Prévia do material em texto
1 Nubia Silva Gomes T2 Aula 2 patologia Características fundamentais e compartilhadas dos cânceres: ➢Desordem genética causada por mutações, ➢Estruturas genéticas são hereditárias e passadas para as células filhas na divisão celular, ➢O acúmulo de mutações dá origem a uma série de propriedades chamadas características do câncer. Hallmarks of Cancer = Marcas/Características do Câncer = “regras” centrais que orquestram o processo de várias etapas da transformação de células normais em células malignas Hallmarks de 2000 foram as seguintes: 1. Auto-suficiência em sinais de crescimento 2. Insensibilidade aos sinais supressores do crescimento 3. Capacidade de evitar a morte celular programada 4. Imortalidade replicativa 5. Angiogênese sustentada 6. Invasão tecidual e metástase Hallmarks de 2011 – acrescentou + 4 1. Reprogramação do metabolismo energético 2. Evita a destruição sistema imunológico 3. Instabilidade Genômica 4. Inflamação promovida pelo tumor 2000 – 6 MARCAS 2 Nubia Silva Gomes T2 Halmarks - 2020 1. Reprogramação epigenética não mutacional 2. Polimorfismo de microbioma 3. Senescência 4. Plasticidade fenotípica e diferenciação interrompida 2011 2020 3 Nubia Silva Gomes T2 Halmarks of Cancer- Diferencial Câncer de Mama: • Proliferação Sustentada: Frequentemente causada por mutações em genes como HER2/neu e receptores hormonais (ER/PR), que ativam vias de crescimento celular. • Evasão da Supressão Imunológica: Alguns tumores de mama expressam PD-L1 para evitar a detecção pelo sistema imunológico. • Angiogênese: O câncer de mama pode estimular a formação de novos vasos sanguíneos para fornecer nutrientes ao tumor. Câncer de Pulmão: • Evasão do Supressor de Tumores: Mutações em genes como TP53 e KRAS inibem a supressão tumoral e promovem crescimento descontrolado. • Metástase: O câncer de pulmão tem alta tendência de se espalhar para outras partes do corpo, especialmente devido à sua proximidade com o sistema respiratório. • Resistência à Morte Celular: Mutações em genes como EGFR conferem resistência das células tumorais à apoptose. Figura 1IMPORTANTE 4 Nubia Silva Gomes T2 Detalhando um pouco mais sobre essas drogas: ❖ Inibidores de EGFR: Bloqueiam o receptor do fator de crescimento epidérmico, interrompendo a sinalização que promove a proliferação celular. ❖ Inibidores de Cinase Dependentes de Ciclina: Alvo das cinases que regulam o ciclo celular, ajudando a parar a divisão celular descontrolada. ❖ Inibidores da Glicólise Aeróbica: Interferem no metabolismo celular para desregular a produção de energia, que é frequentemente alterada em células cancerosas. ❖ Evitando Supressores de Crescimento: Drogas que impedem a ação dos mecanismos que normalmente limitam o crescimento celular. ❖ Miméticos BH3: Ativam a apoptose (morte celular programada) imitando proteínas que induzem a morte celular. ❖ Inibidores da Telomerase: Bloqueiam a enzima que mantém os telômeros, ajudando a impedir que as células cancerosas evitem a morte celular. ❖ Inibidores de PARP: Ajudam a tratar células cancerosas com deficiências na reparação do DNA, induzindo mais instabilidade genômica e morte celular. ❖ Anti-CTLA4 mAb: Drogas que aumentam a resposta imunológica ao câncer, bloqueando a proteína CTLA-4 que inibe a ativação das células T. ❖ Medicamentos Anti-inflamatórios Seletivos: Reduzem a inflamação que pode promover o crescimento do tumor. ❖ Inibidores da Sinalização VEGF: Bloqueiam a formação de novos vasos sanguíneos (angiogênese) que alimentam o tumor. ❖ Inibidores de HGF/c-Met: Alvo da via de sinalização HGF/c-Met para inibir a invasão e metástase do câncer. 5 Nubia Silva Gomes T2 Detalhando mais essa imagem CRISPR: A tecnologia CRISPR-Cas9 é uma ferramenta de edição genética que tem grande potencial para pesquisa e tratamento de doenças, incluindo o câncer. 1. Modelagem de Mutações Oncogênicas: Cria modelos de câncer para estudar como mutações específicas afetam a proliferação celular e suprimem controles de crescimento. 2. Ativação de Supressores Tumorais: Reverte a silenciação de genes que inibem o crescimento de tumores, restaurando a função supressora. 3. Triagem de Reguladores Metabólicos: Identifica novos genes envolvidos na alteração do metabolismo celular no câncer. 4. Engenharia de Células T CAR: Desenvolve células T que atacam tumores específicos, superando a destruição pelo sistema imunológico. 5. Visar Genes Virais: Edita genes virais que evitam a morte celular, promovendo a resistência à apoptose. 6. Código de Barras Genético: Marca geneticamente tumores para monitorar sua variabilidade e instabilidade. 7. Edição Epigenética: Modifica a expressão de genes que contribuem para a inflamação e promoção do câncer. 8. Visualização dos Telômeros: Estuda o comprimento e dinâmica dos telômeros para entender a imortalidade celular. 9. Inibição da Angiogênese: Remove microRNAs que estimulam a formação de novos vasos sanguíneos em tumores. 10. Triagem para Metástase: Identifica genes que facilitam a invasão e disseminação do câncer. Bases Moleculares do Câncer Definição geral: o câncer é uma doença de crescimento e proliferação descontrolados, em que as células “escapam” da capacidade normal do corpo, pois contornam os mecanismos de controle de crescimento (molecular) e adquirem a capacidade de se dividir indefinidamente. É um processo de várias etapas que requer o acúmulo de muitas alterações genéticas / metabólicas ao longo do tempo. Alterações em quatro grupos de genes são responsáveis pelos mecanismos de controle desregulados que são as características das células cancerígenas: • Oncogenes- proto-oncogenes viram oncogenes; Genes supressores de tumor – normalmente eles inibem o crescimento das células; Genes de estabilidade do DNA- eles mantem a integridade do DNA; Genes regulam a Apoptose- regulam a apoptose. Com a mutação deles, o efeito oncogênico aumenta; não inibe o crescimento celular, permite a instabilidade genética e aumenta a sobrevida das células danificadas. 6 Nubia Silva Gomes T2 Figura 2 Entender que a cada mutação aumenta o risco para desenvolver câncer 7 Nubia Silva Gomes T2 Imortalização celular e tumorigênese: Imortalização: A capacidade das células de se dividir indefinidamente, essencial para o desenvolvimento do câncer. Número de Divisões: Células somáticas normais têm um limite de divisões (Limite de Hayflick), geralmente cerca de 50-70 vezes, antes de entrarem em senescência. Papel da Telomerase: A telomerase, uma enzima que prolonga os telômeros, combate o encurtamento dos telômeros e impede a morte celular. Esta enzima é ativa em aproximadamente 90% dos tumores humanos, enquanto células normais têm baixa atividade de telomerase. Telômeros: Estruturas nas extremidades dos cromossomos que se encurtam com cada divisão celular. Quando ficam criticamente curtos, a célula entra em senescência ou morre. Os telômeros definem o limite de Hayflick, limitando o número de divisões celulares possíveis. A imortalização ser atribuída, em parte, à presença da telomerase. A cada divisão celular, os telômeros perdem cerca de 50-200 pares de bases. Esse encurtamento é uma parte normal do processo de envelhecimento celular. Os exames de idade biológica avaliam o comprimento dos telômeros para estimar a idade biológica da pessoa. Todos temos o mesmo comprimento de telômeros?? NÃO, o comprimento dos telômeros varia entre indivíduos devido a fatores genéticos, ambientais e estilos de vida. Por isso os exames de idade biológica podem apresentar divergências. 8 Nubia Silva Gomes T2 Limite de Hayflick- Normalmente, células somáticas (como as fotorreceptoras, hepáticas, beta do pâncreas, alguns linfócitos e células dos túbulos renais) têm um número limitado de divisões antes de entrarem em senescência,um processo que ocorre quando os telômeros dos cromossomos se tornam muito curtos. Esse limite é conhecido como o limite de Hayflick, que define quantas vezes uma célula pode se dividir antes de parar. Figura 3 O gene **p53** é um supressor de tumor que regula o ciclo celular e induz a senescência ou apoptose em resposta a danos no DNA, incluindo o encurtamento dos **telômeros**, que são estruturas protetoras nas extremidades dos cromossomos. O **limite de Hayflick refere-se ao número finito de divisões celulares que uma célula pode realizar antes de entrar em senescência, devido ao encurtamento progressivo dos telômeros. Portanto, o encurtamento dos telômeros sinaliza para a célula que atingiu seu limite de divisão, e o p53 é crucial para mediar essa resposta, ajudando a prevenir a proliferação de células com danos genéticos. A senescência celular é o processo pelo qual as células param de se dividir e entram em um estado de crescimento limitado. Este processo é uma resposta a danos no DNA e encurtamento dos telômeros e está regulado por vários mecanismos: 1. Reguladores do Ciclo Celular: Proteínas e enzimas que controlam a progressão do ciclo celular e podem induzir a senescência quando detectam problemas. 2. Fatores de Transcrição: Proteínas que ajudam a regular a expressão de genes envolvidos na senescência celular. 3. Inibidores do Ciclo Celular: Moléculas que interrompem a divisão celular e podem promover a senescência quando os telômeros se tornam curtos. 4. Indução de Senescência (Telômeros): A redução do comprimento dos telômeros, as extremidades dos cromossomos, leva a células a entrar em senescência ou a morrer por apoptose. Telomerase, uma enzima que mantém os telômeros, é frequentemente ativada em células cancerígenas para permitir uma proliferação contínua. P53 9 Nubia Silva Gomes T2 5. Expressão de MicroRNAs: Pequenas moléculas de RNA que regulam a expressão de genes relacionados à senescência celular e à proliferação. 6. Diferenciação e Especialização: O processo pelo qual as células se tornam especializadas para funções específicas, o que pode influenciar sua capacidade de entrar em senescência ou proliferar. Alguns tipos de tumores podem surgir a partir de células especializadas: • Tumores Neurônios: Ganglioma - células ganglionares neurônios especializados e células gliais, como astrócitos. Células neurais podem ter mecanismos próprios de controle e resposta ao estresse que afetam como e quando entram em senescência. • Tumores Musculares – Crianças (muito raros) – Rabdomiossarcomas. Genética e Câncer – contexto geral: • Importância Genética: Entre 5% e 10% dos cânceres são causados por mutações genéticas hereditárias. • Risco Aumentado: Mutações hereditárias elevam o risco de câncer de mama, ovário, cólon e melanoma. • Detecção Precoce: Identificar essas mutações pode permitir medidas preventivas. • Análise de Tumores: Mutações específicas nos tumores ajudam a direcionar terapias e imunoterapia. • Terapias Avançadas: Pesquisa em edição de genes e terapia com células CAR-T oferece novas opções de tratamento. Alterações Genéticas: as células nos tecidos acumulam mutações ao longo de sua vida. Essas mutações são resultadas de interações entre agentes e processos mutagênicos e mecanismos de reparo do DNA. Entendendo os termos: • Mutagênese: Processo de indução de mutações no DNA, que pode contribuir para o câncer, mas nem todas as mutações causam a doença. • Carcinogênese: Transformação de células normais em células cancerosas. • Tumorigênese: Formação de tumores por crescimento descontrolado de células. Uso dos Termos Mutações / Variantes Genéticas: Diferenças na sequência de DNA comparadas a um genoma de referência. SNVs / SNPs: Tipos específicos de variantes genéticas. • Mutação: Pode ter conotação negativa, implicando uma alteração prejudicial. • Variante: Termo neutro usado para descrever diferenças genéticas, evitando a conotação negativa de "mutação". 10 Nubia Silva Gomes T2 *Todos temos entre 4 a 5 milhões de mutações em nosso DNA. Porém, a maioria dessas alterações não está associada a doenças e pode estar ligada a outras características (exemplo: cor do olho, altura). Variantes Genéticas As variantes genéticas podem ser classificadas com base no impacto clínico ou no tipo de alteração na sequência de DNA. As classificações clínicas refletem a probabilidade de a variante causar uma doença. Classificação Clínica (ACMG) 1. Patogênica: Causa ou contribui para a doença. 2. Provavelmente patogênica: Tem uma alta probabilidade de causar a doença. 3. Neutra/ variante de significativo incerto: Não está associada a doenças. 4. Provavelmente benigna: Tem baixa probabilidade de causar a doença. 5. Benigna: Não causa a doença. Validação de Variantes Para uma variante ser considerada patogênica, deve-se demonstrar: • Evidências Clínicas: Presença em indivíduos afetados com maior frequência do que em indivíduos saudáveis. • Evidências Funcionais: Alteração na função do gene ou proteína de acordo com o mecanismo da doença. • Estudos de Segregação: Herança consistente com a doença na família. • Estudos In Vitro ou em Modelos Animais: Efeitos da variante confirmados em laboratório ou em modelos animais. 11 Nubia Silva Gomes T2 • Agrupamento com Outras Variantes: Identificação da variante junto a outras já conhecidas como causadoras da doença. Tipos de Variantes Genéticas: 1. Variantes Genéticas Estruturais • Translocações Cromossômicas Recíprocas: Troca de partes entre cromossomos, como a translocação 9;22 no cromossomo de Philadelphia, associado à leucemia mieloide crônica. • Duplicações Cromossômicas: Repetição de segmentos de DNA, levando à expressão excessiva de genes. • Inversões Cromossômicas: Segmentos de cromossomos são invertidos. • Amplificações Genéticas: Repetição de regiões do cromossomo, como a amplificação do gene HER2 em alguns cânceres de mama. • Rearranjos Complexos: Várias alterações estruturais combinadas 2. Variações SNVs / SNPs • Variantes de nucleotídeo único (Single Nucleotide Variant, SNV) • São alterações de troca de um nucleotídeo por outro, como por exemplo, a substituição de uma Timina por uma Citosina. • SNVs podem ser raras ou comuns dependendo da população. • Identificado em células somáticas e germinativas. • SNVs que ocorrem dentro da região codificante (éxons) do gene podem resultar em diferentes variantes. Variante Sinônima/ silenciosa: Não altera a função da proteína. Variante Não Sinônima/missense: Altera o aminoácido e pode afetar a função da proteína. Variante de Ganho de Parada/nonsense: Introduz um códon de parada precoce, resultando em uma proteína truncada 12 Nubia Silva Gomes T2 3. InDels • O que são? Inserções e deleções (InDels) são adições ou perdas de uma ou mais bases consecutivas na sequência do DNA. • Indels são altamente abundantes em genomas humanos, sendo o segundo tipo de variação genética mais comum, ficando atrás apenas dos SNPs. • Indels que ocorrem dentro da região codificante (éxons) do gene podem resultar em dois tipos diferentes de variantes, causando diferentes consequências sobre a proteína codificada. Variante Frameshift: Variante com mudança de quadro de leitura inserção ou deleção de um número de nucleotídeos que não é múltiplo de três, que muda o quadro de leitura do código genético, alterando a sequência da proteína e geralmente resultando em uma proteína não funcional. Variante Não Frameshift: Inserção ou deleção de um número de nucleotídeos múltiplo de três pares de bases, alterando a sequência de aminoácidos mas preservando o resto da proteína. 13 Nubia Silva Gomes T2 4. Polimorfismo de Nucleotídeo Único (Single Nucleotide Polymorphism, SNP) • A grande maioria dos SNPs explicam o funcionamento do corpo e as características físicasligadas à ancestralidade, sendo os principais responsáveis pela variabilidade genética entre as populações. • O SNP ocorre nas células da linha germinativa. A principal importância do SNP é que ele torna os indivíduos suscetíveis a doenças. Alguns exemplos de tal doença são a degeneração macular relacionada à idade. • SNPs: Alterações de um único nucleotídeo, importantes para a variabilidade genética e predisposição a doenças, como diabetes tipo 2, Alzheimer e algumas doenças hepáticas. DOENÇA DE CROHN: Estudos identificaram várias SNPs associadas à Doença de Crohn, como as localizadas nos genes NOD2, ATG16L1, e IRGM, que estão envolvidos na resposta imunológica e na regulação da inflamação. Essas variantes influenciam a suscetibilidade à doença e o curso clínico. Conclusão: As variantes genéticas desempenham um papel significativo no desenvolvimento e na predisposição ao câncer. As variantes genéticas podem resultar em disfunções nos processos regulatórios das células, contribuindo para a transformação maligna e o desenvolvimento de câncer. 14 Nubia Silva Gomes T2 Reflita se consegue responder: 1. O que caracteriza fundamentalmente as células cancerosas? 2. Como as mutações genéticas contribuem para o desenvolvimento do câncer? 3. Quais são os principais hallmarks do câncer identificados em 2000? 4. Quais hallmarks adicionais foram incluídos na revisão de 2011? 5. O que mudou nos hallmarks do câncer com a atualização de 2020? 6. Como as mutações em HER2/neu e receptores hormonais afetam o câncer de mama? 7. Qual é o papel do PD-L1 na evasão da supressão imunológica no câncer de mama? 8. Por que a angiogênese é importante no câncer de mama? 9. Quais mutações estão frequentemente associadas ao câncer de pulmão? 10. Como o câncer de pulmão tende a se metastatizar? 11. Como as mutações em EGFR conferem resistência à morte celular no câncer de pulmão? 12. Qual é o mecanismo de ação dos inibidores de EGFR no tratamento do câncer? 13. Como os inibidores de cinase dependentes de ciclina ajudam no tratamento do câncer? 14. Qual é o efeito dos inibidores da glicólise aeróbica nas células cancerosas? 15. Como os miméticos BH3 promovem a apoptose? 16. Qual é a função dos inibidores da telomerase no combate ao câncer? 17. Como os inibidores de PARP afetam a instabilidade genômica nas células cancerosas? 18. Qual é o objetivo dos anti-CTLA4 mAb na imunoterapia do câncer? 19. Como os medicamentos anti-inflamatórios seletivos contribuem para o tratamento do câncer? 20. Qual é o papel dos inibidores da sinalização VEGF no tratamento do câncer? 21. Como os inibidores de HGF/c-Met ajudam a controlar a invasão e metástase do câncer? 22. Como a tecnologia CRISPR-Cas9 pode ser usada para modelar mutações oncogênicas? 23. Qual é o efeito da ativação de supressores tumorais usando CRISPR? 24. Como a CRISPR é utilizada na triagem de reguladores metabólicos no câncer? 25. Qual é o objetivo da engenharia de células T CAR na luta contra o câncer? 26. Como a CRISPR pode editar genes virais que evitam a morte celular no câncer? 27. Qual é o uso do código de barras genético em pesquisas sobre câncer? 28. Como a edição epigenética com CRISPR pode impactar a inflamação relacionada ao câncer? 29. Por que é importante estudar o comprimento dos telômeros em células cancerosas? 30. Como a CRISPR pode inibir a angiogênese em tumores? 31. Qual é a relação entre telômeros, limite de Hayflick e p53 no controle do câncer? 32. Como a senescência celular é induzida pelo encurtamento dos telômeros? 33. Qual é a diferença entre mutagênese e carcinogênese? 34. Como variantes genéticas influenciam a predisposição ao câncer? 35. Quais são os principais tipos de variantes genéticas e como elas afetam o câncer?