Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

H I S T O L O G I A E
E M B R I I O L O G I A
A N I M A L
O conteúdo presente não é de minha autoria.
Sumário
I
● Embriologia animal ………………………………………………………………………………………...
 ● Histologia + Tecido Epitelial ………………………………………………………………………………...…
● Tecido Glandular ………………………………………………………………………………………………..
 ● Tecido Nervoso ………………………………………………………………………………………………….
 ● Tecidos Musculares …………………………………………………………………………………………….
 ● Histologia do Coração ………………………………………………………………………………………...
 ● Tecido Sanguíneo …………………………………………………………………………………………….
● Vasos sanguíneos …………………………………………………………………………………………….
 ● Tecido Conjuntivo + Adiposo ………………………………………………………………………………...
 ● Tecido Cartilaginoso …………………………………………………………………………………………..
 ● Tecido Ósseo …………………………………………………………………………………………………...
 ● Embriologia de Mamíferos ……………………………………………………………………………………
 ● Embriologia Comparada ………………………………………………………………………………………
● Vias Aéreas e Pulmão ………………………………………………………………………………………...
● Introdução à histologia ………………………………………………………………………………………...
 ● Trato urinário …………………………………………………………………………………………………..
 ● Sistema respiratório …………………………………………………………………………………………..
 ● SIstema nervoso ……………………………………………………………………………………………..
 ● Sistema digestório …………………………………………………………………………………………...
 ● Intestinos ……………………………………………………………………………………………………..
● Glândulas anexas …………………………………………………………………………………………..
● Sistema respiratório ………………………………………………………………………………………...
● Sistema imunitário e órgãos linfóides ………………………………………………………………………
● Sistema endócrino …………………………………………………………………………………………….
● Sistema reprodutor masculino ……………………………………………………………………………..
EMBRIOLOGIA ANIMAL
● É a investigação dos fatores molecular,
celular e estrutural que contribuem para
formação de um ser vivo, ou seja, o estudo do
desenvolvimento embrionário.
A vida de um organismo tem início logo após
a fecundação com a formação do zigoto (
célula que contém material genético dos dois
progenitores). A partir disso, a célula irá se
dividir por mitose, originando células
chamadas blastômeros que continuaram
dividindo-se e formando outros tipos celulares.
1. zigoto: sofre divisões mitóticas (clivagem)
2. mórula: contêm de 12 a 16 blastômero
3. blástula/blastocisto: blastômeros envolta e
um líquido interno (é nessa fase que ocorre os
estudos com as células tronco). Contém 32
células.
4. gástrula: formação do tubo digestório
5. Nêurula: formação do sistema nervoso
TIPOS DE CLIVAGEM
● Clivagem determinada: Cada blastômero é
destinado a formar uma parte do corpo já
prevista, ou seja, se a mórula perder qualquer
blastômero, forma seres defeituosos.
● Clivagem indeterminada: Pode originar
livremente qualquer parte do corpo, ou seja,
quando a mórula perde um blastômero, forma
seres independentes
BLASTOCISTO
● Trofoblasto : Mantém o embrião vivo
O embrioblasto dá origem ao hipoblasto e o
epiblasto, que por sua vez, dão origem aos
folhetos embrionários (ectoderma,
mesoderma e endoderma).
Os tecidos embrionários (ectoderma,
endoderma, mesoderma) são originados na
fase da gástrula que posteriormente darão
origem aos tecidos adultos ( epitelial, nervoso,
muscular, conjuntivo).
GASTRULAÇÃO
● Blastóporo – Forma a boca e ânus do
indivíduo (em casos de animais, são
deuterostômios, forma-se primeiro o anûs)
● Arquêntero: Intestino primitivo.
ORGANOGÊNESE
Ocorre a formação inicial dos sistemas de
órgãos corporais a partir da diferenciação das
células dos folhetos germinativos.
● Origem do tubo nervoso dorsal (ectoderma),
notocorda, somitos e celoma (mesoderma).
* tubo neural: forma o sistema nervoso
* notocorda: sustentação do corpo e auxilia
na formação do tubo neural (nos cordados
superiores a notocorda é substituída pela
coluna vertebral)
* somitos: originam músculos e ossos
*celoma: localiza os órgãos do corpo ( ex:
cavidade abdominal ).
ANEXOS EMBRIONÁRIOS
São estruturas originadas a partir dos folhetos
embrionários que auxiliam no desenvolvimento
do embrião.
● Cório: membrana responsável pelas trocas
gasosas entre o embrião e o ambiente
externo.
● Âmnio: protege contra dessecação e
choques mecânicos (reveste o embrião e é
preenchido por líquido amniótico)
● Saco vitelínico: bolsa que armazena vitelo
● Alantóide: Armazena excreta nitrogenada e
faz trocas gasosas (anexo associado ao
intestino do embrião).
O Vitelo é uma substância nutritiva no
citoplasma da célula ovo (zigoto e gameta
feminino) que nutre as células do embrião em
desenvolvimento até ele conseguir alimento
por conta própria
● Mamíferos não precisa ter saco vitelino
muito desenvolvido pois a mãe fornece
nutriente e nem precisa armazenar excreta
pois a mesma vai para o sangue mãe.
● O cordão umbilical é uma estrutura que liga o
embrião com a placenta e a Placenta é uma
estrutura que regula o que passa do sangue
da mãe para o embrião e vice-versa, sem que
haja mistura de sangue.
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
HISTOLOGIA
É o estudo dos tecidos. Os tecidos são
conjuntos de células organizadas que
trabalham de maneira integrada para
desempenhar uma determinada função.
● O corpo humano apresenta mais de 200
tipos de células organizados em 4 tecidos
básicos: Epitelial, Conjuntivo, Muscular e
Nervoso. A associação entre eles formam
entidade funcionais conhecidas como órgãos,
os quais se reúnem em sistemas orgânicos.
Origem dos tecidos
O desenvolvimento começa quando a célula
ovo fertilizada, divide-se em duas células filhas,
que através das divisões sucessivas (Zigoto ->
Mórula -> Blastocisto).
O blastocisto consiste em trofoblasto e
embrioblasto, do embrioblasto surge o
hipoblasto e epiblasto, que juntos, formam os
folhetos embrionários (geralmente na 3º
semana de gestação), onde dão origem aos
tecidos embrionários que são definidos como:
● Ectoderma: Dá origem ao sistema nervoso,
à epiderme da pele, ao revestimento da boca e
cavidade nasal, à córnea, as glândulas
sudoríparas, mamárias e sebáceas.
● Endoderma: Revestimento do sistema
circulatório e gastrointestinal, fígado e
pâncreas.
● Mesoderma: Dá origem ao tubo uriníferos
do rim, aos músculos, derme, cartilagem, ossos,
revestimento dos sistemas genitais, circulatório
e das cavidades.
Tecido Epitelial
Funções:
● revestimento e proteção dos organismos
(ex: pele)
● absorção (intestino)
● secreção (glândulas)
● impermeabilização (bexiga)
Características:
● Células unidas, justapostas;
● Pouca substâncias intersticial
● Avascular (não contém vasos sanguíneos,
ele sobrevive pois tem células apoiadas sobre
o tecido conjuntivo, que são vascularizados e
fornecem oxigênio, nutrientes, recolhem gás
carbônico, líquido, secreções e metabólicos
através da difusão)
Epitélio de revestimento
Número de camadas:
● Simples: uma única camada onde toda a
célula toca a membrana basal (faz absorção
ou troca substâncias com outros tecidos).
● Estratificado: mais de uma camada onde
apenas a base toca a membrana basal (locais
onde precisam proteger a pele).
● pseudoestratificado: formado por uma
camada mas as células ficam em posições
diferentes que parecem ser várias camadas
celulares.
Formas:
● Pavimentosa: achatada (pele)
● Cúbica: redonda (rins)
● Cilíndricas: colunar (s.respiratório)
EXEMPLOS:
*Tecido epitelial cúbico simples: revestem os
ductos.……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
TRATO URINÁRIO
É importante para homeostasia (pressão arterial)
pois o sistema urinário contribui mexendo na taxa
de formação da urina (rins). Ou seja, se precisa
abaixar a pressão, o rim aumenta a taxa de
filtração renal fazendo com que haja uma maior
produção de urina eliminando-a. Já, se precisa
aumentar a pressão, o rim segura a produção da
urina.
Além disso, ele também produz mediadores como
a eritropoetina que estimula a produção de
hemáceas e outros…
Órgãos do sistema urinário
● Rins - produzem a urina, são mais complexos.
● Ureteres - conduz a urina
● Bexiga - conduz a urina
● Uretra - elimina a urina
RINS
É um par de órgão envolvido por uma cápsula de
tecido conjuntivo
Entrando no rim pelo hilo há vasos sanguíneos
para filtração renal e nutrição, já saindo do rins, o
ureter.
.
O rim é dividido em lóbos, que são estruturas
maiores (pirâmides) e dentro desses lóbos há os
lóbulos que são subunidade menores. É nos
lóbulos que observa-se as estruturas cheias de
detalhe na produção da urina
Dentro do rim, mais especificamente no córtex, tem
os néfrons que são unidades funcionais do rins
que iniciam o processo de filtração.
O Néfron, localizado na pirâmide de malpighi, é
composto pelo corpúsculo renal e os túbulos que
vão levar a urina para fora produzida no
corpúsculo renal ou de malpighi.
No corpúsculo de malpighi contém os glomérulos
e cápsula de bowman.
Ali dentro tem a entrada da artéria aferente e
saída da eferente (essa artéria fica dentro da
cápsula de bowman).
Essa cápsula de bowman permite que dentro de
seu espaço saia o conteúdo filtrado dos vaso que
adentraram do pólo vascular.
O local que entra e sai as artérias é pólo vascular.
Já, do lado oposto há um pólo urinário no qual se
iniciará a formação dos túbulos contorcidos
proximal, alça de henle, e tudo contorcido distal.
Túbulo contorcido proximal (cortex) vai se
afastando do corpúsculo renal formando a Alça de
henle (no sentido medular). A alça por sua vez,
retorna no sentido cortical formando o túbulo
contorcido distal
O corpúsculo renal é delimitado por uma cápsula
de bowman, essa cápsula é formada por dois
folhetos (parietal e visceral), o folheto externo é
formado por epitélio fino pavimentoso e o interior
são formados por células podócitos
Os podócitos (constituem o folheto visceral da
cápsula) abraçam os vasos sanguíneos que
adentram o corpúsculo renal através do pólo
vascular.
Os podócitos permitem o enovelamento e nele tem
espaços que permitem que o produto da filtração
adentre o espaço capsular.
Entre os vasos e o folheto parietal existe o
espaço capsular onde o conteúdo filtrado que
atravessou o endotélio dos vasos pela fenestra, cai
no interior da cápsula de bowman e sai de lá via
pólo urinário indo para o túbulo contorcido
proximal. E assim, vai para alça de henle, túbulo
contorcido distal, sai nos ductos coletores, ureteres,
bexiga e uretra.
Os podócitos tem os prolongamentos primários
(maiores) e secundários (menores). Os secundários
entram em contato com a membrana basal que
envolve os vasos sanguíneos no interior da cápsula
de bowman. delimitando o vaso e o folheto
visceral. Neste espaços há o conteúdo que iniciou a
formação da urina.
Não há só pocitos no interior do glomérulo renal
(cápsula), existem também as células mesangiais
que é encontrada entre alguns capilares no interior
da cápsula de bowman. Ela está abaixo da
membrana basal que reveste o capilar.
A célula mesangial tem receptores para
angiotensina II que responde a estímulos para
diminuir a taxa de filtração. Ou seja, faz a
manutenção da pressão.
O produto da filtração glomerular é mandado para
o pólo urinário. E a partir daí começa a observação
dos túbulos.
No túbulo contorcido proximal há a alça de heli,
tem a porção espessa e delgada. Na volta para
porção cortical, a porção espessa formará o túbulo
contorcido distal.
Peculiares dos segmentos
No túbulo contorcido proximal as células são mais
cúbicas e apresentam orla em escova na porção
apical (não é observadas nos outros túbulos).
A Alça de henle delgada é formada por células
pavimentosas
No túbulo contorcido distal há células semelhantes
ao túbulo contorcido proximal mas não há a orla
em escova na sua porção apical.
Na porção espessa da alça de henri há células
semelhantes ao segmento que o precede..
No ducto coletor há células pobres me organelas
porque a função principal já foi desempenhada,
que é formar a urina.
Não é interessante perder proteína, glicose… e cada
um desses túbulos é responsável por permitir que
algumas substâncias sejam reabsorvidas, por isso
a necessidade de organelas (mitocôndrias) . Então,
quando chega nos ductos coletores eles apenas
conduzem a urina que já está levemente
elaborada, pronta pra micção.
Próximo aos glomérulos há o aparelho
justaglomerular que é formado por células
justaglomerulares (que produz uma enzima
renina, que contribui para manutenção da
pressão), mácula densa e por células mesangiais
extraglomerulares (que tem receptores para
Angiotensina II).
A angiotensina II é formada pela ação da renina.
A célula justaglomerular produz a renina que
influencia na produção de angiotensina II, que por
sua vez estimula a contração da célula mesangial
no interior do glomérulo, ou seja, elas estão
intimamente relacionadas.
Além disso no interstício do rim onde tem tecido
conjuntivo e fibras, ele é responsável pela
produção da eritropoetina que estimula a
eritropoiese (produção de hemácias).
URETERES
São formados por epitélio de transição e tem
parede mais espessa quanto mais próximo da
bexiga.
Ele são estruturas básicas pois apenas conduz a
urina.
BEXIGA
Formado por epitélio de transição (bexiga vazia:
cúbica, cheia: pavimentosa)
A urina vai ser eliminada através do processo de
micção cujo os segmentos do trato urinário que
conduz a urina do meio interno para o meio
externo é a uretra
URETRA
Tem o epitélio mais robusto à medida que se
aproxima do ambiente externo.
Começa pelo epitélio de transição para um
pseudoestratificado e, em seguida um epitélio
estratificado pavimentoso.
Na uretra masculina há três segmentos e feminina
apenas um .
● Epitélio simples: faz a troca, trânsito de substância
● Epitélio pavimentoso: resistir a maior impactos.
NUTRIÇÃO DO RIM
Ocorre através das:
1. Artérias na porção cortical: passam por um
processo de filtração.
2. Arteríolas aferentes (entrando) e eferentes
(saindo)
3. Artéria interlobular: entre os lóbulos
4. Artéria interlobares: observada entre os lóbulos
renais
5. Vasos retos: da região cortical para medular.
São os vasos para nutrir os rinscomo um todo.
** Artérias e veias arciformes: forma um arco que
gera a capacidade de observar os corpúsculos
renais na porção cortical.
Núcleo é ácido ou seja, ele é basofílico, tem
afinidade à corantes básicos
ANOTAÇÕES:
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
FOTOMICROGRAFIAS
GLOMÉRULOS RENAIS
cápsula de bowman formando la estructura
esférica (no interior há vasos e podócitos). está
presente na região cortical.
P= túbulo contorcido proximal, células maiores com
lúmen menor.
D= túbulo contorcido distal, células mais cúbicas e
iguais.
MD= mácula densa, células maiores do que do
contorcido distal e é junta com ao glomérulo.
RAIOS MEDULARES
observada na região cortical e são projeções de
túbulos renais no sentido medular.
URETER
estrutura mais simples. Epitélio de transição
Lp= lâmina própria
BEXIGA
Epitélio de transição, lâmina própria, músculo liso
ANOTAÇÕES:
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
SISTEMA CIRCULATÓRIO
É responsável pela manutenção da homeostase.
O circulatório, mais especificamente, é responsável
por transportar nutrientes (vitaminas,
aminoácidos..), hormônios, metabólitos, gases...
O sistema circulatório é dividido em duas
circulações:
● Pequena circulação: compreende em
coração(lado direito) artéria pulmonar, pulmões e
veias pulmonares
● Grande circulação: coração (lado esquerdo),
artéria aorta, tecidos, veia cava
É formado por:
Coração: É a grande bomba, que bombeia o
sangue por uma rede de túbulos .
Vasos sanguíneos:
● Artérias: vasos que diminuem de calibre a
medida que se ramificam
● Capilares: rede de tubos delgados que se
anastomosam. Através de sua parede ocorre a
troca de metabólitos, nutrientes, gases..
● Veias: fusão de capilares e se tornam
cada vez mais calibrosas ao se aproximar do
coração.
Sistema linfático: Drenam o líquido intersticial. .
Tecidos que formam os vasos sanguíneos
Tecido epitelial que reveste o lúmen cuja as
células é pavimentosa simples e é chamado de
endotélio.
Na camada mediana é composta de tecido
muscular liso
A camada mais externa é revestida de fibras do
tecido conjuntivo
Função das células endoteliais:
● Permeabilidade vascular.
● Conversão de angiotensina I em angiotensina II.
● Conversão de bradicinina, serotonina,
noradrenalina.
● Degradação das lipoproteínas em triglicerídeos
(energia).
● Produção de fatores vasoativos (endotelinas,
óxido nítrico).
● Degrada trombina: impede coagulação
sanguínea (antitrombogênica)
Microvascularização: vasos com diâmetro maior
Microvascularização: vasos visíveis apenas com
microscópio. É onde ocorre as trocas entre sangue
e as células
As camadas dos vasos são camada de túnicas e
existem 3 tipos delas:.
● Túnica íntima: Camada de células endoteliais
(endotélio), mais interna.
● Túnica média: Células musculares lisas e fibras e
lâminas elásticas.
● Túnica adventícia: Tecido conjuntivo com fibras
colágenas e elásticas, continua-se gradativamente
com o tecido conjuntivo dos órgãos vizinhos.
Elas mudam sua quantidade de componentes de
acordo com as funções. Um vaso exposto a
resistência deve ter uma estrutura diferente do que
os que estão exposto à menor resistência.
Artéria de médio calibre tem uma grande camada
de músculo liso na túnica média. Já uma artéria de
grande calibre tem na sua túnica média várias
camadas de lâmina elástica pois sofre uma maior
distensão devido à maior pressão, como exemplo,
em decorrência da sístole do coração.
A medida que se afasta do coração as artérias
têm uma camada muscular com menos
quantidade de lâminas elásticas.
Vasa vasorum são pequenos vasos sanguíneos,
presente em vasos com parede espessa, que
fazem nutrição do próprio vaso sanguíneo. É
encontrado na túnica adventícia e na porção mais
afastada do lúmen na túnica média.
Capilares ……………… …
Os capilares são responsáveis pelo troca de
metabólitos, nutrientes, gases; então, devido à isso
há uma menor resistência e isso interfere nas suas
camadas. Elas são menos espessas para permitir a
troca de componentes
Podem ser classificado com:
● Contínuos: endotélio é contínuo, não
apresentando nenhuma interrupção
● Fenestrados: possuem pequenas fenestras por
uma delgada membrana semipermeável. É
encontrado em tecidos onde acontece intensa
troca
● Sinusóide: presença de intervalos entre as
células, ou seja, uma camada descontínua. O
trajeto desses capilares é tortuoso, e seu diâmetro
é relativamente maior do que o observado em
outros capilares. Há presença de macrófagos na
parede e realiza uma ampla troca entre sangue e
tecidos. São encontrados em órgãos
hematopoiético (baço e medula óssea) e fígado.
Os nutrientes atravessam a parede dos vasos
através dos poros, espaços entre células
endoteliais (zona de oclusão) e através de
pinocitose (prolongamento do citoplasma da
célula que engloba e puxa a substância pra dentro
da célula formando vacúolo onde vai ser digerido e
entregue para os tecidos ao redor).
Artérias → arteríolas → capilares → (esfíncter pré
capilar - regula a pressão sanguínea dentro do
capilar) → vênulas → veias
Arteríolas: vasos sanguíneos de dimensão
pequena que resultam de ramificações das artérias
Capilares: vasos sanguíneos que apresentam
um calibre reduzido, e destacam-se por ser
locais de trocas de substâncias entre sangue e
líquido intersticial. Se convergem formando vênulas
Vênulas: vasos sanguíneos que transportam
sangue de um leito capilar para uma veia. Sua
intensificação forma uma veia.
Saída e retorno de água para os vasos
Ocorre devido à:3
● Pressão hidrostática: pressão que o líquido
exerce sobre a parede do capilar. É responsável
pela saída do líquido em direção ao líquido
intersticial
● Pressão oncótica: pressão exercida por
proteínas plasmáticas. É responsável pela entrada
de líquido do espaço intersticial para o vaso
sanguíneo.
Se o líquido não retornar para dentro do vaso
ocorre o EDEMA
Alterações da permeabilidade do vaso:
Os mastócitos pertencem ao sistema imune e são
residentes dos tecidos. Essas células quando
estimuladas libera a histamina. A histamina
aumenta a permeabilidade vascular. Assim,
aumenta a passagem de líquido e células de
defesa dos vasos sanguíneos para o tecido.
Ocorre em caso de lesões e infecções
Veias …………………… ..
As veias têmuma camada muscular menor do
que a da artéria, e o que predomina é a tûnica
adventícia. Diferente as artérias, as veias (média e
grande) possuem válvulas para assegurar que o
sangue não volte, sempre fazendo um caminho
unidirecional.
Vasos linfáticos ……………… …
São vasos finos formado por uma célula, a célula
endotelial. Eles drenam o líquido intersticial em um
sentido único
Não possuem músculos liso envolvendo-o , possui
válvulas que garante que o fluxo da linfa seja
unidirecional (da extremidade no sentido do
mediastino - coração).
Corpos Carotídeos ……………… …
No sistema circulatório também há estruturas que
atuam como quimiorreceptores.
Nos corpos carotídeos existem um conjunto de
quimiorreceptores que estão localizados na
bifurcação da artéria carótida comum com a aorta.
Eles sensíveis aos teores de CO2 e O2, ou seja, ao
Ph do sangue. O sangue com muito CO2 tende a
ficar mais ácido e com muito O2 tende a ficar mais
alcalinos, então ele detecta essas variações de Ph.
Como resposta, eles aumentam a frequência
cardíaca, vasoconstrição e frequência respiratória
para que ocorra uma a homeostase.
Processos patológicos …………………
● Aneurisma: ocorre a perda do tecido elástico da
tûnica média e parte de uma artéria sofre um
processo de dilatação anormal.
● Arteriosclerose: processo de endurecimento,
perda de elasticidade e espessamento progressivo
das paredes das artérias (endotélio). Inicia-se na
camada subendotelial passando para tûnica média.
● Enfartes: Obstrução dos vasos importantes.
Uma lesão com causas na parada da circulação
arterial, assim como qualquer tipo de bloqueio nas
artérias.
Coração ………………… …
Paredes constituídas por três tûnicas:
● Endocárdio: camada interna
● Miocárdio: camada média composta por
músculo estriado cardíaco
● Pericárdio: camada mais externa. É dividido em
pericárdio visceral/epicárdio (aderida ao
miocárdio), pericárdio parietal, e pericárdio fibroso
(mais externo).
Entre o pericárdio parietal e visceral há um líquido.
Estimulo elétrico
O coração possui um sistema próprio para gerar
estímulos elétricos
Nodo sinoatrial e Nodo atrioventricular
Condução do estímulo: ocorre pelo Feixe
atrioventricular ou hins e fibras de purkinje
Em repouso o coração sofre influência do sinoatrial.
Em movimento o sofre ação do SNA simpático
(taquicardia), quando tem bradicardia te ação do
SNA parassimpático.
Como ocorre o impulso elétrico?
Nodo sinoatrial → nodo atrioventricular → feixe de
His → fibras de purkinje → resto do coração..
Fotografias:
Aorta (2 métodos de coloração)
Vasa vasorum
Artéria
Veias, Artérias e capilares
Vasos linfáticos
Coração
ANOTAÇÕES:
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
…………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
SISTEMA NERVOSO
Os neurônios comunicam-se um com o outro
através de uma reação química. Faz a condução
elétrica saltar de um neurônio para o outro
● Sistema nervoso central : encéfalo, medula
espinhal
● Sistema nervoso periférico: nervos
(prolongamentos de neurônios) e gânglios
nervosos
Componentes do SN: Neurônios e Células da Glia
(sustentação, nutrição, defesa)
Meninges SNC
● Dura máter (contato com o osso)
● Aracnóide (mediana)
● Pia máter (contato com o tecido nervoso)
Separação do SNC
Substância cinzenta: composta por corpos
celulares dos neurônios, prolongamentos de
neurônios, fibras amielínicas e células da glia.
Substância Branca: composta por prolongamento
dos neurônios, fibras mielinizadas e neuroglia.
No cérebro, a substância branca está no interior e a
cinzenta mais exterior. Na medula espinhal a
substância cinzenta está no interior e a branca
externamente.
Medula espinal
No interior do H medular há o canal medular
Neurônio
● Dendritos: recebem estímulos de células epiteliais
ou outros neurônios
● Corpo celular: centro trófico da células, recebe e
interpreta os estímulos. No corpo celular há o
núcleo da célula
● Axônio: condução do impulso a outros neurônios,
células musculares ou glândulas
●Telodendro: botões terminais, onde ocorrem as
sinapses. Estão localizadas dentro das fenda
sinápticas
Neurônio mielinizado conduz de forma mais rápida
os estímulos do que os amielinizados pois a bainha
de mielina acelera o impulso nervoso.
Quanto ao tipo de neurônio
● Multipolares: mais de dois prolongamentos
células
● Bipolares: possuem dois prolongamentos e um
axônio, gânglios coclear e vestibular, retina mucosa
e olfatórios.
● Pseudo-unipolares: próximo ao corpo celular,
prolongamento único
Quanto a função
● Motores: enviam estímulos (glândulas endócrinas,
exócrinas, fibras musculares)
● Sensoriais: recebem estímulos (do ambiente ou
do próprio organismo). Recebe a informação, leva
até o cérebro, interpreta, passa pela medula
espinhal até uma fibra motora para ter a reação.
● Interneurônios: estabelecem conexões entre
neurônios.
Corpúsculo de Nissl
É uma substância composta de retículo
endoplasmático do neurônio concomitantemente
com agregados de polirribossomos livres
A quantidade de RER varia de acordo com o
estado funcional da célula, mais abundante nos
motores
Potencial de ação
O estímulo entra no dendrito passa pelo corpo
celular do neurônio e chaga ao s axônios.
Quando o neurônio está em repouso, a
membrana do lado externo é positiva (Na+) e a
interna é negativa (K).
Quando tem potencial de ação chegando, os
canais de sódio se abrem e ocorre a entrada de
sódio e a saída de potássio, invertendo a
polaridade (membrana interna positiva e
membrana externa negativa). Fazendo o impulso
andar pelo neurônio.
Para a célula voltar pro repouso (repolarização), é
dada pelo funcionado da bomba de sódio
potássio. Ele Pega o sódio dentro da célula e joga
para fora, assim como, traz o potássio para dentro
da célula novamente, fazendo com que a
membrana da célula volte a ficar positiva do lado
de fora e negativa do lado de dentro.
Sinapse
1. O potencial de ação chega ao terminal
axônico → Os canais de ca+2 se abrem e o Ca2+
entra na célula → O cálcio sinaliza para os
vesículas e elas se movem para a membrana.
2. As vesículas ancoradas liberam os
neurotransmissores por exocitose e os
neurotransmissores se difundem pela fenda
sináptica e se ligam aos receptores.
3. A ligação do neurotransmissor com os
receptores ativa as vias de transdução dos sinais.
Tipos de sinapse
● Axodentrítica: Axonio → dendrito
●Axiomática: axônio → corpo celular (sem passar
pelos dendritos)
● Dendrodendríticas: entre os dendritos
●Axoaxônicas : entre axônios
Células da neuroglia
Não geram impulsos nervosos nem formam
sinapses. São capazes de realizar divisão mitótica
mesmo em adultas.
Elas dão apoio, fazem isolamento, nutrição e
equilíbrio iônico.
●Astrócitos: células encontradas no SNC, maiores
células da neuroglia, núcleo esférico e central,
auxilia na nutrição dos neurônios.
Reveste superfície vascular e faz uma barreira
hematoencefálica (estruturade permeabilidade
altamente seletiva que protege o snc de
substâncias potencialmente neurotóxicas presentes
no sangue. É essencial para função metabólica
normal do cérebro.)
● Oligodendrócitos: faz a produção da bainha de
mielina do SNC.
● Microglia: Células imunológicas, fazem parte do
sistema mononuclear fagocitário. Tem aspecto
espinhosos.
●Células ependimária: Reveste as cavidades do
SNC, podem apresentar cílios
Canal medular com células ependimárias
revestindo-o
Cerebelo : (1) camada molecular, (2) camada de
purkinje, (3) camada granulosa
ANOTAÇÕES:
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
Sistema nervoso periférico
Formado por fibras nervosas, envoltas por bainha
de mielina produzidas pelas células de Schwann.
Fibras do tipo C: amielinizadas, neurônio sensitivo
da pele, impulsos dolorosos. Demora a percepção.
Tipo A e B: mielinizadas, neurônios motores e
sensitivos.
Quando as fibras nervosas estão agrupadas
formam os feixes e dos feixes agrupados formam
os nervos.
Revestimento
● Epineuro: tecido conjuntivo denso colágeno
envolve todo o nervo.
● Perineuro: tecido conjuntivo menos denso
envolve um feixe de nervos (fascículo)
● Endoneuro: tecido conjuntivo de fibras reticulares
que envolve cada uma da fibras nervosas.
Epineuro no lado superior direito
Seta: perineuro envolvendo um fascículo
AB: fibra envolta do endoneuro
Plexo coróides e líquido cefalorraquidiano
O plexo coróide produz o líquido cefalorraquidiano,
ele é composto por epitélio cúbico simples e fica
localizado próximo ao cerebelo
O LCR tem cor clara, é composto por poucas
células e tem renovação contínua. Ele regula o
metabolismo do SNC e proteção contra trauma.
ANOTAÇÕES:
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
Sistema digestório
Dentro da cavidade oral até o anus há uma rede de
tubos que vai tornar possível absorver nutrientes
além das glândulas anexas
- Função: quebrar grandes moléculas e
transformar em micromoléculas. Ex:
proteínas são macromoléculas e são
degradadas até chegar a unidade básica,
os aminoácidos que serão absorvidos no
intestino.
Nos ruminantes o estômago é
compartimentalizado e 3 partes fazem
degradação de matéria verde (rúmen, retículo e
omaso)
No retículo e omaso ocorre digestão mecânica
para melhor degradação.
No abomaso ocorre a digestão química, é
considerado o estômago químico do ruminante.
A partir do esôfago, o túbulo se organiza de
maneira com 4 camadas:
● Camada mucosa: mais interna, contato com o
lúmen. É uma camada epitelial e contém lâmina
própria. Ela promove uma barreira semipermeável
entre o conteúdo do tubo digestório e o meio
interno. Além disso, produz muco para proteção,
enzimas, lubrifica para facilitar o transporte e
digestão do alimento e promove absorção.
Separando a camada mucosa da submucosa há
a camada muscular da mucosa (camada
pequena de músculo liso)
● Camada submucosa: reveste a camada mucosa,
há presença de glândulas salivares e plexo
nervoso submucoso.
● Camada muscular: reveste a submucosa.Tem
fibras musculares lisas. Essas células musculares
fazem a contração, através dos movimentos
peristálticos.
Ocorre devido aos estímulos do plexo nervoso
submucoso (camada submucosa) e mioentérico
(entre as fibras musculares) que estimulam as
células do músculo liso empurrar/homogeneizar o
alimento ao longo do trato digestório.
● Camada serosa: reveste todas essas redes de
túbulos. Tem uma fina camada de tecido conjuntivo
frouxa - mesotélio.
Na lâmina própria da camada Mucosa, tem
células de defesa, os macrófagos, linfócitos,
plasmócitos.
CAVIDADE ORAL ……… …………………………..
Tem revestimento de epitélio pavimentoso
estratificado, possui pequena camada de
queratina. Nos animais que se alimentam de
matéria verde a camada de queratina é mais
densa pois eles seus alimentos são mais fibrosos.
1. Teto da boca: o palato duro é tecido
conjuntivo aderido a um tecido ósseo
revestido por epitélio pavimentoso
estratificado. Já, o palato mole é formado
por músculo estriado esquelético.
2. Língua: composta por músculo estriado
esquelético em diferentes planos. É
recoberta por mucosa que varia de acordo
com a região.
Face ventral: mucosa lisa
Face dorsal: irregular com pequenas saliências
(papilas)
Fase posterior (amígdala): chamada também de
tonsilas linguais, é uma estruturas que pertencem
ao sistema imune também (presença de nódulos
linfáticos).
O processo de digestão se inicia e a língua tem
função de homogeneizar (graças ao músculo
estriado esquelético), e empurrar para o dentro o
processo de mastigação.
Papilas gustativas: são terminações nervosas que
captam os sabores. Estão presentes nas diferentes
papilas
- Papilas circunvaladas: Há grandes
quantidade de corpúsculos gustativos, é
circunscritas por um sulco onde
desembocam glândulas salivares. Tem
aspecto de um círculo grande
- Papilas fungiformes: pouco frequente, não
há corpúsculo gustativos, tem aspecto de
cogumelo
- Papilas filiformes: mais numerosa, não
contém corpúsculos gustativos. É em
formato de espículas, afiladas.
- Foliácea: tem tecido conjuntivo entrando
pra dentro do epitélio como se fosse dedos.
Têm corpúsculos gustativos.
Abaixo das papilas há os botões gustativos, eles
identificam o sabor dos alimentos e mandam a
informação para o SNC.
O epitélio reveste todo o corpo e o que reveste o
trato digestório não vai ser o mesmo do início ao
fim. Por exemplo, o lábio é epitélio estratificado
pavimentoso queratinizado, porém à medida que
vai aprofundando para os segmentos mais
profundos do trato digestório, esse epitélio que é
mais robusto deve diminuir pois há a necessidade
de absorver nutrientes.
Na cavidade oral ainda há o epitélio robusto pois
vai entrar em contato com mastigação,
componentes rígidos do alimento. Porém, esse
epitélio começa a perder a camada de queratina.
E assim sucessivamente até chegar ao epitélio
simples….
FARINGE ……………… …………
Comum ao aparelho digestivo e respiratório. É
revestida por epitélio estratificado proximo ao
esofago e cilincrido pseudo-estratificado na
traqueia.
ESOFAGO …………… ………
Tubo muscular que transporta alimento da boca ao
estômago. É composto de epitélio pavimentoso
estratificado não queratinizado.
Sua submucosa há glándulas mucosas (glándulas
esofágicas). Na camada muscular há músculo
estriado esquelético (superior), músculo liso
misturado com estriado esquelético (porção
média) e músculo liso (inferior)
ESTÓMAGO …………………………………… ……………..
O estômago dos ruminantes,que são
poligástricos, é dividido em Rúmen, retículo, omaso
e abomaso.
1. O animal ingere a comida e na boca
mastiga.
2. Em seguida vai pro rúmen e é degradado
pela celulase, o rúmen contrai e expulsa o
gás que foi produzido e parte do material
vai para o retículo.
3. O retículo joga pra boca que vai mastigar
novamente e volta para o omaso, onde
ocorre a degradação física aumentando a
superfície de contato.
4. Depois vai para abomaso e ocorre a
digestão. E, por fim, vai para o intestino
para ocorrer a absorção
Rúmen
As papilas ruminais não tem muscular da
mucosa, é uma câmara de fermentação da
matéria verde pela enzima celulase que é
produzida por microbióticos.
Retículo
Tem estruturas parecidas com redes, são as
cristas reticulares, elas possuem muscular da
mucosa.
Omaso
Composto de epitélio queratinizado e tem
submucosa pouca desenvolvida. Há presença de
lâminas onde a muscular da mucosa e a camada
muscular são desenvolvidas. Nele ocorre a tritura
mecânica.
Abomaso
Órgão endócrino e exócrino.
Exócrino: produz enzima para digestão do
alimento. Início da digestão das proteínas e
continuação da digestão dos carboidratos
Endócrino: produz hormônios, a leptina que dá a
sensação de saciedade.
ESTÓMAGO ……… ………………………...
O estômago é diferenciado em porções:
● Cárdia: Estreita faixa de mucosa, há fosseta e
na região mais interna da fosseta há glândulas.
Essas glândulas secretam enzimas através da
fosseta até a cavidade estomacal. Há também
células parietais (oxíntica) que vão produzir HCL
● Corpo
● Antro Pilórico/ Fundo: tem lâmina própria,
glândulas tubulosas ramificadores (glândulas
gástricas ou fúndicas).
A mucosa do estômago é pregueada, com
instâncias chamadas de fossetas, que são
invaginações que permitem o contato das
camadas mais profundas do estômago com a
região externa da cavidade.
Sua camada mucosa: epitélio cilíndrico simples,
células plasmáticas secretoras de muco (PAS-
positivas)
CÉLULAS DAS FOSSETAS
Células presente: células fonte, parietais ou
oxínticas, mucosas do colo, zimogênicas ou
principais (produz pepsina) e enteroendócrinas.
1. Célula fonte: fazem a reposição das
células da fosseta da superfície do
estômago
2. Células parietais e oxínticas: Produz o
ácido clorídrico, principalmente na região
do colo. Tem o citoplasma eosinofílico
(+rosa), produz um fator antianêmico
intrínseco que faz a absorção de B12. É
controlado pela gastrina e histamina que
controlam o processo de secreção
3. Células zimogênicas: se localizam na parte
glandular e sintetizam proteínas, pepsina
gênios e lipases.
4. Células enteroendócrinas: produz a
gastrina e HCL, presente em grande
quantidade na parte pilórica
No estômago é preciso secretar ácido (HCL) e o
ácido não pode destruir a células do próprio
estômago. No conteúdo secretado além de
enzimas digestivas, as glândulas produzem
também uma camada de muco a fim de proteger
o Ph ácido em decorrência do ácido clorídrico
A célula parietal vai secretar o HCL e ela não
secreta o ácido clorídrico pronto, apenas secreta
os ingredientes e eles se unem na atividade
estomacal. Pois, se no interior da célula já tivesse
HCL pronto, ele poderia dissolver a própria célula.
Lábio
queratina: mais clara
Porções mais afastadas: não tem queratina
Língua:
(baixo para cima)
Músculo esquelético em sentidos distintos
Papílas filiformes:
epitélio pavimentoso estratificado pouco
queratinizado
Papila fungiforme:
com papilas gustativas
Papilas valadas ou circunvaladas:
Papila foliácea:
tem tecido conjuntivo entrando pra dentro do
epitélio como se fosse dedos
Esôfago
(cima para baixo) mucosa, submucosa,
muscular, serosa
Ponto que sai do esôfago para o estômago
Esôfago, epitélio estratificado e no estômago
simples.
Estômago
Epitélio simples cilíndrico com fossetas.
Glândulas fúndicas: produção do HCL e outros
componentes do processo de digestão.
Células principais e parietais
Intestino delgado
Vilosidades na região apical
Plexos nervosos
1º submucoso / 2º mientérico
Intestino Grosso
não há vilosidades, há criptas e grande
quantidade de células caliciformes.
INTESTINOS
Delgado …………………………………………………………………………….
Onde ocorrem os processos finais de digestão e
início da absorção.
Porções: duodeno, jejuno, íleo.
Revestimento
●Olho nú - pregueado (dobras da mucosa e
submucosa)
● Microscopia - Vilosidades intestinais que são
inveginações da membrana mucosa para
aumentar a superfície de contato. No duodeno tem
formas foliáceo e no íleo aspecto digitiformes
(dedos).
●Endobactérias: protegem formando uma barreira
contra microorganismo invasores, impedindo assim,
a fixação deles.
Há glândulas tubulosas simples chamadas de
intestinais presente na camada mucosa e
desembocam no ponto de inserção dos microvilos.
E também, há lâmina própria de tecido conjuntivo
frouxo.
Células que compõe o epitélio
● Cilíndrico simples (tem microvilosidades que faz
a absorção) com células caliciformes (produz
muco-proteção) e vilosidades.
● Paneth: produz lisozimas que controla a
microbiota intestinal
● Enteroendócrinas: produz polipeptídeos
●Células M: revestem os nódulos linfáticos da placa
de prayer e íleo
Há vasos sanguíneos, linfáticos, inervação
intrínseco (plexo mioentérico e submucoso) e
extrínseca (fibras colágenas do parassimpático -
estimula a atividade do músculo liso intestinal e
fibras adrenérgica do simpático - atenuam a
atividade do músculo liso intestinal)
DUODENO
● Onde ocorre a maior parte da digestão.
● Há glândulas intestinais na mucosa.
● Há glândulas duodenais na submucosa que
produzem glicoproteínas neutra, ela é uma
substância alcalina e protege a mucosa contra a
acidez estomacal. Ph ideal para ação de enzimas
pancreáticas.
JEJUNO
Sem glândulas nas camadas submucosa, apenas
intestinais
ÍLEO
Nele ocorre um filtrado alto não dá pra observar as
estruturas nas fotomicrografias.
● Vilosidades intestinais
●Camada mucosa com conjunto de células
linfáticas (placa de prayer)
Grosso …………………………………………………………………………….
● Membrana mucosa lisa (ausência de pregas)
● Ausência de vilosidades mas possuem
microvilosidades
● Poucas células enteroendócrinas
● Absorção da água e formação do bolo fecal
● Na mucosa tem glândulas intestinais
● Lâmina própria rica em linfócitos e nódulos
linfáticos
Ceco
Câmara de fermentação em equinos. Também é
conhecido como apêndice em alguns seres e não
tem utilidade.
No ceco há bactérias e protozoárias que produz
celulose e destrói a parede células do alimento
Cólon
Tem a porção ascendente, transversa, descendente
e sigmóide.
Reto
Substituição do epitélio de colunas para
pavimentoso estratificado com presença de plexo
venoso
GLÂNDULAS ANEXAS
Pâncreas …………… ……………………………………………….
● Porção acinosa: exócrina, produz suco
pancreático (secreção com água e íons -
bicarbonato- e enzimas digestivas). Essas enzimas
são armazenadas na forma inativa nos grânulos de
zimogênios e são ativados no lúmen devido ao Ph.
Essa porção é controlada pela secretina (rica em
bicarbonato) e colecistocinina (estimula secreção
de enzimas)
● Porção coronal: endócrino, formado por ilhotas
de langerhans que é composta células cordonais
rica em capilares.
Células das ilhotas:
● Alfa: produz glucagon (aumento da concentração
da glicose no sangue). É localizada na periférica
● Beta: basófilas, produz insulina (diminui a
concentração de glicose no sangue). Localizada
centralmente.
● Células delta: produz gastrina e somastina
(inibidores de secreção das outras células de uma
ilhota)
Fígado …………… ………………………………………………
● Segundo maior órgão do corpo e a maior
glândula.
● Possui dupla irrigação (80% da veia porta - rico
em nutrientes e pobre em 02 / 20% pela artéria
hepática - rica em O2).
● Circulação sanguínea centrípeta e circulação de
bile centrífuga.
É composto de hepatócitos que produz bile, a bile
emulsiona os glóbulos de gordura aumentado sua
superfície de contato para os ataques das lipases.
Assim, facilitando a absorção de gorduras.
O pigmento da bile é originado da degradação
das hemácias velhas pelo baço através domacrófago.
Atividades:
● Realiza a detoxificação de compostos naturais
(hormônios esteróides), medicamentos, álcool,
amônia e converte em ureia.
● Produz proteínas plasmáticas
● Metaboliza gordura
●Armazena Fe, ácido fólico, vitamina b12,
glicogênio.
Arquitetura
Externamente revestido por uma cápsula de
tecido conjuntivo fibroso que faz invaginações
dentro do parênquima hepático formando lóbulos.
É observado nos lóbulos ramo da artéria hepática,
veia centro lobular, capilares sinusóides (brancos),
cordões hepáticos (entre os capilares), ducto biliar
(epitélio cúbico simples)
● Aréa portal é feita de tecido conjuntivo ao redor
dos lóbulos e nessa área há a tríade portal*Tecido epitelial cilíndrico simples: reveste
intestino
*Epitélio de transição: é um tecido epitelial
estratificado cúbico e chama-se de transição
devido a transição da forma pavimentosa
quando a bexiga está cheia e cúbica quando
a bexiga está vazia.
*Epitélio pseudoestratificado cilíndrico
ciliado com células caliciformes: forma a
traqueia (macho/fêmea). Os cílios impede que
o muco fique na traqueia empurrando para
faringe através do movimento pelas PTN
motoras.
*Epitélio pseudoestratificado cilíndrico
estereociliado: sem mobilidade, apenas com
ajuda do espermatozóide, forma o epidídimo
(macho).
● O epitélio são células lábeis pelo fácil poder
de regeneração.
● Lâmina Basal é uma estrutura que conecta
o tecido epitelial com o tecido conjuntivo. E o
M-desmossomos fixa o tecido epitelial na
lâmina basal
● Metaplasia é quando uma célula sofre ação
de um agente externo tóxico e sua forma é
modificada (ex: as toxinas presente na fumaça
do cigarro faz as células cilíndricas do sistema
respiratório mudar de forma e torna-se
pavimentosa, sendo que as cilíndricas formam
cílios e a pavimentosa não, ou seja, o indivíduo
fica desprotegido das impurezas do ar uma
vez que os cílios protegem o trato respiratório.)
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
TECIDO GLANDULAR
Não necessariamente precisa-se ter
enervação em uma determinada estrutura
para que ela desempenhe determinada
função. Às vezes, basta com que libere na
corrente sanguínea alguns hormônios até
encontrar seus receptores e estimular a célula.
Formação das glândulas
As células produtoras de hormônios se
organizam em forma de cordões ou folículos
cercados por capilares, que facilita a liberação
do hormônio na corrente sanguínea.
Classificação
● Exócrina: libera secreções através de ductos
para superfícies epiteliais.
● Endócrina: não possuem ductos, liberam nos
vasos sanguíneos ou linfáticos.
TECIDO GLANDULAR EXÓCRINO
Natureza de secreção :
- mucosa
-serosa
-mista
Modo de secreção:
● Merócrino: ocorre por exocitose, secretam
sem ocorrer dano à célula (ex: sudoríparas,
salivares).
● Apócrino: Acumulam secreção dentro dela e
liberam fragmentos da célula (ex: glândulas
mamárias)
● Holócrino: Aculuma substância dentro dela e
se rompe para a liberação, ou seja, morre para
excretar. (ex: sebáceas).
Número de células
● Unicelular: São célula caliciformes. Essas
células produzem a mucina (feito de
glicoproteína). São presentes nas células do
intestino e tubos respiratórios.
● Pluricelular: Composta por um ducto
(parede de epitélio) e uma unidade secretora
(feita de epitélio glandular). Possui tecido
conjuntivo de apoio que trás fibras nervosas e
vasos sanguíneos.
São classificadas de acordo com seus ductos e
unidades secretoras.
Ductos podem ser:
● Simples: não há ramificação
● Composto: são ramificados
Unidades secretoras podem ser:
● Tubulares: parece tubos
● Acinosas ou Avelar: parece saquinhos
● Túbulo acinosas: são ambos.
Glândulas mucosas
● Secretam alucinógenos (ex: glândulas
salivares). Contém ácino mucoso
Glândulas serosas
● Secretam fluido aquoso rico em enzimas
(ex:pâncreas). Contém ácino seroso
Glândulas mistas
● Secretam e excretam (ex:pâncreas. Na parte
exócrina produz o suco pancreático que é
liberado através do ducto pancreático para o
intestino delgado, e na parte endócrina produz
insulina e glucagon que vão ser liberados na
corrente sanguínea). Há ácino mucoso e
seroso.
TECIDO GLANDULAR ENDÓCRINO
HIPÓFISE
A Hipófise é composta por pituicitos (células
gliais) e axônios não mielinizados derivados do
hipotálamo. Ele sofre influência direta do
hipotálamo
1. Neuro Hipófise: É formada pela Pars
nervosa e infundíbulo (tem conexão
anatômica direta com o hipotálamo (SNC)).
● O neurônio do núcleo supraóptico e
paraventricular (neurônios hipotalâmicos)
produz hormônio e é levado para Pars
nervosa que libera-o.
2. Adenohipófise: Não tem conexão direta
com o SNC
O neurônio do núcleo dorsomedial,
dorsoventral e infundibular que liberam
hormônio hipotalâmicos no complexo capilar
primário e o complexo capilar drena estímulos
hipotalâmicos até a Pars distalis. Esses
estímulos estimulam as células endócrinas e
elas produzem seus mediadores e jogam na
corrente sanguínea.
GLÂNDULA SUPRA RENAL/ADRENAL
Localizada acima do rim, é dividida em:
1. Medular: células endócrinas que produzem
de fato o hormônio a ser secretado,
responsável pela produção de adrenalina.
2. Cortical: Responsável pela produção dos
hormônios cortisol e aldosterona. É dividida em
zonas:
● 2.1 Glomerulosa: cordões formando
arcos
● 2.2 Fasciculada: cordões retos
● 2.3 Reticulada: cordões desorganizados
GLÂNDULA TIREÓIDE
Tireóide - Armazena o conteúdo a ser
secretado. Não é organizada em cordões mas
sim de folículos tireoidianos, esses folículos
jogam um gel (colóide) que guarda o
precursor (“matéria prima”) dos hormônios
produzidos (T3 E T4).
Entre esses folículos também há células
parafoliculares que produzem calcitonina.
Paratireóide: Organizadas em forma
cordonal, produz paratormônio e joga nos
capilares, dos capilares para corrente
sanguínea.
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
TECIDO NERVOSO
Acha-se distribuído pelo organismo
interligando- se e formando uma rede de
comunicações, que constitui o sistema
nervoso.
• O tecido nervoso tem origem ectodérmica,
nele a substância intercelular praticamente
não existe.
» São constituídos pelos neurônios e
neuróglias;
FUNÇÕES
O tecido nervoso recebe informações do
meio ambiente através dos sentidos e do meio
interno e processa essas informações
elaborando uma resposta que pode resultar
em ações, como a contração muscular e a
secreção de glândulas, em sensações, como
dor e prazer, ou em informações cognitivas,
como pensamento, aprendizado a criatividade.
Ele é ainda capaz de armazenar essas
informações para uso posterior: a memória.
COMPONENTES
Apresenta os neurônios e vários tipos de
células da glia.
• Neurônios são células especializadas, que
não se dividem, nas quais a irritabilidade e a
condutividade são altamente desenvolvidas.
• Neuróglia é formada por populações de
células diferentes que não produzem impulsos
nervosos, porém fornecem suporte estrutural e
metabólico interno para o tecido nervoso.
Células da Glia do SNC
• Astrócitos: proteção e sustentação física,
nutrição, absorve neurotransmissores, envia
mensagens químicas.
• Oligodendrócitos: Produz a bainha do SNC
• Microglias: Participa do sistema
imunológico, participa da defesa e reparo
• Células ependimárias: células colunares
que revestem os ventrículos cerebrais (onde é
produzido o LCR) e o canal da medula espinal.
Células da glia do SNP
• Células de Schwann: Nutrição e produz
bainha SNP
• Célulassatélites: promovem isolamento
elétrico em torno do neurônio e constituem
uma via para trocas metabólicas.
SISTEMAS
o tecido nervoso constitui os órgãos do
sistema nervoso, que pode ser classificado em
dois:
• Sistema Nervoso Central (SNC): é
constituído pelo encéfalo e medula espinal.
• Sistema Nervoso Periférico (SNP): Formado
pelos nervos e gânglios. Os nervos são
compostos de fibras nervosas. As fibras, por
sua vez, são constituídas pelos axônios e pelas
células de Schwann, que os revestem.
Os gânglios são porções dilatadas dos nervos,
onde se encontram os corpos celulares dos
neurônios.
MASSA BRANCA E MASSA CINZENTA
A substância cinzenta é assim chamada
porque mostra essa coloração quando
observada macroscopicamente. É formada
principalmente por corpos celulares dos
neurônios e células da glia.
A substância branca não contém corpos
celulares de neurônios, sendo constituída por
prolongamentos de neurônios e por células da
glia. Seu nome se origina da presença de uma
material lipídico esbranquiçado denominado
de mielina.
A camada mais externa do encéfalo tem cor
cinzenta e a região encefálica mais interna
tem a cor branca. Na medula é ao contrário.
IMPULSOS NERVOSOS E SINAPSE
» A transmissão do impulso nervoso é a forma
de comunicação dos neurônios. Os impulsos
são fenômenos de natureza eletroquímica,
uma vez que envolvem substâncias químicas e
a propagação de sinais elétricos.
As sinapses ocorrem entre os prolongamentos
dos neurônios (axônio de uma célula e
dendritos). E ocorrem devido à substâncias
químicas, chamados neurotransmissores.
SINAPSES
São locais especiais de contato superficial
onde ocorre neurotransmissão entre
neurônios. O tipo mais comum de sinapse
transmite impulsos comum unidirecionalmente
através da ação de um ou mais
neurotransmissores,
e por isso é denominada de sinapse química.
• A sinapse elétrica é uma junção
comunicante através da qual íons podem
passar livremente e por isso, os impulsos
nervosos são diretamente conduzidos.
• A sinapse conjugada é uma sinapse mista, é
uma combinação das duas.
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………
TECIDOS MUSCULARES
(estriados e lisos)
• É constituído por células alongadas, que
contêm grande quantidade de filamentos
citoplasmáticos de proteínas contráteis,
geradoras das forças necessárias para a
contração desse tecido, utilizando energia
contida nas moléculas de ATP.
• As células musculares têm origem
mesodérmica e sua diferenciação ocorre pela
síntese de proteínas filamentosas,
concomitante com o alongamento das células.
MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO
• Células multinucleadas(núcleo na porção
marginal, próximo à membrana), contém
células longas, cilíndricas e contém muitos
filamentos(miofibrilas) .
• Revestido por camadas (epimísio, perimísio,
endomísio).
1. Epimísio: tecido conjuntivo que reveste
. . o músculo inteiro.
2. Perimísio: finos septos que envolve . . …
… conjunto de fibras.
3. Endomísio: reveste cada fibra . . . . . . . . .
. . muscular.
• Há capilares de nutrição para a fibra
muscular exercer sua função (contração)
Contração:
Para ocorrer a contração tem que ocorrer um
disparo via sistema nervoso.
• Túbulos T: faz com que a sinalização do
sistema nervoso atinja áreas mais profundas.
• Retículos sarcoplasmáticos: armazena íon
cálcio (que é essencial para a fisiologia da
fibra muscular)
• Placa motora: Interface que liga o sistema
nervoso com tecido muscular.
•Sarcômero: Unidade responsável pela
contração.
Filamentos (miofibrilas) para contração:
1. Troponina e tropomiosina: recobrem os
filamentos de actina e miosina.
2. Actina e Miosina: deslizam um sobre o
outro para que ocorra o encurtamento da fibra
muscular.
MÚSCULO ESTRIADO CARDÍACO
• Célula com um núcleo ou dois (núcleo
espalhado, porção central), alongadas e
ramificadas.
• As fibras cardíacas são circundadas por uma
delicada bainha de tecido conjuntivo, que
contém vasos sanguíneos.
• Há discos intercalares que interligam as
fibras musculares.
• As fibras têm disposição que fazem com que
as células se fundem uma nas outras.
MÚSCULO LISO
• Sem estrias na composição, uninuclear,
células fusiformes
• Não há padrão de contração
• As células lisas são revestidas por lâmina
basal
• São mantidas juntas por uma rede de fibras
reticulares.
Corpos densos: estruturas que apresentam
importante papel na contração das fibras. Há
filamentos incorporados a ele, não paralelos
ao eixo da célula.
Quando há informação para a contração, eles
deslizam um sobre outro sem sentido único.
• Músculo Liso Unitário: é composto por fibras
musculares separadas e discretas, que se
contraem independentemente das outras.
• Músculo Liso Multiunitário: milhares de
fibras musculares lisas que se contraem juntas,
que são ligadas por muitas junções
comunicantes, das quais os íons fluem
livremente de uma célula para outra.
Regeneração do tecido muscular
• Músculo cardíaco - não se regenera
• Músculo esquelético - apesar dessas fibras
serem multinucleadas, estes núcleos não se
dividem. Porém, este músculo apresenta uma
pequena capacidade regenerativa.
• Músculo liso - é capaz de se regenerar.
Ocorrendo uma lesão, as células musculares
lisas que permanecem viáveis entram em
mitose e se regeneram.
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
……………………………………………………………
Histologia do Coração
→ Coração
• O coração possui quatro câmaras: O átrio
direito, que recebe sangue desoxigenado da
circulação sistêmica; O ventrículo direito, que
recebe sangue do átrio direito e bombeia para
os pulmões, onde é oxigenado; O átrio
esquerdo, que recebe sangue dos pulmões e
envia para o ventrículo esquerdo, que, por
sua vez, o bombeia para a circulação
sistêmica.
• O coração possui uma porção central de
tecido conjuntivo denso não modelado, com
algumas regiões de cartilagem fibrosa: é o
esqueleto fibroso que, além da sustentação
estrutural, permite a inserção do músculo
cardíaco e age como um isolante elétrico ao
impedir o fluxo livre de impulsos elétricos entre
os átrios e os ventrículos.
• Para o direcionamento do fluxo sanguíneo o
coração apresenta valvas, assim, o sangue é
impedido de retornar para os átrios durante a
contração dos ventrículos e de retornar aos
ventrículos após sua saída.
Principais componentes:
• Septo membranoso
• Trígono fibroso
• Ângulo fibroso
Válvas cardíacas
• Parte central: Conjuntivo denso
• Externa: Endotélio
• Bases: Se prendem ao esqueleto cardíaco
Tecido Cardíaco
Começa a ser formado no início da vida
embrionária, no fim da terceira semana de
gestação. Até o fim da quarta já apresenta
batimentos rítmicos.
Forma-se a partir de um vaso sanguíneo
primitivo (tubo cardíaco) que se dobra e se
retorce e por fim se origina quatro cavidades
do coração.
O coração é formado por três tûnicas:
epicárdio, miocárdio e endocárdio.
• Endocárdio: O endocárdio é a camada
mais interna do coração. Ele forma a camada
interna de todas as quatro câmaras cardíacas,
e está diretamente ligado a todos os
apêndices cardíacos internos, como a valva
bicúspide, a valva tricúspide, a valva semilunar,
a valva aórtica, as cordas tendíneas e os
músculos papilares. Sua composição primária
consiste de células endoteliais e acredita-se
que ela controle a si mesma e o miocárdio,
através da distribuição de potenciais de ação
pelas fibras de purkinje no interior do músculo
cardíaco.
• Miocárdio: O miocárdio é a camada
muscular média da parede do coração, e
funciona ao fornecer sustentação às câmaras
cardíacas. Ele auxilia na contração e no
relaxamento das paredes do coração, de
forma que o sangue possa passar entre as
câmaras, bem como na condução da
eletroestimulação, através de seus próprios
tecidos e do epicárdio.
Na junção da veia cava superior com o átriodireito, há o nodo sinoatrial, cujas células
sofrem cerca de 70 despolarizações por
minutos.
• Epicárdio: O epicárdio é a camada de
músculo que recobre as superfícies externas
do coração. Encontra-se diretamente fundida
ao miocárdio, internamente, e está em contato
com a camada serosa do pericárdio. É
constituída principalmente de tecido
conectivo (conjuntivo) frouxo coberto por
epitélio simples pavimentoso (mesentério),
envolvendo e protegendo o coração. Nessa
camada, pode se acumular tecido adiposo em
torno das artérias coronárias e das veias que
irrigam a parede cardíaca.
• Pericárdio: O pericárdio é uma
camada de tecido conectivo (conjuntivo)
fibroso dobrado que envolve todo o coração e
as raízes dos grandes vasos. Ele possui uma
camada interna e uma externa, que são
contínuas, e criam um espaço conhecido como
saco pericárdico.
A cavidade pericárdica é preenchida por um
fluido seroso que evita o atrito das superfícies
e permite o livre movimento do coração
durante as contrações.
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
…………………………………………………………...…
Tecido Sanguíneo
• A citologia sanguínea é estudada em
esfregaços sanguíneos preparados pelo
espalhamento de uma gota de sangue sobre a
lâmina de microscopia.
→ O sangue é um tipo especial de tecido
conjuntivo que garante o transporte de
nutrientes, oxigênio (ligado à hemoglobina) e
resíduos metabólicos (ligado à hemoglobina
ou dissolvidos no plasma) pelo corpo, além de
garantir os processos de coagulação
sanguínea e defesa do organismo.
Composição do sangue:
• Plasma: forma a maior parte do tecido
sanguíneo, contém água, proteínas, hormônios,
gases...
• Elementos figurados: maior parte são o
glóbulos vermelhos porém, também há
glóbulos brancos e plaquetas
→ O Plasma é uma solução aquosa
constituído por grande quantidade de água,
onde encontram-se dissolvidos os nutrientes
(glicose, lipídios, aminoácidos, proteínas, sais
minerais e vitaminas), o gás oxigênio,
hormônios, e os resíduos produzidos pelas
células, como outras substâncias que devem
ser eliminadas do corpo….
Composição do plasma
É um indicador da composição média dos
fluidos extracelulares em geral, uma vez que,
os componentes do plasma estão e equilíbrio
com o líquido intersticial dos tecidos.
Entre as proteínas do plasma a albumina,
gamaglobulinas e o fibrinogênio. Sendo a
albumina a proteína mais abundante, com
papel na regulação da pressão osmótica do
sangue e as gamaglobulinas são anticorpos
(imunoglobulinas).
A Medula óssea é um tecido hematopoiético
(tecido de produção do sangue) que forma as
células sanguínea.
CÉLULAS DO SANGUE
Hemácias ( Eritrócitos ou glóbulos
vermelhos)
• Célula anucleada em forma de disco
bicôncavo com a região central achatada, que
facilita a troca gasosa.
• Possuem associado a sua membrana a
hemoglobina (proteína do interior das
hemácias que dá pigmento à célula e tem
função de transportar gases).
A hemácia é produzida na Medula Óssea pelo
estímulo de um hormônio (Eritropoetina) que
é produzido e liberado pelo rim. O que estimula
a produção desse hormônio é a falta de
oxigênio no sangue.
Glóbulos Brancos (Leucócitos)
• São corpúsculos incolores implicados nas
defesas celulares e imuno celulares do
organismo. Se subdividem em dois grupos:
◦ Agranulócitos
→ Linfócito: Núcleo grande compondo
quase toda a célula. Produz anticorpos (B),
células importantes na defesa do organismo.
O linfócitos B se dividem e se diferenciam em
células plasmáticas, quando em contato com
um antígeno, que sintetizam e secretam
anticorpos para o sangue, linfa e fluido
intercelular.
O linfócitos T é responsável pela resposta
imunitárias de base celular, que não
dependem dos anticorpos circulantes.
→ Monócito: Núcleos irregulares
(aspectos de rim), é intermediário entre os
macrófogos. Quando atravessam a parede
dos vasos sanguíneos (diapedese), ele passa
a se chamado de macrófagos e fazem
a fogocitose dos tecidos.
◦ Granulócitos
→ Eosinófilo: binucleado com grânulo
maiores do que dos neutrófilos. Os grânulos do
eosinófilo são lisossomas. Sua função é
fagocitar e destruir complexos
antígeno-anticorpo e limitar e circunscrever o
processo inflamatório.
→ Neutrófilo: polimorfonuclear com
globos unidos por uma camada fina de
cromatina. Globo branco mais abundante,
ativo na fagocitose..
→ Basófilo: pequena quantidade no
sangue, há grânulos mais escuros que
complicam na visualização do núcleo. Ele
libera substâncias (histamina - que faz a
dilatação dos vasos) e heparina
(anticoagulante).
Plaquetas (trombócitos)
São fragmentos celulares derivados dos
megacariócitos que fazem a coagulação
sanguínea.
◦ Processo de coagulação sanguínea
1 . Plaquetas aglomeradas secretam
tromboplastina que converte a ptn no plasma
que está inativa (protrombina) em trombina. (
Esse processo depende de vitamina K e
cálcio).
2. Quando há trombina, ela converte o
fibrinogênio inativo no plasma em fibrina,
assim, formando uma rede de fibrina e
ocorrendo o coágulo.
Vasos sanguíneos
Os Vasos que constituem o sistema
cardiovascular são as artérias e veias. A
parede das artérias e veias é formada por 3
camadas:
• Túnica íntima: camada mais interna,
formado pelo endotélio (tecido epitelial
pavimentoso simples), há uma membrana
basal entre o endotélio e o tecido conjuntivo.
• Túnica média: Camada mais espessa,
formada por camadas de células musculares
lisas organizadas em configuração helicoidal.
Sua matriz extracelular contém fibras elásticas
e fibras de colágeno (exceto nas veias).
• Túnica adventícia: camada mais externa,
constituída por um tecido conjuntivo
fibroelástico que fixa os vasos sanguíneos às
estruturas circundantes. Também é onde
encontra-se os vasa vasorum (vasos dos
vasos)
Os capilares apresentam célula contráteis, os
pericitos. Pericitos são células que revestem os
vasos sanguíneos, desempenhando um
importante papel na estabilização e no suporte
desses vasos, além disso, eles exercem
funções de interação com outras células que
estão em
seu microambiente.
Características das artérias
São tubos cilíndricos, elásticos no qual o
sangue circula centrifugamente em relação ao
coração, ou seja, o sangue sai pelas artérias
do coração em direção a periferia.
Quando falamos em calibre das artérias,
podem apresentar três tipos diferentes de
calibre. Sendo de grande calibre, médio ,
pequeno e arteríolas.
→ As artérias possuem elasticidade para
manter o fluxo sanguíneo constante.
.
→ A dilatação das artérias ocorre em razão do
sangue bombeado na contração cardíaca
(sístole ventricular).
◦ As artérias são divididas em:
• Artérias elásticas
• Arteríolas
• Artérias musculares
Características das veias
São tubos nos quais o sangue circula
centripetamente em relação ao coração, ou
seja, da periferia ao centro (coração). Então as
veias fazem sequência aos capilares e
transportam sangue que passou pelas trocas
com os tecidos
.→ Apresentam três calibres distintos, como as
artérias. Elas são de grande,médio, pequeno
calibre e vênulas. Na maioria das vezes as
veias têm maior calibre que as artérias
correspondentes.
→ Apenas as veias apresentam válvulas,
sendo sua principal característica (exceções no
cérebro, pescoço e tronco).
Capilares
Na microscopia eletrônica distinguimos três
tipos de capilares:
→ Capilares contínuos: estão localizados no
tecido conjuntivo, músculos e tecido nervoso.
Contêm numerosas vesículas pinocíticas e
suas bordas são fechadas;
→ Capilares fenestrados: localizados nas
glândulas endócrinas, pâncreas e intestinos.
Possuem fenestras com diafragma (poros) em
suas paredes. Apresentam grandes
quantidades de várias fenestras, sem
diafragma e células endoteliais.
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
Tecido conjuntivo
Tem função estrutural (da forma aos órgãos) e
importantes papéis biológicos, como ser
reserva de hormônios que controlam o
crescimento e a diferenciação celular.
• Diferente de outros tecidos, seu principal
constituinte são fibras (matriz extracelular) e
não células.
Fibras + Substância fundamental = Matriz
A matriz também serve como meio através do
qual nutrientes e catabólitos são trocados
entre células e seu suprimento sanguíneo.
A substância fundamental é um complexo
viscoso e altamente hidrofílico de
macromoléculas aniônicas
(glicosaminoglicanas e proteoglicanas) e
glicoproteínas multiadesivas.
A partir de células tronco (células não
diferenciada) forma-se todas a células dos
tecidos. Todas as células que formam os
tecidos originam-se a partir da célula
mesenquimal indiferenciada.
O Colágeno é o principal constituinte da
matriz extracelular e quem produz são as
células do tecido conjuntivo.
PRODUÇÃO DO COLÁGENO
• Se inicia do RNA mensageiro e formação de
procolágeno no meio intracelular
• O pró colágeno sofre modificações
bioquímicas e é exocitado pro meio
extracelular
• Uma enzima peptidase (procolageno
peptidase) converte o procolágeno em
tropocolágeno e esse tropocolágeno formará
os feixes de colágeno.
.
. Fibras que compõem o tecido conjuntivo
• Fibra colágena
• Fibras elásticas
É composto por 3 fibras: oxitalânica,
elaunínica e elástica. As fibras oxitalânicas
não possuem elasticidade mas são resistentes
a força de tração, enquanto as fibras elásticas
distendem-se facilmente.
São encontradas em vasos sanguíneos e ao
redor de glândulas sudoríparas.
• Fibras reticulares
As fibras reticulares são formadas por
colágeno tipo 3, associado a elevado teor de
glicoproteínas e proteoglicanas São
extremamente finas e formam uma rede
extensa em certos órgãos.
• Substância fundamental
É uma mistura de moléculas aniônicas
(glicosaminoglicanas e proteoglicanas)
e glicoproteínas multiadesivas. Ela preenche os
espaços entre as células e as fibras do tecido
conjuntivo e atua como lubrificante e
barreira à penetração de microorganismos
invasores.
CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO
Fibroblastos, macrófagos, mastocitos,
plasmocitos, células adiposas e leucocitos.
○ Mastócitos
São granulosos e contém histamina nos seus
grânulos (que controla e permeabilidade
vascular).
Colaboram nas reações imunes e têm papel
fundamental na inflamação, reações alérgicas
e na expulsão de parasitas.
○ Fibroblastos:
Sintetizam as proteínas colágeno e elastina.
São as células mais comuns e são capazes de
modular sua capacidade metabólica.
○ Macrófagos
Tem capacidade de fagocitose. Derivam de
células precursoras da medula óssea que se
dividem produzindo monócitos, os quais
circulam no sangue e depois cruzam as
paredes de vênulas, fixando-se no tecido
conjuntivo e amadurecendo, formando o
macrófago.
○ Plasmócito:
São células grandes ovóides e
anti-inflamatórias que se originam na
diferenciação dos linfócitos B. Estão presentes
em locais sujeitos à penetração de bactérias e
proteínas estranhas.
○ Células adiposas:
Especialistas no armazenamento de energia
na forma de triglicérides.
○ Leucócitos:
Vêm do sangue por migração (diapedese)
através da parede de capilares e vênulas. A
diapedese aumenta a durante as invasões
locais de microorganismos, já que são células
especializadas na defesa do organismo.
→ TECIDO CONJUNTIVO FROUXO
○ Não há predomínio de matriz extracelular
em comparação com células, parece que tem
a mesma quantidade de ambos
→ TECIDO CONJUNTIVO DENSO:
○ Muita matriz extracelular do que células,
essa matriz permite uma segunda
classificação
• Tecido conjuntivo denso não modelado:
Fibras colágenas dispostas aleatoriamente
• Tecido conjuntivo denso modelado: Fibras
paralelas no mesmo rumo.
TECIDO ADIPOSO
Predomínio de células adiposas e substâncias
intercelular reduzida.
• Apresenta-se envolto por tecido conj.frouxo,
onde há vasos sanguíneos que são
responsáveis pela sua nutrição.
• É maior o depósito corporal de energia sob a
forma de triglicerídeos.
• Tem distribuição subcutânea (embaixo),
formando a hipoderme
Funções:
• Papel energético
• Modela superfície corporal
• Forma coxins absorventes
• Contribui para o isolamento térmico
• Atividade secretora.
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
TECIDO CARTILAGINOSO
É considerado tecido de sustentação, é um
tecido especial de tecido conjuntivo. Os
animais apresentam cartilagens em todo
organismo.
Células do tecido cartilaginoso
• células condrogênicas
• condroblastos Síntese da matriz
• condrócitos
Matriz:
• Fibrilas de colágeno tipo II
• Fibras elásticas (elastinas)
• Fibras colágenas (pericôndrio)
• Substância fundamental: ácido hialurônico,
proteoglicanos e glicoproteínas.
O tecido cartilaginoso é o primeiro esqueleto
nos embriões e depois é substituído por tecido
ósseo, permanecendo apenas em partes
específicas. Tem como função sustentação de
órgãos.
Apresenta abundância em substâncias
intercelulares e fibras, principalmente
colágenas.
Nesse tecido não há vasos sanguíneos (por
isso seu metabolismo é baixo) . Os nutrientes
são recebidos através do pericôndrio, tecido
conjuntivo que envolve a cartilagem.
O tecido cartilaginoso é formado por
fibroblastos que podem transformar-se em
condrócitos toda vez que houver crescimento
ou sua regeneração.
Além disso, é formado pelos condrócitos e
abundante material extracelular, a matriz.
As cavidades da matriz, ocupadas pelos
controndrócitos é denominada de lacuna.
CÉLULAS:
Os condroblastos são células jovens que
ainda não foram envolvidas pela matriz
extracelular. Produzem e secreção a matriz
intracelular cartilaginosa, conferindo sua
rigidez e consistência.
Após a formação da cartilagem, elas perdem
sua função e passam a ser chamadas
de condrócitos.
Os condrócitos são células mais velhas e
usadas.
Pericôndrio: tecido conjuntivo que circunda a
cartilagem hialina. O pericôndrio não está
presente nos locaisem que a cartilagem forma
uma superfície livre, como nas cavidades
articulares e nos locais em que ela entra em
contato direto com o osso .
Sua função é de ser uma cápsula de
cobertura, nutrição, oxigenação, e fonte de
novas células cartilaginosas.
TIPOS DE CARTILAGENS :
1- cartilagem hialina: mais comum, cuja
matriz possui delicadas fibrillas constituidas
principalmente por colágeno tipo II. É o
primeiro esqueleto do embrião, que
posteriormente é substituído por tecido ósseo.
É responsável pelo crescimento em extensão
do osso.
Por toda cartilagem há espaços chamados
lacunas, no interior são circundadas pela
matriz, a qual tem dois componentes: fibrilas
de colágeno e matriz fundamental.
2- Cartilagem elástica: possui poucas fibrilas
de colágeno tipo II e abundantes em fibras
elásticas
O material elástico confere maior elasticidade
à cartilagem, a presença desse material
(elastina) confere a esse tipo de cartilagem
uma cor amarelada, quando examinada a
fresco.
Como a cartilagem hialina, a elástica possui
pericôndrio e cresce principalmente por
aposição. E, diferente da cartilagem hialina, a
cartilagem elástica é menos sujeita a
processos degenerativos e ela não se
calcifica.
3- Cartilagem fibrosa:. É uma forma de
cartilagem na qual a matriz contém feixes
evidentes de espessas fibras colágenas. As
fibras colágenas constituem feixes, que
seguem uma orientação aparentemente
irregular entre os condrócitos.
Na fibrocartilagem não existe pericôndrio, ela
está caracteristicamente presente nos discos
invertebrais, na sínfise púbica, entre outros;
Geralmente a presença de fibrocartilagem
indica que naquele local o tecido precisa
resistir à compressão e ao desgaste.
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
TECIDO ÓSSEO
É o constituinte principal do esqueleto, serve
de suporte para as partes moles e proteger os
órgãos vitais.
Tecido ósseo, é resistente e calcificado e é
considerado tecido conjuntivo pelo número de
células variadas e por apresentar uma matriz.
• O mesmo constitui um sistema de alavanca
junto com os músculos que amplia as forças
geradas.
• Os ossos funcionam também como depósito
de cálcio, fosfato e outros íons.
Células do tecido ósseo
• Osteócitos: Se situam em cavidades ou
lacunas no interior da matriz.
• Osteoblastos: produtores da parte
orgânica
da matriz
• Osteoclastos: Células gigantes, móveis e
multinucleadas que reabsorvem o tecido
ósseo, participando dos processos de
remodelação dos ossos.
Componentes
A parte inorgânica representa cerca de 50%
do peso da matriz óssea. Os íons mais
encontrados são fósforo e cálcio. Há também
bicarbonato, magnésio, potássio, sódio e
citrato em pequenas quantidades.
A parte orgânica da matriz é formada por
fibras colágenas tipo 1 e por pequena
quantidade de proteoglicanas e
glicoproteínas adesivas.
A associação entre a parte inorgânica com as
fibras colágenas é responsável pela dureza e
resistência do tecido ósseo.
Estrutura
Todos os osso são revestidos em suas
superfícies externas e internas por membranas
conjuntivas que possuem células osteogênicas,
o periósteo e o endósteo, respectivamente.
A camada mais superficial do periósteo
contém fibras colágenas e fibroblastos. As
fibras de sharpey são feixes de fibras
colágenas do periósteo que penetram no
tecido ósseo e prendem firmemente o
periósteo ao osso. Na sua porção mais
profunda, o periósteo é mais celular e
apresenta células osteoprogenitoras,
morfologicamente semelhantes ao fibroblasto.
Tipos de tecido ósseo:
Histologicamente existe dois tipos, o IMATURO
(ou primário) e o MADURO (ou secundário).
Os dois possuem as mesmas células e
constituintes de matriz, porém, enquanto o
tecido ósseo primário as fibras colágenas
se dispõem irregularmente, sem orientação
definida, no tecido ósseo secundário, essas
fibras se organizam em lamelas.
No tecido ósseo secundário, as lamelas ósseas
se organizam em arranjo típico, constituindo
os sistemas de Havers.
Os canais de Havers comunicam-se entre si
com a cavidade medular e com a superfície
externa do osso, por meio de canais
transversais, os canais de volkmann.
Reabsorção óssea
O processo de remodelação óssea ocorre
através da reabsorção de da formação óssea,
dois processos intermediados pelo
osteoclastos e osteoblastos, respectivamente.
Durante a reabsorção óssea, a matriz orgânica
é dissolvida e digerida pelos ácidos e enzimas
produzidas pelo osteoclasto. Os produtos
resultantes da deterioração da proteína da
matriz são liberados em ambiente extracelular
e excretados pela urina.
. A formação óssea, é realizada pela síntese
de colágeno e outras proteínas, depositados
na matriz e depois mineralizados, é sintetizada
pelos osteoblastos.
Histogênese
Dois processos explicam a formação do tecido
ósseo: Ossificação intramembranosa e
endocondral.
Em ambas o primeiro tecido formado é
chamado de tecido primário e é substituído
por tecido secundário (ou lamelar).
A ossificação intramembranosa é o processo
formador dos osso chatos, crescimento dos
ossos curto e a largura dos ossos longos. Os
osso derivados desse tipo de ossificação tem
aspecto esponjoso e apresentam
remodelagem muito mais rápida.
A ossificação endocondral é a principal
responsável pela formação de ossos curtos e
longos. Este tipo de ossificação tem origem
sobre a cartilagem hialina que vai sofrendo
modificações, substituindo os condrócitos e a
matriz cartilaginosa pré-existentes, por meio
de um processo de morte dessas células.
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
EMBRIOLOGIA DE
MAMÍFEROS
Embriologia refere-se ao estudo de embriões,
compreende apenas o período de
desenvolvimento pré-natal. Durante este
estágios organismo sofre diversas mudanças,
compondo o cenário de evolução embrionária
até o instante do parto.
Sistema reprodutor
Feminino: Ovários, Útero, Tubas uterinas,
Vagina, Genitália externa
Masculino: Testículos, Ductos genitais,
Glândulas acessórias e o Pênis.
A reprodução envolve a união do
espermatozóide com o óvulo (ambos
haplóide) o que torna possível uma mistura
dos caracteres genéticos das populações de
uma espécie.
Ciclos
Ciclo menstrual ou ovarianos: ocorre nos
primatas
Ciclo Estral: ocorre em animais domésticos
● Compreende em 5 fases: Proestro
(influência do estrogênio) Estro/cio(maior
influência do estrogênio e LH) Metaestro
(atividade secretora, declínio do estrogênio e
aumento da progesterona), Diesto (influência
da progesterona) e Anestro ( período de
quiescência dos órgãos reprodutores, onde a
fêmea não tem receptividade com o macho).
Ovocitação/Ovulação
É o processo de liberação do ovócito. Este
processo sofre influência do hormônio LH
(produzido pela adeno hipófise).
● Em animais a luz é o principal fator
ambiental que influencia a liberação do
ovócito.
- Nos animais domésticos, como gatos, cabras
e éguas o fotoperíodo é primordial. Está
relacionado a liberação da informação e do
hormônio melatonina, que desempenha papel
crítico na atividade do hipotálamo > hipófise >
gônadas.
Ciclos reprodutivos
● Acasalamento (fêmea ovulando, estro ou
cio). Liberam feromônios para atrair os
machos.
Tipos de ciclos:
● Mono Estrais: só ovula uma vez no ano (ex:
cão)
● Poliestrais: fêmea tem vários ciclos durante
o ano (ex: cavalo, gato)
Fecundação
É o encontro do gameta masculino com o
gameta feminino. O espermatozóide sofre um
processo chamado capacitação ( processo de
ativação enzimática) que consiste na remoção
da cobertura glicoproteica e das proteínas do
plasma seminal.
A fecundação compreende todos os
eventos desde a penetração da membrana do
óvulo pelo acrossoma do espermatozóide até
a união dos cromossomas do espermatozóide
e do óvulo em um só núcleo, restaurando o
número diplóide de cromossomas.
TIPOS DE OVOS
Desenvolvimento embrionário
Após a formação do ovo, inicia-se o
desenvolvimento embrionário ou
embriogênese, o qual termina com o
nascimento
● Período embrionário: dura cerca de 8
semanas, ao fim das quais todos os órgãos já
estão totalmentes esboçados.
● Período fetal: dura as restantes semanas e
corresponde ao desenvolvimento dos órgãos
ao crescimento do feto.
OBS: A gestação depende do tamanho
corporal da espécie.
1º semana
Após a penetração do espermatozóide no
citoplasma do óvulo, sua cabeça se separa da
causa, aumenta de tamanho e torna-se o
pronúcleo masculino.
A fertilização se completa quando os
cromossomos paternos e maternos se
misturam durante a metáfase da primeira
divisão mitótica do zigoto. Enquanto percorre a
tuba uterina, o zigoto sofre uma clivagem
(uma série de divisões mitóticas), em certo
número de células pequenas chamadas
blastômeros.
● Cerca de três dias depois da fertilização,
uma esfera de 12 a 16 blastômeros, chamada
mórula, que penetra no útero. Logo, se forma
uma cavidade na mórula, convertendo-a em
um blastocisto que consiste em uma massa
celular interna (embrioblasto), que vai originar
o embrião, uma cavidade blastocística e uma
camada externa de células (trofoblasto).
● De quatro a cinco dias após a fertilização, a
zona pelúcida desaparece, e o blastocisto
prende-se ao epitélio endometrial.
Ao final da primeira semana, o blastocisto está
superficialmente implantado no
endométrio.
2º semana
Ocorre o processo de nidação (processo de
fixação do embrião dentro da tuba uterina).
● Forma-se o saco vitelino primário, o
mesoderma, e o celoma. Esse celoma torna-se
a cavidade coriônica.
● Aparece a cavidade amniótica, a massa
celular interna diferencia se num disco
embrionário bilaminar, consistindo no epiblasto
e no hipoblasto, surge a placa pré-cordial ( que
indica a futura região cranial do embrião e o
futuro sítio da boca).
3ª semana
Grandes mudanças ocorrem no embrião com
a sua passagem do disco embrionário
bilaminar para um disco embrionário
trilaminar, composto de três camadas
germinativas. Este processo de formação de
camadas germinativas é denominado
gastrulação.
● A gastrulação converte a blástula em um
embrião bilateral (gástrula) que possui o plano
básico do adulto. Os folhetos germinativos -
ectoderma mesoderma e endoderma
tornaram-se evidentes durante a gastrulação.
● Em todos os animais, o sistema nervoso,
a camada epidérmica da pele e as regiões
bucal e anal são derivadas do ectoderma; O
revestimento do intestino e as diversas regiões
associadas ao intestino, tais como o fígado
e o pâncreas, são derivados do endoderma. E,
as camadas musculares, os vasos sanguíneos
e o tecido conjuntivo são derivados do
mesoderma.
● Ocorre a formação da Linha Primitiva que
começa a produzir células mesenquimais,
formação da notocorda que forma o eixo
primitivo do embrião em torno do qual se
constituirá o esqueleto axial.
● Formação do tubo neural e da crista neural
que se divide em duas massas que dão origem
aos gânglios sensitivos dos nervos cranianos e
espinhais.
● Formação dos somitos que são agregados
compactos de células mesenquimais, de onde
migram células que darão origem às
vértebras, costelas e musculatura axial.
Da 4ª a 8ª semana
Estas cinco semanas são chamadas com
freqüência de período embrionário, porque é
um tempo de desenvolvimento rápido do
embrião. Todos os principais órgãos e
sistemas do corpo são formados durante
este período.
● No começo da quarta semana, as dobras
nos planos mediano e horizontal convertem o
disco embrionário achatado em um embrião
cilíndrico em forma de "C" (durante a flexão, a
parte dorsal do saco vitelino é incorporada ao
embrião, e dá origem ao intestino primitivo).
Ocorre a formação da cabeça, da cauda e as
dobras laterais
● As três camadas germinativas, derivadas da
massa celular interna durante a terceira
semana, diferenciam-se nos vários tecidos e
órgãos, de modo que, ao final do período
embrionário, os primórdios de todos os
principais sistemas de órgãos já foram
estabelecidos.
Período Fetal
O período fetal começa nove semanas após
a fertilização e termina com o nascimento. Ele
caracteriza-se por um rápido crescimento
corporal e pela diferenciação dos sistemas de
órgão.
● Aparecem lanugem e o cabelo.
● As pálpebras estão fechadas durante a maior
parte do período fetal, mas começam a
reabrir-se por volta das 26 semanas.
O crescimento fetal é influenciado por gases e
nutrientes provenientes da mãe que passam
livremente pela membrana placentária.
A glicose é a fonte principal de energia para o
metabolismo e crescimento do feto; os
aminoácidos também são essenciais.
Estas substâncias saem do sangue materno,
passam pela membrana placentária e chegam
ao feto.
A insulina necessária para o metabolismo da
glicose é secretada pelo pâncreas fetal; pois a
membrana placentária é relativamente
impermeável a este hormônio.
Períodos gestacionais
Varia conforme a raça do animal, por exemplo;
● Vaca: 278 a 293 dias
● Égua: 330 a 345 dias
● Ovelha: 144 a 151 dias
● Cadela: 59 a 68 dias
● Gata: 58 a 65 dias
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
EMBRIOLOGIA
COMPARADA
Se compararmos os embriões de alguns
grupos de animais, veremos que existem
semelhanças entre eles. Porém, existem
também, mesmo nos estágios iniciais,
diferenças entre os embriões que são tão
importantes como as semelhanças, o DNA. O
material genético distinto, programado para
cada espécie de animal, assegura que apenas
aquela espécie se desenvolva a partir daquele
embrião.
O animal embrionário começa a sua existência
com uma união de duas células (gametas), e
após essa união ocorre a multiplicação das
células.
Na fecundação acontece o encontro dos
gametas femininos e masculinos, originando a
célula ovo ou zigoto. O zigoto irá se
desenvolver, passando por diversas
transformações,que em regra geral são 3
etapas: segmentação, gastrulação e
organogênese.
SEGMENTAÇÃO
Marca o início do desenvolvimento
embrionário. Ela compreende o período que
vai da primeira divisão celular, passando
pelo estágio de mórula até a formação da
blástula.
A segmentação pode apresentar pequenas
variações de um grupo animal para outro em
virtude da maior ou menor presença de vitelo
armazenadas nas células troncos.
GASTRULAÇÃO
Processo é marcado pela movimentação das
células embrionárias, reorganizando-se de
maneira tal a definir o plano corporal do
animal a ser formado.
O número de folhetos germinativos também
será definido, inicia-se o processo de
diferenciação celular, a partir do qual
os tecidos permanentes serão formados.
ORGANOGÊNESE
Fase em que todos os tecidos permanentes e
os órgãos do animal são formados. As
células dos folhetos germinativos iniciam o
processo de diferenciação celular, adquirindo
morfologias diferenciadas e tornando-se aptas
a desempenhar funções específicas.
DESENVOLVIMENTO RÉPTEIS/AVES
Seus ovos possuem adaptações para o
desenvolvimento em ambiente terrestre, as
quais diminuem a mortalidade de embriões:
Os ovos são revestidos por uma casca dura
que os protegem da desidratação, possuem
estruturas como o âmnio que protege o
embrião contra a ressecção, a deformação e
contra choques mecânicos e, o alantóide que
funciona como um reservatório de substâncias
tóxicas produzidas pelo embrião durante sua
permanência dentro do ovo.
RÉPTEIS
Os répteis foram os primeiros vertebrados a
conquistar, com sucesso e definitivamente o
ambiente terrestre. Isto porque desenvolveram
algumas características adaptativas, tais
como:
● Presença de casca calcária envolvendo o
ovo
● Pele impermeável, seca, sem glândulas,
revestida por escamas epidérmicas (nas
cobras e lagartos), por placas córneas (nos
crocodilos e jacarés), ou ainda por placas
ósseas (nas tartarugas), formando uma
carapaça que protege o animal contra a
desidratação.
Outra adaptação importante à vida no
ambiente terrestre é a fecundação interna,
independente da água, na qual os gametas
(óvulos e espermatozóides) ficam protegidos
das influências do meio externo.
O desenvolvimento embrionário ocorre
inteiramente no interior de um ovo dotado de
casca protetora calcária porosa, que permite
a ocorrência de trocas gasosas.
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………
VIAS AÉREAS E PULMÃO
O Sistema respiratório é constituído pelos
pulmões e as vias respiratórias, ele distribui
oxigênio para as células do corpo e remove o
dióxido de carbono.
Isto depende de:
● Ventilação (respiração): que impulsiona o
ar para dentro e para fora dos pulmões;
● Respiração externa: transferindo na
corrente sanguínea, o O2 inalado pelo CO2
liberado pelas células;
● Transferência: de O2 e CO2;
● Respiração interna: troca de O2 pelo CO2
no ambiente celular.
A ventilação e a respiração externa são os
domínios do sistema respiratório;
A transferência de O2 e CO2 é a função
do sistema circulatório;
A respiração interna é um evento celular que
ocorre na proximidade de todas as células
vivas.
O funcionamento adequado do sistema
respiratório necessita que o ar inspirado seja
transferido pela porção condutora para a
porção respiratória.
● Porção Condutora: fossas nasais,
nasofaringe, laringe, traquéia, brônquios e
bronquíolos.
Exerce as funções de limpar, umedecer e
aquecer o ar inspirado, para proteger o
revestimento dos alvéolos.
É formada por um epitélio respiratório,
contendo glândulas mucosas e serosas e uma
rede vascular sanguínea desenvolvida, na
parte superficial da lâmina própria;
● Porção respiratória: porções terminais da
árvore brônquica e que contém os alvéolos,
únicos locais onde se dão as trocas gasosas
(hematose);
CAVIDADE NASAL
Se inicia nas narinas e terminam nas coanas, é
dividida em duas metades pelo septo nasal
ósseo e cartilaginoso.
Nas fossas nasais, o ar é aquecido, filtrado e
umedecido.
Todas as células do epitélio
pseudoestratificado cilíndrico ciliado
apóiam-se na lâmina basal. Já, nas áreas
mais expostas ao ar, o epitélio apresenta-se
mais alto com maior número de células
caliciformes.
Nas fossas nasais distinguem-se 3 regiões:
1) Vestíbulo: porção anterior e dilatada, sua
mucosa é formada por um epitélio
pavimentoso estratificado não queratinizado e
uma lâmina própria de tecido conjuntivo
denso.
Os pêlos e as glândulas cutâneas representam
uma barreira à entrada de partículas
grosseiras de pó.
2) Área respiratória: representa a maior
parte das fossas nasais. A mucosa é
constituída por um epitélio pseudoestratificado
cilíndrico ciliado, com inúmeras células
caliciformes.
Contém glândulas mistas, cuja secreção ajuda
a manter úmidas as paredes das cavidades
nasais
3) Área Olfatória: região situada na parte
superior das fossas nasais, sendo responsável
pela sensibilidade olfativa.
OBS: Diferentes tipos de narinas podem ser
observadas nos animais, principalmente
devido a função que vão exercer.
Por exemplo, suínos possuem narinas em
formato redondo para maior apuração do
olfato. Bovinos, cães, gatos e equino possuem
narinas em formato de vírgula, caprinos e
ovinos em fenda.
NASOFARINGE
É a primeira porção da faringe, é revestida por
um epitélio respiratório, que é substituído por
um epitélio pavimentoso estratificado na
região em que a faringe entra em contato
com o palato mole.
LARINGE:
Compreende várias peças de cartilagem que
são interconectadas por ligamentos e por
músculos esqueléticos. Ela permite a fonação e
evita a entrada de materiais sólidos ou líquidos
no sistema respiratório durante o processo de
deglutição.
● Epiglote é uma dobra cartilaginosa que
permanece aberta durante a fonação e a
respiração, mas se fecha durante a
deglutição.
A parte superior das pregas vocais e da
epiglote é revestido pelo epitélio estratificado
pavimentoso não queratinizado e o restante
do lúmen da laringe é revestido pelo epitélio
pseudoestratificado cilíndrico ciliado.
Os cílios das células cilíndricas desse epitélio
transportam o muco em direção à faringe
para ser eliminado.
TRAQUEIA:
Continua com a laringe e termina ramificando
- se nos 2 brônquios extrapulmonares.
● É um tubo revestido internamente por epitélio
respiratório e contém glândulas do tipo
mucoso
● A secreção, tanto das glândulas como das
células caliciformes, forma um tubo mucoso
contínuo que é levado em direção à faringe
pelo batimento ciliar, constituindo uma barreira
para a poeira que entram com o ar inspirado.
● Outra barreira de defesa do organismo é
representado pela barreira linfocitária de
função imunitária, distribuídos ao longo da
porção condutora do aparelho respiratório.
● A traquéia é revestida externamente por um
tecido conjuntivo frouxo, constituindo a
camada adventícia, que liga o órgão aos
tecidos vizinhos.
BRÔNQUIOS
Os brônquios primários apresentam a mesma
estrutura observada na traquéia.
● Nos ramos maiores, amucosa é idêntica à
encontrada na traquéia, enquanto nos ramos
menores o epitélio pode ser cilíndrico simples
ciliado.
● Nos pontos de ramificação da árvore
brônquica é comum a presença de nódulos
linfáticos com acúmulos de linfocitos.
BRONQUÍOLOS
Os bronquíolos terminais possuem parede
mais delgada, revestida internamente por
epitélio cilíndrico cúbico, com células ciliadas
e não ciliadas.
● Nos bronquíolos respiratórios aparecem os
primeiros alvéolos e se iniciam as trocas de
gases. É um tubo curto, revestido por epitélio
simples que varia de cilíndrico baixo a
cubóide.
Características: Não têm cartilagem, têm
revestimento de músculo liso, tem fibras
elásticas, não há glândula, há células de Clara
cilíndricas nos bronquíolos que secretam uma
substância semelhante ao surfactante que
auxilia na manutenção da abertura
bronquiolar e eliminam toxinas inaladas e
atuam como células regenerativas para
manter o revestimento epitelial;
DUCTOS ALVEOLARES:
Os ductos são longos e tortuosos, formados
por ramificações dos bronquíolos respiratórios.
● Entre a abertura de 2 alvéolos existe fibras
colágenas e elásticas, e células musculares
lisas formando um coxim espessado.
ALVÉOLOS:
Os alvéolos são expansões saculiformes na
parede do bronquíolo, sendo revestidos por um
epitélio capaz de realizar trocas gasosas.
● O septo interalveolar consiste em 2 camadas
de epitélio pavimentoso simples separadas por
capilares sanguíneos, fibras reticulares e
elásticas, fibroblastos e substância
fundamental amorfa do conjuntivo. Este septo
contém a rede capilar mais rica do organismo.
PLEURA
Pleura é uma serosa que envolve o pulmão,
sendo formada por 2 folhetos: o parietal e o
visceral. Ambos os folhetos são formados por
mesotélio e uma fina camada de tecido
conjuntivo, que contém fibras colágenas e
elásticas.
● Em condições normais, a cavidade pleural
contém uma
película lubrificante, que permite o
deslizamento suave dos 2 folhetos durante os
movimentos respiratórios, impedindo o atrito
entre o mesotélio visceral e parietal.
ANOTAÇÕES
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
…………………………………………………….
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
………………………………………………………………
……………………………………………………………...
………………………………………………………………
……………………………………………………………
MICROSCÓPIO
Introdução à
Histologia Veterinária
O tecido é formado por um conjunto de células, e
os tecido vão se juntar para formar os órgãos.
Tecidos básicos: Tecido epitelial, Conjuntivo,
Muscular e Nervoso.
Tecido epitelial
Pode se dividir em epitélio de revestimento e o
epitélio glandular.
Células do tecido epitelial de
revestimento
● Células poliédricas (muitos lados com formas
distintas)
● Morfologia celular (desde células achatadas até
alongadas).
● Pouco conteúdo extracelular (matriz)
Nas células ha pólo basal e apical. A basal tem
contato com o tecido subjacente, o tecido
conjuntivo. Já a porção apical está voltado para
superfície externa ou o lúmen.
Na porção apical pode-se observar especializações
da membrana, como exemplo os microvilos, que
aumentam a superfície de contato das células (está
presente em órgão que faz absorção, como
estômago).
● Desossomos: unem as células uma a outra.
● Zona de oclusão: faz o contato íntimo das
células uma às outras.
● M-Desossomos: unem as células à lâmina basal.
● Lâmina Basal: une o tecido conjuntivo com o
tecido subjacente.
● Flagelos: comum nos espermatozóides para
realizar a movimentação.
● Cílios: faz a movimentação para expulsar o muco
pra fora no trato digestório.
● Estereocílios: projeções imóveis maiores do que
a microvilosidades e tem tamanhos diferentes
(presente no epidídimo).
Método de coloração: Hematoxilina e eosina (HE).
Não consegue observar a membrana plasmática
mas consegue assistir o núcleo das células.
Número de camadas:
● Simples: uma única camada de célula derada a
lâmina basal
● Estratificado: mais de uma camada de células
● Pseudoestratificado: há uma única camada
mas parece que há mais camadas, Têm núcleos
desregulados.
OBS: Em casos de epitélios estratificados, leva-se
em consideração a camada mais externa para
definir a forma da célula.
Formato da célula:
● Pavimentosa: células achatadas (núcleos
achatados)
● Cúbica: células “quadradas” (núcleo esférico)
● Cilíndrico, prismático ou colunar: células
alongadas ( núcleo alongado)
Epitélio de transição: Epitélio que se molda de
acordo com o status do órgão. Ex: bexiga ( quando
a bexiga está vazia as células são cúbicas e
quando está cheia as células se tornam
pavimentosas).
Epitélio glandular
As células do tecido glandular podem realizar uma
invaginação no tecido subjacente e se diferenciar
em célula com capacidade de secreção.
● Glândulas Exócrinas: mantém o contato com o
meio externo pois secretam substâncias para o
meio externo. Ex: glândula salivar
● Glândulas Endócrinas: perde a conexão com o
meio externo, ou seja, secretam substâncias para
corrente sanguínea. Ex: Tireóide.
Glândulas exócrinas podem ser classificadas
como:
● Tubular: parece um tubo.
● Avelar ou acinosa: parece um “saco”
● Enovelada: é uma porém se retorce
● Simples: apenas um ducto
● Composta: apresenta ramificações
Porções secretoras:
● Ácino seroso: células mais piramidais com
núcleo mais afastados do lûmem.
● Túbulo mucoso: células mais largas.
ANOTAÇÕES:
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
Vasos sanguíneos
Epitélio simples pavimentoso (endotélio)
Plexo coróide:
Epitélio simples cúbico
Intestino (presente em órgãos de absorção)
Epitélio simples cilíndrico
Pele
Epitélio estratificado pavimentoso
Epitélio estratificado pavimentoso queratinizado.
Bexiga
Epitélio de transição. (não tem padrão nas
camadas subjacentes)
Epidídimo
Epitélio pseudoestratificado cilíndrico estereociliado.
Célula caliciforme
glândula unicelular que produz mucos
Ácinos
ANOTAÇÕES:
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………