicações luminosas, alternando o direito de passagem dos vários fluxos de veículos e/ou pedestres. Existem dois grupos: sinalização semafórica de regulamentação; sinalização semafórica de advertência. Para controle de fluxo de veículos: Para controle de fluxo de pedestres: Vermelha: indica obrigatoriedade de parar. Amarela: indica “atenção”, devendo o condutor parar o veículo, salvo se isto resultar em situação de perigo. 11 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Sinalização Semafórica de Advertência A sinalização semafórica de advertência tem a função de adver�r da existência de obstáculo ou situação perigosa, devendo o condutor reduzir a velocidade e adotar as medidas de precaução compa�veis com a segurança para seguir adiante. Compõe-se de uma ou duas luzes de cor amarela, cujo funcionamento é intermitente ou piscante alternado, no caso de duas indicações luminosas. Sinalização de Obras Tendo como caracterís�ca a u�lização dos sinais e elementos de sinalização ver�cal, horizontal, semafórica e de disposi�vos e sinalização auxiliares combinados de forma que: os usuários da via sejam adver�dos sobre a intervenção realizada e possam iden�ficar seu caráter temporário; sejam preservadas as condições de segurança e fluidez do trânsito e de acessibilidade; os usuário sejam orientados sobre caminhosalterna�vos; sejam isoladas as áreas de trabalho, de forma a evitar o depósito e/ou lançamento de materiais sobre a via. Na sinalização de obras, os elementos que compõem a sinalização ver�cal de regulamentação, a sinalização horizontal e a sinalização semafórica têm suas caracterís�cas preservadas. A sinalização ver�cal de advertência e as placas de orientação de des�no adquirem caracterís�cas próprias de cor, sendo adotadas as combinações das cores laranja e preta. Entretanto, mantém as caracterís�cas de forma, dimensões, símbolos e padrões alfanuméricos: PRÓXIMOS 300 m Utilize Desvio A 3,4m 12 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização 1.3.5 GESTOS Já sabemos que as ordens emanadas por gestos de agentes da autoridade de trânsito prevalecem sobre as regras de circulação e as normas definidas por outros sinais de trânsito. Os gestos podem ser: Gestos de Agentes da Autoridade de Trânsito Gestos de Agentes – De acordo com o disposto no Anexo I do CTB são movimentos convencionais de braço, adotados exclusivamente pelos agentes de autoridades de trânsito nas vias, para orientar, indicar o direito de passagem dos veículos ou pedestres ou emi�r ordens, sobrepondo-se ou completando outra sinalização ou norma constante no CTB. SIGNIFICADO Ordem de parada obrigatória para todos os veículos. Quando executada em interseções, os veículos que já estiverem nela não são obrigados a parar. GESTO SINAL B r a ç o l e v a n t a d o verticalmente, com a palma da mão para frente. SIGNIFICADO Ordem de diminuição de velocidade. GESTO SINAL Braços estendidos horizontalmente, com a palma da mão para baixo, fazendo movimentos A A SIGNIFICADO Ordem de parada para todos os veículos que venham de d i r e ç õ e s q u e c o r t e m ortogonalmente a direção ind icada pe los b raços estendidos, qualquer que se ja o sent ido do seu deslocamento. GESTO SINAL Braços estendidos horizontalmente, com a palma da mão para baixo, fazendo movimentos 13 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Gestos de condutores A definição trazida pelo Anexo I do CTB, esclarece que são movimentos convencionais de braço, adotados exclusivamente pelos condutores, para orientar ou indicar que vão efetuar uma manobra de mudança de direção, redução brusca de velocidade ou parada. SIGNIFICADO Ordem de parada para todos os veículos que venham de d i r e ç õ e s q u e c o r t e m ortogonalmente a direção i n d i c a d a p e l o b r a ç o estendidos, qualquer que se ja o sent ido do seu deslocamento. GESTO SINAL Braços estendidos horizontalmente, com a palma da mão para frente, do lado do trânsito a que se destina. SIGNIFICADO Ordem de parada para os veículos para os quais a luz é dirigida. GESTO SINAL Braços estendidos horizontalmente, agitando uma luz vermelha para um determinado veículo SIGNIFICADO Ordem de seguir GESTO SINAL Braço levantado, com movimento de antebraço da frente para retaguarda e a palma da mão voltada para trás. A A 14 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Sinais sonoros Emi�dos exclusivamente pelos agentes da autoridade de trânsito nas vias, para orientar ou indicar o direito de passagem dos veículos ou pedestres, sobrepondo-se ou completando sinalização existente no local ou norma estabelecida no CTB. Devem ser usados em conjunto com os gestos dos agentes. SIGNIFICADO Dobrar à esquerda SIGNIFICADO SIGNIFICADO Diminuir a marcha ou parar SINAL SINAL SINAL Dobrar a direita A A 15 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização SINAL SIGNIFICADO EMPREGO SIGA PARE DIMINUIR A MARCHA Liberar o trânsito em direção/sentido indicado pelo agente Indicar parada obrigatória Quando for necessário fazer diminuir a marcha dos veículos UM SILVO BREVE DOIS SILVOS BREVES UM SILVO LONGO 16 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Infrações, Crimens de Trânsito e Penalidades 1.4.1 INFRAÇÕES Seguimos agora para o conteúdo relacionado às condutas pra�cadas pelos condutores que poderão acarretar a este determinadas punições, para tanto é necessário conhecer o conceito de infração de trânsito. “Cons�tui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito do CTB, da legislação complementar ou das resoluções do CONTRAN, sendo o infrator sujeito às penalidades e medidas administra�vas indicadas em cada ar�go, além das punições previstas no Capítulo XIX do CTB”. O Código de Trânsito Brasileiro classificou as infrações de trânsito em quatro categorias (art. 258), indicando de acordo com a gravidade o valor da penalidade da multa e os pontos a serem atribuídos na CNH do infrator. * Veja que a infração de natureza gravíssima pode ser agravada por um fator mul�plicador ou índice adicional específico, conforme previsto no Art. 258 §2º do CTB. 1.4.2 CRIMES DE TRÂNSITO Os crimes de trânsito estão estabelecidos nos ar�gos 302 a 312 do CTB, com previsão de pena de detenção, num prazo mínimo de seis meses (o único crime cuja pena mínima é superior a este limite é o homicídio culposo na direção de veículo automotor, ar�go 302, com pena a par�r de dois anos) e prazo máximo de um ano (ar�gos 304, 305, 307, 309, 310, 311 e 312), dois anos (ar�gos 303 e 308), três anos (ar�go 306) ou quatro anos (ar�go 302). 1.4 17 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização 1.4.3 PENALIDADES As penalidades são punições ou sanções administra�vas aplicadas ao infrator da legislação de trânsito constante em cada um dos �pos infracionais descritos no CTB. Geram ao infrator sanções de natureza restri�va, e somente podem ser aplicadas pela autoridade de trânsito com jurisdição sob a via. Vale lembrar que as penalidades previstas no CTB não suprimem as demais punições originárias de ilícitos penais decorrentes de crimes de trânsito (art. 256 § 1º). Abaixo segue quadro com as penalidades constantes no Código de Trânsito Brasileiro. Art. 256. A autoridade de trânsito, na esfera das competências estabelecidas neste Código e dentro de sua circunscrição, deverá aplicar, às infrações nele previstas, as seguintes penalidades: - advertência por escrito; - multa; - suspensão do direito de dirigir; - cassação da Carteira Nacional de Habilitação; - cassação da Permissão para Dirigir; e, - frequência obrigatória em curso de reciclagem. Para aplicação das penalidades acima descritas devemos levar em consideração dois fatores: o local de come�mento da infração, isto é, da circunscrição, e da espécie de penalidade prevista para a infração. São diversas as autoridades de trânsito previstas no CTB, e todas possuem competência pra aplicar as penalidades de advertência por escrito e multa. Contudo somente os dirigentes máximos dos órgãos execu�vos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal (DETRAN) têm competência para aplicar todas as penalidades relacionadas no art. 256 do CTB, destacando- se a suspensão, cassação da Carteira Nacional de Habilitação e a frequência obrigatória em curso de reciclagem. Para aplicar as penalidades é necessário observar a ampla defesa e contraditório, direitos fundamentais garan�dos na Cons�tuição da República Federa�va do Brasil, fato este constante do CTB quando a inclusão da defesa da autuação e das instancias recursais, as quais vermos adiante. 18 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização FIQUE ATENTO: O CTB ainda prevê MEDIDAS ADMINISTRATIVAS que MEDIDAS ADMINISTRATIVAS que são atos administra�vos, de natureza restri�va, vinculadas, de competência da autoridade de trânsito com circunscrição sob a via e de seus agentes,com o obje�vo prioritário de proteção à vida e à incolumidade �sica da pessoa (art. 269 § 1°), de evitar que certas infrações con�nuem ou se repitam. Não suprimem a aplicação das penalidades por infrações estabelecidas no CTB, tendo caráter complementar a estas. São providencias exigidas para regularização de situações e podem ser aplicadas pela autoridade e seus agentes. O CTB prevê as seguintes medidas administra�vas (art. 269): retenção do veículo; remoção do veículo; recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação; recolhimento da Permissão para Dirigir; recolhimento do Cer�ficado de Registro; recolhimento do Cer�ficado de Licenciamento Anual; transbordo do excesso de carga; realização de teste de dosagem de alcoolemia ou perícia de substância entorpecente ou que determine dependência �sica ou psíquica; recolhimento de animais que se encontrem soltos nas vias e na faixa de domínio das vias de circulação, e; realização de exames de ap�dão �sica, mental, de legislação, de prá�ca de primeiros socorros e de direção veicular (Incluído pela Lei n. 9.602/98). Regras Gerais de Circulação, Conduta, Estacionamento e Parada 1.5.1 CONDUTA: O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabeleceu em mais de 40 ar�gos, as Normas Gerais de Circulação e Conduta merecem atenção especial de todos os usuários da via. Algumas dessas normas podem ser aplicadas com o simples uso do bom senso ou da boa educação. Entre essas destacamos as que advertem os usuários quanto a atos que possam cons�tuir riscos ou obstáculos para o trânsito de veículos, pessoas e animais, além de danos à propriedade pública ou privada. 1.5 19 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Transporte Coletivo de Passageiros Curso de Atualização 1.5.1.1 DEVERES DO CONDUTOR Ter pleno domínio de seu veículo a todo momento, dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito; Verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório; Cer�ficar-se de que há combus�vel suficiente para percorrer o percurso desejado. 1.5.1.2 REGRAS DE PREFERÊNCIA Em vias nas quais não há sinalização específica, tem a preferência: Quem es�ver transitando pela rodovia, quando apenas um fluxo for proveniente de autoestrada; Quem es�ver circulando uma rotatória; e Quem vier pela direita do condutor, nos demais casos. Lembre-se: em vias com mais de uma faixa, os veículos mais lentos têm a preferência de uso da faixa da direita. Já a faixa da esquerda é reservada para ultrapassagens e para os veículos de maior velocidade. 1.5.1.3 ANTES DE SAIR: Porte e validades dos documentos do condutor e do veículo. O estado e as condições do veículo. As condições do condutor e do passageiro Emocionalmente. Convenientemente calçado. Passageiro e carga compa�vel com o veículo. Passageiros menores de 10 anos no banco de trás. Todos com cinto de segurança. Ninguém com partes do corpo para fora do veículo. 1.5.1.4 AO INICIAR A CONDUÇÃO O condutor deve prestar toda a atenção e u�lizar sempre as suas mãos dominando totalmente o veículo. Conduzir o veículo sempre pelo lado da direita. Não arrancar bruscamente e manter uma distância frontal e lateral segura dos demais veículos, compa�vel com o clima, velocidade, piso e condições locais de trânsito. Não trafegar em pistas sinalizadas como exclusiva. Em vias de faixa no mesmo sen�do, as da esquerda são u�lizadas para ultrapassagem e o deslocamento de veículos mais rápidos. 20 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Transporte Coletivo de Passageiros Curso de Atualização 1.5.1.1 RESTRIÇÕES DE USO DAS VIAS Passeios, calçadas ou acostamento... Paradas em rodovias e estradas somente quando houver defeitos no veículo. 1.5.1.2 PRIORIDADES DE PASSAGENS Cruzamento sem sinalização. Rodovias Rotatórias Batedores Veículos de emergência quando em efe�vo serviço (deslocamento) Sobre trilhos (trens / bondinhos...) Observar as regras de preferência de pedestres, ciclistas e outros veículos não motorizados. 1.5.1.3 MUDANÇAS DE DIREÇÃO E MANOBRAS Importante: antes de qualquer manobra o verificar o trânsito à sua volta. Posicionar corretamente o veículo, sinalizar intenções com antecedência, e adotar velocidade compa�vel. Conversões e retornos somente em locais permi�dos. Para converter à esquerda em rodovias com acostamento... Para converter à esquerda em vias de mão dupla sem acostamento.... Cuidados especiais ao virar à direita e dar marcha ré. 1.5.1.4 CRUZAMENTOS: Com Semáforo OS CRUZAMENTOS SÃOS OS LOCAIS NO TRÂNSITO ONDE EXISTE A MAIOR PROBABILIDADE DE ACIDENTES. Devemos aproximar-se dos cruzamentos com atenção, reduzir, sinalizar intenções, obedecer a sinalização e a preferência. - Sem Semáforos: Planejar a travessia com antecedência, em função do fluxo dos demais veículos. 21 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Não parar sobre a faixa de pedestres. Não parar na área de intersecção da via (caixa amarela). Jamais passar o sinal vermelho nem acelerar para aproveitar o sinal amarelo. 1.5.1.1 REGRAS DE ULTRAPASSAGENS Ultrapassar somente pela esquerda, em locais onde seja permi�do e com boa visibilidade. Avaliar movimentação, cer�ficar-se que a manobra pode ser realizada com segurança. Ultrapassar pela direita somente que o veículo à frente sinalizar intenção de virar a esquerda. Redobrar a atenção, reduzir velocidade e até parar se necessário, antes de ultrapassar cole�vos. Facilitar ao ser ultrapassado. 1.5.1.2 USO DE LUZES - FAROL BAIXO Mesmo durante o dia em rodovias. À noite, em vias iluminadas. À noite, ao cruzar com outro veículo. Em situações de baixa visibilidade. - FAROL ALTO De forma intermitente ao ultrapassar ou comunicar perigo. à noite, em vias não iluminadas, com pista livre. Dica importante: Manter faróis regulados e todas as lâmpadas funcionando. 22 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização • Usar o pisca alerta em situações de emergência (parado). • Buzina deve ser usado de forma breve, somente para alertar (é proibido no perímetro urbano das 22 à 06 h). 1.5.1.1 REDUZIR E FREAR: Antes de reduzir, o condutor deve verificar o trânsito pelos retrovisores, sinalizar e evitar obstruir o fluxo. Não frear bruscamente a não ser em emergências. 1.5.1.2 PARAR E ESTACIONAR Em locais onde é “Proibido Estacionar”, é permi�do parada breve para embarque e desembarque de passageiros, sempre pelo lado da calçada (Art. 47 do CTB). Nunca parar na pista de rolamento. Se �ver que parar em emergência, usar a sinalização obrigatória de pisca-alerta e colocar o triângulo de segurança trinta metros antes (Art. 46 do CTB). Operação de carta e descarga é regulamentada pelo órgão ou en�dade com c i rcunscr ição sobre a v ia e É CONSIDERADA ESTACIONAMENTO (Art. 47, Parágrafo único, CTB). Nas paradas , operações de carga ou descarga e nos estacionamentos, o veículo DEVERÁ SER POSICIONADO NO SENTIDO DO FLUXO, paralelo ao bordo da pista de rolamento e junto à guia da calçada (meio-fio), admi�das as exceções devidamente sinalizadas (Art. 48, CTB). Nas vias providas de acostamento, os veículos parados, estacionados ou em operação de carga ou descarga DEVERÃO ESTAR SITUADOS FORA DA PISTA DE ROLAMENTO (§ 1º do Art. 48, CTB). O estacionamento de veículos motorizados de duas rodas será feito em POSIÇÃO PERPENDICULAR À GUIDA DA CALÇADA (meio-fio) e junto a ela, salvo quando houver sinalização que determine outra condição (§ 2º do Art. 48, CTB). O estacionamento de veículos sem abandono do condutor poderá ser feito somente no locais previstos no CTB ou naqueles regulamentados por sinalização específica (§ 3º do Art. 48, CTB).Condutor e passageiros não deverão abrir a porta do veículo, deixa- la aberta ou descer do veículo sem antes se cer�ficarem de que isso não cons�tui perigo para eles e para outros usuários da via, sendo que o embarque e o desembarque devem ocorrer sempre do lado da calçada, exceto para o condutor (Art. 49, CTB). 23 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização - Realizar o transporte com segurança de maneira a preservar a integridade �sica do passageiro, do condutor, da carga, do veículo e do meio ambiente. - Conhecer e aplicar preceitos de segurança e comportamentos preven�vos, em conformidade com o �po de transporte e/ou veículo; - Conhecer, observar e aplicar disposições con�das no CTB, na legislação de trânsito e legislação específica sobre o transporte especializado para o qual está se habilitando; - Relacionar-se harmoniosamente com usuários por ele transportados, pedestres e outros condutores; - Proporcionar segurança aos usuários e a si próprio; Legislação Específica Sobre Transportes de Passageiros Quem resolve exercer a profissão de Condutor de Veículo de Transporte cole�vo de Passageiros deve estar ciente de que assumirá compromissos que vão muito além do cumprimento das obrigações habituais dos motoristas profissionais, pois o transporte cole�vo tem influência decisiva no desenvolvimento das cidades e em muitos casos é a única alterna�va para a grande maioria das pessoas fazerem seus deslocamentos diários. É fato que o transporte cole�vo de passageiros depende diretamente da competência e habilidade das pessoas que atuam no setor, especialmente dos condutores dos veículos, mo�vo pelo qual a legislação exige que esses profissionais tenham os conhecimentos teóricos necessários à sua formação e atualização para que possam exercer a a�vidade. As regras gerais do treinamento especializado para condutores habilitados que pretendem conduzir veículo de transporte cole�vo de passageiros constam da Resolução 168/2004 do CONTRAN, que além de trazer a estrutura curricular define as exigências para os estabelecimentos que irão ministrar este �po de curso e a necessidade de estar devidamente autorizados pelo DETRAN do Estado onde o mesmo será realizado. Citada Resolução determina, ainda, que para a�ngir seus fins o curso deve dar condições ao condutor de: - Permanecer atento ao que acontece dentro do veículo e fora dele; - Agir de forma adequada e correta no caso de eventualidades, sabendo tomar inicia�vas quando necessário; 1.6 24 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização - Conhecer e aplicar os preceitos de segurança adquiridos durante os cursos ou atualização fazendo uso de comportamentos preven�vos e procedimentos em casos de emergência. É importante, ainda, que o condutor de veículo de transporte de passageiros atente para outros disposi�vos legais que regulam sua a�vidade, como por exemplo, a Lei 13.103/2015 que dispõe sobre o exercício da profissão de motorista, onde encontrará as regras relacionadas ao tempo de serviço, direção e descanso durante sua jornada de trabalho. Também é responsabilidade do condutor, antes de colocar o veículo em circulação nas vias públicas, a verificação da existência e boas condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório, bem como da documentação do veículo e dele próprio. A Cons�tuição brasileira elegeu o transporte cole�vo público como sendo um serviço essencial para as pessoas, determinando que a responsabilidade por oferecer um serviço de qualidade é do Poder Público Municipal que deve ser desempenhado em cada cidade por órgãos ligados a administração pública. O que ocorre na grande maioria das cidades é que as prefeituras concedem o direito de exploração dos serviços para empresas privadas, permanecendo responsável pela fiscalização, planejamento, expansão e melhoria dos sistemas de Transporte Cole�vo. Por outro lado, a responsabilidade de zelar pela integridade �sica dos passageiros, fornecer um serviço de qualidade, com veículos e operadores treinados e capacitados para oferecer um bom atendimento é dessas empresas concessionárias. Os funcionários das empresas concessionárias, motoristas, cobradores, fiscais, mecânicos e pessoal do setor administra�vo, são os responsáveis por fazer o serviço de transporte público funcionar, com destaque para o condutor e o cobrador, que estão em contato direto com o público, sendo responsáveis pela sa�sfação dos usuários. Sendo um dos responsáveis pela qualidade de um serviço essencial e pela sa�sfação dos seus usuários, nota-se que o condutor de veículo de transporte cole�vo tem a responsabilidade social de promover o bem estar da sua comunidade, para isso obriga-se a exercer bem sua profissão, não bastando ser um bom motorista, necessita de capacidade técnica para conduzir corretamente, habilidades de comunicação e relacionamento que lhe proporcione prestar um serviço que atenda às exigências e necess idades dos usuár ios , sendo fundamental que esteja permanentemente atualizado e mo�vado para exercer suas a�vidades. 25 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Com o propósito de tornar o trânsito mais seguro, com menor número de acidentes e ví�mas, o Código de Trânsito Brasileiro estabelece normas de circulação e conduta, que precisam ser conhecidas e respeitadas por todos os usuários das vias. Alguns equipamentos são essenciais, como tacógrafo, que é um importante instrumento para o acompanhamento da forma de condução dos motoristas, podendo ainda ser u�lizado na iden�ficação de possíveis causas de acidentes. 26 Transporte Coletivo de Emergência Curso de Atualização Transporte de Escolares Curso de Atualização Página 1 Página 2 Página 3 Página 4 Página 5 Página 6 Página 7 Página 8 Página 9 Página 10 Página 11 Página 12 Página 13 Página 14 Página 15 Página 16 Página 17 Página 18 Página 19 Página 20 Página 21 Página 22 Página 23 Página 24 Página 25 Página 26 Página 27 Página 28 Página 29 Página 30