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ESTUDOS DISCIPLINARES XII - AVALIAÇÃO

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Questões resolvidas

Leia o texto a seguir: Autoridades pedem que americanos parem de lavar e reutilizar camisinhas. Camisinhas são feitas para serem usadas uma única vez, mas muita gente, pelo visto, não sabe disso. Uma das principais agências de saúde pública do mundo, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês), nos Estados Unidos, recentemente viu a necessidade de emitir um alerta à população. “Estamos falando porque as pessoas fazem isso: não lavem nem reusem #camisinhas. Use uma nova a cada ato #sexual”, publicou a agência, ligada ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo em sua conta no Twitter. “Enquanto algumas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) podem ser curadas com antibióticos, se não são diagnosticadas e tratadas, podem trazer sérias consequências à saúde, como: infertilidade, gravidez ectópica (gravidez anormal, que ocorre fora do útero), morte do feto e risco aumentado de transmissão de HIV”, diz o site do CDC. Uma revisão de estudos científicos, publicada em 2012, identificou 14 erros comuns no uso de camisinha. O reuso do preservativo em um mesmo ato sexual foi identificado em quatro estudos diferentes. De 1,4% a 3,3% dos participantes relatou já ter feito isso. Reutilizar uma camisinha aumenta as chances de que ela se rompa. E lavá-la com água e sabão não adianta para livrá-la, totalmente, de vírus, bactérias ou esperma. Entre outras falhas frequentes, estão colocar o preservativo no meio do ato sexual ou tirá-lo antes de acabar e não desenrolar a camisinha por completo. Ou não apertar a ponta para tirar o ar que pode ficar preso ali, não checar para ver se o preservativo está danificado de alguma forma ou, ainda, colocá-lo do lado errado, retirá-lo, virá-lo e usar o mesmo preservativo, em seguida. O uso correto e constante de preservativos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), reduz em 80%, ou mais, o risco de uma pessoa pegar DSTs, HIV e hepatite viral. O CDC recorda, ainda, que este método protege de outras doenças que também podem ser transmitidas dessa forma, como zika e ebola. A camisinha também é 98% eficaz na prevenção de gravidez quando usada corretamente, mas esse índice pode cair para 85% em situações cotidianas, com o seu manuseio equivocado.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir;
I. O reúso de preservativos, de acordo com as pesquisas, é uma prática que implica riscos, como a maior probabilidade de que a camisinha se rompa;
II. Segundo o texto, 98% das mulheres que engravidam não usam preservativo;
III. Conforme as pesquisas, 80% das pessoas que não usam preservativo são contaminadas com os vírus e as bactérias.

Leia a reportagem a seguir, publicada na edição nº 428 da revista Saúde é Vital. O elo entre o zika vírus e a microcefalia. Um dos dramas mais recentes na saúde brasileira foi o aparecimento do zika vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue. No Nordeste do país, o ataque do vírus se fez sentir de uma maneira ainda mais trágica: ao infectar as gestantes, o vírus induzia a malformação do sistema nervoso do feto, provocando a chamada microcefalia. Figura central no estabelecimento dessa associação foi a epidemiologista Celina Turchi, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ela capitaneou o estudo de caso, inédito no planeta, que confirmou as suspeitas de que o zika, e não outros fatores, era responsável por alterações fisiológicas e estruturais no sistema nervoso dos bebês em desenvolvimento. Estava batido o martelo: o vírus era o causador dos casos de microcefalia.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
I. A pesquisa da Fiocruz foi realizada com 32 crianças com microcefalia e 64 crianças sem microcefalia, ou seja, 50% das crianças estudadas eram portadoras da doença;
II. De acordo com os estudos liderados por Celina Turchi, o vírus zika, disseminado, principalmente, pela picada do mosquito Aedes aegypti, é o causador dos casos de microcefalia, e essa doença é da mesma família da dengue e da febre amarela;
III. Pela reportagem, estima-se que mais de 20% dos casos de infecção por zika no mundo ocorreram no Brasil.

Leia o texto, publicado pela Folha de S.Paulo, em 14 de setembro de 2018, e veja o gráfico a seguir: IDH do Brasil estagna, e país fica na 79ª posição no ranking da ONU. Aumento na renda fez índice subir 0,001 ponto e chegar a 0,759. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil subiu 0,001 ponto, em 2017, na comparação com 2016, chegando a 0,759 em uma escala que varia de 0 a 1 – quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), um incremento de 0,14% na renda média per capita do brasileiro garantiu que o país continuasse avançando, mesmo timidamente, no desenvolvimento humano, em 2017, apesar das desigualdades no acesso da população à saúde, à educação e às perspectivas econômicas, ainda, persistirem. O novo índice manteve o Brasil na 79ª posição no ranking que inclui 189 países. Na América Latina, o país ocupa o 5º lugar, perdendo para Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
I. Segundo o gráfico, a maior taxa de crescimento anual do IDH do Brasil ocorreu de 2013 para 2014, quando o país atingiu o seu máximo valor desse índice, igual a 0,754;
II. De acordo com o texto, a posição do Brasil é mais, negativamente, afetada pelo IDH ajustado à desigualdade de renda, saúde e educação do que a posição da Venezuela;
III. Em termos de médias mundiais, conforme dito no texto, desde 1990, houve um aumento no IDH global, uma elevação na expectativa de vida das pessoas ao nascer e um acréscimo no número de matrículas de crianças no Ensino Primário, o que contradiz a ideia de haver diferenças na distribuição de renda, e no acesso à saúde e à educação.

Veja o quadrinho e leia o texto a seguir: O número de brasileiros em situação de extrema pobreza aumentou 11,2% de 2016 para 2017, aponta um levantamento realizado a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do IBGE. De acordo com o estudo, ao todo, 14,83 milhões de pessoas viviam com, até, 136 reais mensais, em 2017, linha de corte adotada pelo Banco Mundial para os países de desenvolvimento médio a alto e seguida pelos pesquisadores. Tais dados contrastam com os indicadores macroeconômicos. Após dois anos de retração, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 1%, em 2017, enquanto a inflação oficial fechou o ano em 2,95%, a menor taxa desde 1998.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
I. No último quadrinho, a ideia proposta pela personagem Susanita consegue, apenas, solucionar o mal-estar que a pobreza provoca em pessoas que a veem, mas não resolve a questão social;
II. O texto 2 aponta que, se houver um crescimento do PIB acima da inflação, a pobreza será erradicada;
III. De acordo com o texto 2, a pobreza atinge 11,2% da população.

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Questões resolvidas

Leia o texto a seguir: Autoridades pedem que americanos parem de lavar e reutilizar camisinhas. Camisinhas são feitas para serem usadas uma única vez, mas muita gente, pelo visto, não sabe disso. Uma das principais agências de saúde pública do mundo, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês), nos Estados Unidos, recentemente viu a necessidade de emitir um alerta à população. “Estamos falando porque as pessoas fazem isso: não lavem nem reusem #camisinhas. Use uma nova a cada ato #sexual”, publicou a agência, ligada ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo em sua conta no Twitter. “Enquanto algumas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) podem ser curadas com antibióticos, se não são diagnosticadas e tratadas, podem trazer sérias consequências à saúde, como: infertilidade, gravidez ectópica (gravidez anormal, que ocorre fora do útero), morte do feto e risco aumentado de transmissão de HIV”, diz o site do CDC. Uma revisão de estudos científicos, publicada em 2012, identificou 14 erros comuns no uso de camisinha. O reuso do preservativo em um mesmo ato sexual foi identificado em quatro estudos diferentes. De 1,4% a 3,3% dos participantes relatou já ter feito isso. Reutilizar uma camisinha aumenta as chances de que ela se rompa. E lavá-la com água e sabão não adianta para livrá-la, totalmente, de vírus, bactérias ou esperma. Entre outras falhas frequentes, estão colocar o preservativo no meio do ato sexual ou tirá-lo antes de acabar e não desenrolar a camisinha por completo. Ou não apertar a ponta para tirar o ar que pode ficar preso ali, não checar para ver se o preservativo está danificado de alguma forma ou, ainda, colocá-lo do lado errado, retirá-lo, virá-lo e usar o mesmo preservativo, em seguida. O uso correto e constante de preservativos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), reduz em 80%, ou mais, o risco de uma pessoa pegar DSTs, HIV e hepatite viral. O CDC recorda, ainda, que este método protege de outras doenças que também podem ser transmitidas dessa forma, como zika e ebola. A camisinha também é 98% eficaz na prevenção de gravidez quando usada corretamente, mas esse índice pode cair para 85% em situações cotidianas, com o seu manuseio equivocado.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir;
I. O reúso de preservativos, de acordo com as pesquisas, é uma prática que implica riscos, como a maior probabilidade de que a camisinha se rompa;
II. Segundo o texto, 98% das mulheres que engravidam não usam preservativo;
III. Conforme as pesquisas, 80% das pessoas que não usam preservativo são contaminadas com os vírus e as bactérias.

Leia a reportagem a seguir, publicada na edição nº 428 da revista Saúde é Vital. O elo entre o zika vírus e a microcefalia. Um dos dramas mais recentes na saúde brasileira foi o aparecimento do zika vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue. No Nordeste do país, o ataque do vírus se fez sentir de uma maneira ainda mais trágica: ao infectar as gestantes, o vírus induzia a malformação do sistema nervoso do feto, provocando a chamada microcefalia. Figura central no estabelecimento dessa associação foi a epidemiologista Celina Turchi, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ela capitaneou o estudo de caso, inédito no planeta, que confirmou as suspeitas de que o zika, e não outros fatores, era responsável por alterações fisiológicas e estruturais no sistema nervoso dos bebês em desenvolvimento. Estava batido o martelo: o vírus era o causador dos casos de microcefalia.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
I. A pesquisa da Fiocruz foi realizada com 32 crianças com microcefalia e 64 crianças sem microcefalia, ou seja, 50% das crianças estudadas eram portadoras da doença;
II. De acordo com os estudos liderados por Celina Turchi, o vírus zika, disseminado, principalmente, pela picada do mosquito Aedes aegypti, é o causador dos casos de microcefalia, e essa doença é da mesma família da dengue e da febre amarela;
III. Pela reportagem, estima-se que mais de 20% dos casos de infecção por zika no mundo ocorreram no Brasil.

Leia o texto, publicado pela Folha de S.Paulo, em 14 de setembro de 2018, e veja o gráfico a seguir: IDH do Brasil estagna, e país fica na 79ª posição no ranking da ONU. Aumento na renda fez índice subir 0,001 ponto e chegar a 0,759. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil subiu 0,001 ponto, em 2017, na comparação com 2016, chegando a 0,759 em uma escala que varia de 0 a 1 – quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), um incremento de 0,14% na renda média per capita do brasileiro garantiu que o país continuasse avançando, mesmo timidamente, no desenvolvimento humano, em 2017, apesar das desigualdades no acesso da população à saúde, à educação e às perspectivas econômicas, ainda, persistirem. O novo índice manteve o Brasil na 79ª posição no ranking que inclui 189 países. Na América Latina, o país ocupa o 5º lugar, perdendo para Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
I. Segundo o gráfico, a maior taxa de crescimento anual do IDH do Brasil ocorreu de 2013 para 2014, quando o país atingiu o seu máximo valor desse índice, igual a 0,754;
II. De acordo com o texto, a posição do Brasil é mais, negativamente, afetada pelo IDH ajustado à desigualdade de renda, saúde e educação do que a posição da Venezuela;
III. Em termos de médias mundiais, conforme dito no texto, desde 1990, houve um aumento no IDH global, uma elevação na expectativa de vida das pessoas ao nascer e um acréscimo no número de matrículas de crianças no Ensino Primário, o que contradiz a ideia de haver diferenças na distribuição de renda, e no acesso à saúde e à educação.

Veja o quadrinho e leia o texto a seguir: O número de brasileiros em situação de extrema pobreza aumentou 11,2% de 2016 para 2017, aponta um levantamento realizado a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do IBGE. De acordo com o estudo, ao todo, 14,83 milhões de pessoas viviam com, até, 136 reais mensais, em 2017, linha de corte adotada pelo Banco Mundial para os países de desenvolvimento médio a alto e seguida pelos pesquisadores. Tais dados contrastam com os indicadores macroeconômicos. Após dois anos de retração, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 1%, em 2017, enquanto a inflação oficial fechou o ano em 2,95%, a menor taxa desde 1998.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
I. No último quadrinho, a ideia proposta pela personagem Susanita consegue, apenas, solucionar o mal-estar que a pobreza provoca em pessoas que a veem, mas não resolve a questão social;
II. O texto 2 aponta que, se houver um crescimento do PIB acima da inflação, a pobreza será erradicada;
III. De acordo com o texto 2, a pobreza atinge 11,2% da população.

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Curso
	ESTUDOS DISCIPLINARES XII
	Teste
	AVALIAÇÃO II
	Iniciado
	26/11/24 21:24
	Enviado
	26/11/24 22:26
	Status
	Completada
	Resultado da tentativa
	9 em 10 pontos  
	Tempo decorrido
	1 hora, 1 minuto
	Resultados exibidos
	Respostas enviadas, Perguntas respondidas incorretamente
· Pergunta 1
1 em 1 pontos
	
	
	
	Saúde: reutilização de preservativos.
 
Leia o texto a seguir:
 
Autoridades pedem que americanos parem de lavar e reutilizar camisinhas. Camisinhas são feitas para serem usadas uma única vez, mas muita gente, pelo visto, não sabe disso
 
Uma das principais agências de saúde pública do mundo, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês), nos Estados Unidos, recentemente viu a necessidade de emitir um alerta à população. “Estamos falando porque as pessoas fazem isso: não lavem nem reusem #camisinhas. Use uma nova a cada ato #sexual”, publicou a agência, ligada ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo em sua conta no Twitter.
“Enquanto algumas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) podem ser curadas com antibióticos, se não são diagnosticadas e tratadas, podem trazer sérias consequências à saúde, como: infertilidade, gravidez ectópica (gravidez anormal, que ocorre fora do útero), morte do feto e risco aumentado de transmissão de HIV”, diz o site do CDC. Uma revisão de estudos científicos, publicada em 2012, identificou 14 erros comuns no uso de camisinha. O reuso do preservativo em um mesmo ato sexual foi identificado em quatro estudos diferentes. De 1,4% a 3,3% dos participantes relatou já ter feito isso.
Reutilizar uma camisinha aumenta as chances de que ela se rompa. E lavá-la com água e sabão não adianta para livrá-la, totalmente, de vírus, bactérias ou esperma. Entre outras falhas frequentes, estão colocar o preservativo no meio do ato sexual ou tirá-lo antes de acabar e não desenrolar a camisinha por completo. Ou não apertar a ponta para tirar o ar que pode ficar preso ali, não checar para ver se o preservativo está danificado de alguma forma ou, ainda, colocá-lo do lado errado, retirá-lo, virá-lo e usar o mesmo preservativo, em seguida.
O uso correto e constante de preservativos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), reduz em 80%, ou mais, o risco de uma pessoa pegar DSTs, HIV e hepatite viral. O CDC recorda, ainda, que este método protege de outras doenças que também podem ser transmitidas dessa forma, como zika e ebola. A camisinha também é 98% eficaz na prevenção de gravidez quando usada corretamente, mas esse índice pode cair para 85% em situações cotidianas, com o seu manuseio equivocado.
 
Fonte: Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-45026901. Acesso em: 01 ago. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir;
 
I. O reúso de preservativos, de acordo com as pesquisas, é uma prática que implica riscos, como a maior probabilidade de que a camisinha se rompa;
II. Segundo o texto, 98% das mulheres que engravidam não usam preservativo;
III. Conforme as pesquisas, 80% das pessoas que não usam preservativo são contaminadas com os vírus e as bactérias.
É correto o que se afirma em:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
I, apenas.
	
	
	
· Pergunta 2
1 em 1 pontos
	
	
	
	Ciência e saúde: infecção de vírus pelo mosquito Aedes aegypti.
Leia a reportagem a seguir, publicada na edição nº 428 da revista Saúde é Vital.
O elo entre o  zika vírus e a microcefalia
Um dos dramas mais recentes na saúde brasileira foi o aparecimento do zika vírus transmitido pelo mosquito  Aedes aegypti , o mesmo vetor da dengue. No Nordeste do país, o ataque do vírus se fez sentir de uma maneira ainda mais trágica: ao infectar as gestantes, o vírus induzia a malformação do sistema nervoso do feto, provocando a chamada microcefalia. Figura central no estabelecimento dessa associação foi a epidemiologista Celina Turchi, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ela capitaneou o estudo de caso, inédito no planeta, que confirmou as suspeitas de que o zika, e não outros fatores, era responsável por alterações fisiológicas e estruturais no sistema nervoso dos bebês em desenvolvimento. Estava batido o martelo: o vírus era o causador dos casos de microcefalia.
 
 
  
 
Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/amamentacao-hpv-e-zika-protagonizam-premiacao-nacional/. Acesso em: 08 mai. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. A pesquisa da Fiocruz foi realizada com 32 crianças com microcefalia e 64 crianças sem microcefalia, ou seja, 50% das crianças estudadas eram portadoras da doença;
II. De acordo com os estudos liderados por Celina Turchi, o vírus zika, disseminado, principalmente, pela picada do mosquito  Aedes aegypti, é o causador dos casos de microcefalia, e essa doença é da mesma família da dengue e da febre amarela;
III. Pela reportagem, estima-se que mais de 20% dos casos de infecção por zika no mundo ocorreram no Brasil.
 
É correto o que se afirma, apenas, em:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
III.
	
	
	
· Pergunta 3
1 em 1 pontos
	
	
	
	Sociedade e economia: saída dos britânicos da União Europeia.
 
(Adaptado de: Enade – 2017) Os britânicos decidiram sair da União Europeia (UE). A decisão do referendo abalou os mercados financeiros em meio às incertezas sobre os possíveis impactos dessa saída. Os gráficos a seguir apresentam, respectivamente, as contribuições dos países integrantes do bloco para a UE, em 2014, que somam €144,9 bilhões, e a comparação entre a contribuição do Reino Unido para a UE e a contrapartida dos gastos da UE com o Reino Unido.
 
 
Fonte: Adaptado de: http://www.g1.globo.com. Acesso em: 06 set. 2017.
 Considerando o texto e as informações apresentadas nos gráficos anteriores, assinale a alternativa correta:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
A diferença entre a contribuição do Reino Unido com a UE e o gasto da UE com o Reino Unido representa 38,9% da contribuição do Reino Unido com a UE.
	
	
	
· Pergunta 4
1 em 1 pontos
	
	
	
	Economia: IDH do Brasil.
 
Leia o texto, publicado pela Folha de S.Paulo, em 14 de setembro de 2018, e veja o gráfico a seguir:
IDH do Brasil estagna, e país fica na 79ª posição no ranking da ONU
Aumento na renda fez índice subir 0,001 ponto e chegar a 0,759
 
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil subiu 0,001 ponto, em 2017, na comparação com 2016, chegando a 0,759 em uma escala que varia de 0 a 1 – quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), um incremento de 0,14% na renda média per capita do brasileiro garantiu que o país continuasse avançando, mesmo timidamente, no desenvolvimento humano, em 2017, apesar das desigualdades no acesso da população à saúde, à educação e às perspectivas econômicas, ainda, persistirem.
O novo índice manteve o Brasil na 79ª posição no ranking que inclui 189 países. Na América Latina, o país ocupa o 5º lugar, perdendo para Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela. O IDH da média regional da América Latina e Caribe é de 0,758.
AJUSTES
Quando o órgão inclui na conta um ajuste com relação às desigualdades de renda, saúde e educação, o IDH brasileiro despenca para 0,578.
O Brasil tem o 9º pior coeficiente de Gini – que mede, exclusivamente, a renda – na comparação mundial. Entre os países da América do Sul, o Brasil é o terceiro mais afetado por esse ajuste da desigualdade, ficando atrás do Paraguai e da Bolívia.
Na relação com os dados colhidos desde 1990, o país registrou um crescimento de 0,81% da taxa anual do IDH, com um acréscimo de mais de 10 anos na expectativa de vida, que passou a ser de 75,7 anos, e de 3,2 anos na expectativa de tempo de escolaridade de crianças, a partir do ingresso nas escolas em idade regular. A média de estudos de adultos com 25 anos ou mais passou de 3,8 anos para 7,8 anos, e a renda média dos brasileiros, neste mesmo período, cresceu 28,6%.
MUNDO
Noruega (0,953), Suíça (0,944), Austrália (0,939), Irlanda (0,938) e Alemanha (0,936) lideram o ranking com os melhoresresultados. Os cinco últimos países no ranking
são: Burundi (0,417), Chade (0,404), Sudão do Sul (0,388), República Centro-Africana (0,367) e Níger (0,354).
A Irlanda registrou um dos maiores crescimentos ao subir 13 posições, de 2012 para 2017. Violência, conflitos armados e crises internas fizeram com que os países como Síria, Líbia, Iêmen e Venezuela registrassem as maiores quedas do índice, respectivamente, 27ª, 26ª, 20ª e 16ª posições.
Considerando a realidade de 1990, o IDH global aumentou 21,7% e o número de países classificados como de “muito alto desenvolvimento humano” aumentou de 12 para 59 e os de “baixo desenvolvimento humano” caiu de 62 para 38, neste período.
A expectativa de vida das pessoas, ao nascer, passou de 65,4 anos, em 1990, para 72,2 anos, em 2017, e mais de 130 países conseguiram universalizar as matrículas de crianças no Ensino Primário. Mundialmente, a diferença na distribuição de renda chega a 22,6%, enquanto as desigualdades nos ganhos em educação são de 22% e, em saúde, 15,2%.
 
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/09/idh-do-brasil-estagna-e-pais-fica-na-79a-posicao-no-ranking-da-onu.shtml. Acesso em: 14 set. 2018.
 
 
 
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/em-79-lugar-brasil-estaciona-no-ranking-de-desenvolvimento-humano-da-onu.ghtml. Acesso em: 19 set. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. Segundo o gráfico, a maior taxa de crescimento anual do IDH do Brasil ocorreu de 2013 para 2014, quando o país atingiu o seu máximo valor desse índice, igual a 0,754;
II. De acordo com o texto, a posição do Brasil é mais, negativamente, afetada pelo IDH ajustado à desigualdade de renda, saúde e educação do que a posição da Venezuela;
III. Em termos de médias mundiais, conforme dito no texto, desde 1990, houve um aumento no IDH global, uma elevação na expectativa de vida das pessoas ao nascer e um acréscimo no número de matrículas de crianças no Ensino Primário, o que contradiz a ideia de haver diferenças na distribuição de renda, e no acesso à saúde e à educação.
 
É correto o que se afirma em:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
II, apenas.
	
	
	
· Pergunta 5
1 em 1 pontos
	
	
	
	Sociedade brasileira: pessoas em situação de extrema pobreza.
 
Veja o quadrinho e leia o texto a seguir:
 
 
                                                                      Disponível em: http://www.apoioescolar24horas.com.br/files/interpretacao/mafalda11.jpg. Acesso em: 28 ago. 2018.
 
Texto
O número de brasileiros em situação de extrema pobreza aumentou 11,2% de 2016 para 2017, aponta um levantamento realizado a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do IBGE. 
De acordo com o estudo, ao todo, 14,83 milhões de pessoas viviam com, até, 136 reais mensais, em 2017, linha de corte adotada pelo Banco Mundial para os países de desenvolvimento médio a alto e seguida pelos pesquisadores.
Tais dados contrastam com os indicadores macroeconômicos. Após dois anos de retração, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 1%, em 2017, enquanto a inflação oficial fechou o ano em 2,95%, a menor taxa desde 1998. 
De acordo com os economistas de diferentes correntes, a análise do tema passa, necessariamente, pela taxa de desemprego. No ano passado, a desocupação média ficou em 12,7%, a maior taxa registrada, desde 2012.
Bruno Ottoni, pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE) e do IDados, recorre à evolução demográfica da população brasileira para detalhar a trajetória negativa tanto da renda quanto do desemprego, apesar do crescimento econômico. Acredita, ainda, que o mau desempenho econômico tenha impacto maior do que os cortes de programas sociais feitos pelo governo. Segundo ele, “a chave para interromper essa lamentável trajetória social é mudar, drasticamente, o modelo econômico que vem sendo adotado pelo governo”.
 
Fonte: Adaptado de: https://www.cartacapital.com.br/economia/o-que-explica-o-aumento-da-pobreza-extrema-no-brasil. Acesso em: 29 ago. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. No último quadrinho, a ideia proposta pela personagem Susanita consegue, apenas, solucionar o mal-estar que a pobreza provoca em pessoas que a veem, mas não resolve a questão social;
II. O texto 2 aponta que, se houver um crescimento do PIB acima da inflação, a pobreza será erradicada;
III. De acordo com o texto 2, a pobreza atinge 11,2% da população.
 
É correto o que se afirma, somente, em:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	d. 
I.
	
	
	
· Pergunta 6
1 em 1 pontos
	
	
	
	Fake news: desinformação e percepção de mundo.
 
Leia os textos a seguir:
 
Texto 1
Chimamanda Adichie é uma escritora nigeriana que, quando criança, convivia com Fide, um menino que trabalhava na sua casa e tudo o que ela sabia sobre ele, pelas palavras de sua mãe, é que ele era muito pobre; porém Chimamanda ficou surpresa ao ver um cesto feito pelo irmão de Fide, em uma visita que ela fez à aldeia do menino. “Tudo o que eu tinha ouvido sobre eles era como eram pobres; assim, havia se tornado impossível para mim vê-los como alguma coisa além de pobres. Sua pobreza era minha história única sobre eles”, Chimamanda afirma, em sua palestra, sobre o perigo de uma única história, quando toda a complexidade de uma pessoa e de seu contexto é reduzida a um único aspecto.
 
Fonte: Adaptado de: SADA, J. Eu e o outro: o perigo da história única. Disponível em http://educacaointegral.org.br/reportagens/eu-outro-perigo-da-historia-unica/. Acesso em: 03 ago. 2018.
Texto 2
Você já ouviu falar em um projeto de lei que cria uma cota para os homossexuais em concursos públicos? Ou alguém te enviou pelo WhatsApp um alerta de que pagará multa de R$ 150 se perder o prazo de cadastramento da biometria para votar em 2018? Se a resposta for “sim’, você foi alvo das fake news . O termo foi escolhido como a palavra do ano de 2017, pelo dicionário da editora britânica Collins , e designa as notícias fabricadas para enganar as pessoas. Esse tipo de mentira já teve um protagonismo nas eleições americanas e deve causar um impacto semelhante no pleito brasileiro.  
Fonte: MONNERAT, A.; RIGA, M.; RAMOS, P. Fake news devem causar impacto em eleições de 2018. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/focas/politico-em-construcao/materia/fake-news-devem-causar-impacto-em-eleicoes-de-2018. Acesso em: 03 ago. 2018.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. A escritora nigeriana foi vítima de fake news, uma vez que ela formou uma imagem falsa a respeito do menino que trabalhava em sua casa;
II. Os dois textos têm, em comum, o tema da falsa percepção dos fatos ou das pessoas, motivada por informações insuficientes ou falsas;
III. Os dois textos criticam as fake news, mostrando que elas podem ter consequências negativas tanto na vida pessoal dos cidadãos quanto na esfera política de um país.
 
É correto o que se afirma, somente, em:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	b. 
II.
	
	
	
· Pergunta 7
1 em 1 pontos
	
	
	
	Sociedade: padrões de beleza variáveis com as épocas.
 
Veja a charge a seguir:
 
 
 
 
Disponível em: http://www.bixodagoiaba.com.br/2013/04/padrao-de-beleza-ao-longo-dos-anos.html. Acesso em: 10 ago. 2017.
 
Com base na leitura e nos seus conhecimentos, analise as asserções e a relação entre elas:
 
I. O objetivo da charge é mostrar que, em épocas distintas, existem pessoas insatisfeitas por não apresentarem o padrão de beleza socialmente determinado.
PORQUE
II. A charge mostra, em diferentes períodos históricos, os meios pelos quais os padrões de beleza, que dependem da época, são reforçados no imaginário social.
 
Assinale a alternativa correta:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	d. 
As duas asserções são verdadeiras e a segunda asserção não justifica a primeira.
	
	
	
· Pergunta 8
1 em 1 pontos
	
	
	
	Ambiente corporativo: liderança.
 
Veja a tirinha e leia o texto a seguir:
 
Fonte: Adaptado de: http://dragoesdegaragem.com/cientirinhas/cientirinhas-3/.Acesso em: 17 set. 2018.
 
O que faço se meu chefe é muito centralizador?
Gilberto Guimarães
 
Pergunta. Sou assessora-executiva do CEO da minha empresa. Sempre observei o seu comportamento centralizador. Ele quer estar por dentro de tudo e não dá autonomia para os seus liderados. Em conversas paralelas, a opinião sobre ele é unânime, muito centralizador e não dá oportunidades para as pessoas decidirem. Como nós, liderados, devemos nos posicionar para termos mais autonomia? O que faço se meu chefe é muito centralizador?
Comentário. Líder e liderados devem posicionar-se para conseguirem atingir os objetivos comuns compartilhados com o máximo de produtividade. O importante é conseguir os resultados. Para isso, na verdade, é o líder que deve se adaptar a cada um dos seus liderados, e não o inverso. É o líder que precisa usar os modelos e os estilos diferentes, de acordo com cada situação, cada tarefa, cada momento, para cada liderado. A escolha de uma atitude depende de cada pessoa, do tipo de empresa, do tipo de equipe e da situação do momento.
Um líder sempre terá que fazer escolhas em busca de um estilo que se adapte melhor às circunstâncias, ou seja, às situações, ao momento, aos indivíduos, às tarefas e às empresas. É importante também que o líder tenha consciência de que a liderança significa responsabilidade. Um líder não pode ser permissivo, nem culpar os outros. Líderes eficazes encorajam e incentivam os liderados, mas, sempre, assumem a responsabilidade final. Valorizam a sua equipe, e cercam-se de pessoas independentes e autoconfiantes. Liderança é confiança e respeito.
Líderes positivos são flexíveis e acreditam nas pessoas. Sabem que devem se expor e agradar aos funcionários, clientes e fornecedores, transformando-os em parceiros comprometidos e fiéis. Além disso, devem estabelecer os padrões bem altos para os serviços e níveis de atendimento, que devem ser medidos, avaliados e cumpridos. Dessa forma, serão considerados como líderes positivos, tornando-se uma fonte de credibilidade e admiração.
 
Fonte: Adaptado de: https://www.valor.com.br/carreira/diva-executivo/5828115/o-que-faco-se-meu-chefe-e-muito-centralizador. Acesso em: 17 set. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. Na tirinha, o líder, que está com uma máscara preta, conseguiu os resultados adaptando-se aos seus liderados, uma vez que todos concordaram com o nome “Estrela da Morte”;
II. Um líder que não é centralizador é considerado permissivo, pois, ao não “tomar as rédeas” das decisões, ele pode colocar a responsabilidade final nos seus liderados;
III. Os líderes que valorizam as pessoas e não temem as exposições são, em geral, líderes positivos, e uma fonte de credibilidade e admiração;
IV. Para que não existam os conflitos, a escolha dos liderados é feita em função das características do líder, não importando o grau de eficiência dos serviços e os níveis de atendimento.
 
É correto o que se afirma, apenas, em:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	a. 
III.
	
	
	
· Pergunta 9
1 em 1 pontos
	
	
	
	População brasileira: crescimento do número de idosos.
 
Veja a charge e leia o texto com os dados do IBGE, de 26/04/2018:
 
 
Disponível em: http://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/politicas-publicas-nao-acompanham-o-envelhecimento-da-populacao-brasileira/. Acesso em: 29 jul. 2018.
 
Número de idosos cresce 18% em 5 anos e ultrapassa 30 milhões em 2017
 A população brasileira manteve a tendência de envelhecimento dos últimos anos e ganhou 4,8 milhões de idosos, desde 2012, superando a marca dos 30,2 milhões em 2017, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Características dos Moradores e Domicílios, divulgada, hoje, pelo IBGE.
Em 2012, a população com 60 anos ou mais era de 25,4 milhões. Os 4,8 milhões de novos idosos, em cinco anos, correspondem a um crescimento de 18% desse grupo etário, que tem se tornado, cada vez mais, representativo no Brasil. As mulheres são maioria expressiva nesse grupo, com 16,9 milhões (56% dos idosos), enquanto os homens idosos são 13,3 milhões (44% do grupo).
“Não só no Brasil, mas no mundo todo vem se observando essa tendência de envelhecimento da população nos últimos anos. Ela decorre tanto do aumento da expectativa de vida pela melhoria nas condições de saúde quanto da redução da taxa de fecundidade, pois o número médio de filhos por mulher vem caindo. Esse é um fenômeno mundial, não só no Brasil. Aqui, demorou até mais que no resto do mundo para acontecer”, explica a gerente da PNAD Contínua, Maria Lúcia Vieira.
Entre 2012 e 2017, a quantidade de idosos cresceu em todas as unidades da federação, sendo os estados com maior proporção de idosos o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul, ambos com 18,6% de suas populações dentro do grupo de 60 anos ou mais. O Amapá, por sua vez, é o estado com menor percentual de idosos, com, apenas, 7,2% da população.
 
Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/20980-numero-de-idosos-cresce-18-em-5-anos-e-ultrapassa-30-milhoes-em-2017.html. Acesso em: 29 jul. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas:
 
I. A charge mostra um cenário promissor em termos de ocupação para a população, que, conforme os dados do IBGE, está envelhecendo;
II. De acordo com o texto, os idosos representam 18% da população brasileira;
III. O texto afirma que a melhoria nas condições de saúde da população é um dos fatores responsáveis pelo aumento da expectativa de vida e, portanto, pelo envelhecimento populacional.
É correto o que se afirma em:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
III, apenas.
	
	
	
· Pergunta 10
0 em 1 pontos
	
	
	
	Economia: taxa de desemprego no Brasil.
 
A tabela a seguir contém os dados referentes à taxa de desemprego no Brasil, nos anos de 2016 e 2017, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Esses dados estão expressos como a porcentagem da população brasileira, que era de, aproximadamente, 206 milhões de habitantes, em 2016, e de 207,7 milhões de habitantes, em 2017.
 
 
Disponível em: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/mercadodetrabalho/180502_bmt_64.pdf. Acesso em: 05 ago. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. No primeiro trimestre de 2017, o número de desempregados na região Norte foi igual ao número de desempregados na região Sudeste;
II. No primeiro trimestre de 2016, existiam mais de 22 milhões de desempregados no país;
III. Em todas as regiões, a taxa de desemprego vem decaindo a partir do segundo trimestre de 2017. No entanto, a taxa média de desemprego, em 2017, foi maior do que a registrada em 2016.
 
É correto o que se afirma, apenas, em:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	a. 
I e II.
	
	
	
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