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Hipótese diagnóstica 
 
✔ As hipóteses diagnósticas é a conclusão de sua consulta, bem como 
irão guiar a conduta a ser utilizada. 
 
 
 
 
 Plano de tratamento 
✔ O plano de tratamento é fonte essencial de informação, pois trata-se de 
um documento. Além de auxiliar os profissionais com a rotina de 
atendimento. O planejamento de saber identificar cada passo da 
estratégia de cuidados não se trata de um diferencial, mas de um 
compromisso. 
 
 
 
 
 
 
 Qual é o intuito desse E-book? 
 
⮚ Criamos uma ferramenta para incentivar e auxiliar novos fonoaudiólogos (as) na 
preparação para o mercado de trabalho em suas respectivas áreas de atuação. 
Desde o início de nossa carreira acadêmica, fomos ensinados a lidar com uma série 
de caminhos que envolvem a terapia formal fonoaudiológica. 
⮚ Para isso criamos ferramentas específicas para promover a terapia 
fonoaudiológica, criamos planos de tratamento e hipóteses diagnósticas com o 
mesmo prognóstico por meio de pesquisas específicas. 
⮚ Introduzimos essas ferramentas para prestar assistência durante os estudos e 
reflexões dos futuros fonoaudiólogos (as). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Sumário: 
 
1) Deglutição adaptada decorrente de respiração oral e frênulo curto. 
2) Deglutição atípica decorrente da classe III de Angle. 
3) Alterações oromiofaciais decorrentes da doença de Parkinson. 
4) Respiração Oral, deglutição Atípica e ceceio anterior decorrente de possíveis 
alterações nas vias aéreas. 
5) Respiração oral e bruxismo decorrente de obstrução nasal. 
6) Alterações no sistema estomatognático decorrente de frênulo lingual curto 
(anguiloglossia). 
7) Respiração oral por hipertrofia de tonsilas. 
8) Recusa alimentar associada à prematuridade. 
9) Respiração oral, ceceio lateral e deglutição adaptada decorrente de hábitos 
orais deletérios e amígdalas hipertróficas. 
10) Alterações miofuncionais decorrente de alterações de frênulo reparado. 
11) Respiração oral viciosa decorrente de hipertrofia adenoideana já corrida. 
12) Disfagia decorrente de um transtorno neurológico possivelmente 
degenerativo. 
13) Inadequação do pitch vocal e gênero. 
14) Fadiga vocal causada pelo uso indevido da voz. 
15) Aperfeiçoamento vocal. 
16) Disfonias funcionais primárias por uso incorreto da voz. 
17) Hipernasalidade decorrente de insuficiência velofaríngea. 
18) Disfonia decorrente de fenda fusiforme posterior. 
19) Nódulos vocais incipientes. 
20) Aperfeiçoamento vocal. 
21) Fenda em ampulheta devido a abuso vocal. 
22) Hipernasalidade decorrente de insuficiência velofaríngea. 
23) Disfonia infantil decorrente de nódulos de pregas vocais. 
24) Aperfeiçoamento vocal e característica vocal rouco soprosa. 
25) Pólipo vocal. 
26) Disfagia orofaríngea decorrente de AVC hemorrágico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
27) Deglutição adaptada e ceceio anterior decorrente de mordida aberta anterior e 
respiração e respiração oral. 
28) Alterações oromiofuncionais decorrentes de paralisia facial de bell. 
29) Síndrome da apneia obstrutiva do sono. 
30) Voz hipernasal e distúrbios decorrentes de fissuras palatina. 
31) Distúrbio da linguagem decorrente de provável fator ambiental ou emocional. 
32) Paralisia facial periférica decorrente de exérese de tumor cerebral benigno. 
33) Desvio fonético e fala hipernasal decorrente de fissuras lábio palatina. 
34) Transtorno global do desenvolvimento decorrente de síndrome de crouzon. 
35) Disartria decorrente de encefalopatia de wernicke por alcoolismo. 
36) Alterações oromiofuncionais decorrentes de alterações neurológicas. 
37) Disfagia orofaríngea decorrente da síndrome de Guillain Barré e disfunção 
temporomandibular. 
38) Alterações oromiofuncionais e atraso de linguagem decorrente de fissura 
labiopalatina reparada. 
39) Frênulo lingual alterado devido a anomalia congênita e problemas de rigidez 
da musculatura orofacial decorrente de sequelas de AVC. 
40) Desvio fonológico e trocas sistemáticas dos fonemas. 
41) Atraso de linguagem. 
42) Transtorno de aprendizagem decorrente do transtorno de déficit de atenção e 
hiperatividade. 
43) Desvio fonológico. 
44) Distúrbio de linguagem associado ao atraso global do desenvolvimento 
decorrente da síndrome de down. 
45) Distúrbio específico da linguagem – DEL. 
46) Erros residuais da fala. 
47) Atrasos globais de desenvolvimento decorrente do transtorno do espectro 
autista. 
48) Atrasos de linguagem devido ao transtorno do espectro autista. 
49) Hipernasalidade decorrente de fissura palatina. 
50) Distúrbios articulatórios compensatórios decorrentes de fenda palatal. 
51) Desvio fonético decorrente de fenda palatina. 
52) Hipernasalidade e deficiência velofaríngea decorrente de fenda palatina. 
53) Dificuldades na leitura e escrita. 
54) Desvio fonológico de grau leve. 
 
 
 
 
 
55) Desvio fonológico moderado- leve. 
56) Retardo simples de linguagem. 
57) Desvio fonético e distúrbios da fluência acompanhados de atrasos na 
linguagem decorrente da síndrome de down. 
58) Distúrbio específico da linguagem – DEL. 
59) Atrasos no desenvolvimento da linguagem associada a apraxia de fala infantil 
decorrente da síndrome de down. 
60) Distúrbios oromiofuncionais decorrentes da síndrome de down. 
61) Dislexia. 
62) Transtorno global de aprendizagem decorrente de déficit de atenção e 
hiperatividade (TDAH). 
63) Transtorno global de aprendizagem decorrente de déficit intelectual médio – 
inferior e transtorno de deficit de atenção e hiperatividade (TDAH). 
64) Respirador oral. 
65) Disartria e alterações miofuncionais decorrentes de lesões neurológicas. 
66) Distúrbios orais miofuncionais decorrentes de sinais de imaturidade 
neurológica. 
67) Funções dos órgãos e funções orofaciais. 
68) Alterações miofuncionais decorrentes de doenças neurológicas de grau leve. 
69) Desvio fonológico. 
70) Desvio fonológico de grau moderado. 
71) Atrasos de linguagem. 
72) Desvio fonológico. 
73) Nódulo vocal decorrente de refluxo laringofaríngeo. 
74) Aperfeiçoamento vocal. 
75) Aprimoramento vocal. 
76) Voz laríngea. 
77) Alterações oromiofuncionais, respiração oral decorrente de hábitos de sucção 
não nutritiva prolongada. 
78) Paralisia de pregas vocais à direita. 
79) Recusa alimentar. 
80) Fenda fusiforme ântero posterior decorrente do mau uso vocal. 
81) Paralisia de pregas vocal unilateral esquerda. 
82) Disfunção e compreensão articulatória velofaríngea devido a fissura palatina. 
83) Recusa alimentar. 
 
 
 
 
 
84) Disfunção e compreensão articulatória velofaríngea. 
85) Distúrbio s articulatório compensatório associados a alterações 
oromiofuncionais. 
86) Alterações oromiofuncionais decorrentes de fissura labiopalatina. 
87) Reabilitação vocal em decorrência de mal uso vocal. 
88) Recusa alimentar. 
89) Recusa alimentar associada à prematuridade. 
90) Disfonia orgânica decorrente de papilomatose laríngea. 
91) Dificuldade de aprendizagem. 
92) Dificuldade de aprendizagem. 
93) Distúrbio específico de linguagem decorrente do transtorno do espectro 
autismo. 
94) Distúrbio semântico – pragmático de linguagem decorrente de autismo leve. 
95) Distúrbio semântico – pragmático de linguagem decorrente de autismo 
moderado. 
96) Distúrbio semântico – pragmático de linguagem decorrente de autismo. 
97) Distúrbios específicos da linguagem, subtipo dispraxia verbal, decorrente 
ausência de diagnóstico e intervenção precoce. 
98) Adequação vocal devido a hemiparesia total facial do lado direito. 
99) Paralisia facial. 
100) Paralisia facial decorrente de tumor cerebral. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Instrução de como utilizar o E-book: 
⮚ A ferramenta terá cinco momentos: 
1. Possível hipótese diagnóstica do paciente: 
2. Plano de tratamento para o paciente: 
3. Momento primário da terapia: 
4. Momento secundário da terapia: 
5. Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
 
⮚ Cadapodem ser usadas na terapia: 
Desenvolver habilidades orais. 
Desenvolver rotina para alimentar os pacientes – horário para tomar café, almoço, jantar etc. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
90. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : disfonia orgânica 
decorrente de papilomatose laríngea. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: melhorar a qualidade vocal. 
 
Momento secundário da terapia: 
Melhorar a projeção vocal. 
Diminuir o esforço fonatório diminuindo a tensão. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios de relaxamento. 
Exercícios de respiração. 
Aquecimento e desaquecimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
91. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : dificuldade de 
aprendizagem. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: estimular a aprendizagem do paciente. 
 
Momento secundário da terapia: 
Trabalhar a compreensão de textos. 
Trabalhar raciocínio lógicos. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Ditados. 
Leituras de livros. 
Trabalhar escrita. 
Jogos de memória. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
92. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : dificuldade de 
aprendizagem. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: estimular a aprendizagem do paciente. 
 
Momento secundário da terapia: 
Estimular a compreensão. 
Estimulação opção de resolução de problemas. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Avaliação da gramática. 
Resolução de atividades para trabalhar a escrita e leitura. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
93. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbio específico de 
linguagem decorrente do transtorno do espectro autismo. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: desenvolver as habilidades de linguagem. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Melhorar a ocorrência de contato visual. 
Promover melhor a comunicação verbal e não verbal. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Brincadeiras lúdicas. 
Bombardeio auditivo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
94. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbio semântico – 
pragmático de linguagem decorrente de autismo leve. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar o sistema fonológico. 
 
Momento secundário da terapia: 
Generalização e automatização dos fonemas. 
Adequar ponto e modo articulatório dos fonemas. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Repetição dos sons corretos. 
Estimular a interação. 
Brincadeiras lúdicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
95. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbio semântico – 
pragmático de linguagem decorrente de autismo moderado. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: melhorar o sistema comunicativo. 
 
Momento secundário da terapia: 
Organizar o foco de atenção. 
Evolução do processamento sensorial. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Estimulação com cores e formas. 
Brincadeiras lúdicas. 
Terapia com som de animais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
96. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbio semântico – 
pragmático de linguagem decorrente de autismo. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: melhorar o sistema comunicativo em geral. 
 
Momento secundário da terapia: 
 Adequar reconhecimento das partes do corpo. 
Melhorar ocorrência de contato visual. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Terapia com pinturas. 
Terapia de desenhar com os dedos usando tinta guache. 
Brincadeiras lúdicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
97. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbios específicos da 
linguagem, subtipo dispraxia verbal, decorrente ausência de diagnóstico e 
intervenção precoce. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar fala nos seus aspectos linguísticos e 
cognitivos. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Adequar a fala. 
Melhorar a comunicação verbal. 
Aumentar o vocabulário. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Atividade com pinturas. 
Brincadeiras simbólicas. 
Leitura de livros de acordo com a idade do paciente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
98. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : adequação vocal devido a 
hemiparesia total facial do lado direito. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Aquecimento vocal. 
 
Momento secundário da terapia: 
Aquecimento vocal. 
Aprimoramento vocal. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Ampliar as vibrações das cordas vocais através de métodos de fonação de leitura. 
Exercícios de respiração. 
Aquecimento e desaquecimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
99. Possível hipótese diagnóstica do paciente: paralisia facial. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar a musculatura facial. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar as expressões faciais. 
Adequar a tonicidade dos músculos orofaciais. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Estímulos térmico frio. 
Massagem tonificadoras exercícios isométricos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
100. Possível hipótese diagnóstica do paciente: paralisia facial 
decorrente de tumor cerebral. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: restabelecer a funcionalidade da musculatura facial. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar a tonicidade dos músculos orofacial. 
Adequar as expressões faciais. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Massagem com rolinho facial. 
Exercício do bico. 
Estímulos térmicos frio.momento dará seguimento para a outra etapa. 
 
⮚ Exemplo: 
 
▪ Possível hipótese diagnóstica do paciente: Possível patologia do paciente. 
 
▪ Plano de tratamento para o paciente: Daqui em diante começa o tratamento para a 
possível patologia do paciente, diante disso dividimos em dois momentos, primário e 
secundário. 
 
▪ Momento primário da terapia: No Momento primário será a parte principal, pois 
será trabalhada na terapia a queixa principal da patologia do paciente. 
 
 
▪ Momento secundário da terapia: No segundo momento será trabalhada na terapia as 
outras interferências que a patologia em si causa no paciente. 
 
▪ Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usados na terapia: E por fim 
as ideias de como pode ser trabalhas nas terapias nesses dois momentos que 
identificamos no plano de tratamento do paciente com atividade e etc. 
 
❖ Esse E-book tem o intuito geral de gerar pensamentos reflexivos sobre 
possíveis causas patológicas relacionadas com a fonoaudiologia e também 
ser uma ferramenta de estudo. 
 
 
 
 
Boa leitura! 
 
 Esperamos que você goste! 
 
 
 
 
 
 
 
1. Possivel hipótese diagnóstica do paciente: Deglutição adaptada 
decorrente de respiração oral e frênulo curto. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Adequar a sensibilidade, tônus, mobilidade orofacial e 
funções. 
Momento secundário da terapia: 
Melhorar a mobilidade do palato mole. 
Adequar à respiração. 
Adequar à deglutição. 
Melhorar a inteligibilidade da fala. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Higiene nasal: Massagem na região nasal e Limpeza com soro fisiológico, utilizando uma 
seringa de 10 ml (5 ml em cada narina) para melhorar a respiração e a qualidade do sono e 
vida do paciente. 
Respiração: Inspirar e expirar através de bolha de sabão. Através de um pote com bolinhas 
de isopor, pedir para o paciente inspire e expire para mover as bolinhas dentro do pote. 
Língua: Estalar a língua. Rotação interna e externa de língua. 
Mastigação: Alerta Oral, para trabalhar a sensibilidade do paciente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. Possível hipótese diagnóstica do paciente: Deglutição atípica decorrente 
de classe III de Angle. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Adequar à deglutição atípica, e a interposição lingual. 
Momento secundário da terapia: 
Trabalhar a interposição lingual em fonema /s/. 
Trabalhar a tonicidade muscular das bochechas e língua. 
Adequar o padrão de mastigação. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios para o músculo bucinador: Objetivo de alongar: massagem bi-digital no 
sentido contrário a contração (do sentido orelha a comissura labial (5 vezes). 
Bochecha: Dar um largo sorriso, depois contrair os lábios fazendo bico aberto relaxar e 
depois repetir. 
Língua: Manter a língua fina por cinco minutos e soltar (repetir 5 minutos). 
Mastigação: Utilizar vários alimentos duros (frutas), e fazer mastigar unilateralmente cada 
um dos alimentos (3 vezes). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Alterações orofaciais 
decorrente da doença de Parkinson. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Adequar estruturas orofaciais. 
 
Momento secundário da terapia: 
 Aumentar a tonicidade muscular orofacial. 
Melhorar o controle do bolo alimentar dentro da cavidade oral (estimular a mobilidade 
orofacial). 
Adequar a mobilidade laríngea. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios para baixar a laringe: Emitir a vogal /u/. 
Bochecha: Inflar os dois lados e estourar com a mãos. 
Língua: Estalar os lábios, protrusão e retração. 
Deglutição: gaze embebida em suco, paciente deve empurrar a gaze para cima e para trás 
ao mesmo tempo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Respiração Oral, deglutição 
Atípica e ceceio anterior decorrente de possíveis alterações nas vias aéreas. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Adequar a musculatura orofacial. 
 
Momento secundário da terapia: 
Estabelecer respiração nasal. 
Retirar hábitos orais. 
Adequar a mastigação bilateral. 
Estimular sensibilidade oral. 
Adequar a deglutição. 
Adequar a fala. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Alerta oral: Esterognosia oral através de discriminação de formas com pasta americana e 
sabores de gomas. 
Lábios e língua: Bochechas: fazer contra resistência com as mãos. Lábios: estalos e fazer 
bico por cinco segundos. 
Mastigação: Aumentar os ciclos mastigatórios (sem alimentos) na frente do espelho. 
Respiração: Limpeza nasal: soro fisiológico e massagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
5. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Respiração oral e bruxismo 
decorrente de obstrução nasal. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Adequar tônus e funções orofaciais. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Conscientizar e automatizar a respiração nasal. 
Adequar à musculatura. 
Promover a mastigação bilateral. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Higiene nasal: Limpeza nasal, soro fisiológico e massagem. 
Respiração: Inspirar por uma narina e expirar por outra com a boca fechada. 
Relaxamento: Bolsa de água quente, massagem com vibrador. 
Mastigação: Mastigar sem alimento batendo palma. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Alterações no sistema 
estomatognático decorrente de frênulo lingual curto (anguiloglossia). 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Promover a mobilidade e tonicidade de lingua. 
 
Momento secundário da terapia: 
Aumentar a mobilidade da língua. 
Aumentar a tonicidade da língua. 
Adequar a pronúncia do fonema /r/. 
Aumentar a articulação da fala. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Língua: Afilamento da língua com movimentação, estalos de língua alternando com a boca 
fechada, vibração de língua. 
Fala: Articulação correta com leitura de textos (adequar o texto para a faixa etária da idade 
do paciente). 
Fonema Alvo: Trava língua. Vibração da língua e bombardeio auditivo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Respiração oral por 
hipertrofia de tonsilas. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Ensinar o tipo e modo de respiração correta. 
 
Momento secundário da terapia: 
Conscientizar a propriocepção de sua respiração. 
Demonstrar o jeito correto e a maneira como o paciente realiza. 
Treinar a higienização nasal. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Soprar: Rolo de papel higiênico para que o paciente possa usar para soprar em casa e fazer 
exercícios de sopro em qualquer lugar. 
Ar: Inspirar o ar pelo nariz e soprar enchendo a bexiga. 
Lábios: Usar espátulas no meio dos lábios para manter eles fechados enquanto respira 
(cinco minutos). 
Mastigação: Na frente do espelho, de forma lúdica mastigar bilateralmente com a boca 
fechada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Recusa alimentar associado 
à prematuridade. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Promover a aceitação da alimentação por via oral. 
 
Momento secundário da terapia: 
Estimular a dessensibilização do sistema sensorial tátil para posteriormente propiciar o 
conforto sensório-motor-oral e consequentemente, experiências orais agradáveis. 
Promover a habituação aos alimentos e encorajamento para se alimentar. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Estimulação: Sensaçõessensoriais (cheiros, toque e gosto), tapete de areia e estímulos 
sensoriais. 
Utilizar brinquedos: Utilização de frutas e legumes de brinquedos coloridos e com 
textura. 
Exposição aos alimentos: aos poucos colocar nas terapias alimentos para o paciente ir 
se associando e se familiarizar com os alimentos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Respiração oral, ceceio 
lateral e deglutição adaptada decorrente de hábitos orais deletérios e amígdalas 
hipertróficas. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Promover a adequação da respiração e órgão 
fonoarticulatórios. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Automatizar o modo de respiração para nasal. 
Proporcionar vedamento labial. 
Adequar postura correta da língua. 
Remover ceceio lateral. 
Adequar deglutição. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Sensibilidade: Realizar alerta oral com gomas de vários sabores. 
Respiração: Mostra figuras anatômicas e ensina como funciona a respiração. 
Selamento labial: Exercícios de sopro de forma lúdica. 
Repouso: Manter a língua na forma correta por 10 minutos, ensinar o paciente como é a 
forma correta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Alterações miofuncionais 
decorrente de alterações de frênulo reparado. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Adequar as funções respiratórias, mastigatórias e 
deglutição, bem como tônus e mobilidade de língua. 
 
Momento secundário da terapia: 
Fortalecer tônus lingual. 
Adequar à função mastigatória e de deglutição. 
Estimular respiração predominantemente nasal. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Língua: Conscientizar sobre respiração nasal. Lavagem nasal. Exercícios de inspiração e 
expiração alternadas e simultaneamente. 
Olfato: Treinar olfato com cheiros fortes. 
Mastigação: Treino de mastigação sem alimento na frente do espelho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Respiração oral viciosa 
decorrente de hipertrofia adenoideana já corrida. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Adequar o modo respiratório. 
 
Momento secundário da terapia: 
Limpeza nasal. 
Adequar o posicionamento da língua. 
Trabalhar a mastigação. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Soprar: Soprar canudos em um copo de água. 
Ar: Treinar sopro no shaker (aparelho fonoaudiológico). 
Lábios: Treinar com espátula no meio dos lábios. 
Mastigação: Trabalhar com alimentos em várias consistências para estimular a mastigação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Disfagia decorrente a um 
transtorno neurológico possivelmente degenerativo. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Adequar à tonicidade muscular orofacial. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar à estrutura oromiofuncionais. 
Adequar à mobilidade laríngea. 
Melhorar o controle de o bolo alimentar. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Estimulação: para resistência dos lábios como protrusão um contra o outro. 
Laringe: Usar a vogal /u/ para baixar a laringe. 
Exposição aos alimentos: Mastigar alimentos mais consistentes, porém com cautela. 
 
 
 
 
 
 
 
 
13. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Inadequação do pitch vocal 
e gênero. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: 
Modificar o pitch vocal de grave para agudo. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Adequar o tipo respiratório. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Língua: buscar a posição adequada da língua na produção vocal. 
Voz: suavizar a voz. 
Fala: Aprimorar os movimentos articulatórios na fala. 
Prosódicos: Introduzir aspectos prosódicos na fala. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Fadiga vocal causada pelo 
uso indevido da voz. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Aperfeiçoar/ aprimorar a respiração e saúde vocal. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar a respiração. 
Melhorar a qualidade vocal. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Respiração: Orientar sobre a importância da respiração correta. 
Saúde vocal: orientação sobre saúde vocal. 
Relaxamento corporal: Introduzir momentos para explicar sobre relaxamento vocal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
15. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Aperfeiçoamento vocal. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Promover estabilidade fonatória e expressões. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar coordenação pneumofonoarticulatório. 
Flexibilizar emissões. 
Promover maior estabilidade. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Relaxamento: relaxar a musculatura. 
Respiração: Reforço de respiração costo-diafragmática-abdominal. 
Leitura: Ler textos com entonação vocal e articulação exagerada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Disfonias funcionais 
primárias por uso incorreto da voz. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Adequar respiração e aperfeiçoamento vocal. 
 
Momento secundário da terapia: 
Orientar sobre abuso vocal. 
Orientar sobre higiene vocal. 
Adequar respiração. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Repouso: Fazer exercícios para repouso da voz. 
Vocal: Trabalhar a performance vocal do paciente 
Respiração: Trabalhar exercícios de sopro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
17. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Hipernasalidade decorrente 
de insuficiência velofaríngea. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Aprimorar a fala. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Reduzir a hipernalização. 
Aumentar a pressão aérea intra-oral. 
Estimular o fechamento velofaríngeo durante as produções orais. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Tônus: Trabalhar com o paciente exercício que mova os lábios e bochechas e língua. 
Respiração: Língua de sogra (seis vezes) e exercícios de sopro. 
Relaxamento: Exercícios de inspiração e expiração trabalhar relaxamento do corpo. 
Espátula: Com uma espátula fazer o paciente segurar por seis segundos entre os lábios para 
trabalhar o tônus. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
18. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Disfonia decorrente de 
fenda fusiforme posterior. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Melhorar o desempenho funcional da voz. 
 
Momento secundário da terapia: 
Realizar relaxamento corporal no início da terapia. 
Desenvolver técnicas para coordenação glótica. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Língua: Vibração da língua (BRRRRR). 
Relaxamento: exercícios para trabalhar o relaxamento dos músculos do corpo. 
Voz: Trabalhar técnicas vocais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Nódulos vocais incipientes. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Adequar a respiração de superior para costo 
diafragmático abdominal e reequilibrar vibrações de pregas vocais. 
 
Momento secundário da terapia: 
Automatizar respiração costo diafragmático abdominal. 
Exercícios de relaxamento corporal. 
Exercícios de aquecimento e desaquecimento corporal. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Respiração: Orientar sobre a importância da respiração.Coordenação: Exercícios para relaxamento do corpo sempre mantendo a coordenação da 
respiração junto. 
Tubo finlanês: Paciente realiza esses exercícios com os possíveis fonemas alvo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
20. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Aperfeiçoamento vocal. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Aperfeiçoar a fala. 
 
Momento secundário da terapia: 
Treino respiratório . 
Relaxamento. 
Adequar à postura. 
Melhorar a articulação. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Relaxamento: espreguiçar e bocejar, mudar a postura do corpo. 
Articulação: Trava línguas, articulares vogais e consoantes juntas (la, le, li,lo,lu). 
Respiração: exercícios de respiração, trabalhar leituras de textos com pausas para 
respiração. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
21. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Fenda em ampulheta 
devido a abuso vocal. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Aprimorar qualidade vocal, adequar tipo respiratório 
costal diafragmático abdominal e reduzir fenda em ampulheta. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Adequar o tipo respiratório costal diafragmático abdominal. 
Melhorar a ressonância vocal. 
Adquirir aperfeiçoamento vocal através de exercícios de trato vocal semiocluído. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Trato vocal semiocluído: Técnica fingeer kazoo com o dedo indicador sobre o centro de 
a boca emitir o som do fonema /v/ e /j/. 
Respiração: Exercícios de respiração usando somente o diafragma. 
Aquecimento vocal: Massagem digital na laringe. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
22. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Hipernasalidade 
decorrente de insuficiência velofaríngea. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Promover adequação na fala e voz, promovendo 
diminuição da hipernasalidade. 
 
Momento secundário da terapia: 
Melhorar a articulação durante a fala. 
Adequar o tipo e modo respiratório. 
Melhorar o tempo máximo de fonação. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Tempo máximo de fonação: utilizar emissões de vogais com tempo máximo de 
fonação. 
Fala: exercícios para articular a fala. 
Respiração: Exercícios de respiração e relaxamento dos músculos da fala. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
23. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Disfonia infantil decorrente 
a nódulos de pregas vocais. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Adequar a qualidade vocal e aspectos relacionado a 
fala. 
 
Momento secundário da terapia: 
Promover a ressonância normotensa. 
Aperfeiçoar a articulação. 
Aprimorar a projeção vocal. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Projeção vocal: exercícios para projeção vocal (textos, músicas). 
Articulação: humming, leituras de frases, trava língua. 
Língua: varredura do palato com a língua. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
24. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Aperfeiçoamento vocal e 
característica vocal rouco soprosa. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: promover a maior coaptação glótica. 
 
Momento secundário da terapia: 
Flexibilizar emissões. 
Reduzir esforço fonoarticulatório. 
Promover maior estabilidade vocal. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Relaxamento: exercícios para relaxamento muscular corporal e orofacial. 
Aquecimento: Exercícios de aquecimento para o trato vocal. 
Lábios: vibrar os lábios. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
25. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Pólipo vocal. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 Momento primário da terapia: Reabilitação vocal. 
 
Momento secundário da terapia: 
Aperfeiçoamento vocal. 
Reabilitação vocal (pólipo). 
Treinar aquecimento e desaquecimento. 
Higiene e hidratação. 
Treino respiratório. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
voz: expiração longa emitindo /s/ e /z/., emissões de sons nasais. 
Respiração: treino respiratório, para adequação da respiração. 
conscientização: sobre voz, sobre saúde vocal e hábitos vocais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
26. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Disfagia orofaríngea 
decorrente de AVC hemorrágico. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Adequar às funções do sistema estomatognático. 
 
Momento secundário da terapia: 
Fortalecer a musculatura orofacial. 
Estimular os reflexos orais. 
Buscar elevação laríngea. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Resistência muscular: estalos de língua, exercícios para fazer rotação da língua em volta 
da boca. 
Manobra de Masako: o paciente deve deglutir forte. 
Manobra de shaker: o paciente deita-se de decúbito dorsal, eleva a cabeça em direção 
ao tórax, olhando para a ponta do pé e após a volta à posição inicial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
27. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Deglutição adaptada e 
ceceio anterior decorrente de mordida aberta anterior e respiração e respiração 
oral. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Adequar o tônus muscular orofacial, o modo 
respiratório e a postura de língua. 
 
Momento secundário da terapia: 
Orientar sobre a postura corporal. 
Conscientizar sobre anatomia e fisiologia respiratória. 
Adequar o modo e o tipo respiratório. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Respiração: exercícios com balão, exercícios com bolha de sabão. 
Bochechas: contração contra a bochecha. 
Língua: afilar e alargar a língua, lateralizar a língua contra as bochechas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
28. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Alterações 
oromiofuncionais decorrentes de paralisia facial de bell. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Adequar a mobilidade e tonicidade das estruturas 
oromiofuncionais. 
 
Momento secundário da terapia: 
Promover a indução dos movimentos da musculatura paralisada. 
Trabalhar o músculo orbicular do olho. 
Trabalhar a mobilidade e a força dos lábios, língua e bochecha. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Estimulação: Massagem indutora. 
Exercícios isotônicos: para melhorar a mobilidade da musculatura. 
Alerta oral: exercícios que façam um alerta oral com gelo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
29. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Síndrome da apneia 
obstrutiva do sono. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Promover aumento do espaço orofaríngeo. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Aumentar o tônus muscular. 
Fortalecer a estrutura oromiofuncional. 
Estimular a sensibilidade e a propriocepção 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
língua: sugar a língua no palato e abrir e fechar a boca. 
Respiração: Inspirar, depois esperar 4 segundos e expirar. 
Tônus: Sorriso alternado, (seis vezes). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
30. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : voz hipernasal e distúrbios 
decorrentes de fissuras palatina. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Minimizar os distúrbios articulatórios compensatórios 
decorrentes de fenda palatina reparada. 
 
Momento secundário da terapia: 
Propiciar a mobilidade do palato mole. 
Diminuir a hipernasalidade. 
Minimizar as distorções.. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Palato mole: gargarejo, produzir (a-ah-a-ah). 
Trato vocal: exercícios de boliche com o som alvo. 
Cata vento. Flauta-trabalhar o sopro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
31. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbio da linguagem 
decorrente de provável fator ambiental ou emocional. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: desenvolver e aprimorar o uso da linguagem. 
 
Momento secundário da terapia: 
Ampliar e expandir o repertório verbal. 
Estimular a descrição de objetos apresentados. 
Promover o desenvolvimento da psicomotricidade. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
1. Atividade para trabalhar a linguagem: 
2. Jogo de boliche. 
3. Montar quebra cabeça. 
4. Jogo de memoria. 
5. Jogos lúdicos com carrinhos de brinquedos.. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
32. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Paralisia facial periférica 
decorrente de exérese de tumor cerebral benigno. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Reabilitar a função motora dos músculos no lado 
paralisado. 
 
Momento secundário da terapia: 
Diminuir a assimetria facial. 
Melhorar a motricidade fina. 
Melhorar a amplitude dos movimentos limitados. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Relaxamento: movimento de rotação dos ombros. 
Massagem: “rolinho de macarrão” rolar o dedo do queixo em direção a testa e no queixo 
durante toda a massagem, passar o rolinho nessas duas partes por cinco minutos. 
Mastigação: mastigar ludicamente e lentamente na frente do espelho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
33. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : desvio fonético e fala 
hipernasal decorrente de fissuras lábio palatina. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Adequar as funções do sistema estomatognático. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Adequar a mobilidade de funções velofaríngeas. 
Estimular a articulações dos fonemas bilabiais e as vogais. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Higiene nasal: lavagem nasal. 
Respiração: soprar vela, soprar barquinho na água. 
Vedamento labial: vibrar os lábios. 
Palato: uso de terapia a laser. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
34. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Transtorno global do 
desenvolvimento decorrente de síndrome de crouzon. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: estimular a aprendizagem e adequar o sistema 
fonológico da criança. 
 
Momento secundário da terapia: 
Reconhecimento das letras e números. 
Estimular a habilidades motora fina. 
Adequar a articulação dos fonemas. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Língua: métodos das boquinhas. 
Jogos: métodos de jogos para trabalhar a escrita e leitura. 
Fonema Alvo: sequência lógica, jogos lúdicos com o fonema alvo trabalhado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
35. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : disartria decorrente de 
encefalopatia de wernicke por alcoolismo. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Melhorar a comunicação oral. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar à musculatura e deglutição. 
Adaptar funções respiratórias, ressonância, fonação e prosódia. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Relaxamento: nos inícios das terapias exercícios de relaxamento. 
Ar: inspiração do ar com solturas dos fonemas /s/ e /j/ 2 serie de 10 vezes. 
Bochechas: inflar as bochechas. 
facial: fazer exercícios de expressão facial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
36. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : alterações 
oromiofuncionais decorrentes a alterações neurológicas. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: promover o equilíbrio miofuncional. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar o modo respiratório. 
Favorecer a musculatura de lábios língua e bochechas. 
Favorecer a mastigação eficiente. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Estimulação: para sensibilidade tátil – balão sensorial tátil- colocar grãos de coisas pra 
passar no paciente e ele sentir os grãos na pele. 
Mastigação: gomas de mascar babbaloo associada a gaze e também garrote com intuito de 
mastigar bilateralmente adequadamente. 
Respiração: atividades lúdicas para ensinar a forma certa de respiração. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
37. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : disfagia orofaríngea 
decorrente da síndrome de Guillain Barré e disfunção temporomandibular. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Melhorar a resistência muscular, assim como, a 
mobilidade e motricidade dos órgãos faciais. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Adequar a musculatura facial. 
Adequar a mobilidade laríngea e faríngea. 
Proporcionar uma melhor deglutição. 
Aumentar a resistência da língua. 
Conscientizar sobre a importância da mastigação bilateral. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Manobras: Masako. Shaker. 
Língua: Lateralização da língua, varrer o palato ântero-posterior. 
Mastigação: orientar sobre mastigação bilateral. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
38. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Alterações 
oromiofuncionais e atraso de linguagem decorrente de fissura labiopalatina 
reparada. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Adequar a fala e a respiração. 
 
Momento secundário da terapia: 
Trabalhar a fala fluida através da ponte de articulatório adequado. 
Direcionar fluxo expiratório para cavidade oral. 
Fortalecer musculatura labial. 
Trabalhar exercícios de respiração. 
Exercícios de mastigação. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Língua: ponto articulatório, e manter sempre a respiração junto com os exercícios. 
Fala: fala espontânea tentando trabalhar a articulação. 
Fonema Alvo: trabalhar fonema alvo através de jogos lúdicos e brincadeira. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
39. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : frênulo lingual alterado 
devido anomalia congênita e problemas de rigidez de musculatura orofacial 
decorrente de sequelas de AVC. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: aprimoramento da mobilidade dos órgãos 
fonoarticulatórios, visando ter uma mastigação adequada e coordenada. 
 
Momento secundário da terapia: 
Trabalhar tônus muscular. 
Trabalhar a articulação. 
Adequar às funções do sistema estomatognático. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Relaxamento: exercícios de relaxamento para a musculatura dos músculos trabalhados. 
Lábios: exercícios para protrair e retrair os lábios- vibrar os lábios. 
Bochechas: exercícios para inflar as bochechas e fazer força. 
Mastigação: técnicas mastigatórias para o paciente realizar durante as terapias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
40. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : desvio fonológico e trocas 
sistemáticas dos fonemas. 
 
Plano de tratamento para o paciente:: 
Momento primário da terapia: 
Solucionar desvio fonológico e troca dos fonemas. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Perceber troca na fala. 
Auxiliar no reconhecimento das letras. 
Auxiliar nas formações das palavras. 
Estimular as atividades visuais. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Percepção de trocas na fala: teste de imitação abfw. 
Fonemas: quais? – marcar com um x onde houver o fonema alvo bombardeio auditivo. 
Reconhecimento das letras: alfabeto. 
Leitura e escrita: ditado balanceado, protocolo de leitura e escrita (PROLEC). 
Formação das palavras: autoditado, completar as frases. 
Atividades visuais: identificar no livro quantos animais há na imagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
41. Possivelhipótese diagnóstica do paciente: : Atraso de linguagem. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: Aprimorar o desenvolvimento global e da linguagem 
expressiva e compreensiva. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar o ponto articulatório dos fonemas. 
Apresentar os sons ausentes do seu inventário fonético demonstrando suas características 
articulatórias e auditivas. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Linguagem: realizar bombardeio auditivo toda vez nas terapias. 
Fala: utilizar métodos das boquinhas para trabalhar o ponto articulatório. 
Fonema Alvo: com teatrinhos de fantoches para tratar pacientes infantil, e adulto leitura de 
texto e livros. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
42. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Transtorno de 
aprendizagem decorrente do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: desenvolver a leitura e escrita. 
 
Momento secundário da terapia: 
Promover a consciência fonológica. 
Aprimorar a pronúncia dos encontros consonantais. 
Desenvolver a escrita. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Linguagem: jogos lúdicos e brincadeiras lúdicas. 
Escrita: exercícios para estimular a escrita. 
Leitura: exercícios para estimular a leitura. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
43. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : desvio fonológico. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: adequar o inventário fonológico em relação a sua fala. 
 
Momento secundário da terapia: 
Aprimorar o ponto e modo articulatório do fonema. 
Aprimorar os fonemas alvos. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Linguagem: bombardeio auditivo. 
Lúdicos: atividades lúdicas para serem trabalhadas nas terapias. 
Jogos: jogos com o som alvo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
44. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Distúrbio de linguagem 
associado ao atraso global do desenvolvimento decorrente da síndrome de down. 
 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: desenvolver a linguagem oral. 
 
Momento secundário da terapia: 
Desenvolver a imitação de produções orais, nomeação, enunciado e a narrativa. 
Promover o uso de esquemas simbólicos. 
Aprimorar a intenção comunicativa. 
Adequar o comportamento. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Estimulação: com massinha modelar e objetos que possam transmitir formas novas de 
estimular – tintas , pinturas. 
brincadeiras: utilizar brincadeiras simbólicas para desenvolver a linguagem oral. 
vocabulário: uso de figuras de imagens para estimular o reconhecimento e associação de tais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
45. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbio específico da 
linguagem – DEL. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: estimular o desenvolvimento da linguagem na 
criança. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Diferenciar tamanhos. 
Identificar e interpretar desenhos. 
Compreender conceitos espaciais e de tempo. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Linguagem: recortar desenhos de vários tamanhos e associar colando em uma folha em 
branco. 
Narração: narrar ações e construir historias através dessas ações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
46. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : erros residuais da fala. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: promover a produção correta dos fonemas alvos. 
 
Momento secundário da terapia: 
Estimular a percepção auditiva tátil e visual em relação ao fonema alvo. 
Estimular a produção dos fonemas alvo. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Linguagem: bombardeio auditivo. 
Leitura: atividade que requer ler textos e interpretar. 
Fonemas: jogos lúdicos para trabalhar com o fonema alvo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
47. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Atrasos globais de 
desenvolvimento decorrente do transtorno do espectro autista. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: promover a intenção comunicativa. 
 
Momento secundário da terapia: 
Aumentar a expressão verbal. 
Estimular a interação social. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Linguagem: atividade de interação social. 
Jogos: lúdicos para trabalhar a comunicação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
48. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : atrasos de linguagem 
devido ao transtorno do espectro autista. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: aprimorar a linguagem oral. 
 
Momento secundário da terapia: 
Aprimorar a interação social. 
Promover a extensão do vocabulário. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Estimulação: com brincadeiras lúdicas. 
Jogos: quebra cabeça, jogos de memória. 
Linguagem: leitura de textos, contação de história. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
49. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : hipernasalidade decorrente 
de fissura palatina. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 Momento primário da terapia: adequar o fluxo nasal. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Controle da hipernasalidade. 
Correção do ponto de descanso da língua. 
Proporcionar vedamento labial. 
Diminuir a interposição lingual. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Relaxamento muscular. 
Técnicas de esforço empuxo- /p/, /b/ /t/ /d/. 
Técnicas de sub articulação (lápis entre os dentes). 
Leitura de texto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
50. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbios articulatórios 
compensatórios decorrentes de fenda palatal. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: promover estratégias para estimular as funções e 
estruturas orofaciais. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar a musculatura do esfíncter velofaríngeo. 
Promover uma maior mobilidade do palato mole. 
Adequar os padrões articulatórios. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Hipernasalidade: voz sussurrada, uso de som basal visar a adequação da qualidade vocal. 
Estruturas articulatórias: bolhas de sabão. 
Língua de sogra. 
Exercícios para tonicidade muscular (exercícios com botões elásticos, espátulas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
51. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : desvio fonético decorrente 
de fenda palatina. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: diminuir o uso de articulações compensatória com 
golpe de glote e distorção em consoantes fricativas para melhorar a fala. 
 
Momento secundário da terapia: 
Diminuir o escape de ar nasal. 
Melhorar o direcionamento do fluxo aéreo. 
Trabalhar a mobilidade da musculatura velofaríngeo e articulatória. 
Melhora o foco ressonantal. 
Diminuir a articulação compensatória. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
 Diminuir o escape do ar nasal: 
 Assoprar a língua de sogra. 
 Assomprar bolinhas de sabão. 
 Exercícios para direcionamento do fluxo aéreo: 
 Atividades de sopro, bolinhas de isopor. 
 Jogos de memoria com o som alvo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
52. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : hipernasalidade e 
deficiência velofaríngea decorrente de fenda palatina. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar a musculatura do esfíncter velofaríngeo. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Melhorar o tônus e vedamento labial. 
Adquirir pressão intra-oral. 
Diminuira hipernasalidade. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Técnicas de sussurro. 
Sopro inflar as bochechas. 
Estímulos com frio. 
Técnicas de bocejo. 
Exercícios de ressonância. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
53. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : dificuldades na leitura e 
escrita. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: 
Aprimoramento da escrita e leitura. 
 Momento secundário da terapia: 
Promover a descriminação dos fonemas. 
Aprimorar as habilidades de consciência fonológica. 
Desenvolver a rota lexical de leitura e escrita alfabética. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Métodos das boquinhas. 
Atividades de aliteração. 
Atividades de separação e união de sílabas. 
Nomeação de figuras. 
Atividades de rima, atividades de consciência fonológica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
54. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : desvio fonológico de grau 
leve. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar o sistema fonológico. 
 
Momento secundário da terapia: 
Melhorar a consciência fonológica. 
Promover a produção correta dos fonemas alvos. 
Estimular o conhecimento de letras e sílabas. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Modelos de ciclos modificados (Tyler Edwards e saxman, 1987). 
Bombardeio auditivo. 
Pistas táteis visuais e de fricção. 
Atividades lúdicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
55. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : desvio fonológico 
moderado- leve. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: promover a organização do sistema fonológico e 
adequação de OFAs. 
 
Momento secundário da terapia: 
Melhorar a mobilidade de ofas com trabalho de ponto de articulação. 
Aprimorar a produção correta dos sons alvos que possui dificuldades. 
Eliminar os processos fonológicos atípicos com base na generalização. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Trabalhar a partir do modelo Metaphon. 
Bombardeio auditivo. 
Atividades de consciência fonológica com imagens e palavras. 
Conscientização de ponto e modo articulatório. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
56. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : retardo simples de 
linguagem. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: promover o desenvolvimento da linguagem oral. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar o sistema sensorial tátil. 
Aprimorar a motricidade fina. 
Desenvolver a brincadeira simbólica mais elaborada. 
Incentivar a conduta comportamental durante as sessões. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exploração da linguagem com brincadeiras lúdicas. 
Cantigas infantis. 
Uso de livros infantil. 
caixa sensorial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
57. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : desvio fonético e distúrbios 
da fluência acompanhados de atrasos na linguagem decorrente da síndrome de 
down. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: melhorar a linguagem estimulando a produção de 
frases simples. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Estimular a fala espontânea. 
Adequar a intangibilidade da fala. 
Promover a interação da comunicação. 
Aumentar a expressão oral. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Brincadeiras lúdicas. 
Caixa mágica. 
Livros ilustrativos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
58. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbio específico da 
linguagem – DEL 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: estimular a linguagem trabalhando com a fluência 
através de estratégias para deixar o paciente com a comunicação mais inteligível. 
 
Momento secundário da terapia: 
Estimular fonemas para que a fala fique mais inteligível. 
Estimular a linguagem oral. 
Adequar o inventário fonético. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Intervenção terapêutica 1: 
Trabalhar esquema corporal para conhecimentos das partes do corpo e trabalhar a produção oral dos mesmos. 
Intervenção terapêutica 2: 
Construção do ambiente-prod de fonemas 
 
Intervençao terapeutica 3: 
Estimular a prod de números letras e cores através de estímulos táteis massinha moelas 
Intervençao terapeutica 4: 
Trabalhar com animais, nomes, sons e lugares. 
Intervenção terapêutica 5: 
Trabalhar produção de fonemas através de estímulos visuais 
Intervenção terapêutica 6: 
Trabalhar a caixa mágica com diferentes estímulos frutas animais cores números texturas diferentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
59. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : atrasos no desenvolvimento 
da linguagem associada a apraxia de fala infantil decorrente da síndrome de 
down. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: promover a adequação da fala e habilidades 
cognitivas. 
 
Momento secundário da terapia: 
Estimular aspectos da linguagem. 
Exercitar a memória e atenção. 
Generalização e automatização dos fonemas. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Desenvolvimento do processamento auditivo. Estimular para reconhecer lateralização e 
direcionalidade. 
Desenvolvimento da linguagem, jogos de sequência lógicas. 
Jogos de memória de maneira lúdica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
60. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbios 
oromiofuncionais decorrentes a síndrome de down. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: estimulação de aspectos globais da linguagem e da 
fala propriamente dita, visando a adequação da articulação dos fonemas. 
 
Momento secundário da terapia: 
Trabalhar a fluência. 
Trabalhar a linguagem. 
Estimular as habilidades auditivas. 
Ampliar a produção da fala. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios de motricidade orofacial (língua. Biquinho, sorriso, inflar bochechas.). 
Utilizar imagens do dia dia com verbos de ação (comer beber correr caminhar). 
Trabalhar a fluência com leitura. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
61. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : dislexia. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar a leitura e escrita e compreensão de leitura de 
palavras e pseudopalavras em ditados, frases e textos. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Adequar a escrita através de exercícios que envolvam atividades de ditados e textos em níveis 
de palavras e frases. 
Desenvolver a consciência de palavras adequadas por meio de exercícios lúdicos e que 
envolvam a paciente com música frases organizar as palavras. 
Estimular a parte fonêmica com desenhos sons e identificação de palavras. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Rimas identificar rimas. 
Aliteração pintar desenhos que começa com a mesma sílaba. 
Consciência de palavras encontre o erro em uma frase. 
Consciência de sílaba para construir uma frase a partir de uma palavras. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
62. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : transtorno global de 
aprendizagem decorrente de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Estimular a linguagem oral, através do 
desenvolvimento de maior verbalização. 
 
Momento secundário da terapia: 
Melhorar a fala e comunicação. 
Expandir o inventario fonético. 
Estimular a produção das palavras mais extensas. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Tabuleiros lúdicos. 
Sequências de figuras lógicas para noção do tempo. 
Jogos de boliche. 
Trabalhar palavras e sílabas. 
Jogos de memória com cor.63. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : TRANSTORNO GLOBAL 
DE APRENDIZAGEM DECORRENTE DE DEFICIT INTELECTUAL 
MEDIO – INFERIOR E TRANSTORNO DO DEFICIT DE ATENÇÃO E 
HIPERATIVIDADE – TDAH. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: adequar o sistema fonológico e uso correto das regras 
fonológicas. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar o ponto de articulação. 
Promover a compreensão de que os fonemas são unidades sonoras cujos contratantes 
transmitem diferenças de significados. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Bombardeio auditivo. 
Jogos de bingo. 
Varrer o céu da língua sequências lógicas para produção de frases e histórias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
64. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Respirador oral. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: promover adequação da respiração e deglutição. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar o tipo e o modo respiratório. 
Adequar a mastigação e deglutição. 
Adequar ponto de repouso da língua. 
Normalizar o tônus muscular. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Momentos de conscientização do modo e tipo de respiração. 
Respiração costal diafragmática abdominal em frente ao espelho com apoio de livro. 
Mastigação bilateral utilizando garote bala e damasco. 
Vedamento labial com espátula, 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
65. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : disartria e alterações 
miofuncionais decorrentes de lesão neurológica. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar a mobilidade e força orofacial e melhorar 
aspectos da comunicação. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Melhorar aspectos como tipo e modo de respiração. 
Adequar a coordenação pneumo articulatória. 
Fortalecer e adequar a mobilidade de toda a estrutura facial. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios de respiração. 
Exercício de bico sorriso. 
Exercícios de articulação com leituras de frases e textos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
66. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbios orais 
miofuncionais decorrentes de sinais de imaturidade neurológica. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: adequar a mobilidade força orofacial. 
 
Momento secundário da terapia: 
Melhorar a produção dos sons da fala. 
Fortalecer e adequar a mobilidade de toda a estrutura facial. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
RESPIRAÇÃO- INSPIRAR PELO NARIZ E ENCHER A BARRIGA, EXPIRAR PELA 
BOCA E ESVAZIAR A BARRIGA. 
EXERCÍCIOS DE CONTRA RESISTÊNCIA. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
67. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : funções dos órgãos e 
funções orofaciais. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: REABILITAR ASPECTOS ALTERNADOS EM 
SUA MOTRICIDADE OROFACIAL. 
 
Momento secundário da terapia: 
Trabalhar apoio respiratório e controle de intensidade. 
Fortalecimento de musculatura orofacial. 
Melhorar a capacidade fonoarticulatória. 
Melhorar aspectos alternados com tipo e respiratório e articulação. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios para o fortalecimento da língua. 
Exercícios para deglutição e mastigação. 
Exercícios para a mandíbula. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
68. Possível hipótese diagnóstica do paciente : alterações miofuncionais 
decorrentes de doenças neurológicas de grau leve. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: adequar órgãos e funções orofaciais dentro das 
limitações do quadro. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar o tônus e mobilidade. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios para resistência muscular. 
Exercícios para resistências das bochechas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
69. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : desvio fonológico. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: melhorar a comunicação visando a idade do paciente. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Promover a produção correta do encontro consonantal. 
Estimular a concentração. 
Promover a produção e imitação de formas corretas de ccv. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Percepção auditiva. 
Jogos de memória. 
Trabalhar fonema alvo. 
Trabalhar a percepção do sons. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
70. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : desvio fonológico de grau 
moderado. 
. 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: 
Melhorar a consciência fonológica. 
 
Momento secundário da terapia: 
Promover a produção correta dos fonemas alvos. 
Aprimorar a psicomotricidade. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Modelos de ciclos. 
Atividades lúdicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
71. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : atrasos de linguagem. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar o sistema fonológico. 
 
Momento secundário da terapia: 
Melhorar a consciência fonológica. 
Estimular e adequar a articulação dos fonemas utilizando o método das boquinhas. 
Reconhecimento das letras do alfabeto. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Trabalhar fala espontânea. 
Atividades espontânea. 
Reconhecimento sonoro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
72. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : desvio fonológico. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: organizar o sistema fonológico. 
 
Momento secundário da terapia: 
Estimular os fonemas que ainda não constam no sistema fonológico. 
Promover a generalização para palavras não utilizadas no tratamentos. 
Melhorar a inteligibilidade de fala. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Trabalhar o ponto articulatório de cada fonema. 
Bombardeio auditivo. 
Trabalhar a articulação labial e da língua em cada fonema. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
73. Possível hipótese diagnostica do paciente: : nódulo vocal decorrente e 
refluxo laríngeo faringeo. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: reabsorção do nódulo vocal. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Aperfeiçoar a respiração nasal e costo diafragmática. 
Aprimorar a sobrearticulação. 
Melhorar a musculatura labial e lingual. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios para relaxamento dos ombros e cabeça. 
Sons de apoio vibrante alternados a intensidades e agudos. 
Modulação e intensidade com fonema alvo. 
Finger kazoo com fonema alvo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
74. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : aperfeiçoamento vocal. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar os aspectos da fala. 
 
Momento secundário da terapia: 
Buscar aumento da capacidade respiratória. 
Aumentar amplitude dos movimentos articulatório. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios respiratório. 
Exercícios de relaxamento. 
Exercício de articulação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
75. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Aprimoramento vocal. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: Adequar a articulação pneumo articulatório. 
 
Momento secundário da terapia: 
Desenvolver a consciência da capacidade respiratória. 
Aumentar capacidade respiratória. 
Orientar sobre hábitos de saúde vocal. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podemser usadas na terapia: 
Aquecimento vocal -15min. 
Exercícios de alongamentos. 
Desaquecimento 5 min. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
76. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : voz laríngea. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
O objetivo geral da terapia: adequação da voz. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar respiração. 
Aprimorar modo respiratório nasal. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios de aquecimento e desaquecimentos. 
Exercícios de articulação. 
Exercício de respiração. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
77. Possível hipótese diagnóstica do paciente : alterações 
oromiofuncionais, respiração oral decorrente de hábitos de sucção não nutritiva 
prolongada. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: promover o equilíbrio miofuncional. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Adequar o modo respiratório. 
Fortalecer a musculatura de lábios e bochechas. 
Retirada da sucção não nutritiva. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios de respiração. 
Lavagem nasal. 
Exercício de mastigação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
78. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : paralisia de pregas vocal a 
direita. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
Momento primário da terapia: promover a mobilidade da prega vocal a direita. 
 
Momento secundário da terapia: 
Melhorar o tempo máximo de fonação. 
Exercícios de relaxamento vocal. 
Melhorar tempo máximo de fonação. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios de respiração . 
Exercícios de relaxamento vocal. 
Exercício para articulação da fala. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
79. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : fenda fusiforme ântero 
posterior decorrente do mau uso vocal. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar a respiração e a articulação e exercícios 
voltados para a fenda fusiforme Ântero posterior. 
 
Momento secundário da terapia: 
Trabalhar a respiração e tempo máximo de fonação. 
Adequar a articulação da fala. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios de coaptação glótica: auxiliar no tempo máximo de fonação. 
Exercício de respiração. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
80. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : paralisia de pregas vocal 
unilateral esquerda. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: retorno da mobilidade prega vocal. 
 
Momento secundário da terapia: 
Realizar exercício pra movimentar as pregas vocais lesionadas. 
Realizar técnicas pra retornar os movimentos das pregas vocais. 
Adequa a respiração. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios de respiração fracionada e inspiração sustentada. 
Exercício ee vibração de linga. 
Exercício de respiração. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
81. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : disfunção e compreensão 
articulatória velofaríngea devido a fissura palatina. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar distúrbios compensatórios. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Suavizar fala espontânea. 
Fortalecer estruturas velofaríngea. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Exercícios de respiração com canudo. 
Trabalhar fonemas isolados. 
Trabalhar fala espontânea. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
82. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : disfunção e compreensão 
articulatória velofaríngea. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar distúrbios compensatórios. 
 
Momento secundário da terapia: 
Diminuir a hipernasalidade. 
Adequar mobilidade dos órgão fonoarticulatório. 
 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Trabalhar pistas visuais. 
Massagem no músculo bucinador. 
Vibrar lábios. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
83. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : distúrbio s articulatório 
compensatório associados a alterações oromiofuncionais. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar distúrbios compensatórios. 
 
Momento secundário da terapia: 
Adequar a mobilidade dos órgãos fonoarticulatórios. 
Adequar o ponto articulatório. 
 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Aquecimento e desaquecimento vocal. 
Exercícios respiratório. 
Exercício de articulação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
84. Possível hipótese diagnóstica do paciente: alterações oromiofuncionais 
decorrentes de fissura labiopalatina. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar distúrbios compensatórios. 
 
Momento secundário da terapia: 
Direcionar o fluxo aéreo para cavidade oral. 
Diminuir a hipernasalidade. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Trabalhar fonemas alvo com intuito de trabalhar a respiração. 
Exercício para trabalhar a ressonância. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
85. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : reabilitação vocal em 
decorrência de mal uso vocal. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: reabilitação vocal. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Orientação vocal. 
Favorecer fechamento vocal. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Relaxamento muscular. 
Aquecimento vocal. 
Orientar sobre higiene vocal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
86. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : recusa alimentar. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: promover a melhora na dificuldade alimentar 
apresentada pelo paciente. 
 
Momento secundário da terapia: 
Ampliar a variedades de alimentos na vida do paciente. 
Conscientizar sobre as diferenças entre doces e salgados saudáveis e não saudáveis. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Jogos de frutas. 
Orientar através de técnicas como deve ocorrer a mastigação – unilateral e bilateral. 
Exercícios que façam o paciente mastigar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
87. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Recusa alimentar. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: incentivar o paciente a conhecer novos alimentos. 
 
Momento secundário da terapia: 
Conhecer alimentos saudáveis. 
Conhecer cheiros, texturas e cores. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Fazer panquecas de chocolates. 
Utilizar frutas nas terapias. 
Fazer waffles como por exemplo trabalhar comidas diferentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
88. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : Recusa alimentar associado 
à prematuridade. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar a sensibilidade orofacial. 
 
Momento secundário da terapia: 
Criar vínculos da criança com alimentos. 
Explorar gostos que a criança gosta. 
Evitar distrações nas horas de se alimentar. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que podem ser usadas na terapia: 
Cortar frutas. 
Fazer jogos que relacionam frutas e sucos. 
Cozinhar e fazer brincadeiras lúdicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
89. Possível hipótese diagnóstica do paciente: : recusa alimentar. 
 
Plano de tratamento para o paciente: 
 
Momento primário da terapia: adequar a forma do paciente alimentar-se. 
 
 Momento secundário da terapia: 
Estimulação sensório motora oral. 
Estimular vínculo com a família sobre como cozinhar para o paciente. 
 
Exemplos de atividades e exercícios que

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