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Transporte de
Escolares
Curso de Atualização para 
Condutores de Veiculos de
www.ascontran.com.brwww.ascontran.com.br
ATUALIZAÇÃO
MÓDULO 1
Legislação de Trânsito
1
Prezado Aluno,
Desejamos-lhe boas-vindas ao Curso de Atualização para Condutores de 
Veículos de Transporte Escolar, que se des�na a desenvolver novos 
conhecimentos e aprofundar as competências que você já possui no 
desempenho de sua profissão.
Todos os condutores de veículos de transporte de escolares que já possuam 
o cer�ficado do curso especializado, devem obrigatoriamente realizar a 
atualização a cada cinco anos, com o obje�vo de garan�r melhores 
condições para que possa exercer sua profissão com segurança e 
responsabilidade.
O treinamento segue o que determina a Resolução 168/2004 do CONTRAN 
– Conselho Nacional de Trânsito no que diz respeito ao conteúdo 
programá�co e carga horária, sendo dividido em quatro módulos: 
Legislação de Trânsito; Direção Defensiva; Noções de Primeiros Socorros; 
Respeito ao Meio Ambiente e Convívio Social; e Relacionamento 
interpessoal.
O Cer�ficado de conclusão do curso deve ser apresentado ao Detran 
quando da renovação do exame de ap�dão �sica e mental para que seja 
anotado em seu prontuário, mantendo, assim, a informação na sua Carteira 
Nacional de Habilitação de que está habilitado para conduzir veículo de 
transporte de escolares.
Temos certeza que o curso será muito proveitoso para você, pois serão 
apresentadas dicas, conceitos e soluções prá�cas para ajudá-lo a resolver 
os problemas que são encontrados no seu dia a dia de trabalho.
Apresentação do CursoOBJETIVO
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
Sumário
SUMARIO
Sumário
SUMARIO
1.1 Categorias de habilitação e relação com veículos conduzidos 1
1.2 Documentação exigida para condutor e veículo 3
1.3 Sinalização viária 4
1.4 Infrações, crimens de trânsito e penalidades 17
1.5 Regras gerais de circulação, conduta, estacionamento e parada 19 
1.6 Legislação específica sobre transportes de passageiros 24 
 
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
Para começar o estudo, vamos relembrar qual o órgão competente 
para habilitar condutores e quais os requisitos para obtenção da Carteira 
Nacional de Habilitação.
É bom rever que todo condutor deve, obrigatoriamente, possuir um 
documento de habilitação para ter o direito de conduzir qualquer �po de 
veículo motorizado.
Na legislação de trânsito está expresso que compete ao órgão 
máximo execu�vo de trânsito da União - Denatran expedir a Permissão para 
Dirigir, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), os Cer�ficados de Registro 
(CRV) e o de Licenciamento Anual (CLA) mediante delegação aos órgãos 
execu�vos dos Estados e do Distrito Federal – DETRAN (art.19 inciso VII).
A habilitação para conduzir veículo automotor e elétrico é apurada 
por meio de exames que devem ser realizados junto aos DETRAN, do 
domicílio ou residência do candidato, que preencher os seguintes 
requisitos (art. 140):
- Ser penalmente imputável;
- Saber ler e escrever;
- Possuir Carteira de Iden�dade ou equivalente;
- Possuir Cadastro de Pessoa Física – CPF (Res. CONTRAN nº 
168/2004).
Inves�dos dos requisitos previstos no Ar�go 140, e por força das 
Resoluções do Conselho Nacional de Trânsito que versam sobre o assunto, 
em especial a Resolução nº 168, de 14 de dezembro de 2004, o candidato 
deverá se submeter à realização de:
1 – Avaliação Psicológica;
2 – Exames de Ap�dão Física e Mental;
3 – Exame escrito sobre a integralidade do conteúdo programá�co, 
desenvolvido em Curso de Formação para Condutor;
4 – Exame de direção veicular, realizado na via pública, em veículo da 
categoria para a qual esteja se habilitando.
Todos os requisitos exigidos estão dispostos na citada resolução, 
disponível no site do Departamento Nacional de Trânsito (clique aqui para 
ir ao site). 1
Categorias de habilitação 
E relação com veículos conduzidos
1.1
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
2
O documento de habilitação é expedido em forma definida pelo Conselho 
Nacional de Trânsito de acordo com a Resolução 598/2016 que regulamenta a 
expedição do documento único da Carteira Nacional de Habilitação, com novo 
leiaute e requisitos de segurança.
As categorias da habilitação estão definidas de acordo com o Ar�go 143, o qual pr
SAIBA MAIS: SAIBA MAIS SOBRE HABILITAÇÃO LENDO OS ARTIGOS 140 A 
160 do CTBevê que os candidatos poderão se habilitar nas categorias de “A” à “E”.
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
3
Neste item passaremos a elencar os documentos necessários para a 
condução de veículos e as consequências que podem advir da ausência dos 
mesmos.
Para conduzir veículos automotores os condutores devem portar a 
Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) ou a Carteira Nacional de 
Habilitação (CNH) de acordo com a categoria do veículo que está 
conduzindo ou a Permissão para Dirigir (PPD), em se tratando de primeira 
habilitação. Tais documentos devem ser originais, dentro do prazo de 
validade e não podem estar plas�ficados.
Já, em relação à documentação do veículo, é obrigatório portar o 
condutor deve portar o Cer�ficado de Licenciamento Anual (CLA), 
nomenclatura atual do Cer�ficado de Registro e Licenciamento Anual 
(CRLV), pois ele comprova que o veículo está apto a circular.
Com as recentes alterações na legislação de trânsito, o porte do 
Cer�ficado de Licenciamento Anual será dispensado quando, no momento 
da fiscalização, for possível ter acesso ao devido sistema informa�zado para 
verificar se o veículo está licenciado.
TOME NOTA: Ler ar�gos 120 e 135 CTB
Documentação exigida para 
condutor e veículo
1.2
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
4
Sinalização viária1.3
É um subsistema da sinalização viária cujo meio de comunicação está na 
posição ver�cal, normalmente em placa, fixado ao lado ou suspenso sobre a pista, 
transmi�ndo mensagens de caráter permanente e, eventualmente, variáveis, através 
de legendas e/ou símbolos pré-reconhecidos e legalmente ins�tuídos.
A par�r deste momento passaremos a rever os conceitos des�nados 
a sinalização viária suas normas e regulamentações, bem como a 
prioridade dos sinais de trânsito.
De acordo com o Anexo I do CTB sinais de trânsito são elementos de 
sinalização viária que se u�liza de placas, marcas viárias, equipamentos de 
controle luminosos, disposi�vos auxiliares, apitos e gestos, des�nados 
exclusivamente a ordenar ou dirigir o trânsito dos veículos e pedestres e de 
acordo com sua função, podem ser: 
 
 VERTICAIS
 HORIZONTAIS;
 DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO AUXILIAR;
 LUMINOSOS;
 SONOROS;
 GESTOS DO AGENTE DE TRÂNSITO E DO CONDUTOR
Há também uma ordem de prevalência da sinalização:
 AS ORDENS DO AGENTE DE TRÂNSITO PREVALECEM SOBRE AS NORMAS DE 
 CIRCULAÇÃO E OUTROS SINAIS;
 
AS INDICAÇÕES DO SEMÁFORO PREVALECEM SOBRE OS DEMAIS SINAIS;
 AS INDICAÇÕES DOS SINAIS PREVALECEM SOBRE AS DEMAIS NORMAS DE 
TRÂNSITO.
Passaremos agora a discorrer sobre os diversos �pos de sinalização
1.3.1 SINALIZAÇÃO VERTICAL
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
5
A finalidade desta sinalização é fornecer informações que permitam 
aos usuários das vias adotarem comportamentos adequados, de modo a 
aumentar a segurança, ordenar os fluxos de tráfego e orientar os usuários 
da via.
Classifica-se em:
SINALIZAÇÃO DE REGULAMENTAÇÃO
SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA
SINALIZAÇÃO DE INDICAÇÃO
1.3.2 SINALIZAÇÃO HORIZONTAL
Com afunção organizar o fluxo de veículos e pedestres; controlar e 
orientar os deslocamentos em situações com problemas de geometria, 
topografia ou frente a obstáculos; complementar os sinais ver�cais de 
regulamentação, advertência ou indicação, é um subsistema da sinalização 
viária que se u�liza de linhas, marcações, símbolos e legendas, pintados ou 
apostos sobre o pavimento das vias.
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
6
1.3.3 DISPOSITIVOS AUXILIARES
Elementos aplicados ao pavimento da via, junto a ela, ou nos 
obstáculos próximos, de forma a tornar mais eficiente e segura a operação 
da via. São cons�tuídos de materiais, formas e cores diversos, dotados ou 
não de refle�vidade, com as funções de: incrementar a percepção da 
sinalização, do alinhamento da via ou de obstáculos à circulação; reduzir a 
velocidade pra�cada; oferecer proteção aos usuários; alertar os 
condutores quanto a situações de perigo potencial ou que requeiram maior 
atenção.
Os Disposi�vos Auxiliares são agrupados, de acordo com suas 
funções, em:
Disposi�vos Delimitadores: São elementos u�lizados para melhorar 
a percepção do condutor quanto aos limites do espaço des�nado ao 
rolamento e a sua separação em faixas de circulação. São apostos em série 
no pavimento ou em suportes, reforçando marcas viárias, ou ao longo das 
áreas adjacentes a elas. Podem ser mono ou bidirecionais em função de 
possuírem uma ou duas unidades refle�vas. O �po e a (s) cor (es) das faces 
refle�vas são definidos em função dos sen�dos de circulação na via, 
considerando como referencial um dos sen�dos de circulação, ou seja, a 
face voltada para este sen�do.
A Resolução Contran nº 336, de 24 de novembro de 2009, proibiu a 
u�lização de tachas e tachões, aplicados transversalmente à via pública, 
como redutor de velocidade ou ondulação transversal.
Tipos de Disposi�vos Delimitadores:
 
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
7
 Disposi�vos de Canalização
Os disposi�vos de canalização são apostos em série sobre a 
super�cie pavimentada.
Tipos de Disposi�vos de Canalização:
Disposi�vos de Sinalização de Alerta
São elementos que têm a função de melhorar a percepção do 
condutor quanto aos obstáculos e situações geradoras de perigo potencial 
à sua circulação, que estejam na via ou adjacentes à mesma, ou quanto a 
mudanças bruscas no alinhamento horizontal da via. Possuem as cores 
amarela e preta quando sinalizam situações permanentes e adquirem 
cores laranja e branca quando sinalizam situações temporárias, como 
obras.
Tipos de Disposi�vos de Sinalização de Alerta:
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
8
Alterações nas Caracterís�cas do Pavimento
 São recursos que alteram as condições normais da pista de 
rolamento, quer pela sua elevação com a u�lização de disposi�vos �sicos 
colocados sobre a mesma, quer pela mudança ní�da de caracterís�cas do 
próprio pavimento.
São u�lizados para: es�mular a redução da velocidade; aumentar a 
aderência ou atrito do pavimento; alterar a percepção do usuário quanto a 
alterações de ambiente e uso da via, induzindo-o a adotar comportamento 
cauteloso; incrementar a segurança e/ou criar facilidades para a circulação 
de pedestres e/ou ciclistas.
Disposi�vos de Proteção Con�nua
 Elementos colocados de forma con�nua e permanente ao 
longo da via, confeccionados em material flexível, maleável ou rígido, que 
têm como obje�vo: evitar que veículos e/ou pedestres transponham 
determinado local; evitar ou dificultar a interferência de um fluxo de 
veículos sobre o fluxo oposto.
Tipos de Disposi�vos para Fluxo de Pedestres e Ciclistas:
T i p o s d e D i s p o s i � v o s p a r a F l u x o V e i c u l a r :
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
9
São elementos fixos ou móveis diversos, u�lizados em situações 
especiais e temporárias, como operações de trânsito, obras e situações de 
emergência ou perigo, com o obje�vo de alertar os condutores, bloquear 
e/ou canalizar o trânsito, proteger pedestres, trabalhadores, 
equipamentos, etc.
Aos disposi�vos de uso temporário estão associadas as cores 
laranja e branca.
 Disposi�vos Luminosos
 São aqueles que se u�lizam de recursos luminosos para 
proporcionar melhores condições de visualização da sinalização, ou que, 
conjugados a elementos eletrônicos, permitem a variação da sinalização ou 
de mensagens, como por exemplo: advertência de situação inesperada à 
frente; mensagens educa�vas visando o comportamento adequado dos 
usuários da via; orientação em praças de pedágio e pá�os públicos de 
estacionamento; informação sobre condições operacionais das vias; 
orientação do trânsito para a u�lização de vias alterna�vas; 
regulamentação de uso da via.
Tipos de Disposi�vos Luminosos:
Disposi�vos de Uso Temporário
 
Transito lento
km 40 a km 45,3
--
Acidente na pista
painéis eletrônicos painéis com setas luminosas
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
10
Tipos de Disposi�vos de Uso Temporário:
GRADI FAIXA BANDEIRA
DESVIO
S
CONE CILINDRO BALIZADOR MÓVEL
TAMBOR FITA ZEBRADA CAVALETE
BARREIRA TAPUME
ELEMENTOS LUMINOSOS
COMPLEMENTARES
GRADI FAIXA BANDEIRA
DESVIO
S
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
A sinalização semafórica é um subsistema da sinalização viária que 
se compõe de indicações luminosas, acionadas alternada ou 
intermitentemente através de sistema elétrico/eletrônico, cuja função é 
controlar os deslocamentos.
Verde: indica permissão de prosseguir na marcha, podendo o 
condutor efetuar as operações indicadas pelo sinal luminoso, respeitadas 
as normas gerais de circulação e conduta.
Sinalização Semafórica de Regulamentação
 
 1.3.4 SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA
Verde: assinala que os pedestres podem atravessar.
Vermelha Intermitente: assinala que a fase durante a qual os 
pedestres podem atravessar está a ponto de terminar. Isto indica que os 
pedestres não podem começar a cruzar a via e os que tenham iniciado a 
travessia na fase verde se desloquem o mais breve possível para o local 
seguro mais próximo.
As cores u�lizadas são:
Vermelha: indica que os pedestres não podem atravessar.
A sinalização semafórica de regulamentação tem a função de efetuar 
o controle do trânsito num cruzamento ou seção de via, através de 
indicações luminosas, alternando o direito de passagem dos vários fluxos 
de veículos e/ou pedestres.
Existem dois grupos: sinalização semafórica de regulamentação; 
sinalização semafórica de advertência.
Para controle de fluxo de veículos:
Para controle de fluxo de pedestres:
Vermelha: indica obrigatoriedade de parar.
Amarela: indica “atenção”, devendo o condutor parar o veículo, 
salvo se isto resultar em situação de perigo.
11
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
Sinalização Semafórica de Advertência
A sinalização semafórica de advertência tem a função de adver�r da 
existência de obstáculo ou situação perigosa, devendo o condutor reduzir a 
velocidade e adotar as medidas de precaução compa�veis com a segurança 
para seguir adiante.
Compõe-se de uma ou duas luzes de cor amarela, cujo 
funcionamento é intermitente ou piscante alternado, no caso de duas 
indicações luminosas.
Sinalização de Obras
Tendo como caracterís�ca a u�lização dos sinais e elementos de 
sinalização ver�cal, horizontal, semafórica e de disposi�vos e sinalização 
auxiliares combinados de forma que: os usuários da via sejam adver�dos 
sobre a intervenção realizada e possam iden�ficar seu caráter temporário; 
sejam preservadas as condições de segurança e fluidez do trânsito e de 
acessibilidade; os usuário sejam orientados sobre caminhosalterna�vos; 
sejam isoladas as áreas de trabalho, de forma a evitar o depósito e/ou 
lançamento de materiais sobre a via.
Na sinalização de obras, os elementos que compõem a sinalização 
ver�cal de regulamentação, a sinalização horizontal e a sinalização 
semafórica têm suas caracterís�cas preservadas.
A sinalização ver�cal de advertência e as placas de orientação de 
des�no adquirem caracterís�cas próprias de cor, sendo adotadas as 
combinações das cores laranja e preta. Entretanto, mantém as 
caracterís�cas de forma, dimensões, símbolos e padrões alfanuméricos:
PRÓXIMOS
300 m
Utilize Desvio
A
3,4m
12
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
 1.3.5 GESTOS
Já sabemos que as ordens emanadas por gestos de agentes da 
autoridade de trânsito prevalecem sobre as regras de circulação e as 
normas definidas por outros sinais de trânsito.
Os gestos podem ser:
Gestos de Agentes da Autoridade de Trânsito
Gestos de Agentes – De acordo com o disposto no Anexo I do CTB são 
movimentos convencionais de braço, adotados exclusivamente pelos 
agentes de autoridades de trânsito nas vias, para orientar, indicar o direito 
de passagem dos veículos ou pedestres ou emi�r ordens, sobrepondo-se 
ou completando outra sinalização ou norma constante no CTB.
SIGNIFICADO
Ordem de parada obrigatória 
para todos os veículos. 
Quando executada em 
interseções, os veículos que 
já estiverem nela não são 
obrigados a parar.
GESTO
SINAL
B r a ç o l e v a n t a d o 
verticalmente, com a palma 
da mão para frente.
SIGNIFICADO
Ordem de diminuição de 
velocidade.
GESTO
SINAL
Braços estendidos 
horizontalmente, com a 
palma da mão para baixo, 
fazendo movimentos 
A
A
SIGNIFICADO
Ordem de parada para todos 
os veículos que venham de 
d i r e ç õ e s q u e c o r t e m 
ortogonalmente a direção 
ind icada pe los b raços 
estendidos, qualquer que 
se ja o sent ido do seu 
deslocamento.
GESTO
SINAL
Braços estendidos 
horizontalmente, com a 
palma da mão para baixo, 
fazendo movimentos 
13
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
Gestos de condutores
A definição trazida pelo Anexo I do CTB, esclarece que são 
movimentos convencionais de braço, adotados exclusivamente pelos 
condutores, para orientar ou indicar que vão efetuar uma manobra de 
mudança de direção, redução brusca de velocidade ou parada. 
SIGNIFICADO
Ordem de parada para todos 
os veículos que venham de 
d i r e ç õ e s q u e c o r t e m 
ortogonalmente a direção 
i n d i c a d a p e l o b r a ç o 
estendidos, qualquer que 
se ja o sent ido do seu 
deslocamento.
GESTO
SINAL
Braços estendidos 
horizontalmente, com a 
palma da mão para frente, 
do lado do trânsito a que se 
destina.
SIGNIFICADO
Ordem de parada para os 
veículos para os quais a luz é 
dirigida.
GESTO
SINAL
Braços estendidos 
horizontalmente, agitando 
uma luz vermelha para um 
determinado veículo
SIGNIFICADO
Ordem de seguir
GESTO
SINAL
Braço levantado, com 
movimento de antebraço da 
frente para retaguarda e a 
palma da mão voltada para 
trás.
A
A
14
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
 
Sinais sonoros
Emi�dos exclusivamente pelos agentes da autoridade de trânsito 
nas vias, para orientar ou indicar o direito de passagem dos veículos ou 
pedestres, sobrepondo-se ou completando sinalização existente no local 
ou norma estabelecida no CTB. Devem ser usados em conjunto com os 
gestos dos agentes.
SIGNIFICADO
Dobrar à esquerda
SIGNIFICADO
SIGNIFICADO
Diminuir a marcha ou parar
SINAL
SINAL
SINAL
Dobrar a direita
A
A
15
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
SINAL SIGNIFICADO EMPREGO
SIGA
PARE
DIMINUIR
A
MARCHA
Liberar o trânsito em 
direção/sentido 
indicado pelo agente
Indicar parada 
obrigatória
Quando for necessário 
fazer diminuir a 
marcha dos veículos
UM 
SILVO
BREVE
DOIS
SILVOS
BREVES
UM
SILVO
LONGO
16
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
 Infrações, Crimens de Trânsito e 
 
Penalidades 
1.4.1 INFRAÇÕES 
Seguimos agora para o conteúdo relacionado às condutas pra�cadas 
pelos condutores que poderão acarretar a este determinadas punições, para 
tanto é necessário conhecer o conceito de infração de trânsito.
“Cons�tui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito do CTB, 
da legislação complementar ou das resoluções do CONTRAN, sendo o infrator 
sujeito às penalidades e medidas administra�vas indicadas em cada ar�go, 
além das punições previstas no Capítulo XIX do CTB”.
O Código de Trânsito Brasileiro classificou as infrações de trânsito em 
quatro categorias (art. 258), indicando de acordo com a gravidade o valor da 
penalidade da multa e os pontos a serem atribuídos na CNH do infrator.
* Veja que a infração de natureza gravíssima pode ser agravada por um fator 
mul�plicador ou índice adicional específico, conforme previsto no Art. 258 
§2º do CTB.
1.4.2 CRIMES DE TRÂNSITO
Os crimes de trânsito estão estabelecidos nos ar�gos 302 a 312 do CTB, 
com previsão de pena de detenção, num prazo mínimo de seis meses (o único 
crime cuja pena mínima é superior a este limite é o homicídio culposo na 
direção de veículo automotor, ar�go 302, com pena a par�r de dois anos) e 
prazo máximo de um ano (ar�gos 304, 305, 307, 309, 310, 311 e 312), dois 
anos (ar�gos 303 e 308), três anos (ar�go 306) ou quatro anos (ar�go 302). 
1.4
17
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
1.4.3 PENALIDADES
As penalidades são punições ou sanções administra�vas aplicadas 
ao infrator da legislação de trânsito constante em cada um dos �pos 
infracionais descritos no CTB. Geram ao infrator sanções de natureza 
restri�va, e somente podem ser aplicadas pela autoridade de trânsito com 
jurisdição sob a via.
Vale lembrar que as penalidades previstas no CTB não suprimem as 
demais punições originárias de ilícitos penais decorrentes de crimes de 
trânsito (art. 256 § 1º).
Abaixo segue quadro com as penalidades constantes no Código de 
Trânsito Brasileiro.
Art. 256. A autoridade de trânsito, na esfera das competências 
estabelecidas neste Código e dentro de sua circunscrição, deverá aplicar, às 
infrações nele previstas, as seguintes penalidades:
- advertência por escrito;
- multa;
- suspensão do direito de dirigir;
- cassação da Carteira Nacional de Habilitação;
- cassação da Permissão para Dirigir; e,
- frequência obrigatória em curso de reciclagem.
Para aplicação das penalidades acima descritas devemos levar em 
consideração dois fatores: o local de come�mento da infração, isto é, da 
circunscrição, e da espécie de penalidade prevista para a infração.
São diversas as autoridades de trânsito previstas no CTB, e todas 
possuem competência pra aplicar as penalidades de advertência por 
escrito e multa.
Contudo somente os dirigentes máximos dos órgãos execu�vos de 
trânsito dos Estados e do Distrito Federal (DETRAN) têm competência para 
aplicar todas as penalidades relacionadas no art. 256 do CTB, destacando-
se a suspensão, cassação da Carteira Nacional de Habilitação e a frequência 
obrigatória em curso de reciclagem.
Para aplicar as penalidades é necessário observar a ampla defesa e 
contraditório, direitos fundamentais garan�dos na Cons�tuição da 
República Federa�va do Brasil, fato este constante do CTB quando a 
inclusão da defesa da autuação e das instancias recursais, as quais vermos 
adiante.
18
Transporte Coletivo 
de Emergência Curso de Atualização
Transporte 
de Escolares Curso de Atualização
FIQUE ATENTO: O CTB ainda prevê MEDIDAS ADMINISTRATIVAS que 
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS que são atos administra�vos, de natureza 
restri�va, vinculadas, de competência da autoridade de trânsito com 
circunscrição sob a via e de seus agentes,com o obje�vo prioritário de 
proteção à vida e à incolumidade �sica da pessoa (art. 269 § 1°), de evitar 
que certas infrações con�nuem ou se repitam. Não suprimem a aplicação 
das penalidades por infrações estabelecidas no CTB, tendo caráter 
complementar a estas.
São providencias exigidas para regularização de situações e podem ser 
aplicadas pela autoridade e seus agentes.
O CTB prevê as seguintes medidas administra�vas (art. 269):
 retenção do veículo;
 remoção do veículo;
 recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação;
 recolhimento da Permissão para Dirigir;
 recolhimento do Cer�ficado de Registro;
 recolhimento do Cer�ficado de Licenciamento Anual;
 transbordo do excesso de carga;
realização de teste de dosagem de alcoolemia ou perícia de 
substância entorpecente ou que determine dependência �sica ou psíquica;
 recolhimento de animais que se encontrem soltos nas vias e na faixa 
de domínio das vias de circulação, e;
 realização de exames de ap�dão �sica, mental, de legislação, de 
prá�ca de primeiros socorros e de direção veicular (Incluído pela Lei n. 
9.602/98).
Regras Gerais de Circulação,
 Conduta, Estacionamento e Parada
1.5.1 CONDUTA:
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabeleceu em mais de 40 
ar�gos, as Normas Gerais de Circulação e Conduta merecem atenção 
especial de todos os usuários da via.
Algumas dessas normas podem ser aplicadas com o simples uso do 
bom senso ou da boa educação. Entre essas destacamos as que advertem 
os usuários quanto a atos que possam cons�tuir riscos ou obstáculos para o 
trânsito de veículos, pessoas e animais, além de danos à propriedade 
pública ou privada.
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 1.5.1.1 DEVERES DO CONDUTOR
 Ter pleno domínio de seu veículo a todo momento, dirigindo-o com 
atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito; 
 Verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos 
equipamentos de uso obrigatório; 
 Cer�ficar-se de que há combus�vel suficiente para percorrer o 
percurso desejado.
1.5.1.2 REGRAS DE PREFERÊNCIA
Em vias nas quais não há sinalização específica, tem a preferência:
 Quem es�ver transitando pela rodovia, quando apenas um fluxo for 
proveniente de autoestrada; 
 Quem es�ver circulando uma rotatória; e 
 Quem vier pela direita do condutor, nos demais casos. 
Lembre-se: em vias com mais de uma faixa, os veículos mais lentos 
têm a preferência de uso da faixa da direita. Já a faixa da esquerda é 
reservada para ultrapassagens e para os veículos de maior velocidade.
1.5.1.3 ANTES DE SAIR:
Porte e validades dos documentos do condutor e do veículo.
 O estado e as condições do veículo.
 As condições do condutor e do passageiro
Emocionalmente.
Convenientemente calçado.
Passageiro e carga compa�vel com o veículo.
Passageiros menores de 10 anos no banco de trás.
Todos com cinto de segurança.
Ninguém com partes do corpo para fora do veículo.
1.5.1.4 AO INICIAR A CONDUÇÃO
O condutor deve prestar toda a atenção e u�lizar sempre as suas 
mãos dominando totalmente o veículo.
Conduzir o veículo sempre pelo lado da direita.
Não arrancar bruscamente e manter uma distância frontal e lateral 
segura dos demais veículos, compa�vel com o clima, velocidade, piso e 
condições locais de trânsito.
Não trafegar em pistas sinalizadas como exclusiva.
Em vias de faixa no mesmo sen�do, as da esquerda são u�lizadas 
para ultrapassagem e o deslocamento de veículos mais rápidos. 20
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1.5.1.1 RESTRIÇÕES DE USO DAS VIAS
Passeios, calçadas ou acostamento...
Paradas em rodovias e estradas somente quando houver defeitos no 
veículo.
1.5.1.2 PRIORIDADES DE PASSAGENS
Cruzamento sem sinalização.
Rodovias 
Rotatórias
Batedores
Veículos de emergência quando em efe�vo serviço (deslocamento)
Sobre trilhos (trens / bondinhos...)
Observar as regras de preferência de pedestres, ciclistas e outros 
veículos não motorizados.
1.5.1.3 MUDANÇAS DE DIREÇÃO E MANOBRAS
Importante: antes de qualquer manobra o verificar o trânsito à sua 
volta. Posicionar corretamente o veículo, sinalizar intenções com 
antecedência, e adotar velocidade compa�vel.
Conversões e retornos somente em locais permi�dos.
Para converter à esquerda em rodovias com acostamento...
Para converter à esquerda em vias de mão dupla sem 
acostamento....
Cuidados especiais ao virar à direita e dar marcha ré.
1.5.1.4 CRUZAMENTOS:
Com Semáforo
OS CRUZAMENTOS SÃOS OS LOCAIS NO TRÂNSITO ONDE EXISTE A 
MAIOR PROBABILIDADE DE ACIDENTES.
Devemos aproximar-se dos cruzamentos com atenção, reduzir, 
sinalizar intenções, obedecer a sinalização e a preferência.
- Sem Semáforos:
Planejar a travessia com antecedência, em função do fluxo dos 
demais veículos.
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Não parar sobre a faixa de pedestres.
Não parar na área de intersecção da via (caixa amarela).
Jamais passar o sinal vermelho nem acelerar para aproveitar o sinal 
amarelo.
1.5.1.1 REGRAS DE ULTRAPASSAGENS 
Ultrapassar somente pela esquerda, em locais onde seja permi�do e 
com boa visibilidade.
Avaliar movimentação, cer�ficar-se que a manobra pode ser 
realizada com segurança.
Ultrapassar pela direita somente que o veículo à frente sinalizar 
intenção de virar a esquerda.
Redobrar a atenção, reduzir velocidade e até parar se necessário, 
antes de ultrapassar cole�vos.
Facilitar ao ser ultrapassado.
1.5.1.2 USO DE LUZES
- FAROL BAIXO
Mesmo durante o dia em rodovias.
À noite, em vias iluminadas.
À noite, ao cruzar com outro veículo.
Em situações de baixa visibilidade.
- FAROL ALTO
De forma intermitente ao ultrapassar ou comunicar perigo.
à noite, em vias não iluminadas, com pista livre.
Dica importante: Manter faróis regulados e todas as lâmpadas 
funcionando.
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• Usar o pisca alerta em situações de emergência (parado).
• Buzina deve ser usado de forma breve, somente para alertar (é 
proibido no perímetro urbano das 22 à 06 h).
1.5.1.1 REDUZIR E FREAR:
Antes de reduzir, o condutor deve verificar o trânsito pelos 
retrovisores, sinalizar e evitar obstruir o fluxo.
Não frear bruscamente a não ser em emergências.
1.5.1.2 PARAR E ESTACIONAR
Em locais onde é “Proibido Estacionar”, é permi�do parada breve 
para embarque e desembarque de passageiros, sempre pelo lado da 
calçada (Art. 47 do CTB).
Nunca parar na pista de rolamento. Se �ver que parar em 
emergência, usar a sinalização obrigatória de pisca-alerta e colocar o 
triângulo de segurança trinta metros antes (Art. 46 do CTB).
Operação de carta e descarga é regulamentada pelo órgão ou 
en�dade com c i rcunscr ição sobre a v ia e É CONSIDERADA 
ESTACIONAMENTO (Art. 47, Parágrafo único, CTB).
Nas paradas , operações de carga ou descarga e nos 
estacionamentos, o veículo DEVERÁ SER POSICIONADO NO SENTIDO DO 
FLUXO, paralelo ao bordo da pista de rolamento e junto à guia da calçada 
(meio-fio), admi�das as exceções devidamente sinalizadas (Art. 48, CTB).
Nas vias providas de acostamento, os veículos parados, 
estacionados ou em operação de carga ou descarga DEVERÃO ESTAR 
SITUADOS FORA DA PISTA DE ROLAMENTO (§ 1º do Art. 48, CTB).
O estacionamento de veículos motorizados de duas rodas será feito 
em POSIÇÃO PERPENDICULAR À GUIDA DA CALÇADA (meio-fio) e junto a 
ela, salvo quando houver sinalização que determine outra condição (§ 2º 
do Art. 48, CTB).
O estacionamento de veículos sem abandono do condutor poderá 
ser feito somente no locais previstos no CTB ou naqueles regulamentados 
por sinalização específica (§ 3º do Art. 48, CTB).Condutor e passageiros não deverão abrir a porta do veículo, deixa-
la aberta ou descer do veículo sem antes se cer�ficarem de que isso não 
cons�tui perigo para eles e para outros usuários da via, sendo que o 
embarque e o desembarque devem ocorrer sempre do lado da calçada, 
exceto para o condutor (Art. 49, CTB). 23
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- Realizar o transporte com segurança de maneira a preservar a 
integridade �sica do passageiro, do condutor, da carga, do veículo e do 
meio ambiente.
- Conhecer e aplicar preceitos de segurança e comportamentos 
preven�vos, em conformidade com o �po de transporte e/ou veículo;
- Conhecer, observar e aplicar disposições con�das no CTB, na 
legislação de trânsito e legislação específica sobre o transporte 
especializado para o qual está se habilitando;
- Relacionar-se harmoniosamente com usuários por ele 
transportados, pedestres e outros condutores;
- Proporcionar segurança aos usuários e a si próprio;
 Legislação Específica Sobre
 Transportes de Passageiros
Quem resolve exercer a profissão de Condutor de Veículo de 
Transporte cole�vo de Passageiros deve estar ciente de que assumirá 
compromissos que vão muito além do cumprimento das obrigações 
habituais dos motoristas profissionais, pois o transporte cole�vo tem 
influência decisiva no desenvolvimento das cidades e em muitos casos é a 
única alterna�va para a grande maioria das pessoas fazerem seus 
deslocamentos diários.
É fato que o transporte cole�vo de passageiros depende 
diretamente da competência e habilidade das pessoas que atuam no setor, 
especialmente dos condutores dos veículos, mo�vo pelo qual a legislação 
exige que esses profissionais tenham os conhecimentos teóricos 
necessários à sua formação e atualização para que possam exercer a 
a�vidade.
As regras gerais do treinamento especializado para condutores 
habilitados que pretendem conduzir veículo de transporte cole�vo de 
passageiros constam da Resolução 168/2004 do CONTRAN, que além de 
trazer a estrutura curricular define as exigências para os estabelecimentos 
que irão ministrar este �po de curso e a necessidade de estar devidamente 
autorizados pelo DETRAN do Estado onde o mesmo será realizado.
Citada Resolução determina, ainda, que para a�ngir seus fins o curso 
deve dar condições ao condutor de:
- Permanecer atento ao que acontece dentro do veículo e fora dele;
- Agir de forma adequada e correta no caso de eventualidades, 
sabendo tomar inicia�vas quando necessário;
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- Conhecer e aplicar os preceitos de segurança adquiridos durante os 
cursos ou atualização fazendo uso de comportamentos preven�vos e 
procedimentos em casos de emergência.
É importante, ainda, que o condutor de veículo de transporte de 
passageiros atente para outros disposi�vos legais que regulam sua 
a�vidade, como por exemplo, a Lei 13.103/2015 que dispõe sobre o 
exercício da profissão de motorista, onde encontrará as regras relacionadas 
ao tempo de serviço, direção e descanso durante sua jornada de trabalho.
Também é responsabilidade do condutor, antes de colocar o veículo 
em circulação nas vias públicas, a verificação da existência e boas condições 
de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório, bem como da 
documentação do veículo e dele próprio.
A Cons�tuição brasileira elegeu o transporte cole�vo público como 
sendo um serviço essencial para as pessoas, determinando que a 
responsabilidade por oferecer um serviço de qualidade é do Poder Público 
Municipal que deve ser desempenhado em cada cidade por órgãos ligados 
a administração pública.
O que ocorre na grande maioria das cidades é que as prefeituras 
concedem o direito de exploração dos serviços para empresas privadas, 
permanecendo responsável pela fiscalização, planejamento, expansão e 
melhoria dos sistemas de Transporte Cole�vo.
Por outro lado, a responsabilidade de zelar pela integridade �sica 
dos passageiros, fornecer um serviço de qualidade, com veículos e 
operadores treinados e capacitados para oferecer um bom atendimento é 
dessas empresas concessionárias.
Os funcionários das empresas concessionárias, motoristas, 
cobradores, fiscais, mecânicos e pessoal do setor administra�vo, são os 
responsáveis por fazer o serviço de transporte público funcionar, com 
destaque para o condutor e o cobrador, que estão em contato direto com o 
público, sendo responsáveis pela sa�sfação dos usuários.
Sendo um dos responsáveis pela qualidade de um serviço essencial e 
pela sa�sfação dos seus usuários, nota-se que o condutor de veículo de 
transporte cole�vo tem a responsabilidade social de promover o bem estar 
da sua comunidade, para isso obriga-se a exercer bem sua profissão, não 
bastando ser um bom motorista, necessita de capacidade técnica para 
conduzir corretamente, habilidades de comunicação e relacionamento que 
lhe proporcione prestar um serviço que atenda às exigências e 
necess idades dos usuár ios , sendo fundamental que esteja 
permanentemente atualizado e mo�vado para exercer suas a�vidades. 25
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Com o propósito de tornar o trânsito mais seguro, com menor número 
de acidentes e ví�mas, o Código de Trânsito Brasileiro estabelece normas de 
circulação e conduta, que precisam ser conhecidas e respeitadas por todos os 
usuários das vias. Alguns equipamentos são essenciais, como tacógrafo, que é 
um importante instrumento para o acompanhamento da forma de condução 
dos motoristas, podendo ainda ser u�lizado na iden�ficação de possíveis 
causas de acidentes.
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