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2 GABRIEL SALES NOVAIS ANÁLISE EXPERIMENTAL DO COMPORTAMENTO – RATO ALBINO COMO SUJEITO EXPERIMENTAL PSICOLOGIA EXPERIMENTAL DO COMPORTAMENTO FEIRA DE SANTANA - JUNHO 2022 FACULDADE ANÍSIO TEIXEIRA PSICOLOGIA ANÁLISE EXPERIMENTAL DO COMPORTAMENTO – RATO ALBINO COMO SUJEITO EXPERIMENTAL PSICOLOGIA EXPERIMENTAL DO COMPORTAMENTO GABRIEL SALES NOVAIS Relatório experimental de Psicologia, 5° semestre, noturno, da Faculdade Anísio Teixeira, como avaliação na disciplina Psicologia Experimental do Comportamento, ministrada pelo prof. Augusto Cezar de Souza Neto. FEIRA DE SANTANA - JUNHO 2022 Sumário 1 – INTRODUÇÃO...................................................................................................................4 2 – MÉTODO..........................................................................................................................4 2.1 - Método experimental .....................................................................................................4 2.2 – Participantes....................................................................................................................5 - Ambiente, materiais e instrumentos................................................................................5 3. – RESULTADOS................................................................................................................6 – Prática 1 – Mensuração do Nível operante..................................................................6 – Prática 2 – Treino ao Bebedouro.................................................................................7 - Prática 3 – Modelagem..................................................................................................8 -- Reforço contínuo da resposta de pressão a barra (CRF¹)..........................................9 Prática 5 – Extinção Operante......................................................................................11 Prática 6 – CRF²............................................................................................................13 – Prática 7 – Esquema de reforçamento intermitente de Razão Fixa.........................15 – Resultado Final ..........................................................................................................17 4. – DISCUSSÃO...................................................................................................................17 5. - CONSIDERAÇÕES FINAIS.........................................................................................18 6. -REFERÊNCIAS...............................................................................................................19 1 - INTRODUÇÃO 2 -MÉTODO 2.1 - Método experimental . 2.2 - Participantes . 2.3 - Ambiente, materiais e instrumentos Caixa de Skinner¹. Imagem retirada do site bonther.com.br. 3. - RESULTADOS 3.1 - Prática 1 – Mensuração do Nível operante Tabela de Nível operante Min Pressionar Tocar Farejar Levantar Limpar-se 1 0 0 4 6 0 2 0 0 5 2 0 3 0 2 3 1 1 4 0 0 3 4 0 5 0 0 2 3 1 6 0 2 4 2 0 7 0 0 1 2 1 8 0 0 3 0 0 9 0 0 2 0 0 10 0 0 2 0 0 Total 0 4 29 20 3 % 0 7,14 51,78 35,71 5,35 FIGURA 1 Gráfico de observação de nível operante FIGURA 2 3.2 – Prática 2 – Treino ao Bebedouro Tabela de treino do bebedouro Min Pressionar Tocar Farejar Levantar Limpar-se 1 0 0 2 1 0 2 0 0 3 0 0 3 0 0 1 0 0 4 0 1 6 3 0 5 0 0 3 2 0 6 0 0 3 0 0 7 0 3 0 0 0 8 0 0 0 2 0 9 0 0 1 1 0 10 0 0 0 0 0 Total 0 4 19 9 0 % 0 12,5 59,37 28,12 0 FIGURA 3 3.3– Prática 3 - Modelagem Tabela de treino de Modelagem Min Pressionar Tocar Farejar Levantar Limpar-se 1 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 3 0 0 0 0 0 4 0 0 3 0 0 5 0 1 2 0 0 6 0 0 4 0 0 7 1 4 0 0 0 8 0 5 0 0 0 9 5 0 0 0 0 10 7 0 0 0 0 Total 13 10 9 0 0 % 40,62 31,25 28,12 0 0 FIGURA 4 3.4 - Reforço contínuo da resposta de pressão a barra (CRF¹) . Tabela de treino de Reforço contínuo 1 Min Pressionar Tocar Farejar Levantar Limpar-se 1 2 4 0 0 0 2 0 0 4 1 1 3 0 4 5 2 1 4 1 3 2 0 0 5 0 2 3 2 0 6 0 0 2 2 0 7 1 0 5 1 0 8 0 0 2 0 4 9 0 0 3 2 1 10 0 0 4 0 1 Total 4 13 30 14 8 % 5,79 18,84 43,47 20,28 11,59 FIGURA 5 Gráfico CRF¹ FIGURA 6 3.5 Prática 5 – Extinção Operante Tabela de Extinção operante Min Pressionar Tocar Farejar Levantar Limpar-se 1 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 1 3 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 5 0 0 1 1 0 6 0 0 0 0 0 7 0 0 0 0 0 8 0 0 1 0 0 9 0 0 0 0 0 10 0 0 0 0 0 Total 0 0 2 1 1 % 0 0 50 25 25 FIGURA 7 Gráfico de Extinção Operante FIGURA 8 3.6 – Prática 6 – CRF² Tabela de treino de Reforço Contínuo 2 Min Pressionar Tocar Farejar Levantar Limpar-se 1 3 0 2 0 0 2 4 0 0 0 0 3 5 0 0 0 0 4 2 0 0 0 0 5 0 1 0 1 1 6 5 0 0 0 0 7 5 0 0 0 0 8 3 0 0 0 2 9 1 0 0 0 1 10 0 0 0 0 1 Total 28 1 0 1 5 % 80,00 2,85 0 5,71 14,28 FIGURA 9 Gráfico de CRF² FIGURA 10 3.7 – Prática 7 – Esquema de reforçamento intermitente de Razão Fixa Tabela FR 5 Coluna1 Pressionar Tocar Farejar Levantar Limpar-se Min 1 5x FR 1 1 0 0 0 2 3x FR 2 1 2 1 0 3 2x FR 2 0 2 0 0 4 2x FR 3 0 2 1 2 5 3x FR 3 0 2 1 0 6 4x FR 4 2 1 2 0 7 1x FR 4 1 2 2 0 8 4x FR 5 1 1 0 0 9 3x FR 5 1 1 1 1 10 3x FR 5 0 3 4 0 total 30 7 16 12 3 FIGURA 11 3.8 – Resultado Final FIGURA 12 4. - DISCUSSÃO O presente estudo teve como objetivo mensurar os efeitos do reforçamento sobre o comportamento animal verificando as interações entre o organismo e o ambiente. Nesse contexto, é possível identificar através do gráfico geral dos resultados algumas mudanças significativas na frequência das respostas em relação a barra. No nível operante, a resposta pretendida (pressão a barra) tinha frequência zero, e passou a ter esta frequência alterada significativamente para cima após os processos de reforçamento das etapas seguintes do experimento. Já as outras respostas, tidas como concorrentes, tiveram alteração para baixo ou mantiveram sua frequência muito próxima do nível operante. No caso das respostas de farejar e levantar é possível identificar uma queda na frequência da emissão em comparação do nível operante a fase final. Além disso, fazendo esta mesma comparação com as respostas de limpar-se e tocar a barra há apenas alterações mínimas, isto é, mantiveram a probabilidade de ocorrência muito próxima da frequência inicial. Tendo em vista que o ambiente (VIs) exerce controle sobre o organismo, e que os experimentadores atuam como ambiente também, eles podem encontrar algumas dificuldades no processo, quer seja por erros próprios, falhas no equipamento ou Variáveis estranhas. No nosso grupo - é possível perceber analisando os gráficos em pizza e as tabelas acima – algumas dificuldades foram encontradas durante duas sessões específicas: CRF¹ e Extinção Operante. O sujeito experimental emitiu poucas vezes a resposta modelada (pressão a barra) e a hipótese mais razoável encontrada pelos experimentadores foi a ocorrência dessa fase ter sido realizada no mesmo dia do treino de modelagem. Por receber uma quantidade significativa de um reforço que depende de uma privação (água), há a possibilidade de saciação. Outra possibilidade seria um treino de modelagem mal feito que, contudo, perdeu força por contado CRF², onde o sujeito emitiu a resposta de pressão a barra cerca de 80% com relação às outras topografias. Nesse mesmo sentido, na etapa de Extinção, o sujeito não apresentou resistência ao processo, ou seja, não emitiu resposta alguma de pressão a barra. A principal hipótese nesse caso foi a de que, o animal também estava saciado, uma vez que a extinção operante também se seguiu em sequencia à modelagem e CRF¹, respectivamente. Há de se trazer aqui também a possibilidade de uma modelagem mal feita, que citado anteriormente, é uma hipótese fraca por conta do CRF². 5. - CONSIDERAÇÕES FINAIS Entendendo que, portanto, o comportamento do sujeito experimental sofreu modificações de acordo com o que era pretendido mensurar durante o processo experimental, é conclusivo que há efeitos do reforçamento (variável independente) com relação ao responder do organismo. Mais uma vez foi possível confirmar a eficácia de métodos operantes no comportamento animal e o objetivo do experimento foi alcançado. Nesse sentido, os resultados apresentados são consistentes, dado que o experimento foi realizado em ambiente especifico sob controle de variáveis, distanciando ao máximo o sujeito das interferências de variáveis estranhas. Por isso, como trazido no tópico introdutório, a importância de se medir efeitos do reforçamento em animais não humanos é que, sobre eventos públicos, os humanos também estão sob controle de ambientes que possuem propriedade localizáveis no tempo e no espaço (Ana Karina C. R. de-Farias, 2010). - REFERÊNCIAS MOREIRA, M. B.; MEDEIROS, C. A. . Princípios básicos de análise do comportamento. 2. ed. Porto Alegre; Artmed, 2019. MATOS, Maria Amélia e TOMANARI, Gerson Yukio. A análise do comportamento no laboratório didático. São Paulo: Manole. Acesso em: 11 jun. 2022. 2002 Angelo Augusto Silva Sampaio, Flávia Henriques Baião de Azevedo, Luciana Roberta Donola Cardoso, Camila de Lima, Mateus Brasileiro Reis Pereira, Maria Amalia Pie Abib Andery, Uma introdução aos delineamentos experimentais de sujeito único, Interação em Psicologia, Curitiba, jan/jun, 2008, 12(1), p. 151-164 Skinner, B. F. (1967). Ciência e comportamento humano (J. C. Todorov, & R. Azzi, Trads.). De-Farias, Ana Karina C.R.; Análise do Comportamento Clinica: aspectos teóricos e estudos de caso – Porto Alegre: Artmed, 2010. Johnston, J. M., & Pennypacker, H. S. (1993a). Strategies and tactics of behavioral research (2ª ed.). Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum. CRF¹ Pressionar Tocar Farejar Levantar Limpar-se 4 13 30 14 8 Pressionar a barra Pressionar 0 CRF² Pressionar Tocar Farejar Levantar Limpar-se 28 1 0 1 5 Desempenho das cinco classes de respostas durante todas as fases do estudo Pressionar Nível Operante Treino de Bebedouro Modelagem CRF 1 Extinção CRF 2 FR 5 0 0 13 4 0 28 30 Tocar Nível Operante Treino de Bebedouro Modelagem CRF 1 Extinção CRF 2 FR 5 4 4 10 13 0 1 7 Farejar Nível Operante Treino de Bebedouro Modelagem CRF 1 Extinção CRF 2 FR 5 29 19 9 30 2 0 16 Levantar Nível Operante Treino de Bebedouro Modelagem CRF 1 Extinção CRF 2 FR 5 20 9 0 14 1 1 12 Limpar-se Nível Operante Treino de Bebed ouro Modelagem CRF 1 Extinção CRF 2 FR 5 3 0 0 8 0 5 3 Fases de estudo Frequencia absoluta das 5 classes de respostas image2.jpeg image1.png