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BABESIOSE CANINA PIROPLASMOSE CANINA OU FEBRE DO CARRAPATO INTRODUÇÃO Gênero Babesia – descoberto por Victor Babès, → Patologista romeno em 1888 São piriformes (piroplasma). Não tem flagelos, cílios ou formam pseudópodes Locomoção ocorre por flexão ou deslizamento Protista Protozoa Filo Apicomplexa Coccidia Eimeriidae Eimeria Isospora Sarcocystidae Toxoplasma Cystoisospora Sarcocystis Neospora Besnoitia Hammondia Hepatozoon CryptosporidiumCryptosporidiidae Piroplasmidia Babesiidae Theileriidae Plasmodiidae Babesia Theileria Plasmodium Haemoproteus Haemosporidia CLASSIFICAÇÃO TAXONOMICA Reino : Protista Filo: Apicomplexa Ordem: Pirosplasmida Classe: Sporozoasida Família: Babesiidae Gênero: Babesia INTRODUÇÃO FILO APICOMPLEXA NO POLO ANTERIOR DE SEU CORPO ALONGADO, DURANTE AS FASES COM CAPACIDADE INVASORA POSSUI O COMPLEXO APICAL PARASITOS OBRIGATÓRIOS INTRACELULARES E APRESENTAM UM CICLO BIOLÓGICO QUE ALTERNAM A REPRODUÇÃO SEXUADA E ASSEXUADA •Em cães, uma grande e uma pequena Babesia são descritas, Babesia canis e Babesia gibsoni, respectivamente. E, tinha-se conhecimento de três subespécies de Babesia canis •Com o advento das ferramentas moleculares, foi possível constatar que as grandes babesias → representadas por três subespécies englobadas dentro B. canis •B. canis → apresentava-se sob três classificações filogenéticas distintas, logo ficaram conhecidas as diferentes espécies, como: •B. canis – Dermacentor reticulatus (Europa) •B. vogeli - Rhipicephalus sanguineus •B. rossi - Haemophysalis elliptica (África do Sul) •Considerada também com distribuição cosmopolita, B. vogeli pode ser encontrada em muitos países e é a espécie mais prevalente no Brasil •Babesia vogeli (patogenicidade baixa) •Babesia canis (patogenicidade moderada) •Babesia rossi (patogenicidade alta) •Sem imunidade cruzada entre as espécies BABESIOSE CANINA As espécies do gênero Babesia são protozoários transmitidos biologicamente por carrapatos, que podem causar doenças severas em animais silvestres e domésticos Os carrapatos são os únicos vetores biológicos de parasitos da família Babesiidae. Os vetores da babesiose canina são carrapatos da família Ixodidae MORFOLOGIA • Medem de 2 a 5 µm • Forma piriforme 1. Esporozoítos 2. Trofozoítos 3. Merozoítos 4. Gametócitos 5. Ooocineto Fonte: Jalovecka et al. (2019).Trends in Parasitology 35(5): 356-368; https://doi.org/10.1016/j.pt.2019.01.007 Carrapato Os protozoários são transmitidos naturalmente ao cão por meio da saliva de um carrapato infectado por ocasião de sua picada para alimentação. Esporozóitas → forma infectante, alongada e móvel do parasita. Dotada de complexo apical Os esporozoítos infectantes presentes nas glândulas salivares penetram nos eritrócitos do hospedeiro vertebrado onde se diferenciam em trofozoítos que adquirem a forma de anel. Estes se multiplicam por fissão binária (reprodução assexuada) e dão origem a dois merozoítos de aspecto piriforme → são gerados por fissão binária do trofozoíto. Após intensa multiplicação, os eritrócitos se rompem e os merozoítos livres tornam a invadir outros eritrócitos Merozoítos são liberados, podem continuar o ciclo ou se transformam em gamontes. Ambas as formas são ingeridos pelos carrapato. Uma vez no intestino do carrapato, somente gamontes sobrevivem e se diferenciam em gametas Os gametas masculino e feminino, iniciam a reprodução sexuada, se fundem originando o zigoto, que por ser móvel é denominado de oocineto O oocineto penetra na célula intestinal do carrapato, se multiplica por esporogonia formando os esporocinetos (cinetos) Os esporocinetos saem da célula intestinal, pela hemolinfa são carreados e penetram em vários tecidos do vetor incluindo o ovário Esporocinetos infectam os ovos por transmissão transovariana. No momento da postura, os embriões já nascem infectados. No carrapato os cinetos migram para a glândula salivar onde se multiplicam por esporogonia formando o esporoblasto, que pode ser dormente (permanecendo no hospedeiro durante as ecdises – transmissão transestadial) ou ativo, formando os esporozoítos. Quando a larva do carrapato faz o repasto sanguíneo, os esporozoítos são liberados na saliva Invasão de todos os tecidos do carrapato ovário do hospedeiro invertebrado transmissão transovariana - pode persistir por várias gerações ovos larvas ninfas adultos esporozoítos (infectantes) repasto sanguíneo novo hospedeiro vertebrado transmissão transestadial glândulas salivares • Babesia: patogênica para o carrapato → grau de parasitemia no hospedeiro e susceptibilidade do vetor → leve depressão na produção de ovos até morte da fêmea ingurgitada Fonte: https://sempenemcabeca.com/wp-content/uploads/2020/08/carrapato_macho-e-femea.jpg •Dois ciclos de reprodução assexuada •Um ciclo de reprodução sexuada •Três fases: merogonia, gemogonia e esporogonia •Dois tipos de transmissão nos hospedeiros invertebrados: •Transovariana •Transestadial CICLO BIOLÓGICO CICLO DE VIDA Hospedeiros intermediários: cães Hospedeiros definitivos: carrapatos (invertebrados) Vetores: Rhipicephalus sanguineus - carrapato vermelho do cão FêmeaFêmea Macho Rhipicephalus sanguineus Carrapato vermelho do cão HOSPEDEIROS INVERTEBRADOS Rhipicephalus sanguineus Carrapato vermelho do cão Fonte da imagem: https://cvbd.elanco.com/sites/g/files/adhwdz526/files/2020-05/Photo%20Gallery%20Image%20%2833%29.png Transmissão transovariana – uma única fêmea produz milhares de ovos contendo os parasitas → alta disseminação Transmissão transestadial - persistência do parasita através dos vários estágios de desenvolvimento do carrapato Fêmea de R. microplus em oviposição Transmissão transestadial • Importante para carrapatos de múltiplos hospedeiros • Babesiautiliza estratégias muito específicas durante seu desenvolvimento intra-eritrocítico • Variação antigênica na superfície dos eritrócitos • Evasão do sistema imune • Objetivos reprodutivos • Perpetuar sua existência como parasita por propagação • Garantir a transmissão de hospedeiro a hospedeiro Merozoítos de Babesia infectando eritrócitos • Importante no Brasil - Rio Grande do Sul, São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro e Paraná • Comum em cães jovens e com mais de 2 anos de idade • Manifestações clínicas relacionadas com a intensidade da infecção e virulência do protozoário • Doença hemolítica - anemia progressiva, pode ocorrer choque endotóxico e alterações da coagulação • Sintomas – anemia, febre, anorexia, desidratação, perda de peso e dor abdominal Parasitas Babesia dentro de uma hemácea Fonte da imagem: https://www.businessinsider.com/babesia-parasite-increasing-threat-blood-donations-fda-test-2015-8 http://www.businessinsider.com/babesia-parasite-increasing-threat-blood-donations-fda-test-2015-8 Babesia canis vogeli Fonte: Veterinary parasitology, 141 p. 197-203 (2006) Fonte: Liu et al. (2022). Trends in Parasitology S1471-4922(22): 00058-7; https://doi.org/10.1016/j.pt.2022.03.001 É possível observar que não existe sinal patognomônico da doença, ou seja, o quadro clínico é inespecífico. Histórico clínico + exames diagnósticos complementares PATOGENIA Pode variar de acordo com: •Idade do hospedeiro •Estado imunológico •Virulência de agente •Grau de infestação (carrapatos) •Associação com outros patógenos - hemoparasitoses PATOGENIA •ANEMIA HEMOLÍTICA → queda do hematócrito •Hemólise intravascular (parasita) → causada pela reprodução assexuada do parasito •Hemólise extravascular (baço) → hemácia apresenta antígenos do agente e é destruída •Eritrofagocitose (macrófagos) •Queda da OXIGENAÇÃO •GLOMERULONEFRITE → Formação de Imunocomplexos PATOGENIA •Anemia hemolítica •Com a liberação de hemoglobina, haverá umaumento na concentração de bilirrubina no sangue e, consequentemente, um aumento de urobilinogênio na urina e de pigmentos biliares nas fezes → alteração da cor de fezes/urina •Hemólise → aumento de bilirrubina → icterícia •Febre •Anorexia •Taquicardia/taquipneia •Esplenomegalia → hiperplasia monocítica fagocitária •Relacionadas com a intensidade da parasitemia; •Doença hemolítica → anemia, pode ocorrer choque endotóxico e alterações da coagulação; •Sinais – anemia, febre, anorexia, desidratação, perda de peso, dor abdominal e sensibilidade renal à palpação; SINAIS CLÍNICOS Principais sintomas: febre, anemia, apatia e hemoglobinúria Fonte: Pathogens 2019, 8(3), 94; https://doi.org/10.3390/pathogens8030094 SINTOMAS Imunidade humoral e celular Imunidade não é duradoura Animal imune sem contato com Babesia por mais de 8 meses torna-se susceptível Não há imunidade cruzada entre as espécies de Babesia PATOGENIA Exames sanguíneos (hemograma completo e bioquímico) e urinálise podem nos mostrar: •anemia •hiperbilirrubinemia (aumento de bilirrubina sérica) •bilirrubinúria (presença de bilirrubina na urina) •proteinúria (presença de proteínas na urina) •cilindrúria (Presença de cilindros na urina) •leucocitose ou leucopenia (aumento ou diminuição dos leucócitos) SINAIS CLÍNICOS Controle do carrapato vetor Tratamento de cães provenientes de áreas endêmicas Testes sorológicos para detecção de animais assintomáticos MEDIDAS PROFILÁTICAS Exame Parasitológico – Esfregaço sanguíneo (fase aguda) → merozoítos no interior dos eritrócitos Testes sorológicos → titulação → diagnóstico de exposição (fase subclínica/fase assintomática/crônica) → baixa parasitemia Correlação clínica Biologia molecular → PCR Necrópsia → lesões e histopatológico DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Aceturato de Diminazeno, Isotionato de Pentamidina e Dipropionato de Imidocarb O dipropionato de imidocarb é uma das drogas disponíveis para tratamento da babesiose em cães e apresenta efeito direto sobre o agente, alterando a forma do núcleo e a morfologia citoplasmática e interrompendo a parasitemia e os sinais clínicos 24 a 48 horas após sua aplicação. Tratamento de suporte: fluido + transfusão sanguínea TRATAMENTO Reino: Eubacteria Filo: Proteobacterias Classe: Alphaproteobacterias Ordem: Rickettsiales Família: Anaplasmataceae Gênero: Erhlichia e Anaplasma ANAPLASMA E ERHLICHIA INTRODUÇÃO Ordem Rickettsiales Bactérias gram-negativas, minúsculas e imóveis Patógenos intracelulares obrigatórios, replicam-se por divisão binária dentro da célula do hospedeiro Hospedeiro-específicas e com tropismo evidente por tipos celulares particulares Transmitidas principalmente por artrópodes 39 ERLIQUIOSE CANINA É uma doença infecciosa de distribuição mundial Causada pela bactéria Ehrlichia canis Acomete cães de todas as idades, raças e sexos Doença multissistêmica, sintomatologia complexa, varia na intensidade de acordo com as fases da doença Invade células do sitema imunológico→monócitos, macrófagos e leucócitos Infecções de cães por E. canis depende majoritariamente da distribuição geográfica do vetor → Rhipicephalus sanguineus → regiões tropicais e temperadas. 40 ERLIQUIOSE CANINA 41 O carrapato começa a transferir os patógenos dentro de três horas após sua fixação Transmissão transestadial ERLIQUIOSE CANINA Outra maneira de transmissão (menos comum) é por meio da transfusão No hospedeiro invertebrado → as formas parasitárias do agente multiplicam-se assexuadamente A infecção do hospedeiro vertebrado ocorre quando ninfas ou carrapatos adultos se alimentam e sua secreção salivar infectada é então inoculada Nunca ocorre transmissão vertical, isto é, transovariana. O carrapato fêmea não contamina seus ovos com a E. canis já que esta não se multiplica nos ovários das fêmeas ingurgitadas. 42 ERLIQUIOSE CANINA 43 ERLIQUIOSE CANINA 44 ERLIQUIOSE CANINA 45 Estes organismos formam agrupamentos intracelulares conhecidos como mórulas ERLIQUIOSE CANINA Período de incubação cão : 8 – 20 dias Pode ter fase aguda, subclínica e crônica Doença aguda: duração do quadro 2 – 4 semanas O cão serve de fonte de infecção apenas na fase aguda da doença quando há grande quantidade de bactérias circulantes na corrente sanguínea. Já o carrapato, poderá permanecer infectado por aproximadamente um ano 46 ERLIQUIOSE CANINA Os sinais clínicos mais recorrentes da fase aguda envolvem: hipertermia (39,5– 41,5ºC),secreção ocular e nasal, apatia, letargia, anorexia, perda de peso, taquipneia, mas são sinais inespecíficos da doença. Os sinais específicos são: organomegalia em baço e linfadenomegalia devido à replicação leucocitária nesses órgãos As células mononucleares infectadas transitam em vasos pequenos ou tecidos endoteliales, que produzem vasculite. Trombocitopenia → aumento do consumo pelo endotélio vascular inflamado, aumento do sequestro esplênico e destruição imunomediada 47 ERLIQUIOSE CANINA Fase aguda - se replica pelas células de defesa do organismo (células mononucleares) localizadas em linfonodos, baço e medula óssea. Devido à rápida multiplicação do agente no sangue e a vasculite generalizada que a acompanha, há grande multiplicidade de sintomas durante o curso da enfermidade como: febre, perda de apetite, dispneia, manchas avermelhadas na pele (petéquias e equimoses), sinais oftálmicos (uveíte), sinais neurológicos (convulsões, incoordenação) e poliartrite 48 ERLIQUIOSE CANINA As principais alterações hematológicas encontradas são anemia, trombocitopenia e leucopenia A trombocitopenia é o achado hematológico mais comum na rotina de diagnóstico, podendo ser encontrada em todas as fases da infecção, tanto quanto aguda, subclínica e crônica. 49 ERLIQUIOSE CANINA Na fase subclínica a E. canis continua no paciente mesmo com a melhora da sintomatologia → dura meses/anos Animais que não receberam terapia/tto inadequado na fase aguda 50 ERLIQUIOSE CANINA Na fase crônica, os sinais apresentados são parecidos com o da fase aguda, mas se apresenta mais grave e assume um aspecto de doença autoimune. Comprometimento da produção de células sanguíneas 51 ERLIQUIOSE CANINA A infecção crônica é caracterizada pela persistência da bactéria no organismo do hospedeiro por um período prolongado, geralmente resultando em complicações mais graves devido à resposta inflamatória persistente e à destruição contínua das células hospedeiras. Essa cronicidade da doença pode levar a uma série de complicações sistêmicas, incluindo anemia severa e falência de múltiplos órgãos. 52 ERLIQUIOSE CANINA O animal pode apresentar mucosas hipocoradas devido a pancitopenia, emaciação e edema periférico, hipertermia, hepatomegalia, esplenomegalia e linfadenopatia devido ao estímulo imunológico constante; nos machos são descritos casos de edema de escroto e nas fêmeas não castradas o período de estro pode se prolongar além de infertilidade, abortamentos e natimortalidade 53 ERLIQUIOSE CANINA 54 ERLIQUIOSE CANINA 55 ERLIQUIOSE CANINA 56 ERLIQUIOSE CANINA 57 ERLIQUIOSE CANINA Diagnóstico: Hematológico Reação de Imunofluorescencia Indireta (RIFI) Ensaio de Imunoabsorção Enzimática (ELISA) Técnica da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) Teste SNAP 4Dx Plus 58 Diagnóstico diferencial: ➢Cinomose ➢ Leptospirose ➢ Piroplasmose ➢ Hepatite infecciosa ➢ Intoxicações medicamentosas ERLIQUIOSE CANINA 59 ERLIQUIOSE CANINA 60 ERLIQUIOSE CANINA Tratamento: ➢ Doxiciclina ✓ maior concentração sanguinea e tissular ✓ 10 mg / 1 X dia ✓ fase aguda→ 4 semanas ✓ fase crônica→ 6 a 8 semanas ✓ nem sempre eficaz apesar da dosagem e tempo de aplicação ➢ Hidratação (fluidoterapia endovenosa) ➢ Vit. Comp. B→ estimulante do apetite ➢ Epinefrina/ fenil epinefrina→vaso constrição→ hemorragias ➢ Transfusão 61 ERLIQUIOSE CANINA 62 ERLIQUIOSE CANINA Profilaxia: Combater carrapatos ✓ Inspeção periódica nos animais ✓ Pulverizações ✓ Vassoura de fogo Imunidade de 6 meses a 1 ano 63 ANAPLASMOSE CANINA Anaplasmose trombocítica canina - Anaplasma Anaplasmose granulocítica canina - Anaplasma phagocytophilum 64 ANAPLASMOSE CANINA Vetor – R. sanguineus Caracterizada por trombocitopenia cíclica com parasitemia inicial onde um grande número de plaquetas são parasitadas Alguns dias após a infecção há a diminuição brusca no número de plaquetas e o agente causal desaparece da circulação A contagem plaquetária retorna a valores próximos aos de referência em aproximadamente quatro dias A parasitemia e trombocitopenia subsequentes tendem a ocorrer periodicamente em intervalos de uma a duas semanas Com a diminuição do número de plaquetas infectadas, a trombocitopenia pode continuar severa ou diminuir de intensidade Os sinais clínicos começam após um período de incubação de oito a quinze dias, com alguns sinais digestivos (vômito e/ou diarréia), anorexia e distúrbios hemostáticos 65 ANAPLASMOSE CANINA Diagnóstico Hematológico podem ser notadas inclusões citoplasmáticas em granulócitos ou plaquetas durante a fase clínica inicial da infecção em esfregaços espessos de amostra de sangue ELISA Biologia molecular 66 ANAPLASMOSE CANINA 67 ANAPLASMOSE CANINA Tratamento 68 ATÉ A PRÓXIMA AULA! 69 Slide 1: BABESIOSE canina Slide 2: Introdução Slide 3 Slide 4: CLASSIFICAÇÃO TAXONOMICA Slide 5: Introdução Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9: Babesiose canina Slide 10: Morfologia Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17: Ciclo biológico Slide 18: Ciclo de vida Slide 19: Hospedeiros invertebrados Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27: Patogenia Slide 28: Patogenia Slide 29: Patogenia Slide 30 Slide 31: Sinais clínicos Slide 32: sintomas Slide 33: Patogenia Slide 34: Sinais clínicos Slide 35: Medidas profiláticas Slide 36: Diagnóstico laboratorial Slide 37: Tratamento Slide 38: ANAPLASMA E ERHLICHIA Slide 39: Introdução Slide 40: Erliquiose canina Slide 41: Erliquiose canina Slide 42: Erliquiose canina Slide 43: Erliquiose canina Slide 44: Erliquiose canina Slide 45: Erliquiose canina Slide 46: Erliquiose canina Slide 47: Erliquiose canina Slide 48: Erliquiose canina Slide 49: Erliquiose canina Slide 50: Erliquiose canina Slide 51: Erliquiose canina Slide 52: Erliquiose canina Slide 53: Erliquiose canina Slide 54: Erliquiose canina Slide 55: Erliquiose canina Slide 56: Erliquiose canina Slide 57: Erliquiose canina Slide 58: Erliquiose canina Slide 59: Erliquiose canina Slide 60: Erliquiose canina Slide 61: Erliquiose canina Slide 62: Erliquiose canina Slide 63: Erliquiose canina Slide 64: Anaplasmose canina Slide 65: Anaplasmose canina Slide 66: Anaplasmose canina Slide 67: Anaplasmose canina Slide 68: Anaplasmose canina Slide 69: Até a próxima aula!