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De acordo com o disposto na Lei no 9.784/99, das 
decisões proferidas em processos administrativos 
cabe recurso administrativo 
a) à autoridade superior, não cabendo juízo de 
reconsideração pela autoridade que proferiu a 
decisão. 
b) interposto somente pelos titulares de direitos e 
interesses que forem parte no processo. 
c) interposto pelas partes no processo ou por 
aqueles cujos direitos sejam indiretamente 
afetados pela decisão recorrida. 
d) à autoridade que proferiu a decisão, que, se 
entender cabível, determinará o encaminhamento 
à autoridade superior. 
e) à autoridade que proferiu a decisão, quando 
tiver sido interposto pelo próprio interessado e à 
autoridade superior, quando se tratar de recurso 
de terceiros. 
 
 
26 - ( Prova: FCC - 2012 - TRE-PR - Analista 
Judiciário - Área Administrativa ) 
A um engenheiro ocupante de cargo público foi 
encaminhado processo administrativo para 
proferimento de parecer técnico. Identificou, 
contudo, que se tratava de processo 
administrativo no qual havia atuado como perito, 
na época contratado para tanto. Nessa situação, 
a) deverá abster-se de atuar, comunicando o fato 
à autoridade superior, sob pena de cometimento 
de falta grave. 
b) poderá atuar normalmente, devendo, contudo, 
manter-se fiel ao entendimento proferido quando 
era perito. 
c) poderá atuar normalmente, na medida em que 
ocupante de cargo público goza de boa-fé, não 
impor- tando a atuação anterior ao provimento. 
d) deverá abster-se de atuar oficialmente, 
podendo lançar parecer meramente opinativo e 
não vinculatório nos autos, cabendo à autoridade 
superior a decisão sobre a questão 
e) poderá abster-se de atuar caso não se repute 
isento o suficiente para proferir parecer técnico 
sobre o caso. 
 
 
27 - ( Prova: FCC - 2012 - TRE-PR - Analista 
Judiciário - Área Administrativa ) 
Iniciado o processo administrativo por 
provocação do interessado, este 
a) não poderá desistir do pedido, ainda que 
renuncie aos direitos invocados no processo. 
b) não poderá desistir do pedido se houver mais 
interessados no processo, sob pena de 
influenciar a decisão. 
c) poderá desistir do pedido, não atingindo os 
direitos dos demais interessados. 
d) poderá desistir do pedido, não podendo a 
administração prosseguir com o processo por 
motivo de interesse público. 
e) poderá desistir do processo, mas não 
renunciar a qualquer direito, ainda que 
disponível. 
 
 
28 - ( Prova: FCC - 2012 - TRE-CE - Técnico 
Judiciário - Área Administrativa ) 
Claudio é parte em determinado processo 
administrativo, sendo seus direitos atingidos por 
decisão administrativa proferida pela 
Administração Pública Federal. Contra a referida 
decisão, Claudio interpôs recurso administrativo, 
sem, no entanto, prestar caução. Nos termos da 
Lei no 9.784/1999, 
a) Claudio não é legitimado para interpor o 
recurso administrativo, sendo assim, pouco 
importa a discussão atinente à caução. 
b) a caução é sempre necessária à interposição 
do recurso administrativo, motivo pelo qual o 
recurso será considerado deserto. 
c) a interposição de recurso administrativo 
independe de caução, salvo exigência legal 
nesse sentido. 
d) a caução jamais será necessária à 
interposição do recurso administrativo, pois, do 
contrário, caracterizaria exigência contrária aos 
princípios do processo administrativo. 
e) a exigência de caução é ato discricionário da 
Administração Pública; logo, é ela quem decidirá 
acerca da necessidade ou não de sua prestação. 
 
 
29 - ( Prova: FCC - 2012 - TRE-CE - Analista 
Judiciário - Área Administrativa ) 
Nos termos da Lei no 9.784/99, um órgão 
administrativo e seu titular poderão, se não 
houver impedimento legal, delegar parte da sua 
competência a outros órgãos ou titulares, ainda 
que estes não lhe sejam hierarquicamente

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