Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Meliponicultura
Grupo: Débora Híllary
Jaqueline de Andrade
Beatriz Carvalho
Meliponicultura conceito.
• A Meliponicultura é a criação racional de abelhas-sem-ferrão (ASF) e constitui uma atividade
econômica, tem como principal objetivo a produção de mel, própolis, pólen, resinas. Também, na
produção e multiplicação de colmeias. que visa aliar o manejo das abelhas-sem-ferrão e a
comercialização de seus produtos, à conservação do meio ambiente (KERR et al., 1996,
BUSTAMANTE et al.,2008, ZAPECHOUKA; SILVA, 2022).
• As ASF são conhecidas assim por possuírem seu aparelho de ferrão atrofiado (KERR et al., 2001),
o que constitui um dos fatores que facilita o manejo destas espécies, comparado ao da espécie
Apis mellifera Linnaeus, 1758, que possui ferrão.
• A produção de mel por colmeia de abelha varia de acordo com o país, mas a média no Brasil é de
cerca de 20 kg por ano. Em outros países, a produção é maior:
• Argentina e Canadá: 35 kg por colmeia
• China e Austrália: mais de 100 kg por colmeia
• As abelhas precisam visitar cerca de 5 milhões de flores. Para produzir um grama de cera, elas
consomem cerca de 6 a 7 gramas de mel.
História da Meliponicultura
Povos Nativos Criando Abelhas sem Ferrão
A meliponicultura é uma atividade muito antiga, praticada pelos antigos povos indígenas que habitavam a
América Latina, principalmente em países como Brasil e México. Os povos indígenas utilizavam seu mel que
tem propriedades medicinais para curar diversos problemas de saúde, como resfriados e principalmente
catarata.
como relevante aspecto social pela geração de renda familiar e com enorme potencial na contribuição da
preservação do meio ambiente, para manutenção das espécies vegetais, e um importante meio estratégico
para a conservação da diversidade das abelhas Meliponídeos.
É o caso dos indígenas Maia de Yucatán (na América Central)
que, segundo documentos escritos, antes da chegada dos
espanhóis já possuíam os chamados jobones (colmeias em
troncos ocos recortados), de onde o mel e a cera de abelha eram
extraídos. Mas, tradicionalmente, diversas comunidades
indígenas brasileiras também faziam uso destas abelhinhas; é o
caso dos Kayapó, que demonstraram ter um interessante sistema
de identificação, manipulação e de semidomesticação de abelhas
sem ferrão
Em Yucatan a Associação de Mulheres Maias no manejo
de colmeias de abelhas sem ferrão e comercialização dos
produtos da meliponicultura.
Abelhas com ferrão – Apis mellifera
A mais famosa das abelhas sociais com ferrão é a Apis
mellifera, nativa da Europa, África e parte da Ásia. Conhecidas
por sua produção incansável de mel, a Apis mellifera é a
favorita para a criação com objetivo de produção comercial —
daí o nome ‘apicultura’ dado para a atividade.
Chegou ao Brasil em 1839, pelas mãos do Padre Antonio
Carneiro, que trouxe 100 colônias vindas do Porto, em Portugal
mas apenas sete colônias sobreviveram. Elas foram criadas
inicialmente no Estado do Rio de Janeiro
possui um ciclo de desenvolvimento precoce (18,5 a 19 dias), em
relação à europeia (21 dias), o que lhe confere vantagem na
produção e na tolerância ao ácaro do gênero Varroa.
Ao contrário das Abelha-Europeia, que armazena muito
alimento, a Abelha-Africana converte o alimento rapidamente,
em cria, aumentando a população e liberando vários enxames
reprodutivos
Seu ninho é irregular por fora, mas por dentro é bem organizada.
Nela podem viver até 80 mil abelhas, As operárias passam por
diversas funções, durante a vida, conforme a idade. Além de
proteger a colmeia contra ataques, as operárias produzem cera,
utilizada para fazer os alvéolos, onde serão depositados os ovos
da rainha. A temperatura certa para a modelagem da cera é de
35°C e, para isso, um grupo maior de operárias tem a função de
manter a colmeia na temperatura certa.
Tipos de criação de abelhas
• são a apicultura e a meliponicultura:
A apicultura consiste na criação de abelhas exóticas (Apis
mellifera) com o objetivo de produzir mel, própolis, geleia real, pólen e
cera de abelha. Essa atividade é incentivada pelo Incaper em diversos
municípios capixabas e tem se mostrado uma excelente alternativa de
diversificação agrícola.
meliponicultura nativas sem ferrão é uma atividade que vem
crescendo no Espírito Santo. O Incaper desenvolve diversas ações de
assistência técnica, extensão rural e educação ambiental para
conhecer e caracterizar as espécies de abelhas sem ferrão no Estado,
quanto ao status ecológico e o potencial para criação.
Não exige muito tempo e nem grandes áreas de terra disponíveis, e é
uma atividade de baixo impacto ambiental, que contribui bastante para
preservação do ecossistema.
As espécies de meliponíneos são encontradas, em grande parte,
nas florestas tropicais(mais de 60%), sendo que a floresta
Amazônica, com sua rica biodiversidade, é conhecida como “o
berço natural e mundial das ASF” (KERR, 1998).
A criação destas abelhas apresenta aspectos de sustentabilidade
bastante atrativos: possui baixo custo com manejo das
colônias(FRAZÃO; SILVEIRA, 2003); não exige grandes espaços e
nem muito trabalho, comparados aos da agricultura, pesca e criação
de gado; e representa uma atividade bastante rentável, a médio e
longo prazo (VIEIRA et al., 2008).
Atualmente, mais de 20 mil espécies de abelhas descritas no mundo,
(Orr et al., 2020).
Essa atividade é incentivada pelo Incaper em diversos municípios 
capixabas e tem se mostrado uma excelente alternativa de 
diversificação agrícola.
A apicultura representa uma significativa fonte de renda para os 
agricultores familiares, não exige muito tempo e nem grandes áreas de 
terra disponíveis, e é uma atividade de baixo impacto ambiental, que 
contribui bastante para preservação do ecossistema.
Localização e espécies 
A maior diversidade de abelhas é encontrada em regiões áridas e semiáridas da
terra, abrangendo regiões de clima mediterrâneo, tal como, o sul da Europa,
região subsaariana da África, o oeste da Austrália, trechos áridos do Chile e da
Argentina e os desertos da América do Norte e partes da América Central.
A grande maioria das espécies, entre 80 e 85% são abelhas
solitárias, Um pensamento em comum quando falamos em
abelhas, é que, sempre imaginamos encontrar numa colmeia,
uma estrutura composta por uma rainha, uma grande
quantidade de abelhas operárias. No entanto, essa não é a
realidade para a grande maioria das espécies de abelhas,
(A.B.E.L.H.A1,2020).
Dessas mais de 20 mil espécies de abelhas descritas no
mundo, muitas delas evoluíram de maneira distinta e
apresentam características gerais diversas, como:
formas, cores, tamanho e comportamentos.
Ao contrário das Abelha-Europeia, que
armazena muito alimento, a Abelha-
Africana converte o alimento
rapidamente, em cria, aumentando a
população e liberando vários enxames
reprodutivos. É uma abelha que migra
facilmente, se a competição for alta ou
se as condições ambientais não forem
favoráveis. Tais características têm uma
variabilidade genética muito grande,
influenciadas por fatores ambientais
internos e externos.
Registros de distribuição geográfica das espécies M. interrupta, T. 
goettei e D. ghilianii, de acordo com Camargo et al. (2013), 
Nogueira (2023) e Oliveira e Nogueira (2024). 
Fonte: modificado de Oliveira et al. (2024) 
Polinização
• Quando coletam seu alimento na natureza, as ASF prestam o serviço de polinização. O 
processo de polinização ocorre quando os grãos de pólen de uma flor (gametas masculinos) 
passam para o estigma (receptor do aparelho feminino) de outra flor da mesma espécie. 
• Assim , as abelhas propiciam a fertilização das plantas, que resulta na produção de frutos 
essas sementes. As abelhas podem ser responsáveis pela polinização de 40 a 90% da flora 
nativa de acordo com o ecossistema além da dispersão de sementes de espécies de 
importância madeireira (KERR et al., 1996)
• Para Nates-Parra (2005), “aproximadamente metade dos animais que polinizam as plantas 
tropicaissão abelhas”. “No Brasil, o número de espécies de plantas polinizadas por abelhas 
pode variar de 49% a 89%, dependendo da formação vegetal considerada, a exemplo de 
Cerrado, formações semiáridas, campestres e litorâneas” (A.B.E.L.H.A., 2020). 
Quando coletam seu
alimento na natureza, as
ASF prestam o serviço de
polinização. O processo de
polinização ocorre quando
os grãos de pólen de uma
flor (gametas masculinos)
passam para o estigma
(receptor do aparelho
feminino) de outra flor da
mesma espécie.
Assim , as abelhas propiciam a
fertilização das plantas, que
resulta na produção de frutos
essas sementes. As abelhas
podem ser responsáveis pela
polinização de 40 a 90% da flora
nativa de acordo com o
ecossistema além da dispersão
de sementes de espécies de
importância madeireira (KERR et
al., 1996)
Para Nates-Parra (2005),
“aproximadamente metade dos
animais que polinizam as plantas
tropicais são abelhas”. “No Brasil, o
número de espécies de plantas
polinizadas por abelhas pode variar
de 49% a 89%, dependendo da
formação vegetal considerada, a
exemplo de Cerrado, formações
semiáridas, campestres e
litorâneas” (A.B.E.L.H.A., 2020).
Polinização das abelhas
• Abelha Uruçu Nordestina (Meliponas cutellaris) polinizando as flores das árvores de 
Mutre (Aloysia virgata) e Urucum (Bixa orellana).
Espécies de Abelhas Nativas 
do Ceará
Nome popular Nome científico
Ceará Abelha cachorro Trigona fulviventris Guérin
Ceará Irapuã Trigona spinipes (Fabricius)
Ceará Jandaira Melipona subnitida
Ceará Jatai
Tetragonisca angustula
angustula
Meliponicultura Espécies de Abelhas Nativas – Estado do Ceará
• Abelhas Amazônicas: D. ghilianii, T. goettei (ambas sem ferrão)
Duckeola ghilianii
também conhecida como
abelha-policial, caçadora-de-
limão, matadora-de-limão ou
predadora-de-limão.
apresentam boas
características para a
criação racional por sua
relativamente baixa
agressividade ao manejo,
boa produção de mel
A Tetragona goettei,
popularmente conhecida como
borá-mansa, é uma abelha
social sem ferrão da tribo dos
meliponíneos. É uma espécie
eusocial da família Apidae.
• T. goettei
Muitos confundem com
a Borá “Tetragona
clavipes”, mas são bem
diferentes. A T goettei,
com o mel muito
apreciado e raro, produz
bastante própolis e
samburá.
100 ml R$: 70,00
140g R$: 159,00
é de cor amarela e
âmbar, Alta acidez e
fermentação, textura
média e baixa doçura.
Harmonização: O Mel
ideal para harmonizar
pratos salgados como
pato, peixes, carne de
porco e outros pratos da
alta gastronomia.
IMPORTANTE: Este
produto deve ser
mantido sobre
refrigeração.
Mel cor de petróleo
com suas propriedades
antibacterianas e
antifúngicas, colabora
na eliminação das
toxinas do organismo.
estudo recomenda que ela seja criada apenas
na área de ocorrência natural dela, que é a
região amazônica, do qual é aclimatada e
totalmente adaptada aquele bioma, que
costuma ser praticamente o ano todo um clima
de alta temperatura e de umidade alta
• Melípona interrupta (sem ferrão)
Também chamada de jandaíra, é uma
espécie descrita por Pierre André Latreille
1811, do gênero Melipona e família
Apidae. A especie é listada no Catálogo
da Vida. É uma abelha social do Brasil
setentrional.
O seu mel é um produto
consumido principalmente nas
comunidades e municípios do
interior da Amazônia.
100 ml R$: 98,00
é um mel puro, de
cor amarelo claro,
textura fina e
líquida, e sabor
levemente ácido
com notas
amadeiradas.
vitaminas B, sais
minerais, e ácidos.
tratar feridas e
infecções
bacterianas
Tetragonisca angustula (sem ferrão)
Uma abelha muito robusta e ser
encontrara em todas as regiões do
País, em centros urbanos fácil o
manejo e a coleta de mel. bastante
rústica, com grande capacidade para
fazer ninhos e sobreviver em
diferentes ambientes,
Menos doce que o da abelha Apis, com uma
textura fina e um sabor levemente ácido.
Pesquisas indicam que os méis de
meliponíneos, como o de Jataí, contêm
compostos benéficos que podem ajudar a
melhorar a saúde respiratória e digestiva.
R$ 170,05
Ninho
é composto por favos de
cria horizontais
sobrepostos, com células
de cria de mesmo
tamanho. A entrada do
ninho é formada por um
tubo feito de resina e
barro.
Encontrada , desde o Rio Grande do Sul até o México.
abelhas benjoi – scaptotrigona polysticta
Possuem a entrada da colmeia apontado para baixo em forma de
canudo característico das Scaptotrigona. As abelhas Benjoi são
consideradas as menos agressivas das Scaptotrigonas. A
população da colmeia varia de 2 mil abelhas em colmeia mais
fracas até 50 mil abelhas em colmeia matrizes.
Assim como todos os apídeos, as abelhas Benjoi possuem uma
sociedade organizada dividida em: operárias, zangões e rainha. O
período completo de uma Trigona é de aproximadamente 38 dias,
sendo 5 dias de desenvolvimento embrionário(ovo), 15 dias de
estágio larval e 18 dias de estágio pupa. Assim após este período
uma abelha vive entre 40 e 52 dias.
R$98,00
é saboroso e rico em propriedades
medicinais. Dependendo da
quantidade de alimento disponível
na região, elas podem produzir até
3 litros de mel por temporada. A
cor do mel pode variar de branco
a âmbar, dependendo da
flora. Quanto mais escuro o mel,
mais rico em minerais e sabor e
aroma mais forte.
Da família família Apidae, e à subfamília
Apinae. são encontradas nos estados: Rio de
Janeiro e São Paulo. Sem ferrão.
Abelha do sudeste
abelhas tubuna –
scaptotrigona bipunctata
Abelhas Tubuna são abelhas bastante defensivas e possuem a
entrada da colmeia em forma de canudo característico das
Scaptotrigona. As abelhas tubuna são consideradas as mais
agressivas das Scaptotrigonas.
Na verdade, ela possui o ferrão atrofiado.
São encontradas nos estados: Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do
Sul, São Paulo.
vive entre 40 e 52 dias.
As Abelhas Tubuna se desenvolvem muito bem em caixas INPA, A
quantidade de módulos depende do crescimento da colmeia. Alguns
enxames podem ter até três sobre ninhos pois são muito populosos.
As abelhas canudo e tubuna são muito parecidas e frequentemente
confundidas entre si.
é agridoce, aromático rico em
minerais, aminoácidos, ácidos
orgânicos e vitaminas Mais
líquido e mais aromático rico
em propriedades medicinais:
É um dos méis mais
apreciados e consumidos, É
muito saboroso, Possui
propriedades medicinais.
Scaptotrigona Xanthotricha
Ou canudo-amarela é uma abelha nativa
do Brasil, com ocorrência nos estados da
Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de
Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa
Catarina..
Mandaguari Preta – Scaptotrigona
Postica
Ambas são defensivas e, quando se sentem
ameaçadas, podem morder. A entrada do ninho é um
túnel projetado com abertura semelhante a uma corneta.
boas produtoras de mel e própolis Portanto para o
manejo desta abelha o meliponicultor deve se proteger
com roupas apropriadas principalmente a região da
cabeça. As caixas podem ficar em prateleiras com
distância de 20 cm entre caixas. Sem ferrão.
possui coloração âmbar,
baixa doçura, média acidez e
notas amadeiradas sutis,
sendo uma experiência única
para o paladar. R$ 85,50
coloração âmbar, baixa doçura, média
acidez e notas amadeiradas sutis
Pode ser encontrada nos seguintes estados brasileiros:
Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato
Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí.
• Abelhas Tubiba, Scaptotrigona Tubiba
As abelhas Tubiba são encontradas nos estados:
Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará,
Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo.
As colmeias de abelhas Tubiba são encontradas em
ocos de árvores grossas na natureza. A entrada do
ninho é feita de cerume escuro em forma de funil.
A população da colmeia varia de 2 mil abelhas em
colmeias mais fracas até 50 mil abelhas em colmeias
matrizes.
As Abelhas Tubiba possuem uma característica
marcante que é sua defensividade. Portanto para o
manejo desta abelha o meliponicultor deve se proteger
com roupas apropriadas principalmente a região dacabeça.
As caixas podem ficar em prateleiras com distância de
20 cm entre caixas.
O mel produzido é muito saboroso e rico em
propriedades medicinais. As Abelhas Tubiba
possuem uma ótima produção de mel. Assim
chegam a produzir 3 litros de mel por
temporada dependendo da oferta de
alimento da região.
Aroma acentuado,
agridoce, sabor
muda conforme a
florada R$ 75,00
Tipos de ninhos
Existem vários tipos de ninhos de abelha, dependendo da espécie e do nível de
organização das abelhas:
Ninho de abelhas europeias
É composto por câmaras de cerume, que é uma mistura de cera e resina, com
finalidades específicas. Os favos são hexagonais e é onde as abelhas armazenam o
mel e o pólen.
Ninho de abelhas sem ferrão
A estrutura do ninho varia de acordo com a espécie de abelha. Por exemplo, a abelha
Mirim-Guaçu constrói discos de cria dispostos horizontalmente, cobertos por lamelas.
Já a abelha Jataí e Canudo têm discos sobrepostos no sentido horizontal.
Ninho de abelhas solitárias
As abelhas solitárias não produzem mel, mas são importantes para a polinização.
Algumas espécies solitárias podem construir ninhos agregados, que são semelhantes
a condomínios, com vários ninhos da mesma espécie no mesmo local.
A entrada dos ninhos das abelhas-sem-ferrão pode ser construída de
cera, barro, resina ou uma mistura desses materiais. Possuem um
padrão de arquitetura e ornamentação característicos de cada
espécie, o que auxilia na identificação
Divisão de trabalho das abelhas
A abelha rainha
é a única fêmea que pode reproduzir e fica responsável
pela postura dos ovos de onde nascerão operárias,
zangões e novas princesas. Ela faz um voo nupcial ao se
tornar madura e guarda dentro de si, em um órgão
chamado espermática, todos os espermatozoides e, a cada
vez que ela coloca um ovo, libera também alguns
espermatozoides para fecundá-lo, a não ser que o ovo seja
para o nascimento de um macho. Além da reprodução,
ela tem a função de liberar feromônios, que são
substâncias químicas que funcionam como
“mensageiros” e são responsáveis por desencadear
comportamentos previsíveis. Dessa forma, a rainha
mantém o bom funcionamento
da sociedade.
Os zangões
Eles nascem de ovos não fecundados, não
possuem órgãos de defesa nem de trabalho,
porém são dotados de visão e olfato
excepcionais, sendo capazes de perceber a
presença de rainhas virgens em até 10 km de
distância. São os machos da colmeia, têm um
porte superior às operárias e não possuem
ferrão. Sua função dentro dessa sociedade é
fecundar a abelha rainha durante o voo nupcial
, sendo totalmente alheio às outras
atividades da colmeia.
As operárias
Falando em trabalho, as operárias são as
que mais têm obrigações a cumprir. Elas
são responsáveis pelos trabalhos de dentro
e de fora da colmeia. Também chamadas de
obreiras, as abelhas operárias não têm
capacidade de reprodução e possuem uma
evolução “profissional”, classificadas em
pelo menos seis tarefas:
são exercidas de forma coordenada com
os demais indivíduos. A divisão do trabalho
acontece de acordo com a idade das
abelhas. Os trabalhos externos são,
geralmente, realizados pelas operárias
mais velhas e experientes, já que, ao sair,
elas arriscam a vida e encontram seus
predadores.
funções das abelhas operárias 
As abelhas operárias, ou obreiras, são as
que não têm capacidade de reprodução.
São responsáveis por diversos trabalhos
dentro da colmeia, sejam eles a produção
do mel, da cera, a construção dos favos,
coleta e transporte de néctar, pólen e água,
alimentação da rainha e das larvas e até a
defesa da colmeia.
Elas têm um ciclo de vida rápido, vivendo
em torno de 50 dias. Para nascerem,
elas passam por metamorfose completa,
que acontece pelas seguintes fases:
Divisão de trabalho das abelhas
...depois do crescimento das operárias que
nasceram na primavera, a rainha põe os
ovos dos zangões e, em seguida, das
futuras rainhas. Deixando herdeiras, a velha
rainha deixa o ninho e leva consigo algumas
operárias.
No verão... 
...com as chuvas, o alimento fica escasso
e as abelhas operárias impossibilitadas
de saírem, então, elas expulsam os
machos para que a rainha diminua a
postura de ovos.
No outono... 
...as abelhas ficam recolhidas no 
ninho. As abelhas operárias se juntam 
ao redor da rainha e formam uma bola, 
batendo as asas para produzir calor e 
aquecer o corpo. Essa técnica mantém 
a temperatura no interior da colmeia 
em torno de 35ºC e elas se alimentam 
do que foi armazenado durante o ano.
inverno chega...Ovo – em torno de cinco dias. A abelha rainha
deposita o ovo em um alvéolo de cera;
Larva – de 6 a 12 dias . A operária alimenta a
larva que saiu do ovo até que ela complete o
desenvolvimento;
Pupa – de 13 a 18 dias. As operárias fecham o
alvéolo com cera. A larva troca de casulo e se
transforma em pupa;
Adulto – a partir de 21 dias. A abelha adulta
rompe a cera do alvéolo e sai.
Ciclo de vida OP:
A faxina é feita pelas
operárias logo que
nascem. Elas retiram o
que não serve mais para
a colmeia.
Limpeza da colmeia
Produção da geleia real
As operárias deixam a
limpeza e começam a
secretar a geleia real e
alimentar as larvas. É o
trabalho na “maternidade” da
colmeia.
Construção da colmeia
Elas passam a produzir a
cera a partir do mel ingerido
e outras secreções para
construir os favos.
Produção dos derivados
Por volta do 16º dia de vida, elas
vão para a linha de produção do
mel. Retiram o néctar do estômago
das abelhas campeiras e junto
com as enzimas formam o mel que
é depositado nos favos.
Segurança da colmeia
A sentinela é feita através de
voos em torno da colônia,
protegendo-a de insetos e
outros animais que ameaçam a
vida delas.
Colheita
Já mais velhas, as operárias
passam a ser coletoras – se
tornam campeiras – voando e
pousando de flor em flor para
buscar pólen e néctar, matérias
primas essenciais para a
sobrevivência
da colmeia.
Existem diversos tipos de mel, que se distinguem pelas características e pela planta de onde é 
extraído o néctar. Alguns dos tipos de mel mais conhecidos são: 
Mel silvestre: É o tipo de mel mais consumido pelos brasileiros e
é produzido a partir do néctar de vários tipos de flores.
Mel de uruçu: De cor clara e amarelada, é produzido no
Nordeste brasileiro.
Mel de mandaçaia: De cor clara, às vezes transparente, é
produzido no Sul e Sudeste.
Mel de uruçu-amarela: De cor muito ácida, é produzido no Pará.
Mel de tiúba ou uruçu cinzenta: De cor muito doce e
geralmente transparente, é produzido no Maranhã e Pará.
Mel de borá: De cor levemente salgado e aroma que lembra o
sabor de queijo, é produzido na região Sudeste.
O mel de abelhas sem ferrão pode ser mais 
raro e custar até R$ 800 o litro
Mel de jataí: De cor clara e levemente ácido, é muito usado na
cultura popular por suas propriedades medicinais.
Mel de cipó-uva: De cor transparente e aroma agradável, é
ideal para ser consumido puro ou com frutas.
Mel de eucalipto: De cor escura e rico em minerais, é utilizado como 
expectorante. 
Mel de laranjeira: De cor clara e aroma intenso, é muito apreciado 
pelos brasileiros. 
Boas práticas de extração e 
beneficiamento do mel
São orientações técnicas, que visam assegurar a
identidade, a qualidade e a legitimidade do produto, para
cada etapa do processo produtivo. Podem ser aplicadas
tanto nas etapas de produção no campo, considerando a
coleta e transporte para o beneficiamento do produto,
quanto nas etapas posteriores relacionadas com o
processamento da matéria-prima.
Onde extrair o mel?
pode ser realizada diretamente no meliponário ou em local próximo,
devidamente preparado para essa finalidade. Se for realizada no
próprio meliponário, deve-se utilizar superfície de apoio (mesa) para
os equipamentos e utensílios a serem utilizados. As colmeias devem
permanecer o mínimo possível abertas e a operação deve ser
realizada com a maior agilidade possível. Em qualquer sinal de
saque das abelhas de outras colmeias,a operação deve ser
interrompida.
Em produção de maior escala, recomenda--se que as colmeias, ou
mesmo as melgueiras sejam levadas para local preparado para essa
finalidade, o qual pode ser próximo ao meliponário. Pode ser
utilizada, por exemplo, uma tenda, como cobertura, cercada com tela
de poliéster do tipo mosquiteiro, de forma a isolar todo o ambiente
interno, evitando, assim, a entrada de sujidades, abelhas e outros
animais.
A extração deve ocorrer de preferência em ambientes naturalmente
sombreados.
Deve haver, também, disponibilidade de água potável e substâncias
sanitizantes, para higienização adicional de equipamentos ou
utensílios. Caso a extração seja feita em uma estrutura física
destinada a essa finalidade (casa do mel), o local deve
Quais são as formas de extração do mel?
O mel das abelhas-sem-ferrão é armazenado por elas em potes de
cerume (cera e resina). Sua retirada pode ser realizada por sucção,
escoamento ou prensagem dos potes.
Não é recomendando o uso de fumaças ou qualquer outro
produto com odor acentuado, pois o mel possui a
característica aromática acentuada de absorver odores com
facilidade mesmo se estiver devidamente opericulado nos
quadros por causa da permeabilidade da camada de cera
protetora.
Como coletar o mel nas colmeias?
Em pequena escala, o mel pode ser coletado com o auxílio de seringas novas
descartáveis, após a abertura dos potes. Em produções de maior escala, esse
método se torna inviável, sendo recomendado o uso de bombas sugadoras,
ou outro equipamento que promova uma diferença de pressão, para a retirada
do mel dos potes.
As bombas sugadoras podem ser confeccionadas artesanalmente ou
adquiridas de fornecedores de produtos hospitalares. O fluxo de
sucção dessas bombas deve ser lento, a fim de evitar a formação de
grande quantidade de espuma.
O método de sucção é o mais indicado para as espécies de abelhas
que formam potes grandes. Para as espécies de abelhas que fazem
potes pequenos, pode-se utilizar o método de escoamento do mel,
desde que sejam criadas em colmeias modulares, que permitem a
separação da melgueira do restante do ninho.
Nesse caso, retira-se a melgueira da colmeia, limpando as sujidades
da superfície e retirando as abelhas aderentes, com auxílio de um
utensílio, como um pincel tipo trincha (formato retangular),
acondicionando-a em recipiente com tampa para o transporte. Em
local apropriado (mesa de manipulação de alimentos
emaçoinoxidável), perfurar ou abrir os potes de mel com
instrumento pontiagudo, como uma faca.
Em seguida, virar a melgueira de cabeça para baixo,
fazendo com que o mel escoe para uma peneira de aço
inoxidável, ou mesmo de tecido de nylon fino (peneira de
leite) e sendo recebido por um recipiente. Deixar escorrer o
mel por alguns minutos, até terminar de pingar. No método
que envolve a prensagem dos potes, não se deve prensar
potes de mel juntamente com potes de pólen. Similar ao
método de escoamento, deve-se evitar o contato do mel
com a superfície da colmeia que contêm sujidades.
Quais os cuidados na extração de mel?
Durante a coleta, devem-se preservar os potes o máximo possível,
evitando que as abelhas tenham que construí-los novamente,
economizando-se, assim, tempo e energia. O mel apresenta alta
capacidade higroscópica (absorção de água do ambiente), sendo
assim, deve-se evitar que sua coleta seja realizada em dias chuvosos
e com alta umidade relativa do ar (acima de 60%).
O uso de bandejas para o apoio das melgueiras vindas do campo
também é recomendável, assim como o seu acondicionamento em
recipientes com tampa para transporte seguro. Independente da
escala de produção e do método de extração utilizado, o mel coletado
deve passar por filtragem e decantação.
Durante a etapa de colocação das melgueiras no veículo. recomenda-
se que ele não permaneça sob a incidência direta do sol, o que
influenciaria negativamente a qualidade do mel. Nessa etapa, o ideal é
a participacão de pelo menos três pessoas, duas responsáveis por
trazer as melgueiras até o caminhão e repasse- Ias A terceira pessoa
que estaria em cima do veiculo.
Como deve ser feito o acondicionamento do mel extraído? 
Como produto alimentício, todo o mel, independente do seu
processamento ou volume (a granel ou fracionado), deve ser
envasado em recipientes ou embalagens próprias para
alimentos.
O mel não deve ser envasado em embalagens reutilizadas de
outros alimentos. Caso o mel seja extraído no campo, as
embalagens utilizadas devem ser mantidas em recipientes com
isolamento térmico, como isopor, por exemplo, logo após a
coleta e durante todo o seu transporte. Ouso de artefatos com
gel congelante para manter a temperatura baixa também é
recomendável.
deve ser envasado em embalagens reutilizadas de outros
alimentos. Caso o mel seja extraído no campo, as embalagens
utilizadas devem ser mantidas em recipientes com isolamento
térmico, como isopor, por exemplo, logo após a coleta e durante
todo o seu transporte. Ouso de artefatos com gel congelante para
manter a temperatura de 26°.
Regulamentação 
• Apesar da grande diversidade de espécies, poucas “abelhas-sem-ferrão” são utilizadas na
meliponicultura muito provavelmente devido à falta de conhecimento mais amplo sobre a sua
biologia (Venturieri et al. 2012). No Brasil, especificamente, há estimativa de 95 das 259 espécies
com algum tipo de informação sobre o manejo (conforme PO MMA Nº 665, de 03/11/2021 - MMA,
2021; Nogueira, 2023).
• No entanto, não há nenhum senso legal e efetivo em nível estadual ou federal, indicando a
necessidade de melhor investigar e mapear tais informações a fim de se promover sensos
atualizados sobre a atividade no Brasil uma vez que essas abelhas estão entre os grupos mais
significativos em termos de economia, importância ecológica e cultural, que tem possibilitado a
prática da meliponicultura há séculos por populações tradicionais e, atualmente, vem ganhando mais
adeptos (Bhatta et al. 2019).
• Portanto, é indispensável avançar o conhecimento acerca de sua biologia para fins de manejo,
visando conservação e exploração econômica.
Decreto n° 9.013, de 2017 RIISPOA - Regulamento 
de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de 
Origem Animal 
é o documento legislativo que reúne as boas práticas para
inspeção industrial e sanitária de produtos de origem
animal. de 29 de março de 2017, que regulamenta a Lei nº
1.283, de 18 de dezembro de 1950, e a Lei nº 7.889, de 23
de novembro de 1989.
Esse documento possui 5 versões, nessas versões contem
perguntas e respostas, pelo canal da Enagro no YouTube
no período de 20 a 27 de agosto de 2020, contendo 126
perguntas.
Aqui veremos algumas perguntas e respostas para
criadouros de meliponolicultura:
8. Como fica a situação dos estabelecimentos
classificados como Unidade de Extração e
Beneficiamento de Produtos de Abelhas e Entreposto
de Beneficiamento de Produtos de Abelhas e
Derivados?
Os registros de novos estabelecimentos passam a ser
realizados utilizando a classificação de Unidade de
Beneficiamento de Produtos de Abelhas. Os estabelecimentos
atualmente registrados com a classificação de Unidade de
Extração e Beneficiamento de Produtos de Abelhas ou
Entreposto de Beneficiamento de Produtos de Abelhas e
Derivados terão prazo para adequação do registro definido pelo
Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal.
A alteração não trará qualquer impedimento ao regular
funcionamento das atividades industriais dos estabelecimentos
registrados, pois todas as atividades anteriormente previstas
para serem realizadas nos estabelecimentos classificados como
Unidade de Extração e Beneficiamento de Produtos de Abelhas
e pelo Entreposto de Beneficiamento de Produtos de Abelhas e
Derivados foram autorizadas para os estabelecimentos
classificados como Unidade de Beneficiamento de Produtos de
Abelhas.
17. Quais estabelecimentos terão procedimentos
simplificados para registro?
Os estabelecimentos classificadoscomo granja avícola,
posto de refrigeração, queijaria, unidade de beneficiamento
de produtos de abelhas, entreposto de produtos de origem
animal e casa atacadista, por serem estabelecimentos que
realizam atividades de menor complexidade e risco, terão
processo de registro simplificado, atendendo ao disposto na
Lei n° 13.874, de 2019.
No entanto, Ato do Ministro de Estado da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento poderá autorizar a realização dos
procedimentos simplificados para outras categorias de
estabelecimentos, de acordo com a natureza das atividades
industriais e respectivo risco.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ Faço saber que a
Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1.º Ficam permitidos, nos termos desta Lei, a criação e o
manejo de abelhas sem ferrão no Estado do Ceará, e definida
a meliponicultura como atividade agropecuária conforme a
legislação vigente.
Parágrafo único. O caput de que trata este artigo considera a
meliponicultura nos termos da criação, da proteção, da guarda,
das diversas formas de manejo sustentável, da aquisição, da
permuta, da exposição, do trânsito e do comércio de colônias
de abelhas sem ferrão (meliponíneos), de parte destas, de
espécimes, bem como, do uso dessas abelhas nos serviços de
polinização de culturas agrícolas e das espécies vegetais do
ambiente local.
LEI Nº17.896, de 11 de janeiro de 2022.
(Autoria: Nezinho Farias coautoria Acrísio Sena)
DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO, O MANEJO, O COMÉRCIO E O
TRANSPORTE DE ABELHAS SEM FERRÃO
(MELIPONÍNEOS) NO ESTADO DO CEARÁ.
Art. 2.º Fica definida a atividade agropecuária da 
meliponicultura, no Estado do Ceará, como uma atividade que 
pode ser exercida com fins lucrativos (criação no meio rural ou 
no meio urbano na forma profissional) ou sem fins lucrativos 
(criação no meio rural ou no meio urbano na forma amadorista, 
educativa e incentivadora de criatórios).
Referencias 
• https://abelha.org.br/abelhas-sem-ferrao-do-brasil/
• https://www.criarabelhas.com.br/meliponicultura-especies/
• https://abelha.org.br/com-ferrao/#:~:text=A%20mais%20famosa%20das%20abelhas,apicultura'%20dado%20para%20a%20atividade
• https://incaper.es.gov.br/apicultura#:~:text=A%20apicultura%20consiste%20na%20cria%C3%A7%C3%A3o,p%C3%B3len%20e%20cera%20
de%20abelha
• https://www.cpt.com.br/cursos-criacaodeabelhas/artigos/abelhas-sem-ferrao-jatai-
tetragoniscaangustula#:~:text=Abelha%20Jata%C3%AD%20%C3%A9%20nativa%20do,do%20Sul%20at%C3%A9%20o%20M%C3%A9xico
.&text=A%20Jata%C3%AD%20possui%20cor%20amarelo,onde%20o%20p%C3%B3len%20%C3%A9%20recolhido)
• https://www.apiariosantoantonio.com.br/curiosidades-sobre-as-abelhas-como-e-a-divisao-de-tarefas-dentro-de-uma-
colmeia/#:~:text=A%20divis%C3%A3o%20das%20tarefas%20dentro%20da%20colmeia&text=Apesar%20de%20um%20ciclo%20de,e%20a
%20seguran%C3%A7a%20da%20colm%C3%A9ia.
• chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/35876/1/Doc78.pdf
• https://abelha.org.br/conheca-12-tipos-de-mel-ideais-para-o-seu-dia-
dia/#:~:text=Mel%20mais%20fluido%20porque%2C%20em,produzido%20no%20Sul%20e%20Sudeste;
https://abelha.org.br/abelhas-sem-ferrao-do-brasil/
https://www.criarabelhas.com.br/meliponicultura-especies/
https://abelha.org.br/com-ferrao/#:~:text=A%20mais%20famosa%20das%20abelhas,apicultura'%20dado%20para%20a%20atividade
https://incaper.es.gov.br/apicultura#:~:text=A%20apicultura%20consiste%20na%20cria%C3%A7%C3%A3o,p%C3%B3len%20e%20cera%20de%20abelha