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 POLICIAL
 RODOVIÁRIO
 FEDERAL
Licenciado para Francisco De Assis Mota De Aviz - 65994051268 - Protegido por Eduzz.com
Editora Aprovare
www.editoraaprovare.com.br
contato@editoraaprovare.com.br
PRF: POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL. Curitiba: Editora Aprovare, 2018.
Organização e Diagramação: Editora Aprovare.
TODOS OS DIREITOS DESTE MATERIAL SÃO RESERVADOS. Nenhuma par-
te desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio ou forma sem 
a prévia autorização da Editora Aprovare. A violação dos direitos autorais é 
crime previsto na Lei 9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal.
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DISCIPLINAS
01 LÍNGUA PORTUGUESA 4
02 RACIOCÍNIO LÓGICO-MATEMÁTICO 87
03 INFORMÁTICA 192
04 NOÇÕES DE FÍSICA 347
05 ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO 390
06 GEOPOLÍTICA BRASILEIRA 404
07 HISTÓRIA DA PRF 467
08 LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO 484
09 NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO 623
10 NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL 725
11 NOÇÕES DE DIREITO PENAL 793
12 NOÇÕES DE DIREITO PROCESSUAL PENAL 880
13 LEGISLAÇÃO ESPECIAL 922
14 DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA 980
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LÍNGUA 
PORTUGUESA
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SUMÁRIO
01 COMPREENSÃO TEXTUAL
02 RECONHECIMENTO DE TIPOS E GÊNEROS TEXTUAIS
03 ORTOGRAFIA
04 ACENTUAÇÃO
05 DOMÍNIO DOS MECANISMOS DE COESÃO TEXTUAL
06 CONECTORES E OUTROS ELEMENTOS DE SEQUENCIAÇÃO TEXTUAL
07 ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO
08 VERBOS
09 PROBLEMAS DE CONSTRUÇÃO DE FRASES
10 TIPOS DE ORAÇÕES E EMPREGO DE CONJUNÇÕES
11 PONTUAÇÃO
12 CONCORDÂNCIA
13 REGÊNCIA
14 CRASE
15 COLOCAÇÃO DOS PRONOMES
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6 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
01 COMPREENSÃO TEXTUAL
Etimologicamente a palavra “interpretar” vem do latim “interpes”, que se 
referia à pessoa que examinava as entranhas de um animal para prever o fu-
turo. 
Do ponto de vista da leitura, há um pressuposto interessante aqui: o signi-
ficado daquilo que é lido não está na cabeça do interpres, do adivinho, mas 
contido no objeto. 
O “interpres” não pode atribuir um significado, não pode tirar algo de den-
tro de si para depositar no objeto; pode apenas extrair o significado que já 
está dentro do animal. 
Uma atribuição de sentido seria não só uma impostura, mas seria tam-
bém negar ao interpres a capacidade de leitura; ele não inventa e nem cria, 
ele apenas reproduz o que supostamente preexiste na sua frente. Em suma, 
para o “interpres”, o significado emerge do próprio objeto em direção ao leitor.
Quem interpreta normalmente atua como se estivesse a desvendar os 
sentidos contidos no texto. A crença de que o sentido é imanente ao objeto 
faz parte do exercício de quase toda atividade de interpretação.
Compreender e interpretar são dois conceitos que se aproximam em al-
guns aspectos e se distanciam em outros. Enquanto alguns autores desta-
cam a semelhança entre os dois, a ponto de muitas vezes confundir um com 
o outro, sem perceber a diferença.
Compreender é relacionar. Essas relações precisam ser estabelecidas 
em várias direções, locais e globais, dentro do objeto de leitura e fora dele, 
dentro do leitor e fora dele. 
Vê-se um texto, uma imagem, uma música, um vídeo e qualquer outro ob-
jeto de leitura, como um quebra-cabeça que precisa ser montado em suas 
partes para se chegar à compreensão em sua totalidade. Interpretar, por ou-
tro lado, é explicar para o leitor de que modo cada quebra-cabeça pode ser 
montado” (Leffa).
Os textos nem sempre apresentam uma linguagem literal. Deve haver, en-
tão, a capacidade de reconhecer novos sentidos atribuídos às palavras den-
tro de uma produção textual. 
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7LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Além disso, para a compreensão do que é conotativo e simbólico é preci-
so identificar não apenas a ideia, mas também ler as entrelinhas, o que exige 
do leitor uma interação com o seu conhecimento de mundo. A tarefa do leitor 
competente é, portanto, apreender o sentido global do texto, utilizando recur-
sos para a sua compreensão, de forma autônoma.
É relevante ressaltar que, além de localizar informações explícitas, inferir 
informações implícitas e identificar o tema de um texto, nesse tópico, deve-
se também distinguir os fatos apresentados da opinião formulada acerca 
desses fatos nos diversos gêneros de texto.
As informações implícitas no texto são aquelas que não estão presentes 
claramente na base textual, mas podem ser construídas pelo leitor por meio 
da realização de inferências que as marcas do texto permitem. Alem das in-
formações explicitamente enunciadas, há outras que podem ser pressupos-
tas e, conseqüentemente, inferidas pelo leitor. Exemplo:
CANGURU
Todo mundo sabe (será?) que canguru vem de uma língua nativa australia-
na e quer dizer “Eu Não Sei”. Segundo a lenda, o Capitão Cook, explorador da 
Austrália, ao ver aquele estranho animal dando saltos de mais de dois metros 
de altura, perguntou a um nativo como se chamava o dito. O nativo respon-
deu guugu yimidhirr, em língua local, Gan-guruu, “Eu não sei”. Desconfiado 
que sou dessas divertidas origens, pesquisei em alguns dicionários etimológi-
cos. Em nenhum dicionário se fala nisso. Só no Aurélio, nossa pequena Bíblia 
– numa outra versão. dicionário se fala nisso. Só no Aurélio, nossa pequena 
Bíblia – numa outra versão. Definição precisa encontrei, como quase sempre, 
em Partridge: Kangarroo; wallaby.
As palavras kanga e walla, significando saltar e pular, são acompanhadas 
pelos sufixos rôo e by, dois sons aborígines da Austrália, significando quadrú-
pedes. Portanto quadrúpedes puladores e quadrúpedes saltadores.
Quando comuniquei a descoberta a Paulo Rónai, notável lingüista e grande 
amigo de Aurélio Buarque de Holanda, Paulo gostou de saber da origem “real” 
do nome canguru. Mas acrescentou: “Que pena. A outra versão é muito mais 
bonitinha”. Também acho.
(Millôr Fernandes, 26/02/1999, In http://www.gravata.com/millor)
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8 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Pode-se inferir do texto que:
(A) as descobertas científicas têm de ser comunicadas aos lingüistas.
(B) os dicionários etimológicos guardam a origem das palavras.
(C) os cangurus são quadrúpedes de dois tipos: puladores e saltado-
res.
(D) o dicionário Aurélio apresenta tendência religiosa.
(E) os nativos desconheciam o significado de canguru.
O tema é o eixo sobre o qual o texto se estrutura. A percepção do tema 
responde a uma questão essencial para a leitura: “O texto trata de quê?” Em 
muitos textos, o tema não vem explicitamente marcado, mas deve ser per-
cebido pelo leitor quando identifica a função dos recursos utilizados, como o 
uso de figuras de linguagem, de exemplos, de uma determinada organização 
argumentativa, entre outros.
Exemplo:
RETRATO
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
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9LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
(Cecília Meireles: poesia, por Darcy Damasceno. Rio de Janeiro: Agir, 1974. 
p. 19-20)
O tema do texto é:
(A) a consciência súbita sobre o envelhecimento.
(B) a decepção por encontrar-se já fragilizada.
(C) a falta de alternativa face ao envelhecimento.
(D) a recordação de uma época de juventude.
(E) a revolta diante do espelho.
O leitor deve serplanos para redução de despesas. 
Outra possibilidade: as duas orações são apresentadas como reduzidas de 
infinitivo: Certo: Pelo aviso circular, recomendou-se aos Ministérios economi-
zar energia e elaborar planos para redução de despesas.
Nas duas correções respeita-se a estrutura paralela na coordenação de 
orações subordinadas.
Mais um exemplo de frase inaceitável na língua escrita culta:
Errado: No discurso de posse, mostrou determinação, não ser inseguro, 
inteligência e ter ambição.
O problema aqui decorre de coordenar palavras (substantivos) com ora-
ções (reduzidas de infinitivo).
Para tornar a frase clara e correta, pode-se optar ou por transformá-la em 
frase simples, substituindo as orações reduzidas por substantivos:
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56 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Certo: No discurso de posse, mostrou determinação, segurança, inteli-
gência e ambição. Ou empregar a forma oracional reduzida uniformemente: 
Certo: No discurso de posse, mostrou ser determinado e seguro, ter inteligên-
cia e ambição.
Atentemos, ainda, para o problema inverso, o falso paralelismo, que ocor-
re ao se dar forma paralela (equivalente) a ideias de hierarquia diferente ou, 
ainda, ao se apresentar, de forma paralela, estruturas sintáticas distintas:
Errado: O Presidente visitou Paris, Bonn, Roma e o Papa.
Nesta frase, colocou-se em um mesmo nível cidades (Paris, Bonn, Roma) 
e uma pessoa (o Papa). Uma possibilidade de correção é transformá-la em 
duas frases simples, com o cuidado de não repetir o verbo da primeira (visi-
tar):
Certo: O Presidente visitou Paris, Bonn e Roma. Nesta última capital, en-
controu-se com o Papa.
Errado: O projeto tem mais de cem páginas e muita complexidade.
Aqui repete-se a equivalência gramatical indevida: estão em coordena-
ção, no mesmo nível sintático, o número de páginas do projeto (um dado ob-
jetivo, quantificável) e uma avaliação sobre ele (subjetiva). Pode-se reescre-
ver a frase de duas formas: ou faz-se nova oração com o acréscimo do verbo 
ser, rompendo, assim, o desajeitado paralelo:
Certo: O projeto tem mais de cem páginas e é muito complexo. Ou se dá 
forma paralela harmoniosa transformando a primeira oração também em 
uma avaliação subjetiva: Certo: O projeto é muito extenso e complexo. O em-
prego de expressões correlativas como não só ... mas (como) também; tanto 
... quanto (ou como); nem ... nem; ou ... ou; etc. costuma apresentar problemas 
quando não se mantém o obrigatório paralelismo entre as estruturas apre-
sentadas.
Nos dois exemplos abaixo, rompe-se o paralelismo pela colocação do pri-
meiro termo da correlação fora de posição.
Errado: Ou Vossa Senhoria apresenta o projeto, ou uma alternativa. Certo: 
Vossa Senhoria ou apresenta o projeto, ou propõe uma alternativa.
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57LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Errado: O interventor não só tem obrigação de apurar a fraude como tam-
bém a de punir os culpados. Certo: O interventor tem obrigação não só de 
apurar a fraude, como também de punir os culpados.
Mencionemos, por fim, o falso paralelismo provocado pelo uso inadequa-
do da expressão e que num período que não contém nenhum que anterior. 
Errado: O novo procurador é jurista renomado, e que tem sólida formação 
acadêmica. Para corrigir a frase, ou suprimimos o pronome relativo: Certo: O 
novo procurador é jurista renomado e tem sólida formação acadêmica. Ou 
suprimimos a conjunção, que está a coordenar elementos díspares:
Certo: O novo procurador é jurista renomado, que tem sólida formação 
acadêmica.
Outro exemplo de falso paralelismo com e que:
Errado: Neste momento, não se devem adotar medidas precipitadas, e 
que comprometam o andamento de todo o programa.
Da mesma forma com que corrigimos o exemplo anterior aqui podemos 
ou suprimir a conjunção:
Certo: Neste momento, não se devem adotar medidas precipitadas, que 
comprometam o andamento de todo o programa.
Ou estabelecer forma paralela coordenando orações adjetivas, recorren-
do ao pronome relativo que e ao verbo ser:
Certo: Neste momento, não se devem adotar medidas que sejam precipi-
tadas e que comprometam o andamento de todo o programa.
ERROS DE COMPARAÇÃO
A omissão de certos termos ao fazermos uma comparação, omissão pró-
pria da língua falada, deve ser evitada na língua escrita, pois compromete a 
clareza do texto: nem sempre é possível identificar, pelo contexto, qual o ter-
mo omitido. A ausência indevida de um termo pode impossibilitar o entendi-
mento do sentido que se quer dar a uma frase:
Errado: O salário de um professor é mais baixo do que um médico. A omis-
são de termos provocou uma comparação indevida: “o salário de um profes-
sor” com “um médico”.
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58 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Certo: O salário de um professor é mais baixo do que o salário de um mé-
dico. Certo: O salário de um professor é mais baixo do que o de um médico.
Errado: O alcance do Decreto é diferente da Portaria.
Novamente, a não repetição dos termos comparados confunde. 
Alternativas para correção: Certo: O alcance do Decreto é diferente do alcan-
ce da Portaria.
Certo: O alcance do Decreto é diferente do da Portaria.
Errado: O Ministério da Educação dispõe de mais verbas do que os 
Ministérios do Governo.
No exemplo acima, a omissão da palavra “outros” (ou “demais”) acarretou 
imprecisão:
Certo: O Ministério da Educação dispõe de mais verbas do que os outros 
Ministérios do Governo. Certo: O Ministério da Educação dispõe de mais ver-
bas do que os demais Ministérios do Governo.
AMBIGUIDADE
Ambígua é a frase ou oração que pode ser tomada em mais de um senti-
do. 
A ambiguidade decorre, em geral, da dificuldade de identificar-se a que 
palavra se refere um pronome que possui mais de um antecedente na tercei-
ra pessoa. Pode ocorrer com:
a) pronomes pessoais:
Ambíguo: O Ministro comunicou a seu secretariado que ele seria exone-
rado.
Claro: O Ministro comunicou exoneração dele a seu secretariado.
Ou então, caso o entendimento seja outro:
Claro: O Ministro comunicou a seu secretariado a exoneração deste.
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59LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
b) pronomes possessivos e pronomes oblíquos:
Ambíguo: O Deputado saudou o Presidente da República, em seu discur-
so, e solicitou sua intervenção no seu Estado, mas isso não o surpreendeu.
Observe-se a multiplicidade de ambiguidade no exemplo acima, as quais 
tornam virtualmente inapreensível o sentido da frase.
Claro: Em seu discurso o Deputado saudou o Presidente da República. 
No pronunciamento, solicitou a intervenção federal em seu Estado, o que 
não surpreendeu o Presidente da República.
c) pronome relativo:
Ambíguo: Roubaram a mesa do gabinete em que eu costumava trabalhar.
Não fica claro se o pronome relativo da segunda oração se refere a mesa 
ou a gabinete, essa ambiguidade se deve ao pronome relativo que, sem mar-
ca de gênero. 
A solução é recorrer às formas o qual, a qual, os quais, as quais, que mar-
cam gênero e número.
Claro: Roubaram a mesa do gabinete no qual eu costumava trabalhar. Se 
o entendimento é outro, então: Claro: Roubaram a mesa do gabinete na qual 
eu costumava trabalhar. Há, ainda, outro tipo de ambiguidade, que decorre 
da dúvida sobre a que se refere a oração reduzida: Ambíguo: Sendo indiscipli-
nado, o Chefe admoestou o funcionário.
Para evitar o tipo de ambiguidade do exemplo acima, deve-se deixar claro 
qual o sujeito da oração reduzida. Claro: O Chefe admoestou o funcionário 
por ser este indisciplinado. Ambíguo: Depois de examinar o paciente, uma se-
nhora chamou o médico. Claro: Depois que o médico examinou o paciente, foi 
chamado por uma senhora.
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60 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
10 TIPOS DE ORAÇÕES E EMPREGO DE CONJUNÇÕES
As conjunções são palavras invariáveis que ligam orações, termos da ora-
ção ou palavras. Estabelecem relações entre orações e entre os termos sin-
táticos, que podem ser de dois tipos:
a) de coordenação de ideias de mesmo nível, e de elementos de idên-
tica função sintática;
b) de subordinação, para estabelecer hierarquia entre as ideias, e per-
mitir que uma oração complemente o sentido da outra.
Por esta razão, o uso apropriado das conjunções é de grande importância: 
seu emprego indevido gera imprecisão ou combinações errôneas de ideias.
Períodos Coordenados e Conjunções Coordenativas:
As conjunções coordenativas unem elementos de mesma natureza 
(substantivo + substantivo; adjetivo + adjetivo; advérbio + advérbio; e oração 
+ oração). Em períodos, as orações por elas introduzidas recebem a mesma 
classificação, a saber:
Aditivas: relacionam pensamentos similares. São duas: e e nem. A primei-
ra une duas afirmações; a segunda, duas negações:
O Embaixador compareceu à reunião e manifestou o interesse do seu go-
verno no assunto. O Embaixador não compareceu à reunião, nem manifestou 
o interesse de seu governo no assunto.
Adversativas: relacionam pensamentos que se opõem ou contrastam. 
A conjunção adversativa por excelência é mas. Outras palavras também têm 
força adversativa na relação entre ideias: porém, todavia, contudo, entretan-
to, no entanto.
O piloto gosta de automóveis, mas prefere deslocar-se em aviões.
O piloto gosta de automóveis; prefere, porém, deslocar-se em aviões.
Alternativas: relacionam pensamentos que se excluem. As conjunções 
alternativas mais utilizadas são: ou, quer...quer, ora...ora, já...já.
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61LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
O Presidente irá ao encontro (ou) de automóvel, ou de avião. Conclusivas: 
relacionam pensamentos tais que o segundo contém a conclusão do enun-
ciado no primeiro. São: logo, pois, portanto, consequentemente, por conse-
guinte, etc.
A inflação é o maior inimigo da Nação; logo, é meta prioritária do governo 
eliminá-la.
Explicativas: relacionam pensamentos em sequência justificativa, de 
tal modo que a segunda oração explica a razão de ser da primeira. São: que, 
pois, porque, portanto.
Aceite os fatos, pois eles são o espelho da realidade.
Períodos Subordinados e Conjunções Subordinativas:
As conjunções subordinativas unem duas orações de natureza diversa: a 
que é introduzida pela conjunção completa o sentido da oração principal ou 
lhe acrescenta uma determinação. As orações subordinadas desenvolvidas 
(i. é, aquelas que apresentam verbo em uma das formas finitas, indicativo ou 
subjuntivo) e as conjunções empregadas em cada modalidade de subordi-
nação são as seguintes:
Substantivas: desempenham funções de substantivo, ou seja, sujeito, ob-
jeto direto, objeto indireto, predicativo. 
Podem ser introduzidas pelas conjunções integrantes que, se, como; pe-
los pronomes relativos, que, quem, quantos; e pelos pronomes interrogativos 
quem, (o) que, quanto(a)(s), qual (is), como, onde, quando. De acordo com a 
função que exercem, as orações são classificadas em:
a) subjetivas: É surpreendente que as transformações ainda não tenham 
sido assimiladas. Quem não tem competência não se estabelece.
b) objetivas diretas: O Ministro anunciou que os recursos serão libera-
dos.
c) objetivas indiretas: A liberação dos recursos depende de que o 
Ministro a autorize.
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62 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
d) predicativas: O problema do projeto foi que ninguém previu todas as 
suas consequências.
Adjetivas: desempenham a função de adjetivo, restringindo o sentido do 
substantivo a que se referem, ou simplesmente lhe acrescentando outra ca-
racterística. São introduzidas pelos pronomes relativos que, o (a) qual, quem, 
quanto, cujo, como, onde, quando. Podem ser, portanto:
e) restritivas: Só poderão inscrever-se os candidatos que preencheram 
todos os requisitos para o concurso.
f) não-restritivas (ou explicativas):
O Presidente da República, que tem competência exclusiva nessa maté-
ria, decidiu encaminhar o projeto.
Observe que o fato de a oração adjetiva restringir, ou não, o substantivo 
(nome ou pronome) a que se refere repercute na pontuação. Na frases de a), a 
oração adjetiva especifica que não são todos os candidatos que poderão ins-
crever-se, mas somente aqueles que preencherem todos os requisitos para 
o concurso. Como se verifica pelo exemplo, as orações adjetivas restritivas 
não são pontuadas com vírgula em seu início. Já em b) temos o exemplo con-
trário: como só há um Presidente da República, a oração adjetiva não pode 
especificá-lo, mas apenas agregar alguma característica ou atributo dele. 
Este segundo tipo de oração vem, obrigatoriamente, precedido por vírgula 
anteposta ao prenome relativo que a introduz.
Adverbiais: que cumprem a função de advérbios. As conjunções que 
com mais frequência conectam essas orações vêm listadas ao lado da de-
nominação de cada modalidade. As orações adverbiais são classificadas de 
acordo com a ideia expressa por sua função adverbial:
a) Causais: porque; como, desde que, já que, visto, uma vez que (antepos-
tos). O Coronel assumiu o comando porque o General havia falecido. Como o 
General havia falecido, o Coronel assumiu o comando.
b) Concessivas: embora, conquanto, ainda que, posto que, se bem que, 
etc. O orçamento foi aprovado, embora os preços estivessem altos.
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63LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
c) Condicionais: se, caso, contanto que, sem que, uma vez que, dado 
que, desde que, etc. O Presidente baixará uma medida provisória se houver 
necessidade. Informarei o Secretário sobre a evolução dos acontecimentos 
contanto que ele guarde sigilo daquilo que ouvir.
d) Conformativas: como, conforme, consoante, segundo, etc.
Despachei o processo conforme determinava a praxe em vigor.
e) Comparativas: que, do que (relacionados a mais, menos, maior, me-
nor, melhor, pior); qual (relacionado a tal); como ou quanto (relacionados a tal, 
tanto, tão); como se; etc.
Nada é tão importante como (ou quanto) o respeito aos direitos humanos. 
f) Consecutivas: que (relacionado com tal, tão, tanto, tamanho); de modo que, 
de maneira que; etc.
O descontrole monetário era tal que não restou outra solução senão o 
congelamento.
g) Finais: para que ou por que, a fim de que, que, etc.
O pai trabalha muito para (ou a fim de ) que nada falte aos filhos.
h) Proporcionais: à medida ou proporção que, ao passo que, etc.
As taxas de juros aumentavam à proporção (ou medida) que a inflação 
crescia.
i) Temporais: quando, apenas, mal, até que, assim que, antes ou depois 
que, logo que, tanto que, etc. O acordo será celebrado quando alcançar-se 
um entendimento mínimo. Apenas iniciado o mandato, o governador decre-
tou a moratória da dívida pública do Estado.
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64 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Orações Reduzidas:
A mesma classificação das orações subordinadas desenvolvidas vale 
para as reduzidas, aquelas em que o verbo está em uma das três formas no-
minais (infinitivo, particípio e gerúndio). Mencionemos alguns exemplos:
a) substantivas: são sempre reduzidas de infinitivo (pois este é a forma 
nominal substantiva do verbo): É obrigatório revisar o texto. O Chefe prefere 
refazer ele mesmo o texto. Eu gosto de reler todos os textos.
O grande objetivo é escrever bem.
b) adjetivas:
Havia lá um arquivo contendo leis e decretos.
c) adverbiais: ocorrem na forma reduzida as orações causais, concessi-
vas, condicionais, consecutivas, finais e temporais:
Irritou-sepor andar excessivamente atarefado. Apesar de ler muito gra-
mática, não escreve bem.
Elaborado com atenção, o texto melhora muito. Não conseguia trabalhar 
sem concentrar-se. Começou a correr (,) para chegar a tempo. Falando com 
o Ministro, mencione o novo projeto.
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65LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
11 PONTUAÇÃO
Os sinais de pontuação, ligados à estrutura sintática, têm as seguintes fi-
nalidades:
 • assinalar as pausas e as inflexões da voz (a entoação) na leitura;
 • separar palavras, expressões e orações que, segundo o autor, devem 
merecer destaque;
 • esclarecer o sentido da frase, eliminando ambiguidades.
VÍRGULA
A vírgula serve para marcar as separações breves de sentido entre termos 
vizinhos, as inversões e as intercalações, quer na oração, quer no período.
A seguir, indicam-se alguns casos principais de emprego da vírgula:
a) para separar palavras ou orações paralelas justapostas, i. é, não 
ligadas por conjunção:
Chegou a Brasília, visitou o Ministério das Relações Exteriores, levou seus 
documentos ao Palácio do Buriti, voltou ao Ministério e marcou a entrevista.
Simplicidade, clareza, objetividade, concisão são qualidades a serem ob-
servadas na redação oficial.
b) as intercalações, por cortarem o que está sintaticamente ligado, 
devem ser colocadas entre vírgulas: 
O processo, creio eu, deverá ir logo a julgamento. 
A democracia, embora (ou mesmo) imperfeita, ainda é o melhor sistema 
de governo.
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66 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
c) expressões corretivas, explicativas, escusativas, tais como isto 
é, ou melhor, quer dizer, data venia, ou seja, por exemplo, etc., devem 
ser colocadas entre vírgulas:
O político, a meu ver, deve sempre usar uma linguagem clara, ou seja, de 
fácil compreensão. 
As Nações Unidas decidiram intervir no conflito, ou por outra, iniciaram as 
tratativas de paz.
d) Conjunções coordenativas intercaladas ou pospostas devem ser 
colocadas entre vírgulas: 
Dedicava-se ao trabalho com afinco; não obtinha, contudo, resultados. 
O ano foi difícil; não me queixo, porém. 
Era mister, pois, levar o projeto às últimas consequências.
e) Vocativos, apostos, orações adjetivas não-restritivas (explicati-
vas) devem ser separados por vírgula: 
Brasileiros, é chegada a hora de buscar o entendimento. 
Aristóteles, o grande filósofo, foi o criador da Lógica. 
O homem, que é um ser mortal, deve sempre pensar no amanhã.
f) a vírgula também é empregada para indicar a elipse (ocultação) 
de verbo ou outro termo anterior: 
O decreto regulamenta os casos gerais; a portaria, os particulares. (A vír-
gula indica a elipse do verbo regulamenta.) 
Às vezes procura assistência; outras, toma a iniciativa. (A vírgula indica a 
elipse da palavra vezes.)
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67LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
g) nas datas, separam-se os topônimos: São Paulo, 22 de março de 
2016. Brasília, 15 de agosto de 2016.
É importante registrar que constitui erro crasso usar a vírgula entre termos 
que mantêm entre si estreita ligação sintática – p. ex., entre sujeito e verbo, 
entre verbos ou nomes e seus complementos.
Errado: O Presidente da República, indicou, sua posição no assunto. Certo: 
O Presidente da República indicou sua posição no assunto.
Nos casos de o sujeito ser muito extenso, admite-se, no entanto, que a 
vírgula o separe do predicado para conferir maior clareza ao período. Ex.: Os 
Ministros de Estado escolhidos para comporem a Comissão e os Secretários 
de Governo encarregados de supervisionar o andamento das obras, devem 
comparecer à reunião do próximo dia 15.
O problema que nesses casos o político enfrenta, sugere que os procedi-
mentos devem ser revistos.
PONTO E VÍRGULA
O ponto-e-vírgula, em princípio, separa estruturas coordenadas já por-
tadoras de vírgulas internas. É também usado em lugar da vírgula para dar 
ênfase ao que se quer dizer. Ex.: Sem virtude, perece a democracia; o que 
mantém o governo despótico é o medo.
As leis, em qualquer caso, não podem ser infringidas; mesmo em caso de 
dúvida, portanto, elas devem ser respeitadas.
Art. 15. É vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão 
só se dará nos casos de: 
I – cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado; 
II – incapacidade civil absoluta;
III – condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus 
efeitos; 
IV – recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternati-
va, nos termos do art. 5o, VIII; 
V – improbidade administrativa, nos termos do art. 37, § 4o.
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68 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
DOIS PONTOS
Emprega-se este sinal de pontuação para introduzir citações, marcar 
enunciados de diálogo e indicar um esclarecimento, um resumo ou uma con-
sequência do que se afirmou. 
Ex.: Como afirmou o Marquês de Maricá em suas Máximas: “Todos recla-
mam reformas, mas ninguém se quer reformar.”
Encerrado o discurso, o Ministro perguntou: – Foi bom o pronunciamento? 
– Sem dúvida: todos parecem ter gostado. Mais que mudanças econômicas, 
a busca da modernidade impõe sobretudo profundas alterações dos costu-
mes e das tradições da sociedade; em suma: uma transformação cultural.
PONTO DE INTERROGAÇÃO
O ponto-de-interrogação, como se depreende de seu nome, é utilizado 
para marcar o final de uma frase interrogativa direta:
Até quando aguardaremos uma solução para o caso?
Qual será o sucessor do Secretário?
Não cabe ponto-de-interrogação em estruturas interrogativas indiretas 
(em geral em títulos): O que é linguagem oficial – Por que a inflação não baixa 
– Como vencer a crise – Etc.
PONTO DE EXCLAMAÇÃO
O ponto-de-exclamação é utilizado para indicar surpresa, espanto, admi-
ração, súplica, etc. Seu uso na redação oficial fica geralmente restrito aos dis-
cursos e às peças de retórica:
Povo deste grande País! Com nosso trabalho chegaremos lá!
ASPAS
As aspas têm os seguintes empregos: usam-se antes e depois de uma 
citação textual:
A Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, no parágrafo 
único de seu artigo 1o afirma: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por 
meio de representantes eleitos ou diretamente”.
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69LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 • dão destaque a nomes de publicações, obras de arte, intitulativos, ape-
lidos, etc.: O artigo sobre o processo de desregulamentação foi publicado no 
“Jornal do Brasil”. A Secretaria da Cultura está organizando uma apresenta-
ção das “Bachianas”, de Villa Lobos.
 • destacam termos estrangeiros: O processo da “détente” teve início com 
a Crise dos Mísseis em Cuba, em 1962. “Mutatis mutandis”, o novo projeto é 
idêntico ao anteriormente apresentado. 
 • nas citações de textos legais, as alíneas devem estar entre aspas: O 
tema é tratado na alínea “a” do artigo 146 da Constituição.
Atualmente, no entanto, tem sido tolerado o uso de itálico como forma de 
dispensar o uso de aspas, exceto na hipótese de citação textual.
A pontuação do trecho que figura entre aspas seguirá as regras gramati-
cais correntes. Caso, por exemplo, o trecho transcrito entre aspas terminar 
por ponto-final, este deverá figurar antes do sinal de aspas que encerra a 
transcrição. 
Exemplo: O art. 2o da Constituição Federal – “São Poderes da União, inde-
pendentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.” – já 
figurava na Carta anterior.
PARENTESES
Os parênteses são empregados nas orações ou expressões intercaladas. 
Observe que o ponto-final vem antes do último parêntese quando a frase in-
teira se acha contida entre parêntese:
“Quanto menos a ciêncianos consola, mais adquire condições de nos 
servir.” (José Guilherme Merquior)
O Estado de Direito (Constituição Federal, art. 1o) define-se pela submis-
são de todas as relações ao Direito.
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70 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
TRAVESSÃO
O travessão, que é um hífen prolongado (–), é empregado nos seguintes 
casos:
a) substitui parênteses, vírgulas, dois-pontos:
O controle inflacionário – meta prioritária do Governo – será ainda mais 
rigoroso. As restrições ao livre mercado – especialmente o de produtos tec-
nologicamente avançados – podem ser muito prejudiciais para a sociedade.
b) indica a introdução de enunciados no diálogo: Indagado pela co-
missão de inquérito sobre a procedência de suas declarações, o funcionário 
respondeu: – Nada tenho a declarar a esse respeito.
c) indica a substituição de um termo, para evitar repetições: O verbo 
fazer (vide sintaxe do verbo –), no sentido de tempo transcorrido, é utilizado 
sempre na 3a pessoa do singular: faz dois anos que isso aconteceu. d) dá 
ênfase a determinada palavra ou pensamento que segue: Não há outro meio 
de resolver o problema – promova-se o funcionário. Ele reiterou suas ideias e 
convicções – energicamente.
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71LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
12 CONCORDÂNCIA
A concordância é o processo sintático segundo o qual certas palavras se 
acomodam, na sua forma, às palavras de que dependem. 
Essa acomodação formal se chama “flexão” e se dá quanto a gênero e nú-
mero (nos adjetivos – nomes ou pronomes), números e pessoa (nos verbos). 
Daí a divisão: concordância nominal e concordância verbal.
Concordância Verbal:
Regra geral: o verbo concorda com seu sujeito em pessoa e número. 
 • Os novos recrutas mostraram muita disposição.
Se o sujeito for simples, isto é, se tiver apenas um núcleo, com ele concor-
da o verbo em pessoa e número: 
 • O Chefe da Seção pediu maior assiduidade. 
 • A inflação deve ser combatida por todos. 
 • Os servidores do Ministério concordaram com a proposta.
Quando o sujeito for composto, ou seja, possuir mais de um núcleo, o ver-
bo vai para o plural e para a pessoa que tiver primazia, na seguinte ordem: a 1a 
pessoa tem prioridade sobre a 2a e a 3a; a 2a sobre a 3a; na ausência de uma 
e outra, o verbo vai para a 3a pessoa.
 • Eu e Maria queremos viajar em maio. 
 • Eu, tu e João somos amigos. 
 • O Presidente e os Ministros chegaram logo.
Observação: Por desuso do pronome vós e respectivas formas verbais no 
Brasil, tu e ... leva o verbo para a 3a pessoa do plural: 
 • Tu e o teu colega devem (e não deveis) ter mais calma.
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72 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Analisaremos a seguir algumas questões que costumam suscitar dúvidas 
quanto à correta concordância verbal. 
a) Há três casos de sujeito inexistente:
– com verbos de fenômenos meteorológicos:
Choveu (geou, ventou...) ontem.
– em que o verbo haver é empregado no sentido de existir ou de tempo 
transcorrido:
Haverá descontentes no governo e na oposição.
Havia cinco anos não ia a Brasília.
Errado: Se houverem dúvidas favor perguntar.
Certo: Se houver dúvidas favor perguntar.
Para certificar-se de que esse haver é impessoal, basta recorrer ao singu-
lar do indicativo: Se há ( e nunca: *hão) dúvidas... Há (e jamais: *Hão) descon-
tentes...
– em que o verbo fazer é empregado no sentido de tempo transcorrido: Faz 
dez dias que não durmo. Semana passada fez dois meses que iniciou a apu-
ração das irregularidades. Errado: Fazem cinco anos que não vou a Brasília.
Certo: Faz cinco anos que não vou a Brasília.
São muito frequentes os erros de pessoalização dos verbos haver e fa-
zer em locuções verbais (ou seja, quando acompanhados de verbo auxiliar). 
Nestes casos, os verbos haver e fazer transmitem sua impessoalidade ao 
verbo auxiliar:
Errado: Vão fazer cinco anos que ingressei no Serviço Público. Certo: Vai 
fazer cinco anos que ingressei no Serviço Público.
Errado: Depois das últimas chuvas, podem haver centenas de desabriga-
dos. Certo: Depois das últimas chuvas, pode haver centenas de desabriga-
dos.
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73LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Errado: Devem haver soluções urgentes para estes problemas. Certo: 
Deve haver soluções urgentes para estes problemas.
b) Concordância facultativa com sujeito mais próximo: quando o su-
jeito composto figurar após o verbo, pode este flexionar-se no plural ou con-
cordar com o elemento mais próximo.
Venceremos eu e você. – ou: Vencerei eu e você. – ou, ainda:
Vencerá você e eu.
c) Quando o sujeito composto for constituído de palavras sinônimas 
(ou quase), formando um todo indiviso, ou de elementos que simplesmente 
se reforçam, a concordância é facultativa, ou com o elemento mais próximo 
ou com a ideia plural contida nos dois ou mais elementos:
A sociedade, o povo une-se para construir um país mais justo. – ou então: 
A sociedade, o povo unem-se para construir um país mais justo.
d) O substantivo que se segue à expressão um e outro fica no singu-
lar, mas o verbo pode empregar-se no singular ou no plural:
Um e outro decreto trata da mesma questão jurídica. – ou: Um e outro de-
creto tratam da mesma questão jurídica.
e) As locuções um ou outro, ou nem um, nem outro, seguidas ou não 
de substantivo, exigem o verbo no singular:
Uma ou outra opção acabará por prevalecer. Nem uma, nem outra medida 
resolverá o problema.
f) No emprego da locução um dos que, admite-se dupla sintaxe, ver-
bo no singular ou verbo no plural (prevalece este no uso atual):
Um dos fatores que influenciaram (ou influenciou) a decisão foi a urgência 
de obter resultados concretos. A adoção da trégua de preços foi uma das 
medidas que geraram (ou gerou) mais impacto na opinião pública.
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74 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
g) O verbo que tiver como sujeito o pronome relativo quem tanto 
pode ficar na terceira pessoa do singular, como concordar com a pes-
soa gramatical do antecedente a que se refere o pronome:
Fui eu quem resolveu a questão. – ou: Fui eu quem resolvi a questão.
h) Verbo apassivado pelo pronome se deve concordar com o sujeito 
que, no caso está sempre expresso e vem a ser o paciente da ação ou 
o objeto direto na forma ativa correspondente:
Vendem-se apartamentos funcionais e residências oficiais. Para obte-
rem-se resultados são necessários sacrifícios.
Compare: apartamentos são vendidos e resultados são obtidos; vendem 
apartamentos e obtiveram resultados. Verbo transitivo indireto (i. é, que rege 
preposição) fica na terceira pessoa do singular; o se, no caso, não é apassi-
vador pois verbo transitivo indireto não é apassivável: *O prédio é carecido de 
reformas.
É tratado de questões preliminares. Assim, o correto é: Assiste-se a mu-
danças radicais no País. (E não *Assistem-se a...) Precisa-se de homens co-
rajosos para mudar o País. (E não *Precisam-se de...) Trata-se de questões 
preliminares ao debate. (E não *Tratam-se de...)
i) Expressões de sentido quantitativo (grande número de, grande 
quantidade de, parte de, grande parte de, a maioria de, a maior parte 
de, etc) acompanhadas de complemento no plural admitem concor-
dância verbal no singular ou no plural. Nesta última hipótese, temos 
“concordância ideológica”, por oposição à concordância lógica, que 
se faz com o núcleo sintático do sintagma (ou locução) nominal (a 
maioria + de...):
A maioria dos condenados acabou (ou acabaram) por confessar sua cul-
pa. Um grande número de Estados aprovaram (ou aprovou) a Resolução da 
ONU.
Metade dos Deputados repudiou (ou repudiaram) as medidas. 
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75LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
j) Concordância do verbo ser: segue a regra geral (concordância 
com o sujeito em pessoa e número), mas nos seguintes casos é feita 
com o predicativo: – quando inexiste sujeito:
Hoje são dez de julho. Agora são seis horas. Do Planalto ao Congresso são 
duzentos metros. Hoje é dia quinze.
– quando o sujeito refere-se a coisa e está no singular e o predicativo é 
substantivo no plural: Minha preocupação são os despossuídos. O principal 
erro foram as manifestações extemporâneas.
– quando os demonstrativos tudo, isto, isso, aquilo ocupam a função de 
sujeito: Tudo são comemorações no aniversário do município. Isto são as 
possibilidades concretas de solucionar o problema. Aquilo foram gastos inú-
teis.
– quando a função de sujeito é exercida por palavra ou locução de sentido 
coletivo: a maioria, grande número, a maior parte, etc.
A maioria eram servidores de repartições extintas. Grande número (de 
candidatos) foram reprovados no exame de redação. A maior parte são pe-
quenos investidores. – quando um pronome pessoal desempenhar a função 
de predicativo: Naquele ano, o assessor especial fui eu. O encarregado da 
supervisão és tu. O autor do projeto somos nós.
Nos casos de frases em que são empregadas expressões é muito, é pou-
co, é mais de, é menos de o verbo ser fica no singular:
Três semanas é muito. Duas horas é pouco. Trezentos mil é mais do que 
eu preciso.
l) Concordância do Infinitivo:
Uma das peculiaridades da língua portuguesa é o infinitivo flexionável: 
esta forma verbal, apesar de nominalizada, pode flexionar-se concordando 
com o seu sujeito. Simplificando o assunto, controverso para os gramáticos, 
valeria dizer que a flexão do infinitivo só cabe quando ele tem sujeito próprio, 
em geral distinto do sujeito da oração principal:
Chegou ao conhecimento desta Repartição estarem a salvo todos os atin-
gidos pelas enchentes. (sujeito do infinitivo: todos os atingidos pelas enchen-
tes)
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76 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
A imprensa estrangeira noticia sermos nós os responsáveis pela preser-
vação da Amazônia. (sujeito do infinitivo: nós)
Não admitimos sermos nós... Não admitem serem eles... O Governo afirma 
não existirem tais doenças no País. (sujeito da oração principal: o governo; 
sujeito do infinitivo: tais doenças) Ouvimos baterem à porta. (sujeito (do 
infinitivo) indefinido plural, como em Batem (ou Bateram) à porta)
O infinitivo é inflexionável nas combinações com outro verbo de um só e 
mesmo sujeito – a esse outro verbo é que cabe a concordância:
As assessoras podem (ou devem) ter dúvidas quanto à medida. Os sor-
teados não conseguem conter sua alegria. Queremos (ou precisamos, etc.) 
destacar alguns pormenores.
Nas combinações com verbos factitivos (fazer, deixar, mandar...) e sensi-
tivos (sentir, ouvir, ver...) o infinitivo pode concordar com seu sujeito próprio, 
ou deixar de fazê-lo pelo fato de esse sujeito (lógico) passar a objeto direto 
(sintático) de um daqueles verbos:
O Presidente fez (ou deixou, mandou) os assessores entrarem (ou entrar). 
Sentimos (ou vimos, ouvimos) os colegas vacilarem (ou vacilar) nos debates.
Naturalmente, o sujeito semântico ou lógico do infinitivo que aparece na 
forma pronominal acusativa (o,-lo, -no e flexões) só pode ser objeto do outro 
verbo:
O Presidente fê-los entrar (e não *entrarem) Sentimo-los (ou Sentiram-
nos, Sentiu-os, Viu-as) vacilar (e não *vacilarem).
Concordância Nominal:
Regra geral: adjetivos (nomes ou pronomes), artigos e numerais concor-
dam em gênero e número com os substantivos de que dependem:
Todos os outros duzentos processos examinados... Todas as outras du-
zentas causas examinadas...
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77LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Alguns casos que suscitam dúvida:
a) anexo, incluso, leso: como adjetivos, concordam com o substantivo 
em gênero e número: Anexa à presente Exposição de Motivos, segue minuta 
de Decreto. Vão anexos os pareceres da Consultoria Jurídica. Remeto inclusa 
fotocópia do Decreto. Silenciar nesta circunstância seria crime de lesa-pátria 
(ou de leso-patriotismo).
b) a olhos vistos é locução com função adverbial, invariável, portanto: 
Lúcia envelhecia a olhos vistos. A situação daquele setor vem melhorando a 
olhos vistos.
c) possível: em expressões superlativas, este adjetivo ora aparece inva-
riável, ora flexionado (embora no português, moderno se prefira empregá-lo 
no plural): As características do solo são as mais variadas possíveis. As ca-
racterísticas do solo são as mais variadas possível.
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78 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
13 REGÊNCIA
Regência é, em gramática, sinônimo de dependência, subordinação. 
Assim, a sintaxe de regência trata das relações de dependência que as 
palavras mantêm na frase. Dizemos que um termo rege o outro que o com-
plementa.
Numa frase, os termos regentes ou subordinantes (substantivos, adjeti-
vos, verbos) regem os termos regidos ou subordinados (substantivos, adjeti-
vos, preposições) que lhes completam o sentido.
Termos Regentes:
amar, amor insistiu, insistência persuadiu obediente, obediência cuidado, 
cuidadoso ouvir
Termos Regidos:
a Deus. em falar. o Senador a que votasse. à lei. com a revisão do texto. 
música.
Como se vê pelos exemplos acima, os termos regentes podem ser subs-
tantivos e adjetivos (regência nominal) ou verbos (regência verbal), e podem 
reger outros substantivos e adjetivos ou preposições. 
As dúvidas mais frequentes quanto à regência dizem respeito à necessi-
dade de determinada palavra reger preposição, e qual deve ser essa prepo-
sição.
Considerando que, em regra, a regência dos nomes segue a dos verbos 
que lhes correspondem (viajar de trem: viagem de trem; anotar no caderno: 
anotação no caderno...) analisaremos a seguir alguns casos de regência ver-
bal que costumam criar dificuldades na língua escrita.
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79LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Regência de Alguns Verbos de Uso Frequente:
 • Anuir: concordar, condescender: transitivo indireto com a preposição a: 
Todos anuíram àquela proposta. O Governo anuiu de boa vontade ao pedido 
do sindicato.
 • Aproveitar: aproveitar alguma coisa ou aproveitar-se de alguma coisa. 
Aproveito a oportunidade para manifestar repúdio ao tratamento dado a esta 
matéria. O relator aproveitou-se da oportunidade para emitir sua opinião so-
bre o assunto.
 • Aspirar: no sentido de respirar, é transitivo direto: Aspiramos o ar puro 
da montanha. Aspirá-lo. – no sentido de desejar ardentemente, de pretender, 
é transitivo indireto, regendo a preposição a: O projeto aspira à estabilidade 
econômica da sociedade. Aspira a ela. Aspirar a um cargo. Aspirar a ele. 
 • Assistir: no sentido de auxiliar, ajudar, socorrer, é transitivo direto: Pro-
curaremos assistir os atingidos pela seca (assisti-los). O direito que assiste 
ao autor de rever sua posição. O direito que lhe assiste... – no sentido de estar 
presente, comparecer, ver é transitivo indireto, regendo a preposição a: Não 
assisti à reunião ontem. Não assisti a ela. Assisti a um documentário muito 
interessante. Assisti a ele. Nesta acepção, o verbo não pode ser apassivado; 
assim, em linguagem culta formal, é incorreta a frase: “A reunião foi assistida 
por dez pessoas”. 
 • Atender: O Prefeito atendeu ao pedido do vereador. O Presidente aten-
deu o Ministro (atendeu-o) em sua reivindicação. Ou O Presidente atendeu ao 
Ministro (atendeu a ele) em sua reivindicação. 
 • Avisar: avisar alguém (avisá-lo) de alguma coisa: O Tribunal Eleitoral avi-
sou os eleitores da necessidade do recadastramento. 
 • Comparecer: comparecera (ou em) algum lugar ou evento: Compareci 
ao(ou no) local indicado nas instruções. A maioria dos delegados compare-
ceu à (ou na) reunião
 • Compartilhar: compartilhar alguma (ou de alguma) coisa: O povo bra-
sileiro compartilha os (ou dos) ideais de preservação ambiental do Governo.
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80 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 • Consistir: consistir em alguma coisa (consistir de é anglicismo): O plano 
consiste em promover uma trégua de preços por tempo indeterminado.
 • Custar: no sentido usual de ter valor, valer: A casa custou um milhão de 
cruzeiros.
– no sentido de ser difícil, este verbo se usa na 3a pessoa do sing., em 
linguagem culta formal:
Custa-me entender esse problema. (Eu) custo a entender esse problema 
– é linguagem oral, escrita informal, etc.
Custou-lhe aceitar a argumentação da oposição. (Como sinônimo de de-
morar, tardar – Ele custou a aceitar a argumentação da oposição – tb. é lin-
guagem oral, vulgar, informal.)
 • Declinar: declinar de alguma coisa (no sentido de rejeitar): Declinou das 
homenagens que lhe eram devidas. implicar: no sentido de acarretar, produ-
zir como consequência, é transitivo direto – implicá-lo:
O Convênio implica a aceitação dos novos preços para a mercadoria. (O 
Convênio implica na aceitação... – é inovação sintática bastante frequente no 
Brasil. Mesmo assim, aconselha-se manter a sintaxe originária: implica isso, 
implica-o...)
 • Incumbir: incumbir alguém (incumbi-lo) de alguma coisa: Incumbi o Se-
cretário de providenciar a reserva das dependências. – ou incumbir a alguém 
(incumbir-lhe) alguma coisa: O Presidente incumbiu ao Chefe do Cerimonial 
preparar a visita do dignitário estrangeiro. 
 • Informar: informar alguém (informá-lo) de alguma coisa: Informo Vossa 
Senhoria de que as providências solicitadas já foram adotadas. – informar a 
alguém (informar-lhe) alguma coisa: Muito agradeceria informar à autoridade 
interessada o teor da nova proposta.
 • Obedecer: obedecer a alguém ou a alguma coisa (obedecer-lhe): As re-
formas obedeceram à lógica do programa de governo. É necessário que as 
autoridades constituídas obedeçam aos preceitos da Constituição. Todos lhe 
obedecem. 
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81LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 • Pedir: pedir a alguém (pedir-lhe) alguma coisa: Pediu ao assessor o re-
latório da reunião. – pedir a alguém (pedir-lhe) que faça alguma coisa: (“Pedir 
a alguém para fazer alguma coisa” é linguagem oral, vulgar, informal.) Pediu 
aos interessados (pediu-lhes) que (e não *para que) procurassem a reparti-
ção do Ministério da Saúde.
 • Preferir: preferir uma coisa (preferi-la) a outra (evite: “preferir uma coisa 
do que outra”): Prefiro a democracia ao totalitarismo. Vale para a forma nomi-
nal preferível: Isto é preferível àquilo (e não preferível do que...).
 • Propor-se: propor-se (fazer) alguma coisa ou a (fazer) alguma coisa: O 
decreto propõe-se disciplinar (ou a disciplinar) o regime jurídico das impor-
tações.
 • Referir: no sentido de ‘relatar’ é transitivo direto: Referiu as informações 
(referiu-as) ao encarregado.
 • Visar: com o sentido de ter por finalidade, a regência originária é transi-
tiva indireta, com a preposição a. Tem- se admitido, contudo, seu emprego 
com o transitivo direto com essa mesma acepção: O projeto visa ao estabe-
lecimento de uma nova ética social (visa a ele). Ou: visa o estabelecimento 
(visa-o). As providências visavam ao interesse (ou o interesse) das classes 
desfavorecidas.
Observação: Na língua escrita culta, os verbos que regem determinada 
preposição, ao serem empregados em orações introduzidas por pronome 
relativo, mantêm essa regência, embora a tendência da língua falada seja 
aboli-la.
Ex.: Esses são os recursos de que o Estado dispõe (e não recursos que 
dispõe, próprio da linguagem oral ou escrita informal).
Apresentou os pontos em que o Governo tem insistido (e não pontos que 
o Governo...). Já as orações subordinadas substantivas introduzidas por con-
junção integrante (que, como e se) dispensam o emprego da preposição: O 
Governo insiste que a negociação é imprescindível. Não há dúvida que o es-
forço é fundamental. Lembre como revisar um texto.
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82 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
14 CRASE
A palavra crase é de origem grega “Krâsis” e significa fusão, mistura, jun-
ção. Dessa forma, a crase corresponde a união do artigo definido “a (s)” e da 
preposição “a” marcada pelo acento grave: à (a+a). Além disso, essa fusão 
pode ocorrer nos pronomes demostrativos: àquele, àquela, àquilo.
A crase é usada:
•Antes de palavras femininas.Exemplos: Fui à biblioteca; Fomos à loja.
•Quando acompanham verbos que indicam destino: ir, voltar, vir. Exemplos: 
Vou à loja de meu irmão; Fomos à feira.
•Nas locuções adverbiais, prepositivas e conjuntivas: à medida que, à noi-
te, à tarde, às pressas, às vezes. Exemplo: Saímos à noite; À medida que o 
tempo passa as amizades aumentam.
•Antes dos Pronomes demonstrativos (aquilo, aquela, aquele). Exemplos: 
No mês de abril, voltamos àquela praia; Refere-se àquilo que aconteceu on-
tem na festa.
•A expressão “à moda”, por exemplo: As roupas são à moda francesa; No 
restaurante a comida era à moda mineira.
Não se utiliza crase:
•Antes de palavras masculinas, por exemplo: Jorge tem um carro a álcool; 
Samuel comprou um jipe a diesel.
•Antes de verbos que não indiquem destino, por exemplo: Estava disposto 
a salvar a menina.
•Antes de artigos (um, uns, uma, umas) e pronomes indefinidos (outra, al-
guém, qualquer, certa), por exemplo: Chegou a uma hora; Todo dia pergunta-
va a outra professora sobre as aulas.
•Antes de pronomes pessoais do caso reto (eu, tu, ele, nós, vós, eles) e 
do caso oblíquo me, mim, comigo, te, ti, contigo, se, si, o, lhe), por exemplo: 
Falamos a ela sobre o ocorrido; Ofereceram a mim as entradas para o cinema.
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83LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
•Antes dos pronomes demonstrativos (isso, esse, este, esta, essa), por 
exemplo: Era a isso que nos referíamos; Quando aderir a esse plano, a inter-
net ficará mais barata.
•Antes de nomes de cidade que não utilizam o artigo feminino, por exem-
plo: Fomos à Itália.
•Palavras repetidas: dia a dia, frente a frente, cara a cara, gota a gota, pon-
ta a ponta, por exemplo: Ficamos cara a cara na festa de final de ano; Dia a dia 
nos conhecemos melhor.
Dicas para o uso da crase:
•Para saber se ocorre crase, em alguns casos, substitui-se a palavra fe-
minina por masculina, ou seja, o “a” por “ao” e se a preposição for aceita sem 
alterar o sentido, então com certeza há crase. Por exemplo: Vou à escola, Vou 
ao colégio
•É facultativo o uso da crase antes dos pronomes possessivos, por exem-
plo: Mandou presentes de natal à sua família ou Mandou presentes de natal 
a sua família. Da mesma maneira antes do “até”, o uso é facultativo : Fui até à 
praça ou Fui até à praça
•Para saber se a crase é utilizada nos verbos de destino temos a expres-
são: “Vou a, volto da, crase há! vou a, volto de, crase pra quê?” Vou à Europa, 
Volto da Europa; Foi a Roma, voltou de Roma.
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84 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
15 COLOCAÇÃO DOS PRONOMES
Será oportuno relembrar a posição das formas oblíquas átonas dentro do 
quadro geral dos pronomes pessoais:
Retos:
 • eu tu ele, ela
 • nós vós eles, elas
Oblíquos átonos:
 •me te se, lhe, o, a nos vos se, lhes, os, as
Oblíquos Tônicos:
 •mim, comigo ti, contigo si, consigo conosco convosco
 • si, consigo
Trata-se, aqui, de examinar a colocação das formas oblíquas átonas, que 
constituem com o verbo um todo fonético. São colocados,frequentemente, 
após a forma verbal (ênclise); muitas vezes, antes (próclise); mais raramente, 
intercalam-se a ela (mesóclise).
A Gramática tradicional tem disciplinado a matéria – para a linguagem es-
crita formal – da maneira como se expõe a seguir.
ÊNCLISE
As formas verbais do infinitivo pessoal, do imperativo afirmativo e do ge-
rúndio exigem a ênclise pronominal. Ex.: Cumpre comportar-se bem. Essas 
ordens devem cumprir-se rigorosamente. 
Aqui estão as ordens: cumpra-as. Aventurou-se pelo desconhecido, afas-
tando-se dos objetivos iniciais.
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85LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Se o gerúndio vier precedido da preposição em, antepõe-se o pronome 
(próclise): Em se tratando de uma situação de emergência, justifica-se a mo-
bilização de todos os recursos. 
A ênclise é forçosa em início de frase. Ou seja: não se principia frase com 
pronome átono. 
Ex.: Pediram-lhe (e não *Lhe pediram) que comparecesse à reunião do 
Congresso.
PRÓCLISE
Como norma geral, deve-se colocar o pronome átono antes do verbo, 
quando antes dele houver uma palavra pertencente a um dos seguintes gru-
pos:
a) palavras negativas: não, nada, nunca, jamais, nem, nenhum, nin-
guém. O assessor não lhes forneceu detalhes do projeto? Jamais nos afasta-
remos das promessas de campanha;
b) relativos: quem, o qual, que, quanto, cujo, como, onde, quando: Os ho-
mens que se prezam sabem que devem pensar antes no interesse público 
que nos pessoais. O chefe de departamento com quem nos entrevistamos 
afirmou que o problema está resolvido.
c) interrogativos: quem, (o) que, qual, quanto(a)(s); como, onde, quanto. 
Quem nos apresentou o projeto? Quanto tempo se perde!
d) conjunções subordinativas: quando, se, como, porque, que, enquan-
to, embora, logo que, etc. Lembrei de confirmar a reserva no voo quando me 
despedia do chefe da divisão. Se eles se dispusessem ao diálogo... Logo que 
o vi, chamei-o para o despacho. O infinitivo precedido de uma das palavras ou 
expressões mencionadas acima, admite o pronome átono em próclise ou ên-
clise. Ex.: Nada lhe contamos para não o aborrecer (ou para não aborrecê-lo).
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86 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
MESÓCLISE
Usa-se o pronome no meio da forma verbal, quando esta estiver no futuro 
simples do presente ou do pretérito do indicativo. Ex.: Quando for possível, 
transmitir-lhes-ei mais informações. Ser-nos-ia útil contar com o apoio de 
todos.
Fica prejudicada a mesóclise quando houver, antes do futuro do presente 
ou do pretérito, uma das palavras ou expressões que provocam a próclise:
Nada lhe diremos (e não *Nada dir-lhe-emos) até termos confirmação 
do fato. Essa é a resposta que lhe enviaríamos (e não *que enviar-lhe-íamos) 
caso ele voltasse ao assunto. Espera o Estado que a União lhe dará (e não 
*que ... dar-lhe-á) mais verbas.
CASOS ESPECIAIS
a) É inviável a ênclise com o particípio.
 Ex.: A inflação havia-se aproximado (nunca: *havia aproximado-se) de li-
mites intoleráveis. Jamais nos tínhamos enfraquecido (e não: *tínhamos en-
fraquecido-nos) tanto. Tê-lo-ia afetado (e não *Teria afetado-lhe) o isolamento 
constante?
b) Colocação do pronome átono em locuções e combinações verbais. Nas 
combinações de verbo pessoal (auxiliar ou não) + infinitivo, o pronome átono 
pode ser colocado antes ou depois do primeiro verbo, ou depois do infinitivo. 
Ex.: Devemos-lhe dizer a verdade. 
Ou: Nós lhe devemos dizer a verdade. Ou, ainda: Devemos dizer-lhe a ver-
dade.
No caso, a próclise com o infinitivo é própria da linguagem oral, ou escrita 
informal: Devemos lhe dizer ... Evite-se esta colocação na redação oficial. Se, 
no caso mencionado, houver palavra que exige a próclise, só duas posições 
serão possíveis para o pronome átono: antes do auxiliar (próclise) ou depois 
do infinitivo (ênclise). Ex.: Não lhe devemos dizer a verdade. Não devemos di-
zer-lhe a verdade.
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RACIOCÍNIO LÓGICO-
MATEMÁTICO
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SUMÁRIO
01 NÚMEROS REAIS
02 OPERAÇÕES
03 MÚLTIPLOS E DIVISORES DE NÚMEROS NATURAIS
04 MMC E MDC
05 EXPRESSÕES NUMÉRICAS
06 EQUAÇÕES E INEQUAÇÕES
07 ÁLGEBRA LINEAR
08 FUNÇÕES
09 GRANDEZAS, RAZÕES E PROPORÇÕES
10 DIVISÕES PROPORCIONAIS
11 REGRA DE TRÊS
12 PORCENTAGEM
13 PROGRESSÃO ARITMÉTICA E GEOMÉTRICA
14 PROBABILIDADE
15 NOÇÕES DE ESTATÍSTICA
16 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO MATEMÁTICA DE GRÁFICOS 
ESTATÍSTICOS
17 CONJUNTOS NUMÉRICOS
18 GEOMETRIA
19 TRIGONOMETRIA
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89MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
01 NÚMEROS REAIS
CONCEITO
Conjunto de elementos, representado pela letra R, constituído pelos:
Números Naturais (N): N = {0, 1, 2, 3,...}
Números Inteiros (Z): Z= {..., -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3,...}
Números Racionais (Q): Q = {...,1/2, 3/4, –5/4...}
Números Irracionais (I): I = {...,√2, √3,√7, 3,141592....}
NÚMEROS INTEIROS
Os números inteiros são constituídos pelos números naturais {0, 1, 2, …} e 
pelos seus opostos {0, -1, -2, …}. Dois números são opostos se, e somente se, 
sua soma é zero. Chamam-se a estes números inteiros relativos.
O conjunto de todos os inteiros é denominado por Z.
 Os resultados das operações de soma, subtracção e multiplicação entre 
dois inteiros são inteiros. Dois inteiros admitem relações binárias como =, > e 
Elemento neutro: x + 0 = x
Ainda, como falado anteriormente, a soma de dois números racionais (na-
turais/inteiros) resulta em um número também racional (natural/inteiro). 
Subtração:
A subtração, assim como a adição, é uma operação que transforma dois 
ou mais números num único só. O símbolo utilizado é o sinal “-”. 
A subtração também atende às propriedades de comutação, associação 
e elemento neutro. A estrutura de uma subtração está apresentada abaixo:
 x - y = z
Chamamos x de minuendo, y de subtraendo e z de diferença ou resto.
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93MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Multiplicação:
A multiplicação surgiu como uma forma de simplificar a soma de grandes 
quantias de termos semelhantes. Seja a seguinte soma:
x = 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 
Como podemos ver, estamos somando o número 4 nove vezes. Logo, ao 
invés de realizarmos todas essas operações de soma, podemos encontrar o 
mesmo resultado através de apenas uma única operação: a multiplicação.
Podemos representar essa operação através do sinal “x” ou “.”.No exemplo 
dado teremos a seguinte multiplicação:
9 * 4 = 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 
Lemos a operação acima de “9 vezes 4”. Podemos chamar o resultado da 
multiplicação de produto e seus membros que o compõem de coeficientes. 
Logo, os números 9 e 4 são coeficientes e o resultado, 36, é o produto de 9 
por 4.
Além das propriedades de comutação e associação, a multiplicação aten-
da algumas outras que veremos logo abaixo:
Distributividade: x . (y + z) = x . y + x . z
Elemento neutro: x . 1 = x
Note que a multiplicação também possui o elemento neutro, porém ele é 
deferente do utilizado na adição e subtração.
Divisão:
A divisão é uma operação inversa da multiplicação d pode ser represen-
tada pelo símbolo “” ou pelo formato de fração abaixo. Vejamos o exemplo 
abaixo:
x
= z
y
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94 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Sempre chamaremos x de dividendo e y de divisor e z de resultado.No en-
tanto, nem sempre o resultado será um número inteiro. Nesse caso dizemos 
que a divisão não é exata.
No caso de divisão não exata devemos definir mais dois valores para a 
divisão: o quociente e o resto. Podemos representar qualquer divisão pela 
seguinte equação:
x = q . y + r
Assim como no caso anterior, x é o dividendo e y o divisor. Além disso, 
temos que q é o quociente e r o resto da divisão. Uma exigência é que o resto 
r seja sempre positivo e menor do que o divisor y. Ainda, quando o resto for 
zero, dizemos que x é divisível por y. 
Vejamos o exemplo da divisão 27/5 . Tentaremos montar essa divisão de 
acordo com a equação apresentada acima:
27 = 5 . q + r
Agora devemos encontrar os valores de q e r. Para isso podemos utilizar a 
técnica apresentada abaixo.
Ela consiste em chutar valores de q e r até satisfazer a igualdade da equa-
ção. Parece uma técnica demorada, mas em muitos caso nós já sabemos 
por onde começar nossos chutes. Nesse exemplo, podemos ver que se utili-
zarmos q = 5 teremos a seguinte equação:
27 = 5 . 5 + r
Portanto fica fácil perceber que r = 2 satisfaz a equação. Será que podería-
mos utilizar q = 4 ou q = 6? A resposta é não! Veja que para qualquer um dos 
dois valores de q não teríamos um valor possível para r. 
Caso q = 4, teremos r = 7, que é maior do que o divisor y = 5. Por outro lado, 
se q = 6, teremos r = -3, que é um número negativo e, portanto, inválido.
Vamos representar a divisão na maneira que aprendemos no colégio:
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95MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Veja que já utilizávamos essa técnica desde muito tempo. O que foi feito 
aqui foi apenas escrever a imagem acima em forma de uma equação mate-
mática:
x = q . y + r
17 = 8 . 2 + 1
Assim como as operações anteriores, a divisão atende às propriedades de 
comutação, associação, elemento neutro (zero) e distribuição. Nas unidades 
posteriores estudaremos como operar com as frações oriundas da divisão.
Potenciação:
A operação de potenciação é definida de maneira similar como foi defini-
da a multiplicação. Veja abaixo:
x = 4 . 4 . 4 . 4 . 4 . 4 
Estamos realizando algumas multiplicações de coeficientes iguais. Assim 
como fizemos para a soma de diversos fatores iguais, criando a multiplica-
ção, faremos para a multiplicação de diversos coeficientes iguais. 
Nesse caso, a potenciação é a operação que representará todas essas 
multiplicações como uma única operação.
No exemplo acima multiplicamos o número 4 seis vezes. Isso é equivalen-
te à expressão abaixo:
46 = 4 . 4 . 4 . 4 . 4 . 4 = 4096
Na potenciação chamamos o número 4 de base e o 6 de expoente. 
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96 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Apresentaremos abaixo algumas propriedades e resultados prontos da 
potenciação.
x1 = 0
x0 = 1, para x ≠ 0
xa . xb = x (a+b)
x (a.b) = (xa)b
x-1 = ( 1 )x
x-a = ( 1 ) =
1a
=
1
x xa xa
Através dessas expressões acima podemos trabalhar com qualquer pro-
blema de potenciação apresentado.
Uma definição que se faz a partir da potenciação é o de número quadrado 
perfeito. Quadrado perfeito é um número inteiro não negativo que pode ser 
representado por outro número elevado a potência de 2 (elevado ao quadra-
do). Portanto, mostramos logo abaixo a lista dos quadrados perfeitos de 1 até 
100:
quadrados perfeitos de 1 a 100 = { 1,4,9,16,25,36,49,64,81,100}
Saber de cabeça os quadrados perfeitos de 1 até 100 é bastante útil e pode 
acelerar a resolução de alguns exercícios.
Radiciação:
Note que até agora todas as operações possuíam alguma outra comple-
mentar. Para a potenciação não será diferente. 
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97MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Estudaremos agora a radiciação, que possui a seguinte forma:
y √x = z
O número x é chamado de radicando, y de índice, z de raiz e de radical. 
Como regra, o índice y não pode ser negativo e nem zero. 
Nesse caso, z é a raiz quadrada de x. A solução dessa operação é o nú-
mero z tal que:
z y = x
Como podemos ver, a radiciação realmente é o processo inverso da po-
tenciação. Pode-se representar a radiciação como uma potência. Veja na 
equação a seguir:
y √x = x 1/y
Portanto, todas as propriedades vistas para potenciação também são vá-
lidas para a radiciação. 
Assim como na potenciação, procure sempre observar essas proprieda-
des na resolução dos problemas. Desse modo você ficará mais acostumado 
a trabalhar tanto com potenciação quanto radiciação.
Ainda vale a pena comentar sobre algo que nunca deve ser feito quando 
trabalhamos com radiciação!
A soma das raízes não é a raiz das somas, portanto tenha a certeza de 
sempre estarem atentos para não cometer esse erro.
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98 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
LEMBRETES PARA MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO
Sinais iguais: resposta positiva.
Sinais diferentes: resposta negativa.
(+) * (+) = (+)
(-) * (-) = (+)
(+) * (-) = (-)
(-) * (+) = (-)
(+) : (+) = (+)
(-) : (-) = (+)
(+) : (-) = (-)
(-) : (+) = (-)
OPERAÇÕES COM CONJUNTOS
União:
Sejam A e B dois conjuntos quaisquer, temos que a união entre tais con-
juntos é formada pelo conjunto dos elementos de A somados aos elementos 
de B. O símbolo de união é ∪, logo tal conjunto é representado por A ∪ B.
Exemplo: A = {1,2,4} e B = {2,3,4,6}
A união seria A ∪ B = {1,2,3,4,6}
Intersecção: 
Considere os mesmos conjuntos A e B do exemplo anterior. O símbolo da 
intersecção é ∩, logo no exemplo citado seria A ∩ B. 
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99MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
O conjunto caracterizado pela intersecçãoé formado pelos elementos 
que integram simultaneamente os dois conjuntos. Logo:
Exemplo: A = {1,2,4} e B = {2,3,4,6}
A ∩ B = {2,4}
Os conceitos de união e intersecção de conjuntos são muito utilizados no 
tópico de Estatística, sub-ramo da Matemática.
Diferença: 
A diferença entre dois conjuntos é um conjunto formado pelos elementos 
pertencentes a um conjunto que não fazem parte do outro conjunto. É repre-
sentada pelo símbolo -. 
Utilizando o mesmo exemplo, a diferença entre A e B é formada pelos ele-
mentos de A que não estão presentes em B:
Exemplo: A = {1,2,4} e B = {2,3,4,6}
A – B = {1}
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100 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
03 MÚLTIPLOS E DIVISORES 
DE NÚMEROS NATURAIS
Nesse tópico veremos um pouco sobre o que é um múltiplo ou divisor de 
um número, assim como algumas outras definições.
Divisores:
Assim como vimos na operação de divisão, um certo número x é divisível 
por y quando, ao dividirmos x por y, o resto da operação for 0. 
Portanto, podemos dizer que a divisão de x por y resulta em um número 
inteiro. Nesse caso, y será um divisor de x. A fim de exemplo, colocaremos 
abaixo todos os números divisores de alguns números:
divisores de 20 = {1,2,4,5,10,20}
divisores de 15 = {1,3,5,15}
divisores de 18 = {1,2,3,9,18}
Através desses três exemplos podemos destacar algumas observações:
- O zero não é divisor de nenhum número;
- O menor divisor de um número sempre será o número 1;
- O maior divisor de um número é o próprio número;
Quando um número natural possui apenas o número 1 e ele mesmo como 
divisores ele será chamado de número primo. Abaixo mostramos o conjunto 
de todos os números primos de 1 a 100.
P = {2,3,5,7,11,13,17,19,23,29,31,37,41,43,47,53,59,61,67,71,73,79,83,89,97}
Veja que o número 1 não é primo. Isso ocorre porque, para ser primo, deve-
se ter, necessariamente, dois divisores. Como ele possui apenas um divisor 
(número 1) ele não pode ser classificado como um número primo.
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101MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Múltiplos:
Chamamos de múltiplo de um número o resultado da multiplicação entre 
esse número por um número natural. Vejamos, como exemplo, os múltiplos 
de 4:
múltiplos de 4
4x0 = 0
4x1 = 4
4x2 = 8
4x3 = 12
4x4 = 16
4x5 = 20
...
Portanto, para descobrir se um número é múltiplo de outro, basta dividir o 
número pelo suposto múltiplo. 
Caso o resto da divisão seja nulo, o número é um múltiplo do outro. Por 
exemplo, será que 525 é múltiplo de 3?
Basta fazermos a seguinte operação:
525
3
Calculando, veremos que o resultado é 175, sendo o resto nulo. Portanto, 
podemos afirmar que 525 é múltiplo de 3.
DICAS PARA CONCURSOS
Para uma rápida resolução de questões, é necessário conhecer ‘macetes’ 
que podem ajudar o candidato no momento da prova. Existem certas regras 
que podem ser aplicadas no que diz respeito à divisibilidade. Vejamos:
Divisibilidade por 2:
Um número é divisível por 2 sempre que for par, ou seja, quando seu últi-
mo algarismo for 0,2,4,6 ou 8. Exemplos: 100, 44, 68, 1286, 3576.
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102 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Divisibilidade por 3:
Um número é divisível por 3 quando a soma do valor isolado de seus alga-
rismos resultar em um número divisível por 3.
Exemplos: 
312, pois 3+1+2=6, que é divisível por 3.
4317, pois 4+3+1+7=15, e este 15 é 1+5=6, que é divisível por 3.
276417, pois 2+7+6+4+1+7=27, e este 27 é 2+7=9, que é divisível por 3.
Divisibilidade por 5:
Sempre que o algarismo das unidades (ou seja, o último algarismo da di-
reita) for 0 ou 5, este número será divisível por 5. 
Exemplos:
15, 40, 395, 8720.
Outras dicas:
Quando o número for divisível ao mesmo tempo por 2 e por 3, este número 
será divisível por 6.
Exemplos: 12, 84, 126.
Quando os últimos algarimos do número formarem um número divisível 
por 4, este número será divisível por 4. Quando o número terminar em 00, 
também será divisível por 4.
Exemplos: 528, 8340, 200, 37800.
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103MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
04 MMC E MDC
MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM (MMC)
Associado ao tópico de múltiplos podemos definir o mínimo múlti-
plo comum entre dois números.Dados dois números x e y, o MMC de-
les será o menor número que é múltiplo tanto de x quanto de y, des-
de que esse número não seja zero. Vamos calcular o MMC de 7 e 3.
Para isso, vejamos quais são os múltiplos de 3 e de 7:
múltiplos de 3 = {0,3,6,9,12,15,18,21,24,27,30,33,36,39,42,...}
múltiplos de 7 = {0,7,14,21,28,35,42,49,56,63,70,...}
Em azul podemos ver os múltiplos comuns entre 3 e 7. Como o MMC é o 
menor entre eles, com exceção do zero, podemos concluir que o MMC entre 
3 e 7 é o 21.
Podemos calcular o MMC através do método da decomposição conjunta. 
Mostraremos esse método através de um exemplo.
Desejamos calcular o MMC entre 8, 5 e 6. Para isso fazemos o seguinte 
esquema abaixo:
8,5,6 |
Feito essa primeira etapa começaremos a decompor os três números em 
fatores primos, ou seja dividiremos cada um deles por números primos. Mas 
qual número primo utilizar? 
Sempre o menor possível! Lembre-se aqui que o número 1 não é um nú-
mero primo, então sempre dividiremos por {2,3,5,7,11,...}.
À direita da barra colocaremos nosso fator primo. Como podemos ver, o 
menor fator primo que divide pelo menos um desses números é o 2. 
Ainda mais, ele dividirá tanto o 8 quanto o 6. 
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104 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Veja como ficará nosso esquema logo abaixo:
8,5,6 2
4,5,3
Agora repetiremos o processo para os novos números 4,5 e 3. Nesse caso, 
o menor fator primo continua sendo o 2.
8,5,6 2
24,5,3
2,5,3
Novamente, o menor fator primo é o 2. Logo, vamos fazer a nova operação 
com os números resultantes: 2, 5 e 3.
8,5,6 2
2
2
4,5,3
2,5,3
1,5,3
Note que chegamos no número 1 após dividir o 8 3 vezes pelo fator 2. 
Portanto, resta apenas decompor os números 5 e 3. O menor fator primo des-
sa vez é o 3.
8,5,6 2
2
2
2
4,5,3
2,5,3
1,5,3
1,5,1
Por fim, resta apenas dividir o número 5, e o fator primo que faz isso é o 
próprio 5:
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105MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
8,5,6 2
2
2
2
5
4,5,3
2,5,3
1,5,3
1,5,1
1,1,1
Agora que terminamos a decomposição em fatores primos podemos cal-
cular o MMC de 8, 5 e 6. Para isso basta multiplicarmos todos os fatores pri-
mos utilizados durante a decomposição. Logo:
MMC = 2 x 2 x 2 x 3 x 5 = 23 x 3 x 5 = 120
Esse método parece complicado, mas após exercitá-lo algumas vezes 
tudo ficará mais rápido e simples.
Além do apresentado anteriormente, existe um outro método para cálculo 
do MMC. Ele consiste em obtermos todos os fatores primos de cada um dos 
números. Façamos o mesmo exemplo com os números 8, 5 e 6.
8 = 23
5 = 5
6 = 2 x 3
Após decompormos cada um dos números separadamente poderemos 
obter o MMC. Nesse caso, o MMC é dado pelo produto de cada um dos fatores 
primos elevado ao maior expoente encontrado.
Vamos analisar nosso exemplo para deixar isso mais claro. Observemos o 
fator primo número 2. Dentre as três decomposições, qual é a maior potência 
que aparece junto com o fator 2? 
A resposta é 3. Basta olharmos para as decomposições na qual aparece o 
fator primo 2, ou seja, em 8 e em 6. No primeiro caso, temos o fator 2 elevado 
a uma potência de 3, enquanto no segundo caso temos ele elevado a uma 
potência de 1. Logo, utilizaremos o 23 no cálculo do MMC.
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106 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Agora para o fator primo 3. Qual é a maior potência? Ora,o fator 3 só apa-
rece na decomposição do 6 com uma potência de 1. Logo, utilizaremos o no 
cálculo.
Por fim, analisamos o fator primo 5. A maior potência encontrada para ele 
também é o 1, logo será ela que utilizaremos. Portanto, o MMC será:
Veja que os dois métodos convergiram para o mesmo resultado. O cálculo 
do MMC pode ser feito por qualquer um dos dois métodos, escolha aquele 
que te deixa mais confortável e siga em frente.
MÁXIMO DIVISOR COMUM (MDC)
Conceito: Dois números naturais sempre possuem divisores comuns. O 
MDC é o máximo divisor comum a dois números, como no exemplo a seguir: 
Os divisores comuns de 6 e 9 são 1, 2 e 3; logo, o MDC de 6 e 9 é 3, indicado da 
seguinte forma: m.d.c.(6,9)=3.
Outros exemplos:
m.d.c.(8,12)=4
m.d.c.(18,27)=9
m.d.c.(6,12,15)=3
Como calcular o MDC:
A maneira mais fácil de se calcular o MDC é através das divisões sucessi-
vas. Neste processo, são efetuadas várias divisões até se chegar a uma divi-
são exata. 
Exemplo – MDC (18,10):
1º) dividimos o número maior pelo número menor: 18 / 10 = 1 (com resto 8)
2º) dividimos o divisor 10, que é divisor da divisão anterior, por 8, que é o 
resto da divisão anterior, e assim sucessivamente: 
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107MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
10 / 8 = 1 (com resto 2)
8 / 2 = 4 (com resto zero - divisão exata)
3º) O divisor da divisão exata é 2. Então m.d.c.(18,10) = 2.
Outra maneira de se calcular o MDC é utilizando a decomposição dos nú-
meros em fatores primos.
Exemplo – MDC (18,10):
18 = 2 x 3 x 3
10 = 2 x 5
O fator primo comum aos dois números é 2. Logo, o MDC (18,10) é 2.
NÚMEROS PRIMOS ENTRE SI
Dois números são primos entre si quando o MDC desses números é 1.
Outro procedimento para obtenção do MDC é o seguinte:
Para obter, por exemplo, o MDC (30,36,72):
1. Coloca-se os números, 30, 36 e 72, e divide-se todos os números que 
podem ser divididos pelo primeiro primo 2. Na linha de baixo anotamos cada 
quociente obtido:
30 36 72 2
15 18 36
2. O procedimento é repetido com o próximo primo que divida os três quo-
cientes e, assim, sucessivamente, até que não hajam mais primos comuns:
30 36 72 2
15 18 36
5 9 12
3. Agora, multiplica-se todos os fatores primos na coluna da direita, obten-
do o m.d.c. procurado: mdc30, 36, 72=2∙3=6
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108 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
05 EXPRESSÕES NUMÉRICAS
Agora que conhecemos os conjuntos e algumas operações poderemos 
juntar tudo nesse tópico. 
O intuito aqui é mostrar algumas regras no cálculo de expressões, tal 
como prioridade de operação.
Até agora mostramos as operações isoladas umas das outras, porém isso 
não ocorre em exercícios de provas, portanto é importante vermos como as 
operações funcionam em conjunto.
Nas expressões existe uma certa prioridade entre as operações. Portanto, 
dependendo das operações presentes na expressão, deveremos resolver al-
gumas antes das outras. A ordem de prioridade é dada abaixo:
- Potenciação e radiciação;
- Multiplicação e divisão;
- Adição e subtração;
Assim, sempre que olharmos para uma expressão, devemos identificar 
quais operadores estão presentes e, em seguida, a ordem na qual realizare-
mos as contas. Veja abaixo alguns exemplos com relação a ordem de reso-
lução:
Veja que temos todas as operações na expressão acima. Primeiramente 
deveremos resolver as potências e radiciações. 
Sabemos que:
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109MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Resolveremos agora as multiplicações e divisões. 
Perceba que o segundo fator da expressão possui uma multiplicação jun-
to com uma divisão. 
Nesse caso você pode escolher qual resolver por primeiro. Aqui, farei pri-
meiramente a multiplicação e depois a divisão.
Por fim resolveremos as adições e subtrações, chegando ao seguinte re-
sultado:
Além da ordem das operações, podemos acrescentar sinais de associa-
ção que nos obrigam a realizar certas operações por primeiro. 
Esse é o caso dos parênteses, colchetes e chaves. 
Nesses casos, deve-se resolver, primeiramente, as operações dentro dos 
parênteses, depois colchetes e, por fim, dentro das chaves. 
Lembre-se sempre de respeitar a ordem das operações apresentadas 
mais acima dentro de cada um dos sinais de associação. 
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110 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Vejamos um exemplo logo abaixo:
Através desses dois exemplos conseguimos entender melhor como fun-
cionam as prioridades dentro de uma expressão numérica.
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111MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
06 EQUAÇÕES E INEQUAÇÕES
A equação é utilizada para calcular o valor de um termo desconhecido, 
sempre representado por uma letra, geralmente representada por x, y, e z. A 
equação sempre é montada com sinais operatórios como adição, subtração, 
multiplicação, divisão, radiciação e igualdade.O sinal de igualdade divide a 
equação de dois membros, compostos dos seguintes elementos:
Elemento de valor constante: representado por valores numéricos.
Elemento de valor variável: representado por números e letras.
Exemplo: x + 3 = 7
5x – 12 = 8
5x + 30 = 6x + 26
Em todos os exemplos, o valor de x é 4.
A equação de 1° Grau é aquela que pode ser representada sob a forma ax 
+ b = 0, na qual a e b são constantes reais e x é a variável.
EQUAÇÕES DO 1º GRAU
Uma equação pode ser escrita na forma (ax + b = 0), sendo a e b números 
racionais, a ≠ 0 e x assumindo valores racionais, é chamada de equação do 1 
grau a uma incógnita.
Raízes de uma equação :
São os valores que tornam a sentença verdadeira. Considere a equação (3 
x – 2 = 14). Vejamos o que acontece quando substituímos x por – 4 :
3 . (- 4) -2 = - 14 
-12 -2 = -14 (verdadeira)
O número -4 tornou a sentença verdadeira. Nesse caso, dizemos que -4 é 
raiz dessa equação.
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112 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Princípio aditivo:
É possível passar (ou transpor) um termo qualquer de um membro para 
outro, desde que troque o sinal desse termo. Assim, se adicionarmos ou sub-
trairmos um mesmo número dos dois lados de uma igualdade, obteremos 
uma nova igualdade.Exemplo:
x + 3 = 5
x = 5 – 3
x = 2
Se adicionarmos (-3) dos dois lados:
x + 3 – 3 = 5 – 3
a + 0 = 2
a = 2
Princípio multiplicativo das igualdades:
Multiplicando ou dividindo os membros de uma equação por um mesmo 
número diferente de zero, obtemos uma equação equivalente à equação 
dada. Exemplo:
x + 3 = 6
x = 6 - 3
x = 3
Ao multiplicar ambos os lados por 2:
2 (x + 3) = 2. 6
2x + 6 = 12
2x = 12 - 6
x = 6 / 2
x = 3
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113MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Resolução de uma equação:
Resolver uma equação significa determinar o seu conjunto verdade (raí-
zes da equação), dentro do conjunto universo considerado.
 Na resolução de uma equação do 1º grau com uma incógnita, devemos 
aplicar os princípios de equivalência das igualdades (aditivo e multiplicativo). 
Exemplos:
Sendo , resolva a equação: 
2 . (x - 2) - 3 . (1 - x) = 2 . (x - 4).   
 Iniciamos aplicando a propriedade distributiva da multiplicação:
2x - 4 - 3 + 3x = 2x - 8 
2x + 3x -2x = - 8 + 4 + 3
3x = -1
 
 , então 
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114 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
INEQUAÇÕES DO 1º GRAU
Denominamos inequação toda a sentença matemática aberta expressa 
por uma desigualdade. As inequações utilizam na sua formatação os seguin-
tes sinais de desigualdades:
> maior que
capaz de perceber a diferença entre o que é fato narrado 
ou discutido e o que é opinião sobre ele. Essa diferença pode ser ou bem mar-
cada no texto ou exigir do leitor que ele perceba essa diferença integrando 
informações de diversas partes do texto e/ou inferindo-as, o que tornaria a 
tarefa mais difícil.
Exemplo:
SENHORA (FRAGMENTO)
Aurélia passava agora as noites solitárias.
Raras vezes aparecia Fernando, que arranjava uma desculpa qualquer para 
justificar sua ausência. A menina que não pensava em interrogá-lo, também 
não contestava esses fúteis inventos. Ao contrário buscava afastar da conver-
sa o tema desagradável.
Conhecia a moça que Seixas retirava-lhe seu amor; mas a altivez de cora-
ção não lhe consentia queixar-se. Além de que, ela tinha sobre o amor idéias 
singulares, talvez inspiradas pela posição especial em que se achara ao fazer-
se moça.
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10 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Pensava ela que não tinha nenhum direito a ser amada por Seixas; e 
pois toda a afeição que lhe tivesse, muita ou pouca, era graça que dele re-
cebia. Quando se lembrava que esse amor a poupara à degradação de 
um casamento de conveniência, nome com que se decora o mercado ma-
trimonial, tinha impulsos de adorar a Seixas, como seu Deus e redentor.
Parecerá estranha essa paixão veemente, rica de heróica dedicação, que 
entretanto assiste calma, quase impassível, ao declínio do afeto com que lhe 
retribuía o homem amado, e se deixa abandonar, sem proferir um queixume, 
nem fazer um esforço para reter a ventura que foge.
Esse fenômeno devia ter uma razão psicológica, de cuja investigação nos 
abstemos; porque o coração, e ainda mais o da mulher que é toda ela, repre-
senta o caos do mundo moral. Ninguém sabe que maravilhas ou que mons-
tros vão surgir nesses limbos.
(ALENCAR, José de. Capítulo VI. In: __. Senhora. São Paulo: FTD, 1993. p. 107-
8)
O narrador revela uma opinião no trecho:
(A) “Aurélia passava agora as noites solitárias.”
(B) “...buscava afastar da conversa o tema desagradável.”
(C) “...tinha impulsos de adorar a Seixas, como seu Deus...”
(D) “...e se deixa abandonar, sem proferir um queixume,...”
(E) “Esse fenômeno devia ter uma razão psicológica,...”
GABARITO
CANGURU B
RETRATO A
SENHORA E
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11LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
02 RECONHECIMENTO DE TIPOS 
E GÊNEROS TEXTUAIS
Ao longo de nossa vivência enquanto falantes, temos a oportunidade 
de convivermos com uma enorme diversidade de textos. Basta sairmos às 
ruas que tão logo está confirmada esta ocorrência. São panfletos, outdoors, 
cartazes, dentre outros. Ao enfatizarmos sobre os tipos textuais, esta clas-
sificação relaciona-se com a natureza linguística expressa pelos mesmos. 
Classificando-se em narrativos, descritivos e dissertativos. Conforme de-
monstra os exemplos:
Um texto narrativo caracteriza-se pela sucessão de fatos ligados a um de-
terminado acontecimento, seja ele real ou fictício, o qual pressupõe-se de 
todos os elementos referentes à modalidade em questão, como narrador, 
personagens, discurso, tempo e espaço.
O descritivo pauta-se pela descrição minuciosa de uma determinada pes-
soa, objeto, animal ou lugar, no qual as impressões são retratadas de manei-
ra fiel. O dissertativo conceitua-se pela exposição de ideias, reforçadas em 
argumentos lógicos e convincentes acerca de um determinado assunto.
Já os gêneros textuais estão diretamente ligados às situações cotidianas 
de comunicação, fortalecendo os relacionamentos interpessoais por meio 
da troca de informações.
Tais situações referem-se à finalidade que possui cada texto, sendo estas, 
inúmeras. Como por exemplo:
A comunicação feita em meio eletrônico é um gênero textual que aproxi-
ma pessoas de diferentes lugares, permitindo uma verdadeira interação en-
tre as mesmas.
Existem gêneros textuais do cotidiano jornalístico, cuja finalidade é a in-
formação. É o caso da notícia, da entrevista, do artigo de opinião, do editorial, 
dentre outros. Há também os chamados instrucionais, como, por exemplo, o 
manual de instrução, a bula de um remédio, e outros.
Outros que se classificam como científicos, os quais são oriundos de pes-
quisas e estudo de casos, como a monografia, tese de doutorado, ligados à 
prática acadêmica.
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12 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
03 ORTOGRAFIA
Ortografia é a parte da gramática que trata do adequado emprego das le-
tras e dos sinais gráficos.
A palavra “ortografia” vem do grego orthos ‘direito, correto’ e graphein ‘es-
crever’. Assim, podemos dizer que a ortografia é a parte da gramática que 
trata da escrita correta, adequada dos vocábulos.
A correção ortográfica é requisito elementar de qualquer texto, e ainda 
mais importante quando se trata de textos oficiais. Muitas vezes, uma sim-
ples troca de letras pode alterar não só o sentido da palavra, mas de toda 
uma frase. 
A ortografia é um dos temas permanentes da Gramática normativa. As 
línguas de grande circulação, sobretudo quando usadas em mais de uma re-
gião geográfica, precisam de um código ortográfico uniforme para facilitar a 
circulação dos textos. Sem esse código, torna-se mais difícil sua difusão pelo 
mundo. 
Os códigos gráficos perseguem um objetivo que nunca será atingido: 
aproximar a língua escrita da língua falada. 
Escrever como se fala é impossível: basta lembrar a flutuação da pronún-
cia em qualquer país, fato que se acentua num país extenso como o Brasil. 
As grafias, por isso, representam uma sorte de abstratização da execução 
linguística, para que se assegure a intercompreensão.
Se fôssemos colecionar todos os sons da Língua Portuguesa – uma tare-
fa quase impossível – encontraríamos depois de algum tempo três tipos: as 
vogais, sons que passam diretamente pela boca; as consoantes, sons que 
sofrem algum tipo de interrupção ou constrição ao passarem pela boca; e as 
semivogais, em cuja produção ficamos a meio caminho do trânsito livre e do 
trânsito com impedimentos. 
Fixando a atenção nas vogais, será possível identificar sete sons diferen-
tes no Português Brasileiro, assim representados: a – ê – é – i – ô – ó – u. 
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13LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
O som ê se distingue do som é, por exemplo, em ele – ela, este – esta, 
aquele – aquela, etc. Dizemos ele, este, aquele com ê fechado, para nos re-
ferir a uma entidade masculina, e ela, esta, aquela com é aberto, para nos 
referir a uma entidade feminina. 
Analogamente, fechamos a vogal em ovo, formoso no singular, mas abri-
mos em ovos, formosos no plural. Além do gênero e do número, também a 
pessoa do verbo pode ser distinguida jogando com vogais abertas e fecha-
das. Em feres, a vogal do radical é aberta, concorrendo com a terminação -s 
para indicar a segunda pessoa do singular; em ferimos, ela é fechada, con-
correndo com a terminação -mos para indicar a primeira pessoa do plural.
Tudo isso ocorre quando estamos falando. Como, entretanto, representar 
esses sons diferentes na escrita? Se a cada som correspondesse uma letra 
diferente, levaríamos um tempão para nos alfabetizar, tentando reter deze-
nas de sinais gráficos. 
A decisão foi representar ê e é por uma única letra, e, concentrando os 
dois sons ô e ó numa única letra, o. 
Essas letras são, sem dúvida, uma abstração, pois representam sons 
diferentes por meio de um mesmo sinal gráfico. Você pode continuar esse 
exercício, verificando como representamos graficamente os sons e e i, o e u 
quando eles aparecem no final da palavra. 
Em algumas regiões do Brasil, por exemplo, se diz leite azedo pronuncian-
do as vogais finais ora como -e, -o, ora como -i, -u. 
A grafia, porém, será a mesma, usando nas duas situações2x + 6 > 0
2x > - 6
x > - 6 / 2
x > - 3
Princípios de Equivalência das Desigualdades:
Principio Aditivo:
Uma desigualdade não muda de sentido quando multiplicamos ou dividi-
mos seus dois membros por um mesmo número positivo.
Princípio Multiplicativo:
Uma desigualdade não muda de sentido quando adicionamos ou subtraí-
mos um mesmo número aos seus dois membros.
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115MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
EQUAÇÕES SIMULTÂNEAS DO 1º GRAU
Equações simultâneas são verdadeiras para as mesmas variáveis ao 
mesmo tempo. Deve-se resolver as equações para obter a resposta correta. 
Os dois métodos básicos para resolução de equações simultâneas são o 
método de adição e o método de substituição. 
Pode-se combinar os métodos de adição e substituição.
Método da adição:
Pelo método da adição quando um par de coeficientes são negativos um 
do outro, adicione as equações verticalmente, e esse desconhecido irá can-
celar. Você terá então uma equação em um desconhecido, que você pode 
resolver.
Resolve simultaneamente para x e y:
2 x + y = 4
x – y = -1
Adicione equações verticalmente: 2 x + x = 3x; y + -y = 0; n/a = 3
Nova equação: 3 x = 3
Agora resolver esta equação para x obter x = 1
Substituir, em seguida, volta para a topo equação 2 x + y = 4 para obter 
2 + y = 4
Agora resolver esta equação para y se y = 2
Seleção: n/a = 4 e n/a =-1
Portanto, a solução é x = 1 e y = 2
Método da substituição:
O método de substituição geral é a seguinte: “solucionar uma das equa-
ções para um desconhecido em termos de outro. 
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116 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Em seguida, substitua que na outra equação. Que irá produzir uma equa-
ção em um desconhecido, que você pode resolver.”
Resolver simultaneamente para x e y:
2 x + y = 4
x – y = -1
Resolver 2 x + y = 4 para y obter y = 4 – 2x.
Substituir esta equação em x – y = -1
Nova equação: x n/a x) = -1.
Simplifica esta equação para obter 3x – 4 =-1. Agora resolver para x ob-
ter x = 1
Em seguida, substituir este volta para y = n/a x ao obter y = n/a
Resolver para y se y = 2
Uma vez que isso coincide com o resultado do método de adição, não 
é necessário para verificar.
Portanto, a solução é x = 1 e y = 2
EQUAÇÕES DO 2º GRAU
Equação do 2º grau é toda expressão matemática que possa ser reduzida 
à forma: 
ax2 + bx + c = 0
Onde a, b e c são os coeficientes multiplicativos da variável de cálculo x. 
As equações do segundo grau caracterizam-se por 2 raízes ou soluções 
derivado ao maior índice da incógnita x2 (o quadrado). 
Como as equações do 2º grau são funções existe uma relação unívoca 
entre a variação de cada elemento da incógnita x, conjunto de partida, e o 
conjunto de chegada, y. 
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117MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Esta relação é expressa na forma:
y = ax2 + bx + c.
Para se encontrar o valor das soluções ou raízes  X,  utiliza-se a famosa 
Fórmula de Bhaskara: 
INEQUAÇÕES DO 2º GRAU
Assim como ocorre nas equações do 2º grau, ss inequações do 2º grau 
são resolvidas utilizando o teorema de Bhaskara. 
O resultado deve ser comparado ao sinal da inequa-
ção, com o objetivo de formular o conjunto solução. 
 
Na inequação 3x² + 10x + 7 0 e decrescente em R quando 
ao gráfico é uma parábola. 
Essa função é representada por  f(x)= ax2 + bx + c, sendo a, b e c números reais.
Alguns exemplos de função quadrática:
f(x) = x 2- 2x + 1
f(x) = x2
Pode-se construir um gráfico da função f(x) = x2 , abordando sobre o qua-
drado de alguns números positivos e negativos e marcando pontos em um 
plano cartesiano para formar uma parábola, como a apresentada abaixo.
É importante criar uma tabela com alguns valores de x e determinar os 
valores de y, marcando os pontos no plano.
X Y
-4 16
-2 4
0 0
2 4
4 16
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124 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
FUNÇÃO EXPONENCIAL E FUNÇÃO LOGARÍTMICA
 Na Matemática, as Funções Exponencial e Logarítmica referem-se a mo-
vimentos inversos, ou seja, com a Função Logarítmica acontece um deter-
minado movimento numérico; que é regresso com a Função Exponencial. 
Trata-se de uma estrada de mão dupla. São, portanto, consideradas funções 
inversas.
Uma função f(x) = ax, em que a é constante positiva e diferente de 1, deno-
mina-se função exponencial. 
Exemplo de função exponencial:
As bactérias são seres vivos que possuem a capacidade de se duplicar. 
Nas colônias de bactérias, quando o número de componentes dobra, a 
nova colônia mantém as mesmas características da anterior, duplicando em 
número no mesmo período de tempo que o anterior. 
Sabendo que determinada colônia, iniciada por uma única bactéria, dobra 
seu número a cada 10 minutos, quantas bactérias existirão após 1 hora e 20 
minutos? Após um período de 10 minutos, teremos 2 (2¹) bactérias. 
Após dois períodos de 10 minutos, ou seja, 20 minutos, teremos 4 (2²) bac-
térias. Após 1 hora e 20 minutos, ou seja, 8 períodos de 10 minutos, teremos 
256 (28) bactérias.
Da mesma forma, após x períodos de 10 minutos, o número n de bactérias 
será dado por n = 2x. Esse é um exemplo de função com variável no expoente.
As funções exponenciais do tipo f(x) = b ∙ ax assemelham-se a uma pro-
gressão geométrica. Note que:
f(x) = b ∙ ax e an = a0 ∙ qn , onde:
f(x) = an
b = a0
a = q
x = n
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125MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Entretanto, deve-se atentar para o domínio das relações com que traba-
lhamos.
- Na função exponencial, o termo geral vale para todo x ∈ ℝ 
- Na progressão geométrica, o termo geral vale para todo n ∈ ℕ, uma vez 
que estamos considerando uma PG cujo primeiro termo é a0.
Ou seja, quando o problema apresentado envolver o domínio ℕ, pode-se 
utilizar qualquer uma das relações. Quando a situação envolver o domínio ℝ 
, não se pode utilizar a progressão geométrica.
Função logarítmica:
Seja a função exponencial y = ax , com “a” > 0 e “a” ≠ 1, a sua inversa chama-
se função logarítmica e indica-se y = loga x 
São exemplos de função logarítmica:
f(x) = log5 x 
f(x) = log3 M
y = log 7
logE = 1,44  + 1,5 M
A função definida pela lei de formação f(x) = logax, com a ≠ 1 e a > 0, deno-
minada função logarítmica de base “a”, e da definição decorre que, por exem-
plo:
- A função f(x) = log3x é considerada uma função logarítmica, pois a base 
“a” ≠ 1 e “a” > 0.
- Já a função f(x) = log1x não é considerada uma função logarítmica, pois a 
base “a” é igual a 1 e por definição precisaríamos ter “a” ≠ 1.
- A função f(x) = log-5x também não é considerada uma função logarítmi-
ca, pois a base “a” = –5 e por definição teríamos que ter “a” > 0.
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126 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Gráfico da função logarítmica e suas características:
A figura a seguir representa o gráfico de uma função logarítmica. Se ob-
servarmos bem este gráfico veremos que sobre o eixo x há  três regiões ou 
intervalos diferentes:
• No intervalo ]–∞, 0] a função logarítmica não está definida, ou seja, não 
existe logaritmos de números reais negativos.
• No Intervalo ]0, 1[ o valor da função logarítmica é negativa: 
• No Intervalo [1, +∞[ o valor da função logarítmica é positiva. 
A partir do gráfico, e de forma generalizada para qualquer função logarít-
mica, podemos deduzir também as seguintes características:
• O gráfico da função logarítmica passa sempre pelo ponto (1,0).
• O gráfico nunca toca o eixo y e não ocupa pontos dos quadrantes II e III.
• A função logb x é contínua, seu domínio é  IR+* , portanto, todos os núme-
ros reais positivos.
• Seu conjunto de imagens é IR, isto é, todos os números reais. 
• O logaritmo de 1 na base b é sempre 0.
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127MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
09 GRANDEZAS, RAZÕES E PROPORÇÕES
Uma grandeza é qualquer coisa que pode ser medida, contada, ou seja, 
enumerada. Portanto, seu peso é considerado uma grandeza,assim como o 
número de livros que você leu durante esse ano ou a velocidade média do 
seu carro durante uma viagem.
A ideia é relacionarmos duas grandezas de forma classifica-las como 
grandezas diretamente ou inversamente proporcionais. Para isso vamos de-
finir, primeiramente, a razão e a proporção entre duas grandezas.
A razão entre duas grandezas é a divisão entre elas. Portanto, se você 
queima 200 calorias a cada 500 metros de corrida, a razão será de . 
Ainda mais, quando possuímos duas razões iguais, dizemos que há uma pro-
porção entre elas. 
Logo, se além da razão entre calorias queimada e dis-
tância percorrida dissermos que uma pessoa lê 6 livros a 
cada 15 semanas, teremos uma proporção, pois . 
A vantagem de se ter uma proporção é que ela permite utilizar algumas pro-
priedades interessantes. Veja algumas delas a seguir:
Agora que entendemos o que é razão e proporção podemos partir para o 
estudo de grandezas diretamente e inversamente proporcionais.
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128 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Grandeza diretamente proporcional é aquela que, quando alterada, acar-
reta numa alteração em outra grandeza a uma mesma proporção, no mesmo 
sentido. Ou seja, se falarmos que uma pessoa corre 5 metros a cada segun-
do, quer dizer que ela correrá 100 metros em 20 segundos. Portanto, ambas 
grandezas estão “presas” a uma mesma proporção: .
Um outro exemplo é o utilizado em seu cotidiano. Se o quilo do queijo cus-
ta R$30,00 e você pedir por 200 gramas, você pagará: 
. 
Portanto, o preço e o peso do queijo são grandezas diretamente propor-
cionais.
Grandezas inversamente proporcionais é justamente o oposto do vis-
to anteriormente. Duas grandezas são inversamente proporcionais quando 
a mudança de uma delas acarreta uma mudança, em mesma proporção e 
sentido contrário, na outra grandeza.
Por exemplo, se 10 pessoas trabalham em uma obra e terminam o serviço 
em 10 dias, então 20 pessoas terminariam o mesmo serviço em apenas 5 
dias. Assim, quando dobramos a primeira grandeza (número de trabalhado-
res), a segunda grandeza (tempo para concluir o serviço) caiu pela metade. 
Logo, podemos afirmar que o número de pessoas trabalhando é inversa-
mente proporcional ao tempo de conclusão da obra.
Agora que já sabemos o que são grandezas, razões e proporções pode-
mos passar para o tópico de divisões proporcionais.
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129MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
10 DIVISÕES PROPORCIONAIS
A divisão proporcional nada mais é do que uma divisão que segue uma 
certa proporção pré-estipulada. Vejamos um exemplo prático para consoli-
dar a ideia.
Imagine que, ao final de um longo ano de trabalho, sua empresa teve um 
lucro total de R$1.000.000,00. Todo esse lucro será dividido entre seus três 
sócios em proporções diferentes. Após algumas reuniões ficou decidido que 
o sócio A terá uma parte do lucro diretamente proporcional a 5. Já os sócios B 
e C terão direito a uma parte diretamenteproporcional a 2.
Para realizar a divisão do lucro de modo proporcional ao estipulado na reu-
nião devemos prosseguir da seguinte maneira:
Através das equações acima podemos calcular quanto cada sócio levará 
do lucro. Vamos multiplicar as primeiras relações por 10, que é o MMC entre 
5 e 2:
Agora que conseguimos expressar A e B em função de C podemos usá
-las na segunda equação e calcular quanto o sócio C ganhará:
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130 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Portanto, tanto o sócio B quanto o sócio C ficarão com o equivalente a 
 reais do lucro. O sócio A ficará com do que C 
pegou, logo: . 
Assim, para dividir uma quantia X em duas partes A e B diretamente pro-
porcionais a m e n, respectivamente, monte duas equações e resolva o sis-
tema:
Caso você queira dividir em mais de duas partes, assim como no exemplo, 
basta acrescentar as outras partes nessas duas equações acima.
Assim como podemos dividir uma quantia em várias outras com valores 
diretamente proporcionais a algum número dado, também podemos dividir 
em partes inversamente proporcionais a algum número. 
Nesse caso, se quisermos dividir a quantia X em duas partes A e B inversa-
mente proporcionais a m e n, respectivamente, basta montarmos as seguin-
tes equações e resolve-las:
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131MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Perceba que usamos as frações inversas de m e n. Isso ocorre porque 
agora a relação é inversamente proporcional, por isso devemos usar suas 
frações inversas. 
Portanto, esse caso é semelhante ao visto anteriormente, porém com as 
proporções inversas. 
Assim como no caso anterior, caso você queira dividir em mais do que 
duas partes, basta acrescentar as partes restantes nas equações acima, se-
guindo o mesmo raciocínio.
Por fim, podemos querer dividir essa mesma quantia X em partes propor-
cionais a certo número e inversamente proporcionais a outro número. 
Assim, para dividir X em duas partes A e B diretamente proporcionais a m 
e n, mas inversamente proporcionais a p e q, temos:
Veja que o raciocínio sempre se repete. Se a grandeza for diretamente 
proporcional a um número m, basta dividir pelo próprio número m. Se for 
inversamente proporcional ao número m, basta dividir pelo inverso dele. 
Assim, quando tivermos os dois casos ao mesmo tempo, basta colocar cada 
macaco no seu galho, ou melhor, cada número na sua fração: diretamente 
proporcional, numerador; inversamente proporcional, denominador.
Agora começaremos um assunto que será muito utilizado em questões 
de concursos e no nosso dia-a-dia: regra de três.
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132 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
11 REGRA DE TRÊS
Na regra de três utilizaremos o resultado obtido no tópico de proporções e 
razões. Nós utilizaremos a regra de três quando tivermos um problema com 3 
valores dados e que queira saber o valor de um quarto número. Ainda, esses 
valores terão uma relação para que possamos fazer as contas. No caso eles 
serão diretamente ou inversamente proporcionais. 
Cabe aqui relembrar os conceitos de grandezas:
Grandezas diretamente proporcionais:
Duas grandezas são diretamente proporcionais se o aumento de uma de-
las implica necessariamente no aumento da outra, ma mesma razão.
Grandezas inversamente proporcionais:
Duas grandezas são inversamente proporcionais se o aumento de uma 
delas implica necessariamente no aumento da outra, na mesma razão.
Regra de três simples:
É aplicada quando o problema envolver duas grandezas diretamente ou 
inversamente proporcionais.
Regra de três composta:
Aplicada quando o problema envolver mais de duas grandezas variáveis. 
Vejamos o exemplo de uma loja que atende, em certo dia, 50 clientes. Nesse 
dia, a loja faturou R$500,00. Sabendo que só se vende um único produto 
nesse comércio, qual será o faturamento no dia em que somente 30 clientes 
compraram seu produto?
Primeiramente devemos verificar se a relação entre faturamento e vendas 
é diretamente ou inversamente proporcional. Ora, sabemos que quanto mais 
você vende, mais você fatura, logo a relação entre essas duas grandezas é 
diretamente proporcional. 
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133MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Portanto, ao diminuirmos o número de clientes, esperamos que o fatura-
mento diminua na mesma proporção.
Agora que já sabemos qual é a relação entre nossas grandezas montare-
mos o seguinte esquema.
50 clientes - 500 reais
30 clientes - F reais
A expressão acima quer dizer o seguinte: Se com 50 clientes minha loja 
fatura 500 reais, quanto ela ganhará (F) se apenas 30 clientes comprarem 
meu produto? 
Portanto, estamos interessados em calcular o valor de F. Quando você for 
montar a relação de proporcionalidade acima, lembre-se de colocar as mes-
mas grandezas em lados iguais. Por exemplo, colocamos a grandeza “clien-
tes” no lado esquerdo e a grandeza “faturamento” no lado direito.
Agora que temos nossa “tabela” podemos prosseguir na resolução do 
exemplo. Em muitos lugares falarão para vocês simplesmente multiplicar os 
valores da tabela em x, mas sem explicar o motivo disso. Pois vamos comen-
tar sobre isso. 
Como já foi falado aqui, as duas grandezas aqui relacionadas são direta-
mente proporcionais, ou seja, elas seguem uma mesma proporção. Portanto, 
podemos calcular o valor de F a partir da seguinte equação:
50 clientes
=
500 reais
30 clientes F
É por isso que podemos multiplicar os valores em x para calcular F. Você 
sempre deve fazer essa razão para resolver exercícios de regra de três cujas 
grandezas são diretamente proporcionais.
50F = 500.30
F = 300 reais
Portanto, a loja faturará 300 reais ao vender seu produto para 30 clientes.
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134 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Agora, se as grandezas forem inversamente proporcionais? Veremos esse 
caso no próximo exemplo. Pense num carro que gasta 4 horas para viajar de 
uma cidade a outra a uma velocidade de 100km/h. Qual é a velocidade que o 
carro deve ter para gastar 3 horas e meia nessa mesma viagem?
Assim como no caso anterior, vamos primeiramente verificar qual é a rela-
ção entre a grandeza tempo e velocidade. Ora, quando aumentamos a veloci-
dade durante a viagem esperamos gastar menos tempo para chegar a outra 
cidade, logo as grandezas são inversamente proporcionais.
Agora que já sabemos a relação entre as duas grandezas devemos mon-
tar no esquema:
Nesse novo exemplo temos um problema com a grandeza tempo. O se-
gundo valor dado é uma fração, pois gastamos 3 horas e meia. Nesse caso 
podemos dizer que ele gasta 3,5 horas que é a mesma coisa que 3 horas e 
meia. Por outro lado, se quiséssemos que ele levasse 3 horas e 10 minutos 
para viajar, deveríamos transformar a grandeza horas na grandeza minutos. 
Para isso bastaria dizer que 4 horas = 4 . 60 minutos = 240 minutos e que 3 
horas e meia = 3 . 60 + 30 minutos = 210 minutos, pois meia hora é equivalente 
a 30 minutos.
Nossa nova tabela, usando a grandeza equivalente minutos, fica:
A próxima etapa será diferente, pois dessa vez estamos trabalhando com 
grandezas inversamente proporcionais. Antes, bastava dividir uma grandeza 
pela outra devido a mesma proporção. 
Desse vezes deveremos igualar o inverso da grandeza da esquerda com a 
grandeza da direita:
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135MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Como podemos ver, a velocidade é maior conforme esperávamos.Perceba 
que sempre que encontramos as palavras inversamente proporcional nós 
invertemos uma das frações para chegar ao resultado. Lembre-se sempre 
disso que você nunca terá problemas em cometer erros por causa dessesconceitos.
Até agora só relacionamos duas grandezas, porém muitas vezes dese-
jamos relacionar mais do que duas. Nesses casos utilizaremos a regra de 3 
composta. Assim como fizermos anteriormente, vamos fazer um exemplo 
para mostrar esse caso.
Considere que, em um hospital, 5 médicos atendem 18 clientes em 1 hora. 
Quantos médicos serão necessários para atender 12 clientes em 20 minutos.
Faremos os mesmos passos da regra de três simples. Quando aumenta-
mos o número de médicos, esperamos que o tempo para atender o mesmo 
número de clientes reduza. 
Logo, o número de médicos é inversamente proporcional ao tempo de 
atendimento. Depois, quanto mais médicos, mais clientes serão atendido 
dentro de um mesmo espaço de tempo, de modo que o número de médicos 
seja diretamente proporcional ao número de clientes.
Assim, nossa tabela ficará com a seguinte forma:
5 médicos - 18 clientes - 60 minutos
N médicos - 12 clientes - 20 minutos
Para calcularmos o número de médicos necessários transformaremos 
cada coluna da tabela em fração, assim como feito na regra de três simples. 
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136 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
No entanto, como a relação entre médicos e tempo de atendimento é in-
versamente proporcional, deveremos inverter a fração de tempo. 
Após transformar a tabela em frações com as devidas inversões, multipli-
camos todas as grandezas que são conhecidas, ou seja, clientes e minutos. 
O resultado é:
Como você pode ver, problemas de regra de três são simples desde que 
você se organize durante a solução. Sempre que encontrar um problema 
desse tipo faça a tabela de grandezas de maneira organizada, estabeleça as 
relações de proporcionalidade e enfim faça as contas.
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137MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
12 PORCENTAGEM
A porcentagem é utilizada como medida de comparação entre dois valo-
res, apresentada na forma de fração cujo denominador é igual a 100. A pala-
vra porcentagem vem de “por cento”, ou seja, por cem. 
Então, quando dizemos que 40% dos estudantes de um curso são homens, 
queremos mostrar que se pegarmos o número de homens e dividir pelo de 
mulheres, essa razão será . 
Logo, existem 2 homens para cada 5 estudantes do curso.
Vejamos um exemplo mais prático. Digamos que no último ano as ações 
da companhia C valorizaram 7%. Se você possuía R$2500,00 investidos nes-
sa companhia no começo do ano, quanto você terá ao final do ano?
No começo do ano nós tínhamos 2500 reais, que depois de um ano valo-
rizou 7%, ou seja, foi somado 7% de 2500 ao valor investido inicialmente. Para 
calcularmos 7% de 2500 poderemos usar uma regra de três simples:
Como esses números são diretamente proporcionais, temos:
Logo, ao final do ano, teremos uma quantia equivalente a:
2500 + 175 = 2675
Podemos calcular lucros e prejuízos ou descontos diretamente ao mul-
tiplicarmos o valor inicial por um número decimal que representa a porcen-
tagem. Abaixo colocamos uma tabela de desconto e por quanto devemos 
multiplicar o valor inicial para obter o resultado:
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138 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Desconto Multiplicação
10% 0,9
20% 0,8
50% 0,5
75% 0,25
Entenda que quando damos um desconto de 10% em uma roupa que vale 
200 reais, sobram 90% para você pagar. Logo, 90% de 200 reais é equivalente 
a . Agora a tabela abaixo mostra o fator de 
multiplicação no caso de lucro:
Lucro Multiplicação
10% 1,1
50% 1,5
100% 2
200% 3
Dessa vez estamos acrescentando ao valor inicial, portanto, se tivermos 
um lucro de 50%, quer dizer que temos, no final, 100% do valor inicial, mais 
50% do lucro, totalizando 150%. 
Portanto, um lucro de 50% de 250 reais será: 
.
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139MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
13 PROGRESSÃO ARITMÉTICA E GEOMÉTRICA
PROGRESSÃO ARITMÉTICA
Conceito:
Progressão Aritmética (ou simplesmente PA) é toda sequência de núme-
ros reais cuja diferença entre um termo e seu antecedente é uma constante.
Propriedades:
 • an = a1 + (n-1) r
 • Sn = (a1 + an) n / 2
 • r = an - an-1
 • an = termo geral / enésimo termo
 • a1 = primeiro termo
 • n = número de termos
 • r = razão
 • Sn = soma dos n primeiros termos
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140 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 PROGRESSÃO GEOMÉTRICA
Conceito:
Progressão Geométrica (ou simplesmente PG) é toda sequência de nú-
meros reais não nulos cujo quociente entre um termo e seu antecedente é 
uma constante.
Propriedades:
 • an = a1 . q
n-1
 • q = an / an-1
 • Sn = a1 (q
n-1) / q-1
 • S∞ = a1/1 - q; -1ou Bolívia Solução: 
Só não inclui as 3 pessoas que não viajaram para tais países. Perceba que a 
intersecção contabilizaremos apenas uma vez.
Escolheu-se uma das (6+4+7=17) pessoas entre as 20, ou seja, 17/20 = 0,85 
= 85% No caso de conjuntos que expressam eventos independentes, o termo 
“e” indica a intersecção: “pessoas que já viajaram para Argentina e Bolívia”.
O elemento “ou” indica a união dos conjuntos: “pessoas que já viajaram 
para Argentina ou Bolívia”. No caso dos conjuntos, a intersecção deve ser 
contabilizada apenas uma vez. Assim, teremos que:
)()()()( BAPBPAPBAP  −+=
Vamos verificar passo a passo:
A probabilidade de alguém haver viajado para Argentina ou Bolívia é 
de 85%.
A probabilidade de alguém haver viajado para Argentina é de 50%
A probabilidade de alguém haver viajado para Bolívia é de 11/20 = 55%
A probabilidade de alguém haver viajado para ambos países é de 4/20 
= 20%
Como )()()()( BAPBPAPBAP  −+=
%20%55%50%85 −+=
Temos que retirar o valor da intersecção porque ao incluir P(A) já estamos 
incluindo a probabilidade da intersecção uma vez. Quando somamos ao P(B), 
incluímos mais uma vez a intersecção. Como temos que contabilizar a inter-
secção apenas uma vez, devemos retirar uma intersecção.
Quando não se tem a intersecção:
Quando dispomos a intersecção, percebemos regressivamente as quan-
tidades das partes faltantes, mas quando não temos a intersecção, devemos 
chamá-la de “x”
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144 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Exemplo:
Em uma turma de 24 alunos, há 10 alunos que gostam de matemática, 17 
alunos que gostam de português. Sabendo que todos os alunos gostam de 
pelo menos uma destas disciplinas, quantos alunos gostam de ambas?
Sabemos que a união dos conjuntos totaliza 24, assim (10-x) + x + (17-x) = 24. 
Assim, teremos 27 – x = 24, então x = 3.
Após encontrar a intersecção, analisamos cada espaço regressivamente, 
como fizemos antes, obtendo o conjunto
Para três eventos independentes:
Os termos “somente, apenas, etc.” indicam a diferença entre conjuntos. 
Quando dizemos que os elementos que pertencem somente a A devem ser 
eliminados, estamos falando dos elementos que se encontram no conjunto 
A-B.
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145MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Vamos demonstrar estes termos através dos desenhos a seguir:
A ou B
Somente A
A e B
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146 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Somente(apenas) A e B
A ou B ou C (pelo menos um)
Apenas dois
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147MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Os Três (A e B e C)
Pelo menos dois
Eventos Exclusivos:
Há eventos nos quais não há possibilidade do acontecimento de ambos 
eventos, ou seja, não há intersecção dos conjuntos. Estes são os eventos ex-
clusivos.
Como )()()()( BAPBPAPBAP  −+= ; e como não há intersecção 
entre os conjuntos, então teremos somente )()()( BPAPBAP += para 
os eventos exclusivos, ou seja, é pura soma. Esta pura soma aparece quando 
temos diferentes possibilidades, ou uma ou outra situação.
Probabilidade e operações matemáticas:
Em situações onde constam outras possibilidade distintas, já sabemos 
que utilizamos a soma “+”. 
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148 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Quando há indicação de eventos que acontecem sucessivamente, temos 
multiplicação “× ”.
Assim, no caso de haver 10 indivíduos em uma sala, sendo que 3 estejam 
de chapéu, qual é a probabilidade de escolher 2 indivíduos neste grupo que 
estejam de chapéu; sabendo que, uma vez escolhido, o indivíduo sai da sala, 
ou seja, não pode ser novamente escolhido?
Na primeira escolha podemos escolher um dos 3 entre os 10. Na segunda 
escolha podemos escolher um dos 2 restantes entre os 9 restantes.
15
1
9
2
10
3
=× = 0,066666 = 6,67%
Levando em conta o mesmo grupo, qual a probabilidade de escolher 2 
indivíduos, um com chapéu e outro sem chapéu, independentemente da or-
dem de escolha?
Aqui temos que levar em consideração que podemos escolher um com 
chapéu e um sem chapéu ou ainda um sem chapéu primeiro e um com cha-
péu depois. Assim, dobra-se a probabilidade individual.
Escolher um com chapéu e outro sem chapéu: Escolher um dos 3 entre os 
10 e um dos 7 entre os 9.
Escolher um sem chapéu e depois um com chapéu é a mesma probabili-
dade que a anterior, por isso dobra-se a probabilidade.
15
72
9
7
10
3
=×× = 0,47 = 47%
Probabilidade em urnas:
A probabililidade em urnas baseia-se na possibilidade de se retirar bolas 
da urna com ou sem reposição. Na situação “com reposição”, ao se retirar 
uma bola da urna, devolve-se a bola e esta passa novamente a compor nova-
mente o total de bolas. 
Na situação “sem reposição”, a bola retirada é excluída das demais, não 
compondo, assim, o novo total.
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149MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Para o cálculo de retiradas sucessivas, temos a operação de multiplica-
ção. Para outras possibilidades, a operação de soma.
Exemplo:
Uma urna possui 2 bolas brancas e 3 bolas pretas. 
1) Sacando-se 2 bolas sucessivamente e com reposição, qual a probabili-
dade de se retirar duas bolas brancas?
Solução:
Retira-se uma das 2 entre as 5 na primeira retirada e novamente na se-
gunda retirada, pois é com reposição.
%16
25
4
5
2
5
2
==×
2) Sacando-se 2 bolas sucessivamente e sem reposição, qual a probabili-
dade de se retirar duas bolas brancas?
Solução: Retira-se uma das 2 entre as 5 na primeira retirada e 1 bola bran-
ca restante entre as 4 restantes, pois trata-se de retirada sem reposição.
%10
10
1
4
1
5
2
==×
3) Sacando-se 2 bolas sucessivamente e sem reposição, qual a probabili-
dade de se retirar duas bolas não brancas?
Solução: Retira-se uma das 3 entre as 5 na primeira e 2 entre as 4 restan-
tes na segunda retirada.
%30
10
3
4
2
5
3
==×
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150 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
4) Sacando-se 2 bolas sucessivamente e com reposição, qual a probabili-
dade de se retirar bolas de cores diferentes?
Solução: Pode-se retirar branca e preta ou preta e branca. Assim, dobra-se 
a probabilidade.
Atente para a situação de “com reposição”
Retirando-se preta e branca, com reposição
%24
25
6
5
2
5
3
==×
Para unir com a outra probabilidade, dobra-se a probabilidade, ou seja, 
será de 48%.
Probabilidade em dados de jogo:
Um dado de jogo possui 6 faces numeradas de 1 a 6 e o valor a ser consi-
derado é aquele mostrado na face superior do dado.
Assim, se um dado não for viciado, ou seja, for uma dado normal, com a 
mesma probabilidade de sair quaisquer dos valores, a probabilidade de sair 
qualquer valor será 
6
1
.
Para determinar situações para o lançamento de dois dados, três dados, 
etc. Temos de levar em consideração que obter, por exemplo, o número 1 no 
primeiro lançamento e o 2 no segundo é uma situação distinta de obter o 2 no 
primeiro lançamento e o 1 no segundo.
O cálculo de tais probabilidades fica facilitado quando pensamos nas 
possibilidades antes de calcular e depois aplicamos a multiplicação para 
eventos sucessivos.
Exemplo:
No lançamento de dois dados honestos (não viciados), qual a probabilida-
de da soma dos valores dos dois dados serem pelo menos igual a 11?
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151MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Pelo menos 11, indica que pode ser 11 ou mais. Em dois dados, a soma má-
xima será 12, pois será 6 + 6.
Vamos ver as possibilidades para o 1º e 2º lançamentos?
Soma exatamente 11 teremos (5;6) (6;5)
Soma exatamente 12 teremos(6;6)
Veja que resultou em 3 elementos com a probabilidade de um primei-
ro termo 
6
1
 “e” de um segundo termo também 
6
1
. Assim, teremos 3 vezes 
6
1
6
1
× ; que resultará 
12
1
6
1
6
13 =×× .
Dado Viciado:
Na situação de um dado viciado, há a maior probabilidade de sair um nú-
mero que os outros. Suponha que um dado viciado tenha 20% de chance 
de sair o número 6 e 16% de chance de sair qualquer um dos demais, o que 
totaliza 100%.
Qual seria a probabilidade de sair a dupla (6;5), ou seja, 6 no primeiro lan-
çamento e 5 no segundo?
Veja que se trata de 20% no primeiro “e” 16% no segundo. Então teremos 
0,2 x 0,16 = 0,032 = 3,2%.
Probabilidade em moedas:
Em uma moeda honesta, a probabilidade de sair Cara (C) será 1/2, sendo 
esta mesma a probabilidade de sair coroa (K). Assim como nos dados, o mais 
fácil é ver as possibilidades e, no caso de lançamento de duas ou mais moe-
das, teremos eventos sucessivos, utilizando-nos da multiplicação.
Exemplo:
Ao lançar três moedas, qual a probabilidade de sair exatamente duas ca-
ras?
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152 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
As possibilidades são:
(C, C, K) (C, K, C) ou (K, C, C).
Como a moeda é honesta, basta avaliar a probabilidade de um destes 
conjuntos e multiplicar por 3.
Para (C, C, K) a probabilidade será 
8
1
2
1
2
1
2
1
=×× . A probabilidade total 
será 
8
33
8
1
=× .
Probabilidade em baralho:
Para a probabilidade em cartas, consideram-se 52 cartas, sendo 13 de 
cada um dos 4 naipes que possui as seguintes cartas:
Ás, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, valete, dama, rei.
Os naipes são: Ouro, Espadas, Paus e Copas.
Probabilidade em questões práticas:
A maior parte das questões de concursos tratam de situações hipotéticas 
práticas, onde devemos entender o conceito de probabilidade que é a rela-
ção entre a possibilidade específica e o total de possibilidades, seja este to-
tal geral ou especificado através dos termos “sabendo que..., tendo em vista 
que..., visto que..., etc”.
Exemplo: Suponha que certa Agência do Banco do Brasil tenha 25 funcio-
nários, cujas idades, em anos, são as seguintes:
24 - 24 - 24 - 25 - 25 - 30 - 32 - 32 - 32
35 - 36 - 36 - 40 - 40 - 40 - 40 - 46 - 48
48 - 50 - 54 - 54 - 60 - 60 – 65
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153MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
A probabilidade de que, ao escolher-se aleatoriamente um desses funcio-
nários, a sua idade seja superior a 48 anos é de
a) 28%.
b) 27,4%.
c) 27%.
d) 25,8%.
e) 24%.
Solução: Note que a parte específica será “ser maior de 48 anos”. Nesta 
parte temos 6 indivíduos. Como vai-se escolher apenas um indivíduo. Ao es-
colher um indivíduo com idade superior a 48 anos, escolhe-se um dos 6 indi-
víduos entre os 25 disponíveis, ou seja, %2424,0
6
1
== .
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154 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
15 NOÇÕES DE ESTATÍSTICA
A estatística trata com tratamento e análise de dados coletados. 
Estes dados podem ser coletados em um conjunto total de elementos de 
determinado grupo, denominado população; ou ainda pode ser coletado em 
parte significativa que representa certo grupo, denominada amostra.
Assim, a estatística pode tratar de dados populacionais ou amos-
trais. Neste estudo, trataremos das medidas de posição: média, mediana 
e moda; e das medidas de dispersão básicas: variância e desvio padrão.
Dados brutos:
Dados brutos são os dados coletados sem qualquer tratamento. 
Suponha que uma pesquisa trate do número de filhos de um grupo de 5 
casais e sejam coletados os seguintes dados, nesta ordem: { 1, 3, 0, 2, 5}. Os 
dados foram descritos à medida que foram coletados, sem qualquer trata-
mento.
Dados em Rol:
O tratamento mais comum dos dados se dá dispondo-os em ordem cres-
cente. Esta ordem crescente de disposição é dita EM ROL. A sequência de da-
dos brutos antes descrita { 1, 3, 0, 2, 5}, colocados em rol teremos { 0, 1, 2, 3, 5}.
Dados “xi”:
Os dados podem ser expressos segundo sua posição como x1, x2, x3, etc. 
Assim, cada termo será um xi em particular, onde “i” indica a numeração da 
posição. Na série { 0, 1, 2, 3, 5}, temos que x1 = 0; x2=1; x3=2; x4=3 e x5=5.
Série discreta e contínua:
Uma série discreta é dada por valores distintos em que há intervalo entre 
eles. 
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155MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Por exemplo, a séria das idades de algumas pessoas: {17, 22, 27, 30, 14}. 
Esta série distingue-se de uma série contínua, pois nesta os dados indicam 
uma continuidade. Exemplo desta é a série de dados de altura de um grupo 
ou massa: {71,3; 71,4; 71,5, etc} Na série contínua podemos ter diferenciação 
de classes que determinam o intervalo e os intervalos possuem a mesma 
amplitude.
Exemplo: Abaixo está descrita uma tabela de classes dos valores dos sa-
lários de alguns funcionários de uma empresa. 
Intervalo de classe 
Salários (R$)
Frequência absoluta 
simples (fa)
2.000 Ⱶ 3.000 5
3.000 Ⱶ 4.000 3
4.000 Ⱶ 5.000 2
A tabela indica que cinco pessoas ganham entre R$2.000,00 a R$3.000,00; 
três pessoas ganham entre R$3.000,00 a R$4.000,00 e duas pessoas ga-
nham entre R$4.000,00 e R$5.000,00.
O símbolo Ⱶ indica que o valor à esquerda é incluso, mas não inclui o valor 
à direita. 
Podemos também verificar que as amplitudes “h” dos intervalos é a mes-
ma. No caso, R$1.000,00 de amplitude. A amplitude total será R$5.000,00 – 
R$2.000,00 = R$3.000,00.
Do lado direito da tabela vemos a descrição “frequência absoluta sim-
ples”. Tal descrição indica os valores exatos dos indivíduos naquelas condi-
ções dadas. 
Para efeito de cálculos, sempre utilizaremos a frequência absoluta sim-
ples e o valor do dado de forma exata. No caso de distribuição contínua, não 
podemos avaliar exatamente o valor do intervalo e, por isso, trabalha-se com 
o valor médio do intervalo. 
Por exemplo: Na tabela vemos que 5 pessoas fazem parte da classe que 
ganha entre R$2.000,00 e R$3.000,00. Para efeito de cálculos, considerare-
mos que estas 5 pessoas ganham R$2.500,00 cada, pois este último valor é 
a média do intervalo de classe.
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156 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Há várias formas de indicação dos dados. Já vimos que, caso houver inter-
valos de classes, trabalha-se com o valor médio do intervalo. Mas ainda po-
demos ter uma variação na forma de apresentação das frequências. Vamos 
analisar somente estas em separado.
Analisando as frequências da tabela anterior:
Frequência absoluta simples (fa)
5
3
2
Reiterando que a frequência absoluta simples é a base de dados para 
nossos cálculos. Mas ainda os dados acima podem aparecer como frequên-
cia acumulada (fac).
Frequência acumulada (fac)
5
8
10
Os valores de frequências acumuladas não servem para nossos cálculos, 
devendo ao concurseiro(a) atentar para este detalhe e “desacumular” a se-
quência, sabendo que o primeiro termo sempre está de acordo com a reali-
dade e os demais estão acumulados.
Frequência acumulada 
(fac)
Frequência absoluta 
simples (fa)
5 5
8 - 5 = 3 3
10 - 8 = 2 2
Podemos notar também que o último valor da frequência acumulada (no 
caso, “10”) indica o número de termos. No exemplo, indica o número de fun-
cionários.
As frequências acima ainda podem ser descritas de forma relativa, ou 
seja, em relação ao total, indicando-se em porcentagem.
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157MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
São a frequência relativa simple e a frequência relativa acumulada.
Frequência relativa 
simples (Fa)
Frequência relativa 
acumulada (Fac)
5/10 = 50% 5/10 = 50%
3/10 = 30% 8/10 = 80%
2/10 = 20% 10/10 = 100%
Para cálculos, nos importa a frequência absolutasimples. Quaisquer ou-
tras frequências devem ser convertidas nesta para efeito de cálculo.
Se estiver somente escrito “frequência”, trata-se da “frequência absoluta 
simples”.
Dados tabulados:
Uma série discreta de dados pode ser indicada através de tabela. São 
chamados dados tabulados.
Vamos supor uma pesquisa sobre o número de filhos de 15 casais. Tal pes-
quisa, já com tratamento em Rol, é dada por {0, 0, 1, 1, 1, 1, 1, 2, 2, 2, 3, 3, 3, 3, 4}
Colocando estes dados discretos sob a forma de tabela (tabulados), tere-
mos:
Nº filhos frequência
0 2
1 5
2 3
3 4
5 1
Mediana (Me):
A mediana é uma medida de posição e é definida como o elemento cen-
tral de uma série descrita em Rol.
Nos dados: {0, 1, 2, 3, 5}, a mediana é o valor “2”.
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158 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Note que a sequência dada possui número de termos n=5. É uma sequên-
cia com número ímpar de termos.
Caso a sequência tiver número par de termos, a Mediana será a média 
aritmética dos dois termos centrais.
Exemplo: Dada a sequência {10, 11, 12, 13}, a Mediana será a média aritmética 
dos termos centrais, ou seja, dos termos 11 e 12. Assim teremos 5,11
2
1211
=
+
Caso tivermos uma sequência de 50 termos em Rol, a mediana será a mé-
dia entre o 25º e 26º termos. Sempre o primeiro da média é a metade dos 
termos. Assim, numa sequência de 70 termos, a mediana será a média do 35º 
termo e do 36º termo.
No exemplo:
Intervalo de classe 
Salários (R$)
Frequência absoluta 
simples (fa)
2.000 Ⱶ 3.000 5
3.000 Ⱶ 4.000 3
4.000 Ⱶ 5.000 2
Como os intervalos já indicam situação em Rol e há 10 termos (10 funcio-
nários), a mediana será a média entre o 5º e 6º salários. 
O 5º salário será considerado a média do intervalo da primeira classe, 
R$2.500,00. O 6º salário será considerado a média do intervalo da segunda 
classe, R$3.500,00. A mediana será a média destes, sou seja, R$3.000,00.
Quartis:
Para determinar os termos referentes aos quartis (quartos), trabalha-se 
com “n+1”.
Assim, na série {1, 1, 2, 2, 2, 2, 3, 3, 4, 5} temos 10 termos. Utilizaremos n+1 = 11.
O primeiro quartil (1/4) será 11/4 = termo 2,75. No caso do primeiro quartil e 
terceiro quartis, arredondamos os valores. Então o primeiro quartil será o 3º 
termo, ou seja, será o valor “2”.
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159MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
O segundo quartil (2/4 ou 1/2) será o termo central, ou seja, a mediana. 
Assim, o segundo quartil será 11/2 = 5,5 termo. Este não arredondamos. Este 
5,5 indica que devemos calcular a média entre o 5º e 6º termos, ou seja, será 
também “2”.
O terceiro quartil (3/4) será 3x11/4 = 33/4 = 8,25 termo. Arredondando, o 8º 
termo, ou seja, será o valor “3”.
Moda (Mo):
Em nosso estudo importa compreender a moda de uma série discreta de 
dados. Nestes tipos de dados, a “moda” é o valor que “mais aparece”. Bem 
simples!
Podemos ter séries sem moda (amodal), com uma moda, com duas mo-
das(bimodal) ou com mais de duas (plurimodal ou multimodal).
Vamos a alguns exemplos:
Dados: { 0, 1, 2, 3} Não há moda
Dados: {0,0,1,1,2,2,3,3} Não há moda
Dados: {0, 1, 2, 2, 3} Moda: 2
Dados: {0, 1, 1, 2, 2, 3} Modas: 1; 2(bimodal)
Dados:{0,0,1,1,2,2,3} Modas:0;1;2 (multimodal)
Nos dados tabulados:
Nº filhos frequência
0 2
1 5
2 3
3 4
5 1
A moda será “1”, pois é o que possui maior frequência, ou seja, o que mais 
aparece.
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160 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Média Aritmética:
(“ x ” -amostral- ou “µ” - populacional)
A média aritmética é a razão (divisão) que há entre a soma de todos os 
valores pelo número de termos, ou seja, a somatória de todos os valores “xi” 
(xi variando de 1 até n) dividido pelo número de termos.
n
x
x
n
i∑
= 1
Para dados discretos, vale a fórmula acima. Para dados tabulados, temos 
que levar em consideração a frequência dos dados. Assim, a média será dita 
“ponderada”. Exemplo:
Nº filhos frequência
0 2
1 5
2 3
3 4
5 1
A média aritmética será ...
Nº filhos frequência
ii fx ×
0 2 020 =×
1 5 551 =×
2 3 632 =×
3 4 1243 =×
5 1 515 =×
A somatória será 0 + 5 + 6 + 12 + 5 = 28. A média será 28 dividido por n=15, 
ou seja,
28/15 = 1,87; aproximadamente 2 filhos por casal.
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161MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Propriedade da média aritmética:
Em uma série de dados, se aumentarmos ou subtrairmos cada termo “xi” 
do mesmo valor, a média aritmética ficará aumentada ou subtraída do mes-
mo valor.
Exemplo:
Dada a série em Rol {1, 2, 3, 4}. A média será 2,5.
Dada a séria em Rol {1,5; 2,5; 3,5; 4,5}. Perceba que cada termo está au-
mentado de 0,5 em relação à série anterior. A nova média será 2,5 + 0,5 = 3.
0
5
10
15
20
25
30
R$
500 - 1500
1500 - 2500
2500 - 3500
3500 - 4500
4500 - 5500
Medidas de dispersão:
Em nosso estudo, trataremos de duas medidas de dispersão: a Variância 
e o Desvio Padrão. A variância é o quadrado do desvio padrão, ou o desvio 
padrão é a raiz quadrada da variância. A variância amostral é indicada por S² 
e o desvio padrão amostral é indicado por S.
A variância populacional é indicada por σ² e o desvio padrão populacional é 
indicado por σ.
Podemos perceber tal dispersão em relação à média aritmética da série 
de dados. Para o cálculo do risco financeiro, muitas vezes se utiliza o cálculo 
da variância e do desvio padrão.
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162 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Variância:
Determinamos a variância através de fórmulas, uma para a variância 
amostral e outra para a variância populacional.
Ambas tratam da somatória dos quadrados dos desvios (diferenças) indi-
viduais dos valores em relação à média aritmética. Após efetuar tal somató-
ria, dividimos por “n - 1” para a variância amostral ou por “n” para a variância 
populacional.
1
)(
1
2
2
−
−
=
∑
n
xx
S
n
i
Amostral
n
x
n
i∑ −
= 1
2
2
)( µ
σ Populacional
Desvio Padrão:
O desvio padrão é dado pela raiz quadrada da variância. Em termos prá-
ticos, o desvio padrão é um número representativo do desvio individual de 
cada termo da série em relação à média aritmética. Vamos ver um exemplo:
Dados: {1, 2, 3, 4}
A média aritmética será 2,5.
Vamos ver os desvio individuais
1 – 2,5 = - 1,5 (valor absoluto = 1,5)
2 – 2,5 = - 0,5 (valor absoluto = 0,5)
3 – 2,5 = 0,5
4 – 2,5 = 1,5.
O desvio máximo possui módulo (valor absoluto) “1,5”. O desvio mínimo 
possui módulo (valor absoluto) “0,5”.
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163MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
O desvio padrão deverá ser um valor só que representa tais desvios indivi-
duais. Assim deverá estar entre 0,5 e 1,5.
Então vamos ver quanto será.
Calculando a variância, supondo que é amostral:
xi
xxi − ( )2xxi −
1 -1,5 2,25
2 -0,5 0,25
3 0,5 0,25
4 1,5 2,25
soma 5
A variância amostral será 5/(n-1) = 5/9 = 0,5555...
A raiz quadrada será 0,745, aproximadamente. Este é o desvio padrão.
Para uma variância populacional, o valor seria 5/n = 5/10 = 0,5. O desvio 
padrão seria a raiz quadrada de 0,5; ou seja, seria 0,71, aproximadamente.
Propriedades do desvio padrão:
Propriedade 1:
Pela própria definição, podemos concluir que, quando mais próximos es-
tiverem os dados entre si, menor será o desvio padrão e, em contrapartida, 
quanto mais afastados estiverem os dados entre si, de forma geral, maior 
será o desvio padrão.
Exemplo:
Determine, das sequências de dados a seguir, qual possui o menor desvio 
padrão.
1) Dados: { 25, 28, 40, 14}
2) Dados: {99; 100; 100,5; 101}
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164 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
A segunda sequência dedados possui o menor desvio padrão, isto por-
que os dados estão mais próximos, sob o aspecto geral, entre si. Diante de 
suas respectivas médias aritméticas, os pontos da série 2 estão mais próxi-
mos, o que acarreta o desvio padrão menor.
 Propriedade 2:
Em uma série de dados, se aumentarmos ou subtrairmos cada termo “xi” 
do mesmo valor, o desvio padrão não muda, ou seja, permanece o mesmo.
Exemplo:
Dados: {8, 9, 10, 11, 12} A média será 10
Os desvios individuais serão, respectivamente
- 2, - 1, 0, 1, 2
Adicionando “3” a cada termo, teremos uma nova série da dados.
Dados: {11, 12, 13, 14, 15} A média será 13
Note que os desvios individuais desta nova série em relação à sua média 
serão os mesmos
- 2, - 1, 0, 1, 2.
Desta forma, o desvio padrão não foi alterado.
Caso os valores alterados sejam distintos, então recaímos na propriedade 
1. Se com a mudança os pontos ficaram mais unidos entre si, reduziu o desvio 
padrão; agora, se com a mudança, os pontos ficaram mais afastados, au-
mentou o desvio padrão.
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165MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
16 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO MATEMÁTICA 
DE GRÁFICOS ESTATÍSTICOS
Para uma perfeita analista e interpretação de gráficos, faz-se necessária a 
observação de diversos elementos, como:
- título;
- legenda;
- título dos eixos;
- unidade de medida.
Gráficos de colunas:
Como o próprio nome revela, é um gráfico que utiliza-se de colunas para 
demonstrar os dados de forma completa. É composto por dois eixos, um ver-
tical e outro horizontal. As colunas devem sempre possuir a mesma largura 
e uma distância constante entre elas. Aqui, no eixo horizontal são dispostas 
colunas representando a variação de um determinado processo.
Gráfico de barras:
Como o próprio nome revela, é um gráfico que utiliza-se de barras – ao 
invés de colunas – para demonstrar os dados. 
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166 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
É composto por dois eixos, um vertical e outro horizontal. As barras tam-
bém devem sempre possuir a mesma largura e uma distância constante en-
tre elas. Aqui, no eixo vertical são dispostas colunas representando a varia-
ção de um determinado processo.
Gráficos pictóricos:
Gráficos que utilizam imagens ou figuras para simbolizar fatos estatísticos 
para demonstrar os dados e valores. São muito comuns em publicidade, jor-
nais, revistas, para despertar e chamar a atenção do leitor.
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167MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Gráficos de setores:
Também chamados de gráficos de pizza, são gráficos em que os dados 
são representados em forma de disco, divididos proporcionalmente de acor-
do com o valor de seus dados em relação ao valor total dos dados apresenta-
dos. Estes dados podem ser expressos por números ou porcentagens.
Gráficos de linha:
Compostos por dois eixos, um vertical e outro horizontal, no qual existe 
uma linha que demonstra a evolução dos dados apresentados, ou seja, seu 
crescimento ou diminuição dentro de um determinado período de tempo.
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168 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
17 CONJUNTOS NUMÉRICOS
TIPOS DE CONJUNTO
Finito: é um conjunto que possui um número determinado de elementos.
Infinito: conjunto que possui um número indeterminado de elementos.
Unitário: é um conjunto que possui um único elemento.
Vazio: conjunto que não possui elementos. Representado pelo símbolo Ø 
ou por { }.
Existem também alguns símbolos comumente utilizados na matemática 
no que diz respeito aos conjuntos.
Cabe memorizá-los:
SÍMBOLO SIGNIFICADO
∈ Pertence
∉ Não pertence
⊂ Está contido
⊃ Contém
⊄ Não está 
contido
⊅ Não contém
No decorrer da história da matemática podemos ver de que maneira o en-
tendimento dos números se desenvolveu. Antigamente apenas a operação 
de soma se fazia necessária. 
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169MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
O conjunto dos números utilizados na época era o que conhecemos como 
conjunto dos naturais. Esse conjunto pode ser representado pelo símbolo N e 
compreende os seguintes números:
N = {0, 1, 2, 3,...}
A medida que o tempo foi passando, fez-se necessária o entendimento 
da subtração. Até certo ponto poderíamos utilizar a subtração dentro do con-
junto dos naturais. No entanto, haviam alguns casos em que as pessoas não 
sabiam o resultado dessa operação.
A partir desse caso os números negativos e, consequentemente, o con-
junto dos inteiros surgiram. O conjunto dos inteiros pode ser representado 
pelo símbolo Z e compreende os seguintes números:
Z= {..., -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3,...}
Veja que o conjunto dos naturais está dentro (contido) dos números in-
teiros. Isso mostra que os inteiros são, de certa forma, uma atualização dos 
naturais.
Novamente, com o decorrer do tempo, surgiu a necessidade de mais duas 
operações: a multiplicação e a divisão. No primeiro caso, quando multiplicá-
vamos dois números inteiros, o resultado também se encontrava dentro do 
mesmo conjunto. 
Porém, quando dividíamos dois números inteiros, haviam certos casos em 
que o resultado não se encaixava dentro do conjunto dos inteiros. Portanto, 
fez-se necessário, novamente, o surgimento de um novo conjunto: os racio-
nais.
Nesse novo grupo foi introduzido o que chamamos de frações, que nada 
mais são do que a divisão de um número por outro. O símbolo que representa 
os racionais é Q. 
Esse conjunto engloba o conjunto dos inteiros mais qualquer outro núme-
ro que possa ser representado por uma fração:
Q = {...,1/2, 3/4, –5/4...}
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170 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Após montarmos esses três conjuntos podemos mostrá-los através do 
seguinte diagrama.
Como podemos ver, os conjuntos foram “evoluindo” no decorrer do tempo. 
O que antes era apenas um conjunto de número positivos se transformou 
num grupo muito mais completo.
Acima mostramos os símbolos de cada um dos conjuntos. Agora apre-
sentaremos alguns símbolos adicionais que representam a exclusão de al-
guma parte do conjunto:
Q: conjunto dos racionais com exceção do zero.
Q+: conjunto dos números racionais positivos (incluindo o zero).
Q-: conjunto dos números racionais negativos (incluindo o zero).
As notações acima também podem ser juntadas, como por exemplo Q*+ , 
que significa o conjunto dos racionais positivos excluindo o zero. Além disso, 
essas notações podem ser usadas para qualquer outro conjunto. Por exem-
plo, Z*- é o conjunto que contem os seguintes números:
Z*-= {..., -4, -3, -2, -1}
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171MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Cabe aqui observar também a diferença entre números cardinais e nume-
ros ordinais. 
O número cardinal sempre expressa quantidade, enquanto o número ordi-
nal sempre expressa a ordem ou lugar em que o número se encontra.
A seguinte tabela tem como objetivo uma breve memorização para fins 
didáticos:
CARDINAL ORDINAL
Um Primeiro
Dois segundo
Três Terceiro
Quatro Quarto
Cinco Quinto
Seis Sexto
Sete Sétimo
Oito Oitavo
Nove Nono
Dez Décimo
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172 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
18 GEOMETRIA
INTRODUÇÃO
Para fins didáticos, a Geometria pode ser dividida em Geometria Angular, 
com o estudo de ângulos de triângulo e polígonos, e Geometria Métrica, com 
semelhança, triângulo retângulo e cálculo de área.
CONCEITOS BÁSICOS
São entes geométricos fundamentais: ponto, reta e plano. 
 • Ponto: é adimensional (não possui dimensão), ou seja, não pode ser 
medido. Em Geometria Plana nomeia-seos pontos utilizando letras 
maiúsculas.
 • Espaço: conjunto de todos os pontos.
 • Figura geométrica: todo e qualquer conjunto de pontos.
 • Postulado: toda e qualquer proposição já conhecida e tida como 
verdadeira.
Teorema: toda e qualquer proposição que necessita de um postulado 
para comprovar sua veracidade.
Reta: conjunto infinito de pontos alinhados, sendo unidimensional, pos-
suindo apenas uma dimensão, a do comprimento. 
A reta possui dois sentidos, sendo infinita nestes dois sentidos de sua di-
reção. Sendo assim, na Geometria trabalha-se mais com segmentos de reta, 
porque estes possuem começo, meio e fim. O começo e fim de cada seg-
mento é determinado por pontos. 
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173MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Plano: pode ser conceituado como um conjunto infinito de retas não 
coincidentes, paralelas e postas lado a lado. 
É bidimensional, possuindo comprimento e largura. Pode ter infinitas di-
reções, e em cada delas, dois sentidos. Sendo assim, trabalha-se com figu-
ras planas e não planos propriamente ditos. São exemplos de figuras planas: 
triângulos, retângulos, quadrados, pentágonos, hexágonos, losangos, entre 
outros. Existem outros conceitos comumente utilizados na Geometria Plana: 
Semirreta é cada uma das partes em que a reta fica dividida por qualquer 
dos pontos. Este ponto é a origem comum às 2 semirretas.
Segmento de reta é o conjunto dos infinitos pontos de uma reta com-
preendida entre dois pontos.
ÂNGULOS
Ângulo é a região do plano limitada por duas semirretas de mesma ori-
gem. Estas semirretas são chamadas de lados e sua origem é denominada 
vértice do ângulo.
Medidas de ângulos: para medir ângulos no sistema sexagesimal, divi-
de-se a circunferência em 360 graus, cada grau em 60 minutos e cada minu-
to em 60 segundos. Logo:
1 circunferência = 360°
1° = 60’ (1 grau = 60 minutos)
1’ = 60” (1 minuto = 60 segundos)
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174 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Ângulos opostos pelo vértice: os lados de um são semirretas opostas 
aos lados do outros, sendo sempre congruentes. 
Bissetriz de um ângulo: semirreta de origem no vértice do ângulo que o 
divide em dois ângulos adjacentes e congruentes.
Ângulo agudo: cuja medida é inferior a de um ângulo reto.
Ângulo reto: ângulo cuja medida é igual a 90°.
Ângulo obtuso: cuja medida é maior que de um ângulo reto e menor que 
a de um ângulo raso.
Ângulo raso: ângulo equivalente a dois retos, tendo assim 180°. É chama-
do também de meia volta.
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175MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Ângulos complementares: quando a soma de seus ângulos é igual a 
90°.
Ângulos suplementares: quando a some de suas medidas é igual a 180°.
Ângulos replementares: quando a soma de suas medidas é igual a 360°.
POLÍGONOS
Polígono: figura plana formada por 3 ou mais segmentos de reta, que são 
denominados lados. Os pontos de intersecção, como visto, são chamados de 
vértice. Pode também ser conceituado como ‘uma linha poligonal fechada’.
Polígono convexo: caso os lados do polígono sejam prolongados, nunca 
ficarão no interior da figura original.
Polígono não convexo (côncavo): quando ao se analisar dois pontos do 
polígono, o segmento que possuir estes pontos como extremidades contiver 
pontos que estão fora do polígono.
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176 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Sempre que não estiver especificado se o polígono é convexo ou côncavo, 
trata-se de um polígono convexo.
Polígonos regulares: quando todos os seus lados e ângulos são con-
gruentes.
Polígonos inscritos: um polígono está inscrito em uma circunferência 
quando todos os seus vértices pertencem à ela. Sendo assim, seus lados são 
cordas da circunferência.
Elementos: vértices, lados, ângulos internos e ângulos externos.
Alguns exemplos de nomenclatura de polígonos:
POLÍGONO NÚMERO 
DE LADOS
TRIÂNGULO 3
QUADRILÁTERO 4
PENTÁGONO 5
HEXÁGONO 6
HEPTÁGONO 7
OCTÓGONO 8
ENEÁGONO 9
DECÁGONO 10
UNDECÁGONO 11
DODECÁGONO 12
TRIDECÁGONO 13
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177MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
TETRADECÁGONO 14
PENTADECÁGONO 15
ICOSÁGONO 20
TRIACONTÁGONO 30
PENTACONTÁGONO 50
ENEACONTÁGONO 90
HECTÁGONO 100
Há também um sistema para ‘construir’ a nomenclatura de polígonos com 
mais de 20 e menos de 100 lados. Para isso, usa-se a seguinte tabela para 
combinar prefixos e sufixos:
DEZENAS
e UNIDADES SUFIXO
-kai-
1 hena-
-gono
20 icosa- 2 -di-
30 triaconta- 3 -tri-
40 tetraconta- 4 -tetra-
50 pentaconta- 5 -penta-
60 hexaconta- 6 -hexa-
70 heptaconta- 7 -hepta-
80 octaconta- 8 -octa-
90 eneaconta- 9 -enea-
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178 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
TRIÂNGULOS
Polígono convexo composto de 3 lados e 3 ângulos. Podem ser:
NOME LADOS ÂNGULOS
EQUILÁTERO 3 CONGRUENTES 3 CONGRUENTES
ISÓSCELES 2 CONGRUENTES 2 CONGRUENTES
ESCALENO 3 DIFERENTES 3 DIFERENTES
ACUTÂNGULO - 3 AGUDOS
OBTUSÂNGULO - 1 OBTUSO
RETÂNGULO - 1 RETO
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179MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Elementos principais de um triângulo:
Bissetriz: segmento de reta que a partir do vértice divide o ângulo ao 
meio e cujos extremos são o vértice e a intersecção da bissetriz com o lado 
oposto ao ângulo em questão.
Podem ser internas ou externas.
Mediatriz: toda reta perpendicular ao ponto médio de um dos lados do 
triângulo.
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180 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Mediana: segmento de reta que liga o vértice ao ponto médio do lado 
oposto.
Alturas: medida do segmento de reta sobre a perpendicular traçada do 
vértice até o lado oposto.
QUADRILÁTEROS
Polígonos com 4 lados. Em qualquer quadrilátero, a soma dos ângulos in-
ternos vale 360°. Conceitos comuns a todos os quadriláteros:
a) os lados opostos são congruentes;
b) os ângulos opostos são congruentes;
c) as diagonais cortam-se mutuamente ao meio;
d) cada diagonal o divide em 2 triângulos congruentes.
Podem ser paralelogramos, losangos, quadrados e trapézios.
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181MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
CÁLCULO DE ÁREAS E PERÍMETROS
Para calcular o perímetro de um polígono, basta somar todos seus lados. 
Já para calcular a área, cada polígono possui sua própria fórmula.
Quadrado: Figura geométrica em que todos os seus lados e ângulos são 
iguais, medindo sempre 90° cada. Para calcular a área de um quadrado, bas-
ta multiplicar dois de seus lados entre si: 
A=l2 (área igual ao lado do quadrado)
Retângulo: figura cujos lados opostos são paralelos e iguais e todos os 
ângulos medem 90°. 
Para calcular a área do retângulo, deve-se multiplicar seu comprimento 
pela largura:
A=c x l (área igual ao comprimento vezes a largura)
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182 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Triângulo: figura geométrica formada por 3 lados e 3 ângulos, que sem-
pre somam 180°. Para calcular a área do triângulo, deve-se multiplicar a base 
pela altura e dividir por 2 (equivalente a metade da área do retângulo):
A=b x h/2 (área igual a base 
vezes a altura divididos por 2)
Trapézio: figura com um par de lados paralelos e um par de lados con-
correntes. Para calcular a área do trapézio, basta somar a base maior com a 
base menor, multiplicar este resultado pela altura e dividir o resultado por 2:
A= (base maior + base 
menor) x altura / 2, ou 
também 
A=(c+a) x altura/2(área igual à soma da base maior com a base menor, 
multiplicada pela altura e dividido por 2)
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183MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
VOLUME
O volume de um corpo é determinado pela quantidade de espaço que ele 
ocupa. Para calcular o volume, é necessário multiplicar as três dimensões do 
sólido, sendo elas comprimento, largura e altura:
V = T x L x A (O Volume é igual ao 
Comprimento vezes a Largura vezes a 
Altura)
A partir desta fórmula, tem-se que no Cubo, que é um sólido geométrico 
com seis faces quadradas, com comprimento, largura e altura iguais, a for-
mula é a seguinte:
V = a x a x a, ou ainda V = a3 (sendo ‘a’ 
a medida de comprimento, largura e 
altura)
Já no cilindro, a fórmula pode parecer mais complexa. Cilindro é um sóli-
do geométrico compreendido como um círculo prolongado até uma altura 
‘h’, possuindo duas faces circulares iguais. Como sua base é um círculo, sua 
área é igual a π(pi) x r2. Seu volume é determinado pelo produto da área de sua 
base pela sua altura:
V = π x r2 x h
A unidade mais utilizada para volume é o metro cúbico (m3).
CIRCUNFERÊNCIA
Lugar geométrico dos pontos de um plano equidistantes de um ponto fixo 
deste plano. Este ponto fixo é denominado centro, sendo a distância comum 
denominada raio.
Corda: segmento cujos extremos são pontos da circunferência.
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184 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Diâmetro: corda que passa pelo centro da circunferência, sendo sua 
maior corda. A medida do diâmetro é o dobro da medida do raio:
D = 2r
Arco: qualquer das partes em que a circunferência é dividida por dois de 
seus pontos.
CÍRCULO
Conjunto de todos os pontos que pertencem à região interior delimitada 
pela circunferência.
Área de um círculo: calculada pela seguinte fórmula:
S = π . R2
Ou seja, a área de um círculo é igual a π(pi) multiplicado pelo resultado do 
raio ao quadrado.
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185MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
LINHAS POLIGONAIS
Conjunto de segmentos consecutivos. São tipos de linhas poligonais:
Linha poligonal aberta:
Linha poligonal fechada:
Linha poligonal não simples aberta:
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186 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Linha poligonal não simples fechada:
GEOMETRIA ANALÍTICA
A Geometria Analítica, também denominada de coordenadas geométri-
cas, se baseia nos estudos da Geometria através da utilização da Álgebra. Os 
estudos iniciais estão ligados ao matemático francês René Descartes (1596 
-1650), criador do sistema de coordenadas cartesianas.
ESTUDO DA RETA
Equação geral da reta:
Toda reta do plano possui uma equação da forma: ax + by + c = 0, na qual a, 
b, c são constantes e a e b não simultaneamente nulos.
Plano cartesiano:
A geometria analítica teve como principal idealizador o filósofo francês 
René Descartes ( 1596-1650). Com o auxílio de um sistema de eixos associa-
dos a um plano, ele faz corresponder a cada ponto do plano um par ordenado 
e vice-versa.
Quando os eixos desse sistemas são perpendiculares na origem, essa 
correspondência determina um sistema cartesiano ortogonal ( ou plano car-
tesiano). Assim, há uma reciprocidade entre o estudo da geometria ( ponto, 
reta, circunferência) e da Álgebra ( relações, equações etc.), podendo-se re-
presentar graficamente relações algébricas e expressar algebricamente re-
presentações gráficas.
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187MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
CIRCUNFERÊNCIA
Equação da circunferência (reduzida):
Circunferência é o conjunto de todos os pontos de um plano eqüidistantes 
de um ponto fixo, desse mesmo plano, denominado centro da circunferência:
 
Assim, sendo C o centro e P um ponto qualquer da circunferência, a dis-
tância de C a P é o raio dessa circunferência.
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188 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
19 TRIGONOMETRIA
Trigonometria é o setor da Matemática responsável pela relação existen-
te entre lados e ângulos de um triângulo. Em triângulos retângulos (os que 
possuem um ângulo de 90º), as relações formam os chamados ângulos no-
táveis, de 30º, 45º e 60º, e que possuem valores constantes representados 
pelas relações seno, cosseno e tangente. Nos triângulos sem ângulo reto, a 
relação estudada é a entre os ângulos e os lados. Aqui, sempre importante 
relembrar as classificações dos triângulos:
Quanto aos lados:
Equilátero: possui todos os lados com medidas iguais.
Isósceles: possui dois lados com medidas iguais.
Escaleno: possui todos os lados com medidas diferentes. 
Quanto aos ângulos, os triângulos podem ser denominados:
Acutângulo: possui os ângulos internos com medidas menores que 90º
Obtusângulo: possui um dos ângulos com medida maior que 90º.
Retângulo: possui um ângulo com medida de 90º, chamado ângulo reto. 
Importante relembrar também o Teorema de Pitágoras, o qual ensina 
que “A soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa”. 
Posto isto, vamos adentrar ao estudo da Trigonometria aplicada ao Triângulo 
Retângulo.
TRIÂNGULO RETÂNGULO
Como visto, é um triângulo que possui um ângulo reto, isto é, um dos seus 
ângulos mede noventa graus. Como a soma das medidas dos ângulos in-
ternos de um triângulo é igual a 180°, então os outros dois ângulos medirão 
90°. Se a soma de dois ângulos mede 90°, estes ângulos são denominados 
complementares, portanto podemos dizer que o triângulo retângulo possui 
dois ângulos complementares.
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189MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Lados de um triângulo retângulo:
Os lados de um triângulo retângulo recebem nomes especiais. Estes no-
mes são dados de acordo com a posição em relação ao ângulo reto. Os lados 
que formam o ângulo reto (adjacentes a ele) são os catetos. O lado oposto ao 
ângulo reto é a hipotenusa.
Nomenclatura dos catetos:
Os catetos recebem nomes especiais de acordo com a sua posição em 
relação ao ângulo sob análise. Se estivermos operando com o ângulo C, en-
tão o lado oposto, indicado por c, é o cateto oposto ao ângulo C e o lado adja-
cente ao ângulo C, indicado por b, é o cateto adjacente ao ângulo C.
Ângulo Lado oposto Lado adjacente
C c cateto oposto b cateto adjacente
B b cateto oposto c cateto adjacente
Propriedades do triângulo retângulo:
 • Ângulos: o triângulo retângulo possui 1 ângulo reto e 2 ângulos agu-
dos complementares.
 • Lados: O triângulo retângulo é formado por 3 lados, 1 hipotenusa (lado 
maior) e outros 2 lados que são os catetos.
 • Altura: A altura do triângulo é o segmento que tem uma extremida-
de num vértice e a outra extremidade no lado oposto ao vértice, sendo 
que este segmento é perpendicular ao lado oposto ao vértice. 
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190 MATEMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Existem 3 alturas no triângulo retângulo, sendo que duas delas são os ca-
tetos. A outra altura (conforme gráfico abaixo) é obtida tomando a base como 
a hipotenusa, a altura relativa a este lado será o segmento AD, denotado por 
h e perpendicular à base.
Funções trigonométricas básicas:
As Funções trigonométricas básicas são relações entre as medidas dos 
lados do triângulo retângulo e seus ângulos. 
As três funções básicas mais importantes da trigonometria são: seno, 
cosseno e tangente. O ângulo é indicado pela letra x.
Função Notação Definição
seno sen(x)
medida do cateto oposto 
a x
_____
medida da hipotenusa
cosseno cos(x)
medida do cateto 
adjacente a x
_____
medida da hipotenusa
Licenciado para Francisco De Assis Mota De Aviz - 65994051268as letras e e 
o. Outra abstração. Durante o período do Português Arcaico, cada copista 
escrevia a mesma palavra como bem entendia. 
A partir do séc. XVI passou-se a perseguir a “grafia perfeita” – outra utopia 
necessária. Sucederam-se várias modificações, até que se decidiu regula-
mentar a matéria por meio de uma legislação própria. 
A grafia tornou-se, assim, a única manifestação linguística regulada por 
leis específicas. Lembre-se de que nunca se pensou em tratar a língua por 
meio de leis e decretos. 
Não há leis formais para a gramática, o léxico, a semântica e o discurso, ou 
seja, o modo de construir textos. 
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14 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
PRINCIPAIS MUDANÇAS TRAZIDAS PELO RECENTE ACORDO 
ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA
Alfabeto:
Anteriormente o alfabeto português era constituído de 23 letras, sendo 
cada uma delas escrita em maiúscula e em minúscula. Eram elas: 
Aa(á) - Bb(bê) - Cc(cê) - Dd(dê) - Ee(é) - Ff(efe) - Gg(ge/guê) - Hh(agá) - Ii(i) 
- Jj(jota) - Ll(ele) - Mm(eme) - Nn(ene) - Oo(o) - Pp(pê) - Qq(quê) - Rr(erre) - 
Ss(esse) - Tt(tê) - Uu(u) - Vv(vê) - Xx(xis) - Zz(zê)
Atualmente, com a inclusão das letras Kk(cá), Ww(dáblio) e Yy(ípsilon), 
passa a conter 26 letras. Porém, antes mesmo do acordo as três letras já 
eram utilizadas em algumas situações, como, por exemplo, para indicar me-
didas (km, kg, et.) e para expressar palavras e nomes estrangeiros (Kaiser, 
Washington, etc.).
Alterações na acentuação gráfica: Nos ditongos abertos éi e ói pa-
roxítonos.
Antes do Novo Acordo Com o Novo Acordo
Usava-se acento. Deixou-se de usar o acento.
estréia (verbo e substantivo) estreia (verbo e substantivo)
estréio estreio 
assembléia assembleia 
platéia plateia 
alcatéia alcateia 
colméia colmeia 
idéia ideia 
Coréia Coreia 
epopéia epopeia 
geléia geleia 
bóia boia 
paranóico paranoico 
apóio/apóia (verbo) apoio/apoia (verbo) 
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15LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Quando oxítonos, os ditongos abertos éi, éu e ói (seguidos ou não de s) são 
acentuados. Ex.: anéis, pastéis, céu(s), troféu(s), herói(s), anzóis, etc.
No i e u paroxítonos, antecedidos de um ditongo:
Antes do Novo Acordo Com o Novo Acordo 
Usava-se acento grave. Deixou-se de usar o acento grave. 
feiúra feiura 
baiúca baiuca 
boiúno boiuno 
Se o i ou u forem oxítonos (seguidos ou não de s), o acento permanece. 
Ex.: Piauí, tuiuiú, etc.
Em certas paroxítonas homógrafas:
Antes do Novo Acordo 
Usava-se acento agudo para diferenciar os seguintes pares: 
pára (verbo) e para (preposição). 
ex.: a vida não pára, filho. (verbo) Daqui para lá. (preposição) 
péla (verbo e substantivo)/pélo (verbo) e pela/pelo (combinação da 
preposição por + artigo definido). 
ex.: por que você não péla o gato ainda hoje? (verbo) 
Chute a péla (=bola) para o lateral direito! (substantivo) 
Pelo retrovisor do carro, via-se o pardal. (prep. + artigo) 
pólo (substantivo) e polo (aglutinação antiga e popular de por+lo). 
ex.: no pólo Norte, a temperatura é baixíssima. (substantivo) 
Polo (= pelo) amor de Deus, el-Rei!! (por+lo) 
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16 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Com o Novo Acordo
Deixou-se de usar o acento agudo para diferenciar esses pares de palavras:
ex.: a vida não para, filho. (verbo)
Daqui para lá. (preposição)
Por que você não pela o gato ainda hoje? (verbo)
Chute a pela (=bola) para o lateral direito! (substantivo) 
Pelo retrovisor do carro, via-se o pardal. (prep. + artigo) 
No polo Norte, a temperatura é baixíssima. (substantivo) 
Polo (= pelo) amor de Deus, el-Rei!! (por+lo)
O acento diferencial ainda permanece nos seguintes casos: 
 • pôde (3ª pessoa verbal do pretérito perfeito do indicativo), para di-
ferenciá-lo de pode (3ª pessoa verbal do presente do indicativo). Ex.: 
Joana não pôde vir ontem à noite para o jantar. Hoje Joana pode vir para 
o almoço, por isso convide-a. 
 • pôr (verbo), para diferenciá-lo da preposição por. Ex.: afinal, ela tem 
de pôr (verbo) o avental por (preposição) causa da intensa poeira. 
 • ter/vir (e seus derivados) na 3ª pessoa do plural, para diferenciá-los 
da 3ª pessoa do singular. Ex.: ela vem/convém/tem/mantém. Elas 
vêm/convêm/têm/mantêm.
Em palavras terminadas em eem e oo:
Antes do Novo Acordo Com o Novo Acordo
Usava-se acento circunflexo no 
primeiro e/o do encontro vocálico 
do hiato.
Deixou-se de usar o acento 
circunflexo no e/o do encontro 
vocálico.
eles/elas dêem eles/elas deem 
vêem veem 
crêem creem 
lêem (e seus derivados) leem (e seus derivados) 
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17LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Antes do Novo Acordo Com o Novo Acordo
vôo (verbo e substantivo) voo (verbo e substantivo) 
enjôo enjoo 
corôo coroo 
assôo assoo 
zôo zoo 
No u tônico das sequências verbais gue, gui, que, qui:
Antes do Novo Acordo Com o Novo Acordo 
Usava-se acento. Deixou-se de usar o acento. 
(eles) argúem (eles) arguem 
obliqúem obliquem 
(tu) argúis (tu) arguis 
Trema:
Quando pronunciado, o u dos grupos gue, gui, que e qui. 
Antes do Novo Acordo Com o Novo Acordo 
Recebia trema Deixou de receber trema
lingüiça linguiça
conseqüência consequência
freqüência frequência
freqüentar frequentar
tranqüilo tranquilo
argüir arguir
bilíngüe bilíngue
agüentar aguentar
cinqüenta cinquenta
delinqüente delinquente
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18 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Antes do Novo Acordo Com o Novo Acordo 
qüinqüênio quinquênio
sagüi sagui
seqüestro sequestro
eloqüente eloquente
ensangüentado ensanguentado
lingüeta lingueta
O trema só é usado em palavras estrangeiras e em suas derivadas. ex.: 
Müller, mülleriano. 
Hífen:
Aqui, devido à complexidade, apresentaremos apenas as alterações trazi-
das no Novo Acordo, sem comparações com a norma anterior.
Em palavras compostas por justaposição (radical + radical), usa-se 
hífen nas tabelas abaixo. 
Se o primeiro elemento e o segundo elemento formam unidade semântica 
e possuem acento próprio. 
ano-luz mato-grossense 
arco-íris sul-africano 
médico-cirurgião azul-claro 
cirurgião-dentista primeiro-ministro 
decreto-lei segundo-sargento 
rainha-cláudia primo-infecção 
tenente-coronel segunda-feira 
tio-avô finca-pé 
turma-piloto guarda-chuva 
norte-americano conta-gotas 
guarda-noturno fura-bolo 
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19LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Havendo perda da noção de composição, a palavra deve ser grafada sem 
hífen. ex.: girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, para-
quedista, passatempo, etc. 
Nos topônimos, se o 1o elemento é adjetivo “grão”/“grã”, ou verbo, ou ainda 
se há artigo entre seus elementos. 
Grão-Pará Traga-Mouros 
Grã-Bretanha Baía de Todos-os-Santos 
Passa-Quatro Entre-os-Rios 
Quebra-Costas Trás-os-Montes 
Os demais topônimos compostos devem ser grafados sem hífen. ex.: 
América do Sul, Belo Horizonte, Cabo Verde, Castelo Branco, Santa Rita do 
Oeste, etc. (Exceção: Guiné-Bissau.) 
Na composição relativa a espécies botânica e zoológica. 
abóbora-menina ervilha-de-cheiro 
couve-flor bem-me-quer 
feijão-verde cobra-d’água 
erva-doce bem-te-vi 
louva-a-deus cobra-capelo 
erva-do-chá 
Se o primeiro elemento é formado pelos advérbios “bem”/“mal” + 2o 
elemento iniciado por vogal ou “h”. 
bem-aventurado mal-afortunado 
bem-humorado mal-estar 
bem-estar mal-humorado 
O advérbio bem, ao contrário do advérbio mal, pode ou não se aglutinar 
com o segundo elemento, ainda que esse seja iniciado por consoante.
Ex.: bem-criado (cf. malcriado), bem-ditoso (cf. malditoso), bem-nascido 
(cf. malnascido), bem-visto (cf. malvisto), etc.- Protegido por Eduzz.com
191MATEMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
tangente tan(x)
medida do cateto oposto 
a x
_____
medida do cateto 
adjacente a x
Tomando um triângulo retângulo ABC, com hipotenusa H medindo 1 uni-
dade, então o seno do ângulo sob análise é o seu cateto oposto CO e o cos-
seno do mesmo é o seu cateto adjacente CA. 
Portanto a tangente do ângulo analisado será a razão entre seno e cosse-
no desse ângulo.
Relação fundamental: 
Para todo ângulo x (medido em radianos), vale a importante relação:
cos²(x) + sen²(x) = 1
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NOÇÕES DE 
INFORMÁTICA
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SUMÁRIO
01 CONCEITOS BÁSICOS
02 COMPONENTES DE HARDWARE E SOFTWARE DE COMPUTADORES
03 SISTEMA OPERACIONAL - NOÇÕES BÁSICAS
04 EDITORES DE TEXTO, PLANILHAS E APRESENTAÇÕES
05 DEMAIS APLICATIVOS
06 INTERNET E INTRANET
07 NAVEGADORES
08 CORREIO ELETRÔNICO
09 SÍTIOS DE BUSCA E PESQUISA NA INTERNET
10 REDES SOCIAIS
11 APLICATIVOS DE COMUNICAÇÃO
12 WIKIS
13 SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
14 CERTIFICADO DIGITAL
15 CONHECIMENTOS BÁSICOS DE AMBIENTE DE SERVIDORES
16 CONCEITOS DE ACESSO A DISTÂNCIA
17 COMPUTAÇÃO E ARMAZENAMENTO DE DADOS NA NUVEM
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194 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
01 CONCEITOS BÁSICOS
Hardware:
Conjunto de partes físicas que compõem o computador, conectados en-
tre si que fazem com que o computador funcione adequadamente. 
Entende-se como a própria ‘estação de trabalho’ e seus periféricos e dis-
positivos, como impressora, monitor, mouse, teclado, scanner, entre outros.
Software:
Trata-se da parte lógica e abstrata do computador. São exemplos os pro-
gramas como Word, Excel, antivírus, entre outros.
Servidor:
Computador utilizado em rede e que distribui serviços, como autentica-
ção, impressão, armazenamento de dados e arquivos, entre outros. 
Destaca-se pela alta capacidade de processamento e armazenamento.
Notebook:
Equipamento portátil com boa capacidade de processamento e armaze-
namento. Acaba por substituir o desktop.
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195NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Tablet:
Computadores de uso pessoal, com grande crescimento no mercado. 
Tem como característica marcante o touch screen (sensível ao toque), tendo 
como marcas principais Apple, Motorola e Samsung.
Para melhor estudo visando o concurso em questão, cabe ressaltar os 
principais pontos dos conceitos de Hardware e Software, devido à sua fre-
quente exigência em concursos.
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196 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
02 COMPONENTES DE HARDWARE E 
SOFTWARE DE COMPUTADORES
HARDWARE
Como visto, é a parte física de um computador, ou seja, tudo que pode ser 
tocado. Exemplos são o monitor, o mouse, o teclado, etc.
Componentes do hardware: 
Placa-mãe:
Principal placa de circuitos em que são conectados diversos componen-
tes vitais para o funcionamento do computador, como a memória, o proces-
sador, placas de som e vídeo, entre outros.
CPU:
Unidade de Processamento Central (em inglês: Central Processor Unit), 
funciona como o cérebro do computador. 
Aqui são processadas todas as informações, fato pelo qual se denomina 
também processador ou microprocessador. Pode possuir tecnologia de 32 
ou 64 bits. 
Importante saber alguns conceitos acerca do CPU:
Core: núcleo do processamento, onde está a ULA (Unidade Lógico-
Aritmética) que executa as operações aritmetícas e lógicas. O microproces-
sador pode possuir 1,2,3,4,6 ou 8 núcleos. Quando se fala em dual core (termo 
comumente utilizado em computadores pessoais), diz-se que o CPU possui 2 
núcleos de processamento.
Memória cache: dispositivo que funciona como um auxiliar de alta veloci-
dade ao microprocessador em sua tarefas repetidas, tornando-as mais rápi-
das. Com isso, o processador não precisa solicitar à memória RAM, fazendo 
com que seu tempo de espera seja menor. 
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197NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Memória RAM:
Sigla para Random Access Memory, ou em português memória de acesso 
aleatório ou randômico. 
É a principal memória do computador, caracterizando-se por ser volátil, 
ou seja, seu conteúdo é perdido assim que o computador é desligado, ou 
seja, só funciona enquanto o computador estiver ligado. 
Pode também ser chamada de memória de trabalho, pois todos os pro-
gramas (exceto os que estiverem na memória ROM) que forem executados 
deverão ser carregados nela. 
Existe aqui a ideia de memória virtual, a qual funciona como uma memó-
ria auxiliar à memória RAM, quando esta estiver cheia e não comportar mais 
dados, precisando assim de mais espaço de armazenamento. 
O processador transfere o conteúdo da memória RAM para um arquivo de 
disco rígido, chamado de arquivo de troca.
Memória ROM:
Silga para Read Only Memory (em português: memória somente de leitu-
ra), tem como característica ser o oposto da memória RAM, ou seja, seu con-
teúdo não é perdido quando o computador é desligado, pois os programas 
são gravados de forma permanente. 
Sendo assim, não é possível alterá-los, funcionando somente como leitu-
ra.
Memória de massa:
Tem grande capacidade de armazenamento, o que a difere da memória 
RAM. Trabalha como uma memória auxiliar, retendo uma quantidade signifi-
cativa de informações. 
Todos os progamas, aplicativos e arquivos ficam nela instalados. Pode ser 
dividida em HD (Hard Drive ou Disco Rígido), Flash Memory (ou pen drive) e 
SSD (Solid State Drive ou memória em estado sólido).
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198 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
BIOS: 
Sigla para BASIC INPUT / OUTPU SYSTEM, ou seja, sistema básico de con-
trole de entrada e saídas do computador. Cabe ressaltar alguns conceitos 
dentro da ideia de BIOS:
Setup: programa que permite a configuração dos componentes instala-
dos no computador, como data, hora, sequencia de inicialização (boot), se-
nha de acesso, etc.
POST: autoteste de inicialização, onde é verificado o funcionamento de vá-
rios componentes do computador.
Dispositivos de entrada e saída:
Frequentemente associados à expressão E/S (entrada e saída) ou I/O 
(Input/Output). São exemplos de dispositivos de entrada o mouse, teclado, 
monitor, webcam.
Já exemplos de dispositivos de saída são o monitor, impressora, caixas de 
som, entre outros.
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199NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Existem ainda dispositivos que são chamados de uso misto ou híbri-
dos, por funcionarem tanto como dispositivos de entrada e de saída, como 
impressoras multifuncionais (que possuem a função de impressão e de 
scanner em uma só, por exemplo), e o monitor touch screen (que funciona 
como saída, ao reproduzir o vídeo do computador, e como entrada ao rece-
ber os toques do usuário que assim insere informações no computador).
Impressoras:
Matricial: modelo de impressora de menor resolução, é composta por um 
cabeçote de várias agulhas enfileiradas. São mais lentas e barulhentas, mas 
por outro lado tem seu custo de impressão mais barato. Utilizadas para im-
pressão de formulários contínuos e carbonados.
Jato de tinta: possui uma qualidade de impressão maior e uma boa ra-
pidez em seu funcionamento em comparação às impressoras matriciais. 
Possuem como características serem mais silenciosas e a possibilidade de 
impressões coloridas. São abastecidas com cartuchos de tintas.
De laser: Mais complexas, pois ‘montam’ a página antes de imprimí-la, uti-
lizando uma espécie de laser paradesenhar figuras e caracteres. Possuem 
um cilindro, o qual libera pequenos pontos de tinta, e onde o papel é quei-
mado para fixar a tinta. Sua qualidade é maior, sendo também silenciosas e 
rápidas. Entretanto, seu custo é maior.
Scanners:
Dispositivo de entrada de dados. É através dele que são digitalizadas fotos 
e documentos. Como visto, existem impressoras multifuncionais, que fazem 
tanto a impressão como a digitalização.
Outros conceitos importantes acerca dos hardwares:
Estabilizador:
Utilizado para proteger o computador e seus periféricos contra danos 
causados por picos de energia.
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200 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
No-Break:
Mais eficaz do que o estabilizador, funciona com um transferidor de ener-
gia, ou seja, impede que o computador seja desligado quando haja queda de 
energia, ou seja, é automaticamente ligado quando a energia acaba e perma-
nece transferindo energia ao computador enquanto possuir autonomia. Esta 
autonomia depende do no-break, de acordo com seu tipo, marca, preço, etc.
USB:
Sigla para Universal Serial Bus, é uma interface de comunicação entre a 
placa principal e os periféricos. É uma conexão PnP - Plug and Play, ou seja, 
‘ligar e usar’, podendo ser conectado e desconectado sem a necessidade 
de desligar o computador. Vale a pena conhecer o símbolo que representa o 
USB, para fins de concurso: 
Slots:
São conectores que a placa-mãe possui para que outras placas possam 
a ela ser integradas. O slot AGP (Acelerated Graphics Port), desenvolvido pela 
Intel para uma maior taxa de transferência entre a placa-mãe e as placas de 
vídeo, é utilizado somente para vídeo. 
Já o slot PCI (Periferical Component Interconnect) pode ser conectado 
com qualquer tipo de placa de expansão, podendo trabalhar a 32 ou 64 bits. 
O PCI Express acaba por substituir o PCI e AGP por possuir uma maior 
taxa de transferência, e tem como característica marcante ser um hot plug, 
ou seja, é possível instalar e remover as placas PCI Express mesmo com o 
computador ligado. Existe também o slot ISA, mas trata-se de tecnologia em 
desuso.
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201NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Gabinete:
Cabe aqui ressaltar que CPU e gabinete são conceitos diferentes, embora 
muitas pessoas as utilizem como sinônimos. 
Gabinete é a caixa onde estão diversos componentes do computador, 
como suas placas e peças, enquanto o CPU é o conjunto do gabinete com o 
microprocessador.
VGA:
VGA é a sigla correspondente a Video Graphics Array, utilizada para se re-
ferir ao conector de vídeo das placas gráficas. Este conector é utilizado em 
cabos para conexão ao computador e em dispositivos de saída, como placas 
de vídeo e monitores. O padrão VGA foi inventado pela IBM, sendo em sua 
época o único capaz de reproduzir uma maior quantidade de cores (até 256).
Cabe ressaltar que no cabo encontra-se a versão “macho” do conector, 
que irá ser colocada nos dispositivos de saíde; por sua vez, nos dispositivos 
de saída encontra-se a versão fêma, que irá “receber” a versão macho.
HDMI:
HDMI é uma sigla para representar a expressão High-Definition Multimidia 
Interface. É uma interface condutiva digital de áudio e vídeo, servindo como 
transmissor de dados para aparelhos de alta resolução, como monitores e 
TV’s. 
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202 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Conectores HDMI: Além da qualidade das imagens, o HDMI também se 
sobressai em relação a outros formatos devido ao fato de ser mais compacto 
e de fácil encaixe. 
Existem dois tipos de conectores HDMI: o HDMI tipo A e o HDMI tipo B. 
O HDMI tipo A possui 19 pinos e é o mais popularizado dos dois, pois é 
compatível também com a tecnologia DVI-D (outro tipo de conexão digital, 
porém inferior ao HDMI). Desta forma, é necessário que apenas uma das pon-
tas do cabo seja HDMI e a outra DVI. 
O conector HDMI tipo B é destinado a resoluções de altíssima qualidade 
e trabalha no sistema dual link, dobrando a capacidade de transmissão do 
cabo. (Fonte: tecmundo.com.br)
SATA:
SATA, ou Serial ATA é uma tecnologia de transferência de dados entre dis-
positivos de armazenamento em massa (unidades de disco rígido e drivers 
ópticos) e um computador. 
O padrão fornece melhores velocidades, cabos menores e, consequen-
temente conectores menores, que ocupam menos espaço na CPU, simplifi-
cando a vida de usuários e fabricantes de hardware.
Esse padrão é atualmente o sucessor da tecnologia ATA (AT Attachment, 
ou ligado ao AT), que foi criada em 1984 pela IBM em seu computador cha-
mado AT. 
Inicialmente o padrão ATA também era conhecido como IDE e com o sur-
gimento do SATA, foi renomeada para PATA (Parallel ATA) para diferenciar as 
duas tecnologias.
O grande diferencial dos dois padrões de transferência está justamente 
na primeira letra da sigla, enquanto o PATA transmite os dados usando cabos 
de quarenta ou oitenta fios paralelos (Daí o “P” de Parallel da sigla), o SATA 
transfere os dados em série (Serial) usando cabos formados por dois pares 
de fios (um par para transmissão e outro par para recepção) usando trans-
missão diferencial, e mais três fios terra, totalizando sete fios.
Fonte: http://www.techtudo.com.br/
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203NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
SD, miniSD e micros:
Entre os vários tipos de cartões de memória Flash existentes, o tipo 
SD(sigla para Secure Digital) é, certamente, o mais popular. Seu uso é bas-
tante comum em câmeras digitais, telefones celulares, laptops, tablets e até 
mesmo em consoles de videogame. 
Cartão SD “convencional”:
Este é o primeiro tipo a ser lançado e, também, é o mais popular. É muito 
comum encontrá-lo em câmeras ou filmadoras digitais, por exemplo, assim 
como é fácil encontrar entradas para este tipo em laptops.
Os cartões SD possuem as seguintes medidas: 24 mm x 32 mm x 2,1 mm. 
Em uma de suas laterais há um pequeno “corte”, que faz o dispositivo lembrar 
vagamente uma folha de papel com a ponta dobrada. 
Tal como já mencionado, este tipo possui uma pequena trava lateral de 
segurança que o usuário pode ativar para evitar gravação ou eliminação de 
dados. Além disso, possui 9 pinos de contato.
Cartão miniSD:
Anunciado em 2003, o cartão miniSD é, tal como o nome sugere, uma 
versão de dimensões reduzidas do cartão SD (37% menor), possuindo as se-
guintes medidas: 20 mm x 21,5 mm x 1,4 mm. Este tipo não possui trava de 
segurança e utiliza 11 pinos de contato. 
Trata-se de um tipo comumente utilizado em telefones celulares, mas que 
não ficou tão popular por causa do surgimento dos cartões microSD.
Cartão microSD:
O que já era pequeno ficou menor ainda com o lançamento dos cartões 
microSD, anunciados em 2005. As dimensões deste formato são as seguin-
tes: 11 mm x 15 mm x 1 mm. 
Esta versão não possui trava de segurança e faz uso de 8 pinos de contato.
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204 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
CompactFlash (CF):
O cartão de memória CompactFlash (CF) foi desenvolvido pela empresa 
SanDisk em meados de 1994 e acabou sendo o primeiro tipo a se popularizar. 
Trata-se de um cartão com as seguintes dimensões: 43 mm x 3 mm x 5 mm 
no tipo I e 43 mm x 3 mm x 3,3 mm no tipo II.
Esse tipo de cartão faz uso de memória Flash tipo NAND, no entanto, foi 
desenvolvido inicialmente para trabalhar com a tecnologia Flash NOR. 
Apesar de ser o tipo com as maiores dimensões, os cartões CompactFlash 
são utilizados até hoje, principalmente em câmeras digitais profissionais e fil-
madoras digitais. Embora raros, é possível encontrar cartões do tipo com até 
128 GB de capacidade.
O CompactFlash é mantidopela CompactFlash Association e sua tecnolo-
gia de construção também é aplicada em cartões para Wi-Fi (redes sem fio), 
modems, etc.
eXtreme Digital (xD-Picture):
O cartão de memória xD-Picture foi disponibilizado em 2002 pela Fujifilm 
em conjunto com a Olympus, sendo quase que exclusivamente aplicado 
apenas em câmeras digitais destas. 
Teoricamente, a capacidade de armazenado deste padrão pode chegar a 
8 GB. Suas dimensões são as seguintes: 20 mm x 25 mm x 1,78 mm.
Visto como um substituto do SmartMedia, o xD-Picture também não tem 
circuitos controladores internos, o que significa que aparelhos mais antigos 
não são capazes de ler cartões desse tipo com novas capacidades de arma-
zenamento. 
Por não ser muito popular, as empresas envolvidas com este tipo de car-
tão tiveram até que desenvolver adaptadores para que o xD-Picture seja lido 
em interfaces como PC-Card (antiga PCMCIA) e CompactFlash.
Por causa da popularização dos cartões SD, trata-se de um padrão prati-
camente em desuso.
Fonte: http://www.infowester.com/
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205NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
03 SISTEMA OPERACIONAL 
SISTEMA OPERACIONAL
Trata-se de uma coleção de programas que inicializa e gerencia as fun-
ções e tarefas do computador. O sistema operacional possui os comandos 
básicos para o funcionamento dos aplicativos.
WINDOWS
Sistema Operacional criado pela Microsoft, sendo atualmente o mais uti-
lizado no mundo em computadores pessoais. Sua versão mais recente é o 
Windows 10. Entretanto, dados apontam que a versão mais utilizada ainda é 
o Windows 7.
ÁREA DE TRABALHO
É a área exibida na tela quando o computador é ligado. Serve como uma 
espécie de ‘superfície’ para o trabalho. Nela, é possível colocar e organizar 
ícones e atalhos de arquivos, programas e pastas.
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206 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
A barra de tarefas fica na parte inferior da tela. Aqui é possível ver os pro-
gramas abertos e em execução, possibilitando que o usuário alterne entre 
eles. 
É possível também personalizar esta barra, colocando ícones de acordo 
com o interesse do usuário. 
Também contém o botão Iniciar, usado para acessar programas, confi-
gurações e pastas. Este ícone será abordado posteriormente. A barra lateral 
pode conter pequenos programas (gadgets), também personalizáveis pelo 
usuário.
Ícones:
Representação gráfica de um programa, pasta ou arquivo. Os ícones 
constituem a área de trabalho, e podem ser incluídos ou excluídos de acordo 
com a vontade do usuário. Alguns ícones, entretanto, fazem parte do sistema 
Windows, tais como Lixeira, Painel de Controle, Computador, Rede e Pasta do 
Usuário.
O usuário pode adicionar ícones que levam a outros programas ou pastas, 
os chamados ‘atalhos’. Na maior parte das versões do Windows, tais atalhos 
são sinalizados por uma pequena seta no canto inferior esquerdo da imagem.
 A Lixeira:
Quando você exclui um arquivo ou pasta, eles não são excluídos imediata-
mente, mas sim vão para a Lixeira. 
 
Lixeira do Windows 10
Caso o usuário precise de um arquivo excluído, poderá obtê-lo de volta. 
Basta acessar a lixeira, clicar duas vezes sobre o arquivo e clicar em ‘restau-
rar’. O arquivo voltará ao local de onde foi excluído.
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207NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 A Lixeira do Windows 7 vazia (à esquerda) e cheia (à direita)
Caso o usuário não precise mais dos arquivos excluídos, poderá esvaziar 
a Lixeira. Ao fazer isso, excluirá permanentemente os itens e recuperará o es-
paço em disco por eles ocupados. 
Calculadora:
O aplicativo Calculadora para Windows é uma versão da calculadora da 
área de trabalho nas versões anteriores do Windows e funciona em dispositi-
vos móveis e de desktop. 
É possível abrir várias calculadoras ao mesmo tempo em janelas redi-
mensionáveis na área de trabalho.
Para começar, selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione 
Calculadora na lista de aplicativos.
Paint:
Paint é uma ferramenta padrão utilizada para criar desenhos em preto e 
branco ou em cores. Você também pode usar o Paint para enviar seu dese-
nho no e-mail, definir a imagem como um fundo de área de trabalho e salvar 
arquivos de imagem usando diferentes formatos de arquivo.
Para abrir o Paint, clique em Iniciar, depois em Todos os Programas, clique 
para Acessórios e, em seguida, clique em Paint.
MENU INICIAR
É o primeiro passo para o usuário acessar aplicativos, arquivos, pastas 
e configurações do computador. Através dele pode-se acessar os últimos 
programas utilizados, ou ainda acessar o Painel de Controle, Dispositivos e 
Impressoras, entre outros.
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208 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
É possível usar o menu Iniciar para fazer as seguintes atividades:
- Iniciar programas
- Abrir pastas usadas frequentemente
- Pesquisar programas e arquivos
- Acessar o Painel de Controle e as configurações do computador
- Obter ajuda
- Desligar o computador
- Fazer logoff do Windows ou alterar para outro usuário
Para abrir o menu Iniciar, clique no botão Iniciar no canto inferior esquerdo 
da tela. Ou pressione a tecla de logotipo doWindows no teclado.
O menu Iniciar tem três partes básicas:
O painel esquerdo mostra uma lista de programas frequentemente usa-
dos no computador, assim como os últimos acessados. 
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209NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Na parte inferior do painel esquerdo está a caixa de pesquisa, através da 
qual é possível procurar programas e arquivos no computador. 
O painel direito dá acesso a pastas, arquivos, configurações e outros re-
cursos. Aqui também é possível desligar o computador ou efetuar logoff do 
Windows.
ALTERAR AS CONFIGURAÇÕES REGIONAIS
Para alterar as configurações regionais, siga as etapas descritas corres-
pondentes ao sistema operacional do seu computador.
No Microsoft Windows XP:
- Clique em Iniciar e em Painel de Controle.
- Clique em Data, Hora, Idioma e Opções Regionais.
- Clique em Alterar o formato de número, data e hora.
- A caixa de diálogo Opções Regionais e de Idioma aparece.
- Clique na guia Opções Regionais. Em Padrões e formatos, clique em 
Personalizar.
A caixa de diálogo Personalizar Opções Regionais aparece.
Clique na guia que contém as configurações que você deseja modificar e 
faça as alterações. Por exemplo, para alterar um formato de número no todo 
ou em parte, clique na guia Números e altere a configuração desejada. Para 
obter ajuda sobre uma opção, clique no botão Ajuda (?) e clique na opção.
FONTE: www.microsoft.com
ATUALIZAR O RELÓGIO DO COMPUTADOR
Clique duas vezes no relógio do Windows, localizado abaixo, à direita. 
Depois, na guia “Horário na Internet” basta marcar a opção “Sincronizar 
automaticamente com um servidor de horário na Internet”, clicar na opção 
“Aplicar” e depois na opção “Atualizar agora”.
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210 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
ATUALIZAR O RELÓGIO DO COMPUTADOR ATRAVÉS DE UM FIREWALL
Se o seu computador faz parte de um domínio, seu relógio é, provavel-
mente, sincronizado automaticamente por um servidor de horário da rede. 
Se o seu computador não é parte de um domínio, você pode sincronizar 
seu relógio com um servidor de horário da Internet.
No entanto, o serviço de Horário na Internet, em seu estado padrão, não 
funciona com o Firewall de Conexão à Internet ativado em uma conexão dis-
cada no Windows XP. 
Para reativar este recurso enquanto mantém seu firewall, siga estes pas-
sos:
1. Clique em Iniciar, vá até Conectar, e cliqueem Mostrar todas as co-
nexões.
2. Clique com o botão direito na sua conexão discada e depois clique 
em Propriedades.
3. Na guia Avançado, clique em Configurações.
4. Clique no botão Adicionar, e digite Serviço de Horário na Internet 
como descrição.
5. Digite 127.0.0.1 como endereço IP, e digite 123 tanto para os números 
de porta Internos como Externos, e depois veja se TCP está seleciona-
do.
6. Clique em OK três vezes até que a caixa de diálogo Propriedades seja 
fechada.
Se você estiver on-line, uma caixa de mensagem irá informá-lo de que 
você precisa se desconectar e depois se conectar novamente para que as 
configurações façam efeito. 
Ao clicar duas vezes no relógio, na barra de tarefas, e depois clicar em 
Atualizar Agora, na guia Horário na Internet, seu relógio será sincronizado 
com o servidor de horário na Internet.
FONTE: www.microsoft.com
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211NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
CONFIGURAÇÃO DO MOUSE
Para alterar as configurações do mouse, basta ir no Menu Iniciar, depois 
em Configurações, Painel de Controle, e quando abrir a janela de configura-
ções, basta ir até a configuração do mouse. 
É possível inverter a posição dos botões, ao marcar a seleção “Alternar 
entre os botões primário e secundário’ (função útil para canhotos). Pode-se 
também determinar a velocidade do clique e trocar ou personalizar os pon-
teiros do mouse. Na opção “Opções do ponteiro”, altera-se a velocidade do 
ponteiro (não confundir com velocidade do clique). Aqui, determina-se a ve-
locidade com que o ponteiro do mouse irá se deslocar pela tela. 
É possível também configurar o scroll (‘rodinha’ que encontra-se no meio 
dos botões do mouse), em suas opções “rolagem vertical” e “rolagem hori-
zontal” (observe, porém, que nem todos os modelos de mouse possuem es-
sas características).
CONFIGURAÇÃO DO TECLADO NO WINDOWS XP
Para alterar as configurações do teclado no Windows XP, basta seguir os 
seguintes passos:
1. Clicar ou apertar o botão Iniciar do Windows, entrar em Configurações 
e depois em Painel de Controle. Acessar o ícone “Opções Regionais e de 
Idioma”, ir até a aba Idiomas e clicar em “Detalhes”.
2. Na opção Idioma de entrada, é só clicar em Adicionar e selecionar o idio-
ma compatível com o seu teclado – geralmente, em “Português (Brasil)”. Já em 
Layout do teclado, aconselha-se escolher “Estados Unidos (Internacional)” se 
o seu teclado não tiver a tecla “ç” ou “Português (Brasil-ABNT2)” se o teclado 
tiver esta tecla. Para finalizar, basta dar OK nas três janelas que foram abertas.
MODOS DE VISUALIZAÇÃO
Por padrão, as pastas são apresentadas no Microsoft Windows como íco-
nes de pasta ou como imagens contidas na pasta. (Quando as pastas são 
apresentadas como imagens, você está exibindo em “Miniaturas”.) 
Por exemplo, quando o Microsoft Windows Server 2003 abre uma pas-
ta pela primeira vez, o conteúdo da pasta é exibido no modo de exibição 
Clássico. Quando o Microsoft Windows XP abre uma pasta pela primeira vez, 
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212 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
o Windows usa um modelo padrão para exibir o conteúdo da pasta e para ver 
as configurações com base na localização da pasta, no número de arquivos 
existentes na pasta e na proporção de tipos de arquivos especiais existentes 
na pasta.
Se você alterar estas configurações de modo de exibição ou personalizar 
uma pasta, o Windows memoriza as configurações quando abrir a pasta no-
vamente. É possível usar o menu Exibição da pasta para alterar as configu-
rações do modo de exibição da pasta. É possível usar a guia Personalizar da 
caixa de diálogo Propriedades da pasta para modificar o ícone, a imagem e o 
modelo da pasta.
Observação: Por padrão, o Windows só armazena as configurações do 
modo de exibição e personalizações para 400 pastas simultaneamente.
Algumas opções aplicam-se a todas as pastas. Por exemplo, por padrão, o 
Windows Server 2003 e o Windows XP ocultam os arquivos de sistema ope-
racional protegidos, os arquivos ou pastas com atributo oculto e as exten-
sões de nome de arquivo (para os tipos de arquivos conhecidos). 
Para modificar estas configurações e outras opções avançadas aplica-
das a todas as pastas, os administradores podem utilizar o item Opções de 
Pastas no Painel de Controle.
É possível personalizar o aspecto de uma pasta no Windows Explorer. 
Ao fazer isso, o Windows Explorer sempre exibe as pastas como um ícone 
ou imagem de pasta personalizado e utiliza sempre um modelo que especifi-
ca links para tarefas e opções de visualização especializadas para apresentar 
o conteúdo da pasta.
Para personalizar a aparência de uma pasta, siga estas etapas:
Inicie o Windows Explorer e localize a pasta que deseja personalizar.
Clique com o botão direito do mouse na pasta e clique em Propriedades.
Na guia Personalizar, selecione as opções de personalização que deseja 
utilizar para a pasta.
Observação: A guia Personalizar não está disponível para pastas espe-
ciais cujo aspecto padrão já tenha sido configurado pelo Windows.
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213NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
ACESSAR UNIDADE DE DISCO
O armazenamento de disco básico suporta discos orientados para parti-
ção. Um disco básico é um disco físico que contém partições primárias, par-
tições estendidas ou unidades lógicas. 
As partições e unidades lógicas em discos básicos também são conheci-
das como volumes básicos. 
É possível criar até quatro partições primárias ou três partições primárias 
e uma partição estendida que contém unidades lógicas.
Como usar o Gerenciamento de disco:
- Entre como administrador ou como membro do grupo de Administradores; 
depois, clique em Iniciar, em Executar, digite compmgmt.msc e clique em OK; 
por fim, aa árvore de console, clique em Gerenciamento de disco. A janela do 
Gerenciamento de disco é exibida. 
Seus discos e volumes aparecem em uma exibição gráfica e exibição de 
lista. Para personalizar a visualização dos seus discos e volumes nos pai-
neis superior e inferior da janela, aponte para Superior ou Inferior no menu 
Exibição e clique na exibição que deseja usar.
BARRA DE TAREFAS
A barra de tarefas localiza-se na parte inferior da tela. Ao contrário da área 
de trabalho, esta fica visível quase o tempo todo. Possui as seguintes seções 
principais: 
- O botão Iniciar , que abre o menu Iniciar. Hoje, na versão do Windows 8, 
não se abre mais uma janela de menu Iniciar. A interface é dedicada total-
mente a ele no Windows 8. Antes todos os programas eram acessados atra-
vés do botão Iniciar. Nesta nova versão, são dispostos nesta nova interface 
gráfica que inclui aplicativos, documentos e a barra de pesquisa.
- A barra de ferramentas Início Rápido, que permite iniciar programas 
com um clique, e pode ser personalizada pelo usuário.
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214 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
- A seção intermediária, na qual são demonstrados os programas e 
documentos que estão abertos e permite que o usuário alterne rapi-
damente entre eles.
- A área de notificação, que inclui um relógio e ícones (pequenas ima-
gens) que comunicam o status de determinados programas e das 
configurações do computador.
É possível alternar entre os aplicativos através do atalho ALT+TAB (permi-
tindo a escolha da janela), ALT+ESC (alternando sequencialmente entre as 
janelas) e WINDOWS+TAB (alternando visualmente).
MINIMIZAR E RESTAURAR JANELAS
Quando um programa está sendo utilizado, uma janela fica ativa. 
Com o clique no botão correspondente, minimiza-se a janela. 
Com isso, esta janela desaparece da área de trabalho. Minimizar uma ja-
nela não a fecha nem exclui seu conteúdo, mas apenas a remove da área de 
trabalho temporariamente.Na figura abaixo, a Calculadora foi minimizada, mas continua em execu-
ção. 
É possível saber que ela ainda está em execução porque seu botão na 
barra de tarefas.
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215NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 
Também é possível minimizar uma janela clicando no botão Minimizar, no 
canto superior direito da janela:
 
PARTES BÁSICAS DE UMA JANELA
Embora seu conteúdo seja diferente, todas as janelas possuem uma or-
ganização comum:
 
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216 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Barra de título: Exibe o nome do documento e do programa.
Botões Minimizar, Maximizar e Fechar: Permitem ocultar a janela, alar-
gá-la para preencher a tela inteira e fechá-la, respectivamente.
Barra de menus: Contém itens nos quais você pode clicar para fazer es-
colhas em um programa. 
Barra de rolagem: Permite rolar o conteúdo da janela para ver informa-
ções que estão fora de visão no momento.
Bordas e cantos: É possível arrastá-los com o ponteiro do mouse para 
alterar o tamanho da janela.
COMBINAÇÕES DE TECLAS DO WINDOWS
F1: Ajuda
CTRL+ESC: Abre o menu Iniciar
ALT+TAB: Alterna entre programas abertos
ALT+F4: Encerra o programa
SHIFT+DELETE: Exclui o item permanentemente
Logotipo Windows+L: Bloqueia o computador (sem usar CTRL+ALT+DELETE)
Combinações de teclas do programa Windows:
CTRL+C: Copiar
CTRL+X: Recortar
CTRL+V: Colar
CTRL+Z: Desfazer
CTRL+B: Negrito
CTRL+U: Sublinhado
CTRL+I: Itálico
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217NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Combinações de modificadores de clique de mouse/teclado para 
objetos:
SHIFT+clique com o botão direito: Exibe um menu de atalho contendo 
comandos alternativos
SHIFT+clique duplo: Executa o comando padrão alternativo (o segundo 
item no menu)
ALT+clique duplo: Exibe as propriedades
SHIFT+DELETE: Exclui um item imediatamente sem colocá-lo na Lixeira
Comandos gerais somente de teclado:
F1: Inicia a Ajuda do Windows
F10: Ativa as opções da barra de menu
SHIFT+F10 Abre um menu de atalho para o item selecionado (isso é o 
mesmo que clicar em um objeto com o botão direito do mouse)
CTRL+ESC: Abra o menu de Iniciar (use as teclas de direção para selecionar 
um item)
CTRL+ESC ou ESC: Seleciona o botão Iniciar (pressione TAB para selecionar 
a barra de tarefas ou pressione SHIFT+F10 para obter um menu de contexto)
CTRL+SHIFT+ESC: Abre o Gerenciador de Tarefas do Windows
ALT+SETA PARA BAIXO: Abre uma caixa de listagem suspensa
ALT+TAB: Alterna para outro programa aberto (segure a tecla ALT e 
pressione a tecla TAB para ver a janela de troca de tarefas)
SHIFT: Pressione e mantenha pressionada a tecla SHIFT enquanto insere 
um CD-ROM para ignorar o recurso de execução automática
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218 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
ALT+ESPAÇO: Exibe a janela principal do menu Sistema (do menu Sistema 
é possível restaurar, mover, redimensionar, minimizar, maximizar ou fechar 
a janela).
ALT+- (ALT+hífen): Exibe o menu Sistema da janela filho da interface MDI 
(no menu Sistema da janela filho da MDI, é possível restarurar, mover, 
redimensionar, minimizar, maximizar ou fechar a janela filho)
CTRL+TAB: Alterna para a próxima janela filho de um programa de interface 
MDI.
ALT+letra sublinhada no menu: Abre o menu
ALT+F4: Fecha a janela atual
CTRL+F4: Fecha a janela atual da interface MDI
ALT+F6: Alterna entre várias janelas no mesmo programa (por exemplo, 
quando a caixa de diálogo Localizar do Bloco de Notas é exibida, o ALT+F6 
alterna entre a caixa de diálogo Localizar e a janela principal do Bloco de 
Notas)
Atalhos de objetos e de pasta geral/Windows Explorer em um obje-
to selecionado:
F2: Renomeia o objeto
F3: Localiza todos os arquivos
CTRL+X: Recortar
CTRL+C: Copiar
CTRL+V: Colar
SHIFT+DELETE: Exclui a seleção imediatamente, sem mover o item para a 
Lixeira
ALT+ENTER: Abre as propriedades do objeto selecionado
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219NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Para copiar um arquivo:
Pressione e mantenha pressionada a tecla CTRL enquanto arrasta o arqui-
vo para outra pasta.
Para criar um atalho:
Pressione e mantenha pressionadas as teclas CTRL+SHIFT enquanto ar-
rasta um arquivo para a área de trabalho ou uma pasta.
Controle geral de pasta/atalho:
F4: Marca a caixa de seleção Ir para outra pasta e move para baixo as 
entradas na caixa (se a barra de ferramentas estiver ativa no Windows 
Explorer)
F5: Atualiza a janela atual.
F6: Move entre painéis no Windows Explorer
CTRL+G: Abre a ferramenta Ir Para a Pasta (somente no Windows Explorer 
do Windows 95)
CTRL+Z: Desfaz o último comando
CTRL+A: Seleciona todos os itens na janela atual
BACKSPACE: Alterna para a pasta pai
SHIFT+clique+botão Fechar: Em pastas, fecha a pasta atual e todas as 
pastas pai
Conceitos interessantes sobre o Windows:
Windows Aero: tecnologia utilizada para gerar efeitos visuais, como som-
bras e transparências dentro do sistema operacional.
Microsoft Silverlight: permite aplicações que utilizem flash, bem como 
outras que utilizem esta programação como modelo.
Windows Media Player: tocador de media (áudio e vídeo), na sua versão 
11 e 12 traz uma forma de busca avançada. É integrado ao sistema operacional 
Windows.
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220 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Windows Media Center: é a central de mídia do Windows. No XP era cha-
mado de Windows XP Media Center Edition, tendo o seu nome abreviado no 
Windows Vista. 
É um aplicativo que reúne diversos tipos de mídia executáveis, trazendo 
opções como assistir filmes de um DVD, TV em tempo real (com requisitos 
específicos), ouvir músicas no formato MP3, WMA e outros, bem como arqui-
vos de vídeo em AVI, DivX, ou assistir slideshows e acessar mídias na Internet.
Windows XP:
O Windows XP foi uma versão do Windows produzida pela Microsoft para 
uso em computadores pessoais, incluindo residenciais e de escritórios. 
O Nome XP deriva de ‘eXPerience’. Importante saber duas versões do 
Windows XP:
- Windows XP Home Edition: destinado a usuários domésticos;
- Windows XP Professional Edition: oferece recursos adicionais, 
como o domínio de servidor do Windows, destinado a usuários avan-
çados e empresas.
Apresentou como novo uma melhor interface gráfica, possibilitando ao 
usuário uma maior interação com seu sistema operacional. 
Trouxe também restrições contra a pirataria de softwares, mas foi dura-
mente criticado por diversas falhas de segurança, bem como por erros exis-
tentes na integração do sistema operacional com aplicativos com Internet 
Explorer e Windows Media Player.
Windows Vista:
O Windows Vista foi o sucessor do Windows XP, sendo um sistema ope-
racional desenvolvido pela Microsoft para uso em computadores pessoais e 
de escritórios. 
Teve como principal objetivo melhorar a segurança do sistema operacio-
nal, campo em que em muitas vezes não obteve sucesso.
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221NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Importante saber as versões do Windows Vista:
- Windows Vista Starter Edition: versão disponível apenas em 32-bit;
- Windows Vista Home Basic: destinada ao usuário doméstico;
- Windows Vista Home Premium: voltada para o entretenimento do-
méstico, como TVs e outros aparelhos;
- Windows Vista Business: versão mais profissional;
- Windows Vista Enterprise: voltada para empresas de grande porte;
- Windows Vista Ultimate: edição mais completa do Sistema opera-
cional.
Windows 8:
Penúltima versão lançada do Windows,tem como característica ser um 
sistema operacional mais estável, com visual simples e um desempenho 
melhor em relação às suas versões anteriores. 
Tem como grande diferencial a interação com o usuário através do siste-
ma Touch Screen, ou seja, é através de toques na tela que o usuário irá aces-
sar seu sistema operacional e suas funcionalidades. 
Entretanto, o Windows mantém a possibilidade de uso do teclado e do 
mouse para aqueles usuários já familiarizados com as versões anteriores. 
Possui também o novo menu Iniciar com o estilo chamado Metro, ou seja, 
ao mover o cursor do mouse para o canto inferior esquerdo (local padrão do 
Menu Iniciar), é possível acessar os arquivos e programas de maneira clássi-
ca, assim como acessar os aplicativos diretamente da Windows Store.
Outro ponto interessante está na barra de tarefas, onde o usuário poderá 
visualizar todos os aplicativos abertos no momento, tanto os da área de tra-
balho (como nas versões anteriores) como os aplicativos da Windows Store. 
A tela inicial também pode ser personalizada de acordo com o usuário, 
possuindo uma interface mais moderna e interativa, como visto na figura a 
seguir:
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222 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Windows 10:
Lançado em 30 de setembro de 2014. Em relação ao design, trouxe diver-
sas alterações em relação à versão anterior. 
Com esta versão, a intenção foi unir o foco de suas versões anteriores 
(Windows 7, focado em desktops, e Windows 8, focado em tablets). 
Recursos disponíveis no Windows 10:
Notas autoadesivas com a Cortana: Com as notas autoadesivas, é 
possível capturar e salvar uma ideia ou anotar algum detalhe importante. 
Agora integradas à Cortana, as notas autoadesivas permitem a definição de 
lembretes disponíveis por todos os seus dispositivos.
Modo escuro: é possível mudar instantaneamente os aplicativos do 
modo claro para o escuro. 
Controles de música na tela de bloqueio: Se uma música estiver to-
cando quando o dispositivo for bloqueado, é possível controlar a reprodução 
diretamente na tela de bloqueio. 
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223NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Windows Ink: é possível acessar rapidamente o espaço de trabalho do 
Windows Ink com apenas um clique da caneta digital, até mesmo diretamen-
te da tela de bloqueio.
Windows Hello: O Windows Hello faz logon nos dispositivos Windows em 
menos de 2 segundos, 3 vezes mais rápido do que uma senha. É possível usar 
a câmera para reconhecer rostos ou utilizar o leitor de impressão digital:
Windows Defender: solução de segurança e antivírus que oferece pro-
teção abrangente e em tempo real contra ameaças vindas por email, pela 
nuvem ou pela Web. Detecta e remove vírus, spyware e malware.
Firewall do Windows: ao verificar todas as informações que vêm pela 
Internet ou pela rede, o Firewall do Windows cria uma barreira de proteção 
entre seu computador e o mundo externo. 
Filtro SmartScreen: proteção online integrada aos navegadores do 
Windows, Microsoft Edge e Internet Explorer, para ajudar a manter o compu-
tador protegido contra sites e downloads mal-intencionados.
Windows Store:
Acessível diretamente da Tela Inicial, a Windows Store possibilita ao usuá-
rio o download de diversos aplicativos das mais variadas áreas, como fotos, 
esportes, gastronomia, notícias, entre outros. Alguns aplicativos são grátis, 
enquanto outros são pagos.
OneDrive:
Armazento online e gratuito disponibilizado pelo Microsoft e integrado ao 
Windows 8. É possível salvar fotos, documentos e outros arquivos e acessá-los 
quando e de onde quiser. Pode também ser utilizado para compartilhar arqui-
vos com outras pessoas e acessá-los de dispositivos móveis, por exemplo.
LINUX
Linux é um sistema operacional, que como já visto é o programa respon-
sável pelo funcionamento geral do computador, funcionando como uma es-
pécie de ponte entre o hardware (monitor, teclado, mouse) e o software (apli-
cativos). 
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224 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Esse sistema operacional utiliza o Núcleo Linux, desenvolvido pelo finlan-
dês Linus Torvalds. O código fonte desse sistema está disponível gratuita-
mente, para que todos possam usá-lo, estuda-lo e até mesmo modifica-lo da 
maneira que bem entenderem. 
O Linux é muito utilizado em escritórios e micro e pequenas empresas em 
geral. Por possuir o código fonte aberto, vários programadores do mundo in-
teiro ajudaram a desenvolve-lo e atualiza-lo ao longo do tempo. 
Esta é sua maior vantagem, pois cada um pode modifica-lo de acordo com 
suas necessidades, e ele se encontra em constante atualização, fazendo 
com que suas correções e adaptações sejam mais ágeis do que o Windows.
Por ser gratuito, sua utilização é cada vez maior em ambientes empresa-
riais, devido ao alto custo de seu concorrente Windows. Cabe ressaltar tam-
bém que o Windows possui o código fonte fechado, o que impossibilita sua 
alteração, e é necessária uma licença para utilizá-lo, o que aumenta seu cus-
to de operação. 
UBUNTU
Ubuntu é um sistema operacional produzido a partir do núcleo Linux, pela 
empresa africana Canonical, podendo ser instalado em computadores PC e 
Mac. 
O sistema, anunciado em 2004, é um dos Linux mais populares da atuali-
dade, possuindo atualizações a cada seis meses: um no mês de abril e outro 
em outubro. 
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225NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Por conta dessa característica, o numero da versão é composto pelos 
dois dígitos do ano e do mês. 
Assim, o lançamento de abril de 2012 recebeu a numeração 12.04. A versão 
estável (atual) é a 16.10, sendo a próxima a 17.04 (a ser lançada em abril de 
2017).
Por padrão, o sistema Ubuntu usa a interface gráfica Unity, a qual é for-
mada por uma barra de tarefas situada no lado esquerdo da tela e um painel 
localizado em sua parte superior.
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226 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
04 EDITORES DE TEXTO, PLANILHAS 
E APRESENTAÇÕES
Os dois programas mais utilizados e também cobrados em concursos são 
o Broffice e o Microsoft Word. 
Broffice é um conjunto de programas de escritório distribuído gratuita-
mente, composto pelos seguintes aplicativos:
Writer: processador de textos.
Calc: planilha de cálculos.
Impress: editor de apresentações.
Draw: editor de desenhos vetoriais.
Base: gerenciador de banco de dados.
Math: editor de fórmulas científicas e matemáticas.
Inicialmente, vale observar que o BR Office possui a tecnologia denomina-
da WYSIWYG (“What You See Is What You Get” = o que você vê terá ao final), 
de modo que, tudo aquilo que aparece na tela do computador, você terá tam-
bém na hora de imprimir. 
Ou seja, é a visualização do trabalho final diretamente no monitor.
Já o O Microsoft Office é uma suíte de aplicativos para escritório que con-
tém programas como processador de texto, planilha de cálculo, banco de 
dados, apresentação gráfica e gerenciador de tarefas, de e-mails e contatos. 
Sua versão mais recente é o Microsoft Office 2016. 
É hoje o mais utilizado nesta área. Para fins de estudo, importante conhe-
cer o Microsoft Word (textos) e o Microsoft Excel (planilhas).
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227NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Existem algumas diferenças básicas, tais como:
O BrOffice possui o comando EXPORTAR COMO PDF , que permite salvar o 
conteúdo do documento diretamente em um arquivo PDF. Tal comando não 
existe no Word;
O Writer não traz correção gramatical como o Word. No Writer o comando 
CORREÇÃO ORTOGRÁFICA faz apenas a correção ortográfica.
NoWord existe o comando DESENHAR TABELAS, inexistente no Writer.
MICROSOFT OFFICE
WORD
TIPO DE 
ARQUIVO
MSOFFICE
Arquivo texto Word - .doc
Planilha 
eletrônica
Excel - .xls
Alguns comandos do aplicativo:
COMANDO ATALHO NO WORD
CTRL + A ABRIR ( Abrir Arquivos )
CTRL + B SALVAR
CTRL + C COPIAR
CTRL + D FORMATAR/FONTE
CTRL + E CENTRALIZAR PARÁGRAFO
CTRL + G ALINHAR PARÁGRAFO À DIREITA
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228 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
COMANDO ATALHO NO WORD
CTRL + H RECUO DESLOCADO
CTRL + I ITÁLICO
CTRL + J JUSTIFICAR PARÁGRAFO
CTRL + K INSERIR HYPERLINK
CTRL + L LOCALIZAR
CTRL + M AUMENTAR RECUO
CTRL + N NEGRITO
CTRL + O ABRIR NOVO DOCUMENTO
CTRL + P IMPRIMIR
CTRL + Q ALINHAR PARÁGRAFO À 
ESQUERDA
CTRL + R REFAZER COMANDO
CTRL + S SUBLINHADO
CTRL + T SELECIONAR TUDO
CTRL + U SUBSTITUIR
CTRL + V COLAR
CTRL + W FECHAR JANELA DO DOCUMENTO
CTRL + X RECORTAR
CTRL + Y IR PARA
CTRL + Z DESFAZER COMANDO
Interessante discursarmos sobre alguns pontos relevantes em relação ao 
Word.
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229NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Guia Arquivo:
Opções de salvar:
Para guardar seu documento, basta escolher a opção salvar. Agora, caso 
a opção seja de salvar em formato diferente (como uma versão anterior do 
Word) ou até em outra extensão, deve-se optar pela opção Salvar Como, pre-
sente na guia Arquivo. 
Existem diversas extensões de arquivo, entre elas:
PDF e XPS: formatos que necessitam de outros softares para leitura. 
Têm como característica preservarem o layout do documento.
Páginas da web: exibidas em um navegador da internet, não preser-
vam o layout do documento. Pode ser em formato HTML ou MHTML.
Abrir um novo documento:
Basta clicar na guia Arquivo e escolher a opção Novo, e então clicar duas 
vezes em Documento em Branco.
Iniciar um documento de um modelo:
Existem também diversos modelos disponíveis para se iniciar um docu-
mento novo. Na figura acima vemos exemplos de Agendas, Cartões, entre 
outros.
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230 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Informações:
Aqui é possível visualizar propriedades, versões, comandos como permis-
sões, restrições, entre outros.
Salvar e Enviar:
É possível enviar seu documento por e-mail, salvar na web, para share-
point, publicar como postagem ou ainda alterar o tipo de arquivo e criar do-
cumentos PDF e XPS, como já visto.
Ajuda:
Aqui é possível tirar suas dúvidas e encontrar auxílio na Guia Ajuda do 
Microsoft Office. Existem também as opções Introdução, onde o usuário 
encontra as noções básicos para manuseamento do Word Office e o Fale 
Conosco, canal de comunicação com a Microsoft.
Guia Página Inicial:
Comandos básicos para edição de seu texto. Aqui encontram-se as ferra-
mentas mais utilizadas, como Fonte, Área de Transferência, Estilo, Parágrafo 
e Edição.
Área de Transferência:
Por esta opção é possível coletar textos e gráficos de outros documentos 
e arquivos para colá-los no Word. Pode-se, por exemplo, copiar parte de outro 
documento, dados do Excel, etc.
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231NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Fonte:
É possível:
- Escolher a fonte (Ctrl+Shift+F);
- Escolher tamanho da fonte (Ctrl+Shift+P);
- Aumentar (Ctrl+>);
- Reduzir (Ctrl+texto. À medida que a tecla ENTER é apertada, o Word inicia nova linha com 
o marcador ou com o número subsequente da lista, como pode-se observar 
na lista a seguir:
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236 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Dentro de cada opção, é possível padronizar os marcadores ou número de 
acordo com a vontade do usuário. Os marcadores podem ser substituídos 
por símbolos, enquanto os números podem dar lugar a algarismos romanos 
ou letras, como no exemplo a seguir:
É possível também selecionar a lista inteira e movê-la para outra parte do 
documento. Basta selecioná-la com o mouse e arrastá-la.
Estilos:
Conjunto de caracterísitas de formatação, como fonte, alinhamento, cor, 
tamanho e espaçamento, além de borda e sombreamento, de acordo com o 
estilo selecionado.
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237NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Formatar colunas:
Pode-se formatar o texto com uma, duas ou mais colunas, bem como de-
terminar a largura de cada coluna e a distância entre elas.
Layout da página:
Nesta aba, além da formatação das colunas, é possível determinar o tama-
nho do documento, margens, orientação (retrato ou paisagem), entre outros.
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238 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Como se observa na figura, existe uma certa quantidade de margens pré-
selecionadas para o documento, dentre as quais o usuário pode escolher a 
que melhor se adapta ao documento em questão. 
Mas ao clicar em margens personalizadas, pode-se aumentar ou diminuir 
o tamanho das margens. Tal recurso é possível também na aba Tamanho, na 
qual se tem tamanhos padronizados de papelo como Carta, A4, A3, e ainda é 
possível determinar outros clicando em Mais Tamanhos de Papel.
Cabeçalhos e rodapés:
Para configurar cabeçalhos e rodapés, pode-se:
- Clicar duas vezes na área do cabeçalho e do rodapé dentro do docu-
mento;
- Clicar com o botão direito na área do cabeçalho e do rodapé, clican-
do em seguida em Editar Cabeçalho ou Editar Rodapé para inserir um 
destes estilos;
- Clicar na aba Inserir e em seguida nas opções Cabeçalho, Rodapé ou 
Número de Página.
Na opção Número de Página, pode-se optar entre várias opções, como 
formatos e localização dentro da página, entre outros.
Quebras:
Podem ser de página, coluna, linha ou seção.
Teclas de atalho:
QUEBRA DE PÁGINA CTRL + ENTER
QUEBRA DE 
COLUNA
CTRL + SHIFT + 
ENTER
QUEBRA DE LINHA SHIFT + ENTER
A figura a seguir é auto-explicativa, trazendo os modos de quebra presen-
tes no Microsoft Word:
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239NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
As quebras de seções são muito utilizadas para aplicar uma formatação 
diferente para cada parte de um documento. É possível, por exemplo, definir 
uma página com duas colunas e a próxima com três, por exemplo. É possível 
também utilizar diferentes formatações como Margens, orientação, bordas, 
alinhamento, cabeçalhos, colunas, numeração, entre outros.
Tabelas:
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240 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Basta clicar na aba Inserir e depois em Tabela. O Microsot Word já traz um 
número de tabelas pré-existentes (como 5x8 - 5 linhas por 8 colunas, - por 
exemplo), mas é possível padronizar estes números. 
Existe também a possibilidade de Desenhar Tabela, onde o usuário pode 
‘desenhar’ a tabela com colunas e linhas do jeito que quiser. 
Há também as opções de inserir uma Planilha do Excel ou ainda Tabelas 
Rápidas, onde pode-se optar por tabelas prá-formatadas, como calendários, 
por exemplo.
É possível excluir colunas, excluir linhas ou ainda excluir células. Nesta 
opção, aparecerá a figura demonstrada acima. Pode-se descolar as células 
para esquerda, para cima, excluir a linha inteira ou ainda excluir a coluna in-
teira. Já para mesclar as células basta selecioná-las e ao clicar com o botão 
direito, aparecerá a opção Mesclar Células. 
É possível também inserir um texto já digitado em uma tabela. Para tal, 
basta selecionar o texto e ao clicar na aba Inserir e na opção Tabela, clica-se 
em Converter Texto em Tabela.
Na aba Exibição, destacam-se os Modos de Exibição de Documento:
Layout de Impressão, Leitura em Tela Inteira, Layout da Web, Estrutura de 
Tópicos e Rascunho.
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241NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Existem também outras opções nesta aba:
Régua: mostra ou oculta as réguas horizontal e vertical.
Linhas de grade: ativa uma grade de linhas horizontais e verticas utilizadas 
para alinhar objetos.
Painel de navegação: ativa ou desativa um painel mostrado ao lado es-
querdo do documento que possibilita buscas e navegação dentro deste.
Zoom de uma página: exibe apenas a página atual do documento.
Zoom de duas páginas: exibe o documento de duas em duas páginas.
Largura da página: ajusta a janela de visualização de acordo com a largura 
da página do documento.
Localizar e Subsituir: 
Na opção Localizar, pode-se buscar palavras ou pedaços do texto no do-
cumento. 
Em Substituir, pode-se efetuar a substituição de palavras e fragmentos de 
texto. 
Já na opção Selecionar, pode-se selecionar todo o texto do documento, 
somente objetos ou ainda todo o texto com formatação semelhante. 
Na localização avançada, pode-se buscar textos, fontes, tipos de parágra-
fo, quadros, entre outros:
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242 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Verificação de Ortografia e Gramática:
Durante a digitação, o Word efetua a correção automática sublinhando em 
vermellho palavras digitadas erroneamente ou em verde para indicar possí-
veis erros de ortografia e gramática. Entretanto, é possível efetuar uma revi-
são ainda maior do texto digitado ao escolher a opção Ortografia e Gramática, 
na aba Revisão:
Ao encontrar palavras que possam apresentar eventuais erros, as opções 
são as seguintes:
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243NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Ignorar: Ao ignorar uma vez, o erro apontado será ignorado somente uma 
vez, sendo mostrado outras vezes em que estiver presente no texto. Ao igno-
rar todas, o erro será ignorado por todo o texto.
Adicionar ao dicionário: a palavra tida como errada será adicionada ao 
dicionário do Word, sendo considerada como certa daquele momento em 
diante. Tem utilidade em eventuais palavras que o Word não reconhece como 
certas.
Alterar: ao clicar em Alterar, o Word irá modificar a palavra (ou expressão) 
destacada pela opção mostrada na caixa abaixo. Caso o usuário queira trocar 
por outra palavra, deve selecioná-la dentre as opções demonstradas. Se o 
usuário escolher a opção Alterar todas, o Word irá efetuar a troca em todas as 
palavras (ou expressões) iguais à palavra em questão.
Ao clicar em Autocorreção, o Word irá efetuar uma correção automática 
de todas as palavras iguais à demonstrada.
Impressão: basta clicar na Guia Arquivo e na opção Imprimir. As proprie-
dades da impressora padrão aparecerão na primeira seção. Na segunda se-
ção, será visualizado seu documento. Para alterar as propriedades, clique em 
Propriedades da Impressora.
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244 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
É possível também alteras as configurações da impressão, como esco-
lher somente algumas páginas para serem impressas, orientação retrato ou 
paisagem, tamanho do papel e suas margens, mais de 1 página por folha e 
agrupá-las (quando forem impressasduas cópias ou mais).
EXCEL
Responsável pela criação e edição de planilhas.. 
Criar uma nova pasta de trabalho:
Os documentos do Excel são chamados de pastas de trabalho, as quais 
contém folhas chamadas de planilhas. É possível adicionar quantas plani-
lhas desejar a uma pasta de trabalho. Clique em Arquivo > Novo e em Pasta 
de trabalho em branco.
ELEMENTOS BÁSICOS DE UMA PLANILHA EXCEL
Linhas, Colunas e Células:
Célula é o espaço correspondente à intersecção de uma Coluna e uma 
Linha, formando o que se chama de Endereço. As Colunas são representadas 
pelas letras (A, B, C e assim por diante) e as Linhas por números (1, 2, 3, etc). 
Assim sendo, ao encontro da Coluna C com a Linha 8, tem-se a Célula C8.
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245NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Pode-se inserir várias informações na célula. Para isso, basta usar a tecla 
TAB (ou ENTER) ou o mouse para ativar a célula e assim digitar o que se pre-
tende inserir nela.
A célula pode conter texto, números ou fórmulas, de acordo com a infor-
mação que o usuário pretende atribuir a ela. A célula pode ser configurada de 
acordo com diversas categorias, como vemos a seguir:
Neste exemplo, vê-se como a informação “15” pode ser exposta de diver-
sas formas de acordo com a categoria que se insere na célula. Na mesma 
figura, percebe-se que o alinhamento escolhido foi o centralizado e embaixo. 
As opções de alinhamento são: alinhar “em cima, “no meio” e “embaixo”, e 
alinhar “texto à esquerda” “centralizar” e “texto à direita”.
Ao MESCLAR a célula, pode-se combinar duas ou mais células em uma 
única célula. A referência de célula neste caso será a da célula superior direi-
ta das células selecionadas. 
No exemplo em questão, mesclou-se as células C8, C9, D8 e D9, com a 
célula C8 servindo como referência. Observe que agora o alinhamento foi “no 
meio” e “centralizado”:
Dentro da célula, é possível também selecionar a Direção do Texto para 
configurar a ordem de leitura e seu alinhamento. 
Por padrão, este item está definido na opção Contexto, mas é possível al-
terá-la para Da Esquerda para a Direita ou Da Direita para a Esquerda.
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246 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Existem outras opções dentro da célula, como “quebrar o texto automati-
camente”, a qual quebra o texto em várias linhas dentro de uma mesma cé-
lula; “reduzir para caber”, que reduz o tamanho dos caracteres da fonte para 
que seus dados caibam dentro da coluna.
Pode-se também utilizar as opções de borda para configurar a célula, 
como demonstra a figura a seguir:
Neste caso, foi selecionada a opção ‘todas as bordas’ para as células se-
lecionadas.
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247NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
É possível também definir as seguintes configurações:
Linha: em Estilo, pode-se escolher o tamanho e estilo da linha da bor-
da da célula.
Predefinições: existem bordas já pré-definidas para serem usadas.
Cor: define-se a cor da célula selecionada.
Formatando as células:
Usando a caixa Formatar Células é possível padronizar o conteúdo destas.
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248 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Veja que existem diversas opções dentro da caixa Formatar Células. A primei-
ra opção determina os tipos exemplificados na figura anterior. Os Outros são:
Alinhamento:
As opções de alinhamento são padronizadas do Pacote Office, ou seja, 
iguais às utilizadas no Microsoft Word. Entretanto, não se esqueça que exis-
tem alguns alinhamentos característicos do Excel, como visto anteriormente. 
E há ainda outro, a Orientação, que permite ao usuário ‘girar’ o texto dentro 
da célula, determinando quantos graus seu conteúdo será inclinado. É possí-
vel também configurar o Recuo do conteúdo das células em relação às suas 
bordas, sendo no sentido Horizontal, sendo no sentido Vertical.
Fonte:
Aqui, é possível definir a fonte, seu estilo, tamanho e efeitos, como tacha-
do, sobrescrito e subscrito. A fonte padrão do Excel é a Calibri. O Estilo padrão 
é o Regular, mas pode-se optar por Itálico, Negrito ou Negrito Itálico. Já o ta-
manho padrão é o 11.
Outras opções disponível são Sublinhado e Cor da fonte.
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249NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Borda: opção já discutida anteriormente. Cabe ressaltar que existem di-
versos tipos de estilos de borda.
Preenchimento: Aqui escolhe-se as cores, padrões e efeitos a serem 
aplicados no preenchimento das células. O plano de fundo determina a cor a 
ser utilizada no fundo da célula. Os efeitos de preenchimento possibilitam ao 
usuário a aplicação de gradiente, textura e outros preenchimentos.
Alguns comandos úteis no Excel:
PARA SELECIONAR
Uma célula Clique na célula ou utilize as setas do teclado 
para chegar até ela
Um intervalo de células Clique em uma célula e arraste o cursor até as 
outras, ou mantenha a tecla SHIFT pressionada 
e utilize as setas do teclado. É possível também, 
com a tecla SHIFT apertada, clicar na primeira e 
diretamente na última célula pretendida.
Todas as células CTRL + T ou na opção selecionar tudo, disponível 
no lado esquerdo superior em relação à tabela
Células, linhas ou 
colunas não adjacentes
Clique na primeira célula, linha ou coluna 
pretendida. Depois, pressione CTRL enquanto 
clica nas outras pretendidas
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250 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Fórmulas:
Para utilizar fórmulas no Excel, utilize os operadores +, -, * e /.
Operadores aritméticos: 
Operador Significado
+ Adição
- Subtração ou negação 
* Multiplicação
/ Divisão
% Porcentagem
^ Exponenciação
Operadores de comparação:
Operador Significado
= Igual a
> Maior que 
= Maior ou igual a
 Diferente de
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251NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Operadores de referência:
Operador Significado
: Intervalo. Considera a referência para as células 
presente entre duas referências
; União. Combina duas ou mais referências.
(espaço) Intersecção. Produz uma referência a células 
comuns a mais de uma referência.
Funções: São fórmulas oferecidas pelo Excel, ou seja, já são pré-defini-
das. 
Principais funções presentes no Excel:
Soma: Soma todos os números contidos na função. Exemplo:
=SOMA(núm1;núm2) ou =SOMA(E2:E3):
Neste caso, E2 tem como valor 3 e E3 como valor 5. Logo, sua soma seria 8.
Mult: multiplica todos os números contidos na função. No mesmo exem-
plo, vemos o seguinte: Sua fórmula é =MULT(núm1;núm2) ou ainda =E2*E3.
Neste caso, o produto de =MULT(E2:E3) é 15.
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252 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Raiz: tem como resultado a raiz quadrada positiva do número. É demons-
trada pela fórmula =RAIZ(núm). Exemplo: =RAIZ(9) resultará no número 3.
Potência: resulta em um número elevado à uma potência. Sua fórmula é 
=POTÊNCIA(núm;potência). Exemplo: =POTÊNCIA(5;2) resulta em 52, ou seja, 
25.
Arredondamento: esta função arredonda um certo número de dígitos. 
Sua fórmula é =ARRED(núm1;núm2), onde o ‘núm1’ é o valor a ser arredonda-
do (ou a célula que se pretende arredondar) e o ‘núm2’ é o número de dígitos 
para o qual será arredondado o número. Exemplo:
Média: traz como resultado a média aritmética dos valores pretendidos. 
Sua fórmula é =MÉDIA(núm1;núm2). Existe uma infinidade de outras funções 
pré-definidas pelo Excel, sendo estas as de maior importância para o candi-
dato ao concurso emquestão.
Referências em fórmulas: Para montar uma fórmula, é importante que 
o candidato saiba alguns conceitos utilizados nestas. Observe a tabela a se-
guir:
REFERÊNCIA SIGNIFICADO
A5 Célula na intersecção da Coluna A e da Linha 5
A5:A10 Intervalo de células da Coluna A, entre linhas 5 e 10
A5:B5 Intervalo de células da Linha 5, entre Colunas A e B
A5:B15 Intervalo de células nas colunas A e B e Linhas 5 e 15
10:10 Todas as células da linha 10
10:15 Todas as células da linha 10 à linha 15
B:B Todas as células da Coluna B
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253NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Gráficos:
Ao clicar na aba Inserir, tem-se a opção Gráficos.
Para aplicar um gráfico a uma determinada quantidade de células, sele-
cione-as e depois clique na opção Inserir Gráfico. Existem diversos modelos 
propostos pelo Excel, como Coluna, Linha, Pizza, Barra, entre outros.
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254 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Neste exemplo, LEG1, LEG2 e LEG3 são as Legendas do Gráfico. ANO1, ANO2 
e ANO3 são os títulos de gráfico utilizados. Importante ressaltar que a qual-
quer momento o usuário pode modificar o tipo de gráfico, migrando os valo-
res para o formato pizza, barra, etc. É possível também alterar cores de preen-
chimento da área do gráfico, cores do texto, fontes, tamanho, entre diversas 
outras propriedades. 
Classificar texto e números:
É possível também classificar uma coluna de diversas formas. Pode-se 
classificar de A a Z ou de Z a A. Já os números podem ser classificados do 
Menor para o Maior ou do Maior para o Menor.
Classificar datas ou horas:
Caso a coluna ou células selecionadas sejam valores de data ou hora, é 
possível classifica-las da Mais Antiga para a Mais Nova ou da Mais Nova para 
a Mais Antiga, seguindo o mesmo procedimento.
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255NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Por fim, existe a Classificação Personalizada, na qual é possível classificar 
as células de acordo com o critério pretendido:
Impressão:
A impressão segue os procedimentos do Word, com uma opção interes-
sante: a de Imprimir Títulos. Tal recurso é utilizado nos casos em que o pla-
nilha ocupar mais de uma página, sendo possível imprimir rótulos ou títulos 
de linha e de coluna em cada página impressa. É possível também imprimir a 
planilha inteira ou somente um intervalo de células, bastando para isso sele-
cioná-las antes de clicar na opção Imprimir.
POWERPOINT
Aqui dispomos de um roteiro básico para fazer uma apresentação no 
PowerPoint: Primeiro, deve-se escolher um tema. O PowerPoint possui al-
guns temas internos. Pode-se criar ou selecionar uma variação de cor, e de-
pois começar sua formatação.
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256 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Para inserir um novo slide, deve-se ir até a guia Página Inicial, clicar em 
Novo Slide e selecionar um layout de slide.
 
Para salvar a sua apresentação, pode-se clicar na guia Arquivo e opção 
Salvar ou utilizar o já mencionado atalho Ctrl+S. 
Para adicionar um texto, vá em um espaço reservado para texto e comece 
a digitar. Pode-se formatar o texto, com efeitos de sombra, reflexo, contorno, 
preenchimento, entre outros.
 
Para adicionar formas, vá em Inserir e depois em Formas. 
Selecione a forma desejada, clique em qualquer parte do slide e arraste 
para desenhar a forma.
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257NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 
Por fim, para adicionar imagens, tem-se mais de uma opção. Para imagens 
salvas em sua unidade local ou servidor interno, clique em Imagens em meu 
PC; para inserir uma imagem oriunda da Internet, clique em Imagens Online e 
utilize a caixa de pesquisa para encontra-la. E para iniciar sua apresentação, 
pode-se começar pelo primeiro slide, no item Iniciar Apresentação de Slides 
e Do Começo, ou do ponto em que se encontra, na opção Slide Atual.
Na guia Apresentação de Slides, siga um destes procedimentos: Para 
iniciar a apresentação no primeiro slide, no grupo Iniciar Apresentação de 
Slides, clique em Do Começo.
 
Alguns conceitos básicos sobre o Microsoft Powerpoint:
Painel Slide: Aqui, é possível trabalhar com os slides individualmente:
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258 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Guia Slides: Exibe os slides em miniaturas enquanto a edição é feita. Aqui 
é possível também edital, adicionar ou excluir slides mais rapidamente.
Guia Tópicos: Aqui a apresentação é estruturada de acordo com os tópi-
cos, mostrando uma ideia geral do documento.
Modos de exibição do Powerpoint:
 - Normal;
 - De classificação de slides;
 - De exibição de anotações;
 - Apresentação de slides;
 - Leitura;
 - Mestres: 
- Slide;
- Folheto; 
- Anotações.
Inserir:
Aqui, é possível adicionar imagens, tabelas, álbuns, figuras Clip-Art ou ain-
da áudios ou vídeos para sua apresentação.
Design:
Nesta aba é possível escolher o design da apresentação entre vários for-
matos já pré-definidos. Também traz a possibilidade de Configurar a Página, 
como exposto a seguir:
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259NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
As abas Transições e Animações permitem personalizar a apresenta-
ção, com efeitos como Piscar, Dissolver, Emaecer e animações como Surgir, 
Piscar, etc.
Anotações:
Aqui é possível gravar anotações sobre os slides. 
Ao selecionar o Modo de Exibição Anotações, é possível adicionar gráfi-
cos, imagens e tabelas a elas. 
Slide Mestre:
Considerado um slide principal, que serve de base para os outros em uma 
apresentação, pois traz informações de tema, design, títulos e outros itens a 
serem utiizados. 
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260 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Cada apresentação deve ter ao menos um slide mestre. 
Ao alterar um slide mestre, todos os slides a ele vinculados são alterados.
Layout de slides:
Na aba da Página Inicial, é possível escolher um dos nove Temas do Office 
pré-definidos:
Animações:
Existem basicamente quatro tipos de efeitos de animação:
- de Entrada, quando um objeto surge no slide;
- de Saída, quando o objeto se separa ou desaparece do slide; 
- de Ênfase, para destacar o objeto, reduzindo ou aumentando-o;
- de Animação, fazendo o objeto girar, ir para cima, para baixo, etc.
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261NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Transições entre slides:
São os efeitos colocados entre um slide e outro, como já visto. Além dos 
efeitos, pode-se adicionar som a estas transições.
LIBREOFFICE
LIBREOFFICE
O LibreOffice é um software livre e de código fonte aberto, desenvolvido de 
forma colaborativa por todo desenvolvedor interessado em desenvolver seus 
talentos e novas ideias. 
O software é testado e usado diariamente por uma ampla e dedicada co-
munidade de usuários. 
LIBREOFFICE WRITER
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262 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
O LibreOffice Writer é o editor de textos da suíte Libre Office semelhante 
ao Word, que como já dito, utiliza o sistema WYSIWYG para a elaboração de 
textos complexos, com imagens e diversas opções de formatação. Utiliza o 
reconhecimento nativo para leitura e escrita de diversos tipos de arquivos, 
sendo compatível com os arquivos padrões do Word e do antigo formato do 
OpenOffice.org
Seu padrão de formato é o ODF, mas permiteLicenciado para Francisco De Assis Mota De Aviz - 65994051268 - Protegido por Eduzz.com
20 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Se o primeiro elemento é constituído de “além”, “aquém”, “recém” e “sem”. 
além-Atlântico recém-casado 
além-mar recém-nascido 
além-fronteiras sem-terra 
aquém-fiar sem-teto 
aquém-Pirineus sem-vergonha 
Se os elementos derivam encadeamentos vocabulares ocasionais ou 
combinações históricas. 
a divisa Liberdade-Igualdade- 
-Fraternidade 
Angola-Brasil 
a ponte Rio-Niterói Áustria-Hungria 
o percurso Lisboa-Coimbra-Porto Tóquio-Rio de Janeiro 
NÃO SE USA HÍFEN nas locuções de qualquer tipo. 
cão de guarda em cima 
fim de semana (locução substantiva) por isso (locução adverbial) 
cor de açafrão abaixo de 
cor de vinho (locução adjetiva) acerca de 
cada um a fim de (locução prepositiva) 
ele próprio a fim de que 
nós mesmos (locução pronominal) ao passo que 
à parte logo que (locução conjuntiva) 
Em palavras derivadas de prefixos/falsos prefixos, tais como: aero, 
agro, anti, ante, aquém, arqui, auto, bio, circum, co, contra, des, eletro, entre, 
ex, extra, geo, hidro, hiper, infra, in, inter, intra, macro, maxi, micro, mini, multi, 
neo, pan, pluri, proto, pós, pré, pró, pseudo, retro, semi, sobre, sota, soto, sub, 
super, supra, tele, ultra, vice, vizo, etc. 
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21LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Usa-se hífen se:
Primeiro elemento (= prefixo/falso prefixo) + segundo elemento (iniciado 
por “h”).
anti-higiênico super-homem 
circum-hospitalar ultra-hiperbólico 
co-herdeiro eletro-higrômetro 
contra-harmônico geo-história 
extra-humano neo-helênico 
pré-história pan-helenismo 
proto-história semi-hospitalar 
sub-hepático 
Após os prefixos des- e in-, o hífen não é usado se a palavra seguinte per-
deu o h. ex.: desumano, desumidificar, inábil, inapto, inumano, etc. 
Primeiro elemento (= prefixo/falso prefixo terminado por vogal) + Segundo 
elemento (iniciado por vogal idêntica à vogal final do prefixo).
anti-ibérico arqui-irmandade 
contra-almirante auto-observação 
infra-axilar eletro-ótica 
supra-auricular micro-onda 
arqui-inimigo semi-internato 
O prefixo co-, em geral, aglutina-se com o segundo elemento, ainda que ini-
ciado pela vogal o. ex.: coobrigação, coocupante, coordenar, cooperação, etc. 
Primeiro elemento (= prefixos “circum-” e “pan-”) + Segundo elemento 
(iniciado por vogal, “h”, “m”, “n”). 
circum-escolar pan-africano 
circum-hospitalar pan-helenismo 
circum-murado pan-mágico 
circum-navegação pan-negritude 
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22 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Primeiro elemento (= prefixos “hiper-”, “inter-” e “super-”) + Segundo 
elemento (iniciado por “r”). 
hiper-requintado super-revista 
inter-resistente 
Após os prefixos “ex-” (no sentido de estado anterior ou efeito de cessar), 
“sota-”, “soto-”, “vice-”, “vizo-”. 
ex-aluno sota-piloto 
ex-diretor soto-mestre 
ex-hospedeiro vice-presidente 
ex-primeiro-ministro vice-reitor 
ex-presidente vizo-rei 
ex-rei 
Se os prefixos “pós-”, “pré-” e “pró-” forem tônicos e graficamente 
acentuados. 
pós-graduação pré-natal 
pós-tônico pró-africano 
pré-conceber pró-europeu 
pré-escolar pró-reitor 
Em palavras como pospor, prever, promover não se usa hífen, pois o prefi-
xo perdeu sua tonicidade própria. 
Não se usa hífen se:
Primeiro elemento (= prefixo/falso prefixo terminado em vogal) + Segundo 
elemento (iniciado por “r” ou “s”, devendo dobrar essas consoantes). 
antirreligioso infrassom 
antissemita minissaia 
contrarregra biorritmo 
cosseno eletrossiderúrgica 
contrassenha microssistema 
extrarregular microrradiografia 
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23LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Primeiro elemento (= prefixo/falso prefixo terminado por vogal) + Segundo 
elemento (iniciado por vogal diferente). 
antiaéreo autoaprendizagem 
coeducação agroindustrial 
extraescolar hidroelétrica 
aeroespacial pluriestatal 
autoestrada 
Em palavras derivadas com os sufixos de origem tupi-guarani -açu, -gua-
çu e -mirim, usa-se hífen.
amoré-guaçu capim-açu 
anajá-mirim Ceará-mirim 
andá-açu 
Nas formas pronominais.
Usa-se o hífen quando colocadas após os verbos (ênclise) ou no meio 
deles (mesóclise). 
adorá-lo(s) avistá-la-íamos 
querê-la(s) contar-te-emos 
merecê-lo(s) dar-se-ia 
pediu-lhe 
Caso haja combinações pronominais, usa-se hífen para separá-las. ex.: eu 
vo-lo daria, se fosse meu. Caso surja alguma novidade, no-las contariam. 
Quando colocadas após o advérbio “eis”. 
Ei-lo que surge dentre os desaparecidos! 
Eis-me pronto para o novo ofício. 
Caso o final da linha coincida com o uso de hífen, esse sinal gráfico deve 
ser repetido na linha posterior, para fins de clareza gráfica:
No Aeroporto Internacional de São Paulo, estavam o ex-presidente da 
Argentina e sua comitiva. 
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24 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
USO DAS LETRAS MAIÚSCULAS
Iniciam-se com maiúsculas, em geral, os substantivos próprios. Elas es-
tão presentes, também, nos seguintes casos:
- Começo de período, citação, parágrafo;
- Nomes próprios ou apelidos (João, Maria, Ricardo);
- Cidades, países, estados, províncias , etc. (Curitiba, São Paulo, Texas);
- Nomes de ruas, avenidas, praças e rodovias (Praça XV, Rodovia dos 
Tropeiros);
- Títulos de jornais, revistas, programas de televisão e demais periódi-
cos, tanto na forma impressa como via internet;
- Datas comemorativas, períodos ou eventos marcantes da história, 
movimentos filosóficos e políticos (Páscoa, Socialismo, Eleições, Copa 
do Mundo);
- Identificação de cargos (Diretor, Supervisor, Técnico, Gerente, etc.);
- Pronomes pessoais de tratamento (Vossa Senhoria, Vossa Excelên-
cia);
- Instituições, organizações, grupos (podem ser religiosos, financeiros, 
ONGs, entre outros).
USO DAS LETRAS MINÚSCULAS
As letras minúsculas são utilizadas, regra geral, em substantivos comuns, 
e nos seguintes casos:
- Na sequência de frases, após ponto-e-vírgula, e, também, após ex-
clamação e interrogação, quando não conclusivos (Ex.: Nossa! que dia 
lindo.);
- Na sequência de frases, após dois-pontos, exceto quando houver ci-
tação;
- Quando se referir a dias da semana, meses do ano e horas grafadas 
por extenso (quinta-feira, janeiro, 12h (doze horas).
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25LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
REGRAS ORTOGRÁFICAS
Embora as regras comportem muitas exceções, motivo pelo qual não 
devem ser base principal de estudo da ortografia, pois é impossível decorar 
todas as regras e exceções, trazemos aqui as principais regras, para auxiliar 
aqueles que possuem afinidade com essa forma de aprendizado.
Uso do Ç:
Utiliza-se Ç nos seguintes casos: Em palavras derivadas de vocábulos ter-
minados com a sílaba –to e –tor:
- Intuitivo = Intuição - Canto = Canção - Relativo = Relação - Intento = 
Intenção - Introspectivo = Introspecção - Inspetor = Inspeção - Infrator = 
Infração
Utiliza-se em palavras terminadas em –ter e seus derivados: Manter = 
Manutenção Deter = Detenção Reter = Retenção
A letra C acompanhada da cedilha (,) também é empregada em palavras 
derivadas da sílaba –tivo:
- Ativo = Ação
- Repetitivo = Repetição
- Produtivo = Produção
- Relativo = Relação
E, também, quando se retira a letra R para haver a derivação de outra pa-
lavra, observe:
- Armar = Armação
- Reclamar =
- Reclamação Fundir = Fundição
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26 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Uso do S:
Em palavras derivadas de –nder, –ndir:
- Repreender = Repreensão - Apreender = Apreensão - Expandir = Expansão
- Confundir = Confusão
- Nostambém o salvamento de 
arquivos em formato PDF, permitindo que o documento seja aberto por qual-
quer leitor de PDF, como o Acrobat Reader. 
Possibilita a importação e exportação de arquivos nos formatos padrões 
do Word, mas tal ação pode afetar a formatação do documento, deformando 
a característica original do documento. O Writer tem características de pro-
cessamento de texto e editoração eletrônica. Com ele, é possível escolher 
e aplicar fontes que estão no computador, definir e personalizar estilos para 
praticamente cada parte do seu documento. 
Com o dicionário de correção automática, VERO Gramatical, é possível 
verificar erros na ortografia e na gramática, além de pleonasmo, arcaísmo, 
gerundismo e cacofonia. O VERO Gramatical verifica os erros enquanto o 
usuário digita, possibilitando também o uso de diferentes idiomas no docu-
mento. Possui também a ferramenta de assistente para a produção de docu-
mentos padrão, tais como cartas, faxes, agendas e minutas. 
Outra ferramenta importante é a de escrever de forma eficiente com o “au-
tocompletar”, o que pode sugerir palavras mais usadas e frases para comple-
tar o que o usuário começou a digitar, usando o dicionário embutido e digita-
lizando os documentos que se abrem.
LIBREOFFICE CALC
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263NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
O LibreOffice Calc é oprograma de edição de do Libre Office. Assemelha-
se ao Excel, da Microsoft. Tem como objetivo a criação de planilhas e tabelas, 
permitindo ao usuário a inserção de equações e elaboração de gráficos de 
acordo com os dados presentes na planilha.
Seus formatos possíveis incluem o ODF e o OpenDocument (ODS), embo-
ra ofereça a possibilidade de reconhecimento e exportação de arquivos em 
formatos de outras planilhas e documentos, como o formato PDF. 
É possível abrir planilhas criadas pelo Microsoft Excel, e também salvar 
o trabalho no formato do Excel para enviar para usuários de produtos da 
Microsoft.
Oferece modelos para download a partir do repositório de modelos do 
LibreOffice, para soluções de planilhas prontas, possuindo estilos e formata-
ção direta com fácil aplicação de opções de formatação de células flexíveis, 
incluindo conteúdos livremente rotativos, modelos, fundos, bordas e muito 
mais. O Assistente de Dados faz com que seja fácil de retirar de informações 
brutas de bancos de dados corporativos, e, em seguida, tabulá-los de forma 
cruzada com resumo e convertê-lo em informações significativas. 
O Fluxo de dados em tempo real pode ser integrado em planilhas e relató-
rios, e consignado nos cálculos.
É possível também compartilhar uma planilha, para que outros usuários 
possam facilmente adicionar os seus dados para ele. O proprietário da pla-
nilha pode, então, integrar facilmente os novos dados, em apenas alguns cli-
ques. 
LIBREOFFICE IMPRESS
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264 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Programa de apresentação de slides similar ao PowerPoint, da Microsoft, 
utilizado para a criação e apresentação de slides. 
Com ele, é possível inserir plano de fundo, títulos, marcadores, imagens, 
vídeos, efeitos de transição de slides, dentre outras opções.
Oferece possibilidades como apresentação em múltiplos monitores e a 
extensão incorporada Console de Apresentação, a qual permite um maior 
controle sobre sua apresentação de slides, tais como a capacidade de ver o 
próximo slide, ver as suas notas de slides e controlar o temporizador de apre-
sentação, enquanto o público está olhando o slide atual, além da exportação 
de apresentações em formato SWF, do Adobe Flash.
Suporta diversos formatos, como os formatos padrões do PowerPoint, e 
assim como outros aplicativos do Libre Office, utiliza o formato ODF, podendo 
também exportar os trabalhos realizados em PDF.
A edição e criação de apresentação é flexível, graças a diferentes modos 
de edição e vista: Normal (para a edição geral), Contorno (para organizar e 
delinear o conteúdo de texto), Notas (para visualizar e editar as notas ane-
xas a um slide), Folheto (para produção de material baseado em papel) e 
Classificador de slides (para uma vista de folha miniatura que permite que 
rapidamente encontrar e encomendar os slides).
Oferece à apresentação animações e efeitos. Sua ferramenta Fontworks 
permite criar imagens 2D e 3D a partir do texto, permitindo também construir 
e controlar cenas em 3D. 
A apresentação de slides oferece transição manual de slides ou com tem-
porizador, ponteiro visível ou invisível, navegação visível ou invisível, entre ou-
tros. 
É possível também realizar downloads de modelos a partir do repositório 
de modelos do LibreOffice.
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265NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
05 DEMAIS APLICATIVOS
FERRAMENTAS DE DESENHO DO MICROSOFT OFFICE
A barra de ferramentas de desenho disponível nas versões anteriores dos 
programas do Microsoft Office foi substituída pela guia de faixa de opções 
Ferramentas de desenho. A faixa de opções foi projetada para localizar rapi-
damente os comandos para concluir uma tarefa.
Comandos são organizados em grupos lógicos em guias, como o grupo 
área de transferência na guia página inicial. Cada guia se relaciona a um tipo 
de atividade, como escrever ou projetar uma página. 
Para reduzir a desorganização, algumas guias aparecem somente quan-
do necessário. Por exemplo, a guia Ferramentas de desenho aparece apenas 
quando uma forma, linha ou outros objetos de desenho são selecionados. 
Se o usuário clicar em desativar o objeto de desenho, na guia Ferramentas 
de desenho desaparecerá, mas é possível obtê-lo novamente clicando duas 
vezes na linha, forma ou outro objeto de desenho. 
Depois de inserir uma forma ou linha, são exibidas guias adicionais que 
contenham formatação e efeitos anteriormente encontrados na barra de 
ferramentas de desenho, juntamente com novos recursos adicionais, como 
Estilos Rápidos.
 
Grupo ilustrações na guia Inserir conforme visto no Excel.
 
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266 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
O grupo texto na guia Inserir no Word
Outras tarefas são feitas usando a guia Ferramentas de desenho.
 
Guia de Ferramentas de desenho conforme visto no Word.
MICROSOFT INFOPATH
Microsoft InfoPath 2010 é utilizado para criar soluções de formulários so-
fisticados. Oferece automação e ajuda de fluxo de trabalho simplificado e ra-
pidez e facilidade de começar a criar formulários simples. 
O Microsoft InfoPath 2010 permite a criação e preenchimento de formulá-
rios eletrônicos, como relatórios de despesas, cartões de ponto, pesquisas 
e formulários para seguro. É possível fazer isso usando os controles de for-
mulário padrão, tais como caixas ou caixas de listagem, ou inserir controles 
que oferecem aos usuários flexibilidade para adicionar, remover, substituir ou 
ocultar seções de um formulário. 
Os formulários criados podem variar de um simples formulário para coleta 
de dados de uma equipe até formulários complexos e de um processo corpo-
rativo maior. Os formulários do InfoPath podem se usados por conta própria 
ou podem ser projetados para trabalhar com os bancos de dados existentes 
ou serviços Web. 
Os formulários podem ser publicados e acessados a partir de uma locali-
zação comum em uma rede de empresa, tais como uma pasta compartilha-
da, um servidor Web ou uma biblioteca.
Ao preencher um formulário no InfoPath 2010, os usuários podem usar 
recursos de documento familiares. Por exemplo, podem fazer a verificação 
ortográfica no seu formulário ou inserir texto e gráficos formatados em deter-
minados campos. 
Dependendo do design do modelo do formulário, os usuários também 
podem mesclar os dados de vários formulários em umúnico formulário ou 
exportar dados para outros programas. 
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267NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Se um formulário for habilitado para navegador, os usuários sem InfoPath 
instalado podem preencher os formulários em um navegador da Web ou em 
um dispositivo móvel.
Instruções: 
Para localizar e aplicar um modelo - InfoPath 2010 permite que você para 
aplicar modelos internos e aplicar seus próprios modelos personalizados.
Para encontrar e aplicar um modelo no InfoPath 2010:
- Na guia Arquivo, clique em Novo.
- Em Modelos de Formulário Disponíveis, selecione um dos modelos.
- Clique em Criar Formulário.
Crie um novo formulário:
- Clique na guia Arquivo e clique em Novo.
- Em Modelos de Formulário Disponíveis, selecione Formulário em Branco.
- Clique em Criar Formulário.
Para salvar um formulário:
- Clique na guia Arquivo e clique em Salvar ou pressione CTRL+S.
Para imprimir um formulário:
- Clique na guia Arquivo e clique em Imprimir.
- Em Impressão Rápida, clique em Imprimir.
- Na caixa de diálogo Imprimir, especifique as configurações da impresso-
ra para o formulário e clique em OK.
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268 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
MICROSOFT ONE NOTE
O OneNote oferece soluções para digitar, escrever ou desenhar na tela de 
desenho de forma livre. 
É possível pesquisar e recortar ideias de imagem da Web, bem como criar 
anotações com pontos retirados do e-mail do Outlook ou ainda inserir uma 
tabela.
MICROSOFT ACESS
O Access é uma ferramenta de criação de banco de dados em áreas de 
trabalho, podendo ser usado facilmente para criar aplicativos de banco de 
dados baseados em navegador. Os dados são automaticamente armazena-
dos em um banco de dados SQL.
MICROSOFT PROJECT
É possível simplificar o gerenciamento de projetos, recursos e portfólio 
com o PPM (gerenciamento de projetos e portfólios) da Microsoft. São ferra-
mentas de planejamento integrado que ajudam a manter o controle de pro-
jetos e permanecer organizado.
Gerenciamento de projetos: O PPM da Microsoft ajuda a iniciar e exe-
cutar os projetos rápida e facilmente, através de modelos incorporados, as 
ferramentas de programação conhecidas e o acesso por meio de vários dis-
positivos.
Gerenciamento de portfólios: é possível avaliar e otimizar o portfólio de 
projetos A integração com o Power BI fornece análise avançada e os relató-
rios internos mantêm todos sincronizados.
Gerenciamento de recursos: utilizado para obter percepções de como 
os recursos são usados com ferramentas integradas e o gerenciamento sim-
plificado de tarefas e de tempo.
MICROSOFT VISIO
Aplicativo de diagramação utilizado para capturar rapidamente um fluxo-
grama elaborado em um quadro de comunicações, mapear uma rede de TI, 
criar um organograma, documentar um processo empresarial ou desenhar 
uma planta baixa. 
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269NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
As formas do Visio podem ser vinculadas a várias fontes de dados, como 
Microsoft Excel, Serviços do Microsoft Excel, Active Directory, Microsoft 
SQL Server, Microsoft SQL Azure, Listas do Microsoft SharePoint e Serviços 
Corporativos de Conectividade.
É possível também usar gráficos de dados como ícones, cores e texto 
para simplificar e melhorar a visualização de informações complexas e apro-
veitar a nova conectividade de uma só etapa com tabelas do Excel, trocando 
gráficos de dados com um único clique. 
Possibilita também a proteção de diagramas com Gerenciamento de 
Direitos de Informação (IRM), proteção contra perda de dados (DLP) e auten-
ticação de vários fatores.
LIBREOFFICE DRAW
Draw permite a produção de qualquer documento de editoração eletrôni-
ca a partir de um esboço rápido de um plano complexo, fornecendo os meios 
para se comunicar com gráficos e diagramas. 
Com um tamanho de página máximo de 300 por 300 centímetros, Draw é 
um programa para a produção de desenhos técnicos, pôsteres gerais e ou-
tros, permitindo a manipulação de objetos gráficos. Possui conectores para 
construir fluxogramas, organogramas, diagramas de rede e linhas de dimen-
são calculadas automaticamente e com exibição das dimensões lineares ao 
desenhar. Através dele é possível também manipular figuras e imagens, per-
mitindo a criação de um álbum de fotos e conversão de imagens.
LIBREOFFICE BASE
Base é um programa de banco de dados, servindo tanto para usuários 
avançados quanto para requisitos corporativos, oferecendo mecanismos 
de suporte nativo para alguns dos motores de banco de dados multiusuário 
como: MySQL/MariaDB, Adabas D, MS Access, Firebird e PostgreSQL. Além 
disso, o suporte embutido para os mecanismos JDBC e ODBC permite a co-
nexão a praticamente qualquer outro mecanismo de banco de dados exis-
tente.
Base vem configurado com o motor de banco de dados HSQL relacional. 
É recomendado para usuários que necessitam de um sistema no qual os da-
dos são armazenados dentro do formato ODF (extensão ODB), e com suporte 
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270 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
nativo para arquivos simples no formato dBase, estando integrado com ou-
tras aplicações da suíte LibreOffice. Base também pode ser utilizado para a 
criação de intervalos de dados ligados em arquivos Calc, para a análise de 
dados com pivoteamento ou como fonte de dados para gráficos.
LIBREOFFICE MATH
Math é o editor de fórmulas da suíte LibreOffice, que pode ser usado em 
documentos de texto, planilhas, apresentações e desenhos, para a inserção 
de fórmulas matemáticas e científicas. 
Suas fórmulas podem incluir uma vasta gama de elementos, de frações, 
termos com expoentes e índices, integrais, além de funções matemáticas, 
com desigualdades, sistemas de equações e matrizes. É possível começar 
o Math como uma aplicação autônoma diretamente a partir do LibreOffice 
Start Center ou diretamente de dentro de outras aplicações do LibreOffice 
como Writer, Calc, Impress e Draw.
LIBREOFFICE GRÁFICO
LibreOffice incorpora a capacidade de criar e embutir gráficos, sendo que 
stes podem ser definidos não apenas através de seus dados, mas também 
o seu estilo, cor e tamanho, personalizados em uma ampla variedade de for-
mas: gráficos de pizza, colunas quadradas e redondas, gráficos de tendên-
cias, pontos, gráficos 2D e 3D etc.
Os gráficos podem ser inseridos em vários documentos: planilhas, apre-
sentações, desenhos ou documentos de texto. Como tal, o módulo de grá-
ficos pode ser chamado a partir de qualquer aplicativo do LibreOffice e os 
dados podem ser definidos com as informações disponíveis no documento 
ou de forma independente.
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271NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
06 INTERNET E INTRANET
INTERNET
Conjunto de redes de computadores conectados pelo protocolo de co-
municação TCP/IP, que permite ampla variedade de recursos e serviços e 
possibilita transferência de dados. 
Possui uma estrutura que possibilita a utilização de serviços como correio 
eletrônico, sítios de busca e pesquisa, dentre outras.
Conceitos básicos:
Host: máquina ou computador conectado a alguma rede.
Roteador: equipamento que possibilita a comunicação entre várias redes 
de computadores.
Provedor de acesso: empresa que possibilita e oferece o serviço de aces-
so à Internet, podendo também ofertar outros, como serviços de email, hos-
pedagem de sites, etc.
Servidor: sistema que fornece serviços a redes de computadores.
Protocolos TCP/IP:
HTTP: Transferência de páginas de web. Porta 80
HTTPS: Transferência de páginas de Web Seguro. Porta 443
SMTP: Para envio de email. Porta 587
POP3: Para recepção de email. Porta 110
IMAP: Para acessodo email. Porta143 
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272 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
DNS: Resolução de nomes para IP. Porta 53
DHCP: Configuração dinâmica de IP. Porta 67
FTP: Transferência de arquivos. Porta 20 e 21
Telnet: Acesso remoto à distância. Porta 23
SSH: Acesso remoto com segurança. Porta 22
IP: Endereço que indica o local de um host. Cada computador possui 
um IP, o qual é único. 
O endereço de domínio é convertido em IP através do DNS. 
O IPv4 usa número de 32 bits, escrito com 04 octetos. Já a versão 6 (IPv6) 
utiliza número de 128 bits.
Conexão à Internet:
Normalmente, conecta-se à Internet através de um provedor. A conexão 
pode ocorrer via Dial-Up, ADSL, cabo, 3g e 4g (celulares), FTTH (fibra ótica) e 
rádio.
Www:
Sigla para World Wide Web, que em português significa Rede de Alcance 
Mundial.
 Uma página da web nada mais é do que um documento que traz infor-
mações na linguagem HTML, podendo trazer textos, sons, vídeos e outras 
formas de arquivos.
Voip: 
Comunicação de voz via internet. O mais utilizado atualmente é o Skype.
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273NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
E-mail:
Sigla para Eletronic Mail, que significa correio eletrônico. Serve para troca 
de mensagens e informações entre usuários.
URL:
Sigla para Universal Resource Locator, ou seja, localizador universal de re-
cursos. É uma maneira eifcaz de localizar páginas, conteúdos, pastas, docu-
mentos (como áudio e vídeo, por exemplo), entre outras. 
Pode ser digitada em navegadores para acesso via internet ou para re-
cuperação de materiais e documentos dentro de um computador. Utilizam 
frequentemente “http”, “ftp”, etc.
HTTP: 
Sigla para Hypertext Transfer Protocol. Forma padrão para acesso de sites. 
Possui a seguinte estrutura: “esquema ://servidor: porta /caminho “ 
Esquema: onde é digitado ‘http’, ou seja, indica o protocolo a ser utilizado; 
servidor: local que hospeda a página ou documento acessado; porta: forma 
como o navegador acessará o servidor; caminho: indica especificamente o 
documento ou página acessada.
Firewall:
Sistema para proteger a rede de computadores contra acesso indesejá-
vel.
Site:
Pasta ou diretório onde estão localizados todos os arquivos das páginas. 
Home-page é a primeira página de um site.
Domínio:
Nome que identifica conjuntos de computadores. 
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274 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Domínios Genéricos com.br
net.br
Domínios Institucionais edu.br
gov.br
Domínios Geográficos ar (Argentina)
br (Brasil)
TIPOS DE DOMÍNIO
Os domínios podem ser especificados de acordo com categorias, que 
envolvem pessoas físicas ou jurídicas, ramos de atividade, tipos de páginas, 
entre outros. 
A seguir disponibilizamos um resumo dos principais domínios existentes 
no Brasil.
GENÉRICOS
PARA PESSOAS FÍSICAS OU JURÍDICAS
COM.BR Atividades comerciais
ECO.BR Atividades com foco eco-ambiental
EMP.BR Pequenas e micro-empresas
NET.BR Atividades comerciais
PESSOAS FÍSICAS
BLOG.BR Web logs
FLOG.BR Foto logs
NOM.BR Pessoas Físicas
VLOG.BR Vídeo logs
WIKI.BR Páginas do tipo ‘wiki’
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275NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
UNIVERSIDADES
EDU.BR Instituições de ensino superior
PROFISSIONAIS LIBERAIS
SOMENTE PARA PESSOAS FÍSICAS
ADM.BR Administradores
ADV.BR Advogados
ARQ.BR Arquitetos
ATO.BR Atores
BIO.BR Biólogos
BMD.BR Biomédicos
CIM.BR Corretores
CNG.BR Cenógrafos
CNT.BR Contadores
ECN.BR Economistas
ENG.BR Engenheiros
ETI.BR Especialista em Tecnologia da Informação
FND.BR Fonoaudiólogos
FOT.BR Fotógrafos
FST.BR Fisioterapeutas
GGF.BR Geógrafos
JOR.BR Jornalistas
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276 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
LEL.BR Leiloeiros
MAT.BR Matemáticos e Estatísticos
MED.BR Médicos
MUS.BR Músicos
NOT.BR Notários
NTR.BR Nutricionistas
ODO.BR Dentistas
PPG.BR Publicitários e profissionais da área de propaganda e 
marketing
PRO.BR Professores
PSC.BR Psicólogos
QSL.BR Rádio amadores
SLG.BR Sociólogos
TAXI.BR Taxistas
TEO.BR Teólogos
TRD.BR Tradutores
VET.BR Veterinários
ZLG.BR Zoólogos
PESSOAS JURÍDICAS
SEM RESTRIÇÃO
AGR.BR Empresas agrícolas, fazendas
ART.BR Artes: música, pintura, folclore
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277NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
ESP.BR Esporte em geral
ETC.BR Empresas que não se enquadram nas outras categorias
FAR.BR Farmácias e drogarias
IMB.BR Imobiliárias
IND.BR Indústrias
INF.BR Meios de informação (rádios, jornais, bibliotecas, etc..)
RADIO.BR Empresas que queiram enviar áudio pela rede
REC.BR Atividades de entretenimento, diversão, jogos, etc...
SRV.BR Empresas prestadoras de serviços
TMP.BR Eventos temporários, como feiras e exposições
TUR.BR Empresas da área de turismo
TV.BR Empresas de radiodifusão de sons e imagens
COM RESTRIÇÃO
AM.BR Empresas de radiodifusão sonora
COOP.BR Cooperativas
FM.BR Empresas de radiodifusão sonora
G12.BR Instituições de ensino de primeiro e segundo grau
GOV.BR Instituições do governo federal
MIL.BR Forças Armadas Brasileiras
ORG.BR Instituições não governamentais sem fins lucrativos
PSI.BR Provedores de serviço Internet
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278 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
DNSSEC OBRIGATÓRIO
B.BR Bancos
JUS.BR Instituições do Poder Judiciário
LEG.BR Instituições do Poder Legislativo
MP.BR Instituições do Ministério Público
CONTROLES ACTIVE X
São pequenos programas de extensão OCX, também denominados com-
plementos, utilizados na internet para melhorar a navegação. 
Permitem coleta de dados dos usuários, reprodução de vídeos ou anima-
ções e auxiliam em tarefas, possibilitando a instalação de atualizações de se-
gurança, sendo necessária sua instalação para visualização de alguns sites. 
São muitas vezes incorporados em sites para trazer recursos extras ao na-
vegador utilizado.
Os controles Active X são particulares do Internet Explorer, mas podem 
ser utilizados em outros navegadores através da instalação de plug-ins es-
pecíficos.
CONFIGURAÇÃO DE PROXY
Servidor destinado exclusivamente para o aumento de velocidade em sua 
navegação utilizado por determinados provedores. 
O proxy trabalha armazenado dados de páginas acessadas pelos usuá-
rios localmente, ou seja, em um computador dentro do próprio servidor, que 
carrega estes dados quando a página acessada. 
Isto impede que os dados tenham que ser carregados via internet a cada 
acesso, o que aumenta a velocidade da página. Existem alguns programas 
para utilização de proxy, mas também há formas de configurá-lo manual-
mente.
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279NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Firefox: Clicar em “Opções”, “Opções” novamente e em “Avançado”. Após 
isso, clicar em “Configurar Conexão”. 
Uma nova janela será aberta, na qual deve-se escolher a “configuração 
manual de proxy”. No campo “http” insere-se o número do IP do proxy a ser 
configurado, e no campo “porta” a identificação da porta a ser utilizada. 
Caso queira, é possível escolher a opção “usar este proxy para todos os 
protocolos”, para esta opção ficar configurada permanentemente.
Internet Explorer e Google Chrome: Ambos utilizam a mesma nomen-
clatura. Clica-se no botão ‘Ferramentas’ e escolhe-se “Opções da Internet”. 
Escolha opção “Conexões” e “Configurações da LAN”. Em seguida, marque 
a opção “usar um servidor proxy para a rede local” e no campo “http” insira o 
número do proxy a ser configurado.INTRANET
Rede que utiliza a mesma tecnologia, protocolos, serviços e aplicativos 
usados na Internet, mas voltada ao acesso corporativo. 
Tem como característica ser restrito a um grupo de pessoas (funcioná-
rios), com controle através de login e senha.
Extranet: acesso à Internet fora da empresa ou ligação entre Intranets de 
duas ou mais empresas.
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280 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
07 NAVEGADORES
Os navegadores são utilizados para se ter acesso a todo o conteúdo da 
Internet. 
INTERNET EXPLORER 
O Windows Internet Explorer 9 (abreviado IE9) é a nona versão do navega-
dor Internet Explorer, criado e fabricado pela Microsoft. Ele é o sucessor do 
Internet Explorer 8.
Também conhecido pelas abreviações IE, MSIE, WinIE ou Internet Explorer, 
é um componente integrado desde o Microsoft Windows 98, e está dispo-
nível como um produto gratuito separado para as versões mais antigas do 
sistema operacional. 
Desde sua versão 7, seu nome oficial passou de “Microsoft Internet 
Explorer” para “Windows Internet Explorer”, devido à integração com a linha 
Windows Live. Atualmente, seus maiores concorrentes são o Mozilla Firefox, 
o Google Chrome, o Opera e o Safari.
O Internet Explorer foi, durante um longo período de tempo, o navegador 
mais utilizado em todo o mundo, chegando a estar presente em 99% dos 
computadores com acesso à internet. Contudo, foi perdendo espaço para 
concorrentes como Google Chrome e Mozilla Firefox. 
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281NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Um dos motivos preponderantes para isso ocorrer foi o fato do Internet 
Explorer ter sido sempre apontado como um software com inúmeras falhas 
de segurança. 
Softwares como vírus, worms e trojans aproveitavam-se da vulnerabilida-
de do navegador para roubar informações pessoais dos usuários, bem como 
para controlar ou direcionar sua navegação.
Já a Microsoft utilizou como argumento o fato de que tais vulnerabilidades 
decorriam da alta quantidade de usuários de seu navegador. 
E isso pode ser observado quando seu concorrentes como Chrome e 
Firefox ganharam espaço, pois estes também apresentaram diversas falhas 
de segurança. 
O Windows Internet Explorer 10 foi o sucessor do Internet Explorer 9. O seu 
lançamento para testes ocorreu no dia 12 de Abril de 2011 e seu lançamento 
oficial se deu junto com o lançamento do Windows 8. 
Sua principais inovações foram a interface Metro e o uso de recursos grá-
ficos da placa de vídeo, tornando-o mais suave do que suas versões anterio-
res. 
Abaixo, estão expostas as Guias do Internet Explorer e suas funções:
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282 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 
Hoje em dia, está disponível o Internet Explorer 11 (abreviado como IE11), 
cuja interface é demonstrada na figura a seguir:
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283NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Existe a opção de guias e janelas, já presente em diversos navegadores. 
Com elas, é possível ter diversos sites abertos em uma só janela do navega-
dor, possibilitando abrir, fechar e alternar entre sites. A barra de guias mostra 
todas as guias ou janelas que estão abertas na sessão atual. 
Para adicionar um site a seus favoritos:
É possível manter uma lista com seus sites favoritos, afim de facilitar o seu 
acesso sem precisar sempre digitar o endereço deles. Para isso, basta ir até 
o site que deseja adicionar, clicando para exibir os comandos de aplicativos. 
Em seguida clique no botão Favoritos e em Adicionar a favoritos e, em 
seguida, toque ou clique em Adicionar.
Para fixar um site na tela inicial:
Os sites fixados serão exibidos em bloco na tela inicial. Para isso, ao estar 
acessando o site clique no botão favoritos e depois clique no botão Fixar site 
 e, em seguida, toque ou clique em Fixar na Tela Inicial.
Modo de exibição de leitura:
Quando estiver em sites para leitura, utilize o ícone Modo de exibição de 
leitura na barra de endereços. Ele elimina itens desnecessários (como 
anúncios, por exemplo) fazendo com que as matérias sejam destacadas. 
Para isso, basta clicar no ícone para ativá-lo. Para retornar à navegação, bas-
ta clicá-lo novamente. 
PRINCIPAIS ATALHOS
Para Pressione
Mostrar a Ajuda F1
Alternar entre os modos de exibição tela 
inteira e normal da janela do navegador
F11
Avançar pelos itens de uma página da Web, 
a barra de endereços ou a barra Favoritos
Tab
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284 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Para Pressione
Mover-se para frente entre os itens de uma 
página da Web, a barra de endereços e a 
barra Favoritos
Shift+Tab
Iniciar a Navegação por Cursor F7
Ir para a home page Alt+Home
Ir para a próxima página Alt+Seta para a Direita
Ir para a página anterior Alt+Seta para a esquerda 
ou Backspace
Exibir o menu de atalho de um link Shift+F10
Mover-se para frente entre quadros 
e elementos do navegador (funciona 
apenas se a navegação com guias estiver 
desativada)
Ctrl+Tab ou F6
Mover-se para trás entre quadros (funciona 
apenas se a navegação com guias estiver 
desativada)
Ctrl+Shift+Tab
Voltar ao início de um documento Seta para Cima
Ir para o final de um documento Seta para Baixo
Voltar ao início de um documento em 
incrementos maiores
Page Up
Ir para o fim de um documento em 
incrementos maiores
Page Down
Mover-se para o início de um documento Home
Mover-se para o fim de um documento End
Localizar nesta página Ctrl+F
Atualizar a página da Web atual F5
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285NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Para Pressione
Atualizar a página da Web atual, mesmo 
que os carimbos de data/hora da versão da 
Web e da versão armazenada localmente 
sejam iguais.
Ctrl+F5
Parar o download de uma página Esc
Abrir um novo site ou página Ctrl+O
Abrir uma nova janela Ctrl+N
Excluir histórico de navegação Ctrl+Shift+Delete
Duplicar Guia (abrir a guia atual em uma 
nova guia)
Ctrl+K
Reabrir a última guia fechada Ctrl+Shift+T
Fechar a janela atual (se apenas uma guia 
estiver aberta)
Ctrl+W
Salvar a página atual Ctrl+S
Imprimir a página atual ou a moldura ativa Ctrl+P
Ativar um link selecionado Inserir
Abrir os favoritos Ctrl+I
Abrir o histórico Ctrl+H
Abrir o Gerenciador de Download Ctrl+J
Abrir o menu Página (se a Barra de 
comandos estiver visível)
Alt+P
Abrir o menu Ferramentas (se a Barra de 
comandos estiver visível)
Alt+T
Abrir o menu Ajuda (se a Barra de comandos 
estiver visível)
Alt+H
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286 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Para Pressione
Aumentar o zoom (+ 10%) Ctrl+Sinal de adição
Diminuir o zoom (- 10%) Ctrl+Sinal de subtração
Ajustar nível de zoom em 100% Ctrl+0
MOZILLA FIREFOX
Trata-se de um navegador livre e multi-plataforma, desenvolvido pela 
Mozilla Foundation. Tem como diferencial o recurso Firefox Sync, que permite 
a sincronização dos favoritos, históricos, senhas e complementos. 
Acessibilidade:
A interface do Firefox tem como objetivo ser o mais simples possível. Aqui, 
as opções menos utilizadas ficam geralmente ocultas. O Firefox também 
possui como característica marcante a presença de abas para separar os 
sites da sessão atual em uma única janela do navegador.
O navegador possui diversas opções de busca por informações e si-
tes, como a função denominada ‘localizar ao digitar’. Com a função ha-
bilitada, ao iniciar a digitação da palavra o Firefox destaca o primeiro re-
sultado que encontra. Está disponível também um campo de pesquisa 
embutido,com sites de busca incluídos como Google, Yahoo e outros.
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287NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Segurança e Personalização:
O Firefox tem como característica a instalação de extensões, o que supos-
tamente o torna seguro. 
O usuário escolhe as extensões que quer instalar (chamados plug-ins), 
podendo entrar também no Modo de Segurança, no qual todas as extensões 
instaladas são desativadas. 
Mas cabe ressaltar que tais extensões, quando instaladas sem cuidado 
pelo usuário, podem resultar em vulnerabilidades que afetem o funciona-
mento do navegador. 
O próprio Firefox possui falhas de segurança em seu código, assim como 
todos os navegadores disponíveis hoje.
As extensões podem trazer novas funções, como personalizar o funcio-
namento do mouse, bloqueio de publicidade, imagens, temas de aparência 
do navegador, botões, menus, barra de ferramentas, etc. Possui atualizações 
constantes, sempre disponíveis no site www.mozilla.org.
O Firefox está disponível para download com versões para desktop (com-
putadores), iOS e Android (tablets, smartphones).
Nas figuras a seguir estão expostas as Guias do Mozilla Firefox e suas fun-
ções, de importante conhecimento para resolução de questões:
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288 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 
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289NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Principais atalhos:
Navegação:
Comando Atalho 
Voltar Alt+← Backspace 
Avançar Alt+→ Shift+Backspace 
Página inicial Alt+Home 
Abrir arquivo Ctrl+O 
Atualizar a página F5 
Ctrl+R 
Página atual:
Comando Atalho 
Ir para o final da página End 
Ir para o início da página Home 
Ir para o próximo frame F6 
Ir para o frame anterior Shift+F6 
Imprimir Ctrl+P 
Salvar página como Ctrl+S 
Mais zoom Ctrl++ 
Menos zoom Ctrl+- 
Zoom normal Ctrl+0 
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290 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Editando:
Comando Atalho 
Copiar Ctrl+C 
Recortar Ctrl+X 
Apagar Delete 
Colar Ctrl+V 
Refazer Ctrl+Y 
Selecionar tudo Ctrl+A 
Desfazer Ctrl+Z 
Busca:
Comando Atalho 
Localizar Ctrl+F 
Localizar próximo F3 
Ctrl+G 
Localizar anterior 
Shift+F3 
Ctrl+-
Shift+G 
Localizar link enquanto digita ‘ 
Localizar texto enquanto digita / 
Campo de busca Ctrl+K 
Ctrl+E 
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291NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Janelas & Abas:
Comando Atalho 
Fechar aba Ctrl+W 
Ctrl+F4 
Fechar janela Ctrl+Shift+W 
Alt+F4 
Nova aba Ctrl+T 
Nova janela Ctrl+N 
Próxima aba 
Ctrl+Tab 
Ctrl+Page 
Down 
GOOGLE CHROME
Navegador criado pelo Google, sendo hoje o mais utilizado no mundo. O 
Chrome envia detalhes de seu uso diretamente para o Google, recurso este 
que tem sido muito criticado por alguns usuários. Entretanto, vários dos me-
canismos utilizados para tal podem ser desativados pelos usuários.
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292 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Possui alguns recursos interessantes, como:
Omnibox: a barra de endereços tem o recurso de auto-completar.
Modo privativo/anônimo: através do comando Ctrl+Shift+N, é possível 
abrir uma nova janela no modo anônimo, que impede a visualização do his-
tórico posteriormente.
Abas e plug-ins: executados em processos separados.
Tradução automática: quando ativado, permite a tradução sempre que 
um site em idioma diferente é acessado.
Simplicidade: a janela do Google Chrome é otimizada, limpa e simples.
Login: ao efetuar login em sua conta Google, seus favoritos, histórico e 
outras configurações pessoais são importadas para todos os seus computa-
dores, deixando o usuário conectado com todos os serviços oferecidos pelo 
Google. As opções de histórico, downloads, favoritos, extensões e configura-
ções se assemelham aos outros navegadores, como visto na figura a seguir. 
Ela ilustra o menu aberto ao se clicar no lado direito posterior do painel prin-
cipal do Google Chrome:
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293NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Principais Atalhos: 
Atalhos de guias e janelas:
Ctrl+N Abre uma nova janela.
Ctrl+T Abre uma nova guia.
Ctrl+Shift+N Abre uma nova janela no modo de navegação 
anônima.
Pressionar Ctrl+O. Abre um arquivo de seu computador no Google 
Chrome.
Pressionar Ctrl e clicar 
em um link. 
Abre o link em uma nova guia em segundo pla-
no. 
Pressionar Ctrl+Shift e 
clicar em um link. 
Abre o link em uma nova guia e alterna para a 
guia recém-aberta.
Pressionar Shift e cli-
car em um link. Abre o link em uma nova janela.
Atalhos de páginas da Web:
Ctrl+P Imprime sua página atual.
Ctrl+S Salva sua página atual.
F5 ou 
Ctrl+R Recarrega sua página atual.
Esc Interrompe o carregamento de sua página atual.
Ctrl+F Abre a barra “Localizar”.
F11 Abre sua página no modo de tela cheia. Pressione F11 nova-
mente para sair desse modo.
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294 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Atalhos de texto:
Ctrl+C Copia o conteúdo realçado para a área de transferên-
cia.
Ctrl+V ou Shif-
t+Insert Cola o conteúdo da área de transferência.
Ctrl+Shift+V Cola o conteúdo da área de transferência sem forma-
tação.
Ctrl+X ou Shift+-
Delete
Exclui o conteúdo realçado e o copia para a área de 
transferência.
O Google Chrome também está disponível para download com computa-
dores, tablets e smartphones. 
Também possui atualizações constantes, sempre disponíves no site www.
google.com/chrome/.
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295NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
08 CORREIO ELETRÔNICO
Recurso utilizado para compor, enviar e receber mensagens através da 
Internet. 
O usuário possui uma caixa postal onde recebe suas mensagens, e seu 
endereço é sempre composto no seguinte formato:
Caixapostal@dominiodaempresa:
Ex.: contato@editoraaprovare.com.br.
O email é composto dos seguintes campos:
CAMPO DESCRIÇÃO
PARA 
(DESTINATÁRIO)
Destinatário(s) principal(is) da mensagem
CC 
(CÓPIA CARBO-
NO)
Destinatário(s) secundário(s) da mensagem. Os desti-
natários incluídos no campo PARA e CC sabem que o 
outro também recebeu a mensagem.
CCO/BCC 
(CÓPIA OCULTA)
Os destinatários aqui colocados não sabem da exis-
tência uns dos outros em relação ao recebimento da 
mensagem.
O acesso ao email pode se dar de duas formas: através do WebMail, pro-
vedor de mensagens de correio através da Internet ou Intranet, ou programas 
de e-mail, como Mozilla Thunderbird, Microsoft Office Outlook, dentre outros.
MICROSOFT OUTLOOK
Microsoft Outlook é um “cliente de e-mail”, componente integrante do 
Microsoft Office. 
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296 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Ao contrário do Outlook Express - usado basicamente para receber e en-
viar e-mail -, o Outlook é ainda um calendário completo, que possibilita ao 
usuário agendar seus compromissos diários, semanais e mensais. 
O Microsoft Outlook possui diversas funcionalidades, dentre as quais des-
tacam-se:
Organizar automaticamente as mensagens:
É possível arquivar ou excluir milhares de e-mails da caixa de entrada em 
segundos com o recurso Limpar, assim com gerenciar regras para excluir au-
tomaticamente e-mails indesejados antes que eles cheguem.
Bloqueio de e-mails indesejados:
Para não mais receber boletins informativos, ofertas diárias e outras men-
sagens recorrentes indesejadas instantaneamente, épossível utilizar o re-
curso Cancelar assinatura.
Fixar e-mails importantes:
Para manter as mensagens mais importantes no topo da caixa de entrada
Conhecer o clima:
É possível conferir o clima no Calendário do Outlook
Usar o Skype na caixa de entrada:
Fale instantaneamente com outras pessoas através do Skype enquanto 
utiliza o Outlook.
Enviar arquivos do OneDrive:
É Possível anexar arquivos do OneDrive nas mensagens e trabalhar em 
grupo em arquivos compartilhados em tempo real.
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297NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Diversos endereços em uma única caixa de entrada:
Traz a possibilidade de criar um único endereço de e-mails para um gru-
po de pessoas, como família, amigos, trabalho ou qualquer outro e gerenciar 
tudo a partir de uma única caixa de entrada.
Traz também um gerenciador de contatos, onde é possível cadastrar o 
nome e email de seus contatos, bem como outras informações relevantes, 
telefones, Ramo de atividade, detalhes sobre emprego, apelido, entre outras. 
Possui também um Gerenciador de tarefas, que podem ser organizadas 
em forma de lista, com todos os detalhes sobre determinada atividade a ser 
realizada. Por fim, conta ainda com um campo de anotações.
PARA PRESSIONE
Alternar para Email. CTRL+1
Alternar para Calendário. CTRL+2
Alternar para Contatos. CTRL+3
Alternar para Tarefas. CTRL+4
Alternar para Anotações. CTRL+5
Alternar para Listas de Pastas no Painel de 
Navegação.
CTRL+6
Alternar para Atalhos. CTRL+7
Mover entre a janela do Outlook, os painéis 
menores no Painel de Navegação, o Painel 
de Leitura e as seções na Barra de Tarefas 
Pendentes.
TAB
Mover-se entre a janela do Outlook, os painéis 
menores do Painel de Navegação, o Painel 
de Leitura e as seções da Barra de Tarefas 
Pendentes.
F6
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298 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
PARA PRESSIONE
Mover-se entre linhas do título da mensagem 
no Painel de Navegação.
CTRL+TAB
Mover-se dentro do Painel de Navegação. Teclas de seta
No Painel de Leitura, role a página para baixo. BARRA DE ESPAÇO
No Painel de Leitura, role a página para cima. SHIFT+BARRA DE ESPAÇO
Localizar uma mensagem ou outro item. CTRL+E
Apagar os resultados da pesquisa. ESC
Localizar texto dentro de um item aberto. F4
Criar um compromisso. CTRL+SHIFT+A
Criar um contato. CTRL+SHIFT+C
Criar uma lista de distribuição. CTRL+SHIFT+L
Criar um fax. CTRL+SHIFT+X
Criar uma pasta. CTRL+SHIFT+E
Criar uma entrada de diário. CTRL+SHIFT+J
Criar uma solicitação de reunião. CTRL+SHIFT+Q
Criar uma mensagem. CTRL+SHIFT+M
Criar uma anotação. CTRL+SHIFT+N
Criar um novo documento do Microsoft Office. CTRL+SHIFT+H
Salvar (exceto em Tarefas). CTRL+B ou SHIFT+F12
Salvar e fechar (exceto em Email). ALT+R
Salvar como (somente em Email). F12
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299NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
PARA PRESSIONE
Desfazer. CTRL+Z ou 
ALT+BACKSPACE
Excluir um item. CTRL+D
Imprimir. CTRL + P
Copiar item. CTRL+SHIFT+Y
Mover um item. CTRL+SHIFT+V
Verificar nomes. CTRL+K
Verificar ortografia. F7
Sinalizar para acompanhamento. CTRL+SHIFT+G
Encaminhar. CTRL+F
Enviar ou postar ou convidar todos. ALT + S
Habilitar a edição em um campo (exceto no 
modo de exibição de ícones ou de emails).
F2
Alinhar texto à esquerda. CTRL+L
Centralizar texto. CTRL+E
Alinhar texto à direita. CTRL+R
 Email
PARA PRESSIONE
Alternar para Caixa de Entrada. CTRL+SHIFT+I
Alternar para Caixa de Saída. CTRL+SHIFT+O
Enviar. ALT + S
Encaminhar uma mensagem. CTRL + F
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300 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
PARA PRESSIONE
Criar uma mensagem (quando estiver no 
Email).
CTRL+N
Abrir uma mensagem recebida. CTRL + O
Localizar ou substituir. F4
Imprimir. CTRL+P
Encaminhar. CTRL+F
Criar um novo compromisso (quando estiver 
em Calendário).
CTRL+N
Abrir um item. ENTER
Selecionar todos os itens. CTRL + A
Ir para o item no canto inferior da tela. PAGE DOWN
Ir para o item no canto superior da tela. PAGE UP
Estender ou reduzir os itens selecionados em 
um item.
SHIFT+SETA PARA CIMA 
ou SHIFT+SETA PARA 
BAIXO, respectivamente
Ir para o item anterior ou seguinte sem 
estender a seleção.
CTRL+SETA PARA CIMA ou 
CTRL+SETA PARA BAIXO, 
respectivamente
Selecionar ou cancelar a seleção do item 
ativo.
CTRL+BARRA DE 
ESPAÇOS
Com um grupo selecionado
PARA PRESSIONE
Expandir um único grupo selecionado. SETA PARA A DIREITA
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301NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
PARA PRESSIONE
Recolher um único grupo selecionado. SETA PARA A ESQUERDA
Selecionar o grupo anterior. SETA PARA CIMA
Selecionar o próximo grupo. SETA PARA BAIXO
Selecionar o primeiro grupo. HOME
Selecionar o último grupo. END
Selecionar o primeiro item na tela em um 
grupo expandido ou o primeiro item fora da 
tela à direita.
SETA PARA A DIREITA
MOZILLA THUNDERBIRD
Mozilla Thunderbird é um “cliente de e-mail” da Mozilla Foundation, mesma 
criadora do Mozilla Firefox. Possui diversas características, dentre as quais:
Assistente de configuração de conta de e-mail:
Fornecendo nome, endereço de e-mail e senha para o assistente, ele irá 
configurar IMAP, SMTP e SSL/TLS.
Catálogo de endereços em um clique:
Para adicionar pessoas, basta clicar sobre o ícone de estrela da mensa-
gem que receber. Dois cliques e é possível adicionar mais detalhes como 
uma foto, aniversário e outras informações de contato.
Abas:
Permite carregar e-mails em abas separadas para pular entre elas rapida-
mente. Dar um clique duplo ou apertar enter em uma mensagem de e-mail 
irá abrir a mensagem em uma nova aba. Clicar com o botão direito em uma 
mensagem ou pastas irá abri-las em uma aba no plano de fundo.
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302 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Barra de ferramentas de filtro rápido:
A Quick Filter Toolbar permite filtrar o e-mail rapidamente. Ao digitar na 
caixa de pesquisas do Quick Filter os resultados serão mostrados instanta-
neamente. 
É possível também filtrar o e-mail por Novas Mensagens, Marcadores, e 
pessoas na Agenda. Existe também a possibilidade de “Alfinetar” ou salvar 
um Filtro e usá-lo através de múltiplas pastas.
Pesquisa:
A interface de busca no Thunderbird contém ferramentas de filtro e linha 
do tempo para identificar o e-mail que está sendo procurado. O Thunderbird 
também indexa todos os os e-mails para ajudar a procura. Os resultados de 
busca são mostrados em uma aba.
Arquivamento de mensagens:
Para poder usar um e-mail no futuro sem que ele fique permanentemente 
na caixa de entrada sem excluí-lo. Basta clicar no botão Arquivo ou pressio-
nar a tecla ‘A’ para arquivar o e-mail.
Gerenciador de atividade:
O Gerenciador de Atividades memoriza todas as interações entre o 
Thunderbird e o provedor de e-mails em um só lugar. 
Aparência do Thunderbird:
O Personas permite alterar a aparência do Thunderbird com “temas”
Pastas inteligentes:
Pastas inteligentes ajudam a gerenciar várias contas de e-mail, combi-
nando pastas especiais como a pasta caixa de entrada, enviadas ou arqui-
vadas. 
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303NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Gerenciador de complementos:
É possível encontrar e instalar complementos diretamente do Thunderbird. 
Privacidade robusta:
O Thunderbird oferece suporte a privacidade do usuário e proteção de 
imagem remota. Para garantir a privacidade do usuário, o Thunderbird blo-
queia automaticamente imagens remotas em mensagens de e-mail.
Proteção contra phishing:O Thunderbird protege os emails de scams de correio que tentam enganar 
os utilizadores, para que estes forneçam informação pessoal e confidencial, 
indicando quando uma mensagem é uma tentativa potencial de phishing. 
Como uma segunda linha de defesa, o Thunderbird avisa quando clica-se em 
um link que parece estar a encaminhá-lo para um site web diferente do que o 
indicado na URL na mensagem.
Atualização automática:
O sistema de atualização do Thunderbird verifica se está sendo executada 
a versão mais recente e notifica quando uma atualização de segurança está 
disponível. 
Cortando fora o lixo:
As ferramentas populares do Thunderbird para mensagens indesejadas 
foram atualizadas para se manterem mais avançadas do que o spam. Cada 
e-mail recebido passa através dos filtros de correio do Thunderbird. Cada 
vez que uma mensagem é marcada como Spam, o Thunderbird “aprende” e 
melhora o seu sistema de filtragem. 
Código-fonte aberto:
No coração do Thunderbird está um processo de desenvolvimento de có-
digo aberto dirigido por milhares de desenvolvedores, bem como especialis-
tas de segurança dispersos um pouco por todo o mundo. 
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304 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
09 SÍTIOS DE BUSCA E 
PESQUISA NA INTERNET
Devido à enorme quantidade de sites e informações disponíveis na 
Internet, faz-se necessário que o usuário utilize-se de ferramentas de busca 
para que possa, com rapidez e objetividade, alcançar o que precisa na rede 
mundial. 
Existem inúmeros sites de busca, como Yahoo e Bing. Entretanto, o sítio de 
maior uso, amplitude e eficiência é o Google, razão pela qual será objeto de 
maior estudo neste tópico. Para efetuar uma busca, um mecanismo efetua 
basicamente 4 passos:
1. Rastrear: aqui é feito uma varredura (também chamado de scan) 
por links e páginas;
2. Indexar: todo o conteúdo varrido será indexado, ou seja, será anali-
sado e armazenado;
3. Rankear: depois de buscado e indexado, o link será ranqueado de 
acordo com sua importância e relevância para o mecanismo;
4. Apresentar o resultado: aqui, temos o resultado de todo o proces-
so anterior, disponibilizando ao usu
Existem diversas classificações de mecanismos de busca. Para fins didá-
ticos, aqui iremos utilizar duas:
Globais: como Google, Yahoo e Bing, pesquisam todas as páginas e 
documentos da Internet, com seu resultado sendo aleatório e depen-
dendo de diversos fatores.
Verticais: efetuam buscas especializadas, de acordo com seus obje-
tivos. Podem ser utilizados de forma comercial, como BuscaPé, Catho 
e outros.
Locais: são essencialmente regionais, direcionado a busca principal-
mente para empresas e prestadores de serviços. Listão e GuiaMais são 
exemplos deste tipo.
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305NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
De busca local: são de busca nacional, listando as empresas mais 
próximas do usuário de acordo com dados advindos de coordenadas 
de GPS.
Diretórios de websites: são verdadeiros índices de sites, organizan-
do-os por categorias e subcategorias. 
Outra classificação é a seguinte:
- Mecanismos de Busca Crawler-based: como o Google, que utiliza 
os passos expostos anteriormente;
- Diretórios: tem os sites divididos por categorias. O Yahoo utiliza esse 
sistema para efetuar buscas;
- Mecanismos pagos por performance (Pay-for-performance en-
gines) ou com inclusão paga (Paid inclusion engines): neste caso, 
temos como melhores exemplos os links patrocinados do Google.
GOOGLE
O Google atualmente é uma das maiores empresas no ramo da Informática 
e Internet no mundo. Seu mecanismo de busca é, de longe, o mais utilizado e 
o que oferece melhores resultados aos usuários. 
Tal eficiência é obtida pela tecnologia utilizada na busca, a chamada 
PageRank, um sistema que classifica as páginas da Internet de acordo com 
a sua importância. 
O Google também armazena muitas páginas em cache, ou seja, seu con-
teúdo pode ser buscado e acessado mesmo quando a página está offline 
(fora do ar). Se a página buscada não estiver mais no ar, basta clicar na opção 
“em cache”, um link ao lado do resultado da busca, e acessar o conteúdo da 
página buscada. 
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306 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Para se ter melhor sucesso nas pesquisas na Internet, faz-se necessário 
utilizar palavras-chave em vez de termos genéricos. 
Por exemplo, em vez de se buscar Apostila para Concursos da Polícia 
Rodoviária Federal, melhor é buscar Apostila Polícia Rodoviária Federal , ou 
ainda Apostila PRF. 
O Google ignora palavras e caracteres comuns, bem como descarta ter-
mos como http e .com e letras e dígitos isolados. Dica: utilizar o sinal “+” inclui 
palavras descartáveis na busca. Letras maiúsculas e minúsculas não interfe-
rem no mecanismo de busca.
Também é possível se buscar Imagens, Mapas, Notícias, vídeos no 
YouTube, assim como refinar sua busca de acordo com a data, idioma, local, 
entre outras preferências. 
E ao clicar no botão “Estou com sorte”, o Google leva o usuário para a pri-
meira página obtida com o resultado da pesquisa. 
O botão ‘estou com sorte’ do Google faz com que o usuário seja direcio-
nado diretamente à primeira página resultante da pesquisa. Assim, nenhum 
outro resultado é disponibilizado, diminuindo o tempo de busca.
YAHOO
O Yahoo Busca (ou Yahoo Search) é um serviço de busca do Yahoo! Para 
utilizá-lo, não é necessário que ser um usuário registrado no Yahoo. O Yahoo 
possui busca e serviços patrocinados de busca de forma integrada com o 
Microsoft Bing. 
Como parte dessa integração, o Yahoo compartilha com a Microsoft as 
consultas de busca, endereço IP, informações anônimas do navegador da 
Web (tais como um identificador exclusivo do navegador da Web) e outros 
dados anônimos (como dados demográficos, incluindo sexo e idade em 
anos inteiros).
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307NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
A Microsoft utiliza essas informações, além dos cliques nos resultados da 
busca, para aprimorar os resultados das buscas, a pesquisa e análise, dispo-
nibilizar resultados de busca mais significativos e na publicidade associada à 
busca, bem como para ajudar a identificar e oferecer proteção contra ativida-
des fraudulentas envolvendo os resultados patrocinados de busca.
Busca:
Quando o visitante executa buscas em um site que utiliza a tecnologia de 
busca do Yahoo (YST), o Yahoo reúne informações dessa experiência da mes-
ma forma como se a busca fosse executada diretamente no Yahoo.
O Assistente de Busca ajuda o usuário a localizar o que está procurando. À 
medida que o usuário digita, o Assistente de Busca oferece automaticamen-
te os termos e frases de busca mais comuns em tempo real. 
Após concluir a busca, o assistente sugere mais termos de busca para o 
usuário bem como novos tópicos para avaliar. 
O Assistente de busca baseia suas sugestões em buscas reunidas de to-
dos os usuários, e não no histórico individual de buscas.
Alguns anúncios de publicidade que o usuário recebe poderão ser perso-
nalizados com base em suas buscas no Yahoo. O Yahoo Search usa algorit-
mos de reconhecimento de imagem para identificar figuras públicas, cenas, 
ações ou objetos para facilitar a busca de imagens.
Resultados de busca patrocinados:
Resultados patrocinados consistem em sites que pagaram para ser exi-
bidos nos resultados da busca. Na maioria das vezes, os Resultados patroci-
nados exibidos relacionam-se aos termos de busca que o usuário forneceu. 
As Listas patrocinadas de busca são fornecidas pelo Bing (gerenciado 
pelo adCenter da Microsoft) ou pelo Yahoo Search Marketing.
Os Resultados patrocinados podem conter URLs de rastreamento forne-
cidos pelo Yahoo Search Marketing e/ou pelo BingadCenter a fim de identifi-
car cliques na página de resultados da busca.
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308 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
BING
Anteriormente chamado de Live Search, Windows Live Search e MSN 
Busca, é o motor de pesquisa da Microsoft. O Bing tem uma nova imagem, 
vídeo ou panorama na home page todos os dias.
Os serviços Bing incluem serviços de mapeamento e pesquisa, bem 
como os aplicativos Bing Toolbar e Bing Desktop. Os serviços Bing também 
estão incluídos em outros serviços Microsoft, como MSN Aplicativos, Cortana 
e Windows. 
As consultas de pesquisa, localização e outras informações sobre suas 
interações com nossos serviços são coletadas, sempre que os serviços Bing 
são utilizados.
O Bing possui algumas funcionalidades, dentre as quais:
Ativar ou desativar as sugestões de pesquisa:
Quando o usuário começar a digitar uma pesquisa, o painel de sugestões 
de pesquisa será aberto automaticamente e mostrará sugestões com base 
no que foi digitado.
Desativar as sugestões de pesquisa:
Na página Configurações, em Sugestões de pesquisa, é possível desmar-
car a caixa de seleção Ativar sugestões. As sugestões de pesquisa ficarão 
desativadas até o usuário limpar os cookies ou ativá-las novamente.
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309NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Ativar as sugestões de pesquisa:
Na página Configurações, em Sugestões de pesquisa, basta marcar Ativar 
sugestões.
Desativar ou ativar o histórico de pesquisa:
O histórico de pesquisa mostra o que foi pesquisado, as datas das pes-
quisas e os sites visitados. Além disso, baseando-se nos resultados clicados, 
ele pode ajudar a melhorar os resultados de pesquisa. Quando o histórico 
de pesquisa é desativado, nada é adicionado ao histórico de pesquisa, mas 
o histórico de pesquisa existente não é excluído. Para excluí-lo é necessário 
limpá-lo. Para isso, na página Histórico de Pesquisa, basta clicar em Desativar. 
Para Ativar o histórico de pesquisa, basta clicar em Ativar.
Limpar o histórico de pesquisa:
Para limpar uma única pesquisa do histórico, na página Histórico de 
Pesquisa, basta clicar no X da pesquisa que o usuário deseja excluir. Para 
limpar todo o histórico de pesquisa, na página Histórico de Pesquisa, basta 
clicar em Limpar tudo. Ver o histórico de pesquisa: Clicar no canto superior 
direito da página e depois em Histórico no lado esquerdo da página. Para exi-
bir o histórico de pesquisa por tipo ou data, é só usar os menus acima do 
histórico de pesquisa.
Bloquear conteúdo adulto com a Pesquisa Segura:
A Pesquisa Segura ajuda a não exibir conteúdo adulto em seus resul-
tados de pesquisa. Existem diferentes maneiras de ativar a Pesquisa se-
gura: Para contas individuais, é só escolher Opções de Pesquisa segura 
na página Configurações. Ajustar os filtros da Pesquisa segura:Na página 
Configurações, clique em um dos filtros da Pesquisa segura:
 • A opção Estrita filtra textos, imagens e vídeos adultos dos resultados 
de pesquisa.
 • A opção Moderada filtra imagens e vídeos adultos, mas não textos, 
dos resultados de pesquisa. Essa é a configuração padrão.
 • A opção Desativar não filtra conteúdo adulto.
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310 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Interesses no Bing:
Os interesses ajudam o usuário a se manter atualizado com interesses 
pessoais como notícias, ações e clima local, assim, serão sempre ofertadas 
as informações mais recentes sobre os tópicos que lhe interessam o usuário. 
Depois que interesses são adicionados, o Bing os acompanha para o usuário 
e mostra notícias e atualizações relacionadas na home page do Bing. É pos-
sível atualmente acompanhar quatro interesses principais no Bing: notícias, 
clima, finanças e voos. Para adicionar interesses basta clicar na estrela ao 
lado de qualquer resultado de pesquisa ou selecionando Adicionar Interesse.
Filtrar imagens pelo tipo de licença:
Quando o usuário precisar encontrar imagens para compartilhar ou modi-
ficar para uso pessoal ou comercial, basta usar o filtro de licença. Esse filtro é 
baseado no Sistema de licenciamento Creative Commons. 
Opções de filtragem:
Domínio público: O autor da imagem renunciou a seus direitos de imagem 
exclusivos conforme o permitido por lei.
 • Livre para compartilhar e usar: É possível usar e compartilhar as ima-
gens. Fazer alterações ou edições pode não ser permitido. Assim como 
modificar, compartilhar e usar essas imagens para fins comerciais 
pode não ser permitido. Essa opção geralmente apresenta o maior nú-
mero de resultados.
 • Livre para compartilhar e usar comercialmente: É possível compar-
tilhar e usar essas imagens para fins pessoais ou comerciais. Fazer 
alterações ou edições para fins pessoais ou comerciais pode não ser 
permitido.
 • Livre para modificar, compartilhar e usar: É possível modificar, com-
partilhar e usar as imagens. Fazer modificações, compartilhamentos e 
uso dessas imagens para fins comerciais pode não ser permitido.
 • Livre para modificar, compartilhar e usar comercialmente: É possí-
vel modificar, compartilhar e usar essas imagens para fins pessoais 
ou comerciais. Essa opção geralmente apresenta o menor número de 
resultados.
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311NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Obter as notícias mais recentes:
Através desta opção, é possível encontrar e ler a cobertura detalhada e de 
última hora de eventos em todo mundo.
Procurar as últimas notícias: Vai diretamente para Bing Notícias, para per-
correr as Principais Histórias ou, na caixa de pesquisa, clicar em uma cate-
goria.
ASK
O Ask é um mecanismo de busca e rede social que permite que seus 
usuários façam e/ou recebam perguntas, anônimas ou não, de outros usuá-
rios ou de pessoas não cadastradas. 
Tais perguntas são enviadas para sua caixa de entrada, de onde 
o usuário pode escolher entre respondê-las ou excluí-las. 
Todas as respostas são armazenadas no perfil do usuário, onde qualquer 
outra pessoa pode acessá-las. 
O Ask permite conexões com outras redes, como Facebook e Twitter.
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312 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
10 REDES SOCIAIS
Redes sociais são plataformas da internet que tem como objetivo reunir 
pessoas em torno de um interesse comum. Já redes sociais corporativas reú-
nem em uma mesma plataforma clientes, profissionais, fornecedores, par-
ceiros, entre outros com um objetivo comum. 
Em muitos casos, estas redes sociais corporativas reúnem apenas os pro-
fissionais de uma empresa ou segmento, não permitindo o acesso externo.
Existem diversos serviços de redes sociais disponíveis, como:
• ning.com: ferramenta que possui traduções para vários idiomas;
• SuaRede: primeiro serviço brasileiro de redes sociais privadas, tem 
como foco principal funções específicas para empresas, igrejas, fã-
clubes, academias, bandas e condomínios;
• Yammer.com: ferramenta em inglês, sem tradução para o portu-
guês, com foco em empresas;
• Lotus Connections: ferramenta da IBM;
• SAP StreamWork: ferramenta baseada no modelo software como 
serviço desenvolvida com foco na colaboração corporativa;
• SocialCast: plataforma de rede social, possibilita às empresas uma inte-
gração de ferramentas sociais e processos dentro do espaço corporativo.
Existem diversas outras plataformas corporativas, mas estas são algu-
mas das principais. Existem também diversas redes sociais que podem ser 
objeto de estudo, com destaque para o Facebook, Twitter e Instagram. Redes 
Sociais podem ser conceituadas como estruturas que ligam pessoas e/ou 
organizações através da internet, podendo compartilhar valores e interesses 
comuns. 
O maior objetivo das redessociais é conectar as pessoas de acordo com 
sua vontade e interesses em comum, ou seja, cada rede social tem uma ca-
racterística específica que liga seus usuários. 
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313NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Existem diversos tipos de redes sociais, sendo as mais comuns as redes 
de relacionamento (Facebook, Twitter, Google +) e as profissionais (LinkedIn). 
Como dito, cada rede possui uma característica principal. 
O Facebook, os relacionamentos entre as pessoas e as páginas de seu 
interesse; o Instagram utiliza fotos e vídeos para conectar seus usuários; já o 
Twitter os conecta através de pequenos textos (os ‘tweets’); e o LinkedIn utili-
za os perfis profissionais para estabelecer relações entre os usuários. 
Existem várias outras redes, como Orkut (semelhante ao Facebook, que 
atingiu seu maior sucesso no Brasil, mas que já deixou de existir), Badoo (no 
qual o maior interesse dos usuários é conhecer outras pessoas), entre outros. 
As redes sociais possuem diversos níveis de privacidade, podendo o 
usuário compartilhar suas informações e postagens com todos os usuários 
ou somente com aqueles com os quais possui conexão (ou ‘amizade’, depen-
dendo da rede). 
Tal conexão depende de aprovação prévia do usuário. 
FACEBOOK
Facebook é uma rede social lançada em 2004, de propriedade da 
Facebook Inc..
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314 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
É atualmente a rede social mais utilizada em todo o mundo, tendo em 4 
de outubro de 2012atingido a marca de 1 bilhão de usuários ativos. Foi funda-
do por Mark Zuckerberg e por seus colegas de quarto da faculdade Eduardo 
Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes. 
Em 2014, O Facebook comprou os aplicativos WhatsApp e o Instagram.
Whatsapp: O WhatsApp utiliza a conexão do celular com a Internet para 
enviar mensagens, utilizando também chamadas de voz e vídeo. Como se-
gurança, possui criptografia de ponta-a-ponta nas últimas versões de seu 
aplicativo. Com ele, é possível enviar fotos e vídeos instantaneamente, assim 
como arquivos em formato PDF’s, documentos, planilhas, apresentações de 
slides e outros, de até de até 100MB.
Instagram: Baseia-se na premissa de maneira de compartilhar imagens 
com outros usuários. Com ele, é possível tirar uma foto com seu telefone ce-
lular e, em seguida, escolher um filtro para transformar a imagem e postá-la 
na rede social. 
Atualmente, é possível compartilhar as fotos de forma integrada no Flickr, 
no Facebook e no Twitter.
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315NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
TWITTER
O Twitter possui hoje cerca de 313 milhões de usuários mensais ativos, 
sendo que suas visitas mensais únicas chegam a cerca de 1 bilhão a sites 
com tweets embedados. Possui 82% de seus usuários ativos com mobile, e 
emprega hoje cerca de 3.800 funcionários ao redor do mundo.
Possui escritórios nos EUA em Atlanta, Boston, Boulder, Chicago, Cincinnati, 
Detroit, Los Angeles, Miami, Nova York, Seattle, Sunnyvale, Washington, 
D.C. Já seus escritórios internacionais englobam cidades como Amsterdã, 
Bangalore, Berlim, Bogotá, Bruxelas, Cidade do México, Cingapura, Colônia, 
Dubai, Dublin, Hamburgo, Hong Kong, Jakarta, Londres, Madrid, Melbourne, 
Milão, Mumbai, Nova Délhi, Paris, Rio de Janeiro, São Paulo, Sydney, Seul, 
Tóquio, Toronto e Vancouver.
Seu princípio baseia-se no Tweet (ou tuíte), que consiste em digitar na cai-
xa acima do histórico da home page ou clicar no botão Tweetar na barra de 
navegação superior um texto que deve conter menos de 140 caracteres. Para 
melhor entender essa rede social, faz-se importante a leitura de seu glossá-
rio:
 •@: O sinal @ é usado para destacar nomes de usuários em Tweets.
 •@nomedeusuário: Um nome de usuário é como o usuário é identifi-
cado no Twitter; ele é sempre precedido pelo símbolo @. Por exemplo, 
Katy Perry é @katyperry.
 • Alertas: Os Alertas do Twitter permitem que os órgãos de segurança 
pública informem as pessoas durante emergências, destacando con-
teúdo urgente com notificações e uma aparência diferenciada.
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316 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 • Bio: A bio é uma descrição pessoal curta (com até 160 caracteres) 
que aparece no perfil e serve para caracterizar a identidade no Twitter.
 • Bloquear: Se o usuário bloquear um usuário do Twitter, a conta blo-
queada não poderá seguir você nem adicioná-lo a listas do Twitter, e o 
usuário não receberá uma notificação se o outro usuário o mencionar 
em um Tweet.
 • Bug: Um erro interno no código e na funcionalidade do site. Ele é lo-
calizado e os corrigido
 • Cashtag: Cashtag é o símbolo do registro de uma empresa precedido 
pelo cifrão; por exemplo, $TWTR. Quando o usuário clica em um cash-
tag, vê outros Tweets mencionando esse mesmo símbolo de registro. 
 • Desativação: Se o usuário desativa sua conta, ela vai para uma fila 
de exclusão permanente do Twitter em um prazo de 30 dias. O usuário 
pode reativar sua conta dentro do período de carência de 30 dias.
 •Mensagens Diretas: Mensagens Diretas são mensagens particulares 
enviadas de um usuário do Twitter para outro. 
 • Seguir: Inscrever-se para acessar uma conta do Twitter é chamado 
de “seguir”. Para começar a seguir alguém, basta clicar no botão Se-
guir ao lado do nome de usuário ou na página de perfil dele para ver 
os Tweets assim que algo novo é publicado. Qualquer pessoa no Twit-
ter pode seguir ou deixar de seguir outra pessoa a qualquer momento, 
com exceção das contas bloqueadas.
 • Seguidor(es): Um seguidor surge quando alguém segue sua conta 
do Twitter. O usuário pode ver quantos seguidores existem no seu perfil 
do Twitter.
 • Número de seguidores: Este número indica quantas pessoas o usuá-
rio segue e quantas pessoas seguem o usuário; esses números são 
encontrados no perfil do Twitter.
 • Geolocalização, geolocalizar: Adicionar uma localização a um Tweet 
(uma geolocalização ou marcação geográfica) conta a quem acompa-
nha seus Tweets onde o usuário estava quando publicou esse Tweet.
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317NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 • Hackear: Obter acesso não autorizado a uma conta por meio de 
phishing, adivinhação de senha ou roubo de sessão. Em geral, esse 
processo é seguido por publicações não autorizadas na conta. Quando 
uma conta é hackeada, é dito que ela foi “comprometida”. 
 • Hashtag: Hashtag é qualquer palavra ou frase imediatamente prece-
dida pelo símbolo #. Quando o usuário clica em uma hashtag, vê outros 
Tweets contendo a mesma palavra-chave ou tópico.
 • Foto da capa: A imagem pessoal que o usuário carregou; ela aparece 
na parte superior do perfil.
 • Página Inicial: A timeline da Página Inicial exibe um fluxo de Tweets 
das contas que o usuário optou por seguir no Twitter.
 • Falsa identidade: A falsa identidade online (fingir ser alguém que não 
é) com intenção de enganar alguém é proibida pelas Regras do Twitter. 
Contas de paródia são permitidas. 
 • Favorito (s.): Marcar um Tweet como favorito indica que o usuário 
gostou. O usuário pode localizar todos os seus favoritos clicando na 
guia Favoritos em seu perfil.
 • Curtir (v.): Ao tocar no ícone de coração para curtir um Tweet, e o au-
tor vai saber que o usuário gostou.
 • Lista: Na sua própria conta, o usuário pode criar uma lista de grupos 
de outros usuários do Twitter por tópico ou interesse (por exemplo, 
uma lista de amigos, colegas de trabalho, celebridades, atletas). 
 •Menção: Mencionar outros usuários no Tweet incluindo o sinal @ 
seguido diretamente pelo nome de usuário é chamado de “menção”. 
Também se refere aos Tweets em que o @nomedeusuáriofoi incluído.
 • Notificações, notificações: A timeline de Notificações exibe as inte-
rações com outros usuários do Twitter, como menções, favoritos, Re-
tweets e quem passou a seguir o usuário recentemente. 
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318 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 • Phishing: Ato de enganar um usuário para ele informar seu nome de 
usuário e senha. Isso pode ocorrer de várias formas: o envio do usuá-
rio a uma página de entrada falsa; uma página que promete conseguir 
mais seguidores; a mera solicitação do nome de usuário e da senha via 
MD ou e-mail.
 • Tweets fixados: O usuário pode fixar um Tweet na parte superior de 
sua página de perfil para manter algo importante acima do fluxo de 
Tweets ordenados por horário.
 • Perfil: O perfil exibe informações que o usuário pode optar por compar-
tilhar publicamente, assim como todos os Tweets que o usuário publicou. 
O perfil, junto com seu @nomedeusuário, identifica o usuário no Twitter.
 • Foto de perfil: A imagem pessoal localizada abaixo do ícone Eu. É 
também a imagem que aparece ao lado de cada um dos Tweets.
 • Contas Promovidas: Contas Promovidas apresentam contas suge-
ridas que você o usuário querer seguir e que são promovidas pelos 
anunciantes. 
 •Momentos, Assuntos, Tweets e Vídeos promovidos: São criados por 
uma marca e visivelmente marcados como “Promovido” e pagos pelos 
anunciantes.
 • Tweets protegidos: Por padrão, os Tweets são públicos. Ao optar por 
proteger seus Tweets, o usuário restringe a exibição de suas publica-
ções apenas a seguidores.
 • Responder: Uma réplica a um Tweet de outro usuário que começa 
com o @nomedeusuário da pessoa a quem o usuário está responden-
do é conhecida como resposta. 
 • Retweet (s.), RT: Um Tweet que o usuário encaminha para seus segui-
dores é conhecido como um Retweet. 
 • Retweetar (v.): O ato de compartilhar o Tweet de outro usuário para 
todos os seus seguidores, clicando no botão Retweetar.
 • SMS: O SMS (Serviço de Mensagens Curtas) também é conhecido 
como sistema de mensagens de texto. 
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319NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
 • Spam: Refere-se a diversos comportamentos proibidos que violam as 
Regras do Twitter. De modo geral, o termo “spam” descreve ações repeti-
das e não solicitadas que têm um impacto negativo sobre outros usuários. 
 • Suspensas: Contas suspensas foram proibidas de usar o Twitter, ge-
ralmente por violar os Termos de Serviço do Twitter.
 • Timeline: A timeline é um fluxo de Tweets transmitido em tempo real. O 
fluxo da Página Inicial, por exemplo, é onde o usuário vê todos os Twee-
ts compartilhados por seus amigos e outras pessoas que você segue.
 • Tweets em destaque: Tweets determinados por um algoritmo do 
Twitter como sendo os mais populares ou com maior repercussão no 
Twitter em dado momento. 
 • Assuntos: Um assunto é um tópico ou hashtag determinado por 
meio de um algoritmo como sendo um dos mais populares no Twitter 
em um determinado momento. 
 • Tweet (s.): Um Tweet pode conter fotos, vídeos, links e texto com até 
140 caracteres.
 • Tweetar (v.): O ato de enviar um Tweet. Os Tweets são mostrados em 
timelines do Twitter ou são inseridos em websites e blogs.
 • Quem seguir: Quem seguir é uma lista automatizada de contas reco-
mendadas que podem ser de interesse do usuário.
GOOGLE+
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320 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Também chamado de Google Plus, é a rede social do Google. Através dele, 
é possível seguir pessoas, Coleções e Comunidades.
É possível encontrar Coleções para seguir e Comunidades para partici-
par de acordo com os interesses do usuário. Quando o usuário segue uma 
Coleção ou participa de uma Comunidade, as postagens dessa Coleção ou 
Comunidade são exibidas no fluxo da página inicial.
Também é possível seguir pessoas. Quando o usuário segue uma pessoa, 
as postagens que ela compartilha com ele talvez apareçam no fluxo da pá-
gina inicial. As pessoas que o usuário segue não precisam segui-lo também.
Seguir alguém: Ao seguir alguém no Google+, o usuário vê as postagens 
dessa pessoa no stream inicial. Quando o usuário segue alguém: A pessoa é 
adicionada ao círculo “Seguindo”.
LINKEDIN
Com mais de 400 milhões de usuários em todo o mundo, o LinkedIn é uma 
rede social online para criar um perfil profissional. Com ele, é possível mostrar 
o histórico profissional por meio de experiência, competências e formação 
acadêmica. É possível também adicionar informações, sobre trabalhos vo-
luntários, publicações e outros.
Recursos de mensagens: 
O envio e recebimento de mensagens pelo LinkedIn ajuda o usuário a 
manter contato com colegas, associados e novas oportunidades.
Convites:
Os convites são uma ferramenta essencial para ampliar a rede profissio-
nal e estabelecer conexões significativas. 
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321NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Conexões:
É possível gerenciar as conexões no LinkedIn, desde a visualização ou re-
moção de conexões até o controle de quem pode vê-las. Procurar por empre-
go de maneira privada
Pesquisa de vagas:
É possível carregar um currículo, salvar e visualizar anúncios de vaga e 
outras opções.
Visibilidade do perfil público do LinkedIn
O perfil público do usuário é exibido quando as pessoas pesquisam seu 
nome utilizando ferramentas de pesquisa como Google, Yahoo!, Bing etc., 
bem como em outros aplicativos e plataformas de terceiros.
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322 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
11 APLICATIVOS DE 
COMUNICAÇÃO
SKYPE
Aplicativo de comunicação lançado em 2003, tendo sido vendido para 
a empresa eBay 2005 em 2011, à Microsoft. Atualmente, é o aplicativo para 
computadores mais famoso do mercado e possui mais de 300 milhões de 
usuários.
Possui como características: 
 • Chamadas de Skype para Skype: Possiblita chamadas grátis de voz e 
com vídeo para qualquer pessoa no mundo. 
 • Chamadas com vídeo em grupo: Para reunir grupos de pessoas atra-
vés de conversas com vídeo.
 • Chat: Compartilhe mensagens grupos de pessoas. 
 • Ligar para números de telefone: Falar com pessoas que não necessi-
tam estar conectadas à internet.
 • Compartilhamento de tela: para fazer apresentações online.
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323NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
GOOGLE TALK (GOOGLE HANGOUTS)
Google Talk foi um serviço de mensagens instantâneas e de VoIP desen-
volvido pela empresa Google, lançado em 2005. Entretanto, em 2013 foi subs-
tituido pelo Google Hangouts. 
O Google Hangouts possibilita conversas através de videochamadas, e 
mensagens 
 • Videochamadas: com uma pessoa ou bate-papo em grupo com até 
dez pessoas.
 • Chamadas telefônicas: usando Android, iOS ou computador, ou ain-
da chamadas para outros usuários do Hangouts. Possibilita também li-
gação para quase todos os números de telefone nos Estados Unidos e 
no Canadá gratuitamente e com tarifas muito reduzidas em chamadas 
internacionais, assim como é possível receber as chamadas de voz do 
Hangouts no Android com o aplicativo Telefone Hangouts.
 •Mensagens: com uma única pessoa ou bate-papo em grupo.
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324 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
12 WIKIS
Podem ser consideradas ferramentas de colaboração listas de discus-
são, fóruns, redes sociais, blogs, salas de bate-papo, entre outros. 
Wiki, no idioma nativo do Havaí, significa rápido. Como o próprio concei-
to define, os wikis são maneiras rápidas de se obter conhecimento acerca 
de determinadosufixos –es, –esa:
- Francês = francesa
- Chinês = chinesa
- Irlandês = irlandesa
- Libanês = libanesa
Nos sufixos formadores de adjetivos –ense, –oso, –osa:
Paranaense, catarinense, cauteloso, cautelosa, bondoso, bondosa
Após ditongos: - Pausa - Causa - Lousa
Uso do SS:
O duplo S é utilizado entre vogais, quando a palavra obtiver som de S, caso 
contrário o som passar a ser de “Z”. Observe o exemplo a seguir:
- Poso (do verbo posar) som de “z”
- Posso (do verbo poder) som de “s”
Uso do X:
Encontra-se o X, com som de (ch), na maioria dos casos após os ditongos: 
caixa, baixa, faixa, frouxo (exceções: recauchutar, caucho, etc.)
Após as sílabas “en” e “me”: Enxada, enxofre, enxague, enxoval, enxurrada 
(exceções: enchente, etc.)
Mexer, mexerica, mexicano (exceções: encher, mecha, etc.)
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27LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
O X também é utilizado em palavras de origem africana e indígena, bem 
como palavras aportuguesadas de origem árabe ou indiana, incorporadas à 
língua inglesa e por meio dessa trazida até nós:
- Indígenas: abacaxi, xará, Xavante - Africanas: xingar, maxixe (fruta do ma-
xixeiro) - Indianas e árabes, aportuguesadas a partir do inglês: xampu, xerife
Uso do Z:
Grafa-se em derivados das palavras que terminal em –zal, –zeiro, –zinho, 
–zita, – zito, –zada, –zarrão, –zorra, –zona, –zudo.
Ex.: pezinho, anelzinho, pazada, homenzarrão.
O Z também está presente em verbos formados com radicais que não ter-
minam em S:
- Caracterizar
- Arborizar
- Economizar
Quando prefixos com –ez, –eza formam substantivos abstratos a partir de 
adjetivos:
- Polido = polidez Surdo =surdez - Rico = riqueza Leve= leveza Esperta = 
esperteza
Uso do E:
Nos verbos terminados em -UAR e -OAR:
- Continuar, pontuar, habituar: continue (e não continui), pontue, habitue.
- Magoar, entoar, abençoar: magoe (e não magoi), entoe, abençoe.
Quando se usar o prefixo ANTE (anterior, antes), como em antevéspera, 
antebraço e anteontem.
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28 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Uso do I:
Verbos terminados em -UIR:
- Diminuir, concluir, possuir: diminui, (e não diminue), conclui e possui.
Quando se usa o prefixo ANTI (contrário), como em antiácido, antiacadê-
mico e antibiótico.
Uso do G:
- Substantivos terminados em -agem, -igem e -ugem, como vagem, ferru-
gem, fuligem, mensagem e viagem. Não observa a regra o substantivo pajem.
- Em palavras terminadas em -ágio, égio, -ígio, ógio e úgio, como pedágio, 
régio, vestígio, relógio e refúgio.
Uso do J:
Na conjugação de verbos cujo infinitivo termine em -jar ou -jear.
- Manejar: manejo, manejas, maneja, manejamos, manejais, manejam.
Em palavras de origem tupi-guarani ou africana, como canjica, jiboia, jiló 
e pajé.
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29LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
04 ACENTUAÇÃO
A acentuação é um fenômeno que se manifesta tanto na língua falada 
quanto na escrita. No âmbito da fala, marcamos a acentuação das pala-
vras de forma automática, com uma sutil elevação de voz. Eventualmente, 
ocorrem dúvidas quanto à pronúncia que são na verdade dúvidas quanto à 
acentuação de determinada palavra, como nos exemplos: rubrica ou rúbrica, 
Nobel ou Nóbel. Na língua escrita, a acentuação das palavras decorre basica-
mente da necessidade de marcar aqueles vocábulos que, sem acento, pode-
riam ser lidos ou interpretados de outra forma.
A acentuação gráfica compreende o uso de quatro sinais: a) o agudo (‘), 
para marcar a tonicidade das vogais a (paráfrase, táxi, já), i (xícara, cível, aí) e 
u (cúpula, júri, miúdo); e a tonicidade das vogais abertas e (exército, série, fé) 
e o (incólume, dólar, só); b) o grave (`), exclusivamente para indicar a ocorrên-
cia de crase, i. é, a ocorrência da preposição a com o artigo feminino a ou os 
demonstrativos a, aquele(s), aquela(s), aquilo. c) o circunflexo (^), para marcar 
a tonicidade da vogal a nasal ou nasalada (lâmpada, câncer, espontâneo), e 
das vogais fechadas e (gênero, tênue, português) e o (trôpego, bônus, robô); 
d) e acessoriamente o til (~), para indicar a nasalidade (e em geral a simultâ-
nea tonicidade) em a e o (cristã, cristão, pães, cãibra; corações, põe(s), põem).
TONICIDADE
Proparoxítonos: 
Todas as palavras em que a antepenúltima sílaba é a mais forte são acen-
tuadas graficamente: câmara, estereótipo, falávamos, discutíamos, América, 
África.
Paroxítonos: 
As palavras em que a penúltima sílaba é a mais forte são acentuadas gra-
ficamente quando terminam em:
- i(s): júri(s), táxi(s), lápis, tênis; - us: bônus, vírus, Vênus; - ã(s), -ão(s): órfã, 
ímã, órfãs, órgão, órgãos, bênção, bênçãos; -om, -ons: rádom (ou radônio), 
iâmdom, nêutron, elétron, nêutrons; -um, -uns: fórum, álbum, fóruns, álbuns; 
-l: estável, estéril, difícil, cônsul, útil; -n: hífen, pólen, líquen; -r: açúcar, éter, 
mártir, fêmur; -x: látex, fênix, sílex, tórax; -ps: bíceps, fórceps.
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30 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Observações: 
a) a regra de acentuar paroxítonos terminados em i ou r não se aplica aos 
prefixos terminados nessas letras: anti-, semi-, hemi-, arqui-, super-, hiper-, 
alter-, inter-, etc. 
b) Atente para o fato de que a regra dos paroxítonos terminados em -en 
não se aplica ao plural dessas palavras nem a outras com a terminação -ens: 
liquens, hifens, itens, homens, nuvens, etc.
Oxítonos:
As palavras em que a sílaba mais forte é a última são acentuadas quando 
terminadas em:
-a(s): guaraná, atrás, (ele) será, (tu) serás, Amapá, Pará; -e(s): tevê, clichê, 
cortês, português, pajé, convés; -o(s): complô, robô, avô, avós, após, quipro-
quó(s); -em, -ens: armazém, armazéns, também, (ele) provém (eles) detêm.
Observação:
As palavras tônicas que possuem apenas uma sílaba (monossílabos) ter-
minadas em a, e e o seguem também esta regra: pá, pé pó, (tu) dás, três, mês, 
(ele) pôs, má, más; assim também os monossílabos verbais seguidos de pro-
nome: dá-la, tê-lo, pô-la, etc.
ENCONTROS VOCÁLICOS
Ditongos abertos tônicos: 
Os ditongos ei, eu, oi têm a primeira vogal acentuada graficamente quan-
do for aberta e estiver na sílaba tônica: papéis, réis, mausoléu, céus, corrói, 
heróis.
Ditongos ue e ui antecedidos por g ou q: 
Leva acento agudo o u quando tônico, e trema quando átono: apazigúe, ar-
gúi, argúem, averigúe, obliqúe, obliqúem, e arguir, delinquir, frequente, aguen-
tar, cinquenta.
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31LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Hiatos em i e u: 
I e u tônicos, finais de sílaba com ou sem s, e precedidos de vogal não 
tremada, levam acento agudo quando não forem seguidos de nh: ensaísta, 
saída, juízes, país, baú(s), saúde, reúne, amiúde (adv.), viúvo (mas: bainha, 
moinho).
CASOS ESPECIAIS
Acento grave:
É usado sobre a letra a, para indicar a ocorrência de crase (do grego krásis, 
mistura, fusão) da preposição a com o artigo ou demonstrativo feminino a, 
as ou com os demonstrativos aquele(s), aquela(s), aquilo: encaminhar a a 
Procuradoria > encaminhar à Procuradoria; devido a a gestão do Ministro > 
devido à gestão do Ministro; falar a a Secretária > falar à Secretária. Emprega-
se, ainda:
– para diferenciar a preposição a do artigo feminino singular a em locu-
ções como à caneta, à máquina;
– em locuções em que significa à moda, à maneira (de): sair à francesa, 
discurso à Rui Barbosa, etc.
Acento diferencial:
Marca a diferença entre homógrafos ou homófonos exclusivamente nos 
seguintes casos:
– têm (eles) para distingui-lo de tem (ele), e vêm (eles), distinto de vem 
(ele); (vale nos derivados: eles detêm, provêm, distinto de detém, provém 
(ele);
– pôde (pretérito perfeito) distinto de pode (presente);assunto. Como a própria Wikipedia define, Os termos wiki e 
WikiWiki são utilizados para identificar um tipo específico de coleção de do-
cumentos em hipertexto ou o software colaborativo usado para criá-lo. Este 
software colaborativo permite a edição colectiva dos documentos usando 
um sistema que não necessita que o conteúdo seja revisto antes da sua pu-
blicação.
Wikipedia: enciclopédia livre e gratuita, escrita por voluntários do mundo 
inteiro. Qualquer artigo pode ser copiado e modificado a qualquer momento, 
e qualquer leitor pode se tornar um colaborador.
Ainda de acordo com a Wikipedia, Wiki é uma coleção de muitas páginas 
interligadas e cada uma delas pode ser visitada e editada por qualquer pes-
soa. O que torna bastante prático, a reedição e futuras visitas. Você pode edi-
tar esta página, clicando no separador no início da página (ou no link do fim 
da página, dependendo do modelo que estiver usando).
Por exemplo, esta frase que agora está a ler foi acrescentada por alguém 
que a editou. Wiki é hoje em dia a forma mais democrática e simples de qual-
quer pessoa, mesmo sem conhecimentos técnicos, contribuir para os con-
teúdos de uma página Web.
Este sítio é um trabalho colaborativo na Web, em constante expansão e 
aprimoramento, com os leitores criando páginas acerca de seus interesses, 
comentando páginas antigas, propondo páginas novas etc. 
É de suma importância que as pessoas tenham total respeito por este tra-
balho, tendo em vista sua abrangência. Há várias ferramentas Wiki à nossa 
disposição. A Wikimedia, fundação que mantém o projeto Wikipédia, distribui 
a mesma versão aqui utilizada sob a licença GNU (open source).
Uma característica notável das ferramentas Wiki é a facilidade de edição e 
a possibilidade de criação de textos de forma coletiva e livre, assim como se 
faz na Wikipédia e em outros projetos que utilizam Wikis.
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325NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
13 SEGURANÇA DA 
INFORMAÇÃO
ELEMENTOS E PRINCÍPIOS
A segurança da informação trata de conceitos e recursos utilizados para 
combater as ameaças às informações digitais. Existe uma política de segu-
rança que deve ser adotada por todos os usuários da Internet, sempre obser-
vando alguns princípios e elementos.
Confidencialidade:
Garantia de que uma informação não será acessada por um terceiro não 
autorizado.
Integridade:
Garantia de que a informação não será alterada sem autorização. Entende-
se também que o sistema de segurança deve estar sempre em condições de 
uso por parte do interessado.
Disponibilidade:
Garantia de que o sistema de informações estará sempre disponível ao 
usuário, ou seja, dados essenciais ao funcionamento devem estar disponí-
veis o tempo todo.
Autenticidade:
O sistema deve conseguir conhecer e reconhecer a identidade dos usuá-
rios ou do sistema de informações com o qual vai se comunicar. Os usuários 
também devem podem reconhecer a identidade do sistema.
Utilização:
A utilização do sistema e das informações deve ser restringida às suas 
finalidades.
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326 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Confiabilidade:
A garantia de que o sistema funcionará e terá seu desempenho de acordo 
o esperado.
VÍRUS
Programa (ou parte dele) que necessita de um hospedeiro e que tem a 
capacidade de se copiar. 
Tem como finalidade infectar programas e arquivos através destas cópias 
e da execução dos arquivos infectados, o que faz com que o próprio vírus seja 
executado. 
O vírus pode ter controle total do computador. Pode entrar no computador 
através de arquivos anexados em emails, instalação de programas e aplicati-
vos de origem duvidosa, dispositivos como CD’s, DVD’s, Pendrives, etc.
Vírus de macro: 
Conjunto de comandos armazenados em alguns aplicativos que são pro-
gramados para executar tarefas de forma repetida. Para sua execução, o ar-
quivo que contém o vírus precisa ser aberto pelo usuário. São baseados em 
VBA (Visual Basic for Applications). São geralmente encontrados em arquivos 
do Office (como Word e Excel), mas também podem ser encontrados em ar-
quivos de outras extensões. 
Vírus Polimórficos:
Também conhecidos como vírus mutantes, têm a capacidade de alterar 
seu tipo a cada infecção, dificultando assim o seu combate. 
Vírus por email: 
Normalmente este tipo de vírus é ‘acoplado’ a um arquivo que é anexado 
junto ao email. Para que ocorra a infecção, é necessário que o usuário exe-
cute o arquivo ou que o programa de emails esteja configurado para efetuar 
a auto-execução. Isto feito, o programa de emails passa a enviar cópias de si 
mesmo para outros destinatários existentes na lista de contatos do usuário.
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327NOÇÕES DE INFORMÁTICAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
WORMS
Programa que utiliza a estrutura de rede para se propagar. Afeta a veloci-
dade desta estrutura, vez que ele se copia de computador para computador. 
Sendo assim, não precisa de hospedeiro nem ser executado pelo usuário, 
se propagando através de vulnerabilidades existentes. De forma geral, não 
causa o mesmo dano de um vírus. Entretanto, compromete o bom funciona-
mento de um sistema, pois consome muitos recursos. Pode inclusive lotar o 
disco rígido de algum computador pela grande quantidade de cópias de si 
mesmo que pode gerar.
PRAGAS VIRTUAIS
Cavalo de Tróia (Trojan Horse):
Talvez a mais conhecida praga, caracteriza-se por ser um programa apa-
rentemente inofensivo e que tem como finalidade a execução de funções 
normais, mas que concomitantemente pode executar ações maliciosas, tais 
como alteração e destruição de arquivos, roubo ou simples apagamento de 
dados e informações sigilosas. Difere-se de vírus e worms por não efetuar 
cópias de si mesmo.
Spyware:
Programa espião, que tem como finalidade monitorar e registrar dados de 
navegação do usuário, sem o conhecimento da vítima. Pode atuar através de 
keyloggers (capturadores de teclado) e screenloggers (capturadores de tela).
Adware:
Programa que faz anúncios de propaganda no local infectado. Exemplos: 
propagandas de cassino, pornografia, etc.
Hijackers:
Programas seqüestradores, que manipulam o navegador do usuário, im-
possibilitando que a vítima altere sua página inicial, tenha acesso a determi-
nados sites, ou ainda instalando barras de ferramentas e pop-ups (janelas 
que se abrem automaticamente) no navegador.
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328 NOÇÕES DE INFORMÁTICA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Rootkit:
Programa que se camufla no sistema, impossibilitando sua identificação. 
Trata-se de uma praga de técnicas avançadas, e por isso não usualmente 
cobrada. 
Phising:
Não se trata de um programa, e sim de uma técnica de fraude utilizada 
para ‘pescar’ a vítima e faze-la cair num golpe. Tem como característica pare-
cer uma pessoa ou empresa confiável e solicitar à vítima que informe dados 
pessoais e/ou bancários, através de formulários e páginas falsas, emails que 
parecem verdadeiros, etc.
APLICATIVOS PARA SEGURANÇA
Criptografia:
Processo através do qual as mensagens e dados são escritos de forma 
cifrada, ou seja, somente aqueles que tem acesso a um código podem de-
cifra-los. 
As chaves podem ser simétricas (senhas para criptografar e descripto-
grafar são as mesmas) e assimétricas (as senhas são diferentes).
Assinatura digital:
Código que possibilita a verificação da autenticidade das mensagens e 
dados recebidos. No Brasil, documentos assinados digitalmente tem valida-
de legal desde 2001.
Mecanismos de controle de acesso:
Senhas, digitais, Firewall (programa que filtra o tráfego de entrada e saída 
em uma rede, podendo ser configurado de acordo com a vontade do usuário. 
Basicamente, o que não é autorizado é bloqueado. Pode ser implementado 
em software– fôrma (substanti-
vo) distinto de forma (verbo formar); – vocábulos tônicos (abertos ́/fechados 
^) que têm homógrafos átonos:
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32 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Tônicos:
côa, côas (v. coar) pêro, Pêro póra(s) (surra); pôla(s) (broto vegetal) pólo(s) 
(eixo, jogo); pôlo(s) (filhote de gavião) pôr (verbo)
Átonos:
coa, coas (com a, com as) para (preposição) pela, pelas (por a(s) pelo, pe-
los (por o(s), pera (forma arcaica de para) pero (forma arcaica de mas) pola(s) 
(forma arcaica de por a(s)) polo(s) (forma arcaica de por o(s)) por (preposição) 
As palavras acima listadas compõem a relação completa das que recebem 
acento diferencial. Várias são arcaísmos em desuso.
Til:
Tem como função primeira a de indicar a nasalização das vogais a e o, 
mas eventualmente acumula também a função de marcar a tonicidade (chã, 
manhã, cristã, cãibra). 
Acrescente-se, por fim, que as regras para acentuação gráfica valem 
igualmente para nomes próprios (América, Brasília, Suécia, Pará, Chuí, 
Maceió, etc.) e para abreviaturas de palavras acentuadas (página – pág., pá-
ginas – págs., século – séc.).
A acentuação de palavras estrangeiras ainda não aportuguesadas segue 
as regras da língua a que pertencem: détente, habitué, vis-à-vis (francês).
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33LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
05 DOMÍNIO DOS MECANISMOS 
DE COESÃO TEXTUAL
Considerando que a coerência é a lógica entre as ideias expostas no texto, 
para que exista coerência é necessário que a ideia apresentada se relacione 
ao todo textual dentro de uma seqüência e progressão de idéias.
Para que as ideias estejam bem relacionadas, também é preciso que es-
tejam bem interligadas, bem “unidas” por meio de conectivos adequados, ou 
seja, com vocábulos que têm a finalidade de ligar palavras, locuções, ora-
ções e períodos. Dessa forma, as peças que interligam o texto, como prono-
mes, conjunções e preposições, promovendo o sentido entre as idéias são 
chamadas coesão textual. Assim, definiríamos coesão como a organização 
entre os elementos que articulam as idéias de um texto.
É preciso que o leitor compreenda o texto não como um simples 
agrupamento de frases justapostas, mas como um conjunto harmonioso em 
que há laços, interligações, relações entre suas partes.
A compreensão e a atribuição de sentidos relativos a um texto dependem 
da adequada interpretação de seus componentes. De acordo com o gênero 
textual, o leitor tem uma apreensão geral do assunto do texto.
Em relação aos textos narrativos, o leitor necessita identificar os elemen-
tos que compõem o texto – narrador, ponto de vista, personagens, enredo, 
tempo, espaço – e quais são as relações entre eles na construção da narra-
tiva.
A compreensão e a atribuição de sentidos relativos a um texto dependem 
da adequada interpretação de seus componentes, ou da coerência pela qual 
o texto é marcado. De acordo com o gênero textual, o leitor tem uma apreen-
são geral do tema, do assunto do texto e da sua tese. Essa apreensão leva a 
uma percepção da hierarquia entre as idéias: qual é a idéia principal? Quais 
são as idéias secundárias? Quais são os argumentos que reforçam uma 
tese? Quais são os exemplos confirmatórios? Qual a conclusão?
Em relação aos textos narrativos, pode ser requerido do aluno que ele 
identifique os elementos componentes – narrador, ponto de vista, persona-
gens, enredo, tempo, espaço – e quais são as relações entre eles na constru-
ção da narrativa.
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34 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
06 CONECTORES E OUTROS ELEMENTOS DE 
SEQUENCIAÇÃO TEXTUAL
SUBSTITUIÇÃO E REPETIÇÃO DE CONECTORES E DE OUTROS 
ELEMENTOS DE SEQUENCIAÇÃO TEXTUAL
As habilidades que podem ser avaliadas relacionam-se ao reconheci-
mento da função dos elementos que dão coesão ao texto. Dessa forma, eles 
poderão identificar quais palavras estão sendo substituídas e/ou repetidas 
para facilitar a continuidade do texto e a compreensão do sentido. Trata-se, 
portanto, do reconhecimento das relações estabelecidas entre as partes do 
texto. Exemplo:
A Ciência é Masculina?
Attico Chassot
O autor procura mostrar que a ciência não é feminina. Um dos maiores 
exemplos que se pode dar dessa situação é o prêmio Nobel, em que apenas 11 
mulheres de ciências foram laureadas em 202 anos de premiação. 
O livro apresenta duas hipóteses, uma histórica e outra biológica, para a 
possível superação do machismo em frase como a de Hipócrates (460-400 
a.C.) considerado o pai da medicina, que escreveu: “A língua é a última coisa 
que morre em uma mulher”.
(Revista GALILEU, Fevereiro de 2004 )
A expressão “dessa situação” refere-se ao fato de:
(A) a ciência não ser feminina.
(B) a premiação possuir 202 anos.
(C) a língua ser a última coisa que morre em uma mulher.
(D) o pai da medicina ser Hipócrates.
(E) o Prêmio Nobel foi concedido a 11 mulheres.
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35LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
07 ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO
A comunicação confunde-se com nossa própria vida, estamos a todo 
tempo nos comunicando, seja através da fala, da escrita, de gestos, de um 
sorriso e até mesmo através do manuseio de documentos, jornais e revistas. 
Em cada um desses atos que realizamos notamos a presença dos seguintes 
elementos:
Emissor ou remetente: é aquele que envia a mensagem (uma pessoa, 
uma empresa, uma emissora de televisão etc.)
Destinatário: é aquele a quem a mensagem é endereçada (um indivíduo 
ou um grupo).
Mensagem: é o conteúdo das informações transmitidas.
Canal de comunicação: é o meio pelo qual a mensagem será transmiti-
da (carta, palestra, jornal televisivo)
Código: é o conjunto de signos e de regras de combinação desses signos 
utilizado para elaborar a mensagem; o emissor codifica aquilo que o receptor 
irá descodificar.
Contexto: é o objeto ou a situação a que a mensagem se refere.
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36 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
08 VERBOS
Os verbos são palavras que indicam ação, fenômeno da natureza ou es-
tado.
São as seguintes as flexões dos verbos: pessoa, número, tempo, modo e 
voz.
Os verbos podem ser de três conjugações, dependendo de sua termina-
ção:
 • 1ª conjugação: -AR (cantar, furar, jogar)
 • 2ª conjugação: -ER (bater, prometer, reter)
 • 3ª conjugação: -IR (sorrir, partir, demitir)
Atenção: o verbo PÔR e seus derivados incluem-se na segun-
da conjugação verbal. Isso ocorre porque esses verbos deri-
vam da forma latina POER.
Podem-se classificar os verbos em:
1. Verbos regulares: seguem um padrão de conjugação, sem que se 
alterem seu radical ou suas terminações.
2. Verbos irregulares: sofrem variações no radical ou nas termina-
ções quando são conjugados, afastando-se do padrão de conjugação.
3. Verbos defectivos: verbos que não possuem a conjugação com-
pleta.
São exemplos de verbos defectivos: abolir, adequar, colorir, demolir, explo-
dir, falir etc. O verbo adequar, por exemplo, não possui a 1ª pessoa do singular 
(eu “adéquo”) e, consequentemente, os tempos que dela derivam). O verbo 
falir, por sua vez, no presente do indicativo, possui somente as pessoas nós 
e vós (falimos e falis). 
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37LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
4. Verbos abundantes: apresentam mais de uma forma de alguma 
de suas flexões. Na maioria das vezes, o verbo abundante apresenta 
variação no particípio. Exemplos:
Verbo Particípio regular 
(-ADO/-IDO)
Particípio irregular
Aceitar Aceitado Aceito
Anexar Anexado Anexo
Dispersar Dispersado Disperso 
Eleger Elegido Eleito
Expulsar Expulsado Expulso
Imprimir ImprimidoImpresso
Matar Matado Morto
• Deve-se usar o particípio regular nas construções de voz ativa (verbos 
auxiliares: TER/HAVER): Quando fui conferir, ele já havia imprimido o docu-
mento.
• Deve-se usar o particípio irregular nas construções de voz passiva (ver-
bos auxiliares: SER/ESTAR): Quando fui conferir, o documento já estava im-
presso.
TEMPOS E MODOS VERBAIS
Existem três modos verbais:
• Modo indicativo: exprime uma declaração, um fato certo.
• Modo subjuntivo: exprime uma hipótese, uma dúvida, uma possibilidade.
• Modo imperativo: exprime um pedido, uma ordem, uma sugestão.
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38 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Existem, também, três formas nominais do verbo:
• Infinitivo (AR/ER (OR)/IR): andar, varrer, sumir.
• Gerúndio (NDO): andando, varrendo, sumindo.
• Particípios (ADO/IDO): andado, varrido, sumido.
Na conjugação verbal, todos os tempos derivam do presente do indicati-
vo, do pretérito perfeito do indicativo e do infinitivo. 
Regras de conjugação verbal:
Para aprender as regras de conjugação verbal, usaremos os seguintes 
verbos regulares: cantar, bater e partir.
1. Tempos derivados do presente do indicativo:
Derivam do presente do indicativo: presente do subjuntivo, imperativo afir-
mativo e imperativo negativo.
As desinências verbais do presente do indicativo são as seguintes:
 
1ª conjugação 2ª e 3ª conjuga-
ções
Desinência modo-
temporal
NÃO POSSUI NÃO POSSUI
Singular Plural
1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª
Desinências núme-
ro-pessoais
O S - MOS IS M
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39LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Presente do indicativo:
CANTAR BATER PARTIR
Eu canto Eu bato Eu parto
Tu cantas Tu bates Tu partes
Ele canta Ele bate Ele parte
Nós cantamos Nós batemos Nós partimos
Vós cantais Vós bateis Vós partis
Eles cantam Eles batem Eles partem
a. Formação do presente do subjuntivo:
Deriva da 1ª pessoa do singular do presente do indicativo com a supressão 
da desinência número pessoal. Veja:
Passo 01: 1ª pessoa - “o” (cant-, bat-, part-), para formar a base.
Passo 02:
• Verbos de 1ª conjugação: base + E
• Verbos de 2ª e 3ª conjugação: base + A
Passo 03: acrescentar as desinências modo-temporais do presente do 
subjuntivo. As desinências do presente do subjuntivo são as seguintes:
1ª conjugação 2ª e 3ª conjuga-
ções
Desinência modo-
temporal
E A
Singular Plural
1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª
Desinências núme-
ro-pessoais
S - MOS IS M M
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40 LÍNGUA PORTUGUESA POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Conjugação:
QUE
CANTAR BATER PARTIR
Eu cante Eu bata Eu parta
Tu cantes Tu batas Tu partas
Ele cante Ele bata Ele parta
Nós cante-
mos
Nós batamos Nós parta-
mos
Vós canteis Vós batais Vós partais
Eles cantam Eles batam Eles partam 
b. Formação do imperativo negativo: o imperativo negativo é idêntico do 
presente do subjuntivo precedido da palavra não. 
Percebe-se que ele deriva indiretamente do presente do indicativo. 
O imperativo não apresenta a 1ª pessoa do singular e, ao conjugá-lo, a 3ª 
pessoa do singular e a do plural (ele/eles) devem ser convertidas em você e 
vocês.
CANTAR BATER PARTIR
- - -
Não cantes tu Não batas tu Não partas tu
Não cante você Não bata você Não parta você
Não cantemos nós Não batamos nós Não partamos nós
Não canteis vós Não batais vós Não partais vós
Não cantem vocês Não batam vocês Não partam vocês
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41LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
c. Formação do imperativo afirmativo: 2ª pessoa do singular e 2ª pessoa 
do plural derivam diretamente do presente do indicativo, devendo der excluí-
da a letra S; as demais pessoas são idênticas ao presente do subjuntivo. 
Presente do indica-
tivo
Imperativo afirma-
tivo
Presente do sub-
juntivo
Eu canto - Que eu cante
Tu cantas Canta tu Que tu cantes
Ele canta Cante você Que ele cante
Nós cantamos Cantemos nós Que nós cantemos
Vós cantais Cantai vós Que vós canteis
Eles cantam Catem vocês Que eles cantem
Bater: bate tu, bata você, batamos nós, batei vós, batam vocês.
Partir: parte tu, parta você, partamos nós, parti vós, partam vocês.
Atenção para o verbo ser: sê tu (não use seja), seja você, seja-
mos nós, sede vós (não use sejais), sejam vocês.
2. Tempos derivados do pretérito perfeito do indicativo
Derivam do pretérito perfeito do indicativo: pretérito mais-que-perfeito do 
indicativo, futuro do subjuntivo e pretérito imperfeito do subjuntivo. As desi-
nências verbais do pretérito perfeito do indicativo são:
1ª conjugação 2ª e 3ª conjuga-
ções
Desinência modo-
temporal
NÃO POSSUI NÃO POSSUI
Singular Plural
1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª
Desinências núme-
ro-pessoais
I STE - MOS STES RAM
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Conjugação:
CANTAR BATER PARTIR
Eu cantei Eu bati Eu parti
Tu cantaste Tu bateste Tu partiste
Ele cantou Ele bateu Ele partiu
Nós cantamos Nós batemos Nós partimos
Vós cantastes Vós batestes Vós partis
Eles cantaram Eles bateram Eles partiram 
ATENÇÃO: a base utilizada para formar os tempos derivados 
do pretérito perfeito do indicativo é a 3ª pessoa do plural (eles) 
menos a terminação RAM (canta-, bate-, parti-).
a. Formação do pretérito mais-que-perfeito do indicativo:
Passo 01: obtenha a base (3ª plural -RAM).
Passo 02: acrescente a desinência RA (RE para a 2ª do plural - vós).
As desinências do pretérito mais-que-perfeito são as seguintes:
1ª conjugação 2ª e 3ª conjuga-
ções
Desinência modo-
temporal
RA/RE com pro-
núncia átona
RA/RE com pro-
núncia átona
Singular Plural
1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª
Desinências núme-
ro-pessoais
- S - MOS IS M
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Conjugação:
CANTAR BATER PARTIR
Eu cantara Eu batera Eu partira
Tu cantaras Tu bateras Tu partiras
Ele cantara Ele batera Ele partira
Nós cantáramos Nós batêramos Nós partíramos
Vós cantáreis Vós batêreis Vós partíreis
Eles cantaram Eles bateram Eles partiram
b. Formação do futuro do subjuntivo: acrescenta-se a desinência modo-
temporal R à base. Desinências do futuro do subjuntivo:
1ª conjugação 2ª e 3ª conjugações
Desinência modo-
temporal
R R
Singular Plural
1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª
Desinências núme-
ro-pessoais
- ES - MOS DES EM
Conjugação:
QUANDO
CANTAR BATER PARTIR
Eu cantar Eu bater Eu partir
Tu cantares Tu bateres Tu partires
Ele cantar Ele bater Ele partir
Nós cantar-
mos
Nós batermos Nós partirmos
Vós cantardes Vós baterdes Vós partirdes
Eles cantarem Eles baterem Eles partirem
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c. Formação do pretérito imperfeito do subjuntivo: acrescenta-se a desi-
nência modo-temporal SSE à base.
Desinências do pretérito imperfeito do subjuntivo:
1ª conjugação 2ª e 3ª conjuga-
ções
Desinência modo-
temporal
SSE SSE
Singular Plural
1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª
Desinências núme-
ro-pessoais
- S - MOS IS M
Conjugação:
SE
CANTAR BATER PARTIR
Eu cantasse Eu batesse Eu partisse
Tu cantasses Tu batesses Tu partisses
Ele cantasse Ele batesse Ele partisse
Nós cantás-
semos
Nós batêsse-
mos
Nós partísse-
mos
Vós cantás-
seis
Vós batêsseis Vós partísseis
Eles cantas-
sem
Eles bates-
sem
Eles partis-
sem
3. Tempos derivados do infinitivo:
Derivam do infinitivo o futuro do presente do indicativo, o futuro do pretéri-
to do indicativo e o pretérito imperfeito do indicativo.
a. Formação do futuro do presente do indicativo: acrescentam-se ao infi-
nitivo as desinências ei, ás, á, emos, eis, ão.
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Conjugação:
CANTAR BATER PARTIR
Eu cantarei Eu baterei Eu partirei
Tu cantarás Tu baterás Tu partirás
Ele cantará Ele baterá Ele partirá
Nós cantaremos Nós bateremos Nós partiremos
Vós cantareis Vós batereis Vós partireis
Eles cantarão Eles baterão Eles partirão
b. Formação do futuro do pretérito do indicativo: acrescentam-se ao infini-
tivo as terminações ia, ias, ia, íamos, íeis, iam.
Conjugação:
CANTAR BATER PARTIR
Eu cantaria Eu bateria Eu partiria
Tu cantarias Tu baterias Tu partirias
Ele cantaria Ele bateria Ele partiria
Nós cantaríamos Nós bateríamos Nós partiríamos
Vós cantaríeis Vós bateríeis Vós partiríeis
Eles cantariam Eles bateriam Eles partiriam
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d. Formação do pretérito imperfeito do indicativo: deve-se obter a base da 
conjugação desse tempo retirando-se o R do infinitivo e acrescentando-se 
as desinências conforme quadro abaixo:
1ª conjugação 2ª e 3ª conjuga-
ções
Desinência modo-
temporal
VA/VE (vós) IA/IE (vós)
Singular Plural
1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª
Desinências núme-
ro-pessoais
- S - MOS IS M
Conjugação:
CANTAR BATER PARTIR
Eu cantava Eu batia Eu partia
Tu cantavas Tu batias Tu partias
Ele cantava Ele batia Ele partia
Nós cantávamos Nós batíamos Nós partíamos
Vós cantáveis Vós batíeis Vós partíeis
Eles cantavam Eles batiam Eles partiam
 
ATENÇÃO: nos verbos pôr, ter, vir e derivados, utilize NHA/NHE 
(vós): eu punha, tu punhas, ele punha, nós púnhamos, vós pú-
nheis, eles punham.
Infinitivo Pessoal:
Trata-se do infinitivo que possui sujeito.
Cantar: eu cantar, tu cantares, ele cantar, nós cantarmos, vós cantardes, 
eles cantarem.
Bater: eu bater, tu bateres, ele bater, nós batermos, vós baterdes, eles ba-
terem.
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Partir: eu partir, tu partires, ele partir, nós partirmos, vós partirdes, eles par-
tirem.
Tempos Compostos:
Formam-se os tempos compostos com um verbo auxiliar (TER/HAVER) + 
verbo principal no particípio. 
Os tempos compostos são os seguintes:
Tempos compostos do indicativo:
Pretérito perfeito 
composto 
Presente do indica-
tivo + particípio
Tenho cantado
Tens cantado
Tem cantado
Temos cantado
Tendes cantado
Têm cantado
Pretérito mais-que
-perfeito composto
Pretérito imperfeito 
do indicativo + par-
ticípio
Tinha cantado
Tinhas cantado
Tinha cantado
Tínhamos cantado
Tínheis cantado
Tinham cantado
Futuro do presente 
composto
Futuro do presente 
+ particípio
Terei cantado
Terás cantado
Teremos cantado
Terão cantado
Tereis cantado
Terão cantado
Futuro do pretérito 
composto
Futuro do pretérito 
do indicativo + par-
ticípio
Teria cantado
Terias cantado
Teria cantado
Teríamos cantado
Teríeis cantado
Teríamos cantado
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Tempos compostos do subjuntivo:
Pretérito perfeito 
composto
Presente do sub-
juntivo + particípio
Tenha cantado
Tenhas cantado
Tenha cantado
Tenhamos cantado
Tenhais cantado
Tenham cantado
Pretérito-mais-que
-perfeito composto 
Imperfeito do sub-
juntivo + particípio
Tivesse cantado
Tivesses cantado
Tivesse cantado
Tivéssemos canta-
do
Tivésseis cantado
Tivessem cantado
Futuro do presente 
composto
Futuro do subjunti-
vo + particípio
Tiver cantado
Tiveres cantado
Tiver cantado
Tivermos cantado
Tiverdes cantado
Tiverem cantado
Lembre-se de que os paradigmas acima são respeitados somente por 
verbos regulares. 
Os verbos irregulares, em sua conjugação, trazem variações em sua con-
jugação, seja no radical, seja nas desinências. 
Isso pode ser percebido em verbos como medir, fazer, caber, por exemplo. 
(eu meço; eles fizeram; eu caibo, ele coube).
Existem também os verbos chamados anômalos. Trata-se daqueles que 
possuem mais de um radical em sua conjugação. são os verbos ser e ir.
No presente do indicativo já é possível perceber a anomalia do verbo ser: 
eu sou, tu és, ele é, nós somos, vós sois, eles são. 
O pretérito perfeito do indicativo ainda traz um radical diferente: eu fui, tu 
foste, ele foi, nós fomos, vós fostes, eles foram.
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Vozes Verbais:
As vozes verbais são: ativa, passiva e reflexiva.
1. Voz ativa: verbo tem sujeito agente (que pratica a ação expressa pelo 
verbo):
O candidato estudou apenas metade do conteúdo.
A maioria das pessoas compra coisas inúteis.
2. Voz passiva: verbo tem sujeito paciente (que sofre a ação expressa pelo 
verbo):
Apenas metade do conteúdo foi estudada pelo candidato.
Coisas inúteis são compradas pela maioria das pessoas.
Existem dois tipos de voz passiva: analítica e sintética. 
• Voz passiva analítica: verbo auxiliar (quase sempre SER/ESTAR) + par-
ticípio (concordando em gênero e número com o sujeito paciente).
o Todos os anos, o café era colhido por aqueles quinze homens
o O desenvolvimento do Brasil é ameaçado por problemas antigos.
o No dia dos namorados, a praça será decorada.
Nos dois primeiros exemplos, o termo sublinhado é o agente da passi-
va, que representa quem pratica a ação expressa pelo verbo na voz passiva. 
Trata-se de um termo não obrigatório. Logo, como se pode notar pelo terceiro 
exemplo, nem sempre haverá agente da passiva.
• Voz passiva sintética: verbo + SE (na função de partícula apassivado-
ra).
o Fizeram-se alterações importantes no cronograma.
o Inaugurar-se-á um novo shopping na capital.
Transposição da voz ativa para a voz passiva analítica
Para fazer a adequada transposição da voz ativa para a passiva analítica, 
devem-se seguir os seguintes passos:
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1. Converter o OBJETO DIRETO da oração na voz ativa em SUJEITO da 
oração na voz ativa;
2. Converter o SUJEITO da voz ativa (se houver) em AGENTE DA PASSIVA;
3. Passar o verbo da voz ativa para o PARTICÍPIO (lembre-se de fazer os 
ajustes de concordância, caso seja necessário);
4. Flexionar o verbo auxiliar (SER/ESTAR) no mesmo tempo e no mes-
mo em que estiver flexionado o verbo da voz ativa (oração original), 
concordando com o novo sujeito;
5. Outros termos, como adjunto adverbial e objeto indireto, não sofrem 
alteração.
Exemplos:
Voz ativa: Amanhã ela comprará tudo.
Sujeito: ela; objeto direto: tudo; tempo verbal de comprará: futuro do pre-
sente; modo verbal: indicativo; adjunto adverbial: amanhã (não sofre altera-
ção).
Voz passiva: Amanhã tudo será comprado por ela.
Note que tudo se tornou sujeito paciente da oração; por ela é agente da 
passiva; o verbo será, auxiliar, está conjugado no futuro do presente do indi-
cativo, como o verbo comprará; comprado está no particípio, no masculino e 
no singular para concordar com o novo sujeito, tudo.
Voz ativa: A chuva causou prejuízos.
Sujeito: a chuva; tempo e modo verbais: pretérito perfeito do indicativo; 
objeto direto: prejuízos.
Voz passiva: Prejuízos foram causados pela chuva.
Prejuízos passou a ser sujeito paciente; pela chuva tornou-se agente da 
passiva; o verbo auxiliar (foram) está conjugado no pretérito perfeito do indi-
cativo, como o verbo causou, mas está na 3ª pessoa do plural para concordar 
com seu novo sujeito (prejuízos); o verbo principal, causados, também está 
na 3ª do plural e no masculino para concordar com prejuízos.
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Transposição da voz ativa para a voz passiva sintética:
Para construir a voz passiva sintética, usamos o SE na função de partícula 
apassivadora (ou pronome apassivador).Voz ativa: Os alunos estudaram todas as matérias.
Ao se transpor essa frase para a voz passiva sintética, não haverá agente 
da passiva. Nem sempre é possível, na voz passiva sintética, determinar o 
agente.
Voz passiva: Estudaram-se todas as matérias.
Para se fazer a transposição da voz ativa para a voz passiva sintética, bas-
ta inserir o SE (partícula apassivadora) na oração e fazer os ajustes de con-
cordância, caso sejam necessários.
Voz ativa: Vendem casa. (sujeito indeterminado - verbo na 3ª do plural)
Voz passiva: Vende-se casa. (sujeito paciente [casa] - verbo na 3ª do sin-
gular concordando com o sujeito).
ATENÇÃO: somente verbos transitivos diretos e verbos transi-
tivos diretos e indiretos (VTD e VTDI) podem ser usados na voz 
passiva.
3. Voz reflexiva: o sujeito, simultaneamente, pratica e sofre a ação expressa 
pelo verbo. A voz reflexiva é marcada pelo uso de sujeito e objeto (pronome 
oblíquo) de mesma pessoa e número. 
• Eu olhei-me bem no espelho durante alguns minutos.
• Maria se cortou ao descascar a laranja.
A voz reflexiva pode, também, trazer a ideia de reciprocidade. Isso ocorre 
quando o sujeito é plural e, pelo significado da frase, pode-se entender que 
um elemento praticou a ação sobre o outro.
• Os manifestantes se agrediram durante o evento.
• As amigas, no momento da despedida, abraçaram-se.
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09 PROBLEMAS DE CONSTRUÇÃO DE FRASES
A clareza e a concisão na forma escrita são alcançadas principalmente 
pela construção adequada da frase.
A função essencial da frase é desempenhada pelo predicado, que para 
Adriano da Gama Kury pode ser entendido como “a enunciação pura de um 
fato qualquer”. Sempre que a frase possuir pelo menos um verbo, recebe o 
nome de período, que terá tantas orações quantos forem os verbos não auxi-
liares que o constituem.
Outra função relevante é a do sujeito – mas não indispensável, pois há 
orações sem sujeito, ditas impessoais –, de quem se diz algo, cujo núcleo é 
sempre um substantivo. 
Sempre que o verbo o exigir, teremos nas orações substantivos (nomes 
ou pronomes) que desempenham a função de complementos (objetos direto 
e indireto, predicativo e complemento adverbial). 
Função acessória desempenham os adjuntos adverbiais, que vêm geral-
mente ao final da oração, mas que podem ser ou intercalados aos elementos 
que desempenham as outras funções, ou deslocados para o início da oração.
Temos, assim, a seguinte ordem de colocação dos elementos que com-
põem uma oração (os parênteses indicam os elementos que podem não 
ocorrer):
(sujeito) - verbo - (complementos) - (adjunto adverbial).
Podem ser identificados seis padrões básicos para as orações 
pessoais na língua portuguesa (a função que vem entre parênteses é 
facultativa e pode ocorrer em ordem diversa):
1. Sujeito - verbo intransitivo - (Adjunto Adverbial). O Presidente - regressou 
- (ontem).
2. Sujeito - verbo transitivo direto - objeto direto - (adjunto adverbial). O 
Chefe da Divisão - assinou - o termo de posse - (na manhã de terça-feira).
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53LÍNGUA PORTUGUESAPOLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
3. Sujeito - verbo transitivo indireto - objeto indireto - (adjunto adverbial). O 
Brasil - precisa - de gente honesta - (em todos os setores).
4. Sujeito - verbo transitivo direto e indireto - obj. direto - obj. indireto - (adj. 
Adv.). Os desempregados - entregaram - suas reivindicações - ao Deputado 
- (no Congresso).
5. Sujeito - verbo transitivo indireto - complemento adverbial - (adjunto ad-
verbial). A reunião do Grupo de Trabalho - ocorrerá - em Buenos Aires - (na 
próxima semana). O Presidente - voltou - da Europa - (na sexta-feira)
6. Sujeito - verbo de ligação - predicativo - (adjunto adverbial). O problema 
- será - resolvido - prontamente.
Esses seriam os padrões básicos para as orações, ou seja as frases que 
possuem apenas um verbo conjugado. 
Na construção de períodos, as várias funções podem ocorrer em ordem 
inversa à mencionada, misturando-se e confundindo-se.
Não interessa aqui análise exaustiva de todos 
os padrões existentes na língua portuguesa. 
O que importa é fixar a ordem normal dos 
elementos nesses seis padrões básicos. 
Acrescente-se que períodos mais 
complexos, compostos por duas ou mais 
orações, em geral podem ser reduzidos aos 
padrões básicos (de que derivam).
Os problemas mais frequentemente encontrados na construção de fra-
ses dizem respeito à má pontuação, à ambiguidade da ideia expressa, à ela-
boração de falsos paralelismos, erros de comparação, etc. 
Decorrem, em geral, do desconhecimento da ordem das palavras na fra-
se. Indicam-se, a seguir, alguns desses defeitos mais comuns e recorrentes 
na construção de frases, registrados em documentos oficiais.
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SUJEITO
Como dito, o sujeito é o ser de quem se fala ou que executa a ação enun-
ciada na oração. Ele pode ter complemento, mas não ser complemento. 
Devem ser evitadas, portanto, construções como:
Errado: É tempo do Congresso votar a emenda. Certo: É tempo de o 
Congresso votar a emenda.
Errado: Apesar das relações entre os países estarem cortadas, (...). Certo: 
Apesar de as relações entre os países estarem cortadas, (...).
Errado: Não vejo mal no Governo proceder assim. Certo: Não vejo mal em 
o Governo proceder assim.
Errado: Antes destes requisitos serem cumpridos, (...). Certo: Antes de es-
tes requisitos serem cumpridos, (...).
Errado: Apesar da Assessoria ter informado em tempo, (...). Certo: Apesar 
de a Assessoria ter informado em tempo, (...).
FRASES FRAGMENTADAS
A fragmentação de frases consiste em pontuar uma oração subordina-
da ou uma simples locução como se fosse uma frase completa. Decorre da 
pontuação errada de uma frase simples. Embora seja usada como recurso 
estilístico na literatura, a fragmentação de frases devem ser evitada nos tex-
tos oficiais, pois muitas vezes dificulta a compreensão. Ex.:
Errado: O programa recebeu a aprovação do Congresso Nacional. Depois 
de ser longamente debatido. Certo: O programa recebeu a aprovação do 
Congresso Nacional, depois de ser longamente debatido. Certo: Depois de 
ser longamente debatido, o programa recebeu a aprovação do Congresso 
Nacional.
Errado: O projeto de Convenção foi oportunamente submetido ao 
Presidente da República, que o aprovou. Consultadas as áreas envolvidas na 
elaboração do texto legal.
Certo: O projeto de Convenção foi oportunamente submetido ao Presidente 
da República, que o aprovou, consultadas as áreas envolvidas na elaboração 
do texto legal.
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ERROS DE PARALELISMO
Uma das convenções estabelecidas na linguagem escrita consiste em 
apresentar ideias similares numa forma gramatical idêntica, o que se chama 
de paralelismo. Assim, incorre-se em erro ao conferir forma não paralela a 
elementos paralelos. 
Vejamos alguns exemplos:
Errado: Pelo aviso circular recomendou-se aos Ministérios economizar 
energia e que elaborassem planos de redução de despesas.
Nesta frase temos, nas duas orações subordinadas que completam o 
sentido da principal, duas estruturas diferentes para ideias equivalentes: a 
primeira oração (economizar energia) é reduzida de infinitivo, enquanto a se-
gunda (que elaborassem planos de redução de despesas) é uma oração de-
senvolvida introduzida pela conjunção integrante que. 
Há mais de uma possibilidade de escrevê-la com clareza e correção; uma 
seria a de apresentar as duas orações subordinadas como desenvolvidas, 
introduzidas pela conjunção integrante que:
Certo: Pelo aviso circular, recomendou-se aos Ministérios que econo-
mizassem energia e (que) elaborassem

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